sábado, 7 de março de 2026

6 alimentos que ajudam a conquistar uma barriga chapada


O consumo ajuda a reduzir o inchaço, melhorar a digestão e contribui para a perda de gordura abdominal

 

Muita gente associa barriga chapada apenas a exercícios abdominais. Porém, a alimentação tem papel fundamental quando o objetivo é reduzir o inchaço e a gordura abdominal.

 

Alguns alimentos ajudam a melhorar a digestão, equilibrar o intestino e reduzir a retenção de líquidos. Esses fatores fazem diferença tanto na saúde quanto na aparência da região abdominal.

 

Isso não significa que existe um alimento milagroso. Mas incluir opções estratégicas no cardápio pode contribuir para um abdômen mais definido.

 

Veja alguns exemplos.

 

1. Abacate

O abacate é rico em gorduras boas, especialmente as monoinsaturadas. Esse tipo de gordura ajuda a promover saciedade e pode contribuir para o equilíbrio metabólico.

Além disso, a fruta também contém fibras, que favorecem o funcionamento do intestino.

Um intestino regulado é um dos fatores que ajudam a evitar inchaço abdominal.

 

2. Aveia

A aveia é conhecida pelo alto teor de fibras solúveis, especialmente o betaglucano.

Essas fibras ajudam a melhorar o trânsito intestinal e aumentam a sensação de saciedade ao longo do dia.

Quando o sistema digestivo funciona bem, o desconforto abdominal tende a diminuir, o que favorece uma aparência de barriga menos inchada.

 

3. Iogurte natural

O iogurte natural contém probióticos, micro-organismos que contribuem para o equilíbrio da microbiota intestinal.

Quando a flora intestinal está equilibrada, a digestão costuma funcionar melhor. Isso ajuda a reduzir sintomas como gases, distensão abdominal e inchaço.

 

Por isso, alimentos com probióticos são frequentemente associados à saúde digestiva.

 

4. Pepino

O pepino é composto majoritariamente por água. Por isso, é considerado um alimento leve e hidratante.

Além de ajudar na hidratação, ele também pode contribuir para reduzir a retenção de líquidos.

Essas características fazem do pepino uma opção interessante para quem busca diminuir o inchaço abdominal.

 

5. Gengibre

O gengibre é bastante conhecido por suas propriedades digestivas.

Ele pode ajudar a estimular a digestão e reduzir desconfortos como gases e sensação de estômago pesado.

Esse efeito contribui para diminuir a distensão abdominal ao longo do dia.

 

6. Folhas verdes

Verduras como espinafre, rúcula e couve são ricas em fibras, vitaminas e minerais.

Além de serem pouco calóricas, essas folhas ajudam a aumentar o volume das refeições sem elevar muito o consumo energético.

Isso pode favorecer o controle do peso e contribuir para a redução de gordura corporal, incluindo a região da barriga.

 

Hábitos também fazem diferença

Mesmo com alimentos que ajudam na digestão e na saciedade, conquistar uma barriga chapada depende de um conjunto de hábitos.

 

Alguns fatores que fazem diferença incluem:

 

Alimentação equilibrada.

Prática regular de exercícios.

Boa hidratação.

Sono adequado.

Controle do estresse.

 

Quando esses pilares estão alinhados, o organismo tende a funcionar melhor. Como consequência, a redução de gordura e do inchaço abdominal se torna mais possível.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/6-alimentos-que-ajudam-a-conquistar-uma-barriga-chapada,3e592cfcf5c585f331208495b15c0b12sswyy7bk.html?utm_source=clipboard

sexta-feira, 6 de março de 2026

10 fatores que aumentam o risco de infarto em mulheres


Veja 10 fatores para os riscos elevados de infarto, sinais de alerta e como prevenir com hábitos saudáveis e acompanhamento médico.

 

O risco de infarto em mulheres merece atenção, especialmente após a menopausa.

 

Entender os fatores de risco ajuda a prevenir e buscar cuidado no tempo certo.

 

Segundo o Ministério da Saúde, ocorrem de 300 mil a 400 mil casos anuais no Brasil.

 

Por isso, prevenção e acompanhamento médico não são "luxo".

 

Dr. Louis Nakayama Ohe, cardiologista e chefe da Hemodinâmica do Instituto Dante Pazzanese, reforça o alerta. Hemodinâmica é a área que faz exames e procedimentos com cateter no coração.

 

Ele explica que o infarto pode afetar mulheres de forma particular.

 

Hormônios e estresse do dia a dia entram nessa conta.

 

Por que o infarto em mulheres exige olhar específico

Após a menopausa, a queda do estrogênio reduz uma proteção natural do sistema cardiovascular.

 

Com isso, alguns riscos aumentam e se somam entre si.

 

A boa notícia é que muita coisa é modificável.

 

Hábitos, exames e tratamento correto reduzem a chance de complicações.

 

O que muda na prevenção, na prática

Você não precisa agir só quando sente algo.

 

O foco é controlar fatores silenciosos, como pressão e colesterol.

 

Também vale mapear "gatilhos" do estilo de vida.

 

Sono ruim, estresse e sedentarismo pesam mais do que parecem.

 

10 fatores de risco de infarto em mulheres

A seguir, veja os 10 fatores e o que fazer em cada caso.

 

Use como guia e converse com seu médico.

 

1) Pressão alta (hipertensão)

A hipertensão força o coração a trabalhar mais.

Com o tempo, isso aumenta o risco cardiovascular.

Como prevenir e controlar

Meça a pressão com regularidade.

Siga o tratamento, se houver prescrição.

Reduza sal e ultraprocessados, quando possível.

 

2) Colesterol alto (dislipidemia)

O excesso de LDL favorece placas nas artérias.

Isso pode reduzir o fluxo de sangue para o coração.

No climatério e na menopausa, os níveis podem mudar.

Vale checar com exames e rotina de acompanhamento.

 

Como prevenir e controlar

Faça exames periódicos conforme orientação médica.

Ajuste alimentação e atividade física.

Use medicação, se indicada.

 

3) Diabetes

A glicose alta, por anos, danifica vasos sanguíneos.

Isso facilita inflamação e piora o risco de entupimento.

 

Como prevenir e controlar

Controle glicemia e hemoglobina glicada.

Priorize alimentação regular e sono adequado.

Mantenha seguimento com equipe de saúde.

Âncora para link interno: diabetes e saúde do coração.

 

4) Tabagismo

O cigarro inflama vasos e aumenta chance de coágulos.

Em mulheres, o risco pode crescer com outros fatores associados.

 

Como reduzir o risco

Busque apoio para parar, com plano e acompanhamento.

Evite "só alguns por dia": o dano ainda existe.

Peça orientação sobre reposição de nicotina, se necessário.

 

5) Uso de anticoncepcionais

Alguns anticoncepcionais podem elevar o risco de trombose.

O cuidado aumenta quando há hipertensão ou tabagismo.

 

Como agir com segurança

Informe seu histórico ao ginecologista e ao cardiologista.

Reavalie método se você fuma ou tem pressão alta.

Não interrompa por conta própria.

 

6) Menopausa

Com menos estrogênio, vasos tendem a perder flexibilidade.

 

Isso pode favorecer inflamação e alterações metabólicas.

 

Como se proteger

Faça check-up cardiometabólico no período.

Priorize exercício e alimentação consistente.

Discuta sintomas e riscos com seu médico.

 

7) Distúrbios do sono

Sono ruim, de forma crônica, desequilibra o corpo.

Apneia do sono pode se relacionar a pressão alta e arritmias.

 

Como reduzir o impacto

Observe ronco alto e sonolência diurna.

Procure avaliação se houver suspeita de apneia.

Crie rotina de sono com horário mais estável.

 

8) Sedentarismo

Ficar parada reduz condicionamento e piora marcadores metabólicos.

Isso facilita ganho de peso e descontrole de colesterol.

 

Como começar sem exageros

Inicie com caminhadas curtas e frequentes.

Aumente o tempo aos poucos, com constância.

Escolha algo sustentável, não perfeito.

 

9) Estresse crônico

Estresse constante incentiva hábitos ruins e piora o sono.

Também pode elevar pressão e aumentar sobrecarga do organismo.

 

Como proteger o coração

Identifique fontes de estresse repetidas.

Inclua pausas e atividade física como "remédio diário".

Busque apoio psicológico quando necessário.

 

10) Hereditariedade

Histórico familiar de doença cardíaca aumenta o risco.

 

Isso pede atenção mais cedo e monitoramento mais de perto.

 

Como agir

Informe casos na família e idades dos eventos.

Faça check-ups conforme orientação profissional.

Redobre controle dos fatores modificáveis.

 

Prevenção do infarto: um plano simples para o dia a dia

Prevenir é combinar rotina saudável e acompanhamento médico.

 

O objetivo é controlar o que é silencioso antes de virar urgência.

 

Checklist de prevenção para reduzir o risco

Controle pressão, colesterol e glicemia.

Mexa o corpo com regularidade.

Pare de fumar e evite recaídas.

Durma melhor e trate apneia, se houver.

Reduza estresse com estratégias práticas.

Faça exames de rotina no intervalo recomendado.

 

Dr. Louis Nakayama Ohe reforça a constância.

 

Exames e cuidado contínuo reduzem riscos ao longo da vida.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/10-fatores-que-aumentam-o-risco-de-infarto-em-mulheres,4cf33782b428cd00d44e36a7892d1b43455dqi71.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Shutterstock

quinta-feira, 5 de março de 2026

Atividade física na terceira idade: ganhos para corpo e mente


Exercícios regulares ajudam a preservar autonomia, prevenir doenças e fortalecer a saúde mental após os 60 anos

 

A atividade física na terceira idade é uma das principais aliadas da longevidade com qualidade. Manter o corpo em movimento após os 60 anos reduz o risco de doenças e melhora a autonomia no dia a dia.

 

Segundo especialistas em cardiologia, o ideal é acumular pelo menos 150 minutos semanais de exercícios moderados. A recomendação vale tanto para jovens quanto para idosos.

 

E nunca é tarde para começar.

 

Por que se movimentar faz tanta diferença?

Com o avanço da idade, ocorre perda natural de massa muscular e densidade óssea. O sedentarismo acelera esse processo e aumenta o risco de quedas e doenças crônicas.

 

A prática regular traz benefícios como:

 

Aumento do HDL (colesterol bom).

Redução dos triglicerídeos.

Controle da pressão arterial.

Diminuição da gordura corporal.

Ganho de massa muscular.

 

Melhora do equilíbrio e da autonomia.

 

Além disso, a atividade física ajuda a prevenir doenças cardíacas, diabetes, osteoporose e até quadros de depressão.

 

Corpo ativo, mente protegida

O exercício também estimula a liberação de endorfinas, hormônios ligados à sensação de bem-estar. Isso contribui para reduzir ansiedade e melhorar o humor.

 

A prática constante favorece a socialização, principalmente em aulas coletivas. O convívio é um fator importante para saúde mental na terceira idade.

 

Como organizar a rotina de treino?

O ideal é equilibrar exercícios aeróbicos e fortalecimento muscular ao longo da semana.

 

Uma divisão prática pode incluir:

 

Dois dias de atividades aeróbicas.

Dois ou três dias de fortalecimento muscular.

Alongamentos frequentes.

 

Sempre que possível, o acompanhamento profissional é recomendado. O controle da frequência cardíaca também ajuda a manter a intensidade adequada.

 

Exercícios recomendados

Algumas modalidades são especialmente indicadas para idosos.

 

Bicicleta

Fortalece articulações, melhora a circulação e ajuda no controle da pressão arterial.

 

Alongamentos

Aumentam flexibilidade, reduzem rigidez muscular e diminuem risco de lesões.

 

Hidroginástica

Exercita o corpo inteiro com baixo impacto. A água reduz a sobrecarga nas articulações.

 

Natação

Fortalece músculos e articulações, melhora o sistema respiratório e reduz dores causadas por artrite.

 

Yoga

Trabalha equilíbrio, postura e flexibilidade. Também auxilia no controle do estresse.

 

Começar do zero é possível

Mesmo quem nunca praticou exercícios pode iniciar na terceira idade. O importante é respeitar os limites do corpo e evoluir de forma progressiva.

 

Atividade física na terceira idade não é sobre desempenho. É sobre qualidade de vida, independência e bem-estar duradouro.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/atividade-fisica-na-terceira-idade-ganhos-para-corpo-e-mente,6940e00ed8356a041c81f77b9e20fbfesdbea8lj.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

quarta-feira, 4 de março de 2026

Como preservar massa muscular após os 50


A preservação da massa muscular após os 50 anos exige uma abordagem estruturada e baseada em evidências. Segundo a médica geriatra, Dra. Simone de Paula Pessoa Lima, a partir dos 30, 40 anos se inicia uma redução lenta e progressiva da massa e da força muscular.

 

"Ocorre um fenômeno associado ao envelhecimento fisiológico. O sedentarismo e as doenças crônicas aceleram essa perda muscular. A principal estratégia para preservar a musculatura é a prática regular de exercício resistido, conhecido como musculação. O treinamento de força deve ser feito pelo menos duas a três vezes por semana, com progressão gradual de carga, sempre orientado por profissional capacitado", diz.

 

Além do exercício, a ingestão adequada de proteínas é fundamental. "Em adultos acima de 50 anos, recomenda-se, em geral, um consumo entre 1,0 e 1,2 g de proteína por quilo de peso por dia, podendo chegar a 1,5 g/kg/dia em idosos com atividade frágeis ou com doenças crônicas, desde que não haja contraindicação, como insuficiência renal avançada", explica.

 

A médica conta ainda que a distribuição da proteína ao longo do dia também é relevante para estimular a síntese muscular e por termos um "teto" de absorção por horário de ingesta.

 

"A correção de deficiência de vitamina D, o controle adequado de doenças como diabetes e insuficiência cardíaca, a cessação do tabagismo e a manutenção de um peso corporal saudável completam o conjunto de medidas preventivas", completa.

 

Por fim, a especialista diz que é importante destacar que repouso excessivo e imobilização aceleram a perda muscular. "Portanto, manter-se ativo é parte essencial do envelhecimento saudável", conclui.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/como-preservar-massa-muscular-apos-os-50,3a71608d9b5863b62a558671c0debf94zu2qsj6c.html?utm_source=clipboard - Foto: Freepik

terça-feira, 3 de março de 2026

Minha história como escritor


Algum tempo atrás, um amigo me perguntou como e quando eu comecei a escrever. Naquele momento, eu não soube lhe responder, pois foi por diversos fatos e pessoas que colaboraram para que um dia eu tivesse o prazer de escrever e, inclusive, lançar um livro, Minhas memórias, com textos que falam da minha infância até os dias atuais.

 

Sempre eu gostei de ler notícias em jornais e sites e acredito que isso facilitou a escrita dos meus textos, pois a pessoa precisa gostar de ler para ter prazer em escrever. Eu escrevo seguindo o que aprendi nas aulas de como escrever uma redação quando estudei, que é diferente dos dias atuais, fazendo uma introdução sobre o assunto, desenvolvendo o conteúdo e uma conclusão do que escrevi, simples assim.

 

Em meados da década de 80, eu escrevia os boletins do campeonato serrano de basquete para enviar às rádios de Itabaiana, às TVs e aos jornais de Aracaju. Eu escrevia a mão os boletins descrevendo os fatos ocorridos nos jogos. No início da década de 90, comprei um computador, apesar de não saber ainda utilizá-lo, o Professor Henrique me ensinou, principalmente, a utilizar o word para digitar os boletins do campeonato e o ex-aluno Cleberton Andrade me ensinou a enviar e-mail. Então comecei a digitar os boletins e enviar por e-mail, que eu só digitava com letra maiúscula, foi quando o Jornalista Jurandir Santos me aconselhou a digitar com letras maiúsculas e minúsculas, pois ele achava que eu escrevia bem e publicaria no Jornal do que jeito que enviasse e assim eu fiz, para ele e os demais veículos de comunicação, entre eles: Jornais de Sergipe, da Manhã, da Cidade, Cinform, Semanário Sportivo, Gazeta de Sergipe, Correio de Sergipe, Diário de Aracaju, Folha da Praia, O Serrano; TVs Sergipe e Atalaia; Rádios Princesa da Serra, Capital do Agreste, FM Itabaiana e Educadora de Frei Paulo.

 

Em 1987, criei o Jornal do Basquete a fim de divulgar as notícias do basquete itabaianense, sergipano, brasileiro e mundial. E também abordava curiosidades esportivas, passatempo, poesia, pensamentos, música e assuntos variados. O jornal era mensal, inicialmente foi editado com 3 páginas e posteriormente passou a ter 4 páginas. Eu o editava em minha casa através de uma máquina de datilografia da minha irmã Cida e era impresso no CEMB, algo em torno de 200 cópias, inicialmente em mimeógrafo a álcool, e após a terceira edição, à tinta. O jornal era distribuído com os alunos que praticavam basquete no Colégio Estadual Murilo Braga, com os comerciantes que apoiavam o basquete e a imprensa sergipana.  O jornal foi publicado por 19 vezes, de março de 1987 a abril 1989.

 

Em 2002, o editor George Washington do Caderno de esportes Líder do CINFORM entrou em contato comigo para que eu escrevesse um texto sobre os Jogos da Primavera cuja realização tinha sido paralisada pelo governo do Estado, o título do texto foi “Saudades dos Jogos da Primavera”. Foi o meu primeiro texto a ser publicado em um jornal. A partir daí, comecei a escrever textos sobre cidadania e valores sociais. Vários textos foram publicados em sites na internet, entre eles: NE Notícias, FAXAJU, Infonet, Itnet, 93Noticias.

 

No início dos anos 2000, eu enviei textos para o ex-aluno e Jornalista Max Augusto que tinha uma página aos domingos no Jornal da Cidade chamada de Caderno do Interior no qual ele publicava semanalmente. Depois de algumas publicações, ele me aconselhou a escrever sobre esporte e educação, e segui seu conselho. Atualmente, já escrevi mais de uma centena de textos, principalmente falando das minhas memórias. Os textos já foram publicados em diversos jornais de Sergipe: Cinform, Semanário esportivo, da Manhã, de Sergipe, da Cidade, Gazeta de Sergipe, Correio de Sergipe, Diário de Aacaju, Folha da praia, O Serrano.

 

Em 2009, o amigo e professor Jackson me aconselhou a criar um blog para divulgar os meus textos e o trabalho nas escolas que lecionava: Colégio Estadual Murilo Braga, Graccho Cardoso, Salesiano e Dom Bosco, e assim criei o Blog Professor José Costa abrangendo assuntos de educação, esporte, saúde, cultura e cidadania. O blog já tem mais de 18 milhões e 400 mil acessos.

 

Em 2019, lancei o livro Minhas Memórias na Bienal do livro de Itabaiana com textos nos quais relato histórias da minha infância até os dias atuais e também sobre as minhas vivências profissionais.

 

Quando você escreve sempre tem os críticos, que motivam ou desmotivam na continuação do que você faz. Certa vez, uma professora me disse que eu escrevia bem apesar de ser professor de educação física, como se ser professor não te dá o direito de escrever algo. Em outra ocasião, uma professora disse que os meus textos eram muito simples, pois relatavam mais sobre minha vida, apesar que já escrevi sobre diversos assuntos. Quando eu escrevia um texto tinha o costume de tirar cópias e entregar aos amigos e alunos, certa vez escrevi um texto e entreguei a uma professora, ela leu e depois de alguns minutos a encontrei novamente no pátio da escola e ela me agradeceu emocionada, pois me disse que precisava naquele momento de ler algo sobre o que eu tinha abordado no texto.

 

Sempre aceitei as críticas com naturalidade, pois nunca me considerei um escritor. Não me considero um escritor, e sim, uma pessoa que gosta, de vez em quando, transcrever algumas passagens da minha vida e que elas sirvam de motivação, inspiração e superação para o dia a dia de outras pessoas. Cada texto escrito foi um desafio e que ofereceu chances de crescimento como ser humano.

 

Por Professor José Costa