sexta-feira, 15 de maio de 2026

Esse hábito silencioso do dia a dia pode aumentar risco de hipertensão


Passar muitas horas sentado pode elevar o risco cardiovascular e prejudicar a saúde do coração ao longo do tempo

 

Ficar sentado por muito tempo parece algo inofensivo na rotina. Porém, o sedentarismo prolongado tem chamado cada vez mais a atenção por seus impactos na saúde cardiovascular, principalmente no aumento do risco de hipertensão.

 

A pressão alta afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo. E um dos fatores que mais contribuem para o problema é justamente o excesso de tempo em comportamento sedentário, como passar horas sentado trabalhando, estudando ou usando telas.

 

Sedentarismo aumenta os riscos para o coração

Manter o corpo parado por períodos longos reduz a circulação sanguínea, prejudica o metabolismo e aumenta a sobrecarga do sistema cardiovascular.

 

Estudos recentes mostram que cada hora passada sentado ou deitado ao longo do dia pode elevar o risco cardiovascular em cerca de 5%, especialmente quando não há compensação com atividade física regular.

 

Além disso, a falta de movimento favorece outros fatores ligados à hipertensão, como:

 

Ganho de peso.

Aumento do colesterol.

Resistência à insulina.

Má circulação.

Inflamações no organismo.

 

Hipertensão muitas vezes não apresenta sintomas

A hipertensão arterial é conhecida como uma doença silenciosa porque pode evoluir sem sinais claros durante anos.

 

Quando não controlada, ela aumenta o risco de:

 

Infarto.

AVC.

Insuficiência cardíaca.

Problemas renais.

Complicações na circulação.

Por isso, hábitos simples do dia a dia fazem diferença importante na prevenção.

 

Pequenas pausas já ajudam o organismo

Uma das estratégias mais recomendadas para reduzir os impactos do sedentarismo é interromper longos períodos sentado com pequenas movimentações ao longo do dia.

 

Levantar, caminhar alguns minutos pela casa ou escritório e alongar o corpo já ajudam a estimular a circulação e reduzir a sobrecarga cardiovascular.

 

Em muitos casos, pausas de cinco minutos a cada meia hora já trazem benefícios para o organismo.

 

Exercícios aeróbicos ajudam a controlar a pressão

Além de reduzir o tempo sentado, manter uma rotina de exercícios físicos é fundamental para a saúde do coração.

 

Atividades aeróbicas costumam ser as mais indicadas para auxiliar no controle da pressão arterial, como:

 

Caminhada.

Corrida leve.

Bicicleta.

Dança.

Natação.

A recomendação geral é acumular pelo menos 150 minutos semanais de atividade física moderada.

 

Musculação também pode ser aliada

Os exercícios de força também ajudam na saúde cardiovascular quando praticados de forma equilibrada.

 

Além de fortalecer a musculatura, a musculação auxilia no controle metabólico, melhora a circulação e contribui para o equilíbrio da pressão arterial.

 

Mudanças simples fazem diferença

Nem sempre é necessário transformar completamente a rotina para cuidar do coração. Algumas atitudes já ajudam bastante:

 

Levantar mais vezes ao longo do dia.

Evitar longos períodos sentado.

Fazer pequenas caminhadas.

Praticar exercícios regularmente.

Controlar o estresse.

Dormir bem.

Reduzir excesso de sal e ultraprocessados.

 

Quando procurar avaliação médica

Pessoas com pressão alta, histórico familiar de doenças cardiovasculares, dores no peito, falta de ar ou episódios frequentes de tontura devem procurar acompanhamento médico antes de iniciar atividades físicas intensas.

 

Monitorar a pressão regularmente também é importante, principalmente após os 40 anos ou em casos de sedentarismo prolongado.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/esse-habito-silencioso-do-dia-a-dia-pode-aumentar-risco-de-hipertensao,346a22727bdf0592b438a237d3694d40khzpnprm.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Energético, café e treino intenso: combinação acende alerta cardíaco


Especialista alerta que excesso de cafeína e estimulantes associado a exercícios intensos pode favorecer arritmias e sintomas cardiovasculares

 

O consumo de café, energéticos e suplementos estimulantes faz parte da rotina de muitas pessoas, principalmente entre quem pratica exercícios físicos regularmente. No entanto, especialistas em cardiologia alertam que o excesso dessas substâncias combinado com treinos intensos pode aumentar o risco de alterações no ritmo do coração.

 

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), as arritmias cardíacas afetam milhões de pessoas no Brasil e estão entre as principais causas de morte súbita cardíaca no mundo. O crescimento no consumo de energéticos e pré-treinos entre jovens e adultos também tem chamado a atenção de médicos e pesquisadores.

 

Cafeína e estimulantes podem alterar o ritmo cardíaco

Substâncias presentes em cafés, energéticos e fórmulas pré-treino estimulam a liberação de adrenalina no organismo. Isso pode provocar aumento da frequência cardíaca e alterações na condução elétrica do coração.

 

De acordo com o Dr. Marcelo Sobral, presidente da Associação Brasileira de Estimulação Cardíaca (ABEC/DECA), o problema costuma estar no excesso e na associação com outros fatores de risco.

 

"O coração responde diretamente aos estímulos do organismo. Quando existe consumo exagerado de cafeína, energéticos ou substâncias estimulantes associada a treinos muito intensos, privação de sono, estresse ou predisposição genética, o risco de alterações no ritmo cardíaco aumenta significativamente", explica o especialista.

 

Sintomas podem surgir durante os treinos

Entre os sintomas mais comuns das arritmias estão:

 

Palpitações.

Sensação de coração acelerado.

Falta de ar.

Tontura.

Dor no peito.

Fadiga durante exercícios.

Episódios de desmaio.

 

Em alguns casos, porém, as alterações cardíacas podem acontecer de forma silenciosa, dificultando a identificação do problema.

 

"Ocorre uma falsa percepção de que pessoas jovens e fisicamente ativas estão totalmente protegidas de problemas cardíacos. Mas vemos cada vez mais pacientes com episódios de arritmia relacionados ao excesso de estimulantes, treinos extremos e ausência de acompanhamento médico adequado", afirma Dr. Marcelo Sobral.

 

Pré-treinos e energéticos exigem atenção

Além dos energéticos tradicionais, especialistas também alertam para o aumento do uso de suplementos estimulantes e fórmulas pré-treino com altas concentrações de cafeína e outras substâncias que podem sobrecarregar o sistema cardiovascular.

 

Pessoas com histórico familiar de arritmias, hipertensão, doenças cardíacas ou casos de morte súbita devem ter atenção redobrada antes de consumir esses produtos regularmente ou iniciar atividades físicas de alta intensidade.

 

Exercício continua sendo importante para o coração

Apesar do alerta, especialistas reforçam que a prática de atividade física continua sendo fundamental para a saúde cardiovascular. O principal cuidado está no equilíbrio e no acompanhamento adequado.

 

"O exercício físico é extremamente importante para a saúde cardiovascular, mas precisa acontecer com equilíbrio e segurança. O excesso, principalmente sem avaliação médica e associado ao uso indiscriminado de estimulantes, pode transformar um hábito saudável em um fator de risco", alerta o presidente da ABEC/DECA.

 

Quando procurar ajuda médica

A recomendação é buscar avaliação cardiológica caso sintomas como palpitações frequentes, tonturas ou desmaios apareçam durante os exercícios.

 

Exames como eletrocardiograma, Holter e teste ergométrico ajudam a identificar possíveis alterações no ritmo cardíaco e orientar o tratamento adequado.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/energetico-cafe-e-treino-intenso-combinacao-acende-alerta-cardiaco,6e01b379382919e3b8294438921c04c6iv2otrau.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Temperaturas baixas: 6 cuidados importantes com a saúde


Especialistas alertam para problemas comuns do inverno e explicam como prevenir complicações

 

A chegada das temperaturas mais baixas costuma alterar não apenas a rotina das pessoas, mas também o funcionamento do organismo. Durante o outono e o inverno, aumentam os casos de doenças respiratórias, problemas de pele e desconfortos circulatórios. Além disso, hábitos típicos da estação — como tomar banhos muito quentes, usar roupas apertadas e reduzir a ingestão de água — podem agravar quadros já existentes.

 

Por isso, especialistas reforçam que os cuidados com a saúde precisam ser adaptados nessa época do ano. Pequenas mudanças na rotina ajudam a prevenir complicações e garantem mais conforto durante os meses mais frios. A seguir, confira 6 cuidados essenciais para proteger o organismo das baixas temperaturas!

 

1. Evite permanecer muito tempo com roupas apertadas e abafadas

Durante o frio, "o uso frequente de calças muito apertadas e tecidos que abafam a região íntima cria um ambiente quente e úmido, favorecendo o crescimento de fungos como a Candida. No inverno, isso se torna ainda mais comum porque as pessoas passam mais tempo com roupas fechadas e muitas vezes negligenciam a ventilação adequada da região íntima. O ideal é priorizar tecidos leves sempre que possível e evitar permanecer longos períodos com roupas úmidas ou muito justas", explica o ginecologista Dr. César Patez.

 

2. Redobre os cuidados com a pele no inverno

O clima seco, os ventos frios e os banhos quentes comprometem diretamente a barreira de proteção da pele. "No frio, a pele precisa de reposição lipídica e não apenas de água. Hidratantes mais potentes ajudam a restaurar a barreira cutânea e evitar o ressecamento. A água muito quente agride a barreira de proteção da pele, favorecendo o ressecamento, a coceira e até o surgimento de lesões", alerta o dermatologista Dr. Gustavo Saczk.

 

3. Não ignore sintomas respiratórios persistentes

Com a queda da umidade do ar, problemas respiratórios costumam se intensificar durante o inverno. Quadros de obstrução nasal, dificuldade para respirar e piora da qualidade do sono podem indicar alterações estruturais que passam despercebidas em outras épocas do ano.

"No inverno, a mucosa nasal fica mais ressecada e sensível, o que pode acentuar sintomas em quem já tem alterações estruturais no nariz. Corrigir a respiração nasal melhora a oxigenação do organismo e contribui para uma série de funções essenciais, incluindo a qualidade do sono", explica o cirurgião plástico Guilherme Scheibel.

 

4. Saiba diferenciar gripe e resfriado

Com o aumento dos casos de doenças respiratórias, muitas pessoas têm dificuldade para identificar quando estão diante de um resfriado comum ou de um quadro gripal mais intenso. Apesar de parecidos, os sintomas apresentam diferenças importantes, principalmente na intensidade e no impacto sobre o organismo.

"O resfriado geralmente causa coriza, espirros e desconforto leve na garganta. Já a gripe se manifesta com febre alta, dores no corpo e grande prostração. A febre alta é um dos principais sinais de alerta para gripe, principalmente quando surge de forma repentina", afirma a otorrinolaringologista Dra. Renata Mori.

 

5. Cuidado com a saúde cardiovascular

O frio também traz impactos importantes para o sistema cardiovascular, especialmente em idosos e pessoas com hipertensão, diabetes, obesidade ou histórico de doenças cardíacas. Durante temperaturas mais baixas, o organismo reage provocando contração dos vasos sanguíneos para conservar calor, aumentando a pressão arterial e sobrecarregando o coração.

"Durante temperaturas mais baixas, o organismo reage provocando contração dos vasos sanguíneos para conservar calor, o que aumenta a pressão arterial e sobrecarrega o coração. Isso ajuda a explicar por que infartos, AVCs e crises hipertensivas tendem a aumentar no inverno", alerta o cardiologista Vitor Bruno Teixeira de Holanda.

O especialista também destaca a importância de adotar hábitos saudáveis durante o inverno. "É fundamental manter a pressão arterial controlada, evitar excesso de sal e álcool, continuar praticando atividades físicas mesmo em dias frios e manter boa hidratação", orienta.

 

6. Aproveite o inverno para cuidar da saúde vascular

As temperaturas mais amenas tornam o inverno uma das melhores épocas para iniciar tratamentos vasculares, especialmente para varizes e vasinhos. O clima frio favorece a recuperação, reduz o desconforto pós-procedimento e melhora a adaptação ao uso de meias compressivas.

"Tratar varizes no inverno permite não só uma recuperação mais confortável, mas também resultados mais completos e naturais até os meses mais quentes. O tratamento não é apenas estético. Ele melhora a circulação, alivia sintomas e previne a progressão da doença", destaca a cirurgiã vascular Dra. Nayara Cioffi Batagini.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/temperaturas-baixas-6-cuidados-importantes-com-a-saude,697d87c49a7329703f7833b0f8e133c79x6r5ahx.html?utm_source=clipboard - Por Sarah Monteiro - Foto: Impact Photography | Shutterstock / Portal EdiCase

terça-feira, 12 de maio de 2026

Quer reduzir o consumo de açúcar? Essas são as quatro dicas infalíveis de Harvard que vão te ajudar nessa missão


Pequenas mudanças na rotina podem ajudar a reduzir o consumo de açúcar sem radicalismos

 

Reduzir o consumo de açúcar pode parecer um desafio enorme, especialmente para quem não consegue resistir a um docinho depois das refeições. Mas especialistas da Harvard Health explicam que pequenas mudanças na rotina já podem fazer diferença no controle da vontade de comer açúcar.

 

O segredo não está em cortar tudo de uma vez ou transformar a alimentação radicalmente. Na prática, estratégias mais leves e graduais costumam funcionar melhor a longo prazo. Isso porque o excesso de açúcar pode trazer impactos importantes para a saúde, aumentando o risco de problemas como Diabetes Tipo 2, obesidade, doenças cardiovasculares e até alterações relacionadas ao humor e à saúde mental.

 

A seguir, veja quatro hábitos recomendados por especialistas para reduzir o açúcar sem sofrimento.

 

1. Aposte em um café da manhã mais equilibrado

Começar o dia com alimentos nutritivos pode ajudar a evitar picos de fome e reduzir a vontade de doces ao longo das horas. Segundo especialistas, refeições com proteínas, fibras e carboidratos de boa qualidade favorecem mais saciedade.

 

Opções como ovos, aveia, frutas e iogurte natural podem ajudar o organismo a manter níveis mais estáveis de energia, diminuindo aquela busca constante por açúcar durante o dia.

 

2. Tire os doces do campo de visão

A facilidade de acesso influencia diretamente no consumo. Quando chocolates, bolachas recheadas e sobremesas ficam sempre à vista, a tendência é comer por impulso com mais frequência.

 

Por isso, uma dica simples é deixar frutas, castanhas ou lanches saudáveis em locais mais acessíveis da cozinha. Com o tempo, o paladar também tende a se adaptar a sabores menos doces.

 

3. Priorize alimentos naturais e menos processados

Produtos ultraprocessados costumam conter grandes quantidades de açúcar escondido, mesmo quando não têm sabor extremamente doce.

 

Montar refeições com legumes, verduras, proteínas e carboidratos integrais ajuda a manter o corpo nutrido e reduz a necessidade de buscar doces para compensar a fome ou o cansaço.

 

Além disso, alimentos mais naturais oferecem fibras e nutrientes importantes para o funcionamento do organismo.

 

4. Aprenda a identificar o açúcar escondido nos rótulos

Nem sempre o açúcar aparece de forma óbvia nos alimentos. Molhos prontos, pães industrializados, cereais matinais e até iogurtes podem conter grandes quantidades de açúcar adicionado.

 

Por isso, vale observar a lista de ingredientes e a tabela nutricional antes da compra. Quanto menor a quantidade de ingredientes artificiais e aditivos, melhor tende a ser a escolha.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/materias/materia-28699 - Escrito por Ellie Sasi – Redatora - Shutterstock

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Alzheimer silencioso: doença pode dar sinais 20 anos antes dos sintomas


Alterações biológicas podem surgir décadas antes do esquecimento; entenda por que o diagnóstico ainda é demorado

 

O Alzheimer é a maior causa de demência no mundo. No Brasil, mais de 1 milhão de pessoas vivem com a condição.

 

Estudos mostram que a doença dá sinais biológicos muito cedo. Essas alterações surgem até 20 anos antes dos sintomas clínicos aparecerem.

 

Nesta fase, chamada de pré-clínica, o cérebro já sofre mudanças. Porém, o paciente ainda não apresenta falhas de memória evidentes.

 

Apesar disso, o diagnóstico no país costuma ser tardio. Muitas vezes, a descoberta só ocorre quando a autonomia já está comprometida.

 

Por que o diagnóstico do Alzheimer ainda é demorado?

O atraso ocorre porque muitos sinais são vistos como “normais”. As famílias tendem a banalizar pequenos esquecimentos do envelhecimento.

 

O neurologista Diogo Haddad alerta que o esquecimento recorrente não é normal. Ter dificuldade para organizar tarefas habituais também merece investigação.

 

“A identificação precoce depende de uma avaliação estruturada”, afirma o médico. O uso de biomarcadores ajuda a detectar a doença nessa janela estratégica.

 

As três fases da evolução da doença

Entender como o Alzheimer progride ajuda a identificar o problema cedo. A evolução costuma ocorrer em três estágios principais:

 

Fase pré-clínica: alterações silenciosas no cérebro e sem sintomas.

Fase leve: falhas de memória recente e mudanças de comportamento.

Fase moderada a avançada: perda de autonomia e dependência total.

 

Papel da genética e dos novos exames

 

A ciência avançou muito no diagnóstico de casos precoces. Isso é fundamental para quem apresenta sintomas antes dos 60 anos.

 

O médico geneticista de Doenças Raras da Dasa Genômica, Roberto Giugliani, explica que alguns casos possuem origem genética. Para esse grupo, a investigação do DNA é essencial.

 

Atualmente, o Brasil já conta com o Painel NGS para Alzheimer. O exame analisa genes ligados às formas hereditárias da doença.

 

O teste utiliza uma coleta simples de sangue ou saliva. Ele identifica mutações associadas à predisposição genética de forma precisa.

 

Sinais de alerta para famílias e profissionais

 

O Alzheimer não é uma consequência natural do envelhecimento. É uma doença que exige cuidado, planejamento e tratamento adequado.

 

Identificar os sinais iniciais permite intervenções mais oportunas. Além disso, ajuda a família a se preparar para o futuro.

 

Fique atento a mudanças de humor sem explicação clara. Dificuldade em reconhecer compromissos recentes também é um alerta importante.

 

A busca por um especialista deve acontecer aos primeiros sinais. O diagnóstico precoce é uma prioridade estratégica de saúde pública.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/alzheimer-silencioso-doenca-pode-dar-sinais-20-anos-antes-dos-sintomas.phtml - Foto: Shutterstock