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terça-feira, 10 de março de 2026

Distúrbios do sono: veja os tipos mais comuns e quando procurar um médico


Uma noite mal dormida pode afetar o sistema imunológico, prejudicar a concentração e até aumentar o risco de doenças cardiovasculares

 

Os impactos de dormir mal vão muito além do cansaço no dia seguinte. A falta de sono de qualidade pode afetar o sistema imunológico, prejudicar a concentração e até aumentar o risco de doenças cardiovasculares. No entanto, segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS), cerca de 70% dos brasileiros sofrem com algum tipo de distúrbio do sono.

 

Para a pneumologista e médica do sono Raíssa Dantas, do Hospital e Maternidade São Luiz Osasco, esses problemas costumam se refletir rapidamente no dia a dia. "Uma noite mal dormida pode provocar sonolência excessiva, irritabilidade, fadiga e dificuldade de concentração. São sintomas que impactam diretamente a qualidade de vida", explica. Além disso, a privação de sono também pode comprometer a imunidade, deixando o organismo mais vulnerável a infecções.

 

Distúrbios do sono mais comuns

Os distúrbios do sono são condições que prejudicam a duração ou a qualidade do descanso, impedindo que o corpo alcance o chamado sono reparador. Entre os mais comuns, estão: insônia, privação crônica do sono e apneia do sono (sendo três tipos: obstrutiva, central ou mista).

 

A apneia obstrutiva do sono é caracterizada por obstrução parcial ou total da via respiratória durante o sono. A apneia central do sono caracteriza-se por pausas respiratórias durante o sono, decorrentes da ausência ou redução do estímulo respiratório gerado pelo sistema nervoso central. Ela pode ocorrer em situações que alteram o controle ventilatório, como insuficiência cardíaca ou uso de medicamentos que reduzem o estímulo respiratório. A apneia mista combina ambos os tipos anteriores.

 

Segundo Raíssa Dantas, a apneia do sono é o distúrbio respiratório do sono mais frequente. Estudos do Instituto do Sono apontam que, na cidade de São Paulo, o problema atinge cerca de 30% da população. Entre os fatores que podem favorecer o problema, estão obesidade, enfraquecimento dos músculos da garganta e alterações craniofaciais.

 

"Essas interrupções intermitentes e frequentes na respiração durante o sono estão associadas ao maior risco de problemas cardiovasculares, como hipertensão e acidente vascular cerebral (AVC)", destaca a médica. 

 

Sinais de alerta para procurar um médico

Alguns sintomas podem indicar que a qualidade do sono não está adequada. Os principais são:

 

Sonolência excessiva durante o dia;

Sensação de cansaço ao acordar;

Ronco frequente;

Dificuldade para iniciar ou manter o sono.

 

Nesses casos, a recomendação é procurar avaliação médica. O diagnóstico pode envolver exames como a polissonografia, que monitora diferentes parâmetros do organismo durante o sono. 

 

"No caso da apneia do sono, a polissonografia tipo 3 é um dos exames mais utilizados e pode ser realizada em casa, durante o sono. O paciente recebe orientações para utilizar um dispositivo simples, que inclui uma cinta torácica para registrar os movimentos respiratórios, um oxímetro no dedo para monitorar a oxigenação do sangue, um sensor de posição corporal e uma cânula nasal que mede o fluxo de ar durante a respiração", explica Raíssa Dantas.

 

Segundo a especialista, os equipamentos registram essas informações ao longo da noite, permitindo identificar pausas respiratórias e assim diagnosticar a apneia do sono.

 

Melhorando a qualidade do sono

Pequenas mudanças na rotina podem fazer diferença na qualidade do descanso. A especialista recomenda: 

 

Manter horários regulares para dormir e acordar, inclusive nos fins de semana;

Dormir entre 7 e 9 horas por noite, tempo recomendado para a maioria dos adultos;

Evitar telas, especialmente o celular, próximo ao horário de dormir;

Deitar apenas quando estiver com sono;

Evitar refeições pesadas antes de dormir;

Manter o quarto silencioso, escuro e com temperatura confortável.

 

Outro ponto de atenção é o uso de melatonina sem orientação médica. "A melatonina é um hormônio produzido pelo organismo. Ela é produzida no cérebro e ajuda a sincronizar nosso relógio biológico, sinalizando para o corpo que está chegando a hora de dormir. Ela não é uma substância indutora do sono, como muitos pensam", alerta Raíssa Dantas. 

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/disturbios-do-sono-veja-os-tipos-mais-comuns-e-quando-procurar-um-medico,299584e6e480f93395fd620f63cfb91cxwm2rzak.html?utm_source=clipboard - Por Samara Meni - Foto: Lysenko Andrii | Shutterstock / Portal EdiCase

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Alerta: 6 tipos de câncer crescem entre jovens, segundo Harvard


Estudo internacional aponta aumento dos tipos de câncer em pessoas com menos de 50 anos e acende alerta para fatores de risco

 

Um estudo internacional coordenado pela Universidade de Harvard acendeu um alerta importante.

 

A pesquisa identificou crescimento de seis tipos de câncer em pessoas com menos de 50 anos.

 

Os dados foram publicados em novembro de 2025 na revista da National Library of Medicine.

 

Quais tipos de câncer estão aumentando?

O levantamento aponta alta mais acelerada nos seguintes tumores:

 

Câncer colorretal.

Câncer cervical.

Câncer pancreático.

Câncer de próstata.

Câncer renal.

Mieloma múltiplo.

 

Entre eles, os casos de câncer colorretal chamam atenção especial.

 

Isso porque, além do aumento no número de diagnósticos, também há crescimento na mortalidade.

 

Câncer colorretal preocupa especialistas

O câncer colorretal aparece como um dos principais focos da pesquisa.

A estimativa é de que, até 2030, os casos aumentem:

90% entre jovens de 20 a 34 anos.

46% na faixa de 35 a 49 anos.

Atualmente, cerca de 10% dos diagnósticos globais desse tumor já ocorrem em pessoas com menos de 50 anos.

Para os pesquisadores, o número é considerado significativo.

 

O que o estudo analisou?

Os cientistas avaliaram dados registrados entre 2000 e 2017.

Foram examinados 13 tipos de câncer que apresentaram aumento em adultos jovens em pelo menos 10 países.

O crescimento foi mais evidente em nações com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) muito alto.

América do Norte, Europa e Oceania concentram parte importante desse avanço.

 

Qual pode ser a causa?

Os pesquisadores apontam que a obesidade pode ter papel central nesse cenário.

O aumento global do excesso de peso está associado a vários tipos de câncer.

Tumores relacionados ao metabolismo e à inflamação crônica tendem a crescer em populações com maior índice de obesidade.

Outro fator relevante é a ampliação dos programas de rastreamento.

Países como Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul investiram em diagnóstico precoce.

Isso pode ter elevado o número de casos identificados, especialmente em estágios iniciais.

Em alguns tumores, como próstata e tireoide, houve aumento na incidência, mas não na mortalidade.

Esse dado pode indicar detecção mais precoce e maior acesso a exames.

 

Ainda há limitações

Apesar dos resultados, os autores reconhecem limitações importantes.

Os bancos de dados analisados não incluíram partes da Ásia, África e América Latina.

Isso significa que o cenário global pode ser ainda mais complexo.

 

O que esse alerta significa?

O aumento de câncer em jovens reforça a importância de:

 

Manter hábitos saudáveis.

Controlar o peso corporal.

Realizar exames preventivos quando indicados.

Buscar avaliação médica diante de sintomas persistentes.

A comunidade científica defende novos estudos para compreender melhor as causas desse crescimento.

Identificar fatores de risco é essencial para desenvolver estratégias de prevenção mais eficazes.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/alerta-6-tipos-de-cancer-crescem-entre-jovens-segundo-harvard,055492f431cc6c310b905d8da6459a0fbld1asmt.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Instagram/@harvard/Freepik / Saúde em Dia

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Sua pele está tentando te avisar algo? Veja a relação entre o coração


Manchas na pele e sinais discretos podem indicar risco cardiovascular elevado, alertam especialistas do InCor

 

Manchas na pele podem ir além da estética. Em alguns casos, funcionam como sinais de alerta para o coração.

 

Especialistas do Instituto do Coração (InCor) explicam que certas alterações cutâneas estão associadas a maior risco cardiovascular.

 

Quais manchas na pele merecem atenção?

Alguns sinais visíveis podem indicar colesterol ou triglicérides elevados. Entre eles estão:

 

Sinal de Frank.

Xantelasma nas pálpebras.

Xantomas tendinosos.

Arco corneano precoce.

 

O sinal de Frank é uma dobra diagonal no lóbulo da orelha. Estudos mostram associação com obstruções arteriais.

 

Xantelasma são placas amareladas nas pálpebras. Já os xantomas são nódulos firmes nos tendões, como o de Aquiles.

 

O arco corneano é um anel esbranquiçado ao redor da córnea. Quando surge cedo, pode indicar alteração metabólica.

 

O que esses sinais têm a ver com o coração?

Essas alterações podem refletir acúmulo de gordura no sangue. Isso aumenta o risco de aterosclerose.

 

Aterosclerose é o acúmulo de placas de gordura nas artérias. Com o tempo, pode levar a infarto ou AVC.

 

É importante esclarecer: esses sinais não causam infarto. Eles podem apenas indicar maior probabilidade de risco.

 

Quais são os verdadeiros fatores de risco?

Os principais fatores continuam sendo:

 

Hipertensão arterial.

Diabetes.

Sedentarismo.

Tabagismo.

Colesterol elevado.

Consumo excessivo de álcool.

 

Quando procurar ajuda?

A presença dessas manchas na pele não exige ida imediata ao pronto-socorro. A avaliação pode ser feita em consulta de rotina.

 

O médico pode solicitar exames como colesterol, triglicérides e glicemia. Testes de imagem também ajudam a avaliar possíveis placas nas artérias.

 

Pessoas jovens e sem sintomas devem redobrar atenção. Quando sinais aparecem cedo, podem indicar distúrbios metabólicos importantes.

 

Manchas na pele nem sempre são apenas dermatológicas. Observar o corpo e manter acompanhamento regular pode fazer diferença real na prevenção cardiovascular.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sua-pele-esta-tentando-te-avisar-algo-veja-a-relacao-entre-o-coracao,1e2ba488dc199f66d55501c0f07fa4fe4tuiza2l.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

sábado, 21 de fevereiro de 2026

7 problemas causados pela respiração que podem prejudicar o sono


Alterações nas vias aéreas interferem no descanso noturno e explicam noites mal dormidas e cansaço constante

 

Dormir bem não depende apenas da quantidade de horas na cama. Para que o sono seja realmente restaurador, o corpo precisa atingir fases profundas de relaxamento, o que só acontece quando a respiração flui de forma livre e contínua. Quando existe qualquer tipo de bloqueio ou esforço respiratório, o organismo entra em um estado de alerta involuntário. A pessoa até dorme, mas não descansa.

 

Problemas respiratórios durante o sono costumam ser subestimados porque nem sempre provocam dor ou sintomas evidentes durante o dia. Ainda assim, eles fragmentam o sono, reduzem a oxigenação adequada do organismo e impactam diretamente a disposição, a concentração, o humor e até a saúde a longo prazo.

 

De acordo com a médica Renata Mori, otorrinolaringologista especialista em doenças nasais, a qualidade da respiração é determinante para um sono reparador. "Durante o sono, o corpo precisa reduzir o ritmo, mas, quando há dificuldade para respirar, o cérebro entende que existe um risco e se mantém em estado de vigilância. Isso impede que a pessoa atinja as fases mais profundas do sono, mesmo sem perceber", explica.

 

A seguir, confira os principais problemas respiratórios que podem comprometer diretamente a qualidade do sono.

 

1. Desvio de septo nasal

O desvio de septo não causa apenas nariz entupido. Ele altera a dinâmica da respiração ao longo da noite, criando um fluxo de ar irregular que exige esforço constante do sistema respiratório. Com o corpo deitado, essa assimetria se intensifica, favorecendo congestão de um lado do nariz e sobrecarga do outro, impactando diretamente a estabilidade do sono.

"Quando o septo está desviado, o organismo precisa compensar essa dificuldade respiratória durante toda a noite. O resultado é um sono fragmentado, com microdespertares que impedem o descanso profundo, mesmo que a pessoa não acorde completamente", explica Renata Mori.

 

2. Rinite alérgica

Mais do que espirros e coriza, a rinite provoca um estado inflamatório contínuo dentro do nariz. Durante a noite, essa inflamação tende a aumentar por fatores hormonais e pela posição deitada, tornando a respiração mais difícil justamente no momento em que o corpo deveria relaxar.

"A rinite faz com que o nariz funcione mal à noite. O paciente passa a respirar com dificuldade, alterna a respiração entre as narinas e acorda várias vezes ao longo do sono, o que compromete a recuperação física e mental", afirma a médica.

 

3. Sinusite crônica

Na sinusite persistente, o problema não está apenas na obstrução nasal, mas na qualidade do ar que circula pelas vias respiratórias. A presença constante de secreção e inflamação interfere na ventilação adequada dos seios da face, gerando desconforto silencioso durante a noite.

"Mesmo sem dor intensa, a sinusite crônica impede uma respiração plena. O cérebro interpreta essa limitação como um fator de estresse, o que mantém o sono superficial e pouco restaurador", detalha Renata Mori.

 

4. Respiração pela boca

Dormir respirando pela boca altera completamente a fisiologia do sono. Além de reduzir a eficiência da oxigenação, essa condição favorece o ressecamento das vias aéreas, inflamações recorrentes e maior instabilidade respiratória durante a noite.

"A respiração bucal é sempre um sinal de alerta. Ela indica que o nariz não está cumprindo seu papel e isso faz com que o sono seja mais leve, agitado e menos eficiente do ponto de vista reparador", ressalta a médica.

 

5. Ronco frequente

O ronco não é apenas um som incômodo. Ele revela vibração excessiva dos tecidos da garganta causada pela passagem dificultada do ar. Essa resistência cria turbulência respiratória e impede que o fluxo de oxigênio seja constante ao longo da noite.

"O ronco frequente mostra que a respiração está sendo feita com esforço. Mesmo quando não há apneia, ele já indica prejuízo na qualidade do sono e aumento do risco de cansaço diurno", alerta Renata Mori.

 

6. Apneia obstrutiva do sono

Na apneia, a respiração é interrompida repetidamente durante a noite, levando a quedas na oxigenação do sangue. Cada pausa obriga o cérebro a sair do sono profundo para garantir a sobrevivência, quebrando o ciclo natural do descanso.

"O paciente com apneia pode passar a noite inteira dormindo e, ainda assim, acordar exausto. O corpo nunca entra em um estado contínuo de recuperação porque está sempre reagindo às pausas respiratórias", explica a especialista.

 

7. Aumento das adenoides e das amígdalas

Especialmente em crianças, o aumento dessas estruturas reduz o espaço para a passagem de ar, forçando uma respiração ruidosa e ineficiente durante o sono. Isso interfere diretamente no desenvolvimento físico e cognitivo.

"Quando a criança dorme mal por dificuldade respiratória, isso reflete no comportamento, na atenção e até no crescimento. O sono é fundamental nessa fase, e a respiração inadequada compromete todo esse processo", observa Renata Mori.

 

Sinais de alerta que não devem ser ignorados

Para a especialista, sintomas como ronco persistente, sono agitado, boca seca ao acordar e cansaço frequente não devem ser considerados normais. "Respirar bem é um dos pilares do sono saudável. Identificar e tratar alterações respiratórias é essencial para recuperar a qualidade do descanso e, consequentemente, de vida", conclui.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/7-problemas-causados-pela-respiracao-que-podem-prejudicar-o-sono,c91836ae3b7b57d0510c595d0c53dca3fc579ctu.html?utm_source=clipboard - Por Sarah Monteiro - Foto: AJR_photo | Shutterstock / Portal EdiCase

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Pele em risco: Perigos ocultos da academia ao salão de beleza


Locais focados em saúde e autocuidado podem esconder fungos e bactérias se a higiene for ignorada

 

Cuidar do corpo e da aparência é essencial para o bem-estar. Frequentamos salões, academias e spas em busca de saúde. No entanto, esses ambientes podem esconder riscos silenciosos. Fungos, bactérias e vírus proliferam em locais com limpeza inadequada.

 

Muitas vezes, ignoramos medidas simples de higiene por pressa. Mas a barreira cutânea é sensível e precisa de proteção constante. Uma pequena falha no cuidado pode abrir portas para infecções. Entender onde moram os perigos é o primeiro passo para a prevenção.

 

'Era como se alguém estivesse enfiando uma chave de fenda no meu rosto': a vida com a condição médica mais dolorosa do mundo

 

A médica da área de dermatologia do AmorSaúde, Marina Ito, reforça esse alerta importante. "Itens compartilhados podem servir como veículos para micro-organismos", explica a especialista. Isso ocorre principalmente quando a pele apresenta pequenas lesões ou cortes.

 

No salão: o perigo mora nos detalhes

A ida à manicure é um momento de relaxamento para muitos. Porém, instrumentos mal esterilizados oferecem riscos graves à saúde vascular e cutânea. O compartilhamento de alicates sem higiene pode transmitir micoses e até hepatites.

Infecções bacterianas também são comuns em materiais de uso coletivo. Segundo a Dra. Marina, "objetos mal higienizados facilitam infecções, alergias e irritações". A esterilização correta é a única garantia de segurança total.

Para evitar problemas, exija sempre o uso da autoclave no estabelecimento. Esse aparelho utiliza calor e pressão para destruir vírus e bactérias. Uma alternativa segura é levar seu próprio kit individual. Tenha sempre seu alicate, espátula e lixa de unhas na bolsa.

 

Na academia: suor e contato constante

A academia é um local de grande circulação e umidade. O contato direto da pele com os aparelhos requer atenção redobrada. O suor acumulado favorece a proliferação de fungos causadores de micoses.

Outro problema frequente entre os praticantes de exercícios é a foliculite. Trata-se de uma inflamação do pelo causada por bactérias nos equipamentos. Usar roupas muito apertadas durante o treino também agrava esse quadro.

A recomendação médica é clara para quem frequenta esses espaços. Use sempre uma toalha limpa como barreira entre você e o aparelho. Além disso, higienize as mãos e o rosto logo após o treino. Nunca encoste as mãos sujas no rosto durante os exercícios.

 

Itens compartilhados e provadores de maquiagem

O hábito de compartilhar maquiagem pode parecer inofensivo entre amigas. No entanto, pincéis e esponjas acumulam resíduos de secreções e bactérias. Isso facilita a transmissão de conjuntivite e até herpes labial.

Nas lojas, os testadores de produtos são focos de contaminação. Diversas pessoas tocam e usam o mesmo batom ou corretivo diariamente. Esse contato direto com mucosas é uma via rápida para vírus.

"Dividir objetos do dia a dia aumenta o risco de doenças", alerta Ito. Nunca use provadores diretamente nos lábios ou na área dos olhos. Prefira aplicar uma pequena quantidade no dorso da mão. Limpe a região com álcool ou lenço umedecido em seguida.

 

Doenças comuns e sinais de alerta

As micoses são as infecções mais frequentes em ambientes úmidos. Elas costumam aparecer nos pés, unhas e dobras do corpo. Já as verrugas são causadas por vírus, como o HPV.

Infecções bacterianas, como furúnculos, geram dor e inchaço na pele. O herpes também pode surgir em diferentes partes do corpo após o contágio. É fundamental observar qualquer mudança súbita na textura ou cor da pele.

De acordo com a dermatologista, a pele funciona como uma barreira. "Quando essa barreira é agredida por suor ou sujeira, ela se torna vulnerável", diz. Consultar um médico periodicamente evita que problemas leves se tornem graves.

 

Como proteger a barreira cutânea

Manter a pele saudável ajuda a evitar a entrada de invasores. A hidratação constante é a principal aliada da proteção natural do corpo. Beba bastante água e use hidratantes adequados ao seu tipo de pele.

Evite banhos muito quentes, pois eles causam ressecamento excessivo. O uso de sabonetes agressivos também remove a camada de gordura protetora. Prefira produtos neutros que limpam sem agredir a integridade cutânea.

Se notar coceira persistente ou manchas, procure um especialista imediatamente. "O diagnóstico precoce evita complicações e a transmissão para familiares", sintetiza a Dra. Marina. O cuidado individual reflete na saúde de todos ao redor.

 

A regra do limpar antes de usar

A higiene básica é a melhor ferramenta de prevenção disponível. Adotar a regra do "limpar antes de usar" salva sua pele. Seja no banco da academia ou na mesa da manicure, a limpeza é inegociável.

Pequenos hábitos salvam a barreira cutânea de danos permanentes. Não tenha vergonha de questionar os métodos de limpeza dos locais. Sua saúde deve estar sempre em primeiro lugar em qualquer ambiente.

A prevenção é mais simples e barata do que qualquer tratamento. Com atenção e materiais individuais, você aproveita o autocuidado sem riscos. Proteja seu corpo e mantenha sua pele em dia todos os dias.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/pele-em-risco-perigos-ocultos-da-academia-ao-salao-de-beleza,3b5592384fac016c8cc44ec9f85f0448wsrgjcif.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

quarta-feira, 27 de agosto de 2025

Problemas nas articulações? 6 dicas para evitar dores


Você pode prevenir problemas nas articulações com essas dicas importantes! Aprenda e sofra bem menos com os problemas nas articulações

 

Problemas nas articulações, principalmente para quem treina podem ser comuns. Infelizmente, a má execução de alguns exercícios, o excesso de carga ou até mesmo fatores genéticos podem ser os responsáveis. Afinal, locais como cotovelos, ombros, joelhos, tornozelos e quadril são sempre exigidos durante as atividades físicas.

 

Dessa maneira, com a ajuda do médico ortopedista Dr. Marcos Cortelazo separamos seis dicas fundamentais para evitar dores e incômodos:

 

6 dicas para evitar problemas nas articulações

1. Controle do peso corporal

"O sobrepeso e a obesidade inflamam o corpo e aumentam a propensão para o desenvolvimento de problemas, como artrite e artrose, além de agravar as dores. Hoje sabemos que essa é uma das maiores preocupações na área da ortopedia e reumatologia. Possuindo, dessa forma, relação direta com a osteoartrose", afirma o Dr. Marcos. 

 

2. Alimentação em dia

"É importante evitar o consumo excessivo de açúcar, sal e gordura, que podem favorecer o ganho de peso. Também reduza o consumo de alimentos inflamatórios, como leite e adoçantes. Em contrapartida, certifique-se de consumir quantidades adequadas de proteínas, pois são a base da construção do tecido muscular. E a manutenção e incremento da massa muscular é importante para sustentação do corpo e equilíbrio biomecânico das articulações. O que permite movimentação adequada com proteção das articulações", aconselha.

 

3. Cuidado com o álcool

Uma ingestão exagerada de bebidas alcoólicas é fator preponderante para o desencadeamento de dores articulares. "O álcool pode causar uma elevação nos níveis de ácido úrico no sangue, o que chamamos de hiperuricemia. Essa condição leva a uma inflamação das articulações e, quando não tratada, pode ocasionar lesões da cartilagem articular. Que evoluem para a artrose", destaca o médico. 

 

4. Repense o uso de salto alto

Afinal, com esse tipo de sapato, o joelho é usado em uma posição desconfortável que exige flexão contínua. Algo que, dessa forma, pode desgastar a cartilagem patelar. Além de provocar condromalácia, condição caracterizada pelo amolecimento da cartilagem da rótula ou patela.

"Além disso, o uso contínuo do calçado pode fazer com que outras estruturas do joelho, como o fêmur e a tíbia, também sofram com desgastes, levando assim à artrose", alertou o profissional. 

 

5. Pratique exercício físico 

"Os exercícios beneficiam os joelhos de três maneiras básicas: ajudam a manutenção do peso corporal; fortalecem a musculatura, exercendo um efeito de proteção das articulações através da melhora do desempenho biomecânico e da sustentação do esqueleto; e ativam a circulação do líquido sinovial, que nutre a cartilagem", pontuou o ortopedista. 

 

6. Não ignore as dores

"Nesses casos, torna-se fundamental buscar um médico especialista para passar por uma avaliação e receber o diagnóstico e tratamento adequado", finaliza o médico ortopedista Dr. Marcos Cortelazo.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/problemas-nas-articulacoes-6-dicas-para-evitar-dores,b492fd181504beed4849ae2a9c095d35negwjrv7.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

sábado, 26 de julho de 2025

Quais são os alimentos mais inflamatórios?


Eles causam um desequilíbrio na microbiota intestinal e sobrecarregam o fígado

 

Você já ouviu falar em alimentos inflamatórios? Eles são os grandes vilões por trás de diversos problemas de saúde, como dores crônicas, inchaço, cansaço excessivo, problemas de pele, distúrbios intestinais e até doenças cardiovasculares. A inflamação é uma resposta natural do corpo, mas quando se torna crônica — muitas vezes devido à alimentação — pode ser bastante prejudicial.

 

"É importante observar que são considerados alimentos inflamatórios os que – consumidos em excesso ou com muita frequência – podem estimular processos inflamatórios no organismo, às vezes de forma crônica. É um processo silencioso, mas está associado ao desenvolvimento de doenças como Diabetes tipo 2; obesidade; doenças cardiovasculares, hepáticas (como esteatose), alguns tipos de câncer e até envelhecimento precoce", alerta o Dr. Durval Ribas Filho, médico nutrólogo, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). 

 

Estes alimentos, segundo o especialista, aumentam a produção de citocinas inflamatórias e, desta forma, causam um desequilíbrio na microbiota intestinal e sobrecarregam o fígado.

 

Entre os alimentos mais inflamatórios estão:

 

Ultraprocessados - ricos em gorduras “ruins” (como a trans) (biscoitos, salgadinhos, fast-food) 

 

Açúcares refinados e doces industrializados

 

Embutidos - presunto, bacon, salsicha, produtos ricos em agrotóxicos e as dietas com baixo teor de fibras.

 

Como reduzir a inflamação com a alimentação?

Uma dieta rica em alimentos anti-inflamatórios pode ajudar a reverter o quadro. Frutas vermelhas, vegetais verdes escuros, azeite de oliva, peixes ricos em ômega-3 (como salmão e sardinha), cúrcuma, gengibre e oleaginosas (como castanhas e nozes) são aliados poderosos.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/degusta/alimentacao-com-saude/quais-sao-os-alimentos-mais-inflamatorios,5a2e3a2d5321f4177559e51b1b7084een5rdsr3r.html?utm_source=clipboard - Foto: Freepik

quinta-feira, 24 de julho de 2025

Saúde respiratória: mitos e verdades sobre os cuidados


Algumas doenças aumentam bastante com a queda nas temperaturas e secura do ar; saiba como cuidar da sua saúde respiratória

 

Com o frio e a secura do ar que o inverno traz, muitas vezes a saúde respiratória das pessoas pode ficar comprometida. Isso sem contar que os ambientes fechados e o uso de aquecedores também pioram a situação. O resultado? Mais casos de rinite, sinusite, crises de asma, bronquite e infecções que, muitas vezes, levam à internação.

 

Dados do Boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostraram um aumento de infecções respiratórias nos últimos meses. De meados de maio a meados de junho, a incidência da influenza subiu para mais de 40%, fora as outras doenças respiratórias. Os mais afetados são crianças e idosos, que respondem por mais de 70% das internações por complicações como pneumonia, bronquiolite e crises asmáticas.

 

“O nariz funciona como um grande filtro. Ele aquece, umedece e filtra o ar antes que chegue aos pulmões. Mas, quando a mucosa nasal está ressecada, esse filtro perde eficiência, e o organismo fica mais exposto a vírus, bactérias e alérgenos”, explica Pauline Michelin, médica otorrinolaringologista dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, de Curitiba (PR).

 

Por isso, cuidar da saúde respiratória nesse período é essencial. Contudo, como fazer isso? A seguir, veja mitos e verdades sobre o assunto para tomar as medidas corretas:

 

Lavagem nasal com soro fisiológico previne infecções

VERDADE. “A lavagem ajuda a hidratar as mucosas, eliminar secreções e fortalecer a defesa natural do nariz. O ideal é fazê-la ao menos duas vezes ao dia, especialmente em dias frios ou secos”, diz a especialista.

 

Dormir com a casa toda fechada evita doenças

MITO. “Ambientes sem ventilação acumulam poeira, ácaros e vírus. Abrir as janelas por alguns minutos diariamente é fundamental”, comenta.

 

Beber bastante água ao longo do dia protege a respiração

VERDADE. Segundo a profissional, a hidratação mantém as mucosas da nossa via aérea úmidas e funcionais. Quando elas estão ressecadas, perdem a capacidade de reter e eliminar microrganismos inalados.

 

Umidificador ligado a noite toda é bom para evitar doenças em crianças

MITO. “O aparelho pode ajudar, mas o excesso de umidade favorece mofo e fungos. O ideal é usá-lo por até duas horas seguidas, mantendo a umidade entre 50% e 60%”, diz.

 

Inalações com substâncias caseiras são seguras

MITO. De acordo com Pauline, produtos caseiros e óleos podem queimar a mucosa e causar lesões, além de favorecer infecções mais graves. A inalação deve ser sempre indicada por um médico.

 

Óleos essenciais e água oxigenada podem ser utilizadas para ajudar a destrancar o nariz

MITO. “Muitas vezes, a população recorre a receitas caseiras que, embora possam proporcionar um alívio momentâneo, acabam piorando a qualidade da respiração, trazendo ainda mais riscos à saúde, como inflamação da mucosa nasal, alteração do pH e prejuízos às defesas naturais do nariz”, cometa.

 

Descongestionante nasal pode ser usado sem risco

MITO. Isso porque esses produtos aliviam momentaneamente, mas o uso contínuo pode causar efeito rebote e até problemas cardíacos. “Só deve ocorrer o uso com orientação médica e por tempo limitado”, orienta a especialista.

 

Filtros de ar-condicionado devem ter limpeza regular

VERDADE. “A falta de limpeza favorece o acúmulo de fungos e poeira, que vão para o ambiente. Além disso, o uso prolongado do aparelho de ar-condicionado vai ressecar a mucosa do nosso nariz pelo seu funcionamento, mesmo estando higienizado”, finaliza.

 

Fonte: https://altoastral.joaobidu.com.br/saude/saude-respiratoria-mitos-e-verdades-sobre-os-cuidados.phtml#google_vignette - Por Mayra Cardozo  

segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Refrigerantes causam milhões de casos de diabetes e doenças cardíacas em todo o mundo

Epidemia dos refrigerantes

 

Estima-se que 2,2 milhões de novos casos de diabetes tipo 2, e 1,2 milhão de novos casos de doenças cardiovasculares ocorram anualmente em todo o mundo devido ao consumo de refrigerantes e demais bebidas industrializadas adoçadas com açúcar.

 

Nos países em desenvolvimento, a contagem de casos é particularmente preocupante. Na África Subsaariana, pesquisadores descobriram que as bebidas açucaradas contribuíram para mais de 21% de todos os novos casos de diabetes. Na América Latina e no Caribe os refrigerantes contribuíram com quase 24% dos novos casos de diabetes e com mais de 11% dos novos casos de doenças cardiovasculares.

 

Colômbia, México e África do Sul foram os países mais fortemente atingidos por essa "epidemia dos refrigerantes". Mais de 48% de todos os novos casos de diabetes na Colômbia foram atribuídos ao consumo de bebidas açucaradas. Quase um terço de todos os novos casos de diabetes no México estavam ligados ao consumo de bebidas açucaradas. Na África do Sul, 27,6% dos novos casos de diabetes e 14,6% dos casos de doenças cardiovasculares foram atribuíveis ao consumo de bebidas açucaradas. O Brasil apresentou um efeito negativo, ou seja, uma diminuição dos casos adicionais de diabetes e doenças cardiovasculares atribuíveis às bebidas açucaradas, devido à diminuição recente no consumo de refrigerantes, segundo os autores do estudo.

 

O problema é que as bebidas açucaradas são digeridas rapidamente, causando um aumento nos níveis de açúcar no sangue com pouco valor nutricional. O consumo regular ao longo do tempo leva ao ganho de peso, resistência à insulina e uma série de problemas metabólicos ligados ao diabetes tipo 2 e às doenças cardíacas, duas das principais causas de morte no mundo.

 

"As bebidas açucaradas são fortemente comercializadas e vendidas em países de baixo e médio rendimento. Estas comunidades não só consomem produtos nocivos, como também estão frequentemente menos equipadas para lidar com as consequências para a saúde a longo prazo," disse o coordenador do estudo, Dr. Dariush Mozaffarian, da Universidade Tufts (EUA).

 

Milhões de casos de diabetes e doenças cardíacas causadas pelos refrigerantes

Incidência de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares por milhão de adultos atribuíveis à ingestão de refrigerantes entre adultos (20+ anos) em 184 países.



 É preciso encarar o problema dos refrigerantes

 

O estudo constatou que os homens são mais propensos do que as mulheres a sofrer as consequências do consumo de bebidas açucaradas. Igualmente, os adultos mais jovens são mais atingidos do que os adultos mais velhos.

 

Os autores do estudo apelam a uma abordagem multifacetada, incluindo campanhas de saúde pública, regulamentação da publicidade de bebidas açucaradas e impostos sobre bebidas açucaradas. Alguns países já tomaram medidas nesse sentido. O México, que tem uma das taxas per capita mais elevadas de consumo de bebidas açucaradas do mundo, introduziu um imposto sobre as bebidas em 2014. As primeiras evidências sugerem que o imposto tem sido eficaz na redução do consumo, especialmente entre indivíduos com rendimentos mais baixos.Compre vitaminas e suplementos

 

"É preciso fazer muito mais, especialmente em países da América Latina e da África, onde o consumo é elevado e as consequências para a saúde são graves," afirmou Mozaffarian. "Precisamos lidar com o consumo de bebidas adoçadas com açúcar."

 

Checagem com artigo científico:

 

Artigo: Burdens of type 2 diabetes and cardiovascular disease attributable to sugar-sweetened beverages in 184 countries

Autores: Laura Lara-Castor, Meghan O’Hearn, Frederick Cudhea, Victoria Miller, Peilin Shi, Jianyi Zhang, Julia R. Sharib, Sean B. Cash, Simon Barquera, Renata Micha, Dariush Mozaffarian, Global Dietary Database

Publicação: Nature Medicine

DOI: 10.1038/s41591-024-03345-4

 

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=milhoes-casos-diabetes-doencas-cardiacas-causadas-pelos-refrigerantes&id=16774 - Imagem: Alonso Nichols/Tufts University] - Imagem: Laura Lara-Castor et al. - 10.1038/s41591-024-03345-4

terça-feira, 17 de dezembro de 2024

Objetos do cotidiano que mais acumulam bactérias e como se proteger


Para reduzir os riscos de contaminação e proteger sua saúde, é fundamental adotar algumas práticas simples e eficazes

 

Embora todos saibam que banheiros e lixeiras são locais com grande potencial para acumular sujeira e bactérias, existem muitos outros objetos em nosso cotidiano que também são fontes de contaminação e podem gerar problemas de saúde. De forma geral, é essencial estar ciente de como esses itens aparentemente comuns podem representar um risco para nossa saúde.

 

Aqui estão alguns dos objetos mais contaminados com os quais você entra em contato todos os dias:

 

Carrinhos de compras:

Esses itens podem ser uma fonte significativa de infecções. Estudo aponta que os carrinhos de compras podem transmitir doenças como a febre aftosa, que causa feridas na boca e erupções cutâneas nas mãos e pés. Isso acontece devido ao contato constante com diversos consumidores.

 

Celulares:

Um estudo publicado na revista Germs revelou que os celulares de estudantes do ensino médio estavam infestados com cerca de 17.000 tipos de genes bacterianos, alguns dos quais são causadores de infecções. Isso se deve ao uso constante do celular, especialmente quando ele é tocado sem que as mãos estejam completamente limpas.

 

Suporte da escova de dentes:

Os suportes de escovas de dentes estão constantemente em contato com umidade, o que favorece o crescimento de bactérias. A NSF International, organização independente de saúde pública, realizou um estudo que indicou que mais de 25% dos suportes de escova de dentes apresentam bactérias como E. coli, que podem ser transmitidas diretamente pela boca.

 

Xícaras de escritório:

As xícaras de escritório são frequentemente compartilhadas e, muitas vezes, lavadas com esponjas que não são trocadas com regularidade. Isso cria um ambiente perfeito para a proliferação de bactérias, incluindo E. coli, aumentando o risco de infecções.

 

Bolos de aniversário:

Embora pareçam inofensivos, os bolos de aniversário podem ser um foco de contaminação. Estudo publicado no Journal of Food Research descobriu que ao apagar as velas do bolo, as bactérias podem ser espalhadas pela cobertura em até 1.400%, expondo todos os convidados a potenciais infecções.

 

Roupa suja:

A roupa suja também é um dos objetos mais contaminados da casa. Uma pesquisa de 2005 demonstrou que muitos vírus, como adenovírus, rotavírus e hepatite A, podem sobreviver no ciclo de lavagem da roupa, especialmente quando não são tomadas medidas adequadas para higienização.

 

Como se proteger da contaminação:

 

Para reduzir os riscos de contaminação e proteger sua saúde, é fundamental adotar algumas práticas simples e eficazes:

 

Desinfete seu celular regularmente com um pano umedecido com álcool 70%.

Lave as mãos frequentemente, especialmente antes de comer e após usar o banheiro.

Guarde sua escova de dentes em um recipiente fechado para evitar que ela entre em contato com bactérias presentes no ambiente.

Lave as xícaras de escritório com água quente e sabão, e sempre que possível, use a xícara pessoalmente, evitando o uso coletivo.

Lave a roupa suja com água quente e sabão, e procure evitar que peças muito contaminadas sejam misturadas com as mais limpas.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2237810/objetos-do-cotidiano-que-mais-acumulam-bacterias-e-como-se-proteger - © iStock


Minha carne e meu coração podem desfalecer, mas Deus é a força do meu coração e minha porção para sempre. (Salmos 73:26)