sábado, 11 de julho de 2026

15 hábitos simples que ajudam a combater a gordura abdominal


Adotar hábitos saudáveis para controlar o acúmulo de gordura na região abdominal vai muito além da aparência

 

Seja por motivos de saúde ou de estética, reduzir a gordura abdominal está entre os principais objetivos de muitas pessoas. Além de contribuir para uma silhueta mais definida, diminuir a circunferência da barriga também favorece a saúde física e o bem-estar emocional, reduzindo o risco de diversas doenças.

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma circunferência abdominal igual ou superior a 94 cm nos homens e 80 cm nas mulheres já está associada a um maior risco de problemas cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC), além de diabetes tipo 2 e hipertensão.

 

Por isso, adotar hábitos saudáveis para controlar o acúmulo de gordura na região abdominal vai muito além da aparência: é um investimento na qualidade de vida e na longevidade. Confira!

 

1. Consuma oleaginosas

As oleaginosas, como nozes, amêndoas e castanhas, são ricas em gorduras insaturadas, fibras, proteínas, vitaminas e minerais, nutrientes que desempenham um papel importante na saúde cardiovascular e metabólica. Quando consumidas com moderação como parte de uma alimentação equilibrada, elas podem ajudar a reduzir os níveis de colesterol LDL (o chamado "colesterol ruim") e favorecer o aumento do HDL ("colesterol bom"). Além disso, promovem maior saciedade, o que pode contribuir para o controle do peso e, aliado a hábitos saudáveis, auxiliar na redução da gordura abdominal.

 

2. Alinhe atividade física regular com alimentação

A regularidade na prática de exercícios físicos é um dos fatores mais importantes para quem deseja reduzir a gordura abdominal. Em geral, recomenda-se treinar de três a cinco vezes por semana, frequência que oferece um bom equilíbrio entre o estímulo necessário para melhorar o condicionamento físico e o tempo de recuperação do organismo.

 

No entanto, os melhores resultados são alcançados quando a atividade física é combinada a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis. Além disso, é fundamental respeitar a frequência e a intensidade de treino orientadas por um profissional, evitando sobrecargas, reduzindo o risco de lesões e favorecendo uma evolução segura e consistente.

 

3. Hidrate o corpo

Manter o organismo bem hidratado é essencial não apenas para a saúde geral, mas também para o bom funcionamento do metabolismo, incluindo os processos relacionados à utilização da gordura como fonte de energia. A OMS recomenda a ingestão de 2 litros diários para adultos. No entanto, essa quantidade pode variar conforme idade, peso, prática de atividade física e outras necessidades individuais.

 

4. Durma bem

Dormir bem é fundamental para a saúde do corpo e, também, pode influenciar o controle do peso e a redução da gordura abdominal. Durante o sono, o organismo regula hormônios relacionados à fome, à saciedade e ao metabolismo, como a grelina, a leptina e o cortisol. Quando há poucas horas de descanso ou sono de má qualidade, é comum haver aumento do apetite, maior vontade de consumir alimentos calóricos e mais dificuldade para manter a disposição para a prática de exercícios físicos.

 

5. Priorize a ingestão de fibras

Segundo a OMS, o consumo diário recomendado para adultos é de, no mínimo, 25 g de fibras. As fibras alimentares desempenham um papel importante no controle do peso e podem contribuir para a redução da gordura abdominal quando fazem parte de uma alimentação equilibrada. Presentes em alimentos como frutas, verduras, legumes, cereais integrais e leguminosas, elas aumentam a sensação de saciedade, ajudam a controlar a fome ao longo do dia e favorecem o bom funcionamento do intestino.

 

6. Controle o estresse

Controlar o estresse também é uma estratégia importante para quem deseja reduzir a gordura abdominal. Situações de estresse crônico podem elevar os níveis de cortisol, hormônio que, quando permanece alto por longos períodos, está associado ao aumento do apetite, à maior vontade de consumir alimentos ricos em açúcar e gordura e ao acúmulo de gordura na região da barriga.

Por isso, investir em hábitos que promovam o relaxamento, como praticar atividade física, dormir bem, meditar, manter momentos de lazer e cultivar boas relações sociais, pode favorecer o equilíbrio hormonal, melhorar o bem-estar e contribuir para o controle do peso.

 

7. Reduza o consumo de álcool

Reduzir o consumo de bebidas alcoólicas pode ser um passo importante para quem busca diminuir a gordura abdominal e melhorar a saúde. O álcool fornece calorias, mas poucos nutrientes, e o consumo frequente ou em excesso pode favorecer o ganho de peso, além de dificultar o controle do apetite e estimular escolhas alimentares menos saudáveis.

Além disso, o organismo prioriza a metabolização do álcool, o que pode reduzir temporariamente a utilização da gordura como fonte de energia. Vale ressaltar que, de acordo com a OMS, não existe uma dose segura de consumo de álcool que não afete a saúde em nenhum nível.

 

8. Evite o consumo de sódio

O sódio é responsável por reter líquidos, causando inchaço. Por isso, aqueles que querem perder gordura abdominal devem evitar consumir alimentos ricos na substância, como embutidos, congelados e ultraprocessados, e preferir alimentos naturais, a exemplo de frutas, legumes e vegetais, já que eles contribuem para a manutenção da saúde do corpo. De acordo com a OMS, é recomendado que a ingestão diária de sal não ultrapasse 5 g, correspondendo a 2 mg de sódio e a uma colher de chá rasa.

 

9. Aposte nos alimentos termogênicos

Embora não façam milagres, os alimentos termogênicos podem ser aliados de uma alimentação equilibrada para quem deseja reduzir a gordura abdominal. Ingredientes como pimenta, gengibre, canela, café e chá verde contêm compostos que estimulam a termogênese, processo em que o organismo aumenta o gasto de energia para produzir calor. Esse efeito é relativamente pequeno, mas pode contribuir para o aumento do gasto calórico quando associado à prática regular de atividade física e a hábitos saudáveis.

 

10. Pratique exercícios aeróbicos

Os exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida, ciclismo e natação, são grandes aliados de quem deseja reduzir a gordura abdominal. Essas atividades aumentam o gasto calórico, melhoram o condicionamento físico e contribuem para a utilização da gordura como fonte de energia. De forma geral, recomenda-se praticar pelo menos 30 minutos de atividade aeróbica por dia, respeitando o nível de condicionamento e a orientação de um profissional de educação física.

 

11. Coma devagar

Comer devagar é um hábito simples que pode contribuir para o controle do peso e a redução da gordura abdominal. Ao mastigar os alimentos com calma, o cérebro tem mais tempo para receber os sinais de saciedade enviados pelo organismo, o que ajuda a evitar o consumo excessivo de calorias. Além disso, uma mastigação adequada favorece a digestão, pois aumenta a produção de saliva e facilita a quebra dos alimentos antes que eles cheguem ao estômago.

 

12. Drible o consumo de açúcar

Reduzir o consumo de açúcar é uma medida importante para quem deseja controlar o peso e diminuir a gordura abdominal. O consumo frequente de alimentos e bebidas ricos em açúcares adicionados pode aumentar a ingestão de calorias, favorecer picos de glicose no sangue e estimular o acúmulo de gordura, especialmente na região do abdômen. Por isso, vale priorizar alimentos in natura ou minimamente processados, além de substituir refrigerantes, doces e outros produtos ultraprocessados por opções mais nutritivas.

 

13. Inclua proteínas nas refeições

Incluir proteínas nas principais refeições do dia é uma estratégia importante para quem deseja reduzir a gordura abdominal e preservar a massa muscular durante o processo de emagrecimento. Nutrientes presentes em alimentos como ovos, peixes, frango, carnes magras, leite e derivados, além de leguminosas como feijão, lentilha e grão-de-bico, aumentam a sensação de saciedade e ajudam a controlar a fome entre as refeições.

 

14. Adote uma rotina alimentar

Manter horários regulares para as refeições é um hábito que favorece uma alimentação mais equilibrada e pode contribuir para o controle do peso. Criar uma rotina alimentar ajuda a evitar longos períodos de jejum, reduz a chance de exageros nas refeições seguintes e facilita o planejamento de um cardápio variado e nutritivo.

 

15. Consulte um especialista

Embora hábitos como alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos, sono de qualidade e boa hidratação sejam fundamentais para reduzir a gordura abdominal, é importante buscar orientação de um profissional de saúde antes de iniciar mudanças significativas na rotina.

Isso porque o acúmulo de gordura na região da barriga nem sempre está relacionado apenas ao estilo de vida, podendo estar associado a fatores como alterações hormonais, doenças metabólicas, predisposição genética ou até ao uso de determinados medicamentos. Uma avaliação individualizada permite identificar essas possíveis causas e definir a estratégia mais adequada, segura e eficaz para alcançar melhores resultados e preservar a saúde.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/15-habitos-simples-que-ajudam-a-combater-a-gordura-abdominal,103845bcbead3d630a446e15ad83619dazhlw809.html?utm_source=clipboard - Foto: Prostock-studio | Shutterstock / Portal EdiCase

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Como combinar musculação e pilates para resultados incríveis


Descubra como combinar essas duas modalidades e entenda os benefícios da união para o seu corpo

 

Resumo

Musculação e pilates formam uma combinação poderosa para melhorar força, flexibilidade e postura. O segredo está em alternar os dias de prática para evitar lesões e potencializar os resultados. Enquanto a musculação constrói músculos, o pilates foca na mobilidade e consciência corporal, gerando benefícios duradouros. Um profissional pode ajudá-lo a montar uma rotina equilibrada.   

 

A musculação e o pilates formam uma dupla esportiva perfeita. Muitas pessoas têm dúvidas sobre como combinar essas duas práticas. A união dessas modalidades traz resultados incríveis para a saúde.

 

A combinação melhora tanto a força quanto a flexibilidade. Mas como organizar essa rotina sem sobrecarregar o corpo físico?

 

A importância de intercalar os dias

O segredo principal é intercalar os dias de cada modalidade. A musculação causa microlesões nas suas fibras musculares diariamente.

 

Portanto, o corpo precisa de tempo para se recuperar totalmente. O pilates nos dias alternados ajuda bastante nessa recuperação ativa.

 

Ele foca no alongamento e na mobilidade das suas articulações. Assim, você evita o excesso de treinamento e previne lesões. O equilíbrio entre as práticas é a chave do sucesso.

 

Benefícios complementares para o seu físico

A musculação constrói músculos fortes e acelera o seu metabolismo. Por outro lado, o pilates fortalece profundamente o seu abdômen.

 

Além disso, ele melhora muito a sua postura no cotidiano. Consequentemente, você terá mais consciência corporal para levantar os pesos.

 

A execução dos exercícios na academia será muito mais precisa. Isso garante resultados estéticos mais rápidos e bastante duradouros. As duas atividades se complementam de uma forma muito harmoniosa.

 

Como montar a sua agenda semanal?

Para iniciantes, duas sessões de cada modalidade são o ideal. Faça musculação nas segundas e nas quintas-feiras, por exemplo.

 

Deixe o pilates para as terças e também para as sextas-feiras. Use a quarta-feira para um descanso total ou caminhada leve.

 

Essa divisão garante um estímulo constante sem gerar fadiga extrema. Lembre-se de sempre consultar um bom profissional de educação física.

 

Ele vai adaptar essa rotina maravilhosa aos seus objetivos reais. O acompanhamento garante a sua segurança e otimiza os resultados.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/como-combinar-musculacao-e-pilates-para-resultados-incriveis,c38437bd96aaed48ba29d5698408df8eed9k3gow.html?utm_source=clipboard - Por: Gabriela Bita / Sport Life - Foto: Shutterstock / Sport Life

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Uso indiscriminado de tadalafila no Brasil preocupa especialistas


O uso estético do remédio virou moda nas academias; entenda os riscos dessa prática

 

O consumo de tadalafila no Brasil disparou, tornando-se o segundo remédio mais vendido do país. Inicialmente indicado para disfunção erétil, o uso indevido em academias e como pré-treino preocupa especialistas devido a riscos graves e dependência psicológica. Misturas perigosas e automedicação impulsionam alertas de órgãos de saúde.

 

A febre da tadalafila nas redes sociais impressiona bastante os médicos. O consumo dessa medicação cresceu de forma assustadora no Brasil. As vendas dispararam mais de doi mil por cento em dez anos.

 

O país saltou de três milhões para 75 milhões de caixas vendidas. O período analisado vai de 2015 até o ano de 2025. Hoje, o composto é o segundo remédio mais vendido do mercado nacional.

 

Verdadeiro uso do medicamento

A substância atua como um forte vasodilatador no organismo humano. Ela dilata os vasos sanguíneos e melhora o fluxo de sangue no corpo.

 

O remédio é indicado primariamente para tratar a disfunção erétil masculina. Ele também trata a hipertensão pulmonar e problemas urinários ligados à próstata.

 

Perigos do uso nas academias

Jovens saudáveis começaram a usar o remédio para melhorar o desempenho sexual. Mais recentemente, o uso invadiu com força as academias de musculação. O objetivo principal deles é acelerar o ganho de massa muscular.

 

Entretanto, não existem evidências científicas sólidas para esses usos alternativos. O benefício em pessoas saudáveis nunca foi clinicamente comprovado em nenhum dos cenários.

 

A Anvisa e o Ministério da Saúde já emitiram alertas oficiais recentes. O uso do remédio como estimulante de pré-treino é extremamente perigoso para a saúde.

 

Risco de forte dependência psicológica

Especialistas classificam essa tendência de consumo como algo muito preocupante. A medicação não cria uma ereção automática nem aumenta o desejo sexual do homem.

 

O maior risco atual é o desenvolvimento de uma forte dependência psicológica. A substância não causa dependência química, mas afeta diretamente a mente.

 

Muitos homens acreditam que só terão uma relação sexual satisfatória se tomarem a pílula. Essa falsa crença destrói a autoconfiança masculina natural aos poucos.

 

Efeitos colaterais e misturas perigosas

O uso indiscriminado traz diversos riscos graves para a saúde do paciente. Os efeitos adversos mais comuns incluem fortes dores de cabeça e dores musculares.

 

O paciente também pode apresentar vermelhidão no rosto e desconforto gastrointestinal. Azia, queimação no estômago e nariz entupido aparecem frequentemente nos relatos médicos. Em situações raras, os efeitos colaterais podem ser ainda mais severos.

 

Os perigos aumentam muito quando há mistura com outras substâncias perigosas. Combinar a pílula com álcool, energéticos, anabolizantes ou drogas recreativas é um erro grave.

 

Por isso, especialistas fazem um alerta urgente contra a automedicação. O uso só é adequado e seguro quando existe indicação médica específica.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/uso-indiscriminado-de-tadalafila-no-brasil-preocupa-especialistas,bba7902988b9e666b7b4ef303521b490ftteczqn.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

quarta-feira, 8 de julho de 2026

5 hábitos que podem enfraquecer a imunidade e favorecer a gripe no inverno


Além das baixas temperaturas, fatores como alimentação, sono e estresse podem influenciar a imunidade e aumentar a vulnerabilidade a infecções

 

No inverno, é comum relacionar as temperaturas mais baixas ao aumento dos casos de gripe. Apesar de as condições da estação criarem um ambiente favorável à circulação de vírus respiratórios, o frio, por si só, não é o responsável por causar essa doença. Na prática, alguns hábitos adotados nesse período podem ter um impacto ainda maior sobre o sistema imunológico.

 

O alerta ganha força diante dos dados mais recentes do boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que apontam aumento das internações por Influenza A e B em diversas regiões do país. O cenário reforça a importância de medidas preventivas para reduzir o risco de complicações, especialmente entre idosos e pessoas com doenças crônicas.

 

Segundo a Dra. Anna Paula Weinhardt, médica vascular que utiliza a Medicina do Estilo de Vida em sua abordagem, a queda da imunidade costuma estar muito mais relacionada ao comportamento do que à temperatura. "As pessoas costumam culpar o frio, mas ele não causa gripe. O que acontece é que, durante o inverno, passamos mais tempo em ambientes fechados e pouco ventilados, facilitando a transmissão dos vírus. Além disso, alguns hábitos comuns nessa época podem comprometer a capacidade de defesa do organismo", explica.

 

Abaixo, a especialista destaca 5 fatores que merecem atenção durante os meses mais frios. Confira!

 

1. Alimentação pobre em nutrientes dificulta o funcionamento do sistema imunológico

A base do sistema imune começa no intestino. Priorizar frutas, vegetais, legumes, proteínas de alta qualidade e gorduras boas fornece os micronutrientes necessários para as células de defesa. Em contrapartida, é fundamental reduzir o consumo de ultraprocessados, açúcar e álcool. 

 

2. Dormir menos enfraquece as defesas do organismo

Dormir bem não é luxo, é regulação metabólica. O sono insuficiente ou de má qualidade reduz drasticamente a eficiência dos glóbulos brancos e sabota a produção de anticorpos, deixando a porta aberta para infecções virais e bacterianas.

 

3. O estresse constante afeta a resposta imunológica

O estresse prolongado mantém os níveis de cortisol permanentemente elevados. Esse hormônio, em excesso, inibe a ação dos linfócitos e prejudica a comunicação entre as células imunológicas. Praticar hobbies, meditação ou atividades relaxantes é essencial para manter essa barreira ativa.

 

4. Sedentarismo reduz a eficiência do organismo

Fazer exercícios é um modulador imunológico natural. A prática frequente melhora a circulação das células de defesa pelo corpo, ajuda no controle do peso, otimiza a sensibilidade à insulina e ainda atua diretamente na redução da ansiedade.

 

5. A hidratação continua sendo essencial no inverno

Beber água evita o ressecamento das mucosas do nariz e da garganta. Essas vias úmidas funcionam como uma barreira física que retém e elimina vírus e bactérias com mais eficiência, dificultando a entrada de infecções respiratórias no organismo. O ar seco do frio também rouba a umidade do corpo ao respirar, portanto é importante manter-se sempre hidratado.

 

Vacinação continua sendo a principal forma de prevenção

Apesar da importância dos hábitos saudáveis, a Dra. Anna Paula Weinhardt ressalta que nenhuma estratégia substitui a vacinação contra a gripe. "A vacina continua sendo a medida mais eficaz para prevenir casos graves, hospitalizações e complicações relacionadas à influenza. Pessoas idosas, gestantes, pacientes com doenças crônicas e outros grupos de risco devem manter o calendário vacinal atualizado", reforça.

 

Além da vacinação, manter ambientes ventilados, higienizar as mãos regularmente e evitar contato próximo com pessoas sintomáticas seguem sendo medidas importantes para reduzir a transmissão dos vírus respiratórios.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/5-habitos-que-podem-enfraquecer-a-imunidade-e-favorecer-a-gripe-no-inverno,a09b5861623c95954b4be18280879797lh1vugi2.html?utm_source=clipboard - Por Felipe Sá - Foto: Photoroyalty | Shutterstock / Portal EdiCase

terça-feira, 7 de julho de 2026

6 combinações entre medicamentos e alimentos que devem ser evitadas


Entenda como certas interações podem afetar o tratamento e aumentar o risco de efeitos adversos

 

A forma como os medicamentos são consumidos pode interferir diretamente na sua eficácia e na sua segurança. A combinação com outros remédios, bem como com determinados alimentos, bebidas ou até hábitos do dia a dia, pode influenciar o efeito ou mesmo aumentar o risco de reações indesejadas. Por isso, é necessário cuidado e orientação adequada para garantir que o tratamento funcione corretamente.

 

"Alguns alimentos podem alterar a absorção, a metabolização ou até potencializar os efeitos dos medicamentos. Por isso, é fundamental seguir corretamente as orientações de uso e, sempre que possível, tirar dúvidas com um profissional de saúde", orienta Lincoln Cardoso, coordenador do curso de Farmácia da Faculdade Anhanguera.

 

A seguir, confira algumas combinações entre medicamentos e alimentos que devem ser evitadas!

 

1. Leite e antibióticos

O consumo de leite e derivados com alguns antibióticos pode prejudicar a absorção do medicamento pelo organismo. Isso acontece porque o cálcio presente nesses alimentos pode se ligar ao princípio ativo do remédio, reduzindo a sua eficácia. Por isso, o ideal é respeitar um intervalo entre a ingestão do antibiótico e de laticínios, sempre com base na orientação de um farmacêutico de confiança.

 

2. Álcool e medicamentos em geral

A ingestão de bebidas alcoólicas durante o uso de medicamentos deve ser evitada. O álcool pode potencializar efeitos colaterais, como sonolência e tontura, além de sobrecarregar o fígado, órgão responsável por metabolizar muitas substâncias. Em alguns casos, a combinação pode ser perigosa.

 

3. Café e medicamentos estimulantes ou ansiolíticos

A cafeína pode interferir na ação de alguns medicamentos, principalmente aqueles que atuam no sistema nervoso central. Em alguns casos, pode aumentar efeitos como agitação e ansiedade; em outros, pode reduzir o efeito de medicamentos calmantes, ansiolíticos e sedativos.

 

4. Alimentos ricos em gordura e certos medicamentos

Refeições muito gordurosas podem retardar a absorção de alguns medicamentos, atrasando o início do efeito. Em outros casos, podem até aumentar a absorção de forma descontrolada, elevando o risco de efeitos colaterais. A regra geral é ingerir os remédios 1 hora antes ou 2 horas depois das refeições, a menos que o médico indique o contrário.

 

5. Suco de grapefruit (toranja) e diversos remédios

Embora não seja tão comum no Brasil, o suco de grapefruit é conhecido por interferir na ação de diversos medicamentos, especialmente aqueles usados para colesterol e pressão arterial. Ele pode aumentar a concentração do princípio ativo do medicamento no organismo, elevando o risco de reações adversas e efeitos colaterais.

 

6. Vegetais verde-escuros e anticoagulantes

Alimentos como couve, espinafre e brócolis são ricos em vitamina K, que pode interferir na ação de medicamentos anticoagulantes. Isso não significa que devem ser evitados completamente, mas é importante manter um consumo equilibrado e constante.

 

Sempre siga as orientações

Segundo o professor Lincoln Cardoso, o principal cuidado é evitar a automedicação e sempre seguir as orientações da bula ou de um profissional de saúde. "Pequenos hábitos, como tomar o medicamento com água e respeitar os horários, fazem toda a diferença no resultado do tratamento", finaliza.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/6-combinacoes-entre-medicamentos-e-alimentos-que-devem-ser-evitadas,0f4922084cd1765239a6ec48e08c0ae9rqp7y5xf.html?utm_source=clipboard - Por Priscila Dezidério - Foto: Daniel Hoz | Shutterstock / Portal EdiCase