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sexta-feira, 1 de maio de 2026

9 dicas de como cuidar da saúde do coração


“Os efeitos dos exageros costumam ser inchaço, ganho de peso, aumento da pressão arterial e alterações no ritmo cardíaco”, afirma a nutricionista Ana Carolina Moron Gaglairdi, nutricionista, doutora em Cardiologia pela USP.

 

Para que você possa desfrutar de todos os momentos com saúde e bem-estar, a Dra. Ana Carolina apresenta algumas dicas importantes que ajudarão a manter o seu coração saudável:

 

1. Valorize as gorduras ‘boas’ ao longo do dia

As gorduras saturadas estão associadas ao aumento do nível de colesterol ‘ruim’, o LDL. Já as gorduras mono e poli-insaturadas, estas últimas fonte de ômegas 3 e 6, estão ligadas à redução dos riscos de doenças cardiovasculares. Inclua essas gorduras na sua alimentação também de final de ano, desde o café da manhã até o final do dia. Opções interessantes que são fontes dessas gorduras são os óleos vegetais como o de girassol, canola e soja, e seus derivados como o creme vegetal, azeites, abacate, nozes e castanhas.

 

2. Castanhas, nozes e amêndoas

Desde os tempos mais remotos, os frutos secos e as sementes oleaginosas são considerados alimentos nutritivos com elevado valor energético, devendo ser consumidos com moderação. Um punhado por dia é mais que suficiente! São alimentos fontes de gorduras mono e poli-insaturadas, aliadas à saúde cardiovascular. Ainda, estes alimentos são excelentes fontes de vitaminas e minerais, aliados à manutenção do metabolismo, como ácido fólico, zinco, magnésio, potássio e vitamina C. Aqui, a sugestão é incluir estas oleaginosas como petiscos e no preparo de arroz nas festas.

 

3. Prato equilibrado

O segredo está no equilíbrio. A composição das refeições nas festas deve ser semelhante à das refeições do dia a dia. O que vai diferenciar são as preparações, que são mais elaboradas. Seguindo o exemplo, o principal deve compor a união de vegetais crus e cozidos. Tempere com o molho de preferência, dosando as quantidades ideais – 1 colher de sopa de azeite, por exemplo, é o ideal. Ainda, seguindo com a montagem do prato, servir-se de uma fonte de proteína animal, que pode ser a carne assada, peru, tender ou até o bacalhau, típicos desta época do ano. Ao consumir as carnes vermelhas, lembre-se de retirar as gorduras aparentes. Ainda, some a esta composição uma fonte de carboidratos, que pode ser arroz com passas, arroz com cenoura, farofa (sem bacon) ou macarrão a bolonhesa. Se for possível, escolha as opções integrais. Feche a composição com uma porção de proteína vegetal que pode ser o tradicional feijão, ou ouse experimentar o grão de bico ou a lentilha, por exemplo.

 

4. Comece a refeição pelas saladas

Principalmente em dias quentes, consuma a salada antes do prato principal, já que ela oferece mais saciedade. As fibras presentes nas verduras e nos legumes, quando consumidas antes, podem trazer mais benefícios ao organismo, pois auxiliam na digestão da refeição principal que demora mais para ser digerida. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o consumo de pelo menos 400 gramas de frutas e hortaliças por dia (WHO, 2003).

Anote: tempere as saladas com alimentos fontes de gorduras que trazem benefícios à saúde cardiovascular, como as presentes no azeite e creme vegetal, pois auxiliam na absorção de vitaminas solúveis em gordura.

 

5. Opte por carnes brancas

As carnes vermelhas costumam ter altas concentrações de colesterol e gorduras saturadas, comumente associadas à incidência de doenças cardiovasculares. Opte por carnes brancas, como as do frango ou do peru que, além de serem fontes de proteínas de alto valor biológico, são ricas em vitaminas do complexo B e em minerais como ferro e zinco. Os peixes, principalmente das espécies arenque, anchova, salmão, sardinha e truta, têm alta concentração de gorduras poli-insaturadas essenciais, da série ômega 3, as quais estão relacionadas à prevenção de doenças cardiovasculares. Que tal variar nas suas preparações de final de ano com essas opções?

 

6. Vinho para o coração

Diversos estudos já relacionaram o consumo moderado de bebida alcoólica, em especial de vinho tinto, a benefícios para o coração. Uma das explicações está no fato de a bebida conter compostos fenólicos que funcionam como antioxidante no organismo, produzindo efeitos positivos na prevenção do desenvolvimento das doenças cardiovasculares. Isso não quer dizer que seu consumo pode ser abusivo. O consumo de uma ou duas taças é suficiente para obter o benefício. Além de calórico, ofertando 1kcal por grama, o álcool em excesso pode pôr a perder os benefícios acima, tendo efeitos maléficos no desenvolvimento das doenças cardiovasculares.

 

7. Intercale um copo de bebida com água

Intercalar um copo de bebida com água evita excessos no consumo do álcool, associado ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares e pode auxiliar na prevenção do estado de embriaguez. Além disso, a água é um importante aliado em todos os momentos. Estar hidratado, repondo os sais minerais perdidos por meio do suor e urina, garante o bom funcionamento do organismo e mantém sua disposição para as atividades diárias. A OMS recomenda diariamente, para adultos sedentários, a ingestão de 2,9 litros de água para os homens e 2,2 litros para as mulheres. Já para os indivíduos fisicamente ativos, a recomendação da OMS ascende a 4,5 l/dia (WHO, 2011).

 

8. Abuse de frutas na sobremesa

Nessa época, é importante consumir alimentos que oferecem refrescância e auxiliam com a diurese adequada, essencial para a prevenção da pressão elevada. Aqui, cito as frutas aquosas como melância, abacaxi, melão e laranja. Elas auxiliam na hidratação do corpo e contribuem para evitar a retenção de líquidos.

 

9. Coma com atenção

Durante a alimentação, é importante ter atenção para ouvir os sinais internos de fome e da saciedade. Valorize a mastigação dos alimentos e o ato de saboreá-los. Assim, você conseguirá apreciar cada momento e evitar os excessos.

 

Fonte: https://vidaplenaebemestar.com.br/bem-estar/alimentacao/9-dicas-de-como-cuidar-da-saude-do-coracao

domingo, 12 de abril de 2026

Saúde em dia: 5 cuidados para manter a qualidade de vida


Hábitos simples aliados ao acompanhamento médico fazem diferença ao longo dos anos

 

O cuidado com a saúde é algo que deve fazer parte da rotina de qualquer pessoa, pois adotar hábitos saudáveis no dia a dia contribui diretamente para uma melhor qualidade de vida. Práticas como manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas e dormir bem ajudam a prevenir doenças e, consequentemente, reduzem gastos com consultas médicas e medicamentos ao longo do tempo.

 

Além disso, o acompanhamento médico regular é igualmente importante, já que permite identificar possíveis problemas de forma precoce e garantir o tratamento adequado, promovendo mais segurança e bem-estar. Quando esses pilares estão minimamente organizados, sinais de alerta aparecem mais claramente e as decisões ficam mais fáceis. 

 

Pensando nisso, a Dra. Paula Matos Lemos, clínica geral do dr.consulta, explica como manter a rotina de cuidados com a saúde, quais check-ups considerar por faixa etária e quando procurar atendimento. Confira!

 

1. Sono, alimentação e movimento na prática

Priorize horários consistentes para dormir e acordar, crie um ritual simples de preparação para o sono e evite telas instantes antes de se deitar. Na alimentação, concentre o prato em legumes, frutas, fibras e proteínas magras, mantendo ultraprocessados como exceção. Para movimentar o corpo, comece pelo que cabe no seu dia, como caminhar em deslocamentos curtos, subir escadas e realizar exercícios curtos de força em casa, com orientação profissional quando necessário.

 

2. Cuidados com a saúde mental

Mudanças de humor persistentes, irritabilidade, queda de interesse, alterações de sono e uso de álcool para "desligar" são sinais que pedem atenção. Conversar com um profissional ajuda a entender causas, criar um plano de cuidado e reduzir impactos no trabalho, nos relacionamentos e na energia. Teleconsulta pode ser um primeiro passo para quem está inseguro ou sem tempo.

 

3. Vacinas e calendário do adulto

Vacinação em dia é parte do cuidado de rotina. Adultos precisam revisar esquema para tétano e difteria, hepatites quando indicado, influenza anual e outras vacinas conforme idade, profissão, viagens e condições clínicas. Consultar um médico para checagem do cartão de vacinas orienta o que atualizar.

 

3. Check-ups por faixa etária e fatores de risco

Check-up não é uma lista fixa, mas um conjunto de avaliações que fazem sentido para sua idade e seu risco. O médico considera pressão arterial, glicemia, perfil lipídico, função renal e hepática, rastreios específicos por sexo e exames adicionais quando há histórico familiar ou sintomas. O mais importante é ter um ponto de partida e seguir o plano proposto, com reavaliações periódicas.

 

20 a 39 anos: construir base e prevenir

Nesta fase, o foco é mapear fatores de risco, orientar hábitos e estabelecer linha de base dos exames laboratoriais. Para mulheres, entram a saúde ginecológica, rastreios conforme diretrizes e métodos contraceptivos quando indicados. Para homens, avaliação urológica se houver sintomas e acompanhamento clínico regular. Quem tem história familiar de doenças cardiometabólicas, cânceres específicos ou doenças autoimunes pode precisar de rastreios antecipados.

 

40 a 59 anos: intensificar rastreios e controlar riscos

A partir dos 40, cresce a atenção para pressão arterial, glicemia, colesterol e peso, com planos claros de controle. Mulheres costumam discutir rastreio de câncer de mama por mamografia conforme orientação médica e manter avaliação ginecológica. Homens avaliam saúde prostática de forma individualizada com o médico, considerando sintomas e contexto. Exames de imagem e testes adicionais podem ser solicitados para responder perguntas específicas.

 

60+ e condições crônicas: manter autonomia e qualidade de vida

No envelhecimento, o check-up inclui prevenção de quedas, avaliação de medicações, saúde óssea e vacinas recomendadas. Quem tem hipertensão, diabetes ou outras condições crônicas precisa de metas claras de controle, revisão de adesão ao tratamento e acompanhamento de complicações. A consulta periódica organiza prioridades e evita descompassos entre sintomas e exames.

 

4. Quando procurar um médico

Alguns sinais indicam que é melhor conversar com um profissional, em vez de aguardar a próxima revisão. Febre que persiste, falta de ar em repouso, dor torácica, fraqueza súbita em um lado do corpo, sangue nas fezes ou na urina, perda de peso sem explicação e dor intensa que não melhora merecem atenção imediata. Em situações agudas graves, procure pronto atendimento.

Quando os sintomas mudam de padrão, surgem de forma abrupta ou pioram rapidamente, a prudência é procurar avaliação logo. Queixas leves e estáveis podem ser triadas por telemedicina para organizar os próximos passos com segurança, evitando deslocamentos desnecessários.

 

5. O que fazer depois do primeiro atendimento

Após uma avaliação inicial, siga o plano recomendado, guarde resultados e anote orientações. Se houver pedido de retorno, mantenha a data. Comparar exames ao longo do tempo ajuda na precisão das decisões e reduz a ansiedade.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/saude-em-dia-5-cuidados-para-manter-a-qualidade-de-vida,ed50eb5ee059d310bbf39814164ded12ztrplbiz.html?utm_source=clipboard - Por Hiorran Santos - Foto: fizkes | Shutterstock / Portal EdiCase

domingo, 15 de março de 2026

Como manter suas unhas fortes e livres de fragilidade


Unhas fortes e saudáveis: descubra dicas práticas para evitar unhas quebradiças, fortalecer cutículas e melhorar sua rotina de cuidados

 

Manter as unhas fortes e evitar que fiquem quebradiças é uma preocupação comum em diferentes faixas etárias. Muitas pessoas relatam que as unhas descamam com facilidade, lascam nas pontas ou simplesmente não conseguem crescer sem quebrar. Esse quadro pode estar ligado a hábitos diários, à alimentação e até ao contato frequente com produtos químicos.

 

Quando se fala em cuidado com as unhas, não se trata apenas de estética. A saúde das unhas pode refletir o estado geral do organismo e também o tipo de rotina que a pessoa leva. Pequenas mudanças em cuidados básicos, hidratação e proteção já costumam fazer diferença importante na resistência e no brilho natural das unhas ao longo do tempo.

 

O que deixa as unhas fracas e quebradiças?

Antes de buscar dicas para unhas fortes, é útil entender o que costuma enfraquecê-las. Fatores como contato excessivo com água, uso constante de detergentes, produtos de limpeza sem luvas e removedor de esmalte com acetona podem ressecar a superfície ungueal. Com o tempo, a unha perde flexibilidade, fica opaca e passa a quebrar com qualquer atrito.

 

Outro ponto é a alimentação desequilibrada. Dietas muito restritivas ou pobres em proteínas, ferro, zinco e vitaminas do complexo B podem influenciar no crescimento lento e na fragilidade. Além disso, algumas pessoas possuem o hábito de roer unhas ou cutículas, o que prejudica a estrutura e favorece pequenas lesões. Em certos casos, alterações constantes podem indicar problemas de saúde, sendo recomendável avaliação médica.

 

Dicas para manter as unhas fortes no dia a dia

Para fortalecer as unhas fracas, alguns cuidados simples tendem a ajudar na rotina. O uso de luvas em atividades domésticas é uma medida básica para quem tem contato diário com água e produtos químicos. As luvas reduzem o ressecamento e preservam não só as unhas, mas também a pele das mãos.

 

Outro cuidado importante é o corte regular. Deixar as unhas muito longas quando ainda estão frágeis aumenta o risco de quebras. Manter um comprimento médio ou curto, com lixamento suave na mesma direção, reduz fissuras nas pontas. Produtos específicos, como bases fortalecedoras com cálcio, queratina ou vitaminas, também são frequentemente indicados por profissionais.

 

Usar luvas em tarefas com água ou produtos de limpeza.

Cortar e lixar as unhas com regularidade, evitando pontas irregulares.

Aplicar bases fortalecedoras de forma contínua, seguindo orientação profissional.

Evitar acetona, dando preferência a removedores sem esse solvente.

Não roer unhas ou cutículas, para não danificar a estrutura.

 

Alimentação ajuda a ter unhas fortes?

A alimentação equilibrada tem papel relevante na saúde das unhas. Nutrientes como proteínas, biotina, ferro, zinco, selênio e vitaminas A, C e E estão associados ao crescimento adequado e à boa aparência da lâmina ungueal. Quando a dieta é pobre nesses componentes, é comum notar unhas opacas, que descamam ou apresentam estrias.

 

Profissionais de saúde costumam destacar que a prioridade é obter essas substâncias por meio de alimentos variados. Em alguns casos específicos, um médico ou nutricionista pode indicar suplementação, sempre considerando exames e histórico de saúde. O uso por conta própria de suplementos não é recomendado, já que o excesso de alguns nutrientes também pode causar efeitos indesejados.

 

Proteínas: carnes, ovos, leite e derivados, leguminosas como feijão e lentilha.

Ferro: carnes vermelhas, fígado, feijão, vegetais verde-escuros.

Zinco e selênio: castanhas, nozes, sementes, frutos do mar.

Biotina: ovos cozidos, amêndoas, aveia, alguns vegetais.

Vitaminas antioxidantes (A, C, E): frutas cítricas, cenoura, tomate, óleos vegetais, sementes.

 

Quais cuidados estéticos ajudam as unhas a não quebrarem?

Os hábitos de manicure também interferem bastante na resistência das unhas. Intervalos entre esmaltações são recomendados para que a unha possa "respirar", isto é, ficar algum tempo sem camadas de produtos por cima. Ficar muitos dias seguidos com esmalte escuro, por exemplo, pode favorecer ressecamento e manchas.

 

Na hora de retirar esmalte em casa, o uso de removedores sem acetona é uma alternativa menos agressiva. Empurrar levemente a cutícula, em vez de removê-la completamente, ajuda a preservar essa barreira natural contra micro-organismos. Hidratar a região com óleos específicos ou cremes para cutículas também contribui para unhas mais flexíveis e menos propensas a descamar.

 

Dar pausas periódicas entre uma esmaltação e outra.

Preferir removedores sem acetona.

Evitar retirar toda a cutícula, priorizando o cuidado delicado.

Aplicar óleos ou hidratantes nas unhas e cutículas diariamente.

Buscar atendimento profissional em casos de dor, manchas persistentes ou deformidades.

 

Ao combinar proteção no dia a dia, alimentação adequada e cuidados estéticos moderados, tende-se a observar unhas mais fortes, com menos quebras e melhor aspecto geral. Em situações em que, mesmo com mudanças de rotina, a fragilidade permanece, a orientação de um dermatologista pode auxiliar na identificação de causas internas e em um plano de tratamento mais específico.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/como-manter-suas-unhas-fortes-e-livres-de-fragilidade,b128f0ecf1439343eb74fc9bdae8248a751oijqh.html?utm_source=clipboard - Por: Carlos Vieira* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / VadimVasenin

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

4 coisas que afetam seu coração sem você perceber


Descubra 4 hábitos do dia a dia que afetam o coração em silêncio e veja como proteger sua saúde cardíaca.

 

Todo mundo sabe que boa alimentação e exercício ajudam o coração. Mas nem sempre é aí que mora o perigo.

 

Segundo o cardiologista Dr. Roberto Yano, muitos hábitos considerados "inofensivos" no dia a dia podem prejudicar a saúde cardíaca sem que a pessoa perceba.

 

O coração é um órgão nobre: ele bombeia sangue e oxigênio para todo o corpo, mantendo órgãos e tecidos funcionando bem e garantindo nossa vitalidade e bem-estar.

 

O problema é que o nosso estilo de vida pode fortalecer ou desgastar esse sistema de forma direta e, muitas vezes, silenciosa.

 

"Muitas pessoas acabam subestimando os impactos dos seus hábitos na saúde do coração, negligenciando cuidados preventivos. Isso acontece porque muitas coisas são tidas como banais ou com pouco impacto, mas que, principalmente com o passar do tempo, acabam gerando grandes impactos", afirma o especialista.

 

Pensando nisso, ele destaca 4 coisas que afetam seu coração sem você perceber.

 

1. Saúde mental: ansiedade e depressão também pesam no coração

A saúde emocional e a saúde do coração andam juntas. Não é "drama", é fisiologia.

De acordo com o Dr. Roberto Yano, problemas como ansiedade, depressão e estresse crônico podem prejudicar diretamente a saúde cardiovascular, aumentando o risco de doenças cardíacas e complicações.

Além disso, comportamentos como solidão e isolamento social também impactam o coração, mesmo que não doa no peito de imediato.

Cuidar da mente com terapia, apoio social, lazer e autocuidado é também uma forma de proteger o coração.

 

2. Sono de má qualidade: noites ruins, risco maior

Dormir mal não "só" deixa você cansado. Afeta o coração de verdade.

Segundo o cardiologista, a insônia crônica, privação constante de sono e rotina de sono de má qualidade podem aumentar o risco de infarto e AVC, além de estimular ansiedade e estresse.

Isso cria um ciclo perigoso: a pessoa dorme mal, fica mais tensa, e isso pesa ainda mais sobre o coração.

Priorizar o sono com horário regular, ambiente adequado, menos telas à noite também é uma medida de saúde cardíaca.

 

3. Ficar sentado demais: o perigo de passar horas parado

Passar boa parte do dia sentado não é só desconfortável. É ruim para a circulação e para o coração.

Roberto Yano lembra que estudos já mostram: ficar muitas horas sentado prejudica a circulação sanguínea e, consequentemente, a saúde cardíaca.

 

Isso vale para:

 

Quem trabalha o dia todo na frente do computador.

Quem passa muitas horas seguidas no sofá.

Quem quase não se levanta durante o dia.

Para reduzir esses riscos, o médico recomenda pausas regulares:

Levantar a cada 1 ou 2 horas.

Caminhar alguns minutos.

Fazer alongamentos ou movimentos leves.

 

Essas pequenas quebras já ajudam a estimular o sangue a circular melhor e aliviam a carga sobre o coração.

 

4. Só procurar médico quando aparecem sintomas

Esse é um dos erros mais comuns e mais perigosos.

Em muitas doenças cardiovasculares, os primeiros sintomas aparecem quando a situação já está avançada. Nessa fase, as chances de recuperação podem ser menores.

Por isso, consultar um médico apenas quando algo está doendo, apertando ou incomodando muito não é o ideal.

"É importante realizar exames de rotina, mesmo sem sintomas, como forma de identificar precocemente quaisquer doenças que surjam e tratá-las de forma mais eficaz", explica o Dr. Roberto Yano.

Check-ups, avaliação da pressão, exames de sangue e acompanhamento regular são aliados importantes para proteger seu coração ao longo dos anos.

 

Como começar a cuidar melhor do seu coração hoje

Você não precisa mudar tudo de uma vez. Mas pode começar com passos simples:

 

Observar como anda sua saúde mental.

Cuidar melhor do horário e da qualidade do sono.

Levantar mais durante o dia e se movimentar.

Marcar uma consulta de rotina, mesmo sem sintomas.

 

Seu coração sente o impacto desses gestos todos os dias, para o bem ou para o mal. Cuidar dele agora é uma forma de garantir mais saúde, energia e qualidade de vida no futuro.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/4-coisas-que-afetam-seu-coracao-sem-voce-perceber,938ab24334fa2c7ada03a0bc6282aea1xexu0k1w.html - Foto: Reprodução/Shutterstock

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

10 hábitos diários que reduzem o risco de câncer


Médico explica que alimentação equilibrada, exercícios físicos e proteção solar ajudam a prevenir a doença

 

Cuidados simples, como alimentação natural e exercícios físicos, podem evitar doenças graves, como o câncer, por exemplo. "Casos de câncer poderiam ser prevenidos com mudanças no estilo de vida", afirma Anaor Neto, profissional da área de clínica médica no AmorSaúde. A fala do médico é respaldada pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), que aponta que a alteração de hábitos pode evitar ao menos 30% dos casos de câncer.

 

10 hábitos diários para prevenir o câncer

Anaor Neto explica que o desenvolvimento do câncer tem múltiplas causas e que expor o corpo constantemente a agentes carcinogênicos provoca mutações no DNA, o que acarreta a doença. "Hábitos como o tabagismo, tomar sol sem proteção, o consumo excessivo de ultraprocessados e o sedentarismo criam um microambiente favorável ao desenvolvimento do câncer", resume o médico.

 

Tais ações geram um estado de inflamação crônica de baixo grau no organismo e aumentam a circulação de radicais livres. "Esses fatores danificam os mecanismos de reparo do DNA e inibem a apoptose (morte celular programada), permitindo que células com mutações se reproduzam de forma desordenada", complementa Anaor Neto.

 

Para evitar a criação desse ambiente no corpo, o médico recomenda 10 hábitos que podem ajudar a prevenir o câncer:

 

1. Evitar o hábito de fumar

O cigarro possui cerca de 70 substâncias que podem causar câncer e provocar danos ao DNA, prejudicando não apenas o pulmão. De acordo com Anaor Neto, "não existe consumo seguro de tabaco. Parar de fumar é a medida isolada mais eficaz para reduzir o risco de câncer".

 

2. Diminuir o consumo de álcool

Após ser consumido, o álcool é metabolizado em acetaldeído, um composto que impede o reparo do DNA e facilita a entrada de outras substâncias cancerígenas nas células. O médico recomenda um consumo moderado de bebidas alcoólicas para evitar a doença.

 

3. Mantenha o peso sob controle

O médico explica que "a obesidade é considerada um dos principais fatores de risco para o câncer que podem ser evitados". Além disso, o profissional salienta que um Índice de Massa Corporal (IMC) saudável reduz processos inflamatórios causados pela gordura.

 

4. Pratique atividades físicas

O sedentarismo potencializa o ganho de peso e prejudica o metabolismo da glicose, o que aumenta a resistência à insulina e pode causar câncer. Por outro lado, praticar pelo menos 150 minutos de atividade física por semana regula os níveis de insulina.

 

5. Consuma produtos naturais

Anaor Neto explica que "fibras e fitoquímicos presentes em vegetais ajudam a eliminar toxinas do corpo". Sendo assim, um prato rico em folhas e frutas pode ajudar a prevenir o câncer.

 

6. Evite ultraprocessados

Alimentos como presunto, salsicha e bacon contêm nitritos e nitratos, substâncias que, sob altas temperaturas, transformam-se em nitrosaminas, compostos altamente agressivos à mucosa gástrica e intestinal.

 

7. Use protetor solar

O dano causado pelos raios ultravioleta, emitidos pelo sol, é o principal fator de risco para o câncer de pele. Por isso, o uso de protetor solar e de roupas que bloqueiam a radiação solar reduz o risco de desenvolver a doença.

 

8. Mantenha a vacinação em dia

Vacinas contra o HPV e a hepatite B são responsáveis por imunizar e prevenir casos de câncer no colo do útero, no fígado e na garganta.

 

9. Observe sinais do corpo

Pintas que mudam de cor, nódulos novos ou perda de peso superior a cinco quilogramas sem causa aparente são possíveis sinais de câncer que devem ser investigados.

 

10. Faça exames médicos

Exames como a mamografia, a colonoscopia e o Papanicolau aumentam drasticamente as chances de cura, podendo chegar a índices superiores a 95% em diagnósticos precoces.

 

O médico explica que, ao seguir essas dicas, é possível evitar inflamações, desintoxicar o organismo e reduzir a exposição a substâncias danosas, o que diminui o risco de câncer. Porém, mesmo ao adotar os cuidados descritos acima, ainda é necessário prestar atenção aos sinais emitidos pelo corpo.

 

Sinais de alerta para o câncer

O médico Anaor Neto afirma que existem algumas "bandeiras vermelhas" emitidas pelo corpo que podem indicar a necessidade de procurar um médico e realizar exames preventivos. "Estar sempre cansado, perceber mudanças nos hábitos intestinais ou urinários, apresentar feridas que não cicatrizam e nódulos nos seios e nos testículos são sinais de alerta que não podem ser ignorados", explica.

 

O médico também ressalta a importância de realizar autoexames, como a checagem de nódulos nos seios. Em casos em que há histórico familiar, o cuidado deve ser redobrado. "Nessa situação, o paciente deve manter o rastreamento sistemático e fazer exames como mamografia, Papanicolau e colonoscopia após os 45 anos", lista o profissional.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/10-habitos-diarios-que-reduzem-o-risco-de-cancer,09ea33942022245f0e1bc990b5d4fc9cjts0ds53.html?utm_source=clipboard - Por Fellipe Gualberto - Foto: PeopleImages | Shutterstock / Portal EdiCase

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Carnaval com saúde: 9 cuidados essenciais para curtir a folia


Hidratação, sono, atenção ao corpo e respeito aos limites fazem toda a diferença durante os dias de festa

 

O Carnaval é sinônimo de alegria, encontros e longas horas de diversão. Todavia, a combinação de calor intenso, aglomeração, consumo de álcool, pouca hidratação e noites mal dormidas pode cobrar um preço alto do organismo. Para atravessar a folia com mais disposição e menos riscos, é importante adotar pequenos cuidados que fazem grande diferença antes, durante e depois dos dias de festa. Confira!

 

1. A hidratação é um cuidado básico que protege os rins

O calor intenso e a perda de líquidos pelo suor aumentam o risco de sobrecarga renal, especialmente quando há consumo de álcool. O nefrologista Dr. Jassonio Mendonça explica que "quando o corpo perde muito líquido, o fluxo de sangue para os rins diminui, o que pode levar à lesão renal aguda e favorecer a formação de cálculos". Beber água regularmente ao longo do dia é uma das formas mais eficazes de prevenção.

 

2. O excesso de álcool impacta muito além da ressaca

Além da desidratação, o álcool interfere na pressão arterial e no equilíbrio metabólico. "O álcool tem efeito diurético e pode desencadear crises de cálculo renal e agravar doenças renais já existentes", alerta o Dr. Jassonio Mendonça. Intercalar bebidas alcoólicas com água ajuda a reduzir os impactos.

 

3. Quedas e torções aumentam nos dias de festa

O ambiente do Carnaval favorece acidentes ortopédicos. A ortopedista Juliana Munhoz explica que "longos períodos em pé, consumo de álcool, terrenos irregulares e fadiga muscular reduzem o equilíbrio e aumentam o risco de entorses e quedas". Além disso, o tipo de calçado influencia diretamente na prevenção de acidentes. "Chinelos frouxos, sandálias sem suporte e saltos instáveis aumentam o risco de entorses, fraturas e lesões ligamentares", alerta a médica.

 

4. A pele sofre com sol, suor e maquiagem

Após dias de exposição intensa, a pele costuma dar sinais claros de sobrecarga. A dermatologista Camila Sampaio, de Salvador, destaca que "queimaduras solares, ressecamento, manchas, acne e reações alérgicas são comuns após o Carnaval, principalmente pelo uso contínuo de maquiagem, glitter e tintas corporais". Por isso, é essencial se atentar ao tipo de produto utilizado na produção e remover a maquiagem adequadamente após a folia.

 

5. Proteção solar correta evita danos duradouros

Nos blocos e desfiles, a exposição ao sol é prolongada. Camila Sampaio reforça que "o uso de protetor solar com FPS 30 ou superior, reaplicado a cada duas horas, é fundamental, assim como acessórios que ajudem a reduzir a incidência direta do sol".

 

6. O excesso de estímulos afeta a saúde mental

Multidão, barulho, álcool e privação de sono sobrecarregam o cérebro. A psiquiatra Jessica Martani, de São Paulo, explica que "o corpo funciona como uma antena, absorvendo todos os estímulos do ambiente, e quando essa hiperestimulação se prolonga, pode gerar prejuízos à saúde mental". Conforme a médica, nem todo convite precisa ser aceito. "É possível curtir o Carnaval respeitando os próprios limites emocionais e entendendo que nem todo prazer é restaurador", ressalta.

 

7. O corpo dá sinais claros de exaustão

Cansaço intenso, tonturas, dor de cabeça e irritabilidade não devem ser ignorados. A nutróloga Dra. Sany Tomomi, do Doctor Puro, em São Paulo, explica que "a combinação de pouco sono, desidratação, alimentação inadequada e álcool pode levar à exaustão metabólica, emocional e imunológica". Por isso, é essencial ficar atento aos sintomas, descansar e procurar atendimento médico.

 

8. Cabelo e couro cabeludo também sofrem na folia

Sol, suor e excesso de produtos impactam diretamente a saúde capilar. O especialista em queda e transplante capilar Vlassios Marangos, de São Paulo, explica que "a exposição solar prolongada pode inflamar o couro cabeludo, enquanto o acúmulo de produtos obstrui os folículos e intensifica a queda, especialmente em quem já tem predisposição genética".

Para evitar esses problemas, a recomendação é adotar cuidados simples e constantes com os cabelos e o couro cabeludo. O uso de chapéus ou bonés ajuda a reduzir a exposição direta ao sol, enquanto produtos capilares com proteção UV contribuem para preservar os fios. Também é importante lavar o cabelo regularmente, principalmente após suar, evitando o acúmulo de resíduos.

 

9. Viroses exigem atenção redobrada com hidratação

A pediatra Dra. Fabiana Soares, de Brasília, lembra que "as viroses de verão acometem adultos e crianças e costumam causar vômitos, diarreia e febre, aumentando o risco de desidratação, principalmente nos dias mais quentes".

A hidratação constante é fundamental, com oferta frequente de água, sucos naturais e água de coco, principalmente para crianças. A higienização das mãos antes das refeições e após usar o banheiro ajuda a diminuir a transmissão de vírus, assim como o cuidado com a procedência e o armazenamento dos alimentos.

 

Aproveite o Carnaval com consciência

Para os especialistas, o recado é unânime: o Carnaval pode e deve ser aproveitado, mas sem que a saúde fique em segundo plano. Com atenção aos sinais do corpo, hidratação adequada, sono possível e respeito aos próprios limites, a folia se torna mais segura e muito mais prazerosa.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/carnaval-com-saude-9-cuidados-essenciais-para-curtir-a-folia,c3848d0d2c70ae3f295396d8e5b5123bvuvnaduu.html?utm_source=clipboard - Por Sarah Monteiro - Foto: Kleber Cordeiro | Shutterstock / Portal EdiCase

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Check-up em dia: 6 exames de rotina para cuidar da saúde


Testes simples ajudam a identificar alterações precoces e transformam prevenção em hábito no dia a dia

 

O começo do ano costuma trazer metas de mudança. Entre elas, cuidar melhor da saúde aparece com frequência.

 

Além de alimentação equilibrada e atividade física, um passo importante é fazer um check-up básico.

 

Exames simples, acessíveis e rápidos ajudam a acompanhar indicadores essenciais do organismo.

 

Segundo especialistas, muitos desses testes podem ser feitos com uma única coleta de sangue.

 

O objetivo é identificar alterações ainda no início, quando a intervenção é mais eficaz.

 

De acordo com a equipe do Laboratório Batschauer, referência no litoral de Santa Catarina e que acaba de inaugurar unidade no Passeio São Vicente, em Itajaí, a prevenção precisa fazer parte da rotina.

 

"Prevenção é tirar a saúde do 'depois'. Quando o acompanhamento passa a fazer parte do dia a dia, o cuidado se transforma em hábito", afirmaAnna Paula Batschauer, diretora do laboratório.

 

A seguir, confira seis exames de rotina essenciais, o que cada um avalia e por que eles fazem diferença.

 

1. Hemograma

O hemograma é um dos exames mais solicitados na prática clínica.

 

 

Exames de rotina ajudam a identificar alterações precoces e fortalecem a prevenção em saúde

Foto: Divulgação/Freepik / Saúde em Dia

Ele oferece uma visão geral da saúde.

 

Com ele, é possível identificar:

 

anemias;

infecções;

processos inflamatórios;

alterações no sistema imunológico.

 

Por analisar diferentes componentes do sangue, o hemograma costuma ser o primeiro passo em qualquer investigação médica.

 

Alterações simples já podem indicar a necessidade de exames complementares.

 

2. Vitaminas B12 e D

 

As vitaminas têm papel essencial no funcionamento do organismo.

 

Entre as mais avaliadas estão a vitamina B12 e a vitamina D.

 

A vitamina B12 está ligada à:

 

produção de células sanguíneas;

saúde neurológica;

níveis de energia.

 

Já a vitamina D influencia:

imunidade;

saúde óssea;

humor e disposição.

 

A deficiência dessas vitaminas é comum e nem sempre apresenta sintomas claros no início.

 

Por isso, a dosagem ajuda a identificar carências silenciosas.

 

3. Ferritina

A ferritina indica a quantidade de ferro armazenada no organismo.

Ela é diferente do exame de ferro sérico.

 

Níveis adequados de ferritina estão relacionados a:

 

bom funcionamento do sistema imunológico;

mais disposição;

qualidade do sono;

apetite equilibrado.

 

Valores baixos podem indicar deficiência de ferro, mesmo antes do surgimento de anemia.

 

Já níveis elevados também merecem investigação médica.

 

4. Glicemia e HGL

Esses exames avaliam a quantidade de açúcar no sangue.

São fundamentais na prevenção e no diagnóstico do diabetes.

A glicemia mede o nível de glicose em um determinado momento.

Já o HGL auxilia no acompanhamento mais frequente, especialmente em pessoas com risco aumentado.

 

Alterações precoces permitem:

ajustes na alimentação;

mudanças no estilo de vida;

acompanhamento médico antes de complicações.

 

5. Colesterol e triglicerídeos

O exame de colesterol analisa:

 

colesterol total;

LDL (colesterol "ruim");

HDL (colesterol "bom");

triglicerídeos.

 

Esses dados ajudam a estimar o risco cardiovascular.

Doenças do coração, muitas vezes, evoluem de forma silenciosa.

"Com o resultado, é possível adotar medidas preventivas, como ajustes na alimentação, no estilo de vida ou uso de medicamentos, conforme orientação médica", explica Anna Paula Batschauer.

Mesmo pessoas jovens podem apresentar alterações.

Por isso, o acompanhamento regular é recomendado.

 

6. TSH (Hormônio Tireoestimulante)

O TSH avalia o funcionamento da tireoide, glândula responsável por regular o metabolismo.

Alterações nesse hormônio podem indicar hipotireoidismo ou hipertireoidismo.

 

Problemas na tireoide podem causar:

cansaço excessivo;

ganho ou perda de peso;

alterações de humor;

mudanças no ritmo intestinal.

 

Como os sintomas são inespecíficos, o exame ajuda a detectar alterações precocemente.

 

Por que exames de rotina fazem tanta diferença?

Muitas doenças se desenvolvem de forma silenciosa.

Quando os sintomas aparecem, o quadro pode estar mais avançado.

 

Exames simples permitem:

monitorar o organismo;

antecipar riscos;

orientar decisões mais conscientes sobre a saúde.

 

Além disso, acompanhar resultados ao longo do tempo ajuda médicos e pacientes a entenderem padrões individuais.

 

Com que frequência fazer esses exames?

A periodicidade varia conforme:

 

idade;

histórico familiar;

condições pré-existentes;

orientação médica.

Para muitas pessoas, uma vez por ano é suficiente.

Em outros casos, o acompanhamento pode ser mais frequente.

O mais importante é não fazer exames de forma isolada.

A interpretação correta deve sempre ser feita por um profissional de saúde.

 

Prevenção começa na rotina

Cuidar da saúde não precisa ser complicado.

Pequenas ações, feitas regularmente, geram grandes resultados.

Inserir exames básicos na rotina é uma forma prática de prevenção.

E transforma o cuidado com o corpo em hábito, não em urgência.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/check-up-em-dia-6-exames-de-rotina-para-cuidar-da-saude,b3b981f12aec30b8960e47361e4a3354vaquw803.html?utm_source=clipboard - Foto: Divulgação/Freepik / Saúde em Dia