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sexta-feira, 8 de maio de 2026

6 exercícios simples para fazer em casa e gastar calorias


Movimentos práticos ajudam a aumentar o gasto energético sem precisar de academia

 

Nem sempre dá tempo ou disposição para ir à academia. Ainda assim, é possível manter o corpo ativo e gastar calorias com exercícios simples feitos em casa. O mais importante é criar consistência e aproveitar o que você já tem ao seu redor.

 

Exercícios simples para gastar calorias em casa

Com poucos minutos por dia, já dá para sentir diferença na disposição e no condicionamento.

 

1. Polichinelo

O polichinelo é um dos exercícios mais completos para começar. Ele eleva a frequência cardíaca rapidamente e ativa vários grupos musculares ao mesmo tempo. Além disso, não exige espaço nem equipamento, o que facilita a execução em qualquer ambiente.

 

2. Agachamento

O agachamento trabalha pernas e glúteos, que são grandes grupos musculares. Isso aumenta o gasto calórico durante e após o exercício. Para melhores resultados, mantenha a postura alinhada e desça controlando o movimento.

 

3. Corrida no lugar

Correr sem sair do lugar também é eficiente. Esse movimento ajuda a melhorar o condicionamento cardiovascular e acelera o metabolismo. Você pode alternar intensidade, elevando mais os joelhos para aumentar o esforço.

 

4. Flexão de braço

A flexão fortalece a parte superior do corpo, especialmente peito, braços e core. Mesmo sendo um exercício de força, também contribui para o gasto calórico. Se for iniciante, é possível adaptar apoiando os joelhos no chão.

 

5. Prancha

A prancha parece simples, mas exige bastante do corpo. Ela ativa o abdômen e melhora a estabilidade. Manter a posição por alguns segundos já gera esforço significativo e contribui para o fortalecimento geral.

 

6. Subida em degrau

Usar um degrau ou escada é uma ótima forma de se movimentar em casa. Esse exercício trabalha pernas e aumenta a frequência cardíaca. Quanto mais ritmo você imprime, maior o gasto de energia.

 

Como potencializar os resultados

Para aumentar o gasto calórico, vale combinar os exercícios em sequência, formando um circuito. Isso mantém o corpo em movimento constante e eleva a intensidade do treino.

 

Outra dica é controlar o tempo. Sessões curtas, de 15 a 20 minutos, já são suficientes quando feitas com foco e regularidade. O descanso entre os exercícios também deve ser curto para manter o ritmo elevado.

 

Consistência faz a diferença

Não é preciso treinar por horas para ver resultado. O que realmente importa é a frequência. Fazer um pouco todos os dias é mais eficiente do que treinos longos e esporádicos.

 

Com disciplina e escolhas simples, você consegue gastar calorias, melhorar o condicionamento e cuidar da saúde sem sair de casa.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/6-exercicios-simples-para-fazer-em-casa-e-gastar-calorias,221f6834ee5dd21707737257625ca78bslcsuzf9.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

domingo, 26 de abril de 2026

Exercício físico: saiba reconhecer os sinais de infarto durante o treino


Praticar exercícios é vital, mas o corpo dá sinais quando algo vai mal. Aprenda a identificar sintomas de infarto durante o treino e saiba quando buscar ajuda.

 

A prática regular de atividades físicas é um dos pilares para uma vida longa e saudável. No entanto, é fundamental entender que o esforço intenso exige uma atenção redobrada com o coração.

 

Sentir um desconforto muscular após o treino é algo comum e esperado por quem se exercita. Mas, em alguns casos, o corpo emite alertas que podem indicar um princípio de infarto iminente.

 

Vamos detalhar como diferenciar o cansaço normal de um problema cardíaco grave e urgente. Aprenda a ouvir os sinais do seu organismo e saiba exatamente como agir em emergências.

 

Como diferenciar a dor muscular do risco cardíaco

A dor muscular costuma ser localizada e aparece especificamente durante o movimento ou após a sobrecarga. Geralmente, esse incômodo tende a diminuir de forma rápida assim que você interrompe a atividade física.

 

Já o sinal de alerta para o coração envolve sensações de pressão, aperto, queimação ou peso. Esses sintomas costumam se concentrar no centro do peito e podem ser acompanhados de outros sinais.

 

De acordo com o Dr. Daniel Petlik, cardiologista do Hospital Israelita Albert Einstein, a atenção deve ser total. O médico afirma que a dor merece avaliação imediata quando apresenta um padrão novo ou persistente.

 

Sintomas de infarto que exigem atenção imediata

Muitas vezes, o problema não se manifesta apenas como uma dor aguda e insuportável no peito. O corpo pode dar sinais mais sutis, mas que são igualmente perigosos durante o esforço físico.

 

A falta de ar torna-se preocupante quando é desproporcional à intensidade do exercício que você realiza. Se ela surge de forma súbita ou impede a fala, o risco de infarto aumenta consideravelmente.

 

"Não é a 'respiração ofegante normal' do exercício, mas uma dispneia fora do padrão", explica o Dr. Daniel Petlik em entrevista ao portal Drauzio Varella.

 

Fique atenta aos sinais de alerta do seu corpo

 

Sensação de peso ou queimação constante que irradia para os braços, mandíbula ou costas.

Suor frio excessivo que aparece de repente, mesmo que o treino não esteja tão intenso.

Náuseas, tonturas ou uma sensação súbita de desmaio durante ou logo após o esforço.

Falta de ar progressiva que não melhora mesmo após alguns minutos de repouso total.

 

O que fazer ao sentir desconforto durante o treino

Ao notar qualquer um dos sintomas mencionados, a primeira atitude deve ser interromper o exercício imediatamente. Não é recomendável "insistir para ver se melhora" ou tentar finalizar a série de movimentos.

 

Se o desconforto persistir por mais de alguns minutos, a situação exige o acionamento do socorro médico. O serviço de emergência deve ser chamado pelo número 192 para um atendimento profissional e rápido.

 

Segundo o cardiologista Daniel Petlik, a avaliação precoce é determinante para reduzir danos permanentes ao músculo cardíaco. Quanto mais rápido o atendimento, maior a chance de evitar complicações graves e salvar a vida.

 

Guia de ação rápida em caso de suspeita

 

Pare o que está fazendo na mesma hora e procure um lugar ventilado para sentar.

Afrouxe as roupas para facilitar a respiração e tente manter a calma enquanto observa os sintomas.

Peça ajuda para alguém que esteja por perto, informando exatamente o que está sentindo no momento.

Se os sintomas incluírem náusea e suor frio, ligue para a emergência sem qualquer hesitação.

Evite dirigir o próprio carro até o hospital; aguarde a ambulância ou peça um transporte.

 

Quem faz parte do grupo com risco aumentado?

Embora o infarto possa ocorrer com qualquer pessoa, alguns fatores aumentam as chances de eventos cardíacos. O histórico familiar e o estilo de vida atual são pontos determinantes para a saúde do coração.

 

Pessoas com pressão alta, colesterol elevado, diabetes ou obesidade devem ter um acompanhamento médico mais rigoroso. O tabagismo e o sedentarismo prolongado também colocam o sistema cardiovascular em uma posição de vulnerabilidade.

 

O problema costuma aparecer no exercício intenso e abrupto praticado por quem não possui preparo físico prévio. A atividade física bem orientada reduz o risco a longo prazo, mas exige cautela no início.

 

Dicas para um treino seguro e saudável

Antes de iniciar qualquer modalidade esportiva, realize uma avaliação médica completa para checar sua saúde cardíaca. Exames de rotina ajudam a identificar problemas silenciosos que poderiam causar um infarto durante o esforço.

 

Respeite sempre o seu ritmo e evite comparar o seu desempenho com o de outras pessoas. A progressão da carga e da intensidade deve ser gradual e, preferencialmente, acompanhada por um profissional especializado.

 

Mantenha-se bem hidratada e evite treinar em ambientes com temperaturas muito extremas, como calor ou frio excessivos. O descanso adequado entre as sessões de treino também é vital para a recuperação do seu coração.

 

A importância da prevenção e do check-up regular

Muitas doenças do coração não apresentam sintomas claros até que o esforço físico atinja um nível crítico. Por isso, as consultas regulares com um cardiologista são a melhor forma de prevenir sustos graves.

 

Mulheres que já tiveram histórico de arritmias ou insuficiência cardíaca precisam de protocolos de treino personalizados e seguros. A saúde é um equilíbrio entre movimento consciente e monitoramento constante dos sinais vitais básicos.

 

Como reforça a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o exercício é um aliado, desde que praticado com responsabilidade. Ouça o seu coração, respeite seus limites e garanta uma vida ativa livre de riscos desnecessários.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/exercicio-fisico-saiba-reconhecer-os-sinais-de-infarto-durante-o-treino,e089fe64d69318f99c9df758250ece29i0hnn98u.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Shutterstock

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Quer fortalecer o abdômen? 10 exercícios aeróbicos para fazer hoje


Atividades dinâmicas ajudam a queimar gordura, definir músculos e aumentar a resistência do corpo

 

Fortalecer o abdômen é essencial para a saúde e a funcionalidade do corpo. Os músculos abdominais desempenham um papel fundamental em diversas atividades do dia a dia, desde a manutenção da postura até a execução de movimentos mais complexos. Além disso, um core fortalecido oferece suporte e estabilidade à coluna vertebral, ajudando a prevenir dores nas costas.

 

Sabendo disso, a seguir, listamos alguns exercícios que trabalham corretamente o abdômen e ajudam a definir essa região. Confira:

 

1. Corrida

A corrida é um exercício aeróbico eficaz para fortalecer a barriga porque envolve uma ampla gama de músculos, incluindo os abdominais. Isso porque a constante contração deles para manter a postura e o equilíbrio resulta em um fortalecimento progressivo.

A pesquisa "Effects of a Cycling versus Running HIIT Program on Fat Mass Loss and Gut Microbiota Composition in Men with Overweight/Obesity", publicada na revista Medicine & Science in Sports & Exercise, mostra que o treino HIIT-RUN em homens apresenta um resultado melhor na perda de massa gorda abdominal do que o HIIT-BIKE, mas destaca que investigações adicionais são necessárias.

 

2. Ciclismo

O ciclismo fortalece a musculatura e ajuda a diminuir a flacidez de membros inferiores, fazendo as regiões como pernas, barriga e bumbum oxigenar mais. Uma dica é pedalar com o abdômen contraído para deixá-lo mais durinho.

 

3. Natação

A natação é um exercício completo que envolve todos os grupos musculares, incluindo o abdômen, bem como melhora a respiração e a postura, aumenta a resistência e ajuda a perder peso.

A pesquisa "The Acute Effects of Swimming on Appetite, Food Intake, and Energy Expenditure", publicada no Journal of Obesity, mostra que durante cerca de 42 minutos de natação o gasto energético médio foi de 459 kcal, demonstrando que a modalidade gera alto consumo energético, comparável a outros exercícios aeróbicos.

 

4. Pular corda

Pular corda é um exercício de alta intensidade que exige um esforço constante dos músculos abdominais para manter a estabilidade e coordenar os movimentos. Com a prática regular, isso leva a um notável fortalecimento do abdômen.

 

5. Boxe

O boxe é um esporte que envolve movimentos rápidos e coordenados dos braços, tronco e pernas. Os músculos do abdômen são constantemente ativados para fornecer suporte e estabilidade durante os movimentos, contribuindo para o fortalecimento.

 

6. Burpees

Os burpees são uma combinação de movimentos que envolvem agachamento, flexões e saltos. Essa atividade exige um esforço considerável dos músculos abdominais para manter a estabilidade e coordenar os movimentos, levando ao fortalecimento do abdômen.

 

7. Prancha

Embora seja um exercício estático, a prancha é altamente eficaz para fortalecer o abdômen. Ao manter a posição, os músculos abdominais são constantemente ativados para sustentar o corpo, resultando em um fortalecimento progressivo.

O artigo "Want a stronger core? Skip the sit-ups", publicado no Harvard Health Publishing, por exemplo, indica que a modalidade é mais eficaz do que o abdominal tradicional, apontando que essa última abordagem pode ser prejudicial à coluna.

 

8. Dança

Os movimentos fluidos da dança exigem controle do abdômen para estabilidade. A dança do ventre, por exemplo, é especialmente benéfica para quem deseja fortalecer o core, pois foca em movimentos de contração e relaxamento dos músculos abdominais, além de trabalhar a flexibilidade, o equilíbrio e a postura.

 

9. Patinação

A patinação é um exercício que envolve o corpo todo, logo, ela também ajuda a trabalhar os músculos do core. No entanto, para a prática gerar resultados é preciso realizar os movimentos com precisão, de preferência de forma suave e sempre contraindo o abdômen. A atividade também alivia dores nas costas, favorece a queima de calorias e aumenta a estabilidade.

 

10. Remo

O remo é um exercício que envolve diversos grupos musculares, como braços, pernas, costas, glúteos e, claro, o abdômen. Neste último, a atividade trabalha intensamente os oblíquos, o reto abdominal e o transverso do abdômen, ajudando a tonificar e fortalecer a região central do corpo. Com a execução correta, o remo também é excelente para quem busca melhorar a postura, a coordenação motora e a flexibilidade.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/quer-fortalecer-o-abdomen-10-exercicios-aerobicos-para-fazer-hoje,fa4d3e8d780692e54423bac2d30277cbl63q8i81.html?utm_source=clipboard - Foto: pics five | Shutterstock / Portal EdiCase


terça-feira, 31 de março de 2026

Exercícios físicos podem ajudar no tratamento da depressão


Praticar exercícios físicos regularmente pode ajudar a reduzir sintomas de depressão, com efeitos semelhantes aos da terapia psicológica. Essa é a conclusão de uma revisão científica publicada na Cochrane Database of Systematic Reviews.Saúde

 

O estudo reuniu dados de 73 ensaios clínicos que envolveram quase 5 mil adultos com diagnóstico de depressão. Os resultados indicaram que pessoas que participaram de programas de atividade física apresentaram melhora moderada dos sintomas em comparação com aquelas que não receberam tratamento específico.

 

Quando comparado diretamente com terapia psicológica, o exercício apresentou eficácia semelhante na redução dos sintomas depressivos. Em relação aos antidepressivos, os efeitos também pareceram comparáveis, embora as evidências ainda sejam consideradas limitadas.

 

Os pesquisadores observaram que exercícios de intensidade leve a moderada tende a trazer mais benefícios do que treinos muito intensos. Programas que combinam diferentes tipos de atividade física também mostraram resultados promissores.

 

Os especialistas destacam que o exercício não substitui necessariamente outros tratamentos, mas pode ser uma estratégia complementar segura e acessível, adaptada às preferências e condições de cada pessoa.

 

Cochrane Database of Systematic Reviews. DOI: 10.1002/14651858.CD004366.pub7/full.

 

Fonte: https://www.boasaude.com.br/noticias/22222/exercicios-fisicos-podem-ajudar-no-tratamento-da-depressao.html?utm_source=terra_capa_vida-e-estilo&utm_medium=referral#google_vignette

sábado, 14 de março de 2026

Movimente-se para viver mais: atividades físicas que aumentam sua longevidade


Especialistas em saúde destacam que não é necessário ter um histórico esportivo para colher resultados da atividade física na saúde.

 

Com a rotina cada vez mais corrida, muitas pessoas buscam alternativas simples para cuidar da saúde e manter a mente em equilíbrio. Entre as opções disponíveis, os exercícios físicos aparecem como um dos pilares mais acessíveis para quem deseja viver mais e melhor. Assim, quando praticadas com regularidade, atividades bem escolhidas contribuem tanto para a longevidade quanto para o bem-estar mental.

 

Especialistas em saúde destacam que não é necessário ter um histórico esportivo para colher resultados. Caminhadas, alongamentos e exercícios leves já podem gerar benefícios significativos ao organismo. Por isso, o mais importante costuma ser a constância, o respeito aos limites do corpo e a escolha de práticas que façam sentido para a rotina de cada pessoa.

 

Exercícios físicos para longevidade: por que fazem diferença?

Os exercícios físicos para longevidade atuam em diferentes sistemas do corpo humano. Afinal, eles ajudam a fortalecer o coração, controlar a pressão arterial, melhorar o condicionamento cardiorrespiratório e regular índices como glicemia e colesterol. Com isso, diminuem o risco de doenças crônicas, que costumam surgir com mais frequência ao longo do envelhecimento.

 

Além disso, manter o corpo ativo preserva massa muscular e densidade óssea, fatores importantes para evitar quedas, fraturas e perda de autonomia na maturidade. Por isso, atividades que combinam força, resistência e equilíbrio devem entrar no cardápio de quem deseja se manter funcional por mais tempo. Exemplos simples podem ser organizados facilmente no dia a dia.

 

Caminhada moderada: indicada para iniciantes e pessoas de diferentes idades.

Treino de força com peso do próprio corpo:

Alongamentos diários:

Atividades aquáticas:

 

Quais exercícios físicos mais ajudam o bem-estar mental?

Os exercícios físicos para bem-estar mental atuam de forma direta no cérebro. Durante a prática, o organismo libera substâncias como endorfina, serotonina e dopamina, que frequentemente se associam à sensação de relaxamento e estabilidade emocional. Portanto, essa resposta fisiológica pode auxiliar no controle de sintomas de estresse, ansiedade e alterações de humor.

 

Entre as modalidades que costumam associar-se a maior equilíbrio mental, destacam-se atividades aeróbicas leves, exercícios de respiração e práticas que combinam movimento e atenção plena. A seguir, alguns exemplos frequentemente incluídos em rotinas voltadas à saúde emocional:

 

Caminhada ao ar livre:

Ciclismo recreativo:

Yoga:

Pilates:

Dança:

 

Como montar uma rotina de exercícios físicos para longevidade e mente saudável?

Organizar uma rotina de exercícios físicos para longevidade e bem-estar mental não exige necessariamente equipamentos caros ou academias. Afinal, um planejamento básico, que se adapte à realidade de cada pessoa, já pode ser suficiente para iniciar. No entanto, antes de qualquer mudança na rotina, é indicado buscar avaliação profissional de saúde, especialmente em casos de doenças preexistentes.

 

Uma forma simples de estruturar essa rotina é dividir as atividades em três grupos: exercícios aeróbicos, de força e de mobilidade. Assim, essa combinação tende a favorecer tanto o sistema cardiovascular quanto a musculatura e as articulações. A seguir, um exemplo de organização semanal que pode ser ajustado conforme a necessidade:

 

Exercícios aeróbicos (3 a 5 vezes por semana):

Caminhada de 30 a 40 minutos em ritmo moderado;

Bicicleta estática ou ao ar livre;

Natação recreativa ou aulas de hidroginástica.

Treino de força (2 a 3 vezes por semana):

Agachamentos com o peso do corpo apoiando em cadeira, se necessário;

Flexões de braço na parede ou em superfície elevada;

Exercícios com elásticos de resistência para braços e costas.

Mobilidade e relaxamento (diário ou em dias alternados):

Alongamento leve de pescoço, ombros, coluna e pernas;

Sessões curtas de yoga focadas em flexibilidade e respiração;

Exercícios de respiração profunda por alguns minutos após a prática.

 

Como manter a regularidade nos exercícios físicos ao longo dos anos?

Para que os exercícios físicos realmente contribuam para longevidade e equilíbrio emocional, a manutenção do hábito costuma ser determinante. A adesão tende a ser maior quando as pessoas escolhem atividades agradáveis, compatíveis com suas preferências e com o tempo disponível na rotina. Ademais, a prática em grupo, com amigos, familiares ou turmas organizadas, também favorece o compromisso.

 

Registrar metas realistas, como caminhar um determinado número de minutos por dia ou realizar sessões de alongamento em horários fixos, pode ajudar na organização. Alternar modalidades ao longo da semana costuma evitar monotonia e reduzir o risco de sobrecarga de determinadas articulações. A observação de sinais do corpo, como dores intensas ou cansaço excessivo, é fundamental para ajustar o ritmo e, quando necessário, procurar orientação profissional.

 

Com escolhas adequadas e acompanhamento correto, os exercícios físicos se tornam uma ferramenta importante para prolongar a autonomia, preservar a funcionalidade do corpo e apoiar a saúde mental. Ao longo dos anos, pequenas ações consistentes tendem a somar resultados e contribuir para uma vida mais longa e equilibrada.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/movimente-se-para-viver-mais-atividades-fisicas-que-aumentam-sua-longevidade,a36026a3589e4cf6ac24cb39b7a373dd71jwabnv.html?utm_source=clipboard - Por: Valdomiro Neto* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / Ivanko1980

sábado, 10 de janeiro de 2026

Não gosto de academia: como me exercitar mesmo assim


Descubra alternativas acessíveis para movimentar o corpo sem precisar frequentar o ambiente das salas de musculação

 

A cena é comum: a resolução de ano novo inclui a matrícula na academia, mas o desânimo aparece antes mesmo do primeiro treino de pernas.

 

Para muita gente, o ambiente fechado, o som alto e a repetição das máquinas são barreiras que geram uma desistência precoce. Se você faz parte do grupo que "odeia academia", saiba que isso não é um decreto para o sedentarismo.

 

O segredo para manter a constância é entender que o melhor exercício é aquele que você realmente sente vontade de realizar, transformando o movimento em um momento de prazer, e não em uma obrigação torturante.

 

Confira opções de exercícios físicos:

1. Caminhada

Para quem está começando, a caminhada ao ar livre é uma das atividades físicas para iniciantes mais democráticas e eficazes. Além de não custar nada, ela permite que você mude o cenário, respire ar puro e controle o próprio ritmo.

Começar com 20 minutos diários em um parque ou até mesmo no bairro já é o suficiente para melhorar o condicionamento cardiovascular e reduzir os níveis de estresse. É o tipo de atividade que exige pouco planejamento e oferece resultados rápidos na disposição diária.

 

2. Dança e movimento com diversão

Se a monotonia dos pesos te afasta, a dança pode ser a solução ideal. Seja seguindo tutoriais em casa ou participando de aulas coletivas, dançar queima uma quantidade significativa de calorias enquanto trabalha a coordenação motora e a saúde mental.

O foco aqui não está na técnica perfeita, mas sim em manter o corpo em movimento de forma lúdica. É uma alternativa excelente para quem busca socialização ou prefere se exercitar no conforto do próprio quarto, longe de olhares alheios.

 

3. Pedaladas e a liberdade sobre duas rodas

A bicicleta é outra aliada poderosa para quem busca exercícios fora da academia. Além de ser um meio de transporte sustentável, pedalar fortalece as articulações e os membros inferiores com baixo impacto.

Explorar ciclovias ou trilhas leves nos finais de semana ajuda a construir resistência física sem que você sinta que está "treinando" de fato. A sensação de liberdade que a bike proporciona é um dos maiores incentivos para quem já desistiu de outros métodos mais tradicionais.

 

4. Exercícios simples no cotidiano

Muitas vezes, a atividade física está escondida em hábitos simples que ignoramos. Trocar o elevador pelas escadas, fazer alongamentos matinais ou realizar agachamentos enquanto espera o café ficar pronto são formas de manter o corpo ativo.

 

O importante é romper o ciclo de inatividade e entender que pequenos esforços somados ao longo do dia geram um impacto positivo na saúde a longo prazo. O corpo não diferencia se você está em um centro esportivo de luxo ou em uma praça; ele apenas responde ao estímulo que você oferece.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/nao-gosto-de-academia-como-me-exercitar-mesmo-assim,ba896fef6f4adac4695951dde63a9288bkbg0b3k.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

domingo, 4 de janeiro de 2026

Saiba os benefícios das atividades físicas para pessoas com autismo


A prática de exercícios personalizados auxilia no desenvolvimento de pessoas com TEA

 

A prática regular de atividades físicas é um cuidado fundamental para a manutenção da saúde e do bem-estar a longo prazo. No caso de pessoas com autismo, adaptar os exercícios pode exercer um papel ainda mais importante, já que tais ajustes podem ser essenciais. Isso porque impactam no desenvolvimento integral, incentivando a autonomia e promovendo uma maior qualidade de vida. 

 

A adaptação é importante, pois, o TEA pode apresentar algumas caraterísticas particulares. É o caso de dificuldades para interagir socialmente, padrões comportamentais repetitivos, alterações motoras e sensoriais. Essa atitude também influencia na redução da ansiedade e do estresse, além de melhorar o humor. 

 

A dinâmica pode abarcar desde adaptações nos ambientes por meio do uso de equipamentos específicos, até uma modificação de regras. Nesse sentido, cada exercício busca desenvolver um aspecto: esportes coletivos promovem a interação social e a cooperação, ao passo que os individuais oferecem um ambiente calmo que favorece o aperfeiçoamento. Essa atitude também influencia na redução da ansiedade e do estresse, além de melhorar o humor. 

 

Benefícios da atividade física adaptada

 

Desenvolve habilidades motoras e sociais

Melhora a saúde mental e física

Regula a rotina

Protege a imunidade

Melhora a comunicação e a autoestima

Aprimora a percepção do entorno

Reduz comportamentos repetitivos e estereotipados

Melhora a postura corporal e a independência 

 

A atividade física adaptada para pessoas com autismo oferece uma série de benefícios que vão além do físico, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades motoras e sociais, além de aprimorar a percepção do entorno, a noção de espaço e tempo. Ela também melhora a saúde mental e física, fortalece a comunicação e eleva a autoestima, ao mesmo tempo que ajuda na regulação da rotina e na proteção da imunidade.

 

De acordo com a Tismoo, uma plataforma dedicada a melhorar a vida de pessoas autistas, outros ganhos incluem a redução de comportamentos repetitivos e estereotipados. Além disso, há uma melhora da postura corporal e o aumento da independência nas atividades do dia a dia, proporcionando uma qualidade de vida mais plena e equilibrada.

 

Como adaptar as atividades físicas 

A escolha da atividade física ideal deve ter como base uma avaliação individual. Dessa forma, é possível conciliar os interesses, habilidades e desafios de cada pessoa com TEA. Isso pode incluir cuidados como adaptação do ambiente, uso de equipamentos específicos e modificação de normas para tornar o exercício mais agradável e eficaz de acordo com as particularidades. 

 

Quais exercícios se recomendam

Esportes coletivos: como futebol, basquete, vôlei e handebol são excelentes opções, já que incentivam a socialização e a cooperação

Esportes individuais: como natação e equoterapia oferecem ambientes estruturados, podendo ainda sofrer ajustes de acordo com as necessidades e promovendo ganhos para o desenvolvimento emocional e físico.

O ideal é que as atividades sejam direcionadas por profissionais especializados como educadores físicos, terapeutas ocupacionais e psicólogos com experiência em TEA. Assim, eles podem auxiliar na escolha e adaptação de exercícios, além de orientar de modo seguro e respeitando as necessidades e objetivos individuais. 

 

A atividade física, que passa por adaptação e condução com uma abordagem correta, apresenta um impacto positivo na vida de pessoas com autismo. Dessa forma, se melhora a qualidade de vida do paciente e de sua família a partir da promoção do bem-estar e desenvolvimento integral.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/saiba-os-beneficios-das-atividades-fisicas-para-pessoas-com-autismo,ab9d1a1f308f81d626426d5090d9485fxhba4kaz.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock

domingo, 16 de novembro de 2025

Especialista explica quais as melhores atividades físicas para o bem-estar


Segundo especialista em neurociência, as atividades físicas podem ser de grande auxílio para o bem-estar no dia a dia

 

Do ponto de vista da neurociência, o movimento é uma das linguagens mais antigas do cérebro. “Quando nos exercitamos, o corpo ativa circuitos neuroquímicos que regulam o humor, reduzem a ansiedade e fortalecem a autoconfiança. Durante o treino, há uma liberação de dopamina, endorfina e serotonina, neurotransmissores ligados à sensação de prazer, satisfação e equilíbrio emocional”, explica Carol Garrafa, engenheira de formação, com especialização em Neurociência.

 

Mas o impacto vai além da química: o exercício reorganiza o cérebro. Melhora as funções executivas, como foco, atenção e tomada de decisão, ajudando a reduzir os níveis de cortisol, o hormônio do estresse. Lembrando que é preciso descansar também entre os dias de exercícios, ou o resultado não será o mesmo.

 

“O verdadeiro bem-estar nasce desse ritmo dinâmico, o de saber quando acelerar e quando respirar”, diz a especialista.

 

Mas, afinal, quais as melhores atividades físicas para garantir esse bem-estar? Confira a seguir:

 

Melhores atividades físicas para o bem-estar

As melhores atividades, segundo Carol, são aquelas que geram prazer e constância. Do ponto de vista da neurociência, o que mantém um hábito não é apenas a força de vontade, mas o circuito de recompensa, o prazer e o significado que associamos à prática.

 

“Atividades aeróbicas, como corrida ou natação, são excelentes para o equilíbrio emocional. A musculação traz a sensação de competência e autossuperação. E esportes coletivos, como o beach tennis, estimulam conexão e pertencimento, ingredientes fundamentais para o cérebro se sentir em bem-estar”, comenta.

 

Quando há motivação, o cérebro ativa a dopamina, o neurotransmissor do engajamento. E quando ela faltar, é a disciplina que sustenta o propósito. “Mas o primeiro passo é se reconectar com o que faz sentido, porque o corpo só sustenta aquilo que a alma entende como verdadeiro”, explica Carol.

 

Experiência pessoal

Carol não fala apenas de uma perspectiva profissional – ela também teve sua vida melhorada pelos exercícios físicos.

 

O esporte sempre esteve presente na sua vida. Desde criança, o movimento foi seu jeito de estar no mundo, primeiro nas brincadeiras com os primos e irmãos no sítio; depois, no vôlei, mesmo com sua “pouca altura”. “A garra sempre compensou o tamanho, e cheguei a ser atleta federada pelo Palmeiras”, diz.

 

Mais tarde veio o futebol, na faculdade — onde foi capitã do time e vivenciou o que o esporte tem de mais bonito: o espírito coletivo, a estratégia, a superação. Mais do que as vitórias, o que ficou foi o aprendizado: o esporte traz à tona a sua melhor versão e te confronta com a pior.

 

Ele ensina sobre liderança, empatia, frustração, paciência, e sobre o valor de treinar, de fazer o que precisa ser feito mesmo quando não dá vontade.

 

“Hoje, continuo essa jornada com a musculação e o beach tennis, que me ajudam a manter o equilíbrio mental e físico, mas também a presença e a leveza no dia a dia. Fui convocada há dois anos para o Brasileiro de beach tennis para jogar 30+ por São Paulo e mais uma vez a superação falou mais alto, ficamos com bronze em uma disputa linda”, comenta.

 

Segundo ela, o esporte a ensinou que bem-estar não é só estar bem, é estar inteira, em movimento, com propósito e com presença.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/especialista-explica-quais-as-melhores-atividades-fisicas-para-o-bem-estar/ - Shutterstock - By loyane

domingo, 9 de novembro de 2025

Saiba quais exercícios e quanto tempo de atividade é recomendada para perda de peso


Muitas pessoas se deparam com dúvidas sobre a frequência e a intensidade ideais de atividade física ao tentar eliminar o excesso de peso. Veja a recomendação de entidades especializadas no assunto.

 

Iniciar uma rotina de exercícios físicos é uma das estratégias mais eficazes para quem busca perder peso de forma saudável. O tema ganha destaque especialmente porque a perda de peso envolve não apenas o gasto calórico. Afinal, a atividade também promove fortalecimento muscular, a manutenção da saúde óssea e a melhora do condicionamento geral do corpo. O aumento do movimento corporal, acompanhado de uma alimentação balanceada e sono de qualidade, favorece a redução do percentual de gordura sem comprometer a massa magra, aspecto essencial para o metabolismo e a vitalidade ao longo dos anos.

 

Muitas pessoas se deparam com dúvidas sobre a frequência e a intensidade ideais de atividade física ao tentar eliminar o excesso de peso. Segundo recomendações de grandes organizações da área da saúde, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), praticar de 150 a 300 minutos semanais de exercícios aeróbicos de intensidade moderada já oferece benefícios importantes tanto para a prevenção de doenças quanto para o controle do peso corporal. Ademais, atividades que elevam a frequência cardíaca são opções bastante acessíveis e eficientes para quem deseja emagrecer de maneira consistente. Entre elas estão a caminhada acelerada, corrida, ciclismo ou circuitos funcionais.

 

Quais exercícios físicos mais ajudam na perda de peso?

Quando o objetivo principal é a queima de gordura, a escolha de exercícios físicos certos faz diferença no tempo e na qualidade dos resultados. Entre as modalidades mais indicadas estão:

 

Atividades aeróbicas: Caminhada, corrida, natação e ciclismo favorecem o gasto de energia, ajudando a criar o déficit calórico necessário.

Treinos intervalados de alta intensidade (HIIT): Alternar períodos curtos de esforço máximo com descansos proporciona maior aceleração metabólica, promovendo a queima de gordura mesmo após o término do treino.

Exercícios de resistência muscular: Musculação, pilates e treinamento funcional contribuem para o ganho de massa magra, aumentando o metabolismo basal e beneficiando a perda de peso a longo prazo.

A combinação dessas atividades potencializa os resultados, especialmente quando associada ao acompanhamento profissional que ajusta a intensidade e a frequência dos treinos conforme a individualidade física de cada um.

 

Qual a quantidade recomendada de exercícios para perder peso?

O volume ideal de exercícios físicos para quem busca emagrecer pode variar de acordo com o perfil e os objetivos de cada pessoa. Ainda assim, instituições como o Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM) sugerem um mínimo de 250 minutos semanais de exercícios moderados. Assim, essa quantidade pode ser distribuída em sessões diárias de cerca de 50 minutos, cinco vezes por semana.

 

Dividir esse tempo entre diferentes modalidades contribui para evitar a monotonia e reduzir riscos de lesão.

Intercalar treinos de força e atividades aeróbicas promove o fortalecimento muscular e a proteção contra doenças ósseas e metabólicas.

Mantendo essa frequência, é possível observar evolução tanto na redução de peso quanto no condicionamento físico geral.

 

Vale destacar que cada pessoa tem características próprias, como idade, nível de condicionamento e histórico de saúde, que influenciam no ritmo de progresso. Por isso, a individualização e o acompanhamento orientado são fundamentais para garantir a segurança e a eficácia do plano de emagrecimento.

 

Como exercícios físicos impactam a saúde além da perda de peso?

Os benefícios da prática regular de exercícios físicos vão além da simples diminuição do peso corporal. Estudos indicam que o movimento constante fortalece ossos e músculos, auxilia na prevenção de doenças crônicas, como diabetes tipo 2 e alguns tipos de câncer, e ainda promove melhora significativa na qualidade do sono e no humor.

 

Entre os ganhos mais aprofundados, estão:

 

Melhora do equilíbrio e da postura, reduzindo o risco de quedas, especialmente em pessoas acima dos 30 anos.

Regulação hormonal, importante para o bem-estar mental e emocional.

Redução do risco de morte prematura em até 17%, conforme algumas pesquisas recentes.

Prevenção de doenças cardiovasculares, hipertensão e problemas metabólicos.

Adotar uma rotina que inclua diferentes tipos de atividades, mesmo na maturidade, contribui para conservação da força muscular, preservação da densidade óssea e, principalmente, elevação da qualidade de vida.

 

Estudos indicam que o movimento constante fortalece ossos e músculos, auxilia na prevenção de doenças crônicas, como diabetes tipo 2 e alguns tipos de câncer, e ainda promove melhora significativa na qualidade do sono e no humor

 

Como equilibrar treino, alimentação e descanso ao buscar emagrecer?

A perda de peso sustentável depende do equilíbrio entre exercício físico, alimentação adequada e períodos de recuperação. Dormir bem e manter uma rotina estruturada são essenciais para o corpo responder positivamente aos estímulos dos treinos e promover mudanças que vão além do visual. É a regularidade nessas três frentes - movimento, nutrição equilibrada e repouso noturno - que permite resultados mais consistentes e previne o temido efeito sanfona.

 

O autoconhecimento, aliado ao suporte de profissionais qualificados, permite adaptar planos de acordo com os objetivos, respeitando as individualidades e promovendo bem-estar ao longo do processo. Assim, o emagrecimento se transforma não só em uma meta estética, mas em uma conquista para a saúde integral do organismo.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/saiba-quais-exercicios-e-quanto-tempo-de-atividade-e-recomendada-para-perda-de-peso,acb69e44a1b15fdf1acb83c533baf5e6kf7qavsz.html?utm_source=clipboard - depositphotos.com / SimpleFoto - Por: Valdomiro Neto

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

Nutricionista revela segredos para ter mais qualidade de vida


A prática de exercícios físicos é fundamental para o bem-estar, mas sozinha ela não é capaz de garantir qualidade de vida absoluta

 

Quando falamos sobre qualidade de vida, a adoção de hábitos saudáveis é indispensável. No entanto, somente a prática regular de atividades físicas não é suficiente, apontam pesquisadores. Embora seja muito importante, ela não é capaz de compensar uma má alimentação. Por isso, é importante pensar em uma transformação completa de hábitos e comportamentos.

 

Como melhorar sua qualidade de vida

Um estudo da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Rhode Island afirma que programas que combinam dieta e exercício resultam em uma perda de peso 20% maior em comparação com a dieta sozinha. Além disso, se somar os dois a um sono de qualidade e o consumo adequado de água, o resultado não é apenas uma melhoria do funcionamento do organismo, mas também a prevenção de doenças. Isso, por sua vez, pode aumentar a longevidade e a qualidade de vida. Quem aponta é o nutricionista Matheus Motta, responsável pelo programa da Vigilantes do Peso no Brasil.

 

Matheus afirma que, com uma mudança positiva dos hábitos alimentares e a prática de atividade física, é possível sentir a resposta no corpo. Os efeitos são uma perda de peso saudável e sustentável, sono de qualidade, além de maior concentração e mais disposição. Isso porque todas essas mudanças estimulam a liberação de hormônios essenciais para nossa rotina, como serotonina e dopamina

 

Isso significa que, mais do que ajudar no controle de peso (reduzindo o risco de doenças como obesidade, hipertensão e diabetes), uma rotina ativa aliada a uma alimentação balanceada influencia na melhora da saúde mental, afastando os riscos de depressão e demência.

 

Alguns truques podem ajudar

Existem várias opções para quem deseja começar a se mexer e deixar de lado o sedentarismo. De simples caminhadas a aulas voltadas para modalidades específicas, como dança ou yoga, por exemplo. Para manter o foco, o que facilita é escolher algo com que realmente se identifique e que se encaixe com facilidade no dia a dia, aliando à uma alimentação balanceada, rica em nutrientes e vitaminas, e com baixo teor de açúcar, aconselha o profissional.

 

"Para a grande maioria das pessoas, a preocupação com um estilo de vida mais saudável, o bem-estar e a manutenção do peso está associada a restrições e privações de pequenos prazeres do dia-a-dia. Isso, na grande maioria das vezes, acaba fazendo com que desistam antes mesmo de começar. É importante poder contar com um plano alimentar flexível, que permite se alimentar de forma adequada, sem perder momentos prazerosos, como o VigilantesdoPeso", destaca o nutricionista.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/nutricionista-revela-segredos-para-ter-mais-qualidade-de-vida,ce5e862c53b994c7a7ad160aa3a762c0lizkks4m.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia