terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Cuidado com as doenças de verão


Férias, verão e muita diversão. Mas é bom ficar de olho para que junto com tudo de bom que a estação do sol traz, não venham pequenos contratempos, como os bichinhos que dão em gente e que podem dar uma dor de cabeça no meio das férias. Sim, são bichos indesejáveis, “seres vivos” que entram em nosso corpo, como vermes e bactérias. Mas calma, não precisa ficar alarmado. Apenas tome cuidados que podem evitar. E que fique bem claro, eles atacam não somente as crianças, mas também os adultos. Portanto, a família toda deve ficar atenta.

 

Regras de higienização

A princípio, seguir aquelas regrinhas básicas que desde pequenos aprendemos: higienizar as mãos antes e depois de fazer as refeições; deixar mãos e unhas sempre bem limpas; evitar colocar a mão na boca, bem como objetos sujos; lavar bem os alimentos que são ingeridos crus, como frutas e hortaliças; beber água filtrada ou fervida. Se a água for mineral de garrafão, tenha certeza da procedência, e lave bem o garrafão antes de usar.

 

Cuidado redobrado com a alimentação

Nada de comer em locais com pouca ou nenhuma higiene e que não seja limpo. Cuidado com as moscas e poeira nos alimentos expostos. Preste atenção em picolés não industrializados, inclusive os famosos sacolés. Comer carnes bovinas e de porco sempre bem passadas. Frutos do mar só devem ser comidos se tiver certeza de que estão em boa conservação e cozidos. Nada de comer ostras na praia.

 

É muito importante saber a procedência da alimentação e água que ingerimos para evitar infecção intestinal, que surge após o consumo de alimentos ou água contaminados, podendo manifestar-se através de febre, dor abdominal, vômitos e diarréia frequente, sendo importante consultar o médico caso os sintomas não desapareçam em dois dias.

 

Na areia da praia cuidado com bicho-de-pé e larva migrans

Na areia, fique de olho se por perto não tem animais, fezes, lixo, sujeira e mantenha sempre que possível, as crianças calçadas, a fim de evitar o bicho de pé e a larva migrans, principalmente. O bicho-de-pé é um pequeno parasita que entra na pele, principalmente nos pés, onde se desenvolve rapidamente. Ele também é chamado de bicho-de-areia, bicho-de-porco, bicho-do-cachorro, jatecuba, matacanha, pulga-de-areia ou tunga, dependendo da região. Esta é uma infecção causada por uma pequena pulga, chamada de Tunga penetrans, que é capaz de se infiltrar e viver por várias semanas na pele, causando uma pequena lesão que pode inflamar e causar sintomas como dor, coceira e vermelhidão.

 

Já a larva migrans, também conhecida popularmente como bicho-geográfico, é uma doença causada geralmente por parasitas específicos do intestino delgado de cães e gatos que eventualmente atingem o homem. A larva migrans também causa vermelhidão e coceira. E ao menor sinal de sintomas desagradáveis, não hesite em levar ao médico. Não tome remédios por conta própria, consulte um médico para ter um diagnóstico correto. Medicações erradas, podem até deixar o “bichinho” mais resistente.

 

Tomando esses cuidados você evita contratempos e passa o verão mais tranquilo. E uma dica, mesmo sem sintomas aparentes, é sempre bom fazer o check up periódico e consultar o médico sobre a necessidade de fazer exames ou tomar remédios contra verminoses adequadamente. Com todos estes cuidados, aproveite bem as férias e divirta-se!

 

Fonte: https://www.bloguito.com.br/cuidados-no-verao-com-os-bichinhos-que-dao-em-gente?utm_campaign=_newsletter__-_bloguito__janeiro_-_1201&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Fim do isolamento? O que vai mudar com a vacinação contra a covid-19


Especialistas afirmam que vacina tem papel de reduzir internações e mortes em cenário pandêmico e não de eliminar a doença

 

Com o início da vacinação no Brasil, a pandemia vai acabar? Especialistas afirmam que ainda não. "Vacina não significa o começo do fim da pandemia. Essa é uma expectativa, mas não se trata disso. A vacina é sim fantástica. Temos que comemorar porque vamos evitar casos graves e moderados e, assim, haverá a diminuição de mortes. Mas não vai acabar com a covid", afirmou a pediatra Isabella Ballalai, vice-presidente da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), em entrevista .

 

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, declarou durante um debate promovido pelo Lide (Grupo de Líderes Empresariais) Ceará, que a "a vacina é uma grande esperança, mas, por mais eficaz que seja, não vai interferir no curso da pandemia no curto prazo. Isso só deve acontecer a partir do segundo semestre de 2021".

 

Diante de uma pandemia, como a que se vive hoje, a vacina adquire a função de diminuir a quantidade de casos graves de uma doença. "Em situações normais, o objetivo da vacina é impedir que o vírus retorne. Mas, na pandemia, temos que ter uma vacina que seja capaz de reduzir a gravidade e, consequentemente, a mortalidade da doença", afirmou.

 

As medidas de segurança, como uso de máscara, lavagem constante das mãos ou uso de álcool em gel e distanciamento social, devem ser mantidas, por enquanto, porque ainda não se sabe se as pessoas vacinadas, além de protegidas da doença, vão deixar de transmitir o vírus

 

"O que se sabe é que ela não vai adoecer. Depois de licenciadas [as vacinas], será preciso acompanhar os voluntários para ver quanto tempo a imunidade dura e se ela impede a infecção", explica.

 

Além disso, o número limitado de doses de vacinas disponíveis no mundo também impede o relaxamento da prevenção. "Em um primeiro momento, não vai ter vacina nem para 20% da população", afirma Ballalai. "Nós teremos grupos alvos sendo vacinados, mas a vacinação em massa não vai acontecer da noite para o dia", diz a vice-presidente da SBIm.

 

Ana Karolina Barreto Marinho, especialista em alergia e imunopatologia e coordenadora do Departamento Científico de Imunização da Asbai (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia), ressaltou, em entrevista , que uma vacina contra a covid-19 poderá levar à superação do cenário pandêmico, mas não à eliminação da doença, que deve se tornar sazonal, como a gripe, típica de uma época do ano. "Por isso a importância de termos uma vacina e também tratamentos e remédios eficazes para aqueles que venham a adoecer", observa.

 

Com Informações - R7

 

Fonte: https://revistanovafamilia.com.br/fim-do-isolamento-o-que-vai-mudar-com-a-vacinacao-contra-a-covid-19 - Redação

domingo, 17 de janeiro de 2021

15 dicas para controlar a ansiedade


Livre-se deste incômodo tomando algumas atitudes no dia a dia

 

A ansiedade é um estado caracterizado por medo, apreensão, mal-estar, desconforto, insegurança, estranheza do ambiente ou de si mesmo e, muito frequentemente, pela sensação de que algo desagradável está para acontecer.

 

Além dos medicamentos convencionais, existem algumas alternativas naturais que podem nos ajudar a controlar a ansiedade. Veja algumas delas:

 

1. Pratique atividades físicas

A forma mais comum de controlar a ansiedade é a prática de exercícios. Praticar atividades físicas ajuda a lidar com estados de ansiedade, porque eleva a produção de serotonina, substância que aumenta a sensação de prazer.

Essa alternativa costuma funcionar dependendo da disposição da pessoa, uma vez que nem todo mundo gosta de praticar exercícios.

 

Saiba mais: 15 dicas para controlar a ansiedade

Caminhar três vezes por semana, por pelo menos meia hora, já pode ajudar a lidar com a ansiedade. O momento da caminhada, além de ser um exercício para o corpo, também pode ser aproveitado para trabalhar a mente, sob a forma da meditação ativa. Quando você anda, pensa. A caminhada de meia hora é um movimento repetitivo e você acaba pensando nos pontos geradores de ansiedade que precisa trabalhar.

 

2. Reduza seu estresse diário

Pessoas com tendência à ansiedade precisam reduzir o seu estresse diário e existem diversas formas de fazer isso. Para as que ficam estressadas com mais facilidade, recomendo sessões de acupuntura regulares, além de meditação.

Muitos pacientes com ansiedade se beneficiam também de tratamentos alternativos como a homeopatia e o uso de florais de Bach.

A ioga oferece ao praticante a possibilidade de aprender a controlar sua mente e seu corpo. Este controle, que é obtido através de uma combinação de técnicas respiratórias, corporais e de meditação. Tem como resultados o aumento da flexibilidade, fortalecimento dos músculos, aumento de vitalidade e maior controle sobre o estresse.

Além da ioga, outra alternativa de controle da ansiedade são as massagens. Se tiverem uma abordagem mais oriental, buscando o equilíbrio emocional, melhor.

 

3. Experimente controlar a respiração

Para reduzir as reações do sistema nervoso autônomo, devemos fazer o controle da respiração. Isto pode ser feito compassando a respiração e inspirando lentamente pelo nariz, com a boca fechada.

Ao inspirar, deixar o abdômen expandir-se, ou seja, estufar a barriga e não o peito. Depois, expirar lentamente, expelindo o ar pela boca. Isto pode ser feito em qualquer lugar, a qualquer hora.

Além disso, quando você estiver em um ambiente silencioso e com possibilidade de ficar deitado, use uma técnica de relaxamento. O relaxamento combinado com a respiração diafragmática, certamente, reduzirá a respiração ofegante, a taquicardia e o tremor.

 

4. Evite pensamentos negativos

Em situações de ansiedade que se estendem por longos períodos, recomenda-se que a pessoa evite os pensamentos negativos ou catastróficos.

Deve-se tentar dimensionar a gravidade da situação, questionando a si mesmo se existe uma forma alternativa de análise, se estamos superestimando o grau de responsabilidade que temos nos fatos ou se estamos subestimando o grau de controle que podemos ter.

Uma vez avaliada a situação, devemos substituir os pensamentos sobre o evento temido, principalmente os negativos. Sempre que um pensamento negativo se iniciar, devesse substituí-lo por outro pensamento qualquer, preferencialmente, agradável.

Isto certamente não é fácil de ser feito, mas é possível e trata-se de um aspecto importante, pois os pensamentos e as falas negativas agravam a situação, intensificando as respostas autonômicas, como o mal-estar e o descontrole respiratório.

 

5. Invista em alimentos com triptofano

Para controlar a ansiedade, podemos ingerir alimentos que sejam fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, como a banana e o chocolate. Outra possibilidade é ingerir o triptofano em cápsulas, junto com vitamina B6 e magnésio.

 

Outros aminoácidos que podem ajudar são a taurina e a glutamina. Eles aumentam a disponibilidade de um neurotransmissor chamado GABA, que o organismo usa para controlar fisiologicamente a ansiedade. Eles também podem ser ingeridos em cápsulas, mas apenas com a orientação de um médico especialista.

 

6. Tome um chá

A maioria dos chás possui substâncias que funcionam como sedativos suaves e podem ajudar no controle da ansiedade diária. As plantas mais conhecidas e estudadas com essa ação são a passiflora, a melissa, a camomila e a valeriana.

 

7. Mantenha o foco de atenção no presente

Quando sua mente está dedicada integralmente ao momento atual, você tem total capacidade de análise, julgamento e ação; portanto, esta é uma boa forma de controlar a ansiedade.

Quando a mente passeia aleatoriamente entre passado e futuro sem direcionamento para um planejamento, você pode se perder nas ideias e a ansiedade pode iniciar ou piorar.

 

8. Seja mais organizado

Quem vive na bagunça gasta tempo para achar o que precisa, acumula coisas sem utilidade, dificultando o bem-estar e acaba por criar sentimentos de ansiedade. Trabalhar, estudar e viver em ambiente minimamente organizado ajuda no equilíbrio emocional e controle da ansiedade.

Além disso, pessoas com uma organização maior do seu tempo conseguem aproveitá-lo melhor, o que reduz muitos fatores causadores de ansiedade.

 

9. Esteja com quem você ama

Conviver com pessoas queridas da família, amigos e conhecimentos que se tenha afinidade faz toda diferença na qualidade de vida. A companhia de quem amamos é especial para nosso emocional. Quem está bem vive mais relaxado e menos ansioso.

 

10. Dedique tempo para se cuidar

Reservar algum tempo do dia para você e ser capaz de ouvir suas reais necessidades pode contribuir diretamente para o controle da ansiedade.

Saber olhar para si, atender e contribuir para sua meta de vida é uma ação de grande poder para sua vida. Seja capaz de dedicar um pouco de tempo e energia a você mesmo.

 

11. Cuide dos pensamentos para sorrir mais

Atenção ao que você pensa, pois isso terá impacto direto no seu humor. Avalie suas ideias. Ponha um ponto final em "filmes mentais" de assuntos negativos sem resolução. Seja capaz de se planejar, programar e ser forte, sem precisar montar um cenário terrível em sua mente.

Com pensamentos mais leves, você perceberá o mundo de outra forma e isso lhe ajudará a sorrir mais. O riso, o sorriso faz bem para a cura emocional, relaxa e diminui a ansiedade.

 

12. Confie mais em si mesmo

Você é (ou deveria ser), sem dúvida alguma, a sua melhora companhia. Não há ninguém que estará ao lado mais tempo que você mesmo, por isso, invista nessa bela "parceria" com você mesmo. Seja fiel a você. Confie mais e isso lhe dará forças para lidar com a ansiedade do dia a dia.

 

13. Desenvolva congruência

Quem pensa de um jeito, age de outro e diz ainda outra coisa terá, com toda certeza, ansiedade. Buscar equilíbrio entre o que se quer e o que faz pode contribuir para a harmonia do seu dia.

O que está por trás das suas ações? Quais suas reais intenções ao agir? Você atende às suas reais necessidades? Pense com carinho nestas perguntas e tende observar quais atitudes podem ajudá-lo.

 

14. Fortaleça o autoconhecimento

Quem se conhece bem, sabe respeitar seus limites, consegue dizer "não" e é capaz de se proteger, tem menos ansiedade que outras pessoas que estão ainda aprendendo a se conhecer. Quem tem total aceitação de si mesmo pode pensar, dizer e agir sem culpa, com total alinhamento das suas necessidades.

 

15. Cuide bem do seu momento antes de dormir

Evite ações que levam à agitação, preocupação e desgaste. Nem sempre podemos prever o que pode acontecer pouco antes de dormir, mas aquilo que depende de nós devemos fazer bem feito.

 

Procure conversar assuntos mais sérios fora do horário de ir para cama. Ponha um freio mental em pensamentos de tomada de decisão em momentos de relaxamento. Mudar a vida dentro da cabeça na hora de ir dormir só gera ansiedade e perda de sono.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/4327-15-dicas-para-controlar-a-ansiedade?utm_source=news_mv&utm_medium=BE&utm_campaign=8907619 - Escrito por Adriana de Araújo

sábado, 16 de janeiro de 2021

Distúrbios do sono podem afetar a memória e a concentração


Problemas como apneia do sono e insônia podem estar relacionados à perdas cognitivas

 

Distúrbios como insônia e apneia do sono são extremamente comuns na população geral, porém, o que muitas pessoas não sabem é a influência que estes problemas têm em nossa cognição.

 

O sono é uma etapa crítica para o cérebro acumular e guardar informações assimiladas durante a vigília. Assim, transtornos do sono levam à queixas cognitivas.

 

Cognição é um conjunto de funções mentais superiores como atenção, memória, percepção visuoespacial, linguagem, capacidade de resolver problemas, planejamento e estratégia, entre outras. A cognição permite ao ser humano interagir socialmente e assimilar habilidades de diversas naturezas ao longo da vida, colocando-as em prática.

 

O sono é dividido em ciclos que se alternam: não-REM (sono de ondas lentas) e REM. Na fase REM ocorre a assimilação/aprendizado/memorização do que foi aprendido durante o dia, ou seja, esta é uma etapa fundamental para que se tenha uma boa memória.

 

A insônia é o distúrbio do sono mais comum. Normalmente os indivíduos com este problema têm dificuldade para iniciar ou manter o sono. Como todo problema relacionado ao sono, parte das consequências são observadas durante o dia. Assim, quando verificamos que um indivíduo com insônia não tem a quantidade necessária de sono REM (sono de ondas rápidas) podem ocorrer queixas cognitivas como "memória ruim" ou "desatenção". Irritabilidade e fadiga também são comuns.

 

Já na apneia obstrutiva do sono, o ambiente crônico de hipóxia (diminuição das taxas de oxigênio) que ocorre durante a noite, leva o indivíduo a apresentar inúmeros microdespertares, o que impede uma arquitetura normal do sono. As consequências são sonolência excessiva durante o dia e, de novo, queixas cognitivas como falta de concentração e memória.

 

Não bastasse os problemas do sono levarem a queixas cognitivas, pacientes com doenças neurodegenerativas, como Alzheimer, também podem apresentar transtornos do sono. Isto leva a um ciclo vicioso onde o problema do sono prejudica a cognição em um indivíduo que já tem disfunção cognitiva.

 

Em resumo, o sono é uma etapa crítica para o cérebro acumular e guardar informações assimiladas durante a vigília. Assim, transtornos do sono levam à queixas cognitivas e a busca por estes problemas, especialmente em pacientes mais jovens com "memória" ou "atenção" ruins, sintomas que precisam ser investigados.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/18844-disturbios-do-sono-podem-afetar-a-memoria-e-a-concentracao - Escrito por Andre Felicio

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Saiba como as panelas que você usa podem afetar sua saúde


Alguns tipos de materiais podem liberar substâncias tóxicas à saúde nos alimentos

 

Quando o assunto é alimentação saudável, costumamos considerar alguns fatores, como escolha e qualidade dos ingredientes, modo de preparo e até a habilidade de quem irá cozinhar.

 

No entanto, esses não são os únicos indicativos para uma comida gostosa e saudável. Acredite, sua panela pode influenciar na preservação dos nutrientes dos alimentos e, principalmente, a nossa saúde.

 

Para se ter uma ideia, as panelas podem alterar, por exemplo, o gosto e a cor dos alimentos. É o caso da panela de ferro, que costuma alterar o sabor de alguns legumes, como chuchu e cenoura. Além disso, se o material da panela não estiver bem conservado, pode haver a liberação de substâncias prejudiciais à saúde.

 

"O acúmulo de metais pesados pode estar relacionado a diversas doenças, como Alzheimer, Parkinson, problemas na tireoide, hiperatividade, entre outros", afirma a nutricionista Claudia Bastos de Oliveira.

 

De acordo com ela, cada tipo de panela necessita de um cuidado diferentes e é mais indicada para cozinhar determinado tipo de alimento. Por isso, o Minha Vida uniu os tipos mais comuns de panelas e explicou as vantagens e desvantagens de cada um deles. Confira:

 

Panela de aço inoxidável


Essas panelas possuem fundo triplo e possibilitam atingir altas temperaturas. São compostas, em sua maior parte por ferro, mas também contam com materiais como cromo e níquel. Por ser um metal tóxico, o níquel está relacionado a alergias, dermatites de contato, asma, entre outros. Um dos fatores que favorece a contaminação do alimento pelo metal é o tempo de contato, portanto evite o armazenar os alimentos na panela depois de cozinhá-los. Evite também o uso de esponjas de aço. Para comprar panelas de aço inoxidável, clique aqui.

 

Panela de barro


Exigem um maior cuidado na limpeza, pois por serem porosas são fáceis de acumular resíduos. Além disso, podem levar ao aumento na proliferação de fungos e bactérias. Devem ser guardadas sempre secas e sem a tampa e não oferecem risco de contaminação por minerais ou metais tóxicos. Pode ser usada na preparação de sopas, molhos, caldos e feijão. Para comprar panelas de barro, clique aqui.

 

Panela de ferro


Uma pesquisa feita pela Unicamp mostrou que esse tipo de panela "doa" ferro para o alimento que está sendo cozido. Sendo assim, ela pode ser usada como uma aliada na alimentação de pessoas que têm deficiência de Ferro. Devido a sua baixa condução de calor, o ideal é que essa panela seja usada para cozinhar carnes. Para comprar panelas de ferro, clique aqui.

 

Panela de titânio


São antiaderentes, dispensam a adição de gorduras nas preparações, são muito resistentes e não liberam substâncias tóxicas durante a cocção. Essas panelas podem ser usadas para armazenar os alimentos depois de cozinhá-los. No entanto, é importante prestar atenção ao preço, pois elas costumam ser mais caras. Para comprar panelas de titânio, clique aqui.

 

Panela de vidro


É um dos materiais mais seguros quando se fala de toxicidade, pois não libera nenhuma substância tóxica ao organismo. Além disso, é uma das opções que melhor conserva o calor e o sabor dos alimentos. Para comprar panelas de vidro, clique aqui.

 

Panela de cerâmica


É mais cara do que as panelas convencionais, porém possuem vantagens em relação às demais como facilidade na limpeza, antiaderência e conservam o calor dos alimentos (apesar de levar mais tempo para esquentar). Uma observação importante é verificar a procedência e qualidade, uma vez que panelas não certificadas podem conter chumbo e cádmio na tinta presente, podendo estes metais serem liberados durante a cocção e aumentar o risco de contaminação. É uma boa opção para cozinhar sopas, cozidos e ensopados. Para comprar panelas de cerâmica, clique aqui.

 

Panela de alumínio


Tem um dos preços mais acessíveis, é leve e aquece rapidamente os alimentos, porém pela fácil maleabilidade, sua forma pode alterar-se e liberar o metal nas preparações. É comprovado que altos níveis desse metal no corpo estão associados a doenças como Alzheimer e Parkinson e, durante a infância, a intoxicação por alumínio pode provocar hiperatividade e distúrbios de aprendizado. O ideal é que sejam usadas para cozinhar alimentos rápidos, por exemplo frituras. Para comprar panelas de alumínio, clique aqui.

 

Panela esmaltada


São conhecidas como panelas de ágata e possuem um esmalte aplicado sobre o ferro que impede sua oxidação (ferrugem). Assim como as panelas de cerâmica, deve-se tomar cuidado na escolha, uma vez que a tinta utilizada pode conter chumbo e cádmio na composição. Para comprar panelas esmaltadas, clique aqui.

 

Panela de pedra-sabão


São fáceis de lavar, não alteram o sabor do alimento, são antiaderentes mas, dependendo do material em que for fabricada pode liberar metais como cálcio, magnésio, ferro, manganês e níquel. Podem ser usadas para cozinhar refogados.

 

Panela antiaderente


Promove um rápido cozimento, é de fácil manipulação e limpeza. Porém, ao começar a descascar deve ser substituída, uma vez que em sua composição estão o PFOA (ácido perfluoroctanóico) e o PTFE (politetrafluoretileno), ambos problemáticos para a saúde. A degradação do material pode promover a liberação de gases tóxicos como o CFC, além de estar relacionado ao desenvolvimento de alguns tipos de câncer, problemas na tireoide, problemas cardíacos, entre outros.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/listas/30790-saiba-como-as-panelas-que-voce-usa-podem-afetar-sua-saude - Escrito por Redação - Redação Minha Vida - Foto: Thinkstock

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Perigos que ameaçam sua saúde no verão


Entenda por que combinar álcool e frituras com o calor excessivo pode ser prejudicial

 

Para alguns, não pode faltar uma cerveja gelada. Para outros, o essencial mesmo é uma porção de fritas. E aí é que se encontra o perigo. Segundo o fisiologista do esporte e consultor científico Daniel Portella, da Secretaria de Esportes de São Caetano do Sul, o consumo de bebidas alcoólicas e frituras oferece riscos extras no verão.    

 

"O álcool, por exemplo, acelera o processo de desidratação natural do corpo", explica o profissional. E os perigos não param aí: se você quer aproveitar os dias de calor sem passar por desconfortos, veja as dicas dos especialistas e evite as principais ameaças ao seu bem-estar nesta época.

 

Álcool

Segundo o fisiologista e pesquisador do Centro de Estudos da Medicina da Atividade Física e do Esporte (CEMAFE), Raul Santo de Oliveira, o problema não está no consumo das bebidas alcoólicas, mas nos exageros. "Álcool e bebidas à base de cafeína são altamente diuréticos e aceleram a desidratação natural do corpo, já mais intensa quando está calor". Por isso, ele recomenda alternar as doses de álcool com um copo de água.

 

Frituras

"Com o aumento da perda de líquidos, causada pelo calor excessivo, as gorduras não são bem metabolizadas. Por isso, você pode sentir sensação de mal-estar e desconforto", explica Daniel. Além disso, o consumo de frituras acontece junto à ingestão de bebidas alcoólicas, o problema piora. "O álcool altera o controle de liberação da bile, fluido que auxilia na digestão de gorduras", explica o especialista do CEMAFE.

 

Sal

Uma porção de fritas e sal. Salada e mais sal para temperar - sem contar o sal que já vem embutido nos alimentos. Resultado: pernas e pés inchados. Segundo Raul Santo, isso acontece porque o sódio, presente no sal, favorece a retenção de líquidos no corpo. "Até certa quantidade ele é benéfico, mas grande parte das pessoas exagera e não se lembra que o sal consumido não é somente aquele visivelmente acrescentado aos alimentos", afirma. No calor, a situação complica ainda mais: os vasos ficam dilatados, dificultando o retorno do sangue principalmente dos membros inferiores.

 

Overtraining

"Overtraining é a prática excessiva de exercícios e pode prejudicar até quem está acostumado a treinar regularmente',afirma Raul. Segundo ele, quem se exercita demais pode apresentar problemas como dificuldade para dormir, falta de disposição e irritabilidade. No calor forte, típico do verão, há ainda o perigo de desmaio, devido à queda de pressão; risco de insolação, caso o treino seja feito sob o sol da tarde; desidratação e hipertermia, quando a temperatura corporal fica muito elevada.

 

Superexposição solar

A temperatura corporal interna de uma pessoa deve ser de 37º C, independente do horário do dia. Por isso, ficar exposto ao sol, principalmente entre 10h e 16h, pode causar hipertermia, quando o corpo não consegue mais estabilizar o calor interno. "Nesse estágio, o organismo direciona toda sua energia para tentar dissipar o calor e, assim, algumas células param de funcionar, podendo causar desmaios graves", diz Daniel Portella.

 

Baixa ingestão de líquido

Desidratação, a perda de líquidos pelo organismo, age de forma similar à insolação. "Ela atrapalha o funcionamento de algumas células essenciais para a manutenção da vida, podendo gerar desde um pequeno mal-estar até desmaios", esclarece Daniel. Por isso, ande sempre com uma garrafinha de água e crie o hábito de dar pequenos goles de tempos em tempos. Não espere sentir sede para se hidratar - nesse estágio, o corpo já está sofrendo com a falta de líquidos.

 

Alimentos mal conservados

Se existe algo que pode estragar de vez suas férias, a intoxicação alimentar está na lista. Isso porque o alimento contaminado ou mal conservado que você consumiu precisará ser eliminado por vômito ou diarreia. "Além disso, dependendo do estado do alimento, ele pode conter bactérias bastante perigosas à saúde e até causar a morte nos casos mais graves", afirma Raul. Se você desconfiar de intoxicação, não pense duas vezes: procure imediatamente um pronto-socorro e se hidrate intensivamente. Para prevenção, evite alimentos de origem duvidosa, prefira consumir frutas e sanduíches que você mesmo comprou ou preparou manteve em mochilas térmicas.

 

Fonte: https://revistanovafamilia.com.br/perigos-que-ameacam-sua-saude-no-verao - Redação - Foto: Alex Ferraz/Jornal A Tribuna

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Imunidade , exercícios físicos e o combate à Covid-19


Cuidado com os treinos intensos nessa fase: eles podem aumentar a inflamação e a exposição a infecções.


Os benefícios dos exercícios físicos são inúmeros, inclusive quando se trata da questão imunológica.

 

Em tempos de coronavírus (COVID-19) temos muito a fazer para minimizar as possibilidades de contágio da doença e seus fatores agravantes. E a atividade física é uma arma que pode auxiliar muito neste processo.

 

Os benefícios dos exercícios físicos são inúmeros, inclusive quando se trata da questão imunológica. A atividade física não previne o contágio do novo coronavírus, mas deixa o organismo mais resistente e protegido contra outras doenças que podem ser fatores determinantes para potencializar a ação do vírus.

 

Fortalecendo o sistema imunológico, a resposta do organismo será mais eficiente contra diversos casos de infecção e, é também com esse propósito, que a prática de atividades físicas pode atuar. É praticamente consenso entre os estudiosos que a prática regular de atividades físicas com intensidade moderada pode ser considerada como uma aliada no aumento da imunidade.  O aumento dos linfócitos (células do sistema imunológico que atuam com a função de defender o organismo de agentes desconhecidos) extingue e neutraliza células infectadas por vírus e bactérias.

 

 

Porém, em algumas cidades, por conta da pandemia do coronavírus, o fechamento das academias se tornou obrigatório. Desse modo, em tempos de isolamento, a atividade física pode ajudar também no equilíbrio da saúde mental. Segundo Guilherme Reis, Coordenador Geral da Rede Alpha Fitness, reservar dois ou três dias por semana para praticar exercícios em casa já é suficiente para sair do sedentarismo e manter o condicionamento, fortalecendo a imunidade.

 

“Qualquer oportunidade dá para aproveitar e se exercitar. Você pode trocar o elevador pela escada, quando há a possibilidade de sair de casa. Caminhar alguns metros para ir até o mercadinho próximo da residência, ou ainda, uma aula individual na sala de casa mesmo. Qualquer exercício é válido para não entrar no sedentarismo”, explica Guilherme. Outros exercícios sugeridos pelo profissional são: Flexão de braços (ajudam a desenvolver o peitoral, e pode ser executado também em pequenos espaços, além de ser relativamente fácil de ser feito), Abdominal (ajudam a tonificar a musculatura da barriga.

 

Para não errar e obter o resultado esperado, vale apostar no mais simples - aquele feito com as pernas flexionadas, pés no chão, mãos na cabeça, sem tirar a lombar totalmente do chão), Polichinelo (além de fácil, é um excelente exercício aeróbico), e o Agachamento (trabalha muito os músculos posteriores de coxa, glúteos, além de lombar e abdômen que auxiliam na sustentação do tronco).

 

“A pessoa pode fazer os exercícios na forma de circuito - flexões de braços, os abdominais, o polichinelo e os agachamentos - um na sequência do outro. É importante manter o ritmo estável”, completa Guilherme.

 

 

No processo de fazer os exercícios em casa, valem também as orientações dos órgãos sanitários; ou seja, lavar com freqüência as mãos, utilizar o álcool em gel, entre outros.

 

Fonte: https://revistanovafamilia.com.br/imunidade-exercicios-fisicos-e-o-combate-a-covid-19 - Redação - Foto: GI/Getty Images

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Frequência cardíaca no treino: qual é a ideal?


O ritmo do coração está relacionado com a intensidade e com o desempenho nas atividades físicas. Entenda

 

Quando o corpo é posto em exercício, o coração passa por alterações em sua frequência cardíaca que ajudam a monitorar a intensidade do treino.

 

Mas como saber qual é a frequência cardíaca ideal para que o treino tenha bons resultados? Consultamos especialistas em medicina do esporte para obter a resposta.

 

Por que a frequência cardíaca é importante?

De acordo com o médico Fernando Torres, diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), existe uma relação entre a intensidade dos exercícios físicos e a frequência cardíaca - logo, o ritmo do coração está ligado ao desempenho e à qualidade do treino.

 

Por isso, o treino pode ser monitorado e controlado pelo nível de batimentos por minuto (bpm) da pessoa, fazendo com que ela se exercite dentro de um ritmo que pretende realizar a atividade (leve, moderada ou intensa).

 

Qual é a frequência cardíaca ideal para treino?

Exames fisiológicos, como o teste ergoespirométrico, ajudam a determinar os limites individuais e as respectivas frequências cardíacas para o treino.

 

"Na ausência ou inacessibilidade do exame, outras estratégias podem ser usadas, como tabelas de intensidade de exercício, que são baseadas em níveis percentuais de Frequência Cardíaca (FC). A mais simples delas é a que utiliza percentuais da frequência cardíaca máxima da pessoa", diz Torres.

 

Para calcular a frequência cardíaca máxima, há fórmulas como a chamada "207 - (0,7 x idade em anos)" ou "220 - idade em anos".

 

Mas é importante lembrar que, por serem equações que mexem com estimativa, essas tabelas nunca dão um número exato sobre a frequência cardíaca a ser alcançada.

 

Torres cita, ainda, a tabela do Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACSM), que dá um panorama sobre possíveis frequência adotadas durante os treinos:

 

Intensidade e porcentagem da FCmax

Muito leve: menos de 57

Leve: 57 a menos de 64

Moderada: 64 a menos de 77

Intensa: 77 a menos de 96

Máximo de 96


Smartwatches: bons monitores de frequência cardíaca

Atualmente, os aparelhos eletrônicos inteligentes, como smartwaches, vêm com dispositivos que permitem o monitoramento da frequência cardíaca.

 

Segundo João Felipe Franca, médico do exercício e do esporte, diretor da Clinimex e da Sociedade de Medicina do Exercício e do Esporte do Estado do Rio de Janeiro, os relógios inteligentes são uma boa ferramenta para observar como anda o ritmo do coração.

"Os smartwatches são melhores do que frequencímetros ou pulsômetros porque cruzam com informações de GPS, análise do sono, pedômetro e calorímetro", diz o médico.

 

Sinais para se preocupar no treino

Franca lembra que exercícios físicos não devem ocasionar dores no corpo durante sua execução. "O sinal mais simples a ser percebido quando um exercício está intenso é a respiração. Quando a pessoa fica mais ofegante e usa a boca para respirar, ou se torna difícil para falar, significa que o exercício se tornou intenso", diz o especialista.

 

Quando os limites da frequência cardíaca são ultrapassados, o corpo também começa a manifestar as consequências da exigência física com dores musculares e, em casos extremos, mal-estar, tontura e lesões.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/fitness/materias/37194-frequencia-cardiaca-no-treino-qual-e-a-ideal - Escrito por Maria Beatriz Melero - Redação Minha Vida

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Como ser mais feliz em 2021


Decisões esquecidas

 

Então você quer ter uma aparência mais elegante, desenvolver sua inteligência ou seus conhecimentos e ter sucesso profissional no próximo ano? Ou você pretende se esforçar mais para se exercitar, ligar mais para os seus amigos ou economizar um pouco?

 

Você não está sozinho. As resoluções de Ano Novo são tão onipresentes quanto difíceis de cumprir.

 

Será então que faz sentido definir metas tão elevadas para o Ano Novo, esperando novamente a cada primeiro de Janeiro que desta vez realmente algo será diferente?

 

Qualquer pesquisador motivacional teria "sentimentos ambivalentes" sobre as resoluções de Ano Novo, diz Richard Ryan, professor de psicologia da Universidade de Rochester (EUA): "As evidências mostram que, na maioria das vezes, as pessoas não têm sucesso com elas."

 

Decisões para serem lembradas

 

Mas não jogue a toalha ainda.

 

O professor Ryan afirma que qualquer ocasião que nos dê a oportunidade de refletir sobre nossas vidas é, em última análise, uma coisa boa - e nem precisa ser no Ano Novo, de forma que você pode rever seus votos se não tiver feito nada até o Carnaval, por exemplo.

 

"Sempre que isso acontecer, se for realmente uma mudança reflexiva - algo em que você coloca seu coração - pode ser bom para as pessoas," disse ele.

 

E Ryan tem outra dica: Não pense só em você mesmo - o que se prova mais satisfatório, e também pode ser o mais necessário, são metas que envolvem doar aos outros.

 

"Pense em como você pode ajudar," recomenda o psicólogo. "Há muita angústia por aí: Se pudermos definir metas que visam ajudar os outros, esses tipos de metas, por sua vez, também contribuirão para o nosso próprio bem-estar."

 

Satisfação em ajudar os outros

 

Não é por acaso que fazer o bem aos outros faz bem pra você: Atos de boa vontade para ajudar os outros satisfazem todas as três necessidades psicológicas básicas, as necessidades de autonomia, competência e relacionamento.

 

Autonomia, neste contexto, significa que você pode se envolver em atividades nas quais sinta verdadeira vontade e encontre valor pessoal na ação; competência significa sentir-se eficaz e ter um sentimento de realização; e, finalmente, relacionamento significa trabalhar e sentir-se conectado a outras pessoas.

 

"Se você deseja fazer uma resolução de Ano Novo que realmente o deixe feliz, pense em maneiras de contribuir com o mundo," recomenda Ryan. "Todas essas três necessidades básicas são atendidas. As pesquisas mostram que ajudar não é bom apenas para o mundo, mas também muito bom para você."

 

Checagem com artigo científico:

 

Artigo: A configural approach to aspirations: The social breadth of aspiration profiles predicts well-being over and above the intrinsic and extrinsic aspirations that comprise the profiles

Autores: Emma L. Bradshaw, Baljinder K. Sahdra, Joseph Ciarrochi, Philip D. Parker, Tamás Martos, Richard M. Ryan

Publicação: Journal of Personality and Social Psychology

DOI: 10.1037/pspp0000374

 

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=como-ser-mais-feliz-ano-novo&id=14487%22 - Redação do Diário da Saúde - Imagem: CC0 Public Domain/Pixabay

domingo, 10 de janeiro de 2021

Saiba os sinais de que seu pet está idoso e como melhorar a qualidade de vida


Os animais chegam à velhice em idades distintas – enquanto para um dogue alemão é aos sete, um poodle ainda é considerado jovem nesta fase

 

Para quem vive se atualizando no que há de melhor no mercado pet, é comum surgir uma pergunta: quando começo a me informar sobre o uso de produtos destinados aos animais mais velhos?

 

Saber quando é interessante passar a dar suplementos e a tratar seu pet como um animal de terceira idade é uma decisão que se toma em conjunto. Isso porque eles chegam à velhice em idades distintas. Enquanto ela chega aos sete anos para um dogue alemão, um poodle com essa idade ainda é considerado jovem. Cães fortes, altos e robustos dificilmente chegarão aos 13 anos, o que é uma realidade comum para gatos e cachorros de pequeno porte. Por conta disso, você precisa da orientação de um profissional veterinário para saber se seu mascote já precisa de cuidados específicos.

 

Para quem frequenta clínica veterinária, os resultados dos exames realizados anualmente, associados à idade de seu pet,  já podem direcionar os cuidados para esta nova fase da vida. Alguns sinais são evidentes de que você tem um vovozinho pet em casa, mas isso é postergado e até mesmo antecipado conforme a vida de cada um. Cabe salientar que animais sedentários e obesos tendem a ter problemas articulares e cardíacos antes de atingirem a idade em que se espera essas patologias. Da mesma forma, a alimentação pode contribuir para uma vida longeva ou reduzi-la em função da ingestão de gorduras ou excesso de outros componentes inadequados para a fisiologia animal.

 

Para quem está perdido, seguem abaixo alguns sinais de que seu pet já não é tão jovem.


Se perde de você quando vai passear sem guia no parque

Parece seguir o tutor pelo chamado dele, não pela visão

Os olhos parecem estar mais azuis-escuros

Surgimento de mais pelos brancos na cabeça e patas

Caminha pela casa sentando em diversos cômodos

Insônia

Não correr atrás de bolinhas pela casa como tempos atrás

Se perder em locais reconhecidamente familiares


Esses sinais podem ser comuns a dificuldades locomotivas e visuais, o que pode advir em qualquer idade. Mas quando falamos de animais com mais de sete anos, podemos já estar lidando com um animal idoso. Sendo assim, está na hora de verificar a bioquímica do sangue do seu mascote, assim como a saúde dos rins.

 

Porque precisamos saber se o pet está idoso? Primeiramente, saiba que excesso de carne pode ser perigoso para animais que apresentam alguma disfunção renal. O mesmo vale para o coração. Sal, para nefropatas, pode ser fatal.  Administrar todos esses cuidados pode ser complicado porque exigem grande atenção na manipulação do alimento. Para que o tutor não tenha uma surpresa em uma consulta de rotina, e descobrir que seu pet tem fígado ou rim comprometido, o ideal é adaptar seu mascote à ração especifica para a idade dele. Isso não é apenas importante, mas fundamental para quem quer que seu bichinho viva mais e com qualidade. Antes de gastar muito dinheiro com suplementos alimentares e minerais, lembre-se de que uma equipe de especialistas já fez isso. Basta dar uma lida no pacote de uma ração balanceada e a gente já tem uma ideia da complexidade do assunto. O mercado pet está bem segmentado nesse sentido e é possível oferecer um alimento mais adequado não apenas para animais velhos mas também de diferentes conformações físicas.

 

Na medida em que seu pet vai envelhecendo, também se verifica a necessidade de fazer uso de medicações que atuem diretamente no músculo cardíaco ou nas articulações, por exemplo. Acontece que essas alterações podem começar de maneira muito sutil, e, quando uma vez evidentes ao exame clínico, é porque já estão instaladas há mais tempo. Por essa razão é interessante acompanhar o animal mais velho a cada seis meses e assim atender às suas necessidades especificas conforme elas vão aparecendo.

 

Por isso, nada de ficar oferecendo suplementos com zinco e selênio sem a aprovação do veterinário, ok? O suplemento é bem- vindo uma vez estando essa necessidade reconhecida e atestada por meio de exames clínicos. Parece bobagem, mas mesmo componentes naturais, uma vez aplicados em excesso, podem comprometer a saúde renal de seu mascote idoso, dentre outras situações.  

 

Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/mundo-pet/noticia/2020/12/insonia-e-mais-perdido-dentro-de-casa-saiba-os-sinais-de-que-seu-pet-esta-idoso-e-como-melhorar-a-qualidade-de-vida-ckig2w4tb003n017w47c8z7pd.html - Daisy Vivian