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sexta-feira, 26 de novembro de 2021

4 motivos para você nunca mais usar palito de dente


Além de machucar a gengiva, os palitos de madeira podem causar diversas complicações de saúde bucal

 

É muito comum ver alguém com um palito de madeira na boca tentando remover restos de alimentos presos entre os dentes, principalmente após uma refeição. Porém, o que algumas pessoas podem não saber é que a prática é inadequada e, além de não limpar corretamente os dentes, pode acabar prejudicando a saúde bucal.

 

De acordo com Luciana Toledo, especialista em Periodontia e Implantodontia, isso acontece porque o palito age como um agente agressor, não como uma ferramenta de higiene. E esse é apenas um dos quatro motivos para deixar de usar o palito de madeira nos dentes. Confira a seguir:

 

1. Remove a camada protetora dos dentes

Ao ser utilizado nos dentes, o palito de madeira age como um agente agressor, podendo causar a chamada lesão de abrasão. "O uso do palito pode causar o que chamamos de lesão de abrasão, ou seja, pode ocorrer perda de uma parte do dente, geralmente na porção mais fina do esmalte, próximo à gengiva", alerta Luciana.

O esmalte é o tecido mineralizado que reveste a dentina e a polpa dentária. Assim, ele atua como a camada de proteção do dente contra a invasão de bactérias causadoras de problemas de saúde bucal. Consequentemente, por conta da lesão de abrasão, outras complicações podem surgir, prejudicando ainda mais a saúde e a higiene dos dentes.

 

2. Machuca a gengiva

"Além da abrasão, por ter a ponta fina e apontada, o palito de dente pode machucar a gengiva que pode inflamar e/ou infeccionar", afirma a especialista. A gengivite, inflamação da gengiva, pode ser causada também pelo acúmulo de placas bacterianas, que podem ser removidas com a higienização bucal adequada.

Por conta das feridas constantes na gengiva, pode ocorrer também a retratação gengival, expondo parte da raiz do dente e, consequentemente, provocando desconforto e riscos de contrair uma doença bucal.

 

3. Causa sensibilidade nos dentes

Você já sentiu uma dor ou um desconforto ao beber ou comer um alimento gelado? Pois saiba que esse é um dos principais sinais de sensibilidade nos dentes, que pode ser provocada pela lesão de abrasão, segundo Luciana.

A sensibilidade é provocada quando há perda do esmalte e exposição da dentina, que contém poros ligados aos nervos do dente. Por isso, quando a dentina está exposta a mudanças de temperatura, sentimos dor ou incômodo de curta duração.

 

4. Estimula o surgimento de cáries

Ainda por conta da retração gengival, somado à má higiene bucal, o uso dos palitos nos dentes pode estimular o surgimento de bactérias causadoras da cárie. "A principal consequência da má higiene bucal é o aparecimento da cárie, que é uma doença infecciosa, transmissível e que pode levar à perda do dente afetado", explica a especialista.

Outros problemas também podem surgir por conta da má higienização bucal e do uso de palitos de madeira, como a halitose, mais conhecida como mau hálito.

 

Como higienizar a boca adequadamente?

Além da escovação após cada refeição, o passo principal para desenvolver uma higienização bucal adequada é substituir os palitos de madeira pelo fio dental. Com ele, você pode retirar os restos de alimentos dos dentes, além de remover uma boa parte da placa bacteriana.

 

"O fio dental deve ser utilizado em conjunto com a escova dental após as principais refeições, antes de dormir e sempre que forem ingeridos alimentos ricos em açúcar e carboidratos, como doces e bolachas. Pedaços muito pequenos de fio dental podem dificultar o acesso às regiões do fundo da boca. É importante enrolar o fio dental usado em um dos dedos para não levar sujeira de um dente para o outro e, sempre que necessário, pegar um novo pedaço de fio", exemplifica Luciana.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/38237-4-motivos-para-voce-nunca-mais-usar-palito-de-dente - Escrito por Murilo Feijo - Redação Minha Vida


Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.

Efésios 6:11


sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Usar celular no banheiro pode causar problemas de saúde



O hábito comum pode trazer algumas complicações para a saúde intestinal, como as hemorroidas

 

Você costuma utilizar o celular, ler um livro, revista ou jornal para se distrair enquanto faz as necessidades no banheiro? Saiba que esse hábito pode trazer alguns problemas à saúde e deve ser evitado.

 

O principal problema causado por esse costume é a hemorroida, que surge quando as veias da região do reto e do ânus acabam inchando e causando dores, ardência e até sangramento durante ou após as evacuações.

 

Segundo André Augusto Pinto, gastroenterologista, cirurgião geral e coordenador da Clínica Gastro ABC (SP), isso acontece porque, conforme a pessoa fica sentada no vaso sanitário por muito tempo, ocorre a diminuição da circulação nas veias do ânus, resultando na dilatação dessas veias e, consequentemente, nas hemorroidas.

 

"Quanto mais dilatadas essas veias, mais dor local e sangramento elas vão causar. O esforço repetitivo para evacuar, principalmente nos pacientes com intestino preso e com as fezes muito ressecadas, também dificulta o processo de drenagem do sangue dessa região", afirma o especialista.

 

Como tratar as hemorroidas?

Geralmente, para aliviar o incômodo e tratar as hemorroidas, é necessário seguir uma rotina de alimentação rica em fibras, ingerir líquidos em grande quantidade e evitar o esforço na hora de evacuar. André ainda cita outras recomendações, como:

 

Não vestir calças muito apertadas

Evitar usar roupas de baixo de materiais sintéticos

Não consumir alimentos muito condimentados, como pimentas, ketchup e mostarda

Evitar ficar muito tempo na posição sentada

Não passar mais de 15 minutos no banheiro.


"O tratamento com pomadas tópicas ou locais, além de sabonetes antissépticos específicos e medicações via oral, como anti-inflamatórios e analgésicos, também são usados no tratamento clínico", destaca o gastroenterologista.

 

Já nos casos de hemorroidas muito dilatadas, o tratamento cirúrgico também pode ser realizado através da hemorroidectomia. Além disso, também é possível realizar procedimentos menos invasivos, como a ligadura elástica, que comprime a veia dilatada e alivia os sintomas.

 

Outras complicações

Utilizar o celular no banheiro e fazer muito esforço na hora de evacuar podem causar uma outra complicação intestinal, além das hemorroidas, de acordo com André.

 

"Se você fica muito tempo no banheiro para evacuar e faz muita força nos casos de fezes muito ressecadas, isso pode causar, além das hemorroidas, a fissura anal, uma doença que resulta em pequenas rachaduras na região do ânus que podem causar dor local intensa e sangramento nas evacuações", explica o médico.

 

Neste caso, as fissuras anais podem ser curadas espontaneamente dentro de quatro a seis semanas. Porém, caso a dor persista, pode ser necessário um tratamento clínico. "O profissional médico especializado, como proctologista, gastroenterologista e cirurgião geral, deve ser procurado quando os sintomas são frequentes, persistentes ou apresentam piora progressiva ao longo do tempo", alerta André.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/38110-usar-celular-no-banheiro-pode-causar-problemas-de-saude - Escrito por Murilo Feijo - Redação Minha Vida

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Usa palito para limpar os dentes? Veja por que deve abandonar este hábito


O palito é pouco eficaz na higienização bucal e pode danificar dentes e gengiva

 

O uso de palitos para fazer a limpeza dos dentes e retirar restos de alimentos ainda é um hábito bastante comum para muitas pessoas. O objeto, geralmente feito de madeira ou plástico, está presente na maioria dos lares brasileiros, sendo disponibilizado também em restaurantes e lanchonetes. Contudo, a higiene oral feita com a utilização desse acessório é mais prejudicial do que benéfica à saúde.

 

O palito não substitui o uso da escova e do fio dental, que foram desenvolvidos especialmente para fazer a limpeza dos dentes e alcançar as regiões onde o palito não seria suficiente para eliminar a placa bacteriana. Ao contrário do que se imagina, o manuseio do objeto pode machucar a gengiva e danificar o dente.

 

Marcelo Cavenague, cirurgião-dentista e membro da Câmara Técnica de Periodontia do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) explica que o palito não consegue se adaptar ao formato dos dentes, nem penetrar onde as bactérias se alojam. “O objetivo da higiene bucal é a remoção da placa bacteriana (ou biofilme) que tem uma aderência bastante firme à superfície dental e nada disso é possível com um palito.”

 

Ao colocar o palito entre os dentes, pressionando-o na tentativa de remover um resíduo de alimento, a ação pode gerar lesões, causando inflamação (gengivite) e até retração gengival, isto é, o recuo da gengiva em relação ao dente. Essa retração faz com que parte da raiz do dente fique exposta, o que pode causar sensibilidade. O uso constante do palito também aumenta as chances de abrasão, que é o desgaste da raiz do dente.

 

No caso de ausência do fio dental, se a pessoa recorrer ao uso do palito, o seu manuseio deve ser feito de forma delicada. “Uma vez entendido que o palito só serve para remover pedaços de comida que ficaram presos entre os dentes em último caso, quando for usado, deve ser feito com cuidado para não machucar. Após removido o resto de alimento, a função do palito acabou e não adianta ficar esfregando nos dentes, pois ele não se adapta corretamente às superfícies, nem alcança os locais necessários”, reforça o cirurgião-dentista.

 

Uma higiene eficaz e saudável só é possível com a utilização do material apropriado para a limpeza da cavidade bucal. O emprego de escovas com cerdas macias e fio dental, junto às orientações do cirurgião-dentista são indispensáveis.

 

“Fazer a limpeza de forma adequada é um processo de aprendizado que deve acontecer com a ajuda de um profissional. A maioria das pessoas faz sua higiene de forma automática e com pouca eficiência e, por isso, a avaliação de um profissional é fundamental para ajustar a necessidade de cada paciente à rotina de higiene”, comenta o doutor.

 

Fonte: https://www.revistanovafamilia.com.br/usa-palito-para-limpar-os-dentes-veja-por-que-deve-abandonar-este-habito - Redação - Banco de imagem

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Estudo científico levanta hipótese de que usar máscaras rejuvenesce


Cobrir o terço inferior do rosto com a máscara diminui de 3 a 5 anos

 

Desde a propagação do novo coronavírus em 2020, o uso de máscaras se tornou algo comum e frequente na rotina das pessoas. O acessório, fundamental para a proteção da vida, também nos trouxe pequenos incômodos estéticos, como a maskne – a acne causada pelo uso excessivo de máscaras. Entretanto, algo curioso e positivo chamou a atenção de alguns pesquisadores americanos.

 

De acordo com um artigo publicado pelo jornal médico acadêmico, Aesthetic Surgery Journal, usar máscara provoca uma certa alteração na percepção de idade – precisamente, 3.16 anos a menos. Segundo os pesquisadores, o principal motivo se encontra no terço inferior do rosto composto pelo queixo, mandíbula e lábios, que ficam tampados e escondem as rugas labiais, a papada e as dobras nasolabiais, entregando um aspecto mais jovial às pessoas.

 

De acordo com a dermaticista Patrícia Elias, especialista em saúde da pele, entregar a idade é um assunto que ainda perturba muitas pessoas, principalmente na era do Instagram e das cirurgias plásticas desenfreadas. “Parecer mais jovem vai muito além da aparência física e aumenta o otimismo, a satisfação pessoal e profissional e ajuda na saúde mental”, afirma.

 

Também foi citado no artigo que pessoas com histórico de tabagismo podem surfar mais alto nessa onda jovial quando comparados aos não fumantes. O maior efeito do uso da máscara se desdobrou no grupo de mulheres que fumavam e aparentavam ter 5 anos a menos do que a verdadeira idade.

 

“O estudo sem dúvida nos mostra a importância do terço inferior do rosto e qual a sua contribuição na percepção de idade das pessoas”, afirma Patrícia. “Quando procuramos por tratamentos estéticos com o objetivo de rejuvenescer a pele, o ideal é buscar procedimentos que cuidam dessa área em específico para reduzir a idade facial e entregar um resultado positivo ao paciente, como por exemplo, microagulhamento, peeling químico, preenchimento com ácido hialurônico, aplicação de enzimas, radiofrequência, entre outros. Afinal, o melhor é tratar a região agora no inverno, pois tudo indica que em breve não vamos mais precisar usar máscaras”, finaliza a especialista.

 

Fonte: https://www.revistanovafamilia.com.br/estudo-cientifico-levanta-hipotese-de-que-usar-mascaras-rejuvenesce - Artigo: Aesthetic Surgery Journal

sábado, 21 de agosto de 2021

Mesmo depois de vacinado é preciso continuar usando máscara


Apesar do avanço da vacinação, o relaxamento das medidas de proteção contra a pandemia do coronavírus pode levar a um aumento de casos e internações por Covid nas próximas semanas. Isto porque, nas ruas, a sensação de que a pandemia acabou já é notada na diminuição no uso do principal equipamento de proteção individual contra o vírus: as máscaras.

 

Diversos estudos já comprovaram como as máscaras, principalmente aquelas mais ajustadas ao rosto e com melhor filtragem, como as N95 ou PFF2, são eficientes para prevenir a infecção pelo coronavírus. No entanto, a falta de fiscalização e a falsa sensação de segurança após a primeira dose da vacina faz com que muitos brasileiros usem o acessório abaixo do nariz ou da boca, guardem no bolso ou, pior, deixem em casa. Fohapress.

 

Fonte: https://firminocaetano.blogspot.com/p/mesmo-depois-de-vacinado-e-preciso.html

sexta-feira, 4 de junho de 2021

Proteção de máscaras contra a covid-19 é superior a 90%


Os dados foram apresentados na última edição da revista especializada Aerosol Science and Technology

 

Uma equipe de pesquisadores brasileiros testou 227 modelos de máscaras vendidos no país para avaliar o grau de proteção contra o novo coronavírus. Como o esperado, os dispositivos profissionais são os mais eficazes, com retenção de partículas de aerossol (expelidas no ar) superior a 90%, mas até os mais simples, como os de tecido, têm um grau de proteção contra o Sars-CoV-2, que pode ser incrementado com a adoção de outras medidas preventivas. Os dados foram apresentados na última edição da revista especializada Aerosol Science and Technology.

 

Liderados por Paulo Artaxo, professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF-USP), os cientistas realizaram os testes usando um dispositivo que continha uma solução de cloreto de sódio e emitia partículas de aerossol de 100 nanômetros — o Sars-CoV-2 tem cerca de 120 nanômetros de diâmetro. Uma explosão de aerossóis foi disparada, e a concentração de partículas, medida antes e depois do modelo de máscara.

 

Os resultados mostraram que as cirúrgicas foram as mais eficientes, junto com as dos modelos PFF2 e N95 — elas filtram entre 90% a 98% das partículas. Em seguida, vieram as máscaras de tecido não tecido (TNT) ou polipropileno, com eficiência de 80% a 90%. Por último, estão as feitas de algodão comum, lycra ou microfibra, que filtram 40% em média (de 15% a 70%).

 

Segundo Artaxo, as máscaras de algodão de camada dupla filtram consideravelmente melhor do que os modelos de camada única, mas a eficácia dificilmente foi alterada com uma inclusão de uma terceira camada, que, inclusive, reduziu a respirabilidade. “O estudo inovou de várias maneiras. Uma foi a avaliação da respirabilidade. As máscaras de TNT e de algodão eram as melhores nesse quesito. Os modelos FFP2 e N95 não eram tão confortáveis, mas as máscaras de papel eram as piores”, relata em entrevista à Agência Fapesp. A pesquisa contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a Fapesp.

 

Distanciamento

 

 

Detalhes de design e do material usado no acessório protetivo também interferiram no efeito esperado. “De modo geral, as máscaras com costura central protegem menos porque a máquina de costura faz orifícios que aumentam a passagem do ar”, explica Fernando Morais, primeiro autor do artigo e pesquisador do IF-USP, à agência Fapesp. “Já algumas máscaras de tecido incluem fibras de níquel, cobre ou outros metais que inativam o vírus e, portanto, protegem o usuário de forma mais eficaz. Existem até modelos eletricamente carregados que retêm mais partículas. Em todos os casos, porém, a eficácia cai quando a máscara é lavada por causa do uso e do desgaste”, complementa.

 

Os autores do artigo ressaltam que, apesar de a eficácia da máscara sofrer variações, todos os tipos ajudam a reduzir a transmissão do vírus, e que o uso do protetor em parceria com o distanciamento social é essencial para evitar a disseminação do Sars-CoV-2. “A transmissão do vírus é comprovadamente pelo ar, e usar máscara o tempo todo é uma das melhores estratégias de prevenção, além de deixar portas e janelas abertas para ventilar os quartos o máximo possível”, afirma Artaxo.

 

De 90% a 98%

 

Taxa de retenção de partículas expelidas no ar da máscara cirúrgica, da PFF2 e da N95

 

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2021/06/4928642-protecao-de-mascaras-contra-a-covid-19-e-superior-a-90.html - Correio Braziliense - crédito: Franck Fife/AFP

domingo, 28 de março de 2021

Tipos de máscara: descubra quais protegem de verdade


O uso indevido da máscara pode aumentar os riscos de contaminação do novo coronavírus

 

Com o avanço no número de casos do novo coronavírus em todo o mundo, o governo brasileiro tornou obrigatório o uso de máscaras em ambientes públicos, estabelecimentos em geral e meios de transporte.

 

A principal forma de transmissão do vírus ocorre pelo contato direto com gotículas respiratórias expelidas pela boca e nariz, que são emitidas através de espirros, tosse e fala. Dessa forma, o uso de aparelhos de proteção facial ajuda a diminuir as chances de contaminação em até 50%, segundo estudos.

 

Tipos de máscara

Nem todo tipo de máscara possui o mesmo objetivo e eficácia. Entre as opções disponíveis no mercado, o uso de máscaras caseiras se tornou a alternativa mais utilizada pela população, de modo que os modelos profissionais foram direcionados especificamente para trabalhadores da área da saúde.

 

Segundo Hyun Seung Yoon, gerente médico do ClubSaúde, em alguns países da Europa afetados pela segunda onda da COVID-19, somente as máscaras profissionais, como as cirúrgicas ou PFF-2/N95, são permitidas.

 

Porém, devido à dificuldade de acesso e seus preços elevados, a OMS autoriza o uso de máscaras caseiras em países de baixa renda, recomendando que elas possuam pelo menos três camadas de pano e sejam confeccionadas com materiais como polipropileno e algodão.

 

"A preocupação com as novas variantes do coronavírus é decorrente de sua maior transmissibilidade, pois necessitam menor carga viral para causar o contágio. Independentemente do tipo de máscara, é fundamental ajustá-la bem ao rosto para não permitir vãos por onde as partículas possam ser expelidas ou inaladas. Do ponto de vista de bloquear a transmissão do vírus por partículas de saliva, quanto maior a barreira, melhor a proteção", diz o médico.

 

Para entender melhor como cada tipo de máscara deve ser utilizada e quais modelos não são recomendados durante a pandemia, Jane Teixeira, gerente médica da Sharecare, explicou o nível de proteção de cada produto. Confira:

 

Máscara de tecido: a máscara de tecido e a cirúrgica não possuem o objetivo de proteger o próprio usuário, mas sim outras pessoas ao seu redor. É útil como forma de proteção se usada de maneira generalizada pelos indivíduos no mesmo ambiente e ajustada bem ao rosto. O tecido mais indicado é o de algodão, que tem boa resistência ao uso e à lavagem, causando menos alergias. Não se deve usar máscaras de renda, tricot, crochê etc.

 

Máscara cirúrgica: assim como a máscara de tecido, ela confere proteção se utilizada corretamente e de forma generalizada pelos indivíduos, pois impede a disseminação de gotículas e aerossóis produzidos pelo usuário. No entanto, ao contrário das máscaras de tecido, não são reutilizáveis. Logo, devem ser descartadas após o uso.

 

Máscara com válvula: as máscaras com válvulas deixam escapar vírus disseminados pelo usuário se este estiver contaminado, e não são indicadas no contexto atual de pandemia.

 

Máscara de acrílico: as máscaras de acrílico não oferecem a vedação adequada e não são indicadas no atual contexto.

 

Máscaras profissionais PFF2 e N95: como equipamento de proteção individual, as máscaras N95 e PPF2 são as mais eficazes, pois protegem o usuário de aspirar aerossóis que podem transmitir o vírus. São as máscaras obrigatoriamente indicadas para os profissionais sob risco ocupacional, como os trabalhadores da linha de frente.

 

Esses modelos são reutilizáveis se forem bem conservados, ou seja, com aparência limpa, sem amassos e íntegros. Se há perda da integridade, devem ser descartados no lixo. Não devem ser lavados e higienizados com qualquer tipo de produto químico.

 

Face shield: o face shield é uma espécie de escudo para o rosto, com um dispositivo circular para fixação ao redor da cabeça e uma parte protetora transparente, em geral de acetato, que fica à frente da face e que evita o contato de objetos, detritos, materiais e respingos no rosto.

 

Ele não é mais eficiente que a máscara facial, mas pode ser considerado um complemento, pois oferece um tipo diferente de proteção. Além de não oferecer vedação adequada à região das vias aéreas, o face shield não filtra o ar, logo, é preciso sempre usá-lo com máscara. Partículas mais leves que penetrem na região entre a face e o equipamento podem ser inaladas se não houver o uso concomitante da máscara. Ele serve como uma proteção adicional.

 

"O face shield é especificamente indicado para trabalhadores da área de saúde pelo risco de respingos durante procedimentos em pacientes e como alternativa para outros tipos de profissão que não possam manter uma distância mínima entre as pessoas", finaliza a médica.

 

Tipo de máscara         É eficaz?

Tecido Sim, se usada corretamente

Cirúrgica         Sim, se usada corretamente

Com válvula   Não

Acrílico                         Não

PFF2 e N95    Sim

Face shield      Não, apenas como uma proteção adicional

 

Tecido antiviral funciona?

"Os fabricantes destes tecidos com propriedades antibacterianas ou antivirais alegam que a tecnologia empregada em sua confecção - lenços umedecidos com múltiplas camadas, contendo surfactantes comumente encontrados em detergentes, como ácido cítrico ou lauril sulfato de sódio, ou tecidos impregnados com partículas de prata, reconhecidos por suas qualidades antissépticas - são capazes de eliminar mais de 90% das partículas bacterianas ou virais em contato com estes agentes", explica Hyun Seung Yoon.

 

Entretanto, o médico conta que, apesar de realmente possuírem ação antiviral ou antibacteriana, não há garantias de que a trama dos tecidos não deixe passar partículas virais por suas frestas ao inspirar, tossir ou espirrar.

 

"Também não há como descartar que somente as camadas mais profundas de uma gota de secreção em contato com o agente do tecido sejam desinfetadas, enquanto a superfície permanece contaminante", diz.

 

Ainda segundo o especialista, estes tecidos podem sim aumentar a eficácia da proteção de máscaras, roupas e lenços, mas não garantem imunidade contra o vírus. Por isso, é de extrema importância que se mantenham as demais medidas de proteção: distanciamento social, higienização das mãos e do ambiente, além do uso de máscaras adequadas.

 

Qual a forma certa de usar máscaras?

Para que as máscaras não tenham o efeito oposto ao desejado e acabem aumentando os riscos de contaminação, é preciso seguir algumas instruções para o uso correto do equipamento. O Hospital Albert Einstein, referência no atendimento aos pacientes com COVID-19 em São Paulo, compartilhou algumas dicas de uso:

 

Antes de colocar a máscara, higienize adequadamente as mãos

Coloque a máscara sobre o nariz e a boca, tomando cuidado para não deixar espaços entre a pele e a máscara

Mesmo com a máscara, cubra o rosto ao tossir ou espirrar

Mantenha as mãos higienizados e evite tocar na máscara

Troque a máscara quando ela estiver úmida

Nunca reutilize uma máscara descartável

Sempre remova a máscara pelas cordinhas e nunca toque na parte da frente


 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/37455-tipos-de-mascara-descubra-quais-protegem-de-verdade - Escrito por Paula Santos

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Usar duas máscaras reduz contaminação por COVID-19 em 95%


Estudo realizado nos EUA mostra a eficácia do uso simultâneo da máscara cirúrgica e de pano

 

Um estudo divulgado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos, mostra que o uso simultâneo da máscara cirúrgica e outra de pano por cima reduz o risco de transmissão da COVID-19 em 95%.

 

O resultado foi revelado a partir do seguinte experimento realizado pelos pesquisadores para aumentar a segurança do uso das máscaras: as alças da máscara cirúrgica foram amarradas com um nó; depois, a máscara de pano foi colocada por cima da primeira.

 

A combinação das máscaras bloqueou, no experimento, 92,5% das partículas emitidas em uma tosse simulada enquanto sozinhas e sem nós tanto a máscara cirúrgica quanto a de tecido bloquearam pouco mais de 40%. Este teste era para verificar a retenção das partículas emitidas durante a tosse.

 

Um segundo experimento visou verificar a eficácia das máscaras durante um período de respiração simulando uma fonte e um receptor. O resultado foi que, quando a fonte e o receptor usavam máscara dupla ou máscara cirúrgica com nós e ajuste na lateral, o risco de transmissão foi reduzido em 95%.

 

Segundo o CDC, os ajustes feitos melhoraram muito o controle de transmissão, reduzindo também a chance de uma possível exposição ao vírus. Mas há outras duas medidas apontadas que podem ajudar a reforçar a proteção contra a COVID-19: o uso de uma máscara com um filtro e sobrepor um tecido de nylon ao pano ou máscara cirúrgica.

 

Os cientistas, porém, indicaram uma limitação no resultado do estudo. Foi utilizado um tipo específico de máscara cirúrgica e de pano. Assim, a eficiência pode não ser a mesma com o uso de outras marcas ou tipos de máscara. Os pesquisadores também não realizaram testes com outras combinações, como pano sobre pano ou cirúrgica sobre pano. Portanto, os resultados podem ser diferentes nesses casos.

 

Segundo os pesquisadores, "os resultados dessas simulações não devem ser generalizados para a eficácia de todas as máscaras de procedimento médico ou máscaras de pano, nem interpretados como representativos da eficácia dessas máscaras quando usadas em ambientes do mundo real".

 

Além disso, o uso de duas máscaras pode, em alguns casos, impedir a respiração ou visão periférica de algumas pessoas.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/noticias/37320-usar-duas-mascaras-reduz-contaminacao-por-covid-19-em-95 - Escrito por Fatime Ghandour - Redação Minha Vida

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Usar óculos ajuda a evitar o contágio do novo coronavírus?


A contaminação através dos olhos é uma possibilidade e exige cuidados preventivos contra a COVID-19

 

Durante uma pesquisa realizada em hospitais por cientistas chineses, foi relatado que poucos pacientes internados com o novo coronavírus usavam óculos. Esse dado levantou uma curiosidade entre os estudiosos, fazendo com que se criasse uma relação do uso do objeto como um possível fator de proteção contra a COVID-19.

 

Apesar dos efeitos do vírus nos seres humanos ainda estarem sendo estudados e compreendidos pela ciência, já é possível afirmar que o principal meio de transmissão da doença é através de gotículas respiratórias emitidas pela boca e nariz, que podem ser passadas por meio do contato direto entre pessoas.

 

Alguns especialistas acreditam que a contaminação pelos olhos pode ocorrer quando o local é tocado sem a higienização correta das mãos, fazendo com o que vírus entre em contato com as secreções do globo ocular. Além disso, alguns estudos estão analisando a possibilidade do vírus ser transmitido pelo ar e, portanto, adentrar a cavidade dos olhos.

 

Usar óculos evita o contágio?

Para Melissa Valentini, infectologista e assessora médica do Grupo Pardini, o uso de equipamentos de proteção facial por profissionais de saúde, principalmente quando há contato direto com pacientes que possuem quadros de doenças infecciosas que são transmitidas por gotículas, é efetivo e deve ser recomendado.

 

Porém, quando falamos da população num modo geral, a necessidade de cobrir os olhos ainda não está definida. A especialista explica que o estudo chinês foi realizado apenas em um local e em pequena escala, sem relacionar a proteção ocular com outras medidas de proteção contra o coronavírus, como é o caso do distanciamento social, uso de máscaras e higienização das mãos.

 

"O uso de óculos poderá proteger da COVID-19, mas deve ser associado às demais medidas. É fundamental não tocar os óculos e face com as mãos sem higienização, porque, assim, poderá levar o vírus para a mucosa ocular e possibilitar a infecção", conta a infectologista.

 

Lentes de contato x óculos

As recomendações sobre a frequência de higienização dos óculos não tiveram grandes mudanças desde o início da pandemia. Especialistas afirmam que a ação que deve ser priorizada é a lavagem correta das mãos com água e sabão ou o uso de álcool 70%, evitando tocar o rosto ou ajeitar os óculos - principalmente se não foi feita a limpeza das mãos anteriormente.

 

De acordo com Melissa, caso essa regra for seguida, os óculos podem ser higienizados de maneira habitual. Em relação ao uso das lentes de contato, a situação deve ser encarada com mais cuidado, já que, para utilizá-las, é feito o toque direto na cavidade ocular.

 

"As lentes de contato podem ser usadas, mas deve-se ter atenção especial às irritações que elas podem causar. Se a pessoa tiver que tocar os olhos muitas vezes, o que pode ser involuntário, e não tiver a certeza de que as mãos estão higienizadas, os óculos seriam a melhor opção", finaliza a infectologista.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/36951-usar-oculos-ajuda-a-evitar-o-contagio-do-novo-coronavirus - Escrito por Paula Santos

sábado, 17 de outubro de 2020

Como eliminar o mau hálito na hora de usar máscara


O mau cheiro tem solução, basta adotar algumas dicas simples no dia a dia

 

Não adianta esbravejar: a máscara protetora de nariz e boca se tornou um item indispensável durante a pandemia do novo coronavírus. Isso porque, se usada de forma correta, ela é capaz de minimizar a transmissão do vírus por formar uma barreira física contra a disseminação de gotículas de saliva, bem como proteger quem a usa contra uma possível contaminação proveniente de outras pessoas.

 

Mas como contornar aquele mau hálito que incomoda quando ficamos um pouco mais de tempo com a máscara? Saiba desde já que esse é um problema comum, porém simples de se resolver.

 

Em primeiro lugar, é importante saber que, se você notou o mau hálito durante o uso das máscaras, muito provavelmente ele já estava presente antes disso. O fato que mudou é que o ar que respiramos fica maiormente contido dentro da máscara e faz com que sintamos o mau cheiro com mais intensidade.

 

O mau hálito pode acontecer por diversas razões, sejam elas o hábito de passar muitas horas sem comer ou de ter uma higiene bucal deficiente. O alívio desse mau odor, portanto, vem justamente de um cuidado maior com a boca.

 

Abaixo, veja sete dicas que separamos para tornar o uso das máscaras mais confortável para o seu olfato.

 

Evite jejuns prolongados: ficar sem se alimentar por longos períodos pode provocar mau hálito que, em tempos normais, talvez não fizesse diferença para você. Quando a máscara retém parte do ar exalado, o incômodo é notado. Por isso, procure se alimentar em média a cada três horas, pois essa regularidade ajuda a aliviar o problema.

 

Beba água: a boca seca também faz com que a halitose - como também é conhecido o mau hálito - se manifeste. E, como a máscara retém o ar expelido, sobra para o nariz sentir o mau hálito. Por isso, tenha o hábito de se hidratar regularmente, pois ela ajuda a normalizar a liberação de saliva, responsável também por um bom hálito. De quebra, beber água também enxagua a boca, retirando parte das bactérias presentes na região.

 

Fuja de determinados alimentos: quem nunca reclamou do coleguinha que exagerou no alho ou na cebola e ficou com um hálito bem característico? Pois saiba que em tempos de pandemia - se você exagerar nesses condimentos - será você a lidar com esse odor. Sempre que tiver de sair de casa e, consequentemente, usar máscara, pense bem no que colocará no prato na refeição anterior.

 

Escove os dentes cuidadosamente: a saúde bucal é fundamental para um hálito fresco. Por isso, não deixe de escovar os dentes cuidadosamente após cada refeição. Uma opção para manter o hálito agradável e ainda se proteger contra a formação de tártaro - aquela placa bacteriana endurecida - é usar diariamente a nova linha Colgate Total 12® Anti-Tártaro, pois ele possui uma tecnologia avançada antibacteriana e protege a boca contra esses microrganismos por até 12 horas.

 

Não se esqueça da língua: faça da escovação da língua um hábito. Isso porque bactérias e resíduos de alimentos também podem permanecer ali, o que confere um mau hálito que é intensificado quando a máscara cobre o nariz e a boca. Por isso, sempre depois de escovar os dentes, também dedique um momento na higienização da língua.

 

O uso da nova linha Colgate Total 12® Anti-Tártaro é uma opção eficaz para esses casos, pois a tecnologia antibacteriana também protege língua, bochechas, gengivas e dentes.

 

Use fio dental: depois de cada refeição, use também o fio ou fita dental. Isso porque ele remove resíduos de alimentos que porventura podem ter se acumulado entre os dentes. Se eles permanecerem ali, vão sofrer degradação e o resultado é bem aquilo que você deseja evitar: o mau hálito. Quando a máscara cobrir o nariz e a boca, o cheiro que você sentirá também virá daquele alimento não removido de entre os dentes há dias.

 

Enxaguante bucal é o melhor amigo: o enxaguante bucal é capaz de eliminar bactérias de toda a boca, não somente da superfície dos dentes. Por isso, é um grande aliado também durante a época atual, em que as máscaras são necessárias para prevenir a disseminação do novo coronavírus.

 

Com as bactérias eliminadas, o hálito tende a ficar fresco e delicado. Uma opção de enxaguante bucal que conta com diversas funcionalidades é o da nova linha Colgate Total 12® Anti-Tártaro. Além da sua potência antibacteriana, de quebra ainda tem um agradável sabor que permanece na boca.

 

Caso o mau hálito persistir, procure um médico, já que há alguns casos menos frequentes em que o odor desagradável pode vir do esôfago ou estômago.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/36839-como-eliminar-o-mau-halito-na-hora-de-usar-mascara?utm_source=news_mv&utm_medium=MS&utm_campaign=8756916 - Escrito por Informe Publicitário - Redação Minha Vida

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

9 cuidados para a pele não sofrer com o uso de máscara


Cuidados diários com a pele podem evitar danos causados pelo uso da máscara

 

As máscaras são essenciais para evitar a proliferação e transmissão do COVID-19 entre as pessoas. Entretanto, o uso prolongado e contínuo delas desencadeou vários problemas de pele, desde irritações, descamações e erupções, até mesmo surtos de espinhas e cravos.

 

Não à toa, já se fala em um problema novo: a "maskne", que seria a acne causada pelo uso de máscaras de proteção. E o que fazer quando isso acontece? Quais cuidados tomar com a pele?

 

A Academia Americana de Dermatologia listou nove maneiras de prevenir o desenvolvimento de problemas de pele decorrentes do uso da máscara facial.

 

1 - Limpe e hidrate a pele diariamente: Ter uma rotina diária de cuidados com a pele pode prevenir diversos problemas na derme. O indicado é sempre usar produtos suaves e sem fragrâncias.

O que passar de acordo com o tipo de pele:

Pele oleosa (ou para climas quentes e úmidos) - gel hidratante

Pele normal ou mista - loção hidratante (é mais líquida que o creme hidratante e é absorvida mais rapidamente pela pele)

Pele seca ou muito seca - creme hidratante (é mais consistente e sua absorção na pele é mais demorada)

Os componentes indicados são: ceramidas, ácido hialurônico e dimeticona.

 

2 - Proteja os lábios: O uso constante da máscara pode causar tanto pele seca quanto lábios rachados. Para manter os lábios hidratados e saudáveis é indicado o uso de vaselina como protetor labial.

O recomendado é usar o produto depois de lavar o rosto, antes de colocar a máscara e antes de dormir.

 

3 - Evite passar maquiagem ao usar a máscara: A possibilidade de obstruir os poros e causar erupções cutâneas na pele é maior ao usar maquiagem e colocar a máscara por cima. Se for necessário o uso de maquiagem, o ideal é usar produtos "não comedogênicos" ou "livre de óleo".

 

4 - Evite produtos ou tratamentos que possam irritar a pele: O uso da máscara - ainda que por um curto período - pode resultar em uma pele mais sensível. Por isso, para não estimular irritações, é importante que se evite o uso de produtos e tratamentos agressivos para a pele, como esfoliantes, peelings químicos ou retinóides.

 

5 - Use menos produtos de skincare caso a pele fique irritada: Ao cobrir o rosto com a máscara, certos produtos podem passar a irritar a pele. Quando isso acontecer, o recomendado é retirar da sua rotina produtos como: ácido salicílico, retinóides e loção pós-barba.

 

6 - Escolha a máscara certa: Pode não parecer, mas escolher qual máscara usar e qual tecido é o mais recomendado é tão importante quanto se proteger do coronavírus. Isso porque, ao mesmo tempo em que você pode estar se protegendo do vírus, você também pode estar causando problemas na sua pele.

Por isso, ao escolher uma máscara, busque as que oferecem as seguintes indicações:

Ajustável e confortável (principalmente na região do nariz, do queixo e nas laterais)

Tecido respirável, natural e macio, como o algodão (especialmente na parte interna da máscara e para quem tem acne ou pele oleosa)

A escolha da máscara certa reduz vários possíveis problemas de pele, e também evita que você fique o tempo todo tendo que ajustá-la no rosto e correr o risco de transferir os germes dela para as mãos.

Tecidos e fibras sintéticas, como nylon, poliéster e rayon, podem causar irritações e erupções na pele.

 

7 - Faça uma pausa da máscara: O recomendado é deixar a pele respirar por cerca de 15 minutos a cada 4 horas. É importante que, antes de retirar a máscara, você se certifique que está em um ambiente seguro e que tome as medidas sanitárias antes de fazê-lo.

Dos lugares considerados seguros para retirar a máscara são:

Ao ar livre (se certificando de que está a pelo menos dois metros de distância das pessoas)

Dentro do carro, quando estiver sozinho

Em casa

 

8 - Lave a máscara: A lavagem da máscara remove tanto as sujeiras e bactérias externas alojadas, quanto a oleosidade e as células da pele que se acumulam dentro dela.

Além disso, diversas organizações de saúde recomendam que as máscaras sejam sempre lavadas após o seu uso, tanto em uma máquina de lavar quanto manualmente.

Para a lavagem é necessário se certificar de:

Lavar a máscara em água quente (a menos que as instruções indiquem o contrário)

Usar sabão ou detergente hipoalergênico e sem fragrância

 

9 - Consulte um médico dermatologista: Para casos persistentes de acnes ou doenças de pele, como rosácea, é muito importante procurar ajuda profissional de um médico dermatologista. Isso porque só ele poderá fazer um diagnóstico preciso sobre a sua condição e criar um plano de tratamento adequado para você.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/beleza/materias/36856-9-cuidados-para-a-pele-nao-sofrer-com-o-uso-de-mascara  - Escrito por Redação Minha Vida


segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Usar máscaras em público diminui disseminação da covid-19


O uso das máscaras e a distância pessoal são cruciais principalmente devido à transmissão por assintomáticos.

Eficácia das máscaras

Cidades que tornaram obrigatório o uso de máscaras faciais em áreas públicas tiveram um declínio contínuo na propagação do coronavírus.

Após apenas cinco dias do início da vigência da obrigatoriedade das máscaras, a taxa diária de crescimento do novo coronavírus desacelerou quase 1%; após 21 dias, a taxa de crescimento já havia desacelerado cerca de 2%.

Esta foi a conclusão de Wei Lyu e George Wehby, da Escola de Saúde Pública da Universidade de Iowa (EUA) - todos os dados da pesquisa referem-se à experiência norte-americana.

Governadores de 15 estados norte-americanos e da capital assinaram decretos para obrigar o uso da máscara facial em público logo nos primeiros dias da pandemia.

Essas leis foram promulgadas entre 8 de abril e 15 de maio, e os pesquisadores monitoraram as mudanças nas taxas diárias de crescimento dos casos de covid-19 entre 31 de março e 22 de maio.

Segundo a equipe entre 230.000 e 450.000 casos podem ter sido evitados até a data final do estudo (22 de maio) graças à obrigatoriedade do uso das máscaras.

Checagem com artigo científico:

Artigo: Community Use Of Face Masks And covid-19: Evidence From A Natural Experiment Of State Mandates In The US
Autores: Wei Lyu, George L. Wehby
Publicação: Health Affairs
Vol.: 39, No. 8
DOI: 10.1377/hlthaff.2020.00818