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segunda-feira, 29 de junho de 2026

Gordura visceral: por que ela é perigosa e como reduzir de forma saudável


Entenda o que é gordura visceral, por que ela é perigosa e como reduzi-la com hábitos simples e saudáveis no dia a dia.

 

Você já ouviu falar em gordura visceral? Mesmo sem ser visível, ela pode representar um dos maiores riscos para a saúde metabólica ao longo do tempo.

 

Diferente da gordura localizada logo abaixo da pele, essa gordura se acumula na região interna do abdômen, envolvendo órgãos como fígado, pâncreas e intestinos.

 

O mais importante é que ela pode estar presente mesmo em pessoas que não apresentam excesso de peso evidente, o que torna sua identificação mais difícil no dia a dia.

 

Por que a gordura visceral merece atenção

A gordura visceral não é apenas um depósito inerte de energia. Ela atua metabolicamente, interferindo no funcionamento do organismo e participando de processos inflamatórios que afetam diversos sistemas do corpo.

 

Quando está em excesso, pode aumentar o risco de condições como:

 

Resistência à insulina e diabetes tipo 2: alterações na forma como o corpo utiliza a glicose podem levar ao aumento do açúcar no sangue.

Doenças cardiovasculares: há maior tendência ao aumento de colesterol LDL, triglicerídeos e pressão arterial.

Fígado gorduroso (esteatose hepática): acúmulo de gordura no fígado que pode evoluir para quadros mais graves se não for controlado.

Inflamação sistêmica: substâncias liberadas por esse tipo de gordura podem afetar o equilíbrio do organismo.

Alterações hormonais: em alguns casos, o excesso de gordura abdominal pode estar associado a desequilíbrios hormonais, especialmente em mulheres.

Essas alterações não acontecem de forma imediata, o que faz com que a gordura visceral seja frequentemente silenciosa no início.

 

Como identificar possíveis sinais de excesso

Não existe uma forma caseira precisa de medir a gordura visceral, mas alguns indicadores podem sugerir atenção:

 

Circunferência abdominal aumentada (em geral, acima de 102 cm para homens e 88 cm para mulheres)

Barriga mais saliente mesmo com peso corporal aparentemente normal

Alterações em exames laboratoriais, como glicose, colesterol e triglicerídeos elevados

Sensação frequente de cansaço sem causa clara

Em casos específicos, exames de imagem como tomografia ou ressonância magnética podem ser utilizados para avaliação mais precisa, geralmente sob orientação médica.

 

Como reduzir gordura visceral de forma saudável

A redução da gordura visceral depende principalmente de mudanças consistentes no estilo de vida. Não existe um único fator responsável, mas um conjunto de hábitos que atuam em diferentes frentes do metabolismo.

 

1. Alimentação com foco em equilíbrio metabólico

A alimentação tem papel central no controle da gordura visceral. Mais do que restrições, o foco deve estar na qualidade dos alimentos consumidos.

 

Priorize:

Gorduras saudáveis: abacate, azeite de oliva extra virgem, peixes como sardinha e salmão, oleaginosas como nozes e amêndoas

Fibras: frutas, verduras, legumes, aveia, quinoa, feijão e lentilha, que ajudam no controle glicêmico e na saciedade

Proteínas de boa qualidade: ovos, frango, peixes e leguminosas, importantes para manutenção da massa muscular

 

Reduza o consumo de:

Açúcares adicionados

Farinhas refinadas

Ultraprocessados

Gorduras trans e frituras frequentes

 

Pequenas mudanças consistentes tendem a ser mais eficazes do que restrições intensas e difíceis de manter.

 

2. Exercícios físicos regulares

A atividade física contribui diretamente para a redução da gordura visceral, especialmente quando combina estímulos diferentes.

Exercícios aeróbicos: caminhada, corrida, ciclismo ou natação ajudam no gasto calórico e na saúde cardiovascular

Treinamento de força: musculação, pilates ou treinos funcionais auxiliam na preservação e ganho de massa muscular, o que influencia o metabolismo

Movimentos no dia a dia: subir escadas, caminhar mais e evitar longos períodos sentado também fazem diferença

A combinação entre exercícios aeróbicos e força costuma trazer melhores resultados do que apenas um tipo de atividade isoladamente.

 

3. Sono adequado e controle do estresse

O sono e o estresse têm impacto direto no metabolismo e na regulação hormonal.

A privação de sono pode afetar hormônios relacionados à fome e saciedade, enquanto o estresse crônico pode influenciar o acúmulo de gordura na região abdominal por meio de alterações hormonais.

 

Algumas estratégias incluem:

Dormir entre 7 e 8 horas por noite, com regularidade

Reduzir estímulos como telas antes de dormir

Inserir pausas ao longo do dia para relaxamento

Praticar atividades de redução de estresse, como respiração profunda, caminhada leve ou hobbies

 

4. Evitar estratégias extremas

Dietas muito restritivas ou promessas de resultados rápidos podem gerar efeitos temporários, mas dificilmente sustentáveis.

Além disso, abordagens muito rígidas podem levar à perda de massa muscular e a alterações no comportamento alimentar, dificultando a manutenção dos resultados.

O mais consistente é adotar mudanças graduais, que possam ser mantidas ao longo do tempo sem impacto negativo na rotina.

 

Quando buscar avaliação profissional

Em casos em que há dificuldade de evolução mesmo com mudanças de hábitos, ou quando existem fatores de risco associados, pode ser importante realizar uma avaliação mais detalhada.

 

Exames que podem ser solicitados incluem:

 

Perfil lipídico (colesterol e triglicerídeos)

Glicemia em jejum

Avaliação de resistência à insulina

Ultrassonografia abdominal

Esses exames ajudam a identificar alterações metabólicas que podem estar associadas ao acúmulo de gordura visceral.

 

O que realmente importa no controle da gordura visceral

A redução da gordura visceral não depende de uma solução única, mas de um conjunto de escolhas consistentes ao longo do tempo.

 

Alimentação equilibrada, atividade física regular, sono adequado e manejo do estresse formam a base desse processo. Não se trata de mudanças rápidas, mas de ajustes sustentáveis que impactam diretamente a saúde metabólica.

 

Com o tempo, o corpo responde a essas mudanças de forma progressiva, refletindo não apenas na composição corporal, mas também na energia, disposição e funcionamento geral do organismo.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/gordura-visceral-por-que-ela-e-perigosa-e-como-reduzir-de-forma-saudavel,3f52be0549c0f1aff34a2a9ce941b932qrvh2nmh.html?utm_source=clipboard - Por: Enf. Raquel Souza de Faria / SaúdeLAB - Foto: SaúdeLAB

terça-feira, 23 de junho de 2026

Como reduzir gordura visceral e cuidar da saúde, segundo especialista


Acúmulo de gordura na região abdominal vai além da estética e pode aumentar o risco de diversas doenças

 

Resumo

A gordura visceral, que se acumula entre órgãos abdominais, está ligada a sérios riscos à saúde, como diabetes e problemas cardíacos. Para reduzi-la, especialistas recomendam hábitos saudáveis, como consumir mais frutas e vegetais, praticar exercícios aeróbicos e musculação regularmente, e optar por carboidratos de qualidade.

Quando o assunto é gordura abdominal, nem toda ela é igual. Enquanto parte da gordura fica localizada logo abaixo da pele, existe outro tipo que merece ainda mais atenção: a gordura visceral.

Ela se acumula entre os órgãos da região abdominal e está associada a um maior risco de problemas como diabetes tipo 2, hipertensão, doenças cardiovasculares e alterações metabólicas. Por isso, reduzir esse tipo de gordura não é apenas uma questão estética, mas também de saúde.

Segundo o químico, educador físico e atleta IFBB Pro Renato Cariani, alguns hábitos podem ajudar a combater o acúmulo de gordura visceral e melhorar a composição corporal. Confira.

 

O que é gordura visceral?

A gordura visceral é aquela armazenada profundamente na cavidade abdominal, envolvendo órgãos como fígado, pâncreas e intestino.

 

Diferentemente da gordura subcutânea, que fica logo abaixo da pele, ela está mais relacionada ao desenvolvimento de doenças metabólicas e cardiovasculares.

 

Entre os fatores que favorecem seu acúmulo estão o sedentarismo, a alimentação inadequada, o excesso de calorias, o estresse e a falta de sono.

 

1. Aumente o consumo de frutas

As frutas costumam ser ricas em fibras, vitaminas e compostos antioxidantes que ajudam no funcionamento do organismo.

Segundo Cariani, algumas opções podem ser especialmente interessantes para quem busca reduzir a gordura visceral, como maçã, abacaxi e frutas vermelhas.

Além de contribuírem para a saciedade, elas ajudam no controle da glicemia e da qualidade da alimentação.

 

2. Inclua mais legumes e vegetais

Os vegetais são importantes fontes de fibras, que auxiliam o sistema digestivo e ajudam no controle do apetite.

Uma alimentação rica em legumes, verduras e hortaliças também favorece o déficit calórico necessário para a redução da gordura corporal.

Por isso, vale a pena garantir esses alimentos em diferentes refeições ao longo do dia.

 

3. Não elimine os carboidratos

Muitas pessoas acreditam que cortar completamente os carboidratos é o caminho mais rápido para perder barriga. No entanto, essa estratégia nem sempre é a mais adequada.

Segundo o especialista, o ideal é reduzir o consumo de açúcares e alimentos ultraprocessados, mas manter fontes de carboidratos de qualidade, como arroz, aveia e batata.

Esses alimentos fornecem energia para os treinos e ajudam a preservar a massa muscular.

 

4. Aposte nos exercícios aeróbicos

Atividades como caminhada, corrida, ciclismo e natação aumentam o gasto calórico e ajudam na utilização da gordura como fonte de energia.

Os exercícios aeróbicos são importantes aliados no processo de emagrecimento e na redução da gordura visceral.

A recomendação é encontrar uma modalidade que seja prazerosa e possa ser praticada regularmente.

 

5. Faça musculação regularmente

A musculação desempenha um papel importante no combate à gordura visceral porque ajuda a aumentar e preservar a massa muscular.

Quanto maior a quantidade de músculos, maior tende a ser o gasto energético do organismo ao longo do dia.

Por isso, combinar treinos de força com atividades aeróbicas costuma ser uma estratégia eficiente para quem deseja melhorar a composição corporal e reduzir a gordura abdominal.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/como-reduzir-gordura-visceral-e-cuidar-da-saude-segundo-especialista,c493094e9f7e3d80d121ac7c16f6fe67j1hxi9ky.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

sábado, 21 de outubro de 2023

9 hábitos que aumentam a gordura abdominal


Entenda como o estilo de vida pode influenciar a aparência do abdômen e a saúde do corpo

 

A gordura abdominal é um problema comum que afeta a saúde e a autoestima de homens e mulheres em todo o mundo. Ela se acumula na região da barriga, formando uma camada de gordura em torno dos órgãos internos, conhecida como gordura visceral, que está associada a uma série de problemas de saúde.

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a medida da circunferência abdominal igual ou superior a 94 cm em homens e 80 cm em mulheres, por exemplo, indica risco de doenças ligadas ao coração. “Acima desse valor existe um risco de desenvolvimento de complicações metabólicas (doenças cardíacas, diabetes, hipertensão, colesterol alto, gordura no fígado etc.). Acima de 88 cm para mulheres e 102 cm para homens, o risco está muito aumentado”, acrescenta a nutricionista Karen Oliveira.

 

A seguir, confira quais são os hábitos que aumentam a gordura abdominal.

 

1. Dieta rica em calorias vazias

Consumir alimentos ricos em calorias sem valor nutricional, como refrigerantes, salgadinhos e doces, pode levar ao ganho de peso na área abdominal. Esses alimentos fornecem poucos nutrientes essenciais, mas muitas calorias.

 

“O erro alimentar mais comum é achar que está comendo bem e, na verdade, aquele produto alimentício não contém nutrientes necessários e importantes para o organismo”, alerta a nutricionista Regina Moraes Teixeira.

 

2. Alto consumo de açúcares refinados

Alimentos com alto teor de açúcares refinados, como bolos, biscoitos e doces, são rapidamente digeridos, levando a picos de açúcar no sangue e subsequentes quedas, o que pode estimular o acúmulo de gordura abdominal.

 

3. Excesso de gordura saturada

Uma dieta rica em gordura saturada, encontrada em carnes gordurosas, laticínios integrais e alimentos fritos, pode contribuir para o ganho de peso abdominal.

 

4. Consumo excessivo de álcool

O álcool é rico em calorias e, quando consumido em excesso, pode levar ao ganho de peso na região abdominal. Além disso, também pode fazer com que o organismo retenha mais líquidos. “Como resultado, ficamos mais inchados e a pressão sobre as veias e artérias aumenta, o que pode contribuir para o surgimento de problemas vasculares como varizes e trombose”, destaca a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

 

5. Consumo de alimentos processados

Alimentos altamente processados, muitas vezes carregados com gorduras trans, açúcares e aditivos, são conhecidos por contribuir para o ganho de barriga. “Doces concentrados, frituras, carnes com gordura aparente, creme de leite e chantili são alguns exemplos de alimentos que devem ser evitados”, diz a nutricionista Kelly Balieiro.

 

6. Inatividade física

A falta de exercício físico regular não apenas diminui a taxa metabólica, mas também reduz a queima de calorias, o que pode resultar no acúmulo de gordura na região abdominal. “Nosso corpo é uma máquina perfeita e programada para sobreviver. Desta forma, tudo o que comemos e que não será utilizado pelo organismo, é armazenado em forma de gordura, nossa reserva de energia […]”, ressalta Kelly Balieiro.

 

7. Má qualidade do sono

A insônia, por exemplo, aumenta a adrenalina e o cortisol, o que também faz o estresse crescer. “Além disso, aumenta os hormônios que são responsáveis por estimular o centro da fome, gerando compulsão alimentar que acarreta maior acúmulo de gordura e sobrepeso”, diz a Dra. Deborah Beranger.

 

8. Comer assistindo à televisão

Segundo a nutricionista Nádia Neves, enquanto come e assiste à TV, você não presta atenção no que está ingerindo e na quantidade, podendo extrapolar e comer além do que deveria. Se isso é um hábito de todos os dias, poderá ganhar uns quilinhos a mais.

 

9. Comer tomando líquido

É importante evitar ingerir líquidos durante as refeições. De acordo com Kelly Balieiro, existem dois motivos para essa sugestão. “O primeiro é que o excesso de líquidos junto aos alimentos prejudica a ação do suco gástrico no processo de digestão dos alimentos. O segundo motivo é que nosso estômago é um músculo e quanto maior a quantidade de líquidos/ alimentos em seu interior, maior será o seu tamanho e necessidade de alimentos para que o indivíduo se sinta saciado”, esclarece.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-10-20/9-habitos-que-aumentam-a-gordura-abdominal.html - Por EdiCase - Imagem: ViDI Studio | Shutterstock


Antes, sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo. Efésios 4:32


quinta-feira, 19 de outubro de 2023

5 riscos da gordura abdominal para a saúde


Entenda por que a preocupação com o abdômen não deve se limitar à questão estética

 

A preocupação com a gordura abdominal vai muito além de questões estéticas, sendo fundamental para a preservação da saúde como um todo. O acúmulo excessivo de gordura nessa região está diretamente associado a uma série de riscos para o organismo.

 

“Uma cintura larga pode aumentar o risco de desenvolvimento de problemas no coração, prejudicar a circulação sanguínea, acumular gordura no fígado e outros órgãos internos”, lista a nutricionista Karen Oliveira.

 

Por isso, a seguir, confira outros prejuízos que podem ser causados pela gordura abdominal.

 

1. Aumento do risco de doenças cardíacas

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a medida da circunferência abdominal igual ou superior a 94 cm em homens e 80 cm em mulheres, por exemplo, indica risco de doenças ligadas ao coração.

“Acima desse valor existe um risco de desenvolvimento de complicações metabólicas (doenças cardíacas, diabetes, hipertensão, colesterol alto, gordura no fígado etc.). Acima de 88 cm para mulheres e 102 cm para homens, o risco está muito aumentado”, acrescenta Karen Oliveira.

 

2. Resistência à insulina e diabetes tipo 2

A gordura visceral interfere na capacidade das células de responderem à insulina, levando a níveis elevados de açúcar no sangue e, eventualmente, ao desenvolvimento de diabetes tipo 2

“A gordura em excesso, especialmente a de origem animal, faz com que as células não consigam se conectar com a insulina, prejudicando a absorção de glicose. Quando isso acontece, a glicemia aumenta e o órgão que ficou com ‘fome’ de glicose acaba ficando fraco e pode até parar de funcionar. Os órgãos mais frágeis são os olhos”, afirma Karen Oliveira.

 

3. Complicações no fígado

Conforme dados do Ministério da Saúde, o excesso de peso representa uma das principais causas de esteatose hepática não alcoólica (gordura no fígado ), sendo responsável por 60% dos casos. Se não controlada, pode progredir para doença hepática mais grave.

“Hoje em dia, é muito comum as pessoas não praticarem hábitos saudáveis de vida, o que pode prejudicar o funcionamento do fígado, abrindo espaço para doenças hepáticas. Dentre esses hábitos, o mais comum é a má alimentação, principal fator de destruição das células hepáticas”, ressalta o nutrólogo Sandro Ferraz.

 

4. Dificuldades na mobilidade e dor nas articulações

Segundo o ortopedista Dr. Marcos Cortelazo, especialista em joelho e traumatologia esportiva e membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), a obesidade e o sobrepeso são apontados como grandes causas do desgaste e degeneração das articulações, por causar um trauma repetitivo no joelho por conta da “sobrecarga”.

 

5. Redução da expectativa de vida

O sobrepeso, conforme o relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), está levando os brasileiros a viverem 3,3 anos a menos do que a média esperada. Isso acontece, principalmente, devido ao aumento do risco de doenças crônicas.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-10-19/5-riscos-da-gordura-abdominal-para-a-saude.html - Por EdiCase


E esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve.

1 João 5:14


domingo, 28 de maio de 2023

Gordura visceral: 5 dicas para acabar de vez com ela


Acúmulo de tecido adiposo na região da barriga pode oferecer diversos riscos para a saúde

 

A gordura visceral pode gerar severas complicações para a saúde. Ter uma vida sedentária, não dormir direito e ter uma alimentação desregrada são fatores que colaboram para o ganho de peso. Essa condição ocorre por causa de calorias que não são utilizadas pelo organismo e se convertem em gordura dentro do corpo – como se fosse um estoque de energia. Porém, quando essa energia não é utilizada, a gordura começa a acumular e afetar a saúde.

 

Existem dois tipos de gorduras acumuladas no corpo. Uma é aquela que está presente entre a pele a o tecido muscular. Ela pode aparecer em qualquer lugar do corpo, como braços, pernas e peito. A outra – e mais perigosa – é a presente nas vísceras, a famosa gordura visceral. Ela se concentra na região abdominal, entre os órgãos e é responsável por deixar a barriga grande.

 

Além do incômodo com a dilatação da barriga, a gordura visceral também pode gerar inúmeros problemas de saúde e afetar o funcionamento dos órgãos – oferecendo, inclusive, risco de morte em algumas situações.

 

Como se livrar da gordura visceral

De acordo com o químico, educador físico e atleta IFBB Pro, Renato Cariani, o excesso de carboidratos na alimentação, distúrbios metabólicos e sedentarismo total são as principais causas do acúmulo de gordura visceral. Mas, em seu canal de dicas no Youtube, ele listou algumas atitudes que podem combater essa condição e diminuir a barriga. Confira:

 

1 – Aumentar ingestão de frutas

As frutas, em sua grande maioria, possuem fatores antioxidantes, grande concentração de fibras e baixo índice glicêmico. Fatores que, de acordo com Cariani, ajudam a combater a górdia visceral. “Comece a incluir frutas na sua dieta e você vai perceber sua barriga reduzindo”, afirma. O especialista indica o consumo de três frutas em especial: abacaxi, maçã e frutas vermelhas.

 

2 – Consumir legumes e vegetais

Assim como as frutas, legumes e vegetais são ricos em fibras. Elemento fundamental para regular o sistema digestivo e combater a gordura visceral. “Você precisa de grandes fontes de fibra, para que seu processo enzimático digestivo funcione melhor. E através de um déficit calórico você consiga eliminar essa gordura”, explica o químico.

 

3 – Não ter medo de carboidratos

Zerar carboidratos é um dos principais erros de quem quer eliminar gordura abdominal. A recomendação é cortar os doces e açúcares, mas não deixar de comer alimentos como arroz, aveia e batatas. De acordo com Cariani, os carboidratos são fundamentais para dar energia muscular.

 

4 – Realizar exercícios aeróbicos

Correr, nadar, pedalar ou qualquer outra atividade que acelere os batimentos cardíacos e melhoram a circulação do sangue, são ótimos aliados para queimar gordura. No entanto, pessoas com pouca massa muscular precisam tomar cuidado com os exercícios aeróbicos. Segundo Cariani, o risco é definhar e permanecer com barriga – o famoso falso magro.

 

5 – Praticar exercícios de força e musculação

Para aumentar a massa muscular e não definhar realizando atividades aeróbicas, a melhor solução é a musculação. “Construir músculos é elevar o gasto calórico”, afirma Cariani. Segundo o químico, carregar peso pode aumentar o metabolismo basal e potencializar a queima de gordura.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/gordura-visceral-5-dicas-para-acabar-de-vez-com-ela/ - By Redação - Foto: Shutterstock


Eu me consagro a ti, mãe de Deus e minha. Eu me consagro a ti, mestra e rainha.

Comunidade Católica Colo de Deus


quinta-feira, 21 de outubro de 2021

O que a sua barriga diz sobre a sua saúde?


Ter gordura na barriga é algo que acompanha quem está acima do peso, mas eles não são os únicos que sofrem com isso. Há pessoas que mesmo estando dentro do peso ideal, possuem mais gordura na barriga do que gostariam ou do que se dão conta.

 

Entretanto, mais do que uma questão estética, ter uma quantidade considerável de gordura na região abdominal também pode indicar riscos para a saúde de uma pessoa.

 

Gordura visceral

Parte do que chamamos popularmente de gordura na barriga, na verdade, recebe o nome de gordura visceral. Ela é uma gordura localizada mais profundamente, entre as vísceras, envolve os órgãos que ficam na região abdominal e nem sempre pode ser vista ou sentida.

A aparência da gordura visceral também é um pouco diferente da gordura subcutânea, que fica logo abaixo da pele. Enquanto a gordura subcutânea tem uma aspecto de gordura mole, a visceral gera uma barriga mais endurecida, como se fosse uma bola.

Ou seja, é a famosa “barriga de cerveja”, embora também possa afetar quem não ingere bebida alcoólica.

 

Qual é o problema da gordura visceral?

Acumular qualquer tipo de gordura é ruim. Entretanto, em comparação à gordura subcutânea, a visceral aumenta os riscos de desenvolver problemas graves de saúde.

O perigo deste tipo de gordura é que, conforme ela se acumula na região da barriga, há uma maior liberação de ácidos graxos na corrente sanguínea. Isso porque a gordura visceral fica localizada perto da veia porta, que transporta o sangue da região do intestino ao fígado.

As substâncias liberadas pela gordura visceral, o que inclui ácidos graxos, entram na veia porta e viajam até o fígado, e seguem pelo sistema circulatório.

Assim, o sangue fica com uma maior concentração de ácidos graxos, o que é fator de risco para uma série de condições, como problemas neurológicos, por exemplo a doença de Alzheimer e doenças cardiovasculares, como é o caso do acidente vascular cerebral (AVC), colesterol alto e pressão alta.

Outro grande problema relacionado à gordura visceral é que ela causa mais processos inflamatórios no organismo, e por esse motivo ela está mais associada a doenças metabólicas, como a resistência à insulina, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica.

Nas mulheres, a gordura visceral também tem relação com o câncer de mama e problemas na vesícula biliar.

 

Para ter uma melhor noção de como anda a sua barriga

Você pode medi-la em casa, com o auxílio de uma fita métrica. Para as mulheres, o ideal é que a circunferência da barriga não ultrapasse 88 cm. Já para os homens, ela não deve ter mais de 102 cm.

Se passar desses números, vale a pena ligar o alerta e marcar uma avaliação médica para fazer um check-up, agendar exames de rotina e conferir como anda a saúde de modo geral.

 

Como diminuir a gordura visceral?

Dieta e exercícios

Um passo importante para diminuir a gordura visceral é evitar o consumo de carboidratos simples e moderar a ingestão de carboidratos em geral da dieta. Mesmo os carboidratos saudáveis (complexos) não devem ser consumidos exageradamente.

E, é claro, manter toda uma alimentação saudável e sem excessos, com verduras, legumes, frutas, proteínas magras e gorduras saudáveis, também é fundamental.

É igualmente necessário evitar os alimentos que podem estimular o ganho de gordura na região da barriga: as gorduras trans e os produtos com açúcar adicionado, como refrigerantes, doces e outros processados.

Leia sempre a tabela nutricional e a lista de ingredientes nas embalagens dos produtos e evite tudo que traga ingredientes como óleos ou gorduras parcialmente hidrogenadas ou xarope de milho com alto teor de frutose.

Outros xaropes, mel, palavras com a terminação “ose” e outros tipos de açúcar como açúcar invertido, açúcar mascavo e açúcar demerara também indicam que um produto tem açúcar adicionado em sua composição.

Ao mesmo tempo, a prática de atividade física é outra coisa que pode ajudar. Mas, lembre-se que ela deve ser orientada por um profissional de educação física para que dê bons resultados e seja segura.

Pelo menos 30 minutos de exercícios de intensidade moderada por dia ajudam a controlar o peso e perder gordura na região da barriga. Além dos aeróbicos, um treino de força (com pesos) é bom para construir mais massa magra e, consequentemente, diminuir a quantidade de gordura na barriga.

 

Fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/o-que-a-sua-barriga-diz-sobre-a-sua-saude/ - Especialista da área: Dra. Patricia Leite


E esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve.

1 João 5:14