Mostrando postagens com marcador Dicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dicas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de julho de 2026

5 dicas de como manter seu colesterol equilibrado


Anualmente, segundo dados do DATASUS, cerca de 340 mil brasileiros morrem vítimas de doenças cardíacas e, atualmente, de acordo com a Campanha Nacional de Alerta Sobre o Colesterol Elevado, 40% da população está com o colesterol alto, o que pode causar, dentre outras doenças crônicas, o infarto e o Acidente Vascular Cerebral (AVC).

 

De acordo com o nutricionista Ana Carolina Moron Gagliardi, Doutora em Cardiologia – InCor USP, o colesterol é um tipo de gordura de origem animal que é metabolizada pelo fígado e transportada por lipoproteínas como o LDL – chamado de colesterol “ruim” – que leva o colesterol do fígado para os tecidos do corpo e, em excesso, pode se depositar nas paredes das artérias, e o HDL, colesterol “bom”, que leva o excesso de colesterol dos tecidos para o fígado, para que ele seja metabolizado, reutilizado ou eliminado pelo corpo.

 

Por isso, cuidar da alimentação e do estilo de vida é extremamente importante. “As pessoas muitas vezes descobrem que estão com ocolesterol alto, quando sofrem um ataque do coração ou um AVC”, comenta. “O ideal é que consultar um médico regularmente e realizar exames de rotina, além de cuidar da alimentação e praticar atividade física, para manter os níveis adequados de gordura no sangue”, alerta Ana Carolina.

 

Ao contrário do que muita gente pensa, é possível controlar o colesterol “ruim” com o auxílio da alimentação. A seguir, a nutricionista dá cinco dicas para manter seu colesterol equilibrado e auxiliar no bom funcionamento do organismo.

 

Exercícios aeróbicos

Atividades físicas como caminhar, correr e andar de bicicleta auxiliam a elevar a concentração sanguínea de HDL, o colesterol “bom”.

 

Aumento do consumo de alimento integrais

As fibras solúveis, presentes em alimentos, como a aveia, auxiliam na redução de LDL do sangue, o chamado colesterol “ruim”.

 

Consumir castanhas, amêndoas, avelãs, nozes e pistaches

Estas oleaginosas são pobres em gorduras saturadas e ricas em monoinsaturadas, elas auxiliam na redução do LDL e do colesterol total, sem reduzir o HDL.

 

Consumir frutas e verduras regularmente

Uma alimentação variada garante uma oferta adequada de nutrientes, entre eles antioxidantes como vitamina C, carotenoides, flavonoides entre outros. Estudos mostram que uma dieta rica em antioxidantes apresenta menos riscos de doenças do coração.

 

Alimentos com fitoesteróis

Os fitoesteróis auxiliam na redução do LDL, pois são capazes de bloquear parcialmente a absorção do colesterol no intestino. Estas substâncias vegetais são encontradas em pouca quantidade em verduras, legumes e óleos vegetais, porém, para se obter melhor seu efeito é possível consumirmos produtos adicionados com esta substância, como por exemplo creme vegetais com fitoesteróis.

 

Fonte: https://vidaplenaebemestar.com.br/bem-estar/alimentacao/5-dicas-de-como-manter-seu-colesterol-equilibrado

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Como fazer o cabelo crescer mais rápido e saudável

Confira dicas essenciais para estimular o crescimento capilar e fortalecer os fios

 

Quer acelerar o crescimento do cabelo? Hábitos como alimentação rica em proteínas, massagem no couro cabeludo e cuidado com o uso de calor e produtos químicos podem fazer toda a diferença. Descubra as melhores dicas e como pequenos ajustes na sua rotina ajudam a ter fios mais longos e saudáveis!


Quem nunca desejou que o cabelo crescesse de um dia para o outro? A espera pelo comprimento ideal exige paciência, mas saiba que você pode, sim, ajudar o processo.

 

O crescimento capilar é um ciclo natural, mas hábitos corretos fazem toda a diferença na velocidade e na saúde dos fios.

 

O portal Alto Astral reuniu as melhores dicas para você cuidar do seu cabelo de dentro para fora.

 

Chegou a hora de estimular a raiz e garantir madeixas mais longas e fortes!

 

1. Alimentação é a base de tudo

O cabelo é composto basicamente de proteína. Se você não ingere nutrientes suficientes, seu corpo prioriza órgãos vitais e deixa o cabelo em segundo plano.

Aposte em uma dieta rica em proteínas (carnes magras, ovos, feijão), ferro, zinco e vitaminas do complexo B.

Beba muita água ao longo do dia. A hidratação interna é fundamental para que o bulbo capilar funcione com energia total.

 

2. Estimule o couro cabeludo

A circulação sanguínea no couro cabeludo é o que leva nutrientes para a raiz. Como fazer isso? Massagem!

Durante o banho ou com o cabelo seco, use as pontas dos dedos para massagear a região com movimentos circulares suaves.

Isso ativa a circulação e facilita o transporte de vitaminas essenciais para o crescimento. É um hábito simples, gratuito e extremamente relaxante.

 

3. Evite o excesso de calor

O secador, a chapinha e o babyliss são inimigos do crescimento quando usados em excesso. O calor excessivo quebra a haste do fio e causa pontas duplas.

O problema é que, quando as pontas quebram, parece que o cabelo não sai do lugar.

Sempre use um protetor térmico de boa qualidade antes de qualquer fonte de calor. Se puder, prefira secar o cabelo ao ar livre de vez em quando.

 

4. Cuidado com produtos químicos

Procedimentos químicos como descoloração, alisamentos e permanentes alteram a estrutura do fio. Quando o cabelo está fragilizado, ele tem mais facilidade para quebrar.

Para que o cabelo cresça rápido, ele precisa estar saudável. Dê intervalos maiores entre as químicas e foque em um cronograma capilar de nutrição e reconstrução.

 

5. O corte precisa ser estratégico

Muita gente evita o salão, mas cortar as pontinhas é essencial. Isso não faz o cabelo crescer na raiz, mas impede que a ponta dupla "suba" pelo fio e cause quebra severa.

Vá ao cabeleireiro a cada três ou quatro meses para remover apenas o necessário. O cabelo continuará crescendo, mas com uma aparência muito mais saudável e cheia.

 

6. Suplementos funcionam?

Existem vitaminas específicas para cabelo, pele e unhas. Elas podem ajudar, especialmente se houver deficiência nutricional.

Porém, nunca tome suplementos por conta própria. Consulte sempre um dermatologista ou nutricionista. O excesso de vitaminas pode ser prejudicial à saúde.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/como-fazer-o-cabelo-crescer-mais-rapido-e-saudavel,b1010972841ea4ad2abd79f79d18af355kbiepdj.html?utm_source=clipboard - Por: Maria Eduarda Vieira / Alto Astral - Foto: Shutterstock / Alto Astral

terça-feira, 12 de maio de 2026

Quer reduzir o consumo de açúcar? Essas são as quatro dicas infalíveis de Harvard que vão te ajudar nessa missão


Pequenas mudanças na rotina podem ajudar a reduzir o consumo de açúcar sem radicalismos

 

Reduzir o consumo de açúcar pode parecer um desafio enorme, especialmente para quem não consegue resistir a um docinho depois das refeições. Mas especialistas da Harvard Health explicam que pequenas mudanças na rotina já podem fazer diferença no controle da vontade de comer açúcar.

 

O segredo não está em cortar tudo de uma vez ou transformar a alimentação radicalmente. Na prática, estratégias mais leves e graduais costumam funcionar melhor a longo prazo. Isso porque o excesso de açúcar pode trazer impactos importantes para a saúde, aumentando o risco de problemas como Diabetes Tipo 2, obesidade, doenças cardiovasculares e até alterações relacionadas ao humor e à saúde mental.

 

A seguir, veja quatro hábitos recomendados por especialistas para reduzir o açúcar sem sofrimento.

 

1. Aposte em um café da manhã mais equilibrado

Começar o dia com alimentos nutritivos pode ajudar a evitar picos de fome e reduzir a vontade de doces ao longo das horas. Segundo especialistas, refeições com proteínas, fibras e carboidratos de boa qualidade favorecem mais saciedade.

 

Opções como ovos, aveia, frutas e iogurte natural podem ajudar o organismo a manter níveis mais estáveis de energia, diminuindo aquela busca constante por açúcar durante o dia.

 

2. Tire os doces do campo de visão

A facilidade de acesso influencia diretamente no consumo. Quando chocolates, bolachas recheadas e sobremesas ficam sempre à vista, a tendência é comer por impulso com mais frequência.

 

Por isso, uma dica simples é deixar frutas, castanhas ou lanches saudáveis em locais mais acessíveis da cozinha. Com o tempo, o paladar também tende a se adaptar a sabores menos doces.

 

3. Priorize alimentos naturais e menos processados

Produtos ultraprocessados costumam conter grandes quantidades de açúcar escondido, mesmo quando não têm sabor extremamente doce.

 

Montar refeições com legumes, verduras, proteínas e carboidratos integrais ajuda a manter o corpo nutrido e reduz a necessidade de buscar doces para compensar a fome ou o cansaço.

 

Além disso, alimentos mais naturais oferecem fibras e nutrientes importantes para o funcionamento do organismo.

 

4. Aprenda a identificar o açúcar escondido nos rótulos

Nem sempre o açúcar aparece de forma óbvia nos alimentos. Molhos prontos, pães industrializados, cereais matinais e até iogurtes podem conter grandes quantidades de açúcar adicionado.

 

Por isso, vale observar a lista de ingredientes e a tabela nutricional antes da compra. Quanto menor a quantidade de ingredientes artificiais e aditivos, melhor tende a ser a escolha.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/materias/materia-28699 - Escrito por Ellie Sasi – Redatora - Shutterstock

sábado, 2 de maio de 2026

O segredo para desinflamar: 7 hábitos que dão um 'reset' no seu corpo


Descubra como reduzir a inflamação crônica e proteger sua saúde. Veja dicas de especialistas sobre alimentação, exercícios e sono para equilibrar o seu organismo.

 

A inflamação é um processo natural e essencial para a defesa do corpo humano. Quando sofremos uma lesão ou infecção, o sistema imunológico entra em ação para combater invasores e iniciar a cura.

 

Esse mecanismo gera sinais conhecidos, como vermelhidão, inchaço e calor na região afetada. O problema real surge quando esse "fogo" interno continua aceso mesmo após a recuperação total do tecido lesionado.

 

A diferença entre proteção e risco à saúde

A inflamação crônica funciona de forma silenciosa e persistente no organismo por meses ou anos. Em níveis baixos, ela nem sempre é notada, mas pode estar ligada ao cansaço excessivo e dores articulares.

Fatores como genética e histórico de infecções influenciam nossa suscetibilidade a esse quadro clínico. No entanto, hábitos de vida saudáveis possuem um efeito cumulativo poderoso para manter o equilíbrio do sistema imunológico.

Ainda não está claro o limite exato onde a inflamação se torna perigosa. Mas a ciência sugere que pequenas mudanças diárias ajudam a evitar que o corpo sofra danos permanentes.

 

O poder dos vegetais e das fibras

As plantas são a base de qualquer estratégia alimentar voltada para reduzir a inflamação de forma natural. Vegetais de cores vibrantes, como folhas escuras, frutas vermelhas e cenouras, são ricos em fitoquímicos e antioxidantes.

Essas substâncias ajudam a neutralizar os radicais livres, moléculas instáveis geradas pelo estresse, poluição e má digestão. Quanto maior a diversidade de plantas consumidas, mais variados serão os nutrientes protetores presentes na sua dieta.

A fibra, encontrada em grãos integrais e leguminosas, também desempenha um papel fundamental na saúde do intestino. Estudos vinculam dietas ricas em fibras a menores níveis de marcadores inflamatórios no sangue de pacientes monitorados.

 

Alimentos processados e o impacto no organismo

Os alimentos ultraprocessados, como biscoitos recheados, refrigerantes e refeições congeladas, são grandes gatilhos para a inflamação. Eles costumam carregar excesso de açúcar, sal e aditivos artificiais que prejudicam o funcionamento das células.

Esses produtos alteram o microbioma intestinal, que é a comunidade de bactérias boas do nosso sistema digestivo. Quando essas bactérias não recebem fibras, podem começar a degradar a camada protetora do intestino, gerando respostas inflamatórias.

Além do dano direto, o consumo desses itens ocupa o lugar de alimentos que realmente protegem o corpo. Reduzir o espaço dessas opções industrializadas no prato é essencial para manter a saúde e o vigor físico.

 

Temperos: pequenos aliados com grandes efeitos

Especiarias como a cúrcuma, gengibre, canela e cominho possuem propriedades antioxidantes muito potentes para o dia a dia. Mesmo em pequenas quantidades, esses temperos ajudam a silenciar os sinais que ordenam a produção de substâncias químicas inflamatórias.

Incluir uma pitada de gengibre no suco ou cúrcuma no arroz potencializa o valor nutricional da refeição. Essas escolhas simples fortalecem as defesas do organismo contra os efeitos nocivos dos radicais livres e do estresse.

 

Estilo de vida e o controle da inflamação

O consumo excessivo de álcool atua como uma toxina direta para as células que revestem o estômago. O hábito frequente pode desequilibrar o microbioma e permitir que componentes bacterianos entrem na corrente sanguínea, gerando desconfortos.

O estresse prolongado também mantém o corpo em estado de alerta máximo por tempo desnecessário. Aprender a suavizar a resposta ao estresse, através de meditação ou terapia, reduz a intensidade da reação inflamatória corporal.

Pratique o mindfulness: A atenção plena ajuda a controlar a ruminação e as respostas negativas a eventos estressantes.

Priorize o descanso: O sono de qualidade é o momento em que o corpo entra em modo de reparo profundo.

Beba água: A hidratação adequada auxilia na eliminação de toxinas e no bom funcionamento de todos os órgãos.

 

O papel do exercício físico regular

Embora um treino intenso possa causar uma inflamação temporária nos músculos, a prática constante inverte esse efeito. O movimento regular libera proteínas que bloqueiam a produção de moléculas pró-inflamatórias e estimulam as anti-inflamatórias.

A chave está em manter uma rotina de intensidade moderada, combinando atividades aeróbicas e treinos de força. Exercícios vigorosos feitos sem o devido descanso podem sobrecarregar o sistema imunológico e causar o efeito oposto ao desejado.

Faça intervalos de 24 a 48 horas entre sessões intensas. Esse tempo permite que os tecidos se adaptem ao estresse físico e se tornem cada vez mais resistentes.

 

Checklist para combater a inflamação

Para garantir que seu corpo esteja sempre protegido, siga algumas etapas básicas que promovem a regeneração celular. Estas medidas simples ajudam a manter o fogo da inflamação sob controle total durante todo o ano.

Dormir bem: Garanta entre sete e nove horas de sono por noite de forma consistente e tranquila.

Mover-se: Faça caminhadas ou exercícios leves diariamente para manter a circulação e os músculos sempre ativos.

Variar o prato: Inclua cores diferentes de frutas e legumes em todas as suas refeições principais.

Desconectar: Evite telas uma hora antes de deitar para garantir que o cérebro relaxe completamente para o sono.

Seguir esses passos ajuda a evitar que pequenas inflamações se tornem problemas de saúde crônicos e limitantes. O equilíbrio entre atividade, nutrição e descanso é a fórmula mais eficaz para uma vida longa e saudável.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/o-segredo-para-desinflamar-7-habitos-que-dao-um-reset-no-seu-corpo,fe1034b311db65047eaa50bd5384df69sw93ma41.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Shutterstock


sexta-feira, 1 de maio de 2026

9 dicas de como cuidar da saúde do coração


“Os efeitos dos exageros costumam ser inchaço, ganho de peso, aumento da pressão arterial e alterações no ritmo cardíaco”, afirma a nutricionista Ana Carolina Moron Gaglairdi, nutricionista, doutora em Cardiologia pela USP.

 

Para que você possa desfrutar de todos os momentos com saúde e bem-estar, a Dra. Ana Carolina apresenta algumas dicas importantes que ajudarão a manter o seu coração saudável:

 

1. Valorize as gorduras ‘boas’ ao longo do dia

As gorduras saturadas estão associadas ao aumento do nível de colesterol ‘ruim’, o LDL. Já as gorduras mono e poli-insaturadas, estas últimas fonte de ômegas 3 e 6, estão ligadas à redução dos riscos de doenças cardiovasculares. Inclua essas gorduras na sua alimentação também de final de ano, desde o café da manhã até o final do dia. Opções interessantes que são fontes dessas gorduras são os óleos vegetais como o de girassol, canola e soja, e seus derivados como o creme vegetal, azeites, abacate, nozes e castanhas.

 

2. Castanhas, nozes e amêndoas

Desde os tempos mais remotos, os frutos secos e as sementes oleaginosas são considerados alimentos nutritivos com elevado valor energético, devendo ser consumidos com moderação. Um punhado por dia é mais que suficiente! São alimentos fontes de gorduras mono e poli-insaturadas, aliadas à saúde cardiovascular. Ainda, estes alimentos são excelentes fontes de vitaminas e minerais, aliados à manutenção do metabolismo, como ácido fólico, zinco, magnésio, potássio e vitamina C. Aqui, a sugestão é incluir estas oleaginosas como petiscos e no preparo de arroz nas festas.

 

3. Prato equilibrado

O segredo está no equilíbrio. A composição das refeições nas festas deve ser semelhante à das refeições do dia a dia. O que vai diferenciar são as preparações, que são mais elaboradas. Seguindo o exemplo, o principal deve compor a união de vegetais crus e cozidos. Tempere com o molho de preferência, dosando as quantidades ideais – 1 colher de sopa de azeite, por exemplo, é o ideal. Ainda, seguindo com a montagem do prato, servir-se de uma fonte de proteína animal, que pode ser a carne assada, peru, tender ou até o bacalhau, típicos desta época do ano. Ao consumir as carnes vermelhas, lembre-se de retirar as gorduras aparentes. Ainda, some a esta composição uma fonte de carboidratos, que pode ser arroz com passas, arroz com cenoura, farofa (sem bacon) ou macarrão a bolonhesa. Se for possível, escolha as opções integrais. Feche a composição com uma porção de proteína vegetal que pode ser o tradicional feijão, ou ouse experimentar o grão de bico ou a lentilha, por exemplo.

 

4. Comece a refeição pelas saladas

Principalmente em dias quentes, consuma a salada antes do prato principal, já que ela oferece mais saciedade. As fibras presentes nas verduras e nos legumes, quando consumidas antes, podem trazer mais benefícios ao organismo, pois auxiliam na digestão da refeição principal que demora mais para ser digerida. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o consumo de pelo menos 400 gramas de frutas e hortaliças por dia (WHO, 2003).

Anote: tempere as saladas com alimentos fontes de gorduras que trazem benefícios à saúde cardiovascular, como as presentes no azeite e creme vegetal, pois auxiliam na absorção de vitaminas solúveis em gordura.

 

5. Opte por carnes brancas

As carnes vermelhas costumam ter altas concentrações de colesterol e gorduras saturadas, comumente associadas à incidência de doenças cardiovasculares. Opte por carnes brancas, como as do frango ou do peru que, além de serem fontes de proteínas de alto valor biológico, são ricas em vitaminas do complexo B e em minerais como ferro e zinco. Os peixes, principalmente das espécies arenque, anchova, salmão, sardinha e truta, têm alta concentração de gorduras poli-insaturadas essenciais, da série ômega 3, as quais estão relacionadas à prevenção de doenças cardiovasculares. Que tal variar nas suas preparações de final de ano com essas opções?

 

6. Vinho para o coração

Diversos estudos já relacionaram o consumo moderado de bebida alcoólica, em especial de vinho tinto, a benefícios para o coração. Uma das explicações está no fato de a bebida conter compostos fenólicos que funcionam como antioxidante no organismo, produzindo efeitos positivos na prevenção do desenvolvimento das doenças cardiovasculares. Isso não quer dizer que seu consumo pode ser abusivo. O consumo de uma ou duas taças é suficiente para obter o benefício. Além de calórico, ofertando 1kcal por grama, o álcool em excesso pode pôr a perder os benefícios acima, tendo efeitos maléficos no desenvolvimento das doenças cardiovasculares.

 

7. Intercale um copo de bebida com água

Intercalar um copo de bebida com água evita excessos no consumo do álcool, associado ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares e pode auxiliar na prevenção do estado de embriaguez. Além disso, a água é um importante aliado em todos os momentos. Estar hidratado, repondo os sais minerais perdidos por meio do suor e urina, garante o bom funcionamento do organismo e mantém sua disposição para as atividades diárias. A OMS recomenda diariamente, para adultos sedentários, a ingestão de 2,9 litros de água para os homens e 2,2 litros para as mulheres. Já para os indivíduos fisicamente ativos, a recomendação da OMS ascende a 4,5 l/dia (WHO, 2011).

 

8. Abuse de frutas na sobremesa

Nessa época, é importante consumir alimentos que oferecem refrescância e auxiliam com a diurese adequada, essencial para a prevenção da pressão elevada. Aqui, cito as frutas aquosas como melância, abacaxi, melão e laranja. Elas auxiliam na hidratação do corpo e contribuem para evitar a retenção de líquidos.

 

9. Coma com atenção

Durante a alimentação, é importante ter atenção para ouvir os sinais internos de fome e da saciedade. Valorize a mastigação dos alimentos e o ato de saboreá-los. Assim, você conseguirá apreciar cada momento e evitar os excessos.

 

Fonte: https://vidaplenaebemestar.com.br/bem-estar/alimentacao/9-dicas-de-como-cuidar-da-saude-do-coracao

quinta-feira, 2 de abril de 2026

6 truques (comprovados pela ciência) que ajudam a adormecer mais rápido


Adormecer pode ser um grande desafio para quem sofre de insônia. Contudo, sabia que existem técnicas comprovadas pela ciência que o podem ajudar neste sentido? Fique por dentro de seis técnicas.

 

Sono

 

O problema da insônia é cada vez mais comum na sociedade atual. Essa condição pode levar à privação crônica de sono, que está associada ao aumento da pressão arterial, maior risco de ataque cardíaco, entre outros problemas.

 

Se você se identifica com isso, confira seis dicas — comprovadas pela ciência — que podem ajudar a adormecer melhor, segundo um artigo da Real Simple:

 

1. Guarde o celular pelo menos uma hora antes de dormir

Quem nunca fica rolando as redes sociais à noite? Apesar de comum, esse hábito não é recomendado. Estudos mostram que até mesmo deixar o celular perto da cama pode aumentar o tempo que você leva para dormir. O efeito é ainda pior para quem usa o aparelho até 30 minutos antes de deitar.

 

2. Esforce-se para ficar acordado

Existe um fenômeno chamado “intenção paradoxal”, que consiste em tentar ficar acordado — o que, paradoxalmente, pode ajudar você a dormir. Essa técnica reduz a pressão mental que costuma dificultar o sono.

 

3. Experimente o “método militar”

Criada para ajudar soldados a dormirem rapidamente, essa técnica consiste em deitar de costas, ficar imóvel e relaxar cada músculo do corpo gradualmente, enquanto respira profundamente.

Segundo a Universidade de Minnesota, o ideal é relaxar os músculos de cima para baixo, imaginando o corpo afundando na cama.

O relaxamento muscular progressivo, aliado à respiração lenta e pensamentos agradáveis, pode acelerar o início do sono.

 

4. Ajuste a temperatura do ambiente

A temperatura ideal para dormir fica entre 18 °C e 20 °C. Ambientes mais quentes podem prejudicar tanto a qualidade quanto a duração do sono.

 

5. Pratique exercícios físicos algumas horas antes

Fazer atividade física entre quatro e oito horas antes de dormir pode ajudar a pegar no sono mais rápido e reduzir as chances de acordar durante a noite.

 

6. Mantenha uma rotina de sono regular

Ter horários consistentes para dormir e acordar é essencial. Pesquisas indicam que a regularidade do sono pode ser até mais importante do que a duração total.

Criar uma rotina relaxante — como ler antes de dormir — também pode melhorar significativamente a qualidade do sono.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2370835/6-truques-comprovados-pela-ciencia-que-ajudam-a-adormecer-mais-rapido - © Shutterstock

domingo, 29 de março de 2026

7 dicas para reduzir o risco de doenças respiratórias no outono


Com a chegada do outono, mudanças nas condições climáticas, como a queda gradual das temperaturas e a redução da umidade do ar, costumam favorecer o aumento de casos de doenças respiratórias, entre elas resfriados, gripes, rinites e sinusites. Além disso, a tendência de permanecer por mais tempo em ambientes fechados pode facilitar a circulação de vírus. Para atravessar esse período com mais saúde, o médico Marcos Pimentel, diretor clínico do Hospital Evangélico de Sorocaba (HES), reforça a importância da prevenção e da adoção de hábitos que fortalecem o organismo e ajudam a reduzir a exposição a agentes infecciosos. Segundo o especialista, medidas simples no dia a dia podem fazer diferença na proteção contra essas doenças sazonais.

 

Dicas para reduzir doenças respiratórias

 

1- Mantenha uma boa alimentação e hidrate-se

De acordo com o especialista, manter uma alimentação equilibrada e a hidratação adequada são essenciais para reforçar o sistema imunológico. "Hábitos saudáveis, como ingestão de líquidos, água e sucos naturais, além do consumo de frutas, verduras e uma dieta rica em vitaminas e proteínas, ajudam a proteger o organismo", explica Pimentel.

 

2. Lave as mãos com frequência e hidrate a pele

A lavagem regular das mãos ajuda a evitar a propagação de vírus e bactérias. Além disso, com o clima mais seco, hidratar a pele previne o ressecamento e possíveis infecções cutâneas.

 

3. Faça atividades físicas e tenha boas noites de sono

A prática de atividades físicas continua sendo fundamental para a manutenção da saúde, já que colabora bastante para o fortalecimento do sistema imunológico e ajuda a prevenir doenças típicas da estação. Da mesma forma, ter boas noites de sono também é importante para aumentar a imunidade e diminuir as chances de ficar doente.

 

4. Mantenha os ambientes sempre arejados

Outro ponto importante é a ventilação dos ambientes. "O outono é marcado pelo aumento das crises respiratórias. Por isso, é recomendado ficar sempre em ambientes arejados e, principalmente, atentar-se às roupas que estão guardadas nos armários há um tempo e voltarão a ser utilizadas agora. É importante que sejam lavadas ou expostas ao sol um tempo antes, para eliminação dos ácaros", alerta.

 

5. Considere a suplementação de vitaminas

O médico também ressalta que a suplementação de vitaminas, feita sob orientação médica, pode ser uma aliada para fortalecer o sistema imunológico. A reposição das vitaminas C, D e zinco, por exemplo, influencia diretamente na melhora da imunidade, diminuindo a incidência de diversas doenças.

 

6. Faça lavagem nasal regularmente

O especialista indica a realização de lavagens nasais com soro fisiológico, principalmente para quem tem tendência a rinites e sinusites, como forma de aliviar e prevenir esses problemas.

 

7. Mantenha as vacinas em dia

A vacinação é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças respiratórias, como a gripe. Verifique a caderneta de vacinação e atualize as doses necessárias, especialmente para crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/7-dicas-para-reduzir-o-risco-de-doencas-respiratorias-no-outono,b6dd013b0e16446d013a55e82804fe0azn5yin2e.html?utm_source=clipboard - Por: Vivi Pettersen / Vibe Mundial - Foto: Vibe Mundial

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

9 dicas para recuperar o corpo e fortalecer a imunidade após o Carnaval


Nutróloga elenca hábitos saudáveis que garantem mais equilíbrio ao organismo e fortalecem as defesas naturais

 

Após um período de Carnaval marcado por comemorações, viagens e alterações na rotina, é comum que o corpo apresente cansaço, queda de energia, inchaço e maior vulnerabilidade a gripes e resfriados. Isso acontece porque excessos alimentares, consumo de álcool, noites mal dormidas, estresse e quebra da rotina comprometem a capacidade de resposta do organismo e aumentam os processos inflamatórios.

 

A imunidade, no entanto, não depende de soluções rápidas ou fórmulas milagrosas, mas de um conjunto de hábitos consistentes que envolvem alimentação equilibrada, boa hidratação, sono de qualidade, manejo do estresse e retorno à rotina. 

 

Momento de reposição e equilíbrio

Após o Carnaval, a orientação é retomar gradualmente o equilíbrio, com refeições variadas e nutritivas, descanso adequado e cuidado diário, evitando medidas radicais ou compensações extremas, pois o corpo se recupera melhor com constância. 

 

Segundo Marcela Reges, professora de Nutrologia da Afya Goiânia (centro de educação e soluções digitais), "o sistema imunológico é muito sensível ao estilo de vida. Quando há excesso de ultraprocessados, bebidas alcoólicas e pouca ingestão de nutrientes, o organismo tende a entrar em um estado de maior inflamação e menor capacidade de resposta", explica.

 

 

A hidratação e o consumo adequado de vitaminas e minerais são essenciais para fortalecer o organismo

Foto: Drazen Zigic | Shutterstock / Portal EdiCase

Como fortalecer a imunidade após o Carnaval

A especialista destaca que, após dias de maior exposição ao calor e desgaste físico, a hidratação e o consumo adequado de vitaminas e minerais são essenciais para fortalecer o organismo. "A hidratação é uma das formas mais rápidas de ajudar o corpo a se recuperar. Com calor, noites mal dormidas e maior desgaste físico, perdemos mais líquidos e minerais. Beber água ao longo do dia e manter uma alimentação rica em nutrientes ajuda o organismo a voltar ao equilíbrio. Nosso corpo funciona como uma engrenagem, quando falta água, nenhuma etapa acontece direito", afirma. 

 

A médica também explica que, embora muitas pessoas associem a imunidade apenas à vitamina C, o corpo depende de um conjunto de nutrientes, como zinco, selênio, ferro, vitamina A e, principalmente, proteínas de qualidade, fundamentais para a formação e ativação das células de defesa. Sem ingestão proteica suficiente, o corpo não consegue produzir anticorpos de maneira adequada.

 

Outro ponto importante é o papel do intestino na saúde imunológica, já que grande parte das células do sistema de defesa está ligada ao trato gastrointestinal, o que reforça a necessidade de uma alimentação rica em fibras e alimentos naturais.

 

"Grande parte da nossa imunidade começa no intestino, pois a microbiota intestinal influencia diretamente a resposta do organismo. Quando a alimentação é pobre em fibras e rica em industrializados, esse equilíbrio é prejudicado, afetando não só a digestão, mas também a resistência do corpo", destaca a especialista.

 

Dicas para fortalecer a imunidade

Hidrate-se ao longo do dia: beba água e água de coco para ajudar na reposição de minerais;

Consuma frutas ricas em antioxidantes: acerola, kiwi, laranja e morango;

Inclua proteínas em todas as refeições: ovos, peixes, frango e leguminosas;

Aposte em alimentos com ação anti-inflamatória: azeite de oliva, gengibre e vegetais verdes;

Inclua fibras nas refeições: presentes em feijão, aveia, verduras e sementes;

Evite excesso de álcool, açúcar e ultraprocessados: esses alimentos favorecem processos inflamatórios;

Priorize um sono de qualidade, já que o descanso é essencial para o bom funcionamento do sistema imune;

Priorize comida de verdade: quanto mais natural for sua alimentação, menor tende a ser o nível de inflamação do organismo;

Retome sua rotina: manter horários regulares para comer e dormir ajuda o corpo a sair do estado de estresse metabólico.

A Dra. Marcela Reges reforça que não é preciso recorrer a medidas radicais para recuperar o equilíbrio do organismo. "O corpo não precisa de punição, precisa de estratégia. O segredo é não ignorar os sinais que ele dá", conclui a nutróloga.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/9-dicas-para-recuperar-o-corpo-e-fortalecer-a-imunidade-apos-o-carnaval,e6568fe66b91a02fe54c5b6dc0f59563wjgvhmb1.html?utm_source=clipboard - Por Beatriz Felicio - Foto: Drazen Zigic | Shutterstock / Portal EdiCase

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Comida de rua e bebida no Carnaval: especialista dá dicas para evitar riscos


Carnaval chegou e, com ele, agitação, euforia e alegria. Mas, mesmo sendo um período intenso, alguns alertas devem ser lembrados, principalmente que envolvam comida de rua e bebida - que são itens encontrados em grande e larga escala ao redor de bloquinhos e festas.  Segundo o cirurgião do aparelho digestivo Dr. Rodrigo Barbosa a ingestão de alimentos preparados sem os devidos cuidados pode resultar em intoxicações alimentares, infecções gastrointestinais e outros problemas que podem acabar com a folia.

 

Manipulação inadequada e alimentos expostos são perigos no Carnaval

Os perigos não se restringem aos alimentos, é preciso ainda atenção as bebidas já que gelo de origem duvidosa pode causar viroses e diarreias severas. Para aproveitar o Carnaval sem contratempos, Dr. Rodrigo Barbosa recomenda dar sempre preferência a embalagens fechadas seja de bebidas ou de alimentos industrializados, já que oferecem menor risco de contaminação. "Com as altas temperaturas previstas para os próximos dias em todo o Brasil ainda é importante manter a hidratação, mas sempre com água mineral lacrada e de procedência confiável", diz. Além disso, a má conservação dos alimentos, a manipulação inadequada e os condimentos expostos ao calor podem levar à contaminação por bactérias como Salmonella e Escherichia coli, causando vômito, diarreia e febre. Além disso, carnes e ovos de espetinhos e lanches devem ser bem cozidos para evitar infecções intestinais graves.

 

Ressaca e dor de barriga: o que realmente funciona para evitar o mal-estar e o que é mito

Depois de horas de bloco, festas e poucas horas de sono, muita gente acorda no dia seguinte achando que a ressaca se resume à dor de cabeça. Mas o sistema digestivo também paga a conta — e às vezes com juros: enjoo, diarreia, dor abdominal, estufamento e queimação estão entre as queixas mais comuns no pós-Carnaval. Para o Dr. Rodrigo Barbosa, o mal-estar gastrointestinal é parte frequente da ressaca, mas também pode ser sinal de irritação importante do estômago e do intestino, ou até de infecção alimentar. "Não é só o cérebro que sofre com o excesso de álcool. O estômago produz mais ácido, o intestino pode acelerar demais e a mucosa digestiva fica irritada. Por isso, dor de barriga e diarreia são tão comuns depois da folia", explica.

 

Beber água entre as doses evita a ressaca?

VERDADE (parcial). Beber água ao longo da festa ajuda a reduzir a desidratação, que é um dos fatores da dor de cabeça, tontura e fraqueza. "Intercalar bebida alcoólica com água é uma das atitudes mais eficazes para diminuir o impacto geral da ressaca. Mas isso não impede a irritação do estômago nem os efeitos tóxicos do álcool no organismo", alerta o médico.

 

Comer antes de beber protege o estômago?

VERDADE (com ressalvas). Alimentar-se antes de consumir álcool ajuda a retardar a absorção da bebida, reduzindo a agressão imediata ao estômago. "O problema é que muita gente exagera na fritura achando que está 'forrando o estômago'. Comida muito gordurosa pode piorar náusea, refluxo e sensação de estufamento depois", explica.

 

Comer algo pesado no fim da festa "cura" a ressaca?

MITO. Aquela parada no fast food de madrugada pode até dar sensação momentânea de conforto, mas não resolve o problema. "Comida gordurosa demora mais para ser digerida. Se a pessoa já está com o estômago irritado pelo álcool, isso pode piorar a náusea, o refluxo e a dor abdominal", explica.

 

Quando a "ressaca" deixa de ser normal?

O especialista orienta procurar avaliação médica se houver:

 

Dor abdominal forte e localizada

Vômitos persistentes ou com sangue

Diarreia intensa ou com sangue

Febre

Sinais de desidratação (boca muito seca, tontura ao levantar, pouca urina)

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/comida-de-rua-e-bebida-no-carnaval-especialista-da-dicas-para-evitar-riscos,7607441983376211b2033622b9af85ecnboymio2.html?utm_source=clipboard - Por: Vivi Pettersen / Vibe Mundial - Foto: Vibe Mundial

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Olhos saudáveis: dicas essenciais para proteger sua visão


Importância de cuidar da saúde ocular: hábitos diários, alimentação, uso de telas e exames oftalmológicos para prevenir doenças

 

Cuidar da saúde ocular deixou de ser um tema restrito aos consultórios e passou a fazer parte da rotina de quem passa horas em frente a telas, dirige com frequência ou está exposto ao sol intenso. Especialistas em oftalmologia alertam que pequenos hábitos diários podem reduzir o risco de doenças nos olhos e preservar a visão por mais tempo, especialmente em um cenário de uso crescente de celulares, computadores e outros dispositivos digitais.

 

A preocupação não é apenas com o desconforto visual do dia a dia, como ardência ou cansaço. Estudos recentes de entidades internacionais de oftalmologia apontam aumento de casos de miopia entre crianças e jovens, associado ao excesso de telas e à menor exposição à luz natural. Ao mesmo tempo, doenças silenciosas, como glaucoma e degeneração macular, continuam entre as principais causas de perda visual irreversível em adultos, reforçando a necessidade de atenção contínua aos olhos.

 

Qual é a importância da saúde ocular no dia a dia?

A visão está diretamente ligada à autonomia, à segurança e ao desempenho em diversas atividades, do trabalho à educação. Um problema aparentemente simples, como dificuldade para enxergar de longe ou de perto, pode impactar a leitura, a produtividade e até a mobilidade, aumentando o risco de acidentes domésticos ou no trânsito. Por isso, a saúde ocular é tratada por especialistas como parte fundamental do cuidado geral com o organismo.

 

Oftalmologistas explicam que muitos quadros graves começam de forma discreta, sem dor ou sinais evidentes. Em doenças como o glaucoma, por exemplo, a perda de campo visual costuma ser lenta e só é percebida quando já há dano significativo. Nesse contexto, manter a visão saudável envolve mais do que enxergar bem: inclui controlar fatores de risco, proteger os olhos de agressões externas e monitorar alterações ao longo dos anos.

 

Hábitos diários para proteger a visão

Rotinas simples podem contribuir para a proteção dos olhos. Um dos pontos mais citados por profissionais de saúde é a alimentação equilibrada. Nutrientes como vitaminas A, C e E, além de ômega 3 e antioxidantes, estão associados à manutenção da retina e de outras estruturas oculares. Alimentos como cenoura, abóbora, folhas verde-escuras, peixes de água fria, frutas cítricas e castanhas são comumente recomendados.

 

Outro aspecto fundamental é a higiene ocular. Lavar as mãos com frequência antes de tocar na região dos olhos reduz o risco de conjuntivites e infecções. Quem utiliza lentes de contato precisa seguir rigorosamente as orientações de limpeza, armazenamento e tempo de uso, evitando dormir com as lentes quando isso não é indicado. Especialistas ressaltam que produtos compartilhados, como maquiagem para os olhos, também podem favorecer contaminações.

 

Evitar coçar os olhos com força, para não lesionar a córnea.

Retirar lentes de contato antes de nadar, salvo orientações específicas.

Descartar produtos vencidos, como colírios e cosméticos.

Usar colírios apenas com indicação médica, principalmente os que "tiram a vermelhidão".

 

Como o uso de telas e óculos de sol interfere na saúde ocular?

O uso prolongado de computadores, celulares e tablets está associado ao chamado cansaço visual digital. Entre os sintomas mais comuns estão olhos secos, visão embaçada ao fim do dia, dor de cabeça e sensação de peso nas pálpebras. Para reduzir o desconforto, oftalmologistas recomendam a chamada regra 20-20-20: a cada 20 minutos de tela, olhar para algo a cerca de 20 pés (cerca de 6 metros) por 20 segundos.

 

Além das pausas, algumas medidas ajudam a proteger a visão durante o uso de dispositivos:

 

Ajustar o brilho da tela para não ficar muito intenso nem muito fraco.

Manter a tela na altura dos olhos ou ligeiramente abaixo.

Piscar conscientemente com mais frequência, para evitar ressecamento.

Utilizar iluminação ambiente adequada, evitando reflexos diretos na tela.

 

Fora do ambiente fechado, o uso de óculos de sol com proteção contra raios UV é apontado por sociedades de oftalmologia como medida básica de prevenção. A exposição cumulativa à radiação ultravioleta está relacionada ao desenvolvimento precoce de catarata, pterígio (carne crescida) e alterações na retina. Profissionais ressaltam que óculos sem certificação de filtragem UV podem ser prejudiciais, pois dilatam a pupila pela redução da luz e permitem maior entrada de radiação nociva.

 

Por que exames oftalmológicos regulares são essenciais?

Mesmo quem não relata dificuldade para enxergar é orientado a passar por avaliação oftalmológica periódica. Em adultos saudáveis, a recomendação mais citada é realizar consulta ao menos a cada dois anos, ou anualmente a partir dos 40 anos, faixa etária em que aumentam os riscos de glaucoma, catarata e alterações de grau. Pessoas com diabetes, hipertensão arterial ou histórico familiar de doenças oculares necessitam de acompanhamento ainda mais frequente.

 

Nos exames, o oftalmologista avalia não apenas o grau dos óculos, mas também a pressão intraocular, o fundo de olho, a superfície da córnea e outras estruturas. Esse rastreio permite identificar problemas em estágios iniciais, quando o tratamento costuma ser mais eficaz. Campanhas de prevenção realizadas por entidades médicas reforçam que a detecção precoce é uma das formas mais importantes de evitar perda definitiva da visão.

 

Em crianças, a atenção começa cedo. Especialistas indicam avaliação já nos primeiros anos de vida, especialmente se forem observados sinais como estrabismo, aproximação excessiva de telas ou livros e queixas de dor de cabeça. A correção oportuna de alterações visuais na infância pode evitar dificuldades de aprendizado e problemas de desenvolvimento.

 

Quais são os riscos de ignorar a saúde dos olhos?

A negligência com a saúde dos olhos pode levar a consequências duradouras. Situações aparentemente simples, como automedicação com colírios ou uso prolongado de lentes de contato sem supervisão, podem desencadear infecções graves na córnea, com risco de cicatrizes e perda visual. Doenças crônicas não tratadas, como glaucoma e retinopatia diabética, permanecem entre as principais causas de cegueira evitável no mundo.

 

Entidades internacionais de saúde estimam que uma parcela significativa dos casos de deficiência visual poderia ser prevenida ou tratada com diagnóstico e intervenção adequados. Entre as principais causas estão erros refrativos não corrigidos, catarata não operada e complicações de doenças sistêmicas, como diabetes. Diante desse cenário, especialistas reforçam que manter consultas em dia, proteger os olhos da radiação solar, cuidar da alimentação e organizar pausas no uso de telas compõem um conjunto de atitudes simples, mas decisivas para preservar a visão ao longo da vida.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/olhos-saudaveis-dicas-essenciais-para-proteger-sua-visao,ea4f6149d32b3b45a3558cb32a00fd006am6sd4n.html?utm_source=clipboard - Por: Carlos Vieira* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / Freepik Company SL