segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Disfunção erétil pode ser sinal de alerta para doenças cardíacas


Em alguns casos, a disfunção erétil pode ser um dos primeiros sinais de doenças cardiovasculares; saiba quando investigar

 

A disfunção erétil pode ser um sinal precoce de doenças cardiovasculares, já que ambas estão ligadas a problemas na circulação sanguínea. Especialistas alertam para a importância de procurar um médico em casos persistentes, pois a condição pode indicar arteriosclerose ou outros fatores de risco. Adotar hábitos saudáveis ajuda na prevenção e proteção cardiovascular.

 

A disfunção erétil afeta milhões de homens e pode ter diferentes causas, como fatores emocionais, alterações hormonais, uso de medicamentos e doenças crônicas.

 

No entanto, o que muita gente não sabe é que ela também pode estar ligada à saúde do coração.

 

Especialistas alertam que, em alguns casos, a dificuldade para manter a ereção pode surgir anos antes do diagnóstico de uma doença cardiovascular, funcionando como um importante sinal de alerta.

 

Qual é a relação entre disfunção erétil e doenças cardiovasculares?

A ereção depende de um bom fluxo sanguíneo.

Quando os vasos sanguíneos apresentam estreitamento ou perda de elasticidade, o sangue encontra mais dificuldade para chegar ao pênis.

Esse mesmo processo pode afetar as artérias do coração e aumentar o risco de problemas cardiovasculares.

Por isso, a disfunção erétil pode ser uma manifestação precoce da aterosclerose, doença caracterizada pelo acúmulo de placas de gordura nas artérias.

Como as artérias do pênis são menores que as coronárias, elas costumam apresentar alterações antes, fazendo com que os sintomas apareçam mais cedo.

 

Quais doenças podem estar associadas?

A disfunção erétil pode estar relacionada a diferentes condições que comprometem a circulação sanguínea.

 

Entre elas estão:

 

Hipertensão arterial.

Diabetes.

Colesterol elevado.

Aterosclerose.

Obesidade.

Doença arterial periférica.

Além disso, tabagismo, sedentarismo e consumo excessivo de álcool aumentam o risco tanto de problemas cardiovasculares quanto da disfunção erétil.

 

Quando procurar um médico?

Nem toda dificuldade de ereção indica uma doença no coração.

Episódios isolados podem acontecer por estresse, ansiedade, cansaço ou privação de sono.

No entanto, quando o problema se torna frequente ou persistente, é importante procurar avaliação médica.

O urologista é o especialista indicado para investigar a disfunção erétil. Dependendo da avaliação, também pode ser necessário acompanhamento com um cardiologista.

 

O diagnóstico vai além da saúde sexual

Durante a investigação, o médico avalia fatores como pressão arterial, glicemia, colesterol, histórico familiar e hábitos de vida.

Em alguns casos, exames complementares ajudam a identificar alterações cardiovasculares ainda em estágios iniciais.

Esse diagnóstico precoce permite iniciar o tratamento antes que ocorram complicações mais graves, como infarto ou acidente vascular cerebral (AVC).

 

É possível prevenir?

Manter hábitos saudáveis reduz significativamente o risco de doenças cardiovasculares e também favorece a saúde sexual.

 

As principais recomendações incluem:

Praticar atividade física regularmente.

Manter uma alimentação equilibrada.

Controlar pressão arterial, colesterol e glicemia.

Não fumar.

Limitar o consumo de bebidas alcoólicas.

Dormir adequadamente.

Controlar o estresse.

 

Essas medidas contribuem para o bom funcionamento dos vasos sanguíneos e melhoram a circulação em todo o organismo.

 

Não ignore os sinais do corpo

A disfunção erétil não deve ser encarada apenas como uma questão de desempenho sexual.

Em alguns homens, ela representa o primeiro indício de que algo não vai bem com a circulação sanguínea e com a saúde cardiovascular.

Buscar avaliação médica ao perceber alterações persistentes é fundamental para identificar a causa, iniciar o tratamento adequado e reduzir o risco de complicações futuras.

Cuidar da saúde sexual também é uma forma de proteger o coração.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/disfuncao-eretil-pode-ser-sinal-de-alerta-para-doencas-cardiacas,1e26e434036be5b7681b9b8d6079124a805kh21r.html?utm_source=clipboard - Foto: Shuttertstock / Saúde em Dia

José Costa: 41 anos de graduação em Educação Física pela UFS


     Acredito que o maior sonho de qualquer estudante é o de passar no vestibular em um curso escolhido por ele e poder no futuro trabalhar no que gosta. E assim, aconteceu comigo quando estudava a 8ª série, em 1976, ao praticar basquete no Colégio Estadual Murilo Braga com o Professor Romilto Mendonça. Naquele momento, resolvi que queria ser professor de educação física.

 

     Em 1979, quando cursava o 3º Ano Científico e jogava basquete na categoria B com o Professor José Antônio Macedo, ele já sabendo do meu interesse em ser professor, convidou-me para ser seu auxiliar nos treinos da categoria A masculino, proporcionando a mim aprendizagem para a futura profissão. Depois que passaram os jogos estudantis, o Professor Gercivaldo Santos me propôs a dar iniciação de basquete a uma de suas turmas femininas sob sua orientação e assim eu fiz. Essas duas ações incentivaram a alimentar o meu sonho de ser professor de educação física.

 

     Em janeiro de 1980, fiz o vestibular para o Curso de Licenciatura Plena em Educação Física da Universidade Federal de Sergipe e fui aprovado a estudar no 1º período. Com a aprovação, solicitei a UFS o direito de morar na “República”, casa alugada pelo DAA da UFS, que servia de alojamento para os alunos do interior, mas a vaga foi negada a mim. Na época, minha mãe não tinha recursos financeiros suficientes para custear as minhas despesas com alimentação e viagens todos os dias para Aracaju. Então, tive a ideia de procurar o líder político Chico de Miguel para lhe pedir a indicação de um emprego como professor de educação física do Estado, especificamente no CEMB, escola que eu tinha estudado por 7 anos. Contei o que tinha ocorrido e ele me encaminhou à DRE’3 para tirar os documentos necessários para o trabalho. Na época, o Governo do Estado permitia que acadêmicos da UFS pudessem lecionar. Durante todo o curso, eu estudava na UFS e ensinava educação física no CEMB.

 

     No primeiro ano do curso, só fiz matérias teóricas nos Centros Acadêmicos da UFS, no centro de Aracaju, a exemplo do prédio que atualmente funciona o IPES, próximo ao Colégio Atheneu. Eu viajava para Aracaju no ônibus dos estudantes que saía da Avenida Dr.  Luiz Magalhães. As aulas práticas eram realizadas no Campus Universitário em São Cristóvão, pois apenas o Departamento de Educação Física funcionava lá.

 

     Em 1981, comecei a ter aulas práticas, a exemplo da disciplina Desportos Coletivos, mas infelizmente adoeci de pneumonia e fiquei afastado do curso por um mês para o tratamento da doença com o Dr. Bertrand Góis. Retornei para as aulas, mas tive uma recaída da doença, o que forçou o meu afastamento do curso naquele período. Em agosto, retornei às aulas, estudando as disciplinas que tinha perdido no 1º semestre. A partir desse ano, comecei a viajar de Kombi com Juarez e também com Silva. Foram centenas de viagens Itabaiana-Aracaju-Itabaiana e graças a Deus nunca presenciei nenhum acidente.

 

      A cada ano, os horários das minhas aulas sempre mudavam, pela manhã ou pela tarde e à noite, era quando precisava trocar de horário no trabalho no CEMB, e felizmente tive um excelente amigo e colega de profissão, José Antônio Macedo, que como nós ensinávamos a mesma modalidade, o basquete. Ele mudava seu horário de trabalho para permitir que os meus estudos pudessem continuar sem atrasos.

 

     O curso de Educação Física, além das disciplinas esportivas, também oferecia matérias de outros departamentos, a exemplo de Ciências Biológicas e da Saúde e eu fiz algumas que eram obrigatórias e outras optativas. No 10º período, que era para ter sido o último, acabei me matriculando na disciplina Fisiologia Humana do curso de Medicina, mas infelizmente, fui reprovado, por sinal, foi a única disciplina que reprovei durante o curso e tive que adiar a minha formatura para o 1º período do ano seguinte, 1985. Como faltavam apenas 4 créditos, eu me matriculei na disciplina Judô, que tinha apenas uma aula por dia, de terça a sexta. Ao final do semestre, fui aprovado na disciplina e pude me formar como Professor de Educação Física.

 


     Como eu atrasei o curso por causa do meu trabalho, da doença e da perda de uma matéria no 10º período, acabei me formando com uma turma que não era a minha no início dos estudos. A maioria dos colegas que se formaram comigo eram do 1º período de 1982. Dos 35 formandos de 1985.1, cinco eram de Itabaiana Aelson, Benjamim, Henrique, José Costa e Valtênio. Os demais foram: Amabílio, Ana Angélica, Ana Muffareg, Ana Zilda, Antonina, Bárbara, Carlos Alberto, Carlos Henrique, Clay Barros (in memoriam), Cleber (in memoriam), Clédida, César, Dansílvia, Elileuba, Florita, Gilson, Helenita, Ivana, João José, Joran, Jorge Leite (in memoriam), José Antônio, Josefa Virgínia, Leida Lima, Lucineide, Maria Auxiliadora, Maria Vilma, Manoel Mário, Marta, Nairson (in memoriam) e Rosalanda.

 

     Tive excelentes e competentes professores em todos os departamentos da UFS, e em especial, os mestres do Departamento de Educação Física, foram eles: Aline, Betinho, Cândido (in memoriam), César Cabral,  Conceição, Dagoberto (in memoriam), Edma, Dr. Evandro(in memoriam), Fernando, Homero (in memoriam), Jurinha (in memoriam), Márlio, Martinha, Maurício, Pedro Jorge, Plínio, Sérgio Giansante (in memoriam) e Shizuca (in memoriam).

 

     Em 02 de agosto de 1985, chegou o tão sonhado dia da formatura. Pela manhã, no Departamento de Educação Física no Campus Universitário, ocorreu a Aula da Saudade que foi ministrada pelo Professor César Cabral e, posteriormente, o Descerramento da Placa. À noite, às 18 horas, ocorreu a Missa em Ação de Graças na Igreja de Nossa Senhora Menina no Bairro São José, em Aracaju, e até hoje quando ouço a música “Pra não dizer que falei das flores”, de Geraldo Vandré, vem à lembrança a minha formatura, pois foi a canção de entrada dos formandos. A partir das19h30, ocorreu a Colação de Grau no Ginásio de Esportes Constâncio Vieira, com a presença dos alunos formandos e seus familiares. Estavam me acompanhando a minha mãe, Maria da Graça Costa (in memoriam) e minha noiva, Josefa Madileide de Carvalho. Foi um dia muito especial que nunca esquecerei pela concretização de um sonho que tive aos 15 anos em ser Professor de Educação Física.

 


     Alguns dias após a formatura, eu, Aelson, Benjamim, Henrique e Valtênio convidamos os professores do Departamento de Educação Física da UFS e nossos familiares e realizamos uma festa de confraternização no Bar de Silveira, onde atualmente fica a Galeria Zumar Center em Itabaiana. Como eu, Benjamim e Valtênio já trabalhávamos no Colégio Estadual Murilo Braga, fizemos uma festa para nossos alunos em comemoração à nossa formatura.

 

     Em agosto de 2015, foi realizado um encontro da turma de formandos 1985.1 e os ex-professores do Departamento de Educação Física da UFS para comemorar os 30 anos de formatura. Infelizmente, por problemas pessoais, não fui ao encontro com os colegas.

 

     Hoje, 02 de agosto de 2026, não só eu que está comemorando 41 anos de formatura no Curso de Educação Física pela UFS, mas todos os formados naquela oportunidade e que atuam ou atuaram na educação sergipana como professores de Educação Física.

 

     Graças aos conhecimentos adquiridos no Curso de Educação Física venho contribuindo ao longo de 46 anos na formação integral de milhares de alunos dos Colégios Murilo Braga, Graccho Cardoso, Salesiano, Dom Bosco, O Saber e Escola Municipal José Filadelfo Araújo. Rogo a Deus que Ele ilumine e abençoe todos os dias de minha vida com saúde para que eu possa continuar trabalhando a favor dos estudantes por muitos e muitos anos.

 

Professor José Costa

domingo, 2 de agosto de 2026

10 exercícios fáceis para treinar em casa sem equipamentos


Treino com o peso do corpo ajuda a melhorar o condicionamento físico, fortalecer os músculos e sair do sedentarismo sem gastar com academia

 

Resumo

Sem tempo ou equipamentos? Descubra 10 exercícios simples com o peso do corpo que ajudam a fortalecer músculos, melhorar o condicionamento e gastar calorias em casa. Desde agachamentos a prancha, as dicas são perfeitas para criar uma rotina. Regularidade e boa técnica são essenciais para conquistar resultados positivos!

Nem sempre é possível ir à academia, mas isso não significa que você precisa deixar os treinos de lado. Com alguns movimentos simples e usando apenas o peso do próprio corpo, é possível fortalecer os músculos, melhorar o condicionamento físico e gastar calorias sem precisar de nenhum equipamento.

 

Além da praticidade, treinar em casa pode ser uma ótima forma de criar uma rotina de exercícios. O segredo está em manter a regularidade e executar os movimentos com boa técnica.

 

Confira 10 exercícios que podem fazer parte do seu treino.

 

1. Agachamento

O agachamento é um dos exercícios mais completos para fortalecer pernas e glúteos.

Como fazer:

Afaste os pés na largura dos ombros.

Flexione os joelhos e empurre o quadril para trás.

Desça até onde conseguir sem perder a postura.

Retorne lentamente.

 

2. Flexão de braço

A flexão trabalha peito, ombros, tríceps e também exige ativação do abdômen.

Como fazer:

Apoie as mãos no chão, alinhadas aos ombros.

Mantenha o corpo reto.

Flexione os cotovelos até aproximar o peito do chão.

Empurre o corpo de volta.

Quem está começando pode apoiar os joelhos no chão.

 

3. Prancha

Excelente para fortalecer o core e melhorar a estabilidade corporal.

Como fazer:

Apoie os antebraços e as pontas dos pés no chão.

Mantenha o corpo alinhado.

Contraia o abdômen e permaneça na posição entre 20 e 60 segundos.

 

4. Afundo

Também conhecido como passada, fortalece pernas, glúteos e melhora o equilíbrio.

Como fazer:

Dê um passo à frente.

Flexione os dois joelhos até formar aproximadamente 90 graus.

Retorne e repita com a outra perna.

 

5. Polichinelo

É um exercício aeróbico simples que ajuda a elevar a frequência cardíaca.

Como fazer:

Salte abrindo as pernas e elevando os braços.

Retorne à posição inicial.

Repita continuamente.

Leia também: Você faz abdominais todos os dias? Saiba se isso ajuda a perder barriga.

 

6. Elevação de quadril

Excelente para ativar glúteos e músculos posteriores da coxa.

Como fazer:

Deite de barriga para cima.

Flexione os joelhos e mantenha os pés apoiados.

Eleve o quadril até alinhar joelhos, quadris e ombros.

Retorne devagar.

 

7. Mountain climber

Também chamado de escalador, trabalha o abdômen e aumenta o gasto energético.

Como fazer:

Fique na posição de prancha alta.

Leve um joelho em direção ao peito.

Alterne rapidamente as pernas.

 

8. Abdominal bicicleta

Ajuda a fortalecer a musculatura abdominal, principalmente os músculos oblíquos.

Como fazer:

Deite de costas.

Alterne a aproximação do cotovelo ao joelho oposto.

Faça o movimento de forma controlada.

 

9. Burpee

O burpee combina força e exercício cardiovascular em um único movimento.

Como fazer:

Agache.

Apoie as mãos no chão.

Leve os pés para trás.

Retorne à posição inicial e salte.

Quem está começando pode retirar o salto para diminuir a intensidade.

 

10. Superman

Ideal para fortalecer a região lombar e ajudar na postura.

Como fazer:

Deite de barriga para baixo.

Eleve simultaneamente braços e pernas.

Segure por alguns segundos.

Retorne lentamente.

 

Como montar um treino em casa?

Se você é iniciante, faça entre 2 e 3 séries de 10 a 15 repetições para cada exercício. Já movimentos estáticos, como a prancha, podem ser mantidos entre 20 e 60 segundos, conforme seu condicionamento.

 

Também vale organizar os exercícios em formato de circuito, realizando um após o outro e descansando de 60 a 90 segundos ao final de cada volta.

 

Vale a pena treinar sem equipamentos?

Sim. Exercícios com o peso do corpo podem melhorar força, resistência, mobilidade e condicionamento físico, principalmente para iniciantes e pessoas que estão retomando a prática de atividades físicas.

 

No entanto, para quem busca objetivos específicos, como hipertrofia ou alto desempenho, a progressão da carga e o acompanhamento de um profissional de Educação Física são importantes para continuar evoluindo com segurança.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/10-exercicios-faceis-para-treinar-em-casa-sem-equipamentos,9e6fa57a3723264119e4c3124296385bgs4q9tag.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

sábado, 1 de agosto de 2026

Você sabia que alimentos podem auxiliar a prevenir o câncer?


Sem causa única, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres do mundo e no Brasil. Segundo dados da pesquisa realizada pela American Cancer Society, em 2018, uma em cada oito mulheres que viverem até os 75 anos terão o diagnóstico da doença.

 

A incidência do câncer de mama tem aumentado nos países ocidentais e no Brasil, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o câncer de mama afetará mais de 85 mil mulheres, em especial aquelas que vivem nas regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste.

 

Sabe-se que após os 50 anos, a incidência do câncer de mama é maior. Sendo assim, a nutricionista do Instituto Lerner, Kheyt Fernandes, explica que é possível ter hábitos saudáveis que podem prevenir a doença tendo “uma alimentação correta e balanceada durante toda a vida!”.

 

Vale lembrar que determinados tipos de câncer levam a alterações metabólicas onde há um aumento do gasto energético do organismo, ocasionando a perda de peso progressiva e tornando mais instável o equilíbrio nutricional.

 

Porém, o que muitas vezes a sociedade não sabe é que há um risco de desnutrição três vezes maior nos pacientes oncológicos se comparado aos portadores de outras doenças.

 

A nutricionista explica que o desenvolvimento dessa doença pode ser combatido pela alimentação de duas formas, a primeira é não comer em excesso substâncias que são cancerígenas (embutidos e frituras, por exemplo) e a segunda é acrescentar a dieta os alimentos que possuem substâncias anticancerígenas, como:

 

Substâncias anticancerígenas

Frutas vermelhas e roxas: fontes de antocianinas e elagitanos, que regulam o ciclo celular das células de câncer, inibindo seu crescimento e proliferação

Canela – rica em polifenóis e cinamaldeído – que possuem ação anti-inflamatória e antitumoral

Alho – compostos organossulfurados – propriedades antioxidantes e inibição do crescimento tumoral

Gengibre – gingerois, shogaois, paradois – atividade antimoduladora e antitumoral

Chá verde – flavonoides – combatem os radicais livres e inibe o crescimento do tumor

Peixes (atum e salmão) – Ômega 3 (EPA E DHA) – anti-inflamatórios e antitumoral

Vegetais Crucíferos (Brócolis, couve-flor) – fonte de isotiocianatos – inibem o desenvolvimento de células cancerígenas em vários órgãos

Açafrão – contem curcumina, desmetoxicurcumina e bisdemetoxicurcumina – propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e anticancerígenas

Uvas (Resveratrol) – reduz a atividade das células tumorais, inibe o crescimento do tumor e de metástases

Maça com casca, cereja (Quercetina) – substância antioxidante que elimina os radicais livres do organismo, evita o surgimento de câncer

 

O que não se deve consumir?

“Os alimentos potencialmente carcinogênicos e que devem ser evitados são: refrigerantes, açúcares e cereais refinados, frituras, gordura saturada, carne vermelha e processada, embutidos e suco de frutas processadas” explica a nutricionista, Kheyt Fernandes.

 

Prevenir com o autoexame, também, é essencial

Além da alimentação, a prevenção ao câncer de mama começa no autoexame que deve ser praticado mensalmente, principalmente entre o 7º e 10º dia contados a partir do 1º dia da menstruação. O autoexame pode ser feito em 3 etapas:

 

1ª etapa – Mama: examine a mama esquerda, colocando a mão esquerda atrás da cabeça e apalpando com a mão direita. Para examinar a mama direita, coloque a mão direita atrás da cabeça e apalpe com a mão esquerda.

2ª etapa – Mamilo: pressione os mamilos suavemente, observando se há alguma secreção.

3ª etapa – Axilas: examinado as mamas, apalpe toda área debaixo do braço.

 

Em casos que o paciente sentir algo ‘errado’, procure seu médico!

 

Fonte: https://vidaplenaebemestar.com.br/bem-estar/alimentacao/voce-sabia-que-alimentos-podem-auxiliar-a-prevenir-o-cancer - Imagem Freepik

sexta-feira, 31 de julho de 2026

7 benefícios surpreendentes do Pilates para sua saúde


O pilates fortalece o corpo, melhora o equilíbrio e ainda contribui para a saúde mental

 

Resumo

O Pilates oferece benefícios muito além da melhora da postura. A prática fortalece o core, reduz dores nas costas, melhora equilíbrio, flexibilidade e consciência corporal. Além disso, ajuda a controlar o estresse e promove uma melhor qualidade de vida. Adaptável a todos os perfis, o método é acessível a diferentes idades e necessidades.

 

Quando se fala em Pilates, muita gente pensa logo em postura. E, de fato, esse é um dos principais benefícios da prática.

 

Porém, o método criado por Joseph Pilates oferece diversas outras vantagens para o organismo. 

 

Com exercícios que unem força, controle da respiração e concentração, ele promove uma melhora global da saúde.

 

Confira 7 benefícios do Pilates que vão muito além da postura.

 

1. Fortalece o core

O Pilates trabalha intensamente a musculatura do abdômen, da lombar e da pelve, região conhecida como core.

Esse fortalecimento melhora a estabilidade do corpo, protege a coluna e facilita movimentos do dia a dia, além de favorecer o desempenho em outras atividades físicas.

 

2. Reduz dores nas costas

Quem sofre com dores na coluna pode encontrar no Pilates um grande aliado.

Isso acontece porque os exercícios fortalecem os músculos que sustentam a coluna, aumentam a mobilidade e ajudam a corrigir desequilíbrios musculares.

Quando orientado por um profissional, o método pode contribuir para aliviar desconfortos e prevenir novas crises.

 

3. Melhora o equilíbrio e a coordenação

Os movimentos exigem concentração e controle corporal.

Com a prática regular, o cérebro passa a coordenar melhor os movimentos, favorecendo o equilíbrio, a coordenação motora e a estabilidade.

Esse benefício é importante em qualquer idade, especialmente para idosos.

 

4. Aumenta a flexibilidade

Ao contrário do que muitos imaginam, flexibilidade não depende apenas de alongamentos.

O Pilates promove movimentos amplos e controlados que aumentam gradualmente a mobilidade das articulações e a elasticidade dos músculos.

O resultado é um corpo mais leve e com menor risco de lesões.

 

5. Ajuda a controlar o estresse

A respiração é um dos pilares do método.

Durante as aulas, ela é sincronizada com os movimentos, estimulando o relaxamento e ajudando a diminuir os níveis de estresse e ansiedade.

Muitas pessoas também relatam sensação de bem-estar após a prática.

 

6. Melhora a consciência corporal

Você conhece a forma como seu corpo se movimenta?

O Pilates desenvolve a percepção corporal. Aos poucos, fica mais fácil identificar posturas inadequadas, tensões musculares e hábitos que podem causar dores.

Isso favorece movimentos mais eficientes dentro e fora das aulas.

 

7. Contribui para a qualidade de vida

Os benefícios do Pilates refletem diretamente na rotina.

Com mais força, flexibilidade, equilíbrio e resistência, tarefas simples do dia a dia passam a exigir menos esforço.

Além disso, a prática regular pode aumentar a disposição e promover mais autonomia ao longo da vida.

 

Quem pode fazer Pilates?

Uma das maiores vantagens do método é sua versatilidade.

 

O Pilates pode ser praticado por jovens, adultos, idosos e gestantes, desde que haja avaliação prévia e acompanhamento profissional quando necessário.

 

Os exercícios podem ser adaptados ao condicionamento físico, às limitações e aos objetivos de cada pessoa.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/7-beneficios-surpreendentes-do-pilates-para-sua-saude,84412d49b0afb6d3f7f5d5bee4e4f6f47w17okvb.html?utm_source=clipboard - Por: Maria Eduarda Vieira / Licenciado de Sport Life - Foto: Shutterstock / Sport Life