quinta-feira, 7 de maio de 2026

7 erros que aumentam doenças respiratórias no outono e como evitá-los


Nesta época do ano, alguns cuidados são importantes para prevenir gripes e resfriados

 

No outono, cresce o número de pessoas com doenças respiratórias, como gripe e resfriado. A combinação entre temperaturas mais baixas, ar seco e maior circulação de vírus favorece a transmissão. No entanto, hábitos simples do dia a dia também podem contribuir para o aumento das infecções.

 

Segundo o pneumologista do Hospital Santa Catarina - Paulista, Dr. Alberto Cukier, muitos desses comportamentos passam despercebidos, mas têm impacto direto na disseminação dos vírus respiratórios. Além disso, favorecem a transmissão em cadeia entre diferentes faixas etárias, com consequências especialmente sérias para grupos de risco.

 

Veja, abaixo, quais são os 7 erros mais comuns e como evitá-los para se proteger de doenças respiratórias nesta época do ano.

 

1. Contato próximo mesmo com sintomas de gripe

Um dos erros mais comuns é manter o convívio com outras pessoas, mesmo apresentando sintomas como coriza, febre ou dor de garganta. "É bem comum que crianças levem vírus da escola para casa e, na rotina das famílias, acabem sendo cuidadas pelos avós. Esse contato, embora natural, aumenta a possibilidade de transmissão para pessoas que estão fragilizadas e que podem desenvolver quadros mais graves, assim como amplia o raio de contaminação", explica o Dr. Alberto Cukier.

 

2. Continuar a rotina normalmente, mesmo doente

Seguir trabalhando, estudando ou circulando socialmente durante um quadro gripal também favorece a transmissão. "Muitas pessoas continuam a trabalhar gripadas ou a circular socialmente, sem proteção, o que aumenta a disseminação. São comportamentos que parecem inofensivos, mas têm impacto direto na alta dos casos nesta época do ano", completa o pneumologista.

 

3. Não utilizar máscara ao apresentar sintomas respiratórios

O uso de máscara continua sendo uma medida eficaz para evitar a transmissão de vírus respiratórios, especialmente em ambientes compartilhados.

 

 

4. Manter ambientes fechados e com pouca ventilação

Locais sem circulação de ar favorecem a permanência de vírus no ambiente, aumentando o risco de contágio. Manter janelas abertas é uma medida simples e eficaz.

 

5. Negligenciar a higiene das mãos

A higienização frequente das mãos ajuda a reduzir a transmissão de vírus causadores de gripe, resfriado e outras infecções respiratórias.

 

6. Uso inadequado de antibióticos

O uso de medicamentos sem orientação médica é um erro frequente e perigoso. "O uso indiscriminado de medicamentos, especialmente antibióticos, é um ponto de atenção. A maioria das infecções respiratórias nessa época é causada por vírus, e antibióticos não têm resultado nesses casos. O uso inadequado, além de não trazer benefício, pode causar efeitos colaterais e contribuir para a resistência bacteriana, um problema crescente de saúde pública", alerta o Dr. Alberto Cukier.

 

O médico explica que não é preciso comprar medicamento forte — principalmente sem orientação adequada de um especialista. "Em situações como dor de garganta, nariz escorrendo ou desconforto, a adoção de medidas caseiras, como lavagem nasal ou uso de antitérmico, já é suficiente. Fora isso, ficar em repouso e se manter hidratado e alimentado, seja com chá, canja, o que for natural. Medicação em excesso piora a situação e ajuda a mascarar sintomas", acrescenta.

 

7. Não se vacinar contra a gripe (influenza)

A vacinação contra a gripe é uma das principais formas de prevenir casos graves e reduzir a circulação do vírus. "A população toda deveria se vacinar contra influenza. Mesmo que não impeça 100% a infecção, a vacina diminui a circulação do vírus e reduz significativamente o risco de complicações. Assim, conseguimos diminuir os quadros gripais", afirma o pneumologista.

 

Quando a gripe pode indicar algo mais grave?

Na maioria dos casos, gripe e resfriado são leves e melhoram em poucos dias. Ainda assim, é fundamental observar a evolução dos sintomas. "Alguns sinais, no entanto, indicam a necessidade de avaliação médica. Quando o paciente apresenta falta de ar, chiado no peito, febre persistente ou piora progressiva após os primeiros dias, é recomendado procurar atendimento. Esses podem ser indícios de complicações, como pneumonia, que exigem investigação e, em alguns casos, até internação", alerta o médico.

 

Quem faz parte do grupo de risco deve ter atenção redobrada

Idosos e pessoas com doenças respiratórias crônicas, como asma ou Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), têm maior risco de complicações. "Pessoas que já têm dificuldades respiratórias, tendência a ter falta de ar, desconforto ao fazer atividades, podem piorar se forem acometidas por qualquer um desses fenômenos infecciosos", lembra o Dr. Alberto Cukier.

 

Como recomendação, vale intensificar medidas simples e já incorporadas durante a pandemia de covid-19, como lavar ou higienizar as mãos com frequência, usar máscaras e, ao tossir ou espirrar, evitar que essas gotículas fiquem pelo ar e contaminem outras pessoas.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/7-erros-que-aumentam-doencas-respiratorias-no-outono-e-como-evita-los,3ef589fb44173104d6c6ab23c4f940d7o93r9qy6.html?utm_source=clipboard - Por Nadja Cortes - Foto: Pixel-Shot | Shutterstock / Portal EdiCase

quarta-feira, 6 de maio de 2026

5 coisas que você não sabia, mas que afetam a sua saúde e longevidade


Alguns hábitos como sono ruim e sedentarismo são conhecidos por afetarem a saúde, mas existem ‘hábitos escondidos’ que também são nocivos, mas pouco falados, explica a endocrinologista, metabologista e especialista em Neurociências e Comportamento Dra. Jacy Maria Alves

 

Quando pensamos em saúde e longevidade, é comum associar o tema à alimentação equilibrada, prática de exercícios e sono de qualidade, mas existem muitos outros fatores silenciosos, muitas vezes ignorados, que podem comprometer o bom funcionamento do corpo e acelerar o envelhecimento biológico.

 

A Dra. Jacy Maria Alves, endocrinologista, metabologista e especialista em Neurociências e Comportamento, destaca que o equilíbrio hormonal e o funcionamento metabólico são diretamente influenciados por hábitos diários aparentemente inofensivos.

 

“Muitas pessoas cuidam da dieta e fazem exercícios, mas negligenciam outros comportamentos que geram inflamação silenciosa, desequilíbrios hormonais e até prejuízos cognitivos. São pequenos erros de rotina que, com o tempo, cobram um preço alto”, explica.

 

5 fatores pouco falados que afetam sua saúde e longevidade:

 

1. Comer rápido demais

Engolir a comida às pressas interfere na digestão e prejudica a liberação adequada de hormônios ligados à saciedade, como a leptina.

“O cérebro leva cerca de 20 minutos para perceber que o corpo está satisfeito. Quando comemos rápido, comemos mais do que o necessário, o que aumenta a resistência à insulina e a inflamação sistêmica”, conta a Dra. Jacy Alves.

 

2. Exposição excessiva à luz artificial à noite

A luz azul de telas e lâmpadas artificiais inibe a produção de melatonina, hormônio essencial para o sono e para a regeneração celular.

“A privação de sono afeta diretamente a longevidade. Dormir mal aumenta o cortisol, desequilibra o metabolismo e reduz a capacidade de reparo celular”, alerta.

 

3. Estresse crônico e emoções reprimidas

Viver sob tensão constante altera a produção de cortisol e adrenalina, o que impacta o sistema imunológico, o intestino e o cérebro.

 

4. Falta de exposição solar adequada

“Muitos pacientes que vivem em grandes cidades têm deficiência de vitamina D. Isso pode causar fadiga, desequilíbrios metabólicos e até interferir na saúde mental”, comenta a Dra. Jacy Alves.

 

5. Excesso de estímulos e multitarefas

O cérebro humano não foi feito para lidar com tantas distrações simultâneas. O excesso de notificações, telas e informações constantes sobrecarrega o sistema nervoso.

“A multitarefa reduz a eficiência cognitiva, aumenta a ansiedade e prejudica a memória de longo prazo. Com o tempo, esse padrão pode até interferir na saúde hormonal e no equilíbrio do organismo”, explica a Dra. Jacy Maria Alves.

 

Fonte: https://vidaplenaebemestar.com.br/bem-estar/5-coisas-que-voce-nao-sabia-mas-que-afetam-a-sua-saude-e-longevidade

terça-feira, 5 de maio de 2026

Pressão alta em jovens cresce e tem relação com hábitos comuns; entenda


Estudo aponta aumento de casos entre adolescentes e jovens adultos e reforça impacto do estilo de vida na saúde cardiovascular

 

A hipertensão, conhecida popularmente como pressão alta, deixou de ser um problema restrito a adultos e idosos. Nos últimos 20 anos, o número de adolescentes e crianças com a condição quase dobrou em todo o mundo.

 

Os dados são de um estudo publicado na revista científica The Lancet Child & Adolescent Health, em novembro de 2025. A pesquisa estima que cerca de 114 milhões de jovens convivem atualmente com a doença.

 

No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão atinge cerca de 30% da população.

 

Estilo de vida influencia diretamente

Embora fatores genéticos tenham importância, especialistas apontam que o estilo de vida tem grande impacto no desenvolvimento da doença.

 

De acordo com o cardiologista dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, Gustavo Lenci, há uma combinação de fatores que vem preocupando a área da saúde.

 

Entre eles estão sedentarismo, obesidade, alimentação industrializada, estresse e até questões sociais.

 

"Além dos fatores clássicos, como sedentarismo e obesidade, devemos considerar desde a poluição e o estresse da vida moderna até a alimentação industrializada. A própria falta de segurança no local de moradia, por exemplo, é um fator que contribui para o aumento do estresse", explica o médico.

 

Jovens estão mais expostos a riscos cardiovasculares

Um estudo publicado em março de 2026 pelo Centro Universitário Assunção (UNIFAI), sobre determinantes socioambientais e hábitos de risco para hipertensão em jovens, reforça essa preocupação.

 

A pesquisa aponta que pessoas entre 15 e 29 anos estão apresentando maior antecipação dos riscos cardiovasculares.

 

O levantamento também destaca a importância do diagnóstico precoce.

 

Segundo o estudo, identificar a hipertensão ainda na juventude permite intervenções mais eficazes e ajuda a reduzir complicações futuras, além de incentivar hábitos mais saudáveis desde cedo.

 

Sintomas da hipertensão exigem atenção

A hipertensão é considerada uma doença silenciosa. Isso porque, na maioria dos casos, não apresenta sintomas claros no início.

 

Quando eles aparecem, podem incluir:

 

Dor de cabeça.

Tontura.

Zumbido no ouvido.

Visão embaçada.

Fraqueza.

Sangramento nasal.

Dor no peito.

Como os sinais podem surgir apenas em fases mais avançadas, o acompanhamento médico é essencial.

 

Quando procurar atendimento médico

Segundo o cardiologista Vinícius Oro Popp, do Hospital São Marcelino Champagnat, a persistência dos sintomas é um sinal de alerta.

 

"A combinação de sinais que não melhoram e se intensificam ao longo do tempo indica a necessidade de avaliação médica. Também há situações que exigem atendimento imediato, como dor de cabeça muito intensa, alterações visuais, confusão mental ou dor no peito. Mesmo sem sintomas, níveis de pressão muito elevados de forma persistente devem ser investigados precocemente", explica.

 

O especialista também reforça que pessoas com histórico familiar ou fatores de risco devem redobrar a atenção.

 

Mesmo sem sintomas, a medição regular da pressão é fundamental para o diagnóstico precoce.

 

Prevenção ainda é o melhor caminho

A boa notícia é que a hipertensão pode ser prevenida e controlada com mudanças no estilo de vida.

 

Entre as principais recomendações estão:

 

Reduzir o consumo de sal.

Evitar excesso de álcool.

Manter alimentação equilibrada, rica em frutas e fibras.

Praticar atividade física regularmente.

Controlar o peso corporal.

Evitar o tabagismo.

Em alguns casos, o tratamento também pode incluir o uso de medicamentos.

 

A aferição periódica da pressão arterial, inclusive em consultas de rotina, é uma das formas mais eficazes de identificar alterações precocemente e prevenir complicações.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/pressao-alta-em-jovens-cresce-e-tem-relacao-com-habitos-comuns-entenda,a07e07272117d8daf001e608a6f64817g85qmaf1.html?utm_source=clipboard - Foto: Saúde em Dia

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Veja 5 mitos e verdades sobre a saúde dos olhos que você precisa conhecer


O doutor Alexandre Ventura explica os 5 mitos e verdades sobre a saúde dos olhos que todo mundo precisa conhecer.

 

Cuidar da saúde dos olhos ainda é cercado por dúvidas e crenças populares que atravessam gerações. De receitas caseiras a hábitos do dia a dia, nem tudo o que se ouve por aí é verdade. Para esclarecer o que realmente faz sentido, o oftalmologista Alexandre Ventura, do Instituto de Olhos Fernando Ventura (IOFV), comenta cinco mitos e verdades sobre o tema.

 

1. Cenoura faz bem para a vista? — VERDADE (com ressalvas)

Rica em vitamina A, a cenoura é, sim, uma aliada da saúde ocular, mas não faz milagres.

"Ela contribui para o bom funcionamento da retina, especialmente em condições de baixa luminosidade. No entanto, não melhora a visão de quem já tem grau nem substitui tratamentos oftalmológicos", explica Alexandre Ventura.

 

2. Comer formiga faz bem para a vista? — MITO

A crença popular de que ingerir formigas pode beneficiar a visão não tem qualquer respaldo científico.

"Não existe evidência de que isso traga benefícios para os olhos. Pelo contrário, consumir insetos sem preparo adequado pode representar riscos à saúde", alerta o especialista.

 

3. Usar óculos 'vicia' ou piora a visão? — MITO

Muita gente acredita que, ao começar a usar óculos, a dependência aumenta e a visão piora.

"Os óculos não causam piora. Eles apenas corrigem um problema já existente. A sensação de dependência ocorre porque a pessoa passa a enxergar melhor e percebe mais a diferença quando está sem eles", comenta Ventura.

 

4. Ficar muito tempo em telas prejudica a visão? — VERDADE

O uso prolongado de celulares, computadores e tablets pode causar desconfortos visuais.

"O excesso de telas está associado à fadiga ocular, olhos secos e dores de cabeça. Além disso, reduzimos a frequência do piscar, o que piora a lubrificação dos olhos", explica o médico.

Ele recomenda pausas regulares e a chamada regra 20-20-20 (a cada 20 minutos, olhar para algo a 20 pés — cerca de 6 metros — por 20 segundos).

 

5. Ler no escuro faz mal para os olhos? — MITO (mas pode incomodar)

Apesar de não causar danos permanentes, a leitura em ambientes mal iluminados pode gerar desconforto.

"Não há evidência de que isso prejudique a saúde ocular a longo prazo. No entanto, pode provocar cansaço visual e dificultar a leitura, especialmente por longos períodos", pontua Alexandre Ventura.

No fim das contas, manter hábitos saudáveis, ter uma alimentação equilibrada e realizar consultas regulares com o oftalmologista são as melhores formas de preservar a visão.

"A prevenção ainda é o melhor caminho. Muitas doenças oculares são silenciosas e só podem ser detectadas em exames de rotina", conclui o especialista.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/veja-5-mitos-e-verdades-sobre-a-saude-dos-olhos-que-voce-precisa-conhecer,5f0092ea211fad47d16feb669d0d5bea6w48rgjd.html?utm_source=clipboard - Por: Weverton Kaero - Foto: Sol Pulquerio / Portal de Prefeitura

domingo, 3 de maio de 2026

Quanto tempo vive um cachorro? Descubra de acordo com a raça


Saber quanto tempo vive um cachorro ajuda os tutores a cuidarem melhor da saúde dos seus melhores amigos

 

Muitos tutores se perguntam quanto tempo vive um cachorro ao planejar a chegada de um novo integrante na família. A expectativa de vida varia bastante entre os animais e depende de diversos fatores genéticos.

 

Geralmente, o tamanho do animal exerce um papel fundamental na longevidade do pet no dia a dia. Entender essas diferenças ajuda você a oferecer uma qualidade de vida muito melhor para o seu cão.

 

Relação entre porte e idade do cachorro

Uma regra comum no mundo canino é que cães menores tendem a viver mais do que os grandes. Isso ocorre porque o metabolismo de raças gigantes é muito acelerado e desgasta o corpo precocemente.

 

Expectativa de vida por porte

Cães de pequeno porte costumam viver entre 14 e 18 anos com os cuidados adequados. Já os cães grandes ou gigantes apresentam uma média de vida entre 8 e 12 anos.

 

Quanto tempo vive um cachorro? Veja as raças populares

Abaixo, listamos a média de idade das raças mais queridas pelos brasileiros. Confira onde o seu companheiro se encaixa nessa lista de longevidade.

 

Poodle: 14 a 18 anos.

 

Shih Tzu: 10 a 16 anos.

 

Golden Retriever: 10 a 12 anos.

 

Bulldog Francês: 10 a 12 anos.

 

Beagle: 12 a 15 anos.

 

Dachshund (Salsicha): 12 a 16 anos.

 

E os cães sem raça definida (Vira-latas)?

Os vira-latas são famosos por sua resistência e podem viver por muitos anos com saúde. A mistura genética costuma evitar doenças hereditárias comuns em raças puras e específicas.

 

Fatores que influenciam a longevidade canina

Saber quanto tempo vive um cachorro também depende diretamente do estilo de vida que ele leva. Pequenos hábitos diários podem somar anos preciosos ao lado do seu fiel companheiro.

 

Alimentação de alta qualidade

Uma dieta equilibrada previne a obesidade, que é uma das principais causas de doenças em cães. Ofereça rações adequadas para a idade e o nível de atividade física do animal.

 

Rotina de exercícios e consultas

Passeios diários mantêm o coração forte e a mente do cachorro sempre estimulada e feliz. Além disso, visitas regulares ao veterinário ajudam a detectar problemas de saúde logo no início.

 

Cuidados na fase sênior do pet

Quando o cão atinge a idade avançada, suas necessidades mudam e ele precisa de mais conforto. Tapetes antiderrapantes e camas ortopédicas podem ajudar cães idosos com dores nas articulações.

 

Fique atento a mudanças no comportamento, como perda de apetite ou dificuldade para caminhar. Cuidar bem de cada fase garante que ele viva o máximo possível com alegria.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/quanto-tempo-vive-um-cachorro-descubra-de-acordo-com-a-raca,dd3d7ebbb5d1722cbc57ed0dc7eb7ea4m2k1s2nl.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Alto Astral