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segunda-feira, 22 de junho de 2026

Saúde feminina: 5 atividades físicas que ajudam a prevenir doenças


Manter uma rotina ativa pode favorecer não apenas o funcionamento do organismo, mas também a qualidade de vida e o bem-estar

 

A prática regular de atividade física é uma das principais aliadas da saúde feminina. Além de contribuir para o condicionamento físico e a manutenção do peso corporal, o movimento desempenha um papel importante na prevenção de diversas doenças, como problemas cardiovasculares, osteoporose, diabetes e condições relacionadas ao sedentarismo.

 

Exercícios adaptados às necessidades e características de cada mulher podem ajudar a fortalecer músculos e articulações, melhorar a mobilidade e reduzir fatores de risco para diversas condições de saúde. Para Maria Lua Marques de Mendonça, doutora em Ciências da Saúde e professora do curso de Fisioterapia da Faculdade Anhanguera, pequenas mudanças na rotina já podem trazer impactos positivos.

 

"A atividade física contribui para o fortalecimento muscular, melhora da circulação sanguínea e linfática, do equilíbrio hormonal e do bem-estar emocional. O mais importante é encontrar uma prática prazerosa, compatível com a realidade e as necessidades de cada mulher", explica.

 

Embora a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomende entre 150 e 300 minutos semanais de atividade física moderada, a especialista destaca que começar com pequenas mudanças no dia a dia, como caminhadas e alongamentos, já pode trazer benefícios importantes para a saúde.

 

Confira cinco atividades físicas recomendadas pela fisioterapeuta:

 

1. Caminhada

Trata-se de uma atividade aeróbica simples, acessível e indicada para mulheres de diferentes idades. Pode ser realizada ao ar livre ou em esteiras, com ritmo moderado e duração média entre 30 e 40 minutos. A caminhada melhora o condicionamento cardiovascular, auxilia no controle do peso, reduz o estresse e contribui para a prevenção de hipertensão, diabetes e doenças cardíacas.

A prática ao ar livre ainda estimula a produção de serotonina, hormônio relacionado à sensação de bem-estar, favorecendo também o equilíbrio emocional, especialmente em mulheres que enfrentam rotinas intensas e sobrecarga diária. Quando realizada em percursos inclinados, a atividade se torna mais intensa, aumentando o gasto calórico e exigindo maior ativação muscular e cardiovascular.

 

2. Fortalecimento muscular

Atividades como musculação ou treino funcional ajudam no fortalecimento dos músculos e na estabilização das articulações. Para garantir segurança e melhores resultados, é importante que os exercícios sejam realizados com orientação profissional e progressão gradual de carga, respeitando o condicionamento físico individual.

Entre os benefícios, estão a prevenção da osteoporose, doença que atinge cerca de uma a cada três mulheres após a menopausa, melhora da postura, redução de dores corporais e aumento da resistência física para as atividades diárias, favorecendo também um envelhecimento mais saudável. Esse cuidado torna-se ainda mais importante a partir dos 30 anos, fase em que ocorre a redução gradual da massa muscular e óssea.

 

3. Alongamentos

Os alongamentos trabalham a flexibilidade corporal e ajudam a reduzir tensões musculares causadas pelo estresse ou por longos períodos na mesma posição, situação comum entre mulheres que conciliam trabalho, casa e cuidado com a família. Os movimentos devem ser feitos lentamente, respeitando os limites do corpo e mantendo cada posição por pelo menos 30 segundos.

A prática melhora a mobilidade, alivia dores musculares e articulares, e contribui para uma melhor consciência corporal. Além disso, o alongamento pode ser feito combinado a outras atividades, como a caminhada e a musculação.

 

4. Exercícios para o assoalho pélvico

Também conhecidos como exercícios de Kegel, esses movimentos consistem na contração e relaxamento dos músculos do assoalho pélvico. Podem ser realizados em diferentes posições, como sentada, em pé ou deitada, e ajudam no fortalecimento da musculatura responsável pela sustentação da bexiga, do útero e do intestino.

A prática auxilia na prevenção da incontinência urinária, auxilia na recuperação pós-parto e contribui para a saúde íntima feminina, com benefícios especialmente importantes durante a gestação e o climatério. Além disso, os exercícios podem melhorar a percepção corporal e favorecer o bem-estar sexual em diferentes fases da vida.

 

5. Yoga e exercícios de respiração

O yoga combina posturas corporais, alongamentos e técnicas de respiração que promovem equilíbrio físico e emocional. A prática pode ser adaptada para diferentes níveis de condicionamento físico e ajuda no controle da ansiedade, melhora da postura, flexibilidade e qualidade do sono. Além disso, favorece o relaxamento e reduz sintomas relacionados ao estresse e à tensão do cotidiano, incluindo desconfortos comuns no período pré-menstrual e nos sintomas do climatério.

 

Crie uma rotina de cuidado e movimento

Segundo a professora Maria Lua Marques de Mendonça, a constância é um dos principais fatores para que os benefícios da atividade física sejam percebidos ao longo do tempo. "O mais importante é manter uma rotina de cuidados e movimento. Na correria do dia a dia, muitas vezes a mulher acaba sendo a última a cuidar de si mesma. Mover o corpo, ouvir os sinais que ele dá e reservar um tempo para si são atitudes que representam prevenção, mas também autocuidado. A saúde não se constrói em um único dia, e sim nas pequenas escolhas feitas ao longo da vida", finaliza.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/saude-feminina-5-atividades-fisicas-que-ajudam-a-prevenir-doencas,d7e241a312994e534febb7822741ddf1h58xg8jg.html?utm_source=clipboard - Por Luana Figueiredo - Foto: PeopleImages | Shutterstock / Portal EdiCase

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Pedalar, nadar ou caminhar: qual dessas atividades oferece mais benefícios para a saúde?


Entre as inúmeras formas de se movimentar, caminhada, ciclismo e natação aparecem com frequência nas recomendações de médicos, fisiologistas do exercício e cardiologistas. Veja quais benefícios cada uma das atividades traz.


Essas três atividades figuram em diretrizes internacionais de saúde justamente por combinarem segurança, bom gasto calórico e potencial de serem mantidas por muitos anos. A discussão sobre qual delas seria a "melhor" costuma surgir em consultórios, academias e conversas do dia a dia. Em especial, quando alguém deseja melhorar a saúde geral.

 

Profissionais da área ressaltam que cada modalidade provoca adaptações específicas no organismo. Todas ajudam o coração, os pulmões, a circulação e o controle do peso. Porém, com intensidades e características diferentes. Estudos com publicação em revistas científicas indicam que a escolha da prática ideal depende de fatores como idade, condição clínica, histórico de lesões, gosto pessoal, facilidade de acesso e rotina. Assim, em vez de buscar um vencedor absoluto, a análise recai sobre qual exercício se encaixa melhor em cada perfil.

 

Benefícios da caminhada para o coração, peso e articulações

A caminhada costuma ser o ponto de partida que médicos indicam para quem está sedentário. Trata-se de uma atividade aeróbica de baixo impacto e que eleva a frequência cardíaca de forma gradual. Segundo sociedades de cardiologia, ela contribui para reduzir a pressão arterial, melhorar o colesterol e diminuir o risco de eventos cardiovasculares. Pesquisas mostram que caminhadas com moderação acumulando cerca de 150 a 300 minutos por semana já associam-se a queda na mortalidade por doenças do coração.

 

No controle do peso, a caminhada apresenta gasto calórico mais modesto em comparação ao ciclismo intenso ou à natação vigorosa. Porém, se destaca pela facilidade de adesão. Para grande parte das pessoas, é mais simples encaixar deslocamentos a pé no dia a dia do que reservar horários longos para outras modalidades. Não exige equipamento complexo nem local específico. Afinal, um par de tênis adequado e um trajeto seguro já permitem iniciar. Além disso, por ser de baixo impacto, é muitas vezes recomendada para idosos, indivíduos com sobrepeso importante e pessoas com dores articulares leves. Porém, desde que autorizadas por um profissional de saúde.

 

Em relação às articulações, a caminhada em ritmo moderado geralmente é bem tolerada por joelhos, quadris e coluna. Em especial, nas superfícies regulares e com calçado adequado. Ortopedistas costumam alertar apenas para o aumento progressivo da carga. Afinal, elevar distância e velocidade de forma brusca pode provocar dores em pés, tornozelos e joelhos. Portanto, a orientação técnica ajuda a definir volume, ritmo e períodos de descanso.

 

Ciclismo é melhor que caminhada e natação para o condicionamento?

O ciclismo, seja em bicicleta tradicional ou ergométrica, é considerado por fisiologistas uma atividade de excelente retorno cardiovascular, com forte estímulo à capacidade respiratória e ao condicionamento físico geral. Por permitir variação ampla de carga, a pedalada pode ser leve para iniciantes e bastante exigente para praticantes treinados. Estudos indicam melhora significativa no consumo máximo de oxigênio (VO₂máx), parâmetro que se associa à longevidade e à redução de risco de morte por causas cardiovasculares.

 

No gasto calórico, a bicicleta tende a superar a caminhada quando se pratica em intensidade moderada a alta por tempo semelhante. Isso torna o ciclismo uma opção frequentemente sugerida para pessoas que buscam auxiliar o emagrecimento, desde que combinado a alimentação ajustada. Em comparação à corrida, o movimento é mais amigável para as articulações, porque grande parte do peso corporal é sustentada pelo selim, o que reduz a carga direta em joelhos e tornozelos. Por essa razão, fisioterapeutas frequentemente indicam o pedal para indivíduos com excesso de peso importante ou histórico de dor articular, desde que o ajuste da bicicleta seja feito de maneira correta.

 

No entanto, o ciclismo apresenta limitações específicas. O risco de quedas no trânsito ou em trilhas exige atenção à segurança, uso de capacete e, muitas vezes, investimento em equipamentos. O custo de bicicletas, manutenção e acessórios também pode ser uma barreira para parte da população. Além disso, a musculatura do tronco superior e dos braços é pouco exigida, o que faz com que, do ponto de vista de força global, a atividade precise ser complementada com exercícios de resistência muscular para ombros, costas e abdômen.

 

Principais benefícios da natação para pulmões, músculos e articulações

A natação é frequentemente citada por pneumologistas e cardiologistas como uma modalidade completa, graças à combinação de trabalho aeróbico, ativação muscular ampla e baixo impacto articular. O ambiente aquático reduz a carga sobre coluna, joelhos e quadris, o que torna o esporte especialmente interessante para pessoas com artrite, dor lombar crônica ou limitações de mobilidade. A resistência da água exige esforço constante dos músculos, o que gera ganho de força e resistência muscular, principalmente em costas, ombros, tronco e membros inferiores.

 

Do ponto de vista respiratório, a natação oferece um estímulo particular. O controle do ritmo respiratório dentro d'água, alternando inspirações e expirações coordenadas com o ciclo de braçadas e pernadas, é associado em estudos a aumento da capacidade pulmonar e melhora da eficiência ventilatória. Em indivíduos com certas condições respiratórias leves e estáveis, alguns especialistas indicam a prática como parte de um programa de reabilitação, sempre com acompanhamento e liberação médica prévia.

 

Entre as limitações, aparecem fatores de acessibilidade e custo. A necessidade de piscina, estrutura adequada, manutenção da água e, muitas vezes, a presença de professor ou salva-vidas encarece o acesso. Além disso, a natação exige adaptação ao meio aquático, o que pode gerar insegurança em quem não sabe nadar ou teve experiências negativas prévias. Em termos de gasto calórico, as sessões podem ser bastante eficientes, sobretudo em estilos mais intensos, mas a duração e a regularidade da prática determinam o impacto real sobre o controle do peso.

 

Como escolher entre caminhada, ciclismo e natação para cada perfil?

Médicos e fisiologistas costumam orientar a escolha da atividade física de acordo com objetivos, condição clínica e contexto de vida. De forma geral, as três modalidades trazem ganhos importantes para a saúde cardiovascular, controle ou manutenção do peso, força muscular, capacidade respiratória e qualidade de vida. A diferença está em como esses benefícios se distribuem entre grupos distintos de pessoas. Sempre considerando acessibilidade, custo, risco de lesão e adesão a longo prazo.

 

Idosos: frequentemente se beneficiam de caminhada em terreno plano ou ciclismo em bicicleta ergométrica, com foco em equilíbrio, mobilidade e segurança. Natação pode ser vantajosa quando há dor articular intensa ou limitação de movimento, desde que haja supervisão adequada.

Pessoas com excesso de peso: caminhada em ritmo confortável e pedal leve em bicicleta bem ajustada costumam ser alternativas iniciais. A natação é apontada como opção protetora para articulações, porém depende da disponibilidade de piscina.

Indivíduos com dores articulares: reumatologistas e ortopedistas tendem a valorizar modalidades de menor impacto, como natação e ciclismo ergométrico. Caminhada também pode ser indicada, com ajustes de intensidade e avaliação do tipo de dor.

Quem busca melhorar rapidamente o condicionamento: ciclismo e natação, em treinos intervalados controlados, costumam proporcionar aumento mais acelerado da capacidade cardiorrespiratória, desde que programados e monitorados.

 

Ao analisar qual exercício seria "superior", as diretrizes internacionais de atividade física indicam um ponto em comum: a atividade mais vantajosa, na prática, é aquela que a pessoa consegue manter com constância, pelo maior tempo possível, sem gerar sobrecarga ou risco relevante de lesão. Caminhada, ciclismo e natação podem ser combinados ao longo da semana, explorando as qualidades de cada um e respeitando preferências e limitações. A orientação especializada, aliada a escolhas realistas e sustentáveis, tende a oferecer o melhor cenário para preservar a saúde e a autonomia ao longo dos anos.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/pedalar-nadar-ou-caminhar-qual-dessas-atividades-oferece-mais-beneficios-para-a-saude,a99dc2789d6978690b0451ea54dd2377p2fwxz5w.html?utm_source=clipboard - Por: Valdomiro Neto* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / tonodiaz

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Energético, café e treino intenso: combinação acende alerta cardíaco


Especialista alerta que excesso de cafeína e estimulantes associado a exercícios intensos pode favorecer arritmias e sintomas cardiovasculares

 

O consumo de café, energéticos e suplementos estimulantes faz parte da rotina de muitas pessoas, principalmente entre quem pratica exercícios físicos regularmente. No entanto, especialistas em cardiologia alertam que o excesso dessas substâncias combinado com treinos intensos pode aumentar o risco de alterações no ritmo do coração.

 

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), as arritmias cardíacas afetam milhões de pessoas no Brasil e estão entre as principais causas de morte súbita cardíaca no mundo. O crescimento no consumo de energéticos e pré-treinos entre jovens e adultos também tem chamado a atenção de médicos e pesquisadores.

 

Cafeína e estimulantes podem alterar o ritmo cardíaco

Substâncias presentes em cafés, energéticos e fórmulas pré-treino estimulam a liberação de adrenalina no organismo. Isso pode provocar aumento da frequência cardíaca e alterações na condução elétrica do coração.

 

De acordo com o Dr. Marcelo Sobral, presidente da Associação Brasileira de Estimulação Cardíaca (ABEC/DECA), o problema costuma estar no excesso e na associação com outros fatores de risco.

 

"O coração responde diretamente aos estímulos do organismo. Quando existe consumo exagerado de cafeína, energéticos ou substâncias estimulantes associada a treinos muito intensos, privação de sono, estresse ou predisposição genética, o risco de alterações no ritmo cardíaco aumenta significativamente", explica o especialista.

 

Sintomas podem surgir durante os treinos

Entre os sintomas mais comuns das arritmias estão:

 

Palpitações.

Sensação de coração acelerado.

Falta de ar.

Tontura.

Dor no peito.

Fadiga durante exercícios.

Episódios de desmaio.

 

Em alguns casos, porém, as alterações cardíacas podem acontecer de forma silenciosa, dificultando a identificação do problema.

 

"Ocorre uma falsa percepção de que pessoas jovens e fisicamente ativas estão totalmente protegidas de problemas cardíacos. Mas vemos cada vez mais pacientes com episódios de arritmia relacionados ao excesso de estimulantes, treinos extremos e ausência de acompanhamento médico adequado", afirma Dr. Marcelo Sobral.

 

Pré-treinos e energéticos exigem atenção

Além dos energéticos tradicionais, especialistas também alertam para o aumento do uso de suplementos estimulantes e fórmulas pré-treino com altas concentrações de cafeína e outras substâncias que podem sobrecarregar o sistema cardiovascular.

 

Pessoas com histórico familiar de arritmias, hipertensão, doenças cardíacas ou casos de morte súbita devem ter atenção redobrada antes de consumir esses produtos regularmente ou iniciar atividades físicas de alta intensidade.

 

Exercício continua sendo importante para o coração

Apesar do alerta, especialistas reforçam que a prática de atividade física continua sendo fundamental para a saúde cardiovascular. O principal cuidado está no equilíbrio e no acompanhamento adequado.

 

"O exercício físico é extremamente importante para a saúde cardiovascular, mas precisa acontecer com equilíbrio e segurança. O excesso, principalmente sem avaliação médica e associado ao uso indiscriminado de estimulantes, pode transformar um hábito saudável em um fator de risco", alerta o presidente da ABEC/DECA.

 

Quando procurar ajuda médica

A recomendação é buscar avaliação cardiológica caso sintomas como palpitações frequentes, tonturas ou desmaios apareçam durante os exercícios.

 

Exames como eletrocardiograma, Holter e teste ergométrico ajudam a identificar possíveis alterações no ritmo cardíaco e orientar o tratamento adequado.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/energetico-cafe-e-treino-intenso-combinacao-acende-alerta-cardiaco,6e01b379382919e3b8294438921c04c6iv2otrau.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

sexta-feira, 8 de maio de 2026

6 exercícios simples para fazer em casa e gastar calorias


Movimentos práticos ajudam a aumentar o gasto energético sem precisar de academia

 

Nem sempre dá tempo ou disposição para ir à academia. Ainda assim, é possível manter o corpo ativo e gastar calorias com exercícios simples feitos em casa. O mais importante é criar consistência e aproveitar o que você já tem ao seu redor.

 

Exercícios simples para gastar calorias em casa

Com poucos minutos por dia, já dá para sentir diferença na disposição e no condicionamento.

 

1. Polichinelo

O polichinelo é um dos exercícios mais completos para começar. Ele eleva a frequência cardíaca rapidamente e ativa vários grupos musculares ao mesmo tempo. Além disso, não exige espaço nem equipamento, o que facilita a execução em qualquer ambiente.

 

2. Agachamento

O agachamento trabalha pernas e glúteos, que são grandes grupos musculares. Isso aumenta o gasto calórico durante e após o exercício. Para melhores resultados, mantenha a postura alinhada e desça controlando o movimento.

 

3. Corrida no lugar

Correr sem sair do lugar também é eficiente. Esse movimento ajuda a melhorar o condicionamento cardiovascular e acelera o metabolismo. Você pode alternar intensidade, elevando mais os joelhos para aumentar o esforço.

 

4. Flexão de braço

A flexão fortalece a parte superior do corpo, especialmente peito, braços e core. Mesmo sendo um exercício de força, também contribui para o gasto calórico. Se for iniciante, é possível adaptar apoiando os joelhos no chão.

 

5. Prancha

A prancha parece simples, mas exige bastante do corpo. Ela ativa o abdômen e melhora a estabilidade. Manter a posição por alguns segundos já gera esforço significativo e contribui para o fortalecimento geral.

 

6. Subida em degrau

Usar um degrau ou escada é uma ótima forma de se movimentar em casa. Esse exercício trabalha pernas e aumenta a frequência cardíaca. Quanto mais ritmo você imprime, maior o gasto de energia.

 

Como potencializar os resultados

Para aumentar o gasto calórico, vale combinar os exercícios em sequência, formando um circuito. Isso mantém o corpo em movimento constante e eleva a intensidade do treino.

 

Outra dica é controlar o tempo. Sessões curtas, de 15 a 20 minutos, já são suficientes quando feitas com foco e regularidade. O descanso entre os exercícios também deve ser curto para manter o ritmo elevado.

 

Consistência faz a diferença

Não é preciso treinar por horas para ver resultado. O que realmente importa é a frequência. Fazer um pouco todos os dias é mais eficiente do que treinos longos e esporádicos.

 

Com disciplina e escolhas simples, você consegue gastar calorias, melhorar o condicionamento e cuidar da saúde sem sair de casa.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/6-exercicios-simples-para-fazer-em-casa-e-gastar-calorias,221f6834ee5dd21707737257625ca78bslcsuzf9.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

domingo, 26 de abril de 2026

Exercício físico: saiba reconhecer os sinais de infarto durante o treino


Praticar exercícios é vital, mas o corpo dá sinais quando algo vai mal. Aprenda a identificar sintomas de infarto durante o treino e saiba quando buscar ajuda.

 

A prática regular de atividades físicas é um dos pilares para uma vida longa e saudável. No entanto, é fundamental entender que o esforço intenso exige uma atenção redobrada com o coração.

 

Sentir um desconforto muscular após o treino é algo comum e esperado por quem se exercita. Mas, em alguns casos, o corpo emite alertas que podem indicar um princípio de infarto iminente.

 

Vamos detalhar como diferenciar o cansaço normal de um problema cardíaco grave e urgente. Aprenda a ouvir os sinais do seu organismo e saiba exatamente como agir em emergências.

 

Como diferenciar a dor muscular do risco cardíaco

A dor muscular costuma ser localizada e aparece especificamente durante o movimento ou após a sobrecarga. Geralmente, esse incômodo tende a diminuir de forma rápida assim que você interrompe a atividade física.

 

Já o sinal de alerta para o coração envolve sensações de pressão, aperto, queimação ou peso. Esses sintomas costumam se concentrar no centro do peito e podem ser acompanhados de outros sinais.

 

De acordo com o Dr. Daniel Petlik, cardiologista do Hospital Israelita Albert Einstein, a atenção deve ser total. O médico afirma que a dor merece avaliação imediata quando apresenta um padrão novo ou persistente.

 

Sintomas de infarto que exigem atenção imediata

Muitas vezes, o problema não se manifesta apenas como uma dor aguda e insuportável no peito. O corpo pode dar sinais mais sutis, mas que são igualmente perigosos durante o esforço físico.

 

A falta de ar torna-se preocupante quando é desproporcional à intensidade do exercício que você realiza. Se ela surge de forma súbita ou impede a fala, o risco de infarto aumenta consideravelmente.

 

"Não é a 'respiração ofegante normal' do exercício, mas uma dispneia fora do padrão", explica o Dr. Daniel Petlik em entrevista ao portal Drauzio Varella.

 

Fique atenta aos sinais de alerta do seu corpo

 

Sensação de peso ou queimação constante que irradia para os braços, mandíbula ou costas.

Suor frio excessivo que aparece de repente, mesmo que o treino não esteja tão intenso.

Náuseas, tonturas ou uma sensação súbita de desmaio durante ou logo após o esforço.

Falta de ar progressiva que não melhora mesmo após alguns minutos de repouso total.

 

O que fazer ao sentir desconforto durante o treino

Ao notar qualquer um dos sintomas mencionados, a primeira atitude deve ser interromper o exercício imediatamente. Não é recomendável "insistir para ver se melhora" ou tentar finalizar a série de movimentos.

 

Se o desconforto persistir por mais de alguns minutos, a situação exige o acionamento do socorro médico. O serviço de emergência deve ser chamado pelo número 192 para um atendimento profissional e rápido.

 

Segundo o cardiologista Daniel Petlik, a avaliação precoce é determinante para reduzir danos permanentes ao músculo cardíaco. Quanto mais rápido o atendimento, maior a chance de evitar complicações graves e salvar a vida.

 

Guia de ação rápida em caso de suspeita

 

Pare o que está fazendo na mesma hora e procure um lugar ventilado para sentar.

Afrouxe as roupas para facilitar a respiração e tente manter a calma enquanto observa os sintomas.

Peça ajuda para alguém que esteja por perto, informando exatamente o que está sentindo no momento.

Se os sintomas incluírem náusea e suor frio, ligue para a emergência sem qualquer hesitação.

Evite dirigir o próprio carro até o hospital; aguarde a ambulância ou peça um transporte.

 

Quem faz parte do grupo com risco aumentado?

Embora o infarto possa ocorrer com qualquer pessoa, alguns fatores aumentam as chances de eventos cardíacos. O histórico familiar e o estilo de vida atual são pontos determinantes para a saúde do coração.

 

Pessoas com pressão alta, colesterol elevado, diabetes ou obesidade devem ter um acompanhamento médico mais rigoroso. O tabagismo e o sedentarismo prolongado também colocam o sistema cardiovascular em uma posição de vulnerabilidade.

 

O problema costuma aparecer no exercício intenso e abrupto praticado por quem não possui preparo físico prévio. A atividade física bem orientada reduz o risco a longo prazo, mas exige cautela no início.

 

Dicas para um treino seguro e saudável

Antes de iniciar qualquer modalidade esportiva, realize uma avaliação médica completa para checar sua saúde cardíaca. Exames de rotina ajudam a identificar problemas silenciosos que poderiam causar um infarto durante o esforço.

 

Respeite sempre o seu ritmo e evite comparar o seu desempenho com o de outras pessoas. A progressão da carga e da intensidade deve ser gradual e, preferencialmente, acompanhada por um profissional especializado.

 

Mantenha-se bem hidratada e evite treinar em ambientes com temperaturas muito extremas, como calor ou frio excessivos. O descanso adequado entre as sessões de treino também é vital para a recuperação do seu coração.

 

A importância da prevenção e do check-up regular

Muitas doenças do coração não apresentam sintomas claros até que o esforço físico atinja um nível crítico. Por isso, as consultas regulares com um cardiologista são a melhor forma de prevenir sustos graves.

 

Mulheres que já tiveram histórico de arritmias ou insuficiência cardíaca precisam de protocolos de treino personalizados e seguros. A saúde é um equilíbrio entre movimento consciente e monitoramento constante dos sinais vitais básicos.

 

Como reforça a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o exercício é um aliado, desde que praticado com responsabilidade. Ouça o seu coração, respeite seus limites e garanta uma vida ativa livre de riscos desnecessários.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/exercicio-fisico-saiba-reconhecer-os-sinais-de-infarto-durante-o-treino,e089fe64d69318f99c9df758250ece29i0hnn98u.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Shutterstock

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Quer fortalecer o abdômen? 10 exercícios aeróbicos para fazer hoje


Atividades dinâmicas ajudam a queimar gordura, definir músculos e aumentar a resistência do corpo

 

Fortalecer o abdômen é essencial para a saúde e a funcionalidade do corpo. Os músculos abdominais desempenham um papel fundamental em diversas atividades do dia a dia, desde a manutenção da postura até a execução de movimentos mais complexos. Além disso, um core fortalecido oferece suporte e estabilidade à coluna vertebral, ajudando a prevenir dores nas costas.

 

Sabendo disso, a seguir, listamos alguns exercícios que trabalham corretamente o abdômen e ajudam a definir essa região. Confira:

 

1. Corrida

A corrida é um exercício aeróbico eficaz para fortalecer a barriga porque envolve uma ampla gama de músculos, incluindo os abdominais. Isso porque a constante contração deles para manter a postura e o equilíbrio resulta em um fortalecimento progressivo.

A pesquisa "Effects of a Cycling versus Running HIIT Program on Fat Mass Loss and Gut Microbiota Composition in Men with Overweight/Obesity", publicada na revista Medicine & Science in Sports & Exercise, mostra que o treino HIIT-RUN em homens apresenta um resultado melhor na perda de massa gorda abdominal do que o HIIT-BIKE, mas destaca que investigações adicionais são necessárias.

 

2. Ciclismo

O ciclismo fortalece a musculatura e ajuda a diminuir a flacidez de membros inferiores, fazendo as regiões como pernas, barriga e bumbum oxigenar mais. Uma dica é pedalar com o abdômen contraído para deixá-lo mais durinho.

 

3. Natação

A natação é um exercício completo que envolve todos os grupos musculares, incluindo o abdômen, bem como melhora a respiração e a postura, aumenta a resistência e ajuda a perder peso.

A pesquisa "The Acute Effects of Swimming on Appetite, Food Intake, and Energy Expenditure", publicada no Journal of Obesity, mostra que durante cerca de 42 minutos de natação o gasto energético médio foi de 459 kcal, demonstrando que a modalidade gera alto consumo energético, comparável a outros exercícios aeróbicos.

 

4. Pular corda

Pular corda é um exercício de alta intensidade que exige um esforço constante dos músculos abdominais para manter a estabilidade e coordenar os movimentos. Com a prática regular, isso leva a um notável fortalecimento do abdômen.

 

5. Boxe

O boxe é um esporte que envolve movimentos rápidos e coordenados dos braços, tronco e pernas. Os músculos do abdômen são constantemente ativados para fornecer suporte e estabilidade durante os movimentos, contribuindo para o fortalecimento.

 

6. Burpees

Os burpees são uma combinação de movimentos que envolvem agachamento, flexões e saltos. Essa atividade exige um esforço considerável dos músculos abdominais para manter a estabilidade e coordenar os movimentos, levando ao fortalecimento do abdômen.

 

7. Prancha

Embora seja um exercício estático, a prancha é altamente eficaz para fortalecer o abdômen. Ao manter a posição, os músculos abdominais são constantemente ativados para sustentar o corpo, resultando em um fortalecimento progressivo.

O artigo "Want a stronger core? Skip the sit-ups", publicado no Harvard Health Publishing, por exemplo, indica que a modalidade é mais eficaz do que o abdominal tradicional, apontando que essa última abordagem pode ser prejudicial à coluna.

 

8. Dança

Os movimentos fluidos da dança exigem controle do abdômen para estabilidade. A dança do ventre, por exemplo, é especialmente benéfica para quem deseja fortalecer o core, pois foca em movimentos de contração e relaxamento dos músculos abdominais, além de trabalhar a flexibilidade, o equilíbrio e a postura.

 

9. Patinação

A patinação é um exercício que envolve o corpo todo, logo, ela também ajuda a trabalhar os músculos do core. No entanto, para a prática gerar resultados é preciso realizar os movimentos com precisão, de preferência de forma suave e sempre contraindo o abdômen. A atividade também alivia dores nas costas, favorece a queima de calorias e aumenta a estabilidade.

 

10. Remo

O remo é um exercício que envolve diversos grupos musculares, como braços, pernas, costas, glúteos e, claro, o abdômen. Neste último, a atividade trabalha intensamente os oblíquos, o reto abdominal e o transverso do abdômen, ajudando a tonificar e fortalecer a região central do corpo. Com a execução correta, o remo também é excelente para quem busca melhorar a postura, a coordenação motora e a flexibilidade.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/quer-fortalecer-o-abdomen-10-exercicios-aerobicos-para-fazer-hoje,fa4d3e8d780692e54423bac2d30277cbl63q8i81.html?utm_source=clipboard - Foto: pics five | Shutterstock / Portal EdiCase


terça-feira, 31 de março de 2026

Exercícios físicos podem ajudar no tratamento da depressão


Praticar exercícios físicos regularmente pode ajudar a reduzir sintomas de depressão, com efeitos semelhantes aos da terapia psicológica. Essa é a conclusão de uma revisão científica publicada na Cochrane Database of Systematic Reviews.Saúde

 

O estudo reuniu dados de 73 ensaios clínicos que envolveram quase 5 mil adultos com diagnóstico de depressão. Os resultados indicaram que pessoas que participaram de programas de atividade física apresentaram melhora moderada dos sintomas em comparação com aquelas que não receberam tratamento específico.

 

Quando comparado diretamente com terapia psicológica, o exercício apresentou eficácia semelhante na redução dos sintomas depressivos. Em relação aos antidepressivos, os efeitos também pareceram comparáveis, embora as evidências ainda sejam consideradas limitadas.

 

Os pesquisadores observaram que exercícios de intensidade leve a moderada tende a trazer mais benefícios do que treinos muito intensos. Programas que combinam diferentes tipos de atividade física também mostraram resultados promissores.

 

Os especialistas destacam que o exercício não substitui necessariamente outros tratamentos, mas pode ser uma estratégia complementar segura e acessível, adaptada às preferências e condições de cada pessoa.

 

Cochrane Database of Systematic Reviews. DOI: 10.1002/14651858.CD004366.pub7/full.

 

Fonte: https://www.boasaude.com.br/noticias/22222/exercicios-fisicos-podem-ajudar-no-tratamento-da-depressao.html?utm_source=terra_capa_vida-e-estilo&utm_medium=referral#google_vignette

sábado, 14 de março de 2026

Movimente-se para viver mais: atividades físicas que aumentam sua longevidade


Especialistas em saúde destacam que não é necessário ter um histórico esportivo para colher resultados da atividade física na saúde.

 

Com a rotina cada vez mais corrida, muitas pessoas buscam alternativas simples para cuidar da saúde e manter a mente em equilíbrio. Entre as opções disponíveis, os exercícios físicos aparecem como um dos pilares mais acessíveis para quem deseja viver mais e melhor. Assim, quando praticadas com regularidade, atividades bem escolhidas contribuem tanto para a longevidade quanto para o bem-estar mental.

 

Especialistas em saúde destacam que não é necessário ter um histórico esportivo para colher resultados. Caminhadas, alongamentos e exercícios leves já podem gerar benefícios significativos ao organismo. Por isso, o mais importante costuma ser a constância, o respeito aos limites do corpo e a escolha de práticas que façam sentido para a rotina de cada pessoa.

 

Exercícios físicos para longevidade: por que fazem diferença?

Os exercícios físicos para longevidade atuam em diferentes sistemas do corpo humano. Afinal, eles ajudam a fortalecer o coração, controlar a pressão arterial, melhorar o condicionamento cardiorrespiratório e regular índices como glicemia e colesterol. Com isso, diminuem o risco de doenças crônicas, que costumam surgir com mais frequência ao longo do envelhecimento.

 

Além disso, manter o corpo ativo preserva massa muscular e densidade óssea, fatores importantes para evitar quedas, fraturas e perda de autonomia na maturidade. Por isso, atividades que combinam força, resistência e equilíbrio devem entrar no cardápio de quem deseja se manter funcional por mais tempo. Exemplos simples podem ser organizados facilmente no dia a dia.

 

Caminhada moderada: indicada para iniciantes e pessoas de diferentes idades.

Treino de força com peso do próprio corpo:

Alongamentos diários:

Atividades aquáticas:

 

Quais exercícios físicos mais ajudam o bem-estar mental?

Os exercícios físicos para bem-estar mental atuam de forma direta no cérebro. Durante a prática, o organismo libera substâncias como endorfina, serotonina e dopamina, que frequentemente se associam à sensação de relaxamento e estabilidade emocional. Portanto, essa resposta fisiológica pode auxiliar no controle de sintomas de estresse, ansiedade e alterações de humor.

 

Entre as modalidades que costumam associar-se a maior equilíbrio mental, destacam-se atividades aeróbicas leves, exercícios de respiração e práticas que combinam movimento e atenção plena. A seguir, alguns exemplos frequentemente incluídos em rotinas voltadas à saúde emocional:

 

Caminhada ao ar livre:

Ciclismo recreativo:

Yoga:

Pilates:

Dança:

 

Como montar uma rotina de exercícios físicos para longevidade e mente saudável?

Organizar uma rotina de exercícios físicos para longevidade e bem-estar mental não exige necessariamente equipamentos caros ou academias. Afinal, um planejamento básico, que se adapte à realidade de cada pessoa, já pode ser suficiente para iniciar. No entanto, antes de qualquer mudança na rotina, é indicado buscar avaliação profissional de saúde, especialmente em casos de doenças preexistentes.

 

Uma forma simples de estruturar essa rotina é dividir as atividades em três grupos: exercícios aeróbicos, de força e de mobilidade. Assim, essa combinação tende a favorecer tanto o sistema cardiovascular quanto a musculatura e as articulações. A seguir, um exemplo de organização semanal que pode ser ajustado conforme a necessidade:

 

Exercícios aeróbicos (3 a 5 vezes por semana):

Caminhada de 30 a 40 minutos em ritmo moderado;

Bicicleta estática ou ao ar livre;

Natação recreativa ou aulas de hidroginástica.

Treino de força (2 a 3 vezes por semana):

Agachamentos com o peso do corpo apoiando em cadeira, se necessário;

Flexões de braço na parede ou em superfície elevada;

Exercícios com elásticos de resistência para braços e costas.

Mobilidade e relaxamento (diário ou em dias alternados):

Alongamento leve de pescoço, ombros, coluna e pernas;

Sessões curtas de yoga focadas em flexibilidade e respiração;

Exercícios de respiração profunda por alguns minutos após a prática.

 

Como manter a regularidade nos exercícios físicos ao longo dos anos?

Para que os exercícios físicos realmente contribuam para longevidade e equilíbrio emocional, a manutenção do hábito costuma ser determinante. A adesão tende a ser maior quando as pessoas escolhem atividades agradáveis, compatíveis com suas preferências e com o tempo disponível na rotina. Ademais, a prática em grupo, com amigos, familiares ou turmas organizadas, também favorece o compromisso.

 

Registrar metas realistas, como caminhar um determinado número de minutos por dia ou realizar sessões de alongamento em horários fixos, pode ajudar na organização. Alternar modalidades ao longo da semana costuma evitar monotonia e reduzir o risco de sobrecarga de determinadas articulações. A observação de sinais do corpo, como dores intensas ou cansaço excessivo, é fundamental para ajustar o ritmo e, quando necessário, procurar orientação profissional.

 

Com escolhas adequadas e acompanhamento correto, os exercícios físicos se tornam uma ferramenta importante para prolongar a autonomia, preservar a funcionalidade do corpo e apoiar a saúde mental. Ao longo dos anos, pequenas ações consistentes tendem a somar resultados e contribuir para uma vida mais longa e equilibrada.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/movimente-se-para-viver-mais-atividades-fisicas-que-aumentam-sua-longevidade,a36026a3589e4cf6ac24cb39b7a373dd71jwabnv.html?utm_source=clipboard - Por: Valdomiro Neto* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / Ivanko1980

sábado, 10 de janeiro de 2026

Não gosto de academia: como me exercitar mesmo assim


Descubra alternativas acessíveis para movimentar o corpo sem precisar frequentar o ambiente das salas de musculação

 

A cena é comum: a resolução de ano novo inclui a matrícula na academia, mas o desânimo aparece antes mesmo do primeiro treino de pernas.

 

Para muita gente, o ambiente fechado, o som alto e a repetição das máquinas são barreiras que geram uma desistência precoce. Se você faz parte do grupo que "odeia academia", saiba que isso não é um decreto para o sedentarismo.

 

O segredo para manter a constância é entender que o melhor exercício é aquele que você realmente sente vontade de realizar, transformando o movimento em um momento de prazer, e não em uma obrigação torturante.

 

Confira opções de exercícios físicos:

1. Caminhada

Para quem está começando, a caminhada ao ar livre é uma das atividades físicas para iniciantes mais democráticas e eficazes. Além de não custar nada, ela permite que você mude o cenário, respire ar puro e controle o próprio ritmo.

Começar com 20 minutos diários em um parque ou até mesmo no bairro já é o suficiente para melhorar o condicionamento cardiovascular e reduzir os níveis de estresse. É o tipo de atividade que exige pouco planejamento e oferece resultados rápidos na disposição diária.

 

2. Dança e movimento com diversão

Se a monotonia dos pesos te afasta, a dança pode ser a solução ideal. Seja seguindo tutoriais em casa ou participando de aulas coletivas, dançar queima uma quantidade significativa de calorias enquanto trabalha a coordenação motora e a saúde mental.

O foco aqui não está na técnica perfeita, mas sim em manter o corpo em movimento de forma lúdica. É uma alternativa excelente para quem busca socialização ou prefere se exercitar no conforto do próprio quarto, longe de olhares alheios.

 

3. Pedaladas e a liberdade sobre duas rodas

A bicicleta é outra aliada poderosa para quem busca exercícios fora da academia. Além de ser um meio de transporte sustentável, pedalar fortalece as articulações e os membros inferiores com baixo impacto.

Explorar ciclovias ou trilhas leves nos finais de semana ajuda a construir resistência física sem que você sinta que está "treinando" de fato. A sensação de liberdade que a bike proporciona é um dos maiores incentivos para quem já desistiu de outros métodos mais tradicionais.

 

4. Exercícios simples no cotidiano

Muitas vezes, a atividade física está escondida em hábitos simples que ignoramos. Trocar o elevador pelas escadas, fazer alongamentos matinais ou realizar agachamentos enquanto espera o café ficar pronto são formas de manter o corpo ativo.

 

O importante é romper o ciclo de inatividade e entender que pequenos esforços somados ao longo do dia geram um impacto positivo na saúde a longo prazo. O corpo não diferencia se você está em um centro esportivo de luxo ou em uma praça; ele apenas responde ao estímulo que você oferece.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/nao-gosto-de-academia-como-me-exercitar-mesmo-assim,ba896fef6f4adac4695951dde63a9288bkbg0b3k.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life