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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

O que comer para ganhar massa muscular? Nutricionista lista opções de alimentos


O que comer para ganhar massa muscular? Veja os alimentos que podem ajudar na hipertrofia e como montar uma alimentação mais estratégica.

 

Para ganhar massa muscular, não basta aumentar o consumo de proteínas ou repetir os mesmos alimentos todos os dias. O resultado depende da combinação entre treino de força, descanso e uma alimentação capaz de fornecer energia e nutrientes suficientes para a recuperação muscular.

 

Por isso, quem busca o que comer para ganhar massa muscular encontra uma resposta que vai além do tradicional frango com batata-doce.

 

Proteínas, carboidratos, gorduras saudáveis, vitaminas e minerais participam dessa estratégia e devem aparecer de forma equilibrada na rotina.

 

O que comer para ganhar massa muscular?

Segundo o nutricionista Matheus Medeiros, um erro comum é olhar apenas para a proteína e esquecer dos outros nutrientes envolvidos no processo.

 

"Para favorecer o ganho de massa muscular, também é preciso consumir energia suficiente e manter uma alimentação variada, com boas fontes de carboidratos, gorduras saudáveis, vitaminas e minerais", explica.

 

Proteínas: alimentos essenciais para a construção muscular

As proteínas fornecem aminoácidos utilizados pelo organismo na síntese de proteínas musculares, processo importante para a recuperação e adaptação após o treino de força.

Além da quantidade total consumida no dia, a qualidade das fontes proteicas também deve ser considerada.

 

O que comer para ganhar massa muscular: proteínas

 

Carboidratos: energia para melhorar o treino

Os carboidratos ainda são vistos por algumas pessoas como inimigos da hipertrofia, mas eles têm papel importante no fornecimento de energia para os exercícios.

Uma ingestão adequada ajuda a manter o desempenho durante os treinos e a reposição do glicogênio muscular, reserva de energia utilizada pelo corpo.


O que comer para ganhar massa muscular: carboidratos

 

Gorduras saudáveis também fazem parte da alimentação

As gorduras não devem ser eliminadas por quem deseja ganhar massa muscular. Elas participam da absorção de vitaminas, do fornecimento de energia e de diferentes funções do organismo.

O ideal é priorizar fontes com melhor qualidade nutricional.

 

Vitaminas e minerais também importam

Vitaminas e minerais não aumentam a massa muscular diretamente, mas participam de processos importantes para o funcionamento do organismo, metabolismo energético e recuperação após o exercício.

Por isso, uma alimentação voltada à hipertrofia também deve incluir variedade de vegetais e frutas, como:

 

Brócolis, couve e espinafre: fornecem fibras, vitaminas e minerais.

Cenoura e tomate: ajudam a ampliar a variedade de nutrientes da dieta.

Frutas cítricas: contribuem com vitamina C e outros compostos importantes.

Frutas vermelhas: oferecem fibras e compostos bioativos.

Outras frutas e verduras: ajudam a complementar a ingestão de micronutrientes.

Quanto mais variada for a alimentação, maior a chance de atingir diferentes necessidades nutricionais.

 

O que comer no café da manhã para ganhar massa muscular?

O café da manhã pode ser uma boa oportunidade para incluir proteínas e carboidratos de qualidade, principalmente para quem treina pela manhã ou tem dificuldade de distribuir esses nutrientes ao longo do dia.

Não existe uma combinação única que funcione para todas as pessoas. A escolha depende da rotina, do horário dos treinos e das necessidades nutricionais de cada um.

 

Algumas opções incluem:

 

Ovos mexidos com pão integral: combina proteínas e carboidratos em uma refeição simples.

Iogurte natural com aveia e frutas: reúne proteínas, fibras e energia.

Vitamina de leite com banana e aveia: alternativa prática para quem prefere uma refeição líquida.

Tapioca recheada com queijo branco e ovos: oferece carboidratos e proteínas.

Pão integral com ricota e uma fruta: opção rápida para variar as fontes de nutrientes.

 

É preciso comer de 3 em 3 horas para ganhar massa muscular?

Não. A ideia de que é obrigatório fazer uma refeição a cada três horas para ganhar massa muscular se tornou bastante popular, mas não é uma regra sustentada pela ciência atual.

O mais importante é atingir a quantidade adequada de proteínas e energia ao longo do dia.

Distribuir esses nutrientes em diferentes refeições pode ser uma estratégia interessante, mas o intervalo exato entre elas pode variar conforme a rotina de cada pessoa.

Para Matheus Medeiros, a alimentação precisa ser organizada de forma prática e sustentável.

"Mais importante do que comer exatamente de três em três horas é manter uma alimentação que forneça proteínas e energia suficientes ao longo do dia. A estratégia precisa funcionar dentro da rotina para ser mantida", orienta.

 

Quanto de proteína é necessário para ganhar massa muscular?

A quantidade de proteína necessária varia conforme peso corporal, idade, nível de treinamento, objetivo e ingestão total de energia.

Para pessoas que praticam exercícios de força e buscam hipertrofia, a International Society of Sports Nutrition (ISSN) indica uma ingestão diária em torno de 1,4 a 2,0 gramas de proteína por quilo de peso corporal para a maioria dos praticantes.

Esse valor não significa que consumir mais proteína sempre levará a mais músculos.

O ganho de massa muscular depende da combinação entre estímulo do treino, disponibilidade de energia, descanso e alimentação adequada.

Também é importante distribuir o consumo proteico ao longo do dia, em vez de concentrar grandes quantidades em apenas uma refeição.

 

Suplementos ajudam a ganhar massa muscular?

Os suplementos podem ser úteis em algumas situações, principalmente quando existe dificuldade para atingir as necessidades nutricionais apenas com os alimentos.

No entanto, eles não substituem uma alimentação equilibrada nem um treinamento adequado.

 

Whey protein

O whey protein é uma fonte concentrada de proteínas derivada do leite. Ele pode ser uma opção prática para complementar a ingestão proteica quando a rotina dificulta o consumo de alimentos ricos em proteínas.

Para quem consegue atingir as necessidades diárias pela alimentação, o suplemento pode não ser necessário.

 

Creatina

A creatina monoidratada é um dos suplementos mais estudados na nutrição esportiva.

Associada ao treinamento de força, ela pode contribuir para melhorar o desempenho em exercícios de alta intensidade e favorecer ganhos de força e massa muscular ao longo do tempo.

Seus efeitos dependem da combinação com treino regular e alimentação adequada.

 

Maltodextrina

A maltodextrina é um suplemento de carboidrato usado para aumentar a oferta de energia.

Ela pode ter utilidade em situações específicas, como para atletas ou pessoas com alto gasto energético.

Para grande parte das pessoas que treinam de forma recreativa, porém, os carboidratos dos alimentos costumam ser suficientes.

 

Quando procurar um nutricionista?

A alimentação para ganho de massa muscular pode variar bastante de uma pessoa para outra. Por isso, o acompanhamento profissional pode ajudar a montar uma estratégia mais adequada.

 

Vale procurar um nutricionista quando houver:

 

dificuldade para ganhar peso ou massa muscular;

dúvidas sobre quantidade de proteínas e calorias;

interesse em iniciar o uso de suplementos;

necessidade de organizar a alimentação em torno dos treinos;

objetivos específicos relacionados ao desempenho esportivo.

A avaliação individual permite ajustar a alimentação considerando rotina, preferências e metas.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/o-que-comer-para-ganhar-massa-muscular-nutricionista-lista-opcoes-de-alimentos,52f139622f6b740c17a002743412d10byya3h7w6.html?utm_source=clipboard - Foto: SaúdeLAB

quinta-feira, 4 de junho de 2026

7 alimentos ricos em proteína além dos ovos e do frango


Quem busca aumentar a ingestão de proteínas pode variar o cardápio com opções que vão muito além dos alimentos mais tradicionais

 

Quando o assunto é proteína, frango e ovos costumam ser os primeiros alimentos que vêm à mente. Eles realmente são fontes importantes do nutriente, mas estão longe de ser as únicas opções para quem deseja montar refeições equilibradas.

 

Variar as fontes proteicas ajuda a tornar a alimentação mais interessante e ainda amplia a oferta de vitaminas, minerais e outros nutrientes importantes para o organismo.

 

Confira sete alimentos ricos em proteína que merecem espaço no cardápio.

 

1. Atum

O atum está entre os alimentos mais ricos em proteína e ainda oferece praticidade para o dia a dia.

Ele pode ser utilizado em saladas, sanduíches, tortas e diversas preparações rápidas, tornando-se uma alternativa interessante para variar as refeições.

 

2. Iogurte grego

Além de cremoso, o iogurte grego costuma apresentar maior concentração de proteínas em comparação com versões tradicionais.

Ele pode ser consumido puro, com frutas ou utilizado em receitas doces e salgadas.

 

3. Queijo cottage

Muito presente em cardápios voltados para atividade física, o cottage combina boa quantidade de proteína com baixo teor de gordura em muitas versões disponíveis no mercado.

Seu sabor suave permite combinações com frutas, torradas, saladas e sanduíches.

 

4. Carne bovina magra

Cortes magros de carne bovina também são excelentes fontes de proteína.

Além do nutriente, fornecem minerais importantes, como ferro e zinco, que participam de diversas funções do organismo.

 

5. Lentilha

Entre as fontes vegetais, a lentilha se destaca pela combinação de proteínas e fibras.

Ela pode ser utilizada em sopas, saladas, acompanhamentos e até hambúrgueres vegetais, oferecendo uma alternativa interessante para quem deseja diversificar o consumo de proteínas.

 

6. Grão-de-bico

Versátil e nutritivo, o grão-de-bico aparece em receitas como saladas, pastas, ensopados e pratos principais.

Além das proteínas, ele também fornece fibras que ajudam a aumentar a saciedade.

 

7. Tofu

Produzido a partir da soja, o tofu é uma das principais fontes de proteína para vegetarianos e veganos.

Seu sabor neutro facilita o uso em diferentes preparações, desde pratos salgados até sobremesas.

 

Por que a proteína é importante?

A proteína participa da formação e manutenção de músculos, ossos, pele e diversos tecidos do corpo.

Além disso, ela contribui para processos relacionados à recuperação muscular, produção de enzimas e funcionamento adequado do organismo.

Por esse motivo, incluir boas fontes proteicas ao longo do dia faz parte de uma alimentação equilibrada, especialmente para pessoas fisicamente ativas.

 

Variar também é uma estratégia nutricional

Muitas vezes, o foco excessivo em poucos alimentos acaba tornando a alimentação repetitiva. Explorar outras fontes de proteína pode ajudar a trazer novos sabores para o prato e ampliar a diversidade nutricional das refeições.

Seja por praticidade, preferência alimentar ou simplesmente para fugir da rotina, existem diversas opções além do tradicional frango com ovos.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/7-alimentos-ricos-em-proteina-alem-dos-ovos-e-do- frango,05ac8f5ce8ad3a8ae582454ef40c13a2xmdn5b5f.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

quinta-feira, 30 de abril de 2026

10 alimentos ricos em proteína para incluir na dieta


Opções acessíveis e nutritivas para melhorar a alimentação no dia a dia

 

A proteína é um nutriente essencial para o bom funcionamento do corpo. Ela participa da construção muscular, da recuperação dos tecidos e também ajuda na saciedade. Por isso, incluir boas fontes na alimentação diária faz diferença, seja para quem treina ou apenas busca mais equilíbrio.

 

Por que consumir proteína todos os dias

O corpo precisa de proteína diariamente para manter suas funções. Diferente de outros nutrientes, ela não é armazenada em grandes quantidades, o que exige consumo constante.

 

Além disso, dietas ricas em proteína ajudam no controle do apetite. Isso pode contribuir tanto para o emagrecimento quanto para o ganho de massa muscular, dependendo do objetivo.

 

10 alimentos ricos em proteína para incluir na dieta

Existem diversas opções, tanto de origem animal quanto vegetal, que podem ser facilmente incluídas na rotina alimentar:

 

1. Ovos

São fontes completas de proteína e oferecem todos os aminoácidos essenciais. Além disso, são versáteis e fáceis de preparar no dia a dia.

 

2. Frango

Carne magra com alta concentração proteica, muito usada em dietas equilibradas. Combina com diferentes preparos e refeições.

 

3. Carne vermelha

Rica em proteína e ferro, contribui para a saúde muscular. Deve ser consumida com moderação dentro de uma dieta equilibrada.

 

4. Peixes

Opções como salmão, atum e sardinha oferecem proteína e gorduras boas. Também ajudam na saúde do coração.

 

5. Leite

Fonte de proteína e cálcio, pode ser consumido puro ou em preparações. É uma opção prática para diferentes momentos do dia.

 

6. Iogurte natural

Ideal para lanches, combina proteína com benefícios para o intestino. Pode ser consumido com frutas ou cereais.

 

7. Queijo

Alimento proteico e versátil, presente em diversas refeições. Existem opções com menor teor de gordura para quem busca equilíbrio.

 

8. Feijão

Muito comum na alimentação brasileira, é uma boa fonte de proteína vegetal. Também fornece fibras importantes.

 

9. Lentilha

Rica em proteína e fibras, contribui para a saciedade. É uma ótima alternativa para variar o cardápio.

 

10. Grão-de-bico

Versátil e nutritivo, pode ser usado em saladas, pastas e pratos quentes. Também é fonte de fibras e minerais.

 

Como incluir mais proteína na rotina

Pequenas mudanças já ajudam a aumentar o consumo ao longo do dia. Incluir ovos no café da manhã, adicionar fontes proteicas nas principais refeições e apostar em lanches com iogurte ou queijo são estratégias simples e eficazes.

 

Equilíbrio é essencial

Mesmo sendo importante, a proteína deve fazer parte de uma dieta equilibrada. O ideal é combinar com carboidratos, fibras e gorduras boas para garantir todos os nutrientes necessários.

 

Assim, o corpo funciona melhor e os resultados aparecem de forma mais consistente.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/10-alimentos-ricos-em-proteina-para-incluir-na-dieta,cdd9a2125f635be223f9690eef1026e6zoja26ij.html?utm_source=clipboard - Foto: SHutterstock / Sport Life

sábado, 10 de janeiro de 2026

Não gosto de academia: como me exercitar mesmo assim


Descubra alternativas acessíveis para movimentar o corpo sem precisar frequentar o ambiente das salas de musculação

 

A cena é comum: a resolução de ano novo inclui a matrícula na academia, mas o desânimo aparece antes mesmo do primeiro treino de pernas.

 

Para muita gente, o ambiente fechado, o som alto e a repetição das máquinas são barreiras que geram uma desistência precoce. Se você faz parte do grupo que "odeia academia", saiba que isso não é um decreto para o sedentarismo.

 

O segredo para manter a constância é entender que o melhor exercício é aquele que você realmente sente vontade de realizar, transformando o movimento em um momento de prazer, e não em uma obrigação torturante.

 

Confira opções de exercícios físicos:

1. Caminhada

Para quem está começando, a caminhada ao ar livre é uma das atividades físicas para iniciantes mais democráticas e eficazes. Além de não custar nada, ela permite que você mude o cenário, respire ar puro e controle o próprio ritmo.

Começar com 20 minutos diários em um parque ou até mesmo no bairro já é o suficiente para melhorar o condicionamento cardiovascular e reduzir os níveis de estresse. É o tipo de atividade que exige pouco planejamento e oferece resultados rápidos na disposição diária.

 

2. Dança e movimento com diversão

Se a monotonia dos pesos te afasta, a dança pode ser a solução ideal. Seja seguindo tutoriais em casa ou participando de aulas coletivas, dançar queima uma quantidade significativa de calorias enquanto trabalha a coordenação motora e a saúde mental.

O foco aqui não está na técnica perfeita, mas sim em manter o corpo em movimento de forma lúdica. É uma alternativa excelente para quem busca socialização ou prefere se exercitar no conforto do próprio quarto, longe de olhares alheios.

 

3. Pedaladas e a liberdade sobre duas rodas

A bicicleta é outra aliada poderosa para quem busca exercícios fora da academia. Além de ser um meio de transporte sustentável, pedalar fortalece as articulações e os membros inferiores com baixo impacto.

Explorar ciclovias ou trilhas leves nos finais de semana ajuda a construir resistência física sem que você sinta que está "treinando" de fato. A sensação de liberdade que a bike proporciona é um dos maiores incentivos para quem já desistiu de outros métodos mais tradicionais.

 

4. Exercícios simples no cotidiano

Muitas vezes, a atividade física está escondida em hábitos simples que ignoramos. Trocar o elevador pelas escadas, fazer alongamentos matinais ou realizar agachamentos enquanto espera o café ficar pronto são formas de manter o corpo ativo.

 

O importante é romper o ciclo de inatividade e entender que pequenos esforços somados ao longo do dia geram um impacto positivo na saúde a longo prazo. O corpo não diferencia se você está em um centro esportivo de luxo ou em uma praça; ele apenas responde ao estímulo que você oferece.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/nao-gosto-de-academia-como-me-exercitar-mesmo-assim,ba896fef6f4adac4695951dde63a9288bkbg0b3k.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Alimentos para dormir melhor: 10 opções leves para consumir à noite


Eles ajudam o organismo a produzir substâncias que contribuem para um sono profundo e reparador

 

Fim de ano é época de agenda cheia, compromissos que se estendem à noite, estímulos demais e aquela sensação conhecida: o corpo se deita, mas a mente não descansa. Com isso, é comum passar horas no celular na cama, acordar no meio da madrugada e, mesmo dormindo várias horas, sentir que o descanso não rendeu. Nesse cenário, a alimentação pode ser uma grande aliada.

 

A nutricionista Sabina Donadelli, que une ciência e práticas alimentares naturais, explica que alguns alimentos, quando consumidos à noite, funcionam quase como "mensageiros do relaxamento", ajudando o organismo a produzir serotonina e melatonina — substâncias essenciais para o sono profundo. "Dormir bem não depende apenas de hábitos digitais. A forma como jantamos dita o comportamento do corpo nas horas seguintes. Às vezes não falta sono, falta nutriente para desligar", afirma.

 

A seguir, ela lista 10 alimentos simples, acessíveis e perfeitos para incluir no jantar ou na ceia que favorecem um sono reparador, principalmente durante o período mais intenso do ano. Confira!

 

1. Banana

Rica em triptofano e magnésio, a banana ajuda a relaxar os músculos e a reduzir a tensão corporal. Quando combinada com canela, vira um calmante natural suave.

 

2. Kiwi

Quando consumido à noite, o kiwi pode ajudar no aumento do tempo total de sono e na redução de despertares. Ele é excelente para quem sente a mente acelerada ao se deitar.

 

3. Abacate

O abacate é fonte de gordura boa que sacia sem pesar e estabiliza a glicemia. "É um alimento que abraça o corpo", diz Sabina Donadelli. Com algumas gotas de limão, vira uma ceia leve e funcional.

 

4. Iogurte natural integral

O iogurte natural integral oferece triptofano e probióticos que favorecem a comunicação intestino-cérebro, ponto-chave para um sono mais profundo. O alimento pode ser acrescido de mel ou cacau.

 

5. Aveia

A aveia é fonte de fibras e triptofano. O seu consumo mantém o corpo nutrido durante a madrugada e evita aquela fome repentina durante o descanso.

 

6. Ovo

O ovo é uma proteína de fácil digestão. Uma porção pequena à noite pode estabilizar o apetite e reduzir a compulsão por doces antes de dormir.

 

7. Peixes magros (tilápia, linguado, salmão fresco)

Os peixes magros são ricos em ômega 3 e vitamina B6, que participam da produção de melatonina. Trata-se de uma opção leve para jantares tardios.

 

8. Frutas vermelhas

As frutas vermelhas são fontes de antioxidantes, que combatem inflamação e ajudam o corpo a "baixar a rotação". Morango com iogurte, por exemplo, é uma combinação certeira.

 

9. Chá de camomila ou erva-doce

O chá de camomila ou erva-doce não contém cafeína. Quando tomado 1 hora antes de se deitar, reduz a agitação mental e prepara o sistema nervoso para o descanso.

 

10. Castanhas (1 punhado)

As castanhas são fonte de magnésio, mineral relaxante que auxilia a musculatura a descansar. É importante não exceder a porção para evitar o peso gástrico.

 

Montando um jantar leve e eficiente

Para um jantar eficiente, a nutricionista Sabina Donadelli sugere pensar no prato como um trio simples: proteína leve com vegetal e um alimento calmante. Um exemplo de jantar prático para dias corridos é: peixe no vapor com legumes e meia banana com canela. Para uma ceia rápida, aposte em iogurte com aveia e morangos.

"Não se trata de comer pouco, e sim de comer com propósito. Quando nutrimos o corpo com os ingredientes certos, o sono chega mais macio", reforça.

 

Alimentos para evitar à noite

Jantares muito gordurosos, ultraprocessados, churrasco, pizza, excesso de queijos curados, frituras e chocolate perto do horário de dormir dificultam a digestão e prolongam o estado de alerta metabólico. "O corpo passa a noite tentando processar gordura e açúcar. Isso rouba energia do reparo celular, que é a função mais importante do sono", alerta Sabina Donadelli.

 

Cuide do jantar durante o fim de ano

Entre festas, confraternizações e rotina quebrada, é comum dormir tarde, beber mais, comer fora do horário e exagerar no açúcar. Ajustar o jantar pode minimizar danos, reduzir a retenção, melhorar o humor e garantir aquela sensação de acordar leve — mesmo em dezembro.

 

"O sono é o momento em que o corpo se reorganiza. Quando o jantar ajuda e não atrapalha, o amanhecer rende mais", finaliza Sabina Donadelli.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/alimentos-para-dormir-melhor-10-opcoes-leves-para-consumir-a-noite,945cc32389ae0e05d9e3bb08e966b646wd2wirv4.html?utm_source=clipboard - Por Silmara Sanches - Foto: Danijela Maksimovic | Shutterstock / Portal EdiCase

domingo, 23 de novembro de 2025

Veja o que são alimentos termogênicos e quais seus benefícios


Especialista indica boas opções para incluir na rotina alimentar

 

Alimentos termogênicos auxiliam no aumento do gasto de energia corporal durante os processos digestivos e metabólicos. Isso porque eles influenciam na elevação da temperatura corporal, acelerando o metabolismo e favorecendo a queima calórica. Assim, são ótimas opções naturais para incluir na dieta de emagrecimento.

 

Segundo o nutrólogo, especialista em emagrecimento, desempenho físico e distúrbios hormonais, do Instituto SoulMais, Dr. Neto Borghi, as escolhas alimentares impactam diretamente na perda de peso. No caso dos alimentos termogênicos, por meio deles é possível estimular o metabolismo e ajudar o corpo a gastar mais energia mesmo no repouso.

 

Além disso, eles podem aumentar a disposição física e mental, facilitando a prática regular de exercícios físicos. Essa dinâmica é fundamental para o emagrecimento a longo prazo, resultando também em um estilo de vida mais saudável e na promoção do bem-estar.

 

Conheça 10 alimentos termogênicos:

Café: conta com cafeína, que atua no sistema nervoso central, aumentando o metabolismo.Prefira seu consumo sem açúcar e ingira com moderação.

Cacau: possui cafeína e teobromina, que são compostos com ação termogênica que ajudam na promoção do gasto de energia e no emagrecimento.Opte por cacau puro em pó em receitas de doces saudáveis.

Canela: contém cinamaldeído, um composto bioativo que promove o aumento do metabolismo e estimula a queima de gordura corporal. Use em frutas, mingaus ou cafés.

Chá verde: tem boas quantidades de cafeína e catequinas, substâncias que estimulam o metabolismo e fazem o corpo gastar mais energia. Beba entre as refeições para estimular o metabolismo.

Gengibre: possui gingerol, uma substância com propriedades termogênicas que aceleram o metabolismo e favorece a perda de peso.Consuma em chás, sucos ou em temperos para peixes e sopas.

Brócolis: além de baixo em calorias, é rico em nutrientes e auxilia na saciedade alimentar. Consuma cozido no vapor, como acompanhamento ou em saladas.

Óleo de coco: rico em triglicerídeos de cadeia média, um tipo de gordura que estimula o sistema nervoso e resulta no aumento do metabolismo. Utilize em preparações como substituto de outras gorduras.

Mostarda: uma opção baixa em calorias e muito saborosa, ajudando no emagrecimento. Um ótimo complemento para sanduíches e carnes grelhadas.

Vinagre de maçã: auxilia no processo de digestão, ajudando na perda de peso. Pode ser usado em saladas e molhos.

Pimenta vermelha: possui capsaicina, um composto bioativo que aumenta a temperatura corporal e acelera o metabolismo. Acrescente pequenas porções em pratos como saladas, molhos ou carnes.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/alimentos-termogenicos-entenda-o-que-sao-seus-beneficios.phtml - Foto: Shutterstock

terça-feira, 16 de setembro de 2025

Veja alimentos e bebidas que ajudam a aumentar a energia


Nutricionista explica como evitar a fadiga e lista opções que ajudam na disposição ao longo do dia


A falta de energia no dia a dia pode ter origens variadas e geralmente está ligada a fatores multifatoriais. Entre eles, estão o sono inadequado, que impede o corpo de se recuperar plenamente, deficiências nutricionais que comprometem o funcionamento do organismo, e até condições de saúde mental, como estresse e ansiedade.

 

Outro ponto frequente, especialmente em tempos de busca por emagrecimento rápido, é a adoção de dietas restritas, que reduzem drasticamente a ingestão de nutrientes e acabam deixando o corpo sem combustível suficiente para manter o ritmo das atividades diárias.

 

"Dietas muito restritivas, que cortam muitos grupos alimentares ou reduzem drasticamente o consumo de calorias, podem levar à queda da energia. Isso acontece porque o corpo deixa de receber nutrientes essenciais para produzir combustível. O resultado é fadiga, preguiça e até perda de massa muscular", alerta a nutricionista Patrícia Davidson, referência em saúde feminina e equilíbrio hormonal.

 

Para ela, a melhor alternativa não é excluir, mas, sim, ajustar. "A solução é apostar em um cardápio equilibrado e individual com fontes de carboidratos de qualidade, proteínas magras e gorduras boas, voltado para o objetivo e necessidades de cada indivíduo. Em vez de cortar demais, prefira ajustar as porções e priorizar alimentos nutritivos", aconselha.

 

Alimentos que aumentam a disposição

Mesmo quem não está fazendo uma dieta restrita pode acordar sem energia ou sentir preguiça na hora de malhar. Para mudar esse cenário, Patrícia Davidson lista alimentos que melhoram a disposição:

Frutas ricas em frutose e fibras, como banana, maçã e laranja, fornecem energia rápida e estável. Associadas a oleaginosas como castanhas, nozes e amêndoas, evitam o pico glicêmico das frutas e ainda oferecem magnésio e gorduras boas, que ajudam na disposição;

Aveia e cereais integrais liberam energia de forma gradual, evitando picos de cansaço.

Ovos são fonte de proteína e vitaminas do complexo B, que participam diretamente do metabolismo energético;

Batata-doce, mandioca e arroz integral são fontes de carboidratos complexos que sustentam a energia por mais tempo.

 

Bebidas que aumentam a energia

De acordo com a nutricionista, algumas bebidas também contribuem para a produção de energia:

Água, a hidratação é fundamental para manter a disposição, já que a fadiga muitas vezes é causada pela desidratação;

Bebidas com cafeína, como café e chá verde, estimulam o sistema nervoso e melhoram o foco;

Smoothies com frutas e proteína são uma opção prática e nutritiva, especialmente se incluírem frutas ricas em vitamina C, como morango e laranja, que ajudam a combater o cansaço.

 

Bebidas que causam queda de energia

Patrícia Davidson também aponta quais bebidas podem prejudicar a disposição:

Refrigerantes e bebidas muito açucarados: dão energia imediata, mas logo provocam queda brusca devido ao efeito rebote;

Álcool: interfere no sono e na absorção de nutrientes, levando à fadiga;

Bebidas energéticas em excesso: apesar da alta cafeína, podem gerar o efeito contrário, causando ansiedade, queda de foco e forte fadiga depois.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/veja-alimentos-e-bebidas-que-ajudam-a-aumentar-a-energia,685580282e3e325abce44d119e50d340pnxrhtlf.html?utm_source=clipboard - Por Thiago Martins - Foto: pics five | Shutterstock / Portal EdiCase

quinta-feira, 7 de agosto de 2025

5 alimentos que vão te dar mais energia para treinar


Antes de treino, é importante fazer uma alimentação que tenha fontes de energia para ter mais disposição e força. A nutricionista Vanessa Furstenberger lista cinco boas opções que podem ser consumidas de 30 a 60 minutos antes do treino para fornecer mais energia. São elas:

 

Banana com pasta de amendoim

Iogurte natural com aveia e mel

Pão integral com queijo branco ou cottage

Tapioca com ovo mexido ou frango desfiado

Vitamina de fruta com aveia e whey protein

 

Enquanto os carboidratos são o combustível principal, as proteínas e as gorduras saudáveis desempenham papéis importantes na performance e na recuperação.

 

As proteínas são essenciais para a reparação e construção muscular, enquanto as gorduras saudáveis ajudam na absorção de vitaminas e fornecem uma fonte de energia para exercícios de baixa intensidade e longa duração.

 

"Evite alimentos pesados, frituras ou ricos em fibras imediatamente antes do treino", orienta a especialista.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/5-alimentos-que-vao-te-dar-mais-energia-para-treinar,8cf5a2aa8db4fc06960e1c4c16fe57fck93fzhfl.html?utm_source=clipboard - Foto: Freepik

terça-feira, 3 de junho de 2025

Veja suplementos que contribuem para a saúde dos idosos



Algumas opções podem ajudar a manter a força muscular e a saúde das articulações

 

Com o avanço da idade, manter a força muscular e a saúde das articulações é essencial para preservar a autonomia e a qualidade de vida. A suplementação alimentar pode ser uma grande aliada, mas nem todos os produtos têm eficácia comprovada.

 

Para esclarecer o que realmente funciona após os 60 anos, o ortopedista Dr. Adriano Leonardi, referência nacional em cirurgia do joelho e medicina esportiva, explica os principais suplementos indicados e os cuidados necessários antes de incluí-los na rotina.

 

"Os suplementos mais eficazes para manter a massa muscular em idosos são aqueles com respaldo científico sólido, como proteína (whey ou vegetal isolada), creatina, vitamina D e ômega 3. Eles atuam de forma sinérgica com o exercício físico para combater a sarcopenia, que é a perda muscular ligada à idade", afirma.

 

Suplementos mais indicados

De acordo com o Dr. Adriano Leonardi, os principais suplementos alimentares com benefício comprovado para idosos são:

 

Proteína (whey ou vegetal isolada): fornece aminoácidos essenciais, especialmente leucina, que estimula a síntese proteica.

Creatina: aumenta força, massa muscular magra e pode melhorar a cognição.

Vitamina D: fundamental para a função muscular e prevenção de quedas.

Ômega 3: tem ação anti-inflamatória e ajuda na preservação muscular.

Magnésio e zinco: importantes para o bom funcionamento neuromuscular.

No entanto, o médico alerta que nem todos os idosos devem suplementar indiscriminadamente. "A indicação deve ser individualizada, baseada em exames laboratoriais, avaliação nutricional e no estilo de vida. A suplementação não substitui uma alimentação equilibrada, mas pode ser decisiva em casos de baixa ingestão proteica ou doenças crônicas", orienta.

 

Suplementos para as articulações

A saúde articular também pode se beneficiar de alguns suplementos alimentares, especialmente para quem convive com osteoartrite. Segundo o ortopedista, os mais promissores são vitamina D e cálcio.

 

Há forte evidência de que contribuem para a saúde óssea e prevenção de fraturas. "Vitamina D e cálcio têm papel consolidado na manutenção da densidade óssea e na prevenção de quedas e fraturas, especialmente em mulheres pós-menopausa e pessoas com risco aumentado para osteoporose", destaca o especialista.

 

Uso de creatina por idosos

A creatina é segura e eficaz quando usada com acompanhamento profissional. "Estudos mostram que a creatina pode retardar ou até reverter a sarcopenia quando combinada com musculação. Além disso, tem benefícios cognitivos importantes, como melhora da memória e da atenção", destaca o Dr. Adriano Leonardi.

A dose usual para idosos é de 3 a 5 g por dia, sem necessidade de fase de saturação. Mas o uso deve ser precedido de avaliação da função renal.

 

Diferença entre homens e mulheres na suplementação

As necessidades podem variar conforme o sexo, sobretudo por questões hormonais. "Mulheres pós-menopausa têm maior risco de osteoporose, por isso costumam se beneficiar mais do cálcio e da vitamina D. Já os homens tendem a perder mais massa muscular e ganhar gordura visceral, tornando a creatina, proteína e ômega 3 ainda mais estratégicos para eles", explica o especialista.

 

Suplementação sem exercício físico

O uso de suplementos — mesmo por idosos — deve ser aliado a uma rotina de atividade física. "Suplementação sem estímulo físico não traz os resultados esperados. O ideal é associar ao exercício resistido, como musculação, que estimula a síntese proteica e fortalece ossos, e também a práticas como pilates, que melhoram equilíbrio e controle motor", afirma o médico.

O tripé ideal para envelhecer com saúde, segundo o Dr. Adriano Leonardi., é: exercício físico, suplementação personalizada e alimentação rica em nutrientes.

 

Perigos da automedicação

O Dr. Adriano Leonardi alerta para os riscos do uso indiscriminado de suplementos na terceira idade. Entre os erros mais comuns, estão:

 

Automedicação sem avaliação clínica;

Uso excessivo de suplementos desnecessários;

Combinação de múltiplos produtos sem controle;

Ignorar interações medicamentosas;

Comprar produtos sem procedência confiável.

 

"Além de ineficaz, o uso sem orientação pode sobrecarregar rins e fígado, provocar desequilíbrios e interferir em medicamentos de uso contínuo. Sempre procure um profissional qualificado", orienta.

 

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