A prática de exercícios personalizados auxilia no desenvolvimento de pessoas com TEA
A prática regular de atividades físicas é um cuidado
fundamental para a manutenção da saúde e do bem-estar a longo prazo. No caso de
pessoas com autismo, adaptar os exercícios pode exercer um papel ainda mais
importante, já que tais ajustes podem ser essenciais. Isso porque impactam no
desenvolvimento integral, incentivando a autonomia e promovendo uma maior
qualidade de vida.
A adaptação é importante, pois, o TEA pode apresentar
algumas caraterísticas particulares. É o caso de dificuldades para interagir
socialmente, padrões comportamentais repetitivos, alterações motoras e
sensoriais. Essa atitude também influencia na redução da ansiedade e do
estresse, além de melhorar o humor.
A dinâmica pode abarcar desde adaptações nos ambientes
por meio do uso de equipamentos específicos, até uma modificação de regras.
Nesse sentido, cada exercício busca desenvolver um aspecto: esportes coletivos
promovem a interação social e a cooperação, ao passo que os individuais
oferecem um ambiente calmo que favorece o aperfeiçoamento. Essa atitude
também influencia na redução da ansiedade e do estresse, além de melhorar o
humor.
Benefícios da atividade física adaptada
Desenvolve habilidades motoras e sociais
Melhora a saúde mental e física
Regula a rotina
Protege a imunidade
Melhora a comunicação e a autoestima
Aprimora a percepção do entorno
Reduz comportamentos repetitivos e estereotipados
Melhora a postura corporal e a independência
A atividade física adaptada para pessoas com autismo
oferece uma série de benefícios que vão além do físico, contribuindo para o
desenvolvimento de habilidades motoras e sociais, além de aprimorar a percepção
do entorno, a noção de espaço e tempo. Ela também melhora a saúde mental e
física, fortalece a comunicação e eleva a autoestima, ao mesmo tempo que ajuda
na regulação da rotina e na proteção da imunidade.
De acordo com a Tismoo, uma plataforma dedicada a
melhorar a vida de pessoas autistas, outros ganhos incluem a redução de
comportamentos repetitivos e estereotipados. Além disso, há uma melhora da
postura corporal e o aumento da independência nas atividades do dia a dia,
proporcionando uma qualidade de vida mais plena e equilibrada.
Como adaptar as atividades físicas
A escolha da atividade física ideal deve ter como base
uma avaliação individual. Dessa forma, é possível conciliar os interesses,
habilidades e desafios de cada pessoa com TEA. Isso pode incluir cuidados como
adaptação do ambiente, uso de equipamentos específicos e modificação de normas
para tornar o exercício mais agradável e eficaz de acordo com as
particularidades.
Quais exercícios se recomendam
Esportes coletivos: como futebol, basquete, vôlei e
handebol são excelentes opções, já que incentivam a socialização e a cooperação
Esportes individuais: como natação e equoterapia
oferecem ambientes estruturados, podendo ainda sofrer ajustes de acordo com as
necessidades e promovendo ganhos para o desenvolvimento emocional e físico.
O ideal é que as atividades sejam direcionadas por
profissionais especializados como educadores físicos, terapeutas ocupacionais e
psicólogos com experiência em TEA. Assim, eles podem auxiliar na escolha e
adaptação de exercícios, além de orientar de modo seguro e respeitando as
necessidades e objetivos individuais.
A atividade física, que passa por adaptação e condução
com uma abordagem correta, apresenta um impacto positivo na vida de pessoas com
autismo. Dessa forma, se melhora a qualidade de vida do paciente e de sua
família a partir da promoção do bem-estar e desenvolvimento integral.
Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/saiba-os-beneficios-das-atividades-fisicas-para-pessoas-com-autismo,ab9d1a1f308f81d626426d5090d9485fxhba4kaz.html?utm_source=clipboard
- Foto: Shutterstock

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