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terça-feira, 8 de setembro de 2026

4 tipos de alimentos para reduzir se você tem gordura no fígado


O que não pode comer quem tem gordura no fígado? Alguns alimentos merecem atenção especial. Veja o que reduzir e o que pode entrar no lugar.

 

Para combater a gordura no fígado, especialistas recomendam reduzir bebidas açucaradas, ultraprocessados, embutidos e gorduras saturadas, além de moderar ou evitar o álcool. Em vez de dietas restritivas, a prioridade deve ser a qualidade alimentar, adotando padrões como a dieta mediterrânea, rica em vegetais, frutas, peixes e azeite. A perda sustentável de ao menos 5% do peso corporal já diminui a esteatose, dispensando métodos radicais ou supostos produtos milagrosos de efeito "detox".

 

O que não pode comer quem tem gordura no fígado? Depois de receber o diagnóstico de esteatose hepática, é comum ficar em dúvida sobre o que precisa mudar na alimentação.

 

Não existe uma lista de alimentos proibidos. Mas alguns devem ser reduzidos, principalmente bebidas açucaradas, ultraprocessados, alimentos ricos em gordura saturada e carnes processadas. O álcool também merece atenção.

 

Isso não significa que a pessoa precise transformar as refeições em uma sequência de restrições. As recomendações atuais dão mais importância à qualidade da alimentação como um todo e às mudanças que podem ser mantidas no dia a dia.

 

Refrigerante é um dos primeiros itens a reduzir

Refrigerantes, energéticos, chás prontos adoçados e outras bebidas com açúcar podem fazer o consumo diário de açúcar subir rapidamente, muitas vezes sem que a pessoa perceba.

O excesso de açúcar, especialmente na forma líquida, está associado a um maior risco de acúmulo de gordura no fígado. Por isso, trocar essas bebidas por água é uma das mudanças mais simples para começar.

Vale o mesmo cuidado com bebidas industrializadas que parecem mais saudáveis, mas também podem conter bastante açúcar.

 

Doces e ultraprocessados pesam na rotina

Biscoitos recheados, bolos industrializados, salgadinhos e sobremesas prontas costumam combinar açúcar, gordura saturada e muitas calorias em pequenas porções.

Não é necessário transformar um doce ocasional em alimento proibido. O problema aparece quando esse tipo de produto passa a fazer parte da alimentação todos os dias.

As diretrizes atuais orientam reduzir ultraprocessados ricos em açúcar e gordura saturada e priorizar alimentos in natura ou minimamente processados.

 

Nem toda gordura precisa sair do prato

Frituras, bacon e carnes muito gordurosas podem aumentar o consumo de gordura saturada. Mas isso não significa que seja preciso retirar toda a gordura da dieta.

A diferença está também na fonte. Azeite, castanhas, sementes e peixes fornecem gorduras insaturadas e podem fazer parte de uma alimentação equilibrada.

É por isso que padrões alimentares como o mediterrâneo aparecem nas recomendações para pessoas com esteatose: há mais vegetais, frutas, leguminosas, cereais integrais, peixes e azeite, enquanto açúcar, carnes processadas e ultraprocessados ficam em segundo plano.

 

Embutidos: quanto menos, melhor

Salsicha, linguiça, salame, presunto e outros embutidos são carnes processadas. Em vez de aparecerem com frequência, podem dar lugar a opções como peixe, frango, ovos e feijão.

Essa troca também ajuda a variar as fontes de proteína sem depender tanto de produtos industrializados.

 

O álcool exige um cuidado diferente

O álcool merece uma atenção especial porque o fígado precisa metabolizá-lo, e seu consumo pode contribuir para a progressão da doença hepática.

Para quem já apresenta fibrose avançada ou cirrose, a recomendação é evitar completamente o álcool. Nesses casos, não há espaço para tratar vinho ou outra bebida alcoólica como uma exceção supostamente saudável.

Mesmo antes de chegar a esse estágio, vale discutir o consumo com o médico, principalmente quando a esteatose está acompanhada de diabetes, excesso de peso ou outras alterações metabólicas.

 

O que entra no lugar desses alimentos?

Em vez de pensar apenas no que precisa sair da dieta, vale saber o que pode ocupar esse espaço.

No dia a dia, a prioridade pode ser para verduras, legumes, feijão e outras leguminosas, frutas inteiras, aveia e outros cereais integrais. Peixes, frango, ovos, castanhas, sementes e azeite também podem fazer parte das refeições.

Uma dica simples é olhar para o prato como um conjunto. Quanto maior a presença de alimentos naturais ou pouco processados, menor tende a ser o espaço para refrigerantes, doces, embutidos e outros produtos ultraprocessados.

A forma de consumo também faz diferença. A fruta inteira é diferente de uma bebida açucarada ou de um suco industrializado. Ao comer a fruta, você também consome suas fibras e precisa mastigá-la. Já as bebidas podem concentrar açúcar e ser consumidas rapidamente, sem causar a mesma sensação de saciedade.

E vale desconfiar das promessas de produtos "detox" ou suplementos que dizem limpar o fígado.

Não há evidência de que eles façam essa limpeza ou substituam as mudanças na alimentação. Para quem tem esteatose, o acompanhamento médico continua sendo importante.

 

Emagrecer pode reduzir a gordura no fígado

Quando existe excesso de peso, perder alguns quilos pode trazer benefícios para o fígado. A recomendação não é fazer uma dieta radical, mas buscar uma perda de peso que possa ser mantida.

As diretrizes indicam que uma redução sustentada de pelo menos 5% do peso corporal pode diminuir a gordura no fígado. Perdas maiores podem proporcionar benefícios adicionais em alguns pacientes.

Por isso, quem recebeu o diagnóstico não precisa montar uma dieta baseada em proibições.

O caminho costuma ser mais simples. Reduzir os alimentos que favorecem o excesso de açúcar, gordura saturada e calorias e abrir espaço para comida de melhor qualidade.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/4-tipos-de-alimentos-para-reduzir-se-voce-tem-gordura-no-figado,242afda82d1227308733bc5d3c27ad68cn7onvwa.html?utm_source=clipboard - Por: Enf. Raquel Souza de Faria / Licenciado de SaúdeLAB - Foto: SaúdeLab / SaúdeLAB

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Quanto de exercícios físicos devo fazer por semana para reduzir o risco cardiovascular?


Um estudo da Universidade Politécnica de Macau com mais de 17 mil adultos revelou que praticar de 560 a 610 minutos de exercícios físicos por semana reduz o risco cardiovascular em mais de 30% em relação ao sedentarismo. O volume supera a recomendação tradicional de 150 minutos semanais, que garante uma redução modesta de 8% a 9%. A pesquisa, que acompanhou participantes por quase 8 anos, mostrou que apenas 12% atingiram esse patamar ideal para máxima proteção cardíaca.

 

Estudo realizado na Universidade Politécnica de Macau, na China, sugere que adultos que completaram de 560 a 610 minutos - algo entre 80 e 90 minutos, sete dias por semana - de exercícios moderados a vigorosos por semana apresentaram um risco 30% menor de doenças cardiovasculares do que indivíduos sedentários.

 

As diretrizes atuais de 150 minutos de exercícios semanais foram associadas a uma redução mais modesta, de 8 a 9%, no risco cardiovascular.

 

Os pesquisadores analisaram dados de saúde e atividade física de mais de 17.000 adultos participantes do estudo UK Biobank. A idade média dos participantes era de 57 anos, 56% eram mulheres e 96% eram brancos.

 

Os participantes usaram monitores de atividade física no pulso continuamente por 7 dias e realizaram testes de exercício projetados para estimar seu VO2 máximo. Essa é uma medida da aptidão cardiorrespiratória que reflete o volume máximo de oxigênio que o corpo pode utilizar durante exercícios intensos. A análise também incluiu dados sobre tabagismo, consumo de álcool, autopercepção de saúde e dieta, índice de massa corporal, frequência cardíaca em repouso e pressão arterial.

 

Durante quase 8 anos de acompanhamento, os pesquisadores registraram mais de 1.200 eventos cardiovasculares, incluindo fibrilação atrial, ataques cardíacos, insuficiência cardíaca e acidentes vasculares cerebrais.

 

Adultos que atingiram a recomendação atual de 150 minutos de atividade física apresentaram uma redução de 8% a 9% no risco cardiovascular, independentemente do nível de condicionamento físico. No entanto, os pesquisadores relataram que benefícios substancialmente maiores só foram observados com volumes de exercício muito mais elevados.

 

Notavelmente, adultos que completaram entre 560 e 610 minutos de atividade física moderada a vigorosa por semana obtiveram proteção substancial contra o risco cardiovascular, classificada como uma redução de risco superior a 30%. No entanto, os pesquisadores acrescentam que apenas 12% das pessoas no estudo atingiram esse nível de exercício.

 

Fonte: British Journal of Sports Medicine. DOI: 10.1136/bjsports-2025-111351.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/quanto-de-exercicios-fisicos-devo-fazer-por-semana-para-reduzir-o-risco-cardiovascular,9a6672cc4fe7bd82e3f4afbc32fc238ek4djla3i.html?utm_source=clipboard - Foto: nutthasethw/Evanto / Boa Saúde

sábado, 18 de julho de 2026

Sete exercícios que ajudam a aliviar sintomas de ansiedade


Caminhada, yoga, musculação e outras atividades físicas podem contribuir para reduzir o estresse e promover sensação de bem-estar

 

A prática de atividade física pode ajudar a controlar a ansiedade, liberando endorfinas e reduzindo o estresse. Caminhada, yoga, musculação e outras atividades oferecem benefícios físicos e mentais. Contudo, exercícios devem ser aliados de tratamentos médicos e psicológicos, com foco na constância e no prazer da prática para resultados duradouros.

 

A prática regular de atividade física pode ajudar a aliviar os sintomas da ansiedade. Isso porque o exercício contribui para a liberação de substâncias relacionadas à sensação de bem-estar, reduz o estresse, melhora a qualidade do sono e ainda ajuda a aliviar tensões acumuladas no dia a dia.

 

Apesar desses benefícios, vale lembrar que a atividade física não substitui o acompanhamento médico ou psicológico quando ele é necessário. Ela deve ser vista como uma aliada dentro de um cuidado mais amplo com a saúde mental.

 

Se você está procurando uma forma de desacelerar a mente e cuidar do corpo, confira sete exercícios que podem fazer a diferença.

 

Como os exercícios ajudam quem tem ansiedade?

Durante a prática de atividade física, o organismo passa por mudanças que beneficiam não apenas o corpo, mas também a mente.

 

Entre os principais efeitos estão:

 

Estímulo à liberação de endorfinas, associadas à sensação de prazer e bem-estar.

Redução da tensão muscular.

Diminuição dos níveis de estresse.

Melhora da qualidade do sono.

Aumento da disposição no dia a dia.

Maior concentração.

Sensação de relaxamento após o treino.

Além disso, criar uma rotina de exercícios ajuda a organizar a semana e oferece um momento para desconectar das preocupações diárias.

 

1. Caminhada

A caminhada continua sendo uma das atividades mais indicadas para quem deseja começar a se exercitar.

Além de ser acessível, ela pode ser feita em parques, praças, ruas ou na esteira. Quando realizada em ambientes ao ar livre, ainda proporciona contato com a natureza, fator que muitas pessoas associam a uma maior sensação de tranquilidade.

Uma caminhada de 30 minutos já pode fazer parte de uma rotina saudável.

 

2. Yoga

O yoga combina exercícios físicos, técnicas de respiração e meditação.

Essa união favorece o relaxamento, melhora a consciência corporal e ajuda a manter o foco no momento presente. Com a prática frequente, muitas pessoas também percebem ganhos na flexibilidade, no equilíbrio e na qualidade do sono.

 

3. Musculação

Engana-se quem pensa que a musculação traz benefícios apenas para os músculos.

Treinar regularmente também ajuda a aliviar o estresse, melhora a autoestima e proporciona uma sensação de evolução a cada objetivo alcançado. Além disso, a concentração exigida durante os exercícios pode ajudar a afastar pensamentos repetitivos.

 

4. Pilates

O pilates trabalha força, mobilidade, postura, equilíbrio e respiração de forma integrada.

Como os movimentos exigem atenção e controle, a prática favorece a concentração e ajuda a reduzir a sensação de sobrecarga mental.

Outro benefício é o fortalecimento da musculatura, especialmente da região do core.

 

5. Corrida

Para quem já está acostumado com atividades de maior intensidade, a corrida pode ser uma excelente opção.

Ela melhora o condicionamento cardiorrespiratório, aumenta a resistência física e costuma proporcionar uma sensação de bem-estar após o treino.

O ideal é começar de forma gradual e respeitar os próprios limites.

 

6. Natação

A natação movimenta praticamente todos os grupos musculares e ainda tem baixo impacto sobre as articulações.

Além dos benefícios físicos, o ritmo da respiração durante a atividade pode favorecer o relaxamento e ajudar a aliviar as tensões do dia a dia.

 

7. Dança

Se a ideia é cuidar da saúde sem abrir mão da diversão, a dança pode ser a escolha perfeita.

Ela melhora o condicionamento físico, trabalha coordenação motora, equilíbrio e resistência. De quebra, ainda permite expressar emoções e transformar o exercício em um momento prazeroso.

 

Como escolher o melhor exercício?

Não existe uma modalidade considerada a melhor para aliviar a ansiedade. O mais importante é escolher uma atividade que combine com a sua rotina e que seja prazerosa.

Na hora de decidir, vale seguir algumas dicas:

 

Escolha um exercício que você goste.

Comece de forma gradual.

Respeite o seu nível de condicionamento físico.

Mantenha uma rotina regular.

Busque orientação de um profissional de Educação Física sempre que possível.

A constância costuma ser mais importante do que a intensidade nos primeiros meses.

 

A atividade física substitui o tratamento?

Não. Embora os exercícios tragam benefícios importantes para a saúde mental, eles não substituem tratamentos indicados por médicos ou psicólogos.

Se a ansiedade é frequente, intensa ou interfere na rotina, é fundamental procurar ajuda profissional. O tratamento pode incluir psicoterapia, medicamentos, mudanças no estilo de vida ou uma combinação dessas estratégias.

 

Pequenos hábitos fazem diferença

Além de manter uma rotina de exercícios, outros cuidados podem contribuir para o bem-estar físico e emocional:

 

Dormir entre 7 e 9 horas por noite.

Manter uma alimentação equilibrada.

Reservar momentos de lazer durante a semana.

Evitar o consumo excessivo de álcool e cafeína.

Praticar técnicas de respiração ou meditação.

Manter contato com familiares e amigos.

Quando inserida em uma rotina saudável, a atividade física pode se tornar uma importante aliada no controle da ansiedade. Mais do que buscar desempenho, movimentar o corpo de forma regular é um investimento na saúde, na qualidade de vida e no equilíbrio entre corpo e mente.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sete-exercicios-que-ajudam-a-aliviar-sintomas-de-ansiedade,70b54dd8db23e95698b301e7401ec22avvpmcgcq.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Gordura visceral: por que ela é perigosa e como reduzir de forma saudável


Entenda o que é gordura visceral, por que ela é perigosa e como reduzi-la com hábitos simples e saudáveis no dia a dia.

 

Você já ouviu falar em gordura visceral? Mesmo sem ser visível, ela pode representar um dos maiores riscos para a saúde metabólica ao longo do tempo.

 

Diferente da gordura localizada logo abaixo da pele, essa gordura se acumula na região interna do abdômen, envolvendo órgãos como fígado, pâncreas e intestinos.

 

O mais importante é que ela pode estar presente mesmo em pessoas que não apresentam excesso de peso evidente, o que torna sua identificação mais difícil no dia a dia.

 

Por que a gordura visceral merece atenção

A gordura visceral não é apenas um depósito inerte de energia. Ela atua metabolicamente, interferindo no funcionamento do organismo e participando de processos inflamatórios que afetam diversos sistemas do corpo.

 

Quando está em excesso, pode aumentar o risco de condições como:

 

Resistência à insulina e diabetes tipo 2: alterações na forma como o corpo utiliza a glicose podem levar ao aumento do açúcar no sangue.

Doenças cardiovasculares: há maior tendência ao aumento de colesterol LDL, triglicerídeos e pressão arterial.

Fígado gorduroso (esteatose hepática): acúmulo de gordura no fígado que pode evoluir para quadros mais graves se não for controlado.

Inflamação sistêmica: substâncias liberadas por esse tipo de gordura podem afetar o equilíbrio do organismo.

Alterações hormonais: em alguns casos, o excesso de gordura abdominal pode estar associado a desequilíbrios hormonais, especialmente em mulheres.

Essas alterações não acontecem de forma imediata, o que faz com que a gordura visceral seja frequentemente silenciosa no início.

 

Como identificar possíveis sinais de excesso

Não existe uma forma caseira precisa de medir a gordura visceral, mas alguns indicadores podem sugerir atenção:

 

Circunferência abdominal aumentada (em geral, acima de 102 cm para homens e 88 cm para mulheres)

Barriga mais saliente mesmo com peso corporal aparentemente normal

Alterações em exames laboratoriais, como glicose, colesterol e triglicerídeos elevados

Sensação frequente de cansaço sem causa clara

Em casos específicos, exames de imagem como tomografia ou ressonância magnética podem ser utilizados para avaliação mais precisa, geralmente sob orientação médica.

 

Como reduzir gordura visceral de forma saudável

A redução da gordura visceral depende principalmente de mudanças consistentes no estilo de vida. Não existe um único fator responsável, mas um conjunto de hábitos que atuam em diferentes frentes do metabolismo.

 

1. Alimentação com foco em equilíbrio metabólico

A alimentação tem papel central no controle da gordura visceral. Mais do que restrições, o foco deve estar na qualidade dos alimentos consumidos.

 

Priorize:

Gorduras saudáveis: abacate, azeite de oliva extra virgem, peixes como sardinha e salmão, oleaginosas como nozes e amêndoas

Fibras: frutas, verduras, legumes, aveia, quinoa, feijão e lentilha, que ajudam no controle glicêmico e na saciedade

Proteínas de boa qualidade: ovos, frango, peixes e leguminosas, importantes para manutenção da massa muscular

 

Reduza o consumo de:

Açúcares adicionados

Farinhas refinadas

Ultraprocessados

Gorduras trans e frituras frequentes

 

Pequenas mudanças consistentes tendem a ser mais eficazes do que restrições intensas e difíceis de manter.

 

2. Exercícios físicos regulares

A atividade física contribui diretamente para a redução da gordura visceral, especialmente quando combina estímulos diferentes.

Exercícios aeróbicos: caminhada, corrida, ciclismo ou natação ajudam no gasto calórico e na saúde cardiovascular

Treinamento de força: musculação, pilates ou treinos funcionais auxiliam na preservação e ganho de massa muscular, o que influencia o metabolismo

Movimentos no dia a dia: subir escadas, caminhar mais e evitar longos períodos sentado também fazem diferença

A combinação entre exercícios aeróbicos e força costuma trazer melhores resultados do que apenas um tipo de atividade isoladamente.

 

3. Sono adequado e controle do estresse

O sono e o estresse têm impacto direto no metabolismo e na regulação hormonal.

A privação de sono pode afetar hormônios relacionados à fome e saciedade, enquanto o estresse crônico pode influenciar o acúmulo de gordura na região abdominal por meio de alterações hormonais.

 

Algumas estratégias incluem:

Dormir entre 7 e 8 horas por noite, com regularidade

Reduzir estímulos como telas antes de dormir

Inserir pausas ao longo do dia para relaxamento

Praticar atividades de redução de estresse, como respiração profunda, caminhada leve ou hobbies

 

4. Evitar estratégias extremas

Dietas muito restritivas ou promessas de resultados rápidos podem gerar efeitos temporários, mas dificilmente sustentáveis.

Além disso, abordagens muito rígidas podem levar à perda de massa muscular e a alterações no comportamento alimentar, dificultando a manutenção dos resultados.

O mais consistente é adotar mudanças graduais, que possam ser mantidas ao longo do tempo sem impacto negativo na rotina.

 

Quando buscar avaliação profissional

Em casos em que há dificuldade de evolução mesmo com mudanças de hábitos, ou quando existem fatores de risco associados, pode ser importante realizar uma avaliação mais detalhada.

 

Exames que podem ser solicitados incluem:

 

Perfil lipídico (colesterol e triglicerídeos)

Glicemia em jejum

Avaliação de resistência à insulina

Ultrassonografia abdominal

Esses exames ajudam a identificar alterações metabólicas que podem estar associadas ao acúmulo de gordura visceral.

 

O que realmente importa no controle da gordura visceral

A redução da gordura visceral não depende de uma solução única, mas de um conjunto de escolhas consistentes ao longo do tempo.

 

Alimentação equilibrada, atividade física regular, sono adequado e manejo do estresse formam a base desse processo. Não se trata de mudanças rápidas, mas de ajustes sustentáveis que impactam diretamente a saúde metabólica.

 

Com o tempo, o corpo responde a essas mudanças de forma progressiva, refletindo não apenas na composição corporal, mas também na energia, disposição e funcionamento geral do organismo.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/gordura-visceral-por-que-ela-e-perigosa-e-como-reduzir-de-forma-saudavel,3f52be0549c0f1aff34a2a9ce941b932qrvh2nmh.html?utm_source=clipboard - Por: Enf. Raquel Souza de Faria / SaúdeLAB - Foto: SaúdeLAB

domingo, 14 de junho de 2026

Dormir menos de 7 horas pode reduzir anos de vida


Pessoas com sono insuficiente - classificado como menos de 7 horas de sono por noite - podem ter menos tempo de vida. É o que indica estudo realizado na Universidade de Ciência e Saúde do Oregon, nos Estados Unidos.

 

Os pesquisadores cruzaram dados de expectativa de vida com pesquisas detalhadas de saúde pública, realizadas entre 2019 e 2025, e concluíram que o sono insuficiente superou a dieta e os exercícios físicos como preditor do tempo de vida de uma pessoa, sendo que apenas o tabagismo influenciou negativamente a longevidade em relação ao sono.

 

Os autores explicam que o sono desempenha funções na saúde cardiovascular, no sistema imunológico e no desempenho cerebral. Logo, os resultados do estudo reforçam a necessidade de priorizar o descanso no mesmo nível que as recomendações médicas para nutrição e atividade física. Além disso, eles aconselham aos formuladores de políticas públicas o desenvolvimento de campanhas de incentivo à higiene do sono.

 

Fonte: SLEEP Advances. DOI: 10.1093/sleepadvances/zpaf090.

 

Fonte: https://www.boasaude.com.br/noticias/22514/dormir-menos-de-7-horas-pode-reduzir-anos-de-vida.html?utm_source=terra_capa_vida-e-estilo&utm_medium=referral#google_vignette

quinta-feira, 9 de maio de 2024

6 dicas para evitar alergias respiratórias


Veja como alguns cuidados podem ajudar a reduzir esse tipo de resposta inflamatória

 

As alergias respiratórias são reações do sistema imunológico a substâncias inaladas que desencadeiam uma resposta inflamatória nas vias respiratórias. Esses alérgenos podem incluir poeira, ácaros, pólen, mofo, pelos de animais e produtos químicos presentes no ar. Os sintomas podem variar de leves a graves e incluem espirros, coriza, coceira e/ou congestão nasal, tosse, falta de ar, chiado no peito e irritação nos olhos.

 

A seguir, confira algumas dicas do Dr. Clóvis Eduardo Santos Galvão, alergista e imunologista e coordenador da Comissão de Alérgenos da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), para evitar alergias respiratórias!

 

1. Mantenha a casa livre de poeira

Os ácaros e outras partículas presentes na poeira podem causar alergias respiratórias. Por isso, limpar regularmente, aspirar tapetes, cortinas e móveis pode ajudar a reduzir esses alérgenos . “Dê preferência para pisos frios, que permitam uma melhor remoção da poeira na limpeza de casa”, recomenda o Dr. Clóvis Eduardo Santos Galvão.

 

2. Atenção com itens que acumulam poeira

Além da limpeza da casa, é importante atenção com os itens que podem juntar poeira. “Evite o uso de muitos adornos de decoração, pois facilitam o acúmulo de poeira, como almofadas, cortinas pesadas e mesmo os bichinhos de pelúcia”, recomenda.

 

3. Mantenha animais de estimação longe do quarto

Pelos de animais de estimação são uma fonte comum de alérgenos. Por isso, o Dr. Clóvis Eduardo Santos Galvão recomenda evitar que animais de estimação entrem no quarto, especialmente se você tiver alergias.

 

4. Ventile regularmente sua casa

Segundo o Dr. Clóvis Eduardo Santos Galvão, manter as janelas abertas e permitir a circulação de ar fresco pode ajudar a reduzir a concentração de alérgenos no ambiente interno.

 

5. Evite o uso de produtos de limpeza e fragrâncias irritantes

Produtos de limpeza com odores fortes e fragrâncias podem desencadear reações alérgicas em algumas pessoas. “Ao fazer a limpeza de casa, utilize produtos com cheiros neutros para não agredir a mucosa respiratória do paciente”, recomenda o alergista.

 

6. Consulte um médico

Se você suspeitar que tenha alergias respiratórias, consulte um médico ou um alergologista. Eles podem realizar testes para identificar os desencadeadores específicos e fornecer orientações personalizadas para prevenir e controlar os sintomas.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-05-07/6-dicas-para-evitar-alergias-respiratorias.html - Imagem: Wat cartoon | Shutterstock

 

Clama a mim, e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes, que não sabes.

Jeremias 33:3


sábado, 11 de março de 2023

10 dicas para reduzir o estresse e melhorar a saúde do coração


Cardiologista ensina algumas atitudes para você adotar hábitos de vida mais saudáveis

 

O estresse é uma reação normal do organismo, que se manifesta com componentes físicos mentais e hormonais toda vez que surge a necessidade de uma adaptação grande. Entretanto, quando ele é exagerado e constante, pode ser prejudicial e desencadear diversos problemas de saúde. Por isso, veja as dicas do cardiologista Dr. Otavio Gebara para reduzir o estresse e ter um coração mais saudável.

 

1. Foque no relaxamento

Atividades como yoga, tai chi (arte marcial chinesa, também conhecida como uma forma de meditação em movimento) e alongamento ajudam a aliviar as tensões. É importante focar o próprio corpo, deixando as outras coisas de lado por um tempo.

 

2. Conecte-se com outras pessoas

Ficar muito tempo sozinho não é bom para a saúde mental nem para a saúde do coração. Para pessoas que já tiveram problemas cardíacos, o suporte social acelera o processo de recuperação e reduz a depressão.

 

3. Não guarde mágoa

Perdoe rápido. Ficar remoendo ou nutrindo uma mágoa, além de afetar o sono e a qualidade de vida, também pode desencadear vários problemas de saúde, como gastrite, pressão alta e diabetes.

 

4. Dê risadas

Além dessa prática queimar calorias, estudos mostram que rir faz bem para as artérias, pois ao gargalhar, o corpo libera endorfinas que são capazes de estimular o sistema imunológico.

 

5. Não beba muito álcool

Pequenas quantidades podem ser benéficas, mas pode ser difícil dosá-las. Portanto, não comece a beber se o seu objetivo é proteger seu coração.

 

6. Reduza a cafeína

Estudos demonstram que café, chá ou refrigerantes (mesmo diet) em grandes quantidades podem aumentar hormônios de estresse.

 

7. Cuide do envolvimento emocional

Não exagere no envolvimento emocional com coisas que não são tão importantes. Não vale a pena ter um infarto porque seu time perdeu o campeonato.

 

8. Alimente-se de maneira certa

Uma dieta com pouca gordura e com carboidratos complexos vai tornar seu dia mais leve. Escolha os alimentos certos e veja a qualidade da sua vida mudar.

 

9. Durma bem

Horas suficientes de sono fazem diferença. Procure saber se você tem apneia do sono (roncar muito é um indício). Distúrbios do sono podem dificultar seu descanso .

 

10. Faça mais exercícios

É quase como um remédio para tudo. Entretanto, é importante praticar em quantidade e intensidade moderadas. Atividades como caminhar até o trabalho ou para fazer compras também são válidas. Mexa-se.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-03-09/10-dicas-para-reduzir-o-estresse-e-melhorar-a-saude-do-coracao.html - Por EdiCase


Ele dá força aos cansados ​​e aumenta o poder dos fracos. (Isaías 40:29)


terça-feira, 8 de novembro de 2022

Médicos revelam 7 dicas para reduzir o colesterol ruim


Colesterol ruim é a principal causa de doenças cardiovasculares e outros distúrbios da saúde. Veja como controlar

 

O colesterol é encarado como o grande vilão da saúde, já que é o principal fator de doenças cardiovasculares e também está relacionado a problemas nos rins e à doença aterosclerótica. No entanto, nem sempre se trata do colesterol ruim. “Temos, por exemplo, o colesterol HDL, considerado o bom colesterol, que, quando em excesso, é decomposto e removido do corpo”, explica a médica nefrologista e intensivista, Dra. Caroline Reigada.

 

“Já o colesterol LDL, conhecido como mau colesterol, pode gerar o acúmulo de placas de gordura nas artérias, impedindo ou dificultando a passagem do sangue e levando a graves complicações, como AVC ou infarto. Por não receberem o sangue suficiente para filtrar as impurezas, os rins também podem ser comprometidos, já que as artérias já se encontram obstruídas pelas placas de gordura”, acrescenta a especialista.

 

Com o estilo de vida atual, os altos níveis de LDL são comuns. De acordo com o Ministério da Saúde, estima-se que 40% dos brasileiros têm o chamado ‘colesterol alto’. A condição deve gerar alerta, já que ela costuma agravar sem gerar sintoma nenhum. “Em alguns casos, a primeira manifestação da alta do colesterol é um evento como infarto ou derrame, quando já é tarde para prevenir”, alerta a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

 

Além de silencioso, o colesterol ruim pode causar problemas em outros órgãos.  A melhor maneira de encarar a doença é sempre com a prevenção. “A redução do colesterol é uma das medidas mais importantes para promover a saúde geral do coração. Infelizmente, poucas pessoas entendem as etapas essenciais para atingir essa meta”, destaca a Dra. Caroline Reigada.

 

Realizar exames preventivos regularmente é a melhor maneira de monitorar o avanço do colesterol e a saúde como um todo. “Aqueles que já apresentam níveis de colesterol acima do recomendado devem consultar um médico regularmente, afinal, a intensidade do controle do colesterol, com o uso de medicamentos ou apenas com a adoção de uma alimentação balanceada, depende do risco cardiovascular de cada indivíduo, variando caso a caso”, esclarece a Dra. Aline.

 

No entanto, algumas outras medidas podem controlar os níveis do colesterol ruim no organismo. Confira as dicas de especialistas!

 

Evite as gorduras não-saudáveis

As gorduras trans e saturadas devem ser evitadas, pois podem favorecer a inflamação do organismo e o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e metabólicas. “A ingestão de frituras de imersão e carnes gordas, por exemplo, deve ser reduzida, pois não fazem bem para circulação, aumentando a quantidade de colesterol nas artérias e favorecendo a aterosclerose”, diz a Dra. Aline Lamaita.

 

Tome cuidado com o excesso de açúcar

Conforme a cirurgiã-vascular, estudos recentes apontam que os carboidratos e o açúcar são grandes agentes no aumento do colesterol. “Esses alimentos, em excesso, podem levar também ao desenvolvimento de diabetes e problemas como resistência à insulina. O açúcar em excesso acarreta maior inflamação, com consequente risco de diabetes – que é o maior fator de risco para doença renal crônica no mundo”, completa a Dra. Caroline.

 

Adicione boas fontes de gordura na alimentação

É importante reforçar que nem toda gordura é ruim. “O azeite, a castanha, o abacate e os peixes, por exemplo, são ricos em gorduras benéficas para o organismo que favorecem o sistema circulatório e melhoram a qualidade de circulação, diminuindo o colesterol ruim e aumentando o colesterol bom”, aconselha a Dra. Aline.

O salmão, a sardinha e o atum também são ótimas pedidas, já que são fontes de DHA, substância responsável por diminuir os níveis de colesterol ruim (LDL) e aumentar o colesterol saudável (HDL).

 

Inclua fibras na dieta

O consumo de fibras é uma excelente opção para reduzir os níveis de colesterol. “Os alimentos ricos em fibras são capazes de sequestrar a gordura alimentar no intestino, assim diminuindo a absorção do colesterol, de gorduras e de açúcares”, afirma a Dra. Marcella Garcez, médica nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). Ela recomenda ainda a ingestão de aveia e frutas cítricas, fontes ricas de fibras e outras substâncias importantes no controle do colesterol.

 

Aposte em fitoesteróis e ômega 3

Conforme a Dra. Marcella, há ainda outros alimentos poderosos no controle do colesterol, especialmente aqueles ricos em fitoesteróis, como: azeite de oliva, linhaça, nozes, castanhas, peixes de água fria, chocolate amargo e abacate. “Aposte também em alimentos ricos em ômega 3, como o salmão e as sementes de linhaça e chia, que é responsável por prevenir doenças cardiovasculares, evitar a formação de coágulos, diminuir os níveis de colesterol total e de LDL colesterol e aumentar as de HDL”, completa.

 

Faça exercícios físicos

Atitudes simples como subir escadas, se movimentar mais, fazer caminhadas e se exercitar diariamente ajudam a diminuir o colesterol. “Ser ativo por 30 minutos na maioria dos dias pode ajudar a reduzir o colesterol ruim e aumentar o colesterol bom”, explica a Dra. Caroline.

 

Abandone o cigarro

As inúmeras substâncias tóxicas presentes no cigarro podem oxidar o colesterol bom e transformá-lo em colesterol ruim. “Com o cigarro, os níveis de colesterol também ficam fora de controle, já que a fumaça aumenta os níveis de colesterol ruim e de gordura no sangue. Isso faz com que uma placa de gordura se acumule nas artérias, aumentando o risco de ataques cardíacos”, alerta a médica Dra. Caroline.

 

Fonte: https://professorjosecosta.blogspot.com/search?q=Nutricionista+revela+7+alimentos+que+ajudam+a+dormir+melhor - By Redação / Foto: Shutterstock


Ao que lhe disse Jesus: Se podes! – tudo é possível ao que crê. Mateus 21:21


sexta-feira, 17 de junho de 2022

Café pode ajudar a reduzir risco de morte em até 31%, aponta novo estudo


Tomar café, pelo jeito, faz muito bem à saúde. Mas, não dá pra exagerar!

 

O café é a segunda bebida mais consumida do mundo – atrás apenas do chá. Quem toma café sabe da sua propriedade mais notável: tira o sono e dá energia para o dia a dia. Aliás, esse é um dos principais motivos de quem consome a bebida todos os dias.

 

O que um novo estudo revela, agora, é que o café não só ajuda a manter o cérebro desperto, como pode ajudar a reduzir risco de morte em até 31%.

 

O amplo estudo, publicado na revista científica Annals of Internal Medicine, comprovou que o café é capaz de reduzir o risco de morte, mas precisa ser consumido da forma correta.

 

Café puro, com açúcar ou com adoçante?

Os pesquisadores do departamento de Epidemiologia da Southern Medical University, na China, analisaram informações de 171.616 participantes, com média de 56 anos, durante um período de sete anos – entre 2009 e 2018.

 

Utilizando o UK Biobank – um amplo banco de dados de saúde do Reino Unido –, os pesquisadores selecionaram pessoas que não tinham problemas cardiovasculares ou câncer no início, e que os resultados foram ajustados de acordo com critérios de demografia, estilo de vida e alimentação.

 

Então, foi observada a ingestão diária do grupo de café puro, com açúcar e com adoçante, em diferentes quantidades. O consumo foi comparado com desfechos de saúde no fim de 2018, a partir de 3.177 óbitos constatados entre os participantes.

 

Resultados da pesquisa

Os resultados da análise mostraram que a ingestão moderada de café sem e com açúcar foi associada no geral a um menor risco de morte. Os dados, no entanto, não mostraram uma mudança significativa em relação ao consumo da bebida com adoçantes artificiais.

 

Para os que bebiam qualquer quantidade até 4,5 xícaras por dia de café sem adição de açúcar, foi observada uma redução de ao menos 16% no risco de morte. Porém, esse percentual chegou a 29% entre aqueles que bebiam de 2,5 a 4,5 xícaras.

 

Os que colocavam pouco mais de uma colher de chá de açúcar também tiveram menos chance de morte em todas as quantidades analisadas até 4,5 xícaras, de ao menos 9%. Mas, o percentual de redução foi maior entre aqueles que bebiam de 1,5 a 3,5 xícaras por dia – 31%. Em outras quantidades, a diminuição foi mais tímida em comparação com a do café sem açúcar.

 

O Globo/Annals of Internal Medicine

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/cafe-reduzir-risco-de-morte/ - por Priscilla Riscarolli


Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração.

Romanos 12:12