Mais de 99% dos infartos têm fator de risco controlável, revela estudo; descubra como prevenir doenças cardíacas
Dados
publicados em 2025 pelo Journal of the American College of Cardiology trazem
informações relevantes sobre as doenças cardíacas. Pesquisadores revelaram que
mais de 99% dos eventos cardíacos graves apresentam pelo menos um fator de
risco modificável. Esse dado impactante reforça a necessidade de compreender e
abordar as causas que permanecem associadas aos infartos e doença cardíaca,
responsáveis por índices elevados de mortalidade no Brasil e no mundo.
Os fatores
de risco são conhecidos há décadas, porém a pesquisa recente oferece um olhar
atualizado em relação ao controle dessas condições. De acordo com o estudo,
tratar adequadamente hipertensão, tabagismo, colesterol elevado, diabetes,
obesidade e sedentarismo pode evitar a maioria absoluta dos casos. A evidência
científica sugere que intervenções direcionadas nesses pontos podem reverter o
cenário preocupante das doenças cardíacas.
Quais
fatores de risco podem ser controlados?
O
levantamento destacou elementos que se sobressaem por sua influência direta no
desenvolvimento de infartos. Entre eles, hipertensão arterial permanece como
principal vilão. A pressão elevada danifica os vasos sanguíneos, criando
condições propícias para entupimentos. O cigarro segue na lista, já que o
tabagismo acelera processos inflamatórios e aumenta o risco de formação de
placas nas artérias.
Outro
fator importante é o controle glicêmico. O diabetes mal manejado acelera a
aterosclerose, comprometendo a circulação. Sobrepeso e obesidade,
principalmente quando associados a baixos níveis de atividade física, também
elevam significativamente as chances de eventos cardíacos. O relatório ressalta
ainda a importância do combate ao colesterol alto, pois o acúmulo de gorduras
prejudica a saúde arterial.
Como
reduzir os riscos de infarto com pequenas mudanças?
Pequenas
atitudes diárias podem contribuir para um coração mais saudável. Quando falam
em prevenção, especialistas sugerem uma abordagem multiprofissional. Adotar uma
dieta rica em fibras, vegetais, carnes magras e reduzir o consumo de sal e
alimentos ultraprocessados aparece entre as principais recomendações. Além
disso, praticar atividade física regularmente contribui para o controle do peso
e regula a pressão arterial.
Parar de
fumar: O abandono do cigarro traz benefícios quase imediatos para o sistema
cardiovascular.
Fazer
check-ups: Monitorar pressão, glicose e colesterol permite identificar
anomalias precocemente.
Reduzir o
estresse: Técnicas de relaxamento, como meditação, favorecem o equilíbrio
emocional e a saúde do coração.
Manter-se
ativo: Caminhadas diárias e exercícios leves ajudam a prevenir complicações.
A
informação é peça essencial para a prevenção. As evidências reforçam que ações
simples feitas de forma contínua têm potencial para transformar estatísticas. A
adesão a hábitos saudáveis gera não só uma melhora individual, mas também um
impacto coletivo na saúde pública.
O que o
estudo do Journal of the American College of Cardiology revela sobre a
prevenção de infartos?
Os
resultados apontam que a atuação direta nos fatores modificáveis pode mudar o
curso da doença no mundo todo. O artigo destaca que a maioria dos infartos
ocorre em pessoas que acumulam dois ou mais dos elementos citados. Nesse
cenário, monitorar e tratar os riscos conhecidos é uma estratégia eficiente e
comprovada.
Identificar
fatores de risco presentes na rotina;
Acompanhar
periodicamente os indicadores de saúde cardiovascular;
Buscar
orientação de profissionais qualificados;
Implementar
mudanças progressivas no cotidiano.
O artigo
científico enfatiza o papel central de intervenções que buscam não apenas
tratar, mas principalmente prevenir complicações cardíacas. Ao valorizar
ajustes no estilo de vida, a tendência é observar redução nos índices de
infarto. Essa abordagem fortalece o compromisso com um futuro mais saudável
para pessoas de todas as idades.
Em 2025, o
conhecimento a respeito dos fatores que antecedem os infartos está mais
acessível e detalhado do que nunca. Assim, o engajamento coletivo e individual
se mostra indispensável para garantir maior qualidade de vida e diminuir a
incidência de doenças do coração.
Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/coracao-sob-alerta-os-fatores-que-antecedem-quase-todos-os-infartos,ffdbe36af1c3325d96b778fc85fd3407d5bqtu0k.html?utm_source=clipboard
- Por: Jonasmoura - com uso de inteligência artificial / Giro 10 -
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