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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Estes são os seis órgãos mais importantes do corpo humano e suas funções


Entre todos os sistemas do corpo humano, alguns órgãos recebem destaque por serem essenciais para a manutenção da vida. Veja quais são os seis que lideram essa lista e quais as suas funções.

 

Entre todos os sistemas do corpo humano, alguns órgãos recebem destaque por serem essenciais para a manutenção da vida. Afinal, esses órgãos participam de funções como controle dos movimentos, circulação do sangue, oxigenação, digestão, filtragem de impurezas e coordenação de praticamente todas as atividades do organismo. Portanto, ao observar o funcionamento conjunto dessas estruturas, fica mais claro por que certos órgãos são prioritários quando se fala em saúde e em intervenção médica.

 

Ao abordar os seis órgãos humanos mais importantes, especialistas mencionam cérebro, coração, pulmões, fígado, rins e pâncreas. Afinal, cada um deles executa tarefas específicas, mas todos se conectam de maneira direta ou indireta. Assim, a interrupção completa do funcionamento de qualquer um desses órgãos, sem suporte médico correto, representa risco imediato à vida. Portanto, isso reforça a relevância de compreender suas funções principais e os cuidados básicos associados a cada um.

 

O cérebro é o centro de comando do corpo humano. Ele processa informações sensoriais, coordena movimentos, regula temperatura corporal, sono, fome e diversas outras funções automáticas

 

Quais são os seis órgãos humanos mais importantes?

A palavra-chave neste contexto é órgãos humanos mais importantes, expressão que se refere àquelas estruturas sem as quais o corpo não consegue manter o equilíbrio interno. De forma geral, seis órgãos aparecem como vitais: cérebro, coração, pulmões, fígado, rins e pâncreas. Eles atuam na coordenação do sistema nervoso, na circulação sanguínea, na respiração, no metabolismo de nutrientes, na filtragem do sangue e no controle de hormônios fundamentais.

 

Esse grupo de órgãos vitais trabalha em sincronia. Assim, o cérebro regula batimentos cardíacos e respiração; o coração leva oxigênio e nutrientes a todas as células; os pulmões garantem a troca gasosa; o fígado participa da digestão e da desintoxicação; os rins filtram o sangue e equilibram líquidos. Por fim, o pâncreas produz hormônios que influenciam diretamente o uso da glicose, entre outras funções. Por isso, alterações graves em um deles costumam repercutir nos demais.

 

Cérebro e coração: comando e bombeamento do corpo

O cérebro é o centro de comando do corpo humano. Ele processa informações sensoriais, coordena movimentos, regula temperatura corporal, sono, fome e diversas outras funções automáticas. Além disso, controla atividades conscientes, como fala, memória e raciocínio. Mesmo em repouso, o cérebro consome uma parcela significativa do oxigênio e da energia disponíveis no organismo, o que mostra a intensidade de seu funcionamento contínuo.

 

O coração, por sua vez, atua como bomba muscular encarregada de impulsionar o sangue através dos vasos sanguíneos. Esse fluxo garante que oxigênio e nutrientes cheguem aos tecidos e que substâncias como dióxido de carbono sejam transportadas de volta para serem eliminadas. A regularidade dos batimentos e a integridade das artérias e veias são fatores decisivos para o bom desempenho cardiovascular. Em muitos casos de emergência médica, as manobras iniciais procuram justamente restabelecer ou preservar essas duas funções centrais: atividade cardíaca e atividade cerebral.

 


Cérebro: coordena funções voluntárias e involuntárias.

Coração: mantém a circulação do sangue em todo o corpo.

Interação: o cérebro controla a frequência cardíaca por meio de sinais nervosos.

 

Pulmões, fígado e rins: respiração, metabolismo e filtragem

Na lista de órgãos humanos mais importantes, os pulmões ocupam posição central por garantirem a entrada de oxigênio e a saída de dióxido de carbono. O ar inspirado chega aos alvéolos pulmonares, pequenas estruturas onde ocorre a troca gasosa com o sangue. Essa etapa é fundamental, pois o oxigênio é utilizado pelas células na produção de energia. Qualquer comprometimento sério dessa troca interfere rapidamente em todo o organismo.

 

O fígado é um dos maiores órgãos internos e participa de uma série de processos metabólicos. Entre suas funções estão a produção de bile, que auxilia na digestão de gorduras, o armazenamento de glicogênio, a síntese de proteínas importantes para o sangue e a transformação de substâncias potencialmente tóxicas em compostos que podem ser eliminados. Já os rins filtram continuamente o sangue, removendo resíduos metabólicos e excesso de líquidos, formando a urina. Além disso, ajudam a regular a pressão arterial e o equilíbrio de sais minerais, como sódio e potássio.

 

Pulmões: responsáveis pelas trocas gasosas essenciais.

Fígado: central no metabolismo e na desintoxicação do organismo.

Rins: filtram o sangue e controlam o volume de água e sais.

 

Qual é o papel do pâncreas entre os órgãos vitais?

O pâncreas é frequentemente lembrado por sua participação no controle da glicose no sangue, o que o coloca entre os órgãos humanos mais importantes. Ele produz hormônios como insulina e glucagon, que ajudam a manter a taxa de açúcar dentro de uma faixa adequada. Quando esse equilíbrio se rompe, surgem distúrbios como o diabetes, que pode afetar olhos, rins, vasos sanguíneos e nervos a longo prazo.

 

Além da função hormonal, o pâncreas também exerce papel relevante na digestão. Ele libera enzimas que atuam na quebra de gorduras, proteínas e carboidratos no intestino delgado, facilitando a absorção dos nutrientes. Dessa forma, o órgão conecta o sistema digestivo ao sistema endócrino, deixando claro por que é considerado um componente estratégico para o bom funcionamento geral do organismo.

 

Cuidado e preservação dos principais órgãos humanos

Ao analisar os seis órgãos humanos mais importantes, observa-se que todos dependem de hábitos diários para se manterem em bom estado. Alimentação equilibrada, hidratação adequada, sono regular e acompanhamento médico periódico são práticas que contribuem para reduzir o desgaste desses sistemas. Medidas como evitar o tabagismo ajudam diretamente os pulmões e o coração; o controle do consumo de álcool está relacionado à proteção do fígado e do pâncreas; e a atenção à pressão arterial e à glicemia auxilia na preservação dos rins e das artérias cerebrais.

 

Mesmo com diferenças individuais, a preservação de cérebro, coração, pulmões, fígado, rins e pâncreas está associada a uma maior chance de envelhecimento saudável. A informação sobre o papel de cada órgão permite identificar sinais de alerta com mais rapidez e buscar atendimento profissional em tempo oportuno. Esse conhecimento não substitui o diagnóstico médico, mas funciona como base para escolhas mais conscientes ao longo da vida.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/estes-sao-os-seis-orgaos-mais-importantes-do-corpo-humano-e-suas-funcoes,01c61cf26b1711de61034ac13e1d9082922gf00s.html?utm_source=clipboard - Por: Valdomiro Neto* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / vampy1 - depositphotos.com / magicmine

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Dia do Fisioterapeuta – 13 de outubro


O dia 13 de outubro é celebrado no Brasil como o Dia do Fisioterapeuta, data que marca a regulamentação da profissão pela Lei nº 6.316, de 1975, que criou o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO/CREFITO).

 

A história da Fisioterapia no país está intimamente ligada a momentos de crise na saúde pública, principalmente à epidemia de poliomielite que ocorreu na primeira metade do século XX, deixando muitas pessoas com sequelas motoras e a necessidade urgente de reabilitação. Outro marco importante foi a Segunda Guerra Mundial, que aumentou a demanda mundial por profissionais capazes de tratar soldados feridos e civis lesionados.

 

Desde então, a Fisioterapia deixou de ser vista apenas como um recurso auxiliar da medicina e passou a se consolidar como uma profissão autônoma, de nível superior, com campo próprio de atuação.

 

A importância do fisioterapeuta vai além da reabilitação após traumas, cirurgias ou doenças. O profissional atua também na prevenção de lesões, na promoção da saúde, na melhora da funcionalidade e qualidade de vida, estando presente em diversas áreas: ortopedia, neurologia, cardiorrespiratória, esportiva, dermatofuncional, geriatria, pediatria, saúde coletiva e até mesmo em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

 

Nos últimos anos, a Fisioterapia vem crescendo e se expandindo graças a fatores como:

maior inserção no Sistema Único de Saúde (SUS);

valorização em equipes multiprofissionais;

reconhecimento de novas especialidades pelo COFFITO;

aumento da busca por qualidade de vida, prevenção e envelhecimento saudável;

presença marcante no esporte de alto rendimento e também no cuidado da população em geral.

 

Assim, celebrar o Dia do Fisioterapeuta é reconhecer uma profissão que devolve autonomia, movimento, dignidade e bem-estar às pessoas. O fisioterapeuta é agente fundamental de saúde, cuidando não apenas da recuperação, mas também ajudando cada indivíduo a viver melhor em todas as fases da vida.

 

Por Monique Estefanny Souza da Costa– fisioterapeuta - Crefito 337065-F

sábado, 3 de maio de 2025

Veja a importância da avaliação médica antes da atividade física


Essa etapa é importante para identificar possíveis limitações físicas ou problemas que exigem cuidados específicos

 

Praticar atividade física regularmente é essencial para manter o corpo saudável, melhorar o condicionamento físico e prevenir diversas doenças. No entanto, iniciar qualquer tipo de exercício sem antes realizar uma avaliação médica pode representar riscos à saúde. Essa etapa é importante para identificar possíveis limitações físicas, condições cardíacas ou outros problemas que exigem cuidados específicos.

 

"Ninguém morre de exercício, mas de doenças não valorizadas ou desconhecidas que podem se intensificar sob esforço, ou pelo abuso de drogas como anabolizantes e suplementos, que também podem desencadear doenças. Por isso, o uso de qualquer substância precisa ser informado ao médico", alerta Nabil Ghorayeb, cardiologista e médico do esporte.

 

Importância da avaliação antes de atividades físicas

Além de garantir que está tudo bem com sua saúde, o check-up, preferencialmente realizado por um médico do esporte, é importante para orientar o seu treinamento. "Conhecendo as reais condições de saúde do praticante, o instrutor físico pode indicar o melhor programa de treino para cada um, com duração, frequência e tipo de exercício adequado", explica Ricardo Munir Nahas, especialista em medicina do esporte.

 

Com a orientação adequada, é possível montar um plano de treino seguro e eficaz, respeitando os limites do corpo e evitando lesões ou complicações. "Sem a avaliação, além dos riscos de um mal súbito, pode-se errar na dose, para mais ou para menos, exagerando nos exercícios ou fazendo menos do que o necessário e não tendo o efeito desejado", completa.

 

Exames solicitados pelo médico

Em geral, os exames solicitados por um médico para quem pretende começar a se exercitar são eletrocardiograma, teste ergométrico e exames de sangue, como hemograma, colesterol, triglicérides, entre outros. O tipo de exame pode variar conforme o gênero do praticante, faixa etária, histórico de saúde, tipo de atividade que será feita e objetivos. 

 

"Além dos exames rotineiros, o médico pode solicitar uma densitometria para composição corporal, por exemplo, que indica a porcentagem de massa magra e de gordura no corpo, um ecocardiograma, se notar alguma alteração no teste ergométrico, ou dosagem de ácido úrico no sangue, que pode revelar doenças como a gota", comenta Ricardo Munir Nahas.

 

Procure um médico ao mudar a prática esportiva

Caso não seja detectado nenhum problema de saúde e o paciente se sinta bem com a atividade, os exames podem ser refeitos anualmente. "Porém, é importante procurar novamente o médico caso sinta algum mal-estar ou se pretende mudar de atividade. Se você fez exames para começar a caminhar e agora quer fazer aula de spinning, por exemplo, deve passar por nova avaliação", ressalta o médico Nabil Ghorayeb.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/veja-a-importancia-da-avaliacao-medica-antes-da-atividade-fisica,ad5582c39582f18c91eab780513d282bub6lfsp9.html?utm_source=clipboard - Foto: TetianaKtv | Shutterstock / Portal EdiCase

domingo, 13 de abril de 2025

Entenda a importância da atividade física para a saúde vascular


Hábitos saudáveis e exercícios ajudam a melhorar a circulação sanguínea

 

A boa circulação sanguínea é essencial para a saúde do organismo, pois distribui oxigênio e nutrientes para os tecidos. Para funcionar de maneira eficiente, a prática regular de atividades físicas é indispensável, já que estimula o fluxo sanguíneo e contribui para a prevenção de problemas vasculares.

 

Segundo o Dr. Thiago Villari, cirurgião vascular e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular da Regional São Paulo (SBACV-SP), a prática de exercícios físicos beneficia tanto as artérias quanto as veias.

 

"O movimento regular auxilia no controle de fatores de risco como obesidade, colesterol elevado, diabetes, hipertensão e estresse, além de prevenir doenças arteriais. No sistema venoso, fortalece a musculatura das pernas, especialmente das panturrilhas, melhora o bombeamento do sangue e reduz as chances de varizes, que afetam grande parte da população e causa dor, inchaço e problemas mais graves, como trombose e úlceras venosas", explica.

 

Perigos do sedentarismo

Passar longos períodos sentado ou em pé sem se movimentar aumenta a probabilidade de doenças cardiovasculares, favorecendo o acúmulo de gordura nos vasos sanguíneos. Esse quadro resulta em complicações graves, como acidente vascular cerebral (AVC), infarto e insuficiência renal. Em casos extremos, a má circulação pode levar a doenças arteriais que, se não tratadas, evoluem para amputações.

 

A permanência na mesma posição por horas seguidas compromete a circulação venosa, causa inchaço e aumenta o risco de varizes. Em situações mais graves, a trombose venosa profunda (TVP) é uma das principais preocupações. Esse problema está associado a diversos fatores de risco, como:

 

Histórico familiar ou pessoal da doença;

Uso de hormônios;

Imobilização prolongada;

Cirurgias;

Viagens de longa duração.

Embora o exercício físico não tenha relação direta com esses fatores, a mobilidade desempenha um papel essencial na prevenção. Alternar posturas, alongar as pernas e estimular a musculatura ajudam a evitar a formação de coágulos, além de reduzir significativamente o risco de trombose e suas consequências.

 

Exercícios benéficos para a saúde vascular

Todos os tipos de exercícios físicos são benéficos, desde que respeitem as condições individuais. O mais importante é escolher atividades que estimulem a circulação e favorecem o retorno venoso. Caminhada, musculação, pilates, bicicleta e natação estão entre as opções mais recomendadas, pois fortalecem a musculatura das pernas e impulsionam o sangue de volta ao coração.

 

Pacientes com desgaste articular ou artrose no quadril e membros inferiores se beneficiam de práticas corporais sem impacto, como natação e hidroginástica, que preservam as articulações e favorecem a circulação. Na terceira idade, movimentos de baixo impacto ajudam a prevenir inchaço, trombose e dores nas pernas, além de melhorar a mobilidade.

 

Como algumas condições exigem restrições, a orientação médica é essencial para garantir segurança e eficácia. A avaliação multidisciplinar inclui um ortopedista, essencial para orientar a escolha dos exercícios mais seguros. "Com uma avaliação adequada, é possível definir as melhores opções para cada caso", destaca o Dr. Thiago Villari.

 

Pequenas mudanças diárias fazem diferença

Optar por escadas em vez de elevadores, movimentar-se a cada duas horas e ativar a musculatura das pernas são atitudes acessíveis que também ajudam manter a circulação em equilíbrio. Mesmo em escritórios, alongamentos simples para os pés e panturrilhas auxiliam a manter o fluxo sanguíneo adequado e reduzem os riscos do sedentarismo prolongado.

 

Criar hábitos saudáveis desde cedo facilita a continuidade da atividade física ao longo da vida. Além de melhorar a disposição e o bem-estar, o exercício regular previne doenças crônicas. "Quanto mais cedo a prática se torna parte da rotina, maiores são os benefícios para a saúde e a qualidade de vida no futuro. Nunca é tarde para começar a se movimentar. Pequenas mudanças no dia a dia trazem grandes benefícios para a circulação e a qualidade de vida", conta o cirurgião vascular.

 

Outras medidas para manter a saúde vascular

Além da atividade física, mudanças no estilo de vida fortalecem a saúde vascular. Uma dieta rica em frutas, vegetais, fibras e gorduras saudáveis ajuda a manter a circulação eficiente. Evitar excesso de sal, açúcar e alimentos ultraprocessados, controlar o peso, a glicemia e evitar o tabagismo são medidas essenciais para a saúde do sistema circulatório.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/entenda-a-importancia-da-atividade-fisica-para-a-saude-vascular,dfd32b44e420865046d14590263ab4b79sk5azax.html?utm_source=clipboard - Por Elenice Costola - Foto: Drazen Zigic | Shutterstock / Portal EdiCase

terça-feira, 8 de abril de 2025

Veja a importância dos exames preventivos para a saúde da mulher


A baixa adesão pode resultar em diagnósticos tardios e tratamentos mais complexos

 

Comemorado em 7 de abril, o Dia Mundial da Saúde reforça a importância de olhar com atenção para questões que afetam diretamente a população. Entre elas, a queda na procura por exames preventivos por parte das mulheres chama a atenção de especialistas. Mesmo com tantos avanços na medicina, muitos exames essenciais continuam sendo deixados de lado, reforçando a necessidade de conscientização, acesso e incentivo ao autocuidado.

 

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), os índices de exames preventivos ainda não retornaram aos níveis pré-pandemia da COVID-19. Por sua vez, Claudia Bis, coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera, alerta para os riscos dessa redução e reforça a necessidade de retomada dos exames de rotina.

 

"A pandemia impactou significativamente não apenas o número de infecções e mortes, mas também a interrupção de serviços essenciais, como a saúde preventiva. Exames como a mamografia e o Papanicolau são fundamentais para identificar precocemente o câncer de mama e o de colo do útero, que têm altas taxas de cura quando diagnosticados no início", explica.

 

Dados recentes confirmam essa tendência preocupante. O Observatório da Saúde Pública, da Umane, aponta que a porcentagem de mulheres acima de 18 anos que já fizeram mamografia nas capitais brasileiras caiu de 66,7%, em 2017, para 59,8% em 2023. A realização do Papanicolau também apresentou queda no mesmo período, passando de 87% para 78,9%.

 

Consequências da baixa adesão

Claudia Bis reforça que a baixa adesão aos exames pode resultar em diagnósticos tardios e tratamentos mais complexos, aumentando a mortalidade. "Quando os exames preventivos são negligenciados, a chance de detecção precoce diminui, o que pode dificultar o tratamento e comprometer a qualidade de vida das pacientes. É essencial que as mulheres retomem esse hábito de cuidado", enfatiza.

 

Além da importância da realização dos exames, a profissional ressalta que a qualidade dos serviços de saúde também deve ser considerada. "O acompanhamento com profissionais capacitados/especializados e a escolha de unidades que sigam protocolos adequados são fundamentais para garantir um diagnóstico preciso e seguro", orienta.

 

Mulheres adiam exames preventivos por medo

Outro fator que interfere na realização dos exames preventivos é a saúde mental. A Claudia Bis destaca que ansiedade, depressão e estresse podem impactar diretamente a adesão aos exames, muitas vezes levando ao adiamento por medo dos resultados.

 

"Pouco se fala sobre o impacto emocional na saúde preventiva. Muitas mulheres, especialmente após a pandemia, têm adiado exames devido à carga emocional e ao receio de receber um diagnóstico negativo. Esse comportamento reflete um distúrbio emocional que pode impedir o autocuidado", observa.

 

Além disso, o estigma e o medo relacionados ao diagnóstico de doenças graves, como o câncer, também contribuem para a baixa adesão aos exames preventivos.

 

Suporte psicológico como aliado

Diante desse cenário, a professora reforça a importância de oferecer suporte psicológico às mulheres, ajudando-as a superar esses receios. "Além da conscientização sobre a relevância dos exames, é fundamental criar um ambiente de acolhimento e apoio, incentivando as mulheres a enfrentarem esse medo de forma mais saudável. O acompanhamento psicológico, seja individual ou em grupos de apoio, pode ser um grande aliado nesse processo", finaliza.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/veja-a-importancia-dos-exames-preventivos-para-a-saude-da-mulher,bcf07cdb61517150ec696c63fab80be3kcxoasc7.html?utm_source=clipboard - Por Bianca Rieg -  Foto: Satyrenko | Shutterstock / Portal EdiCase

sábado, 5 de abril de 2025

Abril Marrom: a prevenção da cegueira e doenças oculares


Abril Marrom é uma campanha nacional que tem como objetivo reforçar a importância dos cuidados com a saúde ocular

 

Falta de cuidados com a visão já afeta mais de 6,5 milhões de brasileiros. Campanha Abril Marrom visa fortalecer os cuidados com a saúde ocular

 

A campanha Abril Marrom busca conscientizar sobre a prevenção e o tratamento de doenças oculares que podem levar à cegueira. Embora sejam doenças sérias, muitas dessas condições poderiam ser evitadas com diagnóstico precoce e acompanhamento médico adequado. Como resultado da falta de cuidados, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% dos casos de cegueira são evitáveis com esses cuidados.

 

No Brasil, mais de 6,5 milhões de pessoas vivem com deficiência visual, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo 500 mil cegas e cerca de 6 milhões com baixa visão.

 

A oftalmologista Fabíola Marazato, especialista em córnea do CBV - Hospital de Olhos, alerta para a importância dos cuidados preventivos, ou seja, atenção especial à saúde dos olhos. "Muitas doenças oculares, sobretudo catarata e glaucoma, podem ser evitadas ou tratadas se diagnosticadas precocemente. Entretanto, infelizmente, a falta de acompanhamento oftalmológico regular faz com que muitos pacientes só procurem ajuda quando a doença já está avançada", explica a médica.

 

Abril Marrom e sinais que indicam problemas de visão:

Visão embaçada ou turva;

Dificuldade para enxergar em ambientes com pouca luz;

Dor ou pressão nos olhos;

Olhos vermelhos e lacrimejantes;

Aumento da sensibilidade à luz;

Percepção de manchas ou pontos escuros no campo de visão.

Caso algum desses sintomas seja identificado, é essencial procurar um oftalmologista o quanto antes, com o propósito de evitar problemas mais sérios.

 

Causas de cegueira

Ainda de acordo com a especialista, as principais causas de cegueira no Brasil incluem catarata, glaucoma, retinopatia diabética e degeneração macular relacionada à idade (DMRI). Entre as crianças, fatores como glaucoma congênito, retinopatia da prematuridade e toxoplasmose ocular congênita também estão entre as principais preocupações.

 

"A cegueira não é sempre definitiva para todos os indivíduos, porque, em muitos casos, há alternativas cirúrgicas e terapêuticas para recuperar ou preservar a visão. Ou seja, o importante é que as pessoas compreendam a necessidade de prevenção, evitando a automedicação e realizando exames oftalmológicos regulares", enfatiza Fabíola.

 

Cuidados essenciais:

Evitar coçar os olhos;

Não fazer uso colírios sem prescrição médica;

Reduzir a exposição prolongada a telas e fazer pausas regulares;

Utilizar óculos de sol com proteção UV para evitar danos da radiação solar.

Ao perceber qualquer alteração na visão, a recomendação é procurar um especialista para o acompanhamento oftalmológico adequado. "Por isso, o cuidado com a visão deve iniciar desde a infância, com o teste do olhinho, como também nas outras fases da vida, e as consultas com oftalmologista podem ser anuais ou a cada seis meses, a depender do quadro clínico", conclui a especialista.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/abril-marrom-a-prevencao-da-cegueira-e-doencas-oculares,2db268e09c81678136f3c79e72358a6b3nkk9pgl.html?utm_source=clipboard - Foto: Saúde em Dia

quarta-feira, 2 de abril de 2025

Você sabe a importância das doses de reforço da vacina?


Vacinas e reforços se tornam essenciais para garantir a proteção da saúde

 

Essencial para a saúde, a vacina e as doses de reforço ajudam a combater e evitar a propagação de doenças perigosas

 

É comprovado: embora criem uma memória no sistema imunológico, o nível de proteção da vacina pode diminuir com o passar do tempo. Por isso é tão importante manter o calendário de vacinação atualizado com as doses de reforço.

 

Fábio Argenta, sócio-fundador e diretor médico da Saúde Livre Vacinas, explica que as dosagens de reforço servem para estimular a produção de anticorpos. Além disso, elas mantêm a defesa contra os agentes infecciosos, como vírus e bactérias, especialmente para os mais vulneráveis (crianças, idosos e pessoas com comorbidades).

 

“Um bom exemplo de vacina que exige dose de reforço é a contra a influenza. As campanhas de vacinação contra a gripe acontecem anualmente para reforçar a imunidade. É importante destacar que a proteção oferecida pela vacina diminui cerca de 10 meses após a aplicação”, conta.

 

Hora da vacina da gripe

Com o ar mais seco e as oscilações de temperatura do Outono, o alerta para a aplicação da vacina contra a gripe é reforçado. Dessa forma, é possível conter o avanço de doenças respiratórias.

 

O Boletim InfoGripe da Fiocruz de maio de 2024 chama a atenção para as internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), especialmente influenza A (gripe) e vírus sincicial respiratório (VSR). Segundo o levantamento, a prevalência entre os casos como resultado positivo para vírus respiratórios nas quatro últimas semanas epidemiológicas do período foi de 56% para o VSR, de 25,8% para influenza A, de 4,5% para o Sars-CoV-2/Covid-19 e de 0,4% para influenza B.

 

O reforço das vacinas, nesse caso específico da gripe, torna-se necessário para a proteção maior da saúde. Todos os anos, elas são atualizadas com as cepas com circulação no inverno do hemisfério norte (América do Norte, Ásia, Europa, parte da África e norte da América do Sul). Essa atualização é feita já que é esperado que essas cepas chegam ao hemisfério sul durante o inverno daqui.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/voce-sabe-a-importancia-das-doses-de-reforco-da-vacina.phtml

quarta-feira, 19 de março de 2025

Veja a importância da atividade física no tratamento de artrose


O movimento atua na regeneração da cartilagem e melhora a qualidade de vida dos pacientes

 

A artrose, uma das doenças articulares mais comuns, afeta a mobilidade e a qualidade de vida. No entanto, para o tratamento da doença, o repouso nem sempre é a solução ideal. Estudos científicos demonstram que a atividade física, especialmente aquela sem impacto, é um dos pilares fundamentais no tratamento da artrose.

 

De acordo com o Dr. Adriano Leonardi, ortopedista especialista em joelho e medicina do esporte, exercícios físicos estimulam a liberação de fatores anti-inflamatórios dentro da articulação, promovendo a regeneração da cartilagem.

 

Além disso, o movimento controlado, quando bem orientado, estimula a produção de colágeno tipo 2, essencial para a saúde das articulações. Assim, a chave para o sucesso está na periodização dos treinos, ou seja, na organização do treinamento nos limites do paciente.

 

Atividades para pacientes com artrose

Conforme o Dr. Adriano Leonardi, a escolha do exercício adequado para o tratamento da artrose varia de acordo com o grau da doença, classificada em quatro estágios. "Em geral, atividades cíclicas sem impacto, como musculação, bicicleta e natação, são recomendadas", explica.

 

Além disso, a atividade física ajuda a devolver qualidade de vida aos pacientes. "Com um trabalho adequado de fortalecimento muscular, muitos pacientes conseguem manter uma rotina ativa sem grandes limitações. Fatores como idade, histórico de treinos anteriores, sintomas e nível de força muscular também influenciam na escolha da melhor estratégia", acrescenta.

 

Estratégias para quem sente dor ao se movimentar

Para aqueles que sentem dor ao se movimentar, a estratégia deve ser combinada. Em vez de forçar a articulação comprometida, o paciente pode treinar outras partes do corpo, mantendo-se ativo. O uso de recursos analgésicos, eletroestimulação muscular e fisioterapia também auxilia na manutenção da massa muscular e na redução do desconforto.

 

A relação entre fortalecimento muscular e saúde articular é crucial. Quanto mais fortalecido está o músculo, maior é a produção de miocinas, hormônios musculares que regulam funções corporais essenciais. Além disso, o fortalecimento protege a articulação por meio da contração excêntrica, reduzindo o impacto sobre ela. Já a mobilidade articular melhora a função da articulação e previne a sobrecarga de outras partes do corpo, como quadril e tornozelos.

 

Papel do ortopedista na escolha do tratamento ideal

O ortopedista desempenha um papel essencial na escolha da melhor estratégia para o paciente. Sua função principal é aliviar a dor e melhorar a função articular, para a pessoa poder progredir no tratamento. Em casos ideais, o médico também possui formação em medicina do esporte, permitindo uma abordagem mais ampla, levando em consideração fatores como comorbidades, histórico esportivo e condições de saúde geral.

 

"Pesquisas recentes reforçam que a atividade física é um dos fatores mais importantes na prevenção da progressão da artrose. Estudos apontam que pacientes que se mantêm ativos apresentam uma taxa menor de degradação da cartilagem e melhor qualidade de vida. Por isso, o movimento é considerado um verdadeiro remédio para a artrose, proporcionando alívio, prevenção e bem-estar", finaliza o Dr. Adriano Leonardi.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/veja-a-importancia-da-atividade-fisica-no-tratamento-de-artrose,41bffd1edf26227f92372391a50984d6ob59fiuu.html?utm_source=clipboard - Por Gabriela Andrade - Foto: Harbucks | Shutterstock / Portal EdiCase

quarta-feira, 6 de novembro de 2024

Novembro Azul: o que é, importância, cuidados e prevenção


Câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil (atrás apenas do câncer de pele)

 

O 11º mês do ano é marcado pela campanha Novembro Azul. A ação, encabeçada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), do Ministério da Saúde, e apoiada por diferentes instituições e ONGs brasileiras, tem como objetivo alertar a população sobre a importância dos cuidados com a saúde masculina, especialmente no que diz respeito ao câncer de próstata.

 

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo tipo mais comum entre os homens, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma. 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos, e por aqui, o número de casos cresce a cada a cada ano.

 

Pensando nisso, separamos algumas informações importantes que você precisa saber sobre a condição:

 

O QUE É?

“A próstata é uma glândula do homem, localizada abaixo da bexiga, em frente à porção final do intestino (o reto) e que envolve o canal por onde passa a urina (a uretra). A doença acontece quando as células dessa glândula se multiplicam de forma desordenada e descontrolada, causando tumores, algumas vezes malignos”, explica a Dra. Pamela Carvalho Muniz, oncologista da Oncoclínicas São Paulo.

 

CAUSAS

Há fatores que podem aumentar o risco do câncer de próstata, entre eles a idade. “Sabemos que a chance de ter a doença aumenta com o envelhecimento do indivíduo, sendo uma doença muito mais frequente após os 60 anos”, diz a oncologista.

A obesidade e o histórico familiar da doença também são aspectos que podem aumentar as chances de surgimento do problema.

 

SINTOMAS

De forma geral, o câncer de próstata pode ser uma doença silenciosa, ou seja, pode não apresentar nenhum sintoma.

No entanto, de acordo com a oncologista, com o avanço da doença, podem surgir alguns sintomas, como dificuldade, dor ou ardência para urinar, sangue na urina e sensação de não esvaziamento completo da bexiga.

Em fases ainda mais avançadas, o pacienta também pode sofrer com emagrecimento e dores na coluna, por exemplo.

 

DIAGNÓSTICO

Para fazer o diagnóstico do câncer de próstata, alguns exames são indicados, como o PSA (exame de sangue que quantificar o antígeno prostático específico) e o toque retal, segundo a Dra. Pamela.

Ao serem observadas alterações nesses exames e nos de imagem (ultrassom, tomografia e ressonância magnética), existe a necessidade de realizar uma biópsia.

“A biópsia é o procedimento que, de fato, vai confirmar o diagnóstico da neoplasia. Nesse procedimento, ocorre a retirada de fragmentos pequenos da próstata, que serão analisados no laboratório para confirmação da doença”, explica a médica.

 

TRATAMENTO

“O tratamento depende diretamente da extensão da doença. No caso de estar localizada, podemos lançar mão da cirurgia, radioterapia combinada ou não à hormonioterapia. Já nos casos mais avançados pode-se ainda indicar quimioterapia, fármacos nucleares, novos agentes hormonais na forma de comprimidos. Todas essas possibilidades de tratamento hoje disponíveis dependem de avaliação médica criteriosa e multidisciplinar”, diz a oncologista Pamela Carvalho Muniz.

 

O PAPEL DA ATIVIDADE FÍSICA

A prática regular de atividade física é fundamental para reduzir o risco de desenvolvimento da doença, assim como pode ajudar os pacientes que foram diagnosticados com o problema e estão em tratamento.

“Não podemos afirmar que a prática de exercícios físicos irá impedir 100% o desenvolvimento do câncer de próstata, afinal, existe a predisposição genética. Mas, a literatura científica nos mostra que os exercícios físicos contribuem para uma melhora geral do quadro de saúde e redução do risco de desenvolvimento de tumor, especialmente em relação a pessoas com comportamento sedentário”, diz o mestre em fisiologia do exercício e diretor técnico das academias Bodytech, Eduardo Netto.

“Cada vez mais, faz parte da rotina do oncologista incluir a orientação da prática de atividade física como parte da prevenção de muitos tipos de câncer, entre eles o câncer de próstata, mama, intestino e endométrio, por exemplo”, completa a Dra. Pamela.

 

Além de melhorar a força muscular e prevenir a perda da massa óssea, a prática de atividade física por pelo menos 15 minutos diariamente pode melhorar o cansaço, a fadiga e a capacidade cardiorrespiratória.

“De acordo com as Diretrizes da American Cancer Society, realizar mais atividade física é um comportamento associado à redução do risco de desenvolvimento de vários tipos da doença, incluindo câncer de mama, próstata, cólon e endométrio”, enfatiza o profissional de educação física Eduardo Netto.

Para os pacientes que já são diagnosticados com câncer, o exercício físico ajuda a lidar com os efeitos colaterais dos tratamentos (quimioterapia, hormonioterapia) e promove melhores taxas de sobrevida.

“A prática de exercício demonstrou ser eficaz para neutralizar sequelas do tratamento, bem como melhorar a saúde mental e a qualidade de vida”, pontua Eduardo.

“É importante lembrar que a orientação e a escolha da melhora atividade física para cada paciente deve ser discutida em consulta médica e personalizada para cada paciente de acordo com a extensão da doença e condição clínica atual”, alerta a oncologista.

O risco de surgimento de câncer também pode ser reduzido ao adotar um estilo de vida saudável, ou seja, controlando o peso, reduzindo o consumo de bebidas alcóolicas e se alimentando de uma forma mais equilibrada.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/boa-forma/2024-11-01/novembro-azul--o-que-e--importancia--cuidados-e-prevencao.html - Amanda Panteri


No entanto, vou trazer saúde e cura para ele; vou curar meu povo e deixá-los desfrutar de paz e segurança abundantes. (Jeremias 33: 6)


segunda-feira, 29 de julho de 2024

Qual a importância de uma boa alimentação?


Veja os benefícios de manter uma dieta equilibrada e saudável

 

Uma boa alimentação traz benefícios físicos, mentais e emocionais. Alimentos ricos em fibras e gorduras saudáveis protegem o coração, regulam os níveis de açúcar no sangue e ajudam a manter um peso saudável. Isso previne tanto a obesidade quanto doenças associadas, como infarto, acidente vascular cerebral, diabetes tipo 2 e certos tipos de câncer.

 

Além disso, nutrientes como ômega-3, vitaminas do complexo B e antioxidantes melhoram o humor, reduzem sintomas de depressão e ansiedade, aumentam os níveis de energia e a concentração.

 

Já os alimentos ricos em triptofano, como nozes, banana e ovo, ajudam a promover um sono reparador, que é fundamental para uma boa saúde.

 

O que é uma boa alimentação?

A boa alimentação pela ciência moderna é aquela que fornece todos os nutrientes necessários para o corpo funcionar de maneira adequada.

 

Isso inclui uma combinação equilibrada de macronutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras) e micronutrientes (vitaminas e minerais), obtidos através de uma variedade de alimentos frescos e minimamente processados.

 

Nesse sentido, a alimentação deve ser balanceada, variada e moderada, evitando excessos e promovendo bem-estar.

 

Como ter uma boa alimentação?

Para manter uma boa alimentação, é essencial alinhar a sua rotina com um planejamento das refeições. Deve-se pensar em uma variedade de alimentos, como frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas e gorduras saudáveis. O passo seguinte é programar o preparo das refeições principais.

 

Cozinhar em casa é a melhor escolha, mas para aqueles que comem fora, as opções mais saudáveis são os restaurantes com comidas caseiras, que oferecem alimentos grelhados, assados ou cozinhados no vapor e pouco gordurosos.

 

Ao longo do dia, deve-se manter uma boa hidratação e, nos intervalos entre as refeições, evitar alimentos ultraprocessados ricos em açúcares, gorduras saturadas e sódio.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/boa-forma/2024-07-25/qual-a-importancia-de-uma-boa-alimentacao-.html - Por Boa Forma - Juliany Rodrigues


Tudo posso naquele que me fortalece.

Filipenses 4:13


sábado, 20 de julho de 2024

Por que as vacinas são tão importantes


Além de reduzir a mortalidade infantil, o impacto das vacinas também é positivo na qualidade e na expectativa de vida de adultos e idosos. É importante manter o cartão de vacinação atualizado.

 

As vacinas nunca ganharam tanto destaque quanto na pandemia da Covid-19. Mas a verdade é que a primeira vacinação no Brasil foi instituída em 1804 por causa da contaminação da varíola, que era predominante no país (a varíola foi erradicada em 1971), e, em 1973, o Brasil criou o Programa Nacional de Imunizações (PNI) que abriu uma nova etapa na história das políticas de saúde pública no campo da prevenção.

 

Além de reduzirem significativamente a mortalidade por doenças imunopreveníveis que, em sua maioria, são graves e fatais, as vacinas ativam o sistema imunológico, auxiliando na prevenção contra infecções e alguns tipos de câncer. Dessa forma, as vacinas contribuem para aumentar a longevidade da população e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

 

Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a vacinação conseguiu aumentar a expectativa de vida em cerca de 30 anos e, em 22 anos, o índice de mortalidade infantil no Brasil caiu 77%. “Não só crianças, mas vacinar adolescentes, adultos e idosos é de suma importância, pois só dessa forma conseguiremos manter sob controle as doenças imunopreveníveis, salvando milhões de vidas”, destaca a pediatra Veronica Carvalho de Menezes, da clínica Vacina & Ação.

 

De acordo com o Ministério da Saúde, a partir dos 20 anos todos precisam estar vacinados ao menos contra sarampo, caxumba, rubéola, hepatite B, febre amarela, difteria e tétano. E por estarem em um grupo de risco de doenças que podem causar complicações graves, pessoas a partir dos 60 anos é indicado tomar as vacinas de gripe e pneumococo (protege contra pneumonia e meningite).

 

Para quem perdeu a caderneta de vacinação, ou não sabe quais vacinas já tomou, a orientação do Ministério da Saúde é para considerar não ter sido vacinado, uma vez que a repetição da dose não traz problemas. E por meio de exame de sangue é possível afirmar se a pessoa está imunizada contra uma determinada doença.

 

A importância das vacinas na infância

 

Dra. Verônica esclarece que a maioria das vacinas é aplicada na infância visando a proteção dos bebês e o controle e erradicação de algumas doenças, já que ao nascer os bebês contam com um sistema imunológico imaturo, com as defesas ainda em formação, o que os torna especialmente vulneráveis. “Iniciar a vacinação na infância é uma das formas de garantir um crescimento e desenvolvimento saudável e feliz”, reforça.

 

Tem vacinas específicas para homens e mulheres adultos?

 

Essa é uma dúvida frequente, mas de acordo com Dra. Verônica isso não acontece mais, e todas as vacinas estão indicadas para ambos os sexos. “Inicialmente, a vacina do HPV (papilomavirus humano) era indicada apenas para mulheres, mas com o desenvolvimento de novos estudos, recomendou-se imunizar também os homens, reduzindo a incidência de câncer de colo de útero, vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e boca.

 

As vacinas

 

Todas as vacinas disponíveis no Brasil são aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e mais de 18 são oferecidas na rede pública (SUS), inclusive a recente ACWY, mas outras são encontradas apenas na rede privada.

 

Nesse link do portal SBIm Família tem informação sobre todas as vacinas, onde encontrar (rede pública ou privada), o que elas previnem, e a faixa etária ou grupo de pessoas indicadas a tomar, além de outras informações importantes.

 

Fonte: https://revistaabm.com.br/artigos/por-que-as-vacinas-sao-importantes


Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas serão acrescentadas a vocês.

Mateus 6:33


quinta-feira, 13 de julho de 2023

Veja a importância de cuidar da alimentação no inverno


Nutricionista explica como alguns alimentos podem ajudar a manter o corpo aquecido e saudável durante as baixas temperaturas

 

Durante o inverno, o organismo geralmente trabalha mais para manter-se aquecido. Por isso, é importante adotar uma alimentação adequada que forneça os nutrientes necessários para garantir a saúde e o bem-estar do corpo. No Brasil, nos meses de junho e julho, época mais fria do ano, há uma ampla variedade de legumes, verduras e frutas disponíveis para compra, e por um preço melhor, por conta da sazonalidade.

 

Fortalecendo o sistema imunológico

Ana Paula Gonçalves, supervisora de Nutrição e Dietética do São Cristóvão Saúde, conta que, no frio, o corpo tem um gasto energético acima do habitual para nos manter aquecidos e, apesar disso, não é preciso exagerar nas porções dos alimentos.

 

Além disso, no inverno, as pessoas ficam expostas a gripes, resfriados e outras infecções respiratórias, o que demanda uma atenção especial ao cardápio. “Uma alimentação equilibrada, rica em vitaminas e minerais, ajuda a fortalecer o sistema imunológico, tornando-o mais capaz de combater essas doenças”, complementa a especialista.

 

Algumas trocas saudáveis

Entre as opções da sazonalidade e trocas saudáveis destacadas por Ana Paula Gonçalves, temos:

 

Tangerina;

Kiwi;

Carambola;

Abóbora;

Batata-doce;

Inhame;

Gengibre;

Farinha de aveia, substituindo a farinha de trigo;

Ricota, em vez de provolone.

 

Mantendo o corpo forte e aquecido

Uma dieta equilibrada e variada, com foco em alimentos saudáveis e naturais, contribui para o bem-estar geral durante essa estação. Além disso, alguns alimentos têm propriedades termogênicas, capazes de aumentar a temperatura do corpo quando são digeridos.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-07-11/veja-a-importancia-de-cuidar-da-alimentacao-no-inverno.html - Por EdiCase - Imagem: Ground Picture | Shutterstock


Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.

Zacarias 4:6