segunda-feira, 6 de abril de 2026

Hábitos saudáveis ajudam a prevenir o AVC, diz neurocirurgião


Dr. Victor Hugo Espíndola destaca hidratação, alimentação equilibrada, exercícios e controle de fatores de risco

 

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma das principais causas de morte e incapacidade no Brasil. No entanto, muitos casos podem ser prevenidos com mudanças simples no dia a dia. Para o neurocirurgião Dr. Victor Hugo Espíndola, adotar hábitos de vida saudáveis é essencial para proteger a saúde cerebral e reduzir o risco da doença.

 

Entre os principais cuidados, o especialista destaca a hidratação adequada. “Beber água regularmente mantém o sangue fluido, reduz a formação de coágulos e favorece uma circulação eficiente. A desidratação, por outro lado, eleva a pressão arterial e agrava as condições como hipertensão e diabetes, que aumentam o risco de AVC”, explica.

 

A alimentação equilibrada também desempenha papel crucial. O consumo de frutas, verduras, legumes e alimentos ricos em fibras ajuda a controlar o colesterol e a pressão arterial. Já o excesso de sal, açúcar e carnes processadas pode contribuir para o aumento do risco da doença.

 

A prática regular de exercícios físicos é outro fator de prevenção. Caminhadas, corridas leves, natação ou atividades que envolvam resistência muscular ajudam a manter o peso saudável, reduzir a pressão arterial e melhorar a circulação sanguínea.

 

O especialista reforça ainda a importância de evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool, que estão diretamente relacionados ao aumento do risco de AVC. “Aliados a uma alimentação saudável, à hidratação e à atividade física, esses hábitos reduzem significativamente a probabilidade de derrame”, afirma Dr. Espíndola.

 

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Por fim, ele lembra que consultas regulares e o acompanhamento de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e problemas cardíacos, são fundamentais. “O diagnóstico precoce e o controle dessas condições aumentam muito a proteção contra o AVC e melhoram a qualidade de vida”, conclui.

 

O neurocirurgião reforça que adotar essas medidas simples no dia a dia pode salvar vidas, prevenindo o AVC e fortalecendo a saúde cerebral a longo prazo.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/colunas/vida-em-dia/2026-03-31/habitos-saudaveis-ajudam-a-prevenir-o-avc--diz-neurocirurgiao.html - Por Roberta Nuñez

domingo, 5 de abril de 2026

Insônia nunca mais? 6 chás que ajudam a pegar no sono


Conheça bebidas naturais que ajudam a relaxar o corpo e melhorar a qualidade do sono de forma simples

 

Se você sofre com insônia, sabe como é difícil relaxar na hora de dormir. Mas alguns chás podem ser aliados naturais.

 

Isso porque possuem compostos que acalmam o sistema nervoso e ajudam o corpo a desacelerar.

 

Incluir essas bebidas na rotina noturna pode fazer diferença, principalmente antes de deitar.

 

6 chás que ajudam a melhorar o sono

 

Veja quais opções podem contribuir para noites mais tranquilas:

 

1. Camomila

O chá de camomila é um dos mais conhecidos.

Ele contém apigenina, um composto com efeito calmante.


Benefícios:

Reduz a ansiedade.

Diminui a agitação mental.

Ajuda a induzir o sono.

Como preparar:

Infusão por 5 a 10 minutos em água quente.

 

2. Erva-cidreira

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Também chamada de erva-cidreira, tem aroma suave e efeito relaxante.


Benefícios:

Alivia o estresse.

Ajuda em casos leves de insônia.

Pode reduzir dores leves.

Como preparar:

Deixe em infusão por cerca de 10 minutos.

 

3. Passiflora

Derivada do maracujá, a passiflora atua diretamente no cérebro.

Ela aumenta o GABA, substância que reduz a atividade mental.


Benefícios:

Promove relaxamento.

Diminui a ansiedade.

Facilita o início do sono.

 

4. Valeriana

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Conhecida como “raiz do sono”, a valeriana tem efeito mais intenso.


Benefícios:

Ação sedativa natural.

Indicada para insônia frequente.

Ajuda em períodos de estresse.

Atenção: deve ser usada com orientação, principalmente em uso contínuo.


5. Lavanda

A lavanda não serve só para aromatizar ambientes.

O chá também tem efeito calmante.


Benefícios:

Reduz a ansiedade.

Promove relaxamento.

Ajuda a desacelerar antes de dormir.

 

6. Chá verde descafeinado

O chá verde pode ajudar, desde que seja sem cafeína.

Ele contém L-teanina, que reduz o estresse.


Benefícios:

Melhora a qualidade do sono.

Reduz a tensão.

Ajuda no relaxamento mental.

Como usar os chás para dormir melhor

Para potencializar os efeitos contra a insônia:

 

Tome o chá cerca de 30 minutos antes de dormir.

Prefira um ambiente calmo.

Evite telas e estímulos fortes.

Criar um ritual noturno ajuda o corpo a entender que é hora de descansar.

 

O que evitar antes de dormir

Algumas bebidas podem atrapalhar o sono e piorar a insônia.

 

Evite principalmente:

Café.

Chocolate.

Chás com cafeína (preto, verde comum, branco).

O ideal é cortar esses itens após o meio da tarde.

 

Chás são aliados, mas não fazem milagres

Os chás ajudam, mas não substituem hábitos saudáveis.

 

Para dormir melhor, também é importante:

 

Manter horários regulares.

Ter uma alimentação equilibrada.

Reduzir o estresse.

Com essas mudanças, fica mais fácil combater a insônia e ter noites mais tranquilas.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/insonia-nunca-mais-6-chas-que-ajudam-a-pegar-no-sono.phtml - Foto: Shutterstock

Feliz Páscoa a todos os leitores do Blog Professor José Costa e seus familiares!


Páscoa!

 

É vida renovada...

É amor manifestado na doação do dia a dia.

É a libertação das amaras pessoais.

É busca de igualdades sociais, de vencer a dominação e lutar pela justiça.

 

Páscoa é fazer memória, não de um acontecimento remoto da história, mas de uma realidade vivida e constante entre os homens.

 

É perceber que é possível retirar a pedra do túmulo que nos mantém inertes diante de um sistema de morte que nos toma áridos perante o sofrimento da humanidade.

 

Cristo ressuscitou?

 

Ressuscitou e quer se fazer presente de forma mais intensa na nossa vida, para que também nós sejamos libertados e promovamos a liberdade.

 

Cristo vive.

 

Autor desconhecido

sábado, 4 de abril de 2026

Vacina da gripe: veja quem deve tomar e quais são as possíveis reações


Entenda como funciona a imunização contra o vírus Influenza, quem compõe os grupos prioritários e o que esperar após a aplicação da dose anual

 

A chegada das estações mais frias acende o alerta para as doenças respiratórias. Entre elas, a gripe (Influenza) é uma das principais preocupações das autoridades sanitárias.

 

A vacina da gripe é a ferramenta mais eficaz para prevenir complicações graves. Ela reduz drasticamente o risco de pneumonia, hospitalizações e óbitos.

 

Muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre a segurança e a necessidade da dose anual. No entanto, o imunizante é seguro e indicado para diversas faixas etárias.

 

Como a vacina funciona e o que ela combate?

A vacina ajuda o corpo a desenvolver anticorpos contra os vírus mais comuns em circulação. Ela foca no vírus Influenza A (subtipos H1N1 e H3N2) e no Influenza B.

Como o vírus da gripe sofre mutações constantes, a fórmula é atualizada todos os anos pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

No Brasil, a vacina é distribuída gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para grupos específicos. Além disso, clínicas particulares e farmácias oferecem versões complementares.

 

Quem pode tomar a vacina da gripe?

O Ministério da Saúde prioriza grupos que possuem maior risco de desenvolver formas graves da doença. Confira quem deve procurar os postos de saúde:

 

Crianças: De 6 meses a menores de 6 anos.

Gestantes e puérperas: Mulheres grávidas ou até 45 dias após o parto.

Idosos: Pessoas com 60 anos ou mais.

Profissionais: Trabalhadores da saúde, professores e forças de segurança.

Povos prioritários: Indígenas, quilombolas e pessoas em situação de rua.

Condições médicas: Portadores de doenças crônicas (diabetes, obesidade grave) e deficiências permanentes.

Outros grupos: Caminhoneiros, trabalhadores portuários e funcionários do sistema prisional.

 

Tipos de vacina: Trivalente vs. tetravalente

Existem duas opções disponíveis no mercado brasileiro. A principal diferença é a quantidade de cepas protegidas:

 

Vacina trivalente: Protege contra três tipos de vírus (duas cepas de Influenza A e uma de Influenza B). É a versão oferecida gratuitamente pelo SUS.

Vacina tetravalente: Protege contra as três cepas da trivalente e adiciona uma segunda linhagem do vírus Influenza B. Esta versão é encontrada apenas em clínicas particulares.

 

Esquema vacinal e local de aplicação

A dosagem varia conforme a idade e o histórico de vacinação:

 

Idosos e adultos: 1 dose anual.

Gestantes: 1 dose em qualquer período da gravidez.

Crianças (primovacinação): Bebês que tomam pela primeira vez recebem duas doses, com intervalo de 30 dias. Depois, seguem com uma dose anual.

 

Onde é aplicada? Em bebês menores de 18 meses, a aplicação é feita na coxa esquerda. Para maiores de 18 meses e adultos, a dose é aplicada no músculo do braço.

 

Reações comuns: o que esperar?

É normal o corpo reagir à vacina. Isso indica que o sistema imunológico está trabalhando. As reações costumam ser leves e desaparecem em até 48 horas.

No local da aplicação: Dor, vermelhidão, inchaço ou endurecimento da pele.

No corpo: Dor de cabeça, dor muscular, febre baixa, calafrios e cansaço.

Importante: A vacina da gripe é feita de vírus inativado (morto). Por isso, é impossível a vacina causar gripe.

Se você apresentar sintomas gripais logo após vacinar, é provável que já estivesse incubando o vírus antes da dose.

 

Quem não deve tomar?

A contraindicação é restrita a poucos casos:

 

Bebês menores de 6 meses.

Pessoas com histórico de alergia grave (anafilaxia) a componentes da vacina, como ovo ou látex.

 

Quem teve reação grave em doses anteriores.

Se você está com febre alta ou sintomas de COVID-19, o ideal é adiar a vacinação até a plena recuperação. Isso evita que os sintomas da doença sejam confundidos com as reações do imunizante.

 

Dúvidas frequentes

1. Posso tomar a vacina da gripe e da COVID-19 juntas?

Sim! O Ministério da Saúde autoriza a aplicação simultânea. Elas podem ser feitas no mesmo dia, preferencialmente em braços diferentes.

 

2. Grávidas realmente podem vacinar?

Devem! A gestante corre maior risco de complicações respiratórias. Além de se proteger, a mãe passa anticorpos para o bebê através da placenta, protegendo o recém-nascido nos primeiros meses de vida.

 

3. Por que vacinar todo ano?

A imunidade da vacina dura entre 6 e 12 meses. Além disso, as cepas do vírus mudam anualmente. A dose de 2026 protege contra os vírus que estão circulando agora, e não os do ano passado.

 

4. Vacina da gripe protege contra COVID-19?

 

Não. São vírus de famílias diferentes. A vacina da gripe protege contra o Influenza, enquanto a vacina da COVID-19 protege contra o Coronavírus. É essencial tomar ambas.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/vacina-da-gripe-veja-quem-deve-tomar-e-quais-sao-as-possiveis-reacoes,f9962751aad6cd621743180e4aa28f78d44zhzlb.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Beber água demais pode fazer mal à saúde: médico revela quais são os riscos


Beber água é fundamental para o funcionamento do organismo, mas o consumo em excesso também pode trazer riscos à saúde. O alerta é do médico Roberto Galvão, que destaca que a quantidade ideal varia de acordo com cada pessoa.

 

Segundo o especialista, existe uma recomendação média que pode servir como referência inicial. “A média recomendada é de 30 ml por quilo de peso, o que equivale a cerca de 2 litros por dia para um adulto de 70 kg”, afirma. Ele ressalta que fatores como clima e rotina influenciam diretamente essa necessidade, podendo aumentar em dias quentes ou diminuir em temperaturas mais baixas.

 

A ingestão de água deve ser individualizada, principalmente em casos específicos. Pessoas com cálculos renais, por exemplo, podem precisar ingerir entre 3 e 4 litros por dia sem prejuízos. Já pacientes com doenças crônicas, como insuficiência renal, cardíaca ou cirrose, devem ter cuidado redobrado, pois o excesso pode provocar complicações como inchaço, acúmulo de líquidos e até quadros mais graves.

 

“Portadores de insuficiência cardíaca e cirrose também apresentam sintomas parecidos e não devem exagerar no consumo de água”, alerta o médico.

 

Para indivíduos saudáveis, a ingestão entre 2 e 4 litros diários costuma ser segura. Ainda assim, observar os sinais do corpo é essencial. Sensações como enjoo após beber muita água podem indicar consumo acima do necessário.

 

Outro parâmetro simples é a cor da urina. Quando está muito clara, semelhante à água, pode indicar hidratação elevada. Já tons mais escuros sugerem que o organismo precisa de mais líquidos.

 

O consumo exagerado também pode representar um risco em situações específicas, como em atletas de alto rendimento. Em atividades prolongadas e intensas, como maratonas e triatlos, a reposição apenas com água pode levar à hiponatremia, condição causada pela baixa concentração de sódio no organismo.

 

“Essa condição pode levar a convulsões e perda da consciência, por conta do edema cerebral causado pela queda repentina do sódio”, explica Galvão. Nesses casos, a recomendação é associar a hidratação ao uso de isotônicos e reposição de sais minerais.

 

Para a maioria das pessoas que pratica atividades físicas moderadas no dia a dia, como academia, corrida leve ou esportes recreativos, esse tipo de complicação é raro. Ainda assim, o equilíbrio no consumo de água continua sendo a principal orientação para manter a saúde em dia.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/beber-agua-demais-pode-fazer-mal-a-saude-medico-revela-quais-sao-os-riscos,1605bc78329de4dfb806b18e23e8799bxdzzxrl8.html?utm_source=clipboard - Foto: Freepik