sábado, 7 de fevereiro de 2026

7 sinais de que o exercício está sobrecarregando o corpo


Aprenda a identificar o limite entre o treino eficiente e o perigo do overtraining

 

Praticar exercícios físicos é essencial para uma vida longa e saudável hoje. Muitos buscam resultados rápidos e acabam ignorando os limites do próprio corpo. A linha entre um treino intenso e o excesso é muito tênue.

 

Em 2026, a busca pela alta performance atingiu níveis recordes nas academias. No entanto, o descanso é tão importante quanto o levantamento de peso. Sem a recuperação adequada, o corpo entra em um estado de estresse crônico.

 

O termo médico para esse desgaste excessivo é chamado de overtraining. Ele acontece quando o volume de treino supera a capacidade de recuperação. Confira abaixo os sete sinais de que você precisa desacelerar o ritmo.

 

1. Fadiga persistente que não passa

Sentir cansaço após uma sessão de corrida ou musculação é normal. O problema surge quando esse cansaço não desaparece após uma noite de sono. Você acorda sentindo que não descansou absolutamente nada durante o repouso.

Essa fadiga persistente afeta o desempenho nas tarefas simples do cotidiano. Subir uma escada ou caminhar até o trabalho parece um esforço hercúleo. É o seu sistema nervoso central enviando um alerta de esgotamento total.

 

2. Dores musculares que duram dias

A dor muscular tardia costuma durar entre 24 e 48 horas após treinar. Se a dor ultrapassa esse período, algo pode estar errado na sua rotina. Dores agudas em articulações ou tendões são sinais de inflamação severa.

Treinar sobre a dor constante aumenta drasticamente o risco de lesões graves. O tecido muscular precisa de tempo para se reconstruir e ficar forte. Ignorar esse sinal pode afastar você dos treinos por meses seguidos.

 

3. Alterações bruscas no humor

O exercício físico é conhecido por liberar endorfina e gerar felicidade. Porém, o excesso de esforço causa o efeito contrário no cérebro humano. A sobrecarga eleva os níveis de cortisol, o hormônio do estresse.

Você pode se sentir irritado, ansioso ou sem paciência com as pessoas. A falta de motivação para ir treinar também é um sintoma clássico. Se o que antes dava prazer agora gera angústia, seu corpo pede trégua.

 

4. Queda inexplicável na performance

Você está treinando mais, mas parece estar ficando cada vez mais fraco. Cargas que antes eram fáceis de levantar agora parecem pesadíssimas no treino. O seu tempo na corrida está piorando mesmo com o esforço dobrado.

Essa queda de rendimento é um dos sinais mais claros de sobrecarga. O corpo não tem substrato energético para manter a intensidade que você exige. Nesse estágio, treinar mais forte apenas piora o quadro de rendimento.

 

5. Distúrbios no sono e insônia

Parece contraditório, mas o cansaço extremo pode impedir você de dormir bem. A sobrecarga mantém o sistema de alerta do corpo ligado o tempo todo. Você sente o corpo exausto, mas a mente não consegue “desligar” à noite.

A insônia prejudica a liberação do hormônio do crescimento, o famoso GH. É durante o sono profundo que os músculos se recuperam e crescem. Sem dormir, você interrompe o ciclo de evolução física e mental.

 

6. Sistema imunológico fragilizado

O excesso de exercício físico suprime a capacidade de defesa do seu organismo. Você começa a ter resfriados, gripes ou infecções com muita frequência diária. Pequenos cortes ou machucados demoram muito mais tempo para cicatrizar bem.

O corpo está tão focado em reparar músculos que esquece da imunidade. Ficar doente com constância é um aviso de que a energia acabou. Recuperar a saúde deve ser sua prioridade absoluta antes de voltar à carga.

 

7. Perda de apetite e alterações cardíacas

A sobrecarga afeta o sistema digestivo e o ritmo do seu coração. Você pode sentir falta de apetite ou náuseas após treinos muito longos. O coração também pode apresentar uma frequência cardíaca de repouso elevada.

Se os seus batimentos estão acelerados logo ao acordar, fique atento hoje. Isso indica que o seu coração está trabalhando demais para manter o equilíbrio. Monitorar a frequência cardíaca é uma excelente forma de prevenir o estresse.

 

Como recuperar o corpo da sobrecarga

O primeiro passo para a recuperação é aceitar a necessidade do repouso. O descanso não é perda de tempo, mas parte integrante do seu treino. Reduza o volume e a intensidade das atividades por pelo menos uma semana.

Invista em uma alimentação rica em nutrientes e muita hidratação diária. Massagens, liberação miofascial e banhos mornos ajudam a relaxar a musculatura tensa. Escute o que o seu corpo diz antes que ele pare à força.

Aumentar o tempo de sono é a melhor estratégia de recuperação gratuita. Tente dormir pelo menos oito horas de qualidade em um ambiente escuro. O equilíbrio entre esforço e pausa é o segredo dos grandes atletas.

 

Treine com inteligência

Ter um estilo de vida ativo é maravilhoso, mas exige muita sabedoria. A disciplina deve servir para melhorar sua vida, não para destruí-la aos poucos. Aprenda a diferenciar o desafio saudável da punição física desnecessária hoje.

Consulte um profissional de educação física e um médico regularmente para orientação. Eles podem ajustar o seu plano de treinos conforme a sua resposta física. Respeitar seus limites é a forma mais inteligente de garantir resultados reais.

Lembre-se: a constância vence a intensidade desordenada a longo prazo sempre. Seja gentil com o seu corpo e ele levará você muito longe. Mantenha o foco na saúde e a estética será apenas uma consequência natural.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/7-sinais-de-que-o-exercicio-esta-sobrecarregando-o-corpo/ - Foto: Shutterstock

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Seus olhos estão exaustos? Conheça a Síndrome do Cansaço Digital


Uso excessivo de telas pode provocar fadiga ocular, dores de cabeça e queda de concentração ao longo do dia

 

Celular, computador, tablet e televisão fazem parte da rotina. O problema começa quando o tempo diante das telas se estende sem pausas.

 

Nesse cenário, surge a Síndrome do Cansaço Digital, também conhecida como síndrome da visão de computador. Ela não é uma doença, mas uma condição cada vez mais comum.

 

'Era como se alguém estivesse enfiando uma chave de fenda no meu rosto': a vida com a condição médica mais dolorosa do mundo

 

O corpo sente e os olhos costumam ser os primeiros a dar sinais.

 

O que é a Síndrome do Cansaço Digital?

A síndrome é resultado do uso prolongado de telas digitais. Ela afeta pessoas de todas as idades.

Quando olhamos para uma tela, piscamos menos. Em situações normais, piscamos entre 15 e 20 vezes por minuto.

Diante do computador ou celular, esse número cai para cerca de 5 a 7 vezes. Isso resseca os olhos e prejudica a lubrificação natural. Com o tempo, surgem desconfortos que vão além da visão.

 

Sinais de alerta: o corpo fala

O cansaço digital não se resume a vista embaçada. Os sintomas costumam se espalhar.

Fique atento se você percebe:

Olhos secos, ardendo ou vermelhos.

Sensação de areia nos olhos.

Visão embaçada ao final do dia.

Dores de cabeça frequentes.

Tensão no pescoço e nos ombros.

Dificuldade de concentração.

Fadiga mental intensa no fim do expediente.

 

Ignorar esses sinais pode piorar o quadro, principalmente em rotinas longas de trabalho ou estudo.

 

Por que as telas cansam mais que o papel?

A diferença está na forma como a luz chega aos olhos.

O papel reflete a luz ambiente. Já as telas emitem luz diretamente.

Além disso, os textos digitais são formados por pixels. Eles não têm contornos totalmente definidos.

Isso exige um esforço constante do músculo ocular para focar. O olho trabalha mais e descansa menos.

Outro fator é a luz azul, ela está presente nas telas e pode intensificar a fadiga ocular, além de interferir no sono.

 

A regra 20-20-20 e outros biohacks simples

Pequenas pausas fazem grande diferença.

A mais conhecida é a regra 20-20-20:

A cada 20 minutos.

Olhe para algo a cerca de 6 metros de distância.

Por pelo menos 20 segundos.

Esse hábito relaxa os músculos dos olhos e reduz o esforço contínuo.

 

Ajustes de ergonomia que ajudam

Alguns cuidados simples aliviam bastante o desconforto:

 

Mantenha a tela a cerca de um braço de distância.

Posicione o monitor um pouco abaixo da linha dos olhos.

 

Ajuste o brilho para não ficar mais forte que a luz do ambiente.

Evite reflexos diretos na tela.

Piscar conscientemente também ajuda. Pode parecer básico, mas funciona.

 

Luz azul: vilã ou exagero?

A luz azul não é inimiga absoluta. Ela existe naturalmente na luz solar.

O problema é a exposição prolongada, especialmente à noite. Ela pode aumentar a fadiga ocular e atrapalhar o ciclo do sono.

 

Lentes com filtro de luz azul podem ajudar, mas não substituem pausas nem hábitos saudáveis.

São aliadas, não solução única.

 

Quando procurar um especialista?

Nem todo desconforto passa sozinho.

 

Procure um oftalmologista se você:

Sente cansaço visual constante.

Tem dores de cabeça frequentes.

Nota piora da visão ao longo do dia.

Usa telas por muitas horas diariamente.

 

O exame oftalmológico anual é essencial, ele avalia a saúde dos olhos e corrige problemas silenciosos.

 

Cuidar dos olhos é cuidar da rotina

A Síndrome do Cansaço Digital é reflexo do estilo de vida atual, mas ela pode ser controlada.

Com pausas, ajustes simples e acompanhamento médico, é possível usar telas sem sobrecarregar a visão.

Seus olhos não foram feitos para funcionar sem descanso. Escutar os sinais é o primeiro passo para protegê-los.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/seus-olhos-estao-exaustos-conheca-a-sindrome-do-cansaco-digital,31c1e3a1ffbd303eef9c1dadf3c57354j29m26g7.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Viver mais e melhor é o novo desafio da longevidade saudável


A importância da geriatria e da abordagem integral

 

O Brasil vive uma rápida transição demográfica e caminha para se tornar, nas próximas décadas, um país majoritariamente adulto e idoso.

 

De acordo com projeções do IBGE, até 2040 cerca de um quarto da população brasileira terá 60 anos ou mais. Diante desse cenário, especialistas alertam: o foco não deve estar apenas no aumento da expectativa de vida, mas na promoção da longevidade saudável, conceito que prioriza qualidade de vida, autonomia e bem-estar ao longo do envelhecimento.

 

Segundo o geriatra Marcos Cabrera, formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), envelhecer de forma saudável envolve múltiplos fatores que vão além da ausência de doenças. "Falamos de um envelhecimento ativo, que considera saúde física, mental, funcional e social. Viver mais só faz sentido quando esses anos adicionais são vividos com independência e propósito", afirma.

 

Mais que expectativa de vida

Estudos mostram que grande parte das doenças crônicas associadas ao envelhecimento, como hipertensão, diabetes, osteoporose e declínio cognitivo, está diretamente relacionada ao estilo de vida. A adoção de hábitos saudáveis — alimentação equilibrada, atividade física regular, sono adequado e controle do estresse — pode prevenir ou retardar essas condições, reduzindo a perda funcional e melhorando a qualidade de vida.

 

Outro ponto de destaque é a importância do convívio social. O isolamento, comum entre idosos, está associado a maior risco de depressão, comprometimento cognitivo e mortalidade precoce. "Manter vínculos sociais, participar de atividades comunitárias e preservar relações interpessoais é tão importante quanto controlar a pressão arterial ou o colesterol", ressalta Cabrera.

 

A saúde mental também ocupa papel central no envelhecimento saudável. Processos naturais dessa fase da vida, como aposentadoria, luto e mudanças no papel social, podem impactar o bem-estar emocional. Por isso, ambientes acolhedores, políticas inclusivas e acesso ao suporte psicológico são fundamentais para garantir uma velhice digna.

 

Políticas públicas são essenciais

Do ponto de vista estrutural, o especialista destaca a necessidade de políticas públicas voltadas para cidades mais acessíveis, com transporte adequado, espaços públicos seguros e oportunidades de aprendizado ao longo da vida. Essas ações favorecem a autonomia e a participação ativa dos idosos na sociedade.

 

A geriatria, especialidade médica dedicada ao cuidado da pessoa idosa, reforça a importância de uma abordagem integral. "Não tratamos apenas doenças, mas pessoas. A avaliação geriátrica ampla permite compreender as reais necessidades do indivíduo e construir estratégias de cuidado personalizadas", explica Cabrera.

 

Para o geriatra, envelhecer é uma conquista da sociedade moderna, mas envelhecer com saúde é uma escolha que depende de ações individuais e coletivas. "Investir hoje em prevenção, educação em saúde e inclusão social é essencial para garantir um futuro com mais qualidade de vida para todas as gerações", conclui.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/viver-mais-e-melhor-e-o-novo-desafio-da-longevidade-saudavel,8af2dcaebd2684181200db2db24fb1aajteoepjr.html?utm_source=clipboard - Por: Gabriela de Lisboa / Revista Malu - Foto: Revista Malu - Freepik

Crianças na escola: volta às aulas exige atenção redobrada dos pais


A volta às aulas muitas vezes representa a ruptura de uma rotina mais flexível do período em casa, quando os horários e costumes podem ser menos regrados. Retomar os hábitos anteriores nem sempre é fácil para os pequenos e neste processo de adaptação, as crianças podem acabar dormindo e comendo mal, o que exige atenção redobrada dos pais e educadores.

 

Volta às aulas começa no sono

"Do ponto de vista neurobiológico, o sono e a nutrição são pilares estruturantes, e a negligência dessas áreas interfere na maturação do córtex pré-frontal, região do cérebro responsável por funções executivas essenciais como a atenção, o planejamento e a regulação emocional", explica a Dra. Lorena Del Sant, psiquiatra e professora da Afya Educação Médica São Paulo. "Crianças privadas de sono tendem a apresentar pior desempenho de memória, maior irritabilidade e redução da tolerância à frustração, sintomas que muitas vezes são erroneamente confundidos com indisciplina."

 

Parte dos problemas pode começar na alimentação

Sobre a qualidade da alimentação, a especialista alerta ainda que o aumento do consumo de ultra processados e a irregularidade nos horários das refeições geram flutuações de energia e maior reatividade comportamental. Segundo a médica, não é exagero afirmar que boa parte dos problemas de comportamento registrados no início do ano letivo possui uma base fisiológica e não apenas psicológica, sendo o equilíbrio orgânico fundamental para que a criança suporte as novas demandas. "Pais e professores devem estar atentos a manifestações que vão além da fala, como queixas somáticas de dores abdominais e cefaleias sem causa orgânica, além de regressões comportamentais e resistência persistente em frequentar o ambiente escolar", acrescenta a Dra. Lorena.

 

Cuidado redobrado

O cuidado deve ser ainda maior com crianças com necessidades específicas, como o Transtorno do Espectro Autista (TEA), que sofrem com hipersensibilidade sensorial e falta de previsibilidade. O retorno ao ambiente escolar pode ser altamente estressante quando não há planejamento prévio e é importante realizar uma adaptação ao ambiente para reduzir a sobrecarga de ruídos e estímulos visuais, além de uma flexibilização inicial das demandas acadêmicas.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/criancas-na-escola-volta-as-aulas-exige-atencao-redobrada-dos-pais,6ba9e2bc903044c9243bd3132326f3a83nuh52qf.html?utm_source=clipboard - Foto: Vibe Mundial - Por: Vivi Pettersen / Vibe Mundial

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

10 hábitos diários que reduzem o risco de câncer


Médico explica que alimentação equilibrada, exercícios físicos e proteção solar ajudam a prevenir a doença

 

Cuidados simples, como alimentação natural e exercícios físicos, podem evitar doenças graves, como o câncer, por exemplo. "Casos de câncer poderiam ser prevenidos com mudanças no estilo de vida", afirma Anaor Neto, profissional da área de clínica médica no AmorSaúde. A fala do médico é respaldada pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), que aponta que a alteração de hábitos pode evitar ao menos 30% dos casos de câncer.

 

10 hábitos diários para prevenir o câncer

Anaor Neto explica que o desenvolvimento do câncer tem múltiplas causas e que expor o corpo constantemente a agentes carcinogênicos provoca mutações no DNA, o que acarreta a doença. "Hábitos como o tabagismo, tomar sol sem proteção, o consumo excessivo de ultraprocessados e o sedentarismo criam um microambiente favorável ao desenvolvimento do câncer", resume o médico.

 

Tais ações geram um estado de inflamação crônica de baixo grau no organismo e aumentam a circulação de radicais livres. "Esses fatores danificam os mecanismos de reparo do DNA e inibem a apoptose (morte celular programada), permitindo que células com mutações se reproduzam de forma desordenada", complementa Anaor Neto.

 

Para evitar a criação desse ambiente no corpo, o médico recomenda 10 hábitos que podem ajudar a prevenir o câncer:

 

1. Evitar o hábito de fumar

O cigarro possui cerca de 70 substâncias que podem causar câncer e provocar danos ao DNA, prejudicando não apenas o pulmão. De acordo com Anaor Neto, "não existe consumo seguro de tabaco. Parar de fumar é a medida isolada mais eficaz para reduzir o risco de câncer".

 

2. Diminuir o consumo de álcool

Após ser consumido, o álcool é metabolizado em acetaldeído, um composto que impede o reparo do DNA e facilita a entrada de outras substâncias cancerígenas nas células. O médico recomenda um consumo moderado de bebidas alcoólicas para evitar a doença.

 

3. Mantenha o peso sob controle

O médico explica que "a obesidade é considerada um dos principais fatores de risco para o câncer que podem ser evitados". Além disso, o profissional salienta que um Índice de Massa Corporal (IMC) saudável reduz processos inflamatórios causados pela gordura.

 

4. Pratique atividades físicas

O sedentarismo potencializa o ganho de peso e prejudica o metabolismo da glicose, o que aumenta a resistência à insulina e pode causar câncer. Por outro lado, praticar pelo menos 150 minutos de atividade física por semana regula os níveis de insulina.

 

5. Consuma produtos naturais

Anaor Neto explica que "fibras e fitoquímicos presentes em vegetais ajudam a eliminar toxinas do corpo". Sendo assim, um prato rico em folhas e frutas pode ajudar a prevenir o câncer.

 

6. Evite ultraprocessados

Alimentos como presunto, salsicha e bacon contêm nitritos e nitratos, substâncias que, sob altas temperaturas, transformam-se em nitrosaminas, compostos altamente agressivos à mucosa gástrica e intestinal.

 

7. Use protetor solar

O dano causado pelos raios ultravioleta, emitidos pelo sol, é o principal fator de risco para o câncer de pele. Por isso, o uso de protetor solar e de roupas que bloqueiam a radiação solar reduz o risco de desenvolver a doença.

 

8. Mantenha a vacinação em dia

Vacinas contra o HPV e a hepatite B são responsáveis por imunizar e prevenir casos de câncer no colo do útero, no fígado e na garganta.

 

9. Observe sinais do corpo

Pintas que mudam de cor, nódulos novos ou perda de peso superior a cinco quilogramas sem causa aparente são possíveis sinais de câncer que devem ser investigados.

 

10. Faça exames médicos

Exames como a mamografia, a colonoscopia e o Papanicolau aumentam drasticamente as chances de cura, podendo chegar a índices superiores a 95% em diagnósticos precoces.

 

O médico explica que, ao seguir essas dicas, é possível evitar inflamações, desintoxicar o organismo e reduzir a exposição a substâncias danosas, o que diminui o risco de câncer. Porém, mesmo ao adotar os cuidados descritos acima, ainda é necessário prestar atenção aos sinais emitidos pelo corpo.

 

Sinais de alerta para o câncer

O médico Anaor Neto afirma que existem algumas "bandeiras vermelhas" emitidas pelo corpo que podem indicar a necessidade de procurar um médico e realizar exames preventivos. "Estar sempre cansado, perceber mudanças nos hábitos intestinais ou urinários, apresentar feridas que não cicatrizam e nódulos nos seios e nos testículos são sinais de alerta que não podem ser ignorados", explica.

 

O médico também ressalta a importância de realizar autoexames, como a checagem de nódulos nos seios. Em casos em que há histórico familiar, o cuidado deve ser redobrado. "Nessa situação, o paciente deve manter o rastreamento sistemático e fazer exames como mamografia, Papanicolau e colonoscopia após os 45 anos", lista o profissional.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/10-habitos-diarios-que-reduzem-o-risco-de-cancer,09ea33942022245f0e1bc990b5d4fc9cjts0ds53.html?utm_source=clipboard - Por Fellipe Gualberto - Foto: PeopleImages | Shutterstock / Portal EdiCase