terça-feira, 21 de julho de 2020

15 alimentos afrodisíacos que vão te fazer subir pelas paredes

Quem nunca sentiu que precisava de um gás na relação? Às vezes, a gente se pega pensando por qual razão não temos a libido tão aguçada como desejamos. Os motivos podem ser inúmeros, mas a boa notícia é que existem meios naturais e acessíveis para aumentar a chama. Vem ficar por dentro dos melhores alimentos afrodisíacos!

O que são alimentos afrodisíacos?
Afrodite, a deusa grega do amor, da beleza e da fertilidade, é a inspiração para o que chamamos de alimentos afrodisíacos. Mas, afinal, o que são esse alimentos? Segundo a nutricionista Émilin Bulla (CRN 11080-PR), os alimentos popularmente conhecidos como afrodisíacos são aqueles capazes de aumentar o desejo sexual, mas a ciência entende que eles não somente despertam o desejo, como também prolongam o apetite sexual.

Desde a antiguidade, inúmeros povos fazem uso de diversos alimentos que despertem a vontade do ato sexual e, de forma parecida, muitos sexólogos hoje indicam alimentos e bebidas que podem estimular o desejo. Por isso, é importante entender quais alimentos podemos usar ao nosso favor quando o assunto é esquentar o clima.

Alimentos como chocolate, vinho e catuaba já fazem parte da imaginação das pessoas quando o assunto é aumentar a libido. Porém, existem diversos outros que são excelentes estimulantes sexuais, além de muito acessíveis comercialmente. Confira essa lista de alimentos que aumentam o desejo sexual:

Catuaba: é um poderoso estimulante sexual, pois atua aumentando o fluxo sanguíneo e dilatando os vasos presentes nos órgãos sexuais.
Ginkgo biloba: o extrato de ginkgo biloba é ótimo para a circulação e ajuda a estimular os órgãos sexuais.
Maca peruana: conhecida como Viagra dos deuses, a maca peruana melhora a circulação sanguínea na área pélvica, atuando como estimulante sexual.
Pimenta: ajuda a acelerar o metabolismo, e isso faz com que sintamos uma maior excitação e disposição.
Vinho tinto: considerada a bebida dos deuses e um afrodisíaco maravilhoso, o vinho ajuda na circulação sanguínea. Além disso, dá sensação de leveza e ajuda a desinibir no momento da sedução.
Castanha, nozes e amêndoas: além de ajudar na circulação sanguínea, estimulando e causando excitação, elas também são ótimas para a lubrificação.
Café: ótimo para dar disposição, o café é um ótimo estimulante sexual, pois atua no sistema nervoso e dá mais energia para a “hora H”.
Gengibre: aumenta o fluxo sanguíneo na região dos órgão sexuais, estimulando a excitação e o desejo por sexo.
Canela: a canela é um ótimo tonificante para o corpo, estimula a circulação sanguínea e é um poderoso alimento para aumento da libido.
Chocolate: por si só, esse alimento já carrega uma ideia de romantismo e sensualidade, mas também é um poderoso afrodisíaco. O chocolate produz hormônios que dão sensação de prazer e bem-estar, além de ser um ótimo lubrificante.
Morango: assim como o chocolate, o morango também é um dos alimentos que fazem parte do imaginário da sedução. Ele também é um estimulante sexual, pois possui vitamina C, que ajuda no fluxo sanguíneo na região pélvica.
Açafrão: ótimo para melhorar o fluxo sanguíneo, o açafrão também é um excelente estimulante sexual, já que proporciona mais sensibilidade nas regiões erógenas.
Ginseng: é um poderoso antioxidante e ajuda a melhorar a circulação, inclusive nas zonas erógenas.
Semente de abóbora e girassol: a semente de abóbora é farta em zinco, substância importante para o aumento de testosterona no organismo. Já a semente de girassol é importante para ajudar na lubrificação. Ambas são ótimas para o aumento do apetite sexual.
Abacate: a vitamina E presente no abacate é ótima para melhorar o fluxo sanguíneo. O abacate também é ótimo para a saúde do útero da mulher.
Viu só quantos alimentos podem te ajudar a dar aquele “up” na libido? Cuidar da saúde é muito importante, inclusive da sexual, não é? Aproveite e fique por dentro dos benefícios que os alimentos antioxidantes trazem para a sua saúde!

As informações contidas nesta página têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

Fonte: https://www.dicasdemulher.com.br/alimentos-afrodisiacos/ - Escrito por Sarah Anselmo - ISTOCK

segunda-feira, 20 de julho de 2020

O Blog Professor José Costa alcança a marca de 7 milhões de acessos


     Há 11 anos, o Blog Professor José Costa foi criado por sugestão do amigo e Professor Jackson Andrade Macedo, que me ajudou a construir a página na internet através do Blogger. Inicialmente, o objetivo era divulgar o meu trabalho nas quatro escolas que eu trabalhava na época, Colégio Estadual Murilo Braga, Colégio Graccho, Colégio O Salesiano e Colégio Dom Bosco. Aos poucos, fui introduzindo postagens de outros sites e o blog que começou com 3.000 visualizações mensais, atualmente tem este número em acessos diários. Entre os leitores do blog, o que predomina são os brasileiros com mais de 5 milhões de acessos, seguidos por americanos com mais de seiscentos mil, portugueses, russos, alemães, franceses, indianos, espanhóis,  canadenses e japoneses. No Brasil, São Paulo lidera o número de acessos; em Sergipe, são os Aracajuanos seguidos pelos itabaianenses.

     Mais uma vez, o Blog Professor José Costa está comemorando uma marca histórica, a de 7 milhões de acessos. Ao longo de 11 anos, o blog vem sendo feito com trabalho, responsabilidade e compromisso. Já são 5 mil postagens publicadas, destas, mais de quinhentas foram escritas por mim, às demais foram extraídas de sites da internet e sempre com a citação da fonte. Com fé em Deus, um pouco de paciência e muita humildade, esperamos comemorar em breve a marca de 8 milhões de acessos, que será alcançada graças ao seu acesso diário.

     Quero agradecer primeiramente a Deus, por me dar força, perseverança e determinação em construir um blog com qualidade de conteúdos para os leitores através de artigos sobre educação, esporte, saúde, cultura e cidadania. Sempre oferecendo o que há de melhor na internet sem apelar para postagens relacionadas a sexo, sensacionalismo, politicagem ou fofocas da vida alheia.

     Agradeço aos visitantes espalhados pelo Brasil e no exterior que passaram para ler um post através de pesquisa no google; aos amigos do facebook, whatsapp, instagram, twitter; aos leitores cativos; os que acessam de vez em quando e até aqueles que passaram por curiosidade e não mais voltaram; e aos que comentaram ou criticaram alguma postagem de maneira construtiva e contribuíram para o engrandecimento do blog.

     Um obrigado especial aos parceiros do blog por acreditar no meu trabalho: Auto Escola Itabaiana, Auto Peças Andrade, Barbosa Man, Big Estampa, Bio Ervas, By Brasil Ótica, Casa Barbosa, Churrascaria Recanto da Serra, Colégio O Saber, Credimóveis, Drogaria Preferencial, Duguay Signs, Galeria Jandrade, Ilognet, Jamsoft Informática, Joalheria O Garimpo, Lok Car Sergipe, Modinha Calçados, Modinha Fitness, Mundo dos Lubrificantes, Mundo dos Tecidos, O Boticário Itabaiana, PASP, Serrana Tintas, Supermercado Nunes Peixoto, Tec Bordados e Totak Som Eletrônica. Todos vocês contribuem para a história e engrandecimento deste modesto blog. Nossa parceria é mesmo fundamental, sigamos adiante!

     Um agradecimento especial aos agregadores que permitem o aumento de acessos do blog através de nossas postagens em seus sites como: Agregalinks, Fake, Fudas, Geralinks, Tedioso, Trends Tops.

     Muito obrigado a todos os leitores, parceiros e agregadores por fazerem parte desta história de sucesso do blog, sem os quais não chegaríamos a incrível marca de 7 milhões de acessos, pois vocês acreditam e confiam no nosso trabalho.

     Continue nos visitando, salve em favoritos, compartilhe com os amigos nas redes sociais e recomende aos familiares, pois eles também merecem ler um blog de qualidade!

     Acesse: https://professorjosecosta.blogspot.com.br e volte sempre!

     Professor José Costa

domingo, 19 de julho de 2020

Suplementos alimentares: o que são, para que servem e quem precisa deles


Muita gente acha que quanto mais, melhor. Mas não é bem assim que funciona: se ingeridos exageradamente e sem necessidade, os suplementos alimentares podem sim trazer efeitos colaterais.

Quando éramos menores, não era incomum nossas mães nos darem um líquido escuro e amargo para “abrir o apetite e garantir vitalidade e força” — o tônico, geralmente administrado antes das refeições. Até hoje, aliás, diferentes produtos ainda são relacionados com o ganho de energia e usados indiscriminadamente por muita gente. Contudo, é preciso prestar atenção: os suplementos alimentares que existem no mercado podem ter diferentes funções, e a quantidade e o jeito que devem ser ingeridos varia muito de pessoa para pessoa. Para não errar mais, que tal conhecer um pouco mais sobre eles?

O que são suplementos alimentares
Como o próprio nome diz, esses produtos, que podem vir no formato de cápsulas, pós, comprimidos e líquidos, servem para completar tudo aquilo que a gente não consegue obter por meio da alimentação diária, suprindo, então, a necessidade do corpo por determinadas substâncias.

A própria ANVISA designa os suplementos alimentares como “produtos para ingestão oral, apresentado em formas farmacêuticas, destinado a suplementar a alimentação de indivíduos saudáveis com nutrientes, substâncias bioativas, enzimas ou probióticos, isolados ou combinados”. E, embora a categoria tenha ganhado uma regulamentação específica para a sua comercialização apenas em julho do ano passado, os itens ainda podem ser vendidos sem receita médica.

Se feita da maneira correta, a suplementação traz inúmeros benefícios. Quem elenca alguns deles é a farmacêutica Claudia Coral, vice-presidente da Galena:

Reposição de nutrientes, como as vitaminas e minerais;
Melhora da digestão ou diminuição de intolerâncias alimentares;
Manutenção da saúde intestinal;
Modulação de parâmetros metabólicos específicos, como os nutracêuticos, utilizados para auxiliar no emagrecimento.
Isso sem contar as vantagens para os esportistas. “Além de corrigir deficiências de saúde, os suplementos podem ser usados para o aumento da performance e ganho de massa muscular. Há ainda aqueles com objetivos estéticos, como melhora do aspecto da pele, cabelo e unhas”, complementa a nutricionista Lícia D’ Ávila (@liciadav), de São Paulo.

A proteína, por exemplo, muito utilizada por quem pratica musculação, já teve seus benefícios para outros fins comprovados. “Fizemos um estudo com pacientes da área da oncologia — que perdem muita massa muscular por conta da doença. E percebemos que os indivíduos que suplementaram com a proteína ficaram muito mais dispostos, conseguiram comer melhor e alguns até tinham ânimo para praticar atividades físicas”, conta o médico do esporte Páblius Staduto Braga (@pablius_medsport), do Centro de Medicina Especializada do Hospital Nove de Julho.

Quem precisa de suplementação

Qualquer pessoa pode precisar de suplementação, mesmo quem procura manter hábitos saudáveis. A questão é que somente um nutricionista, nutrólogo ou outro profissional de saúde habilitado pode dizer exatamente qual suplemento você deve tomar, em qual quantidade e como. “O especialista avalia alguns sinais e sintomas do paciente (como a fadiga, queda de cabelo) e depois analisa por meio de uma conversa quais nutrientes não estão sendo ingeridos corretamente na alimentação. Depois entra a prescrição, com doses e orientações personalizadas para cada caso”, explica a nutricionista Gabriela Cilla, da Clínica NutriCilla. Exames bioquímicos, como o de sangue, também são muito importantes para o diagnóstico correto.

Contudo, alguns grupos específicos necessitam de um reforço extra. É o caso dos esportistas, como já dissemos anteriormente. “Quem treina mais intensamente às vezes precisa de um suplemento que tem efeitos sobre o músculo e sobre o aproveitamento de energia. Isso porque o gasto energético durante a prática é enorme, e a pessoa pode notar que, apesar de comer bem, sente muita fome e a evolução no esporte não melhora. Precisamos antes, é claro, excluir outros fatores que prejudicam a performance, como sono desregulado, estresse e expectativa de resultados rápidos”, diz Páblius Staduto Braga.

Os idosos, naturalmente, passam pelo processo de sarcopenia — perda progressiva de massa muscular conforme envelhecem. “Nesse caso, há os suplementos à base de aminoácidos (proteínas, BCCA e colágeno) que ajudam no combate ao processo. Até pessoas que estão em transição para o vegetarianismo podem utilizar”, afirma Gabriela Cilla. Mas o médico do esporte alerta: os produtos com proteína só serão incorporados pelos músculos se aliados aos exercícios físicos, mesmo que de baixa intensidade.

Já as grávidas geralmente recebem prescrições dos mais variados suplementos alimentares logo durante o início da gestação. Eles são importantes para garantir o estoque necessário de nutrientes para a boa formação fetal — principalmente de ferro e ácido fólico. “Os probióticos são igualmente úteis, uma vez que reduzem as chances de diabetes gestacional, obesidade, pré-eclâmpsia, constipação e dificuldade de eliminar o excesso de peso pós-parto”, afirma Lícia D’ Ávila. Uma microbiota intestinal materna equilibrada também diminui os riscos da criança desenvolver rinite, otites e alergias.

A especialista destaca que, para mulheres na menopausa, suplementos como cálcio, magnésio e vitaminas C, D, E e ômega 3 podem ajudar a diminuir os sintomas característicos das alterações hormonais dessa fase da vida. E os probióticos entram como grandes aliados das microbiotas vaginal e intestinal. “Em geral, o consumo de cálcio nem sempre atende às necessidades do corpo, já que  a ingestão de lácteos, principal fonte de cálcio da alimentação, tem sido insuficiente na população. O magnésio, vitamina D, vitamina E e ômega 3 geralmente necessitam ser suplementados. A falta de uma alimentação equilibrada, a redução da absorção de diversos nutrientes e as questões relacionadas às alterações hormonais são fatores que podem determinar a necessidade de suplementações. No entanto, devem ser feitas com a avaliação dos exames e dosagens corretas individualizadas”, recomenda.

Riscos de suplementar sem acompanhamento


Você já deve ter se deparado com relatos de amigos e parentes que acabaram com a queda de cabelo, cansaço e até o ganho de peso tomando certas vitaminas e minerais. É normal, então, que a primeira reação seja passar na farmácia mais próxima para comprar o mesmo produto. Mas essa não é a melhor ideia.

Primeiramente, o suplemento comprado sem prescrição pode não ser o que seu organismo precisa naquele momento. E ingerir uma bomba de vitaminas de uma vez só (com os chamados multivitamínicos) torna-se um desperdício de dinheiro, uma vez que o corpo não consegue absorver todos aqueles nutrientes juntos. “Alguns, inclusive, têm um limite que é aceito. Em excesso, causam uma intoxicação”, alerta Lícia D’ Ávila. Sem contar que ainda há o risco de não ocorrer efeito nenhum. “Mesmo um ativo excepcional para o cuidado de cabelo, pele e unha pode não gerar os melhores resultados se o paciente tiver uma deficiência nutricional ou estiver utilizando algum medicamento que cause queda capilar”, explica Claudia Coral.

As proteínas em quantidades exageradas, por outro lado, representam um risco para quem já sofre com problemas nos rins (podendo agravá-los) e geram desconfortos gastrointestinais. “Diarreia e gastrite são comuns porque a proteína dos suplementos já vêm em ‘pedaços’ menores e atrapalham o processo de digestão”, afirma Páblius Staduto Braga. Isso sem falar no aumento de peso e até queda da imunidade. Os estimulantes e termogênicos, feitos para acelerar o metabolismo, devem ser evitados por quem tem arritmia e hipertensão, uma vez que aceleram os batimentos cardíacos.

São tantas as opções que até confundem a cabeça da gente, não é mesmo? Para entender melhor, separamos os suplementos alimentares em algumas categorias a seguir.

Vitaminas e minerais
Eles são compostos que atuam como cofatores para diversas reações no organismo (síntese de substâncias, por exemplo). É por isso que manter um cardápio variado é tão importante — quanto mais colorido o prato, mais opções de vitaminas e minerais você ingere. “A partir de estudos científicos, a gente já sabe que alguns estão mais carentes na população brasileira. É o caso do zinco, selênio, vitamina D, magnésio e vitamina B12”, diz Lícia. A primeira edição do Guia Alimentar para a População Brasileira (2008), documento do Ministério da Saúde, também fala na carência de vitamina A (hipovitaminose A) e na anemia por falta de ferro.

Um corpo saudável e bem suprido de micronutrientes também é um passo a mais para uma imunidade reforçada. Não foi à toa, então, que as vendas de multivitamínicos aumentaram em cerca de 48% entre as pessoas que já ingeriam suplementos alimentares desde que a pandemia começou, segundo dados da pesquisa encomendada pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos Para Fins Especiais e Congêneres (Abiad).

O problema é que aí entra a mesma questão já discutida anteriormente. A suplementação da vitamina C, por exemplo, muito relacionada (de maneira um pouco equivocada) à prevenção de gripes e resfriados, deve ser supervisionada por um profissional especializado. “O correto é consumirmos pequenas doses durante o dia. Quando comemos uma grande quantidade desse nutriente de uma vez só, o corpo não consegue absorver tudo e pode sobrecarregar o rim (resultando até em cálculos renais)”, diz Gabriela Cilla.

“Vários estudos mostram, por exemplo, que a proteção que o consumo de frutas ou de legumes e verduras confere contra doenças do coração e certos tipos de câncer não se repete com intervenções baseadas no fornecimento de medicamentos ou suplementos que contêm os nutrientes individuais presentes naqueles alimentos. Esses estudos indicam que o efeito benéfico sobre a prevenção de doenças advém do alimento em si e das combinações de nutrientes e outros compostos químicos que fazem parte da matriz do alimento, mais do que de nutrientes isolados.”

Guia Alimentar para a População Brasileira (2ª edição, 2014).
 
Suplementos esportivos
Eles são inúmeros, constituídos dos mais variados ingredientes e com diferentes objetivos, que podem ir desde a recuperação muscular, melhora da performance, emagrecimento, aumento de massa muscular e prevenção de dores e desconfortos articulares. Confira alguns tipos:

Whey:
Nada mais é do que a proteína do soro do leite geralmente proveniente da indústria de laticínios, que antes descartava o líquido sem saber de suas propriedades para a recuperação e aumento dos músculos. Pode ser dividido em três tipos: o concentrado, que contém de 35 a 80% de proteína em sua composição; o isolado, que reúne mais de 90%; e o hidrolisado, rico em proteínas quebradas em partes pequenas (peptídeos), o que facilita sua absorção. Hoje, já existem versões alternativas de proteínas veganas (com proteína da ervilha e outros vegetais), sem lactose e até feitas a partir do bife de boi.

BCAA:
Os aminoácidos de cadeia ramificada (leucina, isoleucina e valina) funcionam como “pedacinhos menores” resultantes da quebra da proteína. “Ajudam a diminuir a fadiga e beneficiam a produção de proteínas pelo corpo. É como se você desse uma molécula bem mastigada para formar o músculo, o que pode facilitar o processo”, diz o médico do esporte.

Taurina, cafeína e estimulantes:
“Aumentam o metabolismo, como se você estivesse treinando parado. Como essas substâncias geralmente são termogênicas, ajudam a queimar mais calorias, mas o problema são seus efeitos sobre o corpo todo — podem acelerar os batimentos cardíacos”, afirma Páblius.

Géis de carboidratos:
Indicados para quem pratica treinos longos (com mais de uma hora) e que exigem bastante resistência (corrida, trialto e ciclismo de estrada). “Garantem a carga glicêmica necessária para manter o ritmo”, explica Gabriela Cilla.

Suplementos com fins estéticos (nutricosméticos)
Os mais conhecidos são o colágeno e o silício orgânico. “O colágeno é um aminoácido. Quando você o ingere, o organismo não consegue discernir se precisa usar ele para produzir mais músculos ou reforçar a pele”, explica Lícia. É por isso que, antes de consumir os nutricosméticos, você precisa primeiro ter certeza que a ingestão de outros nutrientes está sendo suficiente para o corpo. “Se você não tiver uma boa produção de colágeno por falta de alguma vitamina, não adianta ingerir o suplemento dele.”

Nutracêuticos e fitoterápicos
“Nutracêuticos são suplementos alimentares que contêm a forma isolada e concentrada de um composto bioativo retirado de um alimento, em doses que excedem aquelas que poderiam ser obtidas via alimentação. Têm a finalidade de prevenir e tratar doenças”, diz a nutricionista Fádia.

Além deles, ela completa, existem os suplementos fitoterápicos, usados para tratar diversos problemas de saúde. Como a L-Teanina para ansiedade, qualidade do sono e relaxamento.


sábado, 18 de julho de 2020

9 sintomas de doenças oculares que indicam que você precisa ir ao médico


Dificuldade para enxergar não é o único sinal de que algo não vai bem com a sua visão

Problemas oculares podem acontecer em qualquer idade, mas em crianças e durante o envelhecimento é preciso prestar ainda mais atenção aos primeiros sinais e sintomas. Algumas condições podem ter consequências bastante graves, como a perda da visão ou um comprometimento grande, se não diagnosticadas e tratadas precocemente. Além disso, alguns problemas oculares não causam sintomas, então é sempre importante ter consultas frequentes ao oftalmologista, mesmo que não apresente nenhum sinal de alerta, especialmente após os 40 anos. Conheça nove sintomas de doenças oculares que são comuns, mas devem fazer você procurar o seu oftalmologista:

Visão embaçada
Quando parece que existe uma névoa na frente dos olhos, que impede ver detalhes com clareza, pode ser sinal de diversas doenças oculares, como catarata, presbiopia (a vista cansada), glaucoma, degeneração macular relacionada à idade (DMRI), e outras de ordem fisiológica. "A visão embaçada é um dos sintomas visuais mais comuns. Um exemplo é o desenvolvimento progressivo da opacidade do cristalino, caracterizando a catarata, que leva à visão 'embaçada', com diminuição do contraste e necessidade de maior iluminação, diz Wesley Bonafe, oftalmologista do Hospital Beneficência Portuguesa.

Perda progressiva da visão
Este sintoma que pode aparecer na parte central ou periférica da visão, apesar de bastante comum, é muito perigoso, uma vez que por ser uma perda progressiva a pessoa normalmente só irá notar um problema para enxergar quando o caso já está mais grave. "Às vezes o paciente tem alguma dificuldade no dia a dia e não percebe que a causa é a vista, a perda da capacidade de visão. Algumas doenças que causam este sintoma, como o glaucoma, acarretam em uma cegueira irreversível. A catarata também pode ser responsável pela perda progressiva da visão, mas, neste caso, podemos reverter a cegueira com uma cirurgia. Por isso é importante procurar o oftalmologista o quando antes, para poder diagnosticar o problema", explica Minoru Fujii, oftalmologista do Hospital Cema, especialista em catarata e retina. Outros problemas comuns que podem ocasionar este sintoma são a degeneração macular relacionada à idade e a retinopatia diabética - que é uma doença que afeta os olhos de pessoas com diabetes causando o estreitamento dos vasos sanguíneos na região, que pode levar a uma perda total ou parcial da visão.

Dificuldade para se adaptar a diferentes tipos de luz
Ter problemas para adaptar a visão saindo de ambientes claros para escuros ou vice e versa, e conseguindo enxergar corretamente, é um sintoma comum de diversos problemas nos olhos, como DMRI, edema macular diabético, ou alguma lesão na córnea. "O nome desta dificuldade é fotofobia, que também pode fazer com que a pessoa tenha lacrimejamento. Outra forma que a fotofobia se manifesta é quando a pessoa está trabalhando no computador, olhando para ele por muitas horas seguidas e começa a sentir o incômodo", explica Fujii. No caso do computador, a forma de evitar o problema é após cada hora trabalhada descansar os olhos por cinco ou dez minutos, olhando para longe, segundo o especialista.

Manchas na visão
Existem vários tipos de manchas na visão, que apenas o médico especialista, com a descrição do paciente e a realização de exames, conseguirá diagnosticar. Algumas podem ficar "dançando" na frente dos olhos, outras ficam mais paradas mas cobrem parte da visão, entre outros tipos. "Ela pode estar relacionada à DMRI, moscas volantes, hemorragia vítrea ou descolamento de retina. Como algumas dessas condições são graves, e apenas o médico poderá diagnostica-las, é recomendado que a pessoa procure um oftalmologista o quanto antes para verificar o problema", diz Fujii. A catarata também pode estar ligada a este sintoma.

Mudança frequente na prescrição do óculos
A mudança constante da prescrição dos óculos, quando os graus das lentes são alterados, pode indicar problemas. "Até os 20 anos de idade é frequente que o grau mude bastante, contudo, quando a pessoa está entre os 40, 50 ou 60 anos, pode ser sinal de que algo não vai bem com a sua saúde ocular", afirma Fujji. Outra condição que pode causar esta mudança é a "presbiopia, comum a todas as pessoas, que leva a uma dificuldade para a visão de perto com perda do foco para objetos próximos. É mais comum iniciar-se próximo aos 40 anos progredindo até aproximadamente os 60 anos, e neste período podem ocorrer mudanças frequentes na prescrição dos óculos para perto", diz Bonafe.

Visão dupla
A visão dupla pode estar relacionada à uma simples diferença de grau, ou seja, está com o grau maior ou menor do que deveria estar, ao estrabismo, diabetes - apesar de não ser comum - ou à problemas mais graves, como um acidente vascular cerebral (AVC). "Esta é uma condição que, se a pessoa nunca teve visão dupla, ela precisa ir logo ao médico, uma vez que o AVC é uma emergência médica. O sintoma também pode estar relacionado à várias síndromes, tratadas pelo oftalmologista ou neurologista", diz Fujii.

Olhos vermelhos
Os olhos vermelhos podem indicar diversos sintomas ou condições, desde o uso de alguma substância até uma lesão irreversível. "Lembrando que os olhos são muito sensíveis e podem sofrer danos quando expostos à agentes externos, como a radiação solar, cloro da água ou infecções por vírus ou bactérias, que reagem com vermelhidão e secreção", diz Renan Cândido, oftalmologista do dr. consulta. "Outras condições que podem deixar os olhos vermelhos são "conjuntivite, conjuntivite alérgica, glaucoma, uveíte (inflamação nas estruturas internas do globo ocular) e a esclerite (inflamação na parte branca do olho)", afirma Fujii. "É importante ressaltar que não se deve utilizar nenhum medicamento nos olhos sem prescrição. Mesmo que a pessoa acredite que já teve o mesmo problema no passado, não deve repetir os medicamentos, pois as causas dos sintomas são diversas, assim como o tratamento para cada uma delas", explica o especialista.

Capacidade de ver cores e detalhes prejudicada
Uma das condições mais características de deficiência na capacidade de enxergar as cores é o daltonismo, condição em que a pessoa é incapaz de identificar algumas cores específicas. De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), cerca de 5% da população mundial vive com o problema que normalmente é identificado no começo da idade escolar. Contudo, outras condições também podem prejudicar a capacidade de ver cores ou distinguir detalhes, como a catarata, DMRI e glaucoma, quando já está numa fase mais avançada.

Presença de doenças crônicas
Doenças crônicas, como o diabetes e a hipertensão arterial, assim como alguns medicamentos utilizados no seu tratamento, podem ocasionar problemas oculares. "O diabetes, por exemplo, é uma doença complexa e progressiva que afeta os vasos sanguíneos do olho, principalmente a retina, causando a retinopatia diabética. Sabemos que os diabéticos apresentam um risco de perder a visão 25 vezes maior do que as pessoas que não portam a doença, e a retinopatia diabética atinge mais de 75% das pessoas com diabetes há mais de 20 anos. De maneira geral, tanto a retinopatia causada pela hipertensão quanto a causada pelo diabetes não apresentam sintomas ou perdas da visão na sua fase inicial, ou seja, não são perceptíveis e por isso a consulta periódica com o oftalmologista, com a realização de exames, é necessária mesmo para quem não tem queixas", alerta Cândido.


sexta-feira, 17 de julho de 2020

20 alimentos anti-inflamatórios para incluir na sua alimentação diária

Vários estudos mostram que incluir alimentos anti-inflamatórios na dieta pode reduzir o risco de doenças e fortalecer o sistema imunológico. O consumo desses alimentos torna o organismo mais resistente contra gripes e resfriados. A nutricionista Adriana Stavro (CRN 43576) selecionou alimentos que ajudam no controle e prevenção da inflamação de baixo grau. Confira a lista:

1. Frutas vermelhas
De acordo com a nutricionista, as frutas vermelhas são ricas em fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes. “Esses compostos podem reduzir a inflamação, aumentar a imunidade e reduzir o risco de doenças cardíacas.” Embora haja uma grande variedade com poder anti-inflamatório, as frutas vermelhas mais comuns são morango, framboesa, amora e mirtilo.

2. Peixe gordo
Os peixes gordurosos são uma ótima fonte de ácidos graxos ômega-3 (EPA e DHA) e de proteína. O EPA e o DHA reduzem a inflamação que pode levar à síndrome metabólica, doenças cardíacas e diabetes. Todos os tipos de peixes contêm ácidos graxos, mas as melhores fontes são salmão, sardinha, arenque, cavalinha e anchovas.

3. Brócolis
É um vegetal crucífero, juntamente com a couve-flor e a couve de Bruxelas. “Pesquisas mostraram que a ingestão de vegetais crucíferos está associada a uma diminuição do risco de doenças cardíacas e câncer. O brócolis é rico em sulforafano, um antioxidante que combate a inflamação e reduz os níveis de citocinas e NF-kB, que estimulam a inflamação”, informa Adriana.

4. Abacate
O abacate é um dos alimentos anti-inflamatórios que fornecem ótimas fontes de potássio, magnésio, fibras e gorduras monoinsaturadas. Ele contém carotenoides, tocoferóis e outros compostos benéficos, que protegem contra a inflamação e contribuem para a redução de doenças cardíacas e risco de câncer.

5. Chá-verde
Reduz o risco de doenças cardíacas, câncer, doença de Alzheimer e obesidade. Muitos de seus benefícios são devidos às suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, especialmente pela substância chamada epigalocatequina-3-galato (EGC3Gs). O EGC reduz a produção de citocinas pró-inflamatórias. Deve-se ingerir 1 xícara (600 ml) após o almoço e outra após o jantar.

6. Pimentas e pimentões
O pimentão e as pimentas são alimentos anti-inflamatórios ricos em vitamina C, quercetina, ácido ferúlico, ácidos sinápicos e outros antioxidantes com efeitos anti-inflamatórios. O pimentão é um grande aliado para aliviar a dor neurogênica periférica, relacionada à doença de Crohn – uma doença inflamatória do intestino.

7. Cogumelos
A nutricionista explica que, “embora existam diversas variedades, apenas alguns cogumelos são comestíveis e cultivados comercialmente. Eles possuem baixo teor calórico e são ricos em selênio, cobre e vitaminas do complexo B. Além disso, contêm fenóis e outros antioxidantes que fornecem proteção anti-inflamatória.”

8. Uvas
São ricas em resveratrol e antocianinas, que são capazes de reduzir a inflamação. Além disso, podem diminuir o risco de várias enfermidades, incluindo doenças cardíacas, diabetes, obesidade, distúrbios oculares e doença de Alzheimer.

9. Açafrão
O açafrão é uma especiaria com um sabor forte e terroso, rico em curcumina, um nutriente com ação anti-inflamatória. A cúrcuma reduz a inflamação relacionada à artrite, diabetes e outras doenças. Misturar pimenta preta com açafrão aumenta significativamente a absorção da curcumina.

10. Azeite extravirgem
É um alimento básico na dieta mediterrânea e rico em gorduras monoinsaturadas, que oferecem inúmeros benefícios à saúde. “Estudos vinculam o azeite a um risco reduzido de doenças cardíacas, câncer no cérebro e outras condições graves de saúde”, informa a nutricionista. O azeite tem poder anti-inflamatório e contribui para prevenir ou reduzir os sintomas da artrite e do reumatismo.

11. Tomate
O tomate é um alimento anti-inflamatório graças ao alto teor de vitamina C, potássio e licopeno – componentes que também contêm propriedades antioxidantes. O licopeno pode ser particularmente benéfico na redução de compostos pró-inflamatórios relacionados a vários tipos de câncer. Cozinhar tomates e adicionar pequenas porções de azeite pode maximizar a quantidade de licopeno que será absorvido.

12. Cerejas
As cerejas são deliciosas e ricas em antioxidantes, como antocianinas e catequinas, que combatem a inflamação. A fruta possui ação anti-inflamatória que pode reduzir consideravelmente as dores causadas por artrite.

13. Grãos integrais
Segundo Adriana, a aveia, o arroz integral, pão integral e outros grãos não refinados tendem a ser ricos em fibras, e estas ajudam a controlar ​​e a proteger o corpo contra a inflamação. Além disso, os grãos integrais são ricos em vitaminas, minerais e antioxidantes, que oferecem inúmeros benefícios à saúde.

14. Ervas e especiarias
São alimentos anti-inflamatórios que adicionam antioxidantes e sabor à sua comida. O manjericão, por exemplo, é um anti-inflamatório que contém ferro, cobre, manganês, cálcio, ômega 3 e vitaminas A, C e K. A erva tem ação semelhante à de medicamentos anti-inflamatórios, diminuindo o inchaço comum da artrite.

15. Couve e espinafre
Esses vegetais de folhas de cor verde-escura contêm alcalinizantes que ajudam a equilibrar o pH do corpo, o que diminui a acidez do organismo. Sendo assim, os riscos de inflamações caem consideravelmente. O suco verde é uma ótima maneira de consumir esses vegetais e fortalecer o sistema imunológico.

16. Gengibre
Essa planta medicinal é rica em propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes, vitaminas C e B6 (piridoxina). Portanto, o gengibre ajuda a diminuir os sintomas de infecções respiratórias, asma, tosse e bronquite, além de ser um importante aliado no alívio de dores causadas pela artrite. É muito comum consumir o gengibre por meio de chá, misturado com canela, mel e limão.

17. Oleaginosas
A nutricionista afirma que “as nozes e amêndoas são oleaginosas com alto teor natural de ômega-3 e gorduras saudáveis, que ajudam a reduzir inflamações e dores nas articulações.” É recomendado consumir quatro unidades de cada oleaginosa por dia.

18. Alho e cebola
São alimentos ricos em quercetina, rutina, antioxidantes e propriedades anti-inflamatórias. Embora não curem doenças, se consumidos diariamente, podem ajudar a reforçar a imunidade e prevenir o surgimento de doenças. É recomendável consumir um dente de alho e 50 gramas de cebola crua diariamente.

19. Inhame
Por ser rico em vitamina C, ferro, magnésio, complexo B e betacaroteno, possui ação antioxidante e anti-inflamatória, que ajuda a eliminar toxinas do corpo e a reduzir inflamações. Pode ser adicionado ao suco de couve, cenoura e laranja; para fortalecer o sistema imunológico, deve-se tomar a bebida no mínimo três vezes por semana.

20. Chá de erva-doce
A erva é um dos alimentos anti-inflamatórios e é muito rica em potássio e vitamina C, além de ter propriedades antioxidantes. O chá de erva-doce é um ótimo auxiliar no alívio da asma e bronquite. Além disso, ajuda no tratamento de doenças e infecções causadas por vírus, como gripes e resfriados.
A nutricionista acrescenta que o ideal é consumir no mínimo 400 gramas de frutas, verduras e legumes no dia, limitando a ingestão de carne vermelha e laticínios gordos e evitando carboidratos refinados, excesso de sal, açúcar e alimentos processados. Aproveite e saiba também sobre os benefícios de incluir alimentos antioxidantes na sua dieta.

As informações contidas nesta página têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

Fonte: https://www.dicasdemulher.com.br/alimentos-anti-inflamatorios/ - Escrito por Erika Balbino - ISTOCK

quinta-feira, 16 de julho de 2020

Flamengo volta a bater o Fluminense e fatura 36º título do Carioca


Em jogo marcado por clima quente e sons de torcida no alto-falante, Flamengo domina naturalmente, sofre poucos sustos e garante troféu com gol aos 49. Jesus não fala sobre futuro, mas Landim garante: "Na segunda, estará treinando o time "

O Flamengo é o campeão carioca de 2020. Depois de vencer o jogo de ida por 2 a 1 no último domingo, o time rubro-negro voltou a bater o Fluminense na noite desta quarta-feira, desta vez pelo placar magro de 1 a 0, o gol marcado por Vitinho aos 49 minutos do segundo tempo. A partida foi marcada por algumas confusões e os holofotes em cima do técnico Jorge Jesus. Veja os melhores momentos:

Segue a hegemonia
O Flamengo chegou ao seu 36º título de Campeonato Carioca e disparou no ranking dos maiores campeões do Rio de Janeiro. Em segundo, vem o Fluminense, com 31 títulos; depois o Vasco, com 24; e fechando a posição dos quatro grandes, o Botafogo, com 21. Veja o ranking completo.

Mistério continua
Jorge Jesus vai ou fica? Ainda não sabemos. Depois de conquistar seu quinto título com o Flamengo (também faturou a Libertadores, o Campeonato Brasileiro, a Supercopa do Brasil e a Recopa Sul-Americana), o Mister não falou sobre seu futuro. Até deu entrevista para a "Fla TV", mas se limitou a comemorar a conquista e elogiar seus jogadores. Por sua vez, o presidente Rodolfo Landim garantiu que o treinador vai comandar a equipe na reapresentação após a folga.

Primeiro tempo
Flamengo e Fluminense fizeram um bom primeiro tempo no Maracanã. Como de costume, o domínio e a vantagem na posse de bola pertenceram ao time rubro-negro, mas o Flu levou bastante perigo em chegadas de Evanílson e Marcos Paulo, por exemplo. O primeiro chutou para fora, enquanto o segundo desperdiçou duas chances: uma por cima do gol e a outra nas mãos de Diego Alves. Com boa partida de Gerson, e a dupla Everton Ribeiro e Arrascaeta um pouco apagada, o Fla assustou com Léo Pereira chutando sem força e Pedro, na melhor chance do primeiro tempo, tirando tinta da trave de Muriel.

Segundo tempo
O segundo tempo foi bastante parecido com o primeiro, com o Flamengo tomando as ações, e o Fluminense reagindo. Mas, à medida que o cronômetro andava, era visível o desgaste físico da equipe de Odair Hellmann, que colocou Felippe Cardoso, Fernando Pacheco e Caio Paulista para tentar renovar o ar do time. O Fla, que pôs Michael, Vitinho e Diego na reta final, não diminuiu a marcação nem por um instante e chegou ao gol na base da insistência. Aos 49, Vitinho roubou na saída de bola do Flu, carregou até a entrada da área e finalizou de perna esquerda. A bola desviou no meio do caminho e encobriu Muriel. Era o gol do título do Flamengo.

Clima quente
Como não poderia deixar de ser, o clássico pegou fogo em alguns momentos. Logo no início da partida, Bruno Henrique e Gilberto se desentenderam na beira do campo. Um pouco depois, foi a vez de Gilberto trocar empurrões com Filipe Luís. Mas o clima fechou realmente no apagar das luzes, quando o Flamengo já vencia por 1 a 0. Michael fez uma graça com a bola na frente de Hudson, que não gostou e foi para cima do camisa 19. Um tumulto foi formado, e a arbitragem precisou intervir. A bola só voltou a rolar poucos minutos depois...

Som de torcida
Para dar um clima de final à partida, o Flamengo colocou som de torcida nos alto-falantes do Maracanã que iam mudando conforme o momento do jogo. Na entrada dos times, por exemplo, gritos e palmas para o Fla e vaias para o Flu. Durante o jogo, os cantos variaram entre as músicas da torcida rubro-negra e ovações a Jorge Jesus ("Mister! Mister!"). E, logo após o gol de Vitinho, ouviu-se o tradicional "Festa na favela".

Artilheiro na arquibancada
Suspenso nesta quarta-feira graças à expulsão no primeiro jogo, Gabigol terminou o Campeonato Carioca como artilheiro, com oito gols. O atacante do Flamengo assistiu á partida nas arquibancadas, próximo a Marcos Braz. Após o jogo, foi para o campo comemorar o título com os companheiros e deu um abraço acalorado no técnico Jorge Jesus.

Atuações das equipes
Flamengo: Gerson e Vitinho levam as maiores nota no jogo do título.
Fluminense: Nino faz grande partida, enquanto Egídio fica devendo.


quarta-feira, 15 de julho de 2020

Mastigar bem os alimentos ajuda a emagrecer


Mastigação é um dos fatores que controlam quanto vamos comer em uma refeição

Diferente de alguns mitos sobre alimentação, a mastigação influencia não somente na digestão do alimento como também é um dos reguladores da saciedade. Antes de explicar como a mastigação interfere no processo, vamos entender o que é fome, apetite e saciedade.

Atitudes e comportamento alimentar são hoje assuntos largamente estudados e divulgados nas mídias. Com a evolução da ciência da nutrição, percebemos que comer não é apenas uma ato ?biológico?, mas que também envolve outros fatores como crenças, estado de humor, fatores sociais, ambientais e hábitos adquiridos ao longo da vida. Eles são influenciadores do nosso comportamento e nossas escolhas alimentares.

Antigamente, não havia supermercados, alimentos processados eram inexistentes e comer envolvia esforços que hoje não existem mais. Assim, nosso organismo foi adaptado para armazenar a maior quantidade de calorias possível como forma de sobrevivência.

Fome e saciedade
Para regular o processo de alimentação, sinais biológicos de fome e saciedade foram adaptados e fazem parte de um complexo sistema interno de regulação que envolve atributos biológicos e não biológicos.

Com a facilidade da vida moderna, obter alimento passou a ser algo fácil e, com isso passamos a comer sem estar com fome. O que antes era decorrente de um sinal biológico passou a ser um "hábito" com hora marcada. Assim, outro sinal que regulava o controle de ingestão alimentar também não é mais percebido. Como podemos sentir saciedade se não estamos com fome de fato?

A saciedade é descrita como a percepção de plenitude gástrica, com a perda da sensação de fome após o ato de comer. Fome por sua vez é a necessidade fisiológica de comer. Se fomos educados a comer pois está "na hora", os sinais internos de fome não são mais reconhecidos como algo biológico e passamos a perceber a fome mais como um fator ambiental.

Passamos a comer por satisfação e prazer, e o desejo de comer um alimento específico ou grupos de alimentos como forma de obter satisfação é algo comum. A esse processo damos o nome de apetite.

Benefícios da mastigação
E onde a mastigação entra nessa história toda? Como podem lembrar, no início deste artigo falamos que existem reguladores que determinam nossa ingestão alimentar, e a mastigação é um deles. Nosso cérebro demora em média 20 minutos para perceber que estamos saciados a contar da primeira mastigação. Se comermos muito rápido, nossa percepção de saciedade ocorrerá quando o estômago estiver "cheio" e enviar ao cérebro o sinal de plenitude gástrica, o que faz com que a ingestão de alimentos seja maior do que se mastigássemos mais vezes.

Além disso, mastigar bem os alimentos também auxilia no processo de digestão, uma vez que esses ficarão melhor triturados e com isso mais fáceis de serem digeridos. Outro benefício da mastigação é que, durante o processo de mastigar, nosso corpo recebe sinais e se prepara quimicamente para digerir e absorver os nutrientes dos alimentos, fazendo com que ocorra uma melhor absorção e digestão dos nutrientes ingeridos e sirva também como um regulador da ingestão alimentar.

Uma técnica muito utilizada na nutrição comportamental é a reeducação dos sinais biológicos de fome e saciedade. Para tal, ensinamos nossos clientes a durante as refeições fazerem pausas para perceber a saciedade e a fome. Muitos se surpreendem com o fato de se sentirem saciados com uma quantidade muito menor de alimentos do que àqueles habitualmente ingeridos.

Com esse simples hábito de comer com atenção aos sinais biológicos de fome e saciedade, muitas pacientes minhas conseguem controlar sem medicação e de maneira natural a ingestão adequada de alimentos. Assim, perdem peso e percebem que de fato comiam em excesso por fatores externos como ansiedade e hábito, não por "fome".

Espero que esse artigo ajude vocês a entender que podem controlar a quantidade de ingestão de alimentos com o simples ato de "perceber" os sinais de saciedade. A mastigação será uma ação fundamental nesse processo.


terça-feira, 14 de julho de 2020

Qual destas modalidades de dança é a ideal para você?


Desafiar o corpo e a mente no seu ritmo preferido é bom demais. Escolha entre forró, samba, balé, dança de salão e outras

Música tem tudo a ver com exercício: além de determinar a intensidade do treino, o som certo aumenta a motivação, distrai do esforço e da dor e te faz render mais. Um estudo da Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que praticar atividades físicas ouvindo música acelera o metabolismo dos lipídeos e a remoção do ácido lático (responsável pelas dores musculares), mais do que em silêncio. Mas ela não precisa ser coadjuvante na prática de exercícios. A melhor maneira de aproveitar o embalo da música e seus efeitos positivos é… testar diferentes modalidades de dança!

Benefícios das modalidades de dança

Boas para a cabeça
De que dançar faz bem para o corpo, ninguém duvida. Flexibilidade, tônus muscular, força e condicionamento físico extras são só algumas vantagens. Quer mais motivos para praticar? A atividade estimula o hipocampo, área do cérebro responsável pela memória. “Dançar ainda requer concentração para o processamento e a coordenação dos movimentos”, explica a treinadora da Body Systems Márcia Angely. “Pesquisas já mostraram que dançar regularmente aumenta em 15% o número de células no hipocampo e reduz o risco de demência, doença comum do envelhecimento”, completa. A prática ainda melhora a oxigenação do cérebro e a conexão entre os neurônios, fala o médico Jomar de Souza, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e do Exercício (SMBEE).

Mais músculos, menos calorias
A boa notícia é que ninguém precisa ser pé de valsa ou bailarino profissional para sair dançando. Diversas modalidades de dança são destinadas a alunos de todos os perfis, idades e níveis de condicionamento. A fisiologista Luciana Mankel, da academia Curves, em São Paulo, dá uma sugestão: as aulas como zumba e sh’bam têm coreografias que misturam ritmos. Nelas, você pode experimentar de tudo um pouco e descobrir o que mais gosta. “Como a movimentação é constante, você queima calorias, fortalece os músculos e trabalha a mobilidade das articulações”, diz Luciana. Um estudo da Universidade Sheffield Hallam, na Inglaterra, confirma: exercícios sincronizados com a música têm maior consumo de oxigênio – e, consequentemente, de calorias.

Força e consciência corporal
Dançar deixa o corpo mais solto, os movimentos fluidos e a postura ereta — e isso tudo dá para perceber também no dia a dia fora dos treinos! Ao mesmo tempo que você garante uma estrutura forte e músculos resistentes, ganha mais alongamento. “Isso porque as coreografias exigem bastante da musculatura para a sustentação do próprio corpo nos saltos, giros e deslocamentos”, fala Luciana Mankel. Com tantas vantagens, o melhor negócio é mexer o corpo no ritmo da sua música preferida. Dançar em casa despretensiosamente também vale muito desde que com uma condição: beba muita água para hidratar o organismo e deixe a vergonha de lado. Quanto mais transpiração, melhor!

Entre no ritmo com as modalidades de dança
Conheça um pouco e veja quantas calorias você vai queimar em 30 minutos mexendo o corpo em algumas modalidades de dança.

1 – Sh’bam/zumba
O que é: Mescla movimentos de danças latinas como o samba, salsa, merengue, mambo e reggaeton. Ou mesmo outros estilos, como hip hop e dança do ventre, com exercícios próprios do treino cardiovascular.
Calorias em 30 minutos: 250 cal.

2 – Samba rock
O que é: Surgiu da criatividade dos frequentadores dos bailes — em casas de família e salões da periferia de São Paulo — no final da década de 1950 e começo da década de 1960. Mescla os movimentos do rockabilly com o gingado brasileiro de se dançar samba.
Calorias em 30 minutos: 255 cal.

3 – Forró universitário
O que é: É um subgênero musical do forró surgido no Ceará. Foi exportado para todo o país durante o terceiro movimento da diáspora cearense. Este ritmo revive o estilo pé-de-serra de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro.
Calorias em 30 minutos: 236 cal.

4 – Samba de gafieira
O que é: O samba de gafieira é um estilo de dança de salão derivado do maxixe dançado no início do século XX.
Calorias em 30 minutos: 236 cal.

5 – Street dance
O que é: Ou dança de rua, é um estilo que se desenvolveu a partir do dance studio. Consiste em uma forma de dança em um contexto urbano.
Calorias em 30 minutos: 175 cal.

6 – Dança do ventre
O que é: É uma famosa dança praticada originalmente em diversas regiões do Oriente Médio e da Ásia Meridional.
Calorias em 30 minutos: 175 cal.

7 – Balé
O que é: Originou-se nas cortes da Itália renascentista durante o século XV, e se desenvolveu ainda mais na Inglaterra, Rússia e França como uma forma de dança de concerto.
Calorias em 30 minutos: 173 cal.

8 – Dança de salão
O que é: A expressão dança de salão refere-se a diversos tipos de danças em casal, que são executadas com práticas técnicas e artísticas.
Calorias em 30 minutos: 144 cal.

9 – Dançar em casa despretensiosamente
Calorias em 30 minutos: 100 cal.

Fonte: https://boaforma.abril.com.br/fitness/escolha-sua-modalidade-de-danca-para-queimar-calorias/ - Por Redação Boa Forma - Laura Fuhrman, Unsplash/Reprodução