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sábado, 27 de dezembro de 2025

Veja exercícios e hábitos saudáveis contra a gordura no fígado


Transforme sua saúde: exercícios e hábitos saudáveis contra a gordura no fígado, reduzindo riscos e melhorando seu bem-estar diário

 

A preocupação com a gordura no fígado tem crescido nos últimos anos, especialmente entre pessoas com rotina sedentária e alimentação desbalanceada. Esse acúmulo de gordura, conhecido como esteatose hepática, muitas vezes não causa sintomas no início, mas pode avançar de forma silenciosa. Por isso, mudanças no estilo de vida, como prática de exercícios físicos e adoção de hábitos saudáveis, são estratégias frequentemente recomendadas por profissionais de saúde.

 

Quando se fala em cuidar do fígado, muitos associam o problema apenas ao consumo de álcool, mas a chamada gordura no fígado não alcoólica está diretamente ligada ao excesso de peso, resistência à insulina e até ao estresse diário. A boa notícia é que ajustes na rotina, mesmo que graduais, tendem a ter impacto significativo na redução da gordura hepática e na melhora geral do metabolismo.

 

O que é gordura no fígado e por que merece atenção?

A gordura no fígado ocorre quando as células hepáticas passam a armazenar mais lipídios do que o órgão é capaz de processar. Em estágios iniciais, a esteatose costuma ser reversível com mudanças de hábitos. No entanto, se não houver intervenção adequada, esse quadro pode evoluir para inflamação, fibrose e outras complicações hepáticas.

 

Entre os principais fatores associados estão: alimentação rica em ultraprocessados, consumo exagerado de açúcares e gorduras saturadas, sedentarismo, sobrepeso, obesidade abdominal e algumas alterações hormonais. Pessoas com diabetes tipo 2, colesterol elevado ou síndrome metabólica apresentam risco maior de desenvolver gordura no fígado e por isso são frequentemente orientadas a acompanhar o fígado por meio de exames periódicos.

 

Nesse contexto, incorporar exercícios e hábitos saudáveis contra a gordura no fígado torna-se uma medida preventiva e também terapêutica. A combinação entre movimento regular, alimentação equilibrada e sono de qualidade costuma ser a base das recomendações médicas e nutricionais em 2025.

 

 

Mudanças simples na rotina ajudam a reduzir a esteatose hepática, mesmo sem perda de peso significativa, apontam especialistas – depositphotos.com / blasbike

Foto: Giro 10

Como os exercícios ajudam a diminuir a gordura no fígado?

Atividades físicas atuam diretamente no metabolismo da gordura e da glicose, o que favorece a redução da gordura hepática. Exercícios aeróbicos, como caminhada rápida, corrida leve, ciclismo e natação, aumentam o gasto calórico e estimulam o organismo a utilizar a gordura acumulada como fonte de energia. Já o treinamento de força contribui para ganhar massa muscular, o que melhora a sensibilidade à insulina.

 

Estudos recentes indicam que tanto a atividade aeróbica moderada quanto o treino resistido são benéficos no controle da esteatose hepática, mesmo sem perda de peso expressiva. A regularidade, porém, é apontada como um dos pontos mais importantes. Sessões esporádicas têm efeito limitado quando comparadas a uma rotina estável de exercícios ao longo da semana.

 

De forma geral, orientações comuns incluem:

 

 

Realizar ao menos 150 minutos semanais de exercício aeróbico moderado, divididos em 3 a 5 dias.

Incluir 2 a 3 sessões de treino de força, trabalhando grandes grupos musculares.

Adicionar atividades leves ao dia a dia, como subir escadas e caminhar em deslocamentos curtos.

Reduzir o tempo sentado, fazendo pequenas pausas ativas a cada 1 ou 2 horas.

Quais exercícios são mais indicados contra a gordura no fígado?

Não existe um único exercício obrigatório, mas algumas modalidades são frequentemente sugeridas por serem acessíveis e eficazes para combater a gordura no fígado. A caminhada rápida, por exemplo, pode ser realizada em espaços públicos, esteiras ou até em percursos próximos de casa. Para quem não está habituado, é comum iniciar com tempos menores e progredir week a week, de acordo com a orientação profissional.

 

Já a musculação e o treino funcional são aliados importantes, pois aumentam a massa muscular e favorecem o gasto energético mesmo em repouso. Exercícios com peso do próprio corpo, como agachamentos, flexões em variações adaptadas e pranchas, podem ser incluídos na rotina doméstica, desde que respeitando limitações individuais.

 

Alguns exemplos de exercícios úteis no combate à esteatose hepática incluem:

 

Caminhada acelerada: 30 a 40 minutos, de 3 a 5 vezes por semana.

Bicicleta ou bicicleta ergométrica: opção de baixo impacto para articulações.

Natação ou hidroginástica: indicadas para quem tem dores articulares ou sobrepeso importante.

Treino de força: musculação em academia ou circuitos com elásticos, halteres e peso corporal.

Alongamentos e mobilidade: complementam o treino, auxiliando na postura e prevenindo lesões.

 

Quais hábitos saudáveis ajudam a proteger o fígado?

Além dos exercícios, alguns hábitos diários são considerados fundamentais para reduzir a gordura no fígado e preservar a função hepática. A alimentação costuma ser um dos pilares centrais. Planos alimentares que priorizam frutas, legumes, verduras, grãos integrais, proteínas magras e gorduras boas, como azeite de oliva e oleaginosas, estão entre as abordagens mais indicadas por especialistas.

 

Ao mesmo tempo, recomenda-se limitar o consumo de bebidas açucaradas, doces, frituras, fast food e produtos ultraprocessados. Bebidas alcoólicas, mesmo em quantidades moderadas, precisam ser avaliadas individualmente, especialmente quando já existe diagnóstico de esteatose. A hidratação regular com água também auxilia o funcionamento do organismo como um todo.

 

Outros hábitos saudáveis relevantes incluem:

 

Manter horário regular de sono, favorecendo de 7 a 9 horas por noite para a maioria dos adultos.

Monitorar peso corporal e circunferência abdominal, quando possível com acompanhamento multiprofissional.

Realizar exames periódicos de sangue, como avaliação de enzimas hepáticas, colesterol e glicemia.

Gerenciar o estresse com práticas como respiração guiada, meditação, leitura ou hobbies relaxantes.

Evitar automedicação e uso indiscriminado de suplementos sem orientação.

 

Como colocar em prática uma rotina sustentável contra a gordura no fígado?

Para que os exercícios e hábitos saudáveis contra a gordura no fígado sejam mantidos a longo prazo, muitas pessoas optam por mudanças graduais. Em vez de alterar toda a rotina de uma vez, costuma ser mais efetivo estabelecer metas simples, como incluir uma caminhada curta após o trabalho ou substituir refrigerantes por água em parte dos dias da semana.

 

Ter acompanhamento profissional, quando disponível, ajuda a ajustar o plano de acordo com condições pré-existentes, como hipertensão, problemas articulares ou doenças metabólicas. Em diferentes países, diretrizes atuais reforçam a importância de combinar atividade física, alimentação balanceada e acompanhamento médico na prevenção e no tratamento da esteatose hepática.

 

Com ajustes consistentes no dia a dia, o fígado tende a responder de forma positiva, e exames de imagem e laboratoriais ao longo do tempo costumam refletir essa melhora. A adoção de um estilo de vida mais ativo e equilibrado, portanto, aparece como uma das principais estratégias para controlar a gordura no fígado em 2025 e nos próximos anos.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/veja-exercicios-e-habitos-saudaveis-contra-a-gordura-no-figado,b4125ed8a012c3e0b403f1316afe1a0bbeq7i1as.html?utm_source=clipboard - Por: Carlos Vieira* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / blasbike

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

Nutricionista revela segredos para ter mais qualidade de vida


A prática de exercícios físicos é fundamental para o bem-estar, mas sozinha ela não é capaz de garantir qualidade de vida absoluta

 

Quando falamos sobre qualidade de vida, a adoção de hábitos saudáveis é indispensável. No entanto, somente a prática regular de atividades físicas não é suficiente, apontam pesquisadores. Embora seja muito importante, ela não é capaz de compensar uma má alimentação. Por isso, é importante pensar em uma transformação completa de hábitos e comportamentos.

 

Como melhorar sua qualidade de vida

Um estudo da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Rhode Island afirma que programas que combinam dieta e exercício resultam em uma perda de peso 20% maior em comparação com a dieta sozinha. Além disso, se somar os dois a um sono de qualidade e o consumo adequado de água, o resultado não é apenas uma melhoria do funcionamento do organismo, mas também a prevenção de doenças. Isso, por sua vez, pode aumentar a longevidade e a qualidade de vida. Quem aponta é o nutricionista Matheus Motta, responsável pelo programa da Vigilantes do Peso no Brasil.

 

Matheus afirma que, com uma mudança positiva dos hábitos alimentares e a prática de atividade física, é possível sentir a resposta no corpo. Os efeitos são uma perda de peso saudável e sustentável, sono de qualidade, além de maior concentração e mais disposição. Isso porque todas essas mudanças estimulam a liberação de hormônios essenciais para nossa rotina, como serotonina e dopamina

 

Isso significa que, mais do que ajudar no controle de peso (reduzindo o risco de doenças como obesidade, hipertensão e diabetes), uma rotina ativa aliada a uma alimentação balanceada influencia na melhora da saúde mental, afastando os riscos de depressão e demência.

 

Alguns truques podem ajudar

Existem várias opções para quem deseja começar a se mexer e deixar de lado o sedentarismo. De simples caminhadas a aulas voltadas para modalidades específicas, como dança ou yoga, por exemplo. Para manter o foco, o que facilita é escolher algo com que realmente se identifique e que se encaixe com facilidade no dia a dia, aliando à uma alimentação balanceada, rica em nutrientes e vitaminas, e com baixo teor de açúcar, aconselha o profissional.

 

"Para a grande maioria das pessoas, a preocupação com um estilo de vida mais saudável, o bem-estar e a manutenção do peso está associada a restrições e privações de pequenos prazeres do dia-a-dia. Isso, na grande maioria das vezes, acaba fazendo com que desistam antes mesmo de começar. É importante poder contar com um plano alimentar flexível, que permite se alimentar de forma adequada, sem perder momentos prazerosos, como o VigilantesdoPeso", destaca o nutricionista.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/nutricionista-revela-segredos-para-ter-mais-qualidade-de-vida,ce5e862c53b994c7a7ad160aa3a762c0lizkks4m.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

terça-feira, 30 de setembro de 2025

8 hábitos para adotar e envelhecer com saúde


Especialistas de diferentes áreas da saúde apontam 8 atitudes que proporcionam uma vida mais saudável e feliz. Saiba quais hábitos adotar

 

Nunca é tarde para adotar hábitos que melhorem sua qualidade de vida e seu envelhecimento. De acordo com dados da Tábua de Mortalidade, apuradas pelo IBGE, a expectativa do brasileiro ao nascer em 2021 era de 77 anos. Esse número apresenta um acréscimo de cerca de 2 meses quando comparado à expectativa para o ano de 2020. 

 

Outros dados apresentados pelo IBGE mostram que, em 2021, pessoas com 60 anos ou mais eram 14,7% da população residente no Brasil, o que representa 31,23 milhões de pessoas. Uma outra projeção do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que, até 2100, a porcentagem de idosos no país subirá para 40,3% da população. 

 

Considerando esse cenário de envelhecimento da população, a preocupação com hábitos saudáveis se torna indispensável. Ter um estilo de vida equilibrado, com atenção para a saúde e o bem-estar, é essencial para que as pessoas vivam mais e, o mais importante, vivam melhor. Pequenas mudanças no dia a dia já podem trazer grandes benefícios para a saúde física e mental.

 

8 hábitos para envelhecer com saúde

Os especialistas em saúde e cofundadores do Longidade, canal com informações voltadas ao público 60+ e profissionais da saúde, listam 8 práticas que podem ser colocadas em prática em janeiro, e que irão transformar sua qualidade de vida e seu envelhecimento. Confira:

 

Praticar atividade física;

Cultivar momentos de contato com a natureza;

Manter uma alimentação saudável e equilibrada com alto consumo diário de água (cerca de 2L)

Falar sobre seus sentimentos com pessoas de confiança; 

Permitir aproveitar momentos de descanso e lazer;

Dormir no mínimo 7,5 horas por noite;

Tenha um ou mais propósitos com projetos futuros;

Cultivar relações de afeto significativas.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/8-habitos-para-adotar-e-envelhecer-com-saude,c7084d9130c5351e2ff6a7cf7ce0417cbpbwpxgw.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

quinta-feira, 18 de setembro de 2025

Setembro Vermelho alerta para riscos cardiovasculares


Doenças cardiovasculares são as principais causas de morte no Brasil

 

Dr. Raphael Boesche Guimarães, cardiologista do Instituto de Cardiologia do RS, reforça importância da prevenção e do diagnóstico precoce

 

A campanha Setembro Vermelho marca o mês de setembro como uma iniciativa nacional de conscientização sobre as doenças cardiovasculares. Apesar dos avanços na medicina, essas enfermidades continuam sendo a principal causa de morte no Brasil. Somente em 2024, mais de 237 mil pessoas perderam a vida em decorrência de infarto, AVC e insuficiência cardíaca. As complicações ligadas ao coração e à circulação causaram, ao todo, 552 mil mortes — quase dois terços dos óbitos registrados no país.

 

O cardiologista e intensivista Dr. Raphael Boesche Guimarães, do Instituto de Cardiologia do RS, afirma que medidas simples de prevenção poderiam evitar grande parte desses óbitos.

 

"A maioria das doenças cardiovasculares está associada a fatores de risco modificáveis, como hipertensão, colesterol elevado, tabagismo, diabetes, sedentarismo e obesidade. Com mudanças no estilo de vida e acompanhamento médico regular, é possível reduzir drasticamente as chances de complicações", explica o especialista.

 

Atenção aos sintomas

Segundo o Dr. Guimarães, estar atento a alguns sintomas pode ser decisivo para salvar vidas. "Dor no peito, falta de ar, palpitações, tontura, suor excessivo e náuseas são sinais que nunca devem ser ignorados. Muitas vezes, o atendimento rápido faz toda a diferença entre a vida e a morte", alerta.

 

O especialista reforça que hábitos saudáveis devem ser adotados desde cedo:

 

Praticar atividade física regularmente;

Manter uma alimentação equilibrada, rica em frutas, verduras e grãos integrais;

Reduzir o consumo de sal, açúcar e gorduras saturadas;

Evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool;

Controlar peso, pressão arterial, glicemia e colesterol.

 

"As doenças cardiovasculares não são apenas problema de idosos. Cada vez mais, vemos casos em pessoas jovens, muitas vezes por descuido com a saúde e falta de acompanhamento. Prevenir é muito mais eficaz do que tratar", ressalta o cardiologista.

 

A campanha Setembro Vermelho busca justamente reforçar esse compromisso com a prevenção. "A conscientização é fundamental para reduzir esses índices alarmantes. Se cada pessoa adotar pequenos cuidados diários, conseguiremos mudar o cenário e salvar milhares de vidas todos os anos", conclui o Dr. Guimarães.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/setembro-vermelho-alerta-para-riscos-cardiovasculares,b02394285e93941e59e4347111cad32auoexbcae.html?utm_source=clipboard – Por: Gabriela de Lisboa - Freepik Foto: Revista Malu

sábado, 26 de abril de 2025

10 dicas para prevenir e controlar a pressão alta


Manter hábitos saudáveis é essencial para evitar a hipertensão

 

A hipertensão arterial sistêmica (HAS), popularmente conhecida como pressão alta, é uma das principais causas de doenças cardiovasculares no Brasil e no mundo. Segundo o Ministério da Saúde, estima-se que um em cada quatro brasileiros seja hipertenso, muitas vezes sem saber. Silenciosa, a condição pode levar a infarto do miocárdio, AVC (acidente vascular cerebral), insuficiência renal e até morte súbita cardíaca.

 

"Controlar a pressão é um gesto de autocuidado com impacto direto na longevidade. É prevenir hoje para não correr contra o tempo amanhã", alerta a cardiologista Dra. Fernanda Andrade, especialista em saúde cardiovascular e promoção de hábitos de vida saudáveis.

 

Neste Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, confira 10 dicas para prevenir e controlar a pressão alta!

 

1. Monitore sua pressão regularmente

Mesmo sem sintomas, a pressão pode estar elevada. Aferições periódicas ajudam a identificar alterações precocemente. "A hipertensão é uma doença silenciosa, e o diagnóstico precoce salva vidas", reforça Dra. Fernanda Andrade.

 

2. Reduza o consumo de sal

O excesso de sódio é um dos principais vilões da pressão alta. Prefira temperos naturais e evite alimentos ultraprocessados. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é limitar o consumo a, no máximo, 5g de sal por dia.

 

3. Mantenha um peso saudável

O excesso de peso sobrecarrega o coração e contribui para a elevação da pressão arterial. Pequenas perdas de peso já geram grandes benefícios à saúde. Em geral, para cada 1 kg de peso perdido, a pressão arterial sistólica pode diminuir de 1 a 2 mmHg — especialmente em indivíduos com sobrepeso ou obesidade.

 

4. Pratique atividades físicas com regularidade

Exercícios aeróbicos, como caminhada, natação ou ciclismo, ajudam a regular a pressão, melhoram a circulação e fortalecem o coração.

 

5. Diga não ao cigarro

O tabagismo danifica os vasos sanguíneos e aumenta significativamente os riscos de infarto e AVC. Parar de fumar é uma das medidas mais impactantes para a saúde de quem tem hipertensão.

 

6. Modere o consumo de álcool

O excesso de bebidas alcoólicas pode elevar a pressão e prejudicar o fígado e o coração. "Equilíbrio é fundamental. Uma taça de vinho ocasionalmente não é problema, mas o abuso é perigoso", destaca a cardiologista.

 

7. Gerencie o estresse

Situações de estresse constante aumentam a liberação de hormônios que elevam a pressão arterial. Práticas como meditação, respiração consciente e momentos de lazer ajudam a proteger o coração.

 

8. Durma bem

A má qualidade do sono está diretamente associada à hipertensão. Procure manter uma rotina regular, com ambiente escuro, silencioso e sem interrupções.

 

9. Use medicamentos com orientação médica

Jamais se automedique. "Há dezenas de opções de tratamento, e só o médico pode indicar a mais adequada. Tomar remédios por conta própria pode ser perigoso", alerta a Dra. Fernanda Andrade.

 

10. Invista em uma alimentação equilibrada

Prefira alimentos ricos em potássio, magnésio e fibras, como frutas, verduras, leguminosas e cereais integrais. Reduza o consumo de gorduras saturadas e açúcar refinado.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/10-dicas-para-prevenir-e-controlar-a-pressao-alta,71b7bf49c63894d3056540af2f908f1aivjw6j2j.html?utm_source=clipboard - Por Sarah Monteiro - Foto: Rido | Shutterstock / Portal EdiCase

domingo, 13 de abril de 2025

Entenda a importância da atividade física para a saúde vascular


Hábitos saudáveis e exercícios ajudam a melhorar a circulação sanguínea

 

A boa circulação sanguínea é essencial para a saúde do organismo, pois distribui oxigênio e nutrientes para os tecidos. Para funcionar de maneira eficiente, a prática regular de atividades físicas é indispensável, já que estimula o fluxo sanguíneo e contribui para a prevenção de problemas vasculares.

 

Segundo o Dr. Thiago Villari, cirurgião vascular e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular da Regional São Paulo (SBACV-SP), a prática de exercícios físicos beneficia tanto as artérias quanto as veias.

 

"O movimento regular auxilia no controle de fatores de risco como obesidade, colesterol elevado, diabetes, hipertensão e estresse, além de prevenir doenças arteriais. No sistema venoso, fortalece a musculatura das pernas, especialmente das panturrilhas, melhora o bombeamento do sangue e reduz as chances de varizes, que afetam grande parte da população e causa dor, inchaço e problemas mais graves, como trombose e úlceras venosas", explica.

 

Perigos do sedentarismo

Passar longos períodos sentado ou em pé sem se movimentar aumenta a probabilidade de doenças cardiovasculares, favorecendo o acúmulo de gordura nos vasos sanguíneos. Esse quadro resulta em complicações graves, como acidente vascular cerebral (AVC), infarto e insuficiência renal. Em casos extremos, a má circulação pode levar a doenças arteriais que, se não tratadas, evoluem para amputações.

 

A permanência na mesma posição por horas seguidas compromete a circulação venosa, causa inchaço e aumenta o risco de varizes. Em situações mais graves, a trombose venosa profunda (TVP) é uma das principais preocupações. Esse problema está associado a diversos fatores de risco, como:

 

Histórico familiar ou pessoal da doença;

Uso de hormônios;

Imobilização prolongada;

Cirurgias;

Viagens de longa duração.

Embora o exercício físico não tenha relação direta com esses fatores, a mobilidade desempenha um papel essencial na prevenção. Alternar posturas, alongar as pernas e estimular a musculatura ajudam a evitar a formação de coágulos, além de reduzir significativamente o risco de trombose e suas consequências.

 

Exercícios benéficos para a saúde vascular

Todos os tipos de exercícios físicos são benéficos, desde que respeitem as condições individuais. O mais importante é escolher atividades que estimulem a circulação e favorecem o retorno venoso. Caminhada, musculação, pilates, bicicleta e natação estão entre as opções mais recomendadas, pois fortalecem a musculatura das pernas e impulsionam o sangue de volta ao coração.

 

Pacientes com desgaste articular ou artrose no quadril e membros inferiores se beneficiam de práticas corporais sem impacto, como natação e hidroginástica, que preservam as articulações e favorecem a circulação. Na terceira idade, movimentos de baixo impacto ajudam a prevenir inchaço, trombose e dores nas pernas, além de melhorar a mobilidade.

 

Como algumas condições exigem restrições, a orientação médica é essencial para garantir segurança e eficácia. A avaliação multidisciplinar inclui um ortopedista, essencial para orientar a escolha dos exercícios mais seguros. "Com uma avaliação adequada, é possível definir as melhores opções para cada caso", destaca o Dr. Thiago Villari.

 

Pequenas mudanças diárias fazem diferença

Optar por escadas em vez de elevadores, movimentar-se a cada duas horas e ativar a musculatura das pernas são atitudes acessíveis que também ajudam manter a circulação em equilíbrio. Mesmo em escritórios, alongamentos simples para os pés e panturrilhas auxiliam a manter o fluxo sanguíneo adequado e reduzem os riscos do sedentarismo prolongado.

 

Criar hábitos saudáveis desde cedo facilita a continuidade da atividade física ao longo da vida. Além de melhorar a disposição e o bem-estar, o exercício regular previne doenças crônicas. "Quanto mais cedo a prática se torna parte da rotina, maiores são os benefícios para a saúde e a qualidade de vida no futuro. Nunca é tarde para começar a se movimentar. Pequenas mudanças no dia a dia trazem grandes benefícios para a circulação e a qualidade de vida", conta o cirurgião vascular.

 

Outras medidas para manter a saúde vascular

Além da atividade física, mudanças no estilo de vida fortalecem a saúde vascular. Uma dieta rica em frutas, vegetais, fibras e gorduras saudáveis ajuda a manter a circulação eficiente. Evitar excesso de sal, açúcar e alimentos ultraprocessados, controlar o peso, a glicemia e evitar o tabagismo são medidas essenciais para a saúde do sistema circulatório.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/entenda-a-importancia-da-atividade-fisica-para-a-saude-vascular,dfd32b44e420865046d14590263ab4b79sk5azax.html?utm_source=clipboard - Por Elenice Costola - Foto: Drazen Zigic | Shutterstock / Portal EdiCase

sábado, 1 de março de 2025

8 hábitos para adotar agora e envelhecer com saúde


Especialistas de diferentes áreas da saúde apontam 8 atitudes que proporcionam uma vida mais saudável e feliz. Saiba quais hábitos adotar

 

Fevereiro está quase no fim, mas ainda dá tempo de colocar em prática aquele plano de ter uma vida mais saudável em 2025. Afinal, nunca é tarde para adotar hábitos que melhorem sua qualidade de vida e seu envelhecimento. De acordo com dados da Tábua de Mortalidade, apuradas pelo IBGE, a expectativa do brasileiro ao nascer em 2021 era de 77 anos. Esse número apresenta um acréscimo de cerca de 2 meses quando comparado à expectativa para o ano de 2020. 

 

Outros dados apresentados pelo IBGE mostram que, em 2021, pessoas com 60 anos ou mais eram 14,7% da população residente no Brasil, o que representa 31,23 milhões de pessoas. Uma outra projeção do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que, até 2100, a porcentagem de idosos no país subirá para 40,3% da população. 

 

Considerando esse cenário de envelhecimento da população, a preocupação com hábitos saudáveis se torna indispensável. Ter um estilo de vida equilibrado, com atenção para a saúde e o bem-estar, é essencial para que as pessoas vivam mais e, o mais importante, vivam melhor. Pequenas mudanças no dia a dia já podem trazer grandes benefícios para a saúde física e mental.

 

8 hábitos para envelhecer com saúde

Os especialistas em saúde e cofundadores do Longidade, canal com informações voltadas ao público 60+ e profissionais da saúde, listam 8 práticas que podem ser colocadas em prática em janeiro, e que irão transformar sua qualidade de vida e seu envelhecimento. Confira:

 

Praticar atividade física;

Cultivar momentos de contato com a natureza;

Manter uma alimentação saudável e equilibrada com alto consumo diário de água (cerca de 2L)

Falar sobre seus sentimentos com pessoas de confiança; 

Permitir aproveitar momentos de descanso e lazer;

Dormir no mínimo 7,5 horas por noite;

Tenha um ou mais propósitos com projetos futuros;

Cultivar relações de afeto significativas.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/8-habitos-para-adotar-agora-e-envelhecer-com-saude,4b421a0eaf146164f68155f5501e572dyq563b7z.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock

sábado, 21 de dezembro de 2024

10 alimentos incríveis para a saúde do coração


Cardiologista explica como uma dieta balanceada e rica em determinados alimentos bons para o coração faz a diferença

 

Segundo os dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 30% dos óbitos anuais ocorrem por doenças cardiovasculares. E o mais alarmante desse dado é que 80% dessas mortes poderiam ser evitadas por meio de hábitos saudáveis, incluindo uma alimentação mais balanceada.

 

"Há alimentos que agem como protetores do coração, ajudando a reduzir o risco de complicações graves, como infartos e AVCs, além de regular fatores como colesterol e pressão arterial", afirma Patrícia Oliveira, do Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês.

 

A ingestão de alimentos antioxidantes, ricos em fibras e gorduras saudáveis, por exemplo, contribui para a redução de inflamações no corpo, melhora a circulação e fortalece o sistema cardiovascular. Assim, confira a lista de 10 alimentos amigos do coração, selecionados pela nutricionista Juliana Meirelles, também do corpo clínico do Sírio-Libanês:

 

Alimentos essenciais para o coração

Salmão: rico em ácidos graxos ômega-3, que auxiliam na redução de triglicerídeos e melhoram a saúde das artérias

Abacate: fonte de gorduras monoinsaturadas e antioxidantes, que ajudam a diminuir o colesterol LDL e proteger o sistema cardiovascular

Aveia: com suas fibras solúveis, contribui para a redução do colesterol ruim (LDL) e melhora a função vascular

Frutas vermelhas: ricas em antioxidantes e flavonoides, como antocianinas, que protegem o coração contra o estresse oxidativo e ajudam a regular a pressão arterial

Castanha do Pará: possui selênio e vitamina E, que fortalecem o sistema cardiovascular, além de reduzir os níveis de colesterol ruim

Grão de bico e leguminosas: essenciais para a saúde do coração, essas fontes vegetais de proteínas e fibras ajudam a equilibrar os níveis de colesterol e controlar a pressão arterial

Azeite de oliva extravirgem: com seu alto teor de ácidos graxos monoinsaturados e antioxidantes, contribui para a proteção das artérias e redução da inflamação

Espinafre e vegetais de folhas verdes: ricos em potássio e fibras, ajudam a controlar o colesterol e reduzem o risco de doenças cardíacas

Tomate: fonte de licopeno, com ação antioxidante, que contribui para a proteção do coração e redução do colesterol

Chá verde: suas catequinas melhoram a função das artérias, reduzem o colesterol LDL e aumentam a proteção cardiovascular

 

Alimentos para evitar

Vale lembrar que, além de ingerir os alimentos listados acima, é importante evitar aqueles que fazem mal para a saúde do coração. "Evitar alimentos ricos em gorduras trans, como fast food, frituras e produtos ultraprocessados, é fundamental para reduzir o risco de doenças cardíacas", alerta a cardiologista Patrícia Oliveira.

 

Segundo ela, alimentos com alto teor de gorduras saturadas, como carnes processadas (bacon, salsichas e linguiças), laticínios integrais e refrigerantes, devem ser consumidos com moderação ou totalmente evitados, pois são conhecidos por elevar o colesterol LDL e a pressão arterial, além de contribuir para a obesidade e a inflamação crônica.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/degusta/alimentacao-com-saude/10-alimentos-incriveis-para-a-saude-do-coracao,5caa06273ab4184babfe9d0dd26cce35vrx87ihq.html?utm_source=clipboard - Por: Mayra Cardozo - Foto: Shutterstock / Alto Astral


Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.

Zacarias 4:6


sexta-feira, 11 de outubro de 2024

9 segredos para emagrecer com saúde


Perder peso de forma gradual e consistente é a melhor forma de evitar problemas de saúde e o famoso efeito sanfona

 

Muita gente fala em segredos para emagrecer, mas a verdade é que a perda de peso saudável e segura não exige muitos truques e soluções mágicas – apenas a adoção de hábitos mais saudáveis e o chamado déficit calórico, que acontece quando você come menos calorias do que gasta todos os dias.

 

Lembrando que cada corpo é único e reage de maneira diferente aos estímulos que damos a ele. Além disso, confira 9 passos para quem quer diminuir os números na balança, mas ainda priorizar a própria saúde:

 

1 – Entenda quando você realmente precisa comer

Atualmente, a gente escuta muito sobre o jejum intermitente. O hábito de jantar um pouquinho mais cedo e conseguir adiar o café da manhã pode ajudar sim algumas pessoas. E a ciência concorda com isso. Um estudo da Universidade da Califórnia, por exemplo, comprovou que reduzir as calorias habituais nesse período pode enxugar, em média, até 1,5 kg por mês.

 

Acontece que cada corpo é único. E não adianta seguir a recomendação de passar horas sem comer (ou então comer a cada duas ou três horas) se a estratégia não funciona para você. “Precisamos escutar mais o nosso corpo e nos alimentar de acordo com as necessidades dele. Às vezes, a pessoa não precisa de lanches intermediários entre as refeições. Já outras ficam com muita fome se fazem grandes intervalos e exageram no prato”, explica o endocrinologista Renato Zilli, do Hospital Sírio Libanês.

Os estudos também embasam essa ideia. Já foi descoberto que ficar muito tempo sem colocar nada na boca pode deixar o metabolismo mais lento, tirar a concentração, te deixar de mau-humor e ainda contribuir para escolhas nada saudáveis nas próximas refeições. O segredo então? Tentativa e erro. Preste atenção nos horários que você mais sente fome, e aqueles momentos em que você só come por hábito ou até mesmo gula. E adapte a sua rotina de lanches!

 

2 – Organize a vida — e as marmitas!

Tirar um tempinho no fim de semana para preparar as marmitas é uma ótima para quem não consegue manter o controle nos restaurantes por quilo. “Quando o cérebro se vê diante de inúmeras opções, tem uma tendência a escolher as mais saborosas e exagerar. Portanto, preparar marmitas serve para evitar as calorias desnecessárias e nos ajudar a manter a linha”, diz o médico.

Não gosta de comida requentada? Use alguns truques para deixar seus almoços mais saborosos. Dê preferência aos pratos frios como saladas, tortas ou legumes grelhados. Contudo, se você não quer abrir mão da comida quentinha, é melhor que ela tenha molho. Como o micro-ondas aquece por meio da agitação de partículas de água, os alimentos com molho esquentarão de forma eficiente e uniforme, sem aquele ressecamento.

Na hora de preparar a sua salada, opte por potes de vidro e comece sempre pelo tempero molhado (ou deixe-o separado). Assim, ele fica no fundo do recipiente e não entra em contato com as folhas — isso evita que elas murchem. Lembre-se sempre de adicionar alguma fonte de proteína (como frango desfiado ou tofu) para equilibrar os macronutrientes.

 

3 – Não jante tão tarde

“Estudos mostram que quando comemos tarde da noite, desregulamos nosso metabolismo — isso dificulta o emagrecimento”, diz Renato Zilli. E os lanchinhos da madrugada são os mais prejudiciais: um estudo da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, apontou que quando os alimentos são consumidos depois do jantar, o corpo fica pré-disposto a armazenar essas calorias como gordura, ao invés de queimá-las como energia. Isso leva não só ao ganho de peso, como também aumenta os níveis de açúcar no sangue e, consequentemente, o risco de doença crônica.

Além disso, vale prestar atenção no tipo de comida que você ingere em cada horário do dia. A carne, por exemplo, deve ser reservada para o almoço e evitada no jantar. Ela leva, em média, 5 horas para ser digerida. Então, comer antes de dormir pode prejudicar seu sistema digestivo. A mesma coisa serve para os carboidratos simples: eles geralmente são muito calóricos.

 

4 – Pratique o mindful eating

O endocrinologista explica que apesar de o mindful eating não alterar diretamente no ganho ou na perda de peso, ele pode contribuir para diminuir a ansiedade e os distúrbios alimentares que estão intimamente ligados a ela. “Uma técnica que adoto em consultório é pedir para os pacientes mastigarem mais e sentirem os sabores. Hoje em dia, estamos muito desconectados do que comemos. As comidas processadas e industrializadas possuem gostos fortes demais (são muito salgadas, açucaradas ou gordurosas). Isso acaba inibindo a percepção do paladar, olfato e até textura do alimento.”

E aí já viu: quanto menos percebemos o que colocamos na boca, mais comemos. Quando for ao restaurante, antes de fazer o pedido ou encarar o bufê, avalie o tamanho da sua fome. Você precisa de um prato leve ou reforçado? Está de TPM e quer uma sobremesa, então ok ir de salada como prato principal? A partir das respostas, escolha o prato sem culpa.

 

5 – Conte menos calorias!

Parece nada intuitivo, mas contar as calorias do dia pode não ser uma boa estratégia para você. Ficar controlando e fazendo as contas de todas as refeições e snacks dá um certo desânimo e leva à falta de motivação em algumas pessoas.

Além disso, basear-se somente nos números pode levar escolhas erradas. Uma refeição pequena em um fast food pode até conter aproximadamente a mesma quantidade de calorias que uma refeição em casa, por exemplo. Mas as duas são completamente diferentes com relação aos nutrientes, vitaminas e minerais que carregam — a segunda é bem melhor para o corpo.

“Cada um adota o que for melhor: vale bater foto de todos os pratos para analisar no fim do dia, preparar a marmita ou até fazer acordos em casa. Eu sempre digo que a melhor estratégia de emagrecimento é aquela que você consegue fazer sem grandes sofrimentos”, diz o endocrinologista.

Mas se você ainda acha que contar as calorias é a melhor opção para você, tenha em mente do quanto você gasta por dia. Esse número leva em conta duas coisas: a taxa metabólica basal — características fisiológicas como idade, peso, altura, sexo e estatura; e as atividades que realizamos diariamente (se trabalhamos em pé, ou se praticamos esportes). Peça ajuda a um profissional especializado para que você não faça a conta errada!

 

6 – Elimine o dia do lixo

Atire a primeira pedra quem nunca fez o dia do lixo . Durante a semana, você não sai da dieta por nada. Aí, não vê a hora de chegar o domingo para se jogar em todo tipo de besteira que tem vontade. Os especialistas desaprovam a estratégia. “Você estimula um comportamento nada saudável. Quando você adota o dia do lixo, entende que sofreu a semana toda e agora pode comer”, afirma o médico.

As refeições trash costumam ser pobres em nutrientes e ricas em calorias vindas do açúcar e da gordura. É melhor aderir a um cardápio mais flexível no dia a dia. Não se sinta culpada em comer um pedaço de bolo ou cometer um ou outro deslize, desde que a exceção não vire regra e a maior parte do tempo sua alimentação esteja equilibrada. E vem cá: seu corpo jamais deve ser comparado a uma lata de lixo, né!?

O ato de comer tem que ser prazeroso todos os dias. “Não é que a gente não pode comer nada que saia da dieta. Mas a gente esquece que a função da alimentação é nutrir o corpo, e não somente dar prazer”, explica Renato.

 

7 – Durma melhor

O sono adequado ajuda a regular hormônios e neurotransmissores relacionados à fome. “Trabalhos mostram que dormir adequadamente (não ter privação e nem distúrbios de sono) faz com que o peso reduzido quando uma pessoa é submetida a uma dieta seja, na sua maioria, por queima de ácidos graxos”, diz a especialista em nutrologia e terapia cognitiva Mariela Silveira, médica diretora do Kurotel . Ou seja, quem dorme melhor, queima mais gordura.

 

8 – Menos açúcar

Quanto menos carboidratos refinados, melhor! Não saia evitando frutas nem legumes, mas sim toda a forma de açúcar desprovido ou com pouca fibra. “Cortar o açúcar, massa branca, barrinhas de cereal refinado, biscoitos ou bolachas é absolutamente útil e importante. Quando menor o nível de açúcar circulante no sangue, menor o da insulina. O que, por sua vez, gera um menor depósito de gordura.”

 

9 – Faça musculação

Fazer exercícios aeróbicos é válido para garantir condicionamento cardíaco e pulmonar, além de melhorar a preservação dos telômeros (que estão ligados à longevidade).

Entretanto, quando falamos em emagrecimento, a peça-chave é a musculação. “O músculo tem um papel endócrino fundamental que atua na regulação de hormônios como o GH, cortisol e insulina. Após a musculação, o metabolismo fica ativado por muito mais tempo do que quando se faz uma caminhada, por exemplo”, Mariela explica. Desse modo, o gasto calórico é maior e o emagrecimento também. “Musculação é fundamental para fazer parte da vida de quem quer emagrecer. Aproveite o tempo livre para usar menos a tela e se movimentar mais!”

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/boa-forma/2024-10-08/9-segredos-para-emagrecer-com-saude.html - Amanda Panteri


Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando vocês mesmos.

Tiago 1:22