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segunda-feira, 13 de abril de 2026

Viva bem e melhor: hábitos simples podem transformar a sua saúde


É importante refletir sobre as escolhas do dia a dia e buscar pequenas mudanças que promovam qualidade de vida

 

Em meio ao avanço das doenças crônicas, um alerta se impõe: adotar hábitos saudáveis se tornou essencial para a saúde. Sedentarismo, alimentação inadequada e rotina estressante formam uma combinação que impacta diretamente o bem-estar e contribui para o aumento de condições como hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares, responsáveis por grande parte das mortes no país.

 

Diante desse cenário, fica ainda mais evidente a necessidade de refletir sobre as escolhas do dia a dia e buscar pequenas mudanças que promovam saúde e qualidade de vida. Segundo o Prof. Dr. Durval Ribas Filho, nutrólogo, Fellow da The Obesity Society (TOS - EUA) e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), pequenas mudanças já fazem toda a diferença.

 

"A combinação entre atividade física regular e alimentação equilibrada é uma das estratégias mais eficazes para prevenir doenças crônicas. São medidas acessíveis, com impacto comprovado na saúde a curto e longo prazo", afirma.

 

O poder da atividade física

Os riscos da inatividade física são um fator desencadeador de várias doenças, e a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que adultos pratiquem de 150 a 300 minutos de atividade física moderada por semana ou de 75 a 150 minutos, se for intensa. Essa simples mudança na rotina, de forma regular, contribui para a redução da pressão arterial, o controle do peso, a melhora da saúde cardiovascular e a redução do estresse.

 

Importância de uma alimentação equilibrada

Se o movimento é fundamental, a alimentação é outro eixo indispensável para a promoção da saúde e da qualidade de vida. Padrões alimentares equilibrados podem prevenir e até auxiliar no controle de doenças como a hipertensão. Dietas ricas em alimentos naturais, com baixo teor de sódio e alto valor nutricional, ajudam a melhorar o funcionamento do organismo e a proteger o sistema cardiovascular.

 

"O que colocamos no prato tem impacto direto na nossa saúde. Por isso, é importante estar atento ao consumo excessivo de alimentos não naturais e checar a quantidade de sal, açúcar e gorduras antes de consumir, além de priorizar frutas, verduras e legumes na composição da dieta, pois são fontes de nutrientes essenciais na prevenção de várias doenças. Também é importante evitar bebidas açucaradas, excesso de sal e álcool", reforça o Prof. Dr. Durval Ribas Filho.

 

Escolhas para o dia a dia

Quando o assunto é comer melhor, incluir certos alimentos na rotina pode transformar a forma como o corpo responde no dia a dia, como:

 

Frutas e vegetais: ricos em potássio e antioxidantes, ajudam a regular a pressão arterial. Aposte em banana, laranja, folhas verdes e tomate.

Leguminosas: fonte de fibras, proteínas vegetais e minerais, auxiliam no controle da pressão e da glicemia. Por isso, consuma feijão, lentilha e grão-de-bico.

Grãos integrais: contêm fibras e magnésio, que contribuem para a saúde vascular. Vale consumir arroz integral, aveia e quinoa.

Oleaginosas: possuem gorduras boas e antioxidantes, que protegem o coração. Castanhas, nozes e amêndoas são ótimas opções.

Proteínas magras: consuma peixes ricos em ômega 3, como salmão e sardinha, que têm ação anti-inflamatória.

Gorduras saudáveis: contribuem para a saúde cardiovascular. Consuma azeite de oliva e abacate.

 

Pequenas atitudes, grandes benefícios

Segundo o nutrólogo, é essencial ir além da prática de atividade física e valorizar um conjunto de hábitos saudáveis que influenciam diretamente a qualidade de vida. "Pequenas mudanças, como caminhar mais, melhorar a alimentação, dar atenção à saúde mental e ao bem-estar, além de controlar o estresse, são capazes de gerar muitos benefícios. É uma construção dia a dia, em todas as fases da vida, para que se possa envelhecer com autonomia e qualidade", conclui.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/viva-bem-e-melhor-habitos-simples-podem-transformar-a-sua-saude,71c6fa126469e753c7988b6cd8ce3418tod6h7ow.html?utm_source=clipboard - Por Edna Vairoletti - Foto: PeopleImages | Shutterstock / Portal EdiCase

domingo, 12 de abril de 2026

Saúde em dia: 5 cuidados para manter a qualidade de vida


Hábitos simples aliados ao acompanhamento médico fazem diferença ao longo dos anos

 

O cuidado com a saúde é algo que deve fazer parte da rotina de qualquer pessoa, pois adotar hábitos saudáveis no dia a dia contribui diretamente para uma melhor qualidade de vida. Práticas como manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas e dormir bem ajudam a prevenir doenças e, consequentemente, reduzem gastos com consultas médicas e medicamentos ao longo do tempo.

 

Além disso, o acompanhamento médico regular é igualmente importante, já que permite identificar possíveis problemas de forma precoce e garantir o tratamento adequado, promovendo mais segurança e bem-estar. Quando esses pilares estão minimamente organizados, sinais de alerta aparecem mais claramente e as decisões ficam mais fáceis. 

 

Pensando nisso, a Dra. Paula Matos Lemos, clínica geral do dr.consulta, explica como manter a rotina de cuidados com a saúde, quais check-ups considerar por faixa etária e quando procurar atendimento. Confira!

 

1. Sono, alimentação e movimento na prática

Priorize horários consistentes para dormir e acordar, crie um ritual simples de preparação para o sono e evite telas instantes antes de se deitar. Na alimentação, concentre o prato em legumes, frutas, fibras e proteínas magras, mantendo ultraprocessados como exceção. Para movimentar o corpo, comece pelo que cabe no seu dia, como caminhar em deslocamentos curtos, subir escadas e realizar exercícios curtos de força em casa, com orientação profissional quando necessário.

 

2. Cuidados com a saúde mental

Mudanças de humor persistentes, irritabilidade, queda de interesse, alterações de sono e uso de álcool para "desligar" são sinais que pedem atenção. Conversar com um profissional ajuda a entender causas, criar um plano de cuidado e reduzir impactos no trabalho, nos relacionamentos e na energia. Teleconsulta pode ser um primeiro passo para quem está inseguro ou sem tempo.

 

3. Vacinas e calendário do adulto

Vacinação em dia é parte do cuidado de rotina. Adultos precisam revisar esquema para tétano e difteria, hepatites quando indicado, influenza anual e outras vacinas conforme idade, profissão, viagens e condições clínicas. Consultar um médico para checagem do cartão de vacinas orienta o que atualizar.

 

3. Check-ups por faixa etária e fatores de risco

Check-up não é uma lista fixa, mas um conjunto de avaliações que fazem sentido para sua idade e seu risco. O médico considera pressão arterial, glicemia, perfil lipídico, função renal e hepática, rastreios específicos por sexo e exames adicionais quando há histórico familiar ou sintomas. O mais importante é ter um ponto de partida e seguir o plano proposto, com reavaliações periódicas.

 

20 a 39 anos: construir base e prevenir

Nesta fase, o foco é mapear fatores de risco, orientar hábitos e estabelecer linha de base dos exames laboratoriais. Para mulheres, entram a saúde ginecológica, rastreios conforme diretrizes e métodos contraceptivos quando indicados. Para homens, avaliação urológica se houver sintomas e acompanhamento clínico regular. Quem tem história familiar de doenças cardiometabólicas, cânceres específicos ou doenças autoimunes pode precisar de rastreios antecipados.

 

40 a 59 anos: intensificar rastreios e controlar riscos

A partir dos 40, cresce a atenção para pressão arterial, glicemia, colesterol e peso, com planos claros de controle. Mulheres costumam discutir rastreio de câncer de mama por mamografia conforme orientação médica e manter avaliação ginecológica. Homens avaliam saúde prostática de forma individualizada com o médico, considerando sintomas e contexto. Exames de imagem e testes adicionais podem ser solicitados para responder perguntas específicas.

 

60+ e condições crônicas: manter autonomia e qualidade de vida

No envelhecimento, o check-up inclui prevenção de quedas, avaliação de medicações, saúde óssea e vacinas recomendadas. Quem tem hipertensão, diabetes ou outras condições crônicas precisa de metas claras de controle, revisão de adesão ao tratamento e acompanhamento de complicações. A consulta periódica organiza prioridades e evita descompassos entre sintomas e exames.

 

4. Quando procurar um médico

Alguns sinais indicam que é melhor conversar com um profissional, em vez de aguardar a próxima revisão. Febre que persiste, falta de ar em repouso, dor torácica, fraqueza súbita em um lado do corpo, sangue nas fezes ou na urina, perda de peso sem explicação e dor intensa que não melhora merecem atenção imediata. Em situações agudas graves, procure pronto atendimento.

Quando os sintomas mudam de padrão, surgem de forma abrupta ou pioram rapidamente, a prudência é procurar avaliação logo. Queixas leves e estáveis podem ser triadas por telemedicina para organizar os próximos passos com segurança, evitando deslocamentos desnecessários.

 

5. O que fazer depois do primeiro atendimento

Após uma avaliação inicial, siga o plano recomendado, guarde resultados e anote orientações. Se houver pedido de retorno, mantenha a data. Comparar exames ao longo do tempo ajuda na precisão das decisões e reduz a ansiedade.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/saude-em-dia-5-cuidados-para-manter-a-qualidade-de-vida,ed50eb5ee059d310bbf39814164ded12ztrplbiz.html?utm_source=clipboard - Por Hiorran Santos - Foto: fizkes | Shutterstock / Portal EdiCase

sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

Nutróloga explica como hábitos simples ajudam a emagrecer


Dietas com o plano de emagrecer precisam ser individualizadas, mas alguns hábitos comuns do dia a dia podem ajudar a perder peso

 

A internet está cheia de alternativas e fórmulas para quem quer perder peso. No entanto, essas informações nem sempre são benéficas, principalmente quando se trata de dietas e planos alimentares restritivos. No fim das contas, emagrecer é um processo diferente para cada um. Por isso, é importante individualizar as estratégias para diminuir os números na balança.

 

“Parto do princípio de que cada mulher tem um biótipo e que esse é um aspecto importante a ser considerado. É necessária uma avaliação das reais possibilidades e dos resultados almejados pela paciente”, destaca a médica nutróloga Cristiane Coelho, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

 

Hábitos que ajudam a emagrecer

No entanto, a especialista explica que há hábitos que ajudam a perder peso e que podem ser praticados por todos, sem distinção. Um deles é o sono regular. “Ter um sono regular ajuda no controle do consumo de alimentos, principalmente os mais calóricos, regulando o hormônio da fome; grelina e da saciedade; leptina”, explica a médica. Além disso, o sono regular ajuda a controlar os níveis de estresse, já que diminui a concentração de cortisol no organismo.

 

Outra dica valiosa dada pela nutróloga é o planejamento das refeições. Ela afirma que essa atitude prepara o cérebro para ação e nos ajuda na organização das tarefas. “Planeje desde a compra de alimentos para deixar sua dieta mais saudável como também tempo para se exercitar e realizar consultas médicas. Deixe o planejamento em ordem, assim suas ações também serão saudáveis”, pontua.

 

Além disso, participar do processo de preparo de refeições é positivo para adequar cada ingrediente da receita. “Colocar em prática o conhecimento e o afeto durante o processo da refeição, além de ser saudável, faz parte da memória afetiva junto à família”, acrescenta a médica.

 

Cristiane destaca também a importância do movimento. De acordo com ela, a prática de exercícios de forma constante auxilia no gasto energético e contribui para a perda de peso. Além disso, o cérebro libera endorfina durante e após os exercícios, sejam aeróbicos (andar, correr ou pedalar) ou anaeróbicos (fortalecimento muscular).

 

Por fim, a médica destaca que a meditação também é uma ótima aliada para quem deseja emagrecer. “O aumento da concentração ajuda a reorganizar os pensamentos contribuindo com melhor bem-estar físico e emocional”, destaca. As massagens também podem causar essa sensação. Neste caso, a via muscular libera ocitocina, hormônio que onde também atinge o bem-estar físico e emocional.

 

Fonte: https://agregalinks.com.br/3-dicas-para-melhorar-a-vida-sexual-no-relacionamento/ - By Redação / Foto: Shutterstock


E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

1 Coríntios 13:2


segunda-feira, 27 de junho de 2022

12 dicas para dormir melhor à noite


O sono pode ser atrapalhado por uma série de fatores, mas também pode ser melhorado com alguns hábitos simples

 

Cansaço, olheiras, mau humor, dificuldade de concentração, estresse e até dor de cabeça são alguns dos prejuízos que uma noite de sono ruim pode causar. Para melhorar a disposição e repor as energias de forma adequada, é necessário dormir bem, mas isso nem sempre é uma tarefa fácil.

 

É importante pontuar que existem vários distúrbios - como insônia, apneia do sono, sonambulismo, pesadelos e terror noturno, além de condições relacionadas, como a depressão, ansiedade e estresse - que podem atrapalhar o sono reparador. Em alguns casos, elas podem demandar tratamento especializado para serem controladas.

 

Porém, caso a sua dificuldade para dormir não esteja associada a esses problemas de saúde, você pode melhorar as suas noites de sono adotando alguns hábitos simples - e que fazem toda a diferença para o seu descanso. Confira a seguir:

 

1. Crie uma rotina para dormir

Uma ótima opção para melhorar a qualidade do sono é adotar um certo ritual antes de dormir. De acordo com um estudo da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, além de promover o relaxamento e o alívio da ansiedade, essa rotina faz com que seu relógio biológico entenda que devemos dormir à noite e ficar alerta durante o dia.

 

O ideal é começar com atividades comuns, como:

 

Escovar os dentes

Vestir o pijama

Ligar um ventilador

Apagar as luzes

Fazer atividades relaxantes, como meditar

 

2. Invista na aromaterapia

Para conseguir dormir bem, é necessário relaxar. E um grande aliado do relaxamento é a aromaterapia, prática que consiste na inalação de óleos essenciais colocados em difusores - e que ajudam a melhorar o bem-estar geral.

A eficácia da terapia no aprimoramento da qualidade do sono foi confirmada por um estudo da Universidade Wonkwang, na Coreia do Sul. Geralmente, para dormir bem, são utilizados óleos essenciais de lavanda e camomila.

"Temos que deixar nosso ambiente de sono o mais convidativo possível, com um colchão apropriado, lençol limpo e cheiro agradável para facilitar a chegada do sono e um descanso de qualidade", diz Rosa Hasan, neurologista da Associação Brasileira do Sono.

 

3. Pratique yoga

Outra alternativa para estimular o relaxamento antes de dormir é a yoga. Segundo um estudo publicado no portal PubMed, a prática pode aprimorar a qualidade do sono, além de acalmar a mente, aliviar o estresse, a ansiedade e a tensão corporal.

 

4. Faça exercícios físicos

A prática regular de exercícios é benéfica tanto para a saúde física quanto para o bem-estar mental. Além disso, de acordo com um estudo da Universidade de Sherbrooke, no Canadá, a atividade física pode aumentar a qualidade e a duração do sono, pois aumenta os níveis de serotonina.

Porém, o recomendado é que os exercícios sejam realizados durante o dia, mais especificamente pela manhã. Dessa forma, à noite, o corpo entende que está na hora de descansar.

 

5. Esfrie o ambiente

Sabe aquele pezinho para fora das cobertas que faz toda a diferença no sono? Pois então, não é uma mania, isso realmente nos ajuda a dormir melhor, uma vez que o tempo mais frio ajuda o sono a chegar mais fácil.

"Isso acontece porque, quando começamos a dormir, há uma queda na temperatura corporal, o que está relacionado com o horário biológico de sono. Contudo, quando está muito calor ou a pessoa acabou de fazer exercícios (e o corpo ainda está quente), ela pode não sentir esta mudança", diz a neurologista Rosa Hasan.

Neste contexto, vale reiterar que o frio em excesso não é benéfico, uma vez que pode inibir o início do sono. Então, é bom manter uma temperatura amena, com climatizadores, ar-condicionado ou ventilador, mas sempre com equilíbrio.

 

6. Desligue os aparelhos eletrônicos

Assistir a filmes na TV, acessar jogos online no computador e até navegar na internet pelo celular são algumas práticas que podem atrapalhar (e muito!) o seu sono, principalmente se realizadas antes de dormir.

 

Isso acontece por conta da luz azul emitida pelos aparelhos eletrônicos, que pode reduzir a produção de melatonina, o hormônio do sono, segundo um artigo da Universidade de Surrey, na Inglaterra.

 

7. Cuide da alimentação

Você sabia que aquilo que você come durante o dia faz toda a diferença na qualidade do sono? Pois a escolha dos alimentos, o tempo que eles levam para ser digeridos, o tempo em jejum e vários outros fatores podem interferir na hora de dormir.

"Comer mal durante o dia e fazer uma dieta exagerada e calórica no período noturno pode comprometer a qualidade do sono", afirma a especialista Rosa Hasan. Portanto, o ideal é manter uma alimentação equilibrada a qualquer hora - dando preferência para alimentos mais leves no período da noite.

 

8. Evite alimentos estimulantes

Alimentos estimulantes, no geral, como os que contêm cafeína, podem prejudicar o sono - e isso não acontece apenas quando ingeridos durante a noite. Então, moderação e equilíbrio são as palavras de ordem.

 

"Evite alimentos ricos em xantina e cafeína, como chocolate, café e refrigerantes, pois eles estimulam diretamente o sistema nervoso, fazendo com que a pessoa fique mais agitada durante o sono", explica Marcela Voris, médica nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

 

Para ajudar no descanso, opte por alimentos ricos em nutrientes como:

 

Vitaminas do complexo B, que têm efeito calmante e estimulam a produção de serotonina (neurotransmissor que ajuda no bem estar e no sono);

Ômega-3, regulador natural dos neurotransmissores;

Lactocina, que tem efeito calmante;

Triptofano, aminoácido usado para produzir serotonina.

"Alguns alimentos que são bons para ajudar a dormir são maracujá, linhaça, banana, leite magro, aveia, couve, frutas vermelhas, como a cereja, integrais no geral, alface, carnes magras, peixes, como o salmão, gergelim, nozes e amêndoas", diz Marcela.

 

9. Escute músicas relaxantes

Atividades que você gosta e que promovem o relaxamento são boas para ajudar a "encontrar" o sono. Pode ser desde ler um livro até ouvir músicas (desde que sejam calmas). "Uma música que você gosta tem um efeito relaxante, uma vez que ela pode remeter a uma sensação prazerosa e desligar da rotina e das preocupações do dia a dia", afirma Rosa Hasan.

Segundo um estudo da Universidade das Forças Armadas do Povo Chinês, na China, músicas relaxantes podem ser utilizadas até mesmo para aliviar sintomas de distúrbios do sono, como a insônia.

 

10. Aposte em uma massagem relaxante

Chegar em casa, colocar os pés para cima e receber uma massagem é ótimo para relaxar. A boa notícia é que você não precisa estar acompanhado(a) para que este efeito aconteça. Isso porque você pode investir em uma automassagem, que ajude a relaxar e ative a circulação, reduzindo até algumas dores.

"Receber uma massagem ou mesmo massagear a si mesmo(a) pode ser relaxante, apesar de não haver provas científicas de que isto induza especificamente o sono", diz o psiquiatra Ivan Mario Braun.

 

11. Esteja confortável

O conforto na cama também é uma peça fundamental para um sono reparador. Por isso, é importante ter atenção na hora de comprar um colchão, um travesseiro ou até mesmo os lençóis.

De acordo com um estudo da Universidade de Utica, nos Estados Unidos, o recomendado é utilizar um colchão de média firmeza. Dessa forma, é possível evitar dores musculares e promover um sono mais confortável.

Além disso, o ideal é dormir de lado - ou seja, evite dormir de barriga para cima ou de bruços. Isso porque, quando deitamos desse jeito, deixamos a coluna mais alinhada e melhoramos a circulação do corpo, pois tanto a cabeça quanto os pés ficam na altura do coração.

 

12. Procurando um médico

É completamente normal que, de vez em quando, o sono demore para chegar, mas há um momento em que a falta de sono precisa ser investigada. "Se a dificuldade de dormir começar a se repetir de modo que seja um incômodo na vida da pessoa, seria interessante ela procurar um médico com experiência em problemas de sono para investigar a causa do problema", orienta Ivan Mario Braun.

 

Em muitos casos, o especialista pode solicitar a realização de exames específicos, como a polissonografia. Este procedimento é um teste não invasivo de registro, análise e interpretação de diversos parâmetros biológicos que acontecem durante o sono, como a atividade respiratória, muscular, cardiovascular e cerebral do paciente.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/materias/materia-12727 - Escrito por Murilo Feijó - Redação Minha Vida - Foto: Flashpop/GETTYIMAGES


Louvai ao Senhor, porque é bom; pois a sua benignidade dura perpetuamente.

1 Crônicas 16:34