segunda-feira, 27 de julho de 2026

Saúde ocular: como proteger a visão em cada fase da vida, da infância aos 40 anos


Miopia, excesso de telas e presbiopia estão entre os principais desafios para a saúde dos olhos

 

O Mês da Saúde Ocular é uma oportunidade para lembrar que cuidar da visão vai muito além das consultas periódicas. Ao longo da vida, os olhos passam por mudanças naturais e cada etapa exige atenção e soluções específicas para preservar o conforto, a nitidez e a qualidade visual.

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 2,2 bilhões de pessoas vivem com algum tipo de deficiência visual ou cegueira no mundo. Pelo menos 1 bilhão desses casos poderiam ter sido evitados ou tratados com diagnóstico precoce e acesso aos cuidados oftalmológicos. Além da prevenção, a evolução das tecnologias ópticas permite hoje oferecer soluções cada vez mais precisas, considerando as características individuais de cada pessoa.

 

Para Hugo Motta, CEO da Rodenstock Brasil, empresa de tecnologia médica e fabricante de lentes para óculos, a saúde visual deve ser acompanhada de forma contínua, já que as demandas dos olhos se transformam com a idade.

 

“A visão acompanha todas as fases da vida e, por isso, as necessidades visuais também evoluem. Hoje, a tecnologia permite desenvolver lentes baseadas na biometria de cada olho, proporcionando uma experiência visual muito mais precisa e confortável em qualquer idade. Essa individualização faz diferença desde a infância até a fase em que surgem as alterações naturais da visão relacionadas ao envelhecimento “, afirma.

 

Infância e adolescência (5 a 14 anos): atenção ao avanço da miopia

Nos primeiros anos de vida, o desenvolvimento visual merece acompanhamento constante. Nessa fase, cresce a preocupação com a progressão da miopia, que pode se desenvolver por questões genéticas, mas também impulsionada pelo aumento do tempo em ambientes internos e pelo uso intenso de telas.

 

Jovens e adultos (15 a 30 anos): proteção e conforto para a rotina digital

Na vida adulta, a visão costuma ser estável, mas a exposição prolongada a computadores, celulares e outros dispositivos digitais aumenta o cansaço visual.

Nesta fase, lentes de visão simples – ou monofocais – individualizadas através da inserção dos dados biométricos de cada olho do usuário, associadas à revestimentos como os de proteção contra os raios ultravioleta e a luz azul nociva proporcionam maior segurança, nitidez, contraste que culminam em aumentar o conforto durante o uso diário dos óculos.

 

Adultos (30 a 40 anos): conforto para quem passa horas olhando de perto

Entre os 30 e 40 anos, muitas pessoas começam a perceber maior dificuldade para focar em objetos próximos, especialmente durante o trabalho ou o uso contínuo de dispositivos digitais.

Lentes com uma pequena adição para perto, oferecem uma transição mais confortável especialmente no campo de perto, reduzindo o esforço visual e favorecendo uma experiência mais natural durante atividades de leitura, trabalho e direção, mesmo para usuários monofocais.

 

A partir dos 40 anos: adaptação às novas necessidades visuais

Com o avanço da idade, uma condição normal para aqueles que apresentam erros refrativos, é o surgimento da presbiopia. Nesta etapa as lentes progressivas – ou multifocais – tornam-se a principal alternativa para garantir uma visão confortável em diferentes distâncias.

 

Para jovens présbitas que podem apresentar uma dificuldade maior na adaptação com lentes progressivas e que atuam em atividades rotineiras que exigem longos períodos em espaços com maior foco, como ao usar smartphones, computadores ou mesmo interagir em uma sala de reunião mais ampla, lentes chamadas ocupacionais, se mostram como uma alternativa adequada.

 

Quando desenvolvidas a partir da biometria individual de cada olho, essas lentes proporcionam campos de visão mais amplos, adaptação mais rápida e uma percepção visual mais natural, respeitando as características únicas de cada usuário.

 

Fonte: https://diariodorio.com/saude-ocular-como-proteger-a-visao-em-cada-fase-da-vida-da-infancia-aos-40-anos/?utm_source=terra_capa_vida-e-estilo&utm_medium=referral - Por Renata Granchi

domingo, 26 de julho de 2026

Pilates: benefícios para o corpo e mente em qualquer idade


Da melhora da postura ao fortalecimento do core, a prática promove benefícios que vão muito além da flexibilidade

 

Resumo

O Pilates é uma prática que combina força, equilíbrio e consciência corporal, proporcionando benefícios como melhora da postura, fortalecimento do core, aumento da flexibilidade e alívio de dores musculares. Adaptável para todas as idades, este método é uma ótima opção para quem busca qualidade de vida com exercícios de baixo impacto.

O Pilates conquistou espaço entre as atividades físicas mais procuradas por quem deseja melhorar a qualidade de vida sem recorrer a exercícios de alto impacto. Criado pelo alemão Joseph Pilates, o método combina força, equilíbrio, controle da respiração e consciência corporal, trazendo benefícios que podem ser percebidos tanto no dia a dia quanto durante outras práticas esportivas.

 

Embora muitas pessoas associem o Pilates apenas ao ganho de flexibilidade, a modalidade vai muito além disso. Quando praticado regularmente e com orientação profissional, o método pode promover mudanças importantes no funcionamento e na percepção do próprio corpo.

 

1. Melhora da postura

Uma das mudanças mais conhecidas proporcionadas pelo Pilates é a melhora da postura. Os exercícios fortalecem a musculatura responsável por sustentar a coluna, ajudando a reduzir compensações e desalinhamentos que surgem ao longo da rotina.

Com o tempo, é comum perceber mais facilidade para permanecer sentado ou em pé por longos períodos, além de uma postura mais ereta e confortável.

 

2. Fortalecimento do core

O chamado core reúne os músculos do abdômen, da região lombar, da pelve e do quadril. Eles são fundamentais para a estabilidade do corpo durante praticamente todos os movimentos.

Como o Pilates trabalha constantemente essa musculatura, a prática contribui para um abdômen mais fortalecido, melhora o equilíbrio e oferece mais estabilidade durante atividades do dia a dia.

 

3. Mais flexibilidade e mobilidade

Os movimentos realizados no Pilates estimulam o alongamento muscular e aumentam a amplitude das articulações. Isso significa que o corpo ganha mais mobilidade para executar tarefas simples, como abaixar para pegar um objeto ou alcançar algo em uma prateleira.

Além disso, músculos mais flexíveis podem contribuir para a prevenção de lesões e para uma maior sensação de leveza durante os movimentos.

 

4. Redução de dores musculares

Quem sofre com dores nas costas, nos ombros ou no pescoço pode encontrar no Pilates um importante aliado. Ao fortalecer músculos estabilizadores e corrigir padrões de movimento, a prática ajuda a diminuir sobrecargas em diferentes regiões do corpo.

Por isso, o método costuma ser indicado como parte de programas de reabilitação, sempre com acompanhamento de profissionais capacitados.

 

5. Mais equilíbrio e consciência corporal

Outro benefício marcante é o desenvolvimento da chamada consciência corporal, ou seja, a capacidade de perceber melhor a posição e os movimentos do próprio corpo.

Isso melhora a coordenação motora, o equilíbrio e o controle dos movimentos, reduzindo o risco de quedas e tornando atividades cotidianas mais seguras e eficientes.

 

Pilates é indicado para todas as idades?

Na maioria dos casos, sim. O Pilates pode ser adaptado para diferentes faixas etárias e níveis de condicionamento físico, desde jovens até idosos. Também é uma opção para quem está retomando a prática de exercícios após um período de sedentarismo ou em processos de recuperação física.

 

Antes de iniciar qualquer atividade, no entanto, vale a pena realizar uma avaliação com um profissional de saúde e buscar um instrutor qualificado para que os exercícios sejam adaptados às necessidades individuais.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/pilates-beneficios-para-o-corpo-e-mente-em-qualquer-idade,a4b7bde03235119d624c8384ef4fc779ibh7lyhy.html?utm_source=clipboard - Por: Redação / Licenciado de Saúde em Dia - Foto: estar físico e mental - Shutterstock / Saúde em Dia

sábado, 25 de julho de 2026

Emagrecer com saúde exige mais do que perder peso: veja dicas práticas


Entenda como emagrecer preservando músculos, por que dietas extremas atrapalham e como combinar proteína, treino e hábitos saudáveis na rotina.

 

Resumo

Emagrecer não é apenas ver o peso na balança cair: é essencial preservar a saúde e a musculatura. Médicos alertam que a perda de músculo durante o emagrecimento aumenta riscos de saúde, especialmente após os 40 anos. Uma combinação de dieta equilibrada, proteínas e exercícios de força é fundamental para um emagrecimento saudável.

Em vez de olhar só para a balança, você precisa olhar para o espelho da saúde. Emagrecer rápido pode até animar no começo, mas, se junto com a gordura você perde músculos, força e disposição, o preço vem depois. Por isso, emagrecer com saúde é menos sobre "quantos quilos" e mais sobre "o que você está perdendo".

 

Emagrecer não é só perder peso

Você pode ver o número cair e, ainda assim, não estar mais saudável. Emagrecer só na balança não conta a história completa do seu corpo.

Durante o processo, você pode perder gordura, mas também massa muscular. Isso significa menos força, pior metabolismo e mais risco no futuro, principalmente depois dos 40 anos.

Segundo o nutrólogo e médico do esporte Dr. Thiago Viana, o ideal é reduzir o percentual de gordura preservando ao máximo a musculatura. Observar apenas o peso não basta, porque a balança mostra quanto o corpo pesa, mas não revela do que esse peso é formado.

 

Emagrecer com qualidade: o que realmente importa

Para avaliar se você está conseguindo emagrecer com qualidade, é preciso ir além do peso. Dr. Thiago traz um exemplo prático: duas pessoas com a mesma altura podem pesar 80 quilos e ter corpos totalmente diferentes.

"Uma pode ter mais musculatura e menor percentual de gordura. A outra pode apresentar pouca musculatura e excesso de gordura visceral. Por essa razão, além do peso, precisamos observar medidas como circunferência abdominal, percentual de gordura, massa muscular, força, desempenho físico, exames metabólicos e evolução clínica", explica o médico.

Ou seja, emagrecer de verdade passa por olhar barriga, composição corporal, exames e até como você se sente no dia a dia.

 

Por que perder músculo ao emagrecer é perigoso

Pesquisas recentes mostram que perder músculo enquanto tenta emagrecer pode ser um problema sério. Um estudo conduzido pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em parceria com a University College London, constatou que a combinação de obesidade abdominal e perda de massa muscular aumenta em 83% o risco de morte após os 50 anos.

 

Os músculos fazem muito mais do que "desenhar" o corpo. Eles ajudam no controle do açúcar no sangue, na proteção das articulações, na postura, no equilíbrio e na autonomia para tarefas simples, como subir escadas ou carregar compras.

Quando você emagrece perdendo muita massa muscular, pode até ficar mais leve, mas também mais frágil.

 

Dietas muito restritivas: quando o preço é alto demais

Dietas extremas, com poucas calorias e pouca proteína, são campeãs em derrubar músculos. Elas até podem fazer você emagrecer rápido, porém boa parte desse resultado vem de perda de água e tecido muscular.

De acordo com o Dr. Viana, reduzir demais as calorias parece eficiente no início, mas cobra a conta depois. "Emagrecer de forma saudável exige um déficit calórico moderado, ingestão adequada de proteínas, prática regular de musculação ou exercícios de resistência, sono de qualidade e acompanhamento da composição corporal. O objetivo não deve ser apenas perder quilos, mas perder gordura preservando músculos", aponta o médico.

Ou seja, não é sobre passar fome, e sim sobre ajustar. Comer menos, mas também comer melhor, com proteína suficiente e treino certo.

 

Emagrecer depois dos 40: o jogo muda

Após os 40 anos, o corpo naturalmente tende a perder massa muscular, em um processo chamado sarcopenia. Isso torna ainda mais delicado emagrecer sem cuidado, porque a perda muscular vem com mais facilidade.

O especialista lembra que esse declínio pode ser retardado com hábitos saudáveis. "A musculação, uma alimentação rica em proteínas, sono adequado e tratamento das condições clínicas ajudam a preservar força e autonomia. Envelhecer é inevitável. Perder qualidade de vida por falta de cuidado com a musculatura não precisa ser", afirma o Dr. Thiago.

Em outras palavras, depois dos 40, perder músculo não é só questão estética; é questão de independência.

 

Proteína e exercício: dupla que protege seus músculos

Para emagrecer sem "secar" os músculos, você precisa da combinação certa: alimentação adequada e exercícios de força. As proteínas fornecem os aminoácidos que reconstroem o músculo, principalmente quando associadas ao treinamento de resistência, como musculação.

"Costumo dizer que a proteína fornece os tijolos, mas é o exercício que dá a ordem para construir. Consumir proteína sem estimular a musculatura não produz o mesmo efeito", explica Thiago Viana.

 

Entre as principais fontes de proteína estão:

 

Carnes e peixes.

Ovos.

Leite e derivados.

Feijão, lentilha, grão-de-bico, soja e tofu.

 

Suplementos só entram quando a alimentação não dá conta de atingir a quantidade adequada, e sempre com orientação profissional.

 

Emagrecer usando canetas: onde mora o risco

O uso de medicações para emagrecer, como as chamadas "canetas emagrecedoras", cresceu muito. Com elas, a perda de peso pode ser expressiva. Porém, parte dessa redução pode incluir massa magra se você não ajustar o estilo de vida.

"As canetas emagrecedoras não causam perda muscular diretamente. O problema acontece quando a pessoa passa a comer muito pouco, não ingere proteína suficiente e deixa de praticar exercícios de resistência. A medicação é uma ferramenta, mas não substitui alimentação adequada nem atividade física", explica o médico.

Ou seja, o remédio pode ajudar, mas não faz o trabalho sozinho. Sem proteína e sem treino, o risco é você emagrecer ficando mais fraco.

 

Como emagrecer com saúde na prática

Para transformar essa teoria em rotina, alguns pontos ajudam muito:

 

Buscar um déficit calórico moderado, sem cortes radicais.

Priorizar fontes de proteína em todas as refeições.

Incluir musculação ou outro exercício de força pelo menos duas a três vezes por semana.

Dormir bem, porque o sono também influencia ganho e perda de músculo.

Acompanhar não só o peso, mas medidas corporais, exames e como você se sente.

 

No fim, o consenso entre especialistas é claro: mais importante do que emagrecer rápido é emagrecer com saúde, preservando músculos, energia e qualidade de vida.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/emagrecer-com-saude-exige-mais-do-que-perder-peso-veja-dicas-praticas,00d03bafbd4a3fd5da26afdf7bf025007qelnm8g.html?utm_source=clipboard - Por: Flavia Magalhães / Licenciado de Sport Life - Foto: charliepix

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Quantos litros de água beber por dia? Especialistas explicam


Entenda quanto de água você realmente precisa por dia, como ajustar a hidratação à rotina e quais sinais mostram que o corpo está pedindo atenção.

 

A quantidade ideal de água varia conforme peso, idade, clima e atividades diárias, sendo essencial criar o hábito de se hidratar regularmente. Especialistas recomendam calcular o consumo diário multiplicando o peso por 35 ml, mas o mais importante é observar os sinais do corpo, como cor da urina e sensação de sede.

 

Você vive ouvindo que precisa tomar dois litros por dia, mas a rotina nem sempre acompanha o conselho. Quando bate a dor de cabeça, o cansaço ou aquela tontura leve, você percebe que a água faltou antes. Ou seja, o problema não é só saber o número certo, mas transformar a água em hábito diário.

 

Água: por que não existe um número mágico

A famosa regra dos oito copos ajuda, no entanto não funciona igual para todo mundo. A necessidade de água muda com peso, idade, nível de atividade física, clima e condições de saúde. Assim, alguém que treina pesado no calor precisa de mais líquido que quem passa o dia sentado em ambiente frio.

 

Além disso, crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas podem ter necessidades diferentes. Isso significa que copiar a rotina de outra pessoa nem sempre é boa ideia. Por isso, especialistas reforçam que não existe uma quantidade única de água para todos.

 

O que a água faz por você

A água participa de praticamente tudo no organismo. Ela ajuda a transportar nutrientes pelo sangue, regula a temperatura e facilita a eliminação de toxinas pela urina e pelo suor. Dessa forma, rins, fígado, cérebro e músculos trabalham melhor.

Apesar de parecer simples, falta de água afeta várias funções metabólicas. Você pode sentir mais fadiga, queda de rendimento no treino, dificuldade de concentração e até alteração no funcionamento dos rins. Além disso, pele e mucosas ficam mais ressecadas, o que aumenta desconfortos no dia a dia.

 

Quanto de água você deve beber por dia

Uma forma prática de estimar a quantidade diária de água é usar o peso corporal como base. Segundo Luciana Prado Azevedo, professora de Medicina da Universidade São Judas e integrante da Inspirali, "não existe uma quantidade de água que sirva para todas as pessoas".

Ela sugere multiplicar o peso por 35 ml para ter uma referência de consumo diário de água. Ou seja, você pega o seu peso em quilos e faz a conta simples.

 

Pessoa com 60 kg: cerca de 2,1 litros de água por dia.

Pessoa com 70 kg: cerca de 2,45 litros de água por dia.

Pessoa com 80 kg: cerca de 2,8 litros de água por dia.

 

A professora ressalta que esse cálculo é apenas uma estimativa. Além disso, a necessidade de água pode ser maior em situações específicas, como prática de atividade física, dias muito quentes, febre, gravidez ou outras condições que aumentam a perda de líquidos. Isso significa que você precisa observar o corpo e ajustar a água conforme a rotina.

 

Água no inverno: por que a atenção precisa dobrar

Você sente mais sede no verão, mas o inverno também exige cuidado com água. Com temperaturas mais baixas, a sensação de sede diminui naturalmente. Ao mesmo tempo, muitas pessoas reduzem o consumo sem perceber, o que facilita a desidratação silenciosa.

"A menor sensação de sede não significa que o organismo precise de menos água", destaca Luciana Prado Azevedo. Você continua perdendo líquidos pela respiração, urina e transpiração, mesmo em dias frios. Quando a ingestão de água é insuficiente, podem surgir sintomas como dor de cabeça, cansaço, tontura, ressecamento da pele e dificuldade de concentração.

Além disso, ambientes fechados, aquecedores e ar-condicionado favorecem a desidratação. Crianças e idosos sentem ainda mais esse efeito, já que são grupos mais vulneráveis à baixa ingestão de água. Ou seja, mesmo sem calor, vale manter atenção ao copo.

 

Como beber mais água na rotina

Se você tem dificuldade em manter uma rotina de água, pequenas estratégias ajudam a mudar o hábito. "Não é necessário esperar sentir sede para beber água. O ideal é distribuir a ingestão ao longo do dia", orienta Luciana.

 

Entre as dicas práticas estão:

 

Manter sempre uma garrafa de água por perto.

Beber um copo de água ao acordar e outro antes de dormir.

Consumir pequenos volumes regularmente, como um copo a cada uma ou duas horas.

Usar aplicativos ou alarmes para lembrar da hidratação.

 

Além disso, vale apostar em alimentos que ajudam na hidratação. Frutas ricas em água, como melancia, melão, laranja e abacaxi, entram na conta. Aromatizar a água com limão, hortelã ou gengibre também pode deixar o sabor mais interessante, facilitando o consumo diário.

 

Sinais de que está faltando água

Um indicador simples é observar a cor da urina. Em geral, tons mais claros sugerem uma hidratação adequada, enquanto urina muito escura pode sinalizar que o organismo precisa de mais água. Dessa forma, você consegue acompanhar o corpo sem depender só de números.

 

Mais do que atingir um número específico de litros, o importante é criar o hábito de beber água regularmente. A médica resume: "o mais importante é respeitar as necessidades do organismo e manter uma ingestão regular de líquidos ao longo do dia".

 

Isso significa que você deve olhar para sede, cor da urina, disposição e até o rendimento no treino. Assim, a água deixa de ser só uma meta do dia e vira parte natural da sua rotina de saúde.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/quantos-litros-de-agua-beber-por-dia-especialistas-explicam,88a145d753045c9741304e210765fe304qfofqxs.html?utm_source=clipboard - Por: Redação SportLife / Licenciado de Sport Life - Foto: KATRIN BOLOVTSOVA/Pexels

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Sete alimentos que ajudam a combater os gases e melhorar a digestão


Alguns alimentos ajudam a melhorar a digestão, equilibrar a flora intestinal e diminuir o desconforto causado pelo excesso de gases. Descubra quais incluir no cardápio

 

Sentir-se estufado após as refeições pode ser desconfortável, mas a boa notícia é que alguns alimentos ajudam a reduzir os gases. Gengibre, mamão, iogurte natural, hortelã, abacaxi, banana e aveia são aliados para melhorar a digestão e aliviar sintomas como inchaço abdominal. Hábitos como comer devagar e evitar bebidas gaseificadas também ajudam.

 

Sentir a barriga estufada depois das refeições é uma queixa comum. Na maioria dos casos, o excesso de gases está relacionado à alimentação, ao ritmo das refeições ou até mesmo ao funcionamento do intestino. A boa notícia é que alguns alimentos podem contribuir para uma digestão mais eficiente e ajudar a reduzir esse desconforto.

 

Os gases são produzidos naturalmente durante a digestão e pela fermentação dos alimentos no intestino. No entanto, quando aparecem em excesso, podem provocar inchaço, cólicas, sensação de peso e desconforto abdominal.

 

Conheça sete alimentos que podem ser aliados para aliviar os gases e manter a saúde intestinal em dia.

 

1. Gengibre

O gengibre é conhecido por suas propriedades digestivas e anti-inflamatórias. Ele ajuda a acelerar o esvaziamento do estômago, reduzindo a fermentação dos alimentos e a formação de gases.

Pode ser consumido em chás, sucos ou ralado em preparações do dia a dia.

 

2. Mamão

Rico na enzima papaína, o mamão facilita a digestão das proteínas e pode diminuir a sensação de estufamento após as refeições.

Além disso, a fruta contém fibras, que contribuem para o bom funcionamento do intestino quando consumidas com uma boa ingestão de água.

 

3. Iogurte natural

O iogurte natural, especialmente aqueles com culturas vivas, fornece probióticos que ajudam a equilibrar a microbiota intestinal.

Com uma flora intestinal mais saudável, a digestão tende a ser mais eficiente, reduzindo a produção excessiva de gases em algumas pessoas.

 

4. Hortelã

Muito utilizada em chás, a hortelã possui compostos que ajudam a relaxar a musculatura do trato digestivo, favorecendo a eliminação dos gases e diminuindo o desconforto abdominal.

Por isso, é uma opção bastante utilizada após refeições mais pesadas.

 

5. Abacaxi

Outra fruta que pode ajudar na digestão é o abacaxi. Ele contém bromelina, uma enzima que auxilia na quebra das proteínas, facilitando o processo digestivo.

Seu consumo pode ser uma boa alternativa após refeições mais volumosas.

 

6. Banana

Além de ser fonte de fibras solúveis, a banana contém potássio, mineral que ajuda a equilibrar os níveis de sódio no organismo e pode contribuir para reduzir a retenção de líquidos, muitas vezes confundida com inchaço causado pelos gases.

Também favorece o funcionamento intestinal quando faz parte de uma alimentação equilibrada.

 

7. Aveia

A aveia fornece fibras solúveis, como o betaglucano, que ajudam a regular o trânsito intestinal e favorecem o crescimento de bactérias benéficas no intestino.

O consumo deve ser gradual e acompanhado por uma boa hidratação, já que o aumento brusco da ingestão de fibras pode causar justamente o efeito contrário e aumentar os gases.

 

Outros hábitos ajudam a reduzir os gases

Além da alimentação, alguns comportamentos fazem diferença para evitar o desconforto abdominal. Comer devagar, mastigar bem os alimentos e evitar falar enquanto se alimenta ajudam a reduzir a ingestão de ar durante as refeições.

 

Também vale moderar o consumo de bebidas gaseificadas e identificar alimentos que possam causar desconforto individualmente, como feijão, cebola, brócolis ou leite, dependendo da tolerância de cada pessoa.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sete-alimentos-que-ajudam-a-combater-os-gases-e-melhorar-a-digestao,4dd89d34b3fb94c3ff8b7732a6ffda9a6igxvv2v.html?utm_source=clipboard - Por: Redação / Licenciado de Saúde em Dia - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia