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domingo, 4 de outubro de 2026

5 alimentos que podem estar associados à prevenção do câncer e cabem em uma alimentação equilibrada


Nenhum alimento previne câncer sozinho; veja como frutas, verduras, feijões e grãos integrais entram em um padrão alimentar equilibrado.

 

Nenhum alimento isolado previne o câncer. Segundo o INCA, a redução de riscos decorre de um padrão alimentar equilibrado a longo prazo, e não de supostos "superalimentos". A recomendação foca em priorizar itens in natura e vegetais variados, como frutas, legumes, verduras, leguminosas e grãos integrais, ricos em fibras e nutrientes, em vez de ultraprocessados. A prevenção real envolve escolhas constantes no estilo de vida, atividade física e acompanhamento médico, sem soluções milagrosas.

 

Uma lista de "cinco alimentos contra o câncer" chama atenção, mas transforma uma relação complexa em uma promessa que o prato não consegue cumprir. Nenhuma fruta, semente ou verdura isolada impede a doença. O que instituições como o Instituto Nacional de Câncer observam é a associação entre padrões alimentares e risco ao longo do tempo: variedade de alimentos vegetais, fibras e substituição de produtos menos favoráveis. A pergunta útil, portanto, não é qual ingrediente protege sozinho, mas como cinco grupos podem entrar numa rotina alimentar equilibrada.

 

O que significa reduzir risco pela alimentação?

Em populações estudadas ao longo do tempo, dietas ricas em alimentos de origem vegetal se associam a menor risco de alguns tipos de câncer. Isso não transforma uma refeição em escudo. Risco envolve idade, histórico, tabagismo, álcool, atividade física, exposição ambiental e muitos outros fatores. O INCA recomenda uma alimentação variada baseada em alimentos in natura e minimamente processados, em vez de depender de um suposto superalimento.

 

A evidência pode ser diferente conforme o tipo de tumor e o padrão de consumo. Fibra de grãos integrais, por exemplo, entra numa relação estudada com câncer colorretal; não seria correto atribuir proteção equivalente a qualquer tipo de doença. Esta leitura complementar apresenta ideias de alimentação cotidiana, sem substituir acompanhamento clínico nem medidas de rastreamento indicadas para cada pessoa.

 

Quais cinco grupos cabem no prato?

Frutas, verduras, legumes, feijões e outros grãos integrais oferecem combinações de fibras, vitaminas e compostos vegetais. Essa divisão é prática, não uma classificação de cinco medicamentos naturais. Uma banana no café, folhas e legumes no almoço, feijão com arroz e aveia ou pão integral ao longo do dia mostram como a variedade pode caber numa rotina comum, sem ingredientes caros.

 

O INCA destaca que diferentes cores e tipos ampliam a diversidade de componentes da dieta. O efeito observado é do padrão alimentar, não da soma de cinco produtos escolhidos uma vez. Feijão também é uma leguminosa acessível; variar preparações ajuda a manter o hábito. Não é necessário comprar suplementos de antioxidantes para reproduzir resultados encontrados em estudos de alimentação, pois alimentos e comprimidos não são equivalentes.

 

Frutas variadas trazem fibras e podem substituir sobremesas ultraprocessadas.

Verduras e legumes ampliam a diversidade do prato habitual.

Feijões e outras leguminosas combinam fibra e proteína vegetal.

Grãos integrais oferecem uma forma de incluir mais fibra ao longo do dia.

Sementes e nozes podem complementar a variedade, em porções compatíveis com a dieta.

 

Por que o conjunto importa mais que a lista?

Comer um item saudável sem mudar o restante da rotina pode ter efeito limitado. Uma pessoa pode adicionar sementes à refeição e continuar consumindo frequentemente carnes processadas, que o INCA recomenda evitar pelo aumento do risco de câncer de intestino. Trocas consistentes, quantidade total de alimentos, atividade física e outros hábitos entram na avaliação. A lista serve para abrir opções, não para vender a ilusão de compensação.

 

Também importa o contexto: acesso a alimentos, preferências, cultura culinária e condições de saúde determinam o que é sustentável. Arroz com feijão e vegetais não precisa ceder lugar a produtos rotulados como funcionais. Quem tem restrições alimentares, alergias ou tratamento oncológico deve discutir adaptações com profissionais de saúde; dietas "anticâncer" sem avaliação podem atrapalhar nutrição adequada.

 

O preparo muda a proposta?

Pode mudar. Uma fruta inteira conserva uma combinação de fibras que um suco coado não oferece na mesma forma. Verduras fritas e cobertas de molhos muito salgados entram numa refeição diferente de vegetais preparados com variedade e moderação. Isso não significa proibir métodos de preparo ou exigir comida crua; significa olhar para a refeição completa e para a frequência de consumo.

 

Substituir uma parte dos ultraprocessados por opções vegetais simples pode ser um objetivo mais claro que procurar um alimento milagroso. O INCA e o Fundo Mundial de Pesquisa do Câncer tratam prevenção como conjunto de escolhas e condições. Nem mesmo seguir todas as recomendações elimina a possibilidade de adoecer. A linguagem correta é redução de risco em escala populacional, com benefício potencial para a saúde, não garantia individual.

 

Como levar a ideia ao mercado?

Escolha alimentos de diferentes grupos que já fazem parte da sua cozinha e acrescente variedade gradualmente. Uma fruta da estação, um legume para a refeição principal, folhas quando possível, feijão e um grão integral são uma maneira concreta de começar. O preço e a disponibilidade mudam; a estratégia não depende de repetir os mesmos cinco itens toda semana.

 

Se a lista despertou curiosidade, o resultado mais útil é trocar a pergunta "qual alimento previne câncer?" por "que padrão alimentar consigo sustentar?". Os estudos não colocam um poder isolado na semente ou na fruta. Apontam para hábitos ao longo do tempo, combinados a outras medidas de prevenção e ao cuidado médico necessário. Essa é uma resposta menos espetacular, mas muito mais fiel ao que se sabe.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/5-alimentos-que-podem-estar-associados-a-prevencao-do-cancer-e-cabem-em-uma-alimentacao-equilibrada,0f816f82de02e34badac059227b8bb46uha2l1nl.html?utm_source=clipboard - Por: Gabriel Correa / Licenciado de Catraca Livre - Foto: Imagem gerada por inteligência artificial / Catraca Livre

sábado, 15 de julho de 2023

Confira alguns alimentos associados ao câncer, segundo a OMS


Além do aspartame, outros alimentos constam na lista

 

A Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc), vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou recentemente o aspartame como possível cancerígeno.  Além do adoçante, outras classes de alimentos como carnes vermelhas, processadas e frituras foram associados ao aumento do risco da doença.

 

Embora haja relação entre o consumo do aspartame e o desenvolvimento de câncer, a análise conjunta, efetuada pela Iarc e o comitê misto de peritos da Organização Mundial da Saúde e da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (JECFA), os dados científicos conhecidos não obrigam a alterar os valores diários de consumo aceitáveis.

 

Além do aspartame, a lista de alimentos que a OMS considera haver risco de câncer no consumo são:

 

Carne vermelha

Há evidências sólidas dos efeitos cancerígenos da carne vermelha, especialmente no desenvolvimento de câncer de cólon, reto, pâncreas e próstata. Isso inclui carnes como bovina, suína, cordeiro, carneiro, cavalo e cabra, sendo classificada no grupo 2A da OMS como provavelmente causadora de câncer. Apesar da crítica de grupos da indústria da carne, médicos e agências governamentais alertam há algum tempo sobre a associação entre uma dieta rica em carne vermelha e o risco de câncer, principalmente câncer de cólon e pâncreas.

Ainda não está claro em que medida o consumo de carne vermelha aumenta o risco de câncer, mas pesquisadores da Universidade da Califórnia têm uma hipótese. Eles acreditam que o ácido siálico Neu5Gc, uma molécula de açúcar presente na carne vermelha, desencadeia um processo inflamatório no organismo que pode predispor ao desenvolvimento do câncer. Essa molécula é naturalmente encontrada na maioria dos mamíferos, mas não nos seres humanos.

O consumo frequente de carne vermelha pode levar a uma inflamação crônica, uma vez que o sistema imunológico humano produz constantemente anticorpos contra o Neu5Gc, considerando-o uma substância estranha. Testes realizados em ratos de laboratório, manipulados para imitar os seres humanos, mostraram que o consumo de Neu5Gc resultou em inflamação sistêmica, quintuplicando a formação de tumores e acumulando a molécula nos tumores.

Embora os testes em humanos sejam mais complexos, a equipe de pesquisa acredita que essa descoberta possa contribuir para a compreensão da conexão entre carne vermelha e doenças agravadas por inflamações crônicas, como aterosclerose e diabetes tipo 2.

 

Carnes processadas

Um relatório divulgado em outubro de 2015 pela Iarc e pela OMS apontou que o consumo de carne processada, como presunto, salsicha e bacon, aumenta o risco de câncer. Uma equipe de especialistas analisou mais de 800 estudos internacionais sobre carne e câncer, concluindo que a carne processada é "cancerígena para humanos".

Em particular, há evidências suficientes de que o consumo desse tipo de carne provoca câncer colorretal. Portanto, a carne processada foi classificada no grupo 1 da Iarc, juntamente com substâncias como cigarros, amianto e fumaça de diesel. No entanto, a agência enfatizou que o risco de câncer associado ao consumo de carne processada ainda é baixo para uma pessoa individualmente, mas aumenta proporcionalmente à quantidade consumida.

Segundo a Iarc, cada porção diária de 50 gramas de carne processada aumenta o risco de câncer colorretal em 18%.

 

Frituras

A OMS classifica as frituras no grupo 2A, que indica que elas provavelmente causam câncer. Especificamente, as frituras foram associadas ao câncer de língua.

Além disso, um estudo divulgado pela Iarc em 2020 revelou uma possível associação entre os ácidos graxos trans, encontrados em frituras, e um maior risco de desenvolvimento de câncer de ovário.

 

Álcool

Desde 2012, o álcool foi classificado no mesmo grupo 1 da OMS que a carne processada, indicando que ambos podem causar câncer, embora os níveis de risco associados variem consideravelmente.

Dentre os tipos de câncer relacionados ao consumo de álcool estão os cânceres de intestino, fígado, esôfago e mama.

Além disso, um estudo recente abrangendo 195 países destacou que até mesmo quantidades pequenas de vinho ou cerveja consumidas ocasionalmente podem aumentar o risco de problemas de saúde ou morte. A OMS adverte que o consumo de álcool está associado a mais de 200 doenças e condições crônicas. Essa lista inclui câncer e cirrose, e é responsável por 3,3 milhões de mortes anualmente, equivalente a aproximadamente 6% do número total de óbitos no mundo.

 

Extrato de Aloe Vera

O extrato de aloe vera, também conhecido como babosa, é classificado no grupo 2B, que sugere uma possível relação com o desenvolvimento de câncer. No Brasil, a venda, fabricação e importação de alimentos e bebidas à base de aloe vera foram proibidas pela Anvisa devido à falta de comprovação de segurança em seu uso. A substância só é permitida como aditivo aromatizante em alimentos.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/2023-07-14/confira-os-alimentos-associados-ao-cancer--segundo-a-oms.html - Por Caciane Sousa - Reprodução: Pixabay


O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz.

Números 6:24-26


sexta-feira, 14 de junho de 2019

Suplementos não substituem boa alimentação, aponta estudo


Pelo contrário: eles foram associados a um maior risco de morte por câncer

Muita gente usa os tão famosos suplementos de vitaminas e minerais para suprir a falta de uma alimentação balanceada. Contudo, um novo estudo publicado no Annals of Intern Medicine, no início de maio deste ano, afirma que essa não é a melhor estratégia: as cápsulas não são tão eficazes quanto os nutrientes vindos do prato. Isso porque além de não aumentarem a longevidade de quem as ingere, elas não são absorvidas da mesma forma pelo organismo em comparação com o método natural.

Na pesquisa, foram avaliados dados de 30 mil voluntários que participaram do Levantamento Nacional de Saúde e Nutrição entre 1999 e 2010, nos Estados Unidos. As informações coletadas relacionavam o uso de suplementos com os hábitos alimentares dos indivíduos.

Os resultados mostraram que a ingestão suficiente de vitaminas A e K, além de magnésio, zinco e cobre, esteve relacionada com menores riscos de morte, mas somente quando absorvidos pelo corpo por meio de uma dieta equilibrada. Além disso, pacientes que suplementaram exageradamente cálcio estavam mais propensos ao risco de morte por câncer em 53%. Não aconteceu a mesma coisa quando o excesso de cálcio veio do cardápio dessas pessoas.

Outra questão interessante foi que quem usou vitamina D sem necessidade também tinha maior risco de morte durante o experimento.

Suplementos na medida certa são importantes
Contudo, nem pensar em abandonar a suplementação prescrita pelo médico por conta própria, viu? Quando há a deficiência de algum nutriente mesmo com adoção de um estilo de vida saudável, é preciso lançar mão das cápsulas sim. “Esses produtos servem para complementar aquilo que, por algum motivo, não está sendo alcançado com a alimentação. Isso pode acontecer por uma uma absorção deficiente do organismo ou uma demanda aumentada, como no caso atletas que não conseguem repor tudo que precisam por meio da comida”, explica o médico endocrinologista Francisco Tostes, membro da SBEM e sócio-diretor da clínica Nutrindo Ideias, do Rio de Janeiro e São Paulo.

Segundo o médico, pacientes com gastrite, idosos e quem passou pela cirurgia bariátrica podem desenvolver algumas mudanças no ácido digestivo que dificultam a absorção de substâncias benéficas ao corpo, e geralmente precisam de uma forcinha extra. “Além disso, mulheres com fluxo menstrual mais intenso podem ter perdas maiores de ferro, enquanto veganos e vegetarianos uma deficiência de vitamina B12. Já portadores de doenças renais e hepáticas podem apresentar problemas com a vitamina K, e alcoolistas com o ácido fólico”, complementa Francisco.

Mas, então, por que os alimentos continuam sendo as melhores fontes?
“O processo de mastigação estimula a liberação de outras enzimas necessárias para a digestão e absorção eficientes. Alguns alimentos também são ricos em fibras e quase nunca contém somente um nutriente”, afirma a nutróloga Nívea Bordin Chacur, da Clínica Leger, em São Paulo. Em uma cenoura, por exemplo, encontramos 300 carotenoides diferentes, o que é impossível obter em uma única cápsula.

E se abandonar os suplementos sem o aval médico não é recomendado, começar a tomá-los sem necessidade traz conseq. uências ainda piores. “Acaba alterando o funcionamento das vias metabólicas. O paciente pode apresentar taquicardia, cálculos renais, aumento de peso e queda de cabelo”, explica Nívea Chacur.

Sem contar que quando há excesso de um, pode haver falta de outro, “Um exemplo é o do cobre e zinco, que são absorvidos pelo mesmo local do intestino. Quando há zinco demais, o cobre não consegue ser absorvido”, diz Francisco Tostes.

Fonte: https://boaforma.abril.com.br/nutricao/suplementos-nao-substituem-boa-alimentacao-aponta-estudo/ - Por Amanda Panteri - marilyna/Thinkstock/Getty Images

sábado, 23 de julho de 2016

Álcool é causa direta de 7 tipos de câncer: quanto é preciso beber para estar em risco?

Um estudo recente indicou que o consumo de álcool é causa direta de pelo menos sete tipos de câncer. Mesmo sem o conhecimento completo sobre os mecanismos biológicos de como essa relação se dá no organismo, os pesquisadores concluíram que há “evidências epidemiológicas”, ou seja, quando se é comprovado um padrão de ocorrência da doença em um determinado grupo de pessoas, que atestam o fato.

A pesquisa ainda concluiu aquilo que muita gente, acostumada a um drinque ali e um copo de cerveja aqui, tinha medo: o risco de desenvolver a doença é dividido inclusive com pessoas que consomem quantidades moderadas de bebidas alcóolicas. Te explicamos a seguir mais detalhes deste estudo e quais os tipos de câncer são associados.

Bebida alcoólica x câncer

O estudo foi publicado no jornal científico Addiction (em inglês) e tem sido divulgado largamente pela imprensa internacional. Isto porque ele não só associa a bebida alcoólica ao surgimento de cânceres entre os que consomem quantidades abusivas, como também entre as pessoas que ingerem baixos níveis de álcool.

Os maiores riscos estão associados aos que bebem em maior quantidade, mas uma carga considerável pode ser associada a pessoas que consomem o álcool em níveis baixo ou moderado. O alerta se aplica a todos, entretanto, "devido à distribuição do consumo de bebidas alcoólicas entre a população". "Assim, a redução no consumo de álcool de toda população mundial terá um efeito importante sobre a incidência destas condições, pois promover campanha somente aos que consomem em níveis altos tem potencial limitado".

A conclusão se deu depois de mais de dez anos de estudo e análise de dados de entidades como Fundação Internacional de Pesquisa do Câncer, Agência Internacional de Pesquisa de Câncer e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Tipos de câncer

Os sete tipos de câncer apresentados no estudo são:
orofaringe (de garganta);
laringe;
esôfago;
fígado;
cólon;
reto;
mama.

As estimativas apresentadas no artigo mostram que cerca de meio milhão de mortes por câncer foram causadas pelo álcool, ou seja, 5,8% das mortes por câncer em todo o mundo.
Há ainda um aumento de evidências científicas que mostram a relação do álcool com o câncer de pele, próstata e pâncreas.

Níveis seguros de álcool
A pesquisadora responsável pelo estudo, Jennier Connor, destaca ainda que a ideia de que alguns níveis de álcool no organismo podem ser benéficos, como a de que uma taça de vinho faz bem para a saúde, “é cada vez mais falsa ou irrelevante em comparação ao aumento de riscos de se ter um câncer”. Isto significa que, de acordo com o estudo, não há níveis seguros de consumo de bebida alcoólica para se evitar o câncer.

Reversão dos riscos
Como atenuante, é possível reverter os riscos de câncer de fígado, laringe e faringe ao parar de se ingerir bebida alcóolica. No caso do câncer de fígado, em que uma das causas comuns é o abuso de álcool, os riscos de uma pessoa desenvolver um tumor primário se reduzem em 7% ao ano. Depois de 23 anos sem beber, é como se essa pessoa nunca tivesse ingerido uma gota de álcool.