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sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Doenças cardiovasculares: principais riscos e como prevenir


Doenças cardiovasculares crescem entre jovens e mostram que saúde não é só estética. Veja o que ameaça o coração na juventude e como prevenir.

 

Doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, com 17,9 milhões de óbitos anuais, segundo a OMS. Mesmo em jovens, fatores como estresse, má alimentação e sedentarismo aumentam os riscos. A prevenção exige hábitos sustentáveis: sono de qualidade, alimentação balanceada, controle do estresse, atividade física equilibrada e acompanhamento médico.

 

Nunca houve tanta informação sobre saúde, bem-estar e longevidade. No entanto, doenças cardiovasculares continuam sendo a principal causa de morte no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares são responsáveis por aproximadamente 17,9 milhões de mortes todos os anos, representando cerca de 32% dos óbitos globais.

 

Entre os principais eventos estão o infarto e o acidente vascular cerebral (AVC). Isso significa que o coração não para de ser cobrado, mesmo quando você se sente bem. Além disso, o cenário revela uma mudança importante na forma como a sociedade entende saúde.

 

O coração que você vê X o coração que você sente

"Nós vivemos uma era em que as pessoas estão cada vez mais preocupadas com o corpo, mas nem sempre com a saúde cardiovascular de forma integral. Ter músculos, baixa gordura corporal ou conseguir completar uma prova esportiva são conquistas importantes, mas não eliminam fatores de risco que podem permanecer silenciosos por anos", diz Fernanda Weiler, cardiologista do Hospital Sírio-Libanês de Brasília.

Isso significa que o coração não responde só ao que aparece no espelho. Ele responde ao conjunto da rotina. Por isso, estética não é sinônimo de saúde.

 

O coração jovem sob pressão

O aumento de eventos cardiovasculares em adultos mais jovens está relacionado a uma combinação de fatores da rotina contemporânea. Segundo a Dra. Fernanda, esses fatores incluem níveis elevados de estresse, sono insuficiente, alimentação baseada em ultraprocessados, consumo excessivo de álcool, sedentarismo fora dos momentos de treino e doenças como hipertensão, diabetes e colesterol elevado.

Dados da American Heart Association (AHA) apontam que fatores de risco cardiovasculares têm apresentado crescimento entre adultos mais jovens. Portanto, a prevenção precisa começar antes dos primeiros sinais.

Além disso, a falsa sensação de proteção causada pelo treino pesa na conta. "O exercício físico é uma das ferramentas mais poderosas para proteger o coração, mas ele não consegue compensar sozinho uma rotina desequilibrada", explica a cardiologista.

 

O coração que você treina X o coração que você descansa

O uso de suplementos e estimulantes para melhorar a performance também preocupa. Alguns produtos podem ter indicação adequada, mas o consumo sem avaliação individualizada pode representar riscos para pessoas com predisposição a alterações de pressão arterial ou ritmo cardíaco.

Outro ponto de atenção é a falsa tranquilidade causada por exames pontuais. Segundo Dra. Fernanda, a avaliação cardiovascular não deve se limitar a um resultado isolado. Ela deve considerar histórico familiar, idade, hábitos de vida, pressão arterial, colesterol, glicemia e outros fatores que compõem o risco individual.

No Brasil, as doenças cardiovasculares permanecem entre as principais causas de mortalidade. Dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) reforçam a importância da prevenção e do controle dos fatores modificáveis para reduzir a ocorrência de infartos e AVCs.

 

O coração pede rotina, não só treino

"O coração não sabe quantos quilômetros você correu ou quantas horas passou na academia. Ele responde ao conjunto da sua rotina. A verdadeira prevenção cardiovascular acontece quando entendemos que saúde não é apenas aquilo que aparece no espelho, mas aquilo que conseguimos sustentar ao longo da vida", finaliza Dra. Fernanda.

Isso significa que o coração valoriza sono de qualidade, alimentação equilibrada, controle do estresse e acompanhamento médico. Ele também valoriza constância e não apenas picos de intensidade.

 

6 sinais de alerta

Dra. Fernanda indica 6 sinais de que sua saúde cardiovascular merece mais atenção:

 

Você treina regularmente, mas dorme pouco ou acorda frequentemente cansado.

Você faz exames de rotina, mas nunca avaliou seu risco cardiovascular de forma personalizada.

Você utiliza suplementos, pré-treinos ou estimulantes sem acompanhamento médico.

Você considera o estresse constante uma parte "normal" da vida.

Existe histórico familiar de infarto, AVC ou morte súbita.

Você acredita que estar em forma elimina a possibilidade de desenvolver doenças cardiovasculares.

Esses sinais mostram que o coração pode estar sobrecarregado, mesmo que você se sinta bem. Por isso, não normalize cansaço extremo, estresse crônico e falta de avaliação.

 

O coração jovem: como prevenir de verdade

A prevenção real começa com ajustes simples e sustentáveis. Se você quer proteger o coração, vale prestar atenção em:

 

Sono com qualidade e regularidade.

Alimentação com menos ultraprocessados e mais comida de verdade.

Controle do estresse com pausas reais e não apenas no fim de semana.

Acompanhamento médico com avaliação de risco cardiovascular.

Uso de suplementos e estimulantes com orientação profissional.

Atividade física consistente, mas sem virar punição.

Além disso, evite normalizar hábitos como excesso de álcool, noites mal dormidas e dieta ruim só porque você treina. O coração não separa o treino do resto da vida.

 

O coração que você quer ter aos 40, 50 e 60

A saúde cardiovascular não é um projeto de curto prazo. Ela é construída ao longo dos anos. Portanto, o que você faz hoje afeta o coração que você vai ter no futuro.

Se você se encaixa no perfil de jovem saudável, mas dorme mal, estressa muito e come mal, o risco existe. Por outro lado, se você ajusta a rotina, o ganho aparece em qualidade de vida.

No fim, o coração é o órgão que mais agradece consistência. E ele não pede perfeição, mas coerência.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/doencas-cardiovasculares-principais-riscos-e-como-prevenir,5cf2fcf27ec6d47555668bec4daf6d63qklbfzjz.html?utm_source=clipboard - Foto: sasirin pamai's Images

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

Saiba os sinais precoces de doenças cardiovasculares e como prevenir


Algumas doenças cardiovasculares possuem sintomas inespecíficos e é essencial estar atento a sinais precoces e realizar exames periódicos

 

Doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), somente neste ano, cerca de 300 mil pessoas morreram em decorrência de problemas no coração. A entidade revela que, em média, são mais de 1,1 mil mortes diárias, 46 por hora e uma a cada 1,5 minuto.

 

O infarto agudo do miocárdio, doença coronariana (obstrução das artérias), acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência cardíaca, arritmias, hipertensão arterial e doenças das válvulas cardíacas estão entre as principais e mais perigosas condições cardiovasculares.

 

“A principal causa de morte no Brasil é o infarto agudo do miocárdio. O controle dos fatores de risco reduz de forma muito significativa o risco de ter um infarto. É importante conscientizar os jovens da relevância de um estilo de vida saudável para que se possa viver mais e com melhor qualidade de vida”, afirma o médico cardiologista João Poeys Júnior, do Hospital DF Star.

 

Algumas doenças são graves e, por vezes, silenciosas, sendo descobertas somente quando estão em estágio avançado. Isso aumenta a dificuldade de tratamento e diminui as chances de recuperação. Por isso, é importante estar atento a sinais precoces comuns relacionados à condição.

 

É essencial ressaltar que a qualquer sintoma suspeito, um profissional médico deve ser procurado imediatamente.

 

Sinais precoces de doenças cardiovasculares

Dores e falta de ar

A dor no peito é um sintoma clássico de doença coronariana (obstrução das artérias). Além de “apertar” o peito, ela pode irradiar para o braço esquerdo, pescoço ou mandíbula. O incômodo costuma aparecer após esforços físicos ou situações de estresse.

 

Alguns pacientes, principalmente os idosos, podem apresentar sintomas atípicos, como dor abdominal, dor nas costas, náusea, cansaço excessivo e falta de ar.

 

“Os sintomas nos indivíduos mais velhos muitas vezes não são identificados. Essa população tem mais chance de ter sintomatologia atípica, sem expressar doença coronariana através de dor torácica. Frequentemente, apresentam desconfortos diferentes dos habitualmente descritos na literatura ou são assintomáticos para as doenças cardiovasculares, mesmo apresentando suas formas mais graves”, diz a médica cardiologista Ximena Ferrugem, do Hospital Brasília Águas Claras.

 

Cansaço sem motivo

Cansaço sem motivo aparente pode indicar que o coração está com dificuldade para bombear o sangue oxigenado para o restante do corpo, deixando músculos e tecidos mais fracos. O sintoma é comum em casos de insuficiência cardíaca.

 

Para a SBC, a prevenção e o tratamento adequado dos fatores de risco e das doenças do coração podem ser o suficiente para reverter quadros graves. Para isso, é necessário saber identificar os principais sintomas de problemas cardiovasculares e tratá-los, caso apresente algum deles

 

Dentre as doenças cardiovasculares que mais fazem vítimas fatais, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) se destaca. Ele é causado devido à presença de placas de gordura que entopem os vasos sanguíneos cerebrais. Entre os sintomas estão: dificuldade para falar, tontura, dificuldade para engolir, fraqueza de um lado do corpo, entre outros

 

A cardiomiopatia é outra grave doença que acomete o coração. A enfermidade, que deixa o músculo cardíaco inflamado e inchado, pode enfraquecer o coração a ponto de ser necessário realizar transplante. Entre os sintomas da doença estão: fraqueza frequente, inchaços e fadiga

O infarto do miocárdio acontece quando o fluxo sanguíneo no músculo miocárdio é interrompido por longo período. A ausência do sangue na região pode causar sérios problemas e até a morte do tecido. Obesidade, cigarro, colesterol alto e tendência genética podem causar a doença. Entre os sintomas estão: dor no peito que dura 20 minutos, formigamento no braço, queimação no peito, etc.

 

Tontura, pré-desmaio ou desmaio

Assim como cansaço sem motivo aparente, tonturas, pré-desmaios ou desmaios são condições que prejudicam o bombeamento sanguíneo, principalmente para o cérebro. Os incômodos estão associados à insuficiência cardíaca, arritmias e doenças das válvulas do coração.

 

Palpitações

Palpitações rápidas, fortes ou irregulares podem indicar a presença de arritmias cardíacas ou problemas nas válvulas cardíacas. No entanto, o consumo de cafeína, medicamentos e álcool, além de situações de estresse e ansiedade, também podem estar por trás do incômodo.

 

Fatores de risco

Algumas condições são preponderantes para aumentar o risco de problemas cardíacos, como colesterol alto, diabetes, tabagismo, sedentarismo, obesidade e estresse. O histórico familiar é outro fator importante.

 

“Peço muita atenção aos pacientes que tiveram casos de infarto, implantação de stent, cirurgia cardíaca ou morte súbita entre familiares próximos, como pais e irmãos. Pode haver uma predisposição genética para formação das placas de gordura e estes indivíduos podem ter um infarto mais precoce que o restante da população”, alerta Poeys.

O cardiologista ressalta que, para homens, o risco aumenta se o familiar manifestar sua doença antes dos 55 anos. Já para mulheres, a regra se aplica se a condição ocorrer em familiares antes dos 65 anos.

 

Como prevenir

Não há segredos para prevenir o risco de doenças cardiovasculares. O mais indicado é ter escolhas diárias simples e eficazes: manter uma alimentação equilibrada, reduzir o consumo de sal, açúcar e gordura, e priorizar frutas, verduras, legumes e fibras. Também é importante aliar a rotina alimentar à prática regular de atividades físicas.

 

Além disso, a realização de exames periódicos é essencial para diagnosticar qualquer condição antes de se tornar algo mais grave.

 

“Testes fornecem dados valiosos para médicos traçarem estratégias personalizadas de cuidado, reduzindo riscos de infarto e AVC. Por isso, é importante acompanhar junto ao médico de confiança eventuais alterações que possam ser tratadas precocemente”, reforça a endocrinologista Maria Helane Gurgel, do laboratório Exame Medicina Diagnóstica. 

 

Fonte: https://www.metropoles.com/saude/sinais-de-doencas-cardiovasculares - Jorge Agle - PM Images/Getty Images

sexta-feira, 5 de julho de 2024

Casos de AVC e infarto aumentam no clima frio; é possível prevenir


Casos de AVC e infarto aumentam entre 20% e 30% respectivamente durante o clima frio. Veja como se proteger no inverno

 

De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia (INC), as baixas temperaturas do inverno podem aumentar em até 30% a incidência de infarto, e em até 20% a ocorrência de Acidente Vascular Cerebral (AVC). Esse aumento está associado ao fato de que o frio eleva a pressão arterial, um fator de risco considerável para as doenças.

 

Por que doenças como infarto e AVC acontecem mais no frio?

O neurocirurgião Victor Hugo Espindola, especialista em AVC, explica que o corpo humano busca manter uma temperatura interna constante de 36ºC. Em temperaturas mais frias, as terminações nervosas da pele ativam a produção de catecolamina.

A substância que acelera o metabolismo para preservar o calor do corpo. Isso leva à contração dos vasos sanguíneos, o que aumenta a pressão arterial e exige mais esforço do coração para bombear o sangue.

Além disso, a redução da ingestão de água no frio também pode contribuir para a desidratação e o aumento da viscosidade do sangue. Tornando-o, assim, mais propenso a coagular.

 

Gravidade do problema

As doenças cardiovasculares representam a principal causa de morte no Brasil. Entre elas, as que mais se destacam são o infarto e o AVC, que lidera as estatísticas de óbito.  

 

Segundo dados do Portal de Transparência dos Cartórios de Registro Civil do Brasil, com a redução das mortes por covid-19, o AVC voltou a ser uma das principais causas de óbitos no país, sendo responsável por 10% de todas as mortes.

 

Prevenção

O neurocirurgião acredita que a adoção de medidas preventivas, a compreensão dos riscos associados ao frio e a conscientização sobre a importância de manter hábitos saudáveis ao longo do ano são passos fundamentais para mitigar o impacto negativo sobre a saúde cardiovascular.

“A prevenção para esse tipo de problema não se dá de forma imediata durante as estações mais frias. Isso porque é preciso manter hábitos saudáveis ao longo da vida, como praticar atividades físicas, ir regularmente ao médico e evitar o tabagismo e o sedentarismo, que são fatores que aumentam a predisposição”, afirma o médico.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/casos-de-avc-e-infarto-aumentam-no-clima-frio-e-possivel-prevenir.phtml - By Milena Vogado - Foto: Shutterstock

 

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. (João 8:33)

domingo, 30 de junho de 2024

Por que ficamos mais doentes no inverno? Veja as doenças mais comuns


As doenças respiratórias estão entre as enfermidades mais comuns durante o inverno. Entenda quais as doenças mais frequentes e como prevenir

 

Na quarta-feira (20/6) o hemisfério sul entrou no inverno, estação que mais causa preocupação com a imunidade e a saúde. Isso porque diversas doenças respiratórias se tornam mais frequentes nesta época do ano, como gripe, resfriado, rinite alérgica, asma, bronquiolite e pneumonia.

 

Esse aumento do número de doenças é consequência do tempo seco e da instabilidade climática, que acabam favorecendo a disseminação de doenças virais e o desencadeamento das crises alérgicas, explica a médica otorrinolaringologista Renata Moura.

 

Por isso, conforme a especialista, nesta época do ano é importante evitar ambientes fechados e aglomerados, principalmente bebês e idosos, pois estas são as faixas etárias mais propensas a essas enfermidades.

 

As doenças mais comuns do inverno

 

O resfriado e a gripe são as doenças mais comuns no inverno. “As duas são causadas por vírus, mas a gripe causa um quadro mais grave e duradouro que o resfriado. Em ambos os casos também, é comum a presença de tosse, fraqueza, congestão nasal, espirro e coriza. No entanto, apenas a gripe evolui com febre e dor de cabeça”, explica a médica.

 

Se esse quadro não receber o tratamento adequado, pode evoluir com uma infecção bacteriana secundária, como sinusite, otite ou pneumonia, alerta a especialista.     

 

A otorrinolaringologista alerta ainda para o caso da asma, doença crônica dos pulmões que causa um estreitamento da via respiratória e produção de muco. Se o paciente não estiver com o quadro sob controle, haverá tosse, chiado no peito e falta de ar.

 

Além disso, as rinites também se intensificam porque alguns quadros pioram com a variação da temperatura, causando congestão nasal importante, espirro, coriza e tosse.

 

Risco para os bebês

No caso de bebês, o cuidado maior deve ser com o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), causador da bronquiolite. A condição provoca tosse, febre, chiado no peito e respiração rápida.

 

Prevenção

Para a otorrinolaringologista, o uso de máscara e a lavagem das mãos é um grande legado deixado pela pandemia. Portanto, no inverno, não deveríamos esquecer esses hábitos, principalmente entre crianças e idosos com comorbidades.

 

“É importante sempre ter esse hábito de higiene das mãos ao chegar da rua, pois muitas bactérias, fungos e outros vírus são transmitidos quando coçamos os olhos ou colocamos a mão suja na boca”, alerta a especialista.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/por-que-ficamos-mais-doentes-no-inverno-veja-as-doencas-mais-comuns.phtml - By Milena Vogado - Foto: Shutterstock

 

Acumular bens materiais não é suficiente para viver bem, porque a vida não depende do que se possui (Lucas 12:15)

sábado, 4 de maio de 2024

Fatores de risco e prevenção: veja como evitar a hipertensão


No Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial (26/04), data que tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico preventivo e do tratamento da doença.

 

Nesse sentido, vale destacar que a hipertensão, ou pressão alta, é um dos principais fatores de risco para uma série de complicações de saúde, incluindo doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência renal e até mesmo problemas de visão.

 

Além disso, o problema é bastante comum. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que cerca de 1,3 bilhão de pessoas em todo o mundo sofrem de hipertensão. Somente no Brasil, a doença atinge mais de 30 milhões de pessoas.

 

Fatores de risco para a pressão alta

De acordo com a Dra. Cristienne Souza, cirurgiã vascular e angiologista da Venous, são diversos os fatores de risco para o desenvolvimento da hipertensão:

 

Genética: o histórico familiar de hipertensão pode influenciar os níveis de pressão entre 30% a 50%;

Dieta rica em sal: a ingestão elevada de sódio (superior a 2 g de sódio, o equivalente a 5 g de sal de cozinha) também pode aumentar o risco de de pressão alta, bem como de doença cardiovascular e acidente vascular encefálico;

Álcool: estudos indicam que há maior prevalência de hipertensão naqueles que ingerem seis ou mais doses ao dia, o equivalente a 30 g de álcool/dia. O total equivale a 1 garrafa de cerveja (600 mL); 2 taças de vinho (250 mL); 1 dose (42% de álcool, 60 mL) de destilados (uísque, vodca, aguardente);

Sedentarismo: há uma associação direta entre sedentarismo e elevação da pressão arterial;

Obesidade e sobrepeso: também há uma relação direta, contínua e quase linear entre o excesso de peso (sobrepeso/obesidade) e os níveis de pressão arterial;

Apneia Obstrutiva do Sono (AOS): estudos apontam a relação entre a AOS e a HA e o aumento do risco para hipertensão resistente;

Idade: com o envelhecimento, a pressão arterial torna-se um problema mais significante, resultante do enrijecimento progressivo e da perda de complacência das grandes artérias. Em torno de 65% dos indivíduos acima dos 60 anos apresentam hipertensão;

Fatores socioeconômicos: fatores como menor escolaridade e condições de habitação inadequadas, além da baixa renda familiar, aumentam significativamente o risco de hipertensão.

“Além disso, outros fatores de risco estão relacionados com a elevação da pressão arterial, como o uso de algumas medicações, muitas vezes adquiridas sem prescrição médica, bem como a utilização de drogas ilícitas”, adverte a médica.

 

Como prevenir a hipertensão

Já para prevenir a condição, a cirurgiã vascular faz algumas recomendações. Confira:

 

Controle do peso corporal;

Dieta saudável, com o consumo frutas, verduras, legumes, cereais, leite e derivados, além de indicarem menor quantidade de gordura e sal;

Controlar o consumo de sal, limitando a ingestão de sódio a aproximadamente 2 g/dia;

Exercícios físicos, com a prática de pelo menos 150 min/semana de atividades físicas moderadas ou 75 min/semana de exercícios vigorosos;

Reduzir o consumo de álcool e cessar o tabagismo;

Espiritualidade: evidências científicas mostram com um conjunto de valores morais, emocionais, de comportamento e atitudes com relação ao mundo apresenta benefícios à saúde cardiovascular, melhorando o controle da pressão arterial;

Educação para saúde, a fim de entender os riscos e gestão da hipertensão.

Além disso, para casos de pacientes com diagnóstico confirmado de hipertensão, é essencial adotar medidas de controle da pressão arterial, destaca a especialista.

 

Isto é, manter consultas regulares com o cardiologista e uso adequado das medicações conforme prescrito por um profissional de saúde, incluindo agentes anti-hipertensivos como diuréticos, beta-bloqueadores, inibidores da ECA, entre outros.

 

Os riscos do excesso de peso

Dentre os principais fatores de risco para a hipertensão, está a obesidade, como já citado. O excesso de peso corporal está fortemente associado ao aumento da pressão arterial, uma vez que o tecido adiposo produz substâncias inflamatórias que podem levar à rigidez das artérias e ao aumento da resistência vascular.

 

Além disso, indivíduos com obesidade têm maior probabilidade de desenvolver outras condições de saúde, como diabetes tipo 2 e apneia do sono, que também contribuem para o desenvolvimento da hipertensão.

 

Por isso, algumas medidas são importantes, como aponta a médica nutróloga Andrea Pereira, cofundadora da ONG Obesidade Brasil:

 

Adoção de uma dieta equilibrada, rica em frutas, vegetais, grãos integrais, alimentos com baixo teor de gordura saturada e sódio;

Prática regular de atividade física, conforme orientação médica;

Controle do peso corporal, com o objetivo de alcançar e manter um índice de massa corporal (IMC) saudável;

Redução do consumo de álcool e cigarro.

 

“Na prática clínica, a obesidade é uma condição negligenciada. Como consequência, há uma falha frequente na abordagem da obesidade como um passo crucial para amenizar o risco de importantes fatores de risco cardiovascular, incluindo a hipertensão”, conclui Dr. Carlos Schiavon, principal autor do estudo, presidente da ONG Obesidade Brasil e cirurgião especializado em cirurgia bariátrica no Hospital do Coração (HCor) e na BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

 

Bariátrica no controle da obesidade e da hipertensão

Um estudo publicado recentemente no Journal of American College of Cardiology, aponta que a cirurgia bariátrica ajuda no controle da pressão arterial. Ele mostra que esse método é mais eficaz no controle das taxas de hipertensão em pessoas com obesidade e pressão alta não controlada em comparação com medicamentos para pressão arterial isoladamente.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/fatores-de-risco-e-prevencao-veja-como-evitar-a-hipertensao.phtml - By Milena Vogado - Foto: Shutterstock


Ele mesmo levou os nossos pecados” em seu corpo na cruz, para que morrêssemos para os pecados e vivêssemos para a justiça; “por suas feridas fostes curados. (1 Pedro 2:24)


quarta-feira, 10 de abril de 2024

Veja os fatores de risco e como prevenir a pressão alta


Especialista faz alerta sobre os hábitos que podem agravar a doença e indica atitudes para evitá-la

 

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a pressão alta, também conhecida como hipertensão arterial, atinge cerca de 1,3 bilhão de pessoas no mundo. Os números foram divulgados recentemente pela organização, que também apontou que metade dos brasileiros com 30 anos tem a doença, preocupando os especialistas.

 

“A pesquisa revela um resultado preocupante, uma vez que aponta que hábitos alimentares e boas práticas de saúde têm piorado ao longo dos últimos anos”, comenta Vagner Cezar, coordenador do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera.

 

Fatores que aumentam a pressão arterial

Parte do agravamento da hipertensão se deve ao consumo excessivo de sódio, que está presente na maioria dos alimentos processados, além de fazer parte do preparo diário das refeições, seja em casa ou em restaurantes.

 

O consumo recomendado é de 5 g ao dia, conforme a OMS. “Além do grande vilão que é o sal, outros fatores contribuem nesse cenário como o sedentarismo, excesso de peso e obesidade, idade e ingestão de álcool”, afirma Vagner Cezar.

 

Riscos da doença

Também considerada como um dos principais fatores de risco para desenvolvimento de doenças cardíacas, a hipertensão arterial está associada a ocorrência de doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por altos índices de mortalidade, como doenças cerebrovasculares (acidente vascular cerebral), doenças cardiovasculares, doença renal crônica, entre outras.

 

Maneiras de prevenir

Segundo Vagner Cezar, a prevenção é a melhor forma de combater a doença. “O paciente diagnosticado deve fazer acompanhamento médico, em que o profissional irá prescrever remédios e indicar medidas como prática de exercícios físicos e alimentação equilibrada. Fatores genéticos e socioeconômicos também influenciam, o que devem ser considerados no tratamento”, explica o especialista, que lista ainda algumas atitudes diárias:

 

Abandone o cigarro e evite ingestão de bebidas alcoólicas;

Consuma alimentos ricos em fibras;

Evite o excesso de sal e gordura na alimentação;

Cuide da saúde da mente: estresse também pode ser fator de risco.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-04-09/veja-os-fatores-de-risco-e-como-prevenir-a-pressao-alta.html - Por Bianca Lodi Rieg - Imagem: pikselstock | Shutterstock


Você me restaurou a saúde e me deixou viver. Certamente foi para meu benefício que sofri tal angústia. Em seu amor, você me protegeu do abismo da destruição; colocou todos os meus pecados para trás. (Isaías 38: 16-17)


domingo, 10 de março de 2024

Obesidade aumenta riscos de AVC; veja como prevenir


Neurocirurgião explica como a doença crônica sobrecarrega o sistema cardiovascular

 

O controle de peso é essencial para a saúde, uma vez que a obesidade e o excesso de gordura corporal eleva os riscos de uma série de doenças – principalmente aquelas que atingem o sistema cardiovascular, como o AVC.

 

De acordo com o neurocirurgião Dr. Victor Hugo Espíndola, essa sobrecarga que a obesidade promove na saúde vascular ocorre de diversas maneiras.

 

“O excesso de peso aumenta a demanda metabólica, elevando a pressão arterial, sobrecarregando o coração e aumentando a resistência à insulina”, explica o médico.

 

Conforme o especialista, a relação entre obesidade e AVC está ligada, principalmente, ao aumento do risco de hipertensão, diabetes e dislipidemia associados ao excesso de peso.

 

“Esses fatores contribuem para a formação de placas nas artérias, aumentando as chances de um evento vascular cerebral”, salienta o neurocirurgião.

 

Vale lembrar que, além do AVC, a obesidade está associada a doenças coronárias, insuficiência cardíaca, arritmias e agravamento de outras condições cardiovasculares. A razão é a inflamação crônica e desequilíbrios metabólicos do organismo.

 

Prevenção

No entanto, Victor Hugo destaca que a obesidade é um fator de risco modificável. “O tratamento precoce e a manutenção de hábitos saudáveis não apenas reduzem o risco de AVC, mas também melhoram a saúde cardiovascular global e a qualidade de vida”, destaca o especialista.

 

Segundo o médico, a prevenção envolve a adoção de um estilo de vida saudável. Isso inclui dieta equilibrada, atividade física regular, controle do peso, monitoramento da pressão arterial e glicose.

 

 “A abordagem multidisciplinar, com acompanhamento médico e nutricional, é crucial”, finaliza.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/obesidade-aumenta-riscos-de-avc-veja-como-prevenir.phtml - Por Milena Vogado - Foto: Shutterstock


Louvai ao Senhor, porque é bom; pois a sua benignidade dura perpetuamente.

1 Crônicas 16:34


domingo, 4 de fevereiro de 2024

Cardiologista ensina como evitar episódios cardiovasculares durante o calor


As altas temperaturas impactam diretamente a saúde do coração e de todo o sistema cardiovascular. Veja como se proteger no calor

 

O aumento da temperatura no verão pode levar a uma série de alterações fisiológicas que têm um impacto direto na saúde cardiovascular. Em primeiro lugar, o calor excessivo pode aumentar a frequência cardíaca e cursar com queda da pressão arterial. Isso porque o corpo tenta dissipar calor através da dilatação dos vasos sanguíneos.

 

Além disso, a exposição prolongada ao calor intenso pode levar à desidratação, o que pode causar o espessamento do sangue e aumento do risco de formação de coágulos sanguíneos. Esses coágulos podem obstruir o fluxo sanguíneo para o coração, resultando em um ataque cardíaco. Quem explica é a médica Cardiologista Dra. Thalita Merluzzi.

 

Grupos de risco

Pessoas que fazem parte do grupo de risco são mais propensas a sofrer complicações cardiovasculares durante o verão. “Idosos, pessoas com problemas cardíacos pré-existentes, hipertensão arterial, diabetes ou obesidade, bem como indivíduos que usam certos medicamentos, como diuréticos, são particularmente vulneráveis”, alerta a médica.

 

Sinais de alerta

A cardiologista ressalta ainda que é essencial estar ciente dos sinais de alerta e procurar atendimento médico imediatamente, se necessário. Certos sintomas podem indicar um problema cardiovascular grave e devem ser levados a sério, especialmente durante o calor. São eles:

 

Dor no peito;

Falta de ar;

Palpitações;

Desmaios;

Tonturas.

 

Como prevenir esses episódios durante o calor

Para cuidar adequadamente da saúde cardiovascular durante o calor e evitar os sintomas descritos acima, é importante adotar algumas medidas preventivas. Portanto, Thalita recomenda:

 

Manter-se hidratado;

Evitar a exposição excessiva ao sol e ao calor, especialmente nas horas mais quentes do dia;

No caso de exposição necessária, procurar lugares frescos e com sombra; vestir roupas leves e usar protetor solar;

Manter uma dieta equilibrada, rica em frutas, vegetais e alimentos com baixo teor de gordura.

Além disso, a médica indica evitar exercícios físicos extenuantes ao ar livre durante os horários de pico de calor. “Opte por atividades físicas em horários mais frescos ou em locais cobertos e climatizados”, aconselha. Manter uma dieta equilibrada, rica em frutas, vegetais e alimentos com baixo teor de gordura, também é benéfica para a saúde cardiovascular.

 

“É fundamental que as pessoas estejam cientes dos riscos, especialmente aqueles em grupos de risco, e adotem medidas preventivas para proteger a saúde do coração. Consultar um cardiologista regularmente e seguir suas recomendações também é essencial para garantir um verão saudável e seguro”, ressalta.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/cardiologista-ensina-como-evitar-episodios-cardiovasculares-durante-o-calor.phtml - Por Milena Vogado - Foto: Shutterstock


Nós amamos porque ele nos amou primeiro.

1 João 4:19


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

Prevenção da dengue: 4 medidas simples para evitar a doença


Para prevenir a dengue é importante adotar medidas que evitam a reprodução do mosquito transmissor, como eliminar objetos que acumulem água parada como pneus, garrafas e plantas. Além disso, é importante aplicar larvicidas nos locais que são focos de água parada, sendo importante que essa aplicação seja feita por profissionais capacitados.

 

É recomendado também usar repelente e roupas mais compridas para evitar a picada, além de tomar a vacina contra a dengue, que está disponível para pessoas acima de 45 anos que já tiveram dengue mais de uma vez e/ ou moram em áreas com muitos casos de dengue.

 

A dengue é uma doença transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes Aegypti, que provoca sintomas como dor nas articulações, no corpo, na cabeça, náuseas, febre acima de 39ºC e manchas vermelhas no corpo. Veja mais sobre os sintomas da dengue.

 

Como evitar a dengue

Alguns dos cuidados mais importantes para a prevenção da dengue são:

 

1. Eliminar os focos de água parada

O mosquito que transmite a dengue se prolifera em locais com água parada, por isso eliminar os focos de água é um cuidado essencial para evitar que o mosquito se reproduza:

 

Manter os pratos de vasos de flores e plantas com areia;

Guardar garrafas com a boca virada para baixo;

Limpar sempre as calhas dos canos;

Não jogar lixo em terrenos baldios;

Colocar o lixo sempre em sacos fechados;

Manter baldes, caixas d´água e piscinas sempre tampados;

Deixar pneus ao abrigo da chuva e da água;

Eliminar copinhos plásticos, tampas de refrigerantes, cascas de coco em sacos que possam ser lacrados;

Furar latas de alumínio antes de ser descartadas para não acumular água;

Lavar bebedouros de aves e animais pelo menos uma vez por semana;

Caso uma pessoa identifique um terreno baldio com lixo acumulado e objetos com água parada é preciso avisar uma autoridade competente, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa no telefone 0800 642 9782 ou ligar para prefeitura da cidade.

 

2. Aplicar larvicidas

Em locais com bastantes focos de água parada como depósitos de sucata, ferros-velhos ou lixões, é realizada a aplicação de larvicidas, ou seja, produtos químicos que eliminam os ovos e as larvas do mosquito. Entretanto, essa aplicação deve ser sempre feita por profissionais treinados, sendo indicada pelas secretarias de saúde das prefeituras.

 

O tipo da aplicação depende da quantidade de larvas do mosquito encontradas e, geralmente, não causam nenhum dano à saúde das pessoas. Essas aplicações podem ser:

 

Focal: consiste na aplicação de pequenas quantidades de larvicidas diretamente nos objetos com água parada, tipo vaso de planta e pneus;

Perifocal: é parecida à dedetização e baseia-se em colocar larvicidas com aparelho que solta gotículas de produto químico, deve ser feito por pessoas treinadas e com equipamentos de proteção individual;

Ultrabaixo volume: também conhecido como fumacê, que é quando um carro emite uma fumaça que ajuda a eliminar as larvas do mosquito, sendo que é realizado em casos em que há surto de dengue.

 

Além disso, os agentes comunitários de saúde que trabalham nos postos de saúde, frequentemente, visitam as residências do bairro com objetivo de detectar e destruir reservatórios de água que estejam acumulando água, ajudando na redução dos focos de transmissão da dengue.

 

3. Evitar ser picado pelo mosquito

Como a dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, é possível prevenir a doença através de medidas que evitem a picada deste mosquito, como por exemplo:

 

Usar calça comprida e blusa de manga comprida em tempos de epidemia;

Passar repelente diariamente as áreas expostas do corpo, como rosto, orelhas, pescoço e mãos;

Ter telas de proteção em todas as janelas e portas da casa;

Acender uma vela de citronela em casa, pois ela é repelente de insetos;

Evitar ir em locais com epidemia da dengue.

 

Antes de aplicar qualquer repelente, é necessário ver se o produto é liberado pela Anvisa e se contém menos de 20% dos princípios ativos como DEET, icaridina e IR3535. No entanto, alguns repelentes podem ser feitos em casa com uso de plantas.

 

4. Tomar a vacina da dengue

Está disponível no Brasil a vacina Qdenga que protege o corpo contra a dengue, que é indicada para pessoas 4 aos 60 anos de idade, que nunca tiveram dengue ou que já tiveram a infecção anteriormente. Essa vacina é disponibilizada gratuitamente pelo SUS.

 

Além disso, existe outra vacina, a Dengvaxia, encontrada apenas em clínicas particulares.

 

Fonte: https://www.tuasaude.com/prevencao-da-dengue/ - Revisão médica: Dr.ª Clarisse Bezerra Médica de Saúde Familiar


Alguns homens trouxeram-lhe um paralítico, deitado em sua maca. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: "Tenha bom ânimo, filho; os seus pecados estão perdoados".

Mateus 9:2