Mostrando postagens com marcador Sono. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sono. Mostrar todas as postagens

sábado, 27 de junho de 2026

7 motivos para acordar cansado, mesmo dormindo bem


Dormir muitas horas nem sempre significa descansar bem. Conheça os fatores que podem explicar o cansaço ao despertar

 

Resumo

Mesmo dormindo as horas recomendadas, você pode acordar cansado devido a fatores como sono de baixa qualidade, apneia, estresse, déficit de nutrientes ou problemas de saúde. Identificar a causa e adotar hábitos saudáveis, como rotina regular e alimentação equilibrada, é essencial para melhorar o sono e o bem-estar.

Você dormiu as oito horas recomendadas, mas acordou com a sensação de que não descansou nada? Se isso acontece com frequência, vale a pena prestar atenção. Embora uma noite mal dormida ocasional seja comum, sentir cansaço todos os dias pode indicar que algo está interferindo na qualidade do seu sono ou até mesmo na sua saúde.

 

A seguir, confira sete possíveis explicações para esse problema.

 

1. Você não está tendo um sono de qualidade

Dormir por muitas horas não significa, necessariamente, descansar bem. Despertares frequentes durante a noite ou um sono muito fragmentado impedem que o organismo complete adequadamente os ciclos do sono, responsáveis pela recuperação física e mental.

 

2. Apneia do sono

A apneia obstrutiva do sono é uma condição caracterizada por interrupções temporárias da respiração enquanto a pessoa dorme.

Além do ronco intenso, ela pode provocar despertares rápidos durante a noite, sonolência ao longo do dia, dificuldade de concentração e cansaço persistente ao acordar.

 

3. Estresse e ansiedade

Mesmo quando a pessoa consegue dormir, o estresse e a ansiedade podem impedir que o cérebro relaxe completamente.

Pensamentos constantes e preocupações costumam reduzir a qualidade do descanso e fazem com que o despertar seja acompanhado por sensação de fadiga.

 

4. Deficiência de vitaminas ou anemia

Níveis baixos de nutrientes como ferro, vitamina B12 e vitamina D também podem provocar cansaço excessivo.

Quando esse sintoma persiste por semanas, é importante procurar um profissional de saúde para investigar possíveis deficiências nutricionais.

 

5. Sedentarismo

Pode parecer contraditório, mas a falta de atividade física também está relacionada ao aumento da fadiga.

Praticar exercícios regularmente melhora a qualidade do sono, favorece a disposição durante o dia e contribui para o funcionamento adequado do organismo.

 

6. Alimentação inadequada

Jantares muito pesados, excesso de álcool ou consumo elevado de cafeína perto da hora de dormir podem atrapalhar o descanso.

Manter uma alimentação equilibrada ao longo do dia também influencia diretamente os níveis de energia.

 

7. Alguma condição de saúde pode estar por trás

Hipotireoidismo, diabetes, depressão, síndrome da fadiga crônica e outras condições podem ter o cansaço constante como um dos sintomas.

Por isso, quando o problema persiste mesmo após mudanças nos hábitos de vida, a avaliação médica é fundamental.

 

Quando é hora de procurar um médico?

Vale buscar orientação profissional se o cansaço ao acordar:

 

Persistir por várias semanas.

Vier acompanhado de roncos intensos ou pausas na respiração durante o sono.

Estiver associado à perda de peso sem explicação.

For acompanhado por falta de ar, tonturas ou desmaios.

Prejudicar o trabalho, os estudos ou as atividades do dia a dia.

Nesses casos, o médico poderá solicitar exames e investigar a causa do problema.

 

Como melhorar a qualidade do sono?

Algumas mudanças simples podem fazer diferença:

 

Mantenha horários regulares para dormir e acordar.

Evite telas pelo menos uma hora antes de deitar.

Reduza o consumo de cafeína no fim da tarde e à noite.

Faça atividade física regularmente, preferencialmente longe do horário de dormir.

Mantenha o quarto escuro, silencioso e confortável.

 

Acordar cansado de vez em quando faz parte da rotina de muitas pessoas. No entanto, quando essa sensação se torna frequente, o corpo pode estar dando um sinal de que algo precisa de atenção. Identificar a causa é o primeiro passo para recuperar a disposição e melhorar a qualidade de vida.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/7-motivos-para-acordar-cansado-mesmo-dormindo-bem,062220b871d00d6aa3042efe30134f36f5zgwtgo.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

domingo, 14 de junho de 2026

Dormir menos de 7 horas pode reduzir anos de vida


Pessoas com sono insuficiente - classificado como menos de 7 horas de sono por noite - podem ter menos tempo de vida. É o que indica estudo realizado na Universidade de Ciência e Saúde do Oregon, nos Estados Unidos.

 

Os pesquisadores cruzaram dados de expectativa de vida com pesquisas detalhadas de saúde pública, realizadas entre 2019 e 2025, e concluíram que o sono insuficiente superou a dieta e os exercícios físicos como preditor do tempo de vida de uma pessoa, sendo que apenas o tabagismo influenciou negativamente a longevidade em relação ao sono.

 

Os autores explicam que o sono desempenha funções na saúde cardiovascular, no sistema imunológico e no desempenho cerebral. Logo, os resultados do estudo reforçam a necessidade de priorizar o descanso no mesmo nível que as recomendações médicas para nutrição e atividade física. Além disso, eles aconselham aos formuladores de políticas públicas o desenvolvimento de campanhas de incentivo à higiene do sono.

 

Fonte: SLEEP Advances. DOI: 10.1093/sleepadvances/zpaf090.

 

Fonte: https://www.boasaude.com.br/noticias/22514/dormir-menos-de-7-horas-pode-reduzir-anos-de-vida.html?utm_source=terra_capa_vida-e-estilo&utm_medium=referral#google_vignette

quinta-feira, 2 de abril de 2026

6 truques (comprovados pela ciência) que ajudam a adormecer mais rápido


Adormecer pode ser um grande desafio para quem sofre de insônia. Contudo, sabia que existem técnicas comprovadas pela ciência que o podem ajudar neste sentido? Fique por dentro de seis técnicas.

 

Sono

 

O problema da insônia é cada vez mais comum na sociedade atual. Essa condição pode levar à privação crônica de sono, que está associada ao aumento da pressão arterial, maior risco de ataque cardíaco, entre outros problemas.

 

Se você se identifica com isso, confira seis dicas — comprovadas pela ciência — que podem ajudar a adormecer melhor, segundo um artigo da Real Simple:

 

1. Guarde o celular pelo menos uma hora antes de dormir

Quem nunca fica rolando as redes sociais à noite? Apesar de comum, esse hábito não é recomendado. Estudos mostram que até mesmo deixar o celular perto da cama pode aumentar o tempo que você leva para dormir. O efeito é ainda pior para quem usa o aparelho até 30 minutos antes de deitar.

 

2. Esforce-se para ficar acordado

Existe um fenômeno chamado “intenção paradoxal”, que consiste em tentar ficar acordado — o que, paradoxalmente, pode ajudar você a dormir. Essa técnica reduz a pressão mental que costuma dificultar o sono.

 

3. Experimente o “método militar”

Criada para ajudar soldados a dormirem rapidamente, essa técnica consiste em deitar de costas, ficar imóvel e relaxar cada músculo do corpo gradualmente, enquanto respira profundamente.

Segundo a Universidade de Minnesota, o ideal é relaxar os músculos de cima para baixo, imaginando o corpo afundando na cama.

O relaxamento muscular progressivo, aliado à respiração lenta e pensamentos agradáveis, pode acelerar o início do sono.

 

4. Ajuste a temperatura do ambiente

A temperatura ideal para dormir fica entre 18 °C e 20 °C. Ambientes mais quentes podem prejudicar tanto a qualidade quanto a duração do sono.

 

5. Pratique exercícios físicos algumas horas antes

Fazer atividade física entre quatro e oito horas antes de dormir pode ajudar a pegar no sono mais rápido e reduzir as chances de acordar durante a noite.

 

6. Mantenha uma rotina de sono regular

Ter horários consistentes para dormir e acordar é essencial. Pesquisas indicam que a regularidade do sono pode ser até mais importante do que a duração total.

Criar uma rotina relaxante — como ler antes de dormir — também pode melhorar significativamente a qualidade do sono.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2370835/6-truques-comprovados-pela-ciencia-que-ajudam-a-adormecer-mais-rapido - © Shutterstock

domingo, 18 de janeiro de 2026

Nutricionista comenta os 7 alimentos que ajudam a dormir melhor


Entenda como uma dieta bem elaborada pode auxiliar o descanso adequado e a recuperação do seu organismo

 

Optar por alimentos que ajudam a dormir melhor é uma ótima maneira de cuidar da saúde. Afinal, a insônia é um dos problemas mais comuns da sociedade atual e pode, por exemplo, causar sérios danos para o bem-estar. Ou seja, cuidar do descanso é fundamental para ter uma boa qualidade de vida. Dessa maneira, o ideal é abastecer o corpo com nutrientes e substâncias funcionais, como vitamina B6, magnésio e triptofano.

 

“O triptofano, assim que reconhecido pelo nosso cérebro, estimula a produção de um neurotransmissor chamado serotonina. Ele é responsável pela regulação do sono, bom humor e sensação de bem-estar. A ingestão de vitamina B6 e magnésio ajuda na produção do triptofano em nosso corpo”, explica Bettina Del Pino, nutricionista especializada em nutrição clínica e esportiva.

 

Dessa maneira, com a ajuda da especialista, separamos sete alimentos que ajudam a dormir melhor. Confira:

 

Alimentos que ajudam a dormir melhor

 

1. Grãos integrais: grandes fornecedores de carboidrato, contêm vitaminas e minerais que podem auxiliar numa melhor absorção de triptofano.

 

2. Castanhas e sementes: são fontes ricas em triptofano. Além disso, são fornecedoras de magnésio, que auxilia no combate dos efeitos do hormônio do estresse. 

 

3. Aveia: é fonte de melatonina, conhecida popularmente como hormônio do sono. A substância auxilia a adormecer mais facilmente.

 

4. Grão-de-bico, ervilha, feijão, lentilha e soja: fontes ricas de triptofano, além de vitaminas do complexo B, que ajudam no bom funcionamento do sistema nervoso.

 

5. Banana: rica em triptofano, carboidratos e magnésio, responsáveis pelo auxílio na produção de hormônios como a serotonina e melatonina, que contribuem para a qualidade do sono.

 

6. Frutas vermelhas e kiwi: são ricas em antioxidantes, que favorecem o controle e o tratamento dos distúrbios do sono.

 

7. Maracujá: o maracujá tem propriedades calmantes, que atuam diretamente no sistema nervoso central, produzindo efeito analgésico e relaxante muscular.

 

O que evitar

A nutricionista ainda lembra que alguns alimentos devem ser evitados durante a noite, pois deixam o corpo em alerta ou são de difícil digestão. “Deve-se evitar bebidas com cafeína, como chá preto, chá mate, chá verde, café e energético, alimentos gordurosos, frituras, refrigerante e bebidas alcoólicas”, orienta.

 

“Uma alimentação saudável e balanceada é forte aliada no combate à insônia, mas é aconselhável que as pessoas procurem acompanhamento médico”, finaliza Bettina.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/nutricionista-revela-7-alimentos-que-ajudam-a-dormir-melhor.phtml - Foto: Shutterstock

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Ronco não é normal: veja dicas simples para dormir melhor


O ronco é um problema comum em diferentes faixas etárias e costuma afetar não apenas quem emite o som durante a noite, mas também quem divide o mesmo ambiente; Veja dicas para dormir melhor!

 

O ronco é um problema comum em diferentes faixas etárias e costuma afetar não apenas quem emite o som durante a noite, mas também quem divide o mesmo ambiente. Esse barulho é resultado da passagem do ar por vias respiratórias parcialmente obstruídas, o que faz tecidos da garganta vibrarem. Embora muitas pessoas encarem o ronco como algo cotidiano, especialistas destacam que ele pode ser um sinal de alerta para alterações no sono e na respiração.

 

Nos últimos anos, clínicas do sono e otorrinolaringologistas observaram um aumento na busca por orientações para reduzir o ronco. Entre os motivos estão a interferência na qualidade do descanso, o impacto na produtividade diária e até problemas de relacionamento. No entanto, a boa notícia é que, em muitos casos, mudanças simples na rotina e em alguns hábitos ajudam a diminuir o problema ou, ao menos, a torná-lo menos frequente.

 

O que causa o ronco e por que ele merece atenção?

O ronco costuma surgir quando há estreitamento ou relaxamento excessivo das vias aéreas superiores durante o sono. Fatores como sobrepeso, consumo de álcool à noite, desvio de septo, rinite alérgica e posicionamento inadequado ao dormir estão entre as causas mais relatadas em consultórios. Em outros casos, o ronco está ligado à apneia obstrutiva do sono, condição em que a respiração é interrompida por alguns segundos diversas vezes ao longo da noite.

 

Quando o ronco é intenso, diário e vem acompanhado de pausas respiratórias, sono agitado, dor de cabeça ao acordar ou cansaço excessivo durante o dia, médicos recomendam investigação detalhada. Nesses cenários, a avaliação pode incluir exame físico e análise do histórico de saúde. Em alguns casos, também há o procedimento da polissonografia, que monitora o sono em laboratório ou com equipamentos portáteis.

 

Como diminuir o ronco no dia a dia?

Especialistas em medicina do sono apontam que a mudança de hábitos é uma das principais estratégias para diminuir o ronco. Assim, pequenas ações, repetidas de forma consistente, ajudam a reduzir a vibração dos tecidos da garganta e a melhorar a passagem do ar. Em muitos casos, essas medidas funcionam como primeira linha de cuidado antes de intervenções mais complexas.

 

Entre as recomendações mais comuns para reduzir o ronco estão:

 

Controle do peso corporal: a redução de gordura na região do pescoço diminui a compressão das vias respiratórias;

Evitar álcool e sedativos à noite: essas substâncias relaxam demais a musculatura da garganta;

Jantar leve e não comer em grande quantidade próximo da hora de dormir;

Parar de fumar, já que o cigarro irrita e inflama as vias aéreas;

Manter rotina de sono, com horário regular para deitar e acordar.

 

O ambiente também influencia. Quartos muito secos favorecem irritação da mucosa nasal. Por isso, muitas pessoas se beneficiam do uso de umidificadores ou de um recipiente com água no quarto, principalmente em períodos de tempo seco. A limpeza frequente de cortinas, tapetes e roupas de cama reduz poeira e ácaros, importantes gatilhos para crises alérgicas que agravam o ronco.

 

Posição ao dormir ajuda mesmo a reduzir o ronco?

A posição ao dormir é um dos fatores que os especialistas costumam citar quando o assunto é "dicas para diminuir o ronco". Em geral, deitar de barriga para cima favorece o deslocamento da língua para trás, estreitando o espaço por onde o ar passa. Por isso, dormir de lado costuma ser uma orientação recorrente em consultórios.

 

Algumas estratégias simples são utilizadas para estimular essa postura lateral durante a noite:

 

Uso de travesseiro adequado: modelos que mantêm o alinhamento da cabeça com a coluna ajudam a evitar a obstrução nas vias aéreas;

Travesseiro entre os joelhos para quem dorme de lado, o que oferece mais conforto e facilita manter a posição;

Ajuste da altura da cabeceira da cama, levemente elevada, para facilitar a passagem do ar;

Evitar colchões muito moles, que favorecem posição corporal inadequada e pioram o ronco.

Existem ainda dispositivos vendidos no mercado, como tiras nasais externas, clipes que se apoiam na região do septo e travesseiros anatômicos, com o objetivo de facilitar a respiração. Ademais, profissionais de saúde recomendam avaliar caso a caso, já que esses recursos podem trazer alívio para alguns perfis de roncadores, mas não substituem avaliação médica quando o problema é persistente.

 

Exercícios e cuidados com a respiração podem fazer diferença?

Exercícios voltados à musculatura da língua, do palato e da região da garganta vêm ganhando espaço como alternativa complementar para quem deseja reduzir o ronco. Conhecidos como exercícios orofaríngeos ou de "terapia miofuncional", eles visam fortalecer músculos que, durante o sono, tendem a relaxar em excesso. Em muitos casos, esses treinos são orientados por fonoaudiólogos ou fisioterapeutas especializados.

 

Além disso, a respiração nasal livre é apontada como um dos pilares no controle do ronco. Quando há obstrução por rinite, sinusite ou desvio de septo, a tendência é respirar pela boca, o que favorece vibrações na região da garganta. Medidas como lavagem nasal com soro fisiológico, tratamento de alergias com orientação médica e, quando indicado, cirurgias corretivas, podem contribuir para um sono mais silencioso.

 

Para quem já recebeu diagnóstico de apneia do sono, o uso de aparelhos como o CPAP (pressão positiva contínua nas vias aéreas) pode ser recomendado por profissionais de saúde. Esse tipo de recurso, porém, exige acompanhamento especializado, ajustes periódicos e orientação sobre uso correto, sendo indicado principalmente em quadros moderados ou graves.

 

Quando procurar ajuda especializada para o ronco?

Embora muitas dicas para diminuir o ronco possam ser aplicadas em casa, há situações em que a orientação profissional se torna essencial. Sinais como engasgos noturnos, pausas na respiração observadas por terceiros, sonolência excessiva durante o dia, irritabilidade, dificuldade de concentração e pressão arterial elevada estão entre os motivos mais citados para busca de atendimento.

 

Otorrinolaringologistas, clínicos gerais e especialistas em medicina do sono costumam ser os profissionais de referência nesses casos. O objetivo principal é identificar a causa do ronco e definir a melhor combinação de medidas: mudanças de hábito, dispositivos orais, tratamentos para alergias, ajustes de peso, terapias respiratórias ou aparelhos específicos para apneia. Com acompanhamento adequado, a tendência é que a qualidade do sono e o bem-estar diário sejam favorecidos, tanto para quem ronca quanto para quem convive com o problema.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/ronco-nao-e-normal-veja-dicas-simples-para-dormir-melhor,b713958eb2c4cf1042ca51e482d534efyavc611b.html?utm_source=clipboard - Por: Valdomiro Neto* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / Milkos

segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Fisioterapeuta alerta: sono é peça-chave para o desempenho de atletas


Descanso adequado influencia performance, prevenção de lesões e recuperação muscular; veja como melhorar o seu sono

 

Manter disciplina nos treinos é fundamental para qualquer atleta, mas os cuidados que acontecem fora do ambiente esportivo também são determinantes para alcançar bons resultados. Entre eles, a qualidade do sono tem papel central.

 

O fisioterapeuta do centro integrado Clinisport, Mauri Oliveira Brito Júnior, ressalta que dormir bem é parte essencial do processo de preparação e recuperação.

 

"A qualidade do sono interfere diretamente no desempenho dos atletas. Pois aqueles que não aproveitam esse período para descansar de fato e recuperar sua estrutura muscular, dificilmente terão o máximo desempenho em treinos e competições. Além de ficarem mais suscetíveis às lesões. Não basta dormir por sete ou oito horas durante a noite. Se o atleta não atingir um sono profundo quando sua musculatura pode relaxar e não acertar uma boa posição para dormir, poderá acordar mais fadigado e com dores. O que vai refletir bastante em sua performance", relata Júnior.

 

Higiene do sono e ambiente adequado

Segundo o especialista, alguns hábitos simples podem ajudar a melhorar a qualidade do descanso: manter horários regulares para dormir e acordar, evitar telas antes de deitar-se, buscar um ambiente silencioso e com pouca luz. Outro fator destacado é a escolha do colchão.

 

"O colchão pode ser mais um dos pontos de ganho marginal para os atletas, já que ele é responsável por 80% da qualidade do sono. O modelo ideal é o que melhor se adeque ao gosto pessoal e necessidade de cada um, mas optar por uma estrutura que não seja nem tão firme ou tão macia, que absorva os impactos e suavize os pontos de pressão do corpo, pode ajudar bastante", terminou.

 

Tecnologia a favor do descanso

Brito lembra ainda que existem modelos de colchões desenvolvidos com recursos adicionais, como os fios de carbono. Essa tecnologia ajuda a dissipar a energia estática do corpo, favorecendo a recuperação física e reduzindo o estresse.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/fisioterapeuta-alerta-sono-e-peca-chave-para-o-desempenho-de-atletas,421d48489d76adcfa2e02cd3797b196ct010is9y.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

terça-feira, 1 de abril de 2025

Quer dormir melhor? Evite esses alimentos, aconselham nutricionistas


Veja a lista de alimentos e faça as devidas alterações na dieta para dormir 'como um anjinho'.

 

Se nunca tinha pensado nisto, o melhor é começar a ter esse cuidado. O tipo de alimento que consome ao jantar e à noite pode acabar por interferir com o seu sono. Se quer dormir bem, o melhor é fazer algumas trocas.

 

A revista Real Simple falou com as nutricionistas Amy Goodson e Johna Burdeos para entender o que deve evitar consumir à noite, ao jantar e antes de ir dormir.

 

Alimentos ricos em açúcar

"Alimentos como doces, sobremesas e bebidas com açúcar podem levar a um pico de açúcar no sangue e a uma queda subsequente, o que afeta o sono", revela Johna Burdeos.

 

Alimentos picantes

"Podem causar indigestão ou azia antes de dormir e prejudicar o sono."

 

Fritos

"Causam ingestão e azia, gases e inchaço. Evite ainda refeições muito pesadas."

 

Cafeína

"Seja no chocolate, no café ou nos refrigerantes. Podem interferir com o sono e aumentar o estado de alerta", explica Amy Goodson.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2271594/quer-dormir-melhor-evite-esses-alimentos-aconselham-nutricionistas - © Shutterstock

terça-feira, 10 de dezembro de 2024

Nutricionista lista 7 alimentos que ajudam a dormir melhor


Entenda como uma dieta bem elaborada pode auxiliar o descanso adequado e a recuperação do seu organismo

 

Optar por alimentos que ajudam a dormir melhor é uma ótima maneira de cuidar da saúde. Afinal, a insônia é um dos problemas mais comuns da sociedade atual e pode, por exemplo, causar sérios danos para o bem-estar. Ou seja, cuidar do descanso é fundamental para ter uma boa qualidade de vida. Dessa maneira, o ideal é abastecer o corpo com nutrientes e substâncias funcionais, como vitamina B6, magnésio e triptofano.

 

"O triptofano, assim que reconhecido pelo nosso cérebro, estimula a produção de um neurotransmissor chamado serotonina. Ele é responsável pela regulação do sono, bom humor e sensação de bem-estar. A ingestão de vitamina B6 e magnésio ajuda na produção do triptofano em nosso corpo", explica Bettina Del Pino, nutricionista especializada em nutrição clínica e esportiva.

 

Dessa maneira, com a ajuda da especialista, separamos sete alimentos que ajudam a dormir melhor. Confira:


1. Grãos integrais: grandes fornecedores de carboidrato, contêm vitaminas e minerais que podem auxiliar numa melhor absorção de triptofano.

 

2. Castanhas e sementes: são fontes ricas em triptofano. Além disso, são fornecedoras de magnésio, que auxilia no combate dos efeitos do hormônio do estresse. 

 

3. Aveia: é fonte de melatonina, conhecida popularmente como hormônio do sono. A substância auxilia a adormecer mais facilmente.

 

4. Grão-de-bico, ervilha, feijão, lentilha e soja: fontes ricas de triptofano, além de vitaminas do complexo B, que ajudam no bom funcionamento do sistema nervoso.

 

5. Banana: rica em triptofano, carboidratos e magnésio, responsáveis pelo auxílio na produção de hormônios como a serotonina e melatonina, que contribuem para a qualidade do sono.

 

6. Frutas vermelhas e kiwi: são ricas em antioxidantes, que favorecem o controle e o tratamento dos distúrbios do sono.

 

7. Maracujá: o maracujá tem propriedades calmantes, que atuam diretamente no sistema nervoso central, produzindo efeito analgésico e relaxante muscular.

 

O que evitar

A nutricionista ainda lembra que alguns alimentos devem ser evitados durante a noite, pois deixam o corpo em alerta ou são de difícil digestão. "Deve-se evitar bebidas com cafeína, como chá preto, chá mate, chá verde, café e energético, alimentos gordurosos, frituras, refrigerante e bebidas alcoólicas", orienta.

 

"Uma alimentação saudável e balanceada é forte aliada no combate à insônia, mas é aconselhável que as pessoas procurem acompanhamento médico", finaliza Bettina.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/degusta/alimentacao-com-saude/nutricionista-lista-7-alimentos-que-ajudam-a-dormir-melhor,be5ea27d1786f8022be20ca8e36fa78dzx9a9pdy.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock


“Não há nada escondido que não venha a ser revelado nem oculto que não venha a ser conhecido. O que vocês disseram no escuro será ouvido à luz do dia; o que sussurraram nos ouvidos dentro de casa será proclamado dos telhados.” (Evangelho de Lucas 12:2).


terça-feira, 23 de julho de 2024

Seis alimentos que podem te ajudar a dormir melhor


Se sofre com insônias, saiba o que deve incluir na sua dieta.

 

Dormir bem é essencial para a nossa saúde física e mental. Mas nem sempre é fácil pegar no sono, principalmente quando estamos estressados ou ansiosos. A boa notícia é que existem alguns alimentos que podem te ajudar a ter uma noite de sono mais tranquila e reparadora.

 

A nutricionista Ana Rita Campos, em seu perfil no Instagram, compartilhou 6 opções de alimentos indutores de sono naturais:

 

1. Banana: Rica em magnésio e potássio, a banana ajuda a relaxar os músculos, incluindo os respiratórios, o que contribui para um sono mais profundo e restaurador.

 

2. Amêndoas: Fonte natural de magnésio, as amêndoas possuem propriedades relaxantes musculares, ajudando a combater a insônia e melhorar a qualidade do sono.

 

3. Leite: O leite contém triptofano, um aminoácido que o corpo transforma em serotonina, um precursor da melatonina, o hormônio responsável pela regulação do sono.

 

4. Chá de Camomila: Conhecido por suas propriedades calmantes, o chá de camomila ajuda a aumentar os níveis de glicina no corpo, um neurotransmissor que relaxa os nervos e facilita o sono.

 

5. Cerejas: As cerejas são uma fonte natural de melatonina, o hormônio que induz o sono. Consumir cerejas antes de dormir pode te ajudar a pegar no sono mais rápido e ter um sono mais tranquilo.

 

6. Peixes Gordos: Salmão, atum e truta são ricos em ácidos graxos ômega-3 e vitamina D, nutrientes que estão associados a um sono de melhor qualidade. Acredita-se que eles aumentem a produção de serotonina, promovendo um sono mais relaxante e restaurador.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2176605/seis-alimentos-que-podem-te-ajudar-a-dormir-melhor - © Shutterstock


Resistam-lhe, permanecendo firmes na fé, sabendo que os irmãos que vocês têm em todo o mundo estão passando pelos mesmos sofrimentos.

1 Pedro 5:9


sábado, 6 de abril de 2024

Quer se sentir mais jovem? Cuide bem do seu sono


Dormir para sentir-se mais jovem

 

Sentir-se sonolento pode fazer você se sentir dez anos mais velho. Em outras palavras, o sono, ou a falta dele, afeta a idade que você sente ter, que pode ser muito maior do que sua idade cronológica.

 

Sentir-se mais jovem, com mais energia e vitalidade, não é apenas uma questão de percepção - na verdade, essa sensação está relacionada com indicadores objetivos de saúde.

 

E isso é importante porque estudos anteriores mostraram que sentir-se mais jovem do que a idade real está associado a vidas mais longas e saudáveis. Existe até suporte para a idade subjetiva prever a idade real do cérebro, com aqueles que se sentem mais jovens tendo cérebros mais jovens.

 

"Dado que o sono é essencial para o funcionamento do cérebro e para o bem-estar geral, decidimos testar se o sono guarda algum segredo para preservar uma sensação juvenil de idade," justificou a professora Leonie Balter, da Universidade de Estocolmo (Suécia).

 

Experiências com sono

 

No primeiro experimento realizado agora pela equipe, 429 indivíduos com idades entre 18 e 70 anos foram questionados sobre quantos anos sentiam ter, quantos dias no último mês não dormiram o suficiente e até que ponto estavam com sono. Os resultados mostraram que, para cada noite com sono insuficiente no último mês, os participantes sentiam-se, em média, 0,23 ano mais velhos - isso é praticamente três meses.

 

No segundo experimento, os pesquisadores testaram se era realmente a falta de sono que fazia com que os participantes se sentissem mais velhos. Para isso, eles submeteram 186 voluntários com idades entre 18 e 46 anos a um regime de restrição de sono por duas noites, com apenas quatro horas na cama por noite, seguido por duas noites de sono suficiente, com nove horas na cama.

 

Após a restrição do sono, os participantes sentiram-se, em média, 4,4 anos mais velhos do que quando tinham dormido o suficiente.

 

10 anos de juventude

 

Os efeitos do sono na idade subjetiva parecem estar relacionados ao grau de sono sentido: Sentir-se extremamente alerta esteve relacionado a sentir-se 4 anos mais jovem do que a idade real, enquanto a sonolência extrema esteve relacionada a sentir-se 6 anos mais velho do que a idade real.

 

"Isto significa que passar da sensação de alerta para a sonolência acrescentou impressionantes 10 anos à idade que a pessoa sentia," diz Balter, destacando que as implicações para a nossa vida diária são claras: "Proteger o nosso sono é crucial para manter uma sensação de juventude. Isto, por sua vez, pode promover um estilo de vida mais ativo e encorajar comportamentos que promovam a saúde, uma vez que sentir-se jovem e alerta é importante para a nossa motivação para ser ativo."

 

Checagem com artigo científico:

 

Artigo: Sleep and subjective age: Protect your sleep if you want to feel young

Autores: Leonie J. T. Balter, John Axelsson

Publicação: Proceedings of the Royal Society B Biological Sciences

DOI: 10.1098/rspb.2024.0171

 

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=quer-se-sentir-mais-jovem-cuide-bem-seu-sono&id=16447&nl=nlds#google_vignette - Redação do Diário da Saúde - Imagem: CC0 Public Domain/Pixabay


Amados, amemos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.

1 João 4:7-8


sexta-feira, 22 de setembro de 2023

8 Crenças sobre o sono e os sonhos para deixar de acreditar


Embora muitas crenças persistam em torno desses tópicos, é importante buscar informações baseadas em evidências científicas.

 

O sono e os sonhos são aspectos fundamentais da vida humana, mas frequentemente envoltos em mistério e mal-entendidos que foram se formando ao longo da vida humana na Terra.

 

Ao longo da história, várias crenças e ideias errôneas se desenvolveram em torno desses fenômenos. Por isso, agora, vamos explorar algumas dessas crenças mais comuns sobre o sono e os sonhos, enquanto esclarecemos os fatos científicos que os rodeiam.

 

Crença 1: O sono é um período de inatividade total

Um dos mitos mais persistentes sobre o sono é a ideia de que durante esse período, o corpo e o cérebro estão completamente inativos. Na realidade, o sono é um processo altamente ativo e dinâmico.

Durante o sono, o cérebro passa por várias fases, incluindo o sono de movimento rápido dos olhos (REM) e o sono de ondas lentas.

Nessas fases, o cérebro realiza atividades essenciais para a consolidação da memória, o processamento de emoções e a restauração física e mental. O sono é um processo ativo que desempenha várias funções essenciais para o corpo e a mente.

 

Crença 2: Os sonhos são apenas ilusões sem significado

Muitas pessoas acreditam que os sonhos são simplesmente produtos da imaginação, desprovidos de qualquer significado real.

Embora nem todos os sonhos tenham interpretações profundas, eles desempenham um papel crucial na nossa vida.

A pesquisa indica que os sonhos podem ajudar a processar emoções, consolidar memórias e até mesmo resolver problemas complexos.

Os sonhos têm significados e podem desempenhar um papel importante no processamento emocional e cognitivo.

 

Crença 3: Você não pode controlar seus sonhos

A crença de que somos totalmente passivos em relação aos nossos sonhos não é verdadeira. Práticas como a indução de sonhos lúcidos e a análise dos próprios sonhos podem permitir que as pessoas influenciem e controlem seus sonhos de certa forma.

Embora não tenhamos controle total sobre o conteúdo de nossos sonhos, nossa mente ainda é ativa durante o sono REM e, portanto, é possível explorar e direcionar nossas experiências oníricas.

 

Crença 4: O ronco é inofensivo e normal

O ronco é muitas vezes visto como algo engraçado ou inofensivo, mas, na realidade, pode ser um sinal de problemas subjacentes, como apneia do sono, que é um distúrbio em que a respiração é interrompida repetidamente durante o sono, o que pode levar a problemas de saúde graves, como hipertensão e doenças cardíacas.

 

Crença 5: Você pode “compensar” a falta de sono durante a semana dormindo mais nos fins de semana

Algumas pessoas acreditam que, se não dormirem o suficiente durante a semana, podem recuperar o sono perdido nos fins de semana. Embora seja possível recuperar parte do sono perdido dessa forma, essa não é uma solução ideal.

 

A privação crônica de sono está associada a uma série de problemas de saúde, incluindo obesidade, diabetes e depressão. É importante manter um padrão regular de sono para garantir uma boa saúde a longo prazo.

 

Crença 6: Beber álcool antes de dormir ajuda a dormir melhor

Muitas pessoas recorrem ao álcool como um auxílio para o sono, acreditando que ele as ajuda a relaxar e adormecer mais facilmente.

Embora o álcool possa inicialmente induzir o sono, ele perturba as fases posteriores do sono, incluindo o sono REM, e pode resultar em sono de má qualidade e interrupções no ciclo do sono.

 

Crença 7: As pessoas idosas precisam de menos sono

Embora seja verdade que as necessidades de sono variam de pessoa para pessoa, a ideia de que as pessoas mais velhas precisam de menos horas de sono não é precisa.

À medida que envelhecemos, nosso padrão de sono pode mudar, mas ainda é importante garantir que tenhamos uma quantidade adequada de sono para manter a saúde física e mental.

Isso não quer dizer que uma pessoa precise de 8 horas de sono, pois a qualidade é mais importante do que a quantidades de horas que uma pessoa dorme, e essa necessidade varia conforme cada indivíduo.

 

Crença 8: A insônia é apenas um problema de sono

A insônia não é apenas um problema de sono; muitas vezes, está relacionada a questões emocionais e psicológicas, como estresse, ansiedade e depressão. Tratar a insônia muitas vezes requer abordar as causas subjacentes desses problemas emocionais.

 

Em resumo

O sono e os sonhos são fenômenos complexos e essenciais para a nossa saúde e bem-estar. Embora muitas crenças persistam em torno desses tópicos, é importante buscar informações baseadas em evidências científicas para entender melhor esses aspectos vitais da nossa vida.

 

Ter um entendimento mais claro sobre o sono e os sonhos pode nos ajudar a promover uma melhor qualidade de vida e saúde mental.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/8-crencas-sobre-o-sono-e-os-sonhos-para-deixar-de-acreditar/ - por Priscilla Riscarolli


Deixo-vos a paz; a minha paz vos dou. Não vos dou como o mundo dá. Não deixeis que vossos corações se perturbem e não tenham medo. (João 14:27)


quarta-feira, 5 de abril de 2023

Dormir bem acrescenta vários anos à sua vida - principalmente dos homens


A "idade do seu sono" também pode prever seu tempo de vida.

 

Dormir bem para viver mais

 

Dormir bem tem um efeito sobre o coração e a saúde geral maior do que se pensava, influenciando até mesmo quanto tempo você viverá.

 

E os benefícios começam cedo: Jovens que têm hábitos de sono mais saudáveis são incrementalmente menos propensos a morrer cedo. Além disso, os dados sugerem que cerca de 8% das mortes por qualquer causa podem ser atribuídas a padrões de sono ruins.

 

"Acho que essas descobertas enfatizam que apenas dormir horas suficientes não é o bastante: Você realmente precisa ter um sono reparador e não ter muitos problemas para adormecer e permanecer dormindo," disse Frank Qian, da Escola Médica de Harvard (EUA). "Vimos uma clara relação dose-resposta, então quanto mais fatores benéficos alguém tem em termos de qualidade de sono, também têm uma redução gradual de todas as causas e mortalidade cardiovascular."

 

Para sua análise, Qian e sua equipe incluíram dados de 172.321 pessoas (idade média de 50 anos e 54% mulheres). Cerca de dois terços se declararam brancos, 14,5% hispânicos, 12,6% negros e 5,5% asiáticos. Os participantes foram acompanhados por uma média de 4,3 anos, tendo sido possível rastrear as causas de morte dos 8.681 indivíduos que faleceram durante o estudo.

 

Fatores de qualidade do sono

 

Os pesquisadores avaliaram cinco fatores de qualidade do sono usando uma pontuação que eles criaram com base nas respostas coletadas como parte da pesquisa.

 

Os fatores são:

 

Duração ideal do sono de sete a oito horas por noite;

dificuldade em adormecer no máximo duas vezes por semana;

dificuldade em manter o sono não mais do que duas vezes por semana;

não fazer uso de nenhum medicamento para dormir; e

sentir-se bem descansado após acordar pelo menos cinco dias por semana.

A cada fator foi atribuído de zero até um máximo de cinco pontos, que indica a melhor qualidade do sono.

 

"Se as pessoas têm todos esses comportamentos ideais de sono, é maior sua probabilidade de viver mais," disse Qian. "Portanto, se pudermos melhorar o sono em geral, e identificar os distúrbios do sono é especialmente importante, poderemos evitar parte dessa mortalidade prematura".

 

Dormir bem acrescenta vários anos à sua vida - principalmente dos homens

Parece que sete horas de sono são ideais, ao menos quando se tem em vista manter sua capacidade cognitiva.

 

Nunca é cedo demais para começar a dormir bem

 

Entre homens e mulheres que relataram ter todas as cinco medidas de qualidade do sono (uma pontuação de cinco), a expectativa de vida foi 4,7 anos maior para os homens e 2,4 anos maior para as mulheres, em comparação com aqueles que não tinham nenhum ou apenas um dos cinco elementos favoráveis de qualidade do sono.

 

A equipe afirma que será necessário fazer novos estudos para descobrir por que os homens com todos os cinco fatores de qualidade de sono tiveram o dobro do aumento na expectativa de vida em comparação com as mulheres que tiveram a mesma qualidade de sono.

 

"Mesmo desde tenra idade, se as pessoas puderem desenvolver esses bons hábitos de sono, dormindo o suficiente, garantindo que estejam dormindo sem muitas distrações e tenham uma boa higiene geral do sono, isso pode beneficiar muito sua saúde geral a longo prazo," disse Qian, acrescentando que, para a presente análise foram estimados ganhos na expectativa de vida aos 30 anos, mas o modelo também pode ser usado para prever ganhos em idades mais avançadas.

 

"É importante que os mais jovens entendam que muitos comportamentos de saúde são cumulativos ao longo do tempo. Assim como gostamos de dizer 'Nunca é tarde para se exercitar ou parar de fumar', também 'Nunca é cedo demais para começar a dormir bem'," concluiu o pesquisador.

 

Checagem com artigo científico:

 

Artigo: Low-risk Sleep Patterns, Mortality, and Life Expectancy at Age 30 Years: A Prospective Study of 172,321 U.S. Adults

Autores: Frank Qian

Publicação: Proceedings of the ACC.23/WCC

 

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=dormir-bem-acrescenta-varios-anos-sua-vida-principalmente-homens&id=15818 - Redação do Diário da Saúde - Imagem: PublicDomainPictures/Pixabay


Ele enxugará toda lágrima de seus olhos. Não haverá mais morte, nem luto, nem choro, nem dor, pois a velha ordem das coisas já passou. (Apocalipse 21: 4)