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quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Dicas práticas para manter seu cachorro sempre cheiroso e saudável


Descubra dicas valiosas e rotinas de higiene para manter o seu amigo de quatro patas sempre limpinho

 

O mau cheiro dos cães pode ser evitado com cuidados básicos, como banho adequado, secagem completa, escovação regular e higiene bucal. Além disso, é importante limpar a caminha e acessórios para manter o ambiente perfumado. Essas práticas simples garantem um pet mais saudável e uma convivência mais agradável.

 

Todo tutor ama abraçar o seu cachorro bem apertado todos os dias da semana. Porém, o mau cheiro pode afastar os carinhos e indicar problemas na higiene diária.

 

O odor forte é muito comum, mas pode ser resolvido com atitudes bastante simples. Vamos aprender como manter o seu fiel companheiro sempre cheiroso e muito bem cuidado.

 

A importância do banho na frequência correta

O banho é o primeiro passo para garantir a limpeza profunda do seu animal. Use sempre um shampoo próprio para cães que seja adequado ao tipo de pelagem.

 

Não exagere na dose de banhos para não remover a proteção natural da pele. Consultar um veterinário de confiança ajuda a definir a rotina ideal para o pet.

 

Secagem completa é o grande segredo

Muitos tutores esquecem que a secagem perfeita é fundamental para evitar fungos e bactérias. Um cachorro úmido desenvolve um cheiro muito forte rapidamente, mesmo após um bom banho.

 

Use toalhas limpas e finalize o processo com um secador em temperatura bem morna. Garanta que a raiz dos pelos esteja completamente seca para evitar problemas de pele.

 

Escovação diária e higiene bucal constante

Escovar os pelos diariamente ajuda a remover a sujeira acumulada e os fios mortos. Esse hábito maravilhoso também espalha a oleosidade natural e deixa a pelagem muito brilhante.

 

Não podemos esquecer da saúde bucal, pois o tártaro causa um hálito muito ruim. Existem pastas de dente específicas para cães que facilitam bastante essa rotina de limpeza.

 

Limpeza profunda do ambiente e dos acessórios

O cheiro do cachorro também fica impregnado na caminha e nos brinquedos de borracha. Lavar todos os itens do seu pet regularmente é essencial para manter a casa perfumada.

 

Use produtos de limpeza adequados para evitar alergias indesejadas no seu animal de estimação. Com essas dicas simples, a sua convivência diária será muito mais cheirosa e feliz.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/dicas-praticas-para-manter-seu-cachorro-sempre-cheiroso-e-saudavel,be1921fd452988cf9130e463f45c46f5noxo4l6r.html?utm_source=clipboard - Por: Gabriela Bita / Licenciado de Alto Astral - Foto: Shutterstock / Alto Astral

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Pele em risco: Perigos ocultos da academia ao salão de beleza


Locais focados em saúde e autocuidado podem esconder fungos e bactérias se a higiene for ignorada

 

Cuidar do corpo e da aparência é essencial para o bem-estar. Frequentamos salões, academias e spas em busca de saúde. No entanto, esses ambientes podem esconder riscos silenciosos. Fungos, bactérias e vírus proliferam em locais com limpeza inadequada.

 

Muitas vezes, ignoramos medidas simples de higiene por pressa. Mas a barreira cutânea é sensível e precisa de proteção constante. Uma pequena falha no cuidado pode abrir portas para infecções. Entender onde moram os perigos é o primeiro passo para a prevenção.

 

'Era como se alguém estivesse enfiando uma chave de fenda no meu rosto': a vida com a condição médica mais dolorosa do mundo

 

A médica da área de dermatologia do AmorSaúde, Marina Ito, reforça esse alerta importante. "Itens compartilhados podem servir como veículos para micro-organismos", explica a especialista. Isso ocorre principalmente quando a pele apresenta pequenas lesões ou cortes.

 

No salão: o perigo mora nos detalhes

A ida à manicure é um momento de relaxamento para muitos. Porém, instrumentos mal esterilizados oferecem riscos graves à saúde vascular e cutânea. O compartilhamento de alicates sem higiene pode transmitir micoses e até hepatites.

Infecções bacterianas também são comuns em materiais de uso coletivo. Segundo a Dra. Marina, "objetos mal higienizados facilitam infecções, alergias e irritações". A esterilização correta é a única garantia de segurança total.

Para evitar problemas, exija sempre o uso da autoclave no estabelecimento. Esse aparelho utiliza calor e pressão para destruir vírus e bactérias. Uma alternativa segura é levar seu próprio kit individual. Tenha sempre seu alicate, espátula e lixa de unhas na bolsa.

 

Na academia: suor e contato constante

A academia é um local de grande circulação e umidade. O contato direto da pele com os aparelhos requer atenção redobrada. O suor acumulado favorece a proliferação de fungos causadores de micoses.

Outro problema frequente entre os praticantes de exercícios é a foliculite. Trata-se de uma inflamação do pelo causada por bactérias nos equipamentos. Usar roupas muito apertadas durante o treino também agrava esse quadro.

A recomendação médica é clara para quem frequenta esses espaços. Use sempre uma toalha limpa como barreira entre você e o aparelho. Além disso, higienize as mãos e o rosto logo após o treino. Nunca encoste as mãos sujas no rosto durante os exercícios.

 

Itens compartilhados e provadores de maquiagem

O hábito de compartilhar maquiagem pode parecer inofensivo entre amigas. No entanto, pincéis e esponjas acumulam resíduos de secreções e bactérias. Isso facilita a transmissão de conjuntivite e até herpes labial.

Nas lojas, os testadores de produtos são focos de contaminação. Diversas pessoas tocam e usam o mesmo batom ou corretivo diariamente. Esse contato direto com mucosas é uma via rápida para vírus.

"Dividir objetos do dia a dia aumenta o risco de doenças", alerta Ito. Nunca use provadores diretamente nos lábios ou na área dos olhos. Prefira aplicar uma pequena quantidade no dorso da mão. Limpe a região com álcool ou lenço umedecido em seguida.

 

Doenças comuns e sinais de alerta

As micoses são as infecções mais frequentes em ambientes úmidos. Elas costumam aparecer nos pés, unhas e dobras do corpo. Já as verrugas são causadas por vírus, como o HPV.

Infecções bacterianas, como furúnculos, geram dor e inchaço na pele. O herpes também pode surgir em diferentes partes do corpo após o contágio. É fundamental observar qualquer mudança súbita na textura ou cor da pele.

De acordo com a dermatologista, a pele funciona como uma barreira. "Quando essa barreira é agredida por suor ou sujeira, ela se torna vulnerável", diz. Consultar um médico periodicamente evita que problemas leves se tornem graves.

 

Como proteger a barreira cutânea

Manter a pele saudável ajuda a evitar a entrada de invasores. A hidratação constante é a principal aliada da proteção natural do corpo. Beba bastante água e use hidratantes adequados ao seu tipo de pele.

Evite banhos muito quentes, pois eles causam ressecamento excessivo. O uso de sabonetes agressivos também remove a camada de gordura protetora. Prefira produtos neutros que limpam sem agredir a integridade cutânea.

Se notar coceira persistente ou manchas, procure um especialista imediatamente. "O diagnóstico precoce evita complicações e a transmissão para familiares", sintetiza a Dra. Marina. O cuidado individual reflete na saúde de todos ao redor.

 

A regra do limpar antes de usar

A higiene básica é a melhor ferramenta de prevenção disponível. Adotar a regra do "limpar antes de usar" salva sua pele. Seja no banco da academia ou na mesa da manicure, a limpeza é inegociável.

Pequenos hábitos salvam a barreira cutânea de danos permanentes. Não tenha vergonha de questionar os métodos de limpeza dos locais. Sua saúde deve estar sempre em primeiro lugar em qualquer ambiente.

A prevenção é mais simples e barata do que qualquer tratamento. Com atenção e materiais individuais, você aproveita o autocuidado sem riscos. Proteja seu corpo e mantenha sua pele em dia todos os dias.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/pele-em-risco-perigos-ocultos-da-academia-ao-salao-de-beleza,3b5592384fac016c8cc44ec9f85f0448wsrgjcif.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

quarta-feira, 9 de outubro de 2024

Entenda a relação entre a saúde bucal e as doenças cardíacas


Bactérias da boca podem atingir o sangue e trazer prejuízos ao coração

 

A saúde bucal é fundamental para a manutenção da saúde geral. Isso porque a falta de cuidados com a boca implica em uma maior vulnerabilidade do organismo a outras doenças.  Além dos problemas locais como cáries, formação de placas e inflamações, a má higiene também pode ser um agravante para os indivíduos que apresentam algum tipo de cardiopatia.

 

De acordo com um levantamento do Instituto do Coração (Incor), cerca de 45% das doenças cardíacas e 36% das mortes por problemas do coração têm relação com questões dentárias. Portanto, uma rotina de cuidados inadequados com a saúde bucal pode comprometer a qualidade de vida e a saúde do coração. 

 

Dessa forma, as saúdes cardíaca e bucal se conectam a partir da disseminação de bactérias e outros germes. É por meio da boca que esses agentes atingem a corrente sanguínea e acessam outras partes do corpo. Quando as bactérias alcançam o coração, adere a áreas lesionadas e causam inflamações.

 

Esses casos podem resultar em doenças do coração como a endocardite infecciosa, uma infecção no revestimento interno do órgão. Além disso, problemas cardiovasculares como a aterosclerose e o AVE podem se ligar a inflamações decorrentes das bactérias bucais.

 

Essas bactérias também podem se fixar em áreas do coração que já apresentam lesões, se multiplicando. Assim, há o risco do comprometimento de importantes funções cardíacas, como o bombardeamento de sangue. Caso a infecção não receba tratamento, ela pode progredir e atingir outros órgãos como rins e pulmões.

 

Qual o público de risco?

O quadro infeccioso é raro em pessoas saudáveis. Entretanto, pacientes com problemas crônicos como gengivite ou doença periodontal têm maiores chances de desenvolver doenças cardíacas em decorrência da saúde bucal precária. Para quem não se consulta regularmente com um dentista, o diagnóstico e tratamento podem ser tardios, agravando a situação.

 

É importante ressaltar que mesmo que não haja nenhuma inflamação aparente na gengiva, a falta de higiene bucal e a acumulação de placa podem auxiliar no desenvolvimento de doenças periodontais. Isso porque a bactéria também pode passar para a corrente sanguínea e aumentar o nível de proteína C reativa, que indica as inflamações dos vasos sanguíneos.

 

Prevenção e cuidados com a saúde bucal

 

Segundo a cirurgiã-dentista Ianara Pinho, a saúde não deve se dividir em partes isoladas. “Há muito tempo, a gente já sabe que a saúde não pode ser compartimentalizada. Não dá para falar em saúde da boca, saúde do coração, dividindo em caixinhas. A saúde é integral, e há uma relação direta entre problemas bucais e problemas cardiovasculares”, explica.

 

Para evitar esses riscos, a especialista esclarece que o melhor caminho é a prevenção. Para isso, se aconselha a adoção de uma rotina saudável. Confira os principais abaixo.

 

 Mantenha bons hábitos: escovar os dentes corretamente e pelo menos duas vezes ao dia, usar o fio dental diariamente são medidas que auxiliam na manutenção da saúde bucal.

 

 Realize visitas regulares ao dentista: ainda que não apresente sintomas aparentes, a consulta de checagem é essencial para o diagnóstico precoce e tratamento correto

 

 “Esses cuidados são essenciais para prevenir problemas não só na boca, mas também para proteger a saúde do coração”, conclui a especialista.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/saude-bucal-doencas-cardiacas-entenda-relacao-entre-elas.phtml - By Livia Panassolo / Foto: Shutterstock


Por meio de Jesus, portanto, ofereçamos continuamente a Deus um sacrifício de louvor, que é fruto de lábios que confessam o seu nome.

Hebreus 13:15


quinta-feira, 28 de julho de 2022

10 hábitos que turbinam a sua imunidade


Dormir bem, cuidar da higiene e outros cuidados fazem a diferença

 

Estamos o tempo inteiro expostos a todos os tipos de doenças. Um simples descuido já pode ser suficiente para o sistema imunológico não dar conta de fechar todas as "portas" de nosso corpo, que são suscetíveis a alguma infecção ou vírus. Por isso, é muito importante ter consciência dos hábitos que podem blindar nossa imunidade contra qualquer complicação.

 

Pensando nisso, o Minha Vida foi atrás de especialistas que deram uma série de práticas para adotar no dia a dia e ter uma imunidade poderosa!

 

Hidrate-se

É importante ingerir líquidos constantemente, mesmo antes de sentir sede. A ingestão de água melhora a resistência física e retira as impurezas do organismo, prevenindo doenças.

De acordo com o clínico geral Filippo Pedrinola, o ideal é ingerir diariamente por volta de 35ml de água por quilo de peso. Uma pessoa de 70kg, por exemplo, deveria ingerir 2450ml de água. "Mas é importante salientar que boa parte dessa água já está presente nos alimentos que comemos", completa.

Ao fazer exercícios físicos, reidrate-se ainda mais, se possível com água de coco ou isotônicos, mas sem exagerar e nunca deixar a água de lado.   

 

Tenha uma alimentação saudável

Manter uma dieta que inclui todos os grupos alimentares é fundamental para fortalecer a imunidade. "Proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e sais minerais não podem faltar na dieta diária de ninguém", conta o infectologista Alexandre Naine.

De acordo com pesquisas, os micronutrientes essenciais para o fortalecimento da imunidade são as vitaminas A, B6, B12, C, D, E, ácido fólico, zinco, ferro, selênio e cobre. Eles restauram a proteção contra infecções, fortalecem as células do sistema imunológico e aumentam a produção de anticorpos.   

 

Passe longe dos vícios

Evitar vícios, como álcool e tabaco, aumenta - e muito - a imunidade. "Esses vícios são extremamente danosos, não só para o nosso sistema imunológico, como para vários outros sistemas de nosso corpo", afirma Alexandre.

Já existem estudos que comprovam que algumas bebidas podem, inclusive, fazer bem à saúde, mas desde que ingeridas com moderação. O vinho é o principal exemplo. De acordo com Alexandre, todo excesso é prejudicial e a bebida alcoólica não foge dessa regra.

 

De bem com você

De acordo com os especialistas, a saúde mental está muito relacionada à imunidade. A baixa autoestima faz com que seu sistema imunológico trabalhe menos, além de atrapalhar nosso corpo no combate aos radicais livres, facilitando o aparecimento de doenças. 

 

Faça exercícios!

Você sabia que um estilo de vida sedentário está associado a 28% das mortes por doenças crônicas, perdendo apenas para o tabagismo? Por isso, mexa-se e passe longe de doenças.

A recomendação dos especialistas é a prática de uma atividade física rotineira e que dê prazer, sempre tomando cuidado com os excessos: "A atividade física intensa pode causar o efeito contrário, baixando a imunidade por fadiga muscular e até mental", lembra o fisiologista Raul Santo.

Se o tempo é curto, inclua o exercício físico na sua rotina, como utilizar escada em vez de elevador ou caminhar depois do almoço.

 

Fuja do estresse

Viver com tensões relacionadas ao trabalho e outras obrigações do dia é um dos fatores decisivos para a baixa da imunidade. Assim como a baixa autoestima, o estresse impede o sistema imunológico de funcionar a todo vapor, abrindo portas para doenças.

Quando você está estressado, o ideal é praticar alguma atividade que goste e que te faça bem. "Se forem exercícios físicos, melhor, pois são duas vantagens em uma", conta Alexandre.  

 

Cuide da sua higiene

Estamos expostos a vírus e bactérias 24 horas por dia, em todos os lugares que frequentamos. O infectologista Fábio Fernandes Morato Castro, supervisor do Serviço de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital das Clínicas, afirma que hábitos como lavar as mãos antes de manusear alimentos, de levá-las a boca e aos olhos e sempre depois de dirigir ou usar o transporte público, devem ser levados em conta. Ao chegar em casa, vale tomar um banho para mandar todas as impurezas embora.

 

Previna-se

Usar preservativo protege contra uma série de IST's - infecções sexualmente transmissíveis - que não podem ser prevenidas apenas com bons hábitos alimentares ou exercícios. O vírus HIV é um dos principais inimigos da imunidade e o jeito mais fácil de contraí-lo é não usando camisinha. Por isso, previna-se sempre!

Muitas pessoas deixam de lado esse hábito tão importante. Tomar todas as vacinas deixa você protegido de doenças graves como hepatite B, varicela, hepatite A, BCG, sarampo, rubéola e caxumba.

 

Durma bem

de acordo com a médica do Instituto do Sono Lia Rita Bittencourt, pessoas que não tem um sono adequado, com cerca de 6 a 7 horas por noite, pode ter seu sistema imunológico afetado. "A privação do sono diminui a quantidade e a função das células responsáveis pela imunidade", conta a especialista.

As consequências disso são maiores chances de contrair doenças infecciosas e a diminuição do efeito de vacinas. "Diabetes e câncer também podem aparecer com mais facilidade em indivíduos que dormem pouco", completa.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/materias/materia-7632 - Especialista consultado Dr. Filippo Pedrinola - Foto: Dougal Waters/Getty Images


"A mente do prudente adquire conhecimento, e o ouvido do sábio busca conhecimento."

Provérbios 18:15


domingo, 3 de abril de 2022

7 Hábitos errados que você tem com sua escova de dentes


Veja o que não fazer, e também como cuidar da higiene da sua escova do jeito certo

 

É muito bom sentir os dentes limpinhos e o hálito refrescante depois da escovação. Mas, se você conseguisse enxergar a quantidade de bactérias e outros micro-organismos que ficam grudados na escova quando você guarda ela do jeito errado, iria preferir ficar sem escovar. Veja quais hábitos errados que as pessoas fazem com a escova de dentes, e pare de fazê-los, se for o seu caso.

 

1. Deixar a escova na pia

Ao longo do dia, o banheiro recebe uma variedade enorme de germes e bactérias que ficam no ar conforme esse ambiente é usado. Se a sua escova ficar exposta na pia, esses micro-organismos vão se depositar nela.

 

2. Deixar a escova a menos de 2 metros do vaso sanitário

Você sabe que o vaso sanitário é um ambiente que acumula coliformes fecais. Logo, se a sua escova estiver muito próxima do vaso quando ele for usado, esses micro-organismos vão infectar a sua escova. E é muito pior quando alguém na casa tem o hábito de dar a descarga com a tampa do vaso levantada.

 

3. Secar a escova com a toalha

Pode parecer higiênico dar uma secadinha nas cerdas da escova para evitar que a umidade faça proliferarem germes, bactérias e fungos. Acontece que a toalha também tem esses micro-organismos, então a quantidade deles na escova só vai aumentar.

 

4. Não tirar o excesso de água ou a espuma da escova

Não é para secar a escova na toalha, mas é para enxaguá-la depois de escovar os dentes, e finalizar dando batidinhas com o cabo dela na pia para sair o excesso de água. Já é o suficiente.

 

5. Guardar a escova na capinha de plástico

A capinha de plástico impede que o ar circule por entre as cerdas da escova, mantendo sua umidade. Além de criar um ambiente úmido e quente perfeito para os micro-organismos, sua escova vai ficar com cheiro de mofo.

 

6. Deixar todas as escovas da família no mesmo potinho

Se uma pessoa da família estiver com problema nos dentes ou uma doença viral, e as escovas de todos ficarem juntinhas no mesmo potinho, todas serão infectadas.

 

7. Usar a mesma escova por muitos meses

O prazo de validade de uma escova de dentes é de 3 meses, na média. Mesmo se você mantém bons hábitos de higiene no seu banheiro e com a sua escova, deve trocá-la por uma nova nesse tempo, pois as cerdas já estão gastas e não vão mais limpar os dentes com a mesma eficácia.

 

Como guardar e limpar a escova de dentes do jeito certo?

Então, agora que já sabe o que não fazer, é hora de ver o jeito certo de cuidar da higiene da sua escova de dentes.

 

Quando terminar de escovar os dentes, enxague a escova com água da torneira e dê batidinhas com o cabo dela na pia para retirar todo o excesso de água.

 

Depois, coloque-a dentro de um potinho individual que fique guardado dentro de um armarinho arejado e bem limpo.

 

Uma vez por semana mergulhe a cabeça da escova em um copo com antisséptico bucal por 10 minutos para desinfetá-la.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/habitos-errados-escova-de-dentes/ - por Priscilla Riscarolli - Pinterest


Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo.

Gálatas 3:26-27


terça-feira, 3 de agosto de 2021

8 Coisas que não devem ficar no banheiro


O banheiro é um local de fácil proliferação de germes e com muita umidade, o que não é bom para muitos itens que se costuma deixar por lá e para sua saúde

 

O banheiro é um ambiente que precisa de atenção extra no quesito higiene porque é onde são deixadas as sujeiras do corpo e onde a umidade se acumula por causa do chuveiro. Esses dois fatores exigem que você tome cuidado com o que vai deixar no banheiro, evitando a proliferação de mofo e a contaminação de objetos com coliformes fecais, fungos e bactérias. Então, confira quais são as coisas que não devem ficar no banheiro.

 

1. Jogo de banheiro

Tapetes e capa de vaso sanitário são itens que muita gente usa no banheiro para decorar. Mas, a menos que você tenha o hábito de trocar de jogo toda semana e lavar o que estava sendo usado, saiba que essas peças ficam contaminadas. A capa de vaso sanitário principalmente, pois entra em contato direto com os coliformes fecais.

 

2. Roupas

Evite deixar roupas penduradas no banheiro para usar depois, principalmente roupas íntimas. Pode parecer que não, mas elas também abrigam fungos da umidade e coliformes fecais, principalmente em banheiros pequenos.

 

3. Vários rolos de papel higiênico expostos

Se tiver que guardar o pacote de papel higiênico no banheiro, sem problemas. Procure deixá-los dentro de um armarinho, protegidos da umidade, pois lembre-se que eles vão entrar em contato com suas partes íntimas e você não quer que transmitam fungos para o seu corpo.

 

4. Toalha de banho e pano de chão

É claro que você deve ter esse itens no seu banheiro, mas a dica aqui é pendurá-los no varal depois de usar para evitar que permaneçam molhados e encham de fungos e bactérias. Quando for tomar banho de novo, leve o pano de chão e as toalhas de volta ao banheiro.

 

5. Remédios

Por causa da umidade do banheiro, os remédios podem ter sua composição alterada e não funcionarem como deveriam, mesmo estando em frascos fechados. Prefira guardar os remédios em um local mais seco, arejado e protegido da luz do sol.

 

6. Lâmina de depilação em local molhado

Depois de usar a lâmina, enxague bem e dê batidinhas para eliminar o excesso de água, depois coloque-a em um local seco, tipo dentro do armarinho, onde não vá permanecer molhada. Evite deixar sobre a pia ou dentro do box, pois ela oxida e a ferrugem pode contaminar seu corpo no próximo uso.

 

7. Joias

Assim como acontece com a lâmina, as joias são danificadas pela umidade do banheiro, mesmo ficando em uma área longe da torneira ou do chuveiro.

 

8. Maquiagem

A maquiagem que fica exposta à umidade do banheiro perde a validade mais rápido do que deveria. Além do mais, os pincéis e esponjas de aplicação absorvem umidade e germes, transmitindo para sua pele.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/coisas-que-nao-devem-ficar-no-banheiro/ - por Priscilla Riscarolli - Pinterest

sábado, 31 de julho de 2021

Seis coisas que deve lavar todos os dias


Saiba quais são as limpezas que fazem a diferença na sua casa

 

Para evitar acumulação de sujeira e bactérias na sua casa, há zonas e itens que deve limpar todos os dias.

 

Claro que o tempo pode ser curto, mas acrescentar estas tarefas à sua rotina diária irá fazer uma diferença enorme na sua casa no longo prazo. Eis o que deve limpar todos os dias, segundo o site Good House Keeping:

 

1- Toalhas das mãos. Podem não parecer sujas mas as tolhas das mãos da casa de banho e especialmente os panos da cozinha que usa para secar as mãos ou a louça são, de acordo com vários estudos, o item mais contaminado da sua casa.

 

2- Balcões da cozinha. Já pensou em tudo o que passa pelos seus balcões da cozinha? Dinheiro, chaves, sacos de compras, comida, cartas do correio, etc. É por isso que devem ser limpos e desinfectados diariamente.

 

3- Paredes do chuveiro. A forma mais fácil de manter as paredes e a base de chuveiro limpos é fazer uma manutenção regular. Para evitar as manchas de mofo basta passar uma esponja, água e secar bem os azulejos e a base depois de cada utilização.

 

4- Pias e lavatórios. Depois de lavar as mãos, os dentes ou a louça a base da pia e do lavatório ficam cheios de bactérias, por isso deve desinfetá-las com frequência.

 

5- Louça suja. Deixa a louça suja do jantar na pia para lavar no dia seguinte? Os restos de comida que ficam na louça suja vão atrair insetos durante a noite, além disso a louça fica mais ressecada, tornando a sua lavagem mais difícil.

 

6- Chão da cozinha. Enquanto cozinha ou come é normal que caiam migalhas ou cabelos no chão, no final da refeição, passe pelo menos a vassoura. 

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1826816/seis-coisas-que-deve-lavar-todos-os-dias - © Shutterstock

domingo, 20 de junho de 2021

Descubra o que é higiene do sono e tenha um sono de qualidade


O ato de dormir é uma necessidade básica inerente de todo ser vivo. Uma boa noite de sono auxilia na melhora de diversos aspectos físicos e emocionais. E por isso, pensando na importância da qualidade do seu descanso que convidamos as psiquiatras Nádia Faris (CRM 171243 | RQE 71815) e Renata Melo (CRM 177530 | RQE 90989) para nos explicar sobre a higiene do sono. Venha conferir!

 

O que é higiene do sono

De acordo com a doutora Renata, a “higiene do sono é um conjunto de medidas que podemos adotar para melhorar a qualidade ou algumas queixas relacionadas ao sono. São medidas que envolvem a nossa rotina, e o que devemos fazer ou evitar para conseguirmos dormir melhor”.

 

A doutora Nádia complementa essa ideia, explicando que a higiene do sono é realizada através de “técnicas ensinadas aos pacientes que buscam o controle do ambiente e dos comportamentos que precedem o sono visando a melhora de qualidade e quantidade de sono”.

 

A prática, cujo objetivo é melhorar os hábitos em relação ao sono, tem suma importância para a saúde. “Hoje sabe-se que a insônia aumenta o risco de doença cardiovascular, diabetes, depressão, risco de suicídio, fadiga, aumenta o risco de faltas no trabalho e acidentes”, afirma Nádia.

 

Além disso, por ser um tratamento de baixo custo e não medicamentoso, a psiquiatra Renata ressalta que “estas medidas podem ser adotadas também por pessoas que não tenham queixas relacionadas ao sono, como uma forma de prevenir problemas com isto no futuro”, ou seja, qualquer pessoa pode realizar essa prática.

 

Ambas as psiquiatras afirmam ainda que a qualidade do sono faz parte dos cuidados com a saúde mental:

 

NF: “O prejuízo na qualidade e quantidade de sono está diretamente associado a quadros de Depressão, Ansiedade, Irritabilidade, Transtorno Afetivo Bipolar. Cuidar do seu sono é cuidar da sua saúde mental.”

 

RM: “A qualidade do sono influencia no nosso humor, na nossa concentração e na vontade para fazer as nossas atividades no dia seguinte.”

 

Como praticar a higiene do sono

Cuidar do sono também envolve cuidar da saúde como um todo. A inclusão de novos hábitos pode te ajudar a dormir melhor. Pensando nisso, perguntamos para as doutoras algumas dicas fundamentais para obter uma boa noite de sono. Confira a seguir:

 

Crie uma rotina de sono

Ambas as especialistas afirmam sobre a importância de estabelecer um horário para dormir e acordar todos os dias. “É importante tentar manter um horário regular para dormir e acordar, mesmo em dias de folga ou finais de semana”, diz a doutora Renata. Isso ajudará com que o organismo estabeleça um “relógio interno”, criando, no período de sono, um descanso de qualidade.

 

Só vá para a cama quando estiver com sono

De acordo com a psiquiatra Renata, “o ideal é que tentemos ir para a cama apenas quando estivermos com sono, quando observarmos os sinais de sono. Não é indicado ir para a cama e ficar “esperando” os sinais de sono chegarem”. Além disso, a doutora Nádia aconselha “levantar-se e mudar para outro local quando o início do sono não ocorrer”.

 

Cuidado com os eletrônicos

Na era da tecnologia, é comum adquirirmos o hábito de levar celular, tablet e/ou notebook para a cama. Contudo, a doutora Nádia aconselha “limitar o uso de eletrônicos até 2h antes de iniciar o sono”. Isso porque a luminosidade irradiada por estes aparelhos atrapalha na liberação de melatonina, o hormônio do sono, o que pode acabar confundindo o relógio biológico na compreensão do que é dia ou noite.

 

Evite ingerir alimentos pesados de noite

“É importante evitar refeições muito pesadas 2h antes de dormir”, afirma doutora Renata. A ingestão de alimentos próximo ao horário de dormir pode dificultar a chegada do sono, já que a digestão naturalmente envolve processos físicos e hormonais que podem alterar o nosso ciclo circadiano.

 

Regule o uso da cafeína

Ambas as médicas indicam limitar a ingestão de cafeína antes de dormir, já que ela pode influenciar na qualidade do sono. “Alguns alimentos e bebidas são estimulantes e podem dificultar o sono. Assim, café, guaraná, refrigerantes do tipo cola e alguns chás não devem ser tomados 4-6 horas antes de dormir”, pontua a doutora Renata.

 

Crie um ambiente relaxante em seu quarto

Pode até parecer óbvio, mas muitas vezes não damos devida importância ao aconchego que um quarto precisa ter. “Limite as atividades na cama para dormir e sexo”, pontua a doutora Nádia, que também afirma que o quarto precisa ser um “ambiente propício ao sono, com colchão adequado e sem ruídos”. Além disso, a médica Renata complementa: “o conforto, luminosidade, temperatura e barulho no quarto também influenciam na qualidade de sono”.

 

Cuidado com os cochilos

Ambas as psiquiatras pontuam sobre as famosas sonecas. A doutora Renata indica “evitar cochilos durante o dia, sobretudo cochilos mais longos”. A doutora Nádia, por sua vez, aconselha que sejam “cochilos de no máximo 30 minutos, até 15h”. Essa atenção aos cochilos deve-se ao fato de que eles podem acabar atrapalhando a qualidade e quantidade do sono no período noturno.

 

Desfrute de luz natural

A psiquiatra Renata aconselha “se expor à luz do sol logo cedo, pela manhã e durante o dia também”. Manter esse hábito auxilia diretamente no controle do ritmo circadiano, fazendo o organismo entender quando precisa estar alerta e quando pode descansar.

 

Você não precisa incluir todos esses hábitos na sua rotina de uma só vez. Experimente ir gradualmente mudando sua rotina e vá entendendo o seu corpo e seu sono. “Podemos melhorar a nossa rotina do sono aos poucos, baseado nas medidas que eu citei, tentando melhorar ou implementar algo melhor a cada dia, nesta rotina”, afirma a doutora Renata.

 

Contudo, também é importante ressaltar, que apesar dos métodos de higiene do sono serem eficazes para muitas pessoas, existem casos que necessitam de auxílio profissional. “Adotar as medidas de higiene do sono podem ajudar muitas pessoas, mas, se para você é difícil adotar estas medidas ou se mesmo adotando você não dorme bem, busque ajuda”, ressalta Renata.

 

Uma boa noite de sono é essencial para se ter qualidade de vida. Se você tem tido dificuldades para dormir, talvez seja interessante reavaliar seus hábitos cotidianos e até mesmo entender um pouco mais sobre insônia.

 

Fonte: https://www.dicasdemulher.com.br/higiene-do-sono/ - Escrito por Karyne Santiago - ISTOCK

domingo, 28 de fevereiro de 2021

Volta às aulas na pandemia: como saber se a escola está preparada?


Adotar protocolos de biossegurança é fundamental para garantir a saúde dos alunos nas aulas presenciais

 

O início do ano letivo de 2021 foi marcado pelo retorno gradativo das aulas presenciais em escolas públicas e privadas. Por acontecer ainda durante a pandemia, as instituições precisam adotar cuidados redobrados com a higiene e a biossegurança para garantir um ambiente seguro aos alunos.

 

"A escola já é considerada por algumas entidades e autoridades um ambiente seguro e controlado. Mas para que isso seja unanimidade é necessário colocar em prática todos os dias os protocolos de biossegurança, pois essa é a nossa realidade agora", explica o professor Uilson da Veiga Santos, diretor da unidade de São Bernardo do Campo do Colégio Adventista.

 

Para saber se a escola está realmente preparada para a retomada das aulas presenciais, os pais e responsáveis devem analisar e fiscalizar o protocolo de segurança proposto pela instituição. Pensando nisso, separamos seis medidas de segurança que as escolas devem adotar durante a pandemia para garantir a saúde e segurança dos alunos na volta às aulas.

 

1. Itens essenciais de higiene pessoal

De acordo com os decretos estaduais, é obrigatório que as escolas disponibilizem álcool em gel dentro das salas de aulas e nas áreas comuns. No Colégio Belo Futuro Internacional, por exemplo, além do álcool em gel, cada sala possui um kit de higienização com pano descartável e álcool líquido 70% para desinfecção periódica. Os pais também são orientados a enviarem troca de máscara aos alunos.

"Temos máscaras descartáveis para oferecer aos alunos caso haja necessidade e nossas auxiliares e educadoras utilizam luvas descartáveis o tempo todo para auxiliar no que for necessário", relata Annelize de Farias Lenci, diretora pedagógica do Colégio Belo Futuro Internacional.

 

2. Uso de máscara em todos os ambientes

A máscara é um item indispensável durante a pandemia e seu uso também é obrigatório nas aulas presenciais. Para que a eficiência da máscara não seja comprometida, é preciso trocá-la a cada duas horas ou quando estiver úmida ou rasgada.

Levando em consideração o tempo de aula e o intervalo para refeição, é recomendado que os alunos tenham, no mínimo, quatro máscaras extras para realizar a troca ao longo do dia. Caso a máscara usada não seja descartável, o aluno deve levar algum plástico para armazená-las e guardá-las na mochila, desinfectando-as em casa.

"A família é parceira da escola, e esse momento delicado é de cooperação entre as partes", elucida a diretora pedagógica do Colégio Belo Futuro Internacional.

 

3. Distanciamento social nas salas de aula

O distanciamento é uma das medidas mais importantes para reduzir a propagação da COVID-19 e deve ser mantido dentro das salas de aula. A distância ideal entre duas pessoas durante a pandemia é de dois metros. Para que esse distanciamento seja respeitado, o ideal é que as salas recebam número reduzido de alunos e tenham carteiras demarcadas com a distância recomendada entre elas.

 

4. Refeições seguras

Outra grande preocupação é como garantir que as refeições na escola sejam realizadas de forma segura. Afinal, esse é o único momento em que os alunos devem retirar a máscara. "Os ambientes precisam ser controlados principalmente na hora do lanche e com os pequenos, que geralmente gostam de trocar o lanchinho e brincar pelo pátio", relata Uilson.

Para isso, a escola pode fazer um rodízio na área de alimentação, limitando o número de alunos que irão lanchar juntos, minimizando ao máximo o contato entre eles. Outra opção citada pelo diretor é que as crianças possam lanchar dentro da sala de aula individualmente, cada um em sua carteira. É importante reforçar que o uso de máscara é essencial. Por isso, ao finalizar a refeição os alunos devem, imediatamente, colocar máscara - de preferência uma nova.

 

5. Atenção especial para cada faixa etária

Apesar das recomendações de segurança serem generalistas, cada faixa etária precisa de um cuidado diferente. Alunos da educação infantil e do fundamental são mais novos e não têm tanta autonomia. Por isso, é preciso ter atenção para que eles não compartilhem objetos pessoais - como brinquedos e materiais escolares -, e cumpram o distanciamento.

No Colégio Belo Futuro Internacional, por exemplo, os estudantes do ensino médio também possuem uma atenção especial. Mas, nesse caso, o foco é no horário do intervalo, quando os alunos ficam mais próximos.

"O que sempre levamos em consideração em nossa escola é o acolhimento e a orientação. Portanto, sempre que percebemos uma regra mal aplicada ou aplicada erroneamente, optamos pela conversa e explicação dos porquês, e não pela punição", relata Annelize de Farias Lenci.

 

6. Aluno com sintoma: como a escola deve agir?

Caso o aluno apresente algum sintoma do novo coronavírus, gripe ou resfriado, os pais são orientados a não levá-lo à escola. Mas se a criança apresentar os sintomas dentro da instituição, é preciso que haja um ambiente isolado e ventilado para que a criança possa ficar até a chegada dos responsáveis. "Se o aluno testar positivo, os pais devem comunicar a escola e o grupo que teve contato com a criança deve realizar um período de quarentena antes de voltar para as atividades", explica Uilson da Veiga Santos.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/familia/materias/37362-volta-as-aulas-na-pandemia-como-saber-se-a-escola-esta-preparada - Escrito por Hellen Cerqueira - Foto: Halfpoint Images | Getty Images

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Cuidado com as doenças de verão


Férias, verão e muita diversão. Mas é bom ficar de olho para que junto com tudo de bom que a estação do sol traz, não venham pequenos contratempos, como os bichinhos que dão em gente e que podem dar uma dor de cabeça no meio das férias. Sim, são bichos indesejáveis, “seres vivos” que entram em nosso corpo, como vermes e bactérias. Mas calma, não precisa ficar alarmado. Apenas tome cuidados que podem evitar. E que fique bem claro, eles atacam não somente as crianças, mas também os adultos. Portanto, a família toda deve ficar atenta.

 

Regras de higienização

A princípio, seguir aquelas regrinhas básicas que desde pequenos aprendemos: higienizar as mãos antes e depois de fazer as refeições; deixar mãos e unhas sempre bem limpas; evitar colocar a mão na boca, bem como objetos sujos; lavar bem os alimentos que são ingeridos crus, como frutas e hortaliças; beber água filtrada ou fervida. Se a água for mineral de garrafão, tenha certeza da procedência, e lave bem o garrafão antes de usar.

 

Cuidado redobrado com a alimentação

Nada de comer em locais com pouca ou nenhuma higiene e que não seja limpo. Cuidado com as moscas e poeira nos alimentos expostos. Preste atenção em picolés não industrializados, inclusive os famosos sacolés. Comer carnes bovinas e de porco sempre bem passadas. Frutos do mar só devem ser comidos se tiver certeza de que estão em boa conservação e cozidos. Nada de comer ostras na praia.

 

É muito importante saber a procedência da alimentação e água que ingerimos para evitar infecção intestinal, que surge após o consumo de alimentos ou água contaminados, podendo manifestar-se através de febre, dor abdominal, vômitos e diarréia frequente, sendo importante consultar o médico caso os sintomas não desapareçam em dois dias.

 

Na areia da praia cuidado com bicho-de-pé e larva migrans

Na areia, fique de olho se por perto não tem animais, fezes, lixo, sujeira e mantenha sempre que possível, as crianças calçadas, a fim de evitar o bicho de pé e a larva migrans, principalmente. O bicho-de-pé é um pequeno parasita que entra na pele, principalmente nos pés, onde se desenvolve rapidamente. Ele também é chamado de bicho-de-areia, bicho-de-porco, bicho-do-cachorro, jatecuba, matacanha, pulga-de-areia ou tunga, dependendo da região. Esta é uma infecção causada por uma pequena pulga, chamada de Tunga penetrans, que é capaz de se infiltrar e viver por várias semanas na pele, causando uma pequena lesão que pode inflamar e causar sintomas como dor, coceira e vermelhidão.

 

Já a larva migrans, também conhecida popularmente como bicho-geográfico, é uma doença causada geralmente por parasitas específicos do intestino delgado de cães e gatos que eventualmente atingem o homem. A larva migrans também causa vermelhidão e coceira. E ao menor sinal de sintomas desagradáveis, não hesite em levar ao médico. Não tome remédios por conta própria, consulte um médico para ter um diagnóstico correto. Medicações erradas, podem até deixar o “bichinho” mais resistente.

 

Tomando esses cuidados você evita contratempos e passa o verão mais tranquilo. E uma dica, mesmo sem sintomas aparentes, é sempre bom fazer o check up periódico e consultar o médico sobre a necessidade de fazer exames ou tomar remédios contra verminoses adequadamente. Com todos estes cuidados, aproveite bem as férias e divirta-se!

 

Fonte: https://www.bloguito.com.br/cuidados-no-verao-com-os-bichinhos-que-dao-em-gente?utm_campaign=_newsletter__-_bloguito__janeiro_-_1201&utm_medium=email&utm_source=RD+Station