domingo, 31 de maio de 2026

Seu coração pode estar dando sinais: 7 sintomas que muita gente ignora


Alerta para problemas cardíacos silenciosos: reconheça cansaço, falta de ar, dor no peito e inchaço nas pernas e proteja seu coração

 

Problemas no coração nem sempre aparecem de forma brusca. Em muitos casos, os primeiros sinais são discretos e facilmente atribuídos ao cansaço da rotina, ao estresse ou à idade. Por isso, entender os principais sinais de alerta de problemas cardíacos ajuda a reconhecer quando algo pode não estar bem e precisa de atenção profissional.

 

Doenças cardiovasculares podem se desenvolver ao longo de anos, sem provocar sintomas intensos. Pequenas mudanças no corpo, que parecem comuns no dia a dia, às vezes indicam que o coração está trabalhando além do limite ou recebendo menos sangue e oxigênio do que deveria. Observar esses sinais e buscar avaliação médica quando eles são persistentes ou incomuns é uma forma importante de cuidado com a saúde.

 

Quais são os sinais de alerta de problemas cardíacos mais comuns?

Entre os sinais que podem sugerir alterações no coração estão: cansaço excessivo, falta de ar, dor ou pressão no peito, palpitações, tonturas e inchaço nas pernas. Isolados, eles podem ter inúmeras causas, como anemia, problemas respiratórios, ansiedade ou efeitos de medicamentos. Porém, quando surgem sem explicação clara, aparecem em situações leves de esforço ou se tornam frequentes, passam a ser um alerta para possível doença cardíaca.

 

De forma geral, esses sintomas surgem porque o coração tem dificuldade para bombear o sangue, porque as artérias que o alimentam estão estreitadas ou porque o ritmo cardíaco está desorganizado. Em cada pessoa, a combinação de sinais pode variar, e é por isso que o acompanhamento médico, com exames, é essencial para confirmar a causa real.

 

Sintomas discretos: cansaço, falta de ar e desconforto no peito

O cansaço excessivo é um dos sinais de alerta de problemas cardíacos que mais passam despercebidos. Quando tarefas simples, como caminhar poucos quarteirões, subir poucos degraus ou realizar atividades domésticas comuns, passam a exigir pausas frequentes, pode haver dificuldade do coração em enviar sangue suficiente para músculos e órgãos. Em alguns casos, o cansaço aparece mesmo em repouso ou logo ao acordar, sem relação direta com noites mal dormidas ou esforço intenso.

 

A falta de ar também merece atenção, principalmente quando surge em atividades leves ou quando a pessoa precisa dormir com mais travesseiros para respirar melhor. Esse sintoma pode estar ligado ao acúmulo de líquido nos pulmões, situação que ocorre quando o coração não consegue bombear o sangue de forma eficiente. A sensação pode ser descrita como "aperto no peito" ao respirar fundo, respiração curta ou dificuldade para completar frases sem parar para puxar ar.

 

A dor ou pressão no peito é outro sinal clássico. Nem sempre aparece como dor intensa; muitas vezes é um peso, queimação, aperto ou desconforto no centro ou lado esquerdo do tórax. Em alguns casos, esse incômodo se espalha para o braço, costas, mandíbula ou pescoço. Quando surge durante esforço, estresse ou emoção forte e melhora ao descansar, pode indicar que o coração não está recebendo oxigênio suficiente, situação comum em quadros de angina e infarto.

 

Palpitações, tonturas e inchaço nas pernas: quando relacionar ao coração?

 

Palpitações são sensações de batimentos acelerados, "pulos" no peito ou coração batendo muito forte, mesmo em repouso. Em boa parte das vezes, estão ligadas a situações passageiras, como consumo excessivo de café, sono irregular ou ansiedade. No entanto, quando são frequentes, acompanhadas de mal-estar, fraqueza ou desmaio, podem indicar arritmias cardíacas, em que o ritmo do coração fica descompassado, rápido demais ou lento demais.

 

Tonturas e sensação de desmaio iminente também podem se relacionar ao funcionamento do coração. Quando o órgão não consegue manter um fluxo de sangue adequado para o cérebro, a pessoa pode sentir a visão escurecer, ficar com a cabeça "leve" ou perder a consciência por alguns segundos. Esse tipo de sintoma costuma ser mais preocupante quando aparece de forma súbita, sem mudança brusca de posição ou sem outra explicação evidente.

 

O inchaço nas pernas, principalmente nos tornozelos e pés, é outro sinal que muitas vezes é atribuído apenas ao calor, ficar muito tempo em pé ou sentado. Porém, quando o edema é diário, deixa marcas profundas ao pressionar a pele ou vem acompanhado de cansaço e falta de ar, pode indicar insuficiência cardíaca. Nessa condição, o coração perde parte da força para bombear, facilitando o acúmulo de líquido nas partes mais baixas do corpo.

 

Por que as doenças cardíacas evoluem de forma silenciosa?

Muitos problemas cardiovasculares se desenvolvem lentamente, ao longo de anos, sem dor intensa ou sintomas claros. Aumento da pressão arterial, acúmulo de placas de gordura nas artérias e alterações no músculo cardíaco podem progredir sem chamar atenção até atingirem um grau em que o organismo já se adaptou à nova condição. Por isso, o corpo vai enviando sinais discretos, como os descritos, que às vezes são confundidos com o processo natural de envelhecimento ou com cansaço temporário.

 

Fatores como sedentarismo, alimentação rica em sal e gordura, tabagismo, consumo excessivo de álcool, colesterol elevado, diabetes e histórico familiar aumentam o risco de doenças do coração. Em pessoas com esses fatores, os sinais de alerta de problemas cardíacos precisam ser observados com ainda mais cuidado, mesmo quando parecem leves.

 

Quando buscar avaliação médica diante de sinais de alerta?

A presença de um único sintoma não significa, por si só, que exista um problema grave. Ainda assim, a persistência, a intensidade e o momento em que surgem são pontos-chave para decidir quando procurar ajuda profissional.

 

Sintomas que aparecem repetidamente em pequenas atividades.

Desconforto no peito, falta de ar ou palpitações que surgem em repouso.

Tonturas, desmaios ou quase desmaios sem causa aparente.

Inchaço diário e progressivo nas pernas, associado a cansaço.

 

Nessas situações, a avaliação médica permite investigar se há relação com o coração por meio de exames como eletrocardiograma, teste ergométrico, ecocardiograma e exames de sangue. A identificação precoce de alterações possibilita ajustar hábitos de vida, iniciar tratamento quando necessário e reduzir o risco de complicações futuras, como infarto, AVC ou insuficiência cardíaca avançada.

 

Reconhecer os sinais de alerta de problemas cardíacos não significa viver em constante preocupação, mas entender melhor o próprio corpo. Ao notar sintomas persistentes ou diferentes do habitual, a busca por orientação profissional contribui para um cuidado mais seguro e informado com a saúde do coração.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/seu-coracao-pode-estar-dando-sinais-7-sintomas-que-muita-gente-ignora,21869d8a5e6de8c66704b7ea604c68c03drdhwav.html?utm_source=clipboard - Por: Carlos Vieira* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - Foto: Giro 10

sábado, 30 de maio de 2026

Saúde digestiva: 11 hábitos que ajudam a melhorar o funcionamento do intestino


Entenda como o órgão influencia diferentes funções do organismo e veja como pequenas mudanças na rotina podem prevenir e aliviar problemas digestivos

 

A saúde digestiva vai muito além do funcionamento do estômago e influencia diretamente a imunidade, o metabolismo, a absorção de nutrientes e o bem-estar geral. Quando há alterações nesse sistema, os impactos podem atingir não apenas a digestão, mas também a qualidade de vida e até a saúde emocional.

 

Segundo o Dr. Raphael Gomes, médico e professor de Gastroenterologia da Afya Centro Universitário Itaperuna, o sistema digestivo exerce funções essenciais para todo o organismo. "Ele é responsável pela digestão e absorção de nutrientes, vitaminas, minerais e água, fundamentais para a produção de energia, crescimento, reparação dos tecidos e manutenção das funções vitais", explica.

 

Ele destaca ainda que o intestino, maior órgão do sistema, tem papel importante no funcionamento do sistema imunológico. "Grande parte das células de defesa do organismo está relacionada ao trato gastrointestinal. Além disso, a microbiota intestinal ajuda na proteção contra microrganismos nocivos e na manutenção do equilíbrio do organismo", afirma.

 

Sinais de alerta para problemas digestivos

De acordo com o Dr. Raphael Gomes, entre os principais sinais de alerta para problemas digestivos estão dores abdominais frequentes, azia, refluxo, excesso de gases, inchaço abdominal, diarreia ou prisão de ventre persistentes, náuseas, dificuldade para engolir, sangue nas fezes e perda de peso sem causa aparente.

 

Segundo o docente, muitas pessoas acabam normalizando esses sintomas e demoram para procurar ajuda especializada. "O diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações e identificar doenças ainda em fases iniciais", alerta.

 

Nesse sentido, exames como endoscopia digestiva alta, colonoscopia, exames laboratoriais, ultrassonografia abdominal e testes para intolerâncias alimentares podem auxiliar na investigação de alterações gastrointestinais. "A colonoscopia, inclusive, tem papel importante na prevenção do câncer colorretal, especialmente a partir dos 45 anos ou antes em pessoas com fatores de risco e histórico familiar", destaca.

 

Relação entre saúde digestiva e saúde mental

Além das funções digestivas, o intestino também tem despertado atenção da ciência por sua forte conexão com o cérebro. O órgão possui milhões de neurônios e mantém comunicação constante com o sistema nervoso central por meio do chamado eixo cérebro-intestino.

 

Segundo a Dra. Mariana Ramos, professora de Psicologia da Afya Centro Universitário Itaperuna, emoções e funcionamento intestinal estão diretamente ligados. "Situações de ansiedade, estresse e sofrimento emocional podem desencadear sintomas gastrointestinais, como dores abdominais, diarreia, constipação, náuseas e desconfortos digestivos", explica.

 

A especialista afirma que essa relação é bidirecional. Da mesma forma que emoções afetam o intestino, alterações intestinais também podem impactar o humor e a saúde mental. Ela destaca que a microbiota intestinal, por exemplo, participa da produção e regulação de substâncias importantes relacionadas ao bem-estar emocional. Nesse sentido, quando há desequilíbrio intestinal, podem surgir irritabilidade, fadiga, piora da ansiedade, alterações de humor e até sintomas depressivos.

 

Além disso, o intestino também é conhecido como "segundo cérebro" por estar relacionado à produção de neurotransmissores importantes para o organismo. "Grande parte da serotonina, neurotransmissor ligado ao humor, prazer e bem-estar, é produzida no intestino. Por isso, cuidar da alimentação, do sono e da saúde emocional também é uma forma de cuidar da saúde digestiva", ressalta a professora.

 

Hábitos diários que ajudam a melhorar a saúde digestiva

Pequenas mudanças na rotina podem fazer diferença no funcionamento do intestino, na digestão e no equilíbrio do organismo como um todo. Veja alguns hábitos que podem ajudar a fortalecer a saúde digestiva no dia a dia!

 

1. Manter uma alimentação equilibrada e rica em fibras

Consumir regularmente frutas, verduras, legumes, grãos integrais e sementes ajuda no funcionamento do intestino e na digestão.

 

2. Beber bastante água ao longo do dia

A hidratação adequada favorece a digestão, auxilia na absorção de nutrientes e contribui para o bom funcionamento intestinal.

 

3. Praticar atividade física regularmente

Os exercícios ajudam na motilidade intestinal, estimulam o metabolismo e contribuem para o equilíbrio do organismo.

 

4. Reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados

Evitar excesso de produtos industrializados, gordurosos e ricos em açúcar pode diminuir inflamações e desconfortos digestivos.

 

5. Evitar excesso de álcool, cafeína e cigarro

Esses hábitos podem irritar o sistema digestivo e prejudicar o funcionamento intestinal.

 

6. Mastigar os alimentos devagar e comer com calma

Fazer refeições sem pressa facilita a digestão e reduz sintomas como azia, refluxo e sensação de estufamento.

 

7. Manter horários regulares para as refeições

Ter uma rotina alimentar organizada ajuda o organismo a funcionar de forma mais equilibrada.

 

8. Evitar excessos alimentares, principalmente à noite

Refeições muito pesadas no período noturno podem causar desconfortos digestivos e prejudicar o sono.

 

9. Controlar o estresse e cuidar da saúde emocional

Ansiedade, estresse e sobrecarga mental impactam diretamente o intestino e podem desencadear sintomas gastrointestinais.

 

10. Priorizar sono de qualidade, descanso e momentos de lazer

Manter uma rotina saudável, com pausas e descanso adequado, contribui para o equilíbrio entre intestino e saúde mental.

 

11. Evitar automedicação e realizar acompanhamento médico.

O uso frequente de laxantes, anti-inflamatórios e medicamentos para azia sem orientação pode trazer riscos. Consultas e exames preventivos ajudam na identificação precoce de problemas digestivos.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/saude-digestiva-11-habitos-que-ajudam-a-melhorar-o-funcionamento-do-intestino,df07fcfb4ea51988a3f1a925b25bc814jh6mce26.html?utm_source=clipboard - Por Beatriz Felicio - Foto: THICHA SATAPITANON | Shutterstock / Portal EdiCase

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Sofre com insônia? Atividade física ajuda a dormir melhor


Pesquisa aponta que 65% dos brasileiros têm baixa qualidade de sono

 

Especialista destaca que qualidade do sono é um indicador primário da saúde do corpo e da mente

 

De acordo com a pesquisa "O sono dos brasileiros", realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), 65% dos brasileiros têm baixa qualidade de sono. Entre os principais fatores relacionados a esse quadro estão:

 

Transtornos psicológicos, como ansiedade, depressão e estresse;

Doenças respiratórias;

Doenças cardiovasculares;

Sobrepeso;

Dores musculares.

 

Nesse cenário, a atividade física pode contribuir significativamente para a melhora dessas condições e sintomas. Ela promove uma transição mais eficiente entre o estado de alerta e o repouso profundo, combatendo a insônia. 

 

Sendo assim, a qualidade do sono é um indicador primário da saúde geral do corpo e da mente, principalmente se estiver alinhada ao treinamento físico, já que auxilia o indivíduo a alcançar os estágios mais profundos do sono, de forma rápida e eficiente, especialmente o sono REM, conhecido como Rapid Eye Movement, fase final do ciclo do sono caracterizada por alta atividade cerebral. Segundo o professor Anderson Teu, da Academia Gaviões 24h, rede pioneira no modelo de funcionamento 24 horas, o impacto direto do exercício no sono ocorre por meio de mecanismos fisiológicos e psicológicos, e pontua os principais benefícios da rotina de exercícios para uma boa noite de sono. Assim, o profissional dá três dicas para transformar a atividade física em uma aliada do sono; Confira:

 

Movimento no combate da insônia

A prática de atividade física contribui para a regulação do sono ao estimular a produção de melatonina e reduzir os níveis de cortisol no organismo. Além disso, o exercício favorece a liberação de endorfina e serotonina, neurotransmissores associados à sensação de bem-estar e à redução da ansiedade e do estresse, fatores frequentemente relacionados à insônia. "O corpo humano foi feito para se movimentar. Ao gastar energia de forma eficiente durante o dia, você prepara o terreno para um desligamento natural e profundo à noite, atuando principalmente como um gatilho biológico para a sonolência", destaca.

 

Horário ideal para treinar

A recorrência na prática de atividade física é mais importante do que o horário escolhido para treinar. No entanto, cada pessoa pode responder de forma diferente ao período do exercício. Treinos de alta intensidade, como o HIIT, podem elevar a frequência cardíaca e os níveis de adrenalina, o que pode dificultar o relaxamento imediato para algumas pessoas, embora para outras possa promover sensação de relaxamento após o esforço. "Um dos maiores mitos é que treinar à noite seja prejudicial. O importante é manter um intervalo de pelo menos 90 minutos entre o término do treino, independentemente do tipo de atividade, e o momento de dormir", ressalta o professor.

 

Escolha o exercício físico adequado

 

Alguns tipos de exercício podem trazer benefícios específicos para a qualidade do sono. Atividades aeróbicas, por exemplo, são eficazes na redução dos sintomas da apneia do sono, pois estimulam o condicionamento cardiorrespiratório e o controle da respiração. Práticas como ioga e caminhada leve também contribuem para a saúde mental, ajudando a reduzir sintomas de ansiedade e depressão, frequentemente associados à insônia crônica. Já a musculação e os treinos de resistência colaboram para a recuperação física e podem favorecer um descanso mais profundo.

 

"O descanso não está relacionado apenas à quantidade de horas dormidas, mas principalmente à qualidade do sono. Pessoas que se exercitam regularmente tendem a apresentar um sono menos fragmentado, o que resulta em mais disposição, melhor recuperação muscular no dia seguinte e na construção de um ciclo virtuoso de saúde e desempenho", conclui.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sofre-com-insonia-atividade-fisica-ajuda-a-dormir-melhor,6760d609e9536317de90377d67936386fobg9c52.html?utm_source=clipboard - Por: Gabrielle Aguiar / Revista Malu - Foto: Revista Malu

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Frio e fibromialgia: cuidados para aliviar dores intensas nessa época


A queda das temperaturas agrava a tensão muscular e a sensibilidade. Entenda por que isso ocorre e aprenda hábitos para proteger o corpo

 

A fibromialgia é uma síndrome crônica e dolorosa. Ela causa dores por todo o corpo e muita fadiga diária. A queda das temperaturas exige uma atenção redobrada dos pacientes.

 

Por que o frio piora a fibromialgia?

O corpo humano reage naturalmente às baixas temperaturas do ambiente. O organismo tenta reter calor para manter os órgãos em funcionamento. Esse processo afeta diretamente a nossa musculatura.

 

Pessoas sem a síndrome apenas sentem um leve desconforto físico. Já os pacientes com fibromialgia possuem uma percepção alterada da dor. O cérebro processa os estímulos de forma muito mais intensa.

 

Contração muscular e sensibilidade

O frio causa a contração involuntária e constante dos músculos. Essa tensão contínua gera muita rigidez nas articulações do paciente. O esforço para manter o corpo aquecido também provoca fadiga.

 

Os vasos sanguíneos ficam mais estreitos durante o tempo frio. A circulação de sangue nas extremidades do corpo diminui bastante. Isso reduz a oxigenação muscular e acaba agravando as dores.

 

Cuidados práticos para o dia a dia

Algumas mudanças na rotina ajudam muito a enfrentar os dias gelados. O objetivo principal é manter o corpo relaxado e bem quente. Hábitos simples fazem toda a diferença no conforto diário.

 

Evite a exposição prolongada aos ventos gelados sempre que possível. Mantenha os ambientes da casa bem fechados e confortáveis. O aquecimento do corpo deve ocorrer de fora para dentro.

 

Roupas adequadas e banhos quentes

Vestir-se em camadas é a melhor estratégia de proteção térmica. A técnica retém o calor corporal com muita eficiência. Proteja sempre as extremidades, usando luvas, meias grossas e toucas.

 

Os banhos mornos são grandes aliados nesse período do ano. A água quente ajuda a relaxar a tensão profunda dos músculos. O alívio da rigidez articular costuma ser quase imediato.

 

Exercícios e alongamentos suaves

Ficar totalmente parado na cama piora o quadro de rigidez. O movimento leve e constante ajuda a lubrificar as articulações. Caminhadas curtas já trazem ótimos benefícios para o corpo todo.

 

Faça alongamentos suaves ao acordar ou antes de dormir. O foco deve ser a mobilidade, sem nunca forçar os limites. A prática regular previne o enrijecimento severo da musculatura.

 

Importância do acompanhamento médico

O tratamento da fibromialgia exige um cuidado médico contínuo. As dicas caseiras apenas ajudam a aliviar os sintomas mais pontuais. Elas não substituem o uso de medicamentos já prescritos.

 

Reumatologistas e fisioterapeutas são essenciais no controle dessa doença crônica. O profissional pode ajustar as doses dos remédios durante o inverno. Nunca mude o seu tratamento sem uma orientação especializada.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/frio-e-fibromialgia-cuidados-para-aliviar-dores-intensas-nessa-epoca,e37128206ca4c34d485536e9258b2d464170q9ht.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Colesterol alto: médica indica alimentos que ajudam a reduzir os níveis


O colesterol alto possui forte relação com alimentação, genética, sedentarismo, obesidade, resistência à insulina e inflamação metabólica. Segundo a Dra. Tassiane Alvarenga, endocrinologista e metabologista pela SBEM, a alimentação adequada ajuda bastante no controle, especialmente quando associada à atividade física e mudança de estilo de vida.

 

Entre os alimentos que podem ajudar na redução do colesterol LDL estão:

 

fibras solúveis, presentes em aveia, chia, linhaça, frutas e leguminosas;

azeite de oliva;

oleaginosas;

peixes ricos em ômega-3;

vegetais e alimentos minimamente processados.

 

"Já os alimentos ultraprocessados, ricos em gordura trans, excesso de gordura saturada, açúcar e farinha refinada devem ser reduzidos, porque favorecem inflamação metabólica e piora do perfil lipídico", diz.

 

Também é importante entender que nem todo colesterol alto é igual. "Existem pessoas com forte predisposição genética, como na hipercolesterolemia familiar, em que mesmo uma boa alimentação pode não ser suficiente sem tratamento medicamentoso", explica.

 

Os riscos do colesterol elevado estão principalmente relacionados à doença cardiovascular. "O excesso de LDL favorece formação de placas de gordura nas artérias, aumentando risco de infarto, AVC e doença arterial periférica", completa.

 

Segundo a especialista, atualmente, quando falamos em colesterol, o foco não é apenas um número isolado no exame, mas risco cardiovascular global, contexto metabólico e prevenção de eventos futuros.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/colesterol-alto-medica-indica-alimentos-que-ajudam-a-reduzir-os-niveis,437e039f6cc1c566a866100623f3f561w1n7ue27.html?utm_source=clipboard - Foto: Freepik

terça-feira, 26 de maio de 2026

Inchaço nas pernas e pés pode ser sinal de alerta; veja 7 causas


Sentir as pernas pesadas e os pés inchados ao fim do dia pode ser um sinal de alerta; entenda as razões por trás desse desconforto

 

Não há quem já não tenha notado o surgimento de inchaço nas pernas, principalmente nos pés, ao chegar em casa após um longo dia.

 

"Por serem responsáveis por sustentar o peso do corpo e devido ao efeito da própria gravidade, os pés, automaticamente, são o local de maior acúmulo de líquido do organismo. Sendo os primeiros a demonstrar inchaço independentemente da causa", explica a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. 

 

A médica explica que, no geral, o inchaço é benigno e regride rapidamente. Mas, em alguns casos, pode ser sinal de condições mais sérias.

 

Por isso, observar os pés pode ser uma boa estratégia para identificar que algo não vai bem com o organismo. 

 

Para ajudar aqueles que sofrem com o problema recorrentemente, a especialista apontou algumas causas comuns do inchaço na região. Confira:

 

1. Calor

Após um dia puxado e quente, é comum que algumas pessoas notem o surgimento de inchaço nas duas pernas.

"No calor, todo sistema circulatório, tanto arterial como venoso, sofre com um processo de vasodilatação, no qual os vasos sanguíneos se alargam. Isso faz com que o sangue circule mais lentamente no sistema venoso, com consequente retenção de líquido e sensação de aquecimento no local", diz a médica.

 

2. Ficar sentada por longos períodos

O inchaço também pode ser resultado de que passarmos muito tempo sentados por causa do trabalho ou de uma viagem.

"A musculatura da panturrilha, responsável por bombear o sangue e ativar a circulação, fica parada quando estamos sentados, dificultando a circulação, o que pode causar retenção de líquido e, consequentemente, inchaço e sensação de pernas pesadas e cansadas", afirma a cirurgiã vascular.

 

3. Gestação

Há várias causas para o edema fisiológico que surge na gravidez.

"O problema pode estar relacionado, por exemplo, a fatores hormonais, visto que, durante a gestação, a progesterona é liberada em excesso, aumentando a dilatação das veias do organismo e tornando-as flácidas, o que pode levar ao inchaço", explica a Dra. Aline Lamaita. 

 

4. Uso de medicamentos

Existem algumas medicações que também estão envolvidas no inchaço dos pés e tornozelos, por aumentarem a vasodilatação.

"Essas medicações utilizadas como anti-hipertensivos podem causar o inchaço, principalmente na população mais idosa. E a própria hipertensão arterial também pode favorecer o surgimento dessa alteração nas pernas quando não está devidamente controlada", acrescenta a especialista.

 

5. Lipedema

Maior tendência ao acúmulo de líquido também é um sinal de lipedema.

"Trata-se de uma condição caracterizada pelo acúmulo de tecido gorduroso com aumento desproporcional no tamanho principalmente das pernas e quadris, apesar de também afetar os braços em um menor número de casos", explica a cirurgiã vascular.

Outros sintomas da doença incluem aumento simétrico do tamanho dos membros, sensação dolorosa ao toque e aumento da frequência de hematomas espontâneos.

 

6. Outros problemas circulatórios

Condições circulatórias também têm relação com o acúmulo de líquidos, como a trombose.

"A insuficiência venosa, as famosas varizes e a síndrome pós-trombótica também têm como consequência o inchaço crônico nas fases mais avançadas, geralmente associado a dermatites, escurecimento da pele no local e até aparecimento de feridas", explica a Dra. Aline Lamaita. 

O linfedema, por causar alterações no sistema linfático, frequentemente também leva a um inchaço crônico e pode evoluir para deformidade do membro. 

 

7. Causas sistêmicas

O inchaço nos pés e pernas também pode ocorrer por problemas mais generalizados no organismo, como alterações na tireoide e nos hormônios femininos, na menopausa por exemplo, pois levam a uma vasodilatação que favorece o acúmulo de líquidos.

"Outra causa sistêmica do inchaço é o mau funcionamento dos rins, que está relacionada a um acúmulo de líquido importante em todo o corpo, pois, em quadros de insuficiência renal, os rins deixam de filtrar e expelir a urina, gerando um desequilíbrio hídrico que também se manifesta nas pernas", conta a médica.

A Dra. Aline reforça que, se o inchaço regredir facilmente com o repouso ou após uma noite de sono, não é preciso se preocupar.

"Nesses casos, é possível adotar medidas para melhorar o desconforto e ajudar a reduzir o inchaço, como elevar as pernas no final do dia, fazer compressas frias com chá de camomila, evitar o consumo de sal, beber bastante água e praticar exercícios físicos", aconselha a especialista.

Porém, se o edema é frequente, persistente, unilateral ou associado a outros sintomas, como dor, coceira e vermelhidão, é fundamental procurar um cirurgião vascular.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/inchaco-nas-pernas-e-pes-pode-ser-sinal-de-alerta-veja-7-causas,ec9470fcce2b322919575cd3c08b69c2lu14r3ow.html?utm_source=clipboard -  Por: Redação / Alto Astral - Foto: Shutterstock / Alto Astral

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Tipos de dor de cabeça: como identificar e quando procurar ajuda médica


Descubra os principais tipos de dor de cabeça, suas causas e sintomas. Saiba quando é hora de procurar ajuda médica e como aliviar.

 

Nem toda dor de cabeça é igual. Às vezes, ela aparece como uma pressão na testa depois de um dia estressante.

 

Em outras situações, vem em forma de dor latejante, enjoo, sensibilidade à luz e vontade de ficar em silêncio.

 

Há ainda dores menos comuns, mas muito intensas, que exigem atenção médica.

 

Entender os principais tipos de dor de cabeça ajuda a reconhecer padrões, evitar o uso inadequado de remédios e saber quando o sintoma merece avaliação profissional.

 

Vale lembrar que nem sempre a dor se encaixa perfeitamente em uma única categoria.

 

Algumas pessoas podem ter mais de um tipo de dor de cabeça ao longo da vida. Por isso, quando as crises são frequentes, mudam de padrão ou atrapalham a rotina, a avaliação médica é o caminho mais seguro.

 

A seguir, veja os tipos mais comuns de dor de cabeça, como eles costumam se manifestar e quais sinais indicam que é hora de procurar ajuda.

 

Resumo rápido

Nem toda dor de cabeça é igual: algumas parecem uma pressão na testa ou na nuca; outras latejam, vêm com enjoo ou pioram com luz e barulho.

Os principais tipos incluem cefaleia tensional, enxaqueca, cefaleia em salvas e dor por uso excessivo de remédios.

O padrão da dor importa: onde dói, quanto tempo dura, como começa e quais sintomas aparecem junto ajudam a entender quando procurar ajuda.

Alguns sinais exigem atenção: dor súbita e muito intensa, alteração na visão, fraqueza, confusão mental, febre ou dor após pancada na cabeça não devem ser ignorados.

A ideia não é fazer autodiagnóstico, mas ajudar você a reconhecer quando a dor parece passageira e quando merece avaliação médica.

 

Cefaleia tensional: a dor que aperta

A cefaleia tensional é um dos tipos mais comuns de dor de cabeça.

Ela costuma ser leve ou moderada e, geralmente, é descrita como uma sensação de pressão ou aperto na testa, nas têmporas ou na nuca.

Muitas pessoas comparam essa dor à sensação de uma faixa apertando a cabeça. Diferente da enxaqueca, ela costuma ser mais constante e não necessariamente vem acompanhada de enjoo ou sensibilidade intensa à luz.

 

Entre as causas e fatores associados mais comuns estão:

estresse e ansiedade;

má postura, especialmente ao usar celular ou computador por muito tempo;

tensão muscular no pescoço e nos ombros;

sono ruim ou poucas horas de descanso;

jejum prolongado;

desidratação.

 

O que pode ajudar?

Na maioria dos casos, medidas simples podem aliviar o desconforto, especialmente quando a dor é ocasional:

descansar em um ambiente tranquilo;

beber água;

fazer pausas durante o trabalho;

alongar pescoço, ombros e costas;

melhorar a postura ao usar telas;

evitar longos períodos sem comer.

Analgésicos podem ser usados em algumas situações, mas o uso frequente sem orientação médica não é recomendado.

Quando a dor se repete muitas vezes, é importante investigar a causa em vez de apenas mascarar o sintoma.

 

Enxaqueca: a dor que lateja e pode incapacitar

A enxaqueca é um tipo de dor de cabeça mais intensa e, em muitos casos, incapacitante.

Ela costuma ser pulsátil, como se a dor "latejasse", e pode afetar apenas um lado da cabeça.

 

Além da dor, a enxaqueca pode vir acompanhada de:

náuseas;

vômitos;

sensibilidade à luz;

incômodo com barulhos;

intolerância a cheiros fortes;

piora com esforço físico ou movimento.

Para algumas pessoas, uma crise de enxaqueca pode durar horas. Em outros casos, pode se prolongar por mais tempo e prejudicar atividades simples do dia a dia, como trabalhar, estudar, cuidar da casa ou manter uma conversa.

 

Principais gatilhos da enxaqueca

Os gatilhos variam de pessoa para pessoa. Entre os mais relatados estão:

alterações no sono, como dormir pouco ou dormir demais;

estresse emocional;

jejum prolongado;

mudanças hormonais, especialmente em mulheres durante o ciclo menstrual;

luzes fortes;

cheiros intensos;

barulho excessivo;

bebidas alcoólicas;

alguns alimentos, como queijos envelhecidos, embutidos, chocolate ou excesso de cafeína.

Nem todo mundo terá os mesmos gatilhos. Por isso, observar quando a dor aparece pode ajudar muito na conversa com o médico.

 

Diferença entre enxaqueca e cefaleia tensional

A cefaleia tensional costuma causar uma dor em pressão, mais constante e geralmente menos incapacitante.

Já a enxaqueca tende a ser mais intensa, latejante e pode vir acompanhada de náuseas, sensibilidade à luz, ao som ou a cheiros.

Algumas pessoas também apresentam aura antes ou durante a crise.

A aura pode incluir alterações visuais, como pontos brilhantes, flashes de luz ou manchas no campo de visão. Em alguns casos, também pode haver formigamento ou dificuldade temporária para falar.

Esses sintomas devem ser avaliados por um profissional, principalmente quando aparecem pela primeira vez ou mudam de padrão.

 

Como é o tratamento?

O tratamento da enxaqueca depende da frequência, intensidade e características das crises.

Pode envolver medicamentos para aliviar a dor no momento da crise, remédios preventivos em casos recorrentes e mudanças de hábitos para reduzir gatilhos.

Entre as medidas que podem ajudar durante uma crise estão:

repousar em ambiente escuro e silencioso;

evitar estímulos fortes, como luz, barulho e cheiros;

manter hidratação;

fazer alimentação leve, se houver tolerância;

usar medicamentos apenas conforme orientação profissional.

Quando a enxaqueca é frequente ou limita a rotina, vale procurar um médico para avaliar um plano de tratamento mais adequado.

 

Cefaleia em salvas: dor intensa ao redor de um olho

A cefaleia em salvas é menos comum, mas costuma causar uma dor muito intensa.

Ela recebe esse nome porque aparece em períodos de crise, que podem durar semanas ou meses, seguidos por fases sem dor.

A dor geralmente fica concentrada em um lado da cabeça, principalmente ao redor de um olho. Muitas pessoas descrevem como uma dor profunda, forte e difícil de suportar.

Ela pode vir acompanhada de sintomas no mesmo lado da dor, como:

olho vermelho;

lacrimejamento;

nariz entupido;

coriza;

suor no rosto;

queda da pálpebra;

inquietação durante a crise.

 

Características comuns

A cefaleia em salvas costuma ter algumas características marcantes:

dor muito intensa;

duração de 15 minutos a 3 horas por episódio;

crises que podem acontecer mais de uma vez ao dia;

dor quase sempre de um lado só;

maior frequência em homens, embora também possa afetar mulheres.

Por ser uma dor muito intensa e com características específicas, precisa de avaliação médica.

 

O tratamento pode incluir oxigênio em alta concentração em alguns casos, medicamentos para interromper a crise e opções preventivas indicadas pelo médico.

Álcool e cigarro também podem atuar como desencadeadores em algumas pessoas, especialmente durante os períodos de crise.

 

Dor de cabeça por uso excessivo de remédios

A dor de cabeça por uso excessivo de medicamentos pode acontecer quando remédios usados para aliviar crises passam a ser tomados com frequência elevada.

Em vez de resolver o problema, o uso repetido pode manter a dor em um ciclo quase diário, principalmente em pessoas que já têm enxaqueca ou outro tipo de cefaleia recorrente.

Esse quadro também é conhecido popularmente como "efeito rebote", embora o mecanismo seja mais complexo do que simplesmente "o remédio parar de fazer efeito".

 

Como ela costuma aparecer?

Alguns sinais podem levantar suspeita:

dor de cabeça em muitos dias do mês;

necessidade frequente de tomar analgésicos;

alívio temporário após o remédio, com retorno da dor depois;

sensação de que a dor está ficando cada vez mais constante;

dificuldade de passar o dia sem medicação.

O ponto principal é: quando a pessoa precisa tomar remédio para dor de cabeça com muita frequência, isso não deve ser tratado como algo normal.

 

Como evitar esse ciclo?

A melhor forma de prevenir esse problema é evitar o uso repetido de analgésicos ou medicamentos para enxaqueca sem acompanhamento.

Se a dor aparece vários dias por semana, ou se o remédio se tornou parte da rotina, é importante procurar um médico.

Nesses casos, pode ser necessário investigar o tipo de dor, ajustar o tratamento e, em algumas situações, iniciar uma estratégia preventiva.

 

Quando dor de cabeça pode ser sinal de alerta?

A maioria das dores de cabeça não está ligada a algo grave. Mesmo assim, alguns sinais exigem atenção, principalmente quando a dor foge do padrão habitual.

Procure atendimento médico com urgência se houver:

dor repentina e muito intensa, como um "trovão" na cabeça;

dor acompanhada de febre, rigidez no pescoço ou confusão mental;

perda de visão, visão dupla ou alteração neurológica;

fraqueza em um lado do corpo;

dificuldade para falar;

desmaio;

dor após queda, pancada ou traumatismo na cabeça;

dor que piora progressivamente;

dor que acorda durante a noite;

dor nova e intensa em pessoas que nunca tiveram esse tipo de sintoma.

Também é importante procurar avaliação se a dor de cabeça se tornou frequente, se está atrapalhando atividades diárias ou se mudou de comportamento de forma clara.

 

Hábitos que ajudam a prevenir dores de cabeça

Nem toda dor de cabeça pode ser evitada, mas alguns hábitos ajudam a reduzir a frequência e a intensidade das crises em muitas pessoas.

Entre eles:

manter horários regulares de sono;

beber água ao longo do dia;

evitar longos períodos em jejum;

fazer pausas durante o uso de computador e celular;

cuidar da postura;

reduzir excesso de cafeína e álcool;

praticar atividade física de forma regular, quando possível;

observar possíveis gatilhos;

controlar o estresse com estratégias realistas para a rotina.

Um diário de dor também pode ajudar.

 

Anotar quando a dor aparece, quanto tempo dura, onde dói, o que foi consumido no dia e quais sintomas vieram junto pode facilitar o diagnóstico e orientar melhor o tratamento.

 

O padrão da dor importa

A dor de cabeça pode ser apenas um incômodo passageiro, mas também pode revelar um padrão que merece atenção.

Observar onde dói, como a dor começa, quanto tempo dura, o que piora e quais sintomas acompanham a crise faz diferença.

Conhecer os principais tipos de dor de cabeça ajuda o leitor a entender melhor o próprio corpo, mas não substitui a avaliação profissional.

Se a dor é frequente, intensa, diferente do habitual ou limita atividades simples do dia a dia, procurar um médico é a atitude mais segura.

Em muitos casos, identificar corretamente o tipo de dor de cabeça ajuda tanto no alívio das crises quanto na prevenção de novos episódios.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/tipos-de-dor-de-cabeca-como-identificar-e-quando-procurar-ajuda-medica,4adc7d59abe6ecd73a75dfcddd0f4180ekqynsyr.html?utm_source=clipboard - Por: Enf. Raquel Souza de Faria / SaúdeLAB - Foto: SaúdeLAB