domingo, 15 de março de 2026

Como manter suas unhas fortes e livres de fragilidade


Unhas fortes e saudáveis: descubra dicas práticas para evitar unhas quebradiças, fortalecer cutículas e melhorar sua rotina de cuidados

 

Manter as unhas fortes e evitar que fiquem quebradiças é uma preocupação comum em diferentes faixas etárias. Muitas pessoas relatam que as unhas descamam com facilidade, lascam nas pontas ou simplesmente não conseguem crescer sem quebrar. Esse quadro pode estar ligado a hábitos diários, à alimentação e até ao contato frequente com produtos químicos.

 

Quando se fala em cuidado com as unhas, não se trata apenas de estética. A saúde das unhas pode refletir o estado geral do organismo e também o tipo de rotina que a pessoa leva. Pequenas mudanças em cuidados básicos, hidratação e proteção já costumam fazer diferença importante na resistência e no brilho natural das unhas ao longo do tempo.

 

O que deixa as unhas fracas e quebradiças?

Antes de buscar dicas para unhas fortes, é útil entender o que costuma enfraquecê-las. Fatores como contato excessivo com água, uso constante de detergentes, produtos de limpeza sem luvas e removedor de esmalte com acetona podem ressecar a superfície ungueal. Com o tempo, a unha perde flexibilidade, fica opaca e passa a quebrar com qualquer atrito.

 

Outro ponto é a alimentação desequilibrada. Dietas muito restritivas ou pobres em proteínas, ferro, zinco e vitaminas do complexo B podem influenciar no crescimento lento e na fragilidade. Além disso, algumas pessoas possuem o hábito de roer unhas ou cutículas, o que prejudica a estrutura e favorece pequenas lesões. Em certos casos, alterações constantes podem indicar problemas de saúde, sendo recomendável avaliação médica.

 

Dicas para manter as unhas fortes no dia a dia

Para fortalecer as unhas fracas, alguns cuidados simples tendem a ajudar na rotina. O uso de luvas em atividades domésticas é uma medida básica para quem tem contato diário com água e produtos químicos. As luvas reduzem o ressecamento e preservam não só as unhas, mas também a pele das mãos.

 

Outro cuidado importante é o corte regular. Deixar as unhas muito longas quando ainda estão frágeis aumenta o risco de quebras. Manter um comprimento médio ou curto, com lixamento suave na mesma direção, reduz fissuras nas pontas. Produtos específicos, como bases fortalecedoras com cálcio, queratina ou vitaminas, também são frequentemente indicados por profissionais.

 

Usar luvas em tarefas com água ou produtos de limpeza.

Cortar e lixar as unhas com regularidade, evitando pontas irregulares.

Aplicar bases fortalecedoras de forma contínua, seguindo orientação profissional.

Evitar acetona, dando preferência a removedores sem esse solvente.

Não roer unhas ou cutículas, para não danificar a estrutura.

 

Alimentação ajuda a ter unhas fortes?

A alimentação equilibrada tem papel relevante na saúde das unhas. Nutrientes como proteínas, biotina, ferro, zinco, selênio e vitaminas A, C e E estão associados ao crescimento adequado e à boa aparência da lâmina ungueal. Quando a dieta é pobre nesses componentes, é comum notar unhas opacas, que descamam ou apresentam estrias.

 

Profissionais de saúde costumam destacar que a prioridade é obter essas substâncias por meio de alimentos variados. Em alguns casos específicos, um médico ou nutricionista pode indicar suplementação, sempre considerando exames e histórico de saúde. O uso por conta própria de suplementos não é recomendado, já que o excesso de alguns nutrientes também pode causar efeitos indesejados.

 

Proteínas: carnes, ovos, leite e derivados, leguminosas como feijão e lentilha.

Ferro: carnes vermelhas, fígado, feijão, vegetais verde-escuros.

Zinco e selênio: castanhas, nozes, sementes, frutos do mar.

Biotina: ovos cozidos, amêndoas, aveia, alguns vegetais.

Vitaminas antioxidantes (A, C, E): frutas cítricas, cenoura, tomate, óleos vegetais, sementes.

 

Quais cuidados estéticos ajudam as unhas a não quebrarem?

Os hábitos de manicure também interferem bastante na resistência das unhas. Intervalos entre esmaltações são recomendados para que a unha possa "respirar", isto é, ficar algum tempo sem camadas de produtos por cima. Ficar muitos dias seguidos com esmalte escuro, por exemplo, pode favorecer ressecamento e manchas.

 

Na hora de retirar esmalte em casa, o uso de removedores sem acetona é uma alternativa menos agressiva. Empurrar levemente a cutícula, em vez de removê-la completamente, ajuda a preservar essa barreira natural contra micro-organismos. Hidratar a região com óleos específicos ou cremes para cutículas também contribui para unhas mais flexíveis e menos propensas a descamar.

 

Dar pausas periódicas entre uma esmaltação e outra.

Preferir removedores sem acetona.

Evitar retirar toda a cutícula, priorizando o cuidado delicado.

Aplicar óleos ou hidratantes nas unhas e cutículas diariamente.

Buscar atendimento profissional em casos de dor, manchas persistentes ou deformidades.

 

Ao combinar proteção no dia a dia, alimentação adequada e cuidados estéticos moderados, tende-se a observar unhas mais fortes, com menos quebras e melhor aspecto geral. Em situações em que, mesmo com mudanças de rotina, a fragilidade permanece, a orientação de um dermatologista pode auxiliar na identificação de causas internas e em um plano de tratamento mais específico.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/como-manter-suas-unhas-fortes-e-livres-de-fragilidade,b128f0ecf1439343eb74fc9bdae8248a751oijqh.html?utm_source=clipboard - Por: Carlos Vieira* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / VadimVasenin

sábado, 14 de março de 2026

Movimente-se para viver mais: atividades físicas que aumentam sua longevidade


Especialistas em saúde destacam que não é necessário ter um histórico esportivo para colher resultados da atividade física na saúde.

 

Com a rotina cada vez mais corrida, muitas pessoas buscam alternativas simples para cuidar da saúde e manter a mente em equilíbrio. Entre as opções disponíveis, os exercícios físicos aparecem como um dos pilares mais acessíveis para quem deseja viver mais e melhor. Assim, quando praticadas com regularidade, atividades bem escolhidas contribuem tanto para a longevidade quanto para o bem-estar mental.

 

Especialistas em saúde destacam que não é necessário ter um histórico esportivo para colher resultados. Caminhadas, alongamentos e exercícios leves já podem gerar benefícios significativos ao organismo. Por isso, o mais importante costuma ser a constância, o respeito aos limites do corpo e a escolha de práticas que façam sentido para a rotina de cada pessoa.

 

Exercícios físicos para longevidade: por que fazem diferença?

Os exercícios físicos para longevidade atuam em diferentes sistemas do corpo humano. Afinal, eles ajudam a fortalecer o coração, controlar a pressão arterial, melhorar o condicionamento cardiorrespiratório e regular índices como glicemia e colesterol. Com isso, diminuem o risco de doenças crônicas, que costumam surgir com mais frequência ao longo do envelhecimento.

 

Além disso, manter o corpo ativo preserva massa muscular e densidade óssea, fatores importantes para evitar quedas, fraturas e perda de autonomia na maturidade. Por isso, atividades que combinam força, resistência e equilíbrio devem entrar no cardápio de quem deseja se manter funcional por mais tempo. Exemplos simples podem ser organizados facilmente no dia a dia.

 

Caminhada moderada: indicada para iniciantes e pessoas de diferentes idades.

Treino de força com peso do próprio corpo:

Alongamentos diários:

Atividades aquáticas:

 

Quais exercícios físicos mais ajudam o bem-estar mental?

Os exercícios físicos para bem-estar mental atuam de forma direta no cérebro. Durante a prática, o organismo libera substâncias como endorfina, serotonina e dopamina, que frequentemente se associam à sensação de relaxamento e estabilidade emocional. Portanto, essa resposta fisiológica pode auxiliar no controle de sintomas de estresse, ansiedade e alterações de humor.

 

Entre as modalidades que costumam associar-se a maior equilíbrio mental, destacam-se atividades aeróbicas leves, exercícios de respiração e práticas que combinam movimento e atenção plena. A seguir, alguns exemplos frequentemente incluídos em rotinas voltadas à saúde emocional:

 

Caminhada ao ar livre:

Ciclismo recreativo:

Yoga:

Pilates:

Dança:

 

Como montar uma rotina de exercícios físicos para longevidade e mente saudável?

Organizar uma rotina de exercícios físicos para longevidade e bem-estar mental não exige necessariamente equipamentos caros ou academias. Afinal, um planejamento básico, que se adapte à realidade de cada pessoa, já pode ser suficiente para iniciar. No entanto, antes de qualquer mudança na rotina, é indicado buscar avaliação profissional de saúde, especialmente em casos de doenças preexistentes.

 

Uma forma simples de estruturar essa rotina é dividir as atividades em três grupos: exercícios aeróbicos, de força e de mobilidade. Assim, essa combinação tende a favorecer tanto o sistema cardiovascular quanto a musculatura e as articulações. A seguir, um exemplo de organização semanal que pode ser ajustado conforme a necessidade:

 

Exercícios aeróbicos (3 a 5 vezes por semana):

Caminhada de 30 a 40 minutos em ritmo moderado;

Bicicleta estática ou ao ar livre;

Natação recreativa ou aulas de hidroginástica.

Treino de força (2 a 3 vezes por semana):

Agachamentos com o peso do corpo apoiando em cadeira, se necessário;

Flexões de braço na parede ou em superfície elevada;

Exercícios com elásticos de resistência para braços e costas.

Mobilidade e relaxamento (diário ou em dias alternados):

Alongamento leve de pescoço, ombros, coluna e pernas;

Sessões curtas de yoga focadas em flexibilidade e respiração;

Exercícios de respiração profunda por alguns minutos após a prática.

 

Como manter a regularidade nos exercícios físicos ao longo dos anos?

Para que os exercícios físicos realmente contribuam para longevidade e equilíbrio emocional, a manutenção do hábito costuma ser determinante. A adesão tende a ser maior quando as pessoas escolhem atividades agradáveis, compatíveis com suas preferências e com o tempo disponível na rotina. Ademais, a prática em grupo, com amigos, familiares ou turmas organizadas, também favorece o compromisso.

 

Registrar metas realistas, como caminhar um determinado número de minutos por dia ou realizar sessões de alongamento em horários fixos, pode ajudar na organização. Alternar modalidades ao longo da semana costuma evitar monotonia e reduzir o risco de sobrecarga de determinadas articulações. A observação de sinais do corpo, como dores intensas ou cansaço excessivo, é fundamental para ajustar o ritmo e, quando necessário, procurar orientação profissional.

 

Com escolhas adequadas e acompanhamento correto, os exercícios físicos se tornam uma ferramenta importante para prolongar a autonomia, preservar a funcionalidade do corpo e apoiar a saúde mental. Ao longo dos anos, pequenas ações consistentes tendem a somar resultados e contribuir para uma vida mais longa e equilibrada.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/movimente-se-para-viver-mais-atividades-fisicas-que-aumentam-sua-longevidade,a36026a3589e4cf6ac24cb39b7a373dd71jwabnv.html?utm_source=clipboard - Por: Valdomiro Neto* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / Ivanko1980

sexta-feira, 13 de março de 2026

Alimentos que protegem: nutrientes essenciais para um sistema imunológico forte


A relação entre alimentação e sistema imunológico tem sido tema constante em estudos na área de saúde, especialmente diante do aumento de doenças infecciosas e crônicas. Afinal, a forma como uma pessoa se alimenta influencia diretamente a capacidade do organismo de reagir a vírus, bactérias e outros agentes agressores. Por isso, um cardápio equilibrado, com nutrientes variados, tende a favorecer a manutenção das defesas naturais do corpo e a reduzir o risco de infecções recorrentes.

 

Especialistas apontam que não existe um alimento isolado capaz de "blindar" a imunidade, mas sim um conjunto de hábitos alimentares. Somados, eles contribuem para o bom funcionamento do sistema imunológico. Vitaminas, minerais, proteínas, gorduras de boa qualidade e compostos antioxidantes atuam em etapas diferentes da resposta imune, desde a formação de células de defesa até o controle de processos inflamatórios.

 

Qual é o papel da alimentação na imunidade?

A alimentação tem função central na produção e na renovação das células de defesa, como linfócitos e anticorpos. Para que esse sistema funcione de forma adequada, o organismo depende de um suprimento constante de vitaminas (especialmente A, C, D e do complexo B), minerais (como zinco, selênio, ferro e magnésio), além de proteínas de boa qualidade. Assim, a ausência prolongada de nutrientes pode enfraquecer barreiras físicas, como pele e mucosas, e comprometer respostas imunes rápidas frente a agentes infecciosos.

 

Os antioxidantes também desempenham papel importante ao reduzir o estresse oxidativo, processo que pode prejudicar o funcionamento das células de defesa. Nutrientes como vitamina C, vitamina E, carotenoides e compostos fenólicos, presentes em frutas, verduras, legumes e oleaginosas, ajudam a proteger as células imunes contra danos causados por radicais livres.

 

Melhores alimentos para fortalecer o sistema imunológico

Entre os alimentos associados a um sistema imunológico mais equilibrado, destacam-se as frutas ricas em vitamina C, como laranja, acerola, kiwi, goiaba e limão. Afinal, esse nutriente participa da produção de células de defesa e contribui para a integridade das mucosas respiratórias. Ademais, vegetais coloridos, como cenoura, abóbora, espinafre, brócolis e couve, fornecem vitaminas A, C, K e ácido fólico, além de fibras e compostos bioativos que colaboram com a resposta imune.

 

As oleaginosas — castanha-do-pará, amêndoas, nozes e castanha de caju — são fontes relevantes de vitamina E, selênio e gorduras insaturadas, nutrientes relacionados à proteção das células do sistema imunológico. Já os peixes ricos em ômega-3, como salmão, sardinha, atum e cavalinha, contribuem para o equilíbrio dos processos inflamatórios, o que favorece uma resposta imune mais organizada e menos agressiva aos próprios tecidos.

 

Frutas cítricas e frutas vermelhas: fornecem vitamina C e antioxidantes.

Verduras escuras e legumes variados: concentram vitaminas, minerais e fibras.

Oleaginosas: oferecem selênio, zinco, vitamina E e gorduras boas.

Peixes gordurosos: são fontes de ômega-3, importante para modulação da inflamação.

Alho e gengibre: apresentam compostos com ação antimicrobiana e anti-inflamatória.

 

Por que intestino, alimentos fermentados e hidratação importam tanto?

A saúde intestinal é considerada peça-chave na imunidade, já que grande parte das células de defesa está localizada no trato gastrointestinal. Um intestino em equilíbrio depende de uma microbiota diversa, formada por bactérias benéficas que auxiliam na digestão, na produção de vitaminas e na proteção contra micro-organismos nocivos. Alimentos fermentados, como iogurte natural, kefir, chucrute e kombucha, podem contribuir para esse equilíbrio ao fornecer microrganismos vivos ou substâncias que favorecem o crescimento das bactérias benéficas.

 

A ingestão adequada de fibras, presentes em frutas, verduras, legumes, cereais integrais e leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico), também é essencial para a microbiota intestinal. Essas fibras servem de substrato para as bactérias boas, ajudando na produção de ácidos graxos de cadeia curta, que fortalecem a barreira intestinal e, por consequência, impactam positivamente o sistema imunológico.

 

A hidratação adequada é outro ponto relevante. A água participa do transporte de nutrientes, da circulação das células de defesa e da eliminação de toxinas. Manter uma boa ingestão de líquidos ao longo do dia contribui para o funcionamento adequado das mucosas respiratórias e intestinais, que atuam como primeira linha de defesa contra agentes infecciosos.

 

Redução de ultraprocessados e organização da rotina alimentar

Estudos recentes associam o consumo frequente de alimentos ultraprocessados — como refrigerantes, salgadinhos de pacote, embutidos, biscoitos recheados e produtos prontos congelados — a maior inflamação sistêmica e a desequilíbrios na microbiota intestinal. Esses produtos costumam ser ricos em açúcares adicionados, gorduras saturadas ou gorduras trans, sódio e aditivos químicos, e pobres em fibras e micronutrientes, o que pode prejudicar a eficiência do sistema imunológico ao longo do tempo.

 

Para manter a imunidade em bom funcionamento, profissionais de saúde costumam sugerir uma alimentação baseada em alimentos in natura ou minimamente processados, com variedade de cores no prato e atenção à qualidade das proteínas, dos carboidratos e das gorduras. Entre as estratégias apontadas estão:

 

Priorizar frutas, verduras, legumes e leguminosas em todas as refeições.

Incluir fontes de proteína magra, como peixes, ovos, aves e laticínios com pouco açúcar.

Consumir oleaginosas e sementes em pequenas porções diárias.

Adicionar alimentos fermentados regularmente ao cardápio.

Manter hidratação constante, com água e outras bebidas sem excesso de açúcar.

Reduzir ao máximo o consumo de ultraprocessados e bebidas açucaradas.

 

Dessa forma, a alimentação passa a ser vista não apenas como fonte de energia, mas como ferramenta diária para a manutenção da imunidade, auxiliando na prevenção de doenças e no suporte às defesas naturais do organismo ao longo da vida.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/alimentos-que-protegem-nutrientes-essenciais-para-um-sistema-imunologico-forte,9312ac928bf54342d20faa3ca03535a06s35rn80.html?utm_source=clipboard - Por: Valdomiro Neto* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / sumners

quinta-feira, 12 de março de 2026

Pequenos aumentos na atividade física diária podem salvar vidas


Fazer apenas alguns minutos a mais de atividade física por dia pode trazer benefícios importantes para a saúde e ajudar a reduzir o risco de morte precoce. Um grande estudo internacional publicado na revista The Lancet analisou dados de mais de 130 mil adultos acompanhados ao longo de vários anos na Europa e nos Estados Unidos.

 

Os pesquisadores descobriram que pessoas menos ativas poderiam reduzir significativamente o risco de morte ao adicionar apenas 5 minutos diários de atividade moderada ou intensa, como caminhar mais rápido, subir escadas ou pedalar. Esse pequeno aumento foi associado à prevenção de cerca de 6% das mortes. Se adotado em larga escala, o impacto na saúde pública poderia chegar a até 10% menos mortes.

 

Além disso, diminuir o tempo sentado também mostrou benefícios. Reduzir cerca de 30 minutos por dia de comportamento sedentário esteve relacionado à prevenção de até 7% das mortes em alguns grupos.

 

A principal mensagem é simples: não é necessário começar com exercícios intensos ou longos. Pequenas mudanças consistentes na rotina podem trazer ganhos importantes para a saúde cardiovascular e geral.

 

Fonte: The Lancet. DOI: 10.1016/S0140-6736(25)02219-6.

 

Fonte: https://www.boasaude.com.br/noticias/22128/pequenos-aumentos-na-atividade-fisica-diaria-podem-salvar-vidas.html?utm_source=terra_capa_vida-e-estilo&utm_medium=referral#google_vignette

quarta-feira, 11 de março de 2026

7 sinais que os médicos observam para detectar doenças cedo


Alterações aparentemente simples no corpo podem indicar problemas de saúde

 

O corpo costuma enviar sinais importantes quando algo não vai bem. Muitas doenças começam com sintomas discretos, que podem passar despercebidos no dia a dia.

 

Durante consultas e exames de rotina, médicos observam algumas alterações específicas que ajudam a identificar problemas ainda em fases iniciais. Detectar esses sinais cedo pode facilitar o diagnóstico e aumentar as chances de tratamento eficaz.

 

Veja sete sinais que costumam chamar a atenção dos especialistas.

 

1. Cansaço excessivo

Sentir fadiga constante, mesmo após descanso adequado, pode indicar alterações no organismo.

Esse sintoma pode estar relacionado a anemia, distúrbios hormonais ou problemas metabólicos.

 

2. Perda de peso sem explicação

Perder peso sem mudanças na alimentação ou na rotina de exercícios merece atenção.

Esse sinal pode estar associado a distúrbios hormonais, problemas digestivos ou doenças mais complexas.

 

3. Mudanças na pele

Alterações na cor da pele, surgimento de manchas ou coceira persistente podem indicar problemas de saúde.

A pele muitas vezes reflete condições internas do organismo.

 

4. Inchaço frequente

Inchaços persistentes, principalmente em pernas, mãos ou rosto, podem indicar retenção de líquidos.

Esse sintoma pode estar relacionado a problemas cardíacos, renais ou circulatórios.

 

5. Alterações no apetite

Mudanças repentinas no apetite também são observadas pelos médicos.

A falta de fome ou aumento exagerado do apetite pode indicar alterações hormonais ou metabólicas.

 

6. Dores persistentes

Dores que permanecem por semanas ou surgem com frequência devem ser avaliadas.

Elas podem indicar inflamações, lesões ou outras condições que exigem acompanhamento médico.

 

7. Mudanças no sono

Dormir mal com frequência, acordar várias vezes durante a noite ou sentir sonolência excessiva durante o dia também podem indicar problemas de saúde.

Distúrbios do sono podem estar ligados ao estresse, ansiedade ou alterações hormonais.

 

A importância de observar o corpo

Prestar atenção aos sinais do corpo é fundamental para manter a saúde em dia.

 

Quando mudanças persistem por vários dias ou semanas, procurar avaliação médica pode ajudar a identificar problemas precocemente e evitar complicações.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/7-sinais-que-os-medicos-observam-para-detectar-doencas-cedo,af8d77550acce6406d0bbad725a10645arcp67se.html?utm_source=clipboard - Foto: SHutterstock / Saúde em Dia