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quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Ronco não é normal: veja dicas simples para dormir melhor


O ronco é um problema comum em diferentes faixas etárias e costuma afetar não apenas quem emite o som durante a noite, mas também quem divide o mesmo ambiente; Veja dicas para dormir melhor!

 

O ronco é um problema comum em diferentes faixas etárias e costuma afetar não apenas quem emite o som durante a noite, mas também quem divide o mesmo ambiente. Esse barulho é resultado da passagem do ar por vias respiratórias parcialmente obstruídas, o que faz tecidos da garganta vibrarem. Embora muitas pessoas encarem o ronco como algo cotidiano, especialistas destacam que ele pode ser um sinal de alerta para alterações no sono e na respiração.

 

Nos últimos anos, clínicas do sono e otorrinolaringologistas observaram um aumento na busca por orientações para reduzir o ronco. Entre os motivos estão a interferência na qualidade do descanso, o impacto na produtividade diária e até problemas de relacionamento. No entanto, a boa notícia é que, em muitos casos, mudanças simples na rotina e em alguns hábitos ajudam a diminuir o problema ou, ao menos, a torná-lo menos frequente.

 

O que causa o ronco e por que ele merece atenção?

O ronco costuma surgir quando há estreitamento ou relaxamento excessivo das vias aéreas superiores durante o sono. Fatores como sobrepeso, consumo de álcool à noite, desvio de septo, rinite alérgica e posicionamento inadequado ao dormir estão entre as causas mais relatadas em consultórios. Em outros casos, o ronco está ligado à apneia obstrutiva do sono, condição em que a respiração é interrompida por alguns segundos diversas vezes ao longo da noite.

 

Quando o ronco é intenso, diário e vem acompanhado de pausas respiratórias, sono agitado, dor de cabeça ao acordar ou cansaço excessivo durante o dia, médicos recomendam investigação detalhada. Nesses cenários, a avaliação pode incluir exame físico e análise do histórico de saúde. Em alguns casos, também há o procedimento da polissonografia, que monitora o sono em laboratório ou com equipamentos portáteis.

 

Como diminuir o ronco no dia a dia?

Especialistas em medicina do sono apontam que a mudança de hábitos é uma das principais estratégias para diminuir o ronco. Assim, pequenas ações, repetidas de forma consistente, ajudam a reduzir a vibração dos tecidos da garganta e a melhorar a passagem do ar. Em muitos casos, essas medidas funcionam como primeira linha de cuidado antes de intervenções mais complexas.

 

Entre as recomendações mais comuns para reduzir o ronco estão:

 

Controle do peso corporal: a redução de gordura na região do pescoço diminui a compressão das vias respiratórias;

Evitar álcool e sedativos à noite: essas substâncias relaxam demais a musculatura da garganta;

Jantar leve e não comer em grande quantidade próximo da hora de dormir;

Parar de fumar, já que o cigarro irrita e inflama as vias aéreas;

Manter rotina de sono, com horário regular para deitar e acordar.

 

O ambiente também influencia. Quartos muito secos favorecem irritação da mucosa nasal. Por isso, muitas pessoas se beneficiam do uso de umidificadores ou de um recipiente com água no quarto, principalmente em períodos de tempo seco. A limpeza frequente de cortinas, tapetes e roupas de cama reduz poeira e ácaros, importantes gatilhos para crises alérgicas que agravam o ronco.

 

Posição ao dormir ajuda mesmo a reduzir o ronco?

A posição ao dormir é um dos fatores que os especialistas costumam citar quando o assunto é "dicas para diminuir o ronco". Em geral, deitar de barriga para cima favorece o deslocamento da língua para trás, estreitando o espaço por onde o ar passa. Por isso, dormir de lado costuma ser uma orientação recorrente em consultórios.

 

Algumas estratégias simples são utilizadas para estimular essa postura lateral durante a noite:

 

Uso de travesseiro adequado: modelos que mantêm o alinhamento da cabeça com a coluna ajudam a evitar a obstrução nas vias aéreas;

Travesseiro entre os joelhos para quem dorme de lado, o que oferece mais conforto e facilita manter a posição;

Ajuste da altura da cabeceira da cama, levemente elevada, para facilitar a passagem do ar;

Evitar colchões muito moles, que favorecem posição corporal inadequada e pioram o ronco.

Existem ainda dispositivos vendidos no mercado, como tiras nasais externas, clipes que se apoiam na região do septo e travesseiros anatômicos, com o objetivo de facilitar a respiração. Ademais, profissionais de saúde recomendam avaliar caso a caso, já que esses recursos podem trazer alívio para alguns perfis de roncadores, mas não substituem avaliação médica quando o problema é persistente.

 

Exercícios e cuidados com a respiração podem fazer diferença?

Exercícios voltados à musculatura da língua, do palato e da região da garganta vêm ganhando espaço como alternativa complementar para quem deseja reduzir o ronco. Conhecidos como exercícios orofaríngeos ou de "terapia miofuncional", eles visam fortalecer músculos que, durante o sono, tendem a relaxar em excesso. Em muitos casos, esses treinos são orientados por fonoaudiólogos ou fisioterapeutas especializados.

 

Além disso, a respiração nasal livre é apontada como um dos pilares no controle do ronco. Quando há obstrução por rinite, sinusite ou desvio de septo, a tendência é respirar pela boca, o que favorece vibrações na região da garganta. Medidas como lavagem nasal com soro fisiológico, tratamento de alergias com orientação médica e, quando indicado, cirurgias corretivas, podem contribuir para um sono mais silencioso.

 

Para quem já recebeu diagnóstico de apneia do sono, o uso de aparelhos como o CPAP (pressão positiva contínua nas vias aéreas) pode ser recomendado por profissionais de saúde. Esse tipo de recurso, porém, exige acompanhamento especializado, ajustes periódicos e orientação sobre uso correto, sendo indicado principalmente em quadros moderados ou graves.

 

Quando procurar ajuda especializada para o ronco?

Embora muitas dicas para diminuir o ronco possam ser aplicadas em casa, há situações em que a orientação profissional se torna essencial. Sinais como engasgos noturnos, pausas na respiração observadas por terceiros, sonolência excessiva durante o dia, irritabilidade, dificuldade de concentração e pressão arterial elevada estão entre os motivos mais citados para busca de atendimento.

 

Otorrinolaringologistas, clínicos gerais e especialistas em medicina do sono costumam ser os profissionais de referência nesses casos. O objetivo principal é identificar a causa do ronco e definir a melhor combinação de medidas: mudanças de hábito, dispositivos orais, tratamentos para alergias, ajustes de peso, terapias respiratórias ou aparelhos específicos para apneia. Com acompanhamento adequado, a tendência é que a qualidade do sono e o bem-estar diário sejam favorecidos, tanto para quem ronca quanto para quem convive com o problema.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/ronco-nao-e-normal-veja-dicas-simples-para-dormir-melhor,b713958eb2c4cf1042ca51e482d534efyavc611b.html?utm_source=clipboard - Por: Valdomiro Neto* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / Milkos

sábado, 23 de agosto de 2025

Dentista revela o que causa e o que soluciona o mau hálito


A halitose, ou mau hálito, é um desconforto que causa grande constrangimento. Mas algumas medidas simples podem solucionar o problema

 

A halitose, também conhecida como mau hálito, causa bastante desconforto e constrangimento. Por isso, encontrar formas de tratar o problema é fundamental.

 

O que causa mau hálito

De acordo com a dentista Dra. Giovanna Zanini Rodrigues, diversos fatores podem causar o mau hálito. Algumas das principais causas incluem:

 

 1. Problemas bucais:

Bactérias orais: o acúmulo de bactérias na boca, principalmente na língua, gengivas e entre os dentes, pode levar à produção de compostos sulfurados voláteis (CSVs), que são responsáveis pelo odor desagradável.

 Doenças gengivais: gengivite e periodontite podem causar mau hálito devido à presença de bactérias nas bolsas periodontais.

 

2. Higiene bucal inadequada:

Escovação e uso inadequado do fio dental: isso porque a má higiene bucal permite a proliferação de bactérias causadoras de odor.

3. Problemas de saúde sistêmicos:

 

Infecções respiratórias: infecções nos seios paranasais, amígdalas ou pulmões podem contribuir para o mau hálito.

Problemas gastrointestinais: refluxo gastroesofágico, úlceras e outras condições gastrointestinais podem causar mau hálito devido à liberação de gases.

Diabetes: pessoas com diabetes podem ter hálito cetônico devido à presença de corpos cetônicos na respiração.

4. Dieta:

 

Alimentos odoríferos: consumo de alimentos como alho, cebola, especiarias fortes e certos tipos de queijos, por exemplo, pode contribuir para o mau hálito.

Jejum prolongado: a falta de alimentação por um período prolongado pode levar à produção de compostos que causam odor.

 

5. Tabagismo e consumo de álcool:

O tabagismo e o consumo excessivo de álcool podem contribuir para o mau hálito.

 

6. Medicamentos:

Alguns medicamentos podem causar boca seca (xerostomia), reduzindo a produção de saliva e, assim, favorecendo o crescimento bacteriano.

Se alguém está preocupado com o mau hálito persistente, é aconselhável procurar um dentista ou um profissional de saúde para uma avaliação detalhada, destaca a profissional.

"O tratamento dependerá da causa subjacente. Manter uma boa higiene bucal, beber bastante água, evitar alimentos odoríferos e consultar regularmente um profissional de saúde bucal são medidas preventivas importantes", afirma Giovanna.

 

7 dicas para combater o mau hálito

Para combater o mau cheiro na boca é importante adotar uma abordagem abrangente para lidar com as possíveis causas. A dentista dá algumas dicas que podem ajudar a melhorar o hálito. Confira:

 

1. Mantenha uma boa higiene bucal:

Escove os dentes pelo menos duas vezes ao dia, utilizando uma escova de dentes com cerdas macias;

Use fio dental diariamente para remover a placa bacteriana entre os dentes;

Limpe a língua regularmente com um raspador de língua para remover resíduos e bactérias.

 

2. Hidrate-se:

Beba bastante água ao longo do dia para manter a boca úmida. Isso porque a saliva ajuda a neutralizar ácidos e remover partículas de alimentos.

 

3. Evite alimentos odoríferos:

Evite o consumo excessivo de alimentos como alho, cebola e especiarias fortes, pois podem contribuir para o mau hálito.

 

4. Não pule refeições:

Jejum prolongado pode resultar em mau hálito. Comer regularmente ajuda a manter a produção de saliva.

 

5. Evite tabaco e álcool em excesso:

O tabagismo e o consumo excessivo de álcool podem contribuir para o mau hálito. Portanto, considere reduzir ou eliminar esses hábitos.

 

6. Visite o dentista regularmente:

Consulte um dentista pelo menos duas vezes ao ano para exames e limpezas profissionais.

 

7. Trate problemas de saúde subjacentes:

Se o mau hálito persistir, consulte um profissional de saúde para avaliar e tratar problemas de saúde subjacentes, como problemas gengivais, infecções ou condições sistêmicas.

"Lembre-se de que estas são diretrizes gerais, e a abordagem específica pode variar de acordo com a causa do mau hálito. Se o problema persistir, é fundamental procurar a orientação de um profissional de saúde bucal ou médico para uma avaliação mais detalhada e tratamento adequado", enfatiza a dentista.

 

Por que não usar bicarbonato de sódio e limão para tratar a halitose 

Além das medidas descritas acima, é comum pessoas com mau hálito recorrerem a receitas caseiras ou que viram na internet para tratar o problema. Uma dessas fórmulas é o uso de bicarbonato de sódio e limão. 

 

No entanto, é importante estar ciente de que essa abordagem não é recomendada por profissionais de saúde bucal, destaca Giovanna. A dentista explica porque não recomenda essa receita caseira:

 

Bicarbonato de sódio: o bicarbonato de sódio é alcalino e pode ajudar a neutralizar alguns ácidos na boca, mas seu uso frequente pode levar à abrasão do esmalte dentário, causando danos aos dentes. Além disso, ele não é um substituto para a escovação regular, uso de fio dental e outros cuidados bucais essenciais.

 

Limão: o limão é ácido e pode contribuir para a erosão do esmalte dentário. O ácido cítrico presente no limão pode enfraquecer os dentes e causar sensibilidade. E, embora o limão tenha um odor fresco, seu uso não aborda a causa subjacente do mau hálito e pode, de fato, piorar problemas bucais.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/dentista-revela-o-que-causa-e-o-que-soluciona-o-mau-halito,8bc993b760c4ef5f12b4e4491bf53b3208xl4iky.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

terça-feira, 10 de outubro de 2023

Descubra quais alimentos causam inchaço corporal


O inchaço corporal aparece quando menos esperamos. Especialista revela os alimentos que podem deixar a barriga estufada e dá dicas para evitar o desconforto

 

Certamente você tem ou pelo menos já teve inchaço corporal alguma vez. Então sabe o tanto que ele incomoda, as roupas ficam mais apertadas, pernas e pés pesados, abdome distendido. Mas já se perguntou por que isso acontece? Será que tem alguma relação com o que você vem comendo?

 

Essa retenção de líquidos corporais pode ter causas diversas, desde alterações hormonais, sobrepeso, intoxicação por metais tóxicos, intoxicação por parasitas, até mesmo o consumo de algumas bebidas e também de alguns alimentos.

 

A nutricionista Letícia Fontes, nutróloga da clínica MEI, listou os alimentos vilões para o inchaço corporal e os que podem ajudar no processo de retenção. Veja abaixo:

 

Alimentos que devem ser evitados

Bebidas gaseificadas: elas possuem pH muito ácido.

Bebidas enlatadas ou em caixinhas: contêm excesso de conservantes.

Alimentos com excesso de sal refinado (sódio): embutidos, biscoitos, temperos prontos, sopa/macarrão instantâneo, molho pronto.

Alimentos com corantes artificiais: balas, gelatinas e refrigerantes.

 

Além de evitar esses “vilões”, existem outras bebidas e alimentos que podem te ajudar a diminuir o inchaço corporal:

 

Alimentos que diminuem o inchaço

Água de coco

Chá de cavalinha

Chá de hibisco

Chá verde

Chá de quebra-pedra

Pepino

Agrião

Salsão

Melão

Melancia

 

A nutricionista Letícia Fontes lembra que é preciso consumir no mínimo dois litros de água diariamente para um bom funcionamento dos rins, sistema circulatório e linfático. A ingestão de água também é um grande auxílio no processo de eliminação de toxinas.

 

Além da alimentação, a prática de exercícios físicos também é essencial para reduzir o inchaço e melhorar a circulação. Se você sofre com muita retenção, não esqueça de procurar um especialista para te ajudar a resolver o problema.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/alimentos-inchaco-corporal/ - Letícia Fontes, nutróloga da Clínica MEI – Medicina Integrativa - Foto: Shutterstock


Ele dá força aos cansados ​​e aumenta o poder dos fracos. (Isaías 40:29)


domingo, 8 de outubro de 2023

Uso de anabolizantes pode causar danos permanentes ao usuário


Embora possa causar danos em ambos os sexos, é nas mulheres que os efeitos podem ser mais graves.

 

Testosterona

 

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem) emitiu um alerta sobre o uso sem acompanhamento médico do hormônio testosterona, muito comum entre adeptos da musculação pesada.

 

Comumente chamado de anabolizante, o hormônio pode ser perigoso e causar danos irreparáveis no corpo humano. O uso da substância tornou-se um grande problema de saúde pública e os casos de complicações estão cada vez mais frequentes.

 

"O uso de anabolizantes gera efeitos colaterais, tanto em homens e mulheres, como o aumento de acnes, queda do cabelo, distúrbios da função do fígado, tumores no fígado, explosões de ira ou comportamento agressivo, paranoia, alucinações, psicoses, coágulos de sangue, retenção de líquido no organismo, aumento da pressão arterial e risco de adquirir doenças transmissíveis," destacou a entidade.

 

Um dos agravantes é que os problemas na saúde causados pelo uso de hormônios sem orientação médica podem não ser notados no início da utilização. "Quando você usa em doses acima do normal, os malefícios podem não acontecer no primeiro uso. Mas podem levar a malefícios no futuro: alterações cerebrais, comportamentais, agressividade, infertilidade. A dificuldade de você ter um filho lá na frente, muitas vezes, não é pensada pelo paciente," destacou o Dr. Renato Redorat, membro da Sbem.

 

Pior para as mulheres

 

Embora o uso do hormônio testosterona possa levar a problemas tanto em homens como em mulheres, é no sexo feminino que os problemas podem ser mais graves.

 

"Há malefícios e isso quando usado no homem. Imagina nas mulheres que hoje, no Brasil, são mais da metade dos usuários. Essas características serão mais deletérias para elas do que elas mesmo possam imaginar. Quando a gente faz reposição hormonal nas mulheres trans, nós sabemos que o uso da testosterona, mesmo em doses fisiológicas [equiparáveis às produzidas pelo organismo naturalmente], não vão gerar certos benefícios pelo uso em si, justamente pela base desse corpo, uma base feminina," disse o Dr. Renato.

 

O Ministério da Saúde lista uma série de efeitos adversos da substância, como tremores, acne severa, aumento da pressão sanguínea, tumores no fígado e pâncreas, aumento da agressividade, que pode resultar em comportamentos violentos. E há ainda efeitos crônicos causados pelo consumo indevido dos anabolizantes, como redução na quantidade de esperma, calvície, crescimento irreversível das mamas, e impotência sexual.

 

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=uso-anabolizantes-causar-danos-permanentes-usuario&id=16176&nl=nlds - Com informações da Agência Brasil - Imagem: TV Brasil


Eu vi seus caminhos, mas eu os curarei; eu os guiarei e restaurarei o conforto aos enlutados de Israel, criando louvor em seus lábios. Paz, paz aos que estão longe e perto”, diz o SENHOR a eles. (Isaías 57: 18-19)


segunda-feira, 2 de maio de 2022

7 alimentos que causam enxaqueca


As crises de enxaqueca podem ser causadas por vários fatores, como estresse, dormir poucas horas, ficar em jejum por muito tempo, beber pouca água durante o dia e não praticar atividade física. No entanto, alguns alimentos, especialmente os que contêm adoçantes ou conservantes, assim como as bebidas alcoólicas também podem causar o aparecimento da enxaqueca.

 

Os alimentos que causam enxaqueca podem variar de uma pessoa para outra e, por isso, pode ser difícil identificar qual alimento é responsável pelas crises. Por isso, normalmente é indicado fazer um diário alimentar em que é colocado tudo o que se come durante o dia e a hora que surgiu a crise de enxaqueca, para tentar achar uma relação.

 

Vale lembrar que é recomendado passar por uma consulta com um nutricionista ou um médico para que seja feita uma avaliação mais detalhada de que alimentos podem estar causando a enxaqueca, assim como outros fatores, ajudando a prevenir as crises de enxaqueca.

 

Os principais alimentos que podem causar enxaqueca são:

 

1. Bebidas com cafeína

O café, o chá verde, o chá preto ou mate, bebidas energéticas e refrigerantes possuem cafeína, que pode desencadear crises de enxaqueca em algumas pessoas. Já em outras pessoas, a ingestão de quantidades moderadas de cafeína pode amenizar as crises de enxaqueca, pois a cafeína tem propriedades analgésicas e anti inflamatórias.

Algumas pessoas que deixam de consumir bebidas com cafeína, observam melhoras das crises de enxaqueca. Já outras pessoas quando deixam de consumir bebidas com cafeína, podem piorar das crises de enxaqueca. Isso acontece, pois consumir frequentemente a cafeína e interromper de repente, gera abstinência do composto no organismo, causando dor de cabeça.

Por isso, é importante identificar se consumo moderado de até 400mg de cafeína (600 ml de café) é bem tolerado ou se esses tipos de bebidas devem ser excluídas totalmente da dieta.

 

2. Glutamato monossódico

Concentrações superiores a 2,5 g de glutamato monossódico nos alimentos estão associadas ao surgimento das crises de enxaqueca e dores de cabeça. No entanto, alguns estudos demonstraram que não há correlação quando consumido em menores quantidades.

O glutamato monossódico é um aditivo utilizado na indústria alimentícia para realçar o sabor dos alimentos como molhos prontos, enlatados e salgadinhos de pacote. Esse aditivo pode ter vários nomes, como ácido glutâmico, glutamato monopotássico ou glutamato monossódico. Por isso, é importante ler o rótulo nutricional dos produtos para identificar se o alimento possui ou não esse aditivo. Entenda como ler o rótulo dos alimentos.

 

3. Bebidas alcoólicas

As bebidas alcoólicas também podem causar crises de enxaqueca, principalmente o vinho tinto, vinho branco, champagne e cerveja, o que parece acontecer devido às suas propriedades vasoativas e neuroinflamatórias.

A dor de cabeça causada pelo consumo dessas bebidas geralmente aparece 30 minutos a 3 horas após o consumo e pequenas quantidades de bebidas alcoólicas podem ser suficientes para causar a dor de cabeça.

 

4. Chocolate

O chocolate é conhecido como um dos principais alimentos que causam enxaqueca. Existem algumas teorias que tentam explicar o motivo pelo qual o chocolate causa dor de cabeça e uma delas é a de que ele aumenta os níveis de serotonina no sangue, um neurotransmissor que está relacionado com as crises de enxaqueca.

Apesar disso, os estudos ainda não conseguiram comprovar que o chocolate é realmente o fator desencadeante da enxaqueca.

 

5. Carnes processadas

Algumas carnes processadas, como o presunto, salame, calabresa, bacon, salsicha, linguiça, peito de peru ou de frango, podem causar enxaqueca.

Esses tipos de produtos contêm nitritos e nitratos, que são compostos usados para preservar os alimentos, e que são associados com a dor de cabeça, pois aumentam a dilatação dos vasos sanguíneos, desencadeando as crises de enxaqueca até 2 horas após a sua ingestão.

 

6. Laticínios

Laticínios, como queijos, leite e iogurte, contêm tiramina, um composto derivado do aminoácido tirosina, que pode favorecer o surgimento da enxaqueca. Este composto é presente em grandes quantidades especialmente em queijos amarelos, como queijo azul, brie, cheddar, feta, gorgonzola, parmesão e suíço.

 

7. Alimentos com glúten

Alimentos que contêm glúten, como trigo, centeio, cevada ou malte, e as preparações feitas com estes ingredientes, como pães, massas ou pizzas, podem causar enxaqueca em pessoas que possuem síndrome do intestino irritável, intolerância ao glúten ou doença celíaca, que é a alergia à proteína.

 

Outros alimentos que podem causar enxaqueca

Existem alguns alimentos que favorecem as crises de enxaqueca em determinadas pessoas, mas que não possuem comprovação científica, como as frutas cítricas como a laranja, abacaxi e kiwi;  e alimentos que contém aspartame ou sucralose, que são adoçantes artificiais.

 

Por isso, é importante observar e anotar quais desses alimentos causam a enxaqueca, sendo aconselhado excluí-los da dieta e verificar se a frequência e intensidade das crises melhoram.

 

Além disso, é importante ter um acompanhamento de um médico ou nutricionista, para evitar a exclusão da dieta de alimentos que não estão relacionados com a enxaqueca e fornecem nutrientes importantes para o organismo.

 

Alimentos que melhoram a enxaqueca


Os alimentos que melhoram a enxaqueca são aqueles com propriedades calmantes e ação anti-inflamatória e antioxidante, pois atuam no cérebro liberando substâncias que diminuem a inflamação e promovem o bem-estar, como:

 

Peixes gordos, como salmão, atum, sardinha ou cavala, pois são ricos em ômega 3, um tipo de gordura saudável com propriedades anti inflamatórias;

Banana, aveia e abacate, pois são ricos em triptofano, um aminoácido que promove o relaxamento dos vasos sanguíneos e o bem-estar;

Oleaginosas como castanhas, amêndoas e amendoim, pois são ricas em selênio, um mineral que favorece a diminuição do estresse;

Sementes, como chia, abóbora, gergelim e linhaça, pois são ricas em ômega-3;

Chá de gengibre, pois tem propriedades analgésicas e anti-inflamatórias que ajudam a aliviar a dor;

Suco de couve com água de coco, porque é rico em antioxidantes que combatem inflamações;

Chá de flores, como lavanda, maracujá ou erva-cidreira, pois são relaxantes e ajudam a promover o bem-estar.

O consumo de alimentos ricos em vitaminas do complexo B, como feijão, lentilha e grão de bico, também ajuda a prevenir a enxaqueca porque essa vitamina ajuda a proteger o sistema nervoso central.

 

Bibliografia

MARTIN, T, Vincent; VIJ, Brinder. Diet and Headache: Part 2. Headache. Vol.56. 9.ed; 553-1562, 2016

TAVARES, Cristiane; SAKATA, K, Rioko. Cafeína para o Tratamento de Dor. Revista Brasileira de anestesiologia. Vol.62. 3.ed; 387-401, 2012

Mostrar bibliografia completa

 

Fonte: https://www.tuasaude.com/alimentos-para-enxaqueca/ - Atualizado por Karla S. Leal, Nutricionista em Outubro de 2021. Revisão clínica por Tatiana Zanin, Nutricionista em Outubro de 2021.


Louvai ao Senhor, porque é bom; pois a sua benignidade dura perpetuamente.

1 Crônicas 16:34


quarta-feira, 23 de março de 2022

Por que a dor de cabeça atinge mais as mulheres


O que explica as dores de cabeça que surgem do nada e não desaparecem até serem remediadas?

 

Dados da Sociedade Brasileira de Cefaleia indicam que cerca de 95% das pessoas têm dor de cabeça ao menos uma vez na vida. Isso significa que ter dor de cabeça não necessariamente é sinal de um problema de saúde. Mas, em muitos casos, precisa de tratamento para não prejudicar a qualidade de vida.

 

O que chama a atenção é que as mulheres são mais atingidas pelas dores de cabeça do que os homens. Ao menos foi o que confirmou, em entrevista ao UOL Saúde, o neurologista Alexandre Ottoni, do Centro de Bloqueio Neuroquímico do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).

 

Segundo o médico, “estima-se que são em torno de 30 milhões de pessoas com dor de cabeça no Brasil. Entre as mulheres, 20% sofrem com esse tipo de dor, enquanto o problema afeta apenas 6% da população masculina”.

 

O que faz as mulheres terem mais dor de cabeça?

Acontece que as mulheres sofrem mais variação hormonal devido ao ciclo menstrual. Então, na primeira fase do ciclo, o hormônio estrogênio fica com níveis mais baixos e vai subindo até chegar na ovulação.

 

Na fase lútea, é a vez da progesterona agir e preparar o útero para uma possível implantação de óvulo fecundado. É essa variação hormonal entre um ciclo e outro que parece favorecer a dor de cabeça.

 

É por esse mesmo motivo que a mulher não sente nenhuma ou pouca dor de cabeça durante a gestação. Nessa fase, a desregulação hormonal diminui, mas pode voltar depois que o bebê nascer.

 

E, seguindo a mesma lógica dos hormônios, é comum que a dor de cabeça surja mais intensamente como um sintoma da menopausa. Mulheres que já costumavam ter dores de cabeça, sejam leves ou enxaqueca, são mais predispostas a tê-las durante a menopausa.

 

Então, não deveria acontecer com todas as mulheres?

A variação hormonal é um motivo para ativar as crises de dor de cabeça nas mulheres que já nascem com essa predisposição. É por isso que nem todas sentem a dor, assim como nem todas sentem qualquer sintoma de TPM ou passam tranquilamente pela menopausa.

 

“Uma mulher que não tem enxaqueca ou não tem uma predisposição genética não vai ter crises na menstruação. Ao atribuir a dor a qualquer gatilho, aquela dor que era primária, ou seja, era a própria doença, passa a ser secundária, como se fosse um sintoma de algo. E isso não é verdade”, alertou o neurologista Alexandre Ottoni.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/dor-de-cabeca-mulheres/ - por Priscilla Riscarolli

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Higiene precária é a principal causa do câncer de pênis


Cerca de 515 amputações penianas são feitas por ano no Brasil por complicações da doença

 

Segundo análise feita pelo Ministério da Saúde e pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), a quantidade de amputações de pênis no Brasil subiu para 1.604% desde 2008, gerando uma média de 515 procedimentos por ano.

 

Entre os motivos para esse aumento, o câncer de pênis foi apontado como o principal fator que leva à amputação do órgão. A doença possui diferentes causas, mas destacam-se a presença de fimose, infecção viral por HPV, exposição à radiação UV, tabagismo e, principalmente, higiene genital precária.

 

"O Brasil é um dos campeões mundiais na incidência de câncer de pênis, o qual é facilmente evitável com a higiene íntima e tratamento da fimose. Infelizmente, a desinformação e a dificuldade de acesso à saúde fazem com que muitos homens tenham o órgão genital amputado e morram pelo tumor", disse em nota Ubirajara Barroso Jr, médico coordenador do Departamento de Uro-Oncologia da SBU.

 

Número de amputações penianas no Brasil

Nos últimos 14 anos, o número de procedimentos para a remoção do pênis chegou a 7,2 mil no país. As regiões Sudeste e Nordeste foram as que mais realizaram amputações, registrando um total de 2.872 e 2.104 casos, respectivamente.

 

Ainda de acordo com Ubirajara, o câncer de pênis representa 17% de todas as neoplasias malignas em certas regiões do Brasil. "A incidência aumenta com a idade, atingindo o pico entre 50 e 70 anos de idade. Em 2021, a maioria das capitais nordestinas apresentou índices mais alarmantes", contou o médico.

 

Prevenção da doença

Segundo especialistas, uma das principais formas de prevenir o surgimento do câncer peniano é através da higienização do pênis, principalmente impedindo o acúmulo de fluido abaixo do tecido do prepúcio.

 

Além disso, relações sexuais protegidas são essenciais para evitar o HPV e outras infecções sexualmente transmissíveis - fatores que também podem levar ao diagnóstico da doença.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/noticias/38415-higiene-precaria-e-a-principal-causa-do-cancer-de-penis - Escrito por Paula Santos - Redação Minha Vida

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Seis doenças (algumas potencialmente fatais) causadas pela obesidade


O excesso de peso é um fator de risco para o desenvolvimento de diferentes patologias

 

Se o seu Índice de Massa Corporal está acima dos 25/30, não ignore. Já não é só de estética que se trata, mas dos vários riscos, alguns dos quais potencialmente letais, que a obesidade comporta para a sua saúde.

 

Saiba quais as doenças que, segundo o um artigo assinado pelo médico Ângelo Ferreira, estão associadas à obesidade:

 

1- Hipertensão

Perder peso permite reduzir os níveis de açúcar e das gorduras no sangue — como os triglicerídeos, o colesterol total e o colesterol mau — além de aumentar o colesterol bom, que melhora a circulação.

 

2- Diabetes

Além da genética, a obesidade é a principal causa da diabetes tipo 2, o tipo mais frequente e que começa a surgir em idades cada vez mais precoces.

 

3- Asma

Embora as causas da asma não sejam totalmente conhecidas, "sabe-se que a reação inflamatória provocada pela leptina, uma substância produzida pelo tecido adiposo, tal como elevados níveis de colesterol, aumentam o risco de asma nas crianças". Ângelo Ferreira acrescenta ainda que as pessoas obesas desenvolvem "com frequência" síndromes respiratórias e têm mais dificuldade em controlar os sintomas da doença.

 

4- 'Fígado gordo'

Uma das complicações associadas à obesidade é a esteatose, também conhecida por 'doença hepática gordurosa não-alcoólica' quando surge sem resultar de um exagerado consumo de álcool. "Não existe medicação para a esteatose e, em cerca de 20% dos casos, o problema evoluiu para cirrose hepática", alerta o médico.

 

5-  Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono

A obesidade quase duplica o risco de apneia, ou seja, a excessiva sonolência diurna. A apneia do sono acontece porque as vias respiratórias superiores sofrem colapsos intermitentes durante a noite, superiores a 10 segundos, que provocam mini despertares e desequilibram os níveis de oxigénio no sangue.

 

6- Câncer

"O excesso de peso e a obesidade são responsáveis por meio milhão de novos casos de câncer por ano – 3,6% da totalidade", segundo contas feitas em 2014 pelo Centro Internacional de Investigação sobre o Câncer, uma agência da Organização Mundial da Saúde, que analisou dados de incidência e mortalidade da doença em 184 países. O especialista escreve ainda que, de acordo com o American Institute for Cancer Resarch, a obesidade é um importante fator de risco, sobretudo nos cancros do endométrio, esófago e pâncreas.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1878770/seis-doenas-algumas-potencialmente-fatais-causadas-pela-obesidade - © Shutterstock


Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.

Mateus 11:28


quarta-feira, 29 de setembro de 2021

7 mudanças que a atividade física causa no organismo


Controle do peso é apenas um dos benefícios da prática regular de exercícios

 

Você gostaria de dormir melhor, ficar menos doente e se sentir mais bem-humorado no dia a dia? Então, comece a pensar em praticar exercícios físicos regularmente. Embora muitas pessoas ainda associem a prática à perda de peso, manter o corpo em movimento é capaz de trazer benefícios que vão muito além dos ponteiros da balança.

 

E não precisa se tornar maratonista do dia para a noite para sentir todas essas mudanças que listamos abaixo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 150 minutos de intensidade moderada de atividades físicas por semana já trazem bons resultados.

 

Pode ser uma simples caminhada, uma corrida leve ou uma pedalada pelo parque. O importante é deixar o sedentarismo de lado e escolher o exercício físico que mais combina com você. Veja o que muda no organismo após começar uma rotina de exercícios e não perca tempo:

 

Melhora a vitalidade

Está se sentindo para baixo? Um pouco de exercício físico, todos os dias, pode ajudar. Isso porque a prática regular é capaz de trazer mais bem-estar e energia para enfrentar a rotina, devido ao aumento dos batimentos cardíacos. Além de impactar positivamente a autoestima, exercitar-se ajuda a dormir melhor, o que reflete diretamente na vitalidade e no bom humor. Alguns minutos por dia já fazem toda a diferença!

 

Controla o peso

Alguns exercícios aeróbicos, como corrida e caminhada, são excelentes alternativas para emagrecer ou manter o peso sob controle. Os exercícios aumentam o gasto de energia e estimulam a queima de gorduras localizadas. Após a atividade, o corpo ainda continua queimando calorias, devido à aceleração do metabolismo e do aumento da circulação sanguínea, respiração e atividade muscular.

 

Diminui o estresse

Em situações de estresse, é comum sentir alguns sintomas físicos de desconforto, que vão além da simples irritação. O corpo responde com músculos tensionados, dor no pescoço e nas costas, dor de cabeça e de estômago, para você ter uma ideia. Exercícios são um bom antídoto: além de relaxar os músculos e diminuir a tensão, a atividade física libera endorfinas, que proporcionam bem-estar e diminuem o estresse.

 

Estimula a imunidade

Se você tem ficado doente com frequência, talvez seja interessante incluir a atividade física na rotina. Isso porque o hábito de se movimentar tem efeitos positivos no sistema imunológico, prevenindo gripes, resfriados e outras doenças infecciosas. Ainda assim, vale a pena não exagerar e praticar atividades com moderação, para não sofrer com o extremo oposto, que é a queda da imunidade por excesso de esforço físico.

 

Afasta depressão e ansiedade

Enquanto nos exercitamos, o corpo libera endorfinas, hormônios produzidos pela hipófise que são responsáveis pela sensação de prazer, felicidade e relaxamento. Por isso, fazer atividade física é uma recomendação dos especialistas para quem está em tratamento da depressão. E vale lembrar que o exercício funciona em longo prazo: quanto mais vezes você fizer, mais ânimo e bem-estar irá sentir.

 

Em relação à ansiedade, algumas técnicas de meditação mindfulness aplicadas ao exercício podem diminuir o fluxo de pensamentos e preocupações característico do transtorno. Uma dica é prestar atenção à respiração, ao estímulo visual e à sensação dos membros durante o exercício, como os pés tocando o chão.

 

Melhora o sono

Quer dormir melhor? Acredite, os exercícios físicos também podem ajudar. O relaxamento proporcionado por algumas atividades regula o sono e facilita o descanso à noite. No período noturno, aliás, prefira exercícios como yoga, caminhada e pilates, que não deixam o organismo muito agitado e garantem uma boa noite de sono.

 

Deixa os ossos mais fortes

Exercícios como caminhada e corrida, em que há o impacto dos pés com o chão, têm efeito benéfico para os ossos. Durante a prática esportiva, há a compressão dos ossos da perna o aumento de estímulos elétricos no esqueleto como um todo, chamados de piezelétrico. O estímulo facilita a absorção de cálcio e deixa os ossos mais fortes e resistentes, prevenindo problemas como a osteoporose.

 

Atividade física e saúde bucal: o que têm a ver?

Você já deve saber que condicionamento físico e exercícios andam lado a lado. Isso é verdade. Mas existe outra parte do corpo que precisa da sua atenção quando falamos em esportes: a cavidade oral. Isso porque a saúde bucal pode impactar o desempenho esportivo e, em alguns casos, até atrapalhar o rendimento dos atletas.

 

Quem segue dietas ricas em carboidratos, por exemplo, deve ter um cuidado redobrado com a saúde bucal, já que o excesso de açúcar pode favorecer o desenvolvimento de cárie e erosão ácida do esmalte dos dentes. Manter uma boa rotina de higiene bucal, sempre após as refeições, e utilizar o creme dental correto são medidas que ajudam a evitar estes problemas bucais.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/fitness/materias/35072-7-mudancas-que-a-atividade-fisica-causa-no-organismo - Escrito por Informe Publicitário - Redação Minha Vida

terça-feira, 10 de agosto de 2021

Beber café em excesso pode causar demência, aponta estudo


Pesquisa realizada na Austrália avaliou os malefícios do consumo excessivo de café à saúde

 

A cafeína é uma substância química com ação estimulante, capaz de aumentar a concentração e melhorar o raciocínio, deixando o cérebro em estado de alerta. Sendo assim, é comum que, pela manhã, muitas pessoas recorram a uma primeira dose de café para despertarem completamente.

 

A bebida, aliás, tem sido alvo de inúmeros estudos ao longo dos anos, comprovando os benefícios de seu consumo moderado. Porém, o excesso de café pode trazer consequências negativas à saúde, conforme demonstra um novo estudo realizado pela Universidade do Sul da Austrália.

 

De acordo com os pesquisadores, o hábito de beber muito café está diretamente relacionado com volumes cerebrais menores e, consequentemente, com um maior risco de desenvolvimento de demência. O estudo foi publicado no periódico científico Nutritional Neuroscience, no último sábado (24).

 

Na realização da pesquisa, os especialistas avaliaram os registros médicos de mais de 17 mil voluntários cadastrados no UK Biobank, um banco de dados clínicos de cidadãos britânicos. As pessoas que participaram do experimento tinham idades entre 37 a 73 anos.

 

O objetivo dos pesquisadores era avaliar se o consumo diário de café estaria relacionado ao risco de desenvolver demência ou derrame cerebral (AVC). Após as análises, foi constatado que, entre as pessoas que bebiam sete ou mais xícaras de café diariamente, houve um aumento de 53% no risco de demência, quando comparado aqueles que faziam o consumo de uma a duas xícaras por dia.

 

E os riscos ainda vão além. Segundo os pesquisadores, o consumo excessivo de café também pode estar ligado a uma maior prevalência de alterações físicas no cérebro e outras doenças neurológicas.

 

Os resultados, de fato, podem assustar - já que o café é uma das bebidas mais consumidas no mundo. Só no Brasil, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020, quase 80% dos brasileiros consomem café.

 

De acordo com Kitty Pham, líder do estudo, é importante que os amantes da bebida lembrem-se de não torná-lo um substituto da água. "Uma coisa simples que podemos fazer é nos manter hidratados e lembrar de beber um pouco de água com a xícara de café", recomenda.

 

No entanto, apesar da correlação, o risco de desenvolver doenças cerebrais se dá pelo consumo excessivo da bebida. Quando consumido com moderação, o café pode trazer diversos benefícios ao organismo - muitos, inclusive, descobertos em outros estudos recentes.

 

Café como aliado da saúde

Versátil e estimulante, o café pode ser feito de várias maneiras. No geral, a bebida, quando servida quente, pode ajudar na perda de peso e na diminuição das dores de cabeça. Ademais, segundo estudos, o consumo moderado de café pode prevenir algumas doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer, além de diabetes tipo 2.

 

Entre outros inúmeros benefícios, é possível destacar seu efeito broncodilatador, de modo que ajuda a proteger o sistema respiratório. Sem contar que ele também pode melhorar a concentração e, consequentemente, a capacidade de aprendizado. Uma pesquisa recente realizada no Reino Unido ainda indicou o potencial da bebida na redução do risco de doenças hepáticas.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/alimentacao/noticias/37794-beber-cafe-em-excesso-pode-causar-demencia-aponta-estudo - Escrito por Susana Targino