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domingo, 13 de setembro de 2026

Dor de cabeça diária: causas, sinais de alerta e quando buscar ajuda


Ter dor de cabeça com frequência pode estar relacionado a hábitos, enxaqueca, tensão muscular ou até ao uso excessivo de medicamentos

 

Dores de cabeça diárias não são normais e exigem avaliação médica. Suas causas incluem estresse, desidratação, noites mal dormidas, enxaqueca e até o uso excessivo de analgésicos, que pode piorar o quadro. Sinais como dor súbita e intensa, febre, rigidez no pescoço ou fraqueza demandam atendimento de urgência. Em vez de insistir na automedicação, é essencial buscar apoio profissional para identificar as causas e estabelecer o tratamento adequado.

 

Sentir dor de cabeça todos os dias não deve ser encarado apenas como algo normal da rotina.

 

O sintoma pode ter diferentes causas. Em alguns casos, está relacionado a fatores simples, como noites mal dormidas, estresse, desidratação ou tensão muscular. Em outros, pode indicar um tipo específico de cefaleia que precisa de acompanhamento.

 

Também existe uma situação que pode manter ou aumentar as crises: o uso frequente de medicamentos para aliviar a dor.

 

Por isso, observar a frequência, a intensidade e as características da dor ajuda a entender quando é necessário procurar atendimento.

 

O que pode causar dor de cabeça frequente?

Existem diversos fatores associados às dores de cabeça recorrentes.

Entre os mais comuns estão:

 

Estresse e tensão emocional.

Sono insuficiente ou irregular.

Desidratação.

Jejum prolongado.

Excesso de cafeína ou retirada repentina da bebida.

Alterações hormonais.

Problemas de visão.

Tensão muscular no pescoço e nos ombros.

Enxaqueca.

Uso frequente de medicamentos para dor.

 

A chamada cefaleia tensional, por exemplo, costuma provocar uma sensação de pressão ou aperto na cabeça. Já a enxaqueca pode causar dor mais intensa, muitas vezes acompanhada de náusea e sensibilidade à luz ou ao som.

 

Tomar remédio todos os dias pode piorar a dor?

Pode.

Um dos pontos importantes para quem sofre com dor de cabeça todos os dias é observar a frequência com que utiliza analgésicos.

O uso frequente de medicamentos para tratar crises pode levar à chamada cefaleia por uso excessivo de medicamentos. Nesse quadro, a própria utilização repetida de remédios pode contribuir para a manutenção das dores.

Isso não significa que analgésicos não possam ser utilizados. O problema está no uso frequente sem acompanhamento adequado.

Se a pessoa precisa tomar remédios constantemente para conseguir controlar a dor, é importante procurar avaliação médica.

 

Como identificar quando a dor precisa ser investigada?

A frequência é um dos principais pontos.

Também é importante observar se a dor mudou de padrão ou está ficando mais intensa.

Manter um registro das crises pode ajudar. Anote quando a dor aparece, quanto tempo dura, sua intensidade, possíveis gatilhos e quais medicamentos foram utilizados.

Essas informações podem facilitar a avaliação do profissional de saúde.

 

Quando procurar atendimento médico?

Algumas características exigem atenção.

Procure atendimento de urgência quando a dor surgir de forma súbita e muito intensa, especialmente se for diferente de tudo o que você já sentiu.

Também é importante buscar atendimento rapidamente se a dor vier acompanhada de:

 

Fraqueza ou dormência em um lado do corpo.

Dificuldade para falar.

Confusão mental.

Desmaio.

Convulsão.

Alterações importantes na visão.

Febre e rigidez no pescoço.

Vômitos persistentes.

Uma dor de cabeça depois de um trauma na cabeça também merece avaliação.

 

O que fazer quando a dor é frequente?

O primeiro passo é evitar a automedicação contínua.

Também vale observar hábitos que podem favorecer as crises. Ter horários regulares para dormir e comer, manter uma boa hidratação e identificar possíveis gatilhos pode ajudar.

Porém, essas medidas não substituem a investigação quando as dores são recorrentes.

Um médico pode avaliar o histórico dos sintomas, realizar o exame físico e, quando necessário, solicitar exames para investigar outras causas.

 

Dor de cabeça todos os dias não deve ser ignorada

Uma dor ocasional pode estar relacionada a fatores passageiros. Já a dor de cabeça todos os dias merece atenção, principalmente quando persiste, interfere na rotina ou exige medicamentos frequentes.

Identificar a causa é importante para escolher o tratamento adequado e evitar que o problema se torne recorrente.

Por isso, se as crises fazem parte da rotina, procure avaliação profissional em vez de apenas tentar controlar a dor com analgésicos.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/dor-de-cabeca-diaria-causas-sinais-de-alerta-e-quando-buscar-ajuda,b3a075823d804b22ce2580b5578945b2p12ezy3q.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

domingo, 28 de junho de 2026

16 sintomas de imunidade baixa


Veja quais são os principais sintomas de imunidade baixa para que você possa manter seu sistema imunológico saudável e equilibrado.

 

O sistema imunológico é a primeira linha de defesa contra corpos estranhos como germes, bactérias e vírus que podem causar diversas doenças.

 

Entender o que é o sistema imunológico é uma ótima maneira de fortalecer o sistema imunológico. Por isso, conhecer os sintomas de imunidade baixa pode ajudar a evitar doenças.

 

Esses sintomas são importantes sinais de alerta que permitem que você converse com seu médico sobre possíveis problemas leves antes que eles evoluam para problemas sérios. Veja então quais são os 16 sintomas de imunidade baixa!

 

1. Dor nas articulações

Quando o revestimento interno das articulações inflama, a área ao redor delas se torna sensível ao toque.

Além disso, também pode deixar as articulações inchadas ou rígidas e pode acontecer com mais de uma articulação. Normalmente, essa dor tende a ser pior pela manhã.

 

2. Mudança inexplicável de peso

Você se sente ganhando mais peso mesmo que seus hábitos alimentares e rotina de exercícios não tenham mudado?

Ou se, pelo contrário, o número na sua balança começara cair sem nenhum motivo aparente, ambos os casos podem ser sintomas de imunidade baixa.

É possível que isso aconteça devido a danos à glândula tireoide que podem ser causados ​​por uma doença autoimune.

 

3. Fadiga

Sentir-se extremamente cansado, como quando você está gripado, por exemplo, pode significar que algo está acontecendo com as defesas do seu corpo.

Por mais que você durma até mesmo por mais tempo do que de costume, é improvável que o sono ajude e alivie a sua fadiga.

Novamente, podem haver muitas outras razões pelas quais você se sente assim, mas uma delas é a imunidade baixa.

 

4. Sensibilidade ao sol

Pessoas com uma imunidade baixa às vezes têm uma reação alérgica aos raios ultravioleta (UV) chamada fotodermatite.

Você pode ter erupções cutâneas, bolhas ou manchas escamosas depois de ficar exposto ao sol ou pode sentir calafrios, dor de cabeça ou náusea como sintomas de imunidade baixa.

 

5. Problemas no banheiro

Ter uma diarreia que dura mais de 2 a 4 semanas pode ser um sinal de alerta porque seu sistema imunológico pode estar prejudicando o revestimento do intestino delgado ou do trato digestivo.

Por outro lado, a constipação também é uma preocupação.

Se suas fezes estão muito firmes ou são pequeninas, parecidas com a de um coelho, seu sistema imunológico pode estar forçando seu intestino a desacelerar.

 

6. Dores de cabeça

Em alguns casos, as dores de cabeça podem estar relacionadas ao sistema imunológico.

Por exemplo, poderia ser vasculite, que é a inflamação de um vaso sanguíneo causada por uma infecção ou doença autoimune.

 

7. Mãos frias

Se os vasos sanguíneos estiverem inflamados, pode ser mais difícil para os dedos das mãos, dedos dos pés, nariz e orelhas se aquecerem.

A pele nessas áreas pode ficar mais branca e mais azulada quando você está exposto ao frio, mas quando o fluxo sanguíneo retornar, a pele poderá ficar vermelha.

Os médicos chamam isso de “fenômeno de Raynaud”, que é uma doença doença rara nos dedos das mãos e dos pés que faz com que os vasos sanguíneos se estreitem quando você está com frio ou estressado.

Problemas no sistema imunológico podem causar isso, mas também outras coisas, incluindo alguns medicamentos prescritos, condições que afetam suas artérias e o fumo.

 

8. Manchas brancas

Às vezes, seu sistema imunológico decide combater as células produtoras de pigmentos da pele, chamadas melanócitos.

Quando isso acontece, você começará a ver manchas brancas em seu corpo e por isso esse é um dos sintomas de imunidade baixa.

 

9. Queda irregular de cabelo

Perda de cabelo

Às vezes, o sistema imunológico fraco ataca os folículos capilares.

Se você perder cabelo do couro cabeludo, do rosto ou em outras partes do corpo, poderá então ter uma condição chamada alopecia areata.

Essa condição pode afetar qualquer pessoa, independentemente da idade e do sexo, embora a maioria dos casos ocorra antes dos 30 anos.

Além disso, fios ou mechas de cabelo saindo também podem ser um dos sintomas de lúpus.

 

10. Febre baixa

Se você sentir que está com uma temperatura mais alta do que o normal, pode ser que o seu sistema imunológico esteja começando a ficar sobrecarregado.

Isso pode acontecer devido a uma infecção que se aproxima ou porque você está começando a ter uma crise de uma condição autoimune.

 

11. Formigamento ou dormência nas mãos e nos pés

Pode ser quer um formigamento leve seja algo inofensivo, mas em alguns casos pode significar que o seu corpo está atacando os nervos que enviam sinais para seus músculos.

Pessoas com síndrome de Guillain-Barre, por exemplo, podem sentir uma dormência que começa nas pernas e depois sobe para os braços e peito.

A polineuropatia desmielinizante inflamatória crônica (CIDP) apresenta sintomas semelhantes à forma desmielinizante da síndrome de Guillain-Barre (chamada AIDP), mas enquanto a síndrome Guillain-Barre dura cerca de duas semanas a 30 dias, a CIDP dura muito mais tempo.

 

12. Olhos secos

Se você está com a imunidade baixa, significa que ela está atacando o seu corpo em vez de defendê-lo. Artrite reumatoide e lúpus são dois exemplos de quando isso acontece.

Muitas pessoas que têm um distúrbio autoimune sentem que seus olhos estão secos. Você pode sentir uma sensação arenosa como se algo estivesse nos seus olhos ou pode sentir dor, vermelhidão, corrimento agudo ou ficar com a visão turva.

Aliás, algumas pessoas sentem que não podem chorar, mesmo quando estão chateadas.

 

13. Infecções repetidas

Se você precisar tomar antibióticos mais de duas vezes por ano (quatro vezes, no caso das crianças), seu corpo poderá não ser capaz de atacar sozinho os germes.

Outros sinais de alerta, por exemplo, são infecções crônicas dos seios nasais, ficar doente com mais de quatro infecções de ouvido em um mesmo ano ou ter pneumonia mais de uma vez.

 

14. Amarelelecimento dos olhos ou da pele

É chamado de icterícia e pode significar que o seu sistema imunológico está atacando e destruindo as células hepáticas saudáveis. Isso pode levar a uma condição chamada hepatite autoimune, um dos sintomas de imunidade baixa.

 

15. Erupção cutânea

A sua pele é a primeira barreira do corpo contra os germes e por isso a sua aparência e a sensação podem refletir o desempenho do seu sistema imunológico.

Comichão, pele seca e avermelhada são sintomas bastante comuns de inflamação e o mesmo ocorre com uma erupção cutânea dolorosa ou que não cicatriza.

Pessoas com lúpus costumam ter uma erupção cutânea nas bochechas e no nariz em forma de borboleta.

 

16. Problemas na deglutição

Se você sentir dificuldade para comer, seu esôfago pode estar inchado ou fraco demais para funcionar bem.

Algumas pessoas sentem que a comida está presa na garganta ou no peito, enquanto outras engasgam quando engolem.

Uma das possíveis causas pode ser um problema com o seu sistema imunológico e por isso esse é mais um dos sintomas de imunidade baixa.

 

Fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/16-sintomas-de-imunidade-baixa/ - Especialista consultor(a): Dra. Patricia Leite

terça-feira, 19 de maio de 2026

Corrida e mal súbito: Tragédia com atleta na Bahia alerta para perigos


O falecimento de um corredor experiente de 38 anos em Camaçari reforça a importância dos exames preventivos no esporte

 

O debate sobre corrida e mal súbito ganhou relevância após um triste acontecimento no Nordeste do país. Um homem de 38 anos faleceu durante uma prova de rua realizada no estado da Bahia.

 

O fato acendeu um alerta importante entre os organizadores de eventos e os praticantes da modalidade.

 

O que aconteceu no evento em Camaçari?

A vítima foi identificada como Ewerton Santana Vieira, considerado um corredor experiente por seus amigos próximos.

 

O atleta sofreu um mal súbito na noite do úlitmo sábado (16). O caso ocorreu durante a realização da segunda edição da 2ª Corrida da Classe Trabalhadora.

 

O evento esportivo aconteceu na cidade de Camaçari, localizada na Região Metropolitana de Salvador. Ewerton foi atendido por uma equipe de saúde no local, mas não resistiu e faleceu na prova.

 

A 18ª Delegacia Territorial de Camaçari registrou o caso para apurar os fatos ocorridos. Laudos periciais oficiais da polícia civil irão determinar a causa exata da morte do corredor baiano.

 

Por conta da tragédia, o sindicato organizador suspendeu o show que aconteceria após o encerramento da corrida.

 

O episódio reforça a necessidade de discutir os limites do corpo humano em exercícios de alta intensidade.

 

O que causa o mal súbito em atletas?

O mal súbito durante atividades físicas intensas costuma estar associado a problemas cardíacos ocultos. Muitas vezes, o praticante não sabe que possui uma alteração congênita no coração.

 

Arritmias cardíacas silenciosas

O esforço extremo pode engatilhar batimentos cardíacos desordenados e muito perigosos na atividade. Essa falha elétrica impede o bombardeamento correto de sangue para os órgãos vitais.

 

Cardiomiopatia hipertrófica

Essa condição médica provoca o aumento da espessura das paredes do músculo do coração. O problema dificulta o funcionamento do órgão e é a principal causa de mortes em jovens atletas.

 

Importância da avaliação médica prévia

Associar corrida e mal súbito assusta, mas a prevenção reduz drasticamente os riscos de fatalidades. Nenhum corredor deve iniciar treinos intensos sem passar por uma consulta médica detalhada.

 

O exame de eletrocardiograma e o teste ergométrico de esteira identificam a maioria das anomalias cardíacas.

 

Os médicos recomendam realizar esses exames de segurança pelo menos uma vez por ano. Esse protocolo básico garante que o coração aguente a sobrecarga provocada pelas corridas longas.

 

Sinais de alerta que o corpo emite

O organismo costuma dar pequenos avisos quando algo não está funcionando bem durante o treino. Ignorar esses sintomas físicos no percurso pode transformar o exercício em um risco grave.

 

Sinta o seu corpo e pare a corrida se notar dores ou aperto forte no peito. Tonturas repentinas, falta de ar desproporcional e palpitações anormais também exigem a interrupção imediata do esforço.

 

Praticando a corrida de rua com segurança

Correr traz inúmeros benefícios para a saúde quando a prática ocorre de forma consciente e orientada. Respeite sempre o ritmo do seu corpo e não tente ultrapassar limites perigosos nas provas.

 

Mantenha uma hidratação adequada antes, durante e após o término dos seus treinos diários. Conte com o apoio de profissionais de educação física para montar suas planilhas de evolução.

 

A segurança deve ser sempre a principal meta de qualquer atleta amador ou profissional.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/corrida-e-mal-subito-tragedia-com-atleta-na-bahia-alerta-para-perigos,391a089ee87890c3e441880a028d719e4iw80619.html?utm_source=clipboard - Foto: Arquivo Sejuv/reprodução/@robson.fotos_oficial / Sport Life

domingo, 10 de maio de 2026

Infarto em mulheres nem sempre causa dor no peito; veja os sinais de alerta


O público feminino apresenta um risco de mortalidade 30% maior após um infarto; aprenda a identificar os sintomas atípicos e saiba como agir

 

O Infarto Agudo do Miocárdio é uma das principais causas de morte entre mulheres no Brasil.

 

Embora a doença seja estatisticamente mais frequente em homens, o cenário para o público feminino é mais crítico.

 

As mulheres apresentam um risco cerca de 30% maior de mortalidade após sofrerem um ataque cardíaco.

 

O grande desafio está no diagnóstico. Muitas vezes, o infarto feminino não segue o padrão clássico da dor intensa que irradia para o braço esquerdo.

 

Por isso, conhecer os sinais atípicos é fundamental para salvar vidas.

 

Sintomas que podem ser confundidos

Diferente dos homens, as mulheres podem manifestar sinais que facilmente se confundem com outros problemas, como crises de ansiedade ou mal-estar digestivo. Fique atenta se sentir:

 

Cansaço extremo e sem explicação.

 

Falta de ar e náuseas.

 

Tontura ou desmaios.

 

Dor nas costas, no pescoço ou na mandíbula.

 

Sensação de pressão ou desconforto no peito (mesmo que leve).

 

O papel da menopausa no risco cardíaco

 

A Dra. Denise Pellegrini, cardiologista intervencionista e Diretora de Comunicação da SBHCI, explica que a menopausa é um divisor de águas na saúde da mulher.

 

A queda do estrogênio, que funciona como um “escudo” natural, altera a saúde vascular.

 

“A queda do estrogênio faz com que os vasos sanguíneos endureçam, o que aumenta o risco de doenças do coração. Dessa forma, o acúmulo de gordura nas artérias acontece de forma mais rápida”, ressalta a especialista.

 

Cerca de dez anos após a menopausa, o risco cardiovascular da mulher se iguala ao do homem.

 

Outros fatores de risco importantes

Além das questões hormonais, outros hábitos e condições potencializam o risco de infarto. O tabagismo, a hipertensão arterial e o diabetes são grandes vilões.

 

O colesterol elevado, a obesidade e o estresse crônico também contribuem para o entupimento das artérias coronárias.

 

Como prevenir o infarto feminino

A prevenção passa obrigatoriamente por mudanças no estilo de vida. A Dra. Denise Pellegrini recomenda a prática regular de atividades físicas: no mínimo 5 vezes na semana, por pelo menos 30 minutos.

 

A alimentação deve ser rica em carnes magras, peixes, fibras e vegetais. É essencial evitar alimentos ultraprocessados.

 

“Manter uma boa qualidade do sono é importante, assim como o controle da obesidade e evitar o tabagismo”, reforça a cardiologista.

 

Quando procurar ajuda imediata?

 

No infarto, o tempo é o seu maior aliado. Se você sentir dor no peito persistente por mais de 15 a 20 minutos, não ignore. Ligue imediatamente para o SAMU (192).

 

O sinal de alerta máximo inclui suor frio, náusea e dor irradiada para as costas ou mandíbula.

 

“O tempo ideal para tratamento é de até 90 minutos após o início dos sintomas. Não espere para ver se passa”, alerta a Dra. Denise.

 

Um atendimento rápido reduz drasticamente as chances de sequelas graves e óbito.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/infarto-em-mulheres-nem-sempre-causa-dor-no-peito-veja-os-sinais-de-alerta.phtml - Foto: Shutterstock

quinta-feira, 19 de março de 2026

Sinais de Alerta: Como reconhecer um infarto antes que seja tarde


Identificar sintomas rapidamente pode salvar vidas e aumentar as chances de tratamento

 

O infarto é uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo. A condição ocorre quando o fluxo de sangue para o coração é bloqueado, impedindo que o músculo cardíaco receba oxigênio suficiente.

 

Reconhecer os sinais de alerta pode fazer toda a diferença. Quanto mais rápido o atendimento médico for realizado, maiores são as chances de recuperação e menores os riscos de complicações.

 

O que acontece durante um infarto

O infarto, conhecido também como infarto agudo do miocárdio, acontece quando uma artéria coronária é obstruída. Essa obstrução costuma ser causada por placas de gordura que se rompem e formam coágulos.

 

Quando o sangue deixa de chegar ao coração, parte do músculo cardíaco começa a sofrer danos. Sem atendimento rápido, esse processo pode provocar sequelas graves ou até levar à morte.

 

Por isso, reconhecer os primeiros sinais é fundamental para buscar ajuda imediatamente.

 

Principais sinais de alerta

Os sintomas de infarto podem variar de pessoa para pessoa. No entanto, alguns sinais são considerados mais comuns e devem acender o alerta.

 

Entre os principais estão:

 

dor ou pressão no peito.

dor que pode irradiar para braço, costas, pescoço ou mandíbula.

falta de ar.

suor frio.

náusea ou sensação de enjoo.

tontura ou sensação de desmaio.

 

Em alguns casos, a dor pode ser confundida com azia ou desconforto muscular. Mesmo assim, qualquer suspeita deve ser avaliada por um profissional de saúde.

 

Sintomas podem ser diferentes em mulheres

Em mulheres, o infarto pode apresentar sintomas menos clássicos. Muitas vezes, o quadro inclui cansaço extremo, falta de ar, náusea ou dor nas costas.

 

Esses sinais podem ser mais difíceis de reconhecer, o que às vezes atrasa o diagnóstico. Por isso, especialistas alertam para a importância de procurar atendimento diante de qualquer sintoma incomum.

 

O que fazer diante de suspeita de infarto

Ao perceber sinais de infarto, a orientação é buscar ajuda médica imediatamente. O ideal é ligar para o serviço de emergência ou ir ao hospital mais próximo.

 

Evitar dirigir e tentar manter a pessoa em repouso também pode ajudar até a chegada do atendimento especializado.

 

Cada minuto é importante nesse tipo de situação. Quanto mais rápido o tratamento começa, maiores são as chances de preservar o músculo do coração.

 

Como reduzir o risco de infarto

Alguns hábitos ajudam a diminuir o risco de desenvolver doenças cardíacas ao longo da vida.

 

Entre os principais cuidados estão:

 

manter alimentação equilibrada.

praticar atividade física regularmente.

evitar o tabagismo.

controlar pressão arterial e colesterol.

manter acompanhamento médico regular.

 

Essas medidas contribuem para proteger o coração e reduzir a probabilidade de problemas cardiovasculares.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sinais-de-alerta-como-reconhecer-um-infarto-antes-que-seja-tarde,64be1a838ce8b2fc05cadbaa3a411056l6cg8tdx.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

10 hábitos diários que reduzem o risco de câncer


Médico explica que alimentação equilibrada, exercícios físicos e proteção solar ajudam a prevenir a doença

 

Cuidados simples, como alimentação natural e exercícios físicos, podem evitar doenças graves, como o câncer, por exemplo. "Casos de câncer poderiam ser prevenidos com mudanças no estilo de vida", afirma Anaor Neto, profissional da área de clínica médica no AmorSaúde. A fala do médico é respaldada pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), que aponta que a alteração de hábitos pode evitar ao menos 30% dos casos de câncer.

 

10 hábitos diários para prevenir o câncer

Anaor Neto explica que o desenvolvimento do câncer tem múltiplas causas e que expor o corpo constantemente a agentes carcinogênicos provoca mutações no DNA, o que acarreta a doença. "Hábitos como o tabagismo, tomar sol sem proteção, o consumo excessivo de ultraprocessados e o sedentarismo criam um microambiente favorável ao desenvolvimento do câncer", resume o médico.

 

Tais ações geram um estado de inflamação crônica de baixo grau no organismo e aumentam a circulação de radicais livres. "Esses fatores danificam os mecanismos de reparo do DNA e inibem a apoptose (morte celular programada), permitindo que células com mutações se reproduzam de forma desordenada", complementa Anaor Neto.

 

Para evitar a criação desse ambiente no corpo, o médico recomenda 10 hábitos que podem ajudar a prevenir o câncer:

 

1. Evitar o hábito de fumar

O cigarro possui cerca de 70 substâncias que podem causar câncer e provocar danos ao DNA, prejudicando não apenas o pulmão. De acordo com Anaor Neto, "não existe consumo seguro de tabaco. Parar de fumar é a medida isolada mais eficaz para reduzir o risco de câncer".

 

2. Diminuir o consumo de álcool

Após ser consumido, o álcool é metabolizado em acetaldeído, um composto que impede o reparo do DNA e facilita a entrada de outras substâncias cancerígenas nas células. O médico recomenda um consumo moderado de bebidas alcoólicas para evitar a doença.

 

3. Mantenha o peso sob controle

O médico explica que "a obesidade é considerada um dos principais fatores de risco para o câncer que podem ser evitados". Além disso, o profissional salienta que um Índice de Massa Corporal (IMC) saudável reduz processos inflamatórios causados pela gordura.

 

4. Pratique atividades físicas

O sedentarismo potencializa o ganho de peso e prejudica o metabolismo da glicose, o que aumenta a resistência à insulina e pode causar câncer. Por outro lado, praticar pelo menos 150 minutos de atividade física por semana regula os níveis de insulina.

 

5. Consuma produtos naturais

Anaor Neto explica que "fibras e fitoquímicos presentes em vegetais ajudam a eliminar toxinas do corpo". Sendo assim, um prato rico em folhas e frutas pode ajudar a prevenir o câncer.

 

6. Evite ultraprocessados

Alimentos como presunto, salsicha e bacon contêm nitritos e nitratos, substâncias que, sob altas temperaturas, transformam-se em nitrosaminas, compostos altamente agressivos à mucosa gástrica e intestinal.

 

7. Use protetor solar

O dano causado pelos raios ultravioleta, emitidos pelo sol, é o principal fator de risco para o câncer de pele. Por isso, o uso de protetor solar e de roupas que bloqueiam a radiação solar reduz o risco de desenvolver a doença.

 

8. Mantenha a vacinação em dia

Vacinas contra o HPV e a hepatite B são responsáveis por imunizar e prevenir casos de câncer no colo do útero, no fígado e na garganta.

 

9. Observe sinais do corpo

Pintas que mudam de cor, nódulos novos ou perda de peso superior a cinco quilogramas sem causa aparente são possíveis sinais de câncer que devem ser investigados.

 

10. Faça exames médicos

Exames como a mamografia, a colonoscopia e o Papanicolau aumentam drasticamente as chances de cura, podendo chegar a índices superiores a 95% em diagnósticos precoces.

 

O médico explica que, ao seguir essas dicas, é possível evitar inflamações, desintoxicar o organismo e reduzir a exposição a substâncias danosas, o que diminui o risco de câncer. Porém, mesmo ao adotar os cuidados descritos acima, ainda é necessário prestar atenção aos sinais emitidos pelo corpo.

 

Sinais de alerta para o câncer

O médico Anaor Neto afirma que existem algumas "bandeiras vermelhas" emitidas pelo corpo que podem indicar a necessidade de procurar um médico e realizar exames preventivos. "Estar sempre cansado, perceber mudanças nos hábitos intestinais ou urinários, apresentar feridas que não cicatrizam e nódulos nos seios e nos testículos são sinais de alerta que não podem ser ignorados", explica.

 

O médico também ressalta a importância de realizar autoexames, como a checagem de nódulos nos seios. Em casos em que há histórico familiar, o cuidado deve ser redobrado. "Nessa situação, o paciente deve manter o rastreamento sistemático e fazer exames como mamografia, Papanicolau e colonoscopia após os 45 anos", lista o profissional.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/10-habitos-diarios-que-reduzem-o-risco-de-cancer,09ea33942022245f0e1bc990b5d4fc9cjts0ds53.html?utm_source=clipboard - Por Fellipe Gualberto - Foto: PeopleImages | Shutterstock / Portal EdiCase

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Sinais de alerta: conheça sintomas que podem indicar um infarto


Sintomas menos conhecidos exigem atenção imediata

 

O infarto agudo do miocárdio, conhecido popularmente como ataque cardíaco, segue entre as principais causas de morte no Brasil e no mundo. O que muita gente ainda não sabe é que o corpo costuma emitir sinais claros logo no início do infarto — e reconhecer esses sintomas rapidamente pode salvar vidas.

 

Segundo o médico cardiologista e pesquisador Rafael Marchetti, ignorar ou minimizar esses alertas é um dos maiores riscos.

 

"A maioria dos pacientes apresenta sintomas de infarto, mas muitas vezes eles são subestimados, atribuídos ao estresse ou a problemas digestivos. Essa interpretação equivocada é extremamente perigosa", alerta o especialista.

 

O corpo dá sinais — e nem sempre são óbvios

Quando se fala em infarto, a imagem mais comum é a dor forte no peito. De fato, esse é um sintoma clássico, mas não é o único — e, em alguns casos, nem o primeiro a aparecer.

 

A dor ou pressão no peito pode:

Ter sensação de aperto ou peso

Irradiar para o braço esquerdo

Alcançar costas, pescoço, mandíbula ou estômago

No entanto, há sinais menos conhecidos que também exigem atenção imediata.

 

Sintomas de infarto que muita gente ignora

De acordo com o Dr. Rafael Marchetti, alguns sintomas podem surgir de forma isolada ou combinada e ainda assim indicar um problema cardíaco grave:

 

Sudorese fria (suor intenso e gelado, mesmo sem esforço)

Falta de ar repentina, mesmo em repouso

Tontura ou sensação de desmaio

Náuseas ou vômitos

Ansiedade intensa e súbita, sem motivo aparente

Mal-estar geral, com sensação de algo "muito errado"

"Sudorese fria, falta de ar, tontura, náuseas e uma sensação repentina de ansiedade intensa são sinais que, juntos ou isoladamente, podem indicar que algo está errado com o coração", explica o cardiologista.

Esses sintomas são ainda mais perigosos porque podem ser confundidos com crises de ansiedade, problemas gastrointestinais ou queda de pressão.

 

Infarto nem sempre dói do mesmo jeito

Nem todo infarto provoca dor intensa no peito. Em mulheres, idosos e pessoas com diabetes, os sintomas podem ser mais silenciosos, manifestando-se como cansaço extremo, enjoo, desconforto abdominal ou falta de ar.

Por isso, qualquer sinal fora do padrão habitual do corpo deve ser levado a sério.

 

Tempo é decisivo em caso de infarto

Quando há suspeita de infarto, cada minuto conta. Quanto mais rápido o atendimento médico, maiores são as chances de reduzir os danos ao músculo cardíaco e evitar complicações graves.

"Quanto mais rápido o socorro, melhor o prognóstico. Por isso, qualquer sintoma suspeito deve ser levado a sério e atendido com urgência", reforça o Dr. Rafael Marchetti.

A orientação é clara: não esperar a dor passar, não se automedicar e não tentar "aguentar".

 

O que fazer diante de sinais de infarto?

Procure atendimento médico imediatamente

Acione o serviço de emergência

Evite dirigir sozinho até o hospital

Informe todos os sintomas, mesmo os que parecem leves

 

Reconhecer os sinais de alerta pode fazer toda a diferença entre uma recuperação com menos sequelas — ou consequências irreversíveis.

 

Informação também salva vidas

Falar sobre os sintomas de infarto é uma forma de prevenção. Quanto mais pessoas souberem identificar os sinais, maiores são as chances de agir a tempo.

 

O coração avisa. Ouvir e agir rápido pode salvar uma vida — inclusive a sua.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sinais-de-alerta-conheca-sintomas-que-podem-indicar-um-infarto,780d6667c0462eaf409e320fcdb51cba9g9sq26j.html?utm_source=clipboard - Foto: Divulgação / Saúde em Dia

sábado, 1 de novembro de 2025

Sinais de alerta: Conheça os sintomas que você nem imagina que indicam um infarto


O infarto agudo do miocárdio, popularmente conhecido como ataque cardíaco, continua sendo uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo.


Mas o que muitos ainda não sabem é que o corpo emite sinais claros logo no início do infarto e reconhecer esses sintomas pode ser a diferença entre a vida e a morte.

 

Segundo o médico cardiologista e pesquisador Dr. Rafael Marchetti, os minutos iniciais de um infarto costumam apresentar manifestações específicas e é fundamental não ignorá-las.

 

"A maioria dos pacientes apresenta sintomas de infarto, mas muitas vezes eles são subestimados, atribuídos ao estresse ou a problemas digestivos e essa interpretação equivocada é extremamente perigosa", alerta o cardiologista.

 

O corpo dá sinais

Os sintomas clássicos são mais conhecidos, dor ou pressão intensa no peito, que pode irradiar para o braço esquerdo, costas, pescoço ou mandíbula, mas há outras manifestações menos óbvias que também exigem atenção.

 

"Sudorese fria, falta de ar, tontura, náuseas e uma sensação repentina de ansiedade intensa são sinais que, juntos ou isoladamente, podem indicar que algo está errado com o coração", explica o Dr. Rafael Marchetti.

 

Sinais de alerta? O tempo é decisivo

Em casos de suspeita de infarto, a rapidez no atendimento é fundamental, pois quanto antes o paciente chegar ao hospital, maiores são as chances de minimizar danos ao músculo cardíaco e evitar complicações graves ou fatais.

 

"Quanto mais rápido o socorro, melhor o prognóstico, por isso, qualquer sintoma suspeito deve ser levado a sério e atendido com urgência", reforça o Dr.Rafael Marchetti.

 

Pesquisa e prevenção caminham juntas

Como coordenador de pesquisa clínica do CPAH - Centro de Pesquisa e Análises Heráclito, o Dr. Rafael Marchetti destaca que os avanços na detecção precoce e no acompanhamento de risco cardiovascular são parte fundamental da medicina moderna.

 

Por meio de estudos clínicos, é possível desenvolver estratégias mais eficazes para prevenção, diagnóstico e tratamento.

 

"A ciência nos permite entender melhor os padrões que antecedem o infarto e como intervir antes que ele ocorra. Investir em pesquisa é investir em vidas", completa o especialista.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sinais-de-alerta-conheca-os-sintomas-que-voce-nem-imagina-que-indicam-um-infarto,83229f4f9263f94cb0e57ace152dc62bxck9ab2m.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia