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sábado, 3 de outubro de 2026

Cafeína pode melhorar o foco e o desempenho físico? Veja os principais mitos e verdades sobre a substância


Cafeína pode melhorar o foco e o desempenho físico? Veja os principais mitos e verdades sobre a substância

 

Com tantas formas de consumo e promessas associadas à substância, também surgem dúvidas sobre seus efeitos no organismo

 

A cafeína melhora o foco e o desempenho físico ao retardar a percepção de fadiga, mas seu efeito é temporário e não substitui o sono. O consumo exige cautela com doses excessivas, que causam palpitações, ansiedade e podem reagir perigosamente com remédios controlados. Além disso, a substância está presente em chás e energéticos, exigindo atenção aos rótulos. Seus efeitos no estômago e no sono noturno variam conforme a sensibilidade individual, não havendo regra universal para o consumo.

 

Um cafezinho coado pela manhã, um energético para aguentar o plantão e até um "super coffee" turbinado com colágeno no lanche da tarde. Há tempos, a cafeína deixou de estar presente apenas na xícara de café e passou a fazer parte de uma série de produtos consumidos em busca de disposição, concentração e desempenho.

 

No entanto, com tantas formas de consumo e promessas associadas à substância, também surgem dúvidas sobre seus efeitos no organismo, a quantidade considerada segura e os possíveis riscos do excesso. Para entender o que realmente faz sentido e o que é exagero quando o assunto é cafeína, especialistas da Rede Américas, rede de hospitais privados, esclarecem os principais mitos e verdades.

 

1. Tomar café logo pela manhã dá mais disposição ao longo do dia

Mito. A cafeína pode ajudar a aumentar o estado de alerta, mas não produz energia; o que ela faz é retardar a percepção de cansaço pelo organismo. O efeito, porém, é temporário. Isso quer dizer que o café consumido às 7h pode ajudar a enfrentar a primeira parte da manhã, mas não garante disposição até a noite. Quando o efeito da bebida diminui, a necessidade de descanso continua existindo.

"O mecanismo de ação da cafeína é muito interessante. Ela tem uma forma química muito semelhante à da adenosina, substância responsável por avisar o corpo de que ele está cansado. Em vez de a adenosina se conectar ao seu receptor, quem se conecta é a cafeína. Então, temos a sensação de que não estamos cansados, mas só estamos postergando esse cansaço. Por isso, muitas pessoas acabam tomando cada vez mais café. Só que esses receptores também têm um limite, e não necessariamente quanto mais café, mais disposta a pessoa vai estar", explica Lívia Almeida, nutricionista do Hospital Samaritano Higienópolis, em São Paulo.

Isso não significa que a bebida deva ser evitada. Segundo a profissional, o café de fato auxilia na melhora do foco e da concentração e tem compostos bioativos que podem contribuir para a diminuição do risco de algumas doenças, considerando um consumo diário moderado, que varia de uma pessoa para outra.

 

2. Substituir café por outras bebidas é sempre mais saudável

Mito. Quem tenta diminuir o consumo da substância também precisa prestar atenção ao que coloca no lugar do café. Chá preto, chá verde, mate, refrigerantes à base de cola e energéticos também contêm cafeína. Ela ainda aparece em produtos que nem sempre são associados ao estimulante, incluindo alguns medicamentos.

A escolha de outra bebida industrializada também pode aumentar o consumo de açúcar, dependendo do produto. "O paciente pode trocar o café por um chá gelado industrializado, achando que fez uma escolha mais saudável, mas acabar consumindo cafeína da mesma forma e ainda acrescentar açúcar. Vale olhar o rótulo, e não apenas o nome da bebida. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os açúcares livres representem menos de 10% das calorias consumidas diariamente, com benefícios adicionais quando esse percentual fica em 5%", avalia Lívia Almeida.

 

3. Remédios controlados reagem com doses excessivas de cafeína

Verdade. O alerta publicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em setembro sobre o "Café dos Campeões" colocou em evidência um risco que pode passar despercebido por quem procura uma dose extra de disposição. A mistura de medicamentos controlados com energéticos, segundo a agência, pode provocar aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial e levar a complicações cardiovasculares.

"Quem usa medicamentos de forma contínua não deve considerar energéticos, pré-treinos ou outras fontes concentradas de cafeína como opções inofensivas para aumentar a disposição. Antes de associar esses produtos ao tratamento, é importante verificar com o médico se existe possibilidade de interação com o medicamento utilizado", alerta Roberta Frota, endocrinologista do Hospital Nove de Julho.

 

4. Cafeína melhora o desempenho durante os treinos físicos

Verdade. O Position Stand da International Society of Sports Nutrition, publicado em 2020, aponta que doses de 3 a 6 mg de cafeína por quilo de peso corporal, consumidas cerca de uma hora antes do exercício, podem melhorar o desempenho, especialmente em atividades de resistência aeróbica. Também foram observados efeitos positivos, em menor intensidade, sobre força, velocidade, saltos e arremessos. A resposta, porém, varia entre as pessoas e depende também da capacidade individual de metabolizar a substância.

"A cafeína funciona para melhorar o desempenho, mas a dose importa. Usar café, pré-treino e energético juntos não significa necessariamente treinar melhor. A partir de determinado ponto, aumentar a quantidade pode trazer mais efeitos como palpitação, tremores, ansiedade, desconforto gastrointestinal e dificuldade para dormir, comprometendo inclusive a recuperação após o exercício", comenta Roberta Frota.

 

5. Quem tem azia e refluxo deve parar de consumir café

Depende. Café costuma aparecer entre os primeiros itens retirados da alimentação de quem sofre com doenças gástricas. As recomendações mais recentes não sustentam, porém, que todas as pessoas com doença do refluxo gastroesofágico precisem eliminar a bebida.

A diretriz do American College of Gastroenterology, por exemplo, não recomenda a retirada generalizada de café ou cafeína. A entidade considera que as evidências disponíveis são de baixa qualidade e indica que a restrição deve levar em conta a resposta de cada paciente.

Lívia Almeida pondera que, se o café piora a azia de determinada pessoa, reduzir ou retirar a bebida pode ajudar. Para quem não apresenta essa relação, não há recomendação científica para abandonar o consumo apenas por ter refluxo. "Antes de cortar o café da alimentação, vale observar se existe uma relação consistente entre o consumo e o aparecimento ou a piora dos sintomas. Quando essa associação não existe, retirar a bebida apenas por causa do diagnóstico de refluxo pode significar uma restrição desnecessária", explica a nutricionista.

 

6. O cafezinho depois do almoço pode impactar no sono noturno

Depende. A cafeína permanece no organismo por várias horas. Sua meia-vida, período necessário para que a quantidade da substância no corpo seja reduzida pela metade, costuma ficar entre cinco e sete horas. Quem toma café às 14h, portanto, ainda pode ter uma quantidade significativa de cafeína circulando no começo da noite.

"Cafeína não substitui sono. Ela pode aumentar a disposição por algumas horas, mas quem precisa dela para conseguir funcionar ao longo do dia todo, tomando várias doses, pode estar usando o estimulante para compensar uma noite mal dormida que não será recuperada desta forma", afirma Adriana Bertolami, cardiologista e médica do sono do Hospital Alvorada Moema, em São Paulo.

O impacto sobre o sono varia bastante de uma pessoa para outra, e um dos fatores envolvidos é o gene CYP1A2, associado à velocidade com que o organismo metaboliza a substância. Pessoas que a eliminam mais lentamente podem permanecer sob efeito da cafeína por mais tempo. É por isso que algumas pessoas conseguem tomar café no meio da tarde e dormir normalmente, enquanto outras percebem alterações no sono mesmo quando o consumo ocorre várias horas antes de se deitar.

"Não dá para estabelecer um horário universal que funcione para todo mundo. Para quem tem dificuldade para dormir, uma estratégia possível é testar a redução ou retirada da cafeína a partir do início da tarde e observar se há melhora", recomenda Adriana Bertolami.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/cafeina-pode-melhorar-o-foco-e-o-desempenho-fisico-veja-os-principais-mitos-e-verdades-sobre-a-substancia,fd499e1b5558cfe5baa24090a2f06661gai3z8ep.html?utm_source=clipboard - Por Aline Zuliani - Foto: mizar_21984 | Shutterstock / Portal EdiCase

domingo, 19 de julho de 2026

Canetas x bariátrica: 6 mitos e verdades sobre os tratamentos


O uso de canetas emagrecedoras cresceu mais de 200% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2025.

 

As canetas emagrecedoras, que tiveram um crescimento de 239% nas vendas em 2026, estão mudando o tratamento da obesidade, mas não substituem a cirurgia bariátrica. O médico José Afonso Sallet explica mitos e verdades sobre esses medicamentos, destacando que eles devem ser prescritos com critério e acompanhamento médico para garantir eficácia e segurança.

 

Especialista esclarece se as canetas vão substituir a bariátrica e aponta a melhor opção para cada caso

 

O avanço das canetas emagrecedoras mudou a forma como muitos brasileiros encaram o tratamento contra a obesidade. Segundo a empresa de inteligência de dados Scanntech, o uso desses medicamentos injetáveis cresceu 239% no primeiro trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período do ano passado. Ao mesmo tempo, o mercado informal já representa aproximadamente 50% das vendas, o que aumenta os riscos do uso sem orientação médica.

 

Diante da popularização dos medicamentos à base dos chamados agonistas do GLP-1, cresce também a necessidade de esclarecer informações. Especialista no tratamento contra a obesidade e em cirurgia bariátrica, o médico José Afonso Sallet, do Instituto de Medicina Sallet, esclarece seis mitos e verdades sobre o tema.

 

1 - Qualquer pessoa pode usar caneta emagrecedora

Mito. As canetas devem ser prescritas para quem apresenta diabetes tipo 2 e para o manejo de peso em adultos com IMC igual ou superior a 30 kg/m² (obesidade), ou IMC igual ou superior a 27 kg/m² (sobrepeso) na presença de pelo menos uma comorbidade relacionada ao peso, como pressão alta.

Mais recentemente, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou o uso da caneta Monjauro (tirzepatida) para crianças e adolescentes a partir de 10 anos para tratamento contra diabetes tipo 2. Já contra a obesidade, as canetas Saxenda (liraglutida) e Wegovy (semaglutida) estão liberadas a partir dos 12 anos, com critérios específicos de IMC e acompanhamento médico. Isso porque, o uso sem prescrição médica pode trazer riscos à saúde.

 

2 - Tirzepatida e similares têm efeitos colaterais

Verdade. Náuseas, vômitos, diarreia e prisão de ventre estão entre os efeitos adversos mais frequentes. A Anvisa também alerta para eventos graves, como pancreatite aguda. Isso reforça, portanto, a necessidade de acompanhamento médico durante todo o tratamento.

 

3 - Canetas são eficazes contra doenças causadas pela obesidade

Verdade. Além da perda de peso, estudos demonstram benefícios no controle do diabetes tipo 2 e melhora de condições associadas, como hipertensão arterial, apneia do sono e problemas articulares. A melhora dessas condições contribui, desse modo, para uma melhor qualidade de vida.

 

4 - Quem fez bariátrica e engordou não pode usar semagluita ou similares

Mito. Canetas emagrecedoras podem ser uma aliada importante no tratamento contra reganho de peso após a cirurgia bariátrica. No entanto, a introdução desse tratamento nunca deve ser feita de forma isolada ou como uma "solução mágica".

Isso porque, embora atuem no centro da saciedade e no esvaziamento gástrico, as canetas devem fazer parte de uma associação de tratamentos, de acordo com o especialista. Ou seja, os injetáveis precisam representar um suporte temporário ou de longo prazo até que o paciente alcance equilíbrio metabólico e incorpore à rotina hábitos saudáveis, como exercícios físicos.

 

5 - Os medicamentos injetáveis vão substituir a cirurgia bariátrica

Mito. Para pacientes com obesidade em níveis mais elevados e doenças metabólicas, a cirurgia bariátrica continua sendo o tratamento mais indicado. Enquanto os medicamentos injetáveis auxiliam no controle da doença, a cirurgia promove alterações metabólicas e hormonais mais duradouras.

 

6 - Com bariátrica, perde-se mais peso do que com canetas

Verdade. Os análogos do hormônio GLP-1 costumam proporcionar perda de 10% a 15% do peso corporal, podendo chegar perto de 20% , conforme apontam estudos mais recentes. Já a cirurgia bariátrica normalmente resulta em redução de 30% a 40% do peso corporal total, além de apresentar maiores índices de remissão de doenças associadas, como o diabetes tipo 2.

 

Outros tratamentos

O especialista lembra que existem outras opções terapêuticas para o tratamento contra a obesidade, como a endosutura gástrica e o balão intragástrico. Na endosutura gástrica, o médico faz suturas ("pregas) no estômago a fim de reduzir o tamanho do órgão e, com isso, aumentar a saciedade do paciente.

 

"A obesidade não possui uma solução única", frisa Sallet. "A escolha do tratamento deve ser baseada em critérios médicos, considerando o IMC, o perfil metabólico e o histórico de saúde de cada paciente".

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/canetas-x-bariatrica-6-mitos-e-verdades-sobre-os-tratamentos,dc29160098d8c32beef5def1cf3ff4cdeyeh9z70.html?utm_source=clipboard - Por: Fernanda Villas Bôas / Licenciado de Revista Malu

domingo, 21 de junho de 2026

Dicas para treinar com segurança no inverno e turbinar a saúde


Especialista lista mitos e verdades

 

Resumo

Além de destacar mitos e verdades sobre treinar no frio, o personal Anderson Téu, da Academia Gaviões 24h, dá dicas para manter a rotina de exercícios no inverno, como aquecimento, hidratação e horários adequados. A prática durante essa época beneficia o sistema imunológico, melhora o sono e combate o estresse.

 

Personal trainer da Academia Gaviões 24h dá dicas de segurança, hidratação e aquecimento para os dias mais frios do ano e explica o impacto do Transtorno Afetivo Sazonal no corpo.

 

Às vésperas do inverno, que tem início dia 21 de junho, mudanças no corpo, como o aumento da fome e do sono, começam a surgir, provocando alterações importantes no metabolismo. O desânimo típico dos dias frios tem base científica e está diretamente ligado ao Transtorno Afetivo Sazonal (TAS). A menor exposição solar reduz a produção de serotonina, hormônio do bem-estar, e eleva a de melatonina, hormônio do sono. Esse desequilíbrio desregula o ciclo circadiano, resultando em fadiga, tristeza e tendência ao isolamento.

 

Justamente nesse período, em que manter o corpo em movimento se torna ainda mais vital, a frequência nos treinos costuma cair. A prática regular de exercícios durante essa época do ano fortalece o sistema imunológico, melhora a qualidade do sono e combate o estresse e a ansiedade.

 

Para explicar as principais dúvidas sobre a atividade física no frio, o Prof. Anderson Téu, personal trainer da Academia Gaviões 24h, rede pioneira no funcionamento 24h no Brasil, destaca mitos e verdades. Confira:

 

"No inverno, o corpo gasta mais calorias durante os exercícios"

Verdade! "Em temperaturas mais baixas, o organismo trabalha mais para manter a temperatura corporal estável. Esse processo eleva o gasto energético basal, o que pode potencializar o consumo de calorias durante as atividades físicas", afirma.

 

"Treinar no frio é perigoso para a saúde"

Mito! "Desde que tomados os cuidados necessários, o treino no frio é totalmente seguro. É fundamental caprichar no aquecimento, principalmente nas extremidades, e manter a hidratação antes, durante e após o exercício", pontua o professor.

 

"O aquecimento se torna ainda mais importante nesta época do ano"

Verdade! "Com o frio, os músculos e as articulações tendem a ficar mais rígidos. Por isso, dedicar alguns minutos a um bom aquecimento prepara o corpo para o esforço, melhora a mobilidade e reduz significativamente o risco de lesões", destaca.

 

"No frio sentimos menos sede"

Mito! "Embora a sensação de sede diminua, o corpo continua perdendo líquidos pela transpiração e pela respiração durante a atividade física. A desidratação pode ocorrer mesmo em dias frios, comprometendo o desempenho e a recuperação muscular", afirma Anderson.

 

"Exercícios ajudam a fortalecer a imunidade"

Verdade! "A prática regular e equilibrada de exercícios está diretamente associada à melhora da resposta imunológica. Somada a hábitos saudáveis, ela ajuda a prevenir doenças comuns do inverno, como gripes e resfriados. Além disso, melhora a saúde cardiovascular, o fortalecimento muscular e o equilíbrio emocional", ressalta.

 

Para quem está acostumado ao clima caloroso, treinar no frio pode ser um desafio, exigindo pequenos ajustes na rotina para garantir a eficácia e a segurança dos treinos. Segundo o especialista, escolher os horários mais amenos do dia, ajustar a intensidade do exercício e fazer pausas longas são adaptações que garantem uma prática segura e eficiente.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/dicas-para-treinar-com-seguranca-no-inverno-e-turbinar-a-saude,73f0063ea71c417376c203659e11a1b7itttu9hm.html?utm_source=clipboard - Por: Ana Carvalho / Revista Malu - Foto: Revista Malu

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Celulite: conheça 5 mitos e verdades sobre os furinhos na pele


A celulite é conhecida por causar incômodo em muitas mulheres, principalmente na região das pernas; tire suas dúvidas!

 

A celulite é um tema que ainda gera muitas dúvidas, principalmente em relação à causa por trás dos famosos e temidos furinhos na pele, que causam incômodo em tantas mulheres. Para esclarecer alguns mitos e verdades sobre essa condição, reunimos abaixo as dúvidas mais frequentes que as pacientes do método GoldIncision - forma de tratamento que associa as técnicas de bioestimulação e descolamento para tratar a celulite sem cirurgia - fazem aos profissionais. Confira:

 

A celulite pode ser hereditária?

Verdade. Se sua mãe, avós e tias possuem celulite, há grandes chances dela aparecerer em seu corpo também. No entanto, não é regra. O gene é apenas um dos fatores que pode ser considerado a causa desta condição. 

 

A celulite só aparece em pessoas sedentárias?

Mito. O excesso de peso e a má forma podem fazer com que os furinhos fiquem mais aparentes, porém, a celulite pode aparecer em qualquer tipo de corpo, seja ele sedentário ou não. Assim, para prevenir o surgimento da celulite, é importante praticar exercícios físicos regularmente. 

 

A água ajuda prevenir condição?

Verdade. Além de uma dieta bem equilibrada, com alimentos que diminuam a inflamação, beber água e manter-se hidratada auxiliam na firmeza e elasticidade da pele. Além disso, ajuda a eliminar diversas toxinas do corpo por meio da urina e do suor, reduzindo o inchaço. 

 

Jeans apertado causa celulite?

Verdade. De acordo com os profissionais da GoldIncision, o jeans favorece o surgimento dos furinhos na pele. A roupa muito apertada dificulta a circulação e contribui para o inchaço, dois fatores que estão entre as causas desse incômodo. 

 

Celulite é assunto para depois dos 30?

Mito. A celulite é uma condição que pode surgir em qualquer idade. Por isso, é importante adotar protocolos de prevenção como dieta e exercícios, além da realização de procedimentos como drenagem linfática e radiofrequência.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/celulite-conheca-5-mitos-e-verdades-sobre-os-furinhos-na-pele,76c9b06939956f0455eb1c8418d74c02md1wxkz1.html?utm_source=clipboard - Por: Raquel Barreto / Alto Astral - Foto: Shutterstock / Alto Astral

segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Novembro azul: 7 mitos e verdades sobre o câncer de próstata


Conheça os sintomas e as principais formas de prevenção dessa doença comum entre os homens

 

O câncer de próstata é o segundo tipo de tumor mais frequente entre os homens no Brasil, com aproximadamente 71 mil novos diagnósticos e quase 16 mil mortes por ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), representando 13,5% das mortes masculinas por câncer no país. Apesar da alta incidência, quando detectada precocemente, a doença tem mais de 90% de chances de cura.

 

"O tumor se desenvolve na próstata, glândula do tamanho de uma noz localizada abaixo da bexiga, responsável por produzir parte do sêmen. Um dos principais obstáculos para a prevenção é a falta de informação e, muitas vezes, o preconceito", explica o Dr. Rodrigo Coutinho, médico oncologista da Croma Oncologia.

 

Abaixo, o médico esclarece os principais mitos e verdades sobre o câncer de próstata. Confira!

 

1. O câncer de próstata sempre apresenta sintomas

Mito. Na maioria dos casos, especialmente nos estágios iniciais, o câncer de próstata não provoca sintomas perceptíveis. Por isso, a detecção depende de exames de rastreamento. Um dos principais é o PSA (Antígeno Prostático Específico), exame de sangue que mede a quantidade de uma proteína produzida pela próstata. Níveis elevados podem indicar alterações na glândula, mas não significam necessariamente câncer.

O toque retal complementa a avaliação, permitindo identificar casos em que o PSA permanece normal, o que ocorre em cerca de 15% dos tumores detectados. Quando surgem sinais, eles podem ocorrer também em condições benignas, como dificuldade para esvaziar a bexiga, jato urinário fraco, necessidade frequente e urgente de urinar, incontinência urinária e impotência sexual. Em fases mais avançadas, sinais de alerta incluem dor óssea persistente, perda de peso ou de apetite, sangue na urina ou no esperma e constipação, especialmente se houver invasão do reto.

 

2. Apenas homens mais velhos precisam se preocupar com o câncer de próstata

Mito. De modo geral, homens a partir dos 50 anos devem realizar PSA e toque retal anualmente. No entanto, quem tem ascendência africana (grupo com maior predisposição genética), histórico familiar ou mutações genéticas de risco deve iniciar a discussão sobre rastreamento a partir dos 45 anos. Casos em homens jovens são raros, mas podem ocorrer devido a mutações hereditárias, que corresponde de 10 a 15% dos casos.

Históricos familiares de primeiro grau de câncer de mama, ovário ou pâncreas também podem ser sinais de alerta, pois algumas mutações genéticas estão relacionadas a esses tipos de câncer. Além da genética, obesidade, tabagismo, sedentarismo e hábitos alimentares inadequados podem aumentar o risco.

 

3. O câncer de próstata não tem cura

Mito. Quando detectado precocemente, o câncer de próstata apresenta taxa de cura de até 90%. Em casos de diagnóstico inicial, pode ser adotada a vigilância ativa, uma estratégia indicada apenas para alguns tumores de baixo risco, que permite acompanhar a evolução da doença com exames regulares antes de iniciar intervenções mais invasivas.

Caso necessário, o tratamento pode incluir cirurgia, radioterapia ou hormonioterapia, de acordo com as características do tumor e o risco do paciente. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, menores são os impactos na qualidade de vida, incluindo funções urinária e sexual, além de reduzir o custo do tratamento.

 

4. O toque retal é dispensável

Mito. Apesar de ainda enfrentar resistência cultural ligada à masculinidade, o toque retal é um exame rápido e seguro, que dura cerca de 7 segundos, fundamental para identificar tumores que não aparecem no PSA. Ignorar o exame pode atrasar o diagnóstico e reduzir as chances de cura. O seguimento com urologista acompanhado de exames de toque retal ajuda a detectar alterações precocemente, tornando o tratamento mais eficaz e menos invasivo, preservando melhor a qualidade de vida.

 

5. O estilo de vida influencia no risco de desenvolver a doença

Verdade. Hábitos do dia a dia podem aumentar o risco. Seguir o básico, o famoso feijão com arroz, que inclui alimentação saudável, prática regular de exercícios, controle do peso ideal, uso de protetor solar, evitar álcool e cuidar da vacinação, incluindo a vacina contra HPV, contribui de forma significativa para a prevenção. Segundo o Ministério da Saúde (MS), essas medidas podem reduzir em até 60% o risco de desenvolver diversos tipos de câncer. Vale lembrar que a minoria dos casos de câncer de próstata está ligado à hereditariedade.

 

6. O tratamento compromete a qualidade de vida

Mito. O tratamento inicial do câncer de próstata costuma ser cirúrgico, podendo incluir técnicas minimamente invasivas, como a robótica, que reduz complicações e acelera a recuperação. Em alguns casos, a radioterapia é indicada para tumores localizados, enquanto a hormonioterapia é usada em casos sistêmicos, diminuindo a testosterona que alimenta o tumor. Quando realizado precocemente, o tratamento minimiza riscos de morbidade, impacto na vida sexual e alterações do hábito urinário, preservando a qualidade de vida.

 

7. O câncer de próstata pode ser prevenido

Verdade. Embora não seja possível impedir totalmente o surgimento da doença, a detecção precoce aumenta significativamente as chances de cura. Homens devem realizar exames regulares, como PSA e toque retal, e ficar atentos a sinais de alerta, como alterações na urina ou dor persistente, pois quanto antes o câncer for identificado, mais eficaz e menos invasivo será o tratamento.

 

O Novembro Azul é uma campanha que vai além do câncer de próstata, é um lembrete da importância de os homens cuidarem da saúde de forma integral, adotando hábitos saudáveis, realizando exames preventivos regularmente e ficando atentos aos sinais do próprio corpo ao longo da vida.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/novembro-azul-7-mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-prostata,3adc00ed6f91e58122fe5940b866c3e7nq6e8f53.html?utm_source=clipboard - Por Pamela Moraes - Foto: Andrey_Popov | Shutterstock / Portal EdiCase

sexta-feira, 5 de setembro de 2025

Vivem menos? Mitos e verdades sobre a saúde masculina


Especialistas esclarecem dúvidas comuns sobre longevidade, prevenção e doenças que afetam o público masculino

 

Ainda existem muitos tabus, informações equivocadas e resistência masculina em procurar o médico. Para jogar luz sobre o tema, o vice-presidente médico de análises clínicas do Grupo Alliar, Dr. Gustavo Campana, respondeu a algumas das principais dúvidas sobre o bem-estar masculino:

 

Homens realmente vivem menos?

Verdade. Segundo o estudo de longevidade do IBGE (2020), a expectativa de vida masculina no Brasil é de 73,3 anos, enquanto a das mulheres chega a 80,3 anos. O levantamento não levou em conta os efeitos da pandemia de Covid-19. Um dos fatores que ajuda a explicar essa diferença é a maior adesão feminina a consultas médicas e exames de rotina.

 

Só procuram ajuda quando a dor é insuportável

Verdade. Um levantamento feito pelo Centro de Referência da Saúde do Homem, em parceria com a Fiocruz, mostra que 6 em cada 10 homens diagnosticados com câncer de próstata só buscaram atendimento quando os sintomas, como a dor, já eram muito intensos.

 

PSA sozinho basta para detectar alterações na próstata?

Mito. O exame PSA mede o Antígeno Prostático Específico no sangue, mas não substitui o exame de toque. Ele deve ser feito como complemento, e não como diagnóstico isolado.

 

Diabetes é silencioso?

Verdade. Os sintomas aparecem apenas em fases mais avançadas, quando a doença já pode ter causado danos a órgãos e vasos sanguíneos.

"Um exame de glicemia ou Hemoglobina Glicada é o primeiro passo para verificar a taxa de glicose no sangue e é o início de toda a avaliação médica para o diagnóstico do Diabetes", conta Campana.

 

Existe cura para o diabetes?

Mito. Tanto o tipo 1 quanto o tipo 2 não têm cura, mas podem ser controlados com mudanças no estilo de vida e acompanhamento médico.

 

O açúcar pode afetar o coração?

Verdade. O diabetes aumenta o risco de doenças cardiovasculares como infarto, AVC e obstrução de artérias.

"Por isso, pacientes com diabetes devem consultar o seu médico pelo menos uma vez ao ano, no mínimo. Assim, o médico é capaz de prescrever os exames necessários e, consequentemente, o melhor tratamento para cada caso", afirma Campana.

 

Apenas idosos desenvolvem câncer de próstata?

Mito. Apesar de ser mais comum após os 50 anos, também há casos em homens com menos de 40. Histórico familiar e obesidade estão entre os fatores de risco.

 

Sexo sem preservativo pode causar câncer de pênis?

Verdade. De acordo com o INCA, a infecção pelo HPV, transmitida em relações desprotegidas, está entre os fatores relacionados ao câncer de pênis. Além do uso da camisinha, a vacinação é fundamental: disponível na rede pública para meninos a partir de 9 anos, e na rede privada para homens de até 45 anos.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/vivem-menos-mitos-e-verdades-sobre-a-saude-masculina,b5bcfc73f1bb38c3e8751a1067884e8c0cog2kl0.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

quinta-feira, 24 de julho de 2025

Saúde respiratória: mitos e verdades sobre os cuidados


Algumas doenças aumentam bastante com a queda nas temperaturas e secura do ar; saiba como cuidar da sua saúde respiratória

 

Com o frio e a secura do ar que o inverno traz, muitas vezes a saúde respiratória das pessoas pode ficar comprometida. Isso sem contar que os ambientes fechados e o uso de aquecedores também pioram a situação. O resultado? Mais casos de rinite, sinusite, crises de asma, bronquite e infecções que, muitas vezes, levam à internação.

 

Dados do Boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostraram um aumento de infecções respiratórias nos últimos meses. De meados de maio a meados de junho, a incidência da influenza subiu para mais de 40%, fora as outras doenças respiratórias. Os mais afetados são crianças e idosos, que respondem por mais de 70% das internações por complicações como pneumonia, bronquiolite e crises asmáticas.

 

“O nariz funciona como um grande filtro. Ele aquece, umedece e filtra o ar antes que chegue aos pulmões. Mas, quando a mucosa nasal está ressecada, esse filtro perde eficiência, e o organismo fica mais exposto a vírus, bactérias e alérgenos”, explica Pauline Michelin, médica otorrinolaringologista dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, de Curitiba (PR).

 

Por isso, cuidar da saúde respiratória nesse período é essencial. Contudo, como fazer isso? A seguir, veja mitos e verdades sobre o assunto para tomar as medidas corretas:

 

Lavagem nasal com soro fisiológico previne infecções

VERDADE. “A lavagem ajuda a hidratar as mucosas, eliminar secreções e fortalecer a defesa natural do nariz. O ideal é fazê-la ao menos duas vezes ao dia, especialmente em dias frios ou secos”, diz a especialista.

 

Dormir com a casa toda fechada evita doenças

MITO. “Ambientes sem ventilação acumulam poeira, ácaros e vírus. Abrir as janelas por alguns minutos diariamente é fundamental”, comenta.

 

Beber bastante água ao longo do dia protege a respiração

VERDADE. Segundo a profissional, a hidratação mantém as mucosas da nossa via aérea úmidas e funcionais. Quando elas estão ressecadas, perdem a capacidade de reter e eliminar microrganismos inalados.

 

Umidificador ligado a noite toda é bom para evitar doenças em crianças

MITO. “O aparelho pode ajudar, mas o excesso de umidade favorece mofo e fungos. O ideal é usá-lo por até duas horas seguidas, mantendo a umidade entre 50% e 60%”, diz.

 

Inalações com substâncias caseiras são seguras

MITO. De acordo com Pauline, produtos caseiros e óleos podem queimar a mucosa e causar lesões, além de favorecer infecções mais graves. A inalação deve ser sempre indicada por um médico.

 

Óleos essenciais e água oxigenada podem ser utilizadas para ajudar a destrancar o nariz

MITO. “Muitas vezes, a população recorre a receitas caseiras que, embora possam proporcionar um alívio momentâneo, acabam piorando a qualidade da respiração, trazendo ainda mais riscos à saúde, como inflamação da mucosa nasal, alteração do pH e prejuízos às defesas naturais do nariz”, cometa.

 

Descongestionante nasal pode ser usado sem risco

MITO. Isso porque esses produtos aliviam momentaneamente, mas o uso contínuo pode causar efeito rebote e até problemas cardíacos. “Só deve ocorrer o uso com orientação médica e por tempo limitado”, orienta a especialista.

 

Filtros de ar-condicionado devem ter limpeza regular

VERDADE. “A falta de limpeza favorece o acúmulo de fungos e poeira, que vão para o ambiente. Além disso, o uso prolongado do aparelho de ar-condicionado vai ressecar a mucosa do nosso nariz pelo seu funcionamento, mesmo estando higienizado”, finaliza.

 

Fonte: https://altoastral.joaobidu.com.br/saude/saude-respiratoria-mitos-e-verdades-sobre-os-cuidados.phtml#google_vignette - Por Mayra Cardozo  

sexta-feira, 27 de junho de 2025

7 mitos e verdades comuns sobre o diabetes


Doença crônica exige cuidado contínuo para evitar complicações e garantir a saúde do paciente

 

No Dia Nacional do Diabetes, em 26 de junho, se reforça o alerta para conscientização e prevenção da doença. Não apenas fatores genéticos, mas a ausência de hábitos saudáveis na alimentação e o estilo de vida sedentário são fatores de risco para seu desenvolvimento.

 

Segundo a Federação Internacional de Diabetes (IDF), calcula-se que mais de 530 milhões de adultos vivem com a condição no mundo — e esse número pode atingir 640 milhões até 2030.

 

"No Brasil, estima-se que a doença afeta perto de 20 milhões de pessoas, e o alarmante é que muitas delas ainda [estão] sem diagnóstico. Por isso, a conscientização dos riscos, do controle e o acesso à informação são fundamentais para que não se atinja um quadro clínico mais grave, que gere outras complicações sérias que possam colocar em risco a vida do paciente", alerta o Prof. Dr. Durval Ribas Filho, nutrólogo, Fellow da Obesity Society (FTOS-USA), presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e palestrante do CBN2025.

 

Riscos do diabetes

O diabetes mellitus é uma condição metabólica em que ocorre uma produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo.

 

Sem controle, o diabetes pode afetar diversos órgãos e causar doenças cardiovasculares, como o infarto e acidente vascular cerebral (AVC); retinopatia diabética, com risco de cegueira; nefropatia, com comprometimento dos rins; neuropatia, formigamentos, dores ou perda de sensibilidade, e pé diabético, provocando desde infecções graves a amputação.

 

Tipos de diabetes

O diabetes é classificado em alguns tipos. Os principais são:

 

Tipo 1: é uma doença autoimune. O sistema imunológico ataca as células produtoras de insulina no pâncreas. Geralmente se manifesta na infância ou na adolescência e requer uso diário de insulina.

Tipo 2: considerada a forma mais comum e está associada principalmente à resistência à insulina. Atinge, na maioria, adultos, mas tem ocorrido um aumento entre jovens, devido ao sedentarismo e à alimentação desequilibrada e não saudável.

Diabetes gestacional: desenvolvida durante a gravidez, em alguns casos pode representar risco tanto para a mãe quanto para o bebê. É essencial o monitoramento contínuo e rigoroso de um especialista. Geralmente desaparece após o parto, mas pode ser risco futuro para desencadear o diabetes tipo 2.

 

Mitos e verdades sobre o diabetes

Abaixo, o Prof. Dr. Durval Ribas Filho esclarece os principais mitos e verdades sobre o diabetes. Confira!

 

1. Comer muito açúcar causa diabetes

Mito. Exagerar no consumo de açúcar não causa diabetes de uma forma direta. Porém, está associado ao ganho de peso e obesidade, o que é um importante "gatilho" e fator de risco para desenvolver a doença.

 

2. Apenas pessoas com excesso de peso têm diabetes

Mito. As pessoas magras também podem desenvolver a doença, especialmente o tipo 1, que é autoimune. No diagnóstico, deve-se considerar fatores genéticos e histórico familiar.

 

3. Diabético nunca pode comer doces

Há ressalvas. A regra é moderação. Os doces devem fazer parte de um controle e planejamento de uma dieta equilibrada e com orientação médica e nutricional.

 

4. Diabetes tem cura

Mito. Por ser uma doença crônica, ainda não tem cura. Mas, sob controle, permite uma boa qualidade de vida, aliada a um estilo de vida saudável, dosagem correta dos medicamentos e contínuo acompanhamento médico.

 

5. Insulina causa dependência

Mito. Em muitos casos, o uso deste hormônio faz parte do tratamento e não causa dependência.

 

6. Atividade Física é importante

Verdade. Os exercícios feitos com regularidade auxiliam para melhorar a sensibilidade à insulina e o controle da glicemia, o que contribui para o bem-estar no dia a dia.

 

7. Cegueira e amputações são riscos do diabetes não tratada

Verdade. Estas complicações são muito graves e podem acontecer caso a doença não seja controlada de forma adequada.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/7-mitos-e-verdades-comuns-sobre-o-diabetes,e6ddaf649f8edb765bae09f92909265f69uplqoq.html?utm_source=clipboard - Por Edna Vairoletti - Foto: Pixel-Shot | Shutterstock / Portal EdiCase

quinta-feira, 10 de outubro de 2024

7 mitos e verdades sobre o câncer de mama


Confira orientações sobre a realização da mamografia, sintomas, fatores de risco e tratamentos

 

Marcado pela cor rosa, outubro virou símbolo global de conscientização à saúde ativa e preventiva contra o câncer de mama, tumor com maior taxa de mortalidade entre as brasileiras. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), mais de 73 mil mulheres devem ser diagnosticadas com a doença até o final do ano.

 

“O Outubro Rosa nos permite incentivar a realização de exames de rotina e a atenção a qualquer mudança nas mamas. Muitas pessoas ainda têm medo ou falta de informação, e a campanha ajuda a quebrar esses tabus”, destaca Thiago Nóbrega, ginecologista do Hospital e Maternidade São Luiz São Caetano do Sul, no ABC paulista.

 

A Sociedade Brasileira de Mastologia estima que, historicamente, a campanha tenha aumentado em até 30% o número de mamografias realizadas no mês de outubro. Para orientar corretamente e desmistificar o tema, confira abaixo sete mitos e verdades sobre o câncer de mama e o exame.

 

1. Silicone impede a realização da mamografia

Mito. Ao contrário do que muitas pensam, silicone nos seios não atrapalha a avaliação realizada pelo mamógrafo, que também não perfura ou danifica a prótese. Basta avisar ao médico sobre a prótese para, preventivamente, ele poder afastá-los se forem necessárias mais imagens que descartem o tumor, evitando distorções nos resultados.

 

2. Traumas ou pancadas na região causam câncer de mama

Mito. Eventuais pancadas ou traumas na região das mamas podem fazer aparecer nódulos já existentes, mas não são responsáveis pelo surgimento deles. Entre os fatores de risco do câncer de mama, estão idade, estilo de vida e hereditariedade.

“Cerca de 5 a 10% dos registros estão relacionados a gatilhos genéticos e hereditários, sendo a idade o principal fator. Por isso, mulheres entre 20 e 39 anos devem fazer o exame das mamas a cada três anos. A partir dos 40, ele deve ser anual. Dos 55 anos em diante, a frequência pode ser bienal”, orienta Thiago Nóbrega.

 

3. É importante conhecer o próprio corpo

Verdade. Testes de toque nas mamas têm sua função. Caso a mulher encontre em seu busto e axilas alterações, elas devem ser analisadas por um mastologista, oncologista ou ginecologista.

“Mudanças repentinas no aspecto das mamas podem apontar a aparição de nódulos. Manchas cutâneas, vermelhidões ou secreções nos mamilos, também são sinais de alerta que devem ser analisados por um especialista”, destaca o ginecologista.

 

4. Período menstrual interfere na realização do exame

Mito. De baixa radiação e sem preparos prévios, a mamografia pode ser realizada sem medo. Porém, o médico explica que “o ciclo menstrual não interfere na realização do exame, mas o período que antecede a menstruação pode causar mais desconforto na mulher, já que as mamas ficam mais sensíveis”. Por isso, é recomendável ser feita alguns dias após a menstruação.

 

5. Não pode usar desodorante no dia da mamografia

Verdade. A orientação é para suspender o uso de desodorantes, hidratantes e outros produtos cosméticos nas axilas apenas no dia do exame, a fim de não comprometer a acurácia do diagnóstico. “Produtos de higiene pessoal não geram câncer de mama. Sugerimos somente que as pacientes não os utilizem no dia da análise por causa da concentração de substâncias capazes de deturpar a localização e definição do nódulo”, alerta o profissional.

 

6. Gestante ou lactante não pode fazer mamografia

Verdade. Nestes cenários, é possível solicitar outras verificações menos invasivas a mãe e bebê. “A mamografia é contraindicada durante a gravidez em decorrência da radiação (mesmo que baixa), que pode prejudicar o feto. Além disso, na gestação os seios ficam mais rijos e densos, o que dificulta a interpretação do mamógrafo. O ultrassom da mama substitui perfeitamente o procedimento”, explica Thiago Nóbrega.

 

7. Prevenção está no dia a dia

Verdade. A prevenção do câncer de mama está diretamente relacionada com a adoção de hábitos saudáveis. Manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas, evitar o consumo excessivo de álcool e não fumar são medidas eficazes para prevenção dessa e outras doenças.

 

Sintomas e tratamentos

O câncer de mama é um tumor maligno que pode se manifestar de diferentes formas. Os principais sintomas incluem nódulos indolores, alterações na pele da mama (vermelhidão ou retração), secreção anormal nos mamilos e mudanças no formato ou tamanho das mamas.

 

“Quando descoberto precocemente, as chances de cura chegam a 95%. Além disso, o tratamento em fases iniciais é menos invasivo e mais eficaz; por isso, a conscientização é tão importante e salva vidas”, afirma Thiago Nóbrega.

 

Nos últimos anos, o tratamento do câncer de mama evoluiu significativamente. Inovações como as terapias-alvo, que atacam diretamente as células cancerígenas, e a imunoterapia, que estimula o sistema imunológico a combater o câncer, oferecem novas esperanças, especialmente para casos mais complexos, como o câncer de mama triplo-negativo. “Esses avanços, somados ao suporte de equipes multidisciplinares, garantem um atendimento mais eficaz e completo”, destaca o especialista do São Luiz São Caetano do Sul.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-10-07/7-mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama.html - Por Samara Meni - Imagem: AYO Production | Shutterstock


"Deem graças ao Senhor, porque ele é bom. O seu amor dura para sempre!" (Salmos 136:1)


domingo, 8 de setembro de 2024

Tomar chá ajuda a emagrecer? Veja mitos e verdades


Além disso: todo mundo pode beber?

 

Quando o tempo está frio, quem não ama um chazinho para esquentar? Essa bebida milenar é muito consumida ao redor do mundo, e pode trazer diversos benefícios para a saúde e o bem-estar. Mas será beber chá ajuda a emagrecer? Confira essas e outras curiosidades:

 

1 – Todo mundo pode tomar

MITO. Algumas pessoas costumam oferecer chás para bebês a fim de aliviar cólicas. Na verdade, o hábito pode até ajudar, mas vale lembrar que crianças antes dos seis meses de idade não devem ingerir nada além do leite materno, que por si só é rico e nutricionalmente completo. Já as mamães que amamentam podem fazer uso de algumas plantas (mas vale consultar um nutricionista para saber quais).

O mesmo vale para quem sofre com hipertensão (pressão alta). Chá verde, cavalinha, carqueja e chá preto são exemplos de chás a serem evitados por quem usa medicação para controle da pressão arterial. Em todo caso, é sempre bom perguntar ao seu médico.

O mais recomendado é ingerir a bebida sem açúcar. Desse modo, o líquido fica mais saudável e você consegue sentir o aroma e o sabor originais.

 

2 – Você pode beber quanto chá desejar por dia

MITO. O excesso de algumas ervas, como o chá verde, pode prejudicar o sono, comprometer os rins, causar nervosismo e irritabilidade, provocar dor de estômago e deixar os batimentos cardíacos irregulares. Por isso, assim como outras bebidas, os chás devem ser consumidos moderadamente, sem ultrapassar a quantidade de 3 xícaras por dia.

 

3 – Alguns chás contribuem para a saúde digestiva

VERDADE. Os chás podem ser verdadeiras fontes de saúde digestiva, aliviando desconfortos, como aquela sensação de peso no estômago e até distensão abdominal.

Isso porque algumas ervas estimulam a produção de enzimas digestivas no corpo, que desempenham um papel essencial na quebra dos alimentos e na absorção dos nutrientes, facilitando o processo digestivo. E muitas ainda possuem propriedades anti-inflamatórias, que reduzem a inflamação no trato digestivo, aliviando sintomas como inchaço, gases, azia e cólicas, para quem sofre com problemas digestivos crônicos ou eventuais.

Gengibre, espinheira-santa, alcachofra e hortelã-pimenta são bons exemplos.

 

4 – Existem chás que ajudam a dormir melhor

VERDADE. Existem algumas ervas naturais que são cientificamente comprovadas como boas opções para quem precisa de ajuda para dormir, pois possuem propriedades calmantes e relaxantes. Quer experimentar? Aposte na melissa, na valeriana, na lavanda e na camomila.

 

5 – Tomar chá ajuda a emagrecer

DEPENDE. A bebida pode até contribuir para a sensação de saciedade (alguns tipos também possuem efeitos termogênicos), mas os chás só ajudarão na perda de peso se você também adotar uma dieta saudável e a prática regular de exercícios físicos.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/boa-forma/2024-09-05/tomar-cha-ajuda-a-emagrecer--veja-mitos-e-verdades.html - Por Boa Forma - Amanda Panteri


“Não há nada escondido que não venha a ser revelado nem oculto que não venha a ser conhecido. O que vocês disseram no escuro será ouvido à luz do dia; o que sussurraram nos ouvidos dentro de casa será proclamado dos telhados.” (Evangelho de Lucas 12:2).