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terça-feira, 17 de dezembro de 2024

Objetos do cotidiano que mais acumulam bactérias e como se proteger


Para reduzir os riscos de contaminação e proteger sua saúde, é fundamental adotar algumas práticas simples e eficazes

 

Embora todos saibam que banheiros e lixeiras são locais com grande potencial para acumular sujeira e bactérias, existem muitos outros objetos em nosso cotidiano que também são fontes de contaminação e podem gerar problemas de saúde. De forma geral, é essencial estar ciente de como esses itens aparentemente comuns podem representar um risco para nossa saúde.

 

Aqui estão alguns dos objetos mais contaminados com os quais você entra em contato todos os dias:

 

Carrinhos de compras:

Esses itens podem ser uma fonte significativa de infecções. Estudo aponta que os carrinhos de compras podem transmitir doenças como a febre aftosa, que causa feridas na boca e erupções cutâneas nas mãos e pés. Isso acontece devido ao contato constante com diversos consumidores.

 

Celulares:

Um estudo publicado na revista Germs revelou que os celulares de estudantes do ensino médio estavam infestados com cerca de 17.000 tipos de genes bacterianos, alguns dos quais são causadores de infecções. Isso se deve ao uso constante do celular, especialmente quando ele é tocado sem que as mãos estejam completamente limpas.

 

Suporte da escova de dentes:

Os suportes de escovas de dentes estão constantemente em contato com umidade, o que favorece o crescimento de bactérias. A NSF International, organização independente de saúde pública, realizou um estudo que indicou que mais de 25% dos suportes de escova de dentes apresentam bactérias como E. coli, que podem ser transmitidas diretamente pela boca.

 

Xícaras de escritório:

As xícaras de escritório são frequentemente compartilhadas e, muitas vezes, lavadas com esponjas que não são trocadas com regularidade. Isso cria um ambiente perfeito para a proliferação de bactérias, incluindo E. coli, aumentando o risco de infecções.

 

Bolos de aniversário:

Embora pareçam inofensivos, os bolos de aniversário podem ser um foco de contaminação. Estudo publicado no Journal of Food Research descobriu que ao apagar as velas do bolo, as bactérias podem ser espalhadas pela cobertura em até 1.400%, expondo todos os convidados a potenciais infecções.

 

Roupa suja:

A roupa suja também é um dos objetos mais contaminados da casa. Uma pesquisa de 2005 demonstrou que muitos vírus, como adenovírus, rotavírus e hepatite A, podem sobreviver no ciclo de lavagem da roupa, especialmente quando não são tomadas medidas adequadas para higienização.

 

Como se proteger da contaminação:

 

Para reduzir os riscos de contaminação e proteger sua saúde, é fundamental adotar algumas práticas simples e eficazes:

 

Desinfete seu celular regularmente com um pano umedecido com álcool 70%.

Lave as mãos frequentemente, especialmente antes de comer e após usar o banheiro.

Guarde sua escova de dentes em um recipiente fechado para evitar que ela entre em contato com bactérias presentes no ambiente.

Lave as xícaras de escritório com água quente e sabão, e sempre que possível, use a xícara pessoalmente, evitando o uso coletivo.

Lave a roupa suja com água quente e sabão, e procure evitar que peças muito contaminadas sejam misturadas com as mais limpas.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2237810/objetos-do-cotidiano-que-mais-acumulam-bacterias-e-como-se-proteger - © iStock


Minha carne e meu coração podem desfalecer, mas Deus é a força do meu coração e minha porção para sempre. (Salmos 73:26)


sábado, 15 de setembro de 2018

Quem vê Deus nas pequenas coisas é mais feliz


A felicidade vem de ser grato, seja pelo abençoado dia iluminado, seja pela sagrada noite escura, como diz a música de Louis Armstrong (What A Wonderful World).

Fé nas pequenas coisas

Pessoas religiosas "extraem" felicidade do fato de acreditarem que há um significado mais profundo nos eventos simples do cotidiano.

Esta é a conclusão de Jonathan Ramsay, da Universidade James Cook (Austrália), depois de entrevistar centenas de pessoas de uma amostra diversificada de cristãos, budistas ou taoístas, muçulmanos e pessoas sem afiliação religiosa.

Isto é uma novidade porque a felicidade advinda da espiritualidade tem sido normalmente associada a um senso de significado e sentido geral da vida - um sentido amplo e global da vida.

Na verdade, ressalta o pesquisador, todas as religiões do mundo acreditam que o Universo tem uma ordem e uma estrutura subjacentes que dão maior significado a eventos e circunstâncias: "O que nos interessa é: se o crente interpreta eventos dessa maneira, isto influencia sua reação emocional a esses eventos e, eventualmente, sua sensação geral de bem-estar?"

Significado e propósito

Os resultados mostram que todas as pessoas, mas especialmente as pessoas religiosas, atribuem regularmente importância a eventos pouco marcantes - como discutir hobbies com um colega de trabalho, receber um presente pequeno, mas inesperado, ou passar tempo com um membro da família.

"Nós descobrimos que, quanto mais as pessoas atribuem significado, simbolismo e propósito a esses eventos, mais elas experimentam emoções positivas, como gratidão e contentamento," disse Ramsay.

Várias pesquisas têm mostrado uma ligação entre atribuição de significado, religião e bem-estar, mas este foi o primeiro estudo a examinar as consequências emocionais de dar significado a eventos tipicamente considerados "insignificantes" - sem grandes efeitos sobre a vida da pessoa - e também o primeiro a investigar esse processo na experiência imediata, momento a momento.

"A relação entre religião e bem-estar é bem conhecida. Nossos resultados sugerem que o efeito positivo da crença religiosa sobre o bem-estar por meio da atribuição de significado a eventos, e as emoções positivas daí resultantes, é um fenômeno geral que se verifica entre grupos religiosos e étnicos," concluiu Ramsay.

Fonte: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=quem-ve-deus-pequenas-coisas-mais-feliz&id=13008&nl=nlds - Redação do Diário da Saúde - Imagem: CC0 Public Domain/Pixabay