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sábado, 19 de março de 2022

Casos de Covid voltam a aumentar na Europa e Ásia


Isso significa que também podem voltar a aumentar bastante no Brasil

 

Podemos até ter a sensação, mas a pandemia ainda não acabou. Aliás, está havendo num considerável aumento de casos de Covid-19 em países da Europa e da Ásia, justamente pela flexibilização das medidas sanitárias e pela estagnação da vacinação.

 

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, que faz o rastreamento da pandemia do coronavírus, os países que mais registraram aumento de casos de Covid, do início à metade do mês de março de 2022, foram Reino Unido, Áustria, Holanda, Grécia, Alemanha, Suíça e Itália.

 

Para ter uma ideia, na Alemanha, o número de casos diários passou de 67 mil no dia 6 de março para 237 mil até o dia 11 de março. O Ministro da Saúde alemão, Karl Lauterbach, disse que, agora, “o país tem a maior incidência de coronavírus na Europa. Uma tendência de alta, várias mortes. As pessoas não vacinadas devem ser vacinadas com urgência”.

 

Na Ásia, a situação também está preocupante. Em Hong Kong houve mais de 21 mil novos casos por dia, um aumento de 28% em relação às últimas duas semanas.

 

Na China, o governo colocou quase 30 milhões de pessoas em confinamento devido aos 328 mil casos de Covid que foram registrados entre 28 de fevereiro e 6 de março.

 

O que justifica esse aumento rápido nos casos de Covid?

Em entrevista para o G1, Expedito Luna, especialista em epidemiologia do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), disse que é uma combinação de fatores:

 

“Eu acho que temos uma certa fadiga, um cansaço das medidas de distanciamento social, uso de máscara, tanto por parte das pessoas quanto por parte dos governos, disse Luna.

 

Tanto é verdade que se comprova pelo fato de que a Inglaterra retirou todas as restrições contra a Covid no final de fevereiro, incluindo a obrigação legal de se isolar após um teste positivo. Em março, a Irlanda e Hungria também anunciaram medidas similares.

 

Tem ainda o fator vacinação. Embora esteja na terceira e quarta dose em diferentes países, e vários laboratórios continuem estudando novos tipos de vacinas, a vacinação em si deu uma estagnada na Europa.

 

Ao menos, é isso que indicam dados do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças, que mostram que pelo menos 75% da população da União Europeia e do Espaço Econômico Europeu tomaram a primeira dose da vacina. Mas, para a segunda dose, o percentual cai para 72% e, para a dose adicional, o índice não chega a 52% da população.

 

O Brasil precisa ficar atento

Lembra lá no início da pandemia, quando o Brasil pensava que não chegaria a ter tantos casos quanto na Europa? Grande engano!

 

Nem precisa avisar que a situação tem tudo para se repetir. Cabe às pessoas tomarem consciência do risco, se protegerem de todas as formas possíveis e incentivarem que todos à sua volta façam o mesmo. Não é fácil enfrentar tudo isso de novo, mas agora é preciso aprender com o erro e não deixar que a Covid faça tantas vítimas, como fez nos últimos dois anos.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/aumento-casos-covid/ - por Priscilla Riscarolli


Dá vigor ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor.

Isaías 40:29


terça-feira, 15 de março de 2022

Covid: 4 Lições aprendidas nestes 2 anos de pandemia


Aprendemos, mais do que nunca, que é preciso se adaptar às situações que a vida impõe.

 

Aprendemos que usar máscara o tempo inteiro não é fácil. Que se adaptar a uma nova realidade também não. Aprendemos que covid não é gripe e que, às vezes, ficar longe de quem amamos é mais seguro.

 

Essas lições aprendemos no dia a dia dos últimos dois anos, desde quando a Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou que o mundo estava vivendo uma pandemia.

 

Mas, temos outras lições tão importantes quanto essas nos foram ensinadas pelos cientistas e trazidas a nós por pesquisadores, jornalistas, profissionais da saúde e tantos outros. É para refletir.

 

1. A covid se espalha pelo ar com mais facilidade que se pensava

Não demoramos para perceber que a doença se espalha rápido, mas, com o passar dos meses, vimos que essa facilidade é ainda maior do que se pensava.

Se lá no começo a OMS recomendava que apenas pessoas doentes usassem máscara, hoje eles mudaram de posição e afirmam que devemos fazer do uso da máscara uma parte normal da vida ao estar perto de outros indivíduos.

 

2. As vacinas de mRNA funcionam e podem ser feitas com rapidez

A Pfizer-BioNTech e a Moderna foram capazes de desenvolver vacinas contra a covid mais rápido do que qualquer outro laboratório porque elas utilizaram o mRNA, um tipo de tecnologia que nunca havia resultado em uma vacina aprovada para uso humano.

 

3. Teletrabalho não é mais uma ideia passageira

Quando milhares de funcionários foram designados a trabalharem em casa para manterem o isolamento e, depois, o distanciamento social, muitos pensaram que seria algo passageiro, de alguns meses.

Atualmente, parte dessas pessoas se adaptou tão bem ao modelo de trabalho em casa que prefere continuar assim a voltar para o ambiente da empresa. Até para as próprias empresas, dependendo do ramo, é mais vantajoso.

Em uma pesquisa global com mais de 200 mil pessoas em 190 países, a Boston Consulting descobriu que 89% dos entrevistados esperavam poder trabalhar em casa por algum tempo. Antes da pandemia, essa taxa ficava em 31%.

 

4. A desigualdade social ficou ainda mais evidente

Para quem achava não ser possível ter mais desigualdade social, não apenas no Brasil, mas no mundo, se deparou com a grande realidade na pandemia: a população mais vulnerável, que já sofria, sofreu ainda mais.

Em Nova York, dados de 2020 mostraram que hispânicos e negros representavam 34% e 28% das mortes por covid, respectivamente, apesar de totalizarem 29% e 22% da população.

Já um levantamento feito na Califórnia mostrou que pacientes negros não hispânicos tinham 2,7 vezes mais risco de hospitalização em comparação com pacientes brancos.

No Reino Unido, um estudo do UK Biobank descobriu que, na parte mais carente do país, 11,4% das pessoas tiveram covid. Já nas áreas mais abastadas, essa taxa ficou em 7,8%.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/covid-2-anos-pandemia/ - por Priscilla Riscarolli


Jesus, porém, olhando para eles, disse: Para os homens é impossível, mas não para Deus, porque para Deus todas as coisas são possíveis.

Marcos 10:27


sábado, 19 de fevereiro de 2022

Cuidados necessários para viajar em tempos de pandemia


Não precisa deixar de viajar, mas respeite os cuidados necessários

 

Não ficou totalmente proibido viajar durante a pandemia – embora essa seja uma forma eficiente de impedir a propagação do coronavírus. Mas, cada país determinou as regras para estrangeiros entrarem em seu território. E mesmo que você pretenda fazer uma viagem dentro do país, existem cuidados essenciais que deve ter para viajar em segurança, sem o risco de contaminar ou ser contaminado.

 

Mantenha os cuidados já conhecidos

Nos momentos de lazer e descontração, corremos o risco de nos esquecer dos cuidados básicos: usar máscara em locais fechados, seguir o distanciamento social, evitar aglomerações e manter as mãos desinfetadas. Então, é preciso fazer um esforço extra para manter esses cuidados em primeiro lugar, e proteger as pessoas que você ama.

 

Prefira viajar para onde possa fazer atividades ao ar livre

Na hora de escolher seu destino de férias, pense nas atividades que poderá fazer ao ar livre, em espaços abertos, onde há menor risco de ser infectado. Praias, parques e montanhas são boas opções.

 

Escolha viajar em datas menos concorridas

Se você puder escolher, tire suas férias em datas menos concorridas nos hotéis e lugares turísticos. Assim, evita a aglomeração de pessoas e todo o estresse envolvido.

Compre passagens on-line

Evite filas em guichês e atrações turísticas. Faça todas as reservas on-line, de um jeito mais prático, rápido e menos arriscado.

 

Prefira se deslocar de carro

Carro próprio ou alugado, que levará apenas as pessoas da sua família ou amigos que você tem certeza de não estarem infectados, são melhores do que transportes coletivos, como ônibus e avião.

Assim, além dessa proteção, você tem condições de voltar para casa mais rápido, sem depender do transporte coletivo, caso precise. Aliás, por esse mesmo motivo, evite viajar para muito longe, preferindo ficar num raio de 400 km, em média.

 

Escolha hospedagens que exigem medidas de segurança

Na hora de escolher em qual hotel ou pousada irá ficar, verifique no site da empresa quais são as exigências sobre medidas de segurança. É importante que não apenas você, mas todos os hóspedes e funcionários respeitem as medidas para a proteção geral. Quando o local deixa claro suas exigências, é sinal de que o lugar é mais seguro.

 

Faça o teste antes de viajar

Não seja negligente com os outros: respeite a vida e a saúde de todos. Antes de partir para a viagem, faça um teste de Covid em todos que vão com você para garantir que não estejam infectados, mesmo não sendo obrigatório. E se o teste de positivo, mesmo sem sintomas, reagende a viagem.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/viajar-em-tempos-de-pandemia/ - por Priscilla Riscarolli


E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer; tudo é possível ao que crê.

Marcos 9:23


quinta-feira, 8 de julho de 2021

Jogos Olímpicos de Tóquio serão sem espectadores por pandemia


"Não haverá espectadores" nas instalações dos Jogos Olímpicos de Tóquio (23 de julho a 8 de agosto), devido ao aumento do números de casos de coronavírus na capital japonesa - anunciou a ministra dos Jogos Olímpicos, Tamayo Marukawa, nesta quinta-feira.

 

"Chegamos a um acordo sobre que não haverá espectadores nas instalações em Tóquio", afirmou Marukawa, ao fim de uma reunião com todas as partes envolvidas nos Jogos, incluindo o Comitê Olímpico Internacional (COI).

 

A maior parte das instalações dos Jogos se encontra na capital japonesa, mas algumas provas serão em outros departamentos. Neles, também serão tomadas "medidas concretas", em coordenação com os organizadores, acrescentou Marukawa.

 

Estado de emergência por covid-19 ficará em vigor em Tóquio durante Jogos

Desde o início da pandemia, os Jogos de Tóquio são motivo de debate e um difícil quebra-cabeça para os organizadores.

 

"Acredito que podemos organizar os Jogos com total segurança, graças a estas medidas", disse mais cedo o premiê Yoshihide Suga.

 

Fonte: https://www.gazetaesportiva.com/olimpiadas/jogos-olimpicos-de-toquio-serao-sem-espectadores-por-pandemia/ - AFP - São Paulo,SP

sexta-feira, 23 de abril de 2021

O que limpar quando chegar do mercado durante a pandemia?


Especialistas tiram dúvidas sobre se é necessário higienizar alimentos, sacolas, embalagens e roupas depois que voltar do supermercado

 

Para evitar que aumente o número de casos de infecção pelo novo coronavírus, a recomendação é que as pessoas só saiam de casa para atividades essenciais, ou seja, para comprar alimentos e suplementos para a casa.

 

No entanto, muitas pessoas ainda têm dúvidas de como evitar o contágio quando tiverem que ir ao supermercado. Por isso, o médico infectologista do Hospital Dona Helena, Luiz Henrique Melo, e a enfermeira especialista em controle de infecção, Juliana Almeida Nunes, esclarecem algumas dúvidas sobre como se prevenir nesses casos.

 

1. É necessário higienizar alimentos quando voltar do supermercado?

Segundo Luiz Henrique, os alimentos que não são cozidos devem ser lavados como sempre foram, não havendo a necessidade de uma higienização diferente ou mais frequente.

 

2. É necessário higienizar as embalagens e sacolas?

O infectologista explica que não é necessário e nem prático higienizar tudo que se toca. O mais efetivo é limpar as mãos antes de tocar o rosto ou a boca e manter a distância de 2 metros das outras pessoas que estiverem no mercado.

 

3. É necessário sempre lavar a roupa quando voltar do supermercado?

O mesmo se aplica para as vestimentas. A enfermeira Juliana Almeida diz que não há evidências de transmissão de coronavírus pelas roupas.

"É exagero. Se a pessoa sente que precisa, não é proibido, mas não é essencial e nem obrigatório. A falta dessa higienização das roupas não vai ser essencial nas transmissões", explica Luis Henrique.

 

4. É necessário sempre tomar banho depois que voltar do supermercado?

"Banho é necessário por uma questão de boa prática e higiene pessoal, não pelo coronavírus", explica a enfermeira Juliana.

 

Ambientes ventilados x limpar as compras

Ficar em ambientes ventilados é uma prática mais eficaz do que limpar as compras dos supermercados. Já se sabe que a chance de uma pessoa contrair COVID-19 por meio de contato com uma superfície contaminada é menor que 1 em 10 mil segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), agência de saúde pública dos Estados Unidos.

 

No dia 05 de abril de 2021, o órgão atualizou as informações sobre transmissão do coronavírus por superfícies e afirmou que o risco é baixo em comparação com contato direto, transmissão por gotículas ou transmissão aérea.

 

Um comunicado conjunto feito pela Food and Drugs Administration (FDA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) aponta que a transmissão de coronavírus por alimentos e por suas embalagens é muito improvável.

 

"Considerando os mais de 100 milhões de casos de covid-19, não vimos evidências epidemiológicas de alimentos ou embalagens de alimentos como a fonte de transmissão da SARS-CoV-2 para humanos", disse o comunicado.

 

Higienizar as compras do mercado não é uma prática proibida, afinal a intenção é boa: evitar a contaminação ao tocar uma superfície contaminada e depois tocar no rosto. Mas como vimos, não é uma alternativa totalmente eficaz no combate à transmissão da COVID-19.

 

Além disso, algumas pessoas acabam se preocupando mais com esse tipo de higiene e deixam em segundo plano o fato de que a transmissão é também pelo ar.

 

Portanto, evitar ambientes cheios, fechados ou mal ventilados ainda é a melhor alternativa para não contrair COVID-19 ao ir às compras. Melhor do que somente limpar as compras do mercado é priorizar ambientes bem arejados, usar uma máscara de qualidade que fique ajustada ao rosto e fazer o distanciamento físico.

 

Como se prevenir da COVID-19?

Confira abaixo as medidas que são realmente eficazes e necessárias para a prevenção do coronavírus:

 

Utilizar máscara que cubra o nariz e a boca sempre que sair de casa

Lavar as mãos com água e sabão frequentemente

Higienizar as mãos sempre que possível com álcool gel

Mesmo com as mãos limpas, evitar tocar olhos, nariz e boca

Utilizar lenço descartável para higiene nasal

Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir

Higienizar as mãos após tossir ou espirrar

Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas

Manter os ambientes bem ventilados

Evitar contato físico com pessoas que tenham sintomas de gripe

Evitar aglomerações

Manter hábitos saudáveis, alimentar-se bem e beber muita água.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/36139-o-que-limpar-quando-chegar-do-mercado-durante-a-pandemia - Escrito por Bárbara Correa - Redação Minha Vida

domingo, 18 de abril de 2021

Atividade física sempre: antes, durante e depois da pandemia de Covid-19


Médicos, nutricionistas e outros profissionais da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp) explicam as novas (e clássicas) medidas para resguardar o peito

 

A maioria dos malefícios do sedentarismo são conhecidos da população: aumento de peso, doenças cardiovasculares como infarto e AVC, diabetes tipo 2, apneia do sono… A “novidade” da pandemia é que essas comorbidades podem catapultar um paciente acometido pela Covid-19 para um estágio mais grave. Isso nos faz associar a falta de atividade física com maiores complicações e pior prognóstico da infecção pelo novo coronavírus.

 

Um estudo francês evidenciou que a necessidade de ventilação mecânica invasiva foi maior em pacientes com índice de massa corporal (IMC) elevado – uma das consequências da falta de mobilidade – chegando a 85,7% nos pacientes com Covid-19 e IMC igual ou superior 35. Além disso, o risco de hospitalizações foi 32% maior para pessoas fisicamente inativas. O trabalho está citado na revista científica da SOCESP inteiramente voltada para a relação da Covid-19 com as doenças cardiovasculares.

 

O combate a uma doença sobre a qual a ciência ainda conhece pouco requer medidas que defendam nosso corpo. E a atividade física regular pode ser uma aliada.

 

Porém, um estudo divulgado em janeiro de 2021 pela Organização Mundial de Saúde (OMS) confirma que o brasileiro se exercita menos do que deveria. O levantamento aponta que, nos últimos 15 anos, praticamente um em cada dois adultos (47%) no Brasil não faz atividades físicas suficientemente.

 

No contexto promovido pela pandemia, esse cenário poderia ser ampliado, alcançando até aqueles que se mantinham ativos antes das restrições sanitárias. Espaços limitados nas residências, o desigual acesso à internet para aulas online e o contato restrito com professores de educação física são alguns dos fatores que justificariam a descontinuidade dos treinos.

 

Mas uma pesquisa brasileira realizada com 16 mil pessoas contraria – ainda bem – essa tendência, mostrando que o percentual de praticantes pré-pandemia não mudou muito. Utilizando um questionário online disseminado por redes sociais no ano passado, a apuração identificou que 40% dos entrevistados estavam fazendo algum exercício durante a quarentena. O fato de os números desse levantamento “baterem” com o da pesquisa da OMS não é à toa: podemos pensar que grande parte daqueles que se exercitavam regularmente procuraram algum meio de se manterem ativos.

 

Sempre dá para começar

A qualquer momento e independentemente da idade, a adoção de hábitos saudáveis tende a trazer longevidade e qualidade de vida. Quanto maior o nível de atividade física, maior o efeito protetor sobre eventos cardiovasculares e mortalidade. Além da melhora na função cardiovascular e imunológica, exercitar-se contribui com a saúde mental, ajudando a reduzir sentimentos como estresse e ansiedade, comuns em tempos de isolamento social.

 

No Brasil, ainda há poucas políticas públicas com oferta de programas para práticas físicas, o que restringe o alcance de profissionais habilitados entre as populações carentes. O mais devastador é que essas iniciativas não teriam um peso tão significativo no orçamento de governos e prefeituras, quando comparado ao custo financeiro e social de cuidar das sequelas do sedentarismo. A oferta de programas sérios e gratuitos de atividades físicas em parques e clubes, por exemplo, fatalmente fariam os índices de sedentarismo no país diminuírem.

 

Informações: Veja Saúde

 

Fonte: https://revistanovafamilia.com.br/atividade-fisica-sempre-antes-durante-e-depois-da-pandemia-de-covid-19 - Redação - Foto : Reprodução

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Importância das máscaras N95: entenda como usar, higienizar e fazer rodízio entre elas


Especialistas tiram dúvidas sobre a capacidade de proteção, reutilização e armazenamento das máscaras também conhecidas como PFF2, cada vez mais populares

 

O agravamento da pandemia de Covid-19 e a disparada no número de internações e mortes levaram a um aumento na procura por novas formas de se proteger. As máscaras N95 – que no Brasil são padronizadas com a sigla PFF-2 –, consideradas o padrão-ouro para proteção, despontaram como uma das melhores alternativas para quem precisa sair de casa. A seguir especialistas respondem às principais dúvidas sobre esse tipo de máscara:

 

O que é uma máscara PFF2?

É uma máscara com alta capacidade de filtração de partículas, que atende ao padrão N95 da classificação de filtragem do ar do Instituto Nacional de Segurança de Saúde Ocupacional, dos Estados Unidos. Por filtrar uma porcentagem maior de partículas de um ambiente, oferece maior proteção e deve ser utilizada em situações de maior risco. A PFF, ou Peça Facial Filtrante, é um Equipamento de Proteção Individual (EPI) que cobre o nariz e a boca.

O reforço da N95 está nas seguintes camadas de proteção: externa, de fibra sintética de polipropileno; do meio, de fibras sintética estrutural; camada filtrante de fibra sintética com tratamento eletrostático, e camada interna de fibra sintética de contato facial.

 

Qual a diferença entre uma máscara PFF2 e uma N95?

Os dois nomes se referem ao mesmo produto: o termo PFF2 (Peça Facial Filtrante) é utilizado pelos órgãos reguladores no Brasil para descrever os equipamentos de proteção com filtragem superior a 95%. A N95 é nomeada assim pelas agências americanas e europeias.

 

Por que a PFF2 protege mais?

São máscaras com alto grau de filtração de partículas. Elas são projetadas considerando uma análise dos vários níveis de risco das pessoas, de acordo com os ambientes de trabalho interno ou externo.

O agravamento da pandemia de Covid-19 e a disparada no número de internações e mortes levaram a um aumento na procura por novas formas de se proteger. As máscaras N95 – que no Brasil são padronizadas com a sigla PFF-2 –, consideradas o padrão-ouro para proteção, despontaram como uma das melhores alternativas para quem precisa sair de casa. A seguir especialistas respondem às principais dúvidas sobre esse tipo de máscara:

 

O que é uma máscara PFF2?

É uma máscara com alta capacidade de filtração de partículas, que atende ao padrão N95 da classificação de filtragem do ar do Instituto Nacional de Segurança de Saúde Ocupacional, dos Estados Unidos. Por filtrar uma porcentagem maior de partículas de um ambiente, oferece maior proteção e deve ser utilizada em situações de maior risco. A PFF, ou Peça Facial Filtrante, é um Equipamento de Proteção Individual (EPI) que cobre o nariz e a boca.

O reforço da N95 está nas seguintes camadas de proteção: externa, de fibra sintética de polipropileno; do meio, de fibras sintética estrutural; camada filtrante de fibra sintética com tratamento eletrostático, e camada interna de fibra sintética de contato facial.

 

Qual a diferença entre uma máscara PFF2 e uma N95?

Os dois nomes se referem ao mesmo produto: o termo PFF2 (Peça Facial Filtrante) é utilizado pelos órgãos reguladores no Brasil para descrever os equipamentos de proteção com filtragem superior a 95%. A N95 é nomeada assim pelas agências americanas e europeias.

 

Por que a PFF2 protege mais?

São máscaras com alto grau de filtração de partículas. Elas são projetadas considerando uma análise dos vários níveis de risco das pessoas, de acordo com os ambientes de trabalho interno ou externo.

 

Qual é melhor: PFF2 com válvula ou sem válvula?

As máscaras sem válvula são melhores, devido ao nível de proteção de terceiros. No caso das que têm válvula, se a pessoa que usar estiver doente, poderá continuar a transmitir o vírus. Já as máscaras sem válvula protegem quem utiliza e as demais pessoas.

 

Como colocar uma máscara PFF2?

Ao colocar a máscara, é fundamental que ela esteja vedada no nariz e abaixo do queixo, de forma a garantir o poder de filtração.

 

Onde devo usar uma máscara PFF2?

Esse tipo de máscara é ideal para ambientes fechados. Elas são utilizadas nos hospitais, normalmente indicadas para profissionais de saúde que atuam em áreas com o maior risco de aspersão de gotículas que permanecem no ar em um ambiente fechado.

 

A máscara PFF2 é descartável? Quantas vezes posso usar?

Não são máscaras descartáveis. O tempo de validade é variável e está condicionado ao período de utilização em relação ao risco de exposição. Conservadas da maneira adequada, podem ser usadas de sete a 15 dias.

 

Como fazer o rodízio de máscaras PFF2?

O ideal é ter uma máscara para cada dia de exposição: se você trabalha de segunda a sexta, deve ter cinco máscaras. Cada uma deve ficar “respirando” de 3 a 5 dias. Intercale as máscaras.

 

Onde devo guardar as máscaras usadas?

Elas podem ser penduradas em algum local para arejar. Evite colocá-las em sacolas plásticas, porque elas ficam úmidas e acabam durando menos tempo. Guarde-as em caixas de sapato ou de papel, ou em envelopes - preferíveis no lugar de recipientes de plástico.

 

Como higienizar uma máscara PFF2? Ela é lavável?

A higienização pode levar à quebra da barreira de proteção, comprometendo o uso. Portanto, essas máscaras não devem ser higienizadas ou lavadas. O ideal é conservar o material sem dobrar ou amassar, de modo a preservar a eficácia da filtração.

 

Preciso utilizar a PFF2/N95 junto com outra máscara?

As máscaras filtrantes não devem ser utilizadas com nenhuma outra máscara por cima ou por baixo. A PFF2 é suficiente, porque tem várias camadas de filtragem. São máscaras que protegem muito e são facilmente encontradas em lojas de material de construção, além de serem mais barata nesses lugares.

 

Crianças podem usar máscaras PFF2?

Esse tipo de máscara não é indicado para crianças, pelo desenho anatômico, pelo risco, e pela forma como as crianças respiram. O ideal é que crianças de até dois anos não utilizem máscaras. Crianças de idade entre dois e seis anos devem utilizar máscaras de forma assistida por um adulto. Já as maiores de seis anos devem usar máscaras cirúrgicas simples, também sob acompanhamento.

 

Como saber se as máscaras são confiáveis?

É preciso observar se elas têm o selo do Inmetro e o registro na Anvisa. Especialistas ouvidos pela CNN explicaram todos os procedimentos que devem ser seguidos para reconhecer as máscaras falsificadas. Denúncias apontam que o aumento da procura por esses produtos gerou uma rede de falsificação que vende as imitações livremente pela internet, inclusive em sites de grandes varejistas.

 

Qual o preço de uma máscara PFF2?

O preço varia de acordo com a demanda, mas, em geral, sempre com um valor um pouco mais alto que o das demais.

 

Qual a diferença da N95 para a KN95?

Nenhuma. Normalmente são especificações de tiras, forma de colocação ou questões anatômicas, como a fixação na cabeça ou nas orelhas. São utilizadas da mesma forma, para filtrar de acordo com a exposição ao risco de partículas suspensas no ar.

 

Informações:CNN Brasil saúde.

 

Fonte: https://revistanovafamilia.com.br/importancia-das-mascaras-n95-entenda-como-usar-higienizar-e-fazer-rodizio-entre-elas - Redação - Foto: Roman Lukiw Photography/Getty Imagees

quinta-feira, 1 de abril de 2021

Melhora radical: 4 dicas para fazer sua máscara facial te proteger muito mais


Com novas cepas mais contagiosas do coronavírus se espalhando, e os níveis de transmissão ainda muito altos em muitos lugares, alguns especialistas em saúde pública recomendam melhorar as nossas máscaras básicas de pano que muita gente tem usado durante a pandemia.

 

“Uma máscara de pano pode ser 50% eficaz no bloqueio de vírus e aerossóis”, diz Linsey Marr, pesquisadora da Virginia Tech que estuda a transmissão de vírus no ar. “Estamos no ponto agora … que precisamos de mais de 50%.”

 

Quando você está ao ar livre, onde o ar fresco pode dispersar rapidamente gotículas de vírus e partículas menores, uma máscara de pano é o suficiente, diz Marr. Mas partículas infecciosas podem se acumular em lugares fechados, e é aí que você precisa de uma máscara melhor. “Agora estou usando minha máscara melhor para ir ao supermercado. Eu não fazia isso antes”, diz Marr.

 

O ideal seria que todos nós estivéssemos usando máscaras N95 de uso médico — chamadas assim porque bloqueiam pelo menos 95% das partículas quando usadas corretamente. Mas elas devem ser reservadas para os profissionais de saúde.

 

Felizmente, há outras maneiras de aumentar fundamentalmente a proteção que sua máscara facial oferece de acordo com estas dicas da NPR.

 

4. Use duas máscaras


O conceito de duas máscaras tem recebido muita atenção ultimamente, especialmente depois que o Dr. Anthony Fauci, o maior especialista em doenças infecciosas dos EUA, promoveu o seu uso.

Primeiro coloque uma máscara cirúrgica mais próxima do seu rosto, diz Marr, e depois coloque outra de pano por cima. Use uma máscara cirúrgica feita de um material que não seja tecido mas de polipropileno, porque esse material contém uma carga eletrostática que faz que ele prenda as partículas. (Algumas máscaras cirúrgicas são feitas de papel.)

A desvantagem das máscaras cirúrgicas é que muitas delas não se ajustam bem e a capacidade de uma máscara de filtrar partículas depende também de como ela se ajusta ao seu rosto. Ao colocar uma máscara de pano por cima você pode obter um ajuste mais justo, ao mesmo tempo em que inclui uma camada extra de filtragem, diz Marr, que contribuiu em um artigo sobre recomendando mascaramento duplo.

Mas não continue empilhando máscaras, ela adverte; apenas uma máscara adicional é suficiente. Se suas máscaras aumentarem muito a resistência o ar vai vazar pelas laterais. “É como se você tivesse um buraco na máscara”, diz ela.

Mesmo se você usar duas máscaras que tem eficácia de apenas cerca 50% no bloqueio de partículas, quando você coloca uma sobre a outra você pode ter uma combinação com 75% de eficácia ou mais, diz Marr.

Veja como Marr explica essa matemática: “Se você tem 100 vírus que estão voando em direção à sua máscara que é 50% eficaz, então 50 deles serão filtrados e 50 passarão. Quando esses 50 chegarem à segunda máscara, 25 serão filtrados e 25 passarão. Assim, a eficiência global é de 75%.”

Monica Gandhi, médica infectologista da Universidade da Califórnia em São Francisco (EUA), diz que usar duas máscaras é especialmente importante para pessoas em circunstâncias específicas: adultos que trabalham em ambientes fechados com muitas pessoas e aqueles vulneráveis que entram em áreas fechadas ou locais com alto risco de transmissão.

 

3. Adicione um filtro


Se usar duas máscaras não é para você ainda é possível obter um aumento de eficácia semelhante na filtragem usando uma máscara de duas camadas com um bolso para filtro, diz Gandhi. As camadas externas devem ser feitas de um tecido que fique vem ajustado ao rosco, sem frestas.

Marr sugere usar uma máscara cirúrgica no bolso do filtro. Você pode cortar a máscara cirúrgica para caber no bolso, se necessário. Ela diz que os filtros HEPA cortados dos filtros usados em limpadores de ar portáteis funcionam muito bem (veja vídeo dela); um filtro de carbono PM2.5 também deve resolver, desde que seja flexível.

Outra opção de filtro: um material disponível em lojas de tecidos é o TNT (tecido não tecido). Ele é feito de polipropileno, então também possui o poder da eletricidade estática para capturar partículas.

Adicionar um filtro feito de duas camadas de polipropileno poderia aumentar a eficiência de filtragem de uma máscara de algodão em até 35%, disse Yi Cui, pesquisador da Universidade de Stanford.

E para uma opção caseira, a pesquisa de Cui descobriu que dois tecidos faciais, dobrados para formar um filtro de quatro camadas, também podem fazer um bom trabalho ao aumentar a proteção de uma máscara. Mas, por favor, não use um filtro de café: Tanto Marr quanto Christopher Zangmeister, pesquisador do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (EUA), dizem que é difícil de respirar através de um, portanto você acaba respirando ao redor do filtro em vez de através dele.

 

2. Escolha uma máscara de tecido melhor

Se você ainda está usando uma única máscara certifique-se de que o que está usando realmente te protege. Como Gandhi escreveu recentemente no Twitter: “Ainda há uma função para máscaras básicas”.

Quando se trata de máscaras de tecido, procure um com uma tecelagem apertada. Vários estudos mostraram que algodão 100% é uma boa idéia (algodão de uma boa camiseta, por exemplo).

Como Zangmeister explicou à NPR no ano passado, as fibras naturais no algodão tendem a ter uma estrutura mais tridimensional do que as fibras sintéticas, que são mais lisas. E essa estrutura 3D pode criar mais bloqueios que impedem a entrada de partículas.

Procure também uma máscara de três camadas: estudos mostraram que uma máscara de três camadas feita de tecido com tecelagem apertada funciona bem.

 

1. Faça sua máscara se ajustar melhor


Para maximizar a eficácia da máscara, certifique-se de que ela se encaixa perfeitamente sobre sua boca e narinas, até a ponte do nariz e que não tenha nenhuma fresta. E, por favor, não deixe seu nariz para fora da máscara, isso tira o seu propósito!

A eficiência de filtragem de uma máscara varia dependendo do quão bem ela se ajusta ao seu rosto, como ilustra um estudo recente da JAMA Internal Medicine. Os pesquisadores descobriram que as máscaras cirúrgicas testadas bloqueavam apenas 38,5% das pequenas partículas, em média, quando usadas normalmente. Mas a eficiência de filtragem saltou quando eles tentaram vários hacks para fazer a máscara selar melhor.

Um truque que eles testaram foi marrar as tiras em um nó o mais próximo possível das bordas da máscara, em seguida, enfie as as pregas laterais para dentro para minimizar quaisquer frestas que possam aparecer nas bordas, como na foto da esquerda, acima. Isso aumentou a eficiência de filtragem da máscara cirúrgica para 60%.

Outro hack simples é usar um prendedor de cabelo, como na foto acima à direita para segurar as tiras firmemente na parte de trás da cabeça. Isso elevou a eficiência de filtragem da máscara para quase 65%.

E o último e mais eficaz hack? Envolve uma meia-calça. Quando os pesquisadores cobriram a máscara cirúrgica com uma seção de 25 cm de nylon, a eficiência de filtração aumentou para impressionantes 80%.

Se você quiser experimentar o truque da meia-calça, corte um anel de material, cerca 20 a 25 cm, da área da coxa de uma meia-calça. Em seguida, passe o anel pela cabeça e sobre a sua máscara para criar um ajuste firme no rosto.

 

Fonte: https://hypescience.com/4-hacks-e-dicas-para-tornar-sua-mascara-facial-radicalmente-melhor/ - Por Marcelo Ribeiro

domingo, 28 de fevereiro de 2021

Volta às aulas na pandemia: como saber se a escola está preparada?


Adotar protocolos de biossegurança é fundamental para garantir a saúde dos alunos nas aulas presenciais

 

O início do ano letivo de 2021 foi marcado pelo retorno gradativo das aulas presenciais em escolas públicas e privadas. Por acontecer ainda durante a pandemia, as instituições precisam adotar cuidados redobrados com a higiene e a biossegurança para garantir um ambiente seguro aos alunos.

 

"A escola já é considerada por algumas entidades e autoridades um ambiente seguro e controlado. Mas para que isso seja unanimidade é necessário colocar em prática todos os dias os protocolos de biossegurança, pois essa é a nossa realidade agora", explica o professor Uilson da Veiga Santos, diretor da unidade de São Bernardo do Campo do Colégio Adventista.

 

Para saber se a escola está realmente preparada para a retomada das aulas presenciais, os pais e responsáveis devem analisar e fiscalizar o protocolo de segurança proposto pela instituição. Pensando nisso, separamos seis medidas de segurança que as escolas devem adotar durante a pandemia para garantir a saúde e segurança dos alunos na volta às aulas.

 

1. Itens essenciais de higiene pessoal

De acordo com os decretos estaduais, é obrigatório que as escolas disponibilizem álcool em gel dentro das salas de aulas e nas áreas comuns. No Colégio Belo Futuro Internacional, por exemplo, além do álcool em gel, cada sala possui um kit de higienização com pano descartável e álcool líquido 70% para desinfecção periódica. Os pais também são orientados a enviarem troca de máscara aos alunos.

"Temos máscaras descartáveis para oferecer aos alunos caso haja necessidade e nossas auxiliares e educadoras utilizam luvas descartáveis o tempo todo para auxiliar no que for necessário", relata Annelize de Farias Lenci, diretora pedagógica do Colégio Belo Futuro Internacional.

 

2. Uso de máscara em todos os ambientes

A máscara é um item indispensável durante a pandemia e seu uso também é obrigatório nas aulas presenciais. Para que a eficiência da máscara não seja comprometida, é preciso trocá-la a cada duas horas ou quando estiver úmida ou rasgada.

Levando em consideração o tempo de aula e o intervalo para refeição, é recomendado que os alunos tenham, no mínimo, quatro máscaras extras para realizar a troca ao longo do dia. Caso a máscara usada não seja descartável, o aluno deve levar algum plástico para armazená-las e guardá-las na mochila, desinfectando-as em casa.

"A família é parceira da escola, e esse momento delicado é de cooperação entre as partes", elucida a diretora pedagógica do Colégio Belo Futuro Internacional.

 

3. Distanciamento social nas salas de aula

O distanciamento é uma das medidas mais importantes para reduzir a propagação da COVID-19 e deve ser mantido dentro das salas de aula. A distância ideal entre duas pessoas durante a pandemia é de dois metros. Para que esse distanciamento seja respeitado, o ideal é que as salas recebam número reduzido de alunos e tenham carteiras demarcadas com a distância recomendada entre elas.

 

4. Refeições seguras

Outra grande preocupação é como garantir que as refeições na escola sejam realizadas de forma segura. Afinal, esse é o único momento em que os alunos devem retirar a máscara. "Os ambientes precisam ser controlados principalmente na hora do lanche e com os pequenos, que geralmente gostam de trocar o lanchinho e brincar pelo pátio", relata Uilson.

Para isso, a escola pode fazer um rodízio na área de alimentação, limitando o número de alunos que irão lanchar juntos, minimizando ao máximo o contato entre eles. Outra opção citada pelo diretor é que as crianças possam lanchar dentro da sala de aula individualmente, cada um em sua carteira. É importante reforçar que o uso de máscara é essencial. Por isso, ao finalizar a refeição os alunos devem, imediatamente, colocar máscara - de preferência uma nova.

 

5. Atenção especial para cada faixa etária

Apesar das recomendações de segurança serem generalistas, cada faixa etária precisa de um cuidado diferente. Alunos da educação infantil e do fundamental são mais novos e não têm tanta autonomia. Por isso, é preciso ter atenção para que eles não compartilhem objetos pessoais - como brinquedos e materiais escolares -, e cumpram o distanciamento.

No Colégio Belo Futuro Internacional, por exemplo, os estudantes do ensino médio também possuem uma atenção especial. Mas, nesse caso, o foco é no horário do intervalo, quando os alunos ficam mais próximos.

"O que sempre levamos em consideração em nossa escola é o acolhimento e a orientação. Portanto, sempre que percebemos uma regra mal aplicada ou aplicada erroneamente, optamos pela conversa e explicação dos porquês, e não pela punição", relata Annelize de Farias Lenci.

 

6. Aluno com sintoma: como a escola deve agir?

Caso o aluno apresente algum sintoma do novo coronavírus, gripe ou resfriado, os pais são orientados a não levá-lo à escola. Mas se a criança apresentar os sintomas dentro da instituição, é preciso que haja um ambiente isolado e ventilado para que a criança possa ficar até a chegada dos responsáveis. "Se o aluno testar positivo, os pais devem comunicar a escola e o grupo que teve contato com a criança deve realizar um período de quarentena antes de voltar para as atividades", explica Uilson da Veiga Santos.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/familia/materias/37362-volta-as-aulas-na-pandemia-como-saber-se-a-escola-esta-preparada - Escrito por Hellen Cerqueira - Foto: Halfpoint Images | Getty Images

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Online, híbrido ou presencial? Os desafios de um novo ano letivo


Na fase da pandemia que nos encontramos, pais, alunos e professores enfrentam um novo desafio: o ensino híbrido. A metodologia não está sendo utilizada pela forma inovadora de aprender que ela proporciona, mas pelas necessidades reais da sociedade atual, onde a aglomeração de pessoas deve ser evitada. O desafio do ensino híbrido é de todos.

 

As escolas precisavam se reinventar em curto espaço de tempo, os estudantes se adaptar a tantas mudanças na forma de aprender e os pais, a encarar uma sala de aula dentro e fora de casa. Mas dentro desses turbilhões de mudanças o modelo híbrido nos dá uma possibilidade de ensino eficiente, interessante e personalizado.

 

Já os alunos que voltarem para o presencial, um dos cuidados, além do afastamento necessário, o uso da máscara e do uso do álcool em gel, é com a mochila. Ou melhor, o que é levado na mochila. São livros, cadernos, canetas, lápis, agenda. É tanta coisa, que não sabemos como cabe tudo dentro de uma única bolsa. Mas com jeitinho, é possível organizar tudo da melhor maneira.

 

Para os estudantes que vão ficar em casa, a organização dos estudos é fundamental. Para facilitar os estudos, temos cinco dicas que podem ser seguidas pela família.

 

1. Junto com o seu filho identifique o melhor ambiente para estudar. Faça deste local, parte de sua rotina de estudos. Pode ser na sala ou no quarto, por exemplo. Mas o ideal é usar sempre o mesmo local.

 

2. É importante se organizar para acompanhar as aulas remotas. Elas ocorrem nos mesmos horários determinados para as aulas presenciais. Estimule seus filhos a fazerem anotações, registrar os aspectos mais importantes da aula e, se as aulas ficarem disponíveis, é importante assistir a aula mais uma vez para tirar todas as dúvidas. .

 

3. Estimule o seu filho a ter contato com colegas e professores. É importante aproveitar as aulas para tirar as dúvidas e manter o relacionamento com os colegas da sala.

 

4. Organizar um cronograma com as aulas, trabalhos e atividades. Nesse momento, isso ajudará bastante a manter as tarefas que a disciplina exige em dia.

 

5. Separar o material que precisará ser usado no dia com antecedência. O ideal é organizar de acordo com as disciplinas e conteúdos propostos para cada dia.

 

Esperamos que essas dicas ajudem toda a família a organizar os estudos em mais um ano letivo que começa.

 

Fonte: https://www.bloguito.com.br/online-hibrido-ou-presencial-os-desafios-de-um-novo-ano-letivo?utm_campaign=_newsletter__-_bloguito__janeiro_-_2701&utm_medium=email&utm_source=RD+Station