quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Sua pele está tentando te avisar algo? Veja a relação entre o coração


Manchas na pele e sinais discretos podem indicar risco cardiovascular elevado, alertam especialistas do InCor

 

Manchas na pele podem ir além da estética. Em alguns casos, funcionam como sinais de alerta para o coração.

 

Especialistas do Instituto do Coração (InCor) explicam que certas alterações cutâneas estão associadas a maior risco cardiovascular.

 

Quais manchas na pele merecem atenção?

Alguns sinais visíveis podem indicar colesterol ou triglicérides elevados. Entre eles estão:

 

Sinal de Frank.

Xantelasma nas pálpebras.

Xantomas tendinosos.

Arco corneano precoce.

 

O sinal de Frank é uma dobra diagonal no lóbulo da orelha. Estudos mostram associação com obstruções arteriais.

 

Xantelasma são placas amareladas nas pálpebras. Já os xantomas são nódulos firmes nos tendões, como o de Aquiles.

 

O arco corneano é um anel esbranquiçado ao redor da córnea. Quando surge cedo, pode indicar alteração metabólica.

 

O que esses sinais têm a ver com o coração?

Essas alterações podem refletir acúmulo de gordura no sangue. Isso aumenta o risco de aterosclerose.

 

Aterosclerose é o acúmulo de placas de gordura nas artérias. Com o tempo, pode levar a infarto ou AVC.

 

É importante esclarecer: esses sinais não causam infarto. Eles podem apenas indicar maior probabilidade de risco.

 

Quais são os verdadeiros fatores de risco?

Os principais fatores continuam sendo:

 

Hipertensão arterial.

Diabetes.

Sedentarismo.

Tabagismo.

Colesterol elevado.

Consumo excessivo de álcool.

 

Quando procurar ajuda?

A presença dessas manchas na pele não exige ida imediata ao pronto-socorro. A avaliação pode ser feita em consulta de rotina.

 

O médico pode solicitar exames como colesterol, triglicérides e glicemia. Testes de imagem também ajudam a avaliar possíveis placas nas artérias.

 

Pessoas jovens e sem sintomas devem redobrar atenção. Quando sinais aparecem cedo, podem indicar distúrbios metabólicos importantes.

 

Manchas na pele nem sempre são apenas dermatológicas. Observar o corpo e manter acompanhamento regular pode fazer diferença real na prevenção cardiovascular.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sua-pele-esta-tentando-te-avisar-algo-veja-a-relacao-entre-o-coracao,1e2ba488dc199f66d55501c0f07fa4fe4tuiza2l.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Dormir menos de sete horas pode estar ligado a vida mais curta


Dormir pouco pode ter consequências mais sérias do que cansaço no dia seguinte. Um estudo americano sugere que pessoas que dormem menos de sete horas por noite tendem a ter menor expectativa de vida.

 

Os pesquisadores analisaram dados nacionais de saúde e compararam hábitos de vida com a expectativa média de vida em diferentes regiões dos Estados Unidos. Entre vários fatores avaliados, o sono insuficiente apareceu como um dos mais fortemente associados a viver menos, ficando atrás apenas do tabagismo.

 

O padrão se manteve ao longo dos anos analisados e em grande parte do país. Segundo os especialistas, o sono é essencial para o bom funcionamento do coração, do sistema imunológico e do cérebro. Quando o descanso é cronicamente insuficiente, o risco de doenças aumenta, o que pode levar à morte precoce.

 

Embora o estudo não prove que dormir pouco cause diretamente a redução da expectativa de vida, os resultados reforçam a importância do sono como pilar da saúde. Assim como alimentação equilibrada e atividade física, dormir bem deve ser tratado como prioridade para quem deseja viver mais e melhor.

 

Fonte: SLEEP Advances. DOI: 10.1093/sleepadvances/zpaf090.

 

Fonte: https://www.boasaude.com.br/noticias/22064/dormir-menos-de-sete-horas-pode-estar-ligado-a-vida-mais-curta.html?utm_source=terra_capa_vida-e-estilo&utm_medium=referral


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Emagrecer sem academia: 5 exercícios para fazer em casa


Quer emagrecer sem ir à academia? Veja 5 exercícios simples para fazer em casa, gastar mais calorias e perder peso sem sofrer.

 

Quem quer emagrecer muitas vezes já começa desanimado. Só de pensar em sacrifício, dieta rígida e treinos pesados, a motivação cai.

 

Mas não precisa ser assim. É possível emagrecer com atividades simples, feitas em casa, sem equipamentos e sem sofrimento.

 

Como lembra o educador físico e pedagogo Leandro Twin, "é melhor fazer o segundo treino mais eficiente do mundo, durante o ano inteiro do que fazer o primeiro por apenas três meses".

 

Ou seja: constância vale mais do que perfeição.

 

Para ajudar nesse processo, a educadora física e personal trainer Lana Pessoa separou 5 exercícios práticos, que aumentam o gasto calórico diário e podem ser feitos em casa.

 

1. Agachamento com salto

O agachamento com salto é um excelente exercício para emagrecer e fortalecer pernas e glúteos.

 

Como fazer:

Fique em pé, com os pés afastados na largura do quadril.

Flexione joelhos e quadril, jogando os glúteos para trás, como se fosse sentar.

Mantenha o peito levemente erguido e o abdômen firme.

Ao subir, dê um salto para cima, estendendo bem o corpo.

Aterre com cuidado, voltando à posição de agachamento.

Segundo Lana Pessoa, "é um exercício poderoso para começarmos a sequência.

Nele, temos alto gasto calórico, pois movimentamos o corpo como um todo

 

(pernas, abdômen e braços para dar potência na hora da subida). Trabalhamos de maneira localizada, fortalecendo principalmente pernas e glúteos".

 

2. Corrida parada

A corrida parada é uma ótima saída para quem quer emagrecer sem sair de casa.

 

Como fazer:

Fique em pé, com postura ereta.

Simule uma corrida no lugar, elevando os joelhos o máximo que conseguir.

Use os braços para ajudar no movimento, como se estivesse correndo de verdade.

"As corridas têm alto gasto calórico e, quando se empurra o calcanhar para o chão para levantar o joelho, se potencializa a ação localizada nos glúteos", explica Lana.

É um movimento simples, mas que sobe o ritmo cardíaco e ajuda muito no gasto de energia.

 

3. Ajoelhar e levantar

Esse exercício trabalha força de pernas, glúteos e equilíbrio, e também ajuda a emagrecer por exigir bastante esforço muscular.

 

Como fazer:

Comece em pé.

Ajoelhe no chão, apoiando um joelho de cada vez.

Em seguida, volte à posição de pé usando apenas uma perna para subir.

A cada repetição, alterne a perna que inicia a subida.

De acordo com Lana Pessoa, ao levantar todo o peso do corpo com uma perna, o gasto calórico aumenta bastante. "Quando se empurra o pé em direção ao solo para subir novamente, focamos bastante nas pernas".

É um exercício que exige atenção e controle, então faça em um local seguro.

 

4. Polichinelo

Clássico de educação física, o polichinelo continua sendo um aliado para quem quer emagrecer em casa.

 

Como fazer:

 

Fique em pé, com braços ao lado do corpo e pés juntos.

Dê um pequeno salto, abrindo as pernas enquanto eleva os braços acima da cabeça.

No salto seguinte, feche as pernas e traga os braços de volta para os lados.

Repita em ritmo constante.

"Nesse movimento trabalhamos bastante a panturrilha, minimizando as varizes

e fortalecemos os ombros. E isso é muito importante para melhorar a proporção entre cintura e ombro,

na situação de triângulo.

O resultado será a aparência de uma cintura mais fina", explica a personal.

Além de queima calórica, o polichinelo ajuda na resistência do coração e pulmões.

 

5. Pular corda (sem corda)

Mesmo sem corda, é possível simular o movimento e acelerar o processo de emagrecer.

 

Como fazer:

Fique em pé, com pés afastados na largura do quadril.

Simule pequenos saltos, como se estivesse pulando corda.

Movimente as mãos como se estivesse girando a corda.

"Caso tenha coordenação motora, pode incluir socos, como se houvesse um saco de boxe à sua frente. Esse é um exercício que trabalha os membros inferiores, superiores e promove alto gasto calórico", revela Lana.

É uma opção ótima para quem quer um treino dinâmico e divertido.

 

Dica especial para emagrecer sem sofrer

Para transformar esses exercícios em um treino eficiente, Lana Pessoa sugere organizar tudo em formato de circuito:

 

Faça cada movimento por 30 segundos.

Descanse 10 segundos, caminhando de um lado para o outro.

Se sobrar energia, repita o circuito até completar 15, 20 ou 30 minutos.

Para fechar com chave de ouro, a personal dá um toque final:

"Para finalizar a sequência, você pode dançar duas músicas que você adora, assim você solta o corpo e continua gastando calorias, o que torna o treino ainda mais gostoso".

Dessa forma, o processo de emagrecer deixa de ser um peso e passa a ser parte de uma rotina leve, prazerosa e possível de manter.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/emagrecer-sem-academia-5-exercicios-para-fazer-em-casa,2c8be8f9d8ef7e3c3db2403e9d0ecd85hetr4c3l.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Shutterstock

Professor José Costa e a equipe campeã de basquete do CEMB


Professor José Costa e a equipe campeã de basquete pela categoria B do Colégio Estadual Murilo Braga nos Jogos da Primavera – 1983. A equipe era formada por: Rita de Cássia, Marli, Luciene, Irlene, Josívânia, Marivalda, Rosângela, Gicelma, Cida e Gicélia. Essa foi a 2ª medalha que ganhamos, pois algumas alunas dessa equipe ganharam a 1ª medalha de ouro do basquete pela categoria A em 1981. Infelizmente eu não tenho a foto dessa conquista. Meninas de Ouro!

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Já pensou em dançar? Veja 5 benefícios para a saúde


Atividade melhora o condicionamento, reduz o estresse e fortalece o corpo de forma divertida

 

Os benefícios da dança vão muito além da diversão. O que antes era associado apenas a festas e musicais hoje faz parte da rotina de academias e estúdios.

 

E o melhor: é uma atividade acessível para diferentes idades e níveis de condicionamento.

 

Segundo a especialista Ludmilla Marzano, a dança é dinâmica, trabalha o corpo todo e ainda fortalece a autoestima.

 

1. Dançar ajuda a queimar calorias

A dança funciona como um "exercício disfarçado". A pessoa se diverte e, ao mesmo tempo, se movimenta intensamente.

Dependendo da intensidade aplicada nos movimentos, é possível ter alto gasto calórico. Em aulas como a zumba, por exemplo, esse número pode ser expressivo.

Como qualquer prática física, a frequência faz diferença. O ideal é manter pelo menos três aulas por semana.

Pouco treino ainda é treino. Mas constância é o que traz resultado.

 

2. Combate o estresse do dia a dia

O estresse tende a deixar o corpo rígido e tenso. Ao começar a dançar, o movimento ajuda a liberar essa tensão acumulada.

A atividade estimula a liberação de substâncias associadas à sensação de prazer e bem-estar. A música também influencia o humor.

Segundo Ludmilla, muitas pessoas já chegam à aula sorrindo ao ouvir os primeiros acordes.

Movimento e música formam uma combinação poderosa.

 

3. Tonifica os músculos

A dança trabalha diferentes grupos musculares ao mesmo tempo. Ritmos variados exigem deslocamentos, giros, agachamentos e movimentos de braços.

Aulas como a zumba combinam estilos como salsa, merengue, cumbia e reggaeton. Essa variação amplia o estímulo muscular.

O resultado é fortalecimento global, especialmente em pernas, abdômen e braços.

 

4. Ajuda a reduzir a ansiedade

Para acompanhar a coreografia, é preciso atenção no momento presente. Esse foco ajuda a diminuir pensamentos repetitivos e preocupações excessivas.

Durante a aula, o corpo se movimenta e a mente se concentra na sequência de passos.

Essa combinação favorece sensação de leveza mental.

 

5. Estimula a socialização

As aulas costumam ser realizadas em grupo. Isso cria ambiente de troca e incentivo coletivo.

Ver outras pessoas evoluindo motiva. Compartilhar desafios aproxima.

A dança também fortalece autoestima. Cada nova coreografia aprendida reforça sensação de conquista.

 

Dançar é para todos

A dança pode ser adaptada a diferentes níveis de preparo físico. Não exige experiência prévia nem padrão corporal específico.

Se o objetivo é se movimentar, melhorar o condicionamento e cuidar da saúde mental, a dança é uma opção eficiente e prazerosa.

Não existe exercício perfeito. Existe aquele que você consegue manter.

Se dançar faz você voltar na próxima aula, já é um ótimo começo.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/ja-pensou-em-dancar-veja-5-beneficios-para-a-saude,7de040581392c8a340149a8c370f53c8i5sepen6.html?utm_source=clipboard -  Foto: Shutterstock / Sport Life