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sexta-feira, 3 de abril de 2026

Beber água demais pode fazer mal à saúde: médico revela quais são os riscos


Beber água é fundamental para o funcionamento do organismo, mas o consumo em excesso também pode trazer riscos à saúde. O alerta é do médico Roberto Galvão, que destaca que a quantidade ideal varia de acordo com cada pessoa.

 

Segundo o especialista, existe uma recomendação média que pode servir como referência inicial. “A média recomendada é de 30 ml por quilo de peso, o que equivale a cerca de 2 litros por dia para um adulto de 70 kg”, afirma. Ele ressalta que fatores como clima e rotina influenciam diretamente essa necessidade, podendo aumentar em dias quentes ou diminuir em temperaturas mais baixas.

 

A ingestão de água deve ser individualizada, principalmente em casos específicos. Pessoas com cálculos renais, por exemplo, podem precisar ingerir entre 3 e 4 litros por dia sem prejuízos. Já pacientes com doenças crônicas, como insuficiência renal, cardíaca ou cirrose, devem ter cuidado redobrado, pois o excesso pode provocar complicações como inchaço, acúmulo de líquidos e até quadros mais graves.

 

“Portadores de insuficiência cardíaca e cirrose também apresentam sintomas parecidos e não devem exagerar no consumo de água”, alerta o médico.

 

Para indivíduos saudáveis, a ingestão entre 2 e 4 litros diários costuma ser segura. Ainda assim, observar os sinais do corpo é essencial. Sensações como enjoo após beber muita água podem indicar consumo acima do necessário.

 

Outro parâmetro simples é a cor da urina. Quando está muito clara, semelhante à água, pode indicar hidratação elevada. Já tons mais escuros sugerem que o organismo precisa de mais líquidos.

 

O consumo exagerado também pode representar um risco em situações específicas, como em atletas de alto rendimento. Em atividades prolongadas e intensas, como maratonas e triatlos, a reposição apenas com água pode levar à hiponatremia, condição causada pela baixa concentração de sódio no organismo.

 

“Essa condição pode levar a convulsões e perda da consciência, por conta do edema cerebral causado pela queda repentina do sódio”, explica Galvão. Nesses casos, a recomendação é associar a hidratação ao uso de isotônicos e reposição de sais minerais.

 

Para a maioria das pessoas que pratica atividades físicas moderadas no dia a dia, como academia, corrida leve ou esportes recreativos, esse tipo de complicação é raro. Ainda assim, o equilíbrio no consumo de água continua sendo a principal orientação para manter a saúde em dia.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/beber-agua-demais-pode-fazer-mal-a-saude-medico-revela-quais-sao-os-riscos,1605bc78329de4dfb806b18e23e8799bxdzzxrl8.html?utm_source=clipboard - Foto: Freepik

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Sinais de alerta: conheça sintomas que podem indicar um infarto


Sintomas menos conhecidos exigem atenção imediata

 

O infarto agudo do miocárdio, conhecido popularmente como ataque cardíaco, segue entre as principais causas de morte no Brasil e no mundo. O que muita gente ainda não sabe é que o corpo costuma emitir sinais claros logo no início do infarto — e reconhecer esses sintomas rapidamente pode salvar vidas.

 

Segundo o médico cardiologista e pesquisador Rafael Marchetti, ignorar ou minimizar esses alertas é um dos maiores riscos.

 

"A maioria dos pacientes apresenta sintomas de infarto, mas muitas vezes eles são subestimados, atribuídos ao estresse ou a problemas digestivos. Essa interpretação equivocada é extremamente perigosa", alerta o especialista.

 

O corpo dá sinais — e nem sempre são óbvios

Quando se fala em infarto, a imagem mais comum é a dor forte no peito. De fato, esse é um sintoma clássico, mas não é o único — e, em alguns casos, nem o primeiro a aparecer.

 

A dor ou pressão no peito pode:

Ter sensação de aperto ou peso

Irradiar para o braço esquerdo

Alcançar costas, pescoço, mandíbula ou estômago

No entanto, há sinais menos conhecidos que também exigem atenção imediata.

 

Sintomas de infarto que muita gente ignora

De acordo com o Dr. Rafael Marchetti, alguns sintomas podem surgir de forma isolada ou combinada e ainda assim indicar um problema cardíaco grave:

 

Sudorese fria (suor intenso e gelado, mesmo sem esforço)

Falta de ar repentina, mesmo em repouso

Tontura ou sensação de desmaio

Náuseas ou vômitos

Ansiedade intensa e súbita, sem motivo aparente

Mal-estar geral, com sensação de algo "muito errado"

"Sudorese fria, falta de ar, tontura, náuseas e uma sensação repentina de ansiedade intensa são sinais que, juntos ou isoladamente, podem indicar que algo está errado com o coração", explica o cardiologista.

Esses sintomas são ainda mais perigosos porque podem ser confundidos com crises de ansiedade, problemas gastrointestinais ou queda de pressão.

 

Infarto nem sempre dói do mesmo jeito

Nem todo infarto provoca dor intensa no peito. Em mulheres, idosos e pessoas com diabetes, os sintomas podem ser mais silenciosos, manifestando-se como cansaço extremo, enjoo, desconforto abdominal ou falta de ar.

Por isso, qualquer sinal fora do padrão habitual do corpo deve ser levado a sério.

 

Tempo é decisivo em caso de infarto

Quando há suspeita de infarto, cada minuto conta. Quanto mais rápido o atendimento médico, maiores são as chances de reduzir os danos ao músculo cardíaco e evitar complicações graves.

"Quanto mais rápido o socorro, melhor o prognóstico. Por isso, qualquer sintoma suspeito deve ser levado a sério e atendido com urgência", reforça o Dr. Rafael Marchetti.

A orientação é clara: não esperar a dor passar, não se automedicar e não tentar "aguentar".

 

O que fazer diante de sinais de infarto?

Procure atendimento médico imediatamente

Acione o serviço de emergência

Evite dirigir sozinho até o hospital

Informe todos os sintomas, mesmo os que parecem leves

 

Reconhecer os sinais de alerta pode fazer toda a diferença entre uma recuperação com menos sequelas — ou consequências irreversíveis.

 

Informação também salva vidas

Falar sobre os sintomas de infarto é uma forma de prevenção. Quanto mais pessoas souberem identificar os sinais, maiores são as chances de agir a tempo.

 

O coração avisa. Ouvir e agir rápido pode salvar uma vida — inclusive a sua.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sinais-de-alerta-conheca-sintomas-que-podem-indicar-um-infarto,780d6667c0462eaf409e320fcdb51cba9g9sq26j.html?utm_source=clipboard - Foto: Divulgação / Saúde em Dia

domingo, 28 de dezembro de 2025

Verão exige atenção redobrada com a saúde dos olhos


Oftalmologista alerta para riscos da estação e orienta como prevenir doenças oculares

 

O verão é marcado por férias, lazer ao ar livre e maior exposição ao sol, mas também exige cuidados extras com a saúde, especialmente com os olhos. A combinação de radiação ultravioleta (UV), altas temperaturas, vento, poeira e o contato frequente com água do mar e de piscinas pode favorecer o surgimento de doenças oculares e desconfortos que, se ignorados, podem comprometer a visão.

 

Segundo o oftalmologista Antônio Sardinha, do Hospital de Olhos de Cuiabá (HOC), a radiação UV é um dos principais fatores de risco para a saúde ocular nesta época do ano. “A exposição prolongada ao sol sem proteção adequada pode causar inflamações importantes, como a ceratite actínica, que funciona como uma queimadura na superfície dos olhos. O quadro provoca dor, vermelhidão, lacrimejamento e sensibilidade à luz”, explica.

 

Outro problema comum durante o verão são as infecções oculares, especialmente a conjuntivite. O aumento da frequência em praias, clubes e piscinas facilita o contato com água contaminada por vírus e bactérias. “Mergulhar sem proteção e tocar os olhos com as mãos sujas aumenta significativamente o risco de infecções. O ideal é usar óculos de natação e manter uma boa higiene das mãos”, orienta o especialista.

 

A estação também pode agravar a síndrome do olho seco. Ardência, sensação de areia, coceira e visão embaçada são sintomas comuns, intensificados pelo uso prolongado de ar-condicionado e ventiladores, que reduzem a umidade do ar. “Manter uma boa hidratação, fazer pausas em ambientes climatizados e utilizar lágrimas artificiais ajudam a preservar a lubrificação natural dos olhos”, destaca Sardinha.

 

Além disso, vento e poeira, frequentes em atividades ao ar livre, podem causar irritações e inflamações na superfície ocular. Por isso, a proteção dos olhos deve fazer parte da rotina de cuidados no verão, assim como acontece com a pele.

 

Cuidados essenciais para proteger a saúde dos olhos no verão

Usar óculos de sol com proteção contra raios UVA e UVB

Evitar coçar os olhos

Utilizar óculos de natação em piscinas e no mar

Manter-se bem hidratado

Proteger os olhos do vento e da poeira

Evitar exposição solar nos horários de pico, entre 10h e 16h

 

“Os olhos são estruturas sensíveis e merecem atenção especial, principalmente durante o verão. Cuidar da saúde ocular vai além do conforto imediato e é fundamental para prevenir doenças e preservar a visão a longo prazo”, conclui o oftalmologista Antônio Sardinha, do Hospital de Olhos de Cuiabá.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/colunas/vida-em-dia/2025-12-19/verao-exige-atencao-redobrada-com-a-saude-dos-olhos.html - Por Roberta Nuñez

sábado, 29 de novembro de 2025

Alimentos contra o AVC: veja o que comer para prevenir a doença


O cuidado com a alimentação ajuda a controlar os fatores que aumentam os riscos de derrame cerebral

 

O acidente vascular cerebral (AVC), também conhecido como derrame cerebral, é uma das principais causas de morte, sendo responsável por 11% dos óbitos no mundo, conforme o estudo "Global Burden of Diseases (GBD)", liderado pelo Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME). A condição ocorre quando há interrupção ou diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro, comprometendo o fornecimento de oxigênio e nutrientes às células cerebrais.

 

Segundo a nutricionista Juliana Vieira, estima-se que aproximadamente 80% dos derrames estão ligados a fatores que podem ser evitados. "A dieta é um dos mais importantes. Ela ajuda a controlar a pressão alta, o colesterol, o açúcar no sangue e a inflamação, que são as maiores causas de AVC", explica.

 

1. Vegetais e frutas todos os dias

Esses alimentos melhoram a circulação sanguínea e ajudam a baixar a pressão arterial. Por isso, priorize vegetais verde-escuros, como espinafre e brócolis, além de frutas ricas em potássio, como banana, laranja e abacate.

 

2. Gorduras boas (anti-inflamatórias)

As gorduras saudáveis ajudam a reduzir o colesterol ruim (LDL). Por isso, adicione na alimentação: azeite de oliva extravirgem, abacate, nozes, amêndoas e castanhas, e sementes de chia e de linhaça.

 

3. Peixes ricos em ômega 3

Os peixes ricos em ômega 3 reduzem a inflamação e protegem os vasos sanguíneos. Deve-se consumi-lo de 2 a 3 vezes na semana. Por isso, adicione ao cardápio salmão, sardinha e atum.

 

4. Grãos integrais

Os grãos integrais controlam o açúcar e reduzem a gordura no sangue. Vale a pena apostar em aveia, pão integral, arroz integral e quinoa.

 

5. Leguminosas

As leguminosas são ricas em fibras, ótimas para o coração. Por isso, adicione ao cardápio feijão, lentilha e grão-de-bico.

 

Hábitos saudáveis para evitar o AVC

Segundo Juliana Vieira, além do cuidado com a alimentação, a atenção a outros hábitos de vida é essencial para ajudar a reduzir o risco de AVC. São eles:

 

Manter pressão arterial abaixo de 120/80;

Praticar atividade física (30 minutos por dia);

Dormir bem;

Não fumar;

Controlar o colesterol e a glicemia.

 

Alimentos e bebidas que devem ser evitados

Juliana Vieira explica que, quanto mais industrializado, salgado ou frito for o alimento, maior é o risco de provocar um derrame. Segundo ela, o consumo de bebidas alcoólicas eleva a pressão arterial e aumenta o risco de AVC hemorrágico. O excesso de açúcar está associado à resistência à insulina e ao maior risco cardiovascular. A nutricionista recomenda: 

 

Consumir no máximo 5 g de sal por dia; 

Evitar o consumo de bebida alcoólica em excesso;

Evitar o consumo de açúcar em excesso;

Evitar o consumo de refrigerante;

Evitar o consumo de suco de caixinha;

Evitar o consumo de bolos e doces diariamente;

Evitar o consumo de chocolates ao leite em grande quantidade;

Evitar o consumo de bebidas energéticas.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/alimentos-contra-o-avc-veja-o-que-comer-para-prevenir-a-doenca,55f6992e5c23d39bdf1556142f319d38sa3jr36k.html?utm_source=clipboard - Por Thiago Freitas - Foto: Pixel-Shot | Shutterstock / Portal EdiCase

sábado, 18 de outubro de 2025

Outubro Rosa: os primeiros sintomas e como evitar o câncer de mama


Câncer de mama é o mais comum do Brasil, no entanto, ele costuma se desenvolver silenciosamente

 

Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para os riscos, prevenção e detecção precoce do câncer de mama, tumor que mais acomete mulheres no planeta. De acordo com dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer), ele é a primeira causa de morte por câncer na população feminina em todas as regiões do Brasil, exceto na região Norte.

 

São números alarmantes e significativos, mas que podem ser atenuados com a prevenção correta. A doença ocorre por conta de uma multiplicação de células anormais na região das mamas que, ao longo do tempo, se transformam em tumores e podem invadir outros órgãos. Existem vários tipos de câncer de mama e o desenvolvimento de cada um deles pode ser rápido, ou não.

 

A boa notícia é que, quando o problema é identificado no começo, as respostas ao tratamento costumam ser positivas. Para que isso ocorra, no entanto, é preciso ter atenção ao próprio corpo e saber identificar possíveis alterações.

 

Principais sintomas do câncer de mama

Segundo o INCA, os primeiros indícios que podem apontar para um possível câncer de mama são os seguintes:

 

Caroço (nódulo) endurecido, fixo e geralmente indolor. É a principal manifestação da doença, estando presente em mais de 90% dos casos;

Alterações no bico do peito (mamilo);

Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;

Saída espontânea de líquido de um dos mamilos;

Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja.

 

No entanto, o problema também pode ser silencioso e, por isso, é necessário um bom acompanhamento médico, para avaliar constantemente os riscos de desenvolver a doença. O INCA também ressalta que o tumor pode aparecer em homens, mas que isso é extremamente raro e representa apenas 1% dos casos.

 

Fatores de risco e prevenção

Existem três grandes fatores que podem ser cruciais para o desenvolvimento do câncer de mama. São eles: comportamento, eixo hormonal e questões genéticas. Com relação ao primeiro item da lista, é preciso ter atenção com hábitos diários e apostar em um estilo de vida saudável. Praticar atividades físicas regulares, ficar longe do álcool e de outras drogas são condutas importantes para evitar o aparecimento do câncer de mama.

 

Já as questões ligadas aos hormônios são um pouco mais complexas. Acontecimentos ligados ao histórico reprodutivo da mulher podem aumentar as possibilidades de um tumor na região das mamas. Por isso, é preciso redobrar a atenção quando a menstruação vem antes dos 12 anos de idade e quando a primeira gestação acontece após os 30 anos. Não ter filhos, não amamentar e parar de menstruar após os 55 anos também podem ocasionar mais riscos para as mulheres. Uso de contraceptivos orais e reposições hormonais completam a lista.

 

Por fim, fatores genéticos também podem ser rastreados, caso algum familiar mais velho já tenha sofrido com algum tipo de câncer, por exemplo. Porém, o problema também pode atingir pessoas que não se enquadram em nenhum desses fatores de risco. Por isso, é essencial realizar um acompanhamento médico constante e exames regulares, como a mamografia.

 

Número de mamografias cai durante a pandemia

A mamografia, exame fundamental para o diagnóstico e o tratamento precoce do câncer de mama, sofreu uma forte queda durante a pandemia de Covid-19. De acordo com dados da SBM (Sociedade Brasileira de Mastologia), o problema é que o isolamento social afastou as pessoas das ruas e, principalmente, dos hospitais. A entidade indica que o número de exames realizados em 2020 foi 42% menor ao índice alcançado em 2019. Algo que criou uma tendência perigosa.

 

"No geral, a conclusão que podemos chegar é que a pandemia agravou o cenário do rastreamento do câncer de mama no Brasil, que sempre caminhou abaixo do que preconiza a OMS (Organização Mundial da Saúde). Isso pode implicar no aumento do diagnóstico em estágios mais avançados", completa a especialista.

 

Para reverter esse quadro, a única saída é voltar as atenções para o problema e procurar ajuda e acompanhamento médico. "Não há dúvidas que a pandemia atrasou uma série de diagnósticos oncológicos. Isso vai ter um impacto importante nos próximos anos, já que com o diagnóstico tardio o tratamento tende a ser mais mórbido e menos resolutivo", conta o Dr. Felipe Moraes, oncologista do Hospital Nove de Julho.

 

De acordo com ele, exames como papanicolau, mamografia, ultrassonografia e de toque devem ser de realização anual. Dessa forma, o tratamento contra a maioria dos tipos de câncer, não apenas o de mama, seria mais efetivo e o número de mortes seria atenuado.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/outubro-rosa-os-primeiros-sintomas-e-como-evitar-o-cancer-de-mama,3512862729e6ddd5cf7c21cf65f464d9rnn5yhrh.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Estresse e má alimentação: entenda os riscos para o coração


Setembro é marcado pelo Setembro Amarelo, campanha nacional de prevenção ao suicídio e de conscientização sobre saúde mental. E a relação entre equilíbrio emocional, qualidade da alimentação e bem-estar do coração é cada vez mais evidente. Segundo especialistas, o estresse constante e hábitos alimentares inadequados podem aumentar significativamente o risco de doenças cardiovasculares.

 

A cardiologista, com especialização em nutrologia, Dra. Lívia Sant'Ana alerta que cuidar da mente e da nutrição é fundamental para proteger o coração. "O estresse prolongado gera aumento de hormônios como o cortisol e a adrenalina, que elevam a pressão arterial, favorecem inflamações e sobrecarregam o sistema cardiovascular. Quando isso se soma a uma alimentação rica em ultraprocessados, açúcares e gorduras ruins, o impacto é ainda maior", explica.

 

Como a rotina potencializa o estresse

A rotina acelerada, preocupações financeiras e pressões sociais têm feito crescer os índices de ansiedade e depressão no Brasil. Para a médica, essas condições não devem ser vistas apenas como problemas emocionais, mas também como fatores de risco para doenças cardíacas.

 

"O coração sente os reflexos da mente. Pessoas ansiosas ou em sofrimento psíquico tendem a ter alterações de sono, comer de forma compulsiva, abusar de cafeína ou álcool, e tudo isso contribui para picos de hipertensão, aumento de colesterol e arritmias", afirma Dra. Lívia.

 

Uma das estratégias apontadas pela especialista é usar a alimentação como ferramenta de prevenção. "Alimentos ricos em triptofano, como banana, aveia, nozes e sementes, ajudam na produção de serotonina, que melhora o humor e reduz a ansiedade. Da mesma forma, peixes ricos em ômega-3, vegetais verde-escuros e frutas cítricas contribuem para reduzir processos inflamatórios e proteger os vasos sanguíneos", explica.

 

Ela ressalta ainda a importância de evitar excessos de açúcar, frituras e comidas industrializadas. "Esses alimentos aumentam o risco de resistência à insulina, obesidade e acúmulo de gordura nas artérias, agravando os efeitos negativos do estresse no coração", acrescenta.

 

Pequenos - e importantes - passos

De acordo com a médica, pequenas mudanças de hábitos podem trazer grande impacto positivo.

 

"Práticas como meditação, exercícios físicos regulares, sono de qualidade e uma nutrição equilibrada não só controlam a ansiedade como também fortalecem a saúde cardiovascular. É um cuidado integrado: mente e corpo precisam estar em sintonia", destaca Dra. Lívia.

 

Para ela, o Setembro Amarelo é também um momento de lembrar que saúde mental e saúde física caminham juntas.

 

"Cuidar da mente é cuidar do coração. Procurar ajuda profissional diante de sinais de ansiedade intensa ou depressão é um ato de coragem e de prevenção, não apenas contra o sofrimento emocional, mas também contra doenças cardíacas que podem surgir como consequência", conclui.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/estresse-e-ma-alimentacao-entenda-os-riscos-para-o-coracao,d4c4b7b33bb819f88c33c03ba79f197fo3zfse45.html?utm_source=clipboard - Por: Sofia Tavares / Revista Malu - Foto: Revista Malu

sábado, 13 de setembro de 2025

4 formas de identificar um AVC


Especialista alerta que fumantes têm risco duas vezes maior de sofrer AVC

 

O Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado no Brasil em 29 de agosto, foi estabelecido pela Lei nº 7488, de 1986, com a finalidade de aumentar a conscientização sobre os perigos do tabagismo. Os cigarros contêm mais de 4 mil substâncias químicas, das quais aproximadamente 250 são reconhecidas como prejudiciais pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Essas substâncias podem enfraquecer as paredes das artérias, promover o acúmulo de placas de gordura e elevar o risco de obstrução arterial, o que pode resultar em infartos e Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC).

 

O neurocirurgião Dr. Victor Hugo Espíndola alerta para o risco elevado de AVC de entre fumantes. De acordo com o especialista, quem fuma tem o dobro de chances de sofrer um AVC em comparação com não-fumantes. "O cigarro atua diretamente na parede das artérias, favorecendo a formação de placas e interrompendo o fluxo sanguíneo", explica o médico.

 

Os cigarros eletrônicos, frequentemente considerados uma alternativa mais segura, também apresentam riscos significativos. Substâncias químicas presentes nos vapores podem danificar as artérias, e estudos indicam que usuários de cigarros eletrônicos têm 15% mais chances de sofrer um AVC antes dos 50 anos.

 

Além dos riscos para fumantes, o Dr. Espíndola alerta sobre os perigos do fumo passivo. “A fumaça do tabaco também afeta os não-fumantes, que podem enfrentar graves problemas de saúde devido à exposição”, ressalta.

 

O especialista enfatiza a importância de uma abordagem multidisciplinar para ajudar os pacientes a superar o vício e enfrentar os desafios emocionais e físicos durante o processo de abandono do cigarro.

 

Como identificar um AVC?

Os sintomas de AVC incluem fraqueza súbita, confusão, dificuldade na fala, perda de equilíbrio e dormência repentina em um lado do corpo. O neurocirurgião compartilha uma abordagem simples de ser abordada ao se deparar com alguém que possa ter sofrido um AVC. É importante lembrar das quatro palavras da escala SAMU: S (sorriso): Solicite que a pessoa sorria, e verifique se a pessoa apresenta um sorriso irregular ou  se há uma queda em um lado do rosto; A (abraço): Peça para que a pessoa erga os braços como se fosse dar um abraço. Fique atento para caso não consiga erguer um dos braços, ou se existir diferença de força entre um braço e outro, ou entre uma perna e outra; M (mensagem): Faça com que a pessoa repita uma mensagem ou cante uma música que ela conheça bem. Observe se a fala está estranha, com dificuldade em pronunciar palavras; U (urgente): Se qualquer um desses sinais estiver presente, é preciso procurar ajuda médica imediatamente.

 

Quanto mais cedo um AVC for diagnosticado e o tratamento adequado ser instituído, menores as chances de sequelas significativas, como comprometimento cognitivo e paralisia. “As consequências do AVC são derivadas, e dependem muito do tipo de AVC e qual a região do cérebro acometida. A partir desses fatores, o paciente pode ter desde sequelas leves até sequelas muito graves e irreversíveis”, explica Victor Hugo.

 

Fonte:   https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/videos/4-formas-de-identificar-um-avc,0df9983148cb9bed46869e1909fb917b0mxxa3bj.html

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

Colesterol alto: riscos, prevenção e hábitos que fazem a diferença


Especialista explica as doenças associadas, quais alimentos ajudam a controlar o colesterol e o que deve ser evitado

 

O colesterol é uma substância lipídica presente naturalmente no organismo e em alimentos de origem animal. Ele é indispensável para funções vitais, como a produção de membranas celulares, hormônios esteroides (inclusive sexuais) e vitamina D.

 

No entanto, quando em excesso no sangue, torna-se um inimigo da saúde. O acúmulo de gordura nas artérias está diretamente ligado a doenças graves, alerta o Dr. Thiago Garcia, médico especialista em nutrologia esportiva, obesidade e emagrecimento.

 

Doenças associadas ao colesterol alto

Segundo o especialista, os riscos vão muito além de um simples desequilíbrio nos exames de sangue. Entre as principais consequências estão:

 

Aterosclerose: formação de placas de gordura nas artérias, reduzindo o fluxo sanguíneo.

Doenças cardíacas: estreitamento das artérias coronárias, podendo causar angina (dor no peito) e infarto.

AVC (Acidente Vascular Cerebral): bloqueio das artérias que irrigam o cérebro.

Doença arterial periférica: dor nas pernas e risco aumentado de amputações devido ao acúmulo de placas.

Pancreatite: níveis elevados de triglicerídeos aumentam o risco da inflamação no pâncreas.

Xantomas: depósitos de lipídios sob a pele.

Cálculos biliares: excesso de colesterol na bile contribui para pedras na vesícula.

 

O que comer para manter o colesterol sob controle

A boa notícia é que a alimentação tem papel fundamental na prevenção. Dr. Thiago Garcia lista os principais aliados:

 

Aveia: rica em fibras solúveis (betaglucanas), ajuda a reduzir o colesterol LDL (ruim).

Leguminosas: feijão, lentilha e ervilha fornecem fibras e proteínas magras.

Frutas e vegetais: maçãs, peras, morangos, brócolis, cenoura e espinafre trazem fibras e antioxidantes.

Peixes ricos em ômega-3: salmão, sardinha, truta e atum ajudam a equilibrar os níveis de gordura no sangue.

Oleaginosas e sementes: nozes, amêndoas e sementes oferecem gorduras saudáveis.

Azeite de oliva extravirgem: fonte de gordura monoinsaturada benéfica.

Grãos integrais: pães, massas e arroz integrais aumentam o consumo de fibras.

 

O que evitar

 

Por outro lado, há alimentos que devem ser limitados ou eliminados da rotina, já que favorecem o aumento do colesterol e dos triglicerídeos:

 

Gorduras saturadas: carnes gordurosas, laticínios integrais, manteiga, banha e frituras.

Gorduras trans: presentes em fast food, industrializados e produtos com "gorduras parcialmente hidrogenadas".

Açúcares refinados: refrigerantes, doces e produtos com alto teor de açúcar.

Alimentos ultraprocessados: ricos em sódio, açúcares e gorduras ruins.

Carboidratos refinados: pão branco, arroz e massas comuns.

Álcool: o consumo excessivo eleva os triglicerídeos e contribui para o ganho de peso.

 

"Além disso, alimentos ricos em gorduras saturadas, como carnes gordurosas e produtos lácteos integrais, devem ser substituídos por opções mais saudáveis, como aves magras, peixe, produtos lácteos com baixo teor de gordura e fontes vegetais de proteína, como feijões e legumes", explica o especialista.

 

Cuidados essenciais

Manter níveis saudáveis de colesterol exige mais do que ajustes na dieta. "Isso inclui uma dieta equilibrada, rica em fibras e pobre em gorduras saturadas e trans, além de exercícios físicos regulares. Em alguns casos, medicamentos podem ser prescritos pelo médico para ajudar a controlar os níveis de colesterol", afirma Thiago Garcia.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/colesterol-alto-riscos-prevencao-e-habitos-que-fazem-a-diferenca,3cf49b66570c631fc14bdbbca6f74ecblcl4nkms.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

segunda-feira, 19 de maio de 2025

Veja os riscos da hipertensão precoce e como proteger a saúde


O cuidado com o estilo de vida é um fator crucial para evitar o desenvolvimento da hipertensão

 

O Dia Mundial da Hipertensão, celebrado em 17 de maio, reforça um alerta urgente: cuidar da saúde cardiovascular não deve ser adiado para a fase adulta avançada. A pressão alta tem sido diagnosticada cada vez mais cedo, e essa realidade exige atenção redobrada a práticas de prevenção. Muito além de medicamentos, a proteção contra a hipertensão precoce começa nas escolhas diárias — o que se come, o quanto se move, como se lida com o estresse e até a qualidade do sono. Pequenas atitudes agora podem evitar grandes complicações no futuro.

 

A professora e coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera Taboão da Serra, Tatiane Almada, explica que a hipertensão arterial é um importante problema de saúde pública no Brasil e no mundo, uma condição em que a pressão sanguínea é caracterizada pela elevação persistente dos níveis pressóricos, levando ao risco de complicações cardiovasculares como infarto, AVC (acidente vascular cerebral) e insuficiência renal. "Embora a hipertensão seja mais comum em adultos, observa-se um número crescente de diagnósticos precoces, especialmente entre indivíduos abaixo dos 40 anos", afirma.

 

Estilo de vida como fator determinante

De acordo com a coordenadora, o estilo de vida é um fator crucial no desenvolvimento da hipertensão. A alimentação rica em sódio, açúcar, gordura saturada e alimentos processados, somada à falta de atividade física, aumenta a probabilidade de elevação da pressão arterial. Além disso, o estresse constante e a ansiedade, que são frequentemente associados ao ritmo acelerado de vida, também desempenham um papel importante no desenvolvimento da condição.

 

"O estresse emocional e físico eleva os níveis de cortisol, um hormônio que pode afetar diretamente a pressão arterial. Quando o corpo é submetido a esse processo de forma constante, o risco de hipertensão se torna mais evidente", explica Tatiane Almada.

 

Sintomas e diagnóstico precoce

A hipertensão é muitas vezes silenciosa porque, na maioria das vezes, não apresenta sintomas evidentes até que ocorra uma complicação. No entanto, a dificuldade para respirar, dor de cabeça constante, zumbido nos ouvidos, cansaço excessivo e dificuldade para dormir podem ser sinais de alerta.

 

Tatiane Almada destaca a importância do diagnóstico precoce e da monitorização regular da pressão arterial, especialmente para aqueles que apresentam histórico familiar de hipertensão ou que possuem fatores de risco, como sobrepeso, sedentarismo ou alto nível de estresse.

 

"O exame de pressão arterial deve ser feito regularmente, mesmo para aqueles que se consideram saudáveis. Quanto mais cedo o diagnóstico, melhores são as chances de controlar a hipertensão e evitar complicações futuras", afirma.

 

Prevenção da pressão alta

Para prevenir a hipertensão antes dos 40 anos, é fundamental adoção de hábitos saudáveis. A coordenadora recomenda alimentação balanceada, prática regular de atividades físicas e gestão do estresse como medidas essenciais para controlar a pressão arterial. Técnicas de relaxamento, como meditação, yoga e respiração profunda, podem ajudar a reduzir os efeitos do estresse no corpo.

 

"Prevenir a hipertensão é possível com escolhas saudáveis no dia a dia. Isso envolve mais do que apenas tomar medicamentos. É necessário mudar a rotina, adotar hábitos mais saudáveis e buscar acompanhamento médico regular. O cuidado precoce é o melhor caminho para evitar problemas graves no futuro", conclui Tatiane Almada.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/veja-os-riscos-da-hipertensao-precoce-e-como-proteger-a-saude,03a8c22a50e718c46f3fba157e336fff1vchn237.html?utm_source=clipboard - Por Bianca Lodi Rieg - Foto: antoniodiaz | Shutterstock / Portal EdiCase

sábado, 29 de março de 2025

Quais são os riscos do consumo exagerado de energético?


Médico revela qual é a quantidade máxima de consumo diária recomendada

 

O caso recente de uma jovem de 28 anos que morreu de parada cardíaca supostamente relacionada ao consumo exagerado de energético, despertou um alerta em muita gente. A bebida é perigosa? Existem riscos?

 

"Os riscos do consumo excessivo de energéticos é a concentração aumentada de cafeína. Qualquer pessoa adulta (não idosa) pode consumir, mas não abusar. Porque o excesso de cafeína nos energéticos por provocar efeitos colaterais", explica o médico nutrólogo Carlos Werutsky, diretor do departamento de Nutrologia Esportiva da Associação Brasileira de Nutrologia.

 

Em entrevista à CNN, o cardiologista Roberto Kalil disse que os riscos para a saúde do coração ocorrem devido à presença de estimulantes como a cafeína e a taurina. 

 

"Nem sempre as pessoas ingerem a bebida sozinha. Ao misturar a bebida com o álcool, o paciente perde a consciência de consumo e passa a tomar uma quantidade muito maior do que realmente é permitido. Evita o consumo excessivo", alertou Kalil.

 

Os principais efeitos colaterais do uso excessivo de energético são:

 

Excitabilidade

Cãibras

Arritmias cardíacas que podem ser fatais

Quantidade segura

 

O volume de energético mais seguro seria o do conteúdo de 200-400 mg de cafeína; por isso, é importante ler os rótulos dos energéticos.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/quais-sao-os-riscos-do-consumo-exagerado-de-energetico,2479473d95eed3d3011c95ee44e1fbd4jif9p051.html?utm_source=clipboard

quarta-feira, 12 de março de 2025

Entenda os riscos da desidratação para quem faz atividade física


Com as intensas ondas de calor, é essencial se atentar ao consumo de água diário

 

Os termômetros têm registrado temperaturas elevadas em todo o país, principalmente no Rio Grande do Sul. E os dias ensolarados são um convite para viajar, relaxar e também praticar atividades física ao ar livre. Entretanto, manter a hidratação se torna ainda mais crucial para garantir o bem-estar, especialmente para aqueles que praticam atividades físicas ao ar livre. Por isso, o nutricionista clinico e esportivo Dereck Oak explica os riscos da desidratação e dicas de como manter-se hidratado.

 

Durante o verão, as temperaturas elevadas aumentam a transpiração e exigem uma maior ingestão de líquidos. Para pessoas que não praticam atividades físicas, a desidratação pode se traduzir em cansaço excessivo, dor de cabeça e até confusão mental.

 

Já para atletas e praticantes de diferentes esportes, a situação pode ser ainda mais crítica. A falta de hidratação adequada pode prejudicar a performance, aumentar o risco de lesões e até causar sérios problemas de saúde, como a desidratação severa.

 

“A hidratação adequada é essencial não apenas para o bom funcionamento do organismo, mas também para garantir que o corpo tenha a energia necessária para enfrentar as altas temperaturas e o aumento da atividade física", destaca Dereck.

 

A quantidade ideal de água varia de pessoa para pessoa, segundo o nutricionista. Segundo o nutricionista, a recomendação básica para adultos é consumir aproximadamente 2,5 a 3 litros de água por dia. Entretanto, no verão, pode ser necessária uma adaptação para repor o que é perdido pelo suor.

 

A ingestão de água é fundamental para a manutenção de várias funções corporais, como a regulação da temperatura, o transporte de nutrientes e a remoção de toxinas. Durante a prática de atividades físicas, principalmente em ambientes externos, a transpiração aumenta, o que pode levar a uma rápida perda de líquidos e sais minerais. Resultando em fadiga, dificuldade de concentração e, em casos extremos, em condições mais graves, como câimbras ou desidratação severa.

 

Para os atletas, a hidratação não deve ser apenas uma preocupação antes e depois do treino, mas durante toda a atividade.

 

“Em treinos prolongados ou intensos, é importante realizar a reposição não só de água, mas também de eletrólitos, como sódio, potássio e magnésio, que são perdidos pelo suor", completa.

 

O nutricionista traz orientações importantes que podem ajudar na manutenção da hidratação no verão:

1) Beba água: não espere sentir sede para se hidratar. A sede é um sinal de que seu corpo já está começando a se desidratar;

2) Prefira bebidas isotônicas para atividades intensas: para quem pratica atividades físicas, especialmente por longos períodos ou em climas muito quentes, as bebidas isotônicas ajudam a repor os líquidos e os eletrólitos perdidos;

3) Incorpore alimentos ricos em água: frutas como melancia, laranja, pepino e morango são ótimas fontes de hidratação.

4) Evite bebidas alcoólicas: elas podem promover a perda de líquidos e dificultar a hidratação;

5) Preste atenção aos sinais do corpo: Se sentir fadiga excessiva, tontura ou cãibras, é sinal de que o corpo precisa de líquidos e eletrólitos imediatamente.

 

Fonte: https://www.correiodopovo.com.br/bellamais/saudefeminina/entenda-os-riscos-da-desidrata%C3%A7%C3%A3o-para-quem-faz-atividade-f%C3%ADsica-1.1585642 - Foto: Freepik