Mostrando postagens com marcador Doenças cardiovasculares. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Doenças cardiovasculares. Mostrar todas as postagens

domingo, 31 de maio de 2026

Seu coração pode estar dando sinais: 7 sintomas que muita gente ignora


Alerta para problemas cardíacos silenciosos: reconheça cansaço, falta de ar, dor no peito e inchaço nas pernas e proteja seu coração

 

Problemas no coração nem sempre aparecem de forma brusca. Em muitos casos, os primeiros sinais são discretos e facilmente atribuídos ao cansaço da rotina, ao estresse ou à idade. Por isso, entender os principais sinais de alerta de problemas cardíacos ajuda a reconhecer quando algo pode não estar bem e precisa de atenção profissional.

 

Doenças cardiovasculares podem se desenvolver ao longo de anos, sem provocar sintomas intensos. Pequenas mudanças no corpo, que parecem comuns no dia a dia, às vezes indicam que o coração está trabalhando além do limite ou recebendo menos sangue e oxigênio do que deveria. Observar esses sinais e buscar avaliação médica quando eles são persistentes ou incomuns é uma forma importante de cuidado com a saúde.

 

Quais são os sinais de alerta de problemas cardíacos mais comuns?

Entre os sinais que podem sugerir alterações no coração estão: cansaço excessivo, falta de ar, dor ou pressão no peito, palpitações, tonturas e inchaço nas pernas. Isolados, eles podem ter inúmeras causas, como anemia, problemas respiratórios, ansiedade ou efeitos de medicamentos. Porém, quando surgem sem explicação clara, aparecem em situações leves de esforço ou se tornam frequentes, passam a ser um alerta para possível doença cardíaca.

 

De forma geral, esses sintomas surgem porque o coração tem dificuldade para bombear o sangue, porque as artérias que o alimentam estão estreitadas ou porque o ritmo cardíaco está desorganizado. Em cada pessoa, a combinação de sinais pode variar, e é por isso que o acompanhamento médico, com exames, é essencial para confirmar a causa real.

 

Sintomas discretos: cansaço, falta de ar e desconforto no peito

O cansaço excessivo é um dos sinais de alerta de problemas cardíacos que mais passam despercebidos. Quando tarefas simples, como caminhar poucos quarteirões, subir poucos degraus ou realizar atividades domésticas comuns, passam a exigir pausas frequentes, pode haver dificuldade do coração em enviar sangue suficiente para músculos e órgãos. Em alguns casos, o cansaço aparece mesmo em repouso ou logo ao acordar, sem relação direta com noites mal dormidas ou esforço intenso.

 

A falta de ar também merece atenção, principalmente quando surge em atividades leves ou quando a pessoa precisa dormir com mais travesseiros para respirar melhor. Esse sintoma pode estar ligado ao acúmulo de líquido nos pulmões, situação que ocorre quando o coração não consegue bombear o sangue de forma eficiente. A sensação pode ser descrita como "aperto no peito" ao respirar fundo, respiração curta ou dificuldade para completar frases sem parar para puxar ar.

 

A dor ou pressão no peito é outro sinal clássico. Nem sempre aparece como dor intensa; muitas vezes é um peso, queimação, aperto ou desconforto no centro ou lado esquerdo do tórax. Em alguns casos, esse incômodo se espalha para o braço, costas, mandíbula ou pescoço. Quando surge durante esforço, estresse ou emoção forte e melhora ao descansar, pode indicar que o coração não está recebendo oxigênio suficiente, situação comum em quadros de angina e infarto.

 

Palpitações, tonturas e inchaço nas pernas: quando relacionar ao coração?

 

Palpitações são sensações de batimentos acelerados, "pulos" no peito ou coração batendo muito forte, mesmo em repouso. Em boa parte das vezes, estão ligadas a situações passageiras, como consumo excessivo de café, sono irregular ou ansiedade. No entanto, quando são frequentes, acompanhadas de mal-estar, fraqueza ou desmaio, podem indicar arritmias cardíacas, em que o ritmo do coração fica descompassado, rápido demais ou lento demais.

 

Tonturas e sensação de desmaio iminente também podem se relacionar ao funcionamento do coração. Quando o órgão não consegue manter um fluxo de sangue adequado para o cérebro, a pessoa pode sentir a visão escurecer, ficar com a cabeça "leve" ou perder a consciência por alguns segundos. Esse tipo de sintoma costuma ser mais preocupante quando aparece de forma súbita, sem mudança brusca de posição ou sem outra explicação evidente.

 

O inchaço nas pernas, principalmente nos tornozelos e pés, é outro sinal que muitas vezes é atribuído apenas ao calor, ficar muito tempo em pé ou sentado. Porém, quando o edema é diário, deixa marcas profundas ao pressionar a pele ou vem acompanhado de cansaço e falta de ar, pode indicar insuficiência cardíaca. Nessa condição, o coração perde parte da força para bombear, facilitando o acúmulo de líquido nas partes mais baixas do corpo.

 

Por que as doenças cardíacas evoluem de forma silenciosa?

Muitos problemas cardiovasculares se desenvolvem lentamente, ao longo de anos, sem dor intensa ou sintomas claros. Aumento da pressão arterial, acúmulo de placas de gordura nas artérias e alterações no músculo cardíaco podem progredir sem chamar atenção até atingirem um grau em que o organismo já se adaptou à nova condição. Por isso, o corpo vai enviando sinais discretos, como os descritos, que às vezes são confundidos com o processo natural de envelhecimento ou com cansaço temporário.

 

Fatores como sedentarismo, alimentação rica em sal e gordura, tabagismo, consumo excessivo de álcool, colesterol elevado, diabetes e histórico familiar aumentam o risco de doenças do coração. Em pessoas com esses fatores, os sinais de alerta de problemas cardíacos precisam ser observados com ainda mais cuidado, mesmo quando parecem leves.

 

Quando buscar avaliação médica diante de sinais de alerta?

A presença de um único sintoma não significa, por si só, que exista um problema grave. Ainda assim, a persistência, a intensidade e o momento em que surgem são pontos-chave para decidir quando procurar ajuda profissional.

 

Sintomas que aparecem repetidamente em pequenas atividades.

Desconforto no peito, falta de ar ou palpitações que surgem em repouso.

Tonturas, desmaios ou quase desmaios sem causa aparente.

Inchaço diário e progressivo nas pernas, associado a cansaço.

 

Nessas situações, a avaliação médica permite investigar se há relação com o coração por meio de exames como eletrocardiograma, teste ergométrico, ecocardiograma e exames de sangue. A identificação precoce de alterações possibilita ajustar hábitos de vida, iniciar tratamento quando necessário e reduzir o risco de complicações futuras, como infarto, AVC ou insuficiência cardíaca avançada.

 

Reconhecer os sinais de alerta de problemas cardíacos não significa viver em constante preocupação, mas entender melhor o próprio corpo. Ao notar sintomas persistentes ou diferentes do habitual, a busca por orientação profissional contribui para um cuidado mais seguro e informado com a saúde do coração.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/seu-coracao-pode-estar-dando-sinais-7-sintomas-que-muita-gente-ignora,21869d8a5e6de8c66704b7ea604c68c03drdhwav.html?utm_source=clipboard - Por: Carlos Vieira* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - Foto: Giro 10

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Cardiologista aponta riscos silenciosos ao coração


Doenças cardiovasculares seguem liderando mortes no mundo e reforçam a importância do check-up cardiológico


O início de um novo ano costuma vir acompanhado de metas de bem-estar, com muitas promessas de vida saudável e busca por atividades físicas. Mas, sem nenhum tipo de cuidados pré exercícios, podemos estar expostos a riscos que atingem a saúde e podem causar complicações graves.

 

Especialistas alertam que a prevenção e o diagnóstico precoce de problemas cardíacos merecem lugar permanente na agenda de saúde, garantindo que tudo seja feito de forma organizada e segura.

 

As doenças cardiovasculares seguem como a principal causa de morte no mundo. Cerca de 19,8 milhões de pessoas morrem todos os anos por problemas do coração, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

No Brasil, as doenças do coração também figuram entre as principais causas de óbito, representando cerca de 30% das mortes registradas no país anualmente, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

 

Para o cardiologista Tayene Quintella, referência em arritmias e com atuação em hospitais de ponta no estado do Rio de Janeiro, o começo do ano representa não apenas um momento simbólico, mas uma janela de oportunidade para reforçar a importância do acompanhamento cardiológico regular.

 

“O coração é um órgão resiliente, mas muitas alterações, como hipertensão não controlada, fibrilação atrial ou outras arritmias, podem decorrer lentamente e sem sintomas claros até que resultem em eventos graves, como infarto ou AVC. Por isso, consultas e exames periódicos não são luxo: são medidas de prevenção que salvam vidas”, afirma.

 

A hipertensão arterial, um dos principais fatores de risco cardiovascular, acomete grande parte da população adulta e pode passar despercebida sem aferições regulares de pressão. Além disso, o uso de exames complementares como eletrocardiograma, ecocardiograma e monitoramento de ritmo cardíaco, especialmente em pacientes com histórico familiar de doenças cardíacas ou com múltiplos fatores de risco, é fundamental para detecção precoce de alterações.

 

“Pacientes com histórico familiar de doenças do coração, diabetes, hipertensão, obesidade e tabagismo devem buscar avaliação médica com mais frequência. O check-up cardiológico permite identificar e tratar problemas antes que se tornem emergências”, destaca Quintella.

 

Especialistas também reforçam que fatores de risco comportamentais, como sedentarismo, alimentação inadequada, consumo excessivo de álcool e estresse crônico, contribuem significativamente para o desenvolvimento de patologias relacionadas à saúde do coração. Grande parte dessas doenças pode ser prevenida por meio de mudanças no estilo de vida e de um rastreamento contínuo dos principais indicadores de saúde cardiovascular.

 

“Os exames preventivos e o acompanhamento médico não apenas ajudam a reduzir o risco de complicações graves, como também permitem ajustar tratamentos ao longo do tempo, garantindo mais qualidade de vida ao paciente”, conclui o cardiologista.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/colunas/vida-em-dia/2026-01-14/cardiologista-aponta-riscos-silenciosos-ao-coracao.html - Por Roberta Nuñez

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

Saiba os sinais precoces de doenças cardiovasculares e como prevenir


Algumas doenças cardiovasculares possuem sintomas inespecíficos e é essencial estar atento a sinais precoces e realizar exames periódicos

 

Doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), somente neste ano, cerca de 300 mil pessoas morreram em decorrência de problemas no coração. A entidade revela que, em média, são mais de 1,1 mil mortes diárias, 46 por hora e uma a cada 1,5 minuto.

 

O infarto agudo do miocárdio, doença coronariana (obstrução das artérias), acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência cardíaca, arritmias, hipertensão arterial e doenças das válvulas cardíacas estão entre as principais e mais perigosas condições cardiovasculares.

 

“A principal causa de morte no Brasil é o infarto agudo do miocárdio. O controle dos fatores de risco reduz de forma muito significativa o risco de ter um infarto. É importante conscientizar os jovens da relevância de um estilo de vida saudável para que se possa viver mais e com melhor qualidade de vida”, afirma o médico cardiologista João Poeys Júnior, do Hospital DF Star.

 

Algumas doenças são graves e, por vezes, silenciosas, sendo descobertas somente quando estão em estágio avançado. Isso aumenta a dificuldade de tratamento e diminui as chances de recuperação. Por isso, é importante estar atento a sinais precoces comuns relacionados à condição.

 

É essencial ressaltar que a qualquer sintoma suspeito, um profissional médico deve ser procurado imediatamente.

 

Sinais precoces de doenças cardiovasculares

Dores e falta de ar

A dor no peito é um sintoma clássico de doença coronariana (obstrução das artérias). Além de “apertar” o peito, ela pode irradiar para o braço esquerdo, pescoço ou mandíbula. O incômodo costuma aparecer após esforços físicos ou situações de estresse.

 

Alguns pacientes, principalmente os idosos, podem apresentar sintomas atípicos, como dor abdominal, dor nas costas, náusea, cansaço excessivo e falta de ar.

 

“Os sintomas nos indivíduos mais velhos muitas vezes não são identificados. Essa população tem mais chance de ter sintomatologia atípica, sem expressar doença coronariana através de dor torácica. Frequentemente, apresentam desconfortos diferentes dos habitualmente descritos na literatura ou são assintomáticos para as doenças cardiovasculares, mesmo apresentando suas formas mais graves”, diz a médica cardiologista Ximena Ferrugem, do Hospital Brasília Águas Claras.

 

Cansaço sem motivo

Cansaço sem motivo aparente pode indicar que o coração está com dificuldade para bombear o sangue oxigenado para o restante do corpo, deixando músculos e tecidos mais fracos. O sintoma é comum em casos de insuficiência cardíaca.

 

Para a SBC, a prevenção e o tratamento adequado dos fatores de risco e das doenças do coração podem ser o suficiente para reverter quadros graves. Para isso, é necessário saber identificar os principais sintomas de problemas cardiovasculares e tratá-los, caso apresente algum deles

 

Dentre as doenças cardiovasculares que mais fazem vítimas fatais, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) se destaca. Ele é causado devido à presença de placas de gordura que entopem os vasos sanguíneos cerebrais. Entre os sintomas estão: dificuldade para falar, tontura, dificuldade para engolir, fraqueza de um lado do corpo, entre outros

 

A cardiomiopatia é outra grave doença que acomete o coração. A enfermidade, que deixa o músculo cardíaco inflamado e inchado, pode enfraquecer o coração a ponto de ser necessário realizar transplante. Entre os sintomas da doença estão: fraqueza frequente, inchaços e fadiga

O infarto do miocárdio acontece quando o fluxo sanguíneo no músculo miocárdio é interrompido por longo período. A ausência do sangue na região pode causar sérios problemas e até a morte do tecido. Obesidade, cigarro, colesterol alto e tendência genética podem causar a doença. Entre os sintomas estão: dor no peito que dura 20 minutos, formigamento no braço, queimação no peito, etc.

 

Tontura, pré-desmaio ou desmaio

Assim como cansaço sem motivo aparente, tonturas, pré-desmaios ou desmaios são condições que prejudicam o bombeamento sanguíneo, principalmente para o cérebro. Os incômodos estão associados à insuficiência cardíaca, arritmias e doenças das válvulas do coração.

 

Palpitações

Palpitações rápidas, fortes ou irregulares podem indicar a presença de arritmias cardíacas ou problemas nas válvulas cardíacas. No entanto, o consumo de cafeína, medicamentos e álcool, além de situações de estresse e ansiedade, também podem estar por trás do incômodo.

 

Fatores de risco

Algumas condições são preponderantes para aumentar o risco de problemas cardíacos, como colesterol alto, diabetes, tabagismo, sedentarismo, obesidade e estresse. O histórico familiar é outro fator importante.

 

“Peço muita atenção aos pacientes que tiveram casos de infarto, implantação de stent, cirurgia cardíaca ou morte súbita entre familiares próximos, como pais e irmãos. Pode haver uma predisposição genética para formação das placas de gordura e estes indivíduos podem ter um infarto mais precoce que o restante da população”, alerta Poeys.

O cardiologista ressalta que, para homens, o risco aumenta se o familiar manifestar sua doença antes dos 55 anos. Já para mulheres, a regra se aplica se a condição ocorrer em familiares antes dos 65 anos.

 

Como prevenir

Não há segredos para prevenir o risco de doenças cardiovasculares. O mais indicado é ter escolhas diárias simples e eficazes: manter uma alimentação equilibrada, reduzir o consumo de sal, açúcar e gordura, e priorizar frutas, verduras, legumes e fibras. Também é importante aliar a rotina alimentar à prática regular de atividades físicas.

 

Além disso, a realização de exames periódicos é essencial para diagnosticar qualquer condição antes de se tornar algo mais grave.

 

“Testes fornecem dados valiosos para médicos traçarem estratégias personalizadas de cuidado, reduzindo riscos de infarto e AVC. Por isso, é importante acompanhar junto ao médico de confiança eventuais alterações que possam ser tratadas precocemente”, reforça a endocrinologista Maria Helane Gurgel, do laboratório Exame Medicina Diagnóstica. 

 

Fonte: https://www.metropoles.com/saude/sinais-de-doencas-cardiovasculares - Jorge Agle - PM Images/Getty Images

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Estresse e má alimentação: entenda os riscos para o coração


Setembro é marcado pelo Setembro Amarelo, campanha nacional de prevenção ao suicídio e de conscientização sobre saúde mental. E a relação entre equilíbrio emocional, qualidade da alimentação e bem-estar do coração é cada vez mais evidente. Segundo especialistas, o estresse constante e hábitos alimentares inadequados podem aumentar significativamente o risco de doenças cardiovasculares.

 

A cardiologista, com especialização em nutrologia, Dra. Lívia Sant'Ana alerta que cuidar da mente e da nutrição é fundamental para proteger o coração. "O estresse prolongado gera aumento de hormônios como o cortisol e a adrenalina, que elevam a pressão arterial, favorecem inflamações e sobrecarregam o sistema cardiovascular. Quando isso se soma a uma alimentação rica em ultraprocessados, açúcares e gorduras ruins, o impacto é ainda maior", explica.

 

Como a rotina potencializa o estresse

A rotina acelerada, preocupações financeiras e pressões sociais têm feito crescer os índices de ansiedade e depressão no Brasil. Para a médica, essas condições não devem ser vistas apenas como problemas emocionais, mas também como fatores de risco para doenças cardíacas.

 

"O coração sente os reflexos da mente. Pessoas ansiosas ou em sofrimento psíquico tendem a ter alterações de sono, comer de forma compulsiva, abusar de cafeína ou álcool, e tudo isso contribui para picos de hipertensão, aumento de colesterol e arritmias", afirma Dra. Lívia.

 

Uma das estratégias apontadas pela especialista é usar a alimentação como ferramenta de prevenção. "Alimentos ricos em triptofano, como banana, aveia, nozes e sementes, ajudam na produção de serotonina, que melhora o humor e reduz a ansiedade. Da mesma forma, peixes ricos em ômega-3, vegetais verde-escuros e frutas cítricas contribuem para reduzir processos inflamatórios e proteger os vasos sanguíneos", explica.

 

Ela ressalta ainda a importância de evitar excessos de açúcar, frituras e comidas industrializadas. "Esses alimentos aumentam o risco de resistência à insulina, obesidade e acúmulo de gordura nas artérias, agravando os efeitos negativos do estresse no coração", acrescenta.

 

Pequenos - e importantes - passos

De acordo com a médica, pequenas mudanças de hábitos podem trazer grande impacto positivo.

 

"Práticas como meditação, exercícios físicos regulares, sono de qualidade e uma nutrição equilibrada não só controlam a ansiedade como também fortalecem a saúde cardiovascular. É um cuidado integrado: mente e corpo precisam estar em sintonia", destaca Dra. Lívia.

 

Para ela, o Setembro Amarelo é também um momento de lembrar que saúde mental e saúde física caminham juntas.

 

"Cuidar da mente é cuidar do coração. Procurar ajuda profissional diante de sinais de ansiedade intensa ou depressão é um ato de coragem e de prevenção, não apenas contra o sofrimento emocional, mas também contra doenças cardíacas que podem surgir como consequência", conclui.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/estresse-e-ma-alimentacao-entenda-os-riscos-para-o-coracao,d4c4b7b33bb819f88c33c03ba79f197fo3zfse45.html?utm_source=clipboard - Por: Sofia Tavares / Revista Malu - Foto: Revista Malu

quinta-feira, 18 de setembro de 2025

Setembro Vermelho alerta para riscos cardiovasculares


Doenças cardiovasculares são as principais causas de morte no Brasil

 

Dr. Raphael Boesche Guimarães, cardiologista do Instituto de Cardiologia do RS, reforça importância da prevenção e do diagnóstico precoce

 

A campanha Setembro Vermelho marca o mês de setembro como uma iniciativa nacional de conscientização sobre as doenças cardiovasculares. Apesar dos avanços na medicina, essas enfermidades continuam sendo a principal causa de morte no Brasil. Somente em 2024, mais de 237 mil pessoas perderam a vida em decorrência de infarto, AVC e insuficiência cardíaca. As complicações ligadas ao coração e à circulação causaram, ao todo, 552 mil mortes — quase dois terços dos óbitos registrados no país.

 

O cardiologista e intensivista Dr. Raphael Boesche Guimarães, do Instituto de Cardiologia do RS, afirma que medidas simples de prevenção poderiam evitar grande parte desses óbitos.

 

"A maioria das doenças cardiovasculares está associada a fatores de risco modificáveis, como hipertensão, colesterol elevado, tabagismo, diabetes, sedentarismo e obesidade. Com mudanças no estilo de vida e acompanhamento médico regular, é possível reduzir drasticamente as chances de complicações", explica o especialista.

 

Atenção aos sintomas

Segundo o Dr. Guimarães, estar atento a alguns sintomas pode ser decisivo para salvar vidas. "Dor no peito, falta de ar, palpitações, tontura, suor excessivo e náuseas são sinais que nunca devem ser ignorados. Muitas vezes, o atendimento rápido faz toda a diferença entre a vida e a morte", alerta.

 

O especialista reforça que hábitos saudáveis devem ser adotados desde cedo:

 

Praticar atividade física regularmente;

Manter uma alimentação equilibrada, rica em frutas, verduras e grãos integrais;

Reduzir o consumo de sal, açúcar e gorduras saturadas;

Evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool;

Controlar peso, pressão arterial, glicemia e colesterol.

 

"As doenças cardiovasculares não são apenas problema de idosos. Cada vez mais, vemos casos em pessoas jovens, muitas vezes por descuido com a saúde e falta de acompanhamento. Prevenir é muito mais eficaz do que tratar", ressalta o cardiologista.

 

A campanha Setembro Vermelho busca justamente reforçar esse compromisso com a prevenção. "A conscientização é fundamental para reduzir esses índices alarmantes. Se cada pessoa adotar pequenos cuidados diários, conseguiremos mudar o cenário e salvar milhares de vidas todos os anos", conclui o Dr. Guimarães.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/setembro-vermelho-alerta-para-riscos-cardiovasculares,b02394285e93941e59e4347111cad32auoexbcae.html?utm_source=clipboard – Por: Gabriela de Lisboa - Freepik Foto: Revista Malu

segunda-feira, 2 de junho de 2025

Quer viver uma década a mais? Controle 5 fatores de risco cardíaco


Estudo mostra que tabagismo, hipertensão, colesterol alto, diabetes e sobrepeso respondem por cerca da metade do impacto das doenças cardiovasculares na saúde

 

Eliminar cinco fatores de risco cardiovascular aos 50 anos aumenta a expectativa de vida em mais de uma década, mostra um novo estudo publicado no New England Journal of Medicine, conduzido pelo Global Cardiovascular Risk Consortium.

 

Sabe-se que cinco fatores clássicos - tabagismo, pressão alta, colesterol alto, diabetes e sobrepeso ou obesidade - respondem por cerca da metade do impacto das doenças cardiovasculares na saúde. No entanto, ainda não estava claro como eles afetam a expectativa de vida.

 

Para isso, os autores cruzaram dados sobre risco de doença cardiovascular e morte por qualquer causa de mais de dois milhões de participantes em 39 países, conforme a presença ou ausência desses fatores aos 50 anos.

 

A análise revelou que mulheres que não apresentam nenhum desses fatores desenvolvem doença cardiovascular 13,3 anos mais tarde e morrem 14,5 anos depois do que aquelas que têm todos os cinco. No caso dos homens, eles vivem livres de doença cerca de dez anos a mais e morrem 11,8 anos depois.

 

Segundo a cardiologista Fabiana Rached, do Hospital Israelita Albert Einstein, o estudo confirma algo que já se sabe, mas surpreende pela magnitude do impacto: "A diferença de mais de 10 anos na expectativa de vida e nos anos livres de doença cardiovascular entre quem tem e quem não tem os cinco principais fatores de risco aos 50 anos é expressiva e mostra com clareza como esses fatores impactam na saúde cardiovascular a longo prazo e em morte."

 

A especialista explica que o risco cardiovascular aumenta naturalmente com a idade, tanto em homens como em mulheres. No entanto, o estudo mostra que aqueles que chegam à meia-idade sem fatores clássicos continuam com um risco menor ao longo da vida, mesmo após essa fase.

 

Por isso, é essencial controlar esses fatores desde a juventude. "O acúmulo de risco cardiovascular é progressivo e silencioso. Muitas vezes os danos, como aterosclerose, já estão em curso décadas antes de um evento clínico, como infarto ou AVC [acidente vascular cerebral]. Controlar esses fatores desde cedo reduz não apenas o risco futuro, mas também aumenta a expectativa de vida e permite uma vida com qualidade." Mesmo quem tem um risco genético alto, pode minimizar o risco de problemas cardiovasculares adotando um estilo de vida saudável ainda jovem.

 

A boa notícia é que nunca é tarde para mudar o estilo de vida: "Mesmo intervenções feitas entre 55 e 60 anos, especialmente parar de fumar e controlar a hipertensão, ainda trazem ganhos significativos em anos de vida sem doenças cardiovasculares e sem morte precoce. Embora os benefícios possam ser maiores quando as mudanças são feitas mais cedo, sempre há espaço para ganhos na saúde", diz a médica.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/quer-viver-uma-decada-a-mais-controle-5-fatores-de-risco-cardiaco,2409a84c2741369acdea960f20af31634iwl0vtv.html?utm_source=clipboard - Gabriela Cupani

segunda-feira, 28 de abril de 2025

5 alimentos para ajudar a controlar a hipertensão arterial


O cuidado com a alimentação é essencial para evitar complicações da doença

 

Conhecida popularmente como pressão alta, a hipertensão arterial é uma condição que está entre os principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Conforme o Ministério da Saúde, cerca de 25% da população adulta convive com a doença, muitas vezes sem apresentar sintomas, tornando o diagnóstico precoce fundamental.

 

No Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, celebrado em 26 de abril, é importante reforçar que uma das principais formas de prevenção e controle da pressão alta se trata da adoção de uma alimentação mais saudável.

 

O nutrólogo e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), Prof. Dr. Durval Ribas Filho, explica que a alimentação tem impacto direto na saúde cardiovascular. "O consumo excessivo de sal e de ultraprocessados e a baixa ingestão de potássio são fatores que contribuem para o aumento da pressão arterial. E a obesidade e a resistência à insulina, muitas vezes associadas a uma dieta inadequada, elevam ainda mais os riscos", explica.

 

Conforme o médico, que é especialista Fellow da The Obesity Society (USA) e docente da pós-graduação CNNUTRO, o cuidado com a alimentação é fundamental. "Para auxiliar no controle da hipertensão, uma alimentação equilibrada deve ser baseada em alimentos naturais e ricos em nutrientes benéficos para o coração", afirma.

 

Por isso, abaixo, confira alimentos que ajudam o organismo a funcionar melhor e a manter a pressão sob controle!

 

1. Verduras, legumes e frutas

São fontes de potássio e magnésio, minerais importantes para equilibrar a pressão arterial. Entre as melhores opções, destacam-se: banana, abacate, laranja, espinafre e beterraba.

 

2. Grãos integrais

Arroz integral, quinoa e aveia ajudam no controle do peso e melhoram a resistência à insulina, fatores essenciais no manejo da hipertensão.

 

3. Oleaginosas e sementes

Castanhas, nozes, amêndoas, chia e linhaça são fontes de gorduras boas, que auxiliam na saúde dos vasos sanguíneos.

 

4. Laticínios com baixo teor de gordura

Iogurte e leite desnatados fornecem cálcio, mineral associado à regulação da pressão arterial.

 

5. Temperos naturais

Alho, cúrcuma, orégano e manjericão possuem propriedades anti-inflamatórias e servem como substitutos do sal, cujo consumo excessivo está diretamente ligado à hipertensão.

 

Mantenha hábitos saudáveis

O Prof. Dr. Durval Ribas Filho ressalta que, além da alimentação equilibrada, é essencial adotar um estilo de vida mais saudável, com a prática regular de atividades físicas, uma boa qualidade do sono e o controle do peso. "Pequenas mudanças no prato e na rotina podem fazer uma grande diferença na saúde do coração, na qualidade de vida e longevidade", conclui.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/5-alimentos-para-ajudar-a-controlar-a-hipertensao-arterial,9d68eae507adabbaa0872ab38eb5cdd6vp2r3zpg.html?utm_source=clipboard - Por Andréa Simões - Foto: Oleksandra Naumenko | Shutterstock / Portal EdiCase

sábado, 1 de fevereiro de 2025

Alto consumo de café pode colocar o coração em risco


Beber mais de 400 miligramas de cafeína diariamente na maioria dos dias da semana pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares em pessoas saudáveis, indica um estudo realizado no Zydus Medical College and Hospital in Dahod, na Índia.

 

Para este estudo, os pesquisadores recrutaram 100 indivíduos saudáveis com idades entre 18 e 45 anos por meio de amostragem aleatória. Eles mediram a pressão arterial e o pulso dos participantes e coletaram dados sobre sociodemográficos e ingestão diária de cafeína. Posteriormente, os participantes fizeram um teste de degrau de três minutos, seguido de medições de pressão arterial e frequência cardíaca um minuto e cinco minutos após o teste.

 

 Noventa e dois participantes concluíram o estudo; a maioria era do sexo masculino (62%), com mais de 30 anos (60%) e morava em áreas urbanas (79,3%). Entre os participantes, 19,6% foram identificados como consumindo mais de 400 mg de cafeína diariamente — o equivalente a quatro a cinco xícaras de café. Mulheres, pessoas que trabalham em cargos empresariais e de gestão e aquelas que residem em áreas urbanas mostraram associações significativas com maior ingestão diária de cafeína.

  

Uma xícara de 240ml de café tem entre 95 e 200mg de cafeína; uma lata de refrigerante de cola pode ter entre 35 e 45mg; uma lata de energético de 70 e 150mg; e entre 14 e 60mg em uma xícara de chá. A recomendação de consumo máximo de cafeína é de 400mg por dia.

 

No estudo, o consumo diário de mais de 600mg de cafeína correlacionou-se fortemente com frequência cardíaca elevada (100 batimentos por minuto) e pressão arterial (maior que 140/90 mm Hg) após cinco minutos de descanso após um teste de degrau de três minutos.

 

A ingestão frequente de mais de 600mg de cafeína por dia pode resultar em consequências de longo prazo, como aumento da ansiedade, insônia, enfraquecimento ósseo e fraturas, e acidez no estômago, ela observou, acrescentando que suor e palpitações também podem ocorrer. Além disso, pessoas em faixas etárias mais velhas podem ter condições cardiovasculares que afetam sua frequência cardíaca e pressão arterial.

 

American College of Cardiology Asia 2024.

 

Fonte: https://www.boasaude.com.br/noticias/20390/alto-consumo-de-cafe-pode-colocar-o-coracao-em-risco.html?utm_source=terra_capa_vida-e-estilo&utm_medium=referral#google_vignette



segunda-feira, 14 de outubro de 2024

Médica lista exercícios que melhoram a circulação sanguínea


Outra tese que reforça a necessidade de uma vida física ativa

 

Existem inúmeros impactos positivos dos exercícios físicos para saúde, não é mesmo? Ainda assim, há quem lida com dificuldade para aderir a um esporte e nesse sentido a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita vai indicar exercícios físicos para problema de circulação.

 

Saiba os exercícios físicos para problema de circulação

 

Aline pontuou que atividades que fortalecem os músculos da panturrilha são válidas para a circulação, pois essa é a musculatura responsável por bombear o sangue de volta para o coração para que seja reoxigenado nos pulmões.

 

“É uma via de mão dupla: a prática de exercícios melhora a circulação e uma boa circulação melhora o rendimento esportivo. Quanto mais você se exercitar melhor será seu condicionamento vascular. Então, a sensação de peso e cansaço também será menor”, disse.

 

Detalhe que não é necessário tornar-se um atleta profissional para melhorar a circulação. Inclusive, até mesmo os exercícios de baixo impacto já trazem benefícios.

 

“Por exemplo, a caminhada ajuda a melhorar a circulação nas pernas ao promover o crescimento de novos vasos sanguíneos e a contração da musculatura da panturrilha, com aumento da velocidade do fluxo do sangue nas veias e melhor retorno do sangue ao coração”, destacou a especialista.

 

Esportes aquáticos com musculação

Natação e hidroginástica possuem recomendação. “Todos os exercícios dentro da água, além de trabalharem a musculatura da perna, são excelentes atividades aeróbicas e contam com a pressão hidrostática da água, que funciona como uma drenagem linfática, ativando a circulação”, orientou.

 

A doutora esclareceu que além da queima de gordura e do ganho muscular, a musculação protege os ossos, melhora a postura, flexibilidade, resistência física e, principalmente, a circulação. Por ter exercícios intensos, deixa o coração mais ativo, normaliza a pressão sanguínea e combate o colesterol, o que protege o organismo de doenças cardiovasculares.

 

“Quem sofre com varizes deve enxergar a musculação como uma aliada ao tratamento, já que a hipertrofia da panturrilha é essencial para o controle da doença venosa, além de ser um ótimo modo de prevenir doenças como trombose e embolia pulmonar”, falou.

 

Dá para aliviar os sintomas decorrentes de problemas de circulação por meio de alguns cuidados simples, como uso de meias elásticas de compressão.

 

“As meias de compressão estimulam a circulação da perna. Ótimas para quem pratica atividades físicas regularmente. Para quem tem problemas circulatórios como varizes, a meia também é uma grande aliada no quesito conforto durante a atividade. Além disso, também pode ser usada após atividade física extenuante, pois ajuda na recuperação”, aconselhou.

 

Palavra final

“Apenas o profissional especializado poderá realizar uma avaliação para diagnosticar o que está afetando sua circulação e indicar quais tipos de exercícios você pode realizar, além de, se necessário, recomendar tratamentos específicos para o seu caso”, concluiu a Dra. Aline Lamaita.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/medica-cita-os-exercicios-que-melhoram-a-circulacao-sanguinea/ - By Guilherme Faber - Shutterstock


Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu: sermos chamados filhos de Deus, o que de fato somos! Por isso o mundo não nos conhece, porque não o conheceu.

1 João 3:1


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

Conheça o poder das frutas contra doenças cardiovasculares


Vitaminas e ação antioxidante desses alimentos são importantes para proteger o coração

 

A função do coração é enviar sangue rico em oxigênio para todas as células que compõem o organismo. Para isso, ele bombeia oxigênio e nutrientes por meio das artérias. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), cerca de 400 mil pessoas morrem por ano em decorrência de doenças cardiovasculares, o que corresponde a 30% de todas as mortes no país. “As principais vítimas são os indivíduos expostos aos fatores de risco isolados ou combinados por maior período de tempo”, alerta o cardiologista Bruno Ganem.

 

Alguns cuidados e hábitos do dia a dia podem reduzir significativamente os riscos de doenças cardíacas, como uma alimentação balanceada e a prática de atividades físicas. Algumas frutas podem ser grandes aliadas na prevenção de doenças do coração. “Algumas vitaminas presentes nas frutas se comportam como substâncias antioxidantes”, indica o cardiologista.

 

Antioxidantes contra radicais livres

O termo antioxidante é utilizado para denominar a função de proteção celular contra os efeitos danosos dos radicais livres. “As células do nosso corpo estão constantemente sujeitas a danos tóxicos pela formação de radicais livres, que são provenientes de reações que ocorrem na membrana das células, e são responsáveis pela ocorrência de diversas enfermidades e processos degenerativos do organismo humano”, explica Bruno Ganem.

Ainda segundo o médico, nas artérias do coração, os radicais livres podem provocar lesões na parede arterial, “que contribuem para a formação de placas de gordura e possível obstrução do vaso sanguíneo, que pode gerar o infarto do miocárdio. O papel dessas substâncias antioxidantes está em ‘capturar’ os radicais livres impedindo que eles provoquem danos celulares”, acrescenta o cardiologista.

 

Vitaminas importantes

Algumas vitaminas presentes nas frutas são mais eficazes na prevenção das doenças cardiovasculares. “Dentre os principais nutrientes que têm ação antioxidante no organismo estão as vitaminas A, C e E e os carotenoides, como o licopeno, que está presente nas frutas vermelhas, e o betacaroteno, que é precursor da Vitamina A”, lista Bruno Ganem.

 

Protegendo as artérias

O cardiologista explica que a eficiência da função dos antioxidantes presentes nas frutas depende da ingestão de quantidades adequadas do nutriente para que ele possa atuar diretamente na proteção do organismo.

“Tais compostos atuam protegendo os lipídeos, que são as gorduras, presentes na corrente sanguínea, da oxidação. É a oxidação da gordura que contribui para a formação de placas nas coronárias. Uma vez prevenindo tal oxidação, prevenimos o acúmulo de gordura e a formação de placas nas artérias”, ilustra Bruno Ganem.

 

Vantagens das vitaminas E e C

Segundo Bruno Ganem, a vitamina C também atua na integridade do tecido vascular, porque favorece a formação do colágeno, que confere elasticidade e preserva o vaso, protegendo-o de eventuais danos, além do efeito vasodilatador e anticoagulante.

“A vitamina E apresenta um efeito muito significante na prevenção das doenças das artérias do coração, também por evitar a oxidação das gorduras, porém, de forma ainda mais eficaz do que a Vitamina C”, finaliza.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-02-09/conheca-o-poder-das-frutas-contra-doencas-cardiovasculares.html - Redação EdiCase


Senhor, tem misericórdia de nós; temos saudades de ti. Seja a nossa força todas as manhãs, a nossa salvação na hora da angústia. (Isaías 33: 2)