quarta-feira, 1 de julho de 2026

Perda de massa óssea afeta milhões e pode ser revertida com hábitos simples, dizem especialistas


A osteopenia vem chamando a atenção de profissionais de saúde no Brasil e no mundo por uma característica específica: trata-se de uma perda de densidade óssea que costuma avançar de forma discreta, sem chamar a atenção da pessoa, até que um exame ou uma fratura revele o problema. Ela afeta milhões e pode ser revertida com hábitos simples, segundo especialistas.

 

A osteopenia vem chamando a atenção de profissionais de saúde no Brasil e no mundo por uma característica específica: trata-se de uma perda de densidade óssea que costuma avançar de forma discreta, sem chamar a atenção da pessoa, até que um exame ou uma fratura revele o problema. Com o envelhecimento da população e mudanças no estilo de vida, especialistas apontam que milhões de pessoas podem conviver com a condição sem saber, o que reforça a importância da informação e do diagnóstico precoce.

 

Classificada como um estágio intermediário entre a saúde óssea considerada normal e a osteoporose, a osteopenia não é inevitável, mas está ligada a fatores comuns do dia a dia, como sedentarismo, alimentação pobre em nutrientes e baixa exposição ao sol. Ademais, médicos e fisioterapeutas destacam que pequenas mudanças na rotina podem reduzir o risco de progressão para quadros mais graves, especialmente quando o cuidado começa antes das primeiras fraturas.

 

O que é osteopenia e qual a diferença para osteoporose?

A osteopenia é definida como uma redução da densidade mineral óssea, medida por exames específicos, como a densitometria óssea. Em termos simples, os ossos ficam menos densos e mais frágeis do que o ideal, mas ainda não chegam ao grau de comprometimento observado na osteoporose. A palavra-chave nesse contexto é osteopenia, usada para descrever um alerta: o osso já começou a perder "massa", embora ainda tenha alguma reserva.

Na prática clínica, a diferença entre osteopenia e osteoporose é feita principalmente a partir de um índice chamado T-score, obtido na densitometria. Assim, valores considerados normais indicam boa densidade; um T-score entre -1,0 e -2,5 costuma ser classificado como osteopenia; abaixo de -2,5, o quadro se enquadra como osteoporose. Assim, a osteopenia funciona como uma espécie de "zona de risco", em que a estrutura óssea já está enfraquecida, mas ainda há maior margem para intervenção e recuperação parcial.

 

Por que a osteopenia é uma condição silenciosa?

Profissionais de saúde costumam se referir à osteopenia como uma doença silenciosa porque, na maioria dos casos, não há dor nem sinais evidentes no início. A pessoa mantém a rotina normalmente, sem perceber que a arquitetura interna dos ossos está mudando. Muitas vezes, a descoberta acontece de forma indireta: durante exames de rastreamento, em check-ups de rotina ou após uma fratura considerada "banal", como uma queda leve.

 

Ao longo dos anos, essa fragilidade óssea discreta pode se manifestar por meio de fraturas em regiões como punho, quadril e coluna. Em idosos, essas lesões têm impacto direto na independência e na qualidade de vida. O caráter silencioso da osteopenia explica por que especialistas defendem a realização de exames de densidade óssea em grupos de maior risco, mesmo na ausência de queixas.

 

Quais são os principais fatores de risco da osteopenia?

A osteopenia está relacionada a um conjunto de fatores que, combinados, podem acelerar a perda óssea. Entre eles, o envelhecimento se destaca: com o passar dos anos, o corpo diminui naturalmente a capacidade de repor a massa óssea perdida. Nas mulheres, a menopausa tem papel central, já que a queda do estrogênio acelera esse processo, especialmente entre os 50 e 65 anos.

 

Além da idade e das alterações hormonais, outros elementos pesam nessa conta:

 

Sedentarismo: a falta de movimento reduz o estímulo mecânico que ajuda a fortalecer o osso;

Má alimentação: dietas pobres em cálcio, proteínas e outros nutrientes comprometem a formação óssea;

Deficiência de vitamina D: fundamental para a absorção de cálcio, depende também da exposição adequada ao sol;

Tabagismo e álcool em excesso: associados à piora da qualidade óssea ao longo do tempo;

Histórico familiar: parentes de primeiro grau com osteopenia ou osteoporose aumentam o risco;

Uso prolongado de alguns medicamentos, como corticoides, que podem acelerar a perda de massa óssea.

Especialistas ressaltam ainda que pessoas com baixo peso, doenças crônicas inflamatórias ou distúrbios hormonais também merecem atenção especial em relação à saúde dos ossos.

 

Como a osteopenia afeta os ossos e aumenta o risco de fraturas?

O osso é um tecido vivo, em constante renovação. De um lado, células formam nova matriz óssea; de outro, células diferentes reabsorvem tecido antigo. Na osteopenia, esse equilíbrio se rompe: a perda supera a reposição, levando a ossos mais porosos. Essa alteração microscópica não aparece a olho nu, mas aumenta a probabilidade de fraturas mesmo em traumas de baixa intensidade.

Com o avanço da perda óssea, regiões como coluna, fêmur e punho tornam-se particularmente vulneráveis. Em pessoas idosas, uma fratura de quadril, por exemplo, está associada a internações prolongadas e maior risco de complicações. Por isso, a osteopenia é vista como um sinal de alerta para a necessidade de intensificar cuidados preventivos antes que a osteoporose se instale.

 

É possível prevenir ou reverter parcialmente a osteopenia?

A prevenção da osteopenia e a tentativa de reversão parcial envolvem mudanças de estilo de vida e, em alguns casos, tratamentos específicos orientados por profissionais de saúde. A combinação de exercício físico, alimentação adequada e correção de deficiências, como a de vitamina D, é apontada como a estratégia mais eficaz para proteger a massa óssea.

 

Entre as medidas recomendadas, destacam-se:

 

Prática regular de exercícios com impacto e musculação

Atividades como caminhada acelerada, corrida leve, dança, pular corda e esportes recreativos estimulam o osso por meio do impacto controlado. Já a musculação e os treinos de força geram tração sobre os ossos, favorecendo o ganho ou manutenção de densidade. A orientação de um profissional de educação física ou fisioterapeuta é importante para ajustar carga, frequência e segurança, principalmente em pessoas com risco maior de queda.

 

Alimentação rica em cálcio e vitamina D

Leite e derivados, vegetais verde-escuros, leguminosas, sementes e alimentos fortificados ajudam a garantir oferta de cálcio. A vitamina D vem, em grande parte, da exposição solar controlada e de fontes como peixes gordurosos e ovos. Em muitos casos, médicos indicam suplementação após avaliação laboratorial.

Hábitos que protegem os ossosEvitar fumar, reduzir o consumo de álcool, manter peso saudável e cuidar do sono faz diferença para o metabolismo ósseo. Ajustes simples, como preferir escadas a elevadores, caminhar pequenos trajetos e quebrar longos períodos sentado, também contribuem.

 

Qual o papel do diagnóstico precoce e do acompanhamento médico?

O diagnóstico da osteopenia é feito principalmente por meio da densitometria óssea, exame de imagem rápido e de baixa exposição à radiação. Sociedades médicas recomendam que grupos de risco, como mulheres após a menopausa, homens a partir dos 70 anos e pessoas com história de fraturas por traumas leves, conversem com o médico sobre o momento adequado para realizar o exame.

Com o resultado em mãos, o profissional pode avaliar se há apenas osteopenia, se já existe osteoporose ou se o osso ainda está dentro da faixa esperada. A partir dessa análise, são definidos o intervalo de repetição dos exames, a necessidade de medicamentos específicos e as orientações individuais de atividade física e alimentação. O acompanhamento periódico permite ajustar a estratégia e identificar, precocemente, qualquer piora no quadro.

 

Hábitos de vida que ajudam a preservar a saúde dos ossos

Especialistas em saúde óssea costumam reforçar que a proteção dos ossos começa muito antes da velhice. A formação de um "estoque ósseo" adequado na infância, adolescência e início da idade adulta influencia diretamente o risco de osteopenia e osteoporose nas décadas seguintes. Ainda assim, mudanças positivas podem trazer benefícios em qualquer fase da vida.

 

Entre as recomendações gerais de profissionais de saúde, estão:

 

Praticar atividades físicas regularmente, incluindo exercícios de impacto e fortalecimento muscular, respeitando limites individuais;

Manter alimentação variada, com fontes de cálcio, vitamina D e proteínas em quantidade adequada;

Fazer exposição solar orientada, de acordo com o tipo de pele e as condições de saúde;

Evitar tabagismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas;

Cuidar do equilíbrio e da visão, reduzindo o risco de quedas em casa e na rua;

Realizar consultas periódicas com profissionais de saúde, principalmente em fases de maior risco, como menopausa e envelhecimento avançado.

Ao tratar a osteopenia como um sinal de alerta e não apenas como um dado de exame, médicos, pacientes e familiares podem adotar medidas preventivas mais cedo. A combinação de informação, diagnóstico oportuno e rotina ativa tende a contribuir para que mais pessoas envelheçam com ossos mais resistentes e menor probabilidade de fraturas.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/perda-de-massa-ossea-afeta-milhoes-e-pode-ser-revertida-com-habitos-simples-dizem-especialistas,1343fd5f676f14f447adbc013cf79faeo8iu6mhc.html?utm_source=clipboard - Por: Valdomiro Neto* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10

terça-feira, 30 de junho de 2026

6 hábitos que ajudam a prevenir crises de rinite e sinusite no inverno


Medidas simples ajudam a reduzir sintomas, diminuem a necessidade de medicamentos e podem prevenir crises recorrentes

 

Com a chegada das temperaturas mais baixas, aumentam também as queixas de nariz entupido, espirros, coriza e desconforto respiratório. Embora muita gente atribua o problema apenas ao frio, os verdadeiros responsáveis pelo agravamento da rinite e da sinusite estão, muitas vezes, associados aos hábitos típicos do inverno.

 

A otorrinolaringologista Elisa Campbell Ferreira explica que o frio não é o principal vilão. O problema, segundo a especialista, está no aumento do tempo passado em ambientes fechados, na maior exposição a vírus, poeira e ácaros e na redução da umidade do ar. Além disso, a médica aponta que o ressecamento da mucosa nasal compromete suas funções de defesa.

 

"As pessoas tendem a manter portas e janelas fechadas durante mais tempo, o que favorece a circulação de vírus e o acúmulo de alérgenos. Além disso, o ar mais seco deixa o nariz mais vulnerável a irritações e infecções", explica Elisa Campbell Ferreira, que atende no Otolife, espaço dedicado à otorrinolaringologia do Barralife Medical Center, no Rio de Janeiro.

 

Os sintomas podem ser confundidos com um simples resfriado ou com os efeitos do tempo seco. No entanto, a especialista alerta que nariz entupido diariamente não deve ser considerado normal. "Quando a obstrução nasal dura mais de duas a quatro semanas, volta com frequência ou não melhora com os tratamentos habituais, é importante procurar avaliação médica para investigar a causa", orienta.

 

A seguir, confira 5 hábitos para proteger o nariz e evitar crises de rinite e sinusite no inverno!

 

1. Faça lavagem nasal diariamente

A irrigação com soro fisiológico ajuda a remover secreções, poeira, ácaros e outros agentes irritantes, além de manter a mucosa hidratada. "É uma das medidas mais eficazes para aliviar sintomas de rinite e sinusite, desde que seja feita corretamente e sem excesso de pressão", explica Elisa Campbell Ferreira.

 

2. Mantenha uma boa hidratação

Beber água regularmente ajuda a evitar o ressecamento das vias respiratórias e facilita a eliminação das secreções. A hidratação adequada também contribui para o funcionamento das defesas naturais do organismo.

 

3. Areje os ambientes

Mesmo nos dias mais frios, abrir portas e janelas por alguns períodos do dia ajuda a renovar o ar e reduzir a concentração de vírus, poeira e alérgenos dentro de casa.

 

4. Lave cobertores e roupas de cama antes de usar

Cobertores guardados por longos períodos costumam acumular poeira e ácaros, considerados alguns dos principais desencadeadores da rinite alérgica. Colchões, travesseiros, cortinas e tapetes também merecem atenção especial.

 

5. Evite descongestionantes nasais sem orientação médica

Apesar do alívio imediato, o uso frequente desses medicamentos pode provocar efeito rebote e agravar a obstrução nasal, levando ao desenvolvimento da chamada rinite medicamentosa.

 

6. Atenção ao ar-condicionado e aos aquecedores

Outro cuidado importante envolve o uso de ar-condicionado e aquecedores. Embora tragam conforto térmico, esses equipamentos podem ressecar ainda mais as vias respiratórias quando utilizados por longos períodos. A recomendação é manter os filtros limpos, evitar o uso contínuo e, sempre que possível, adotar medidas que ajudem a preservar a umidade do ambiente.

 

Crianças merecem atenção especial

As crianças também costumam sofrer mais durante o inverno. Segundo Elisa Campbell Ferreira, aquelas que frequentam escolas e creches podem apresentar entre 12 e 18 infecções virais por ano, especialmente nos primeiros anos de convivência coletiva. Os pais devem procurar avaliação médica quando a secreção nasal ou a obstrução persistirem por mais de 10 a 14 dias, houver febre prolongada, dificuldade para respirar, roncos importantes ou infecções de ouvido recorrentes.

 

Prevenção é um cuidado essencial

Para a otorrinolaringologista, as medidas simples, como a lavagem nasal regular e o controle adequado da rinite, ajudam a reduzir sintomas, diminuem a necessidade de medicamentos e podem prevenir crises recorrentes de sinusite. "Muitas pessoas só buscam ajuda quando os sintomas já estão intensos. Mas a prevenção faz toda a diferença. Pequenos cuidados diários ajudam a proteger as vias respiratórias e garantem mais qualidade de vida durante todo o inverno", conclui.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/6-habitos-que-ajudam-a-prevenir-crises-de-rinite-e-sinusite-no-inverno,e9833e3c8bab7289802318f152fcf18720m1j0vl.html?utm_source=clipboard - Por Juliana Magalhães - Foto: TetianaKtv | Shutterstock / Portal EdiCase

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Gordura visceral: por que ela é perigosa e como reduzir de forma saudável


Entenda o que é gordura visceral, por que ela é perigosa e como reduzi-la com hábitos simples e saudáveis no dia a dia.

 

Você já ouviu falar em gordura visceral? Mesmo sem ser visível, ela pode representar um dos maiores riscos para a saúde metabólica ao longo do tempo.

 

Diferente da gordura localizada logo abaixo da pele, essa gordura se acumula na região interna do abdômen, envolvendo órgãos como fígado, pâncreas e intestinos.

 

O mais importante é que ela pode estar presente mesmo em pessoas que não apresentam excesso de peso evidente, o que torna sua identificação mais difícil no dia a dia.

 

Por que a gordura visceral merece atenção

A gordura visceral não é apenas um depósito inerte de energia. Ela atua metabolicamente, interferindo no funcionamento do organismo e participando de processos inflamatórios que afetam diversos sistemas do corpo.

 

Quando está em excesso, pode aumentar o risco de condições como:

 

Resistência à insulina e diabetes tipo 2: alterações na forma como o corpo utiliza a glicose podem levar ao aumento do açúcar no sangue.

Doenças cardiovasculares: há maior tendência ao aumento de colesterol LDL, triglicerídeos e pressão arterial.

Fígado gorduroso (esteatose hepática): acúmulo de gordura no fígado que pode evoluir para quadros mais graves se não for controlado.

Inflamação sistêmica: substâncias liberadas por esse tipo de gordura podem afetar o equilíbrio do organismo.

Alterações hormonais: em alguns casos, o excesso de gordura abdominal pode estar associado a desequilíbrios hormonais, especialmente em mulheres.

Essas alterações não acontecem de forma imediata, o que faz com que a gordura visceral seja frequentemente silenciosa no início.

 

Como identificar possíveis sinais de excesso

Não existe uma forma caseira precisa de medir a gordura visceral, mas alguns indicadores podem sugerir atenção:

 

Circunferência abdominal aumentada (em geral, acima de 102 cm para homens e 88 cm para mulheres)

Barriga mais saliente mesmo com peso corporal aparentemente normal

Alterações em exames laboratoriais, como glicose, colesterol e triglicerídeos elevados

Sensação frequente de cansaço sem causa clara

Em casos específicos, exames de imagem como tomografia ou ressonância magnética podem ser utilizados para avaliação mais precisa, geralmente sob orientação médica.

 

Como reduzir gordura visceral de forma saudável

A redução da gordura visceral depende principalmente de mudanças consistentes no estilo de vida. Não existe um único fator responsável, mas um conjunto de hábitos que atuam em diferentes frentes do metabolismo.

 

1. Alimentação com foco em equilíbrio metabólico

A alimentação tem papel central no controle da gordura visceral. Mais do que restrições, o foco deve estar na qualidade dos alimentos consumidos.

 

Priorize:

Gorduras saudáveis: abacate, azeite de oliva extra virgem, peixes como sardinha e salmão, oleaginosas como nozes e amêndoas

Fibras: frutas, verduras, legumes, aveia, quinoa, feijão e lentilha, que ajudam no controle glicêmico e na saciedade

Proteínas de boa qualidade: ovos, frango, peixes e leguminosas, importantes para manutenção da massa muscular

 

Reduza o consumo de:

Açúcares adicionados

Farinhas refinadas

Ultraprocessados

Gorduras trans e frituras frequentes

 

Pequenas mudanças consistentes tendem a ser mais eficazes do que restrições intensas e difíceis de manter.

 

2. Exercícios físicos regulares

A atividade física contribui diretamente para a redução da gordura visceral, especialmente quando combina estímulos diferentes.

Exercícios aeróbicos: caminhada, corrida, ciclismo ou natação ajudam no gasto calórico e na saúde cardiovascular

Treinamento de força: musculação, pilates ou treinos funcionais auxiliam na preservação e ganho de massa muscular, o que influencia o metabolismo

Movimentos no dia a dia: subir escadas, caminhar mais e evitar longos períodos sentado também fazem diferença

A combinação entre exercícios aeróbicos e força costuma trazer melhores resultados do que apenas um tipo de atividade isoladamente.

 

3. Sono adequado e controle do estresse

O sono e o estresse têm impacto direto no metabolismo e na regulação hormonal.

A privação de sono pode afetar hormônios relacionados à fome e saciedade, enquanto o estresse crônico pode influenciar o acúmulo de gordura na região abdominal por meio de alterações hormonais.

 

Algumas estratégias incluem:

Dormir entre 7 e 8 horas por noite, com regularidade

Reduzir estímulos como telas antes de dormir

Inserir pausas ao longo do dia para relaxamento

Praticar atividades de redução de estresse, como respiração profunda, caminhada leve ou hobbies

 

4. Evitar estratégias extremas

Dietas muito restritivas ou promessas de resultados rápidos podem gerar efeitos temporários, mas dificilmente sustentáveis.

Além disso, abordagens muito rígidas podem levar à perda de massa muscular e a alterações no comportamento alimentar, dificultando a manutenção dos resultados.

O mais consistente é adotar mudanças graduais, que possam ser mantidas ao longo do tempo sem impacto negativo na rotina.

 

Quando buscar avaliação profissional

Em casos em que há dificuldade de evolução mesmo com mudanças de hábitos, ou quando existem fatores de risco associados, pode ser importante realizar uma avaliação mais detalhada.

 

Exames que podem ser solicitados incluem:

 

Perfil lipídico (colesterol e triglicerídeos)

Glicemia em jejum

Avaliação de resistência à insulina

Ultrassonografia abdominal

Esses exames ajudam a identificar alterações metabólicas que podem estar associadas ao acúmulo de gordura visceral.

 

O que realmente importa no controle da gordura visceral

A redução da gordura visceral não depende de uma solução única, mas de um conjunto de escolhas consistentes ao longo do tempo.

 

Alimentação equilibrada, atividade física regular, sono adequado e manejo do estresse formam a base desse processo. Não se trata de mudanças rápidas, mas de ajustes sustentáveis que impactam diretamente a saúde metabólica.

 

Com o tempo, o corpo responde a essas mudanças de forma progressiva, refletindo não apenas na composição corporal, mas também na energia, disposição e funcionamento geral do organismo.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/gordura-visceral-por-que-ela-e-perigosa-e-como-reduzir-de-forma-saudavel,3f52be0549c0f1aff34a2a9ce941b932qrvh2nmh.html?utm_source=clipboard - Por: Enf. Raquel Souza de Faria / SaúdeLAB - Foto: SaúdeLAB

domingo, 28 de junho de 2026

O Blog Professor José Costa alcança a marca espetacular de 19 milhões de acessos


     É com imensa alegria e gratidão que compartilho com os leitores e parceiros que o Blog Professor José Costa está comemorando uma marca histórica, a de 19 milhões de acessos. Em 2009, o Blog Professor José Costa foi criado inicialmente com o objetivo de divulgar o meu trabalho nas quatro escolas que eu trabalhava na época, Colégio Estadual Murilo Braga, Colégio Graccho, Colégio O Salesiano e Colégio Dom Bosco. Aos poucos, fui introduzindo postagens de outros sites e o blog que começou com 3.000 visualizações mensais, atualmente, tem uma média acima de 5.000 acessos diários.

 

     Dos 19 milhões de leitores de mais de 100 países que já acessaram o blog, o que predominou foram os brasileiros com 12 milhões e 600 mil acessos, seguidos por americanos com 2 milhões e 280 mil, alemães, russos, canadenses, portugueses, suecos, dinamarqueses, franceses, taiwaneses e ingleses. No Brasil, os paulistanos lideram o número de acessos; em Sergipe, são os Aracajuanos seguidos pelos itabaianenses. Dos 100% de acessos ao blog, 54,15% são feitos pelos homens e 45,85% pelas mulheres. Dos acessos ao blog, 64,0% são feitos pelo computador, 35,0% pelo celular e 1,0% por tablet. A postagem mais acessada no blog é https://professorjosecosta.blogspot.com/2014/05/voleibol-historia-regras-e-curiosidades.html   com 151 mil visualizações.

 

     Ao longo de quase 17 anos, o blog vem sendo feito com trabalho, responsabilidade e compromisso. Já são 7.458 postagens publicadas, destas, mais de quinhentas foram escritas por mim, às demais foram extraídas de sites da internet e sempre com a citação da fonte. Com fé em Deus, um pouco de paciência e muita humildade, esperamos comemorar em breve, a marca de 20 milhões de acessos, que será alcançada graças ao seu acesso diário.

 

     Quero agradecer primeiramente a Deus, por me dar força, perseverança e determinação em construir um blog com qualidade de conteúdos para os leitores através de artigos sobre educação, esporte, saúde, cultura e cidadania. Sempre oferecendo o que há de melhor na internet sem apelar para postagens relacionadas a sexo, sensacionalismo, politicagem ou fofocas da vida alheia.

 

     Agradeço aos visitantes espalhados pelo Brasil e no exterior que passaram para ler um post através de pesquisa no google; aos amigos do facebook, whatsapp, instagram, twitter, youtube; aos leitores cativos; os que acessam de vez em quando e até aqueles que passaram por curiosidade e não mais voltaram; e aos que comentaram ou criticaram alguma postagem de maneira construtiva e contribuíram para o engrandecimento do blog.

 

     Um obrigado especial aos parceiros do blog por acreditar no meu trabalho: Big Estampa, Churrascaria Recanto da Serra – O Pirata, Credimóveis, Diana Ferreira Estúdio de Beleza, Drogaria Sergipana, Dr. Lucas Carvalho Costa, Duguay Signs, Galeria Jandrade, Galeria Maria de Gustavo, Ilognet, Jamsoft Informática, Joalheria O Garimpo, Lok Car Sergipe, Modinha Calçados, Modinha Fitness, Mundo dos Lubrificantes, Mundo dos Tecidos, O Boticário Itabaiana, Óticas Exata, Rosa do Deserto Itabaiana, Serrana Tintas, Sthefane Nail Designer, Studio Jacquiciene Góis Beleza e Estética, Prado & Tavares Advocacia e Consultoria Jurídica, Supermercado Nunes Peixoto e Tec Bordados. Todos vocês contribuem para a história e engrandecimento deste modesto blog. Nossa parceria é mesmo fundamental, sigamos adiante!

 

     Um agradecimento especial aos agregadores que permitem o aumento de acessos do blog através de nossas postagens em seus sites como: Geralinks, Trends Tops e Ueba.

 

     Muito obrigado a todos os leitores, parceiros e agregadores por fazerem parte desta história de sucesso do blog, sem os quais não chegaríamos a incrível marca de 19 milhões de acessos, pois vocês acreditam e confiam no nosso trabalho.

 

     Continue nos visitando, salve em favoritos, compartilhe com os amigos nas redes sociais e recomende aos familiares, pois eles também merecem adquirir informações de boa qualidade!

 

     Acesse: https://professorjosecosta.blogspot.com   e volte sempre!

 

     Professor José Costa

16 sintomas de imunidade baixa


Veja quais são os principais sintomas de imunidade baixa para que você possa manter seu sistema imunológico saudável e equilibrado.

 

O sistema imunológico é a primeira linha de defesa contra corpos estranhos como germes, bactérias e vírus que podem causar diversas doenças.

 

Entender o que é o sistema imunológico é uma ótima maneira de fortalecer o sistema imunológico. Por isso, conhecer os sintomas de imunidade baixa pode ajudar a evitar doenças.

 

Esses sintomas são importantes sinais de alerta que permitem que você converse com seu médico sobre possíveis problemas leves antes que eles evoluam para problemas sérios. Veja então quais são os 16 sintomas de imunidade baixa!

 

1. Dor nas articulações

Quando o revestimento interno das articulações inflama, a área ao redor delas se torna sensível ao toque.

Além disso, também pode deixar as articulações inchadas ou rígidas e pode acontecer com mais de uma articulação. Normalmente, essa dor tende a ser pior pela manhã.

 

2. Mudança inexplicável de peso

Você se sente ganhando mais peso mesmo que seus hábitos alimentares e rotina de exercícios não tenham mudado?

Ou se, pelo contrário, o número na sua balança começara cair sem nenhum motivo aparente, ambos os casos podem ser sintomas de imunidade baixa.

É possível que isso aconteça devido a danos à glândula tireoide que podem ser causados ​​por uma doença autoimune.

 

3. Fadiga

Sentir-se extremamente cansado, como quando você está gripado, por exemplo, pode significar que algo está acontecendo com as defesas do seu corpo.

Por mais que você durma até mesmo por mais tempo do que de costume, é improvável que o sono ajude e alivie a sua fadiga.

Novamente, podem haver muitas outras razões pelas quais você se sente assim, mas uma delas é a imunidade baixa.

 

4. Sensibilidade ao sol

Pessoas com uma imunidade baixa às vezes têm uma reação alérgica aos raios ultravioleta (UV) chamada fotodermatite.

Você pode ter erupções cutâneas, bolhas ou manchas escamosas depois de ficar exposto ao sol ou pode sentir calafrios, dor de cabeça ou náusea como sintomas de imunidade baixa.

 

5. Problemas no banheiro

Ter uma diarreia que dura mais de 2 a 4 semanas pode ser um sinal de alerta porque seu sistema imunológico pode estar prejudicando o revestimento do intestino delgado ou do trato digestivo.

Por outro lado, a constipação também é uma preocupação.

Se suas fezes estão muito firmes ou são pequeninas, parecidas com a de um coelho, seu sistema imunológico pode estar forçando seu intestino a desacelerar.

 

6. Dores de cabeça

Em alguns casos, as dores de cabeça podem estar relacionadas ao sistema imunológico.

Por exemplo, poderia ser vasculite, que é a inflamação de um vaso sanguíneo causada por uma infecção ou doença autoimune.

 

7. Mãos frias

Se os vasos sanguíneos estiverem inflamados, pode ser mais difícil para os dedos das mãos, dedos dos pés, nariz e orelhas se aquecerem.

A pele nessas áreas pode ficar mais branca e mais azulada quando você está exposto ao frio, mas quando o fluxo sanguíneo retornar, a pele poderá ficar vermelha.

Os médicos chamam isso de “fenômeno de Raynaud”, que é uma doença doença rara nos dedos das mãos e dos pés que faz com que os vasos sanguíneos se estreitem quando você está com frio ou estressado.

Problemas no sistema imunológico podem causar isso, mas também outras coisas, incluindo alguns medicamentos prescritos, condições que afetam suas artérias e o fumo.

 

8. Manchas brancas

Às vezes, seu sistema imunológico decide combater as células produtoras de pigmentos da pele, chamadas melanócitos.

Quando isso acontece, você começará a ver manchas brancas em seu corpo e por isso esse é um dos sintomas de imunidade baixa.

 

9. Queda irregular de cabelo

Perda de cabelo

Às vezes, o sistema imunológico fraco ataca os folículos capilares.

Se você perder cabelo do couro cabeludo, do rosto ou em outras partes do corpo, poderá então ter uma condição chamada alopecia areata.

Essa condição pode afetar qualquer pessoa, independentemente da idade e do sexo, embora a maioria dos casos ocorra antes dos 30 anos.

Além disso, fios ou mechas de cabelo saindo também podem ser um dos sintomas de lúpus.

 

10. Febre baixa

Se você sentir que está com uma temperatura mais alta do que o normal, pode ser que o seu sistema imunológico esteja começando a ficar sobrecarregado.

Isso pode acontecer devido a uma infecção que se aproxima ou porque você está começando a ter uma crise de uma condição autoimune.

 

11. Formigamento ou dormência nas mãos e nos pés

Pode ser quer um formigamento leve seja algo inofensivo, mas em alguns casos pode significar que o seu corpo está atacando os nervos que enviam sinais para seus músculos.

Pessoas com síndrome de Guillain-Barre, por exemplo, podem sentir uma dormência que começa nas pernas e depois sobe para os braços e peito.

A polineuropatia desmielinizante inflamatória crônica (CIDP) apresenta sintomas semelhantes à forma desmielinizante da síndrome de Guillain-Barre (chamada AIDP), mas enquanto a síndrome Guillain-Barre dura cerca de duas semanas a 30 dias, a CIDP dura muito mais tempo.

 

12. Olhos secos

Se você está com a imunidade baixa, significa que ela está atacando o seu corpo em vez de defendê-lo. Artrite reumatoide e lúpus são dois exemplos de quando isso acontece.

Muitas pessoas que têm um distúrbio autoimune sentem que seus olhos estão secos. Você pode sentir uma sensação arenosa como se algo estivesse nos seus olhos ou pode sentir dor, vermelhidão, corrimento agudo ou ficar com a visão turva.

Aliás, algumas pessoas sentem que não podem chorar, mesmo quando estão chateadas.

 

13. Infecções repetidas

Se você precisar tomar antibióticos mais de duas vezes por ano (quatro vezes, no caso das crianças), seu corpo poderá não ser capaz de atacar sozinho os germes.

Outros sinais de alerta, por exemplo, são infecções crônicas dos seios nasais, ficar doente com mais de quatro infecções de ouvido em um mesmo ano ou ter pneumonia mais de uma vez.

 

14. Amarelelecimento dos olhos ou da pele

É chamado de icterícia e pode significar que o seu sistema imunológico está atacando e destruindo as células hepáticas saudáveis. Isso pode levar a uma condição chamada hepatite autoimune, um dos sintomas de imunidade baixa.

 

15. Erupção cutânea

A sua pele é a primeira barreira do corpo contra os germes e por isso a sua aparência e a sensação podem refletir o desempenho do seu sistema imunológico.

Comichão, pele seca e avermelhada são sintomas bastante comuns de inflamação e o mesmo ocorre com uma erupção cutânea dolorosa ou que não cicatriza.

Pessoas com lúpus costumam ter uma erupção cutânea nas bochechas e no nariz em forma de borboleta.

 

16. Problemas na deglutição

Se você sentir dificuldade para comer, seu esôfago pode estar inchado ou fraco demais para funcionar bem.

Algumas pessoas sentem que a comida está presa na garganta ou no peito, enquanto outras engasgam quando engolem.

Uma das possíveis causas pode ser um problema com o seu sistema imunológico e por isso esse é mais um dos sintomas de imunidade baixa.

 

Fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/16-sintomas-de-imunidade-baixa/ - Especialista consultor(a): Dra. Patricia Leite