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sexta-feira, 6 de março de 2026

10 fatores que aumentam o risco de infarto em mulheres


Veja 10 fatores para os riscos elevados de infarto, sinais de alerta e como prevenir com hábitos saudáveis e acompanhamento médico.

 

O risco de infarto em mulheres merece atenção, especialmente após a menopausa.

 

Entender os fatores de risco ajuda a prevenir e buscar cuidado no tempo certo.

 

Segundo o Ministério da Saúde, ocorrem de 300 mil a 400 mil casos anuais no Brasil.

 

Por isso, prevenção e acompanhamento médico não são "luxo".

 

Dr. Louis Nakayama Ohe, cardiologista e chefe da Hemodinâmica do Instituto Dante Pazzanese, reforça o alerta. Hemodinâmica é a área que faz exames e procedimentos com cateter no coração.

 

Ele explica que o infarto pode afetar mulheres de forma particular.

 

Hormônios e estresse do dia a dia entram nessa conta.

 

Por que o infarto em mulheres exige olhar específico

Após a menopausa, a queda do estrogênio reduz uma proteção natural do sistema cardiovascular.

 

Com isso, alguns riscos aumentam e se somam entre si.

 

A boa notícia é que muita coisa é modificável.

 

Hábitos, exames e tratamento correto reduzem a chance de complicações.

 

O que muda na prevenção, na prática

Você não precisa agir só quando sente algo.

 

O foco é controlar fatores silenciosos, como pressão e colesterol.

 

Também vale mapear "gatilhos" do estilo de vida.

 

Sono ruim, estresse e sedentarismo pesam mais do que parecem.

 

10 fatores de risco de infarto em mulheres

A seguir, veja os 10 fatores e o que fazer em cada caso.

 

Use como guia e converse com seu médico.

 

1) Pressão alta (hipertensão)

A hipertensão força o coração a trabalhar mais.

Com o tempo, isso aumenta o risco cardiovascular.

Como prevenir e controlar

Meça a pressão com regularidade.

Siga o tratamento, se houver prescrição.

Reduza sal e ultraprocessados, quando possível.

 

2) Colesterol alto (dislipidemia)

O excesso de LDL favorece placas nas artérias.

Isso pode reduzir o fluxo de sangue para o coração.

No climatério e na menopausa, os níveis podem mudar.

Vale checar com exames e rotina de acompanhamento.

 

Como prevenir e controlar

Faça exames periódicos conforme orientação médica.

Ajuste alimentação e atividade física.

Use medicação, se indicada.

 

3) Diabetes

A glicose alta, por anos, danifica vasos sanguíneos.

Isso facilita inflamação e piora o risco de entupimento.

 

Como prevenir e controlar

Controle glicemia e hemoglobina glicada.

Priorize alimentação regular e sono adequado.

Mantenha seguimento com equipe de saúde.

Âncora para link interno: diabetes e saúde do coração.

 

4) Tabagismo

O cigarro inflama vasos e aumenta chance de coágulos.

Em mulheres, o risco pode crescer com outros fatores associados.

 

Como reduzir o risco

Busque apoio para parar, com plano e acompanhamento.

Evite "só alguns por dia": o dano ainda existe.

Peça orientação sobre reposição de nicotina, se necessário.

 

5) Uso de anticoncepcionais

Alguns anticoncepcionais podem elevar o risco de trombose.

O cuidado aumenta quando há hipertensão ou tabagismo.

 

Como agir com segurança

Informe seu histórico ao ginecologista e ao cardiologista.

Reavalie método se você fuma ou tem pressão alta.

Não interrompa por conta própria.

 

6) Menopausa

Com menos estrogênio, vasos tendem a perder flexibilidade.

 

Isso pode favorecer inflamação e alterações metabólicas.

 

Como se proteger

Faça check-up cardiometabólico no período.

Priorize exercício e alimentação consistente.

Discuta sintomas e riscos com seu médico.

 

7) Distúrbios do sono

Sono ruim, de forma crônica, desequilibra o corpo.

Apneia do sono pode se relacionar a pressão alta e arritmias.

 

Como reduzir o impacto

Observe ronco alto e sonolência diurna.

Procure avaliação se houver suspeita de apneia.

Crie rotina de sono com horário mais estável.

 

8) Sedentarismo

Ficar parada reduz condicionamento e piora marcadores metabólicos.

Isso facilita ganho de peso e descontrole de colesterol.

 

Como começar sem exageros

Inicie com caminhadas curtas e frequentes.

Aumente o tempo aos poucos, com constância.

Escolha algo sustentável, não perfeito.

 

9) Estresse crônico

Estresse constante incentiva hábitos ruins e piora o sono.

Também pode elevar pressão e aumentar sobrecarga do organismo.

 

Como proteger o coração

Identifique fontes de estresse repetidas.

Inclua pausas e atividade física como "remédio diário".

Busque apoio psicológico quando necessário.

 

10) Hereditariedade

Histórico familiar de doença cardíaca aumenta o risco.

 

Isso pede atenção mais cedo e monitoramento mais de perto.

 

Como agir

Informe casos na família e idades dos eventos.

Faça check-ups conforme orientação profissional.

Redobre controle dos fatores modificáveis.

 

Prevenção do infarto: um plano simples para o dia a dia

Prevenir é combinar rotina saudável e acompanhamento médico.

 

O objetivo é controlar o que é silencioso antes de virar urgência.

 

Checklist de prevenção para reduzir o risco

Controle pressão, colesterol e glicemia.

Mexa o corpo com regularidade.

Pare de fumar e evite recaídas.

Durma melhor e trate apneia, se houver.

Reduza estresse com estratégias práticas.

Faça exames de rotina no intervalo recomendado.

 

Dr. Louis Nakayama Ohe reforça a constância.

 

Exames e cuidado contínuo reduzem riscos ao longo da vida.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/10-fatores-que-aumentam-o-risco-de-infarto-em-mulheres,4cf33782b428cd00d44e36a7892d1b43455dqi71.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Shutterstock

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Vôlei emagrece? Veja quantas calorias você pode gastar por partida


Descubra se o esporte ajuda a perder gordura e como usar a modalidade para perder peso com mais eficiência

 

O vôlei ajuda no emagrecimento quando praticado com regularidade.

 

O esporte aumenta o gasto calórico, eleva a frequência cardíaca e estimula a queima de gordura.

 

Mas o resultado depende de três fatores:

 

Frequência semanal.

Intensidade das partidas.

Alimentação alinhada ao objetivo.

 

Sozinho, o vôlei não faz milagre. Com estratégia, pode ser um grande aliado na perda de peso.

 

Quantas calorias o vôlei queima em 1 hora?

O gasto calórico no vôlei varia conforme peso corporal e intensidade do jogo.

 

Em média:

 

Vôlei recreativo: 200 a 300 calorias por hora.

Vôlei moderado: 300 a 450 calorias por hora.

Vôlei competitivo/intenso: 400 a 600 calorias por hora.

 

Partidas longas ou treinos com muitos saltos aumentam o gasto.

 

Quanto maior o ritmo, maior o consumo energético.

 

Por que o vôlei tem alto gasto calórico?

O vôlei combina esforço aeróbico e anaeróbico.

 

Durante uma partida, o corpo alterna entre:

 

Saltos explosivos.

Arranques rápidos.

Mudanças de direção.

Agachamentos constantes.

Movimentos de ataque e bloqueio.

 

Essas ações exigem força e potência muscular. Isso eleva o metabolismo durante o jogo e mantém o gasto calórico elevado após a atividade.

 

Vôlei ajuda a perder gordura?

O vôlei ajuda na queima de gordura quando há déficit calórico. Ou seja, quando você gasta mais calorias do que consome.

 

Além disso, a modalidade:

 

Estimula membros inferiores.

Ativa o core.

Trabalha ombros e braços.

Preserva massa muscular

Manter músculos ativos é essencial para sustentar um metabolismo mais eficiente.

 

Por isso, jogar vôlei regularmente pode contribuir para emagrecer.

 

Vôlei emagrece mais que caminhada?

Depende da intensidade. Uma partida intensa de vôlei pode queimar mais calorias do que uma caminhada leve.

 

Porém, a comparação depende de:

 

Duração.

Frequência.

Nível de esforço.

 

O melhor exercício para emagrecer é aquele que você consegue manter no longo prazo.

 

Como usar o vôlei para emagrecer mais rápido

Se o objetivo é emagrecer com o vôlei, siga estas estratégias:

 

Jogue de 2 a 4 vezes por semana.

Mantenha partidas com pelo menos 60 minutos.

Combine com treino de força.

Ajuste a alimentação para criar déficit calórico.

Priorize sono e recuperação.

Consistência supera intensidade isolada.

 

Outros benefícios do vôlei além do emagrecimento

O vôlei não melhora apenas o peso na balança. Ele também contribui para:

 

Condicionamento cardiovascular.

Coordenação motora.

Agilidade.

Potência muscular.

Resistência.

Socialização.

 

Isso aumenta a adesão e reduz o abandono da atividade.

 

Afinal, vale a pena jogar vôlei para emagrecer?

O vôlei emagrece quando faz parte de uma rotina estruturada. Ele aumenta o gasto calórico, estimula a queima de gordura e melhora o condicionamento.

 

Mas o resultado aparece com:

 

Regularidade.

Alimentação adequada.

Planejamento.

 

Se você gosta do esporte, o vôlei pode ser uma das formas mais prazerosas de perder peso.

 

E quando há prazer, há constância. E quando há constância, há resultado.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/volei-emagrece-veja-quantas-calorias-voce-pode-gastar-por-partida,0fa89d0d33dcbf1813f4f9f957576252qqfulwzu.html?utm_source=clipboard - Foto: Freepik / Sport Life

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Por que evitar a gordura no fígado é essencial para a sua saúde?

O acúmulo de gordura no fígado chama cada vez mais a atenção de médicos e pesquisadores, principalmente porque se liga ao estilo de vida atual, marcado por alimentação desequilibrada e sedentarismo. Esse quadro, conhecido como gordura no fígado ou doença hepática gordurosa, pode surgir mesmo em pessoas sem sintomas aparentes. Assim, muitos casos permanecem despercebidos por anos. Ainda assim, o impacto silencioso desse problema alcança diversas funções importantes do organismo.

 

Quando o fígado começa a armazenar gordura em excesso, ele deixa de desempenhar suas atividades com a mesma eficiência. Esse órgão metaboliza nutrientes, filtra substâncias tóxicas e ajuda no controle do colesterol e da glicose. Desse modo, quando você o sobrecarrega, ele fica mais vulnerável a inflamações e a lesões progressivas. Com o tempo, essas lesões podem se agravar se a pessoa não adotar mudanças na rotina e não realizar acompanhamento médico adequado.

 

Por que evitar a gordura no fígado é essencial para a sua saúde?

A palavra-chave central, gordura no fígado, se relaciona diretamente à prevenção de doenças crônicas. Diversos estudos apontam que o excesso de gordura hepática aumenta o risco de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, alterações no colesterol e hipertensão arterial. Em muitos casos, o fígado gorduroso se associa à chamada síndrome metabólica, um conjunto de fatores que eleva a chance de infarto e AVC.

 

Outro ponto importante envolve a esteatose hepática, nome técnico para esse acúmulo de gordura, que pode evoluir para inflamação do fígado, fibrose e até cirrose. Isso ocorre mesmo em pessoas que não consomem bebidas alcoólicas ou que bebem pouco. Portanto, a prevenção não significa apenas um cuidado isolado com o fígado. Ela funciona também como uma forma de proteger a saúde de todo o organismo, reduzir complicações futuras e evitar a necessidade de tratamentos mais complexos.

 

Quais são as principais causas da gordura no fígado?

A origem da gordura hepática costuma envolver uma combinação de fatores. Entre os mais frequentes, aparecem alimentação rica em ultraprocessados, excesso de açúcar e gorduras saturadas, além de baixa ingestão de fibras, frutas, legumes e verduras. O consumo regular de bebidas alcoólicas, mesmo em quantidades consideradas moderadas, também contribui para o quadro em algumas pessoas.

 

Outros fatores que se associam à doença hepática gordurosa incluem:

 

Sobrepeso e obesidade, especialmente com acúmulo de gordura abdominal;

Resistência à insulina e pré-diabetes;

Colesterol e triglicerídeos elevados;

Sedentarismo e baixa prática de atividade física;

Uso prolongado de certos medicamentos, conforme orientação médica;

Histórico familiar de problemas hepáticos ou metabólicos.

 

Em muitos casos, mais de um desses fatores aparece ao mesmo tempo, o que aumenta ainda mais a probabilidade de o fígado acumular gordura. Por esse motivo, a investigação clínica normalmente inclui exames de sangue e ultrassonografia. Em situações específicas, o médico também solicita outros métodos de imagem para avaliar melhor o órgão e acompanhar a evolução.

 

Como identificar sinais e cuidar da gordura no fígado no dia a dia?

Na maior parte das vezes, a gordura no fígado não provoca sintomas claros nas fases iniciais. Ainda assim, algumas pessoas relatam cansaço frequente, sensação de peso abdominal ou desconforto do lado direito do abdômen. Contudo, esses sinais também podem surgir em outros problemas. Por isso, exames de rotina ganham grande relevância, principalmente em quem já apresenta fatores de risco, como excesso de peso, colesterol alto ou histórico de diabetes na família.

 

As principais formas de cuidado envolvem mudanças progressivas no estilo de vida. Entre as estratégias mais citadas por profissionais de saúde, destacam-se:

 

Ajuste alimentar: Reduzir açúcares, frituras, bebidas açucaradas e produtos industrializados, além de aumentar o consumo de alimentos in natura.

Controle do peso: Promover perda gradual de gordura corporal, principalmente na região abdominal, já que essa redução costuma diminuir de forma significativa a gordura hepática.

Atividade física regular: Praticar caminhadas, musculação, exercícios aeróbicos e outras modalidades para auxiliar no controle da glicose e dos lipídios.

Moderação no álcool: Em pessoas com fígado gorduroso, o médico geralmente restringe ou suspende o consumo de bebidas alcoólicas, de acordo com cada caso.

Monitoramento médico: Realizar acompanhamento periódico com exames para avaliar a evolução do quadro e ajustar as condutas.

 

Alguns casos exigem acompanhamento com nutricionista, endocrinologista ou hepatologista, especialmente quando a pessoa também apresenta outras doenças metabólicas. A orientação especializada ajuda a adaptar as mudanças de forma realista à rotina individual. Assim, você aumenta a chance de manter hábitos mais saudáveis ao longo do tempo e de obter resultados duradouros.

 

Quais hábitos ajudam a proteger o fígado a longo prazo?

Para reduzir o risco de fígado gorduroso e de suas complicações, a adoção de uma rotina protetora funciona como um investimento de longo prazo na saúde. Hábitos simples, como manter hidratação adequada, priorizar alimentos frescos e planejar refeições com antecedência, ajudam a diminuir a quantidade de gordura e açúcar ingerida de forma automática no dia a dia.

 

Entre as medidas frequentemente recomendadas, você pode incluir:

 

Colocar legumes e verduras em pelo menos duas refeições diárias;

Dar preferência a grãos integrais, como arroz integral e aveia;

Consumir fontes de gordura considerada mais saudável, como peixes, castanhas e azeite de oliva, em quantidades adequadas;

Evitar o hábito de "beliscar" alimentos ricos em sal, gordura e açúcar entre as refeições;

Estabelecer horários regulares para dormir, já que o sono desregulado também interfere no metabolismo.

 

Quando você compreende que a gordura no fígado se relaciona a uma rede de fatores, torna-se mais fácil enxergar a prevenção como um processo contínuo, e não como uma medida isolada. A combinação de escolhas alimentares equilibradas, prática de atividades físicas e acompanhamento médico periódico tende a favorecer não apenas o fígado, mas a saúde geral. Dessa forma, você aumenta as chances de viver com menos limitações e com menor risco de complicações futuras.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/por-que-evitar-a-gordura-no-figado-e-essencial-para-a-sua-saude,dc8ddfbb306b423d6873592df6936db80k1eboc7.html?utm_source=clipboard - Por: Jonasmoura* *com uso de inteligência artificial / Giro 10

segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Longevidade: o que é, como alcançar (e 10 dicas para viver mais e melhor)


Longevidade é a capacidade de viver mais tempo com saúde, autonomia e bem-estar. Alguns fatores interferem diretamente na longevidade, como alimentação saudável e equilibrada, prática de atividade física regular, dormir bem e manter relações sociais saudáveis.

 

Além disso, realizar atividades que estimulem a função cognitiva, como jogos de raciocínio e estratégia, ou simplesmente assistir a um filme e relatar para outra pessoa, e fazer exames regularmente, também são estratégias que contribuem positivamente para uma vida mais saudável a curto, médio e longo prazo.

 

Assim, ao manter bons hábitos de vida, é possível garantir uma maior qualidade de vida, de forma que o envelhecimento acontece de forma mais ativa e saudável e com menor risco de doenças crônicas.

 

O que fazer para viver mais e melhor

Algumas dicas do que fazer para alcançar a longevidade são:

 

1. Ter uma alimentação equilibrada

A alimentação saudável e equilibrada, rica em frutas, vegetais, grãos integrais e legumes, fornece todos os nutrientes importantes para o bom funcionamento do corpo, contribuindo para a longevidade.

Além disso, a alimentação equilibrada é capaz de promover a formação e a manutenção das células envolvidas da imunidade, contribuindo para o equilíbrio do sistema imunológico e, consequentemente, diminuindo o risco de infecções.

É também importante beber pelo menos 2 litros de água por dia e evitar os alimentos ultraprocessados, como molhos prontos, macarrão instantâneo, refrigerante, biscoitos e embutidos, já que são ricos em açúcar e gorduras saturadas e trans, que aumentam o risco de doenças crônicas. Saiba mais sobre os alimentos ultraprocessados.

 

2. Praticar atividade física regularmente

A prática regular de atividade física é fundamental para a longevidade, já que os exercícios ajudam a preservar os músculos, ossos e saúde metabólica, além de também contribuir para a circulação sanguínea e o bom funcionamento do sistema imunológico, e estimular a liberação de substâncias associadas com a sensação de prazer e bem-estar, como a dopamina, serotonina e endorfina..

Dessa forma, é interessante realizar algum exercício físico pelo menos 3 vezes por semana, podendo na rotina de atividades incluir exercícios aeróbicos, de força e/ ou de mobilidade.

 

3. Manter um peso corporal saudável

O controle do peso corporal evita sobrecarga no sistema cardiovascular, no metabolismo e nas articulações, o que favorece uma vida mais longa com melhor qualidade.

Além disso, manter o peso dentro do adequado para a idade e altura ajuda a melhorar a qualidade do sono, a garantir mais energia para realizar as atividades do dia a dia e a diminuir a inflamação do corpo, contribuindo positivamente para o envelhecimento saudável e a longevidade.

 

4. Dormir bem

Ter uma boa noite de sono interfere diretamente na qualidade de vida, já que o sono suficiente e com qualidade pode contribuir para a regeneração do corpo, renovação celular, equilíbrio hormonal e função cognitiva.

É durante o sono que acontece a regulação do cortisol e da adrenalina, que são substâncias produzidas pelo corpo responsáveis pelo estresse e alerta. Assim, manter uma boa noite de sono ajuda a diminuir os níveis dessas substâncias no sangue, promovendo o relaxamento e melhorando a qualidade de vida.

 

5. Ter momentos de descanso

É importante que mesmo nas rotinas mais exigentes exista um momento de pausa e de descanso, para que a mente e o corpo relaxem e os níveis dos hormônios associados ao estresse possam diminuir.

Além disso, ao adotar momentos de descanso e relaxamento ao longo do dia, ao retornar à atividade, é possível que exista maior disposição e concentração, o que pode aumentar a produtividade, por exemplo, sem que haja sobrecarga.

 

6. Não fumar e evitar consumo excessivo de álcool

O hábito de fumar e/ ou de consumir bebidas alcoólicas em excesso podem acelerar o processo de envelhecimento, já que aumenta a quantidade de substâncias nocivas ao organismo circulantes e a inflamação, o que pode aumentar o risco de doenças e impactar diretamente na longevidade.

Dessa forma, é interessante evitar o tabagismo e o consumo de bebidas alcoólicas para garantir maior qualidade de vida.

 

7. Evitar o estresse

A médio e longo prazo, o estresse pode aumentar o risco de doenças, como AVC, infarto, pressão alta e depressão, por exemplo, já que interfere diretamente no bom funcionamento do organismo e provoca um desbalanço hormonal.

Assim, é importante adotar algumas estratégias que podem ajudar a relaxar e combater o estresse, como praticar meditação, yoga, caminhada, adotar técnicas de respiração, fazer uso de calmantes naturais, como passiflora e valeriana, além de realizar sessões de psicoterapia. Dessa forma, é possível ter uma vida mais longa e mais saudável.

 

8. Manter relações sociais

Manter relações saudáveis com familiares e amigos é fundamental para a qualidade de vida, já que promovem a sensação de bem-estar, impactando diretamente na longevidade. Além de manter as relações, é também interessante ter tempo de qualidade e praticar atividades prazerosas com essas pessoas, já que ajuda a manter a saúde do corpo e da mente.

 

9. Estimular o cérebro

Praticar atividades que estimulam a cognição ajudam a diminuir o risco e o impacto de doenças neurodegenerativas que podem surgir com o envelhecimento, como é o caso do Alzheimer, por exemplo, além de contribuir para a memória recente e a longo prazo, capacidade de aprendizado, raciocínio e pensamento.

Assim, é interessante ler um livro ou assistir a um filme e depois contar para outra pessoa, fazer palavras cruzadas, jogar xadrez ou dominó, por exemplo.

 

10. Fazer exames de saúde regularmente

Realizar exames de sangue regularmente ajudam a verificar como está o funcionamento do corpo e verificar se há alguma alteração que mereça atenção. Dessa forma, o médico pode iniciar precocemente o tratamento de fatores de risco relacionados a doenças que costumam aparecer à medida que a pessoa envelhece, como pressão e colesterol altos.

 

Assim, é possível manter a funcionalidade e a autonomia com o avançar da idade, promovendo a longevidade.

 

Fonte: https://www.tuasaude.com/longevidade/ - Revisão médica: Lasse Koivisto - Criado por: Marcela Lemos Biomédica

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Longevidade: saiba por que as mulheres vivem mais


Não apenas no Brasil, mas em diversos lugares do mundo, as mulheres vivem uma porção de anos a mais do que os homens. Entenda o que explica isso

 

De acordo com dados divulgados no final de 2023 pelo IBGE, a expectativa de vida ao nascer no Brasil subiu em 2022 para 75,5 anos. O indicador chega a 79 anos para mulheres e a 72 para os homens. E o que explica isso, de acordo com especialistas, é uma combinação de fatores biológicos, sociais e comportamentais.

 

Vale destacar que o fenômeno não é apenas brasileiro. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e dados de outras instituições de pesquisa, a disparidade na longevidade entre homens e mulheres ocorre também em diversas partes do mundo, independentemente de condições econômicas, sociais ou culturais. Em média, as mulheres superam os homens em vários anos de vida.

 

Afinal, por que as mulheres vivem mais?

Enquanto se busca entender o motivo dessa diferença, as respostas são as mais variadas e envolvem um conjunto complexo de fatores biológicos, comportamentais e sociais. Entre eles, algumas tendências se destacam. Estudos sugerem, por exemplo, que há diferenças biológicas entre os sexos, incluindo hormônios e cromossomos, que podem influenciar a longevidade.

 

Com relação ao aspecto comportamental, as mulheres tendem a adotar comportamentos de saúde mais preventivos. É o caso de consultas médicas regulares, adesão a dietas equilibradas e prática regular de exercícios físicos.

 

"As mulheres tendem a adotar estilos de vida mais saudáveis, buscar cuidados médicos preventivos com mais frequência e demonstrar maior resiliência diante de desafios de saúde. Esses são fatores que podem favorecer a uma vida mais longa e com maior qualidade", afirma Dra. Polianna Souza, médica geriatra e cofundadora do Canal Longidade.

 

Fatores sociais e estilo de vida, como padrões de comportamento culturalmente determinados, níveis de estresse e acesso aos cuidados de saúde, também desempenham um papel significativo na longevidade. 

 

Isso não quer dizer que elas vivem melhor

A longevidade feminina apresenta oportunidades para o desenvolvimento de políticas de saúde mais eficazes e estratégias de bem-estar. No entanto, muitos desafios ainda são enfrentados.

 

A luta pela igualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho, os diversos casos de feminicídio que são cada vez mais constantes em diversas regiões no Brasil e a independência financeira desse grupo, entre outros fatores, ainda merecem atenção para que a longevidade seja considerada não apenas pela quantidade dos anos vividos, mas, principalmente, pela qualidade desses anos.

 

Então, é muito importante que tanto homens quanto mulheres saibam como cuidar da sua saúde.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/longevidade-saiba-por-que-as-mulheres-vivem-mais,872a317358fc0e51573ae0a3d73d00f9ebosgqlm.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

sábado, 29 de novembro de 2025

Alimentos contra o AVC: veja o que comer para prevenir a doença


O cuidado com a alimentação ajuda a controlar os fatores que aumentam os riscos de derrame cerebral

 

O acidente vascular cerebral (AVC), também conhecido como derrame cerebral, é uma das principais causas de morte, sendo responsável por 11% dos óbitos no mundo, conforme o estudo "Global Burden of Diseases (GBD)", liderado pelo Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME). A condição ocorre quando há interrupção ou diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro, comprometendo o fornecimento de oxigênio e nutrientes às células cerebrais.

 

Segundo a nutricionista Juliana Vieira, estima-se que aproximadamente 80% dos derrames estão ligados a fatores que podem ser evitados. "A dieta é um dos mais importantes. Ela ajuda a controlar a pressão alta, o colesterol, o açúcar no sangue e a inflamação, que são as maiores causas de AVC", explica.

 

1. Vegetais e frutas todos os dias

Esses alimentos melhoram a circulação sanguínea e ajudam a baixar a pressão arterial. Por isso, priorize vegetais verde-escuros, como espinafre e brócolis, além de frutas ricas em potássio, como banana, laranja e abacate.

 

2. Gorduras boas (anti-inflamatórias)

As gorduras saudáveis ajudam a reduzir o colesterol ruim (LDL). Por isso, adicione na alimentação: azeite de oliva extravirgem, abacate, nozes, amêndoas e castanhas, e sementes de chia e de linhaça.

 

3. Peixes ricos em ômega 3

Os peixes ricos em ômega 3 reduzem a inflamação e protegem os vasos sanguíneos. Deve-se consumi-lo de 2 a 3 vezes na semana. Por isso, adicione ao cardápio salmão, sardinha e atum.

 

4. Grãos integrais

Os grãos integrais controlam o açúcar e reduzem a gordura no sangue. Vale a pena apostar em aveia, pão integral, arroz integral e quinoa.

 

5. Leguminosas

As leguminosas são ricas em fibras, ótimas para o coração. Por isso, adicione ao cardápio feijão, lentilha e grão-de-bico.

 

Hábitos saudáveis para evitar o AVC

Segundo Juliana Vieira, além do cuidado com a alimentação, a atenção a outros hábitos de vida é essencial para ajudar a reduzir o risco de AVC. São eles:

 

Manter pressão arterial abaixo de 120/80;

Praticar atividade física (30 minutos por dia);

Dormir bem;

Não fumar;

Controlar o colesterol e a glicemia.

 

Alimentos e bebidas que devem ser evitados

Juliana Vieira explica que, quanto mais industrializado, salgado ou frito for o alimento, maior é o risco de provocar um derrame. Segundo ela, o consumo de bebidas alcoólicas eleva a pressão arterial e aumenta o risco de AVC hemorrágico. O excesso de açúcar está associado à resistência à insulina e ao maior risco cardiovascular. A nutricionista recomenda: 

 

Consumir no máximo 5 g de sal por dia; 

Evitar o consumo de bebida alcoólica em excesso;

Evitar o consumo de açúcar em excesso;

Evitar o consumo de refrigerante;

Evitar o consumo de suco de caixinha;

Evitar o consumo de bolos e doces diariamente;

Evitar o consumo de chocolates ao leite em grande quantidade;

Evitar o consumo de bebidas energéticas.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/alimentos-contra-o-avc-veja-o-que-comer-para-prevenir-a-doenca,55f6992e5c23d39bdf1556142f319d38sa3jr36k.html?utm_source=clipboard - Por Thiago Freitas - Foto: Pixel-Shot | Shutterstock / Portal EdiCase

quarta-feira, 8 de outubro de 2025

Qual o segredo da longevidade?


O que leva uma pessoa a ultrapassar os cem anos de vida? Segundo pesquisadores da Universidade de Barcelona, na Espanha, não existe uma característica principal, mas muitos pequenos fatores que atuam em conjunto.

 

Os pesquisadores acompanharam Maria Branyas Morera, que morreu em agosto de 2024, aos impressionantes 117 anos, para entender o motivo de sua longevidade. Para se ter uma ideia, Maria, que nasceu em 4 de março de 1907, sobreviveu a duas guerras mundiais, à Guerra Civil Espanhola e a duas pandemias - a gripe espanhola e a Covid-19. E mesmo tendo contraído Covid-19 aos 113 anos, se recuperou totalmente.


Na visão dos pesquisadores, Maria tinha muitas coisas a seu favor: um estilo de vida saudável, bactérias benéficas em seu microbioma e uma genética que tem sido associada à longevidade. Ela seguia uma dieta mediterrânea, evitando o excesso de gordura e açúcares processados. Caminhava regularmente, até que a idade avançada tornou a caminhada muito difícil. Ela também não consumia tabaco nem álcool.

 

Como parte da dieta, Maria consumia muito iogurte, o que mantinha seu microbioma intestinal repleto da bactéria benéfica Bifidobacterium, conhecida por inibir a inflamação, que pode contribuir para um envelhecimento mais rápido. Além disso, ela possuía variantes genéticas que reduziam seu risco de níveis elevados de colesterol, doenças cardíacas, câncer e demência.

 

Os autores explicam que é muito difícil tirar conclusões sólidas com base na vida de uma única pessoa, mas é fato que genética e estilo de vida podem ajudar na saúde de uma pessoa, mas a causalidade da doença é geralmente uma questão de probabilidades e não de valores absolutos.

 

Cell Reports Medicine. DOI: 10.1016/j.xcrm.2025.102368.

 

Fonte: https://www.boasaude.com.br/noticias/21480/qual-o-segredo-da-longevidade.html?utm_source=terra_capa_vida-e-estilo&utm_medium=referral#google_vignette