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domingo, 27 de setembro de 2026

O que causa o autismo? Especialistas explicam o papel da genética e outros fatores


Autismo é genético? Entenda o que a ciência já sabe sobre os genes, a família, a gravidez e outros fatores ligados à condição.

 

O autismo tem como base primária uma arquitetura genética complexa, envolvendo múltiplas combinações genéticas herdadas ou espontâneas, e não um gene único. Fatores gestacionais, como infecções ou uso de ácido valproico, podem elevar os riscos, mas em menor grau e sem agir isoladamente. A ciência descarta mitos como a influência de vacinas ou da criação familiar, reforçando que essa heterogeneidade genética e biológica faz com que cada indivíduo no espectro se desenvolva de maneira única.


Quando uma criança recebe o diagnóstico de autismo, é comum que a família tente entender por que isso aconteceu.

 

Pare de tentar adivinhar. Aprenda a entender o autismo, reconhecer os sinais e agir com segurança no dia a dia, mesmo que você ainda esteja perdido ou sem apoio profissional.

 

A dúvida pode levar a perguntas sobre a gravidez, o parto, doenças, medicamentos ou até mudanças percebidas nos primeiros anos de vida.

 

Uma revisão recente da National Autistic Society, baseada em dezenas de trabalhos científicos, reforçou uma informação importante sobre essa pergunta. A entidade passou a afirmar de forma explícita que o autismo é genético.

 

Mas o que isso significa na prática? Se os genes têm um papel tão importante, por que nem sempre existe outra pessoa autista na família? E por que irmãos, inclusive gêmeos, podem apresentar desenvolvimentos tão diferentes?

 

O que significa dizer que o autismo é genético

A resposta não está em um único ponto do DNA.

"Não há um único gene que possa prever ou explicar o autismo", afirma Fabricia Signorelli, psiquiatra especialista em TEA, TDAH e outros transtornos do neurodesenvolvimento.

Segundo a médica, o autismo envolve uma combinação de diferentes características genéticas. Algumas são comuns e podem atuar juntas. Outras são mais raras e podem ser herdadas da família ou surgir durante o desenvolvimento.

"O autismo tem uma arquitetura genética complexa", explica.

Em linguagem simples, isso significa que diferentes combinações de genes podem participar do desenvolvimento do autismo, e essa combinação não é igual em todas as pessoas.

É por isso que não existe um exame genético simples capaz de dizer se uma criança terá autismo.

Em algumas situações, porém, a investigação genética consegue identificar uma alteração específica. O resultado pode ajudar os médicos a compreender melhor aquele caso, acompanhar possíveis condições associadas e orientar a família.

A National Autistic Society ressalta que a ciência ainda não identificou todos os genes envolvidos no autismo. Portanto, afirmar que o autismo é genético não significa que já exista uma fórmula capaz de prever quem será autista.

 

E quando ninguém na família é autista

Se não há outro caso conhecido na família, ainda assim pode haver uma participação genética no autismo.

Algumas alterações genéticas surgem durante a formação do óvulo ou do espermatozoide ou nas primeiras etapas do desenvolvimento. São as chamadas alterações de novo, que não foram herdadas diretamente dos pais.

A National Autistic Society inclui essas alterações entre as possibilidades relacionadas ao autismo, embora sejam menos comuns.

Já ter um familiar autista aumenta a possibilidade de outro membro da família também estar no espectro. Isso não significa, porém, que o diagnóstico necessariamente se repetirá.

"Uma investigação genética bem indicada pode ajudar a refinar o aconselhamento sobre o risco de recorrência", afirma Fabricia.

A especialista cita uma estimativa média de recorrência entre irmãos de cerca de 10%. O risco pode ser maior quando já existem dois ou mais filhos autistas.

Isso significa que ter um filho autista aumenta a possibilidade de outro também estar no espectro, mas não permite prever o que acontecerá em uma próxima gestação.

 

Por que irmãos e gêmeos podem ser diferentes

Se a genética tem um papel tão importante no autismo, por que irmãos da mesma família podem ter desenvolvimentos tão diferentes?

Os gêmeos idênticos ajudam a entender essa questão. Eles compartilham praticamente todo o material genético, mas isso não significa que terão exatamente o mesmo desenvolvimento.

A National Autistic Society destaca que, mesmo entre eles, um pode ser autista e o outro não.

Mayra Gaiato, psicóloga e neurocientista especializada em autismo e desenvolvimento infantil, chama atenção para essa diferença. Segundo ela, mesmo quando a genética é praticamente a mesma, cada pessoa tem experiências e formas próprias de se desenvolver.

"Eles são pessoas diferentes, pensamentos diferentes, ações diferentes. E mesmo sendo criados pelos mesmos pais no mesmo lugar, o ambiente de cada um, a experiência de cada um, a forma como cada um recebe os estímulos também é diferente", afirma.

Em outras palavras, os genes têm um papel importante, mas não funcionam como um roteiro que determina sozinho como cada criança vai se desenvolver.

 

A gravidez também pode aumentar o risco?

A genética é a principal peça dessa história, mas alguns fatores relacionados à gestação também podem aumentar a probabilidade de autismo.

Isso não significa, porém, que esses fatores provoquem o autismo de forma isolada.

Entre os fatores com evidências mais fortes estão a rubéola durante o primeiro trimestre e a exposição ao ácido valproico durante a gravidez. A National Autistic Society destaca especificamente essas duas situações.

O ácido valproico, também chamado de valproato, é usado no tratamento de algumas condições, como epilepsia.

Segundo Fabrícia Signorelli, a associação entre a exposição ao medicamento durante a gestação e o aumento do risco de autismo é consistente nos estudos.

"A exposição ao valproato durante a gravidez está associada a cerca de três vezes mais risco de autismo", aponta.

Isso não significa que uma gestante deva interromper o medicamento por conta própria. Qualquer mudança no tratamento precisa ser discutida com o médico, considerando os riscos e benefícios para mãe e bebê.

Outros fatores também aparecem nas pesquisas, como prematuridade, baixo peso ao nascer, algumas infecções, idade parental mais avançada e determinadas complicações no nascimento.

Nesses casos, a relação é mais complexa. A presença de um desses fatores não permite afirmar que ele tenha causado o autismo.

A National Autistic Society ressalta que a contribuição desses fatores é muito menor do que a genética e que, na maioria das situações, eles não podem ser apontados isoladamente como responsáveis pelo autismo.

 

Vacina causa autismo?

Não há evidências científicas de que vacinas causem autismo.

A National Autistic Society inclui essa associação entre os mitos sobre as causas do autismo e destaca que a preocupação ganhou força nos anos 1990 a partir de uma pesquisa que posteriormente foi considerada fraudulenta.

 

Por que os sinais podem ficar mais claros por volta dos 2 anos?

Algumas crianças apresentam sinais desde os primeiros meses de vida. Em outras, as diferenças ficam mais perceptíveis conforme aumentam as expectativas sobre fala, interação social e desenvolvimento.

Também existem casos de regressão, quando a criança perde habilidades que já havia adquirido.

Quando isso acontece, os pais podem tentar encontrar uma explicação para a mudança.

"Muitas vezes, eles procuram um acontecimento para explicar aquilo que estão vendo naquele momento", afirma Mayra Gaiato.

É nesse contexto que entra a chamada poda sináptica. Durante o desenvolvimento, o cérebro fortalece algumas conexões entre as células nervosas e elimina outras. Esse processo faz parte da reorganização cerebral ao longo do crescimento.

Mayra relaciona esse período às mudanças que podem ficar mais evidentes por volta de 1 ano e meio a 2 anos. Na explicação da especialista, a poda não cria o autismo naquele momento, mas pode tornar mais visíveis dificuldades que já estavam presentes.

"Essa não é a causa, a poda só mostrou mais as dificuldades que já existiam", explica.

A regressão no autismo é reconhecida, mas os mecanismos envolvidos ainda são estudados. Por isso, essa explicação deve ser entendida dentro desse contexto.

Perceber os sinais com mais clareza nessa idade, portanto, não significa necessariamente que o autismo tenha começado naquele momento.

 

Os pais podem causar o autismo?

Não. A ideia de que a criação dos filhos provocaria autismo já foi abandonada pela ciência. Uma das teorias mais conhecidas do passado, a chamada "mãe-geladeira", chegou a atribuir a condição à falta de afeto materno.

Essa explicação não tem respaldo científico, mas a culpa familiar pode aparecer de outras formas até hoje.

Lucelmo Lacerda de Brito, doutor em Educação e pesquisador na área de autismo, chama atenção para esse problema.

"A ideia de que o autismo está relacionado diretamente à criação da família é um mito que historicamente produziu muita culpa", afirma.

Segundo o pesquisador, essa interpretação também pode aparecer no ambiente escolar, quando comportamentos de uma criança autista são atribuídos simplesmente à falta de limites ou de atenção dos pais.

"Muitas vezes, comportamentos considerados problemáticos acabam sendo atribuídos à família, especialmente quando a criança apresenta maiores necessidades de apoio", diz.

Para Lucelmo, essa interpretação pode dificultar a relação entre escola e família. Em vez de procurar o que está por trás de determinado comportamento e quais apoios podem ajudar, a discussão acaba concentrada na maneira como a criança é criada.

 

O que a genética explica sobre o autismo?

A ciência não aponta uma causa única para todos os casos.

O que a pesquisa recente reforça é o peso da genética. Não existe um único gene responsável, mas uma combinação complexa de características genéticas pode participar do desenvolvimento do autismo. Algumas são herdadas e outras podem surgir durante o desenvolvimento.

Alguns fatores relacionados à gestação também podem aumentar o risco, mas não devem ser confundidos com causas isoladas.

Essa complexidade ajuda a explicar por que pessoas autistas podem apresentar características e necessidades muito diferentes.

"O autismo é altamente heterogêneo", resume Lucelmo.

Em outras palavras, não existe uma única forma de ser autista. A genética ajuda a explicar como a condição se desenvolve, mas não permite prever exatamente como ela vai se manifestar em cada pessoa.

Por isso, entender a origem do autismo não deveria levar a família a procurar um culpado. O conhecimento sobre a genética é mais útil quando ajuda a compreender a condição e a identificar as necessidades específicas de cada criança.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/o-que-causa-o-autismo-especialistas-explicam-o-papel-da-genetica-e-outros-fatores,3cdd1c34c4a64b62f2d8dccd0d788ee9wjo2z2z3.html#google_vignette - Foto: SaúdeLab / SaúdeLAB

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

O corpo avisa antes de uma emergência? 7 sinais para procurar um médico imediatamente


Dor no peito, falta de ar, desmaio e alterações neurológicas podem ser confundidos com problemas passageiros, mas também podem indicar situações que exigem atendimento imediato

 

Identificar alterações súbitas no organismo é essencial para socorrer emergências a tempo. Sintomas fora do padrão habitual — como dor no peito, falta de ar repentina, sinais neurológicos de AVC, desmaios, dores de cabeça intensas, confusão mental e rápida piora do quadro geral — exigem atenção médica imediata. Diante de manifestações graves ou com risco iminente à vida, o tempo de resposta é crucial e a orientação fundamental é acionar o SAMU pelo 192 sem hesitar.

 

Nem toda emergência médica começa de maneira dramática. Em alguns casos, o organismo apresenta sinais que podem ser percebidos horas ou até mesmo antes de uma piora importante. Em outros, porém, a situação pode surgir de forma repentina, sem dar tempo para a pessoa reconhecer previamente o risco.

 

Por isso, mais importante do que esperar por um "aviso" do corpo é saber identificar mudanças súbitas ou sintomas fora do padrão habitual, principalmente quando aparecem com intensidade, persistem ou vêm acompanhados de outros sinais.

 

Segundo o médico emergencista Dr. Yuri Castro, reconhecer essas alterações pode fazer diferença na busca por atendimento e, em determinadas situações, ajudar a evitar complicações.

 

Abaixo, confira alguns sinais que merecem atenção.

 

1. Dor ou pressão no peito que não melhora

Uma dor no peito não deve ser automaticamente atribuída à ansiedade, má digestão ou esforço físico. Quando há sensação de pressão, aperto ou peso no peito, especialmente se o sintoma for persistente ou vier acompanhado de falta de ar, suor frio, náusea, tontura ou mal-estar intenso, é importante considerar a possibilidade de uma emergência cardiovascular.

 

A intensidade também não deve ser o único parâmetro: problemas cardíacos podem se manifestar de maneiras diferentes, principalmente em mulheres, idosos e pessoas com diabetes.

 

2. Falta de ar que aparece de repente ou foge do habitual

Ficar ofegante após um esforço intenso pode ser esperado. O sinal de alerta aparece quando a falta de ar é desproporcional à atividade realizada, surge repentinamente ou acontece mesmo em repouso. A situação merece ainda mais atenção quando vem acompanhada de dor no peito, lábios arroxeados, tontura, confusão, desmaio ou piora rápida do estado geral.

Por ser um sintoma também associado à ansiedade e crises de pânico, a falta de ar pode ser subestimada. A diferença é que não é seguro presumir a causa sem avaliar o contexto e os demais sintomas.

 

3. Rosto torto, fraqueza ou dificuldade para falar

Alterações neurológicas súbitas estão entre os sinais que exigem maior rapidez. Assimetria no rosto, fraqueza ou dormência em um lado do corpo, dificuldade para falar ou compreender, alteração repentina da visão, perda de equilíbrio e confusão podem indicar um acidente vascular cerebral (AVC).

Mesmo que o sintoma desapareça depois de alguns minutos, ele não deve ser ignorado. Uma melhora espontânea não significa necessariamente que o risco passou. Nesse tipo de situação, tempo é fundamental, e a recomendação é procurar atendimento emergencial imediatamente.

 

4. Desmaio ou perda súbita de consciência

Um desmaio pode ter causas relativamente simples, mas também pode estar relacionado a alterações cardíacas, neurológicas ou metabólicas. Por isso, perder a consciência sem uma explicação clara merece avaliação, principalmente quando o episódio acontece durante esforço físico ou é acompanhado por dor no peito, palpitações, falta de ar, convulsão, confusão após o episódio ou dificuldade para recuperar a consciência normalmente. A orientação é ainda mais importante quando o desmaio ocorre pela primeira vez ou se repete.

 

5. Uma dor de cabeça que surge de forma súbita e muito intensa

Nem toda dor de cabeça representa uma emergência. Porém, uma cefaleia que aparece abruptamente, com intensidade muito elevada e diferente do padrão habitual, deve ser investigada. O alerta aumenta quando a dor vem acompanhada de vômitos persistentes, desmaio, confusão, rigidez na nuca, alterações na visão, dificuldade para falar, fraqueza ou perda de sensibilidade. A chamada "pior dor de cabeça da vida", especialmente quando surge de maneira explosiva, é um sinal que não deve ser banalizado.

 

6. Confusão mental ou mudança repentina de comportamento

Uma pessoa que passa subitamente a não saber onde está, não reconhece familiares, apresenta dificuldade para responder perguntas simples, fica excessivamente sonolenta ou demonstra uma alteração importante de comportamento pode estar apresentando uma emergência.

Esse tipo de mudança pode estar relacionado a diferentes condições, como alterações neurológicas, infecções graves, alterações metabólicas ou intoxicações. Quando a mudança é repentina e não existe uma explicação evidente, é importante procurar atendimento.

 

7. Piora rápida de um quadro que parecia comum

Talvez um dos sinais mais importantes seja justamente a mudança de padrão. Uma infecção que evolui rapidamente com prostração intensa, dificuldade para respirar, confusão, desmaio ou piora importante do estado geral, por exemplo, merece atenção imediata. Isso também vale para uma pessoa que, mesmo sem apresentar inicialmente um sintoma considerado grave, passa a demonstrar uma deterioração rápida do estado de saúde.

Mais do que decorar uma lista de doenças, observar a evolução do quadro ajuda a reconhecer quando uma situação deixou de ser algo que pode ser acompanhado em casa.

 

Quando chamar o SAMU?

Em situações de suspeita de infarto, AVC, perda de consciência, falta de ar importante, convulsões ou outras condições em que exista risco de morte ou agravamento rápido, a orientação é acionar o SAMU pelo telefone 192.

Também é importante evitar transportar por conta própria uma pessoa que esteja inconsciente, com dificuldade importante para respirar ou apresentando sinais neurológicos súbitos, especialmente quando há possibilidade de piora durante o deslocamento.

 

O principal sinal de alerta é a mudança

O corpo nem sempre consegue "avisar" com antecedência que uma emergência está prestes a acontecer. Algumas condições evoluem silenciosamente e outras começam de maneira abrupta.

Por isso, segundo o médico emergencista Dr. Yuri Castro, reconhecer sintomas novos, intensos, súbitos ou diferentes do padrão habitual é uma das principais atitudes para não atrasar a procura por atendimento. Em uma emergência, esperar para ver se passa pode custar tempo precioso.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/o-corpo-avisa-antes-de-uma-emergencia-7-sinais-para-procurar-um-medico-imediatamente,e5302a9b213f68e34ef46bf4b96e0b41nt6gl8k8.html?utm_source=clipboard - Por Adriana Quintairos - Foto: PeopleImages | Shutterstock / Portal EdiCase

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Os sinais do corpo que podem indicar problemas de saúde


Cansaço persistente, alterações no sono, mudanças na pele e outros sintomas podem indicar que algo não vai bem

 

O corpo muitas vezes dá sinais antes de uma doença, como cansaço persistente, mudanças na pele, no sono, no peso ou no funcionamento intestinal. Embora nem todo sintoma indique um problema sério, alterações frequentes ou sem causa aparente merecem atenção médica para diagnóstico adequado. Entender os sinais do corpo é essencial para cuidar da saúde.

 

O corpo está sempre enviando sinais.

 

Alguns são passageiros. Outros podem indicar que existe algo errado.

 

Por isso, perceber mudanças no funcionamento do organismo é importante. Um sintoma isolado nem sempre significa uma doença. Mas alterações persistentes merecem atenção.

 

O corpo pode dar sinais antes de uma doença?

Sim, em alguns casos.

 

Mudanças no organismo podem aparecer antes de um diagnóstico. Isso acontece porque determinadas doenças provocam alterações que podem ser percebidas no dia a dia.

 

Porém, esses sinais não são específicos.

 

Cansaço, por exemplo, pode estar relacionado a noites mal dormidas. Também pode aparecer em quadros de anemia, alterações hormonais, infecções ou outras condições.

 

Por isso, não é possível identificar uma doença apenas pelos sintomas.

 

A avaliação médica é fundamental.

 

Cansaço que não passa

Sentir cansaço depois de um dia intenso é normal.

O alerta aparece quando a falta de energia persiste mesmo após períodos adequados de descanso.

O cansaço constante pode estar relacionado ao estresse e à falta de sono. Também pode acompanhar problemas como anemia, alterações da tireoide, infecções e outras condições de saúde.

Se o sintoma persiste ou interfere na rotina, procure avaliação profissional.

 

Mudanças no sono

Dormir demais ou ter dificuldade frequente para dormir também merece atenção.

Alterações no sono podem estar relacionadas ao estresse, ansiedade e mudanças na rotina.

Mas também podem aparecer em alguns problemas de saúde.

Roncar muito, acordar várias vezes durante a noite ou sentir sono excessivo durante o dia também são sinais que devem ser observados.

 

Alterações na pele

A pele pode apresentar mudanças quando algo está acontecendo no organismo.

Palidez, coceira persistente, manchas que surgem de forma inesperada ou feridas que não cicatrizam precisam ser avaliadas.

Uma mudança isolada não significa necessariamente doença.

O mais importante é observar evolução, duração e outros sintomas associados.

 

Mudanças no peso sem explicação

Perder ou ganhar peso sem alterar alimentação ou rotina pode ser um sinal importante.

A alteração pode ter diferentes causas.

Entre elas estão mudanças hormonais, problemas metabólicos, medicamentos e condições que afetam o apetite ou a absorção de nutrientes.

Por isso, mudanças significativas e sem explicação devem ser investigadas.

 

Alterações no intestino

O funcionamento intestinal também pode mudar.

Prisão de ventre, diarreia frequente, mudança persistente no formato das fezes ou presença de sangue são sinais que merecem atenção.

Essas alterações podem ter causas simples. Mas também podem estar relacionadas a doenças que precisam de diagnóstico.

 

Dores frequentes ou diferentes

Uma dor ocasional pode fazer parte da rotina.

Já uma dor persistente, intensa ou diferente do padrão habitual merece avaliação.

O mesmo vale para dores acompanhadas de febre, perda de peso, fraqueza ou outros sintomas.

Evite mascarar o problema constantemente com medicamentos sem orientação.

 

Falta de ar e palpitações

Falta de ar sem motivo aparente, palpitações frequentes ou dor no peito exigem atenção.

Em algumas situações, esses sintomas podem indicar problemas cardiovasculares ou respiratórios.

Dor no peito intensa, falta de ar importante, desmaio ou sinais de emergência exigem atendimento imediato.

 

Nem todo sinal significa doença

É importante evitar o autodiagnóstico.

Um sintoma pode ter muitas causas. Além disso, ansiedade e estresse também podem provocar manifestações físicas.

O acompanhamento médico ajuda a entender o que realmente está acontecendo.

 

Quando procurar ajuda?

Observe principalmente sintomas que:

 

Persistem por vários dias ou semanas.

Estão piorando.

Aparecem repetidamente.

Interferem nas atividades diárias.

Surgem acompanhados de outros sinais.

Não têm uma causa evidente.

Conhecer o próprio corpo não significa tentar descobrir doenças sozinho.

 

Significa perceber mudanças e buscar orientação quando necessário.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/os-sinais-do-corpo-que-podem-indicar-problemas-de-saude,81e1b9f88b3bdd505b015135d1252abfxxfwa63h.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Dificuldade para dormir? Veja hábitos alimentares que podem estar atrapalhando o seu sono


Embora a alimentação não seja a única responsável pelas dificuldades para dormir, escolhas feitas perto da hora de deitar podem influenciar o bem-estar e o descanso

 

Ter uma boa noite de sono envolve mais do que uma cama confortável. Ao longo do dia, diferentes fatores podem influenciar a forma como o corpo se prepara para o descanso, e a alimentação é um deles. Embora não existam alimentos que necessariamente causem insônia, alguns hábitos alimentares, principalmente no período que antecede o horário de dormir, podem dificultar o relaxamento e prejudicar a qualidade do sono.

 

"A resposta [ao alimento] varia de pessoa para pessoa, mas alguns hábitos podem favorecer desconfortos ou interferir na rotina de sono. Uma rotina alimentar equilibrada pode contribuir para o bem-estar geral, mas dificuldades frequentes para dormir não devem ser atribuídas somente à alimentação. Estresse, ansiedade, alterações na rotina, medicamentos e condições de saúde também podem interferir no sono", explica a nutricionista Mônica Magalhães, coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Unime Anhanguera.

 

A seguir, a especialista destaca 7 hábitos alimentares que podem atrapalhar o descanso. Confira!

 

1. Consumir cafeína no final do dia

Café, energéticos, alguns tipos de chá, refrigerantes à base de cola e outros produtos com cafeína podem aumentar o estado de alerta. Quando consumidos próximo ao horário de dormir, podem dificultar o início do sono em pessoas mais sensíveis. Por isso, quem percebe dificuldade para dormir pode avaliar a redução do consumo de bebidas com cafeína no período da tarde e da noite.

 

2. Fazer refeições muito pesadas à noite

Comer grandes quantidades de alimentos próximo ao horário de dormir pode causar sensação de estômago cheio e desconforto, dificultando o momento de relaxamento. Sempre que possível, refeições noturnas devem ser adequadas à rotina e às necessidades individuais, evitando exageros especialmente pouco antes de deitar.

 

3. Consumir alimentos muito gordurosos antes de dormir

Preparações muito gordurosas podem permanecer por mais tempo no processo digestivo e provocar desconforto em algumas pessoas. Quando isso acontece próximo ao horário de dormir, o descanso pode ser prejudicado. Observar como o organismo reage a determinados alimentos é uma estratégia útil para identificar o que pode estar interferindo no sono.

 

4. Exagerar em alimentos muito picantes

Alimentos muito condimentados ou picantes podem provocar azia, refluxo ou desconforto gastrointestinal em algumas pessoas. Esses sintomas podem se tornar mais incômodos quando a pessoa se deita logo após comer. Quem apresenta sensibilidade pode evitar esse tipo de preparação nas horas que antecedem o sono.

 

5. Consumir muito açúcar próximo ao horário de dormir

Doces, sobremesas e bebidas açucaradas podem fazer parte de uma alimentação equilibrada, mas o consumo excessivo, especialmente à noite, não é recomendado. Além disso, produtos ricos em açúcar não devem substituir alimentos mais nutritivos na rotina. O ideal é manter uma alimentação variada ao longo do dia e evitar exageros antes de dormir.

 

6. Beber muito líquido de uma só vez à noite

Manter-se hidratado é importante, mas ingerir grandes volumes de líquidos pouco antes de dormir pode aumentar a necessidade de levantar durante a noite para urinar. Distribuir a ingestão de água ao longo do dia pode ajudar a evitar esse excesso próximo ao horário de descanso.

 

7. Usar bebidas alcoólicas para "relaxar"

Embora o álcool possa provocar sonolência inicialmente, seu consumo pode prejudicar a qualidade do sono e favorecer despertares durante a noite. Por isso, não é recomendado utilizá-lo como estratégia para conseguir dormir.

 

Atenção aos sinais

De acordo com a nutricionista Mônica Magalhães, quando a dificuldade para dormir é frequente ou persistente, é importante buscar avaliação de um profissional de saúde para identificar as possíveis causas e receber orientação adequada.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/dificuldade-para-dormir-veja-habitos-alimentares-que-podem-estar-atrapalhando-o-seu-sono,b2afae3d27b192e9510ce3fa89eab6658su00dnu.html?utm_source=clipboard - Por Deiwerson Damasceno - Foto: New Africa | Shutterstock / Portal EdiCase

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Hipertensão: sinais, riscos e dicas de prevenção


A hipertensão costuma ser silenciosa, mas pode provocar sintomas quando a pressão sobe muito

 

Resumo

A hipertensão, conhecida como doença silenciosa, muitas vezes não apresenta sintomas, mas pode causar problemas graves como infarto e AVC. Sintomas como dor de cabeça, tontura e dor no peito, quando a pressão sobe muito, exigem atenção médica imediata. Medir a pressão regularmente e adotar hábitos saudáveis é essencial para prevenção e controle.

A hipertensão é uma doença crônica que afeta milhões de brasileiros. Apesar de ser um dos principais fatores de risco para infarto, AVC e insuficiência renal, ela costuma evoluir sem causar sintomas. Por isso, muitas pessoas só descobrem que têm pressão alta durante uma consulta ou ao medir a pressão por rotina.

 

Quando a pressão arterial sobe de forma importante, alguns sinais podem aparecer. Nesses casos, é fundamental procurar avaliação médica para identificar a causa e iniciar o tratamento adequado.

 

Quais são os sintomas da pressão alta?

Na maior parte do tempo, a hipertensão é considerada uma doença silenciosa. No entanto, quando os níveis da pressão arterial aumentam muito, podem surgir sintomas como:

 

Dor de cabeça.

Tontura.

Visão embaçada.

Zumbido no ouvido.

Dor no peito.

Fraqueza.

Sangramento nasal.

Esses sintomas não confirmam, por si só, o diagnóstico de hipertensão. Eles podem estar relacionados a outras condições de saúde. A única forma de saber se a pressão está elevada é medi-la corretamente.

 

Quando a pressão alta é considerada hipertensão?

De acordo com o Ministério da Saúde, a hipertensão é caracterizada por níveis de pressão arterial iguais ou superiores a 140/90 mmHg, popularmente conhecidos como "14 por 9", confirmados em avaliações médicas.

 

Já uma pressão em torno de 120/80 mmHg ("12 por 8") é considerada dentro da faixa normal para adultos.

 

Quando procurar atendimento imediatamente?

Alguns sintomas associados à pressão elevada podem indicar uma situação de urgência e não devem ser ignorados.

 

Procure atendimento médico imediatamente ou acione o SAMU (192) se houver:

 

Dor intensa no peito.

Falta de ar.

Desmaio.

Perda de força em um lado do corpo.

Dificuldade para falar.

Alteração súbita da visão.

Dor de cabeça muito intensa e diferente do habitual.

 

Esses sinais podem estar relacionados a complicações graves, como infarto ou AVC, e exigem avaliação médica urgente.

 

Quem tem maior risco de desenvolver hipertensão?

Diversos fatores aumentam o risco de pressão alta. Entre os principais estão:

 

Histórico familiar de hipertensão.

Envelhecimento.

Obesidade.

Consumo excessivo de sal.

Sedentarismo.

Tabagismo.

Consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Colesterol elevado.

Diabetes.

Estresse.

A adoção de hábitos saudáveis ajuda a reduzir o risco e também faz parte do tratamento de quem já recebeu o diagnóstico.

 

Como prevenir complicações?

Como a hipertensão geralmente não causa sintomas, medir a pressão regularmente é uma das principais formas de identificar a doença precocemente.

 

Além do acompanhamento médico, algumas medidas ajudam a controlar a pressão arterial:

 

Reduzir o consumo de sal.

Praticar atividade física regularmente.

Manter um peso adequado.

Evitar fumar.

Limitar o consumo de bebidas alcoólicas.

Seguir corretamente o tratamento prescrito pelo médico, quando necessário.

O ideia é que adultos meçam a pressão periodicamente, mesmo na ausência de sintomas. O diagnóstico precoce reduz o risco de complicações cardiovasculares e renais.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/hipertensao-sinais-riscos-e-dicas-de-prevencao,c9d7145c8870e732d2db17de98a9724b8gsadu3g.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Sinais de que seu cachorro pode precisar de cuidados veterinários


Mudanças no comportamento, no apetite e na rotina podem indicar que algo não vai bem com o seu pet

 

Cuidar da saúde do seu cachorro é essencial para garantir o bem-estar dele. Mudanças no apetite, comportamento ou níveis de energia podem indicar problemas. Atenção redobrada para sinais como dificuldade para respirar, vômitos frequentes ou coceira intensa. Consulte um veterinário em caso de sintomas persistentes ou graves e mantenha as consultas de rotina.

 

Quem tem um cachorro em casa sabe como é fácil perceber quando ele está diferente. Afinal, os pets fazem parte da família e, com o tempo, aprendemos a reconhecer seus hábitos e comportamentos.

 

Por isso, uma mudança na rotina pode chamar a atenção. Falta de apetite, cansaço e alterações no comportamento são alguns exemplos.

 

Mas será que esses sinais indicam que o cachorro está doente?

 

Nem sempre. Algumas mudanças podem ser passageiras. Outras, porém, merecem atenção.

 

Por isso, é importante observar o pet. Também vale procurar um veterinário quando os sinais persistirem ou aparecerem de forma intensa.

 

Confira alguns sintomas que não devem ser ignorados!

 

1. Falta de apetite

Seu cachorro sempre corre para o pote de comida? Então, uma mudança nesse comportamento merece atenção.

A perda de apetite pode acontecer por diferentes motivos. Estresse e mudanças na rotina são alguns exemplos.

Porém, ela também pode estar relacionada a problemas de saúde. Por isso, observe se o pet apresenta outros sinais.

Se a falta de apetite persistir, procure orientação veterinária.

 

2. Cansaço fora do normal

Todo cachorro precisa descansar. No entanto, uma mudança repentina na disposição pode ser um sinal de alerta.

Se o pet que costumava brincar e passear passa a ficar muito quieto, vale observar.

O cansaço também pode vir acompanhado de outros sintomas. Falta de apetite, dificuldade para respirar ou alterações no comportamento são alguns deles.

Nesses casos, a avaliação de um veterinário é importante.

 

3. Vômitos ou diarreia

Um episódio isolado pode acontecer. Porém, vômitos e diarreia frequentes não devem ser ignorados.

Esses sintomas podem ter várias causas. Entre elas estão mudanças na alimentação e ingestão de algo inadequado.

Também podem estar relacionados a problemas que precisam de tratamento.

Se os sintomas forem intensos ou persistirem, procure atendimento veterinário.

 

4. Mudanças no comportamento

Você conhece o jeito do seu pet melhor do que ninguém. Por isso, uma mudança repentina pode ser um sinal importante.

Um cachorro que fica mais agressivo pode estar sentindo dor. O mesmo vale para um animal que se esconde mais ou evita contato.

Ficar mais quieto também pode indicar que algo não está bem.

Observe essas mudanças. Se elas continuarem, converse com um veterinário.

 

5. Dificuldade para respirar

A respiração do cachorro também merece atenção.

Se o pet apresenta dificuldade para respirar, respiração muito acelerada ou esforço para puxar o ar, procure atendimento veterinário.

Esse tipo de sinal pode indicar um problema que precisa de avaliação rápida.

Por isso, não espere o sintoma piorar para buscar ajuda.

 

6. Coceira ou queda de pelos excessiva

Todo cachorro pode se coçar de vez em quando. A queda de alguns pelos também é normal em muitos animais.

Porém, quando a coceira fica intensa, algo pode estar errado.

O pet também pode apresentar vermelhidão, feridas ou falhas na pelagem.

Esses sinais podem estar relacionados a diferentes problemas de pele. Apenas um veterinário pode identificar a causa e indicar o tratamento adequado.

 

7. Mudanças na ingestão de água ou na urina

Você percebeu que seu cachorro está bebendo muito mais água do que o normal? Ou que começou a urinar com mais frequência?

Essas mudanças também merecem atenção.

Alterações na quantidade de água ingerida e na frequência da urina podem estar relacionadas a diferentes condições de saúde.

Por isso, observe a rotina do pet. Se notar uma mudança persistente, procure orientação veterinária.

 

Quando levar o cachorro ao veterinário?

Conhecer os hábitos do seu pet ajuda a identificar mudanças. Por isso, observe a alimentação, a disposição e o comportamento dele no dia a dia.

Alguns sinais exigem atenção imediata. Procure atendimento veterinário o quanto antes se o cachorro apresentar:

 

Dificuldade para respirar.

Desmaios.

Convulsões.

Sangramentos.

Sinais de dor intensa.

 

Nessas situações, não espere o sintoma passar ou piorar para buscar ajuda.

 

Além disso, não espere o cachorro apresentar sintomas para cuidar da saúde dele. Consultas de rotina também são importantes.

 

O acompanhamento profissional ajuda a prevenir problemas. Também permite identificar alterações antes que elas se agravem.

 

Afinal, nossos pets não conseguem dizer quando estão sentindo alguma coisa. Cabe a nós observar os sinais e oferecer os cuidados que eles precisam.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sinais-de-que-seu-cachorro-pode-precisar-de-cuidados-veterinarios,c56bcccd27416e2fb2a2107279cd361epwm0s3rn.html?utm_source=clipboard - Por: Kevilin Alves / Licenciado de Alto Astral - Foto: Shutterstock / Alto Astral

sexta-feira, 17 de julho de 2026

9 sinais que podem indicar um infarto


Alguns sintomas sinalizam bem claramente que há algo errado com o coração. Outros, no entanto, podem passar despercebidos, mas ainda assim são possíveis em quem está sofrendo um infarto.

 

As providências médicas nesses casos são extremamente importantes e quanto mais cedo melhor. Por isso, saber reconhecer os sintomas é essencial. Abaixo, listamos nove dos principais sinais do enfarte:

 

Dor no peito: o mais comum e importante dos sintomas. A dor ou pressão no peito pode irradiar para o lado esquerdo do corpo, afetando o ombro e até a mandíbula;

 

Suor frio: esse é um sinal de alerta, ele sempre vem acompanhado de outros sintomas;

 

Náuseas ou vômito: também considerado um sinal de alerta, o mal-estar gástrico é um sintoma causado pelo estado de alerta que o corpo entra quando a pessoa sofre um infarto;

 

Tosse seca: o infarto compromete, além do coração, os pulmões. Por isso, ele pode provocar uma tosse seca. Esse também é um sintoma que não surge sozinho;

 

Falta de ar: o mesmo comprometimento dos pulmões que causa a tosse também pode causar aquela dificuldade para respirar, com a sensação de respiração encurtada e falta de ar;

 

Desmaio: a arritmia ou a parada cardíaca, resultado do infarto, podem causar uma síncope, que provoca o desmaio;

 

Tontura: a baixa oxigenação no cérebro, ocasionada pelo batimento irregular do coração, pode causar tontura. Esse sintoma também não surge sozinho;

 

Fraqueza excessiva e repentina: esse é um sintoma não muito comum, mas também relatado por alguns pacientes;

 

Palpitações: como o enfarte provoca arritmia no coração a pessoa tem a sensação de que está tendo palpitações, com o coração batendo fora do compasso.

 

Vale lembrar que nem sempre um infarto vem acompanhado de dor no peito. Em mulheres e idosos, principalmente, esse é um sintoma não tão frequente quanto as pessoas imaginam.

 

Por isso, é preciso estar sempre atento e fazer avaliações periódicas para avaliar os riscos.

 

Fonte: https://www.h9j.com.br/blog/9-sinais-que-podem-indicar-um-infarto/