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sexta-feira, 27 de março de 2026

Sedentarismo: 5 sinais de que sua saúde pode estar em risco


Especialistas alertam sobre os efeitos da inatividade no corpo e quais exames ajudam a identificar problemas precocemente

 

Passar muitas horas sentado, negligenciar a atividade física e manter uma rotina com pouco movimento pode parecer inofensivo no dia a dia. No entanto, o sedentarismo está entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas, como diabetes tipo 2, hipertensão e problemas cardiovasculares.

 

Dados do sistema de vigilância Vigitel, do Ministério da Saúde, mostram que, em 2024, 62,6% dos adultos brasileiros estavam acima do peso, reflexo de mudanças no estilo de vida da população, como alimentação inadequada e baixos níveis de atividade física. O excesso de peso associado ao sedentarismo aumenta significativamente o risco de desenvolver doenças metabólicas e cardiovasculares.

 

De acordo com a dra. Flávia Pieroni, endocrinologista do São Marcos Saúde e Medicina Diagnóstica, da Dasa, o corpo costuma dar sinais de que algo não está funcionando bem antes mesmo do surgimento de doenças mais graves.

 

"O sedentarismo afeta diretamente o metabolismo. Quando o organismo permanece por muito tempo sem atividade física regular, podem surgir alterações na glicemia, no colesterol, na pressão arterial e até na composição corporal. Muitas dessas mudanças começam de forma discreta, mas podem ser identificadas em exames laboratoriais e clínicos", explica.

 

A seguir, confira cinco sinais que podem indicar que o sedentarismo já está impactando a saúde.

 

1. Cansaço frequente e perda de condicionamento

Sentir cansaço ao subir escadas ou caminhar pequenas distâncias pode ter várias causas, mas uma das mais comuns é a falta de preparo físico. A ausência de atividade regular reduz a capacidade cardiorrespiratória, tornando tarefas do dia a dia mais cansativas.

Para o dr. Breno Giestal, cardiologista do Alta Diagnósticos, da Dasa, no Rio de Janeiro, esse cansaço pode ser um importante sinal de alerta. "Quando a pessoa perde condicionamento, atividades simples tornam-se muito mais difíceis, o que impacta a qualidade de vida e aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares".

Segundo o especialista, o condicionamento físico está diretamente ligado ao VO₂ máximo, indicador da capacidade do organismo de utilizar oxigênio durante o exercício. "Hoje sabemos que o VO₂ máximo é um dos marcadores mais importantes de saúde e longevidade na medicina", afirma.

Ele explica que exames como teste ergométrico e ergoespirometria ajudam a avaliar essa capacidade de forma objetiva. "A ergoespirometria é considerada padrão-ouro, pois mede diretamente o consumo de oxigênio durante o esforço".

"O condicionamento cardiorrespiratório é um marcador biológico fundamental. Diferente de fatores como colesterol ou glicose, não existe medicamento capaz de aumentar o VO₂ máximo; assim, a verdadeira 'pílula' é o exercício físico", comenta o dr. Breno Giestal.

 

2. Ganho de peso e aumento da gordura abdominal

A redução do gasto energético favorece o aumento do tecido adiposo na região abdominal. Parte desse acúmulo ocorre na forma de gordura visceral, que se deposita ao redor de órgãos como fígado, pâncreas e intestino, e está associada ao maior risco de doenças cardiovasculares, resistência à insulina e diabetes tipo 2.

"O acúmulo de gordura na região abdominal também pode afetar o fígado e levar à esteatose hepática, conhecida como gordura no fígado. Exames de sangue como TGO, TGP e Gama GT ajudam a avaliar possíveis alterações hepáticas, e o ultrassom abdominal pode identificar o acúmulo de gordura no órgão", explica a dra. Flávia Pieroni.

 

3. Alterações nos níveis de colesterol e nos triglicerídeos

Mesmo sem sintomas aparentes, o sedentarismo pode contribuir para o aumento do colesterol LDL (considerado o "colesterol ruim") e dos triglicerídeos, além da redução do HDL, que tem papel protetor para o coração.

 

4. Aumento da glicemia e risco de diabetes

A falta de atividades físicas reduz a sensibilidade do organismo à insulina, hormônio responsável por controlar os níveis de açúcar no sangue. Com o tempo, isso pode favorecer o desenvolvimento de resistência à insulina e diabetes tipo 2.

 

5. Dores musculares e rigidez corporal

A ausência de movimento regular pode levar à perda de massa muscular, redução da flexibilidade e maior incidência de dores articulares ou musculares.

 

Avaliação médica e exames recomendados

Após a identificação desses sinais, a avaliação médica e a realização de exames ajudam a entender como o organismo está respondendo ao estilo de vida. "Entre os exames que costumam ser solicitados, estão a glicemia de jejum e a hemoglobina glicada, que avaliam o metabolismo da glicose, e o perfil lipídico, que mede o colesterol e os triglicerídeos, além de exames clínicos e cardiológicos, quando necessário", destaca a dra. Flávia Pieroni.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sedentarismo-5-sinais-de-que-sua-saude-pode-estar-em-risco,b938ebddf832c874ab39503ae227dfe2l3ri7lbj.html?utm_source=clipboard - Por Mariana Bego - Foto: Studio Romantic | Shutterstock / Portal EdiCase

domingo, 14 de dezembro de 2025

Por que consumir álcool com energético pode te colocar em risco?


Comum em drinks e em longas noitadas, mistura eleva sobrecarga ao coração; entenda

 

Com o fim de ano batendo à porta, chegam também as confraternizações, as férias e aquela maratona de festas -- e, claro, a presença mais constante de bebidas alcoólicas. Uma combinação continua em alta nas baladas e nos encontros de virada: álcool com energético. A mistura, popularizada entre drinks e longas noitadas, pode parecer inofensiva, mas cardiologistas alertam que os efeitos estimulantes dos energéticos elevam a sobrecarga sobre o coração, mascaram sinais de intoxicação e aumentam o risco de arritmias.

 

Segundo o médico Fabrício da Silva, cardiologista da Clínica Amplexus, as substâncias presentes tanto no álcool quanto nos energéticos atuam diretamente no sistema elétrico do coração, causando taquicardia. O especialista acrescenta que pessoas com problemas estruturais no coração, como hipertrofia ou inflamações, têm maior suscetibilidade a quadros graves.

 

A associação pode ainda mascarar o nível de embriaguez, aumentando a ingestão de álcool e criando uma sensação falsa de energia. Para Marcelo Bergamo, cardiologista do Hospital Santa Bárbara, essa contradição entre depressão do sistema nervoso (pelo álcool) e estímulo cardiovascular (pelos energéticos) engana o organismo. "Isso pode mascarar a sensação de embriaguez, levando a maior consumo de álcool sem percepção de risco imediato, e sobrecarregar o coração, aumentando a frequência cardíaca e a pressão arterial.", afirma.

 

Riscos aumentam no fim do ano

Tanto Silva quanto Bergamo afirmam observar maior incidência de quadros cardíacos relacionados a essa mistura justamente em períodos de festas. "Final de ano, férias, confraternizações e, consequentemente, as pessoas se expõem a uma maior quantidade de álcool e aquelas pessoas que gostam dos drinks que envolvam o álcool com o energético também acabam se expondo em maior quantidade", diz Silva.

 

Bergamo confirma que verão e feriados concentram mais casos -- especialmente em festas, bares e eventos com consumo intenso. Por esse consumo, jovens adultos, de 18 a 30 anos, são os que mais registram casos nessa época, com foco nos homens.

 

Quem está mais vulnerável?

Entre os grupos mais suscetíveis, os especialistas citam idosos, hipertensos, diabéticos e pessoas com histórico de arritmia ou doenças cardíacas. Jovens adultos, porém, estão longe de estar protegidos. "Mesmo indivíduos aparentemente saudáveis podem apresentar complicações se exagerarem na quantidade ou na frequência", afirma Bergamo.

 

Sinais de alerta

Palpitação, batimentos acelerados, dor no peito, falta de ar, tontura e pressão na cabeça estão entre os principais sintomas. O aparecimento de náusea intensa, confusão mental ou sensação de ansiedade também devem acender o alerta.

 

"Se algum desses sintomas aparecer, é fundamental não ignorá-los, mesmo que pareçam passageiros", indica Bergamo. "Procure atendimento médico imediatamente. Enquanto aguarda ajuda, hidratar-se também ajuda. Evite esforço físico, mantenha-se sentado ou deitado e, se possível, alguém deve acompanhar a pessoa. Quanto mais rápido o atendimento, menores os riscos de complicações graves."

 

Silva recomenda que, se possível, festeiros monitorem os batimentos com smartwatch, mas reforça que a medida não substitui avaliação médica.

 

Exposição repetida aumenta o risco

O consumo frequente ao longo da vida pode provocar alterações permanentes, como hipertrofia do coração, aumento da pressão arterial e lesões no ritmo cardíaco. "Quanto maior a exposição às substâncias, maiores os riscos", explica Silva.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/por-que-consumir-alcool-com-energetico-pode-te-colocar-em-risco,b12774c6e10574b3d84928a636c9b77003zvorzd.html?utm_source=clipboard - Por: Maria Luiza Valeriano - Foto: Reprodução/freepic.diller/Freepik

segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

Barriga grande pode aumentar risco de infarto e AVC; entenda


Trabalho acadêmico serve como recado para pessoas acima de 40 anos

 

Indubitavelmente, aquela barriguinha a mais incomoda e só acarreta em prejuízos para autoestima e saúde. Nesse sentido, o estudo disponível no JAHA (Journal of the American Heart Association) aduziu que a circunferência abdominal alta aumenta o risco de infarto e AVC (Acidente Vascular Cerebral).

 

A relação da circunferência abdominal alta com o risco de infarto e AVC

Pesquisadores da Nanjing Medical University, da China, avaliaram 9.935 indivíduos com nenhuma doença do coração entre 2011 e 2015. No entanto, houve 3.052 eventos cardiovasculares e 894 mortes de 2017 até 2020.

 

Após a análise da medida da circunferência abdominal de todos, a qual foi registrada de tempos em tempos, os autores perceberam que participantes com cintura mais avantajada apresentaram chance de 61% a 163% de infarto e AVC.

 

Esse valor alto correspondeu ao risco daqueles com mais de 45 anos. E que já estavam há pelo menos seis deles com uma circunferência abdominal além do desejável.

 

Além disso, a OMS (Organização Mundial de Saúde) afirma que a medida ideal da circunferência abdominal é de 88 cm para mulheres e 102 cm para os homens.

 

O que se deve fazer para não aumentar a circunferência abdominal?

O ideal é cumprir com a rotina de exercícios físicos, reduzir o consumo alcoólico, diminuir a ingestão de alimentos ultraprocessados, açúcares e gorduras saturadas. E aumentar a ingestão de frutas, vegetais, gordura mono e poli-insaturadas.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/barriga-grande-pode-aumentar-risco-de-infarto-e-avc-entenda,b7552ce2cb4b880f1cc9a2504e15f29fl4xx11mb.html?utm_source=clipboard - Por: Guilherme Faber - Foto: Shutterstock / Sport Life


E esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve.

1 João 5:14


quarta-feira, 25 de setembro de 2024

Consumo de álcool tem 'relação profunda' com 6 tipos de câncer, revela estudo


Autores da pesquisa pedem campanhas de conscientização: 'Mais da metade das pessoas não sabe que o álcool aumenta o risco de câncer'

 

Um recente relatório da Associação Americana para a Pesquisa do Câncer levanta preocupações sobre a relação entre o consumo de álcool e o aumento de casos de câncer, especialmente entre adultos com menos de 50 anos.

 

Apesar da taxa de mortalidade por câncer ter diminuído, a incidência de vários tipos de câncer, como os do sistema gastrointestinal e o câncer de mama, está aumentando, com um crescimento alarmante observado entre os mais jovens.

 

Pessoas bebem menos álcool hoje porque opções de lazer ficaram mais diversas e acessíveis, diz historiador

 

'Comecei a beber com 11 anos e não conseguia parar': as crianças que consomem álcool no Reino Unido

 

O estudo aponta que 40% dos casos de câncer estão relacionados a fatores de risco modificáveis, recomendando a redução do consumo de álcool, juntamente com mudanças no estilo de vida, como evitar o tabaco, manter uma dieta saudável, praticar exercícios e minimizar a exposição a poluentes. 

 

Os autores da pesquisa pedem também que campanhas de conscientização sejam realizadas e que rótulos de advertência específicos sobre câncer sejam adicionados às bebidas alcoólicas.

 

“Cinquenta e um por cento das pessoas — ou mais da metade — não sabe que o álcool aumenta o risco de câncer”, disse Jane Figueiredo, epidemiologista do Instituto de Câncer Samuel Oschin, no Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles (EUA), que participou do comitê responsável pela elaboração do relatório.

 

“Podemos falar sobre o mito de que o vinho tinto tem potenciais benefícios cardiovasculares, mas existem muitas maneiras de manter o coração saudável, e esses potenciais benefícios não superam os riscos de câncer”, acrescentou. 

 

De acordo com o relatório, o consumo excessivo de álcool aumenta o risco de seis tipos de câncer, incluindo carcinoma espinocelular do esôfago e certos tipos de câncer de cabeça, pescoço, mama, colorretal, fígado e estômago.

 

Acredita-se também que o álcool aumente o risco de câncer de mama em mulheres, pois pode elevar os níveis do hormônio estrogênio, que pode impulsionar o desenvolvimento da doença. Como resultado, a redução do consumo de álcool é uma das poucas maneiras que as mulheres têm para modificar seu risco para essa doença. 

 

Enquanto as mulheres já foram desencorajadas a beber durante a gravidez por muitas razões, o relatório da Associação Americana para a Pesquisa do Câncer fornece mais uma: estudos mostraram que o consumo de álcool durante a gravidez aumenta o risco de leucemia infantil nos filhos. 

 

Os pesquisadores ressaltam que, diante dessas evidências, a redução do consumo de álcool se torna uma estratégia crucial para a prevenção do câncer.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/consumo-de-alcool-tem-relacao-profunda-com-6-tipos-de-cancer-revela-estudo,539d6d39de34b7cfb65d45ebf610d1cb2p96dbit.html?utm_source=clipboard - Foto: Freepik


Por meio de Jesus, portanto, ofereçamos continuamente a Deus um sacrifício de louvor, que é fruto de lábios que confessam o seu nome.

Hebreus 13:15


quarta-feira, 20 de dezembro de 2023

Alimentos ultraprocessados podem aumentar risco de câncer, diz estudo


Esse estilo de consumo só agrava a condição de um sujeito

 

Resumidamente, alimento ultraprocessado é submetido ao longo processo industrial, ou seja, são comidas com alto teor de açúcar, conservantes e gorduras, características que não denotam nenhuma qualidade saudável. Além disso, há um estudo, que associou alimentos ultraprocessados com aumento da taxa de câncer.

 

Veja a relação entre alimentos ultraprocessados com aumento da taxa de câncer

Essa pesquisa se baseou em dados do Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde da Escola de Medicina da Universidade de Washington, dos Estados Unidos, e expôs o aumento de câncer em pessoas com idades entre 25 e 29 anos nas últimas décadas, o que superou até os casos de câncer entre os idosos.

 

O alerta se estende ao câncer colorretal, que resultou no aumento de 70% entre pessoas de 15 a 39 anos de 1990 até 2019. Esse tipo de câncer está intimamente ligado ao consumo de alimentos ultraprocessados e produtos embutidos, que contêm ingredientes com potenciais cancerígenos.

 

Outro dado agravante

Há outro estudo do King’s College London, do Reino Unido, que valoriza lanches saudáveis para manutenção de uma dieta leve, opções que não estão em alta pela maioria.

 

O motivo é que os cientistas dessa instituição britânica detectaram que 25% dos participantes desse estudo conciliam opções saudáveis com consumir rotineiro de lanches à base de alimentos ultraprocessados e guloseimas açucaradas.

 

A visão do especialista

“Diante dessas descobertas preocupantes, é fundamental repensar nossas escolhas alimentares, mesmo quando se trata de lanches entre refeições. Optar por opções saudáveis e nutritivas pode fazer uma grande diferença na manutenção da saúde e na prevenção de doenças graves, como o câncer”, diz o médico nutrólogo Dr. Ronan Araújo.

 

Questionado sobre como seria essa opção nutritiva para acabar com a “besteira” após a refeição, Ronan sugere frutas frescas, como maçãs, peras, bananas, uvas, morangos ou fatias de melancia, que são ricas em fibras e vitaminas.

 

“Nossas escolhas de lanches importam tanto quanto as principais refeições quando se trata de manter uma dieta equilibrada e promover a saúde a longo prazo. Portanto, pense duas vezes antes de optar por aquele lanche ultraprocessado e faça escolhas que beneficiem seu corpo e bem-estar. Seu futuro saudável agradecerá”, termina o Dr. Ronan Araujo.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/alimentos-ultraprocessados-podem-aumentar-risco-de-cancer-diz-estudo/ - Por Guilherme Faber - Shutterstock


Ele mesmo levou os nossos pecados” em seu corpo na cruz, para que morrêssemos para os pecados e vivêssemos para a justiça; “por suas feridas fostes curados. (1 Pedro 2:24)


quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

5 dicas para emagrecer no verão sem colocar a saúde em risco


Veja como adotar um estilo de vida equilibrado para aproveitar a estação mais quente do ano

 

No verão, muitas pessoas costumam adotar dietas restritivas e exercícios intensos a fim de perder peso rapidamente. Porém, essa abordagem pode ser perigosa, resultando em riscos físicos e emocionais. Uma transformação saudável implica em hábitos graduais e equilibrados, evitando os extremos. Afinal, não é necessário abdicar do prazer e das escolhas pessoais para alcançar o corpo desejado.

 

Neste ponto, a aceitação e o respeito pelo próprio corpo são elementos essenciais para a construção de uma relação saudável com a alimentação e o exercício. Dessa forma, para emagrecer de forma equilibrada, é crucial estabelecer metas realistas ao longo do processo.

 

O grande perigo das dietas restritivas

Dietas restritivas privam o corpo de nutrientes essenciais, podendo acarretar consequências negativas para a saúde física e mental. Além disso, a pressão imposta por uma rotina de exercícios intensa pode levar a lesões, esgotamento e até mesmo impactar negativamente o bem-estar psicológico. 

 

Matheus Motta, nutricionista responsável pelo programa VigilantesdoPeso no Brasil, afirma que o caminho para um estilo de vida mais saudável está na construção de práticas sustentáveis e adaptáveis. “Ao invés de adotar medidas extremas, é preferível focar em abordagens equilibradas que promovam um emagrecimento mais duradouro. É importante destacar que a saúde vai além da balança. Por isso, é fundamental a incorporação de uma dieta balanceada, rica em nutrientes, aliada a uma rotina de exercícios que seja adequada ao seu corpo e objetivos”, comenta. 

 

Para isso, confira as dicas do VigilantesdoPeso para você cuidar da saúde sem deixar de curtir o verão. Confira!

 

1. Consuma alimentos frescos e saborosos

Explore a riqueza de frutas, vegetais e alimentos frescos que a estação oferece. Criar refeições coloridas e nutritivas é uma maneira deliciosa de manter uma alimentação saudável sem abrir mão do sabor.

 

2. Faça atividades ao ar livre

Aproveite o clima ensolarado para se exercitar ao ar livre. Caminhadas, corridas na praia, ioga ao ar livre e esportes aquáticos são ótimas opções para manter o corpo ativo e a mente revigorada.

 

3. Foque a hidratação

Mantenha-se hidratado, não somente passando cremes hidratantes para a pele, mas também bebendo água, água de coco e sucos naturais. Explore opções de bebidas refrescantes e saborosas, adicionando frutas e ervas para criar combinações únicas.

 

4. Aprecie com moderação

Permita-se saborear algumas delícias típicas do verão sem excessos. O equilíbrio é a chave, então desfrute de um sorvete ocasional ou de um churrasco com amigos, sempre com consciência das escolhas alimentares.

 

5. Cuide do seu etilo de vida

O “ Projeto Verão ” não se trata apenas de aparência, mas também de bem-estar. Encontre atividades que realmente lhe proporcionem alegria e relaxamento, seja praticando um hobby , lendo um bom livro ou dedicando tempo à meditação.

 

Curta o calor do seu jeito, adote um estilo de vida saudável, valorizando escolhas conscientes e prazerosas. Lembre-se de que o verão é uma oportunidade para nutrir o corpo e a alma, sem comprometer o prazer e a autenticidade.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-11-29/5-dicas-para-emagrecer-no-verao-sem-colocar-a-saude-em-risco.html - Por Mariana Cotrim - Por EdiCase - Imagem: Art_Photo | Shutterstock


Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação. 2 Timóteo 1:7


domingo, 26 de novembro de 2023

Calor forte aumenta risco de AVC; veja como prevenir


O risco é ainda maior para os idosos, que naturalmente têm mais doenças cardiovasculares. Veja como prevenir o AVC

 

O Brasil está passando por uma forte onda de calor, o que tem colocado em risco a saúde de toda a população, especialmente das crianças e dos idosos. O perigo é ainda maior para o segundo grupo, que é mais suscetível a doenças cardiovasculares, como o acidente vascular cerebral (AVC), por exemplo.

 

De acordo com o neurocirurgião Dr. Victor Hugo Espíndola, isso ocorre por conta da desidratação, que torna o sangue mais espesso e, com isso, aumenta os fatores de coagulação do sangue, provocando um AVC.

 

Segundo o médico, normalmente a população mais idosa é mais suscetível à desidratação. “Por isso, a gente tem que tomar muito cuidado dessa faixa etária e orientar bem e hidratar esses pacientes”, alerta.

 

Reconhecendo um AVC

 

No caso de um acidente vascular cerebral, a urgência em atender o paciente é imprescindível. Portanto, é fundamental reconhecer um episódio assim que ele ocorre, para prestar socorro o quanto antes. Nesse sentido, Victor Hugo recomenda o uso do acrônimo SAMU, em que:

 

S indica sorriso: é preciso verificar se há uma assimetria facial no paciente, como a boca torta;

A indica abraço: recomenda-se pedir para o paciente levantar os dois braços a fim de identificar se há diferença nas forças entre um e outro;

M indica música: peça para o paciente cantar uma música, recitar um poema ou conversar, e identifique se há alguma dificuldade cognitiva;

U indica urgência: na presença de um ou mais dos sintomas anteriores, é preciso levar o paciente com urgência até a única de saúde mais próxima.

Prevenção

Considerando que o principal fator de risco para o AVC durante as altas temperaturas é a desidratação, o neurocirurgião recomenda a ingestão de bastante água. A nutricionista e supervisora de Nutrição e Dietética do São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, aponta os principais sinais de desidratação:

 

Sede exagerada;

Boca e pele seca;

Olhos fundos;

Diminuição da sudorese;

Cansaço;

Dor de cabeça;

Tontura.

 

Cintya lembra que o ideal é se hidratar logo ao acordar, com pelo menos 500 ml de água. “Durante o sono, nosso organismo consome muita água para continuar funcionando. Por isso, já acordamos desidratados, com necessidade de reposição”, justifica.

 

Mas, para quem não possui o hábito de beber água e deseja aumentar o consumo, uma boa dica é apostar em água saborizada. “Como os ingredientes utilizados são naturais, todos têm seus benefícios, cada um pode escolher de acordo com sua criatividade e preferências”, indica a nutricionista.

 

A profissional recomenda ainda acrescentar itens como morango, mirtilos, pedaços de melancia, pepino com limão, limão e gengibre, hortelã, abacaxi, entre muitas outras opções. Além disso, água com gás, água de coco, sucos e chás também podem auxiliar na hidratação diária.

 

O Dr. Victor Hugo acrescenta às recomendações evitar se expor ao sol de maneira direta nesta época de calor intenso, principalmente nos períodos mais quentes do dia – geralmente entre 11h e 16h.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/calor-forte-aumenta-risco-de-avc-veja-como-prevenir.phtml - By Milena Vogado - Foto: Shutterstock


Mas eu vou restaurar a saúde e curar as suas feridas ‘, declara o SENHOR. (Jeremias 30:17)


sábado, 15 de julho de 2023

Confira alguns alimentos associados ao câncer, segundo a OMS


Além do aspartame, outros alimentos constam na lista

 

A Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc), vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou recentemente o aspartame como possível cancerígeno.  Além do adoçante, outras classes de alimentos como carnes vermelhas, processadas e frituras foram associados ao aumento do risco da doença.

 

Embora haja relação entre o consumo do aspartame e o desenvolvimento de câncer, a análise conjunta, efetuada pela Iarc e o comitê misto de peritos da Organização Mundial da Saúde e da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (JECFA), os dados científicos conhecidos não obrigam a alterar os valores diários de consumo aceitáveis.

 

Além do aspartame, a lista de alimentos que a OMS considera haver risco de câncer no consumo são:

 

Carne vermelha

Há evidências sólidas dos efeitos cancerígenos da carne vermelha, especialmente no desenvolvimento de câncer de cólon, reto, pâncreas e próstata. Isso inclui carnes como bovina, suína, cordeiro, carneiro, cavalo e cabra, sendo classificada no grupo 2A da OMS como provavelmente causadora de câncer. Apesar da crítica de grupos da indústria da carne, médicos e agências governamentais alertam há algum tempo sobre a associação entre uma dieta rica em carne vermelha e o risco de câncer, principalmente câncer de cólon e pâncreas.

Ainda não está claro em que medida o consumo de carne vermelha aumenta o risco de câncer, mas pesquisadores da Universidade da Califórnia têm uma hipótese. Eles acreditam que o ácido siálico Neu5Gc, uma molécula de açúcar presente na carne vermelha, desencadeia um processo inflamatório no organismo que pode predispor ao desenvolvimento do câncer. Essa molécula é naturalmente encontrada na maioria dos mamíferos, mas não nos seres humanos.

O consumo frequente de carne vermelha pode levar a uma inflamação crônica, uma vez que o sistema imunológico humano produz constantemente anticorpos contra o Neu5Gc, considerando-o uma substância estranha. Testes realizados em ratos de laboratório, manipulados para imitar os seres humanos, mostraram que o consumo de Neu5Gc resultou em inflamação sistêmica, quintuplicando a formação de tumores e acumulando a molécula nos tumores.

Embora os testes em humanos sejam mais complexos, a equipe de pesquisa acredita que essa descoberta possa contribuir para a compreensão da conexão entre carne vermelha e doenças agravadas por inflamações crônicas, como aterosclerose e diabetes tipo 2.

 

Carnes processadas

Um relatório divulgado em outubro de 2015 pela Iarc e pela OMS apontou que o consumo de carne processada, como presunto, salsicha e bacon, aumenta o risco de câncer. Uma equipe de especialistas analisou mais de 800 estudos internacionais sobre carne e câncer, concluindo que a carne processada é "cancerígena para humanos".

Em particular, há evidências suficientes de que o consumo desse tipo de carne provoca câncer colorretal. Portanto, a carne processada foi classificada no grupo 1 da Iarc, juntamente com substâncias como cigarros, amianto e fumaça de diesel. No entanto, a agência enfatizou que o risco de câncer associado ao consumo de carne processada ainda é baixo para uma pessoa individualmente, mas aumenta proporcionalmente à quantidade consumida.

Segundo a Iarc, cada porção diária de 50 gramas de carne processada aumenta o risco de câncer colorretal em 18%.

 

Frituras

A OMS classifica as frituras no grupo 2A, que indica que elas provavelmente causam câncer. Especificamente, as frituras foram associadas ao câncer de língua.

Além disso, um estudo divulgado pela Iarc em 2020 revelou uma possível associação entre os ácidos graxos trans, encontrados em frituras, e um maior risco de desenvolvimento de câncer de ovário.

 

Álcool

Desde 2012, o álcool foi classificado no mesmo grupo 1 da OMS que a carne processada, indicando que ambos podem causar câncer, embora os níveis de risco associados variem consideravelmente.

Dentre os tipos de câncer relacionados ao consumo de álcool estão os cânceres de intestino, fígado, esôfago e mama.

Além disso, um estudo recente abrangendo 195 países destacou que até mesmo quantidades pequenas de vinho ou cerveja consumidas ocasionalmente podem aumentar o risco de problemas de saúde ou morte. A OMS adverte que o consumo de álcool está associado a mais de 200 doenças e condições crônicas. Essa lista inclui câncer e cirrose, e é responsável por 3,3 milhões de mortes anualmente, equivalente a aproximadamente 6% do número total de óbitos no mundo.

 

Extrato de Aloe Vera

O extrato de aloe vera, também conhecido como babosa, é classificado no grupo 2B, que sugere uma possível relação com o desenvolvimento de câncer. No Brasil, a venda, fabricação e importação de alimentos e bebidas à base de aloe vera foram proibidas pela Anvisa devido à falta de comprovação de segurança em seu uso. A substância só é permitida como aditivo aromatizante em alimentos.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/2023-07-14/confira-os-alimentos-associados-ao-cancer--segundo-a-oms.html - Por Caciane Sousa - Reprodução: Pixabay


O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz.

Números 6:24-26


domingo, 25 de junho de 2023

O inverno está chegando! Veja 6 formas de aumentar a imunidade


As baixas temperaturas aumentam o risco para uma série de doenças. Veja como se proteger fortalecendo sua imunidade

 

Com a proximidade do inverno, as temperaturas estão cada vez mais baixas, ocasionando o cenário perfeito para a disseminação de uma série de doenças respiratórias. Nesse contexto, estar com a imunidade alta é um diferencial.

 

O sistema imunológico é uma rede complexa de células, tecidos e órgãos que trabalham juntos para proteger nosso corpo de invasores, como bactérias, vírus e fungos. Uma imunidade fortalecida é fundamental para manter nosso corpo saudável e resistente a doenças.

 

No entanto, as mudanças de temperatura podem afetar a nossa imunidade de várias maneiras. Por exemplo, o frio pode reduzir a capacidade do sistema imunológico de resistir, enquanto o excesso de calor pode levar à desidratação, que também pode enfraquecer nossas defesas. Para manter a imunidade alta, precisamos adotar estratégias eficazes que funcionem em harmonia com nosso estilo de vida.

 

Como manter a imunidade alta?

“Manter a imunidade alta é um dos pilares para uma vida saudável e vibrante. Acredito fortemente que a nutrição desempenha um papel fundamental nesse processo. Incluindo em nossa dieta alimentos ricos em vitamina C, como frutas cítricas e vegetais de folhas verdes, podemos fortalecer nosso sistema imunológico. Além disso, não devemos subestimar o poder da vitamina D, que pode ser adquirida através da exposição ao sol e da ingestão de determinados alimentos”, destaca Alessandra Feltre, nutricionista da empresa Puravida.

 

Alessandra acrescenta ainda o papel do exercício e do gerenciamento do esgotamento físico. “Um estilo de vida ativo melhora a circulação de células imunológicas em nosso corpo, e manter o estresse sob controle ajuda a evitar a supressão do sistema imunológico”, afirma a especialista.

 

1. Mantenha uma dieta balanceada

A primeira, e mais importante estratégia, é manter uma dieta balanceada. Comer uma variedade de alimentos frescos e nutritivos fornecem ao corpo os nutrientes necessários para manter o sistema imunológico funcionando eficientemente. Alimentos ricos em vitamina C, como laranjas, morangos e pimentões, ajudam a fortalecer as células imunológicas.

 

2. Não se esqueça da vitamina D

A vitamina D é outro nutriente crucial para a imunidade. Esta vitamina é produzida pela pele em resposta à luz solar, mas também pode ser adquirida através da alimentação ou suplementos. A vitamina D é essencial para a função imunológica adequada e sua deficiência pode levar a um aumento da suscetibilidade a doenças. É importante lembrar que uma exposição solar segura é a melhor maneira de garantir níveis adequados de vitamina D.

 

3. Aposte em multivitamínicos

Os multivitamínicos também podem ser úteis, já que trazem em sua formulação uma ampla gama de vitaminas e minerais, que são necessários para o bom funcionamento do metabolismo e da imunidade. Podem ser um ótimo reforço à uma alimentação rica e equilibrada. 

 

4. Beba bastante água

Manter-se hidratado é outra estratégia importante. Beber água suficiente ajuda a manter todas as funções corporais, incluindo o sistema imunológico, funcionando de maneira ideal. Além disso, dormir bem é vital para a imunidade. Durante o sono, o corpo produz e distribui células imunológicas-chave, por isso, garantir um sono de qualidade é essencial para manter a imunidade alta.

 

5. Não deixe de fazer exercícios físicos

O exercício regular também é uma excelente maneira de fortalecer o sistema imunológico. Atividades físicas moderadas, como caminhar, correr ou andar de bicicleta, ajudam a aumentar a circulação de células imunológicas, tornando o sistema imunológico mais eficiente.

 

6. Controle o estresse

Por fim, mas não menos importante, o controle do estresse é vital para a manutenção da imunidade. O estresse intenso pode suprimir o sistema imunológico e torná-lo menos eficaz na luta contra patógenos. Técnicas de relaxamento, como meditação, ioga ou simplesmente passar tempo com entes queridos, podem ajudar a gerenciar o estresse e manter o sistema imunológico forte.

 

Lembre-se, cuidar da imunidade é um investimento na sua saúde e bem-estar. Embora essas estratégias possam ajudar a manter uma imunidade alta, é sempre importante procurar aconselhamento médico para entender melhor suas necessidades individuais.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/o-inverno-esta-chegando-veja-6-formas-de-aumentar-a-imunidade.phtml - By Milena Vogado - Foto: Shutterstock


Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam. Hebreus 10:39


quinta-feira, 8 de junho de 2023

Frio aumenta risco de AVC; entenda porque isso acontece


Doenças cardiovasculares como o AVC têm um risco aumentado durante as estações mais frias do ano. Neurocirurgião explica os riscos

 

A frente fria chegou e, dessa vez, parece que veio para ficar. O clima pede atenção redobrada com a saúde, pois as baixas temperaturas aumentam em até 20% o risco de se ter um AVC (acidente vascular cerebral), alerta o Instituto Nacional de Cardiologia.

 

De acordo com o médico neurocirurgião especialista em AVC, Dr. Victor Hugo Espíndola, esse risco aumentado se deve a produção de determinados hormônios neurotransmissores que levam a uma vasoconstrição das artérias. Isto é, faz com que elas se contraiam, obstruindo o fluxo sanguíneo e provocando um acidente vascular.

 

Então, se o paciente tiver alguma condição que predisponha a ocorrência de um AVC, como uma placa de gordura, por exemplo, a artéria que já estaria comprometida se torna ainda mais suscetível durante o frio, aponta Victor Hugo.

 

“Além disso, essa vasoconstrição arterial ela leva a um aumento da pressão arterial, que também é um fator de risco tanto para AVC isquêmico quanto para hemorrágico. Mas existem outros hábitos de vida também que se intensificam no frio: as pessoas tendem a consumir mais bebida alcoólica, a fumar mais, beber menos líquido e, por isso, se desidratam. Tudo isso é fator de risco para o AVC”, acrescenta o médico.

 

O neurocirurgião reforça que as temperaturas baixas não aumentam apenas o risco de um acidente vascular cerebral isquêmico, mas também de um episódio hemorrágico – seja por ruptura de aneurisma cerebral ou pico hipertensivo, o que também aumenta no clima frio. “Todas as doenças cardiovasculares, de modo geral, entre elas o infarto, que é um uma das principais causas de morte, também aumenta em estações mais frias”, alerta.

 

Prevenção

Até 80% dos casos de AVC podem ser evitados com a adoção de bons hábitos de vida, aponta o Dr. Victor Hugo. O especialista indica algumas medidas:

 

Controle da hipertensão;

Controle do diabetes;

Controle do colesterol;

Evitar o sedentarismo;

Interromper o tabagismo;

Moderar o consumo de bebidas alcoólicas;

Manter boa hidratação principalmente no frio;

Se agasalhar bem para evitar o processo de vasoconstrição.

 

Na mínima suspeita de AVC é preciso encaminhar o paciente o mais rápido possível pro hospital para garantir um diagnóstico e tratamento rápido. “Com isso a gente consegue reverter muitos sintomas e deixar vários pacientes até mesmo sem sequelas”, destaca o neurocirurgião.

 

Victor lembra que o AVC hoje é a doença que mais mata e que mais incapacita no Brasil e no mundo. “É uma doença que tem tratamento, mas esse tratamento está intimamente relacionado ao tempo. Quanto mais precoce for, melhores serão os resultados e maiores são as chances do paciente sair sem sequelas”, afirma.

 

“Então, na mínima suspeita, o paciente tem que procurar o hospital mais próximo para esse diagnóstico ser concluído e o tratamento ser efetivado. É bom lembrar que a gente consegue evitar a grande maioria dos casos com medidas simples de bons hábitos de vida”, reforça o médico.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/frio-aumenta-risco-de-avc-entenda-porque-isso-acontece.phtml - By Milena Vogado - Foto: Shutterstock


Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação. 2 Timóteo 1:7


quarta-feira, 7 de junho de 2023

Veja como o excesso de treino pode colocar a sua saúde em risco


O descanso é importante para a saúde do corpo e para alcançar os objetivos dos treinos

 

Praticar exercícios físicos é de extrema importância para manter uma boa saúde e alcançar diversos objetivos, como aumentar a massa muscular e perder peso. No entanto, é crucial ter cautela e evitar exageros, respeitando o período de descanso entre os treinos.

 

“Muitas pessoas acreditam que, quanto mais treinarem, melhores serão os resultados, mas, assim como o sedentarismo, o excesso de atividade física também pode causar vários danos, especialmente quando se chega ao ponto de overtraining”, explica José Corbini, personal trainer e sócio do aplicativo de saúde integrativa Personal Virtual.

 

O que é overtraining?

De acordo com o especialista, overtraining é quando ocorre a perda de performance da pessoa por conta do treinamento excessivo, sem descanso adequado, com grande volume e intensidade, atrapalhando a recuperação do corpo. “Esse processo é caracterizado pela diminuição de rendimento nos treinos , mas também pode causar sintomas físicos, cognitivos, fisiológicos e até mesmo psicológicos”, resume José Corbini.

 

Evitando o overtraining

O primeiro passo para não chegar a essa situação é procurar um profissional para acompanhar e montar os treinos. “Quando um professor vai elaborar um treino, leva diversos fatores em consideração: objetivo, rotina, e o descanso deve estar nessa periodização, conforme a necessidade de cada um”, explica o educador físico.

 

Respeitando o planejamento feito pelo profissional, os riscos de chegar ao overtraining são praticamente nulos. “É claro que dar um feedback para os profissionais que te acompanham é importante, afinal há fases em que estamos mais atarefados no trabalho ou em casa, e o cansaço pode ser mais intenso, contribuindo para a diminuição de rendimento em outras tarefas, como a academia”, complementa José Corbini

 

Riscos do excesso de treino

Uma pessoa que treina sem descanso, de forma muito intensa sempre e com muita carga, também tem uma chance maior de desenvolver lesões, perda de condicionamento físico, força e resistência, fadiga crônica e, até mesmo, aumento de frequência cardíaca em repouso.

 

“Ou seja, a pessoa exagera no treino por acreditar que será melhor para alcançar seus objetivos, mas, na verdade, pode estar atrasando seu progresso, já que as consequências podem até mesmo afastá-las dos treinos por um período, dependendo da gravidade das lesões, por exemplo”, comenta o profissional.

 

Os riscos do overtraining ainda vão além e podem prejudicar também o sono, o humor e a imunidade. “Dependendo dos sintomas, não somente o treino pode ser comprometido, como também a vida pessoal e profissional”, complementa.

 

Tratamento para o overtraining

Se o exagero nos treinos está causando consequências, o ideal é a diminuição da rotina de exercícios e, muitas vezes, ela deve ser feita de forma drástica. “Nos casos mais graves, pode ocorrer até mesmo a interrupção dos exercícios físicos e de competições, até que a situação se amenize”, pondera José Corbini.

 

“O quadro de overtraining é reversível quando não traz consequências graves, como lesões ou alterações hormonais, por isso é importante ter acompanhamento profissional, que envolve personal trainer, nutricionista e até mesmo fisioterapeuta e médico do esporte, em níveis mais avançados “, finaliza.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-06-02/veja-como-o-excesso-de-treino-pode-colocar-a-sua-saude-em-risco.html - Por Beatriz Bradley - Por EdiCase - Imagem: antoniodiaz | Shutterstock)


Cure-me, Senhor, e serei curado; salve-me e serei salvo, pois você é aquele que eu louvo. (Jeremias 17:14)