sábado, 18 de julho de 2026

Sete exercícios que ajudam a aliviar sintomas de ansiedade


Caminhada, yoga, musculação e outras atividades físicas podem contribuir para reduzir o estresse e promover sensação de bem-estar

 

A prática de atividade física pode ajudar a controlar a ansiedade, liberando endorfinas e reduzindo o estresse. Caminhada, yoga, musculação e outras atividades oferecem benefícios físicos e mentais. Contudo, exercícios devem ser aliados de tratamentos médicos e psicológicos, com foco na constância e no prazer da prática para resultados duradouros.

 

A prática regular de atividade física pode ajudar a aliviar os sintomas da ansiedade. Isso porque o exercício contribui para a liberação de substâncias relacionadas à sensação de bem-estar, reduz o estresse, melhora a qualidade do sono e ainda ajuda a aliviar tensões acumuladas no dia a dia.

 

Apesar desses benefícios, vale lembrar que a atividade física não substitui o acompanhamento médico ou psicológico quando ele é necessário. Ela deve ser vista como uma aliada dentro de um cuidado mais amplo com a saúde mental.

 

Se você está procurando uma forma de desacelerar a mente e cuidar do corpo, confira sete exercícios que podem fazer a diferença.

 

Como os exercícios ajudam quem tem ansiedade?

Durante a prática de atividade física, o organismo passa por mudanças que beneficiam não apenas o corpo, mas também a mente.

 

Entre os principais efeitos estão:

 

Estímulo à liberação de endorfinas, associadas à sensação de prazer e bem-estar.

Redução da tensão muscular.

Diminuição dos níveis de estresse.

Melhora da qualidade do sono.

Aumento da disposição no dia a dia.

Maior concentração.

Sensação de relaxamento após o treino.

Além disso, criar uma rotina de exercícios ajuda a organizar a semana e oferece um momento para desconectar das preocupações diárias.

 

1. Caminhada

A caminhada continua sendo uma das atividades mais indicadas para quem deseja começar a se exercitar.

Além de ser acessível, ela pode ser feita em parques, praças, ruas ou na esteira. Quando realizada em ambientes ao ar livre, ainda proporciona contato com a natureza, fator que muitas pessoas associam a uma maior sensação de tranquilidade.

Uma caminhada de 30 minutos já pode fazer parte de uma rotina saudável.

 

2. Yoga

O yoga combina exercícios físicos, técnicas de respiração e meditação.

Essa união favorece o relaxamento, melhora a consciência corporal e ajuda a manter o foco no momento presente. Com a prática frequente, muitas pessoas também percebem ganhos na flexibilidade, no equilíbrio e na qualidade do sono.

 

3. Musculação

Engana-se quem pensa que a musculação traz benefícios apenas para os músculos.

Treinar regularmente também ajuda a aliviar o estresse, melhora a autoestima e proporciona uma sensação de evolução a cada objetivo alcançado. Além disso, a concentração exigida durante os exercícios pode ajudar a afastar pensamentos repetitivos.

 

4. Pilates

O pilates trabalha força, mobilidade, postura, equilíbrio e respiração de forma integrada.

Como os movimentos exigem atenção e controle, a prática favorece a concentração e ajuda a reduzir a sensação de sobrecarga mental.

Outro benefício é o fortalecimento da musculatura, especialmente da região do core.

 

5. Corrida

Para quem já está acostumado com atividades de maior intensidade, a corrida pode ser uma excelente opção.

Ela melhora o condicionamento cardiorrespiratório, aumenta a resistência física e costuma proporcionar uma sensação de bem-estar após o treino.

O ideal é começar de forma gradual e respeitar os próprios limites.

 

6. Natação

A natação movimenta praticamente todos os grupos musculares e ainda tem baixo impacto sobre as articulações.

Além dos benefícios físicos, o ritmo da respiração durante a atividade pode favorecer o relaxamento e ajudar a aliviar as tensões do dia a dia.

 

7. Dança

Se a ideia é cuidar da saúde sem abrir mão da diversão, a dança pode ser a escolha perfeita.

Ela melhora o condicionamento físico, trabalha coordenação motora, equilíbrio e resistência. De quebra, ainda permite expressar emoções e transformar o exercício em um momento prazeroso.

 

Como escolher o melhor exercício?

Não existe uma modalidade considerada a melhor para aliviar a ansiedade. O mais importante é escolher uma atividade que combine com a sua rotina e que seja prazerosa.

Na hora de decidir, vale seguir algumas dicas:

 

Escolha um exercício que você goste.

Comece de forma gradual.

Respeite o seu nível de condicionamento físico.

Mantenha uma rotina regular.

Busque orientação de um profissional de Educação Física sempre que possível.

A constância costuma ser mais importante do que a intensidade nos primeiros meses.

 

A atividade física substitui o tratamento?

Não. Embora os exercícios tragam benefícios importantes para a saúde mental, eles não substituem tratamentos indicados por médicos ou psicólogos.

Se a ansiedade é frequente, intensa ou interfere na rotina, é fundamental procurar ajuda profissional. O tratamento pode incluir psicoterapia, medicamentos, mudanças no estilo de vida ou uma combinação dessas estratégias.

 

Pequenos hábitos fazem diferença

Além de manter uma rotina de exercícios, outros cuidados podem contribuir para o bem-estar físico e emocional:

 

Dormir entre 7 e 9 horas por noite.

Manter uma alimentação equilibrada.

Reservar momentos de lazer durante a semana.

Evitar o consumo excessivo de álcool e cafeína.

Praticar técnicas de respiração ou meditação.

Manter contato com familiares e amigos.

Quando inserida em uma rotina saudável, a atividade física pode se tornar uma importante aliada no controle da ansiedade. Mais do que buscar desempenho, movimentar o corpo de forma regular é um investimento na saúde, na qualidade de vida e no equilíbrio entre corpo e mente.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sete-exercicios-que-ajudam-a-aliviar-sintomas-de-ansiedade,70b54dd8db23e95698b301e7401ec22avvpmcgcq.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

sexta-feira, 17 de julho de 2026

9 sinais que podem indicar um infarto


Alguns sintomas sinalizam bem claramente que há algo errado com o coração. Outros, no entanto, podem passar despercebidos, mas ainda assim são possíveis em quem está sofrendo um infarto.

 

As providências médicas nesses casos são extremamente importantes e quanto mais cedo melhor. Por isso, saber reconhecer os sintomas é essencial. Abaixo, listamos nove dos principais sinais do enfarte:

 

Dor no peito: o mais comum e importante dos sintomas. A dor ou pressão no peito pode irradiar para o lado esquerdo do corpo, afetando o ombro e até a mandíbula;

 

Suor frio: esse é um sinal de alerta, ele sempre vem acompanhado de outros sintomas;

 

Náuseas ou vômito: também considerado um sinal de alerta, o mal-estar gástrico é um sintoma causado pelo estado de alerta que o corpo entra quando a pessoa sofre um infarto;

 

Tosse seca: o infarto compromete, além do coração, os pulmões. Por isso, ele pode provocar uma tosse seca. Esse também é um sintoma que não surge sozinho;

 

Falta de ar: o mesmo comprometimento dos pulmões que causa a tosse também pode causar aquela dificuldade para respirar, com a sensação de respiração encurtada e falta de ar;

 

Desmaio: a arritmia ou a parada cardíaca, resultado do infarto, podem causar uma síncope, que provoca o desmaio;

 

Tontura: a baixa oxigenação no cérebro, ocasionada pelo batimento irregular do coração, pode causar tontura. Esse sintoma também não surge sozinho;

 

Fraqueza excessiva e repentina: esse é um sintoma não muito comum, mas também relatado por alguns pacientes;

 

Palpitações: como o enfarte provoca arritmia no coração a pessoa tem a sensação de que está tendo palpitações, com o coração batendo fora do compasso.

 

Vale lembrar que nem sempre um infarto vem acompanhado de dor no peito. Em mulheres e idosos, principalmente, esse é um sintoma não tão frequente quanto as pessoas imaginam.

 

Por isso, é preciso estar sempre atento e fazer avaliações periódicas para avaliar os riscos.

 

Fonte: https://www.h9j.com.br/blog/9-sinais-que-podem-indicar-um-infarto/

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Como fazer o cabelo crescer mais rápido e saudável

Confira dicas essenciais para estimular o crescimento capilar e fortalecer os fios

 

Quer acelerar o crescimento do cabelo? Hábitos como alimentação rica em proteínas, massagem no couro cabeludo e cuidado com o uso de calor e produtos químicos podem fazer toda a diferença. Descubra as melhores dicas e como pequenos ajustes na sua rotina ajudam a ter fios mais longos e saudáveis!


Quem nunca desejou que o cabelo crescesse de um dia para o outro? A espera pelo comprimento ideal exige paciência, mas saiba que você pode, sim, ajudar o processo.

 

O crescimento capilar é um ciclo natural, mas hábitos corretos fazem toda a diferença na velocidade e na saúde dos fios.

 

O portal Alto Astral reuniu as melhores dicas para você cuidar do seu cabelo de dentro para fora.

 

Chegou a hora de estimular a raiz e garantir madeixas mais longas e fortes!

 

1. Alimentação é a base de tudo

O cabelo é composto basicamente de proteína. Se você não ingere nutrientes suficientes, seu corpo prioriza órgãos vitais e deixa o cabelo em segundo plano.

Aposte em uma dieta rica em proteínas (carnes magras, ovos, feijão), ferro, zinco e vitaminas do complexo B.

Beba muita água ao longo do dia. A hidratação interna é fundamental para que o bulbo capilar funcione com energia total.

 

2. Estimule o couro cabeludo

A circulação sanguínea no couro cabeludo é o que leva nutrientes para a raiz. Como fazer isso? Massagem!

Durante o banho ou com o cabelo seco, use as pontas dos dedos para massagear a região com movimentos circulares suaves.

Isso ativa a circulação e facilita o transporte de vitaminas essenciais para o crescimento. É um hábito simples, gratuito e extremamente relaxante.

 

3. Evite o excesso de calor

O secador, a chapinha e o babyliss são inimigos do crescimento quando usados em excesso. O calor excessivo quebra a haste do fio e causa pontas duplas.

O problema é que, quando as pontas quebram, parece que o cabelo não sai do lugar.

Sempre use um protetor térmico de boa qualidade antes de qualquer fonte de calor. Se puder, prefira secar o cabelo ao ar livre de vez em quando.

 

4. Cuidado com produtos químicos

Procedimentos químicos como descoloração, alisamentos e permanentes alteram a estrutura do fio. Quando o cabelo está fragilizado, ele tem mais facilidade para quebrar.

Para que o cabelo cresça rápido, ele precisa estar saudável. Dê intervalos maiores entre as químicas e foque em um cronograma capilar de nutrição e reconstrução.

 

5. O corte precisa ser estratégico

Muita gente evita o salão, mas cortar as pontinhas é essencial. Isso não faz o cabelo crescer na raiz, mas impede que a ponta dupla "suba" pelo fio e cause quebra severa.

Vá ao cabeleireiro a cada três ou quatro meses para remover apenas o necessário. O cabelo continuará crescendo, mas com uma aparência muito mais saudável e cheia.

 

6. Suplementos funcionam?

Existem vitaminas específicas para cabelo, pele e unhas. Elas podem ajudar, especialmente se houver deficiência nutricional.

Porém, nunca tome suplementos por conta própria. Consulte sempre um dermatologista ou nutricionista. O excesso de vitaminas pode ser prejudicial à saúde.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/como-fazer-o-cabelo-crescer-mais-rapido-e-saudavel,b1010972841ea4ad2abd79f79d18af355kbiepdj.html?utm_source=clipboard - Por: Maria Eduarda Vieira / Alto Astral - Foto: Shutterstock / Alto Astral

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Disfunção erétil pode ser alerta para problemas no coração


Alteração na função sexual pode ser um dos primeiros sinais de doenças cardiovasculares silenciosas, segundo urologista

 

A disfunção erétil pode ser um sinal precoce de problemas cardiovasculares, pois a circulação sanguínea é fundamental para a ereção. Fatores como obesidade, diabetes e sedentarismo também podem influenciar. Buscar ajuda médica é essencial para identificar possíveis doenças e iniciar tratamentos. Hábitos saudáveis beneficiam tanto a saúde sexual quanto o coração.

 

A dificuldade para obter ou manter uma ereção costuma ser associada ao envelhecimento ou a fatores emocionais. No entanto, a disfunção erétil também pode ser um dos primeiros sinais de problemas cardiovasculares, funcionando como um importante alerta para doenças ainda silenciosas.

 

Isso acontece porque a ereção depende diretamente de um fluxo sanguíneo adequado. Quando a circulação começa a apresentar alterações, os vasos do pênis, que são mais estreitos, podem ser afetados antes mesmo das artérias do coração.

 

Disfunção erétil pode indicar alterações na circulação

De acordo com o urologista Dr. Nelson Batezini, a saúde sexual masculina está diretamente ligada à saúde vascular.

 

"Muitas vezes, a disfunção erétil é o primeiro indicativo de que existe algum comprometimento na circulação sanguínea. Por isso, ela não deve ser encarada apenas como uma questão relacionada ao desempenho sexual", explica o urologista.

 

Diversos estudos já demonstraram que homens com disfunção erétil apresentam maior risco de desenvolver doenças como hipertensão arterial, aterosclerose, infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Em alguns casos, os sintomas podem surgir anos antes do diagnóstico de um problema cardiovascular.

 

Qual é a relação entre a ereção e o coração?

A explicação está no calibre dos vasos sanguíneos. As artérias responsáveis por irrigar o pênis são menores do que as artérias coronárias, que levam sangue ao coração. Assim, pequenas obstruções causadas pelo acúmulo de gordura costumam aparecer primeiro na função erétil.

 

Na prática, isso significa que dificuldades persistentes para manter ereções podem indicar alterações vasculares em estágio inicial.

 

"O paciente muitas vezes procura atendimento pensando exclusivamente na vida sexual, mas durante a investigação podem ser identificados fatores de risco importantes, como pressão alta, diabetes, colesterol elevado e doenças cardiovasculares ainda silenciosas", afirma Dr. Nelson.

 

Outros fatores também podem estar envolvidos

Embora alterações cardiovasculares sejam uma das possíveis causas, a disfunção erétil também pode estar relacionada a:

 

Obesidade;

Diabetes;

Colesterol alto;

Tabagismo;

Sedentarismo;

Alterações hormonais;

Ansiedade e depressão.

 

Por isso, a avaliação médica é fundamental para identificar a origem do problema e indicar o tratamento mais adequado.

 

Mudanças de hábitos beneficiam o coração e a saúde sexual

A boa notícia é que muitos dos fatores de risco para doenças cardiovasculares e disfunção erétil podem ser prevenidos com hábitos saudáveis.

 

Manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas regularmente, controlar o peso corporal, abandonar o cigarro e realizar acompanhamento médico periódico ajudam tanto a proteger o coração quanto a preservar a função sexual.

 

"Muitos pacientes demoram para procurar ajuda por vergonha ou por acreditarem que a situação faz parte do envelhecimento. Mas a disfunção erétil pode representar uma oportunidade valiosa de identificar doenças cardiovasculares precocemente e evitar complicações futuras", destaca o urologista.

 

Quando procurar um médico?

A avaliação médica é recomendada quando houver:

 

Dificuldade frequente para obter ou manter a ereção;

Queda progressiva do desempenho sexual;

Diagnóstico de hipertensão, diabetes ou colesterol elevado;

Histórico de tabagismo;

Casos de doenças cardiovasculares na família.

Quanto mais cedo a investigação for realizada, maiores são as chances de identificar alterações cardiovasculares ainda no início e iniciar o tratamento adequado.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/disfuncao-eretil-pode-ser-alerta-para-problemas-no-coracao,e526b17cd87d2de9fb26beb13082d190j29duogl.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

terça-feira, 14 de julho de 2026

Exercícios simples para perder barriga e fortalecer o corpo em casa


Confira exercícios simples que fortalecem o abdômen, aumentam o gasto calórico e ajudam no processo de perda de gordura

 

Perder barriga exige mais do que exercícios localizados: o segredo está na combinação de atividade física, alimentação equilibrada e bons hábitos. A prancha, polichinelo, abdominal bicicleta e agachamento são ótimos para fortalecer o corpo e aumentar o condicionamento. Em 20 a 30 minutos por dia, já dá para começar uma rotina eficaz!

 

Quer perder barriga e aproveitar o fim de semana para começar a treinar? Alguns exercícios podem ser feitos sem sair de casa e sem o uso de equipamentos.

 

Apesar do nome, nenhum movimento elimina gordura apenas da região abdominal. A barriga diminui quando há perda de gordura corporal, resultado da combinação entre:

Atividade física.

Alimentação equilibrada.

Bons hábitos.

 

Mesmo assim, fortalecer o abdômen faz diferença. Além de melhorar a postura, esses exercícios aumentam o condicionamento físico e ajudam a manter uma rotina mais ativa.

 

O que realmente ajuda a perder barriga?

Se o objetivo é perder barriga, vale investir em hábitos que trazem resultados no longo prazo.

 

Entre eles estão:

Praticar exercícios com frequência.

Manter uma alimentação equilibrada.

Dormir bem todas as noites.

Beber água ao longo do dia.

Evitar ficar muitas horas seguidas sentado.

Pequenas mudanças na rotina costumam gerar resultados mais duradouros do que soluções rápidas.

 

1. Prancha

A prancha é um dos exercícios mais eficientes para fortalecer o core. Ela ativa o abdômen, trabalha as costas e ainda melhora a estabilidade do corpo.

 

Como fazer

Apoie os antebraços no chão.

Estenda as pernas.

Apoie apenas as pontas dos pés.

Mantenha o corpo alinhado.

Contraia o abdômen durante todo o exercício.

Faça de 20 a 40 segundos. Repita de 3 a 4 vezes.

 

Principais benefícios

Fortalece o abdômen.

Melhora a postura.

Aumenta a estabilidade.

Trabalha vários músculos ao mesmo tempo.

 

2. Polichinelo

O polichinelo é um exercício aeróbico clássico. Ele acelera os batimentos cardíacos e aumenta o gasto calórico, fator importante para quem deseja perder barriga.

 

Como fazer

Fique em pé.

Salte abrindo as pernas.

Levante os braços acima da cabeça.

Retorne à posição inicial.

Repita o movimento continuamente.

Faça de 30 a 60 segundos.

 

Por que incluir no treino?

Eleva a frequência cardíaca.

Melhora o condicionamento.

Ajuda a gastar mais calorias.

Não exige equipamentos.

 

3. Abdominal bicicleta

Esse exercício trabalha diferentes regiões do abdômen e ainda exige coordenação e equilíbrio.

 

Como fazer

Deite de barriga para cima.

Coloque as mãos atrás da cabeça.

Eleve as pernas.

Leve o cotovelo direito em direção ao joelho esquerdo.

Alterne os lados em um movimento contínuo.

Faça de 12 a 15 repetições para cada lado.

 

O exercício ajuda a:

Fortalecer o abdômen.

Melhorar a coordenação.

Trabalhar os músculos oblíquos.

Aumentar a resistência muscular.

 

4. Agachamento

Embora o foco não seja apenas a barriga, o agachamento ativa grandes grupos musculares. Isso aumenta o gasto energético durante o treino.

 

Como fazer

Afaste os pés na largura dos ombros.

Empurre o quadril para trás.

Flexione os joelhos.

Desça mantendo a coluna alinhada.

Retorne lentamente.

Faça de 12 a 15 repetições. Complete de 3 a 4 séries.

 

Entre os benefícios estão:

Fortalecimento das pernas.

Ativação dos glúteos.

Maior gasto calórico.

Melhora da força e do equilíbrio.

 

Quanto tempo treinar?

Você não precisa passar horas treinando para começar. Uma rotina de 20 a 30 minutos, de três a quatro vezes por semana, já contribui para melhorar o condicionamento físico.

Se desejar aumentar a intensidade, faça os quatro exercícios em sequência. Descanse cerca de um minuto e repita o circuito de três a quatro vezes.

 

Constância faz mais diferença do que intensidade

Quem deseja perder barriga deve pensar em consistência, e não apenas em treinos intensos. Exercícios feitos regularmente, aliados a e um estilo de vida ativo, costumam trazer resultados mais duradouros.

O mais importante é começar. Com poucos minutos de treino em casa, já é possível fortalecer o abdômen, movimentar o corpo e criar uma rotina que faça sentido para o seu dia a dia.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/exercicios-simples-para-perder-barriga-e-fortalecer-o-corpo-em-casa,fdc8c80e90ee111a9be3cf0393575494o4j7eb8e.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life