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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Estes são os seis órgãos mais importantes do corpo humano e suas funções


Entre todos os sistemas do corpo humano, alguns órgãos recebem destaque por serem essenciais para a manutenção da vida. Veja quais são os seis que lideram essa lista e quais as suas funções.

 

Entre todos os sistemas do corpo humano, alguns órgãos recebem destaque por serem essenciais para a manutenção da vida. Afinal, esses órgãos participam de funções como controle dos movimentos, circulação do sangue, oxigenação, digestão, filtragem de impurezas e coordenação de praticamente todas as atividades do organismo. Portanto, ao observar o funcionamento conjunto dessas estruturas, fica mais claro por que certos órgãos são prioritários quando se fala em saúde e em intervenção médica.

 

Ao abordar os seis órgãos humanos mais importantes, especialistas mencionam cérebro, coração, pulmões, fígado, rins e pâncreas. Afinal, cada um deles executa tarefas específicas, mas todos se conectam de maneira direta ou indireta. Assim, a interrupção completa do funcionamento de qualquer um desses órgãos, sem suporte médico correto, representa risco imediato à vida. Portanto, isso reforça a relevância de compreender suas funções principais e os cuidados básicos associados a cada um.

 

O cérebro é o centro de comando do corpo humano. Ele processa informações sensoriais, coordena movimentos, regula temperatura corporal, sono, fome e diversas outras funções automáticas

 

Quais são os seis órgãos humanos mais importantes?

A palavra-chave neste contexto é órgãos humanos mais importantes, expressão que se refere àquelas estruturas sem as quais o corpo não consegue manter o equilíbrio interno. De forma geral, seis órgãos aparecem como vitais: cérebro, coração, pulmões, fígado, rins e pâncreas. Eles atuam na coordenação do sistema nervoso, na circulação sanguínea, na respiração, no metabolismo de nutrientes, na filtragem do sangue e no controle de hormônios fundamentais.

 

Esse grupo de órgãos vitais trabalha em sincronia. Assim, o cérebro regula batimentos cardíacos e respiração; o coração leva oxigênio e nutrientes a todas as células; os pulmões garantem a troca gasosa; o fígado participa da digestão e da desintoxicação; os rins filtram o sangue e equilibram líquidos. Por fim, o pâncreas produz hormônios que influenciam diretamente o uso da glicose, entre outras funções. Por isso, alterações graves em um deles costumam repercutir nos demais.

 

Cérebro e coração: comando e bombeamento do corpo

O cérebro é o centro de comando do corpo humano. Ele processa informações sensoriais, coordena movimentos, regula temperatura corporal, sono, fome e diversas outras funções automáticas. Além disso, controla atividades conscientes, como fala, memória e raciocínio. Mesmo em repouso, o cérebro consome uma parcela significativa do oxigênio e da energia disponíveis no organismo, o que mostra a intensidade de seu funcionamento contínuo.

 

O coração, por sua vez, atua como bomba muscular encarregada de impulsionar o sangue através dos vasos sanguíneos. Esse fluxo garante que oxigênio e nutrientes cheguem aos tecidos e que substâncias como dióxido de carbono sejam transportadas de volta para serem eliminadas. A regularidade dos batimentos e a integridade das artérias e veias são fatores decisivos para o bom desempenho cardiovascular. Em muitos casos de emergência médica, as manobras iniciais procuram justamente restabelecer ou preservar essas duas funções centrais: atividade cardíaca e atividade cerebral.

 


Cérebro: coordena funções voluntárias e involuntárias.

Coração: mantém a circulação do sangue em todo o corpo.

Interação: o cérebro controla a frequência cardíaca por meio de sinais nervosos.

 

Pulmões, fígado e rins: respiração, metabolismo e filtragem

Na lista de órgãos humanos mais importantes, os pulmões ocupam posição central por garantirem a entrada de oxigênio e a saída de dióxido de carbono. O ar inspirado chega aos alvéolos pulmonares, pequenas estruturas onde ocorre a troca gasosa com o sangue. Essa etapa é fundamental, pois o oxigênio é utilizado pelas células na produção de energia. Qualquer comprometimento sério dessa troca interfere rapidamente em todo o organismo.

 

O fígado é um dos maiores órgãos internos e participa de uma série de processos metabólicos. Entre suas funções estão a produção de bile, que auxilia na digestão de gorduras, o armazenamento de glicogênio, a síntese de proteínas importantes para o sangue e a transformação de substâncias potencialmente tóxicas em compostos que podem ser eliminados. Já os rins filtram continuamente o sangue, removendo resíduos metabólicos e excesso de líquidos, formando a urina. Além disso, ajudam a regular a pressão arterial e o equilíbrio de sais minerais, como sódio e potássio.

 

Pulmões: responsáveis pelas trocas gasosas essenciais.

Fígado: central no metabolismo e na desintoxicação do organismo.

Rins: filtram o sangue e controlam o volume de água e sais.

 

Qual é o papel do pâncreas entre os órgãos vitais?

O pâncreas é frequentemente lembrado por sua participação no controle da glicose no sangue, o que o coloca entre os órgãos humanos mais importantes. Ele produz hormônios como insulina e glucagon, que ajudam a manter a taxa de açúcar dentro de uma faixa adequada. Quando esse equilíbrio se rompe, surgem distúrbios como o diabetes, que pode afetar olhos, rins, vasos sanguíneos e nervos a longo prazo.

 

Além da função hormonal, o pâncreas também exerce papel relevante na digestão. Ele libera enzimas que atuam na quebra de gorduras, proteínas e carboidratos no intestino delgado, facilitando a absorção dos nutrientes. Dessa forma, o órgão conecta o sistema digestivo ao sistema endócrino, deixando claro por que é considerado um componente estratégico para o bom funcionamento geral do organismo.

 

Cuidado e preservação dos principais órgãos humanos

Ao analisar os seis órgãos humanos mais importantes, observa-se que todos dependem de hábitos diários para se manterem em bom estado. Alimentação equilibrada, hidratação adequada, sono regular e acompanhamento médico periódico são práticas que contribuem para reduzir o desgaste desses sistemas. Medidas como evitar o tabagismo ajudam diretamente os pulmões e o coração; o controle do consumo de álcool está relacionado à proteção do fígado e do pâncreas; e a atenção à pressão arterial e à glicemia auxilia na preservação dos rins e das artérias cerebrais.

 

Mesmo com diferenças individuais, a preservação de cérebro, coração, pulmões, fígado, rins e pâncreas está associada a uma maior chance de envelhecimento saudável. A informação sobre o papel de cada órgão permite identificar sinais de alerta com mais rapidez e buscar atendimento profissional em tempo oportuno. Esse conhecimento não substitui o diagnóstico médico, mas funciona como base para escolhas mais conscientes ao longo da vida.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/estes-sao-os-seis-orgaos-mais-importantes-do-corpo-humano-e-suas-funcoes,01c61cf26b1711de61034ac13e1d9082922gf00s.html?utm_source=clipboard - Por: Valdomiro Neto* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / vampy1 - depositphotos.com / magicmine

quarta-feira, 9 de julho de 2025

Estudo de Harvard lista as 14 profissões que mais causam infelicidade


Descubra as 14 profissões que mais causam infelicidade segundo Harvard. Veja se a sua está na lista e o que fazer a respeito!

 

Em um cenário onde o trabalho ocupa grande parte da vida adulta, uma pesquisa da Universidade Harvard traz dados alarmantes: mais de 40% das pessoas se declaram infelizes no ambiente profissional.

 

O estudo, realizado em 2017, aponta as 14 profissões que mais geram descontentamento e analisa os fatores por trás dessa insatisfação.

 

Segundo os pesquisadores, a infelicidade não está restrita ao salário. Outros elementos como a falta de perspectiva de crescimento, jornadas exaustivas, isolamento social e pressão constante são decisivos na deterioração da saúde mental dos trabalhadores.

 

A seguir, confira a lista das profissões que, segundo o estudo, apresentam os maiores índices de insatisfação entre os profissionais:

 

Técnico de farmácia;

Engenheiro de projetos;

Professor;

Assistente administrativo;

Caixa de supermercado;

Diretor-geral;

Analista de dados;

Representante de atendimento ao cliente;

Vendedor de varejo;

Gerente de contas de vendas;

Entregador;

Caminhoneiro;

Guarda de segurança;

Trabalhador noturno.

Essas funções têm em comum diversos fatores que vão além da rotina desgastante. A combinação de baixa valorização profissional com altos níveis de cobrança é uma das principais causas do adoecimento psíquico.

 

Por que essas profissões geram tanta infelicidade?

Falta de valorização e reconhecimento

Trabalhadores que não se sentem valorizados por seus gestores ou pela sociedade, mesmo desempenhando funções essenciais, tendem a apresentar níveis elevados de frustração.

Professores e caixas de supermercado, por exemplo, frequentemente enfrentam desrespeito, além de salários abaixo da média nacional.

 

Jornada extensa e exaustiva

Profissões como caminhoneiro, entregador e trabalhador noturno envolvem longas jornadas e horários incompatíveis com a vida social e familiar. Esse fator compromete o descanso e o convívio com entes queridos, aumentando a sensação de isolamento.

 

Pressão e responsabilidade excessiva

Cargos de liderança, como diretores e gerentes de contas, enfrentam constante pressão por resultados, metas e performance. Quando essa cobrança não vem acompanhada de suporte emocional ou psicológico, pode desencadear transtornos como ansiedade e burnout.

 

Poucas perspectivas de crescimento

Funções como assistente administrativo ou técnico de farmácia são, em muitos casos, consideradas “postos finais”, com pouca ou nenhuma mobilidade ascendente. A estagnação contribui para a perda de propósito e a desmotivação.

 

Trabalho repetitivo e mecanizado

A rotina altamente repetitiva, sem espaço para criatividade ou inovação, pode esgotar emocionalmente. É o caso das profissões de vendedores de varejo e operadores de caixa, que realizam as mesmas tarefas durante horas.

 

Saúde mental: o novo desafio das empresas

Para tentar amenizar o quadro de sofrimento psíquico, muitas empresas têm investido em soluções como aplicativos de bem-estar, sessões de terapia online, palestras motivacionais e até convênios com psiquiatras. No entanto, essas iniciativas, embora positivas, não atacam a raiz do problema.

 

O que realmente pode fazer diferença?

Segundo o psiquiatra Jairo Bouer, da USP, “a saúde mental deve ser tratada com seriedade, e isso implica repensar a forma como o trabalho está estruturado”. Para o especialista, o foco deve estar em repensar a jornada, as metas e a relação entre empresa e colaborador.

 

“A produtividade não precisa depender da presença contínua de oito horas em um escritório. Mais liberdade para definir o ‘quando’ e ‘quanto’ trabalhar pode melhorar o bem-estar”, afirma Bouer.

 

Papel da flexibilidade na satisfação profissional

Adaptação ao ritmo biológico

Muitos trabalhadores rendem mais em determinados períodos do dia. Há quem seja mais produtivo pela manhã, enquanto outros funcionam melhor à tarde ou à noite. Ajustar a carga horária ao ritmo biológico pode potencializar resultados e reduzir a fadiga.

 

Jornadas mais curtas e distribuídas

Experimentos com semanas de quatro dias e jornadas de 30 horas semanais têm apresentado bons resultados em países como Islândia e Reino Unido. Os testes demonstraram aumento de produtividade, redução de faltas e melhora significativa no humor dos funcionários.

 

Autonomia e confiança

Permitir que os trabalhadores tenham autonomia sobre seus horários e entregas gera mais comprometimento. A lógica do controle absoluto está sendo substituída pela confiança e pela medição de resultados, e não de presença.

 

Conflito entre trabalho e vida pessoal

Profissionais com filhos pequenos enfrentam uma pressão adicional. A rigidez dos horários e a falta de empatia das empresas dificultam a conciliação entre carreira e maternidade/paternidade.

“Empregos realmente flexíveis deveriam permitir adaptações conforme a realidade familiar e não o contrário”, reforça Bouer.

Essa incompatibilidade também é vista em trabalhadores noturnos, cujos horários impossibilitam convívio social e familiar, impactando diretamente a saúde emocional.

 

Um novo modelo de trabalho é possível?

Segundo o psicólogo britânico James Davies, uma reestruturação da jornada de trabalho pode ser a chave para o equilíbrio emocional da sociedade. Em entrevista ao El País, ele defende que:

“Estamos tratando sintomas com remédios, mas esquecendo de mudar as causas sociais do adoecimento.”

Essa crítica é reforçada por pensadores como Byung-Chul Han, que em Sociedade do Cansaço, argumenta que a busca constante por performance e produtividade transformou o ser humano em um “projeto de eficiência”, em detrimento do bem-estar.

 

Caminhos para a mudança

Empresas:

Avaliar clima organizacional com frequência.

Oferecer políticas reais de flexibilidade.

Investir em escuta ativa e canais de acolhimento emocional.

Reestruturar metas e expectativas com foco em sustentabilidade.

 

Governo:

Incentivar jornadas alternativas via políticas públicas.

Fiscalizar condições de trabalho em funções com alto índice de adoecimento.

Ampliar leis de proteção para profissões noturnas e operacionais.

 

Trabalhadores:

Refletir sobre sua relação com o trabalho.

Buscar apoio psicológico quando necessário.

Negociar mudanças com seus gestores sempre que possível.

Priorizar saúde mental sem culpa.

 

Considerações finais

A infelicidade profissional não é uma questão individual, mas social. A pesquisa da Universidade Harvard escancara uma realidade que exige ação coletiva. Transformar o trabalho em um espaço de realização e não de sofrimento é um desafio do século XXI — e começa com a escuta, o diálogo e a coragem de mudar.

 

Fonte: https://seucreditodigital.com.br/14-profissoes-infelicidade-harvard/?utm_source=terra_capa_vida-e-estilo&utm_medium=referral#google_vignette - Autor Ellen D'Alessandro -  Imagem: Freepik

sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

20 alimentos que podem causar câncer e fazem parte do seu dia a dia: veja a lista


Embutidos, fast food e bebidas açucaradas estão entre os principais vilões apontados por especialistas.

 

Uma alimentação saudável é um dos pilares essenciais para a prevenção de doenças, incluindo o câncer. No entanto, muitos alimentos presentes no cotidiano podem, quando consumidos em excesso ou preparados de forma inadequada, representar riscos para a saúde a longo prazo.  

 

De acordo com investigações do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Governo do México, alguns ingredientes e processos de preparo aumentam o potencial cancerígeno de certos alimentos. Confira a lista:  

 

1. Embutidos (presunto, bacon, salsichas) – Contêm nitritos e nitratos que, ao serem cozidos em altas temperaturas, formam nitrosaminas, associadas ao câncer colorretal.  

 

2. Carnes defumadas – O processo de defumação expõe os alimentos a hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAHs), substâncias cancerígenas.  

 

3. Carnes vermelhas (bovina, suína, cordeiro) – O consumo excessivo, especialmente em altas temperaturas, pode elevar o risco de câncer colorretal.  

 

4. Fast food (hambúrgueres, pizzas processadas) – Ricos em gorduras saturadas, trans, açúcares e sódio, estão relacionados à obesidade e ao câncer.  

 

5. Salgadinhos processados (batatas fritas, biscoitos) – Contêm gorduras trans, acrilamida e aditivos potencialmente prejudiciais.  

 

6. Bebidas alcoólicas – O consumo excessivo aumenta o risco de câncer de boca, fígado, esôfago, mama e outros órgãos.  

 

7. Bebidas açucaradas (refrigerantes, sucos industrializados) – O alto teor de açúcar contribui para a obesidade, fator de risco para diversos cânceres.  

 

8. Alimentos fritos em óleo reaquecido – Geram acrilamida e compostos tóxicos.  

 

9. Alimentos queimados ou carbonizados – O cozimento excessivo pode produzir substâncias cancerígenas, como PAHs e aminas heterocíclicas.  

 

10. Açúcares refinados e xaropes de frutose – Associados à obesidade e inflamação crônica.  

 

11. Adoçantes artificiais – Alguns estudos sugerem riscos potenciais, embora mais pesquisas sejam necessárias.  

 

12. Alimentos defumados (peixes, queijos) – Semelhante às carnes defumadas, contêm PAHs.  

 

13. Óleos vegetais reaquecidos repetidamente – Produzem compostos tóxicos prejudiciais.  

 

14. Alimentos enlatados com bisfenol A (BPA) – O revestimento das latas pode ter efeitos hormonais relacionados ao câncer.  

 

15. Alimentos mofados – Certos tipos de mofo produzem aflatoxinas, substâncias altamente cancerígenas.  

 

16. Dietas ricas em gorduras saturadas e trans – Ligadas à obesidade e ao risco aumentado de câncer.  

 

17. Dietas pobres em fibras – A fibra protege contra o câncer colorretal.  

 

18. Excesso de sal e alimentos muito salgados – Associados ao câncer de estômago.  

 

19. Alimentos processados com aditivos e conservantes artificiais – Alguns aditivos podem ter efeitos nocivos.  

 

20. Alimentos irradiados – Apesar de seguros para conservação, há estudos que sugerem possíveis riscos, embora inconclusivos.  

 

Moderação é a chave  

Especialistas alertam que esses alimentos não devem ser totalmente eliminados, mas consumidos com moderação e equilíbrio. Segundo o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, a relação entre dieta e risco de câncer não é direta, mas há uma forte associação.  

 

Portanto, a recomendação é priorizar uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes e grãos integrais, evitando excessos e optando por preparações mais saudáveis. O equilíbrio continua sendo a melhor estratégia para uma vida longa e saudável.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/degusta/alimentacao-com-saude/20-alimentos-que-podem-causar-cancer-e-fazem-parte-do-seu-dia-a-dia-veja-a-lista,90f90b9a83c8f00b11cdd6357c9974edq52js3hg.html?utm_source=clipboard - Foto: Freepik

sábado, 7 de dezembro de 2024

Treinos que gastam mais calorias: será que você acerta os campeões?


Apostamos que esta lista vai te surpreender

 

Quando falamos em benefícios das atividades físicas, a maioria das pessoas já sabe citar as vantagens de cor: coração mais saudável, músculos mais fortes, disposição a mil… E, claro, queima calórica nas alturas!

 

É bem verdade que algumas modalidades fazem a gente gastar mais energia do que outras. “O futebol proporciona um maior gasto calórico do que o golfe, por exemplo. Existem, sim, atividades que fazem com que você gaste mais energia do que outras”, diz a preparadora física Amanda Biuge r (@amandabiuger).

 

Contudo, algumas variáveis influenciam (e muito) na quantidade de combustível que você vai usar. A intensidade do exercício é uma delas. “No geral, o aeróbio costuma queimar mais calorias no momento do exercício. Já o treino de força tende a queimar mais em estado de repouso, ou seja, após o esforço. Porém, a intensidade com que se executa um ou outro irá interferir nesse gasto”, ela explica.

 

Além disso, a sua estrutura corporal conta. Isso porque indivíduos com maiores porcentagens de massa muscular costumam gastar mais calorias (mesmo em repouso).

 

Ranking dos treinos que gastam mais calorias

 

Veja, então, o ranking de exercícios mais potentes (lembrando que os números podem variar):

 

Power yoga (ou Super Ioga) – 226-335 calorias por hora (conheça mais sobre a modalidade aqui);

Pular corda – 285-421 calorias por hora;

Elíptico – 322-478 calorias por hora (no nível 8);

Circuito de treino de resistência metabólica – 340-505 calorias por hora;

Treino de força – 341-504 calorias por hora;

Subir escadas – 452-670 calorias por hora (numa média de 77 passos por minuto);

Remo – 481-713 calorias perdidas por hora (a 150 watts);

Bicicleta estacionária – 498-738 calorias perdidas por hora (a um pace acelerado);

Circuito de kettlebell – 554-822 calorias perdidas por hora;

Corrida – Calorias perdidas: 566-839 calorias por hora (se você correr a um pace de 6 min/km);

Spinning – 568-841 calorias por hora;

Kickboxing – 528-864 calorias por hora;

Corrida com sprints – 639-946 calorias por hora.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/boa-forma/2024-12-06/treinos-que-gastam-mais-calorias--sera-que-voce-acerta-os-campeoes-.html - Amanda Panteri


Clama a mim, e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes, que não sabes.

Jeremias 33:3


domingo, 5 de maio de 2024

Quais vacinas você deve tomar depois de adulto? Veja a lista


Os imunizantes recomendados estão disponíveis na rede pública

 

Segundo o Ministério da Saúde, a aplicação de vacinas na fase adulta é de extrema importância.

 

A vacinação é um grande auxílio no controle e eliminação de muitas doenças provocadas por vírus ou bactérias. No entanto, quando pensamos em vacina, associamos logo a crianças ou à Covid-19, em que todos precisaram tomar devido ao rápido contágio. Porém, muitas doenças possíveis de serem evitadas continuam sendo preocupações, especialmente em pessoas adultas que não receberam as doses recomendadas no passado. Isso porque há um cronograma vacinal ao longo da vida.

 

Segundo o Ministério da Saúde, a aplicação de vacinas na fase adulta é de extrema importância. Algumas precisam só ser renovadas, como o sarampo, rubéola, difteria e tétano, enquanto outras são doses administradas exclusivamente em uma idade específica. Veja:

 

Vacinas a partir dos 18 anos

Algumas vacinas podem ser aplicadas a qualquer momento após os 18 anos. As principais são:

 

hepatite B

dT (dupla adulto - contra o tétano e difteria)

febre-amarela

As vacinas contra hepatite B e dT são aplicadas em três doses de cada uma ao longo da vida. Em relação a dT, após esse esquema, o reforço será a cada 10 anos ou de cinco em cinco anos em caso de acidente com lesão grave.

A quantidade de doses aplicadas e o intervalo entre elas são definidos conforme situação vacinal. Por exemplo, se a pessoa recebeu apenas uma dose de vacina contra hepatite B na vida, ela receberá mais duas doses; se ela recebeu duas, receberá uma, e assim por diante. Havendo dúvida se a pessoa já se vacinou ou não, reinicia-se o esquema básico.

A febre-amarela tem o esquema de dose única para aqueles que tomaram após os 5 anos de idade.  Caso tenha recebido antes de completar 5 anos, é recomendado o reforço.

 

Vacinas de 20 a 29 anos

Para esta faixa etária, além das disponíveis para qualquer idade, é recomendado a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. A aplicação desse imunizante é realizada em duas doses. Se a pessoa já tomou uma, precisará tomar a outra. Se o esquema ainda não tiver sido iniciado, tomará a primeira e deverá voltar para tomar a segunda dose.

Após tomar a primeira dose, a segunda deverá ser aplicada após 30 dias.

 

Vacinas de 30 a 59 anos

Nesta faixa etária, é preciso também tomar a vacina tríplice viral. No entanto, o Ministério da Saúde recomenda que, após os 30 anos, o imunizante seja apenas de uma dose.

 

Vacinas com 60 anos ou mais

Para este grupo, as principais vacinas a serem tomadas são: hepatite B, dT (dupla adulto), e febre amarela.

As vacinas contra hepatite B e dT funcionam da seguinte forma: caso a pessoa já tenha tomado ao longo da vida, não precisa tomar após os 60 anos. Caso nunca tenha tomado, a partir dessa idade ela deverá iniciar ou completar o esquema vacinal dessas doenças.

Para a dT, há um reforço a cada 10 anos ou a cada cinco anos, em caso de ferimentos graves.

Já em relação à febre-amarela, se a pessoa nunca tomou o imunizante, ela deverá passar por avaliação médica para análise da necessidade desta vacina ou não.

Além disso, os idosos também são também prioridade de vacinação contra gripe e Covid-19. No caso da gripe, a imunização é anual.

 

HPV

Uma das vacinas mais importantes é a que protege contra o HPV de baixo risco (tipos 6 e 11), que causa verrugas anogenitais, e de alto risco (tipos 16 e 18), que causa câncer de colo uterino, de pênis, anal e oral.

Essa vacina é recomendada para adultos de até 45 anos que tenham histórico de abuso sexual, convivam com HIV, sejam pacientes oncológicos ou tenham passado por transplantes. A aplicação consiste em três doses e só é realizada mediante prescrição médica. Para pessoas acima de 45 anos, a decisão sobre a vacinação pode ser tomada em conjunto entre o profissional de saúde e o paciente.

 

*Todas as vacinas citadas são oferecidas na rede pública

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/2024-05-04/vacinas--quais-voce-deve-tomar-depois-de-adulto-.html - Reprodução: pixabay


“Não há nada escondido que não venha a ser revelado nem oculto que não venha a ser conhecido. O que vocês disseram no escuro será ouvido à luz do dia; o que sussurraram nos ouvidos dentro de casa será proclamado dos telhados.” (Evangelho de Lucas 12:2).


quinta-feira, 16 de novembro de 2023

Ministério da Saúde dá 22 dicas de cuidados para o calor; veja lista


Hidratação e o uso de protetor solar são essenciais para evitar riscos à saúde

 

O Ministério da Saúde publicou uma lista de cuidados a serem tomados pelo cidadão a fim de enfrentar a onda de calor que assola o país sem maiores riscos à saúde. Com termômetros marcando acima de 40°C e sensações térmicas que ultrapassam os 50°C, é essencial se hidratar e proteger a pele.

 

A ingestão de água é fundamental porque o nosso corpo precisa de líquido para manter a temperatura ideal de funcionamento. O uso do filtro solar também é essencial. Ele deve ser aplicado 30 minutos antes da exposição ao sol para que seja absorvido e deve ser reaplicado a cada duas horas em que permanecer ao sol. O produto deve ser espalhado por todas as partes do corpo, incluindo mãos, orelhas, nuca e pés.

 

De acordo com a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e do Trabalhador, Agnes Soares, até mesmo as pessoas que moram em lugares em que estão acostumadas com o calor têm de pensar em formas de se proteger durante o período de altas temperaturas.

 

Idosos, crianças, mulheres grávidas, pessoas doentes ou acamadas são vulneráveis e merecem mais atenção. Idosos e crianças, por exemplo, têm muita dificuldade de reconhecer a sede. Por isso, é necessário oferecer água com muito mais frequência a eles”, alerta Agnes. 

 

Confira as 22 medidas:

Evite a exposição direta ao sol, em especial, de 10h às 16h;

Se expor ao sol sem a proteção adequada contra os raios ultravioleta deixa a pele vermelha, sensível e até com bolhas. Use protetor solar;

Use chapéus e óculos escuros (especialmente pessoas de pele clara);

Proteja as crianças com chapéu de abas;

Use roupas leves e que não retêm muito calor;

Diminua os esforços físicos e repouse frequentemente em locais com sombra, frescos e arejados;

Em veículos sem ar-condicionado, deixe as janelas abertas;

Não deixe crianças ou animais em veículos estacionados;

Aumente a ingestão de água ou de sucos de frutas naturais, sem adição de açúcar, mesmo sem ter sede;

Evite bebidas alcoólicas e com elevado teor de açúcar;

Faça refeições leves, pouco condimentadas e mais frequentes;

Recém-nascidos, crianças, idosos e pessoas doentes podem não sentir sede. Ofereça-lhes água;

Se possível, feche cortinas e/ou janelas mais expostas ao calor e facilite a circulação do ar;

Abra as janelas durante a noite;

Utilize menos roupas de cama e vista-se com menos roupas ao dormir, sobretudo, em bebês e pessoas acamadas;

Informe-se periodicamente sobre o estado de saúde das pessoas que vivem só, idosas ou com dependência que vivam perto de si e ajude-as a protegerem-se do calor;

Mantenha ambientes úmidos com umidificadores de ar, toalhas molhadas ou baldes de água;

Mantenha medicamentos abaixo de 25º C na geladeira (ler as instruções de armazenamento na embalagem);

Procure aconselhamento médico se sofrer de uma doença crônica condição médica ou tomar vários medicamentos;

Busque ajuda se sentir tonturas, fraqueza, ansiedade ou tiver sede intensa e dor de cabeça;

Se sentir algum mal-estar, busque um lugar fresco o mais rápido possível e meça a temperatura do seu corpo e beba um pouco de água ou suco de frutas para reidratar;

No período de maior calor, tome banho com água ligeiramente morna. Evite mudanças bruscas de temperatura.

 

O Ministério da Saúde disponibilizou uma página especial com mais recomendações. As orientações estão disponíveis também nas redes sociais da pasta.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/2023-11-16/ministerio-saude-dicas-verao-calor.html - Por iG Saúde


Minha carne e meu coração podem desfalecer, mas Deus é a força do meu coração e minha porção para sempre. (Salmos 73:26)


quinta-feira, 12 de outubro de 2023

Itabaianense Victor Santana é um dos cientistas da UFS na lista dos mais influentes no ranking de Stanford


O levantamento da Universidade Stanford é o mais prestigiado no mundo. Victor atua no campus de Lagarto da UFS.

 

Itabaiana tem um conterrâneo como um dos professores da Universidade Federal de Sergipe (UFS) na lista dos cientistas mais influentes do mundo no ranking da Universidade de Stanford. Victor Santana Santos é o nome dele!

 

Foi numa casa no Bairro Rotary que Victor “se criou”, ao lado de sua família. A sua trajetória como estudante foi construída da alfabetização ao ensino médio no Colégio Dom Bosco; Victor contou à nossa equipe que durante grande parte estudou com bolsa parcial e que fez o assistente para o vestibular no Colégio Monteiro Lobato.

 

“Fui aprovado em 1º lugar no curso de Enfermagem da UFS e concluí o curso em 2009. Trabalhei como enfermeiro da Estratégia de Saúde da Família por um ano no município de Itabaiana, nos povoados Mangueira, Cajaíba e Ribeira, em 2010”, contou Victor.

 

Atualmente, Victor é professor adjunto no Departamento de Medicina da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Campus Lagarto.

 

O professor, que formou família com outra itabaianense, com quem tem um filho não reside em Itabaiana atualmente, mas os seus pais e os sogros continuam morando na cidade, assim como os amigos que ele mantém contato. “Eu tenho laços fortes com a cidade de Itabaiana”, comentou.

 

Victor é Mestre em Biologia Parasitária e Doutor em Ciências da Saúde, ambos pela federal de Sergipe. Na sua trajetória, atuou como enfermeiro do Huse, o maior hospital de Sergipe e passou um período na Liverpool School of Tropical Medicine.

 

Na UFS, participou e segue participando de vários projetos e estudos de graduação e pós-graduação na área das Ciências da Saúde, com o objetivo de identificar e trazer soluções para problemas de saúde pública.

 

O itabaianense integra a lista dos cientistas da UFS mais influentes junto com mais seis professores, todos eles, da área da saúde.

 

O levantamento da Universidade de Stanford é o mais prestigiado no mundo e abrange os 2% dos pesquisadores mais citados, com base nos dados de mais de 9 milhões de cientistas.

 

Victor disse que recebeu a notícia com alegria, como reconhecimento do seu trabalho, que envolve o estudo das doenças tropicais negligenciadas, que afetam milhões de pessoas no mundo e que ao mesmo tempo, entende a conquista como uma responsabilidade.

 

“Temos o objetivo de melhorar as condições de vida das pessoas, a qualidade de vida das pessoas afetadas pelas doenças tropicais, que geralmente são as pessoas mais vulneráveis de nossa sociedade. A sensação é de alegria, satisfação, e ao mesmo tempo de responsabilidade, em continuar pesquisas de alto nível, para que a gente consiga, de fato, atingir as melhorias necessárias, para a nossa população”, pontuou Victor.

 

Fonte: https://www.itnet.com.br/noticia/itabaianense-victor-santana-e-um-dos-cientistas-da-ufs-na-lista-dos-mais-influentes-no-ranking-de-stanford - Imagem Autor - Por Taís Cristina


E o meu Deus suprirá todas as vossas necessidades segundo as riquezas da sua glória em Cristo Jesus. (Filipenses 4:19)


domingo, 6 de março de 2022

Alunos do Colégio O Saber aprovados no ENEM 2021-2022



ALANA ANDRADE CARVALHO SANTOS   6ºLUGAR    ENGENHARIA AGRONÔMICA     UFS - GLÓRIA

ALICE SANTOS ALMEIDA      NUTRIÇÃO      UNIT - ARACAJU

ANA CLARA BARRETO SANTOS   14º LUGAR         QUÍMICA            UFS - SÃO CRISTÓVÃO

ANDERSON KAUÃ SANTOS CARDOSO    9º LUGAR           GEOGRAFIA       UFS - ITABAIANA

ANDRIELLY FREITAS LIMA            9º LUGAR           LETRAS - LÍNGUA PORTUGUESA UFS-ITABAIANA

ANNE KAROLINE ALVES SOUZA 25º LUGAR         AGROECOLOGIA     UFAL - VIÇOSA-AL

ANTHONY ALVES DOS SANTOS  13º LUGAR         CIÊNCIAS BIOLÓGICAS   UFS - ITABAIANA

ANTONIO GUSTAVO TELES SOUZA           21º LUGAR         ENGENHARIA FLORESTAL            UFS - SÃO CRISTÓVÃO

ANY GABRIELLY DE OLIVEIRA FREITAS    3º LUGAR           GEOGRAFIA       UFS -ITABAIANA

CAMILLY ANDRADE SANTANA    165º LUGAR      INTERDISCIPLINAR EM CIÊNCIAS E TECNOLOGIA - UFERSA - MOSSORÓ - RN


DAVI LEITE SANTOS         11º LUGAR          MEDICINA          UFS - ARACAJU

DAYANE DIAS DOS SANTOS         5º LUGAR           FONOAUDIOLOGIA         UFS - ARACAJU

EMILLY DÉBORA SANTOS DE JESUS          14º LUGAR         ENGENHARIA DE PETRÓLEO        UFS - SÃO CRISTÓVÃO

EMILLY VITÓRIA DOS SANTOS MENEZES                1º LUGAR            QUÍMICA            UFS -ITABAIANA

FLÁVIA RAMYLE DE JESUS FARIAS             3º LUGAR           CIÊNCIAS SOCIAIS           UFS -SÃO CRISTÓVÃO

GABRIEL DOS SANTOS   5º LUGAR           SERVIÇO SOCIAL              UFS - SÃO CRISTÓVÃO

HELLEN CAMILLY RUIZ MARTINS DE ANDRADE                  FISIOTERAPIA    UNIT-ARACAJU

IALLIN SAMILY CARVALHO ANDRADE      2º LUGAR           ENGENHARIA AGRONÔMICA     UFS - GLÓRIA – DIREITO UNIT-ITABAIANA

IAN MACIEL OLIVEIRA VIANA     14º LUGAR         MATEMÁTICA   UNEAL - PALMEIRA DOS ÍNDIOS - AL

JOÃO PAULO SANTOS DE JESUS 8º LUGAR           ENFERMAGEM UFS - ARACAJU

JOSÉ FELIPE SANTOS OLIVEIRA  15º LUGAR         FONOAUDIOLOGIA       UFS - ARACAJU

JOSÉ VICTOR MENDONÇA COSTA            16º LUGAR         DANÇA UFS - LARANJEIRAS

KARYELLE GAMA FERREIRA         22º LUGAR         MUSEOLOGIA   UFS-LARANJEIRAS – ODONTOLOGIA UNIT - ARACAJU

LETÍCIA TAVARES DE JESUS ALMEIDA      15º LUGAR         EDUCAÇÃO FÍSICA          UFS -SÃO CRISTÓVÃO

LETÍCIA VITÓRIA DE JESUS CARDOSO      14ª LUGAR         ZOOTECNIA        UFS - SÃO CRISTÓVÃO

MARCIELE LIMA DOS SANTOS    6º LUGAR      CIÊNCIAS CONTÁBEIS    UFS - ITABAIANA

MARCOS VINÍCIUS LIMA DOS SANTOS   1º LUGAR           FILOSOFIA       UFS - ITABAIANA

MARIA FERNANDA ARAUJO PRADO        2º LUGAR           REDES DE COMPUTADORES       IFBA - SANTO ANTÔNIO DE JESUS - BA

MARIANA GARCIA MORENO SAMPAIO  5º LUGAR           ZOOTECNIA        UFS - GLÓRIA

MICAELA ANDRADE SANTOS      4º LUGAR           ENGENARIA DE PETRÓLEO                UFS

- SÃO CRISTÓVÃO - PSICOLOGIA   UNIT - ARACAJU

NAYANNE DOS SANTOS SOUSA SOARES 4ªLUGAR             ENGENHARIA AGRONÔMICA     UFS - SÃO CRISTÓVÃO

PAULA MICAELE REZENDE MENEZES       1º LUGAR           ADMINISTRAÇÃO            UFS -  ITABAIANA

RAYSSA CARVALHO MENDONÇA              4ºLUGAR             MEDICINA VETERINÁRIA              UFS - GLÓRIA

SABRYNA ALVES DOS SANTOS   185º LUGAR      INTERDISCIPLINAR EM CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UFERSA- MOSSORÓ - RN

SUYANE DE ALMEIDA CARVALHO             8º LUGAR           SERVIÇO SOCIAL              UFS -  SÃO CRISTOVÃO

THAWAN DE JESUS SANTOS       23º LUGAR         LETRAS-LÍNGUA PORTUGUESA  UFS - ITABAIANA - DIREITO UNIT-ITABAIANA

VICTÓRIA EMANUELE SANTOS LIMA       15º LUGAR         AGROINDÚSTRIA             UFS -  GLÓRIA

WELDER NUNES DE OLIVEIRA ALVES       47º LUGAR         INTERDISCIPLINAR EM CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UFERSA – CARAÚBAS – RN - ADMINISTRAÇÃOUNIT -ITABAIANA

YARLLEI ROCHA SANTANA           10º LUGAR         ZOOTECNIA        UFS - GLÓRIA

CLEANE LIMA DA PAIXÃO            11º LUGAR         PEDAGOGIA      UFS - ITABAIANA

LUCAS GABRIEL TAVARES ARAUJO          19º LUGAR         JORNALISMO    UFS - SÃO CRISTÓVÃO

ANDRYELLE MENEZES TINDADE 9º LUGAR           AGROECOLOGIA              IFBAIANO -  URUÇUCA - BA

KAUANY MIRETE SANTANANA SANTOS 13º LUGAR         LETRAS-LÍNGUA PORTUGUESA  UFS - ITABAIANA

 

Parabéns aos alunos aprovados, a equipe Diretiva, aos professores e funcionários do Colégio O Saber pelo excelente resultado no ENEM 2021-2022.


Por Professor José Costa – Com informações do Colégio O Saber