quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

4 coisas que afetam seu coração sem você perceber


Descubra 4 hábitos do dia a dia que afetam o coração em silêncio e veja como proteger sua saúde cardíaca.

 

Todo mundo sabe que boa alimentação e exercício ajudam o coração. Mas nem sempre é aí que mora o perigo.

 

Segundo o cardiologista Dr. Roberto Yano, muitos hábitos considerados "inofensivos" no dia a dia podem prejudicar a saúde cardíaca sem que a pessoa perceba.

 

O coração é um órgão nobre: ele bombeia sangue e oxigênio para todo o corpo, mantendo órgãos e tecidos funcionando bem e garantindo nossa vitalidade e bem-estar.

 

O problema é que o nosso estilo de vida pode fortalecer ou desgastar esse sistema de forma direta e, muitas vezes, silenciosa.

 

"Muitas pessoas acabam subestimando os impactos dos seus hábitos na saúde do coração, negligenciando cuidados preventivos. Isso acontece porque muitas coisas são tidas como banais ou com pouco impacto, mas que, principalmente com o passar do tempo, acabam gerando grandes impactos", afirma o especialista.

 

Pensando nisso, ele destaca 4 coisas que afetam seu coração sem você perceber.

 

1. Saúde mental: ansiedade e depressão também pesam no coração

A saúde emocional e a saúde do coração andam juntas. Não é "drama", é fisiologia.

De acordo com o Dr. Roberto Yano, problemas como ansiedade, depressão e estresse crônico podem prejudicar diretamente a saúde cardiovascular, aumentando o risco de doenças cardíacas e complicações.

Além disso, comportamentos como solidão e isolamento social também impactam o coração, mesmo que não doa no peito de imediato.

Cuidar da mente com terapia, apoio social, lazer e autocuidado é também uma forma de proteger o coração.

 

2. Sono de má qualidade: noites ruins, risco maior

Dormir mal não "só" deixa você cansado. Afeta o coração de verdade.

Segundo o cardiologista, a insônia crônica, privação constante de sono e rotina de sono de má qualidade podem aumentar o risco de infarto e AVC, além de estimular ansiedade e estresse.

Isso cria um ciclo perigoso: a pessoa dorme mal, fica mais tensa, e isso pesa ainda mais sobre o coração.

Priorizar o sono com horário regular, ambiente adequado, menos telas à noite também é uma medida de saúde cardíaca.

 

3. Ficar sentado demais: o perigo de passar horas parado

Passar boa parte do dia sentado não é só desconfortável. É ruim para a circulação e para o coração.

Roberto Yano lembra que estudos já mostram: ficar muitas horas sentado prejudica a circulação sanguínea e, consequentemente, a saúde cardíaca.

 

Isso vale para:

 

Quem trabalha o dia todo na frente do computador.

Quem passa muitas horas seguidas no sofá.

Quem quase não se levanta durante o dia.

Para reduzir esses riscos, o médico recomenda pausas regulares:

Levantar a cada 1 ou 2 horas.

Caminhar alguns minutos.

Fazer alongamentos ou movimentos leves.

 

Essas pequenas quebras já ajudam a estimular o sangue a circular melhor e aliviam a carga sobre o coração.

 

4. Só procurar médico quando aparecem sintomas

Esse é um dos erros mais comuns e mais perigosos.

Em muitas doenças cardiovasculares, os primeiros sintomas aparecem quando a situação já está avançada. Nessa fase, as chances de recuperação podem ser menores.

Por isso, consultar um médico apenas quando algo está doendo, apertando ou incomodando muito não é o ideal.

"É importante realizar exames de rotina, mesmo sem sintomas, como forma de identificar precocemente quaisquer doenças que surjam e tratá-las de forma mais eficaz", explica o Dr. Roberto Yano.

Check-ups, avaliação da pressão, exames de sangue e acompanhamento regular são aliados importantes para proteger seu coração ao longo dos anos.

 

Como começar a cuidar melhor do seu coração hoje

Você não precisa mudar tudo de uma vez. Mas pode começar com passos simples:

 

Observar como anda sua saúde mental.

Cuidar melhor do horário e da qualidade do sono.

Levantar mais durante o dia e se movimentar.

Marcar uma consulta de rotina, mesmo sem sintomas.

 

Seu coração sente o impacto desses gestos todos os dias, para o bem ou para o mal. Cuidar dele agora é uma forma de garantir mais saúde, energia e qualidade de vida no futuro.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/4-coisas-que-afetam-seu-coracao-sem-voce-perceber,938ab24334fa2c7ada03a0bc6282aea1xexu0k1w.html - Foto: Reprodução/Shutterstock

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Campanha da Fraternidade da CNBB foca no direito à moradia digna


Igreja Católica defende habitação como porta de entrada à cidadania

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou nesta Quarta-feira de Cinzas (18), em Brasília, a Campanha da Fraternidade (CF) de 2026, com o lema "Ele veio morar entre nós" (João 1,14).

 

Com o tema “Fraternidade e Moradia”, a Igreja católica trata da realidade de milhões de brasileiros que ainda não têm acesso a uma casa adequada.

 

A CNBB esclarece que esta edição da campanha foi inspirada em uma sugestão da Pastoral da Moradia e Favelas. O objetivo é provocar uma reflexão sobre a habitação como um direito fundamental e a "porta de entrada" para outros direitos, como saúde, segurança, educação e dignidade.

 

Na abertura, o secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoerpers, destacou que ter moradia segura não é um privilégio.

 

“Não podemos naturalizar que alguém viva sem teto e aceitar que crianças cresçam em áreas de risco. Não podemos considerar inevitável que a desigualdade determine quem tem direito a morar com dignidade. A moradia não é privilégio, é condição básica para o exercício de outros direitos”, defendeu o secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoerpers.

 

O secretário-executivo de Campanhas da CNBB, padre da Diocese da Campanha (MG), Jean Poul Hansen, leu a mensagem do Papa Leão XIV para a campanha. Ele recordou que a Sagrada Família viveu o drama da falta de abrigo em Belém e o menino Jesus nasceu em uma manjedoura presépio, o que o identifica com aqueles que não têm um teto digno.

 

O padre Jean Poul Hansen também convocou a sociedade e o poder público a debater e garantir o direito à habitação, não apenas em períodos de campanha.  “Deve ser uma atitude constante que nos compromete a ir ao encontro de Cristo presente naqueles que não tem onde morar.”

 

Durante a cerimônia, também foi apresentada a experiência da comunidade católica de Trindade em Salvador (BA) de conquista da moradia digna para pessoas em situação de rua.  O responsável pela iniciativa local, Irmão Henrique Peregrino, destacou os avanços obtidos.

 

“Não é apenas oferecer muros e teto, mas é oferecer o aconchego de um lar, um sentir-se em casa, em família; de poder continuar a acompanhar a saúde, ajudar a pessoa a administrar seus recursos, estar presente na geração de renda, ajudar a pessoa a se encontrar.”

 

Números do déficit habitacional

A Campanha da Fraternidade de 2026 chama atenção para a realidade habitacional, sendo que cerca de 328 mil pessoas vivem em situação de rua. Os dados são de 2022.

 

O sacerdote Jean Poul Hansen, cobrou o cumprimento do papel do Estado na redução do déficit habitacional brasileiro.

 

"A política é a forma mais excelente da caridade. [...] Nós devemos também fazer ações sociopolíticas em todos os âmbitos de governo e da sociedade, no município, no estado, na nação. O Brasil espera de nós ações que promovam políticas públicas de habitação em todos os âmbitos."

 

O secretário-geral Dom Hoerpers também reforçou que as políticas públicas habitacionais não são concessões, mas deveres do Estado.

 

“A crise habitacional deve mobilizar a sociedade com um todo. Primeiro as autoridades públicas, nos âmbitos municipal, estadual e federal, que a moradia digna seja prioridade nas agendas e nos orçamentos."

 

Dados do Ministério das Cidades apontam que, entre 2022 e 2023, houve recuo de 3,8% na quantidade de famílias sem imóvel próprio para morar. Com isso, o déficit habitacional absoluto teria baixado de 6,21 milhões de domicílios para 5,97 milhões, no período.

 

O governo federal destaca que o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) contratou mais de 1,9 milhão de unidades desde 2023, com investimento público superior a R$ 300 bilhões.

 

Atualmente a meta do programa é chegar a 3 milhões de moradias contratadas no fim de 2026, 50% a mais que a meta original.

 

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/campanha-da-fraternidade-da-cnbb-foca-no-direito-moradia-digna - Foto: CNBB/Divulgação - Daniella Almeida - Repórter da Agência Brasil

9 dicas para recuperar o corpo e fortalecer a imunidade após o Carnaval


Nutróloga elenca hábitos saudáveis que garantem mais equilíbrio ao organismo e fortalecem as defesas naturais

 

Após um período de Carnaval marcado por comemorações, viagens e alterações na rotina, é comum que o corpo apresente cansaço, queda de energia, inchaço e maior vulnerabilidade a gripes e resfriados. Isso acontece porque excessos alimentares, consumo de álcool, noites mal dormidas, estresse e quebra da rotina comprometem a capacidade de resposta do organismo e aumentam os processos inflamatórios.

 

A imunidade, no entanto, não depende de soluções rápidas ou fórmulas milagrosas, mas de um conjunto de hábitos consistentes que envolvem alimentação equilibrada, boa hidratação, sono de qualidade, manejo do estresse e retorno à rotina. 

 

Momento de reposição e equilíbrio

Após o Carnaval, a orientação é retomar gradualmente o equilíbrio, com refeições variadas e nutritivas, descanso adequado e cuidado diário, evitando medidas radicais ou compensações extremas, pois o corpo se recupera melhor com constância. 

 

Segundo Marcela Reges, professora de Nutrologia da Afya Goiânia (centro de educação e soluções digitais), "o sistema imunológico é muito sensível ao estilo de vida. Quando há excesso de ultraprocessados, bebidas alcoólicas e pouca ingestão de nutrientes, o organismo tende a entrar em um estado de maior inflamação e menor capacidade de resposta", explica.

 

 

A hidratação e o consumo adequado de vitaminas e minerais são essenciais para fortalecer o organismo

Foto: Drazen Zigic | Shutterstock / Portal EdiCase

Como fortalecer a imunidade após o Carnaval

A especialista destaca que, após dias de maior exposição ao calor e desgaste físico, a hidratação e o consumo adequado de vitaminas e minerais são essenciais para fortalecer o organismo. "A hidratação é uma das formas mais rápidas de ajudar o corpo a se recuperar. Com calor, noites mal dormidas e maior desgaste físico, perdemos mais líquidos e minerais. Beber água ao longo do dia e manter uma alimentação rica em nutrientes ajuda o organismo a voltar ao equilíbrio. Nosso corpo funciona como uma engrenagem, quando falta água, nenhuma etapa acontece direito", afirma. 

 

A médica também explica que, embora muitas pessoas associem a imunidade apenas à vitamina C, o corpo depende de um conjunto de nutrientes, como zinco, selênio, ferro, vitamina A e, principalmente, proteínas de qualidade, fundamentais para a formação e ativação das células de defesa. Sem ingestão proteica suficiente, o corpo não consegue produzir anticorpos de maneira adequada.

 

Outro ponto importante é o papel do intestino na saúde imunológica, já que grande parte das células do sistema de defesa está ligada ao trato gastrointestinal, o que reforça a necessidade de uma alimentação rica em fibras e alimentos naturais.

 

"Grande parte da nossa imunidade começa no intestino, pois a microbiota intestinal influencia diretamente a resposta do organismo. Quando a alimentação é pobre em fibras e rica em industrializados, esse equilíbrio é prejudicado, afetando não só a digestão, mas também a resistência do corpo", destaca a especialista.

 

Dicas para fortalecer a imunidade

Hidrate-se ao longo do dia: beba água e água de coco para ajudar na reposição de minerais;

Consuma frutas ricas em antioxidantes: acerola, kiwi, laranja e morango;

Inclua proteínas em todas as refeições: ovos, peixes, frango e leguminosas;

Aposte em alimentos com ação anti-inflamatória: azeite de oliva, gengibre e vegetais verdes;

Inclua fibras nas refeições: presentes em feijão, aveia, verduras e sementes;

Evite excesso de álcool, açúcar e ultraprocessados: esses alimentos favorecem processos inflamatórios;

Priorize um sono de qualidade, já que o descanso é essencial para o bom funcionamento do sistema imune;

Priorize comida de verdade: quanto mais natural for sua alimentação, menor tende a ser o nível de inflamação do organismo;

Retome sua rotina: manter horários regulares para comer e dormir ajuda o corpo a sair do estado de estresse metabólico.

A Dra. Marcela Reges reforça que não é preciso recorrer a medidas radicais para recuperar o equilíbrio do organismo. "O corpo não precisa de punição, precisa de estratégia. O segredo é não ignorar os sinais que ele dá", conclui a nutróloga.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/9-dicas-para-recuperar-o-corpo-e-fortalecer-a-imunidade-apos-o-carnaval,e6568fe66b91a02fe54c5b6dc0f59563wjgvhmb1.html?utm_source=clipboard - Por Beatriz Felicio - Foto: Drazen Zigic | Shutterstock / Portal EdiCase

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Fibromialgia: veja como aliviar os sintomas da síndrome


Condição é caracterizada por dor musculoesquelética generalizada, fadiga e sono não reparador


A fibromialgia tem ganhado cada vez mais visibilidade no debate público e na área da saúde, principalmente pelos impactos que provoca na qualidade de vida de quem convive com a condição. A síndrome, marcada por dores crônicas e sintomas persistentes, pode comprometer o desempenho no trabalho, a vida social e o bem-estar emocional, além de dificultar a realização de atividades cotidianas.


Em janeiro, entrou em vigor a Lei nº 14.705, que abre a possibilidade de reconhecimento de pessoas com fibromialgia e outras doenças semelhantes como indivíduos com deficiência. O enquadramento, no entanto, depende de uma avaliação biopsicossocial multiprofissional e interdisciplinar, que considera impedimentos nas funções e estruturas do corpo, bem como limitações no desempenho de atividades e na participação social.


Conforme a Sociedade Brasileira de Reumatologia, cerca de 3% da população brasileira convive com a fibromialgia. A condição é mais frequente em mulheres — de cada dez pacientes diagnosticados, sete a nove são do sexo feminino —, mas também pode afetar homens, idosos, adolescentes e até crianças.


Sintomas da fibromialgia e seus impactos no sono

Segundo Karina Paez, profissional da área de clínica médica do AmorSaúde, rede de clínicas parceiras do Cartão de TODOS, a fibromialgia não se manifesta apenas por meio da dor. "A doença vem acompanhada de outros sintomas que vão muito além do físico, como alterações no sono, no humor e na disposição, queixas frequentes que acabam impactando diretamente a rotina dos pacientes", afirma.


Ela explica que esses sintomas costumam estar "relacionados à forma como o sistema nervoso processa a dor, fazendo com que estímulos comuns sejam percebidos de maneira mais intensa". Com o tempo, esse quadro pode tornar tarefas simples mais cansativas e prejudicar o equilíbrio emocional, como é o caso do sono. Isso porque a dificuldade para dormir bem é uma das queixas mais comuns entre pessoas com fibromialgia e um fator que contribui para o aumento da dor. "Quem convive com a síndrome costuma ter um sono leve e fragmentado, mesmo quando dorme por várias horas", destaca Karina Paez.


Segundo a médica, a dificuldade em atingir fases profundas do sono compromete a recuperação do corpo. "Quando o descanso não é adequado, o organismo se torna mais sensível à dor, o cansaço aumenta e o cérebro passa a amplificar os estímulos dolorosos", alerta. Esse cenário cria um ciclo difícil de romper, em que a dor prejudica o sono e o sono ruim intensifica a dor.


Hábitos que ajudam a aliviar os sintomas

Apesar de não ter cura, a fibromialgia pode ser amenizada com mudanças simples no dia a dia. Entre os principais hábitos recomendados estão:


1. Prática regular de atividade física leve

Exercícios como caminhada, alongamento, pilates e hidroginástica ajudam a reduzir a dor, melhorar a mobilidade e aumentar a disposição física, desde que respeitando os limites do corpo.


2. Manutenção de horários regulares para dormir

Criar uma rotina de sono, com horários consistentes para deitar e acordar, contribui para um descanso mais reparador e pode reduzir a sensibilidade à dor.


3. Controle do estresse emocional

Estratégias para lidar com o estresse, como momentos de lazer, técnicas de relaxamento ou acompanhamento terapêutico, auxiliam no equilíbrio emocional e no controle dos sintomas.


4. Cuidados com a alimentação

Reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados, açúcar e gorduras pode ajudar no controle da inflamação e favorecer a melhora do bem-estar geral.


5. Acompanhamento médico regular

O seguimento contínuo com profissionais de saúde permite ajustes no tratamento e orientações individualizadas, fundamentais para garantir mais qualidade de vida ao paciente.


Mitos e verdades sobre a fibromialgia

Ainda cercada de desinformação, a fibromialgia gera muitas dúvidas. Confira alguns mitos e verdades sobre a síndrome:


1. A fibromialgia é uma doença psicológica

Mito. Embora possa surgir após eventos traumáticos, físicos ou emocionais, a fibromialgia não é considerada uma doença exclusivamente psicológica. A origem da síndrome ainda não é totalmente conhecida, mas acredita-se que envolva fatores genéticos, neurológicos, psicológicos e imunológicos.


2. Existem exames para confirmar a fibromialgia

Mito. O diagnóstico é clínico, baseado na conversa entre médico e paciente e na exclusão de outras doenças. Não há exames laboratoriais ou de imagem que confirmem ou descartem a fibromialgia.


3. A fibromialgia não tem cura

Verdade. A síndrome ainda não tem cura, mas é possível agir para amenizar os sintomas. Sem tratamento adequado, pode levar à limitação funcional e queda significativa na qualidade de vida, o que reforça a importância do acompanhamento médico contínuo.


4. A alimentação pode ajudar no controle dos sintomas

Verdade. Apesar de não existir uma dieta específica para a fibromialgia, mudanças alimentares podem auxiliar no controle dos sintomas. Dietas que reduzem alimentos inflamatórios e ultraprocessados costumam trazer benefícios relatados por pacientes.


5. A fibromialgia é um tipo de artrite

Mito. Diferentemente das artrites, a fibromialgia não provoca inflamação nem causa danos às articulações, músculos ou tecidos. No entanto, pode coexistir com outras doenças reumáticas.


Quando procurar um médico

A avaliação médica é indicada sempre que a dor passa a interferir na rotina ou quando surgem sintomas como cansaço excessivo, alterações importantes do sono ou do humor. Além disso, sinais diferentes do padrão habitual, febre ou perda de peso involuntária devem ser investigados. O acompanhamento regular permite ajustar o tratamento e oferecer mais qualidade de vida a quem convive com a fibromialgia.


Fonte: Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/fibromialgia-veja-como-aliviar-os-sintomas-da-sindrome,ee52cd4e1d244fd4a4368691da44188e7kh11uv4.html?utm_source=clipboard - Por Nayara Campos - Foto: StockImageFactory.com | Shutterstock / Portal EdiCase


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Celulite: conheça 5 mitos e verdades sobre os furinhos na pele


A celulite é conhecida por causar incômodo em muitas mulheres, principalmente na região das pernas; tire suas dúvidas!

 

A celulite é um tema que ainda gera muitas dúvidas, principalmente em relação à causa por trás dos famosos e temidos furinhos na pele, que causam incômodo em tantas mulheres. Para esclarecer alguns mitos e verdades sobre essa condição, reunimos abaixo as dúvidas mais frequentes que as pacientes do método GoldIncision - forma de tratamento que associa as técnicas de bioestimulação e descolamento para tratar a celulite sem cirurgia - fazem aos profissionais. Confira:

 

A celulite pode ser hereditária?

Verdade. Se sua mãe, avós e tias possuem celulite, há grandes chances dela aparecerer em seu corpo também. No entanto, não é regra. O gene é apenas um dos fatores que pode ser considerado a causa desta condição. 

 

A celulite só aparece em pessoas sedentárias?

Mito. O excesso de peso e a má forma podem fazer com que os furinhos fiquem mais aparentes, porém, a celulite pode aparecer em qualquer tipo de corpo, seja ele sedentário ou não. Assim, para prevenir o surgimento da celulite, é importante praticar exercícios físicos regularmente. 

 

A água ajuda prevenir condição?

Verdade. Além de uma dieta bem equilibrada, com alimentos que diminuam a inflamação, beber água e manter-se hidratada auxiliam na firmeza e elasticidade da pele. Além disso, ajuda a eliminar diversas toxinas do corpo por meio da urina e do suor, reduzindo o inchaço. 

 

Jeans apertado causa celulite?

Verdade. De acordo com os profissionais da GoldIncision, o jeans favorece o surgimento dos furinhos na pele. A roupa muito apertada dificulta a circulação e contribui para o inchaço, dois fatores que estão entre as causas desse incômodo. 

 

Celulite é assunto para depois dos 30?

Mito. A celulite é uma condição que pode surgir em qualquer idade. Por isso, é importante adotar protocolos de prevenção como dieta e exercícios, além da realização de procedimentos como drenagem linfática e radiofrequência.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/celulite-conheca-5-mitos-e-verdades-sobre-os-furinhos-na-pele,76c9b06939956f0455eb1c8418d74c02md1wxkz1.html?utm_source=clipboard - Por: Raquel Barreto / Alto Astral - Foto: Shutterstock / Alto Astral