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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Comida de rua e bebida no Carnaval: especialista dá dicas para evitar riscos


Carnaval chegou e, com ele, agitação, euforia e alegria. Mas, mesmo sendo um período intenso, alguns alertas devem ser lembrados, principalmente que envolvam comida de rua e bebida - que são itens encontrados em grande e larga escala ao redor de bloquinhos e festas.  Segundo o cirurgião do aparelho digestivo Dr. Rodrigo Barbosa a ingestão de alimentos preparados sem os devidos cuidados pode resultar em intoxicações alimentares, infecções gastrointestinais e outros problemas que podem acabar com a folia.

 

Manipulação inadequada e alimentos expostos são perigos no Carnaval

Os perigos não se restringem aos alimentos, é preciso ainda atenção as bebidas já que gelo de origem duvidosa pode causar viroses e diarreias severas. Para aproveitar o Carnaval sem contratempos, Dr. Rodrigo Barbosa recomenda dar sempre preferência a embalagens fechadas seja de bebidas ou de alimentos industrializados, já que oferecem menor risco de contaminação. "Com as altas temperaturas previstas para os próximos dias em todo o Brasil ainda é importante manter a hidratação, mas sempre com água mineral lacrada e de procedência confiável", diz. Além disso, a má conservação dos alimentos, a manipulação inadequada e os condimentos expostos ao calor podem levar à contaminação por bactérias como Salmonella e Escherichia coli, causando vômito, diarreia e febre. Além disso, carnes e ovos de espetinhos e lanches devem ser bem cozidos para evitar infecções intestinais graves.

 

Ressaca e dor de barriga: o que realmente funciona para evitar o mal-estar e o que é mito

Depois de horas de bloco, festas e poucas horas de sono, muita gente acorda no dia seguinte achando que a ressaca se resume à dor de cabeça. Mas o sistema digestivo também paga a conta — e às vezes com juros: enjoo, diarreia, dor abdominal, estufamento e queimação estão entre as queixas mais comuns no pós-Carnaval. Para o Dr. Rodrigo Barbosa, o mal-estar gastrointestinal é parte frequente da ressaca, mas também pode ser sinal de irritação importante do estômago e do intestino, ou até de infecção alimentar. "Não é só o cérebro que sofre com o excesso de álcool. O estômago produz mais ácido, o intestino pode acelerar demais e a mucosa digestiva fica irritada. Por isso, dor de barriga e diarreia são tão comuns depois da folia", explica.

 

Beber água entre as doses evita a ressaca?

VERDADE (parcial). Beber água ao longo da festa ajuda a reduzir a desidratação, que é um dos fatores da dor de cabeça, tontura e fraqueza. "Intercalar bebida alcoólica com água é uma das atitudes mais eficazes para diminuir o impacto geral da ressaca. Mas isso não impede a irritação do estômago nem os efeitos tóxicos do álcool no organismo", alerta o médico.

 

Comer antes de beber protege o estômago?

VERDADE (com ressalvas). Alimentar-se antes de consumir álcool ajuda a retardar a absorção da bebida, reduzindo a agressão imediata ao estômago. "O problema é que muita gente exagera na fritura achando que está 'forrando o estômago'. Comida muito gordurosa pode piorar náusea, refluxo e sensação de estufamento depois", explica.

 

Comer algo pesado no fim da festa "cura" a ressaca?

MITO. Aquela parada no fast food de madrugada pode até dar sensação momentânea de conforto, mas não resolve o problema. "Comida gordurosa demora mais para ser digerida. Se a pessoa já está com o estômago irritado pelo álcool, isso pode piorar a náusea, o refluxo e a dor abdominal", explica.

 

Quando a "ressaca" deixa de ser normal?

O especialista orienta procurar avaliação médica se houver:

 

Dor abdominal forte e localizada

Vômitos persistentes ou com sangue

Diarreia intensa ou com sangue

Febre

Sinais de desidratação (boca muito seca, tontura ao levantar, pouca urina)

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/comida-de-rua-e-bebida-no-carnaval-especialista-da-dicas-para-evitar-riscos,7607441983376211b2033622b9af85ecnboymio2.html?utm_source=clipboard - Por: Vivi Pettersen / Vibe Mundial - Foto: Vibe Mundial

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Confira 6 alimentos que ajudam a combater o cansaço excessivo


Além de reduzir a sensação de cansaço excessivo, esses alimentos também melhoram a disposição e o bom-humor

 

O cansaço excessivo é uma condição que pode surgir por diversas razões. A falta de sono ou a realização de inúmeras tarefas ao longo do dia estão entre as causas mais comuns. No entanto, é importante investigar a fundo, pois algumas doenças também possuem este sintoma. 

 

Veja lista de alimentos que melhoram a sensação de cansaço excessivo

 

Nesses casos, portanto, o recomendado é consultar um especialista para entender o motivo do cansaço excessivo. Assim, se ele não estiver relacionado a alguma patologia, você consegue contornar esse quadro por meio da alimentação. 

 

'Era como se alguém estivesse enfiando uma chave de fenda no meu rosto': a vida com a condição médica mais dolorosa do mundo

 

Por isso, a nutricionista Dani Borges preparou uma lista com os alimentos que ajudam a reduzir o cansaço, dando mais energia e disposição ao organismo. Veja abaixo:

 

Quais alimentos combatem o cansaço?

1. Chá-verde

O chá-verde é uma ótima opção para fugir do cansaço graças a cafeína, substância que possui ação termogênica e que proporciona mais energia e disposição. Além disso, a bebida auxilia na melhora do humor e bem-estar, pois possui um aminoácido que aumenta a produção de dopamina e serotonina, o triptofano. 

 

2. Guaraná em pó

Da mesma forma, o guaraná em pó também pode afastar o cansaço excessivo. "O pó de guaraná é fonte de cafeína, que é um estimulante do sistema nervoso e que proporciona muita energia e disposição. Usado com moderação ajuda a melhorar o ânimo e a disposição", conta a especialista.

 

3. Café

Na sequência, temos o clássico café preto. Ao mesmo tempo que dá energia, a bebida pode ajudar na melhora do humor. "A cafeína, presente no café, é a substância psicoativa que age no sistema nervoso central proporcionando aumento do estado de alerta, redução do sono, maior disposição e energia, sem contar que também pode melhorar o humor", afirma Dani.

 

4. Água de coco

Assim como o café, a água de coco também aumenta nossa energia! Além de melhorar a disposição, a bebida é uma ótima fonte de hidratação para aquelas pessoas que não gostam muito de consumir água no dia a dia. 

 

5. Açaí

Pode não parecer, mas o açaí também é fonte de disposição. O alimento é rico em carboidratos e gorduras insaturadas que auxiliam no controle da pressão arterial e do colesterol, além de proporcionar mais energia para o corpo. "É rico em vitaminas C, B1 e B2 e antioxidantes", pontua a nutricionista.

 

6. Chocolate amargo

Por fim, temos o chocolate! De acordo com Dani, a opção amarga possui uma alta concentração de cafeína e antioxidantes que nos protegem de doenças e otimizam a ação da cafeína no organismo.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/confira-6-alimentos-que-ajudam-a-combater-o-cansaco-excessivo,28e764524e113aea3966ddc1f65c61dfttjmktf2.html?utm_source=clipboard - Por: Raquel Barreto / Alto Astral - Foto: Shutterstock / Alto Astral

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Por que evitar a gordura no fígado é essencial para a sua saúde?

O acúmulo de gordura no fígado chama cada vez mais a atenção de médicos e pesquisadores, principalmente porque se liga ao estilo de vida atual, marcado por alimentação desequilibrada e sedentarismo. Esse quadro, conhecido como gordura no fígado ou doença hepática gordurosa, pode surgir mesmo em pessoas sem sintomas aparentes. Assim, muitos casos permanecem despercebidos por anos. Ainda assim, o impacto silencioso desse problema alcança diversas funções importantes do organismo.

 

Quando o fígado começa a armazenar gordura em excesso, ele deixa de desempenhar suas atividades com a mesma eficiência. Esse órgão metaboliza nutrientes, filtra substâncias tóxicas e ajuda no controle do colesterol e da glicose. Desse modo, quando você o sobrecarrega, ele fica mais vulnerável a inflamações e a lesões progressivas. Com o tempo, essas lesões podem se agravar se a pessoa não adotar mudanças na rotina e não realizar acompanhamento médico adequado.

 

Por que evitar a gordura no fígado é essencial para a sua saúde?

A palavra-chave central, gordura no fígado, se relaciona diretamente à prevenção de doenças crônicas. Diversos estudos apontam que o excesso de gordura hepática aumenta o risco de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, alterações no colesterol e hipertensão arterial. Em muitos casos, o fígado gorduroso se associa à chamada síndrome metabólica, um conjunto de fatores que eleva a chance de infarto e AVC.

 

Outro ponto importante envolve a esteatose hepática, nome técnico para esse acúmulo de gordura, que pode evoluir para inflamação do fígado, fibrose e até cirrose. Isso ocorre mesmo em pessoas que não consomem bebidas alcoólicas ou que bebem pouco. Portanto, a prevenção não significa apenas um cuidado isolado com o fígado. Ela funciona também como uma forma de proteger a saúde de todo o organismo, reduzir complicações futuras e evitar a necessidade de tratamentos mais complexos.

 

Quais são as principais causas da gordura no fígado?

A origem da gordura hepática costuma envolver uma combinação de fatores. Entre os mais frequentes, aparecem alimentação rica em ultraprocessados, excesso de açúcar e gorduras saturadas, além de baixa ingestão de fibras, frutas, legumes e verduras. O consumo regular de bebidas alcoólicas, mesmo em quantidades consideradas moderadas, também contribui para o quadro em algumas pessoas.

 

Outros fatores que se associam à doença hepática gordurosa incluem:

 

Sobrepeso e obesidade, especialmente com acúmulo de gordura abdominal;

Resistência à insulina e pré-diabetes;

Colesterol e triglicerídeos elevados;

Sedentarismo e baixa prática de atividade física;

Uso prolongado de certos medicamentos, conforme orientação médica;

Histórico familiar de problemas hepáticos ou metabólicos.

 

Em muitos casos, mais de um desses fatores aparece ao mesmo tempo, o que aumenta ainda mais a probabilidade de o fígado acumular gordura. Por esse motivo, a investigação clínica normalmente inclui exames de sangue e ultrassonografia. Em situações específicas, o médico também solicita outros métodos de imagem para avaliar melhor o órgão e acompanhar a evolução.

 

Como identificar sinais e cuidar da gordura no fígado no dia a dia?

Na maior parte das vezes, a gordura no fígado não provoca sintomas claros nas fases iniciais. Ainda assim, algumas pessoas relatam cansaço frequente, sensação de peso abdominal ou desconforto do lado direito do abdômen. Contudo, esses sinais também podem surgir em outros problemas. Por isso, exames de rotina ganham grande relevância, principalmente em quem já apresenta fatores de risco, como excesso de peso, colesterol alto ou histórico de diabetes na família.

 

As principais formas de cuidado envolvem mudanças progressivas no estilo de vida. Entre as estratégias mais citadas por profissionais de saúde, destacam-se:

 

Ajuste alimentar: Reduzir açúcares, frituras, bebidas açucaradas e produtos industrializados, além de aumentar o consumo de alimentos in natura.

Controle do peso: Promover perda gradual de gordura corporal, principalmente na região abdominal, já que essa redução costuma diminuir de forma significativa a gordura hepática.

Atividade física regular: Praticar caminhadas, musculação, exercícios aeróbicos e outras modalidades para auxiliar no controle da glicose e dos lipídios.

Moderação no álcool: Em pessoas com fígado gorduroso, o médico geralmente restringe ou suspende o consumo de bebidas alcoólicas, de acordo com cada caso.

Monitoramento médico: Realizar acompanhamento periódico com exames para avaliar a evolução do quadro e ajustar as condutas.

 

Alguns casos exigem acompanhamento com nutricionista, endocrinologista ou hepatologista, especialmente quando a pessoa também apresenta outras doenças metabólicas. A orientação especializada ajuda a adaptar as mudanças de forma realista à rotina individual. Assim, você aumenta a chance de manter hábitos mais saudáveis ao longo do tempo e de obter resultados duradouros.

 

Quais hábitos ajudam a proteger o fígado a longo prazo?

Para reduzir o risco de fígado gorduroso e de suas complicações, a adoção de uma rotina protetora funciona como um investimento de longo prazo na saúde. Hábitos simples, como manter hidratação adequada, priorizar alimentos frescos e planejar refeições com antecedência, ajudam a diminuir a quantidade de gordura e açúcar ingerida de forma automática no dia a dia.

 

Entre as medidas frequentemente recomendadas, você pode incluir:

 

Colocar legumes e verduras em pelo menos duas refeições diárias;

Dar preferência a grãos integrais, como arroz integral e aveia;

Consumir fontes de gordura considerada mais saudável, como peixes, castanhas e azeite de oliva, em quantidades adequadas;

Evitar o hábito de "beliscar" alimentos ricos em sal, gordura e açúcar entre as refeições;

Estabelecer horários regulares para dormir, já que o sono desregulado também interfere no metabolismo.

 

Quando você compreende que a gordura no fígado se relaciona a uma rede de fatores, torna-se mais fácil enxergar a prevenção como um processo contínuo, e não como uma medida isolada. A combinação de escolhas alimentares equilibradas, prática de atividades físicas e acompanhamento médico periódico tende a favorecer não apenas o fígado, mas a saúde geral. Dessa forma, você aumenta as chances de viver com menos limitações e com menor risco de complicações futuras.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/por-que-evitar-a-gordura-no-figado-e-essencial-para-a-sua-saude,dc8ddfbb306b423d6873592df6936db80k1eboc7.html?utm_source=clipboard - Por: Jonasmoura* *com uso de inteligência artificial / Giro 10

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Alimentos que parecem saudáveis, mas não são


Alguns podem esconder açúcar, sódio e aditivos que prejudicam a dieta.

 

Nem sempre um alimento com aparência saudável realmente faz bem ao corpo. Embalagens atrativas, rótulos "fit" e promessas de praticidade podem enganar quem busca uma alimentação equilibrada.

 

Segundo a nutricionista Jéssica Rodrigues, alguns produtos muito populares escondem ingredientes que merecem atenção. A seguir, ela lista quatro alimentos que parecem saudáveis, mas que devem ser consumidos com cautela.

 

Barra de cereal

As barras de cereal são vistas como opções práticas para o dia a dia. No entanto, muitas marcas possuem altas quantidades de açúcar na composição.

"Geralmente, as marcas famosas têm até cinco tipos de açúcares em uma barra de 30 g", explica Jéssica Rodrigues.

Segundo a nutricionista, esse tipo de produto não é indicado para quem deseja emagrecer, especialmente quando consumido com frequência no lanche da tarde.

 

Peito de peru

Apesar da fama de alimento leve, o peito de peru industrializado passa por muitos processos. Ele costuma conter sódio, conservantes e aditivos químicos.

Não há nada de natural. Até o gosto defumado é sintético. Normalmente, o produto é feito a partir de uma mistura de soja ou farinha de mandioca com maltodextrina, batida com carne de peru.

 

Biscoito água e sal

Muito associado a dietas leves, o biscoito água e sal também pode enganar. Sua composição inclui farinha de trigo branca, gordura vegetal, malte, leite em pó e fermento.

É um carboidrato simples e não é indicado para quem quer emagrecer. O consumo frequente pode atrapalhar os objetivos nutricionais.

 

Iogurte

O iogurte é outro exemplo de alimento que parece saudável, mas exige atenção. A maioria das versões industrializadas contém açúcares adicionados, amido modificado e aromas artificiais.

"Ele só será uma boa opção quando tiver dois ou, no máximo, três ingredientes", finaliza a nutricionista.

Analisar os rótulos e entender a composição dos alimentos é fundamental para evitar escolhas que parecem saudáveis, mas não contribuem para uma alimentação equilibrada.

 

Alimentos realmente saudáveis para incluir na rotina

Para evitar escolhas que parecem saudáveis, mas não são, a nutricionista Jéssica Rodrigues recomenda priorizar alimentos menos processados e com poucos ingredientes. Essas opções costumam oferecer melhor qualidade nutricional e menos aditivos.

 

Alguns exemplos para o dia a dia incluem:

 

Frutas in natura: fornecem fibras, vitaminas e ajudam na saciedade.

Oleaginosas: castanhas e nozes, consumidas com moderação.

Carnes frescas: frango, peixe e ovos, preparadas em casa.

Tubérculos: batata-doce e mandioca, fontes de energia mais naturais.

Iogurte natural: sem açúcar e com poucos ingredientes, que pode ser combinado com frutas.

 

Essas escolhas ajudam a manter uma alimentação mais equilibrada e reduzem o consumo de produtos ultraprocessados, comuns entre os alimentos que parecem saudáveis, mas não são.

 

Por que priorizar alimentos saudáveis no dia a dia?

Consumir alimentos saudáveis diariamente é um dos principais pilares para manter o corpo em equilíbrio. Uma alimentação baseada em escolhas mais naturais ajuda a fornecer vitaminas, minerais e fibras essenciais para o bom funcionamento do organismo.

 

De acordo com a nutricionista Jéssica Rodrigues, priorizar alimentos com poucos ingredientes e menor grau de processamento contribui para uma rotina alimentar mais consciente.

 

Esse hábito pode auxiliar no controle do peso, na melhora da disposição e na redução do consumo excessivo de açúcar, sódio e aditivos químicos.

 

Além disso, escolher alimentos saudáveis facilita a leitura dos rótulos e diminui a dependência de produtos ultraprocessados, que muitas vezes parecem opções práticas, mas não oferecem boa qualidade nutricional.

 

 Com escolhas simples no dia a dia, é possível manter uma alimentação equilibrada sem abrir mão da praticidade.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/alimentos-que-parecem-saudaveis-mas-nao-sao,988a01919f53d51bcda33f6b85965bcemo02t7o5.html?utm_source=clipboard  


sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Libido em alta: alimentos que estimulam o desejo natural


Quer aumentar a libido de forma natural? Conheça alimentos poderosos que podem estimular o desejo sexual e melhorar sua vida íntima.

 

O que é a libido e como ela funciona?

A libido é o termo usado para descrever o desejo sexual de uma pessoa. Esse desejo pode ser influenciado por diversos fatores, como hormônios, saúde física e mental, e até a alimentação.

 

Em alguns momentos da vida, a libido pode diminuir, o que pode afetar a qualidade da vida sexual.

 

É importante entender que a libido é única para cada pessoa e pode variar de acordo com o estilo de vida, níveis de estresse, alimentação e até mesmo o relacionamento com o parceiro. Além disso, certos alimentos têm o poder de estimular a libido, ajudando a aumentar o desejo sexual de forma natural e saudável.

 

Se você está buscando maneiras de melhorar sua libido, a alimentação pode ser uma aliada poderosa. Existem vários alimentos que são conhecidos por estimular o desejo sexual, proporcionando mais energia e vitalidade para o corpo e mente.

 

Alimentos que aumentam a libido de forma natural

 

Chocolate amargo

O chocolate amargo é um dos alimentos mais conhecidos por suas propriedades que ajudam a aumentar a libido. Ele contém feniletilamina, uma substância que estimula a liberação de endorfinas, hormônios associados ao prazer.

Além disso, o chocolate amargo também contém flavonoides, que ajudam a melhorar a circulação sanguínea, favorecendo a saúde sexual.

Consumir chocolate amargo com moderação pode ser uma maneira deliciosa de melhorar o desejo sexual. Lembre-se de escolher chocolate com alto teor de cacau, para garantir os melhores benefícios.

 

Abacate

O abacate é rico em gorduras saudáveis, vitaminas e minerais, e é considerado um alimento afrodisíaco natural. Ele contém vitamina E, que é essencial para a produção de hormônios sexuais, além de ajudar a aumentar a circulação sanguínea.

O abacate também é uma boa fonte de magnésio, que pode aumentar os níveis de energia e reduzir o estresse, fatores que também afetam diretamente a libido.

Incorporar o abacate em sua dieta pode ser uma maneira saborosa de dar um “up” no desejo sexual.

 

Gengibre

O gengibre é um potente estimulante da circulação sanguínea e tem sido usado por séculos para melhorar a saúde sexual. Ele pode aumentar a libido, promovendo um aumento no fluxo sanguíneo para as zonas erógenas, além de ajudar a combater a fadiga e melhorar a disposição.

Você pode adicionar gengibre fresco em sucos, chás ou em preparações culinárias para potencializar sua libido de forma natural e saudável.

 

Frutos do mar

As ostras, em particular, são bem conhecidas por suas propriedades afrodisíacas. Elas são ricas em zinco, um mineral fundamental para a produção de testosterona, hormônio crucial para o desejo sexual tanto em homens quanto em mulheres.

Além disso, os frutos do mar como camarões e mariscos também são ricos em aminoácidos que ajudam a melhorar a circulação e aumentar a energia.

Se você quer intensificar sua libido, incluir ostras ou frutos do mar na sua alimentação pode ser uma boa escolha.

 

Melancia

A melancia é um alimento que tem ganhado destaque por seus efeitos benéficos para a libido. Ela contém citrulina, um aminoácido que melhora o fluxo sanguíneo, atuando de maneira semelhante ao viagra natural.

A melancia também é rica em antioxidantes, que ajudam a combater o envelhecimento precoce das células e a melhorar a saúde cardiovascular, fatores importantes para uma boa função sexual.

Além de refrescante e saborosa, a melancia pode ser uma ótima opção para estimular a libido de maneira natural.

 

Especiarias

As especiarias, especialmente a canela e a pimenta, são conhecidas por suas propriedades estimulantes. Elas podem ajudar a aumentar a temperatura corporal e melhorar a circulação sanguínea, o que pode ter um impacto direto na libido.

A pimenta, por exemplo, contém capsaicina, que estimula as endorfinas e pode causar uma sensação de prazer. A canela, por sua vez, é uma especiaria afrodisíaca que ativa a circulação e aumenta a energia.

Adicionar um toque de canela ou pimenta na comida pode ser uma maneira simples de melhorar a libido.

 

Nozes e amêndoas

Nozes e amêndoas são ricas em ácidos graxos essenciais, que ajudam a melhorar a produção hormonal e aumentar a libido. As nozes são uma excelente fonte de zinco, que contribui para a produção de testosterona.

Elas também contêm magnésio, um mineral importante para reduzir o estresse, outro fator que pode prejudicar a libido.

Comer nozes e amêndoas regularmente pode proporcionar os nutrientes necessários para um desejo sexual mais elevado.

 

Frutas vermelhas

As frutas vermelhas são ricas em antioxidantes e vitaminas, que ajudam a melhorar a circulação sanguínea e reduzem os radicais livres no organismo. Esses benefícios contribuem para a saúde geral do corpo e, consequentemente, para uma libido mais ativa. Além disso, as frutas vermelhas têm um sabor delicioso, tornando a ingestão desses alimentos uma experiência prazerosa.

Adicionar morangos, framboesas ou amoras à sua dieta pode ser uma maneira saudável de melhorar a libido.

 

A importância de manter uma alimentação equilibrada

Embora os alimentos mencionados acima possam ajudar a aumentar a libido, é importante lembrar que uma alimentação equilibrada é essencial para a saúde sexual. Evitar dietas ricas em alimentos processados, açúcares refinados e gorduras saturadas é fundamental para o bom funcionamento do corpo.

 

Suplemento alimentar

Além disso, manter-se hidratado e praticar atividades físicas regularmente são práticas que também contribuem para o aumento da libido e a melhora da saúde sexual. O equilíbrio entre dieta, exercício e saúde mental é a chave para uma vida sexual saudável.

 

Dicas extras para estimular a libido

Reduza o estresse: O estresse é um dos maiores inimigos da libido. Encontrar formas de relaxar, como praticar meditação, yoga ou outras atividades relaxantes, pode ajudar a melhorar o desejo sexual.

 

Durma bem: O sono de qualidade é essencial para manter os níveis de hormônios sexuais equilibrados. Dormir o suficiente ajuda a manter a libido alta.

 

Pratique exercícios regularmente: A atividade física melhora a circulação sanguínea e aumenta a produção de endorfinas, hormônios responsáveis pela sensação de prazer.

 

Evite o consumo excessivo de álcool: O álcool pode diminuir a libido e afetar a performance sexual. Consumir com moderação é fundamental para manter uma vida sexual saudável.

 

A libido é influenciada por diversos fatores, e a alimentação desempenha um papel fundamental no aumento do desejo sexual. Ao incluir alimentos como chocolate amargo, abacate, gengibre, frutos do mar e frutas vermelhas na sua dieta, você pode estimular sua libido de forma natural.

 

Além disso, manter um estilo de vida saudável e equilibrado é essencial para melhorar a saúde sexual e o desejo.

 

Se você deseja aumentar a libido de forma saudável e duradoura, invista em uma dieta equilibrada, reduza o estresse e busque sempre manter um estilo de vida ativo e positivo.

 

Fonte: https://saudeemdia.com.br/noticias/libido-em-alta-alimentos-que-estimulam-o-desejo-natural.phtml#google_vignette - Foto: Reprodução/Shutterstock

domingo, 18 de janeiro de 2026

Nutricionista comenta os 7 alimentos que ajudam a dormir melhor


Entenda como uma dieta bem elaborada pode auxiliar o descanso adequado e a recuperação do seu organismo

 

Optar por alimentos que ajudam a dormir melhor é uma ótima maneira de cuidar da saúde. Afinal, a insônia é um dos problemas mais comuns da sociedade atual e pode, por exemplo, causar sérios danos para o bem-estar. Ou seja, cuidar do descanso é fundamental para ter uma boa qualidade de vida. Dessa maneira, o ideal é abastecer o corpo com nutrientes e substâncias funcionais, como vitamina B6, magnésio e triptofano.

 

“O triptofano, assim que reconhecido pelo nosso cérebro, estimula a produção de um neurotransmissor chamado serotonina. Ele é responsável pela regulação do sono, bom humor e sensação de bem-estar. A ingestão de vitamina B6 e magnésio ajuda na produção do triptofano em nosso corpo”, explica Bettina Del Pino, nutricionista especializada em nutrição clínica e esportiva.

 

Dessa maneira, com a ajuda da especialista, separamos sete alimentos que ajudam a dormir melhor. Confira:

 

Alimentos que ajudam a dormir melhor

 

1. Grãos integrais: grandes fornecedores de carboidrato, contêm vitaminas e minerais que podem auxiliar numa melhor absorção de triptofano.

 

2. Castanhas e sementes: são fontes ricas em triptofano. Além disso, são fornecedoras de magnésio, que auxilia no combate dos efeitos do hormônio do estresse. 

 

3. Aveia: é fonte de melatonina, conhecida popularmente como hormônio do sono. A substância auxilia a adormecer mais facilmente.

 

4. Grão-de-bico, ervilha, feijão, lentilha e soja: fontes ricas de triptofano, além de vitaminas do complexo B, que ajudam no bom funcionamento do sistema nervoso.

 

5. Banana: rica em triptofano, carboidratos e magnésio, responsáveis pelo auxílio na produção de hormônios como a serotonina e melatonina, que contribuem para a qualidade do sono.

 

6. Frutas vermelhas e kiwi: são ricas em antioxidantes, que favorecem o controle e o tratamento dos distúrbios do sono.

 

7. Maracujá: o maracujá tem propriedades calmantes, que atuam diretamente no sistema nervoso central, produzindo efeito analgésico e relaxante muscular.

 

O que evitar

A nutricionista ainda lembra que alguns alimentos devem ser evitados durante a noite, pois deixam o corpo em alerta ou são de difícil digestão. “Deve-se evitar bebidas com cafeína, como chá preto, chá mate, chá verde, café e energético, alimentos gordurosos, frituras, refrigerante e bebidas alcoólicas”, orienta.

 

“Uma alimentação saudável e balanceada é forte aliada no combate à insônia, mas é aconselhável que as pessoas procurem acompanhamento médico”, finaliza Bettina.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/nutricionista-revela-7-alimentos-que-ajudam-a-dormir-melhor.phtml - Foto: Shutterstock

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

O que você come pode causar pesadelos


Estudo realizado na Universidade de Montreal, no Canadá, sugere que pessoas com sintomas mais graves de intolerância à lactose tendem a relatar pesadelos mais frequentes. No estudo, os pesquisadores analisaram os hábitos alimentares e de sono de mais de 1.000 pessoas.

 

Os participantes responderam a um questionário detalhado como parte de uma aula de psicologia na faculdade. Aqueles que relataram ter sintomas digestivos graves devido ao consumo de laticínios também relataram mais pesadelos. Isso incluía pesadelos mais frequentes, maior sofrimento emocional causado pelos sonhos e efeitos mais duradouros que, às vezes, interferiam na vida diária.

 

Os alimentos mais frequentemente apontados como causadores dos pesadelos foram laticínios e doces. Especialistas afirmam que problemas estomacais podem perturbar o sono de maneiras que afetam os sonhos. Segundo eles, se alguém ingere um alimento que desencadeia sua intolerância à lactose, isso pode causar distúrbios do sono conhecidos como "microdespertares", e essas interrupções podem intensificar os pesadelos.

 

Ainda assim, especialistas alertam que o estudo não prova que laticínios causem pesadelos diretamente, e que outros fatores desconhecidos também podem estar envolvidos. Os pesquisadores também esperam testar outros grupos para obter ainda mais informações. Entretanto, quem suspeita que laticínios estejam afetando seu sono pode tentar reduzir o consumo.

 

Frontiers in Psychology. DOI: 10.3389/fpsyg.2025.1544475.

 

Fonte: https://www.boasaude.com.br/noticias/21866/o-que-voce-come-pode-causar-pesadelos.html?utm_source=terra_capa_vida-e-estilo&utm_medium=referral#google_vignette  

sábado, 3 de janeiro de 2026

Nutricionista indica 5 especiarias para deixar a imunidade em dia


Essas especiarias são ótimas opções para deixar imunidade em dia, além de serem super nutritivas e darem aquele sabor a mais para a sua comida

 

De forma geral, o sistema imunológico é a rede complexa de células, tecidos e órgãos, que trabalham em conjunto para proteger o organismo diante dos invasores. Nesse sentido, a nutricionista Marina Guedes vai sugerir cinco especiarias para deixar imunidade em dia:

 

As 5 especiarias para deixar imunidade em dia

Canela

"Amplamente utilizada na medicina tradicional chinesa, indiana, persa e unani por um longo período. Estimula positivamente a resposta imunológica, diminui a inflamação, atua positivamente na defesa contra a resposta inflamatória e, principalmente, no intestino", disse Marina.

 

Gengibre

"É uma fonte rica em compostos bioativos, como grupos fenólicos, alcaloides e esteroides, que têm efeito medicinal. Eles são relatados por apresentarem atividades antieméticas, antipiréticas, analgésicas, antiartríticas e anti-inflamatórias. Vários estudos demonstraram que o gengibre e seus compostos bioativos mostraram atividade antiviral", pontuou.

 

Pimenta

"Possui compostos bioativos, como alcaloide que é conhecida por possuir muitas propriedades farmacológicas interessantes, como anti-inflamatória, antioxidante, analgésica, antimicrobiana, e entre outras", comentou.

 

Cúrcuma

"É o ingrediente mais eficaz extraído dos rizomas da planta. Vários experimentos mostraram que a curcumina possui diversos efeitos farmacológicos, como regulação da imunidade, antioxidante, inibição da inflamação, antitumoral, anti angiogênico, anticoagulante e eliminação de radicais livres", garantiu.

 

Alho

"O alho possui alto valor nutritivo, melhora o sabor dos alimentos e também ajuda na digestão. O alho possui uma ampla gama de efeitos farmacológicos, como anti-inflamatório, antioxidante, antifúngico, entre outros. A alicina, produzida pela enzima alliinase do alho a partir da alliin é conhecida por suas amplas atividades antifúngicas e antivirais", concluiu Marina Guedes.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/nutricionista-indica-5-especiarias-para-deixar-a-imunidade-em-dia,06689b2766c64b1d75287a4bacd01650dqnybrm1.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

domingo, 28 de dezembro de 2025

10 frutas e vegetais que cientificamente reduzem a inflamação


Frutas e vegetais de cores vivas são poderosos alimentos anti-inflamatórios, ricos em antioxidantes que protegem células e imunidade

 

Ao analisar a alimentação sob a ótica da ciência, um ponto aparece com frequência em estudos recentes: frutas e vegetais com cores vivas tendem a ser fortes aliados no combate à inflamação crônica. Pesquisas em nutrição e medicina indicam que esses alimentos carregam uma combinação de compostos bioativos, vitaminas e minerais que atuam em diferentes etapas do processo inflamatório do organismo.

 

A inflamação, quando se torna persistente, é associada a diversas condições, como doenças cardiovasculares, resistência à insulina e problemas articulares. Nesse contexto, alimentos coloridos de origem vegetal ganham destaque por oferecerem antioxidantes e substâncias naturais capazes de modular respostas inflamatórias, sem a necessidade de intervenções medicamentosas em situações de rotina.

 

O que a ciência entende por inflamação e como a alimentação interfere?

Do ponto de vista científico, a inflamação é uma resposta de defesa do corpo diante de lesões, infecções ou agentes irritantes. Em situações agudas, é um mecanismo essencial. O problema surge quando esse estado inflamatório se mantém por longos períodos, mesmo sem um agressor claro. Estudos publicados até 2025 mostram que dietas ricas em ultraprocessados, açúcares simples e gorduras trans estão associadas ao aumento de marcadores inflamatórios no sangue.

 

Em paralelo, pesquisas com padrões alimentares baseados em frutas, verduras, legumes, grãos integrais e gorduras de boa qualidade indicam redução de substâncias como a proteína C-reativa e certas citocinas inflamatórias. Nesse cenário, os alimentos de cores intensas se destacam por apresentarem maior concentração de pigmentos naturais com ação antioxidante e anti-inflamatória.

 

Por que frutas e vegetais de cores vivas são considerados alimentos anti-inflamatórios?

A principal explicação apontada por pesquisas científicas é a presença de compostos chamados fitoquímicos. Eles são substâncias bioativas produzidas pelas plantas para se protegerem de radiações, pragas e outros estresses. Quando consumidos por humanos, esses compostos podem atuar como antioxidantes, reguladores de enzimas e moduladores de vias inflamatórias.

 

Entre os fitoquímicos mais estudados estão:

 

Carotenoides (como betacaroteno e licopeno), comuns em alimentos alaranjados e vermelhos;

Antocianinas, presentes em opções roxas, azuis e algumas vermelhas;

Flavonoides em geral, encontrados em frutas cítricas, folhas verdes e vegetais variados;

Vitamina C e vitamina E, com ação antioxidante relevante;

Polifenóis, associados à redução de radicais livres e modulação da inflamação.

 

Pesquisas demonstram que essas substâncias ajudam a neutralizar radicais livres, moléculas instáveis que podem danificar células e tecidos, favorecendo processos inflamatórios. Além disso, alguns pigmentos coloridos interferem diretamente em vias metabólicas ligadas à expressão de genes inflamatórios, reduzindo a produção de mediadores pró-inflamatórios.

 

 

 

Como as cores dos alimentos se relacionam com seus benefícios?

A cor de cada fruta ou vegetal geralmente indica a predominância de determinados compostos. Estudos em nutrição de precisão usam essa relação cor-nutriente como uma forma prática de orientar escolhas alimentares no dia a dia. Não se trata de regra absoluta, mas de um padrão útil para entender por que esses alimentos de tonalidades intensas são considerados potenciais anti-inflamatórios naturais.

 

Vermelhos: costumam ser ricos em licopeno e outros carotenoides, associados à proteção vascular.

Laranjas e amarelos: apresentam altos teores de betacaroteno e vitamina C, importantes para o sistema imune.

Roxos e azuis: concentram antocianinas, ligadas à proteção contra danos oxidativos.

Verdes escuros: oferecem clorofila, folato, magnésio e flavonoides diversos.

De forma geral, quanto maior a variedade de cores naturais no prato, maior a diversidade de compostos bioativos ingeridos, o que amplia o potencial de apoio ao controle da inflamação. Por isso, muitos protocolos dietéticos focados na redução de inflamação, como padrões inspirados na dieta mediterrânea, recomendam a presença diária de diferentes frutas e hortaliças intensamente coloridas.

 

De que maneira esses alimentos entram na rotina alimentar?

Estudos observacionais e ensaios clínicos destacam que o efeito anti-inflamatório não depende de um único alimento isolado, mas do conjunto da dieta. No entanto, a inclusão frequente de frutas e vegetais de cores marcantes é uma das estratégias mais citadas em pesquisas de prevenção de doenças crônicas relacionadas à inflamação.

 

Algumas formas comuns de incorporar esses alimentos ao dia a dia incluem:

 

Adicionar frutas coloridas em lanches intermediários;

Montar refeições principais com metade do prato composta por vegetais variados;

Alternar preparações cruas e cozidas para aproveitar diferentes nutrientes;

Utilizar hortaliças de cores distintas em saladas, refogados e sopas;

Preferir sucos com a fruta inteira batida, preservando fibras, em vez de versões coadas e adoçadas.

A literatura científica ressalta também o papel das fibras presentes nesses alimentos. Elas contribuem para o equilíbrio da microbiota intestinal, que, segundo estudos recentes, tem relação direta com a regulação da inflamação sistêmica.

 

Quais são alguns exemplos de frutas e vegetais de cores vivas com potencial anti-inflamatório?

Diversos trabalhos em revistas científicas listam alimentos específicos que se destacam pela combinação de cor intensa, alta densidade nutricional e teor elevado de compostos bioativos relacionados à modulação da inflamação.

 

A seguir, estão dez exemplos frequentemente citados em pesquisas como alimentos com potencial anti-inflamatório:

 

1. Frutas vermelhas (morango, amora, framboesa)

2. Mirtilo (blueberry)

3. Uva roxa

4. Tomate

5. Cenoura

6. Abóbora

7. Pimentão vermelho

8. Espinafre

9. Brócolis

10. Beterraba

 

Esses exemplos não esgotam as opções disponíveis, mas ilustram como a ciência vê nas cores intensas das plantas um indicativo de compostos que podem auxiliar no controle da inflamação quando integrados a um padrão alimentar equilibrado e variado.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/10-frutas-e-vegetais-que-cientificamente-reduzem-a-inflamacao,0499bdf76dafa2bc0670b48f00042cc7510zv0nv.html?utm_source=clipboard - Por: Carlos Vieira* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / MicEnin

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Mais saúde em 2026: veja hábitos para colocar em prática no próximo ano


Descubra como começar o novo ano cuidando de si com mais consciência e praticidade

 

A virada de ano tradicionalmente traz consigo o desejo de mudanças positivas, especialmente quando o assunto é saúde e bem-estar. Perder alguns quilos, praticar exercícios regularmente e ter noites de sono reparadoras costumam estar no topo da lista de resoluções. No entanto, todas essas conquistas compartilham um ponto de partida comum: a qualidade da nossa alimentação diária, que determina não apenas nosso peso, mas também nossa energia, imunidade e equilíbrio emocional.

 

"A alimentação é o combustível do nosso corpo. Ela influencia tudo, desde o sistema imunológico até o equilíbrio hormonal e emocional. Não se trata de dietas passageiras, mas de entender que comer bem é um investimento direto na nossa saúde física e mental", explica o Prof. Dr. Durval Ribas Filho, nutrólogo, Fellow da Obesity Society FTOS (USA) e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

 

Então, se você deseja transformar suas intenções em ações concretas, confira, abaixo, seis resoluções práticas focadas em saúde e bem-estar para 2026!

 

1. Redescubra os alimentos de verdade

Com tanta oferta de ultraprocessados, é preciso ser resiliente e focar o básico: comer mais alimentos integrais e minimamente processados. Isso significa, por sua vez:

 

Priorizar frutas, verduras, legumes, grãos integrais, ovos, carnes magras, feijões e castanhas;

Evitar produtos com listas longas de ingredientes, aditivos químicos ou nomes que você mal consegue pronunciar.

Essa é uma mudança simples que pode trazer mais energia, além de regular o intestino e até melhorar a pele e o sono.

 

2. Planeje melhor as refeições

Na correria, é fácil recorrer a refeições rápidas e pobres em nutrientes. Em 2026, organização é a chave para comer melhor sem esforço.

 

Dicas práticas:

 

Reserve um tempo no fim de semana para planejar os cardápios;

Cozinhe porções maiores e congele marmitas saudáveis;

Tenha sempre à mão lanches práticos e nutritivos, como iogurte natural, frutas frescas ou oleaginosas.

Esse planejamento reduz o estresse das decisões de última hora, bem como evita gastos extras e ajuda a manter o foco na saúde.

 

3. Hidrate-se com meta realista

Beber água ainda é um dos hábitos mais negligenciados e mais essenciais. Afinal, a hidratação adequada melhora a digestão, a concentração, a saúde da pele e até o humor. Para tanto:

 

Mantenha uma garrafa com água sempre por perto;

Ajuste a quantidade conforme peso, clima e nível de atividade.

Se tiver dúvidas, converse com seu médico para adaptar esse hábito à sua realidade.

 

4. Movimente-se mais

Alimentação e atividade física são, certamente, aliados inseparáveis. Não é preciso virar atleta, mas manter o corpo ativo diariamente é fundamental para o equilíbrio físico e mental.

 

Sugestões acessíveis:

 

Caminhadas de 20 a 30 minutos;

Alongamentos ao acordar;

Pausas ativas durante o trabalho (levantar, se esticar, movimentar os ombros).

"A atividade física potencializa os efeitos de uma boa alimentação: melhora o metabolismo, o sono e regulariza o apetite", reforça o nutrólogo.

 

5. Reduza o açúcar com trocas inteligentes

Uma das maneiras mais simples e eficazes de melhorar a alimentação em 2026 é repensar o que se bebe. Refrigerantes, sucos industrializados, bebidas energéticas e até chás "prontos" estão entre os principais responsáveis pelo excesso de açúcar na dieta dos brasileiros.

 

Substitua ao menos uma dessas bebidas por água, água com gás ou chás sem açúcar. Acrescente fatias de limão, folhas de hortelã ou pedaços de gengibre à sua água para dar sabor sem adição de açúcar. Parece pouco, mas esse pequeno gesto tem grande impacto na nossa saúde.

 

6. Informe-se sobre sua alimentação 

Comer melhor exige conhecimento. Em vez de seguir dietas da moda, que tal transformar o aprendizado sobre nutrição em um hábito de longo prazo?

 

Ideias práticas:

 

Informe-se e leia conteúdos em fontes confiáveis de saúde;

Marque uma consulta com um especialista para receber orientações personalizadas.

"Quanto mais você entende sobre alimentos e como eles atuam no seu corpo, mais autonomia tem para escolher de forma saudável, não por dieta, mas por estilo de vida", conclui o Prof. Dr. Durval Ribas Filho.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/mais-saude-em-2026-veja-habitos-para-colocar-em-pratica-no-proximo-ano,e9078670bc3d1dc5663aa66717cfcec4he6gwtti.html?utm_source=clipboard - Por Andréa Simões - Foto: Drazen Zigic | Shutterstock / Portal EdiCase