Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Alzheimer silencioso: doença pode dar sinais 20 anos antes dos sintomas


Alterações biológicas podem surgir décadas antes do esquecimento; entenda por que o diagnóstico ainda é demorado

 

O Alzheimer é a maior causa de demência no mundo. No Brasil, mais de 1 milhão de pessoas vivem com a condição.

 

Estudos mostram que a doença dá sinais biológicos muito cedo. Essas alterações surgem até 20 anos antes dos sintomas clínicos aparecerem.

 

Nesta fase, chamada de pré-clínica, o cérebro já sofre mudanças. Porém, o paciente ainda não apresenta falhas de memória evidentes.

 

Apesar disso, o diagnóstico no país costuma ser tardio. Muitas vezes, a descoberta só ocorre quando a autonomia já está comprometida.

 

Por que o diagnóstico do Alzheimer ainda é demorado?

O atraso ocorre porque muitos sinais são vistos como “normais”. As famílias tendem a banalizar pequenos esquecimentos do envelhecimento.

 

O neurologista Diogo Haddad alerta que o esquecimento recorrente não é normal. Ter dificuldade para organizar tarefas habituais também merece investigação.

 

“A identificação precoce depende de uma avaliação estruturada”, afirma o médico. O uso de biomarcadores ajuda a detectar a doença nessa janela estratégica.

 

As três fases da evolução da doença

Entender como o Alzheimer progride ajuda a identificar o problema cedo. A evolução costuma ocorrer em três estágios principais:

 

Fase pré-clínica: alterações silenciosas no cérebro e sem sintomas.

Fase leve: falhas de memória recente e mudanças de comportamento.

Fase moderada a avançada: perda de autonomia e dependência total.

 

Papel da genética e dos novos exames

 

A ciência avançou muito no diagnóstico de casos precoces. Isso é fundamental para quem apresenta sintomas antes dos 60 anos.

 

O médico geneticista de Doenças Raras da Dasa Genômica, Roberto Giugliani, explica que alguns casos possuem origem genética. Para esse grupo, a investigação do DNA é essencial.

 

Atualmente, o Brasil já conta com o Painel NGS para Alzheimer. O exame analisa genes ligados às formas hereditárias da doença.

 

O teste utiliza uma coleta simples de sangue ou saliva. Ele identifica mutações associadas à predisposição genética de forma precisa.

 

Sinais de alerta para famílias e profissionais

 

O Alzheimer não é uma consequência natural do envelhecimento. É uma doença que exige cuidado, planejamento e tratamento adequado.

 

Identificar os sinais iniciais permite intervenções mais oportunas. Além disso, ajuda a família a se preparar para o futuro.

 

Fique atento a mudanças de humor sem explicação clara. Dificuldade em reconhecer compromissos recentes também é um alerta importante.

 

A busca por um especialista deve acontecer aos primeiros sinais. O diagnóstico precoce é uma prioridade estratégica de saúde pública.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/alzheimer-silencioso-doenca-pode-dar-sinais-20-anos-antes-dos-sintomas.phtml - Foto: Shutterstock

domingo, 10 de maio de 2026

Infarto em mulheres nem sempre causa dor no peito; veja os sinais de alerta


O público feminino apresenta um risco de mortalidade 30% maior após um infarto; aprenda a identificar os sintomas atípicos e saiba como agir

 

O Infarto Agudo do Miocárdio é uma das principais causas de morte entre mulheres no Brasil.

 

Embora a doença seja estatisticamente mais frequente em homens, o cenário para o público feminino é mais crítico.

 

As mulheres apresentam um risco cerca de 30% maior de mortalidade após sofrerem um ataque cardíaco.

 

O grande desafio está no diagnóstico. Muitas vezes, o infarto feminino não segue o padrão clássico da dor intensa que irradia para o braço esquerdo.

 

Por isso, conhecer os sinais atípicos é fundamental para salvar vidas.

 

Sintomas que podem ser confundidos

Diferente dos homens, as mulheres podem manifestar sinais que facilmente se confundem com outros problemas, como crises de ansiedade ou mal-estar digestivo. Fique atenta se sentir:

 

Cansaço extremo e sem explicação.

 

Falta de ar e náuseas.

 

Tontura ou desmaios.

 

Dor nas costas, no pescoço ou na mandíbula.

 

Sensação de pressão ou desconforto no peito (mesmo que leve).

 

O papel da menopausa no risco cardíaco

 

A Dra. Denise Pellegrini, cardiologista intervencionista e Diretora de Comunicação da SBHCI, explica que a menopausa é um divisor de águas na saúde da mulher.

 

A queda do estrogênio, que funciona como um “escudo” natural, altera a saúde vascular.

 

“A queda do estrogênio faz com que os vasos sanguíneos endureçam, o que aumenta o risco de doenças do coração. Dessa forma, o acúmulo de gordura nas artérias acontece de forma mais rápida”, ressalta a especialista.

 

Cerca de dez anos após a menopausa, o risco cardiovascular da mulher se iguala ao do homem.

 

Outros fatores de risco importantes

Além das questões hormonais, outros hábitos e condições potencializam o risco de infarto. O tabagismo, a hipertensão arterial e o diabetes são grandes vilões.

 

O colesterol elevado, a obesidade e o estresse crônico também contribuem para o entupimento das artérias coronárias.

 

Como prevenir o infarto feminino

A prevenção passa obrigatoriamente por mudanças no estilo de vida. A Dra. Denise Pellegrini recomenda a prática regular de atividades físicas: no mínimo 5 vezes na semana, por pelo menos 30 minutos.

 

A alimentação deve ser rica em carnes magras, peixes, fibras e vegetais. É essencial evitar alimentos ultraprocessados.

 

“Manter uma boa qualidade do sono é importante, assim como o controle da obesidade e evitar o tabagismo”, reforça a cardiologista.

 

Quando procurar ajuda imediata?

 

No infarto, o tempo é o seu maior aliado. Se você sentir dor no peito persistente por mais de 15 a 20 minutos, não ignore. Ligue imediatamente para o SAMU (192).

 

O sinal de alerta máximo inclui suor frio, náusea e dor irradiada para as costas ou mandíbula.

 

“O tempo ideal para tratamento é de até 90 minutos após o início dos sintomas. Não espere para ver se passa”, alerta a Dra. Denise.

 

Um atendimento rápido reduz drasticamente as chances de sequelas graves e óbito.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/infarto-em-mulheres-nem-sempre-causa-dor-no-peito-veja-os-sinais-de-alerta.phtml - Foto: Shutterstock

sábado, 9 de maio de 2026

Estudo com 15 mil brasileiros comprova que atividade física é o melhor investimento para o envelhecimento


Em 2024, a cada 15 minutos, o Brasil registrou quatro mortes que poderiam ser evitadas se a prática de atividade física fizesse parte da rotina dessas pessoas. Esse dado reforça o que pesquisadores já alertam: a inatividade física não é apenas uma escolha individual, mas uma pandemia com impactos profundos na saúde coletiva e custos humanos e econômicos.

 

No cenário de um país que envelhece a um ritmo acelerado, o movimento corporal surge não como um luxo, mas como uma estratégia essencial de sobrevivência e de dignidade.

 

O Brasil que envelhece e se imobiliza

O Brasil passa por uma transição demográfica acelerada. Enquanto nações europeias enriqueceram antes de envelhecerem, estamos envelhecendo em um contexto de desigualdades sociais persistentes.

 

Os dados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto, ELSA-Brasil, oferecem um retrato fiel desse desafio. Há mais de 15 anos, a pesquisa acompanha 15 mil adultos em seis estados brasileiros. O projeto é financiado pelo Ministério da Saúde e conta também com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

 

Epidemiologicamente, a prevalência de atividade física insuficiente no Brasil ainda é preocupante. O boletim do ELSA-Brasil revela que o comportamento sedentário — o tempo gasto sentado ou deitado com baixo gasto energético — torna-se um hábito ainda mais comum em fases críticas, como a aposentadoria.

 

Ao contrário do que muitos pensam, parar de trabalhar muitas vezes reduz o nível de movimento: a inatividade física aumenta em 65% entre homens e 55% entre mulheres após a saída do mercado de trabalho.

 

O movimento como pilar para a longevidade

A prática regular de atividade física, definida como qualquer movimento voluntário com gasto de energia acima do repouso, atua como um “polifármaco” natural. Os benefícios para o envelhecimento saudável, evidenciados nos diversos artigos publicados pelo ELSA-Brasil, são multissistêmicos:

 

Saúde metabólica e cardiovascular: Atingir as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 150 minutos semanais de atividade moderada a vigorosa está associado a um risco de mortalidade 25% menor em cinco anos. Na prática, a estatística mostra que, para cada quatro mortes registradas entre sedentários, ocorrem apenas três entre indivíduos ativos. Ou seja: a atividade física regular é capaz de evitar uma em cada quatro mortes que ocorreriam.

 

Preservação cognitiva: O exercício é fundamental para a manutenção de domínios centrais da cognição, como memória, linguagem e atenção, além de reduzir o risco de declínio cognitivo.

 

Proteção do Coração: Manter-se ativo ao longo da vida reduz a rigidez das artérias e a incidência de hipertensão e diabetes.

 

Bem-estar e Qualidade de Vida: Pequenas mudanças, como acumular cerca de 7 mil passos por dia, podem reduzir a mortalidade pela metade.

 

Políticas públicas

Para que o exercício não seja apenas uma recomendação clínica, o ambiente deve ser favorável. O Brasil possui ferramentas robustas, como o Guia de Atividade Física para a População Brasileira. Este documento orienta que “todo passo conta” e que a atividade física pode ocorrer no lazer, no deslocamento ou em tarefas domésticas.

 

No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), o programa Academia da Saúde destaca-se como uma política essencial para democratizar o acesso ao movimento. Além disso, o ELSA-Brasil demonstra que o ambiente urbano influencia diretamente o comportamento: pessoas que vivem perto de áreas verdes e parques praticam exercícios com mais frequência. Morar em uma vizinhança com boa infraestrutura para caminhar e sombra de árvores aumenta em 69% a probabilidade de o indivíduo praticar atividade física no lazer.

 

A ciência que sai do laboratório: o papel da divulgação

Para que dados complexos como os do ELSA-Brasil se transformem em mudanças de hábito, a comunicação precisa ser clara e acessível. A divulgação científica atua como essa ponte vital, traduzindo evidências estatísticas em orientações práticas que a população pode compreender e aplicar no dia a dia.

 

O ELSA-Brasil tem investido sistematicamente em estratégias para devolver seus achados à sociedade. Uma dessas iniciativas é a criação de boletins informativos periódicos, como o que fundamenta este artigo. Estes documentos utilizam uma linguagem visual e direta para explicar desde conceitos básicos — como a diferença entre atividade física (movimento voluntário) e exercício físico (planejado e repetitivo) — até os resultados mais recentes sobre prevenção de doenças.

 

Esses boletins temáticos, disponíveis no site do ELSA-Brasil, fazem parte de um ecossistema de divulgação que busca democratizar o conhecimento produzido em mais de 15 anos de estudo. Ao apresentar de forma lúdica que substituir apenas 10 minutos de comportamento sedentário por movimento pode salvar vidas, a ciência deixa de ser um gráfico em um artigo acadêmico e se torna um incentivo real para o cidadão que está sentado no sofá. Mais do que informar, essa iniciativa visa empoderar o brasileiro a tomar decisões baseadas em evidências para o seu próprio envelhecimento.

 

Nunca é tarde para começar

Um dos achados mais encorajadores da ciência moderna é a quebra do mito do “tempo perdido”. O papel protetor da atividade física é resiliente, independentemente da idade de início. Substituir apenas 10 minutos diários de sofá por movimento moderado já reduz o risco de morte em 10% no curto prazo.

 

O corpo humano mantém sua capacidade de adaptação em qualquer estágio da vida. Se o benefício acumulado de uma vida ativa é inegável, o benefício imediato da mudança de hábito é o que garante que o idoso de hoje seja o protagonista de sua própria história amanhã. O movimento é, sem dúvida, a forma mais eficiente de transformar os anos que ganhamos em vida plena e independente.

 

Fonte: https://theconversation.com/estudo-com-15-mil-brasileiros-comprova-que-atividade-fisica-e-o-melhor-investimento-para-o-envelhecimento-281083

7 estratégias para manter o peso após uso das "canetas emagrecedoras"


Especialistas explicam como reduzir o risco de efeito rebote e consolidar resultados a longo prazo

 

Manter o peso após o uso dos medicamentos análogos de GLP-1, popularmente conhecidos como "canetas emagrecedoras", pode representar um desafio para muitas pessoas. Isso porque, após a interrupção do tratamento, o organismo tende a voltar gradualmente aos padrões anteriores de fome, saciedade e metabolismo, favorecendo o reganho de peso.

 

No caso do sobrepeso e da obesidade, isso acontece porque são condições crônicas, influenciadas por fatores metabólicos e genéticos, que favorecem a recuperação do peso perdido. "Em muitos casos, no entanto, conseguimos reduzir a dose [do medicamento] para fazer manutenção", explica a Dra. Deborah Beranger, endocrinologista, com pós-graduação em Endocrinologia e Metabologia pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro.

 

Além disso, quando não há manutenção dos hábitos saudáveis após o uso dos medicamentos, o corpo tende a recuperar o peso perdido. "Para evitar isso, é fundamental trabalhar a reeducação alimentar, manter atividade física regular e, em alguns casos, adotar estratégias de manutenção com acompanhamento médico e nutricional", acrescenta a Dra. Marcella Garcez, nutróloga, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

 

De acordo com a Dra. Patricia Magier, ginecologista com especialização em Medicina Integrativa e Funcional, as mudanças no estilo de vida podem atuar para impedir o reganho de peso. "A obesidade, como uma doença crônica, requer controle contínuo; por isso, modificações dietéticas, prática regular de atividade física e melhora do sono são mudanças inegociáveis para manutenção do peso perdido", ressalta.

 

A seguir, confira 7 estratégias para manter o peso após uso das "canetas emagrecedoras"!

 

1. Ajuste nutricional

O cuidado com a alimentação é essencial durante e após o uso dos medicamentos para emagrecer. "A dieta deve ser adaptada para manter a saciedade e evitar oscilações glicêmicas. É recomendável o aumento da ingestão proteica, que pode compensar a queda na saciedade induzida pelo GLP-1. Além disso, uma dieta rica em fibras mantém o efeito positivo do GLP-1 na microbiota intestinal", diz a Dra. Patricia Magier.

 

2. Desmame gradual

Caso haja realmente a necessidade de retirar o medicamento, o ideal é fazer isso gradativamente. "A retirada abrupta pode causar hiperfagia compensatória. Reduzir progressivamente a dose ao longo de algumas semanas pode minimizar esse efeito. Alternar para medicamentos com meia-vida mais longa (como tirzepatida) pode ser uma opção para uma transição mais suave", explica a ginecologista.

 

3. Suplementação estratégica

Prebióticos e probióticos têm se destacado como suplementação após o uso das "canetas emagrecedoras". Segundo a Dra. Patricia Magier, o uso deles pode contribuir para preservar os efeitos positivos promovidos pelos medicamentos no organismo. Além disso, uma alimentação rica em fibras, que favoreça a fermentação intestinal e a produção de ácidos graxos de cadeia curta, pode ajudar na manutenção do metabolismo energético e no controle do peso.

 

4. Melhorar a relação com os alimentos

Não é estratégico ser tão cruel consigo mesmo após comer um bolo ou um doce. "Isso gera culpa. E nossa relação com os alimentos não deve ser de culpa nem de compensação. Quando alguém está buscando emagrecer, pode parecer que a restrição é a única maneira de permanecer firme em busca do objetivo. Mas, na verdade, se você quer perder peso, ser rigoroso demais com cada pedacinho que passa pelos lábios pode sabotar seus objetivos — sem mencionar sua autoestima. Uma das respostas mais comuns à culpa dos alimentos é sair do controle", alerta a Dra. Marcella Garcez.

Dessa maneira, não é necessário excluir completamente os alimentos que gosta da dieta. "Você pode incorporar tudo com moderação, que não é apenas uma maneira sustentável de viver, mas também uma maneira mais gentil de se tratar", completa a Dra. Deborah Beranger. 

 

5. Monitoramento frequente

Monitorar regularmente o peso pode ajudar a manter os ganhos obtidos com os medicamentos. "Alguns estudos descobriram que quanto mais as pessoas monitoram seus esforços para perder peso, mais peso elas tendem a perder de forma consistente. Vimos esse aumento das ferramentas digitais de saúde na última década, e elas fornecem uma ótima maneira para as pessoas acessarem intervenções para melhorar sua saúde", explica a Dra. Marcella Garcez.

A rotina de montar uma espécie de diário alimentar online com esses aplicativos ajuda a ter noção das calorias na dieta (claro, sem que isso prejudique a relação com a comida).

 

6. Estímulo da atividade física

Exercícios resistidos ajudam a manter a taxa metabólica basal elevada e evitam perda de massa muscular, um fator crítico para evitar o efeito rebote. "Exercícios aeróbicos também são indicados, pois melhoram a capacidade cardiovascular e ajudam a aumentar o gasto energético", diz a Dra. Deborah Beranger.

 

7. Suporte comportamental e psicológico

Segundo a Dra. Patricia Magier, terapias cognitivas-comportamentais ajudam na reeducação alimentar e controle do apetite, enquanto o monitoramento contínuo evita deslizes e ajusta estratégias.

Por fim, a ginecologista lembra que a obesidade é uma doença crônica e multifatorial. "O sucesso no controle do peso vai além de qualquer medicamento isolado, e a abordagem personalizada e multidisciplinar é essencial para evitar o efeito rebote", finaliza.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/7-estrategias-para-manter-o-peso-apos-uso-das-canetas-emagrecedoras,c97877c29f705be54ed5d7f2ca187e29qyuxr5r7.html?utm_source=clipboard - Por Maria Paula Amoroso - Foto: Alones | Shutterstock / Portal EdiCase

sexta-feira, 8 de maio de 2026

6 exercícios simples para fazer em casa e gastar calorias


Movimentos práticos ajudam a aumentar o gasto energético sem precisar de academia

 

Nem sempre dá tempo ou disposição para ir à academia. Ainda assim, é possível manter o corpo ativo e gastar calorias com exercícios simples feitos em casa. O mais importante é criar consistência e aproveitar o que você já tem ao seu redor.

 

Exercícios simples para gastar calorias em casa

Com poucos minutos por dia, já dá para sentir diferença na disposição e no condicionamento.

 

1. Polichinelo

O polichinelo é um dos exercícios mais completos para começar. Ele eleva a frequência cardíaca rapidamente e ativa vários grupos musculares ao mesmo tempo. Além disso, não exige espaço nem equipamento, o que facilita a execução em qualquer ambiente.

 

2. Agachamento

O agachamento trabalha pernas e glúteos, que são grandes grupos musculares. Isso aumenta o gasto calórico durante e após o exercício. Para melhores resultados, mantenha a postura alinhada e desça controlando o movimento.

 

3. Corrida no lugar

Correr sem sair do lugar também é eficiente. Esse movimento ajuda a melhorar o condicionamento cardiovascular e acelera o metabolismo. Você pode alternar intensidade, elevando mais os joelhos para aumentar o esforço.

 

4. Flexão de braço

A flexão fortalece a parte superior do corpo, especialmente peito, braços e core. Mesmo sendo um exercício de força, também contribui para o gasto calórico. Se for iniciante, é possível adaptar apoiando os joelhos no chão.

 

5. Prancha

A prancha parece simples, mas exige bastante do corpo. Ela ativa o abdômen e melhora a estabilidade. Manter a posição por alguns segundos já gera esforço significativo e contribui para o fortalecimento geral.

 

6. Subida em degrau

Usar um degrau ou escada é uma ótima forma de se movimentar em casa. Esse exercício trabalha pernas e aumenta a frequência cardíaca. Quanto mais ritmo você imprime, maior o gasto de energia.

 

Como potencializar os resultados

Para aumentar o gasto calórico, vale combinar os exercícios em sequência, formando um circuito. Isso mantém o corpo em movimento constante e eleva a intensidade do treino.

 

Outra dica é controlar o tempo. Sessões curtas, de 15 a 20 minutos, já são suficientes quando feitas com foco e regularidade. O descanso entre os exercícios também deve ser curto para manter o ritmo elevado.

 

Consistência faz a diferença

Não é preciso treinar por horas para ver resultado. O que realmente importa é a frequência. Fazer um pouco todos os dias é mais eficiente do que treinos longos e esporádicos.

 

Com disciplina e escolhas simples, você consegue gastar calorias, melhorar o condicionamento e cuidar da saúde sem sair de casa.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/6-exercicios-simples-para-fazer-em-casa-e-gastar-calorias,221f6834ee5dd21707737257625ca78bslcsuzf9.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

quinta-feira, 7 de maio de 2026

7 erros que aumentam doenças respiratórias no outono e como evitá-los


Nesta época do ano, alguns cuidados são importantes para prevenir gripes e resfriados

 

No outono, cresce o número de pessoas com doenças respiratórias, como gripe e resfriado. A combinação entre temperaturas mais baixas, ar seco e maior circulação de vírus favorece a transmissão. No entanto, hábitos simples do dia a dia também podem contribuir para o aumento das infecções.

 

Segundo o pneumologista do Hospital Santa Catarina - Paulista, Dr. Alberto Cukier, muitos desses comportamentos passam despercebidos, mas têm impacto direto na disseminação dos vírus respiratórios. Além disso, favorecem a transmissão em cadeia entre diferentes faixas etárias, com consequências especialmente sérias para grupos de risco.

 

Veja, abaixo, quais são os 7 erros mais comuns e como evitá-los para se proteger de doenças respiratórias nesta época do ano.

 

1. Contato próximo mesmo com sintomas de gripe

Um dos erros mais comuns é manter o convívio com outras pessoas, mesmo apresentando sintomas como coriza, febre ou dor de garganta. "É bem comum que crianças levem vírus da escola para casa e, na rotina das famílias, acabem sendo cuidadas pelos avós. Esse contato, embora natural, aumenta a possibilidade de transmissão para pessoas que estão fragilizadas e que podem desenvolver quadros mais graves, assim como amplia o raio de contaminação", explica o Dr. Alberto Cukier.

 

2. Continuar a rotina normalmente, mesmo doente

Seguir trabalhando, estudando ou circulando socialmente durante um quadro gripal também favorece a transmissão. "Muitas pessoas continuam a trabalhar gripadas ou a circular socialmente, sem proteção, o que aumenta a disseminação. São comportamentos que parecem inofensivos, mas têm impacto direto na alta dos casos nesta época do ano", completa o pneumologista.

 

3. Não utilizar máscara ao apresentar sintomas respiratórios

O uso de máscara continua sendo uma medida eficaz para evitar a transmissão de vírus respiratórios, especialmente em ambientes compartilhados.

 

 

4. Manter ambientes fechados e com pouca ventilação

Locais sem circulação de ar favorecem a permanência de vírus no ambiente, aumentando o risco de contágio. Manter janelas abertas é uma medida simples e eficaz.

 

5. Negligenciar a higiene das mãos

A higienização frequente das mãos ajuda a reduzir a transmissão de vírus causadores de gripe, resfriado e outras infecções respiratórias.

 

6. Uso inadequado de antibióticos

O uso de medicamentos sem orientação médica é um erro frequente e perigoso. "O uso indiscriminado de medicamentos, especialmente antibióticos, é um ponto de atenção. A maioria das infecções respiratórias nessa época é causada por vírus, e antibióticos não têm resultado nesses casos. O uso inadequado, além de não trazer benefício, pode causar efeitos colaterais e contribuir para a resistência bacteriana, um problema crescente de saúde pública", alerta o Dr. Alberto Cukier.

 

O médico explica que não é preciso comprar medicamento forte — principalmente sem orientação adequada de um especialista. "Em situações como dor de garganta, nariz escorrendo ou desconforto, a adoção de medidas caseiras, como lavagem nasal ou uso de antitérmico, já é suficiente. Fora isso, ficar em repouso e se manter hidratado e alimentado, seja com chá, canja, o que for natural. Medicação em excesso piora a situação e ajuda a mascarar sintomas", acrescenta.

 

7. Não se vacinar contra a gripe (influenza)

A vacinação contra a gripe é uma das principais formas de prevenir casos graves e reduzir a circulação do vírus. "A população toda deveria se vacinar contra influenza. Mesmo que não impeça 100% a infecção, a vacina diminui a circulação do vírus e reduz significativamente o risco de complicações. Assim, conseguimos diminuir os quadros gripais", afirma o pneumologista.

 

Quando a gripe pode indicar algo mais grave?

Na maioria dos casos, gripe e resfriado são leves e melhoram em poucos dias. Ainda assim, é fundamental observar a evolução dos sintomas. "Alguns sinais, no entanto, indicam a necessidade de avaliação médica. Quando o paciente apresenta falta de ar, chiado no peito, febre persistente ou piora progressiva após os primeiros dias, é recomendado procurar atendimento. Esses podem ser indícios de complicações, como pneumonia, que exigem investigação e, em alguns casos, até internação", alerta o médico.

 

Quem faz parte do grupo de risco deve ter atenção redobrada

Idosos e pessoas com doenças respiratórias crônicas, como asma ou Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), têm maior risco de complicações. "Pessoas que já têm dificuldades respiratórias, tendência a ter falta de ar, desconforto ao fazer atividades, podem piorar se forem acometidas por qualquer um desses fenômenos infecciosos", lembra o Dr. Alberto Cukier.

 

Como recomendação, vale intensificar medidas simples e já incorporadas durante a pandemia de covid-19, como lavar ou higienizar as mãos com frequência, usar máscaras e, ao tossir ou espirrar, evitar que essas gotículas fiquem pelo ar e contaminem outras pessoas.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/7-erros-que-aumentam-doencas-respiratorias-no-outono-e-como-evita-los,3ef589fb44173104d6c6ab23c4f940d7o93r9qy6.html?utm_source=clipboard - Por Nadja Cortes - Foto: Pixel-Shot | Shutterstock / Portal EdiCase

quarta-feira, 6 de maio de 2026

5 coisas que você não sabia, mas que afetam a sua saúde e longevidade


Alguns hábitos como sono ruim e sedentarismo são conhecidos por afetarem a saúde, mas existem ‘hábitos escondidos’ que também são nocivos, mas pouco falados, explica a endocrinologista, metabologista e especialista em Neurociências e Comportamento Dra. Jacy Maria Alves

 

Quando pensamos em saúde e longevidade, é comum associar o tema à alimentação equilibrada, prática de exercícios e sono de qualidade, mas existem muitos outros fatores silenciosos, muitas vezes ignorados, que podem comprometer o bom funcionamento do corpo e acelerar o envelhecimento biológico.

 

A Dra. Jacy Maria Alves, endocrinologista, metabologista e especialista em Neurociências e Comportamento, destaca que o equilíbrio hormonal e o funcionamento metabólico são diretamente influenciados por hábitos diários aparentemente inofensivos.

 

“Muitas pessoas cuidam da dieta e fazem exercícios, mas negligenciam outros comportamentos que geram inflamação silenciosa, desequilíbrios hormonais e até prejuízos cognitivos. São pequenos erros de rotina que, com o tempo, cobram um preço alto”, explica.

 

5 fatores pouco falados que afetam sua saúde e longevidade:

 

1. Comer rápido demais

Engolir a comida às pressas interfere na digestão e prejudica a liberação adequada de hormônios ligados à saciedade, como a leptina.

“O cérebro leva cerca de 20 minutos para perceber que o corpo está satisfeito. Quando comemos rápido, comemos mais do que o necessário, o que aumenta a resistência à insulina e a inflamação sistêmica”, conta a Dra. Jacy Alves.

 

2. Exposição excessiva à luz artificial à noite

A luz azul de telas e lâmpadas artificiais inibe a produção de melatonina, hormônio essencial para o sono e para a regeneração celular.

“A privação de sono afeta diretamente a longevidade. Dormir mal aumenta o cortisol, desequilibra o metabolismo e reduz a capacidade de reparo celular”, alerta.

 

3. Estresse crônico e emoções reprimidas

Viver sob tensão constante altera a produção de cortisol e adrenalina, o que impacta o sistema imunológico, o intestino e o cérebro.

 

4. Falta de exposição solar adequada

“Muitos pacientes que vivem em grandes cidades têm deficiência de vitamina D. Isso pode causar fadiga, desequilíbrios metabólicos e até interferir na saúde mental”, comenta a Dra. Jacy Alves.

 

5. Excesso de estímulos e multitarefas

O cérebro humano não foi feito para lidar com tantas distrações simultâneas. O excesso de notificações, telas e informações constantes sobrecarrega o sistema nervoso.

“A multitarefa reduz a eficiência cognitiva, aumenta a ansiedade e prejudica a memória de longo prazo. Com o tempo, esse padrão pode até interferir na saúde hormonal e no equilíbrio do organismo”, explica a Dra. Jacy Maria Alves.

 

Fonte: https://vidaplenaebemestar.com.br/bem-estar/5-coisas-que-voce-nao-sabia-mas-que-afetam-a-sua-saude-e-longevidade

sábado, 2 de maio de 2026

O segredo para desinflamar: 7 hábitos que dão um 'reset' no seu corpo


Descubra como reduzir a inflamação crônica e proteger sua saúde. Veja dicas de especialistas sobre alimentação, exercícios e sono para equilibrar o seu organismo.

 

A inflamação é um processo natural e essencial para a defesa do corpo humano. Quando sofremos uma lesão ou infecção, o sistema imunológico entra em ação para combater invasores e iniciar a cura.

 

Esse mecanismo gera sinais conhecidos, como vermelhidão, inchaço e calor na região afetada. O problema real surge quando esse "fogo" interno continua aceso mesmo após a recuperação total do tecido lesionado.

 

A diferença entre proteção e risco à saúde

A inflamação crônica funciona de forma silenciosa e persistente no organismo por meses ou anos. Em níveis baixos, ela nem sempre é notada, mas pode estar ligada ao cansaço excessivo e dores articulares.

Fatores como genética e histórico de infecções influenciam nossa suscetibilidade a esse quadro clínico. No entanto, hábitos de vida saudáveis possuem um efeito cumulativo poderoso para manter o equilíbrio do sistema imunológico.

Ainda não está claro o limite exato onde a inflamação se torna perigosa. Mas a ciência sugere que pequenas mudanças diárias ajudam a evitar que o corpo sofra danos permanentes.

 

O poder dos vegetais e das fibras

As plantas são a base de qualquer estratégia alimentar voltada para reduzir a inflamação de forma natural. Vegetais de cores vibrantes, como folhas escuras, frutas vermelhas e cenouras, são ricos em fitoquímicos e antioxidantes.

Essas substâncias ajudam a neutralizar os radicais livres, moléculas instáveis geradas pelo estresse, poluição e má digestão. Quanto maior a diversidade de plantas consumidas, mais variados serão os nutrientes protetores presentes na sua dieta.

A fibra, encontrada em grãos integrais e leguminosas, também desempenha um papel fundamental na saúde do intestino. Estudos vinculam dietas ricas em fibras a menores níveis de marcadores inflamatórios no sangue de pacientes monitorados.

 

Alimentos processados e o impacto no organismo

Os alimentos ultraprocessados, como biscoitos recheados, refrigerantes e refeições congeladas, são grandes gatilhos para a inflamação. Eles costumam carregar excesso de açúcar, sal e aditivos artificiais que prejudicam o funcionamento das células.

Esses produtos alteram o microbioma intestinal, que é a comunidade de bactérias boas do nosso sistema digestivo. Quando essas bactérias não recebem fibras, podem começar a degradar a camada protetora do intestino, gerando respostas inflamatórias.

Além do dano direto, o consumo desses itens ocupa o lugar de alimentos que realmente protegem o corpo. Reduzir o espaço dessas opções industrializadas no prato é essencial para manter a saúde e o vigor físico.

 

Temperos: pequenos aliados com grandes efeitos

Especiarias como a cúrcuma, gengibre, canela e cominho possuem propriedades antioxidantes muito potentes para o dia a dia. Mesmo em pequenas quantidades, esses temperos ajudam a silenciar os sinais que ordenam a produção de substâncias químicas inflamatórias.

Incluir uma pitada de gengibre no suco ou cúrcuma no arroz potencializa o valor nutricional da refeição. Essas escolhas simples fortalecem as defesas do organismo contra os efeitos nocivos dos radicais livres e do estresse.

 

Estilo de vida e o controle da inflamação

O consumo excessivo de álcool atua como uma toxina direta para as células que revestem o estômago. O hábito frequente pode desequilibrar o microbioma e permitir que componentes bacterianos entrem na corrente sanguínea, gerando desconfortos.

O estresse prolongado também mantém o corpo em estado de alerta máximo por tempo desnecessário. Aprender a suavizar a resposta ao estresse, através de meditação ou terapia, reduz a intensidade da reação inflamatória corporal.

Pratique o mindfulness: A atenção plena ajuda a controlar a ruminação e as respostas negativas a eventos estressantes.

Priorize o descanso: O sono de qualidade é o momento em que o corpo entra em modo de reparo profundo.

Beba água: A hidratação adequada auxilia na eliminação de toxinas e no bom funcionamento de todos os órgãos.

 

O papel do exercício físico regular

Embora um treino intenso possa causar uma inflamação temporária nos músculos, a prática constante inverte esse efeito. O movimento regular libera proteínas que bloqueiam a produção de moléculas pró-inflamatórias e estimulam as anti-inflamatórias.

A chave está em manter uma rotina de intensidade moderada, combinando atividades aeróbicas e treinos de força. Exercícios vigorosos feitos sem o devido descanso podem sobrecarregar o sistema imunológico e causar o efeito oposto ao desejado.

Faça intervalos de 24 a 48 horas entre sessões intensas. Esse tempo permite que os tecidos se adaptem ao estresse físico e se tornem cada vez mais resistentes.

 

Checklist para combater a inflamação

Para garantir que seu corpo esteja sempre protegido, siga algumas etapas básicas que promovem a regeneração celular. Estas medidas simples ajudam a manter o fogo da inflamação sob controle total durante todo o ano.

Dormir bem: Garanta entre sete e nove horas de sono por noite de forma consistente e tranquila.

Mover-se: Faça caminhadas ou exercícios leves diariamente para manter a circulação e os músculos sempre ativos.

Variar o prato: Inclua cores diferentes de frutas e legumes em todas as suas refeições principais.

Desconectar: Evite telas uma hora antes de deitar para garantir que o cérebro relaxe completamente para o sono.

Seguir esses passos ajuda a evitar que pequenas inflamações se tornem problemas de saúde crônicos e limitantes. O equilíbrio entre atividade, nutrição e descanso é a fórmula mais eficaz para uma vida longa e saudável.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/o-segredo-para-desinflamar-7-habitos-que-dao-um-reset-no-seu-corpo,fe1034b311db65047eaa50bd5384df69sw93ma41.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Shutterstock


quinta-feira, 30 de abril de 2026

10 alimentos ricos em proteína para incluir na dieta


Opções acessíveis e nutritivas para melhorar a alimentação no dia a dia

 

A proteína é um nutriente essencial para o bom funcionamento do corpo. Ela participa da construção muscular, da recuperação dos tecidos e também ajuda na saciedade. Por isso, incluir boas fontes na alimentação diária faz diferença, seja para quem treina ou apenas busca mais equilíbrio.

 

Por que consumir proteína todos os dias

O corpo precisa de proteína diariamente para manter suas funções. Diferente de outros nutrientes, ela não é armazenada em grandes quantidades, o que exige consumo constante.

 

Além disso, dietas ricas em proteína ajudam no controle do apetite. Isso pode contribuir tanto para o emagrecimento quanto para o ganho de massa muscular, dependendo do objetivo.

 

10 alimentos ricos em proteína para incluir na dieta

Existem diversas opções, tanto de origem animal quanto vegetal, que podem ser facilmente incluídas na rotina alimentar:

 

1. Ovos

São fontes completas de proteína e oferecem todos os aminoácidos essenciais. Além disso, são versáteis e fáceis de preparar no dia a dia.

 

2. Frango

Carne magra com alta concentração proteica, muito usada em dietas equilibradas. Combina com diferentes preparos e refeições.

 

3. Carne vermelha

Rica em proteína e ferro, contribui para a saúde muscular. Deve ser consumida com moderação dentro de uma dieta equilibrada.

 

4. Peixes

Opções como salmão, atum e sardinha oferecem proteína e gorduras boas. Também ajudam na saúde do coração.

 

5. Leite

Fonte de proteína e cálcio, pode ser consumido puro ou em preparações. É uma opção prática para diferentes momentos do dia.

 

6. Iogurte natural

Ideal para lanches, combina proteína com benefícios para o intestino. Pode ser consumido com frutas ou cereais.

 

7. Queijo

Alimento proteico e versátil, presente em diversas refeições. Existem opções com menor teor de gordura para quem busca equilíbrio.

 

8. Feijão

Muito comum na alimentação brasileira, é uma boa fonte de proteína vegetal. Também fornece fibras importantes.

 

9. Lentilha

Rica em proteína e fibras, contribui para a saciedade. É uma ótima alternativa para variar o cardápio.

 

10. Grão-de-bico

Versátil e nutritivo, pode ser usado em saladas, pastas e pratos quentes. Também é fonte de fibras e minerais.

 

Como incluir mais proteína na rotina

Pequenas mudanças já ajudam a aumentar o consumo ao longo do dia. Incluir ovos no café da manhã, adicionar fontes proteicas nas principais refeições e apostar em lanches com iogurte ou queijo são estratégias simples e eficazes.

 

Equilíbrio é essencial

Mesmo sendo importante, a proteína deve fazer parte de uma dieta equilibrada. O ideal é combinar com carboidratos, fibras e gorduras boas para garantir todos os nutrientes necessários.

 

Assim, o corpo funciona melhor e os resultados aparecem de forma mais consistente.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/10-alimentos-ricos-em-proteina-para-incluir-na-dieta,cdd9a2125f635be223f9690eef1026e6zoja26ij.html?utm_source=clipboard - Foto: SHutterstock / Sport Life