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sábado, 18 de julho de 2026

Sete exercícios que ajudam a aliviar sintomas de ansiedade


Caminhada, yoga, musculação e outras atividades físicas podem contribuir para reduzir o estresse e promover sensação de bem-estar

 

A prática de atividade física pode ajudar a controlar a ansiedade, liberando endorfinas e reduzindo o estresse. Caminhada, yoga, musculação e outras atividades oferecem benefícios físicos e mentais. Contudo, exercícios devem ser aliados de tratamentos médicos e psicológicos, com foco na constância e no prazer da prática para resultados duradouros.

 

A prática regular de atividade física pode ajudar a aliviar os sintomas da ansiedade. Isso porque o exercício contribui para a liberação de substâncias relacionadas à sensação de bem-estar, reduz o estresse, melhora a qualidade do sono e ainda ajuda a aliviar tensões acumuladas no dia a dia.

 

Apesar desses benefícios, vale lembrar que a atividade física não substitui o acompanhamento médico ou psicológico quando ele é necessário. Ela deve ser vista como uma aliada dentro de um cuidado mais amplo com a saúde mental.

 

Se você está procurando uma forma de desacelerar a mente e cuidar do corpo, confira sete exercícios que podem fazer a diferença.

 

Como os exercícios ajudam quem tem ansiedade?

Durante a prática de atividade física, o organismo passa por mudanças que beneficiam não apenas o corpo, mas também a mente.

 

Entre os principais efeitos estão:

 

Estímulo à liberação de endorfinas, associadas à sensação de prazer e bem-estar.

Redução da tensão muscular.

Diminuição dos níveis de estresse.

Melhora da qualidade do sono.

Aumento da disposição no dia a dia.

Maior concentração.

Sensação de relaxamento após o treino.

Além disso, criar uma rotina de exercícios ajuda a organizar a semana e oferece um momento para desconectar das preocupações diárias.

 

1. Caminhada

A caminhada continua sendo uma das atividades mais indicadas para quem deseja começar a se exercitar.

Além de ser acessível, ela pode ser feita em parques, praças, ruas ou na esteira. Quando realizada em ambientes ao ar livre, ainda proporciona contato com a natureza, fator que muitas pessoas associam a uma maior sensação de tranquilidade.

Uma caminhada de 30 minutos já pode fazer parte de uma rotina saudável.

 

2. Yoga

O yoga combina exercícios físicos, técnicas de respiração e meditação.

Essa união favorece o relaxamento, melhora a consciência corporal e ajuda a manter o foco no momento presente. Com a prática frequente, muitas pessoas também percebem ganhos na flexibilidade, no equilíbrio e na qualidade do sono.

 

3. Musculação

Engana-se quem pensa que a musculação traz benefícios apenas para os músculos.

Treinar regularmente também ajuda a aliviar o estresse, melhora a autoestima e proporciona uma sensação de evolução a cada objetivo alcançado. Além disso, a concentração exigida durante os exercícios pode ajudar a afastar pensamentos repetitivos.

 

4. Pilates

O pilates trabalha força, mobilidade, postura, equilíbrio e respiração de forma integrada.

Como os movimentos exigem atenção e controle, a prática favorece a concentração e ajuda a reduzir a sensação de sobrecarga mental.

Outro benefício é o fortalecimento da musculatura, especialmente da região do core.

 

5. Corrida

Para quem já está acostumado com atividades de maior intensidade, a corrida pode ser uma excelente opção.

Ela melhora o condicionamento cardiorrespiratório, aumenta a resistência física e costuma proporcionar uma sensação de bem-estar após o treino.

O ideal é começar de forma gradual e respeitar os próprios limites.

 

6. Natação

A natação movimenta praticamente todos os grupos musculares e ainda tem baixo impacto sobre as articulações.

Além dos benefícios físicos, o ritmo da respiração durante a atividade pode favorecer o relaxamento e ajudar a aliviar as tensões do dia a dia.

 

7. Dança

Se a ideia é cuidar da saúde sem abrir mão da diversão, a dança pode ser a escolha perfeita.

Ela melhora o condicionamento físico, trabalha coordenação motora, equilíbrio e resistência. De quebra, ainda permite expressar emoções e transformar o exercício em um momento prazeroso.

 

Como escolher o melhor exercício?

Não existe uma modalidade considerada a melhor para aliviar a ansiedade. O mais importante é escolher uma atividade que combine com a sua rotina e que seja prazerosa.

Na hora de decidir, vale seguir algumas dicas:

 

Escolha um exercício que você goste.

Comece de forma gradual.

Respeite o seu nível de condicionamento físico.

Mantenha uma rotina regular.

Busque orientação de um profissional de Educação Física sempre que possível.

A constância costuma ser mais importante do que a intensidade nos primeiros meses.

 

A atividade física substitui o tratamento?

Não. Embora os exercícios tragam benefícios importantes para a saúde mental, eles não substituem tratamentos indicados por médicos ou psicólogos.

Se a ansiedade é frequente, intensa ou interfere na rotina, é fundamental procurar ajuda profissional. O tratamento pode incluir psicoterapia, medicamentos, mudanças no estilo de vida ou uma combinação dessas estratégias.

 

Pequenos hábitos fazem diferença

Além de manter uma rotina de exercícios, outros cuidados podem contribuir para o bem-estar físico e emocional:

 

Dormir entre 7 e 9 horas por noite.

Manter uma alimentação equilibrada.

Reservar momentos de lazer durante a semana.

Evitar o consumo excessivo de álcool e cafeína.

Praticar técnicas de respiração ou meditação.

Manter contato com familiares e amigos.

Quando inserida em uma rotina saudável, a atividade física pode se tornar uma importante aliada no controle da ansiedade. Mais do que buscar desempenho, movimentar o corpo de forma regular é um investimento na saúde, na qualidade de vida e no equilíbrio entre corpo e mente.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sete-exercicios-que-ajudam-a-aliviar-sintomas-de-ansiedade,70b54dd8db23e95698b301e7401ec22avvpmcgcq.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Estresse e má alimentação: entenda os riscos para o coração


Setembro é marcado pelo Setembro Amarelo, campanha nacional de prevenção ao suicídio e de conscientização sobre saúde mental. E a relação entre equilíbrio emocional, qualidade da alimentação e bem-estar do coração é cada vez mais evidente. Segundo especialistas, o estresse constante e hábitos alimentares inadequados podem aumentar significativamente o risco de doenças cardiovasculares.

 

A cardiologista, com especialização em nutrologia, Dra. Lívia Sant'Ana alerta que cuidar da mente e da nutrição é fundamental para proteger o coração. "O estresse prolongado gera aumento de hormônios como o cortisol e a adrenalina, que elevam a pressão arterial, favorecem inflamações e sobrecarregam o sistema cardiovascular. Quando isso se soma a uma alimentação rica em ultraprocessados, açúcares e gorduras ruins, o impacto é ainda maior", explica.

 

Como a rotina potencializa o estresse

A rotina acelerada, preocupações financeiras e pressões sociais têm feito crescer os índices de ansiedade e depressão no Brasil. Para a médica, essas condições não devem ser vistas apenas como problemas emocionais, mas também como fatores de risco para doenças cardíacas.

 

"O coração sente os reflexos da mente. Pessoas ansiosas ou em sofrimento psíquico tendem a ter alterações de sono, comer de forma compulsiva, abusar de cafeína ou álcool, e tudo isso contribui para picos de hipertensão, aumento de colesterol e arritmias", afirma Dra. Lívia.

 

Uma das estratégias apontadas pela especialista é usar a alimentação como ferramenta de prevenção. "Alimentos ricos em triptofano, como banana, aveia, nozes e sementes, ajudam na produção de serotonina, que melhora o humor e reduz a ansiedade. Da mesma forma, peixes ricos em ômega-3, vegetais verde-escuros e frutas cítricas contribuem para reduzir processos inflamatórios e proteger os vasos sanguíneos", explica.

 

Ela ressalta ainda a importância de evitar excessos de açúcar, frituras e comidas industrializadas. "Esses alimentos aumentam o risco de resistência à insulina, obesidade e acúmulo de gordura nas artérias, agravando os efeitos negativos do estresse no coração", acrescenta.

 

Pequenos - e importantes - passos

De acordo com a médica, pequenas mudanças de hábitos podem trazer grande impacto positivo.

 

"Práticas como meditação, exercícios físicos regulares, sono de qualidade e uma nutrição equilibrada não só controlam a ansiedade como também fortalecem a saúde cardiovascular. É um cuidado integrado: mente e corpo precisam estar em sintonia", destaca Dra. Lívia.

 

Para ela, o Setembro Amarelo é também um momento de lembrar que saúde mental e saúde física caminham juntas.

 

"Cuidar da mente é cuidar do coração. Procurar ajuda profissional diante de sinais de ansiedade intensa ou depressão é um ato de coragem e de prevenção, não apenas contra o sofrimento emocional, mas também contra doenças cardíacas que podem surgir como consequência", conclui.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/estresse-e-ma-alimentacao-entenda-os-riscos-para-o-coracao,d4c4b7b33bb819f88c33c03ba79f197fo3zfse45.html?utm_source=clipboard - Por: Sofia Tavares / Revista Malu - Foto: Revista Malu

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

Alimentos que combatem a ansiedade, estresse e depressão


O estresse também pode se manifestar fisicamente através do ganho de peso.

 

Sintomas de depressão e ansiedade, assim como altos níveis de estresse, têm atingido cada vez mais pessoas em todo o mundo. Esses males não apenas causam um grande impacto na saúde mental como também podem se manifestar fisicamente. O ganho de peso é um dos exemplos mais comuns.

 

Quando o organismo está sob uma grande quantidade de estresse acaba por liberar o cortisol, hormônio que leva ao aumento do apetite. Mas como isso acontece exatamente? Em resumo, um nível mais alto de cortisol cria maiores taxas de insulina no organismo, levando a uma queda na taxa de açúcar no sangue, o que é a combinação perfeita para o surgimento daqueles desejos por fast food.

 

Em entrevista ao WebMD, o Dr. Jason Perry Block afirma que 'isso acontece, em parte, porque o corpo libera substâncias químicas em resposta aos alimentos que podem ter um efeito calmante direto'.

 

Evite estes hábitos!

 

Além do mais, de acordo com a revista Women's Health, há vários outros hábitos comuns entre as pessoas que sofrem de estresse e que levam ao ganho de peso. Indivíduos ansiosos costumam não dormir a quantidade suficiente de horas. A falta de sono, como o estresse, contribui para que o organismo produza mais cortisol.

 

Existem ainda outras atitudes que fazem mal à saúde, como pular refeições e o sedentarismo, que estão associadas a pessoas com estresse. Esquecer de comer, quando se está muito ocupado no trabalho, retarda o seu metabolismo e também lhe deixa mais suscetível a excessos, sejam eles de comidas ou de bebidas.

 

Mas você sabia que alguns tipos de comida podem ser grandes aliados para amenizar esses sintomas e ainda melhorar o seu humor? Na galeria, conheça os alimentos que combatem o estresse, a ansiedade e a depressão.

 

Sintomas de depressão e ansiedade, assim como altos níveis de estresse, têm atingido cada vez mais pessoas em todo o mundo. Esses males não apenas causam um grande impacto na saúde mental como também podem se manifestar fisicamente. O ganho de peso é um dos exemplos mais comuns.

 

 Quando o organismo está sob uma grande quantidade de estresse acaba por liberar o cortisol, hormônio que leva ao aumento do apetite. Mas como isso acontece exatamente? Em resumo, um nível mais alto de cortisol cria maiores taxas de insulina no organismo, levando a uma queda na taxa de açúcar no sangue, o que é a combinação perfeita para o surgimento daqueles desejos por fast food.

 

Em entrevista ao WebMD, o Dr. Jason Perry Block afirma que 'isso acontece, em parte, porque o corpo libera substâncias químicas em resposta aos alimentos que podem ter um efeito calmante direto'.

 

Evite estes hábitos!

 

Além do mais, de acordo com a revista Women's Health, há vários outros hábitos comuns entre as pessoas que sofrem de estresse e que levam ao ganho de peso. Indivíduos ansiosos costumam não dormir a quantidade suficiente de horas. A falta de sono, como o estresse, contribui para que o organismo produza mais cortisol.

 

Existem ainda outras atitudes que fazem mal à saúde, como pular refeições e o sedentarismo, que estão associadas a pessoas com estresse. Esquecer de comer, quando se está muito ocupado no trabalho, retarda o seu metabolismo e também lhe deixa mais suscetível a excessos, sejam eles de comidas ou de bebidas.

 

Mas você sabia que alguns tipos de comida podem ser grandes aliados para amenizar esses sintomas e ainda melhorar o seu humor? Na galeria, conheça os alimentos que combatem o estresse, a ansiedade e a depressão.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2238622/alimentos-que-combatem-a-ansiedade-estresse-e-depressao - © Shutterstock


Disse-lhe Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente. Você crê nisso?"

João 11:25-26


domingo, 10 de novembro de 2024

Esportes que aliviam o estresse: conheça as atividades mais eficientes


Detalhe que muitos estudos indicam o esporte em dias estressantes

 

Quem vive uma rotina corrida e cheia de tarefas pode se sentir estressado diante de certas situações, como a sobrecarga no trabalho ou conflitos nos relacionamentos. Sendo assim, a solução pode estar no esporte e dessa maneira a diretora técnica da Cia Athletica, Mônica Marques, vai citar os esportes que combatem o estresse.

 

Saiba os esportes que combatem o estresse

“Atividades como caminhada, alongamento, yoga, pilates, musculação, natação e luta costumam trazer um alívio rápido e efetivo do estresse no dia a dia. Além disso, essas atividades liberam hormônios da ‘felicidade’: endorfina, serotonina, dopamina e ocitocina, que agem positivamente no organismo, melhorando o humor e a sensação de bem-estar”, garantiu Mônica.

 

Outro aspecto interessante da prática dessas atividades para o combate ao estresse é que o esforço e a concentração utilizados para a realização dos movimentos demandam muita energia.

 

A mente precisa direcionar sua atenção para os movimentos, o que ajuda a diminuir o foco no estresse na prática de exercícios físicos. O alívio da tensão muscular, o relaxamento e o alongamento dos músculos também contribuem para a melhora da oxigenação”, concluiu a especialista.

 

O apoio da nutrição no combate ao estresse

A “conexão” entre alimentação e saúde mental é o campo de estudo que tem ganhado atenção de especialistas. Ou seja, pesquisas recentes sugerem que a alimentação exerce impacto significativo na saúde física quanto ao bem-estar emocional.

 

“Há uma relação direta entre a qualidade da alimentação e a saúde do cérebro. Alimentos ricos em nutrientes, como vitaminas, minerais e ácidos graxos ômega-3, ajudam a proteger o cérebro. E, além disso, promover uma boa função cognitiva”, falou a nutricionista Thainara Gottardi.

 

Palavra final

Thainara também sugeriu o consumo de frutas, verduras, legumes, grãos integrais, proteínas magras, probióticos e fibras. “Investir em uma alimentação rica em nutrientes e evitar o consumo excessivo de alimento. A nutrição é uma ferramenta poderosa para o corpo e mente”, concluiu a nutricionista.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/esportes-que-combatem-o-estresse-descubra-os-melhores/ - By Guilherme Faber - Shutterstock


Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores.

Romanos 5:8


sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

Altos níveis de estresse aumentam risco de AVC; veja como prevenir


Diversos fatores da rotina aumentam os níveis de estresse, o que, por sua vez, aumenta o risco de um acidente vascular cerebral (AVC)

 

O estresse é, sem dúvidas, um dos grandes males da atualidade. Afinal, uma rotina atribulada, repleta de compromissos e obrigações, e o fluxo intenso de informações às quais somos expostos diariamente, aumentam a sobrecarga emocional. Com o desconforto alto e constante, aumenta também o risco de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC).

 

O Dr. Victor Hugo Espíndola, neurocirurgião e especialista em doenças cardiovasculares, explica que, quando enfrentamos situações estressantes, nosso corpo libera substâncias, como as catecolaminas, que podem levar ao aumento da pressão arterial. Este é um fator crucial no desenvolvimento de AVC.

 

Mas os danos não acabam por aí. “Além do AVC, o estresse crônico está associado a outros riscos, como doenças cardíacas, comprometimento do sistema imunológico e distúrbios mentais, impactando negativamente a saúde como um todo”, alerta o médico.

 

Felizmente, é possível controlar os níveis de estresse com pequenas atitudes no dia a dia. “Pequenas mudanças no estilo de vida podem ter um grande impacto na redução do estresse e, consequentemente, no risco de AVC. Priorizar a saúde mental e física é uma jornada valiosa para o bem-estar geral”, aconselha Victor Hugo.

 

Como reduzir o estresse?

O neurocirurgião dá algumas dicas para aliviar o estresse e, assim, prevenir o AVC e outras doenças. Confira:

 

Faça exercícios regularmente, pois atividades físicas liberam endorfinas, reduzindo o estresse;

Utilize técnicas de relaxamento, como práticas como meditação e respiração profunda, uma vez que elas são eficazes para controlar o estresse;

Mantenha uma dieta balanceada e uma alimentação saudável, com ingestão de frutas, vegetais e alimentos ricos em ômega-3. Isso porque a substância contribui para a saúde vascular;

Tenha uma boa gestão do tempo e organização do seu dia a dia, uma vez que planejar atividades diárias ajuda a evitar sobrecargas, reduzindo o estresse.

Por fim, o neurocirurgião lembra que consultar um profissional de saúde é fundamental para obter uma abordagem personalizada.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/altos-niveis-de-estresse-aumentam-risco-de-avc-veja-como-prevenir.phtml - Por Milena Vogado - Foto: Shutterstock


Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando vocês mesmos.

Tiago 1:22


segunda-feira, 1 de maio de 2023

Estresse pode afetar memória e raciocínio, diz estudo


Pesquisa recente adicionou novos problemas na lista de malefícios causados pelo estresse. Combater o problema contribui para a saúde a longo prazo

 

Uma pesquisa publicada recentemente na revista JAMA Network Open revelou que pessoas com 45 anos ou mais que têm altos níveis de estresse são 37% mais propensas a ter problemas cognitivos, incluindo de memória e raciocínio, do que aquelas que não estão estressadas.

 

O estudo acompanhou 24.448 pessoas por mais de uma década, que também participaram de uma pesquisa contínua de longo prazo sobre a saúde do cérebro. Periodicamente, os pesquisadores usaram testes padronizados para determinar o estado cognitivo de cada um.

 

Os participantes autoavaliaram seus níveis de estresse — envolvendo sentimentos ou situações além de sua capacidade de enfrentamento. Segundo as declarações, cerca de 23% deles relataram altos níveis do problema.

 

Estresse

O estresse é uma reação natural que ocorre quando uma pessoa está sob pressão. A curto prazo, pode fornecer motivação positiva. Por exemplo, pode pressioná-lo a terminar um projeto ou a pisar no freio para evitar um acidente.

 

No entanto, na forma crônica, o estresse pode levar a vários problemas de saúde física e mental. É o caso da ansiedade, depressão, dores de cabeça, doenças cardíacas, pressão alta, problemas de sono e muito mais.

 

Com o estudo, novos problemas cognitivos entraram na lista. Além disso, os pesquisadores determinaram que o risco de declínio cognitivo — também conhecido como comprometimento cognitivo leve, ou MCI — foi maior entre os participantes mais estressados, independentemente de idade, raça ou sexo.

 

A Associação Americana de Psicologia observa que a redução do estresse não é benéfica apenas a curto prazo, como também protege a saúde a longo prazo. Como fazer isso varia de pessoa para pessoa. Porém, a entidade destaca que, para começar, é preciso determinar a causa do estresse e desenvolver um plano para combatê-lo.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/estresse-pode-afetar-memoria-e-raciocinio-diz-estudo.phtml - By Milena Vogado - Foto: Shutterstock


Porque quem sou eu, e quem é o meu povo, que tivéssemos poder para tão voluntariamente dar semelhantes coisas? Porque tudo vem de ti, e da tua mão te damos.

1 Crônicas 29:14


terça-feira, 21 de março de 2023

Entenda o que é ansiedade, estresse e depressão


Conheça os principais sintomas de cada uma dessas doenças

 

Entenda o que é ansiedade, estresse e depressão

A ansiedade, o estresse e a depressão são três condições que atingem boa parte da sociedade. Apesar de apresentarem características e sintomas diferentes, podem ser confundidos por algumas pessoas. A seguir, Margareth Signorelli, terapeuta em EFT (Técnica de Liberação Emocional), explica as principais diferenças entre essas condições.

 

O que é ansiedade?

A ansiedade é uma característica biológica do ser humano, que pode desencadear, dependendo do grau de intensidade e da frequência que ocorre, sensações corporais desagradáveis.

 

Sintomas da ansiedade

Os principais sintomas da ansiedade podem ser: falta de ar, angústia, medos exagerados e o não relaxamento corporal e mental.

 

O que é estresse?

O estresse é uma defesa natural do organismo que nos ajuda a sobreviver. Contudo, a cronicidade do estímulo estressante acarreta consequências danosas ao corpo e à mente. Caso não consiga reverter os momentos estressantes, algumas desvantagens, como aumento da pressão arterial, dores musculares e alterações na pele, podem aparecer a curto ou longo prazo.

 

Sintomas do estresse

Os principais sintomas do estresse podem ser: aumento da pressão arterial, cansaço extremo e mudanças bruscas de humor.

 

O que é depressão?

A depressão é uma doença que provoca alterações cerebrais no paciente. Existem várias causas e vários níveis depressivos. Pode ser desencadeada por fatores psicológicos ou mesmo genéticos. É imprescindível o acompanhamento de um médico especialista, tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento.

 

Sintomas da depressão

Os principais sintomas da depressão podem ser: apatia, problemas com o sono, tristeza profunda e pensamentos negativos. 

É importante lembrar que só um especialista em saúde mental pode dar o diagnóstico para qualquer uma dessas doenças, mesmo que você tenha os sintomas citados.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-03-20/entenda-o-que-e-ansiedade--estresse-e-depressao.html - Redação EdiCase


Então eles clamaram ao Senhor em sua angústia, e ele os salvou de sua angústia. Ele enviou sua palavra e os curou; ele os resgatou da sepultura. Que eles deem graças ao Senhor por seu amor infalível e suas obras maravilhosas para a humanidade. (Salmos 107: 19-21)


sábado, 11 de março de 2023

10 dicas para reduzir o estresse e melhorar a saúde do coração


Cardiologista ensina algumas atitudes para você adotar hábitos de vida mais saudáveis

 

O estresse é uma reação normal do organismo, que se manifesta com componentes físicos mentais e hormonais toda vez que surge a necessidade de uma adaptação grande. Entretanto, quando ele é exagerado e constante, pode ser prejudicial e desencadear diversos problemas de saúde. Por isso, veja as dicas do cardiologista Dr. Otavio Gebara para reduzir o estresse e ter um coração mais saudável.

 

1. Foque no relaxamento

Atividades como yoga, tai chi (arte marcial chinesa, também conhecida como uma forma de meditação em movimento) e alongamento ajudam a aliviar as tensões. É importante focar o próprio corpo, deixando as outras coisas de lado por um tempo.

 

2. Conecte-se com outras pessoas

Ficar muito tempo sozinho não é bom para a saúde mental nem para a saúde do coração. Para pessoas que já tiveram problemas cardíacos, o suporte social acelera o processo de recuperação e reduz a depressão.

 

3. Não guarde mágoa

Perdoe rápido. Ficar remoendo ou nutrindo uma mágoa, além de afetar o sono e a qualidade de vida, também pode desencadear vários problemas de saúde, como gastrite, pressão alta e diabetes.

 

4. Dê risadas

Além dessa prática queimar calorias, estudos mostram que rir faz bem para as artérias, pois ao gargalhar, o corpo libera endorfinas que são capazes de estimular o sistema imunológico.

 

5. Não beba muito álcool

Pequenas quantidades podem ser benéficas, mas pode ser difícil dosá-las. Portanto, não comece a beber se o seu objetivo é proteger seu coração.

 

6. Reduza a cafeína

Estudos demonstram que café, chá ou refrigerantes (mesmo diet) em grandes quantidades podem aumentar hormônios de estresse.

 

7. Cuide do envolvimento emocional

Não exagere no envolvimento emocional com coisas que não são tão importantes. Não vale a pena ter um infarto porque seu time perdeu o campeonato.

 

8. Alimente-se de maneira certa

Uma dieta com pouca gordura e com carboidratos complexos vai tornar seu dia mais leve. Escolha os alimentos certos e veja a qualidade da sua vida mudar.

 

9. Durma bem

Horas suficientes de sono fazem diferença. Procure saber se você tem apneia do sono (roncar muito é um indício). Distúrbios do sono podem dificultar seu descanso .

 

10. Faça mais exercícios

É quase como um remédio para tudo. Entretanto, é importante praticar em quantidade e intensidade moderadas. Atividades como caminhar até o trabalho ou para fazer compras também são válidas. Mexa-se.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-03-09/10-dicas-para-reduzir-o-estresse-e-melhorar-a-saude-do-coracao.html - Por EdiCase


Ele dá força aos cansados ​​e aumenta o poder dos fracos. (Isaías 40:29)


quinta-feira, 17 de novembro de 2022

Você usa o celular porque não consegue dormir, ou não dorme porque usa o celular?


Estresse e tecnologias digitais

 

De um jeito ou de outro, todo o mundo conhece o drama: O expediente termina, você chega em casa, mas os pensamentos continuam girando em torno do trabalho, e girando o suficiente até para impedi-lo de adormecer ou fazê-lo acordar durante a noite.

 

Os médicos e psicólogos agora contam com um novo argumento para essas situações: As tecnologias digitais e o trabalho remoto. Mas será que essas tecnologias têm mesmo algo a ver com isso?

 

"Há muita pesquisa sobre tecnologia digital e fadiga," comentou o professor Marcel Kern, da Universidade de Kassel (Alemanha). Muitas vezes, assume-se que as pessoas não podem se desligar do trabalho devido à acessibilidade digital. Mas isso é realmente devido à mídia digital?

 

Para tentar chegar ao fundo desta questão, a equipe do professor Kern decidiu estudar funcionários de diferentes empresas, em condições reais de trabalho. Em cinco dias consecutivos, 340 funcionários preenchiam um questionário três vezes ao dia.

 

As questões envolviam: Quantas horas você usou o telefone celular para trabalhar? Ainda havia muitas tarefas inacabadas no final do dia? Quão bem você se desliga do trabalho à noite?

 

Uso o celular porque não desligo, ou não desligo porque uso o celular?

 

O resultado: O estresse não foi causado simplesmente porque os funcionários estavam usando tecnologia digital.

 

Na verdade, os maiores níveis de estresse foram detectados quando os funcionários acumularam tarefas inacabadas, e, então sim, muitos deles usaram as tecnologias para tentar se desincumbir delas.

 

Segundo a equipe, vários estudos têm levado a conclusões incorretas porque os pesquisadores não estão se preocupando em distinguir entre as pessoas que não conseguem desligar porque usam seus telefones celulares e as pessoas que usam seus telefones celulares porque não conseguem desligar.

 

Este último caso, afirmam, parece mais provável de se aplicar a essas situações de perder o sono por causa de problemas do trabalho.

 

Checagem com artigo científico:

 

Artigo: When thinking about work makes employees reach for their devices: A longitudinal autoregressive diary study

Autores: Clara Heissler, Marcel Kern, Sandra Ohly

Publicação: Journal of Business and Psychology

Vol.: 37, pages 999-1016

DOI: 10.1007/s10869-021-09781-0

 

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=voce-usa-celular-porque-nao-consegue-dormir-ou-nao-dorme-porque-usa-celular&id=15566 - Redação do Diário da Saúde - Imagem: Roberto Schirdewahn


Adora o SENHOR, teu Deus, e a sua bênção estará sobre a tua comida e água. Tirarei as doenças de entre vós. (Êxodo 23:25)


sábado, 24 de setembro de 2022

Estresse: 8 danos que ele pode causar ao corpo


Especialistas explicam que controlar o estresse é fundamental para evitar problemas de saúde

 

O Dia Mundial de Combate ao Estresse é comemorado no dia 23 de setembro. A data é para alertar a população sobre a importância de gerenciar o estresse. “Praticar meditação, fazer exercícios físicos ou realizar atividades prazerosas, como ler e cozinhar, são excelentes maneiras de quebrar a rotina corrida e modular o estresse”, recomenda a cirurgiã plástica Dra. Beatriz Lassance, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

 

Esses cuidados são importantes, pois, apesar do estresse ajudar a lidar com perigos e crises, altos níveis dele por longos períodos de tempo podem gerar reações que, se não controladas, prejudicam seriamente a saúde do organismo.

 

“O estresse crônico leva ao comprometimento do funcionamento adequado de uma série de órgãos vitais em função do descontrole hormonal causado principalmente pelo desequilíbrio nos níveis de cortisol, hormônio secretado pelas glândulas adrenais localizadas uma sobre cada rim”, explica a médica nefrologista Dra. Caroline Reigada, especialista em Medicina Intensiva e Interna/Clínica.

 

Considerando isso, os especialistas listaram quais são as principais estruturas afetadas pelo estresse. Confira!

 

1. Inflamação da pele

O estresse é um grande inimigo da saúde da pele , pois favorece o surgimento precoce de sinais da idade como rugas e flacidez. “O cortisol está relacionado à potencialização do estado inflamatório persistente do tecido cutâneo, o que reduz o tempo de vida e a atividade das células. E isso contribui para o envelhecimento acelerado”, conta a Dra. Mônica Aribi, dermatologista e sócia efetiva da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

A especialista explica ainda que a acne também está relacionada ao estresse. “O cortisol estimula os hormônios andrógenos e aciona as glândulas sebáceas, aumentando a produção de oleosidade com consequente entupimento dos poros e surgimento de cravos e espinhas. Além disso, a baixa imunidade e o excesso de queratina associados ao estresse favorecem a proliferação de bactérias relacionadas à acne”, explica a Dra. Paola Pomerantzeff, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Outra doença cutânea associada ao estresse é a rosácea. “A rosácea tem um componente inflamatório vascular, com vermelhidão, inchaço local, sensação de ardor e queimação e pústulas estéreis. Esse fenômeno está relacionado a situações como mudanças de temperatura ou estresse”, destaca a Dra. Cláudia Merlo, médica especialista em Cosmetologia pelo Instituto BWS.

 

2. Crescimento dos cabelos

Os cabelos também se beneficiam com o controle do estresse. “Níveis elevados de cortisol podem levar a um quadro inflamatório que impede o crescimento dos fios e está envolvido no processo de queda e embranquecimento dos cabelos”, ressalta a Dra. Jaqueline Zmijevski, dermatologista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

 

3. Infertilidade

A modulação do estresse é fundamental para garantir a fertilidade e o sucesso da gravidez. “Altos níveis de estresse podem tornar as chances de um casal engravidar menores. Isso porque o estresse causa processos fisiológicos que podem interferir na produção de hormônios reprodutivos importantes, além de, no homem, favorecer o surgimento de proteínas inflamatórias que prejudicam a qualidade do esperma”, explica o Dr. Rodrigo Rosa, especialista em reprodução humana e diretor clínico da clínica Mater Prime.

 

4. Redução da circulação sanguínea

O estresse prejudica a circulação, gerando uma série de danos em todo o organismo. “Quando estamos sob estresse, nosso fluxo sanguíneo diminui devido a liberação de hormônios como cortisol e adrenalina. E qualquer redução na circulação sanguínea significa que as funções corporais podem ser prejudicadas, levando ao surgimento de uma série de sintomas”, diz a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

 

Entre os principais sintomas, a profissional lista:

 

Frieza ou dormência nas mãos e pés (devido à insuficiência de sangue chegando nos membros);

Tom azulado ou arroxeado nas pernas (principalmente em pessoas de pele clara);

​Ressecamento da pele;​

Quebra das unhas;

Queda dos cabelos;

Cicatrização mais lenta de feridas e arranhões em pessoas diabéticas;

 

Segundo a médica cirurgiã, a ação do cortisol também pode afetar os vasos sanguíneos. “A inflamação gerada pelo cortisol também pode fazer com que os vasos sanguíneos sofram com lesões que podem reduzir o calibre das veias e artérias, assim aumentando o risco de hipertensão e trombose.”

 

5. Elevação da pressão arterial

Além de impactar a circulação periférica, a liberação de hormônios causada pelo estresse ainda leva a danos celulares estruturais que podem prejudicar o funcionamento adequado do coração. “O estresse favorece a elevação da pressão arterial, a aceleração da frequência cardíaca e o aumento dos níveis de gorduras e açúcar no sangue, assim contribuindo para o surgimento de hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares”, afirma a Dra Caroline Reigada.

 

6. Sobrecarga dos rins

Outro órgão vital gravemente afetado pelo estresse é o rim. “Condições de estresse crônico provocam a excreção de fosfato em níveis fora do padrão, o que prejudica a função renal, além de levar a fraqueza muscular e alterações na composição óssea”, diz a Dra Caroline. 

Ela afirma que os rins são impactados por problemas com os vasos e a circulação sanguínea. “Dessa forma, a pressão alta e o açúcar elevado no sangue provocados pelo estresse podem sobrecarregar os rins. Inclusive, pacientes com hipertensão e diabetes correm maior risco de doença renal”, destaca a nefrologista. Ela alerta que as reações do organismo ao estresse são ainda mais perigosas para quem já sofre com doenças renais e cardiovasculares.

 

7. Alteração do metabolismo

O estresse elevado pode gerar uma série de alterações no metabolismo, inclusive favorecendo o ganho de peso. “O apetite emocional é uma das respostas ao estresse, já que o cortisol aumenta o desejo por uma alimentação altamente enérgica. Além disso, os hormônios do estresse também estimulam a formação de células adiposas, que armazenam gordura”, explica a médica nutróloga Dra. Marcella Garcez.

A nutróloga afirma ainda que períodos estressantes também prejudicam a perda de peso. “Seu corpo sabe que está em uma posição estressada e não vai deixar você perder peso como faria em condições normais”, destaca.

 

8. Doenças bucais

O estresse também pode afetar diretamente a saúde bucal. “O efeito pró-inflamatório desencadeado pelas substâncias produzidas pelo organismo em momentos de estresse, como a hidrocortisona, o cortisol e a adrenalina, favorecem o surgimento de doenças periodontais”, explica o Dr. Hugo Lewgoy, cirurgião-dentista e doutor em Odontologia pela USP.

O profissional destaca que além disso, quando estamos estressados aumentamos a prática de hábitos negativos,”como a má higiene oral, o que, somado à vulnerabilidade do organismo, pode favorecer o surgimento de cáries, gengivite e halitose”, alerta o dentista.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2022-09-23/dia-mundial-do-combate-ao-estresse--8-danos-que-ele-pode-causar-ao-corpo.html - Por Guilherme Zanette - Redação EdiCase


O Senhor é o meu pastor, nada me falta. Ele me faz deitar em pastos verdes, me conduz para as águas calmas, refresca a minha alma. Ele me guia pelos caminhos certos por amor do seu nome. Ainda que eu ande pelo vale mais escuro, não temerei mal algum, pois você está comigo; sua vara e seu cajado, eles me consolam. Você prepara uma mesa diante de mim na presença de meus inimigos. Você unge minha cabeça com óleo; meu cálice transborda. Certamente a tua bondade e amor me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor para sempre. (Salmos 23)