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segunda-feira, 15 de junho de 2026

7 alimentos que ajudam a preservar a massa muscular após os 40 anos


Especialista revela o que deve entrar no prato de quem quer combater a sarcopenia e envelhecer com qualidade de vida

 

A sarcopenia, condição caracterizada pela redução gradual da massa e da força muscular ao longo do envelhecimento, atinge entre 10% e 40% das pessoas com mais de 50 anos em todo o mundo, de acordo com a Sociedade Europeia de Nutrição Clínica e Metabolismo (ESPEN). No Brasil, estima-se que esse processo pode ter início ainda mais cedo. A partir dos 40 anos, a perda anual de massa muscular pode variar de 1% a 2% quando não são adotadas medidas preventivas.

 

Além de comprometer a mobilidade, a condição aumenta o risco de quedas, fraturas e problemas metabólicos, impactando diretamente a independência e a qualidade de vida na terceira idade. Diante desse cenário, a alimentação se apresenta como uma das ferramentas mais acessíveis e eficazes na prevenção.

 

O Dr. Sandro Ferraz, nutrólogo e especialista em emagrecimento e longevidade, aponta sete alimentos essenciais que devem integrar a dieta de quem deseja preservar a musculatura e envelhecer com saúde e vitalidade. Confira!

 

1. Frango e proteínas magras 

Nenhuma conversa sobre preservação muscular começa sem proteína. O peito de frango é uma das fontes mais completas de aminoácidos essenciais, com alto teor de leucina, principal gatilho da síntese proteica muscular.

Segundo o Dr. Sandro Ferraz, após os 40 anos, o processo de síntese proteica começa a perder eficiência. Por isso, não basta consumir proteína; é preciso distribuí-la corretamente ao longo do dia, com pelo menos 25 g a 30 g por refeição principal. Além do frango, outras opções magras como peru, peixe e cortes bovinos grelhados também cumprem esse papel fundamental. 

 

2. Ovos 

Os ovos são considerados uma das proteínas de mais alta qualidade biológica disponíveis. A clara fornece albumina, rica em aminoácidos essenciais, enquanto a gema concentra vitamina D, colina e gorduras saudáveis que contribuem para o ambiente hormonal favorável à manutenção muscular. 

"O ovo inteiro é um alimento quase perfeito para quem quer preservar a massa magra. O receio em relação à gema já foi superado pela ciência: para a maioria das pessoas saudáveis, consumir de dois a três ovos por dia é seguro e altamente benéfico", complementa o Dr. Sandro Ferraz. 

 

3. Salmão 

O salmão reúne dois atributos raros em um único alimento: proteína de alta qualidade e ômega 3 em abundância. Os ácidos graxos EPA e DHA presentes no peixe têm efeito anti-inflamatório comprovado e demonstraram capacidade de desacelerar a perda muscular associada ao envelhecimento.

De acordo com o médico, o ômega 3 não apenas protege o músculo da degradação, como também potencializa a resposta anabólica ao exercício. Portanto, para quem está acima dos 40 anos, incluí-lo duas a três vezes por semana faz diferença real na composição corporal. 

 

4. Feijão e leguminosas  

Presença tradicional do prato brasileiro, o feijão vai muito além do simples acompanhamento. Rico em proteína vegetal, ferro, zinco e fibras solúveis, ele colabora tanto para a construção muscular quanto para o controle glicêmico, fator crítico após os 40 anos, quando a resistência à insulina começa a comprometer o aproveitamento de nutrientes pelo músculo.

O Dr. Sandro Ferraz destaca que a combinação de feijão com arroz integral forma uma proteína com perfil de aminoácidos muito mais completo. É a sabedoria popular comprovada pela ciência da nutrição. Lentilhas, grão-de-bico e ervilha também se enquadram nessa categoria. 

Uma mulher de meia-idade com traços asiáticos e cabelos curtos e grisalhos aparece sorrindo e olhando para o lado direito da imagem. Ela está sentada em um sofá branco, veste uma blusa regata lilás e segura um pote pequeno de iogurte branco em uma das mãos, enquanto usa uma colher com a outra mão. O ambiente ao fundo é uma sala iluminada pela luz natural que entra através de uma janela com persianas.

 

5. Iogurte grego  

Com o dobro de proteína do iogurte comum, o iogurte grego natural é um aliado estratégico, especialmente quando consumido antes de dormir. Sua proteína predominante, a caseína, tem digestão lenta e fornece aminoácidos de forma contínua durante o sono, período em que ocorre boa parte da recuperação e do crescimento muscular.

Para o especialista, o sono é o momento de maior secreção de hormônio do crescimento, e nutrir o músculo nesse período com proteína de liberação lenta é uma estratégia inteligente e subestimada. Os probióticos presentes no iogurte também favorecem a saúde intestinal, melhorando a absorção de nutrientes essenciais. 

 

6. Aveia  

Para manter a massa muscular, não basta ingerir proteína. O corpo precisa de energia suficiente para que essa proteína não seja desviada como combustível. A aveia, com seu índice glicêmico moderado e alto teor de betaglucana (fibra solúvel), fornece energia de liberação gradual e evita picos de insulina que podem acelerar a degradação muscular.

O Dr. Sandro Ferraz define a aveia como um carboidrato inteligente. Ela mantém o glicogênio muscular abastecido sem promover inflamação ou acúmulo de gordura, o que é fundamental para quem treina e quer preservar a musculatura após os 40 anos. 

 

7. Espinafre e folhas verde-escuras 

O espinafre e outras folhas verde-escuras, como couve, rúcula e agrião, trazem um conjunto de nutrientes diretamente ligados à função muscular. Como magnésio, nutriente essencial para contração e relaxamento muscular; nitratos naturais, que melhoram a eficiência muscular e o desempenho físico; e vitamina K, que está relacionada à saúde óssea e muscular.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/7-alimentos-que-ajudam-a-preservar-a-massa-muscular-apos-os-40-anos,babee4a2c7ee833e3478440eb57cfb257o3jiv9g.html?utm_source=clipboard - Por Carla Baptista - Foto: Inside Creative House | Shutterstock / Portal EdiCase

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Saúde da mulher em foco: os exames indispensáveis para prevenir doenças e garantir qualidade de vida


Em diferentes fases da vida, o corpo feminino passa por ciclos hormonais e biológicos que modificam riscos e necessidades de saúde.

 

Em diferentes fases da vida, o corpo feminino passa por ciclos hormonais e biológicos que modificam riscos e necessidades de saúde. Por isso, o check-up integral da mulher precisa ir muito além do famoso Papanicolau. As mulheres devem incorporar exames laboratoriais, de imagem e rastreios clínicos específicos em cada etapa. Esse cuidado começa na juventude e segue até a pós-menopausa. Estudos recentes e diretrizes de sociedades médicas brasileiras e internacionais reforçam essa importância. Elas mostram que identificar alterações de forma precoce impacta diretamente a longevidade e a qualidade de vida.

 

Ao longo das décadas, mudanças no padrão reprodutivo, no estilo de vida e na expectativa de vida alteraram o perfil das doenças que mais afetam as mulheres. Hoje, condições como doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, cânceres ginecológicos, osteoporose e transtornos da tireoide dividem espaço com as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e questões de saúde mental. Diante desse cenário, a avaliação periódica ganha relevância e se torna uma ferramenta estratégica de prevenção. Além disso, esse acompanhamento contínuo permite ajustes rápidos nas condutas de tratamento e nos hábitos de vida.

 

Saúde da mulher em foco: os exames indispensáveis para prevenir doenças e garantir qualidade de vida

O chamado check-up feminino não representa um pacote fixo e igual para todas. Em vez disso, profissionais de saúde montam um conjunto de avaliações personalizadas conforme idade, histórico familiar, uso de medicamentos, hábitos e presença de sintomas. Diretrizes de entidades como a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e Organização Mundial da Saúde orientam essa personalização. Elas indicam que a prevenção deve combinar rastreios ginecológicos, exames cardiometabólicos, avaliação óssea e exames de imagem. Além disso, os médicos ajustam a frequência desses exames ao perfil de risco de cada mulher.

 

Nesse contexto, o Papanicolau segue como exame essencial para rastrear lesões precursoras de câncer do colo do útero. No entanto, as mulheres não devem entendê‑lo como sinônimo de check-up. A investigação de pressão arterial, colesterol, glicemia, hormônios e densidade óssea, entre outros, determina grande parte da prevenção. Esses exames reduzem o impacto de doenças crônicas que se manifestam de forma silenciosa, principalmente a partir dos 40 anos. Assim, o check-up integral fortalece a prevenção e melhora a detecção precoce.

 

 

Quais exames são prioritários na juventude e na fase reprodutiva?

Na adolescência e nos primeiros anos da fase adulta, o foco do check-up integral da mulher consiste em estabelecer um "marco zero" de saúde. Além disso, os profissionais orientam a prevenção de ISTs, gravidez não planejada e alterações metabólicas. A partir do início da vida sexual, diretrizes recomendam consulta ginecológica anual. Nessa consulta, o médico realiza avaliação clínica, oferece orientação contraceptiva e indica rastreios específicos. Esses rastreios consideram o comportamento sexual e a presença de fatores de risco.

 

Entre os principais exames indicados para mulheres jovens e na fase reprodutiva, destacam-se:

 

Papanicolau (citologia oncótica cervical): diretrizes geralmente recomendam o exame entre 25 e 64 anos. O intervalo depende do resultado anterior e das normas nacionais vigentes.

Pesquisa de ISTs (HIV, sífilis, hepatites virais e, quando indicado, clamídia e gonorreia), sobretudo em caso de múltiplos parceiros ou ausência de preservativo. Além disso, o médico pode orientar testes rápidos em serviços públicos.

Exames laboratoriais básicos: hemograma, glicemia de jejum, perfil lipídico (colesterol total e frações, triglicerídeos) e função tireoidiana. O profissional solicita a avaliação da tireoide conforme os sintomas ou o histórico familiar.

Exames de imagem ginecológicos: ultrassonografia pélvica ou transvaginal ajuda a investigar cólicas intensas e irregularidades menstruais. O médico também utiliza esses exames diante de suspeita de miomas, cistos ovarianos ou para acompanhar métodos contraceptivos específicos.

Avaliação vacinal, incluindo vacinação contra HPV, hepatite B e outras doenças imunopreveníveis previstas no calendário nacional. Em muitos casos, o profissional atualiza esquemas atrasados.

 

Nessa fase, os médicos costumam investigar anemia, síndrome dos ovários policísticos, distúrbios menstruais e alterações de peso. Sociedades médicas também alertam para a importância do rastreio de sinais precoces de transtornos de ansiedade, depressão e distúrbios alimentares. Dessa forma, o cuidado ginecológico se integra à saúde mental e fortalece o suporte global à jovem.

 

Check-up feminino após os 40: como proteger o coração, o metabolismo e as mamas?

A partir dos 40 anos, o check-up da saúde da mulher ganha novos componentes, especialmente na área cardiovascular e oncológica. Dados da SBC mostram que doenças do coração e dos vasos sanguíneos representam uma das principais causas de morte entre mulheres. Muitas vezes, esses problemas surgem com sintomas atípicos. Por isso, além de aferir pressão arterial em todas as consultas, os médicos costumam incluir exames periódicos como:

 

Perfil lipídico completo e glicemia de jejum, com frequência ajustada ao risco de diabetes e dislipidemia. Assim, o profissional consegue intervir antes do surgimento de complicações.

Hemoglobina glicada, quando existe suspeita ou diagnóstico de diabetes. Esse exame avalia o controle glicêmico nos últimos meses.

Função renal e hepática, sobretudo em mulheres que utilizam medicamentos contínuos ou apresentam hipertensão e diabetes. Esses exames ajudam a monitorar possíveis efeitos colaterais.

ECG (eletrocardiograma) e, em determinados casos, teste ergométrico ou outros exames de imagem cardíaca, conforme orientação cardiológica. Em mulheres com sintomas ou alto risco, o médico amplia essa investigação.

 

Entre os 40 e o início do climatério, os profissionais também intensificam a vigilância sobre:

 

Pressão arterial - o médico mede em todas as consultas e observa tendências de aumento.

Peso, circunferência abdominal e índice de massa corporal - esses parâmetros ajudam a monitorar obesidade e risco metabólico. Além disso, orientam mudanças de estilo de vida.

Função tireoidiana - alterações da tireoide ocorrem com maior frequência no sexo feminino, sobretudo após os 35-40 anos. A detecção precoce reduz impactos no metabolismo e no humor.

Rastreamento de câncer colorretal, geralmente a partir dos 45-50 anos, por colonoscopia ou exames alternativos, seguindo orientações atualizadas. Em famílias com histórico da doença, o início do rastreio costuma ocorrer mais cedo.

Climatério e pós-menopausa: quais exames não podem faltar para preservar a longevidade?

Com a chegada do climatério e da pós-menopausa, o corpo feminino passa por queda acentuada de estrogênio. Essa mudança influencia de forma direta a saúde óssea, cardiovascular, urogenital e metabólica. Nessa fase, o check-up integral da mulher tende a se tornar ainda mais abrangente. Os profissionais avaliam com atenção os efeitos do envelhecimento e das mudanças hormonais sobre o organismo.

 

Entre os exames amplamente recomendados por diretrizes atualizadas estão:

 

Densitometria óssea: esse exame rastreia osteopenia e osteoporose. Diretrizes geralmente indicam o início a partir dos 65 anos. Contudo, mulheres com fatores de risco, como baixa massa corporal, fraturas prévias, uso prolongado de corticoides ou história familiar, podem realizar antes.

Reavaliação cardiometabólica completa: colesterol, triglicerídeos, glicemia, hemoglobina glicada e, quando necessário, exames de imagem cardíaca. Assim, o médico ajusta tratamentos e reduz o risco de eventos cardiovasculares.

Estudo da função renal e pesquisa de microalbuminúria em diabéticas ou hipertensas, para detecção precoce de nefropatia. Esse cuidado protege a função dos rins e orienta a escolha de medicamentos.

Exames ginecológicos contínuos, incluindo Papanicolau dentro da faixa etária e de acordo com a periodicidade recomendada. Além disso, o médico investiga sangramentos irregulares, corrimentos e sintomas de atrofia vaginal, que se tornam mais frequentes.

Rastreamento de câncer colorretal, mantido com a periodicidade indicada após o primeiro exame. Essa continuidade garante proteção ao longo do envelhecimento.

Nesse período, também se torna frequente a discussão sobre reposição hormonal. Esse tema exige avaliação detalhada de riscos cardiovasculares, histórico de câncer de mama, trombose e outras condições. A decisão costuma se basear em diretrizes científicas e no balanço entre riscos e benefícios. Além disso, o acompanhamento regular inclui exames laboratoriais e de imagem específicos quando necessário. Dessa forma, o tratamento se mantém seguro e individualizado.

 

Como organizar o check-up integral da mulher em cada fase da vida?

Para que o check-up feminino cumpra o papel de prevenção, especialistas destacam alguns pontos práticos. O acompanhamento com ginecologista, clínico geral ou médico de família permite planejar quais exames cada mulher deve fazer a cada ano. Esse planejamento considera não apenas a idade, mas todo o contexto de saúde individual. Além disso, o profissional avalia fatores sociais, rotina de trabalho e possibilidades de adesão.

 

Na juventude e fase reprodutiva: o foco recai sobre saúde sexual e reprodutiva, Papanicolau na faixa recomendada e rastreio de ISTs. Nesse período, o médico inclui exames de sangue básicos e reforça a orientação vacinal.

Após os 40 anos: ocorre ampliação da avaliação cardiometabólica. Nessa fase, as mulheres iniciam ou intensificam o rastreio de câncer de mama e colorretal. Além disso, elas recebem monitorização mais frequente da tireoide, do peso e da pressão arterial.

No climatério e pós-menopausa: o médico inclui densitometria óssea e reforça a vigilância cardiovascular e metabólica. As mulheres mantêm o rastreio oncológico adequado e recebem manejo dos sintomas relacionados à queda hormonal.

Em todas as etapas, o registro organizado de resultados facilita o acompanhamento periódico. O diálogo transparente com profissionais de saúde transforma dados de exames em ações concretas de cuidado. Dessa forma, a saúde da mulher em foco deixa de representar apenas um slogan e se torna uma prática contínua. Essa prática combina prevenção, detecção precoce e tratamento adequado, o que contribui para uma vida mais longa e com melhor qualidade.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/saude-da-mulher-em-foco-os-exames-indispensaveis-para-prevenir-doencas-e-garantir-qualidade-de-vida,2131546c7dbc8d56e7d3296741a5d8a12ur0o6x9.html?utm_source=clipboard - Por: Jonasmoura* *com uso de inteligência artificial / Giro 10 - depositphotos.com / Shidlovski

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Pilates na terceira idade: conheça o segredo para uma barriga firme


Entenda como o Pilates ajuda a fortalecer o abdômen e reduzir a flacidez na terceira idade de forma segura

 

Com o passar dos anos, é natural que o corpo perca massa muscular e elasticidade. O Pilates para idosos surge como a ferramenta perfeita para combater a flacidez abdominal.

 

Este método foca no fortalecimento do centro do corpo sem causar impactos agressivos. Ele garante um abdômen firme e melhora a qualidade de vida de quem já passou dos 60.

 

Por que o Pilates é ideal na terceira idade?

O Pilates respeita o ritmo de cada aluno e foca na precisão dos movimentos realizados. Para os idosos, isso significa fortalecer a barriga sem colocar a coluna em risco.

Muitos exercícios tradicionais de academia podem ser desconfortáveis para as articulações mais sensíveis. No Pilates, a suavidade dos movimentos protege os ossos e fortalece os músculos profundos.

Além de reduzir a flacidez, a prática ajuda muito no equilíbrio e na coordenação motora. Isso é fundamental para evitar quedas e garantir mais segurança nas tarefas diárias.

 

Exercícios simples para fazer em casa

O Pilates para idosos pode ser praticado de forma econômica e muito acessível. Muitos movimentos exigem apenas uma cadeira firme ou um tapete confortável no chão da sala.

Um dos exercícios mais recomendados é a ativação abdominal através da respiração profunda. Este movimento simples já começa a tonificar a musculatura interna de maneira eficiente.

 

Fortalecendo o core com segurança

Sentar e levantar da cadeira com controle é um excelente exercício de Pilates. Este movimento ativa a barriga e fortalece as pernas simultaneamente.

 

Importância da postura

A prática constante alinha a coluna e abre a região do peito. Uma postura melhorada reduz visualmente a barriga e combate a aparência de flacidez.

 

Benefícios reais contra a flacidez abdominal

A flacidez na terceira idade ocorre devido à diminuição do colágeno e da força muscular. O Pilates para idosos estimula a circulação e devolve o tônus aos tecidos.

 

Ajuda a sustentar os órgãos internos com mais firmeza.

Reduz as dores nas costas ao fortalecer o suporte abdominal.

Aumenta a disposição física para caminhadas e outras atividades.

 

Resultados sem pressa

O foco não deve ser a velocidade, mas sim sentir o músculo trabalhar. A consistência é o que realmente traz a firmeza de volta para a região abdominal.

 

Dicas para começar a praticar hoje

Sempre consulte seu médico antes de iniciar qualquer nova rotina de exercícios físicos. Começar com a orientação de um profissional de Pilates evita erros de postura comuns.

 

Tente praticar por 15 minutos, pelo menos três vezes durante a sua semana. Com o Pilates para idosos, você ganha um corpo mais forte e uma mente mais saudável.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/pilates-na-terceira-idade-conheca-o-segredo-para-uma-barriga-firme,3d3b350156d6627c24bf4e0c70e81913iazm2azs.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Longevidade: o que é, como alcançar (e 10 dicas para viver mais e melhor)


Longevidade é a capacidade de viver mais tempo com saúde, autonomia e bem-estar. Alguns fatores interferem diretamente na longevidade, como alimentação saudável e equilibrada, prática de atividade física regular, dormir bem e manter relações sociais saudáveis.

 

Além disso, realizar atividades que estimulem a função cognitiva, como jogos de raciocínio e estratégia, ou simplesmente assistir a um filme e relatar para outra pessoa, e fazer exames regularmente, também são estratégias que contribuem positivamente para uma vida mais saudável a curto, médio e longo prazo.

 

Assim, ao manter bons hábitos de vida, é possível garantir uma maior qualidade de vida, de forma que o envelhecimento acontece de forma mais ativa e saudável e com menor risco de doenças crônicas.

 

O que fazer para viver mais e melhor

Algumas dicas do que fazer para alcançar a longevidade são:

 

1. Ter uma alimentação equilibrada

A alimentação saudável e equilibrada, rica em frutas, vegetais, grãos integrais e legumes, fornece todos os nutrientes importantes para o bom funcionamento do corpo, contribuindo para a longevidade.

Além disso, a alimentação equilibrada é capaz de promover a formação e a manutenção das células envolvidas da imunidade, contribuindo para o equilíbrio do sistema imunológico e, consequentemente, diminuindo o risco de infecções.

É também importante beber pelo menos 2 litros de água por dia e evitar os alimentos ultraprocessados, como molhos prontos, macarrão instantâneo, refrigerante, biscoitos e embutidos, já que são ricos em açúcar e gorduras saturadas e trans, que aumentam o risco de doenças crônicas. Saiba mais sobre os alimentos ultraprocessados.

 

2. Praticar atividade física regularmente

A prática regular de atividade física é fundamental para a longevidade, já que os exercícios ajudam a preservar os músculos, ossos e saúde metabólica, além de também contribuir para a circulação sanguínea e o bom funcionamento do sistema imunológico, e estimular a liberação de substâncias associadas com a sensação de prazer e bem-estar, como a dopamina, serotonina e endorfina..

Dessa forma, é interessante realizar algum exercício físico pelo menos 3 vezes por semana, podendo na rotina de atividades incluir exercícios aeróbicos, de força e/ ou de mobilidade.

 

3. Manter um peso corporal saudável

O controle do peso corporal evita sobrecarga no sistema cardiovascular, no metabolismo e nas articulações, o que favorece uma vida mais longa com melhor qualidade.

Além disso, manter o peso dentro do adequado para a idade e altura ajuda a melhorar a qualidade do sono, a garantir mais energia para realizar as atividades do dia a dia e a diminuir a inflamação do corpo, contribuindo positivamente para o envelhecimento saudável e a longevidade.

 

4. Dormir bem

Ter uma boa noite de sono interfere diretamente na qualidade de vida, já que o sono suficiente e com qualidade pode contribuir para a regeneração do corpo, renovação celular, equilíbrio hormonal e função cognitiva.

É durante o sono que acontece a regulação do cortisol e da adrenalina, que são substâncias produzidas pelo corpo responsáveis pelo estresse e alerta. Assim, manter uma boa noite de sono ajuda a diminuir os níveis dessas substâncias no sangue, promovendo o relaxamento e melhorando a qualidade de vida.

 

5. Ter momentos de descanso

É importante que mesmo nas rotinas mais exigentes exista um momento de pausa e de descanso, para que a mente e o corpo relaxem e os níveis dos hormônios associados ao estresse possam diminuir.

Além disso, ao adotar momentos de descanso e relaxamento ao longo do dia, ao retornar à atividade, é possível que exista maior disposição e concentração, o que pode aumentar a produtividade, por exemplo, sem que haja sobrecarga.

 

6. Não fumar e evitar consumo excessivo de álcool

O hábito de fumar e/ ou de consumir bebidas alcoólicas em excesso podem acelerar o processo de envelhecimento, já que aumenta a quantidade de substâncias nocivas ao organismo circulantes e a inflamação, o que pode aumentar o risco de doenças e impactar diretamente na longevidade.

Dessa forma, é interessante evitar o tabagismo e o consumo de bebidas alcoólicas para garantir maior qualidade de vida.

 

7. Evitar o estresse

A médio e longo prazo, o estresse pode aumentar o risco de doenças, como AVC, infarto, pressão alta e depressão, por exemplo, já que interfere diretamente no bom funcionamento do organismo e provoca um desbalanço hormonal.

Assim, é importante adotar algumas estratégias que podem ajudar a relaxar e combater o estresse, como praticar meditação, yoga, caminhada, adotar técnicas de respiração, fazer uso de calmantes naturais, como passiflora e valeriana, além de realizar sessões de psicoterapia. Dessa forma, é possível ter uma vida mais longa e mais saudável.

 

8. Manter relações sociais

Manter relações saudáveis com familiares e amigos é fundamental para a qualidade de vida, já que promovem a sensação de bem-estar, impactando diretamente na longevidade. Além de manter as relações, é também interessante ter tempo de qualidade e praticar atividades prazerosas com essas pessoas, já que ajuda a manter a saúde do corpo e da mente.

 

9. Estimular o cérebro

Praticar atividades que estimulam a cognição ajudam a diminuir o risco e o impacto de doenças neurodegenerativas que podem surgir com o envelhecimento, como é o caso do Alzheimer, por exemplo, além de contribuir para a memória recente e a longo prazo, capacidade de aprendizado, raciocínio e pensamento.

Assim, é interessante ler um livro ou assistir a um filme e depois contar para outra pessoa, fazer palavras cruzadas, jogar xadrez ou dominó, por exemplo.

 

10. Fazer exames de saúde regularmente

Realizar exames de sangue regularmente ajudam a verificar como está o funcionamento do corpo e verificar se há alguma alteração que mereça atenção. Dessa forma, o médico pode iniciar precocemente o tratamento de fatores de risco relacionados a doenças que costumam aparecer à medida que a pessoa envelhece, como pressão e colesterol altos.

 

Assim, é possível manter a funcionalidade e a autonomia com o avançar da idade, promovendo a longevidade.

 

Fonte: https://www.tuasaude.com/longevidade/ - Revisão médica: Lasse Koivisto - Criado por: Marcela Lemos Biomédica

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Dicas para incluir atividades físicas na sua rotina


A prática de exercícios auxilia em uma melhor qualidade de vida

 

Inserir atividades físicas regulares na rotina é possível por meio de simples ajustes. É o caso de optar por escolhas de hábitos mais saudáveis, como realizar caminhadas, usar as escadas ao invés de elevadores, fazer pequenas pausas para se alongar e investir em exercícios leves. Dessa forma o corpo se mantém ativo, impulsionando no bem-estar do organismo.

 

Uma dica importante para auxiliar nesse processo é reservar um horário fixo do dia para a realização das atividades a fim de garantir constância. Além disso, considerando que o corpo é composto por uma série de sistemas que se conectam, a alimentação também impacta diretamente na saúde.

 

De acordo com o nutrólogo, especialista em emagrecimento, desempenho físico e distúrbios hormonais, do Instituto SoulMais, Dr. Neto Borghi, para aqueles que desejam uma vida mais saudável e buscam o emagrecimento, a escolha dos alimentos é um dos fatores mais importantes. Por isso, para manter uma dieta balanceada é preciso priorizar alimentos ricos em nutrientes e controlar as calorias.

 

O profissional esclarece que a alimentação influencia na prática de atividades físicas. Isso porque as refeições são as responsáveis por fornecer energia para a prática dos exercícios. Desse modo, ingerir proteínas, carboidratos complexos e gorduras saudáveis contribui para ativar o metabolismo e manter a massa muscular durante a perda de peso.

 

Dicas de exercícios físicos

Muitas pessoas não praticam atividades físicas pela impossibilidade de frequentar uma academia ou centro de treinamento. Porém, movimentar-se pode ser um hábito realizável em casa e sem equipamentos especiais. Confira abaixo as principais indicações que auxiliam a sair do sedentarismo.

 

Polichinelos

Agachamentos

Flexões

Prancha

Abdominais

 

“Esses exercícios são ótimos para serem feitos em casa. Eles não exigem equipamentos e são eficazes para queima de calorias e tonificação muscular. Além disso, atividades como subir e descer escadas, dançar e pular corda também são boas opções para aumentar o gasto energético.”, explica o especialista.

 

O ideal é praticá-los pelo menos de 3 a 5 vezes por semana, com sessões de 30 a 60 minutos. Essa regularidade permite ao corpo se manter ativo, impulsionando a queima calórica contínua. Uma outra dica para aumentar a adesão aos exercícios é variar os tipos de atividades, trabalhando diferentes grupos musculares e evitando o tédio.

 

Bons hábitos

Além dos exercícios físicos e da alimentação, outros hábitos influenciam na qualidade de vida. Dormir bem, manter uma boa hidratação e gerenciar o estresse são costumes que ajudam na perda de peso, na disposição e no bem-estar.

 

Além disso, reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados, evitar bebidas açucaradas e controlar o tamanho das porções também são práticas fundamentais. Assim, ter uma rotina e disciplina com alimentação e exercícios facilita a adoção desses hábitos a longo prazo.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/dicas-para-incluir-atividades-fisicas-na-rotina.phtml - Foto: Shutterstock

quinta-feira, 30 de outubro de 2025

5 motivos para ir ao ginecologista regularmente


Visitas ao médico ajudam a garantir a saúde e a qualidade de vida às mulheres

 

Consultar regularmente o ginecologista é fundamental para a detecção precoce de doenças e para a promoção da saúde feminina em todas as fases da vida. As visitas ao médico permitem acompanhar o funcionamento do sistema reprodutor, identificar alterações hormonais e prevenir infecções ou complicações mais sérias.

 

O acompanhamento também orienta sobre métodos contraceptivos, cuidados íntimos e exames preventivos, como o papanicolau e a mamografia, que ajudam a garantir bem-estar e qualidade de vida às mulheres. "O ginecologista é o profissional que acompanha a mulher em todas as fases da vida, desde a adolescência até a maturidade. Essas consultas são oportunidades não apenas para detectar doenças, mas também para promover bem-estar, discutir hábitos saudáveis e tirar dúvidas sobre o próprio corpo", explica a Dra. Tatiana Chaves, professora de Ginecologia da Afya Goiânia.

 

No entanto, segundo dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), estima-se que cerca de 4 milhões de brasileiras nunca procuraram atendimento ginecológico. Para a Dra. Tatiana Chaves, a dificuldade de manter o acompanhamento médico está relacionada, em grande parte, à rotina das mulheres.

 

"As pacientes relatam falta de tempo na maioria das vezes. Algumas mencionam esquecimento da data da última consulta, poucas dizem não saber da importância, e muitas contam que cuidar de netos ou de pais as impede de agendar o próprio atendimento", diz.

 

Abaixo, a médica da Afya Goiânia lista cinco motivos que reforçam a importância de visitar regularmente o ginecologista. Confira!

 

1. Prevenção de doenças graves

A consulta com ginecologista permite rastrear e detectar precocemente enfermidades como câncer de colo do útero, câncer de mama, infecções sexualmente transmissíveis e disfunções hormonais. "A visita periódica ao ginecologista não é apenas para tratar sintomas, é para cuidar da saúde antes que o problema apareça", explica a Dra. Tatiana Chaves. Com esse acompanhamento, mulheres têm mais chance de tratamento mais simples, menos invasivo e melhores prognósticos.

 

2. Orientação sobre sexualidade, reprodução e contracepção

Independentemente da idade ou se tem ou não filhos, a consulta é uma oportunidade de esclarecer dúvidas sobre contracepção, planejamento familiar, vida sexual saudável, menopausa ou climatério. Além disso, permite avaliar fatores de risco, adaptar métodos contraceptivos conforme o ciclo de vida e promover uma sexualidade mais informada.

 

3. Cuidado integral: hormônios, ciclo menstrual e bem-estar

Problemas hormonais, como SOP (Síndrome dos Ovários Policísticos), endometriose e menopausa precoce, ou alterações no ciclo menstrual, como cólicas severas, sangramentos fora de hora e tensão pré-menstrual (TPM) acentuada, podem ser tratados ou acompanhados com mais eficácia quando há vínculo com um ginecologista.

"Quando a mulher trata seu ciclo e seus hormônios de forma regular, o impacto vai além da saúde reprodutiva, ele atinge seu humor, sono, disposição e qualidade de vida", comenta a professora da Afya Goiânia.

 

4. Construção de vínculo e acompanhamento ao longo da vida

Ter um ginecologista de confiança facilita o acompanhamento ao longo dos anos, com menos ansiedade, melhores esclarecimentos, histórico clínico organizado e adaptações conforme novas fases da vida (como gestação, pós-parto e climatério). Essa continuidade favorece que o profissional conheça seu histórico, o que significa diagnósticos mais rápidos e condutas mais adequadas.

 

5. Empoderamento feminino e autocuidado

Ir ao ginecologista regularmente é um ato de autocuidado e protagonismo: você assume o controle da sua saúde, das decisões sobre seu corpo, gera mais consciência sobre sinais e o que é normal ou digno de atenção. "Quando a mulher se coloca no centro do cuidado, a ginecologia se torna aliada de sua liberdade, bem‐estar e autonomia", finaliza a Dra. Tatiana Chaves.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/5-motivos-para-ir-ao-ginecologista-regularmente,e34351a15dcf745b4ef8f30c89931640hna9z5n1.html?utm_source=clipboard - Por Beatriz Felicio - Foto: Pixel-Shot | Shutterstock / Portal EdiCase

sexta-feira, 17 de outubro de 2025

10 dicas essenciais para envelhecer com mais saúde


Veja hábitos para manter a autonomia e a qualidade de vida com o passar dos anos e o avanço da idade

 

A expectativa de vida tem aumentado. O avanço da ciência tem sido um aliado na busca por viver mais e melhor, mas não é uma trajetória simples: depende de vários fatores, e a nutrição é um dos pilares para envelhecer com mais saúde. O Dia Mundial da Alimentação, celebrado em 16 de outubro, ressalta a importância de uma dieta equilibrada para um envelhecimento saudável e a conquista da sonhada longevidade.

 

Projeções da Divisão de População da ONU (Organização das Nações Unidas) mostram que, globalmente, a população com 60 anos ou mais era de 195 milhões em 1950. Passou para cerca de 600 milhões em 2000, atingiu 1 bilhão em 2018 e, nesse ritmo, projeta-se a marca de 2 bilhões em 2048 e 3 bilhões em 2100.

 

O envelhecimento saudável começa muito antes da velhice e influencia diretamente o metabolismo, o funcionamento cerebral, o sistema imunológico e a prevenção de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e obesidade.

 

"Quando assumimos nossas escolhas no prato, não vale culpar as prateleiras repletas e atraentes dos supermercados, o fast-food, as bebidas açucaradas, os snacks. As tentações não são proibidas, mas devem ser coibidas quando colocamos em primeiro lugar nossa saúde e bem-estar", observa o Prof. Dr. Durval Ribas Filho, nutrólogo, Fellow da The Obesity Society - TOS (EUA), presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e palestrante do CBN 2025.

 

Conforme o médico, não basta viver por mais tempo, é preciso viver bem durante mais tempo. "A 'gana' é ser um longevo, sim, mas atingir a chamada agerasia — um envelhecimento com saudabilidade, autonomia e qualidade de vida — para aproveitar esses anos extras, impensáveis há algumas décadas", ressalta.

 

A seguir, confira as dicas do Prof. Dr. Durval Ribas Filho para envelhecer com saúde!

 

1. Descascar e desembalar menos 

Sempre priorize alimentos in natura e minimamente processados, como frutas, verduras, legumes, grãos integrais e proteínas magras. "Não existem receitas milagrosas, mas há evidências científicas de que certos padrões alimentares estão associados à longevidade, como a dieta mediterrânea e a alimentação tradicional japonesa, ricas em alimentos naturais e pobres em ultraprocessados", explica o médico.

 

2. Prefira gorduras "do bem" 

As gorduras "do bem" estão presentes em alimentos como azeite de oliva, abacate, castanhas e peixes ricos em ômega 3.

 

3. Menos sal e açúcar 

O exagero no consumo de sal e açúcar pode desencadear doenças sérias, como hipertensão e diabetes. Crie o hábito, à mesa, de reduzir ou até excluir a adição desses ingredientes na comida pronta, em sucos e no café.

 

4. Mais proteínas e fibras 

As proteínas são fundamentais para a manutenção da massa muscular. As fibras regulam o intestino e promovem saciedade. Peixes, ovos, leguminosas e grãos integrais são excelentes fontes desses nutrientes.

 

5. Beba água 

A água é imprescindível para o bom funcionamento dos órgãos e das funções vitais. A desidratação, em idosos, pode impactar o funcionamento cerebral e renal. Tenha como meta ingerir pelo menos 2 litros de água por dia para assegurar uma digestão eficiente, melhorar a circulação sanguínea e eliminar toxinas.

 

6. Sem excessos 

Comer com moderação contribui para controlar o metabolismo, reduzir o estresse oxidativo e a obesidade, além de diminuir os riscos de doenças cardiovasculares. Vale a regra do prato colorido, com vários grupos de nutrientes essenciais, como vitaminas, minerais e antioxidantes.

 

7. Atenção à saúde intestinal 

O eixo cérebro-intestino tem sido cada vez mais pesquisado, por ser um elo de suma importância para a imunidade e o bem-estar.

 

8. Durma mais e bem 

O sono adequado ajuda a reduzir o estresse e outros fatores que influenciam diretamente o envelhecimento celular.

 

9. Movimente-se 

A regularidade na atividade física auxilia na preservação da massa muscular e da capacidade funcional do organismo.

 

10. Mente e vida ativa 

O cérebro agradece quando não se vive isolado, pois precisa de estímulos contínuos para envelhecer bem.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/10-dicas-essenciais-para-envelhecer-com-mais-saude,fa377422b74522d4b678f627f460552fozz3eskp.html?utm_source=clipboard - Por Edna Vairoletti - Foto: Harbucks | Shutterstock / Portal EdiCase

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

Nutricionista revela segredos para ter mais qualidade de vida


A prática de exercícios físicos é fundamental para o bem-estar, mas sozinha ela não é capaz de garantir qualidade de vida absoluta

 

Quando falamos sobre qualidade de vida, a adoção de hábitos saudáveis é indispensável. No entanto, somente a prática regular de atividades físicas não é suficiente, apontam pesquisadores. Embora seja muito importante, ela não é capaz de compensar uma má alimentação. Por isso, é importante pensar em uma transformação completa de hábitos e comportamentos.

 

Como melhorar sua qualidade de vida

Um estudo da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Rhode Island afirma que programas que combinam dieta e exercício resultam em uma perda de peso 20% maior em comparação com a dieta sozinha. Além disso, se somar os dois a um sono de qualidade e o consumo adequado de água, o resultado não é apenas uma melhoria do funcionamento do organismo, mas também a prevenção de doenças. Isso, por sua vez, pode aumentar a longevidade e a qualidade de vida. Quem aponta é o nutricionista Matheus Motta, responsável pelo programa da Vigilantes do Peso no Brasil.

 

Matheus afirma que, com uma mudança positiva dos hábitos alimentares e a prática de atividade física, é possível sentir a resposta no corpo. Os efeitos são uma perda de peso saudável e sustentável, sono de qualidade, além de maior concentração e mais disposição. Isso porque todas essas mudanças estimulam a liberação de hormônios essenciais para nossa rotina, como serotonina e dopamina

 

Isso significa que, mais do que ajudar no controle de peso (reduzindo o risco de doenças como obesidade, hipertensão e diabetes), uma rotina ativa aliada a uma alimentação balanceada influencia na melhora da saúde mental, afastando os riscos de depressão e demência.

 

Alguns truques podem ajudar

Existem várias opções para quem deseja começar a se mexer e deixar de lado o sedentarismo. De simples caminhadas a aulas voltadas para modalidades específicas, como dança ou yoga, por exemplo. Para manter o foco, o que facilita é escolher algo com que realmente se identifique e que se encaixe com facilidade no dia a dia, aliando à uma alimentação balanceada, rica em nutrientes e vitaminas, e com baixo teor de açúcar, aconselha o profissional.

 

"Para a grande maioria das pessoas, a preocupação com um estilo de vida mais saudável, o bem-estar e a manutenção do peso está associada a restrições e privações de pequenos prazeres do dia-a-dia. Isso, na grande maioria das vezes, acaba fazendo com que desistam antes mesmo de começar. É importante poder contar com um plano alimentar flexível, que permite se alimentar de forma adequada, sem perder momentos prazerosos, como o VigilantesdoPeso", destaca o nutricionista.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/nutricionista-revela-segredos-para-ter-mais-qualidade-de-vida,ce5e862c53b994c7a7ad160aa3a762c0lizkks4m.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

domingo, 7 de setembro de 2025

Especialista dá dicas para ter um coração saudável


Especialista explica a importância dos cuidados cardíacos para a qualidade de vida

 

As doenças do coração estão entre as mais incidentes no Brasil e no mundo, sendo um problema de saúde pública que se manifesta no cotidiano da população. Nesse sentido, zelar pela saúde cardíaca é fundamental e influencia o bem-estar corporal. Por isso, manter um estilo de vida equilibrado e que adote bons hábitos é fundamental para a longevidade e qualidade de vida. 

 

Segundo o cardiologista do Hospital Albert Sabin de SP (HAS), Dr. Firmino Haag, algumas práticas simples podem ser essenciais para prezar pela vitalidade. "Implementar essas mudanças no estilo de vida pode fazer uma grande diferença na saúde do seu coração". 

 

É o caso de uma alimentação balanceada, que se baseie no consumo de frutas, verduras e legumes, evitando também o excesso de gorduras. Além disso, é necessário realizar atividades físicas regulares, em especial as aeróbicas como caminhada e ciclismo. Evitar a ingestão de cigarros, bebidas alcoólicas, manter a hidratação e evitar o estresse também são medidas que trazem benefícios. 

 

Papel do coração 

O especialista esclarece que o coração desempenha uma função crucial para a manutenção do equilíbrio do corpo. Entre os principais papéis do coração nesse processo, estão: 

 

Circulação sanguínea, na qual o coração bombeia o sangue para todo o corpo, garantindo que os tecidos recebam oxigênio e nutrientes essenciais

Regulação da pressão arterial, garantindo a manutenção do fluxo sanguíneo aos tecidos

Termorregulação

Equilíbrio de fluidos e eletrólitos

Resposta ao stress, seja ele físico ou emocional, garantindo a perfusão em órgãos nobres por meio do aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca 

Essas funções destacam a importância do coração não apenas como um órgão de bombeamento, mas também como um regulador fundamental que contribui para a estabilidade e funcionalidade do corpo humano.

 

Dicas para cuidar da saúde cardíaca

Ao buscar cuidar do coração, é fundamental realizar um acompanhamento com um cardiologista. Isso porque o profissional desempenha um papel importante para diagnósticos precoces, prevenção, tratamento adequado, avaliação de riscos e educação dos pacientes. 

 

Além disso, se indica um plano alimentar balanceado, rico em frutas, verduras e legumes, e que evite frituras. O consumo de carne branca, grãos integrais, oleaginosas, azeite de oliva e óleo de linhaça, chocolate amargo e chá-verde são boas opções. 

 

"É importante ressaltar a necessidade de se evitar a ingestão de gorduras em excesso, além de se limitar a ingestão de carne vermelha e carboidratos. Este último essencial para o controle do peso", informa o especialista.

 

Principais doenças cardíacas

1. Doença Arterial Coronariana: decorre do acúmulo de placas nas artérias coronárias, levando à diminuição do fluxo sanguíneo para o coração

2. Infarto do Miocárdio: ocorre quando uma artéria coronária sofre bloqueio, privando uma parte do coração de oxigênio

3. Insuficiência Cardíaca: quando o coração não consegue bombear o sangue corretamente

4. Arritmias cardíacas: ocasionadas pela desordem do ritmo cardíaco, podendo levar a morte

5. Cardiomiopatias: doença do músculo cardíaco que pode levar à insuficiência cardíaca.

 

Incidência das doenças do coração

Adotar medidas de prevenção é essencial para evitar a ocorrência das enfermidades. Apesar disso, alguns grupos apresentam maior propensão para o desenvolvimento das condições cardíacas. Confira os principais fatores de risco abaixo.

 

Idade: pessoas mais velhas, no geral, apresentam maiores chances de apresentar problemas no coração

Histórico familiar: ter parentes próximos que tiveram doenças cardíacas aumenta o risco

Estilo de vida: fatores como sedentarismo, alimentação inadequada, obesidade, tabagismo e stress excessivo

Doenças pré-existentes: como a hipertensão, a diabetes e o colesterol alto podem elevar os riscos

Gênero: homens geralmente têm maior propensão a desenvolver doenças cardíacas em idades mais jovens. Já as mulheres enfrentam riscos significativos após a menopausa 

Apneia do sono: essa condição pode aumentar as chances de hipertensão, arritmias e outras condições cardíacas

Por fim, o cardiologista ressalta que os grupos de risco devem se manter informados. "Consultem profissionais de saúde para avaliações regulares e estratégias de prevenção. A adoção de um estilo de vida saudável pode ajudar a mitigar esses riscos.", finaliza.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/especialista-da-dicas-para-ter-um-coracao-saudavel,431788c7b75162e62ae0d87603929a76u7h9o0rz.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia