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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Comida de rua e bebida no Carnaval: especialista dá dicas para evitar riscos


Carnaval chegou e, com ele, agitação, euforia e alegria. Mas, mesmo sendo um período intenso, alguns alertas devem ser lembrados, principalmente que envolvam comida de rua e bebida - que são itens encontrados em grande e larga escala ao redor de bloquinhos e festas.  Segundo o cirurgião do aparelho digestivo Dr. Rodrigo Barbosa a ingestão de alimentos preparados sem os devidos cuidados pode resultar em intoxicações alimentares, infecções gastrointestinais e outros problemas que podem acabar com a folia.

 

Manipulação inadequada e alimentos expostos são perigos no Carnaval

Os perigos não se restringem aos alimentos, é preciso ainda atenção as bebidas já que gelo de origem duvidosa pode causar viroses e diarreias severas. Para aproveitar o Carnaval sem contratempos, Dr. Rodrigo Barbosa recomenda dar sempre preferência a embalagens fechadas seja de bebidas ou de alimentos industrializados, já que oferecem menor risco de contaminação. "Com as altas temperaturas previstas para os próximos dias em todo o Brasil ainda é importante manter a hidratação, mas sempre com água mineral lacrada e de procedência confiável", diz. Além disso, a má conservação dos alimentos, a manipulação inadequada e os condimentos expostos ao calor podem levar à contaminação por bactérias como Salmonella e Escherichia coli, causando vômito, diarreia e febre. Além disso, carnes e ovos de espetinhos e lanches devem ser bem cozidos para evitar infecções intestinais graves.

 

Ressaca e dor de barriga: o que realmente funciona para evitar o mal-estar e o que é mito

Depois de horas de bloco, festas e poucas horas de sono, muita gente acorda no dia seguinte achando que a ressaca se resume à dor de cabeça. Mas o sistema digestivo também paga a conta — e às vezes com juros: enjoo, diarreia, dor abdominal, estufamento e queimação estão entre as queixas mais comuns no pós-Carnaval. Para o Dr. Rodrigo Barbosa, o mal-estar gastrointestinal é parte frequente da ressaca, mas também pode ser sinal de irritação importante do estômago e do intestino, ou até de infecção alimentar. "Não é só o cérebro que sofre com o excesso de álcool. O estômago produz mais ácido, o intestino pode acelerar demais e a mucosa digestiva fica irritada. Por isso, dor de barriga e diarreia são tão comuns depois da folia", explica.

 

Beber água entre as doses evita a ressaca?

VERDADE (parcial). Beber água ao longo da festa ajuda a reduzir a desidratação, que é um dos fatores da dor de cabeça, tontura e fraqueza. "Intercalar bebida alcoólica com água é uma das atitudes mais eficazes para diminuir o impacto geral da ressaca. Mas isso não impede a irritação do estômago nem os efeitos tóxicos do álcool no organismo", alerta o médico.

 

Comer antes de beber protege o estômago?

VERDADE (com ressalvas). Alimentar-se antes de consumir álcool ajuda a retardar a absorção da bebida, reduzindo a agressão imediata ao estômago. "O problema é que muita gente exagera na fritura achando que está 'forrando o estômago'. Comida muito gordurosa pode piorar náusea, refluxo e sensação de estufamento depois", explica.

 

Comer algo pesado no fim da festa "cura" a ressaca?

MITO. Aquela parada no fast food de madrugada pode até dar sensação momentânea de conforto, mas não resolve o problema. "Comida gordurosa demora mais para ser digerida. Se a pessoa já está com o estômago irritado pelo álcool, isso pode piorar a náusea, o refluxo e a dor abdominal", explica.

 

Quando a "ressaca" deixa de ser normal?

O especialista orienta procurar avaliação médica se houver:

 

Dor abdominal forte e localizada

Vômitos persistentes ou com sangue

Diarreia intensa ou com sangue

Febre

Sinais de desidratação (boca muito seca, tontura ao levantar, pouca urina)

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/comida-de-rua-e-bebida-no-carnaval-especialista-da-dicas-para-evitar-riscos,7607441983376211b2033622b9af85ecnboymio2.html?utm_source=clipboard - Por: Vivi Pettersen / Vibe Mundial - Foto: Vibe Mundial

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Olhos saudáveis: dicas essenciais para proteger sua visão


Importância de cuidar da saúde ocular: hábitos diários, alimentação, uso de telas e exames oftalmológicos para prevenir doenças

 

Cuidar da saúde ocular deixou de ser um tema restrito aos consultórios e passou a fazer parte da rotina de quem passa horas em frente a telas, dirige com frequência ou está exposto ao sol intenso. Especialistas em oftalmologia alertam que pequenos hábitos diários podem reduzir o risco de doenças nos olhos e preservar a visão por mais tempo, especialmente em um cenário de uso crescente de celulares, computadores e outros dispositivos digitais.

 

A preocupação não é apenas com o desconforto visual do dia a dia, como ardência ou cansaço. Estudos recentes de entidades internacionais de oftalmologia apontam aumento de casos de miopia entre crianças e jovens, associado ao excesso de telas e à menor exposição à luz natural. Ao mesmo tempo, doenças silenciosas, como glaucoma e degeneração macular, continuam entre as principais causas de perda visual irreversível em adultos, reforçando a necessidade de atenção contínua aos olhos.

 

Qual é a importância da saúde ocular no dia a dia?

A visão está diretamente ligada à autonomia, à segurança e ao desempenho em diversas atividades, do trabalho à educação. Um problema aparentemente simples, como dificuldade para enxergar de longe ou de perto, pode impactar a leitura, a produtividade e até a mobilidade, aumentando o risco de acidentes domésticos ou no trânsito. Por isso, a saúde ocular é tratada por especialistas como parte fundamental do cuidado geral com o organismo.

 

Oftalmologistas explicam que muitos quadros graves começam de forma discreta, sem dor ou sinais evidentes. Em doenças como o glaucoma, por exemplo, a perda de campo visual costuma ser lenta e só é percebida quando já há dano significativo. Nesse contexto, manter a visão saudável envolve mais do que enxergar bem: inclui controlar fatores de risco, proteger os olhos de agressões externas e monitorar alterações ao longo dos anos.

 

Hábitos diários para proteger a visão

Rotinas simples podem contribuir para a proteção dos olhos. Um dos pontos mais citados por profissionais de saúde é a alimentação equilibrada. Nutrientes como vitaminas A, C e E, além de ômega 3 e antioxidantes, estão associados à manutenção da retina e de outras estruturas oculares. Alimentos como cenoura, abóbora, folhas verde-escuras, peixes de água fria, frutas cítricas e castanhas são comumente recomendados.

 

Outro aspecto fundamental é a higiene ocular. Lavar as mãos com frequência antes de tocar na região dos olhos reduz o risco de conjuntivites e infecções. Quem utiliza lentes de contato precisa seguir rigorosamente as orientações de limpeza, armazenamento e tempo de uso, evitando dormir com as lentes quando isso não é indicado. Especialistas ressaltam que produtos compartilhados, como maquiagem para os olhos, também podem favorecer contaminações.

 

Evitar coçar os olhos com força, para não lesionar a córnea.

Retirar lentes de contato antes de nadar, salvo orientações específicas.

Descartar produtos vencidos, como colírios e cosméticos.

Usar colírios apenas com indicação médica, principalmente os que "tiram a vermelhidão".

 

Como o uso de telas e óculos de sol interfere na saúde ocular?

O uso prolongado de computadores, celulares e tablets está associado ao chamado cansaço visual digital. Entre os sintomas mais comuns estão olhos secos, visão embaçada ao fim do dia, dor de cabeça e sensação de peso nas pálpebras. Para reduzir o desconforto, oftalmologistas recomendam a chamada regra 20-20-20: a cada 20 minutos de tela, olhar para algo a cerca de 20 pés (cerca de 6 metros) por 20 segundos.

 

Além das pausas, algumas medidas ajudam a proteger a visão durante o uso de dispositivos:

 

Ajustar o brilho da tela para não ficar muito intenso nem muito fraco.

Manter a tela na altura dos olhos ou ligeiramente abaixo.

Piscar conscientemente com mais frequência, para evitar ressecamento.

Utilizar iluminação ambiente adequada, evitando reflexos diretos na tela.

 

Fora do ambiente fechado, o uso de óculos de sol com proteção contra raios UV é apontado por sociedades de oftalmologia como medida básica de prevenção. A exposição cumulativa à radiação ultravioleta está relacionada ao desenvolvimento precoce de catarata, pterígio (carne crescida) e alterações na retina. Profissionais ressaltam que óculos sem certificação de filtragem UV podem ser prejudiciais, pois dilatam a pupila pela redução da luz e permitem maior entrada de radiação nociva.

 

Por que exames oftalmológicos regulares são essenciais?

Mesmo quem não relata dificuldade para enxergar é orientado a passar por avaliação oftalmológica periódica. Em adultos saudáveis, a recomendação mais citada é realizar consulta ao menos a cada dois anos, ou anualmente a partir dos 40 anos, faixa etária em que aumentam os riscos de glaucoma, catarata e alterações de grau. Pessoas com diabetes, hipertensão arterial ou histórico familiar de doenças oculares necessitam de acompanhamento ainda mais frequente.

 

Nos exames, o oftalmologista avalia não apenas o grau dos óculos, mas também a pressão intraocular, o fundo de olho, a superfície da córnea e outras estruturas. Esse rastreio permite identificar problemas em estágios iniciais, quando o tratamento costuma ser mais eficaz. Campanhas de prevenção realizadas por entidades médicas reforçam que a detecção precoce é uma das formas mais importantes de evitar perda definitiva da visão.

 

Em crianças, a atenção começa cedo. Especialistas indicam avaliação já nos primeiros anos de vida, especialmente se forem observados sinais como estrabismo, aproximação excessiva de telas ou livros e queixas de dor de cabeça. A correção oportuna de alterações visuais na infância pode evitar dificuldades de aprendizado e problemas de desenvolvimento.

 

Quais são os riscos de ignorar a saúde dos olhos?

A negligência com a saúde dos olhos pode levar a consequências duradouras. Situações aparentemente simples, como automedicação com colírios ou uso prolongado de lentes de contato sem supervisão, podem desencadear infecções graves na córnea, com risco de cicatrizes e perda visual. Doenças crônicas não tratadas, como glaucoma e retinopatia diabética, permanecem entre as principais causas de cegueira evitável no mundo.

 

Entidades internacionais de saúde estimam que uma parcela significativa dos casos de deficiência visual poderia ser prevenida ou tratada com diagnóstico e intervenção adequados. Entre as principais causas estão erros refrativos não corrigidos, catarata não operada e complicações de doenças sistêmicas, como diabetes. Diante desse cenário, especialistas reforçam que manter consultas em dia, proteger os olhos da radiação solar, cuidar da alimentação e organizar pausas no uso de telas compõem um conjunto de atitudes simples, mas decisivas para preservar a visão ao longo da vida.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/olhos-saudaveis-dicas-essenciais-para-proteger-sua-visao,ea4f6149d32b3b45a3558cb32a00fd006am6sd4n.html?utm_source=clipboard - Por: Carlos Vieira* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / Freepik Company SL

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Sono de qualidade: benefícios e dicas para uma vida mais saudável


Sono de qualidade transforma sua saúde: descubra como dormir bem fortalece corpo e mente, previne doenças e melhora sua vida diária

 

O sono faz parte da rotina de qualquer pessoa, mas nem sempre recebe a atenção necessária. Em um cenário em que o relógio parece correr mais rápido, muitas atividades acabam roubando horas de descanso. A privação de sono se tornou frequente em grandes cidades e em ambientes de trabalho exigentes, gerando preocupação entre profissionais de saúde e pesquisadores.

 

Estudos recentes mostram que dormir bem não é apenas uma questão de conforto, mas um pilar básico de saúde, ao lado de alimentação equilibrada e prática de atividade física. Quando o descanso noturno é insuficiente ou de má qualidade, o organismo responde de forma ampla, afetando desde o sistema imunológico até a capacidade de concentração no dia seguinte.

 

Por que o sono é tão importante para o corpo?

Durante o descanso, há regulação de hormônios, restauração de células e reorganização de funções vitais. Esse período de pausa é crucial para que o organismo mantenha o equilíbrio ao longo do dia.

 

Entre os benefícios físicos do sono, destacam-se o fortalecimento do sistema imunológico, a recuperação muscular e a manutenção de um peso saudável. Pesquisas indicam que pessoas que dormem entre 7 e 9 horas por noite apresentam menor incidência de infecções, justamente porque o corpo produz e libera proteínas de defesa, como citocinas, durante o descanso. No campo esportivo, o sono de boa qualidade é associado a melhor desempenho, menor risco de lesões e recuperação muscular mais eficiente.

 

A regulação hormonal também está diretamente ligada à qualidade do sono. Hormônios como a leptina e a grelina, responsáveis pela sensação de saciedade e fome, sofrem alterações quando há privação de descanso. Isso pode levar ao aumento da vontade de consumir alimentos calóricos e ao desequilíbrio do metabolismo, favorecendo o ganho de peso e aumentando o risco de obesidade e diabetes tipo 2. Além disso, a produção de hormônio do crescimento, importante para reparo de tecidos e saúde óssea, ocorre de forma mais intensa durante o sono profundo.

 

Como o sono influencia a mente e as emoções?

A importância do sono para a saúde mental aparece com clareza em pesquisas de neurologia e psiquiatria. Uma noite bem dormida contribui para o equilíbrio do humor, redução do estresse e melhor manejo das emoções. Pessoas com rotina de sono organizada tendem a apresentar menos irritabilidade, menor sensação de esgotamento e maior estabilidade emocional ao longo do dia.

 

O sono adequado também está relacionado à prevenção de quadros de ansiedade e depressão. Estudos populacionais apontam que indivíduos com insônia crônica têm maior probabilidade de desenvolver transtornos mentais. No campo cognitivo, dormir bem favorece a memória, o raciocínio lógico e a capacidade de aprendizado. Durante o sono, o cérebro consolida informações recebidas durante o dia, organizando lembranças e descartando o que é menos relevante.

 

Quando o descanso é insuficiente, o desempenho na escola, no trabalho ou ao dirigir pode ser seriamente prejudicado. A atenção fica reduzida, o tempo de reação aumenta e erros simples se tornam mais comuns. Em atividades que exigem precisão, como operar máquinas ou cuidar de outras pessoas, a falta de sono pode representar risco de acidentes.

 

Quais as consequências da falta de sono para a saúde?

A privação de sono, seja aguda ou crônica, está associada a uma série de problemas de saúde. Entre eles, destacam-se fadiga constante, dores de cabeça frequentes, queda de imunidade e maior vulnerabilidade a resfriados e infecções. Em médio e longo prazo, dormir pouco aumenta o risco de doenças cardiovasculares, como hipertensão e infarto, além de contribuir para o desenvolvimento de diabetes e obesidade.

 

Do ponto de vista cognitivo, a falta de descanso pode causar lapsos de memória, dificuldade de concentração e sensação de "mente lenta". Em estudos publicados até 2024, pesquisadores têm apontado que adultos que dormem menos de 6 horas por noite de forma contínua apresentam maior probabilidade de desenvolver demência ao longo da vida. Em crianças e adolescentes, a privação de sono está relacionada a queda de rendimento escolar e alterações de comportamento.

 

Como funciona o ciclo do sono e por que ele importa?

O ciclo do sono é dividido em estágios de sono não-REM e sono REM, que se alternam várias vezes durante a noite. No sono não-REM, o corpo passa por fases de relaxamento progressivo até chegar ao sono profundo. É nesse momento que ocorrem os processos mais intensos de reparo físico, produção de hormônios e recuperação muscular.

 

Já o sono REM é marcado por movimentos rápidos dos olhos e intensa atividade cerebral. Esse estágio está ligado à consolidação da memória, ao processamento de emoções e à criatividade. Um ciclo completo costuma durar entre 90 e 110 minutos, repetindo-se de 4 a 6 vezes por noite. Quando a pessoa interrompe o sono com frequência, esses ciclos são fragmentados, prejudicando tanto a restauração física quanto a mental.

 

Quais hábitos ajudam a melhorar a qualidade do sono?

Para aproveitar plenamente a importância do sono para a saúde, especialistas recomendam a adoção de hábitos conhecidos como higiene do sono. Entre as principais orientações, destaca-se a manutenção de horários regulares para dormir e acordar, inclusive nos fins de semana. A regularidade ajuda o relógio biológico a se ajustar, facilitando o adormecer e o despertar.

 

Algumas práticas simples podem favorecer o descanso:

 

Evitar refeições pesadas e consumo excessivo de cafeína ou álcool nas horas próximas ao horário de dormir.

Manter o quarto escuro, silencioso e com temperatura agradável.

Reduzir a exposição a telas de celulares, computadores e televisores pelo menos 1 hora antes de deitar.

Criar um ritual relaxante, como leitura leve, alongamentos suaves ou técnicas de respiração.

A tecnologia pode tanto ajudar quanto atrapalhar. Aplicativos de monitoramento do sono e relógios inteligentes fornecem informações sobre tempo de descanso e movimentação noturna, o que pode auxiliar no ajuste de hábitos. Ao mesmo tempo, o uso prolongado de dispositivos eletrônicos à noite, especialmente com brilho intenso, interfere na produção de melatonina, hormônio que sinaliza ao organismo que é hora de dormir.

 

Como colocar o sono no centro de um estilo de vida saudável?

Dados da Organização Mundial da Saúde e de centros de pesquisa em vários países indicam que uma parcela significativa da população adulta dorme menos do que o recomendado. Ao mesmo tempo, cresce o interesse em temas como produtividade, saúde mental e longevidade. Nesse contexto, o sono de qualidade aparece como um elemento estratégico para quem busca um cotidiano mais equilibrado.

 

Valorizar o descanso noturno significa encará-lo como uma necessidade fisiológica, e não como perda de tempo. Ajustar a rotina, rever compromissos noturnos e estabelecer limites para o uso de tecnologias são passos que podem trazer impacto direto no bem-estar geral. Ao colocar a importância do sono no centro das decisões diárias, torna-se possível preservar a saúde física, proteger a mente e aumentar a disposição para lidar com as demandas de cada dia.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sono-de-qualidade-beneficios-e-dicas-para-uma-vida-mais-saudavel,83e9888ae80a5c6730b100f7f8121d079jpiion0.html?utm_source=clipboard - depositphotos.com / AllaSerebrina - Por: Carlos Vieira* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10

domingo, 25 de janeiro de 2026

Carnaval em forma: dicas para chegar à folia com energia total


Aprenda estratégias eficazes de treino e alimentação para curtir cada momento da festa com disposição e bem-estar

 

Com a proximidade do Carnaval, muitas pessoas passam a repensar hábitos e rotinas em busca de mais disposição para aproveitar os dias de festa. Mesmo com pouco mais de um mês disponível, ajustes consistentes podem gerar impactos perceptíveis no corpo, como a perda de peso, e no bem-estar.

 

Segundo o personal trainer Wel, do Quintal do Funcional, esse período é suficiente para promover mudanças reais no condicionamento físico. "Não se trata de transformações radicais, mas de ganhar mais disposição, reduzir medidas, melhorar o sono e perceber o corpo mais firme", explica.

 

Para isso, ele aponta os treinos funcionais e o HIIT como aliados estratégicos, por trabalharem o corpo todo e elevarem o gasto calórico. A proposta envolve constância, respeito aos limites individuais e escolhas equilibradas, fugindo de soluções extremas que comprometem resultados e saúde no médio prazo.

 

Progressão e constância fazem a diferença

A palavra-chave é progressão. "A intensidade deve aumentar aos poucos. Respeitar a técnica e o ritmo do corpo evita lesões, dores e aquela frustração que faz muita gente desistir no meio do caminho", afirma Wel. Alimentação equilibrada, hidratação adequada e descanso também entram na equação. O erro mais comum, segundo ele, é tentar acelerar demais o processo. Para o profissional, "constância vale mais do que exagero".

 

Ajustes na alimentação ajudam nos resultados

Na alimentação, pequenos ajustes fazem grande diferença. A nutricionista Janaína Porto Alegre explica que organizar proteínas e carboidratos conforme os treinos, reduzir ultraprocessados e beber mais água ajudam a diminuir o inchaço e melhorar a definição corporal. "Concentrar os carboidratos no pré e no pós-treino melhora a performance e a recuperação. Já as proteínas são essenciais para preservar e construir massa muscular", destaca.

 

Álcool, retenção de líquidos e suplementação

Reduzir o consumo de álcool também impacta diretamente os resultados. "Além de calórico, o álcool atrapalha a queima de gordura, a recuperação muscular e a qualidade do sono", alerta Janaína Porto Alegre. Para quem sofre com retenção de líquidos, alimentos ricos em potássio, frutas com ação digestiva, chás naturais e uma boa hidratação ajudam a trazer mais leveza ao corpo.

 

A suplementação, quando bem orientada, pode ser uma aliada nesse período, especialmente para repor eletrólitos, melhorar a recuperação e facilitar o consumo de proteínas nos dias mais quentes. Já dietas muito restritivas são desaconselhadas. "Com altas temperaturas e treinos mais intensos, comer pouco demais compromete a saúde e o rendimento", reforça a nutricionista.

 

Energia e bem-estar além da estética

Mais do que buscar um corpo ideal para o carnaval, os especialistas defendem um objetivo maior: chegar à folia com mais energia, vitalidade e prazer em se movimentar. O resultado estético vem como consequência — e o melhor, pode durar muito além dos dias de festa.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/carnaval-em-forma-dicas-para-chegar-a-folia-com-energia-total,4641e90cdba40b84e8110d5ca31e8413jdy2ygq3.html?utm_source=clipboard - Por Caroline Roque - Foto: Bernardo Emanuelle | Shutterstock / Portal EdiCase

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Checklist do sono: 10 passos simples para dormir melhor hoje


Descubra 10 passos simples para dormir melhor e melhorar a qualidade do seu sono. Siga o checklist para noites de descanso profundo e revigorante.

 

Dormir bem é essencial para a saúde física e mental, e um sono de qualidade é fundamental para o bom funcionamento do corpo. No entanto, muitas pessoas enfrentam dificuldades para dormir bem, seja pela rotina estressante, problemas de saúde ou até mesmo hábitos prejudiciais.

 

Se você tem problemas para dormir, esse checklist do sono com 10 passos simples pode te ajudar a melhorar a qualidade do seu descanso.

 

A mudança na qualidade do seu sono começa com pequenas atitudes diárias. Ao seguir as dicas e hábitos simples abaixo, você pode começar a perceber melhorias no seu descanso já a partir de hoje.

 

Vamos conferir as 10 ações que farão toda a diferença nas suas noites de sono.

 

1. Crie uma rotina de sono consistente

Estabelecer um horário fixo para dormir e acordar é o primeiro passo para melhorar o seu sono. Seu corpo se adapta ao ritmo e aprende a reconhecer o momento certo para descansar. Ter uma rotina regular ajuda a regular o relógio biológico e a melhorar a qualidade do sono.

 

O que você pode fazer hoje:

Defina uma hora para dormir e acordar todos os dias, inclusive no fim de semana.

Evite alterar seu horário de sono durante a semana para não desregular seu ciclo.

 

Quando é importante procurar ajuda:

Se você tiver dificuldades em criar uma rotina ou se seu relógio biológico não funcionar de forma adequada, consulte um especialista em sono.

 

2. Mantenha o ambiente de sono confortável

O local onde você dorme influencia diretamente na qualidade do seu sono. Um ambiente agradável, silencioso, e com temperatura controlada pode ser a chave para um descanso revigorante. Certifique-se de que seu quarto tenha pouca luz e menos barulho possível.

 

O que você pode fazer hoje:

Ajuste a temperatura do seu quarto para um nível confortável, entre 18°C a 22°C.

Use cortinas blackout para evitar a entrada de luz.

 

Quando é importante procurar ajuda:

Se os problemas com o ambiente de sono persistirem, consulte um especialista em distúrbios do sono para avaliar causas externas ou físicas.

 

3. Evite cafeína e outros estimulantes à noite

Cafeína, nicotina e outras substâncias estimulantes podem atrapalhar seu sono. Elas podem deixar o corpo em estado de alerta, dificultando o relaxamento necessário para adormecer.

 

O que você pode fazer hoje:

Evite bebidas com cafeína (café, chá preto e refrigerantes) pelo menos 6 horas antes de dormir.

Substitua por chás calmantes, como camomila ou lavanda.

 

Quando é importante procurar ajuda:

Se você sentir que sua alimentação ou substâncias estão afetando seu sono, um nutricionista ou especialista em sono pode ajudar a ajustar sua dieta.

 

4. Pratique atividades físicas durante o dia

Exercícios físicos são excelentes para regular o sono. Eles ajudam a reduzir o estresse e a ansiedade, além de aumentar a sensação de cansaço, facilitando o adormecer.

 

O que você pode fazer hoje:

Pratique pelo menos 30 minutos de atividade física durante o dia, preferencialmente pela manhã ou tarde.

Tente atividades como caminhada, yoga ou natação.

 

Quando é importante procurar ajuda:

Se você não conseguir dormir após a prática de exercícios, um médico pode investigar se há outros fatores em jogo, como distúrbios do sono.

 

5. Evite refeições pesadas à noite

Comer alimentos pesados ou difíceis de digerir perto da hora de dormir pode causar desconforto e impedir que seu corpo entre em um estado de relaxamento profundo.

 

O que você pode fazer hoje:

Prefira refeições leves à noite, como sopas ou saladas, e evite frituras ou alimentos com muito açúcar.

Tente jantar pelo menos 2 horas antes de dormir.

 

Quando é importante procurar ajuda:

Se você perceber que a alimentação impacta diretamente no seu sono, um nutricionista pode te ajudar a ajustar suas refeições.

 

6. Evite o uso excessivo de eletrônicos

A luz azul emitida por dispositivos como celulares, tablets e televisores pode interferir na produção de melatonina, o hormônio responsável por regular o sono. Para evitar esse problema, é recomendável reduzir o uso desses aparelhos antes de dormir.

 

O que você pode fazer hoje:

Desligue celulares e televisores pelo menos 1 hora antes de dormir.

Substitua o uso do celular por leitura de um livro ou meditação.

 

Quando é importante procurar ajuda:

Se você tem dificuldades para diminuir o uso de eletrônicos à noite, um especialista pode ajudar com técnicas de controle de hábitos.

 

7. Estabeleça uma rotina relaxante antes de dormir

Ter uma atividade relaxante antes de dormir ajuda a sinalizar ao corpo que é hora de descansar. Práticas como meditação, leitura ou até um banho quente podem ser muito eficazes.

 

O que você pode fazer hoje:

Dedique 20-30 minutos antes de dormir para relaxar. Experimente a meditação guiada ou respiração profunda.

Evite atividades estressantes, como trabalho ou discussões.

 

Quando é importante procurar ajuda:

Se os exercícios de relaxamento não funcionarem, um especialista em sono pode oferecer alternativas mais personalizadas, como terapia cognitivo-comportamental.

 

8. Use a cama somente para dormir

Evite usar a cama para outras atividades, como assistir televisão ou trabalhar. Isso ajuda o cérebro a associar a cama exclusivamente ao descanso.

 

O que você pode fazer hoje:

Reserve a cama apenas para dormir e relaxar.

Se não conseguir adormecer, saia da cama e faça algo calmo, como ler ou ouvir música suave.

 

Quando é importante procurar ajuda:

Se o distúrbio persistir, um médico pode diagnosticar distúrbios como a insônia, que pode precisar de acompanhamento especializado.

 

9. Gerencie o estresse e a ansiedade

O estresse e a ansiedade são grandes inimigos do sono. Quando estamos ansiosos, a mente fica acelerada, tornando mais difícil relaxar e adormecer.

 

O que você pode fazer hoje:

Faça exercícios de respiração para aliviar a tensão.

Tente meditação ou yoga para acalmar a mente antes de dormir.

 

Quando é importante procurar ajuda:

Se você sentir que o estresse ou a ansiedade estão afetando seriamente seu sono, procure a orientação de um psicólogo ou terapeuta.

 

10. Procure ajuda médica se necessário

Se após seguir todas as dicas você continuar enfrentando dificuldades para dormir, pode ser necessário buscar ajuda médica. Distúrbios do sono, como apneia ou insônia, exigem tratamento especializado.

 

O que você pode fazer hoje:

Caso note que a falta de sono está afetando sua saúde física ou mental, procure um médico especializado em distúrbios do sono.

 

Quando é importante procurar ajuda:

Se os problemas com o sono persistirem por mais de 3 semanas ou se você sentir cansaço extremo, consulte um especialista.

 

O que você pode fazer para melhorar seu sono hoje

Melhorar o sono é uma questão de rotina e escolhas saudáveis. Para começar, siga o checklist acima e implemente pequenas mudanças em seu dia a dia. Com o tempo, essas práticas farão a diferença na qualidade do seu descanso.

 

O que você pode fazer:

Crie uma rotina de sono regular e confortável.

Evite estimulantes e use métodos de relaxamento antes de dormir.

 

Quando é importante procurar ajuda:

Se o problema persistir e afetar sua qualidade de vida.

Se você sentir cansaço excessivo e dificuldades para se concentrar.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/checklist-do-sono-10-passos-simples-para-dormir-melhor-hoje,dee355a3c343b637e990a3b1869025748e4fcjqw.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Shutterstock

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Xô, preguiça! Veja dicas para fugir do sedentarismo


Movimentar o corpo é o primeiro passo para alinhar sua mente e espírito. Descubra como transformar sua rotina com pequenos hábitos

 

Você já sentiu que sua energia parece "travada", como se o corpo estivesse pesado e a mente sem motivação? Muitas vezes, esse desânimo não é apenas cansaço mental, mas o reflexo do sedentarismo no seu dia a dia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a inatividade física é um dos maiores desafios da atualidade, mas sair dessa inércia é mais simples do que parece.

 

Quando movimentamos nossos músculos, não estamos apenas queimando calorias; estamos desbloqueando canais de energia, liberando endorfina (o hormônio da felicidade) e elevando nossa frequência vibracional. Se você quer transformar sua vida em 2026, o primeiro passo é colocar o corpo para girar. Confira 5 dicas essenciais para começar essa jornada com o pé direito!

 

1. Comece devagar: O segredo da constância

Um dos maiores erros de quem decide sair do sedentarismo é querer recuperar o tempo perdido de uma só vez. Ir à academia e treinar pesado por duas horas logo no primeiro dia só vai gerar dores e frustração, o que facilita a desistência.

A regra de ouro aqui é a progressão. Comece com caminhadas de 15 a 20 minutos, três vezes por semana. O objetivo inicial não é a intensidade, mas sim criar o hábito. Quando o seu cérebro entende que aquele momento faz parte da rotina, a resistência diminui. Lembre-se: é melhor fazer pouco de forma constante do que muito de forma esporádica. Respeite o ritmo do seu corpo, pois ele é o seu maior aliado.

 

2. Encontre uma atividade que faça seu coração vibrar

Muitas pessoas associam exercícios físicos apenas à musculação ou corrida, mas o leque de opções é infinito! Se você odeia a ideia de levantar pesos, não se force a isso. O segredo para manter uma rotina ativa é o prazer.

Já pensou em fazer uma aula de dança? A dança, além de ser um excelente exercício cardiovascular, ajuda a liberar a expressão criativa. Prefere algo mais zen? A Yoga e o Pilates fortalecem o corpo e equilibram a mente. Gosta de contato com a natureza? Trilhas ou natação podem ser a resposta. Quando você encontra algo que te diverte, o exercício deixa de ser uma obrigação e passa a ser o ponto alto do seu dia.

 

3. Pequenas trocas, grandes transformações

Você não precisa estar obrigatoriamente em uma academia para ser uma pessoa ativa. O movimento pode ser inserido nas tarefas mais simples do cotidiano. Essas "pequenas vitórias" se somam ao final do dia e fazem uma diferença enorme na sua saúde.

Que tal trocar o elevador pela escada? Ou descer um ponto de ônibus antes do seu destino final para caminhar um pouco mais? Se você trabalha muito tempo sentada, coloque um despertador a cada hora para se espreguiçar e dar uma volta rápida pela casa ou escritório. Essas pausas ativas ajudam a circulação sanguínea e evitam que a energia fique estagnada, trazendo mais clareza mental para suas tarefas.

 

4. Prepare o seu ambiente e facilite a sua vida

Muitas vezes, a nossa mente cria obstáculos para nos manter no sofá. "Onde está meu tênis?", "Minha roupa de treino está suja", "Está tarde demais". Para vencer o sedentarismo, você precisa ser mais esperta que a sua própria procrastinação.

Deixe a sua roupa de exercício separada na noite anterior. Arrume a sua garrafa de água e deixe o tênis visível. Se você faz exercícios em casa através de vídeos na internet, já deixe o link salvo ou o tapetinho esticado. Quando você facilita o acesso à atividade, o esforço mental para começar é muito menor. O ambiente organizado reflete uma mente focada e pronta para a ação.

 

5. Tenha companhia e celebre suas conquistas

Ter um parceiro de treino ou um grupo de caminhada é um excelente motivador. Naqueles dias em que a vontade de ficar na cama fala mais alto, saber que alguém está te esperando é o empurrãozinho que falta. Além disso, a prática de exercícios em grupo fortalece os laços sociais e melhora o humor.

E não se esqueça de comemorar! Conseguiu completar uma semana de caminhadas? Comemore! Percebeu que já não fica tão ofegante ao subir uma escada? Celebre! Reconhecer os seus avanços, por menores que pareçam, é fundamental para manter a motivação em alta. O seu corpo agradece cada minuto de movimento com mais longevidade e disposição.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/xo-preguica-veja-dicas-para-fugir-do-sedentarismo,5b276445ce8c3ca1847740ecce30348f0yubnzgk.html?utm_source=clipboard - Foto: Shuterstock / Alto Astral

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Ronco não é normal: veja dicas simples para dormir melhor


O ronco é um problema comum em diferentes faixas etárias e costuma afetar não apenas quem emite o som durante a noite, mas também quem divide o mesmo ambiente; Veja dicas para dormir melhor!

 

O ronco é um problema comum em diferentes faixas etárias e costuma afetar não apenas quem emite o som durante a noite, mas também quem divide o mesmo ambiente. Esse barulho é resultado da passagem do ar por vias respiratórias parcialmente obstruídas, o que faz tecidos da garganta vibrarem. Embora muitas pessoas encarem o ronco como algo cotidiano, especialistas destacam que ele pode ser um sinal de alerta para alterações no sono e na respiração.

 

Nos últimos anos, clínicas do sono e otorrinolaringologistas observaram um aumento na busca por orientações para reduzir o ronco. Entre os motivos estão a interferência na qualidade do descanso, o impacto na produtividade diária e até problemas de relacionamento. No entanto, a boa notícia é que, em muitos casos, mudanças simples na rotina e em alguns hábitos ajudam a diminuir o problema ou, ao menos, a torná-lo menos frequente.

 

O que causa o ronco e por que ele merece atenção?

O ronco costuma surgir quando há estreitamento ou relaxamento excessivo das vias aéreas superiores durante o sono. Fatores como sobrepeso, consumo de álcool à noite, desvio de septo, rinite alérgica e posicionamento inadequado ao dormir estão entre as causas mais relatadas em consultórios. Em outros casos, o ronco está ligado à apneia obstrutiva do sono, condição em que a respiração é interrompida por alguns segundos diversas vezes ao longo da noite.

 

Quando o ronco é intenso, diário e vem acompanhado de pausas respiratórias, sono agitado, dor de cabeça ao acordar ou cansaço excessivo durante o dia, médicos recomendam investigação detalhada. Nesses cenários, a avaliação pode incluir exame físico e análise do histórico de saúde. Em alguns casos, também há o procedimento da polissonografia, que monitora o sono em laboratório ou com equipamentos portáteis.

 

Como diminuir o ronco no dia a dia?

Especialistas em medicina do sono apontam que a mudança de hábitos é uma das principais estratégias para diminuir o ronco. Assim, pequenas ações, repetidas de forma consistente, ajudam a reduzir a vibração dos tecidos da garganta e a melhorar a passagem do ar. Em muitos casos, essas medidas funcionam como primeira linha de cuidado antes de intervenções mais complexas.

 

Entre as recomendações mais comuns para reduzir o ronco estão:

 

Controle do peso corporal: a redução de gordura na região do pescoço diminui a compressão das vias respiratórias;

Evitar álcool e sedativos à noite: essas substâncias relaxam demais a musculatura da garganta;

Jantar leve e não comer em grande quantidade próximo da hora de dormir;

Parar de fumar, já que o cigarro irrita e inflama as vias aéreas;

Manter rotina de sono, com horário regular para deitar e acordar.

 

O ambiente também influencia. Quartos muito secos favorecem irritação da mucosa nasal. Por isso, muitas pessoas se beneficiam do uso de umidificadores ou de um recipiente com água no quarto, principalmente em períodos de tempo seco. A limpeza frequente de cortinas, tapetes e roupas de cama reduz poeira e ácaros, importantes gatilhos para crises alérgicas que agravam o ronco.

 

Posição ao dormir ajuda mesmo a reduzir o ronco?

A posição ao dormir é um dos fatores que os especialistas costumam citar quando o assunto é "dicas para diminuir o ronco". Em geral, deitar de barriga para cima favorece o deslocamento da língua para trás, estreitando o espaço por onde o ar passa. Por isso, dormir de lado costuma ser uma orientação recorrente em consultórios.

 

Algumas estratégias simples são utilizadas para estimular essa postura lateral durante a noite:

 

Uso de travesseiro adequado: modelos que mantêm o alinhamento da cabeça com a coluna ajudam a evitar a obstrução nas vias aéreas;

Travesseiro entre os joelhos para quem dorme de lado, o que oferece mais conforto e facilita manter a posição;

Ajuste da altura da cabeceira da cama, levemente elevada, para facilitar a passagem do ar;

Evitar colchões muito moles, que favorecem posição corporal inadequada e pioram o ronco.

Existem ainda dispositivos vendidos no mercado, como tiras nasais externas, clipes que se apoiam na região do septo e travesseiros anatômicos, com o objetivo de facilitar a respiração. Ademais, profissionais de saúde recomendam avaliar caso a caso, já que esses recursos podem trazer alívio para alguns perfis de roncadores, mas não substituem avaliação médica quando o problema é persistente.

 

Exercícios e cuidados com a respiração podem fazer diferença?

Exercícios voltados à musculatura da língua, do palato e da região da garganta vêm ganhando espaço como alternativa complementar para quem deseja reduzir o ronco. Conhecidos como exercícios orofaríngeos ou de "terapia miofuncional", eles visam fortalecer músculos que, durante o sono, tendem a relaxar em excesso. Em muitos casos, esses treinos são orientados por fonoaudiólogos ou fisioterapeutas especializados.

 

Além disso, a respiração nasal livre é apontada como um dos pilares no controle do ronco. Quando há obstrução por rinite, sinusite ou desvio de septo, a tendência é respirar pela boca, o que favorece vibrações na região da garganta. Medidas como lavagem nasal com soro fisiológico, tratamento de alergias com orientação médica e, quando indicado, cirurgias corretivas, podem contribuir para um sono mais silencioso.

 

Para quem já recebeu diagnóstico de apneia do sono, o uso de aparelhos como o CPAP (pressão positiva contínua nas vias aéreas) pode ser recomendado por profissionais de saúde. Esse tipo de recurso, porém, exige acompanhamento especializado, ajustes periódicos e orientação sobre uso correto, sendo indicado principalmente em quadros moderados ou graves.

 

Quando procurar ajuda especializada para o ronco?

Embora muitas dicas para diminuir o ronco possam ser aplicadas em casa, há situações em que a orientação profissional se torna essencial. Sinais como engasgos noturnos, pausas na respiração observadas por terceiros, sonolência excessiva durante o dia, irritabilidade, dificuldade de concentração e pressão arterial elevada estão entre os motivos mais citados para busca de atendimento.

 

Otorrinolaringologistas, clínicos gerais e especialistas em medicina do sono costumam ser os profissionais de referência nesses casos. O objetivo principal é identificar a causa do ronco e definir a melhor combinação de medidas: mudanças de hábito, dispositivos orais, tratamentos para alergias, ajustes de peso, terapias respiratórias ou aparelhos específicos para apneia. Com acompanhamento adequado, a tendência é que a qualidade do sono e o bem-estar diário sejam favorecidos, tanto para quem ronca quanto para quem convive com o problema.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/ronco-nao-e-normal-veja-dicas-simples-para-dormir-melhor,b713958eb2c4cf1042ca51e482d534efyavc611b.html?utm_source=clipboard - Por: Valdomiro Neto* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / Milkos

segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Longevidade: o que é, como alcançar (e 10 dicas para viver mais e melhor)


Longevidade é a capacidade de viver mais tempo com saúde, autonomia e bem-estar. Alguns fatores interferem diretamente na longevidade, como alimentação saudável e equilibrada, prática de atividade física regular, dormir bem e manter relações sociais saudáveis.

 

Além disso, realizar atividades que estimulem a função cognitiva, como jogos de raciocínio e estratégia, ou simplesmente assistir a um filme e relatar para outra pessoa, e fazer exames regularmente, também são estratégias que contribuem positivamente para uma vida mais saudável a curto, médio e longo prazo.

 

Assim, ao manter bons hábitos de vida, é possível garantir uma maior qualidade de vida, de forma que o envelhecimento acontece de forma mais ativa e saudável e com menor risco de doenças crônicas.

 

O que fazer para viver mais e melhor

Algumas dicas do que fazer para alcançar a longevidade são:

 

1. Ter uma alimentação equilibrada

A alimentação saudável e equilibrada, rica em frutas, vegetais, grãos integrais e legumes, fornece todos os nutrientes importantes para o bom funcionamento do corpo, contribuindo para a longevidade.

Além disso, a alimentação equilibrada é capaz de promover a formação e a manutenção das células envolvidas da imunidade, contribuindo para o equilíbrio do sistema imunológico e, consequentemente, diminuindo o risco de infecções.

É também importante beber pelo menos 2 litros de água por dia e evitar os alimentos ultraprocessados, como molhos prontos, macarrão instantâneo, refrigerante, biscoitos e embutidos, já que são ricos em açúcar e gorduras saturadas e trans, que aumentam o risco de doenças crônicas. Saiba mais sobre os alimentos ultraprocessados.

 

2. Praticar atividade física regularmente

A prática regular de atividade física é fundamental para a longevidade, já que os exercícios ajudam a preservar os músculos, ossos e saúde metabólica, além de também contribuir para a circulação sanguínea e o bom funcionamento do sistema imunológico, e estimular a liberação de substâncias associadas com a sensação de prazer e bem-estar, como a dopamina, serotonina e endorfina..

Dessa forma, é interessante realizar algum exercício físico pelo menos 3 vezes por semana, podendo na rotina de atividades incluir exercícios aeróbicos, de força e/ ou de mobilidade.

 

3. Manter um peso corporal saudável

O controle do peso corporal evita sobrecarga no sistema cardiovascular, no metabolismo e nas articulações, o que favorece uma vida mais longa com melhor qualidade.

Além disso, manter o peso dentro do adequado para a idade e altura ajuda a melhorar a qualidade do sono, a garantir mais energia para realizar as atividades do dia a dia e a diminuir a inflamação do corpo, contribuindo positivamente para o envelhecimento saudável e a longevidade.

 

4. Dormir bem

Ter uma boa noite de sono interfere diretamente na qualidade de vida, já que o sono suficiente e com qualidade pode contribuir para a regeneração do corpo, renovação celular, equilíbrio hormonal e função cognitiva.

É durante o sono que acontece a regulação do cortisol e da adrenalina, que são substâncias produzidas pelo corpo responsáveis pelo estresse e alerta. Assim, manter uma boa noite de sono ajuda a diminuir os níveis dessas substâncias no sangue, promovendo o relaxamento e melhorando a qualidade de vida.

 

5. Ter momentos de descanso

É importante que mesmo nas rotinas mais exigentes exista um momento de pausa e de descanso, para que a mente e o corpo relaxem e os níveis dos hormônios associados ao estresse possam diminuir.

Além disso, ao adotar momentos de descanso e relaxamento ao longo do dia, ao retornar à atividade, é possível que exista maior disposição e concentração, o que pode aumentar a produtividade, por exemplo, sem que haja sobrecarga.

 

6. Não fumar e evitar consumo excessivo de álcool

O hábito de fumar e/ ou de consumir bebidas alcoólicas em excesso podem acelerar o processo de envelhecimento, já que aumenta a quantidade de substâncias nocivas ao organismo circulantes e a inflamação, o que pode aumentar o risco de doenças e impactar diretamente na longevidade.

Dessa forma, é interessante evitar o tabagismo e o consumo de bebidas alcoólicas para garantir maior qualidade de vida.

 

7. Evitar o estresse

A médio e longo prazo, o estresse pode aumentar o risco de doenças, como AVC, infarto, pressão alta e depressão, por exemplo, já que interfere diretamente no bom funcionamento do organismo e provoca um desbalanço hormonal.

Assim, é importante adotar algumas estratégias que podem ajudar a relaxar e combater o estresse, como praticar meditação, yoga, caminhada, adotar técnicas de respiração, fazer uso de calmantes naturais, como passiflora e valeriana, além de realizar sessões de psicoterapia. Dessa forma, é possível ter uma vida mais longa e mais saudável.

 

8. Manter relações sociais

Manter relações saudáveis com familiares e amigos é fundamental para a qualidade de vida, já que promovem a sensação de bem-estar, impactando diretamente na longevidade. Além de manter as relações, é também interessante ter tempo de qualidade e praticar atividades prazerosas com essas pessoas, já que ajuda a manter a saúde do corpo e da mente.

 

9. Estimular o cérebro

Praticar atividades que estimulam a cognição ajudam a diminuir o risco e o impacto de doenças neurodegenerativas que podem surgir com o envelhecimento, como é o caso do Alzheimer, por exemplo, além de contribuir para a memória recente e a longo prazo, capacidade de aprendizado, raciocínio e pensamento.

Assim, é interessante ler um livro ou assistir a um filme e depois contar para outra pessoa, fazer palavras cruzadas, jogar xadrez ou dominó, por exemplo.

 

10. Fazer exames de saúde regularmente

Realizar exames de sangue regularmente ajudam a verificar como está o funcionamento do corpo e verificar se há alguma alteração que mereça atenção. Dessa forma, o médico pode iniciar precocemente o tratamento de fatores de risco relacionados a doenças que costumam aparecer à medida que a pessoa envelhece, como pressão e colesterol altos.

 

Assim, é possível manter a funcionalidade e a autonomia com o avançar da idade, promovendo a longevidade.

 

Fonte: https://www.tuasaude.com/longevidade/ - Revisão médica: Lasse Koivisto - Criado por: Marcela Lemos Biomédica