Mostrando postagens com marcador Frio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Frio. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de julho de 2026

5 hábitos que podem enfraquecer a imunidade e favorecer a gripe no inverno


Além das baixas temperaturas, fatores como alimentação, sono e estresse podem influenciar a imunidade e aumentar a vulnerabilidade a infecções

 

No inverno, é comum relacionar as temperaturas mais baixas ao aumento dos casos de gripe. Apesar de as condições da estação criarem um ambiente favorável à circulação de vírus respiratórios, o frio, por si só, não é o responsável por causar essa doença. Na prática, alguns hábitos adotados nesse período podem ter um impacto ainda maior sobre o sistema imunológico.

 

O alerta ganha força diante dos dados mais recentes do boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que apontam aumento das internações por Influenza A e B em diversas regiões do país. O cenário reforça a importância de medidas preventivas para reduzir o risco de complicações, especialmente entre idosos e pessoas com doenças crônicas.

 

Segundo a Dra. Anna Paula Weinhardt, médica vascular que utiliza a Medicina do Estilo de Vida em sua abordagem, a queda da imunidade costuma estar muito mais relacionada ao comportamento do que à temperatura. "As pessoas costumam culpar o frio, mas ele não causa gripe. O que acontece é que, durante o inverno, passamos mais tempo em ambientes fechados e pouco ventilados, facilitando a transmissão dos vírus. Além disso, alguns hábitos comuns nessa época podem comprometer a capacidade de defesa do organismo", explica.

 

Abaixo, a especialista destaca 5 fatores que merecem atenção durante os meses mais frios. Confira!

 

1. Alimentação pobre em nutrientes dificulta o funcionamento do sistema imunológico

A base do sistema imune começa no intestino. Priorizar frutas, vegetais, legumes, proteínas de alta qualidade e gorduras boas fornece os micronutrientes necessários para as células de defesa. Em contrapartida, é fundamental reduzir o consumo de ultraprocessados, açúcar e álcool. 

 

2. Dormir menos enfraquece as defesas do organismo

Dormir bem não é luxo, é regulação metabólica. O sono insuficiente ou de má qualidade reduz drasticamente a eficiência dos glóbulos brancos e sabota a produção de anticorpos, deixando a porta aberta para infecções virais e bacterianas.

 

3. O estresse constante afeta a resposta imunológica

O estresse prolongado mantém os níveis de cortisol permanentemente elevados. Esse hormônio, em excesso, inibe a ação dos linfócitos e prejudica a comunicação entre as células imunológicas. Praticar hobbies, meditação ou atividades relaxantes é essencial para manter essa barreira ativa.

 

4. Sedentarismo reduz a eficiência do organismo

Fazer exercícios é um modulador imunológico natural. A prática frequente melhora a circulação das células de defesa pelo corpo, ajuda no controle do peso, otimiza a sensibilidade à insulina e ainda atua diretamente na redução da ansiedade.

 

5. A hidratação continua sendo essencial no inverno

Beber água evita o ressecamento das mucosas do nariz e da garganta. Essas vias úmidas funcionam como uma barreira física que retém e elimina vírus e bactérias com mais eficiência, dificultando a entrada de infecções respiratórias no organismo. O ar seco do frio também rouba a umidade do corpo ao respirar, portanto é importante manter-se sempre hidratado.

 

Vacinação continua sendo a principal forma de prevenção

Apesar da importância dos hábitos saudáveis, a Dra. Anna Paula Weinhardt ressalta que nenhuma estratégia substitui a vacinação contra a gripe. "A vacina continua sendo a medida mais eficaz para prevenir casos graves, hospitalizações e complicações relacionadas à influenza. Pessoas idosas, gestantes, pacientes com doenças crônicas e outros grupos de risco devem manter o calendário vacinal atualizado", reforça.

 

Além da vacinação, manter ambientes ventilados, higienizar as mãos regularmente e evitar contato próximo com pessoas sintomáticas seguem sendo medidas importantes para reduzir a transmissão dos vírus respiratórios.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/5-habitos-que-podem-enfraquecer-a-imunidade-e-favorecer-a-gripe-no-inverno,a09b5861623c95954b4be18280879797lh1vugi2.html?utm_source=clipboard - Por Felipe Sá - Foto: Photoroyalty | Shutterstock / Portal EdiCase

quinta-feira, 2 de julho de 2026

Melhor horário para passear com seu pet no frio e evitar riscos


Descubra os momentos ideais para levar seu animal à rua e evite riscos à saúde dele

 

Resumo

Cuidar do bem-estar dos pets durante o frio é essencial para evitar desconfortos e doenças. Prefira passeios entre 10h e 15h, aqueça seu cãozinho com roupas e evite horários de temperaturas extremas. Observe sinais de desconforto, proteja as patas e mantenha filhotes e cães idosos ainda mais aquecidos.

O clima gelado exige cuidados redobrados com a saúde dos nossos animais de estimação. Muitos tutores têm dúvidas sobre o melhor horário para passear com o pet no frio.

As baixas temperaturas podem causar grande desconforto e até doenças graves nos animais. Portanto, escolher o momento certo para a caminhada diária é uma medida de proteção essencial.

 

Perigo das primeiras horas da manhã

Passear muito cedo expõe o seu animal aos ventos mais gelados do dia. O orvalho acumulado no chão durante a madrugada gela as patas sensíveis dos cães.

Essa exposição repentina ao frio extremo pode causar quadros de hipotermia muito rápida. Além disso, o choque térmico prejudica o sistema imunológico do seu grande companheiro.

 

Como identificar o frio no animal

Fique atento aos sinais físicos que o seu pet demonstra durante todo o trajeto. Tremores constantes e patas encolhidas indicam que a temperatura está baixa demais para ele.

Se o cachorro choramingar ou recusar a caminhada, volte para casa imediatamente. Respeitar os limites do corpo do seu animal evita problemas respiratórios muito severos.

 

Momento ideal para a caminhada

O período entre as dez da manhã e as três da tarde é o mais seguro. Nesses momentos, o sol já aqueceu o asfalto e dissipou a neblina matinal.

Esse é o melhor horário para passear com o pet no frio com segurança total. Os raios solares também ajudam na produção de vitamina D pelo organismo do animal.

 

Risco dos passeios noturnos

Evite ao máximo as saídas durante o período da noite nos meses de inverno. A ausência de sol faz as temperaturas despencarem de forma muito abrupta nas ruas.

Caso a saída noturna seja inevitável, encurte bastante o tempo de permanência fora de casa. Use roupas adequadas para aquecer o peito e o dorso do seu cãozinho.

 

Cuidados extras para os dias gelados

Cães idosos ou filhotes sofrem muito mais com as quedas intensas de temperatura diárias. Eles possuem uma enorme dificuldade natural para regular o próprio calor corporal.

Para esses grupos mais vulneráveis, os passeios devem ser ainda mais curtos e pontuais. Invista sempre em caminhas quentes e cobertores bem limpos dentro da sua casa.

 

Proteção para as patas sensíveis

O asfalto muito gelado pode causar rachaduras dolorosas nos coxins dos animais. Existem hidratantes específicos para cães que ajudam a proteger essa região tão delicada.

Após retornar do passeio longo, limpe e seque bem as patas do seu companheiro peludo. Isso previne a proliferação indesejada de fungos causados pela umidade acumulada na rua.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/melhor-horario-para-passear-com-seu-pet-no-frio-e-evitar-riscos,af5a7d882a66e31a2d92cd2f77a0376fzyqngdp6.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Alto Astral

terça-feira, 30 de junho de 2026

6 hábitos que ajudam a prevenir crises de rinite e sinusite no inverno


Medidas simples ajudam a reduzir sintomas, diminuem a necessidade de medicamentos e podem prevenir crises recorrentes

 

Com a chegada das temperaturas mais baixas, aumentam também as queixas de nariz entupido, espirros, coriza e desconforto respiratório. Embora muita gente atribua o problema apenas ao frio, os verdadeiros responsáveis pelo agravamento da rinite e da sinusite estão, muitas vezes, associados aos hábitos típicos do inverno.

 

A otorrinolaringologista Elisa Campbell Ferreira explica que o frio não é o principal vilão. O problema, segundo a especialista, está no aumento do tempo passado em ambientes fechados, na maior exposição a vírus, poeira e ácaros e na redução da umidade do ar. Além disso, a médica aponta que o ressecamento da mucosa nasal compromete suas funções de defesa.

 

"As pessoas tendem a manter portas e janelas fechadas durante mais tempo, o que favorece a circulação de vírus e o acúmulo de alérgenos. Além disso, o ar mais seco deixa o nariz mais vulnerável a irritações e infecções", explica Elisa Campbell Ferreira, que atende no Otolife, espaço dedicado à otorrinolaringologia do Barralife Medical Center, no Rio de Janeiro.

 

Os sintomas podem ser confundidos com um simples resfriado ou com os efeitos do tempo seco. No entanto, a especialista alerta que nariz entupido diariamente não deve ser considerado normal. "Quando a obstrução nasal dura mais de duas a quatro semanas, volta com frequência ou não melhora com os tratamentos habituais, é importante procurar avaliação médica para investigar a causa", orienta.

 

A seguir, confira 5 hábitos para proteger o nariz e evitar crises de rinite e sinusite no inverno!

 

1. Faça lavagem nasal diariamente

A irrigação com soro fisiológico ajuda a remover secreções, poeira, ácaros e outros agentes irritantes, além de manter a mucosa hidratada. "É uma das medidas mais eficazes para aliviar sintomas de rinite e sinusite, desde que seja feita corretamente e sem excesso de pressão", explica Elisa Campbell Ferreira.

 

2. Mantenha uma boa hidratação

Beber água regularmente ajuda a evitar o ressecamento das vias respiratórias e facilita a eliminação das secreções. A hidratação adequada também contribui para o funcionamento das defesas naturais do organismo.

 

3. Areje os ambientes

Mesmo nos dias mais frios, abrir portas e janelas por alguns períodos do dia ajuda a renovar o ar e reduzir a concentração de vírus, poeira e alérgenos dentro de casa.

 

4. Lave cobertores e roupas de cama antes de usar

Cobertores guardados por longos períodos costumam acumular poeira e ácaros, considerados alguns dos principais desencadeadores da rinite alérgica. Colchões, travesseiros, cortinas e tapetes também merecem atenção especial.

 

5. Evite descongestionantes nasais sem orientação médica

Apesar do alívio imediato, o uso frequente desses medicamentos pode provocar efeito rebote e agravar a obstrução nasal, levando ao desenvolvimento da chamada rinite medicamentosa.

 

6. Atenção ao ar-condicionado e aos aquecedores

Outro cuidado importante envolve o uso de ar-condicionado e aquecedores. Embora tragam conforto térmico, esses equipamentos podem ressecar ainda mais as vias respiratórias quando utilizados por longos períodos. A recomendação é manter os filtros limpos, evitar o uso contínuo e, sempre que possível, adotar medidas que ajudem a preservar a umidade do ambiente.

 

Crianças merecem atenção especial

As crianças também costumam sofrer mais durante o inverno. Segundo Elisa Campbell Ferreira, aquelas que frequentam escolas e creches podem apresentar entre 12 e 18 infecções virais por ano, especialmente nos primeiros anos de convivência coletiva. Os pais devem procurar avaliação médica quando a secreção nasal ou a obstrução persistirem por mais de 10 a 14 dias, houver febre prolongada, dificuldade para respirar, roncos importantes ou infecções de ouvido recorrentes.

 

Prevenção é um cuidado essencial

Para a otorrinolaringologista, as medidas simples, como a lavagem nasal regular e o controle adequado da rinite, ajudam a reduzir sintomas, diminuem a necessidade de medicamentos e podem prevenir crises recorrentes de sinusite. "Muitas pessoas só buscam ajuda quando os sintomas já estão intensos. Mas a prevenção faz toda a diferença. Pequenos cuidados diários ajudam a proteger as vias respiratórias e garantem mais qualidade de vida durante todo o inverno", conclui.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/6-habitos-que-ajudam-a-prevenir-crises-de-rinite-e-sinusite-no-inverno,e9833e3c8bab7289802318f152fcf18720m1j0vl.html?utm_source=clipboard - Por Juliana Magalhães - Foto: TetianaKtv | Shutterstock / Portal EdiCase

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Frio e fibromialgia: cuidados para aliviar dores intensas nessa época


A queda das temperaturas agrava a tensão muscular e a sensibilidade. Entenda por que isso ocorre e aprenda hábitos para proteger o corpo

 

A fibromialgia é uma síndrome crônica e dolorosa. Ela causa dores por todo o corpo e muita fadiga diária. A queda das temperaturas exige uma atenção redobrada dos pacientes.

 

Por que o frio piora a fibromialgia?

O corpo humano reage naturalmente às baixas temperaturas do ambiente. O organismo tenta reter calor para manter os órgãos em funcionamento. Esse processo afeta diretamente a nossa musculatura.

 

Pessoas sem a síndrome apenas sentem um leve desconforto físico. Já os pacientes com fibromialgia possuem uma percepção alterada da dor. O cérebro processa os estímulos de forma muito mais intensa.

 

Contração muscular e sensibilidade

O frio causa a contração involuntária e constante dos músculos. Essa tensão contínua gera muita rigidez nas articulações do paciente. O esforço para manter o corpo aquecido também provoca fadiga.

 

Os vasos sanguíneos ficam mais estreitos durante o tempo frio. A circulação de sangue nas extremidades do corpo diminui bastante. Isso reduz a oxigenação muscular e acaba agravando as dores.

 

Cuidados práticos para o dia a dia

Algumas mudanças na rotina ajudam muito a enfrentar os dias gelados. O objetivo principal é manter o corpo relaxado e bem quente. Hábitos simples fazem toda a diferença no conforto diário.

 

Evite a exposição prolongada aos ventos gelados sempre que possível. Mantenha os ambientes da casa bem fechados e confortáveis. O aquecimento do corpo deve ocorrer de fora para dentro.

 

Roupas adequadas e banhos quentes

Vestir-se em camadas é a melhor estratégia de proteção térmica. A técnica retém o calor corporal com muita eficiência. Proteja sempre as extremidades, usando luvas, meias grossas e toucas.

 

Os banhos mornos são grandes aliados nesse período do ano. A água quente ajuda a relaxar a tensão profunda dos músculos. O alívio da rigidez articular costuma ser quase imediato.

 

Exercícios e alongamentos suaves

Ficar totalmente parado na cama piora o quadro de rigidez. O movimento leve e constante ajuda a lubrificar as articulações. Caminhadas curtas já trazem ótimos benefícios para o corpo todo.

 

Faça alongamentos suaves ao acordar ou antes de dormir. O foco deve ser a mobilidade, sem nunca forçar os limites. A prática regular previne o enrijecimento severo da musculatura.

 

Importância do acompanhamento médico

O tratamento da fibromialgia exige um cuidado médico contínuo. As dicas caseiras apenas ajudam a aliviar os sintomas mais pontuais. Elas não substituem o uso de medicamentos já prescritos.

 

Reumatologistas e fisioterapeutas são essenciais no controle dessa doença crônica. O profissional pode ajustar as doses dos remédios durante o inverno. Nunca mude o seu tratamento sem uma orientação especializada.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/frio-e-fibromialgia-cuidados-para-aliviar-dores-intensas-nessa-epoca,e37128206ca4c34d485536e9258b2d464170q9ht.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

quinta-feira, 24 de julho de 2025

Saúde respiratória: mitos e verdades sobre os cuidados


Algumas doenças aumentam bastante com a queda nas temperaturas e secura do ar; saiba como cuidar da sua saúde respiratória

 

Com o frio e a secura do ar que o inverno traz, muitas vezes a saúde respiratória das pessoas pode ficar comprometida. Isso sem contar que os ambientes fechados e o uso de aquecedores também pioram a situação. O resultado? Mais casos de rinite, sinusite, crises de asma, bronquite e infecções que, muitas vezes, levam à internação.

 

Dados do Boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostraram um aumento de infecções respiratórias nos últimos meses. De meados de maio a meados de junho, a incidência da influenza subiu para mais de 40%, fora as outras doenças respiratórias. Os mais afetados são crianças e idosos, que respondem por mais de 70% das internações por complicações como pneumonia, bronquiolite e crises asmáticas.

 

“O nariz funciona como um grande filtro. Ele aquece, umedece e filtra o ar antes que chegue aos pulmões. Mas, quando a mucosa nasal está ressecada, esse filtro perde eficiência, e o organismo fica mais exposto a vírus, bactérias e alérgenos”, explica Pauline Michelin, médica otorrinolaringologista dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, de Curitiba (PR).

 

Por isso, cuidar da saúde respiratória nesse período é essencial. Contudo, como fazer isso? A seguir, veja mitos e verdades sobre o assunto para tomar as medidas corretas:

 

Lavagem nasal com soro fisiológico previne infecções

VERDADE. “A lavagem ajuda a hidratar as mucosas, eliminar secreções e fortalecer a defesa natural do nariz. O ideal é fazê-la ao menos duas vezes ao dia, especialmente em dias frios ou secos”, diz a especialista.

 

Dormir com a casa toda fechada evita doenças

MITO. “Ambientes sem ventilação acumulam poeira, ácaros e vírus. Abrir as janelas por alguns minutos diariamente é fundamental”, comenta.

 

Beber bastante água ao longo do dia protege a respiração

VERDADE. Segundo a profissional, a hidratação mantém as mucosas da nossa via aérea úmidas e funcionais. Quando elas estão ressecadas, perdem a capacidade de reter e eliminar microrganismos inalados.

 

Umidificador ligado a noite toda é bom para evitar doenças em crianças

MITO. “O aparelho pode ajudar, mas o excesso de umidade favorece mofo e fungos. O ideal é usá-lo por até duas horas seguidas, mantendo a umidade entre 50% e 60%”, diz.

 

Inalações com substâncias caseiras são seguras

MITO. De acordo com Pauline, produtos caseiros e óleos podem queimar a mucosa e causar lesões, além de favorecer infecções mais graves. A inalação deve ser sempre indicada por um médico.

 

Óleos essenciais e água oxigenada podem ser utilizadas para ajudar a destrancar o nariz

MITO. “Muitas vezes, a população recorre a receitas caseiras que, embora possam proporcionar um alívio momentâneo, acabam piorando a qualidade da respiração, trazendo ainda mais riscos à saúde, como inflamação da mucosa nasal, alteração do pH e prejuízos às defesas naturais do nariz”, cometa.

 

Descongestionante nasal pode ser usado sem risco

MITO. Isso porque esses produtos aliviam momentaneamente, mas o uso contínuo pode causar efeito rebote e até problemas cardíacos. “Só deve ocorrer o uso com orientação médica e por tempo limitado”, orienta a especialista.

 

Filtros de ar-condicionado devem ter limpeza regular

VERDADE. “A falta de limpeza favorece o acúmulo de fungos e poeira, que vão para o ambiente. Além disso, o uso prolongado do aparelho de ar-condicionado vai ressecar a mucosa do nosso nariz pelo seu funcionamento, mesmo estando higienizado”, finaliza.

 

Fonte: https://altoastral.joaobidu.com.br/saude/saude-respiratoria-mitos-e-verdades-sobre-os-cuidados.phtml#google_vignette - Por Mayra Cardozo  

domingo, 11 de agosto de 2024

Por que sinto mais dor de cabeça no frio?


Saiba por que as dores de cabeça podem piorar no frio

 

As dores de cabeça podem piorar no frio devido à uma combinação de fatores ambientais e fisiológicos.

 

O frio pode provocar a contração dos vasos sanguíneos. Quando esses vasos são reaquecidos, há uma vasodilatação de rebote, o que pode disparar os receptores de dores. Isso é mais frequente em pessoas que já possuem quadros crônicos de dores de cabeça.

 

Além disso, o tempo seco, mudanças no padrão do sono e situações mais estressantes podem contribuir para exacerbação dessas dores.

 

Vale lembrar que doenças respiratórias, como resfriados e sinusites, são mais frequentes no frio e também podem agravar as dores de cabeça.

 

A inflamação e o congestionamento das vias aéreas superiores, típicos dessas doenças, podem aumentar a pressão nos seios paranasais, causando cefaleias.

 

A febre, a desidratação e a inflamação sistêmica também são fatores que contribuem para o aumento da dor de cabeça.

 

Como evitar dor de cabeça no frio?

Para evitar dores de cabeça nos dias frios, é recomendado vestir roupas adequadas e proteger tanto a cabeça quanto o pescoço do frio, beber bastante água, manter os ambientes internos aquecidos e umidificados para evitar o ressecamento das mucosas, tratar prontamente infecções respiratórias e evitar mudanças bruscas de temperatura.

 

Técnicas de relaxamento também são indicadas, para reduzir a tensão muscular e o estresse.

 

Respondido por:

Dr. Felipe Mendes, neurocirurgião e membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/boa-forma/2024-08-11/por-que-sinto-mais-dor-de-cabeca-no-frio-.html - Juliany Rodrigues


“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. (João 8:33)


sexta-feira, 5 de julho de 2024

Casos de AVC e infarto aumentam no clima frio; é possível prevenir


Casos de AVC e infarto aumentam entre 20% e 30% respectivamente durante o clima frio. Veja como se proteger no inverno

 

De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia (INC), as baixas temperaturas do inverno podem aumentar em até 30% a incidência de infarto, e em até 20% a ocorrência de Acidente Vascular Cerebral (AVC). Esse aumento está associado ao fato de que o frio eleva a pressão arterial, um fator de risco considerável para as doenças.

 

Por que doenças como infarto e AVC acontecem mais no frio?

O neurocirurgião Victor Hugo Espindola, especialista em AVC, explica que o corpo humano busca manter uma temperatura interna constante de 36ºC. Em temperaturas mais frias, as terminações nervosas da pele ativam a produção de catecolamina.

A substância que acelera o metabolismo para preservar o calor do corpo. Isso leva à contração dos vasos sanguíneos, o que aumenta a pressão arterial e exige mais esforço do coração para bombear o sangue.

Além disso, a redução da ingestão de água no frio também pode contribuir para a desidratação e o aumento da viscosidade do sangue. Tornando-o, assim, mais propenso a coagular.

 

Gravidade do problema

As doenças cardiovasculares representam a principal causa de morte no Brasil. Entre elas, as que mais se destacam são o infarto e o AVC, que lidera as estatísticas de óbito.  

 

Segundo dados do Portal de Transparência dos Cartórios de Registro Civil do Brasil, com a redução das mortes por covid-19, o AVC voltou a ser uma das principais causas de óbitos no país, sendo responsável por 10% de todas as mortes.

 

Prevenção

O neurocirurgião acredita que a adoção de medidas preventivas, a compreensão dos riscos associados ao frio e a conscientização sobre a importância de manter hábitos saudáveis ao longo do ano são passos fundamentais para mitigar o impacto negativo sobre a saúde cardiovascular.

“A prevenção para esse tipo de problema não se dá de forma imediata durante as estações mais frias. Isso porque é preciso manter hábitos saudáveis ao longo da vida, como praticar atividades físicas, ir regularmente ao médico e evitar o tabagismo e o sedentarismo, que são fatores que aumentam a predisposição”, afirma o médico.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/casos-de-avc-e-infarto-aumentam-no-clima-frio-e-possivel-prevenir.phtml - By Milena Vogado - Foto: Shutterstock

 

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. (João 8:33)

sábado, 1 de junho de 2024

É comum sentir mais fome no frio? A ciência explica


Essa descoberta pode levar a potenciais terapêuticas para a saúde metabólica e perda de peso

 

Chega o fim do dia, família reunida, há aquele frio, que inevitavelmente desperta aquela fome, não é mesmo? Saiba que você não é o primeiro e muito menos o último a sentir isso. Afinal, um estudo disponível na revista Nature afirma que pesquisadores identificaram um aglomerado de neurônios que funcionam como um interruptor para sentir mais fome no frio.

 

Entenda porquê é comum sentir fome no frio

As observações começaram com o início das temperaturas de 22 a 3ºC. Tempo em que os camundongos aumentam sua busca por alimentos apenas após um atraso de cerca de seis horas. O que sugere que essa mudança comportamental não se resulta diretamente da sensação de frio.

 

Esporadicamente, a equipe se concentrou no grupo específico de neurônios chamado “núcleo xifoide do tálamo da linha média”. E mostrou que a atividade nesses neurônios aumentou em condições de frio pouco antes de os ratos saírem de seu torpor induzido pelo frio para buscar comida.

 

Assim, quando os pesquisadores decidiram ativar artificialmente esses neurônios, os camundongos aumentaram a sua procura por alimentos, mas não outras atividades.

 

Logo depois, a equipe expôs que esses neurônios do núcleo xifoide se projetam para uma região do cérebro chamada núcleo accumbens. Área conhecida pela integração de sinais de recompensa e aversão para orientar o comportamento, o que inclui o comportamento alimentar.

 

Por fim, os pesquisadores creem que os resultados são relevantes clinicamente e sugeriram a possibilidade de bloquear o aumento habitual do apetite induzido pelo frio, que permite regimes de exposição ao frio relativamente simples e que conduzam à perda de peso com eficiência.

 

A visão da especialista

“Um dos principais objetivos agora é descobrir como dissociar o aumento do apetite do aumento do gasto de energia. Os pesquisadores também buscam descobrir se esse mecanismo de aumento do apetite induzido pelo frio faz parte de um mecanismo mais amplo que o corpo usa para compensar o gasto extra de energia, por exemplo, após o exercício. Com isso, há a possibilidade de criação de medicamentos ou terapias para modular o apetite extra nesses casos”, diz a médica endocrinologista Dra. Deborah Beranger.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/e-comum-sentir-mais-fome-no-frio-a-ciencia-explica/ - By Guilherme Faber – Shutterstock

 

Acumular bens materiais não é suficiente para viver bem, porque a vida não depende do que se possui (Lucas 12:15)

quarta-feira, 12 de julho de 2023

Frio é especialmente perigoso para a saúde do coração; entenda


Cardiologista explica porque o sistema cardiovascular fica mais suscetível a doenças durante o frio. Veja como prevenir problemas no coração

 

Não são apenas as doenças respiratórias que se tornam mais frequentes no frio. Isso porque as condições cardiovasculares podem se agravar em pessoas que já têm predisposição devido às baixas temperaturas, colocando em risco a saúde do coração.

 

Segundo o Instituto Nacional de Cardiologia, o clima frio do inverno faz aumentar em 30% o risco de infarto. Já os índices de acidente vascular cerebral (AVC) podem ter um crescimento de até 20%.

 

Por que a saúde do coração fica mais vulnerável no clima frio?

O gestor da unidade coronariana do Hospital Icaraí e membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Dr. Cláudio Catharina, explica que o inverno é uma época de mais exigência do sistema cardiovascular, em que existe maior descompensação de doenças respiratórias. Por isso, problemas como infarto, angina, AVC e insuficiência cardíaca se tornam mais frequentes.

 

“Isso acontece em função do ciclo de Influenza e do frio, que fazem um ciclo anual de pico de descompensação, além de uma vasoconstrição, que é a redução do calibre das veias com o objetivo de manter o aquecimento do corpo”, esclarece o médico.

 

Os riscos maiores são para aqueles pacientes com doenças crônicas e com predisposição a problemas cardíacos. O médico explica que não é o frio em si que causa o problema cardiovascular. Porém ele aumenta o risco em pessoas predispostas a problemas cardíacos ou que até já infartaram ou tiveram um acidente vascular cerebral (AVC).

 

Prevenção

Felizmente, a adoção de hábitos saudáveis ajuda a fortalecer a saúde do coração. “Um paciente que sofre de diabetes ou colesterol alto, por exemplo, precisa continuar com sua alimentação saudável e com a prática da atividade física”, destaca o cardiologista.

 

De acordo com o Dr. Cláudio, outras dicas para cuidar do coração durante o inverno é se vacinar para gripe e pneumonia, cuidar da pressão e da dieta. O cuidado com a alimentação, aliás, é imprescindível para afastar as doenças cardiovasculares. Por isso, o médico lembra que as pessoas devem evitar abusar de alimentos calóricos e gordurosos.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/frio-e-especialmente-perigoso-para-a-saude-do-coracao-entenda.phtml - By Milena Vogado - Foto: Shutterstock


Mil poderão cair ao teu lado, e dez mil à tua direita; mas tu não serás atingido.

Salmos 23:4


quinta-feira, 29 de junho de 2023

Médico cardiovascular alerta sobre cuidados com a saúde no frio


Esse tipo de mudança radical no clima pode causar sérios riscos para saúde

 

Mudanças climáticas nos obrigam a se adaptar em um curto espaço de tempo. Ainda assim, há quem desconheça os perigos dessa transição. Por isso, com a ajuda do médico cardiovascular Dr. Gustavo Marcatto, listamos alguns dos principais cuidados com a saúde no frio.

 

Conheça os cuidados com a saúde no frio

“O primeiro passo é a prevenção! Manter hábitos saudáveis como uma alimentação balanceada, hidratação adequada e a prática regular de exercícios físicos ajudam a manter a saúde vascular sempre em dia, independentemente da temperatura”, reforçou o Dr. Gustavo.

 

O médico ainda reforça que essas mudanças de clima não são aleatórias, ou seja, impactam diretamente no nosso organismo. “Com o aumento das temperaturas, as veias, especialmente as ligadas ao coração, dilatam-se e ocasionando uma queda na pressão sanguínea. Essa reação pode resultar em inchaço nas pernas e pés (edema), tontura e até mesmo desmaios devido à pressão baixa”, detalhou.

 

Outra atenção citada pelo profissional é para os vasos sanguíneos. “Quando o clima fica frio ocorre a vasoconstrição, ou seja, os vasos sanguíneos se contraem, dificultando a circulação do sangue para as extremidades como pés, mãos e pernas. Essa reação é importante para conservar o calor corporal”, reforçou.

 

Outras necessidades de cuidados com a saúde no frio

Sempre em movimento

Não interessa o esporte e o que vale é se exercitar com aquilo que lhe traz prazer. Vale lembrar que a sua saúde vascular vai agradecer com a sua regularidade na rotina de exercícios físicos.

 

“Encontre uma atividade física que você goste e pratique com constância e empenho: a atividade física regular é crucial para a saúde vascular. Tente incorporar exercícios como caminhadas, ciclismo ou natação em sua rotina. Isso ajuda a melhorar a circulação sanguínea e fortalecer os vasos sanguíneos”, explicou Marcatto.

 

Alimentação leve e hidratação em dia

“Tenha uma alimentação equilibrada e saudável. Evite alimentos processados e com alto teor de gordura saturada, pois eles podem aumentar o risco de problemas vasculares. Tome água ao longo do dia. Beba água para garantir uma boa hidratação. Isso ajuda a manter o sangue fluindo adequadamente e evita a formação de coágulos”, enfatizou o médico.

 

Peso constante e não ao tabagismo

Duas dedicações que são viáveis para sua saúde. “Controle o peso. O excesso de peso pode aumentar a pressão arterial e o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Evite o tabagismo. O tabagismo é extremamente prejudicial aos vasos sanguíneos”, destacou.

 

Controle do estresse

“O estresse crônico pode afetar negativamente a saúde vascular. Busque maneiras saudáveis de gerenciar o estresse como praticar técnicas de relaxamento, meditação ou hobbies, que lhe tragam prazer”, concluiu o Dr. Gustavo Marcatto.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/medico-cardiovascular-alerta-sobre-cuidados-com-a-saude-no-frio/ - By Guilherme Faber - Shutterstock


O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; Eu (Jesus) vim para que tenham vida, e a tenham com abundância." (João 10:10)


terça-feira, 13 de junho de 2023

Gripe e resfriado: conheça as diferenças e saiba como se proteger

Casos de infecções respiratórias aumentam com a chegada do outono e do inverno

 

Quando o frio chega, diversas doenças começam a se manifestar. Gripes e resfriados se espalham entre todas as faixas etárias, mas em crianças e idosos as consequências podem ser piores. Por isso, é importante se prevenir.

 

De acordo com Juarez Cunha, pediatra e presidente da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), as principais doenças que se manifestam nesse período são as respiratórias, em especial as infecciosas, causadas por vírus e bactérias, como os resfriados, gripes, pneumonias e sinusites.

 

Diferença entre gripe e resfriado

Por mais que os sintomas sejam muito parecidos, a gripe e o resfriado são diferentes. Em primeiro lugar, os agentes causadores de ambos são distintos. De acordo com Maria Lavinea Novis de Figueiredo, médica infectologista, a gripe é causada pelos vírus Influenza A e B. Já o resfriado é causado por mais de 100 tipos de vírus, e os principais pertencem à família rinovírus.

 

Além do agente causador, existem outras diferenças entre gripe e resfriado. “No resfriado comum, os sintomas são relativamente leves, como dor de garganta discreta, espirros, nariz obstruído, febre baixa e um pequeno mal-estar”, descreve a Dra. Silvana Fahel, pediatra, hematologista e hemoterapeuta. O resfriado costuma persistir por 3 a 4 dias e melhora espontaneamente. Nesse caso, a pessoa costuma conseguir cumprir suas atividades normais, apesar do incômodo.

 

“Na gripe é diferente, existe uma febre alta, mantida, comprometimento do estado geral, dores no corpo, mal-estar e dor de cabeça”, diferencia a pediatra. A execução de atividades físicas e intelectuais fica comprometida e o ciclo da doença é mais longo. A gripe pode ser muito mais grave do que o resfriado.

 

Formas de transmissão de gripes e resfriados

É possível prevenir tanto a gripe quanto o resfriado. Nos dois casos a transmissão é feita de pessoa para pessoa por meio de gotículas de saliva, espirros, tosse, compartilhamento de objetos contaminados, superfícies contaminadas e até por um aperto de mão, enumera Maria Lavinea Novis de Figueiredo.

 

Como se proteger dessas doenças

Um dos grandes facilitadores da transmissão é a aglomeração de pessoas em ambientes fechados, acrescenta a pediatra Silvana Fahel. “Pode-se tentar, como medidas de prevenção, evitar contato com pessoas acometidas, assim como ambientes fechados e sem ventilação, ter sempre uma boa alimentação, lavar as mãos e se vacinar todos os anos contra gripe, já que o vírus sofre muitas mutações”, aconselha.

 

Importância da vacinação

A vacina contra gripe é indicada, principalmente, para crianças a partir dos 6 meses até os 2 anos e para idosos a partir de 60 anos, pois essas faixas etárias representam a população mais vulnerável que pode apresentar complicações mais graves. Para o resfriado não existe vacina porque existem muitos tipos de vírus, o que dificulta a elaboração de imunização.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-05-25/gripe-e-resfriado--conheca-as-diferencas-e-saiba-como-se-proteger.html - Por EdiCase - Imagem: Mariia Shishkina | Shutterstock

sexta-feira, 9 de junho de 2023

Confira cuidados importantes ao correr no frio


Especialista elenca dicas para se exercitar nos dias gelados e manter o condicionamento físico

 

Nos dias frios, a disposição para praticar atividades físicas costuma ser afetada, principalmente para quem é adepto das corridas. Seja em ambiente fechado ou na rua, o desconforto causado pelo ar gelado faz com que os praticantes do exercício evitem a sua execução. No entanto, o que muitos não sabem é que as temperaturas amenas favorecem o desempenho da prática.

 

Vanessa Furstenberger, educadora física especialista em treino para corredores, explica que estudos sobre a liberação do hormônio irisina, que ajuda no processo de emagrecimento, têm sido elaborados para comprovar se a substância seria liberada com a combinação de exercício e exposição ao frio. “Se aliarmos todo esse gasto calórico extra e mais as calorias gastas em uma corrida, podemos dizer que ela emagrece mais no frio, principalmente se for feita ao ar livre”, diz a profissional.

 

A seguir, a preparadora física explica os benefícios da corrida no frio e como evitar lesões ao praticá-la. Veja!

 

Benefícios de correr no frio

É normal sentir preguiça de correr no frio ou, até mesmo, cair em tentação com a alimentação mais gordurosa quando as temperaturas caem. Mas, não é porque esfriou que você pode – e não deve! – atrapalhar a sua rotina de treino. Muito menos, usar de desculpa para deixar a corrida e a dieta balanceada de lado.

 

Além de aumentar a energia e a disposição para aguentar todas as atividades do dia, correr no frio também aumenta a imunidade do corpo; além de ser mais confortável para suar a camisa do que quando as temperaturas estão mais quentes.

 

Dicas para correr nos dias gelados

Escolha horários mais quentes durante o dia para correr, como a hora do almoço;

Inicie a atividade com roupas mais quentes e tire as peças conforme o corpo for aquecendo;

Beba água, pois apesar da menor quantidade de suor aparente e a pouca sede, o corpo desidrata e devemos evitar qualquer contratempo devido à perda de água;

Alimente-se corretamente e de maneira equilibrada, assim você evitará uma queda da imunidade;

Trace objetivos para serem alcançados com a corrida (provas, superações de tempos, aumento de quilometragem) e, assim, você se sentirá estimulado a permanecer nos treinos e manterá a regularidade também durante o inverno.

 

Como prevenir lesões na atividade física?

Para prevenir lesões, Vanessa Furstenberger aconselha o aquecimento local das articulações para que elas se lubrifiquem e se preparem para o exercício. “Após essa preparação local, é bom fazer um aquecimento geral, como uma corrida leve, para começar a adaptação da parte cardiopulmonar – nada mais do que 10 minutos -, e só depois um alongamento breve para que a musculatura possa responder com maior flexibilidade antes da corrida em si.”

 

Atenção aos trajes

A roupa também requer atenção. Trajes térmicos e corta-vento são os mais indicados, por serem leves e fáceis de tirar conforme a temperatura corporal aumenta. “Não importa a opção: o importante é iniciar a corrida mais agasalhado e ir tirando a roupa aos poucos, mesmo porque após o exercício o corpo esfria muito rápido e você já terá uma blusa para se proteger rapidamente”, ensina a preparadora física.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-05-31/confira-cuidados-importantes-ao-correr-no-frio.html - Por Michelly Souza - Por EdiCase - Imagem: PeopleImages.com – Yuri A |Shutterstock


Estenda sua mão para curar e realizar sinais e maravilhas através do nome de seu santo servo Jesus.” Depois de orarem, o lugar onde se reuniam foi abalado. E todos foram cheios do Espírito Santo e falaram a palavra de Deus com ousadia. (Atos 4: 30-31)


quinta-feira, 8 de junho de 2023

Frio aumenta risco de AVC; entenda porque isso acontece


Doenças cardiovasculares como o AVC têm um risco aumentado durante as estações mais frias do ano. Neurocirurgião explica os riscos

 

A frente fria chegou e, dessa vez, parece que veio para ficar. O clima pede atenção redobrada com a saúde, pois as baixas temperaturas aumentam em até 20% o risco de se ter um AVC (acidente vascular cerebral), alerta o Instituto Nacional de Cardiologia.

 

De acordo com o médico neurocirurgião especialista em AVC, Dr. Victor Hugo Espíndola, esse risco aumentado se deve a produção de determinados hormônios neurotransmissores que levam a uma vasoconstrição das artérias. Isto é, faz com que elas se contraiam, obstruindo o fluxo sanguíneo e provocando um acidente vascular.

 

Então, se o paciente tiver alguma condição que predisponha a ocorrência de um AVC, como uma placa de gordura, por exemplo, a artéria que já estaria comprometida se torna ainda mais suscetível durante o frio, aponta Victor Hugo.

 

“Além disso, essa vasoconstrição arterial ela leva a um aumento da pressão arterial, que também é um fator de risco tanto para AVC isquêmico quanto para hemorrágico. Mas existem outros hábitos de vida também que se intensificam no frio: as pessoas tendem a consumir mais bebida alcoólica, a fumar mais, beber menos líquido e, por isso, se desidratam. Tudo isso é fator de risco para o AVC”, acrescenta o médico.

 

O neurocirurgião reforça que as temperaturas baixas não aumentam apenas o risco de um acidente vascular cerebral isquêmico, mas também de um episódio hemorrágico – seja por ruptura de aneurisma cerebral ou pico hipertensivo, o que também aumenta no clima frio. “Todas as doenças cardiovasculares, de modo geral, entre elas o infarto, que é um uma das principais causas de morte, também aumenta em estações mais frias”, alerta.

 

Prevenção

Até 80% dos casos de AVC podem ser evitados com a adoção de bons hábitos de vida, aponta o Dr. Victor Hugo. O especialista indica algumas medidas:

 

Controle da hipertensão;

Controle do diabetes;

Controle do colesterol;

Evitar o sedentarismo;

Interromper o tabagismo;

Moderar o consumo de bebidas alcoólicas;

Manter boa hidratação principalmente no frio;

Se agasalhar bem para evitar o processo de vasoconstrição.

 

Na mínima suspeita de AVC é preciso encaminhar o paciente o mais rápido possível pro hospital para garantir um diagnóstico e tratamento rápido. “Com isso a gente consegue reverter muitos sintomas e deixar vários pacientes até mesmo sem sequelas”, destaca o neurocirurgião.

 

Victor lembra que o AVC hoje é a doença que mais mata e que mais incapacita no Brasil e no mundo. “É uma doença que tem tratamento, mas esse tratamento está intimamente relacionado ao tempo. Quanto mais precoce for, melhores serão os resultados e maiores são as chances do paciente sair sem sequelas”, afirma.

 

“Então, na mínima suspeita, o paciente tem que procurar o hospital mais próximo para esse diagnóstico ser concluído e o tratamento ser efetivado. É bom lembrar que a gente consegue evitar a grande maioria dos casos com medidas simples de bons hábitos de vida”, reforça o médico.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/frio-aumenta-risco-de-avc-entenda-porque-isso-acontece.phtml - By Milena Vogado - Foto: Shutterstock


Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação. 2 Timóteo 1:7