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terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Perigo no prato! Estes quatro alimentos prejudicam a memória (evite)


Nutricionista da prestigiada Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, revela aqueles que são os alimentos mais prejudiciais para o seu cérebro. Evite...

 

A nossa memória não é apenas afetada por problemas e doenças, como a demência ou Alzheimer, cujo desenvolvimento é associado à velhice, explica um artigo publicado no jornal Metro.

 

Sendo que certos alimentos são altamente prejudiciais à saúde e debilitam o funcionamento do cérebro.

 

Tenha atenção nesta lista, na qual Uma Naidoo - professora, psiquiatra e nutricionista da Harvard Medical School - destaca quatro grupos alimentares que deve evitar o mais possível:

 

Açúcares adicionados

Para que funcione otimamente, o cérebro depende do açúcar adquirido a partir dos alimentos, contudo há que combater os excessos. Um estudo publicado na Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA aponta que quem ultrapassa a dose diária de açúcar recomendado (como 25 gramas, segundo as diretrizes da Organização Mundial da Saúde) tende a perder a plasticidade no hipocampo, zona responsável pela memória.

 

Frituras

De acordo com uma pesquisa, realizada pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido, com 18 mil participantes, este tipo de alimentação está diretamente relacionada a problemas na capacidade cerebral, de raciocínio e neuronal.

 

Carboidratos com elevado índice glicêmico

O modo como, por exemplo, o pão branco, massa, arroz e derivados de farinhas refinadas são processados pelo organismo faz com que esses hidratos se transformem em açúcar, ou seja quantos mais carboidratos o alimento tiver, maior a quantidade de glicose no corpo. Conforme já foi mencionado, o açúcar em excesso é prejudicial para a memória.

 

Álcool

A ingestão de álcool em grandes quantidades pode levar ao desenvolvimento de demência, sobretudo na população idosa - revela um estudo divulgado na publicação científica The BMJ.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1877181/perigo-no-prato-estes-quatro-alimentos-prejudicam-a-memria-evite - © Shutterstock


E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.

Atos 16:31


terça-feira, 7 de setembro de 2021

Ponha no prato alimentos que deixam dentes e gengivas saudáveis


Escovação, aliada à dieta, promove mordida mais forte e sorriso mais branco

 

Escova, pasta de dente e fio dental são indispensáveis para ter dentes saudáveis. Mas se engana quem pensa que eles são os únicos aliados da saúde bucal. A dentista Oneida Werneck (CRO MG-CD-4487), presidente da Sociedade Brasileira de Reabilitação Oral, explica que alguns alimentos são fundamentais para deixar dentes e gengivas saudáveis. "Eles não substituem os cuidados básicos com a saúde bucal, mas se somam a eles para conseguir dentes perfeitos." Que tal mudar a alimentação e distribuir mais sorrisos de hoje em diante?

 

Vitamina C


Oneida Werneck explica que a falta de vitamina C causa sangramento das gengivas e diminuição da massa óssea, o que pode levar a perda dos dentes. Mas é bom não exagerar no consumo de alimentos muito ácidos - como a laranja e o abacaxi, ricos em vitamina C - que causam desmineralização e deixam o dente mais poroso. E, ao tomá-los, use canudinhos, impedindo o contato direto com os dentes. Outra opção é fazer um bochecho com água pura ou mesmo tomar um copo de água para neutralizar o ácido logo após sua ingestão. "Não se aconselha a escovação dos dentes nesta hora, pois o atrito da escova com o esmalte descalcificado faz com que ele se desgaste ainda mais", recomenda a especialista.

 

Alimentos fibrosos


A mastigação de alimentos ricos em fibras, além de contribuir para a saúde gastrointestinal, tem a capacidade de promover a autolimpeza dos dentes, evitando a formação de placa bacteriana, a causadora de cáries e gengivite. "Além disso, frutas como maçã e pera podem substituir doces bem açucarados, os principais responsáveis pelas cáries", afirma Oneida Werneck.

 

Leite e derivados


O cálcio presente no leite e derivados dele é essencial para garantir ossos fortes e saudáveis. E o mesmo vale para os dentes. O nutriente é parte da composição dos dentes e, em níveis adequados, garante uma boa saúde a eles, principalmente durante a sua formação. Mas o cirurgião dentista Rodrigo Guerreiro Bueno de Moraes (CRO SP-CD-56297), consultor científico da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), explica que esses não são a única fonte de cálcio. Folhas verdes escuras, como a couve, podem compensar essa demanda - especialmente para quem não gosta ou não tolera a lactose.

 

Água


"O consumo de água (com gás ou não)é importante para eliminar detritos, açúcares e ácidos", afirma Oneida Werneck. Além disso, a água das grandes cidades é fluoretada, que reforça a resistência do esmalte do dente. "Quando ingerido durante a formação dos dentes, isso é, até os doze anos de idade, o flúor torna os dentes muito mais resistentes à cárie por toda a vida".

 

Chiclete sem açúcar


Mascar chicletes sem açúcar entre as refeições estimula a formação de saliva, o que contribui para a limpeza dos dentes. O cirurgião dentista Rodrigo conta que essas gomas se tornam ainda mais valiosas quando providas do xilitol (veja o rótulo), um adoçante que ajuda o processo de remineralização dentária e contribui para a longevidade e a proteção dos dentes.

 

Alimentos crus


Para mastigar alimentos crus, geralmente é necessário fazer mais força com os ossos da mandíbula e do maxilar."Essa força deixa os ossos que sustentam os dentes mais fortes, garantindo firmeza a eles", conta Rodrigo Guerreiro. Mas não são apenas os alimentos crus, como maçãs, que ajudam, outros alimentos mais difíceis de mastigar (como a carne) também cumprem o papel.

 

Vitamina D


O papel mais conhecido da vitamina D é sua atuação na absorção dos minerais cálcio e fósforo, relacionados à formação óssea. "A vitamina D aumenta a eficiência da absorção intestinal de cálcio em até 40% e a de fósforo em 80%", afirma a nutricionista Thais Souza, da rede Mundo Verde. Essa influencia também aparece na arcada dentária, onde a vitamina D ajuda na fixação do cálcio nas bases ósseas e dentárias.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/15549-ponha-no-prato-alimentos-que-deixam-dentes-e-gengivas-saudaveis?utm_source=news_mv&utm_medium=email_comercial&utm_campaign=colgate_crm1 - Escrito por Manuela Pagan

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Adolescentes: como está a alimentação dos jovens no Brasil?


O prato dos adolescentes anda cada vez mais desequilibrado, deixando-os na mira de doenças da pesada. Veja como alterar o rumo dessa história

Estudo brasileiro revela que 84% dos adolescentes abusam do sódio, mineral cujo excesso faz a pressão arterial decolar

Na adolescência, há indícios de que mudanças no cérebro são responsáveis por deixar os jovens destemidos. Pois a coragem típica dessa fase parece sumir na hora das refeições, quando uma folha de alface gera mais pavor do que escalar uma árvore. Pelo menos é o que dá para presumir a partir de dados divulgados nos últimos tempos, como um grande levantamento feito com 75 mil brasileiros de 12 a 17 anos, em escolas públicas e privadas. O estudo, batizado com a sigla Erica, revela que apenas um em cada três adolescentes coloca salada no prato. Pior: só um em cinco ingere pelo menos uma fruta ao dia.

Os profissionais de saúde enfrentam as consequências dos maus hábitos no dia a dia. “Entre crianças e adolescentes, a incidência de obesidade cresce exponencialmente, e em todas as classe sociais”, afirma Renato Zilli, endocrinologista do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. “Há 40 anos, atendíamos um adolescente obeso a cada 100. Hoje, são de seis a oito”, estima.

Números da Organização Mundial da Saúde refletem essa realidade. Em 1975, calcula-se que 11 milhões de adolescentes eram obesos. Em 2016, o número saltou para 124 milhões.

A infância é um período determinante na aquisição de hábitos à mesa. Mas mesmo aquela criança que venerava brócolis pode virar o adolescente que rejeita qualquer vegetal. Não há uma explicação biológica para isso, mas, sim, comportamental: é nessa fase da vida que os filhos ganham mais independência, fazem refeições longe dos pais e recebem dinheiro para escolher o que vão comer.

Sem falar na influência dos amigos. Quem vai optar por salada quando a turma toda vai de fast-food? Por isso é essencial manter o equilíbrio nas refeições em família”, diz a nutricionista Renata Faria Amorim, da All Clinik, no Rio de Janeiro.

A profissional alerta sobre o papel da escola nesse cenário. Mesmo que as cantinas não possam vender tranqueiras — alguns estados têm leis para regulamentar isso —, biscoitos, doces e bebidas açucaradas são as estrelas nos intervalos. E proibir não é solução definitiva.

Uma pesquisa feita pela marca Capricho e pela área de Inteligência de Mercado do Grupo Abril, com 1 724 garotas — 1 046 delas com 14 a 17 anos —, mostra que 34% não resistem a um docinho. Elas poderiam sucumbir menos a essas gulodices caso tivessem aulas que ensinassem por que outras opções são mais vantajosas, por exemplo. “É preciso conscientizar”, resume Adriano Segal, diretor de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

Hábitos preocupantes dos jovens, registrados em novos estudos
Prato sem cor: menos de 40% dos jovens incluem verduras e hortaliças nas refeições, que acabam pobres em micronutrientes e ricas em carboidratos e gordura.
Doçura demais: enquanto 40% dos jovens comem algum doce todo dia, menos de 20% ingerem frutas, que têm açúcar natural, vitaminas, minerais e fibras.
Energia poupada: só três em cada dez brasileiros entre 10 e 18 anos não são sedentários — isto é, fazem uma hora de atividade física cinco dias por semana.

Pais de castigo?
Mas é em casa que está o principal gargalo. Inclusive, para os experts, é quase impossível falar da dieta dos adolescentes sem dar um puxão de orelha nos adultos.
“A maioria dos pais tem dificuldade em reconhecer as deficiências alimentares dos filhos porque eles próprios apresentam esses maus hábitos. Só que não os percebem como um problema”, analisa Julia Bittencourt, psicóloga especialista em terapia familiar, no Rio de Janeiro.
Há outro empecilho que está literalmente em nossas mãos: celulares. As horas ativas dos adolescentes não param de despencar, já que as atividades físicas foram substituídas por jogos e interações nos smartphones.
Mesmo que os pais enxerguem essas questões, não adianta somente tentar mudar o adolescente: é necessário dar o exemplo. Toda a família deve se propor a ingerir menos industrializados e mais vegetais, além de criar horários fixos para as refeições (nada de comer só quando a fome bater ou na frente da TV).
A programação completa inclui passeios que agitem o corpo, como uma ida ao parque no fim de semana. “Isso é muito mais efetivo para combater a obesidade do que apenas proibir o consumo de alguns itens”, garante Segal.
Quanto mais cedo a família se unir em torno dessa agenda saudável, melhor. “É logo no início da puberdade que o corpo, em transformação, refaz sua disposição de adipócitos, as células acumuladoras de gordura. Por isso, o sobrepeso e a obesidade nessa fase geram dificuldade para emagrecer ao longo de toda a vida”, alerta a endocrinologista Isabela Bussade, do Rio de Janeiro.

O que precisa aparecer menos na alimentação da moçada
Ultraprocessados e fast-food: biscoitos, bolinhos prontos, macarrão instantâneo, chips… Esses itens são lotados de sódio, açúcar, gorduras, aditivos, e por aí vai. Quanto menos deles, melhor. Pizza e hambúrguer também devem ficar para ocasiões pontuais — e não para o dia a dia.
Doces: eles causam picos de açúcar no sangue e, por isso, o excesso eleva o risco de diabetes. “Deixe os doces para o fim de semana e, sempre que possível, prefira os de frutas. Chocolate amargo também é uma boa opção”, ensina Samanta Brito, nutricionista da Estima Nutrição, em São Paulo.
Bebidas açucaradas: muitos pais caem na pegadinha de cortar o refrigerante e liberar sucos e chás de caixinha. Só que esses líquidos também podem reunir boas doses de açúcar. Não dá para beber de forma desenfreada. Chás feitos com ervas e frutas in natura são escolhas mais acertadas.

O que os adolescentes devem comer com frequência
Comida caseira: nessa fase, proteínas de alta qualidade e micronutrientes são determinantes para o desenvolvimento da molecada. “Não há nada como arroz, feijão e uma grande variedade de vegetais para suprir essa necessidade”, avisa Cátia Ruthner, nutricionista do W Spa, no Rio de Janeiro.
Frutas: ignoradas pelos jovens, elas são abastecidas de fibras, vitaminas e minerais. “Introduza aos poucos. Vale até vitamina e suco natural”, sugere Samanta. O melhor cenário, porém, é o do consumo do alimento em sua forma original. Que tal uma bela salada de frutas turbinada com aveia ou sementes?
Água: a falta do líquido (puro, e não dentro de refris e afins) abala várias funções do organismo. Se o adolescente toma pouca água, incentive o hábito de ter sempre uma garrafinha por perto. Tudo bem saborizá-la com pedaços de limão, abacaxi, laranja, canela, gengibre e folhas de hortelã.

Magreza não é sinônimo de saúde
Que fique claro: a luta com a balança não deve ter motivação estética. As doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão e diabetes, já são as principais causas de morte na população brasileira — e elas têm íntima relação com a obesidade.
“Com o estudo Erica, pudemos perceber que esses quadros têm início na infância e na adolescência”, observa a nutricionista Amanda de Moura, do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (Iesc) da Universidade Federal do Rio de Janeiro e uma das responsáveis pelo levantamento.
Mas o peso está longe de ser o único indicativo de saúde. Sabe aquele adolescente que come só porcaria e é magrinho? Pois ele não está isento de riscos. “Esse jovem pode esconder um acúmulo de gordura nos órgãos”, avisa Isabela.
Fora que o consumo excessivo de açúcares e gorduras causa um desgaste no pâncreas e em outros cantos desde muito cedo. “Cerca de metade das crianças com colesterol ou triglicérides elevados terá doença cardíaca na vida adulta”, alerta Zilli. A hora de mudar esse futuro é agora.

Não há um corpo ideal – e focar nisso é um perigo
Na pesquisa da Capricho, 36% das garotas de até 14 anos relataram já ter encarado o jejum intermitente. E 76% fizeram, fazem ou pretendem fazer dieta para emagrecer. “Qual padrão de beleza é esse que deixa mais de 70% das nossas meninas desconfortáveis com a própria imagem?”, questiona Gabriela Malzyner, psicóloga da Clínica de Estudos e Pesquisas em Psicanálise da Anorexia e Bulimia, em São Paulo.
Ela defende a conscientização de que ser saudável não significa ter um certo formato de corpo. “A dieta não pode gerar insatisfação corporal constante nem isolamento social”, frisa. Até porque isso abre brecha para transtornos sérios, capazes de abalar a saúde e a qualidade de vida dos jovens.

Fonte: https://saude.abril.com.br/familia/adolescentes-como-esta-a-alimentacao-dos-jovens-no-brasil/ -  Por Manuela Biz - Ilustração: Davi Augusto/SAÚDE é Vital

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

10 alimentos que não podem faltar no prato das crianças

Variedade é muito importante, mas com esses itens a chance de errar nas refeições é bem menor

A alimentação é importantíssima para o crescimento das crianças e quanto mais nutrientes, melhor! "Entre os nutrientes mais importantes nessa fase estão os carboidratos, proteínas, vitaminas A e C, ferro, zinco e cálcio", explica a nutricionista Helen Lopes, especializada em nutrição na infância e adolescência pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

No entanto, por mais que a variedade seja a chave, alguns alimentos sozinhos podem garantir esses nutrientes e são indispensáveis no cardápio dos pequenos. Conversamos com especialistas para entender quais são eles. Confira a lista abaixo:

Ovo
O ovo é uma ótima fonte de gorduras e proteínas. Na clara estão proteínas como a albumina, muito usada por atletas para o crescimento muscular. Já a gema tem diversas vitaminas lipossolúveis, como a A e um pouco de vitamina D e K.
Essa parte do ovo também é rica em colina, "um nutriente muito relacionado ao desenvolvimento das estruturas do cérebro, por participar da formação do neurotransmissor acetilcolina, que ajuda na transmissão de impulsos nervosos", explica Clarissa Fujiwara, coordenadora de Nutrição da Liga de Obesidade Infantil do Hospital das Clínicas (HC-FMUSP).

Arroz e feijão
Esse combo é importante para a saúde em qualquer idade, principalmente na infância. "Há um equilíbrio nessa mistura, uma vez que o arroz é deficiente no aminoácido lisina e possui metionina, e o feijão é justamente o contrário", explica a nutricionista Paula Crook, membro da PB Consultoria em Nutrição e especialista em nutrição infantil.
Além disso, separadamente cada um deles traz características complementares: enquanto o arroz é uma ótima fonte de energia, o feijão traz proteínas e fibras. Tanto que mesmo quando você consome o arroz branco com a leguminosa, a absorção dos carboidratos na refeição se torna mais lenta, portanto, mais saudável.

Banana
A banana é uma das frutas mais bem aceitas entre as crianças e traz diversas características positivas para a saúde. Como enumera a nutricionista Alessandra Coelho, especialista em Nutrição Enteral e Parenteral (SBNPE), ela é rica em magnésio, potássio, vitaminas do complexo B e triptofano, que ajudam na saúde dos ossos, músculos, sistema nervoso e cardiovascular e na manutenção do bom humor.
Além disso, a fruta pode ajudar na escola! "Estudos recentes revelam que as crianças que comem banana de manhã mantêm um bom nível de atenção durante o dia", considera Helen Lopes. Portanto, vale a pena investir na fruta.

Abacate
O abacate costuma ser mal visto por causa da alta quantidade de gorduras. No entanto, é aí que está seu maior trunfo nutricional.
"A fruta contém gorduras monoinsaturadas, essenciais para o bom desenvolvimento do sistema nervoso central do bebê e para controlar o nível do colesterol", reforça Helen. O abacate não é a única fonte desse tipo de gordura, que também está presente no azeite e nas oleaginosas.
Para uma melhor aceitação, o abacate pode ser misturado com outras frutas em vitaminas, como a manga ou a banana.

Laranja
A laranja é uma das fontes mais conhecidas de vitamina C. "Essa vitamina é importante para a cicatrização, na formação dos ossos e do colágeno e ajuda na absorção do ferro", explica Clarissa Fujiwara.
Mas não é só desse nutriente que ela é composta: o bagaço da fruta é rico em fibras, que ajudam na saciedade e também alimentam as bactérias do intestino.
Outras frutas ricas nessa combinação são mexerica, mamão, acerola, limão, morango e outras frutas vermelhas, kiwi, abacaxi e maracujá.

Cenoura
A cor alaranjada da cenoura sinaliza que ela é um alimento rico em carotenoides. "Esses nutrientes são precursores da vitamina A, uma potente antioxidante que ajuda na saúde dos olhos e da pele", afirma a nutricionista Dyandra Loureiro, pós-graduada em nutrição pediátrica, escolar e na adolescência pela Universidade Gama Filho.
A cenoura também é rica em fibras e em potássio, sendo interessante para crianças em fase de crescimento. Além disso, ela é mais fácil de ser consumida por causa do gosto adocicado.

Brócolis
Nem sempre o brócolis é bem aceito pelas crianças. No entanto, ele possui diversos nutrientes importantes e vale a pena insistir que o pequeno prove o alimento.
"A verdura é uma boa fonte de vitamina C, carotenos e folato. Também apresenta boas quantidades de proteína, cálcio, ferro e alto teor de fibras", explica Paula Crook.
O ideal é apresenta-lo às crianças de formas diferentes, aproveitando seu formato em flor para montar pratos mais lúdicos. "Dá para inseri-lo em preparações que a criança goste, como tortas, preparado com o arroz ou até cozido com a carne", enumera Clarissa.

Oleaginosas
Aqui estamos falando de um grupo, mas que normalmente é oferecido em conjunto às crianças através de um mix com castanhas, nozes, amêndoas e outras. A vantagem desses alimentos é que são ricos em ácidos graxos insaturados.
"Eles têm alta concentração de ômega 3, 6 e 9, gorduras boas para o desenvolvimento cerebral e para dar mais energia aos pequenos", explica Helen.
Além disso, é muito fácil oferecê-los em lanches para crianças. Sua consistência crocante ajuda a torná-los mais aceitáveis. Só cuidado para não oferecer versões prontas e ricas em sódio!

Carne
Esse alimento é mais polêmico, mas traz uma série de benefícios para as crianças. As carnes, sejam de boi, porco, frango ou peixe, são ricas em proteínas, ferro, zinco e vitaminas do complexo B.
"A vitamina B12 é importante para o desenvolvimento cognitivo e neurológico. Já o ferro da carne é mais bem absorvido pelo corpo", explica Clarissa.

Disfarçar alimentos faz bem para a criança?
Para famílias que não consomem carne, existem opções para repor esses nutrientes em outros alimentos. Enquanto os ovo-lacto-vegetarianos podem consumir proteínas provenientes de leite, ovos e queijos, outros grupos de vegetarianos podem ter mais dificuldade por não ingerir esses alimentos.
Mas é possível contornar a situação: "As leguminosas são ricas em proteínas vegetais: não só a soja, como o feijão, a lentilha, o grão de bico, entre outras", considera a especialista, indicando as possíveis substituições.