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quinta-feira, 26 de março de 2026

Celulite: principais fatores que influenciam seu surgimento


A celulite aparece pelas ondulações e furinhos na pele, especialmente em áreas como coxas, glúteos, quadris e abdômen. Embora muitas pessoas associem o quadro apenas à estética, trata-se de uma alteração natural do tecido subcutâneo. Além disso, ela surge em pessoas de diferentes pesos, idades e estilos de vida. Em termos simples, ocorre quando a gordura localizada abaixo da pele se reorganiza, junto com mudanças nas fibras que sustentam essa região.

 

Do ponto de vista da saúde, a celulite não representa uma doença grave. Ainda assim, ela costuma chamar a atenção de quem nota alterações na textura da pele. A aparência característica surge quando as células de gordura aumentam de volume e pressionam a pele. Ao mesmo tempo, as fibras que prendem a pele aos tecidos mais profundos mantêm alguns pontos fixos. Isso cria relevos e depressões e gera o conhecido aspecto de "casca de laranja".

 

O que é a celulite e como ela se forma na pele?

Em termos mais técnicos, a celulite se relaciona a um processo chamado panniculopatia edemato-fibroesclerótica. Esse processo envolve alterações na gordura, na circulação local e nas fibras de colágeno. O organismo acumula gordura em determinadas regiões como uma reserva de energia. Quando ocorre desequilíbrio entre armazenamento e gasto energético, essas células adiposas aumentam de tamanho.

Ao mesmo tempo, a circulação sanguínea e linfática naquela área pode ficar prejudicada. Com menos oxigênio e nutrientes chegando aos tecidos, e com eliminação mais lenta de toxinas e líquidos, o ambiente se torna mais propício à retenção de líquidos. Além disso, surgem mudanças nas fibras de sustentação. Essas fibras tendem a ficar mais rígidas e repuxam a pele em alguns pontos. Enquanto isso, a gordura empurra de baixo para cima em outros pontos. O resultado consiste em relevo irregular que muitas pessoas associam à celulite.

Esse processo não aparece de um dia para o outro. Em geral, ele se desenvolve ao longo do tempo. Inicialmente, surgem fases menos visíveis, em que a pele parece lisa em repouso. Depois, com a progressão, aparecem fases em que as ondulações se tornam visíveis mesmo sem apertar a região. Portanto, a intensidade da celulite varia bastante entre as pessoas. Essa variação depende de uma combinação de fatores internos e externos.

 

Quais fatores influenciam o surgimento da celulite?

Os principais fatores envolvidos no aparecimento da celulite costumam atuar em conjunto. Alguns fatores não podem ser modificados, como genética e características hormonais. Em contrapartida, outros fatores se relacionam diretamente ao estilo de vida, como rotina alimentar, nível de atividade física e hábitos diários. Entender esses elementos ajuda a compreender por que a celulite aparece com tanta frequência, especialmente entre mulheres.

 

Genética: a estrutura da pele, a tendência a acumular gordura em certas áreas e o funcionamento da circulação podem vir de herança familiar.

Hormônios: hormônios sexuais, principalmente o estrogênio, participam da distribuição de gordura e da retenção de líquidos.

Hábitos de vida: alimentação, sedentarismo, tabagismo e consumo de álcool impactam diretamente o tecido subcutâneo.

 

Na prática, duas pessoas com rotina semelhante podem apresentar graus bem diferentes de celulite. Isso ocorre porque cada organismo responde de forma específica. Ainda assim, conhecer os fatores de risco permite ajustes na rotina. Esses ajustes tendem a favorecer a saúde da pele e do corpo como um todo.

 

Hormônios, genética e estilo de vida: como tudo se conecta?

Os hormônios exercem papel central no surgimento da celulite. O estrogênio, por exemplo, influencia a circulação, o metabolismo das gorduras e a retenção de líquidos. Por isso, fases da vida como puberdade, gestação, uso de anticoncepcionais hormonais e perimenopausa frequentemente coincidem com aumento ou alteração da celulite. Nessas fases, as oscilações hormonais favorecem o acúmulo de gordura em áreas típicas, como quadris e coxas.

A genética também exerce grande impacto. Características como espessura da pele, quantidade e distribuição das células de gordura, padrão de colágeno e tendência à má circulação costumam ter componente hereditário. Em famílias em que várias mulheres apresentam celulite mais acentuada, outras integrantes costumam manifestar o quadro. Isso ocorre mesmo com cuidados regulares com alimentação e exercícios.

Já o estilo de vida pode potencializar ou amenizar essa predisposição. Situações comuns do dia a dia, como passar horas sentado no trabalho, subir poucas escadas ou fazer deslocamentos apenas de carro, contribuem para o sedentarismo. Esse padrão reduz o gasto calórico e prejudica a circulação. Como consequência, o corpo acumula mais gordura localizada e cria um cenário favorável ao aparecimento ou agravamento da celulite. Além disso, níveis altos de estresse e sono irregular influenciam hormônios ligados ao apetite e ao armazenamento de gordura.

 

Alimentação, sedentarismo e circulação influenciam a celulite?

A alimentação aparece entre os pontos mais comentados quando o assunto é celulite. Cardápios muito ricos em açúcar, gorduras saturadas, ultraprocessados e excesso de sal colaboram para o ganho de peso. Além disso, aumentam o tamanho das células de gordura e favorecem a retenção de líquidos. Em situações do cotidiano, como consumo frequente de refrigerantes, fast-food e lanches industrializados, esse efeito se torna mais perceptível ao longo do tempo.

O sedentarismo também representa fator relevante. A prática regular de atividades físicas estimula a circulação sanguínea e fortalece a musculatura. Ao mesmo tempo, auxilia na redução de gordura corporal. Quando o corpo permanece longos períodos parado, especialmente sentado ou em pé na mesma posição, o retorno venoso sofre prejuízo. Isso favorece sensação de peso nas pernas, inchaço e agravamento das irregularidades na pele.

A circulação sanguínea e linfática mantém relação direta com o aspecto da pele. Quando o fluxo funciona de forma eficiente, o corpo oferece melhor aporte de oxigênio e nutrientes aos tecidos. Ao mesmo tempo, a remoção de resíduos metabólicos ocorre com maior rapidez. Já uma circulação mais lenta favorece o acúmulo de líquidos e substâncias na região. Esse cenário contribui para o aspecto acolchoado ou ondulado. Por isso, medidas simples, como fazer pequenas pausas para caminhar durante o dia, podem gerar impacto positivo no bem-estar das pernas.

 

Qual o papel da retenção de líquidos e de pequenos cuidados diários?

A retenção de líquidos ocorre quando o corpo acumula água nos tecidos. Esse processo resulta em inchaço, principalmente em extremidades como pernas e tornozelos. Fatores como excesso de sal na dieta, poucas pausas ao longo do dia, uso de roupas muito apertadas e alterações hormonais estimulam esse acúmulo. Quando o inchaço se soma à gordura localizada e à predisposição genética, o quadro de celulite tende a ficar mais visível.

Alguns cuidados cotidianos se associam com frequência à melhora da circulação e à redução da sensação de peso. Entre eles, destacam-se ingerir água ao longo do dia, variar as posições do corpo e incluir caminhadas na rotina. Além disso, quando um profissional de saúde indicar, o uso de meias de compressão pode ajudar. Esses hábitos não eliminam a causa genética ou hormonal. Porém, eles contribuem para um ambiente mais favorável nos tecidos e reduzem o impacto da retenção hídrica.

De forma geral, a celulite resulta da interação entre hormônios, herança familiar, alimentação, nível de atividade física, circulação e retenção de líquidos. Compreender esses fatores ajuda na escolha de estratégias mais realistas de cuidado com o corpo. Dessa forma, torna-se possível construir uma relação mais informada e tranquila com as mudanças naturais da pele ao longo da vida.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/celulite-principais-fatores-que-influenciam-seu-surgimento,c0ab8e440891561884cb14c7e6b4f064f5rigwkk.html?utm_source=clipboard - Por: Jonasmoura* *com uso de inteligência artificial / Giro 10 - celulite_depositphotos.com / AllaSerebrina

segunda-feira, 23 de março de 2026

6 alimentos para reforçar a imunidade no outono


Veja como incluir ingredientes da estação no cardápio pode fortalecer as defesas do organismo

 

O outono chegou no dia 20 de março e, com ele, as temperaturas começam a cair e a umidade do ar tende a diminuir, fatores que favorecem quadros respiratórios. Nesse período de transição para o inverno, adaptar a alimentação é uma estratégia importante para manter a energia e fortalecer a imunidade.

 

Segundo a professora e coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera, Dra. Waleska Nishida, priorizar alimentos típicos da estação contribui para uma dieta mais nutritiva e equilibrada. "Os alimentos da safra do outono são naturalmente ricos em vitaminas antioxidantes e compostos que auxiliam na proteção do organismo, além de combinarem com preparações mais quentes e reconfortantes", explica.

 

A seguir, a nutricionista destaca alimentos do outono que podem fazer a diferença no cardápio para melhorar a imunidade. Além de promover saúde, optar por ingredientes da estação também garante melhor qualidade nutricional e custo-benefício, já que esses produtos tendem a estar mais frescos e acessíveis. Confira!

 

1. Tangerina

A tangerina é rica em vitamina C e antioxidantes, o que contribui para fortalecer a imunidade no outono

Rica em vitamina C e antioxidantes, a tangerina auxilia no fortalecimento do sistema imunológico e na prevenção de infecções respiratórias comuns nesta época do ano.

 

2. Abóbora

A abóbora é fonte de betacaroteno, que contribui para a saúde da pele e das mucosas, importantes na defesa do organismo

A abóbora é fonte de betacaroteno, que se transforma em vitamina A no organismo, contribuindo para a saúde da pele e das mucosas, primeira barreira de defesa do corpo.

 

3. Batata-doce

Com absorção lenta, a batata-doce contribui para níveis estáveis de energia e melhor desempenho diário

A batata-doce é um carboidrato de absorção gradual, que ajuda a manter níveis estáveis de energia ao longo do dia, evitando picos de glicemia.

 

4. Couve

A couve concentra ferro, vitamina C e fibras, nutrientes que apoiam o sistema imunológico

A couve contém ferro, vitamina C e fibras, nutrientes importantes para a disposição e o funcionamento adequado do sistema imunológico.

 

5. Kiwi

Com compostos antioxidantes, o kiwi contribui para o equilíbrio intestinal e para o fortalecimento da imunidade

O kiwi é rico em fibras e compostos antioxidantes, o que contribui para a saúde intestinal, fundamental para uma boa resposta imunológica.

 

6. Alho e cebola

Com ação anti-inflamatória e antimicrobiana, o alho e a cebola ajudam a fortalecer as defesas do organismo

O alho e a cebola têm compostos bioativos com ação anti-inflamatória e antimicrobiana, auxiliando na proteção contra vírus e bactérias.

 

Como adaptar a alimentação no outono

De acordo com a Dra. Waleska Nishida, investir em sopas, caldos e preparações quentes com esses ingredientes é uma forma prática de adaptar o cardápio à estação. "O fortalecimento da imunidade é resultado de um conjunto de hábitos. Alimentação equilibrada, boa hidratação, sono adequado e atividade física regular são essenciais, especialmente no outono", reforça.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/6-alimentos-para-reforcar-a-imunidade-no-outono,d76773a1c2df25e69ee061a2b8f1e708p01faily.html?utm_source=clipboard - Por Leticia Zuim Gonzalez - Foto: udra11 | Shutterstock / Portal EdiCase

domingo, 22 de março de 2026

Cansaço no dia a dia? Veja 6 alimentos que ajudam a dar mais energia


Nutricionista explica quais alimentos ajudam a aumentar a energia e melhorar o ânimo na rotina

 

Alguns alimentos possuem nutrientes que ajudam o organismo a produzir mais energia, melhorar o estado de alerta e até favorecer o humor.

 

Sentir cansaço ao longo do dia é algo comum para muitas pessoas. Rotina intensa, estresse e poucas horas de sono podem influenciar diretamente na disposição.

 

E a alimentação também tem papel importante nesse processo.

 

De acordo com a nutricionista e atleta fitness Dani Borges, incluir alimentos estratégicos no cardápio pode ajudar a aumentar a disposição no dia a dia.

 

Isso acontece porque certos nutrientes estimulam o sistema nervoso, ajudam na hidratação e participam da produção de substâncias relacionadas ao bem-estar.

 

A seguir, veja seis alimentos que podem ajudar a combater o cansaço e aumentar a energia.

 

1. Chá verde ajuda a aumentar a energia

O Green tea é uma bebida conhecida por ajudar a aumentar a energia e a disposição.

Ele contém cafeína, uma substância estimulante que atua diretamente no sistema nervoso central.

Esse efeito pode aumentar o estado de alerta e reduzir a sensação de fadiga.

Além disso, o chá verde possui compostos que contribuem para o bem-estar e para o equilíbrio do humor.

 

2. Guaraná em pó é fonte natural de energia

O Guaraná powder é um ingrediente muito utilizado para aumentar a energia.

Ele é naturalmente rico em cafeína, o que ajuda a estimular o sistema nervoso.

Esse efeito pode melhorar a disposição física e mental ao longo do dia.

Quando consumido com moderação, o guaraná em pó pode ser incluído em vitaminas, sucos ou shakes.

 

3. Café preto aumenta o estado de alerta

O Coffee é um dos alimentos mais populares quando o assunto é energia.

A cafeína presente na bebida ajuda a reduzir a sonolência e aumentar o estado de alerta.

Isso pode melhorar a disposição para trabalhar, estudar ou treinar.

Consumido com moderação, o café também pode contribuir para melhorar o humor.

 

4. Água de coco ajuda na hidratação e disposição

Nem sempre a energia vem apenas de alimentos estimulantes.

A Coconut water é um exemplo de bebida que ajuda na disposição por outro motivo: a hidratação.

Ela é rica em minerais e ajuda a repor líquidos perdidos ao longo do dia.

Manter o corpo hidratado é essencial para evitar fadiga, dor de cabeça e queda de rendimento físico.

 

5. Açaí fornece energia para o organismo

O Açaí é conhecido por ser um alimento energético.

Ele é rico em carboidratos e gorduras boas, nutrientes que ajudam a fornecer energia para o corpo.

Além disso, o açaí contém vitaminas do complexo B, vitamina C e antioxidantes.

Esses compostos ajudam no funcionamento do organismo e na proteção das células.

 

6. Chocolate amargo também pode aumentar a energia

O Dark chocolate é outra opção que pode ajudar a melhorar a disposição.

O alimento possui pequenas quantidades de cafeína e compostos antioxidantes.

Essas substâncias ajudam a estimular o sistema nervoso e podem aumentar o estado de alerta.

Além disso, o cacau está associado à produção de substâncias ligadas ao bem-estar.

 

Alimentação equilibrada é essencial para manter a energia

Incluir alimentos que ajudam a aumentar a energia pode fazer diferença na rotina.

 

No entanto, eles não substituem hábitos saudáveis.

 

Dormir bem, manter uma alimentação equilibrada e praticar exercícios físicos regularmente continuam sendo fatores essenciais para evitar o cansaço.

 

Quando combinados com um estilo de vida saudável, esses alimentos podem ajudar a manter mais energia e disposição ao longo do dia.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/cansaco-no-dia-a-dia-veja-6-alimentos-que-ajudam-a-dar-mais-energia,dd8def1b23664aee60c09c1f4bb46f26enn4ajbr.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life


sábado, 21 de março de 2026

Gordura abdominal: 7 estratégias comprovadas que realmente funcionam


Entenda como reduzir a gordura com hábitos simples e baseados na ciência, focando em alimentação, rotina e consistência

 

Reduzir a gordura abdominal não depende de fórmulas milagrosas. O caminho mais eficiente envolve mudanças consistentes na alimentação e no estilo de vida.

 

Mais do que estética, a gordura na região da barriga merece atenção por estar ligada a riscos importantes para a saúde.

 

Por que a gordura abdominal preocupa?

A gordura abdominal, especialmente a chamada gordura visceral, se acumula ao redor dos órgãos internos.

 

Esse tipo de gordura está associado a doenças como infarto, aterosclerose e diabetes tipo 2.

 

Por isso, reduzir a gordura vai além da aparência. É uma decisão importante para proteger o organismo no longo prazo.

 

1. Aposte nas fibras solúveis

As fibras solúveis ajudam a diminuir a gordura ao longo do tempo.

Elas absorvem água no organismo e formam um gel no estômago. Isso aumenta a saciedade e reduz a absorção de açúcares e gorduras.

Estudos mostram que o consumo regular desse nutriente está ligado à redução da gordura visceral.

 

2. Reduza o consumo de álcool

O excesso de álcool pode favorecer o acúmulo de gordura abdominal.

Pesquisas associam o consumo elevado a aumento da circunferência da cintura, mesmo quando outros fatores são considerados.

Diminuir a ingestão já pode trazer impacto positivo.

 

3. Consuma mais proteínas

A proteína é uma aliada importante no controle da gordura.

Ela aumenta a sensação de saciedade e ajuda na manutenção da massa muscular.

Além disso, contribui para um metabolismo mais ativo, o que favorece a queima de gordura ao longo do dia.

 

4. Diminua o açúcar

O consumo excessivo de açúcar está diretamente ligado ao aumento da gordura abdominal.

Isso vale não só para produtos industrializados, mas também para açúcares naturais, que devem ser consumidos com moderação.

Reduzir esse hábito é um passo essencial para melhorar a saúde metabólica.

 

5. Prefira carboidratos integrais

Trocar carboidratos refinados por versões integrais pode ajudar no controle da gordura.

Alimentos integrais melhoram a resposta do organismo ao açúcar no sangue e contribuem para um metabolismo mais equilibrado.

Esse ajuste simples já faz diferença na rotina.

 

6. Inclua probióticos na alimentação

Os probióticos ajudam a equilibrar a microbiota intestinal.

Esse fator tem relação direta com o controle de peso e da gordura corporal.

Algumas cepas específicas já foram associadas à redução da gordura quando combinadas com hábitos saudáveis.

 

7. Consuma peixes ricos em ômega 3

Peixes como salmão, sardinha e atum são fontes de proteína e ômega 3.

Esse tipo de gordura boa contribui para a saúde do coração e pode ajudar na redução da gordura corporal.

Além disso, está associado à melhora do equilíbrio hormonal.

 

Consistência é o que traz resultado

Nenhuma estratégia funciona sozinha. A redução da gordura abdominal acontece com a combinação de hábitos.

 

Alimentação equilibrada, prática de exercícios e regularidade fazem toda a diferença.

 

Pequenas mudanças, mantidas no dia a dia, são o que realmente geram resultados duradouros.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/gordura-abdominal-7-estrategias-comprovadas-que-realmente-funcionam,2f374272346aa482ef924fb4b01742afzha5skhj.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

sexta-feira, 20 de março de 2026

Sono ruim impacta fome e saúde; veja dicas para dormir melhor


Pesquisa revela que 20% dos brasileiros dormem pouco, prejudicando o controle do peso e o equilíbrio hormonal

 

Dormir bem é um fator determinante para o equilíbrio hormonal e o controle do apetite. Uma boa noite de sono ajuda na prevenção de diversas doenças crônicas no organismo.

 

Dados do Vigitel mostram que 20,2% dos brasileiros dormem menos de seis horas por noite. Além disso, 31,7% dos adultos relatam sintomas frequentes de insônia no país.

 

Relação entre sono, fome e peso

A privação de sono impacta diretamente o metabolismo e a regulação da saciedade. Segundo Gisele Pavin, da Nestlé Brasil, dormir pouco aumenta a produção de grelina.

 

A grelina é o hormônio responsável por estimular a sensação de fome no indivíduo. Ao mesmo tempo, ocorre a redução da leptina, que controla a saciedade.

 

Na prática, isso gera um consumo maior de alimentos ao longo do dia. O risco de ganho de peso e o desenvolvimento de doenças aumentam consideravelmente.

 

Alimentos que ajudam a dormir melhor

A alimentação é uma aliada importante para quem busca noites mais restauradoras. Alguns itens favorecem a produção de melatonina e serotonina no corpo humano.

 

Frutas como banana e cereja ajudam na preparação do corpo para o descanso. O consumo de aveia e abacate também contribui para o ritmo circadiano.

 

Nutrientes essenciais para o descanso

Fontes de triptofano, como ovos e grão-de-bico, promovem relaxamento e bem-estar. Sementes de chia e linhaça também auxiliam nessa sensação de conforto.

 

O magnésio, presente em folhas verdes escuras e no cacau, ajuda no relaxamento muscular. Chás de camomila e erva-cidreira são ótimas opções para a transição ao sono.

 

Práticas de higiene do sono

Além da nutrição, organizar a rotina noturna é fundamental para o descanso. A chamada higiene do sono inclui práticas simples para aplicar em casa.

 

Reduzir a intensidade das luzes ao anoitecer ajuda o cérebro a relaxar. Evitar o uso de telas antes de deitar respeita o seu ritmo biológico.

 

Dicas práticas para a noite:

Estabeleça horários fixos para dormir e acordar todos os dias.

 

Mantenha o quarto escuro e com temperatura agradável para o corpo.

 

Evite refeições muito pesadas ou cafeína no período da noite.

 

Priorize o descanso

Priorizar o descanso é uma estratégia essencial de saúde e nutrição diária. O sono de qualidade favorece escolhas alimentares mais equilibradas e conscientes.

 

Cuide da sua rotina noturna para garantir mais energia e disposição. Consultar um especialista ajuda a tratar distúrbios crônicos que prejudicam o seu repouso.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sono-ruim-impacta-fome-e-saude-veja-dicas-para-dormir-melhor,386cc61fc069d363529096d4b1265b52lz4w3nnr.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

quinta-feira, 19 de março de 2026

Sinais de Alerta: Como reconhecer um infarto antes que seja tarde


Identificar sintomas rapidamente pode salvar vidas e aumentar as chances de tratamento

 

O infarto é uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo. A condição ocorre quando o fluxo de sangue para o coração é bloqueado, impedindo que o músculo cardíaco receba oxigênio suficiente.

 

Reconhecer os sinais de alerta pode fazer toda a diferença. Quanto mais rápido o atendimento médico for realizado, maiores são as chances de recuperação e menores os riscos de complicações.

 

O que acontece durante um infarto

O infarto, conhecido também como infarto agudo do miocárdio, acontece quando uma artéria coronária é obstruída. Essa obstrução costuma ser causada por placas de gordura que se rompem e formam coágulos.

 

Quando o sangue deixa de chegar ao coração, parte do músculo cardíaco começa a sofrer danos. Sem atendimento rápido, esse processo pode provocar sequelas graves ou até levar à morte.

 

Por isso, reconhecer os primeiros sinais é fundamental para buscar ajuda imediatamente.

 

Principais sinais de alerta

Os sintomas de infarto podem variar de pessoa para pessoa. No entanto, alguns sinais são considerados mais comuns e devem acender o alerta.

 

Entre os principais estão:

 

dor ou pressão no peito.

dor que pode irradiar para braço, costas, pescoço ou mandíbula.

falta de ar.

suor frio.

náusea ou sensação de enjoo.

tontura ou sensação de desmaio.

 

Em alguns casos, a dor pode ser confundida com azia ou desconforto muscular. Mesmo assim, qualquer suspeita deve ser avaliada por um profissional de saúde.

 

Sintomas podem ser diferentes em mulheres

Em mulheres, o infarto pode apresentar sintomas menos clássicos. Muitas vezes, o quadro inclui cansaço extremo, falta de ar, náusea ou dor nas costas.

 

Esses sinais podem ser mais difíceis de reconhecer, o que às vezes atrasa o diagnóstico. Por isso, especialistas alertam para a importância de procurar atendimento diante de qualquer sintoma incomum.

 

O que fazer diante de suspeita de infarto

Ao perceber sinais de infarto, a orientação é buscar ajuda médica imediatamente. O ideal é ligar para o serviço de emergência ou ir ao hospital mais próximo.

 

Evitar dirigir e tentar manter a pessoa em repouso também pode ajudar até a chegada do atendimento especializado.

 

Cada minuto é importante nesse tipo de situação. Quanto mais rápido o tratamento começa, maiores são as chances de preservar o músculo do coração.

 

Como reduzir o risco de infarto

Alguns hábitos ajudam a diminuir o risco de desenvolver doenças cardíacas ao longo da vida.

 

Entre os principais cuidados estão:

 

manter alimentação equilibrada.

praticar atividade física regularmente.

evitar o tabagismo.

controlar pressão arterial e colesterol.

manter acompanhamento médico regular.

 

Essas medidas contribuem para proteger o coração e reduzir a probabilidade de problemas cardiovasculares.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sinais-de-alerta-como-reconhecer-um-infarto-antes-que-seja-tarde,64be1a838ce8b2fc05cadbaa3a411056l6cg8tdx.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

quarta-feira, 18 de março de 2026

Água faz perder peso? Entenda o que realmente acontece


Beber água não queima gordura diretamente, mas é fundamental para manter o metabolismo ativo e evitar a confusão entre sede e fome

 

A dúvida se o consumo de água faz perder peso é uma das mais comuns nas academias e consultórios. Muitas lendas urbanas sugerem que beber grandes quantidades de líquido elimina gordura milagrosamente.

 

No entanto, a ciência explica que a relação entre hidratação e emagrecimento é real, mas acontece de forma indireta e biológica.

 

A conexão entre metabolismo e hidratação

Muitas pessoas acreditam que a água faz perder peso por "lavar" a gordura, o que é um mito. O que ocorre de fato é que o metabolismo precisa de água para funcionar.

Quando o corpo está desidratado, o desempenho metabólico cai drasticamente. Isso dificulta a queima de calorias e a oxidação de gorduras durante o repouso e o exercício.

De acordo com Matheus Motta, do VigilantesDoPeso, a falta de água prejudica o raciocínio e a memória. Além disso, o organismo em estado de desidratação tende a reter mais líquidos, causando inchaço.

 

Manter-se hidratado garante que as reações químicas da queima energética ocorram na velocidade máxima permitida pela sua genética.

 

Sede ou fome? O cérebro pode se confundir

Um dos maiores benefícios da água no emagrecimento é o controle do apetite. Muitas vezes, o cérebro envia sinais de fome quando, na verdade, o corpo precisa de água.

Beber um copo de água antes das refeições ajuda a aumentar a sensação de saciedade. Isso evita o consumo excessivo de calorias por puro engano do sistema nervoso.

 

Melhora no desempenho físico

Estar bem hidratado melhora a sua performance nos treinos. Músculos hidratados têm mais força e resistência, permitindo que você treine com mais intensidade.

Quanto mais intenso for o seu treino, maior será o gasto calórico total do dia. Portanto, a água indiretamente potencializa os seus resultados na academia.

 

Quanta água você deve beber por dia?

Não existe um número mágico universal, mas o Ministério da Saúde oferece diretrizes seguras. O Guia Alimentar Para a População Brasileira recomenda, em média, o consumo de dois litros diários para adultos. No entanto, essa quantidade varia conforme o seu peso, idade e nível de atividade física.

Pessoas que treinam pesado ou vivem em climas quentes precisam de um aporte maior. O corpo humano não é capaz de armazenar água para uso posterior.

Por isso, a ingestão deve ser distribuída ao longo de todo o dia. Beber dois litros de uma vez só não traz os mesmos benefícios que beber pequenas quantidades em intervalos regulares.

 

Consequências da falta de água

Piora da memória e do raciocínio lógico.

Intestino preso e digestão lenta.

Metabolismo preguiçoso e dificuldade de perder peso.

Pele ressecada e aumento da acne.

 

Dicas para aumentar o consumo de água

Se você esquece de beber água, utilize a tecnologia a seu favor. Existem diversos aplicativos que enviam lembretes periódicos para o celular. Manter uma garrafa sempre à vista, seja no trabalho ou em casa, também facilita a criação do hábito.

Para quem não gosta do sabor neutro, a água aromatizada com limão, hortelã ou gengibre é uma ótima alternativa. Essas combinações mantêm a hidratação e ainda trazem propriedades antioxidantes. O importante é não substituir a água pura por sucos calóricos ou refrigerantes, que podem sabotar a sua dieta.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/agua-faz-perder-peso-entenda-o-que-realmente-acontece,823757fec06e12b330573788410f46e0c72ib8kw.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

segunda-feira, 16 de março de 2026

Pão francês na dieta: 11 formas saudáveis de consumir o alimento


Quando consumido com equilíbrio e combinado com fontes de proteínas, fibras e gorduras boas, ele pode fazer parte de refeições mais completas

 

Presente no café da manhã de muitos brasileiros, o pão francês segue como um dos alimentos mais tradicionais da mesa nacional. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (ABIP) indicam que o país consome cerca de 2,3 milhões de toneladas do alimento por ano, o que corresponde a aproximadamente 34% de todos os produtos panificados vendidos. Em média, cada brasileiro ingere cerca de 31 quilos de pão francês por ano.

 

Entretanto, o pão francês costuma gerar dúvidas quando o assunto é alimentação saudável. Muitas pessoas acreditam que ele deve ser completamente evitado em dietas equilibradas ou de controle de peso. De acordo com Diego Righi, professor de Nutrição da Afya Centro Universitário Itaperuna, esse alimento pode fazer parte de uma alimentação saudável quando consumido com equilíbrio e inserido em refeições bem estruturadas na rotina.

 

"O pão francês é principalmente uma fonte de carboidrato, nutriente essencial para fornecer energia ao organismo, especialmente para o cérebro e para as atividades do dia a dia. O ponto não é demonizar o carboidrato, mas evitar excessos e pensar na qualidade, na quantidade e na composição da refeição, associando o pão a fontes de proteína, fibras e gorduras boas, que aumentam a saciedade e melhoram o perfil nutricional da alimentação", explica.

 

Pão francês pode compor uma refeição equilibrada

Segundo o nutricionista, o problema costuma surgir quando o alimento é consumido isoladamente ou acompanhado apenas de itens ricos em gordura ou açúcar, como manteiga em excesso, embutidos ou cremes açucarados. "Quando incluímos proteínas, como ovos, frango, tofu ou queijos, e alimentos ricos em fibras, como frutas, verduras e legumes, o pão deixa de ser apenas uma fonte de carboidrato e passa a compor uma refeição mais equilibrada, nutritiva e saciante", afirma.

 

Para quem deseja melhorar a qualidade da dieta sem abrir mão do pão no dia a dia, a recomendação é apostar em combinações mais nutritivas e variar os acompanhamentos, garantindo mais diversidade de nutrientes ao longo da rotina alimentar.

 

Como incluir o pão francês nas refeições

Abaixo, Diego Righi lista formas saudáveis de incluir o pão francês nas refeições. Confira!

 

1. Pão francês com ovo mexido e tomate

Combinação simples e equilibrada, que oferece proteína, energia e vitaminas.

 

2. Pão francês com frango desfiado e cenoura ralada

Opção rica em proteínas e fibras, ideal para um lanche mais completo.

 

3. Pão francês com queijo branco e avocado (ou abacate)

Mistura que fornece proteína e gorduras boas, contribuindo para maior saciedade.

 

4. Pão francês com pasta de ricota e folhas verdes

Recheio leve e nutritivo, que ajuda a aumentar o consumo de vegetais.

 

5. Pão francês com atum e pepino

Boa alternativa para quem busca uma refeição rápida com proteína e baixo teor de gordura.

 

6. Pão francês com tofu e salada fresca

Ótima alternativa vegetal, equilibrada e nutritiva, contendo proteína e fibras

 

7. Pão francês com cottage e tomate

Combinação leve, rica em proteína magra e antioxidantes do tomate, que ajudam na saciedade e na saúde cardiovascular.

 

8. Pão francês com homus e cenoura ralada

Opção com proteína vegetal, fibras e gorduras boas, contribuindo para a digestão e para a saúde da pele e da visão.

 

9. Pão francês com omelete e folhas

Refeição mais completa, com proteína de alto valor biológico dos ovos e micronutrientes das folhas, favorecendo saciedade e nutrição geral.

 

10. Pão francês com ricota temperada e pepino

Alternativa leve e refrescante, com boa fonte de proteína e cálcio, além de hidratação proporcionada pelo pepino.

 

11. Pão francês com sardinha e tomate

Combinação muito nutritiva, rica em proteína, ômega 3 e antioxidantes, benéfica para a saúde do coração.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/pao-frances-na-dieta-11-formas-saudaveis-de-consumir-o-alimento,774738f0e53478b3ec534eff8d41aabcrvjwal6t.html?utm_source=clipboard - Por Beatriz Felicio - Foto: RHJPhtotos | Shutterstock / Portal EdiCase

domingo, 15 de março de 2026

Como manter suas unhas fortes e livres de fragilidade


Unhas fortes e saudáveis: descubra dicas práticas para evitar unhas quebradiças, fortalecer cutículas e melhorar sua rotina de cuidados

 

Manter as unhas fortes e evitar que fiquem quebradiças é uma preocupação comum em diferentes faixas etárias. Muitas pessoas relatam que as unhas descamam com facilidade, lascam nas pontas ou simplesmente não conseguem crescer sem quebrar. Esse quadro pode estar ligado a hábitos diários, à alimentação e até ao contato frequente com produtos químicos.

 

Quando se fala em cuidado com as unhas, não se trata apenas de estética. A saúde das unhas pode refletir o estado geral do organismo e também o tipo de rotina que a pessoa leva. Pequenas mudanças em cuidados básicos, hidratação e proteção já costumam fazer diferença importante na resistência e no brilho natural das unhas ao longo do tempo.

 

O que deixa as unhas fracas e quebradiças?

Antes de buscar dicas para unhas fortes, é útil entender o que costuma enfraquecê-las. Fatores como contato excessivo com água, uso constante de detergentes, produtos de limpeza sem luvas e removedor de esmalte com acetona podem ressecar a superfície ungueal. Com o tempo, a unha perde flexibilidade, fica opaca e passa a quebrar com qualquer atrito.

 

Outro ponto é a alimentação desequilibrada. Dietas muito restritivas ou pobres em proteínas, ferro, zinco e vitaminas do complexo B podem influenciar no crescimento lento e na fragilidade. Além disso, algumas pessoas possuem o hábito de roer unhas ou cutículas, o que prejudica a estrutura e favorece pequenas lesões. Em certos casos, alterações constantes podem indicar problemas de saúde, sendo recomendável avaliação médica.

 

Dicas para manter as unhas fortes no dia a dia

Para fortalecer as unhas fracas, alguns cuidados simples tendem a ajudar na rotina. O uso de luvas em atividades domésticas é uma medida básica para quem tem contato diário com água e produtos químicos. As luvas reduzem o ressecamento e preservam não só as unhas, mas também a pele das mãos.

 

Outro cuidado importante é o corte regular. Deixar as unhas muito longas quando ainda estão frágeis aumenta o risco de quebras. Manter um comprimento médio ou curto, com lixamento suave na mesma direção, reduz fissuras nas pontas. Produtos específicos, como bases fortalecedoras com cálcio, queratina ou vitaminas, também são frequentemente indicados por profissionais.

 

Usar luvas em tarefas com água ou produtos de limpeza.

Cortar e lixar as unhas com regularidade, evitando pontas irregulares.

Aplicar bases fortalecedoras de forma contínua, seguindo orientação profissional.

Evitar acetona, dando preferência a removedores sem esse solvente.

Não roer unhas ou cutículas, para não danificar a estrutura.

 

Alimentação ajuda a ter unhas fortes?

A alimentação equilibrada tem papel relevante na saúde das unhas. Nutrientes como proteínas, biotina, ferro, zinco, selênio e vitaminas A, C e E estão associados ao crescimento adequado e à boa aparência da lâmina ungueal. Quando a dieta é pobre nesses componentes, é comum notar unhas opacas, que descamam ou apresentam estrias.

 

Profissionais de saúde costumam destacar que a prioridade é obter essas substâncias por meio de alimentos variados. Em alguns casos específicos, um médico ou nutricionista pode indicar suplementação, sempre considerando exames e histórico de saúde. O uso por conta própria de suplementos não é recomendado, já que o excesso de alguns nutrientes também pode causar efeitos indesejados.

 

Proteínas: carnes, ovos, leite e derivados, leguminosas como feijão e lentilha.

Ferro: carnes vermelhas, fígado, feijão, vegetais verde-escuros.

Zinco e selênio: castanhas, nozes, sementes, frutos do mar.

Biotina: ovos cozidos, amêndoas, aveia, alguns vegetais.

Vitaminas antioxidantes (A, C, E): frutas cítricas, cenoura, tomate, óleos vegetais, sementes.

 

Quais cuidados estéticos ajudam as unhas a não quebrarem?

Os hábitos de manicure também interferem bastante na resistência das unhas. Intervalos entre esmaltações são recomendados para que a unha possa "respirar", isto é, ficar algum tempo sem camadas de produtos por cima. Ficar muitos dias seguidos com esmalte escuro, por exemplo, pode favorecer ressecamento e manchas.

 

Na hora de retirar esmalte em casa, o uso de removedores sem acetona é uma alternativa menos agressiva. Empurrar levemente a cutícula, em vez de removê-la completamente, ajuda a preservar essa barreira natural contra micro-organismos. Hidratar a região com óleos específicos ou cremes para cutículas também contribui para unhas mais flexíveis e menos propensas a descamar.

 

Dar pausas periódicas entre uma esmaltação e outra.

Preferir removedores sem acetona.

Evitar retirar toda a cutícula, priorizando o cuidado delicado.

Aplicar óleos ou hidratantes nas unhas e cutículas diariamente.

Buscar atendimento profissional em casos de dor, manchas persistentes ou deformidades.

 

Ao combinar proteção no dia a dia, alimentação adequada e cuidados estéticos moderados, tende-se a observar unhas mais fortes, com menos quebras e melhor aspecto geral. Em situações em que, mesmo com mudanças de rotina, a fragilidade permanece, a orientação de um dermatologista pode auxiliar na identificação de causas internas e em um plano de tratamento mais específico.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/como-manter-suas-unhas-fortes-e-livres-de-fragilidade,b128f0ecf1439343eb74fc9bdae8248a751oijqh.html?utm_source=clipboard - Por: Carlos Vieira* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / VadimVasenin