segunda-feira, 4 de maio de 2026

Veja 5 mitos e verdades sobre a saúde dos olhos que você precisa conhecer


O doutor Alexandre Ventura explica os 5 mitos e verdades sobre a saúde dos olhos que todo mundo precisa conhecer.

 

Cuidar da saúde dos olhos ainda é cercado por dúvidas e crenças populares que atravessam gerações. De receitas caseiras a hábitos do dia a dia, nem tudo o que se ouve por aí é verdade. Para esclarecer o que realmente faz sentido, o oftalmologista Alexandre Ventura, do Instituto de Olhos Fernando Ventura (IOFV), comenta cinco mitos e verdades sobre o tema.

 

1. Cenoura faz bem para a vista? — VERDADE (com ressalvas)

Rica em vitamina A, a cenoura é, sim, uma aliada da saúde ocular, mas não faz milagres.

"Ela contribui para o bom funcionamento da retina, especialmente em condições de baixa luminosidade. No entanto, não melhora a visão de quem já tem grau nem substitui tratamentos oftalmológicos", explica Alexandre Ventura.

 

2. Comer formiga faz bem para a vista? — MITO

A crença popular de que ingerir formigas pode beneficiar a visão não tem qualquer respaldo científico.

"Não existe evidência de que isso traga benefícios para os olhos. Pelo contrário, consumir insetos sem preparo adequado pode representar riscos à saúde", alerta o especialista.

 

3. Usar óculos 'vicia' ou piora a visão? — MITO

Muita gente acredita que, ao começar a usar óculos, a dependência aumenta e a visão piora.

"Os óculos não causam piora. Eles apenas corrigem um problema já existente. A sensação de dependência ocorre porque a pessoa passa a enxergar melhor e percebe mais a diferença quando está sem eles", comenta Ventura.

 

4. Ficar muito tempo em telas prejudica a visão? — VERDADE

O uso prolongado de celulares, computadores e tablets pode causar desconfortos visuais.

"O excesso de telas está associado à fadiga ocular, olhos secos e dores de cabeça. Além disso, reduzimos a frequência do piscar, o que piora a lubrificação dos olhos", explica o médico.

Ele recomenda pausas regulares e a chamada regra 20-20-20 (a cada 20 minutos, olhar para algo a 20 pés — cerca de 6 metros — por 20 segundos).

 

5. Ler no escuro faz mal para os olhos? — MITO (mas pode incomodar)

Apesar de não causar danos permanentes, a leitura em ambientes mal iluminados pode gerar desconforto.

"Não há evidência de que isso prejudique a saúde ocular a longo prazo. No entanto, pode provocar cansaço visual e dificultar a leitura, especialmente por longos períodos", pontua Alexandre Ventura.

No fim das contas, manter hábitos saudáveis, ter uma alimentação equilibrada e realizar consultas regulares com o oftalmologista são as melhores formas de preservar a visão.

"A prevenção ainda é o melhor caminho. Muitas doenças oculares são silenciosas e só podem ser detectadas em exames de rotina", conclui o especialista.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/veja-5-mitos-e-verdades-sobre-a-saude-dos-olhos-que-voce-precisa-conhecer,5f0092ea211fad47d16feb669d0d5bea6w48rgjd.html?utm_source=clipboard - Por: Weverton Kaero - Foto: Sol Pulquerio / Portal de Prefeitura

domingo, 3 de maio de 2026

Quanto tempo vive um cachorro? Descubra de acordo com a raça


Saber quanto tempo vive um cachorro ajuda os tutores a cuidarem melhor da saúde dos seus melhores amigos

 

Muitos tutores se perguntam quanto tempo vive um cachorro ao planejar a chegada de um novo integrante na família. A expectativa de vida varia bastante entre os animais e depende de diversos fatores genéticos.

 

Geralmente, o tamanho do animal exerce um papel fundamental na longevidade do pet no dia a dia. Entender essas diferenças ajuda você a oferecer uma qualidade de vida muito melhor para o seu cão.

 

Relação entre porte e idade do cachorro

Uma regra comum no mundo canino é que cães menores tendem a viver mais do que os grandes. Isso ocorre porque o metabolismo de raças gigantes é muito acelerado e desgasta o corpo precocemente.

 

Expectativa de vida por porte

Cães de pequeno porte costumam viver entre 14 e 18 anos com os cuidados adequados. Já os cães grandes ou gigantes apresentam uma média de vida entre 8 e 12 anos.

 

Quanto tempo vive um cachorro? Veja as raças populares

Abaixo, listamos a média de idade das raças mais queridas pelos brasileiros. Confira onde o seu companheiro se encaixa nessa lista de longevidade.

 

Poodle: 14 a 18 anos.

 

Shih Tzu: 10 a 16 anos.

 

Golden Retriever: 10 a 12 anos.

 

Bulldog Francês: 10 a 12 anos.

 

Beagle: 12 a 15 anos.

 

Dachshund (Salsicha): 12 a 16 anos.

 

E os cães sem raça definida (Vira-latas)?

Os vira-latas são famosos por sua resistência e podem viver por muitos anos com saúde. A mistura genética costuma evitar doenças hereditárias comuns em raças puras e específicas.

 

Fatores que influenciam a longevidade canina

Saber quanto tempo vive um cachorro também depende diretamente do estilo de vida que ele leva. Pequenos hábitos diários podem somar anos preciosos ao lado do seu fiel companheiro.

 

Alimentação de alta qualidade

Uma dieta equilibrada previne a obesidade, que é uma das principais causas de doenças em cães. Ofereça rações adequadas para a idade e o nível de atividade física do animal.

 

Rotina de exercícios e consultas

Passeios diários mantêm o coração forte e a mente do cachorro sempre estimulada e feliz. Além disso, visitas regulares ao veterinário ajudam a detectar problemas de saúde logo no início.

 

Cuidados na fase sênior do pet

Quando o cão atinge a idade avançada, suas necessidades mudam e ele precisa de mais conforto. Tapetes antiderrapantes e camas ortopédicas podem ajudar cães idosos com dores nas articulações.

 

Fique atento a mudanças no comportamento, como perda de apetite ou dificuldade para caminhar. Cuidar bem de cada fase garante que ele viva o máximo possível com alegria.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/quanto-tempo-vive-um-cachorro-descubra-de-acordo-com-a-raca,dd3d7ebbb5d1722cbc57ed0dc7eb7ea4m2k1s2nl.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Alto Astral

sábado, 2 de maio de 2026

O segredo para desinflamar: 7 hábitos que dão um 'reset' no seu corpo


Descubra como reduzir a inflamação crônica e proteger sua saúde. Veja dicas de especialistas sobre alimentação, exercícios e sono para equilibrar o seu organismo.

 

A inflamação é um processo natural e essencial para a defesa do corpo humano. Quando sofremos uma lesão ou infecção, o sistema imunológico entra em ação para combater invasores e iniciar a cura.

 

Esse mecanismo gera sinais conhecidos, como vermelhidão, inchaço e calor na região afetada. O problema real surge quando esse "fogo" interno continua aceso mesmo após a recuperação total do tecido lesionado.

 

A diferença entre proteção e risco à saúde

A inflamação crônica funciona de forma silenciosa e persistente no organismo por meses ou anos. Em níveis baixos, ela nem sempre é notada, mas pode estar ligada ao cansaço excessivo e dores articulares.

Fatores como genética e histórico de infecções influenciam nossa suscetibilidade a esse quadro clínico. No entanto, hábitos de vida saudáveis possuem um efeito cumulativo poderoso para manter o equilíbrio do sistema imunológico.

Ainda não está claro o limite exato onde a inflamação se torna perigosa. Mas a ciência sugere que pequenas mudanças diárias ajudam a evitar que o corpo sofra danos permanentes.

 

O poder dos vegetais e das fibras

As plantas são a base de qualquer estratégia alimentar voltada para reduzir a inflamação de forma natural. Vegetais de cores vibrantes, como folhas escuras, frutas vermelhas e cenouras, são ricos em fitoquímicos e antioxidantes.

Essas substâncias ajudam a neutralizar os radicais livres, moléculas instáveis geradas pelo estresse, poluição e má digestão. Quanto maior a diversidade de plantas consumidas, mais variados serão os nutrientes protetores presentes na sua dieta.

A fibra, encontrada em grãos integrais e leguminosas, também desempenha um papel fundamental na saúde do intestino. Estudos vinculam dietas ricas em fibras a menores níveis de marcadores inflamatórios no sangue de pacientes monitorados.

 

Alimentos processados e o impacto no organismo

Os alimentos ultraprocessados, como biscoitos recheados, refrigerantes e refeições congeladas, são grandes gatilhos para a inflamação. Eles costumam carregar excesso de açúcar, sal e aditivos artificiais que prejudicam o funcionamento das células.

Esses produtos alteram o microbioma intestinal, que é a comunidade de bactérias boas do nosso sistema digestivo. Quando essas bactérias não recebem fibras, podem começar a degradar a camada protetora do intestino, gerando respostas inflamatórias.

Além do dano direto, o consumo desses itens ocupa o lugar de alimentos que realmente protegem o corpo. Reduzir o espaço dessas opções industrializadas no prato é essencial para manter a saúde e o vigor físico.

 

Temperos: pequenos aliados com grandes efeitos

Especiarias como a cúrcuma, gengibre, canela e cominho possuem propriedades antioxidantes muito potentes para o dia a dia. Mesmo em pequenas quantidades, esses temperos ajudam a silenciar os sinais que ordenam a produção de substâncias químicas inflamatórias.

Incluir uma pitada de gengibre no suco ou cúrcuma no arroz potencializa o valor nutricional da refeição. Essas escolhas simples fortalecem as defesas do organismo contra os efeitos nocivos dos radicais livres e do estresse.

 

Estilo de vida e o controle da inflamação

O consumo excessivo de álcool atua como uma toxina direta para as células que revestem o estômago. O hábito frequente pode desequilibrar o microbioma e permitir que componentes bacterianos entrem na corrente sanguínea, gerando desconfortos.

O estresse prolongado também mantém o corpo em estado de alerta máximo por tempo desnecessário. Aprender a suavizar a resposta ao estresse, através de meditação ou terapia, reduz a intensidade da reação inflamatória corporal.

Pratique o mindfulness: A atenção plena ajuda a controlar a ruminação e as respostas negativas a eventos estressantes.

Priorize o descanso: O sono de qualidade é o momento em que o corpo entra em modo de reparo profundo.

Beba água: A hidratação adequada auxilia na eliminação de toxinas e no bom funcionamento de todos os órgãos.

 

O papel do exercício físico regular

Embora um treino intenso possa causar uma inflamação temporária nos músculos, a prática constante inverte esse efeito. O movimento regular libera proteínas que bloqueiam a produção de moléculas pró-inflamatórias e estimulam as anti-inflamatórias.

A chave está em manter uma rotina de intensidade moderada, combinando atividades aeróbicas e treinos de força. Exercícios vigorosos feitos sem o devido descanso podem sobrecarregar o sistema imunológico e causar o efeito oposto ao desejado.

Faça intervalos de 24 a 48 horas entre sessões intensas. Esse tempo permite que os tecidos se adaptem ao estresse físico e se tornem cada vez mais resistentes.

 

Checklist para combater a inflamação

Para garantir que seu corpo esteja sempre protegido, siga algumas etapas básicas que promovem a regeneração celular. Estas medidas simples ajudam a manter o fogo da inflamação sob controle total durante todo o ano.

Dormir bem: Garanta entre sete e nove horas de sono por noite de forma consistente e tranquila.

Mover-se: Faça caminhadas ou exercícios leves diariamente para manter a circulação e os músculos sempre ativos.

Variar o prato: Inclua cores diferentes de frutas e legumes em todas as suas refeições principais.

Desconectar: Evite telas uma hora antes de deitar para garantir que o cérebro relaxe completamente para o sono.

Seguir esses passos ajuda a evitar que pequenas inflamações se tornem problemas de saúde crônicos e limitantes. O equilíbrio entre atividade, nutrição e descanso é a fórmula mais eficaz para uma vida longa e saudável.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/o-segredo-para-desinflamar-7-habitos-que-dao-um-reset-no-seu-corpo,fe1034b311db65047eaa50bd5384df69sw93ma41.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Shutterstock


sexta-feira, 1 de maio de 2026

9 dicas de como cuidar da saúde do coração


“Os efeitos dos exageros costumam ser inchaço, ganho de peso, aumento da pressão arterial e alterações no ritmo cardíaco”, afirma a nutricionista Ana Carolina Moron Gaglairdi, nutricionista, doutora em Cardiologia pela USP.

 

Para que você possa desfrutar de todos os momentos com saúde e bem-estar, a Dra. Ana Carolina apresenta algumas dicas importantes que ajudarão a manter o seu coração saudável:

 

1. Valorize as gorduras ‘boas’ ao longo do dia

As gorduras saturadas estão associadas ao aumento do nível de colesterol ‘ruim’, o LDL. Já as gorduras mono e poli-insaturadas, estas últimas fonte de ômegas 3 e 6, estão ligadas à redução dos riscos de doenças cardiovasculares. Inclua essas gorduras na sua alimentação também de final de ano, desde o café da manhã até o final do dia. Opções interessantes que são fontes dessas gorduras são os óleos vegetais como o de girassol, canola e soja, e seus derivados como o creme vegetal, azeites, abacate, nozes e castanhas.

 

2. Castanhas, nozes e amêndoas

Desde os tempos mais remotos, os frutos secos e as sementes oleaginosas são considerados alimentos nutritivos com elevado valor energético, devendo ser consumidos com moderação. Um punhado por dia é mais que suficiente! São alimentos fontes de gorduras mono e poli-insaturadas, aliadas à saúde cardiovascular. Ainda, estes alimentos são excelentes fontes de vitaminas e minerais, aliados à manutenção do metabolismo, como ácido fólico, zinco, magnésio, potássio e vitamina C. Aqui, a sugestão é incluir estas oleaginosas como petiscos e no preparo de arroz nas festas.

 

3. Prato equilibrado

O segredo está no equilíbrio. A composição das refeições nas festas deve ser semelhante à das refeições do dia a dia. O que vai diferenciar são as preparações, que são mais elaboradas. Seguindo o exemplo, o principal deve compor a união de vegetais crus e cozidos. Tempere com o molho de preferência, dosando as quantidades ideais – 1 colher de sopa de azeite, por exemplo, é o ideal. Ainda, seguindo com a montagem do prato, servir-se de uma fonte de proteína animal, que pode ser a carne assada, peru, tender ou até o bacalhau, típicos desta época do ano. Ao consumir as carnes vermelhas, lembre-se de retirar as gorduras aparentes. Ainda, some a esta composição uma fonte de carboidratos, que pode ser arroz com passas, arroz com cenoura, farofa (sem bacon) ou macarrão a bolonhesa. Se for possível, escolha as opções integrais. Feche a composição com uma porção de proteína vegetal que pode ser o tradicional feijão, ou ouse experimentar o grão de bico ou a lentilha, por exemplo.

 

4. Comece a refeição pelas saladas

Principalmente em dias quentes, consuma a salada antes do prato principal, já que ela oferece mais saciedade. As fibras presentes nas verduras e nos legumes, quando consumidas antes, podem trazer mais benefícios ao organismo, pois auxiliam na digestão da refeição principal que demora mais para ser digerida. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o consumo de pelo menos 400 gramas de frutas e hortaliças por dia (WHO, 2003).

Anote: tempere as saladas com alimentos fontes de gorduras que trazem benefícios à saúde cardiovascular, como as presentes no azeite e creme vegetal, pois auxiliam na absorção de vitaminas solúveis em gordura.

 

5. Opte por carnes brancas

As carnes vermelhas costumam ter altas concentrações de colesterol e gorduras saturadas, comumente associadas à incidência de doenças cardiovasculares. Opte por carnes brancas, como as do frango ou do peru que, além de serem fontes de proteínas de alto valor biológico, são ricas em vitaminas do complexo B e em minerais como ferro e zinco. Os peixes, principalmente das espécies arenque, anchova, salmão, sardinha e truta, têm alta concentração de gorduras poli-insaturadas essenciais, da série ômega 3, as quais estão relacionadas à prevenção de doenças cardiovasculares. Que tal variar nas suas preparações de final de ano com essas opções?

 

6. Vinho para o coração

Diversos estudos já relacionaram o consumo moderado de bebida alcoólica, em especial de vinho tinto, a benefícios para o coração. Uma das explicações está no fato de a bebida conter compostos fenólicos que funcionam como antioxidante no organismo, produzindo efeitos positivos na prevenção do desenvolvimento das doenças cardiovasculares. Isso não quer dizer que seu consumo pode ser abusivo. O consumo de uma ou duas taças é suficiente para obter o benefício. Além de calórico, ofertando 1kcal por grama, o álcool em excesso pode pôr a perder os benefícios acima, tendo efeitos maléficos no desenvolvimento das doenças cardiovasculares.

 

7. Intercale um copo de bebida com água

Intercalar um copo de bebida com água evita excessos no consumo do álcool, associado ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares e pode auxiliar na prevenção do estado de embriaguez. Além disso, a água é um importante aliado em todos os momentos. Estar hidratado, repondo os sais minerais perdidos por meio do suor e urina, garante o bom funcionamento do organismo e mantém sua disposição para as atividades diárias. A OMS recomenda diariamente, para adultos sedentários, a ingestão de 2,9 litros de água para os homens e 2,2 litros para as mulheres. Já para os indivíduos fisicamente ativos, a recomendação da OMS ascende a 4,5 l/dia (WHO, 2011).

 

8. Abuse de frutas na sobremesa

Nessa época, é importante consumir alimentos que oferecem refrescância e auxiliam com a diurese adequada, essencial para a prevenção da pressão elevada. Aqui, cito as frutas aquosas como melância, abacaxi, melão e laranja. Elas auxiliam na hidratação do corpo e contribuem para evitar a retenção de líquidos.

 

9. Coma com atenção

Durante a alimentação, é importante ter atenção para ouvir os sinais internos de fome e da saciedade. Valorize a mastigação dos alimentos e o ato de saboreá-los. Assim, você conseguirá apreciar cada momento e evitar os excessos.

 

Fonte: https://vidaplenaebemestar.com.br/bem-estar/alimentacao/9-dicas-de-como-cuidar-da-saude-do-coracao

quinta-feira, 30 de abril de 2026

Bola no teto baixo: nova regra em fase de teste no voleibol mundial


O voleibol mundial está testando novas regras em 2026, e uma delas me chamou a atenção: bola no teto (em quadras com teto baixo). Desde a década de 90, quando comecei a ensinar voleibol no Colégio Dom Bosco em Itabaiana, eu já aplicava essa regra, pois o teto da "quadrinha" era baixo e para manter o jogo vivo eu criei essa regra. Desde que a bola após tocar no teto não passasse para a quadra adversária. Com certeza os meus alunos devem lembrar dessa regra.

 

Professor José Costa