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sábado, 18 de julho de 2026

Sete exercícios que ajudam a aliviar sintomas de ansiedade


Caminhada, yoga, musculação e outras atividades físicas podem contribuir para reduzir o estresse e promover sensação de bem-estar

 

A prática de atividade física pode ajudar a controlar a ansiedade, liberando endorfinas e reduzindo o estresse. Caminhada, yoga, musculação e outras atividades oferecem benefícios físicos e mentais. Contudo, exercícios devem ser aliados de tratamentos médicos e psicológicos, com foco na constância e no prazer da prática para resultados duradouros.

 

A prática regular de atividade física pode ajudar a aliviar os sintomas da ansiedade. Isso porque o exercício contribui para a liberação de substâncias relacionadas à sensação de bem-estar, reduz o estresse, melhora a qualidade do sono e ainda ajuda a aliviar tensões acumuladas no dia a dia.

 

Apesar desses benefícios, vale lembrar que a atividade física não substitui o acompanhamento médico ou psicológico quando ele é necessário. Ela deve ser vista como uma aliada dentro de um cuidado mais amplo com a saúde mental.

 

Se você está procurando uma forma de desacelerar a mente e cuidar do corpo, confira sete exercícios que podem fazer a diferença.

 

Como os exercícios ajudam quem tem ansiedade?

Durante a prática de atividade física, o organismo passa por mudanças que beneficiam não apenas o corpo, mas também a mente.

 

Entre os principais efeitos estão:

 

Estímulo à liberação de endorfinas, associadas à sensação de prazer e bem-estar.

Redução da tensão muscular.

Diminuição dos níveis de estresse.

Melhora da qualidade do sono.

Aumento da disposição no dia a dia.

Maior concentração.

Sensação de relaxamento após o treino.

Além disso, criar uma rotina de exercícios ajuda a organizar a semana e oferece um momento para desconectar das preocupações diárias.

 

1. Caminhada

A caminhada continua sendo uma das atividades mais indicadas para quem deseja começar a se exercitar.

Além de ser acessível, ela pode ser feita em parques, praças, ruas ou na esteira. Quando realizada em ambientes ao ar livre, ainda proporciona contato com a natureza, fator que muitas pessoas associam a uma maior sensação de tranquilidade.

Uma caminhada de 30 minutos já pode fazer parte de uma rotina saudável.

 

2. Yoga

O yoga combina exercícios físicos, técnicas de respiração e meditação.

Essa união favorece o relaxamento, melhora a consciência corporal e ajuda a manter o foco no momento presente. Com a prática frequente, muitas pessoas também percebem ganhos na flexibilidade, no equilíbrio e na qualidade do sono.

 

3. Musculação

Engana-se quem pensa que a musculação traz benefícios apenas para os músculos.

Treinar regularmente também ajuda a aliviar o estresse, melhora a autoestima e proporciona uma sensação de evolução a cada objetivo alcançado. Além disso, a concentração exigida durante os exercícios pode ajudar a afastar pensamentos repetitivos.

 

4. Pilates

O pilates trabalha força, mobilidade, postura, equilíbrio e respiração de forma integrada.

Como os movimentos exigem atenção e controle, a prática favorece a concentração e ajuda a reduzir a sensação de sobrecarga mental.

Outro benefício é o fortalecimento da musculatura, especialmente da região do core.

 

5. Corrida

Para quem já está acostumado com atividades de maior intensidade, a corrida pode ser uma excelente opção.

Ela melhora o condicionamento cardiorrespiratório, aumenta a resistência física e costuma proporcionar uma sensação de bem-estar após o treino.

O ideal é começar de forma gradual e respeitar os próprios limites.

 

6. Natação

A natação movimenta praticamente todos os grupos musculares e ainda tem baixo impacto sobre as articulações.

Além dos benefícios físicos, o ritmo da respiração durante a atividade pode favorecer o relaxamento e ajudar a aliviar as tensões do dia a dia.

 

7. Dança

Se a ideia é cuidar da saúde sem abrir mão da diversão, a dança pode ser a escolha perfeita.

Ela melhora o condicionamento físico, trabalha coordenação motora, equilíbrio e resistência. De quebra, ainda permite expressar emoções e transformar o exercício em um momento prazeroso.

 

Como escolher o melhor exercício?

Não existe uma modalidade considerada a melhor para aliviar a ansiedade. O mais importante é escolher uma atividade que combine com a sua rotina e que seja prazerosa.

Na hora de decidir, vale seguir algumas dicas:

 

Escolha um exercício que você goste.

Comece de forma gradual.

Respeite o seu nível de condicionamento físico.

Mantenha uma rotina regular.

Busque orientação de um profissional de Educação Física sempre que possível.

A constância costuma ser mais importante do que a intensidade nos primeiros meses.

 

A atividade física substitui o tratamento?

Não. Embora os exercícios tragam benefícios importantes para a saúde mental, eles não substituem tratamentos indicados por médicos ou psicólogos.

Se a ansiedade é frequente, intensa ou interfere na rotina, é fundamental procurar ajuda profissional. O tratamento pode incluir psicoterapia, medicamentos, mudanças no estilo de vida ou uma combinação dessas estratégias.

 

Pequenos hábitos fazem diferença

Além de manter uma rotina de exercícios, outros cuidados podem contribuir para o bem-estar físico e emocional:

 

Dormir entre 7 e 9 horas por noite.

Manter uma alimentação equilibrada.

Reservar momentos de lazer durante a semana.

Evitar o consumo excessivo de álcool e cafeína.

Praticar técnicas de respiração ou meditação.

Manter contato com familiares e amigos.

Quando inserida em uma rotina saudável, a atividade física pode se tornar uma importante aliada no controle da ansiedade. Mais do que buscar desempenho, movimentar o corpo de forma regular é um investimento na saúde, na qualidade de vida e no equilíbrio entre corpo e mente.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sete-exercicios-que-ajudam-a-aliviar-sintomas-de-ansiedade,70b54dd8db23e95698b301e7401ec22avvpmcgcq.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Frio e fibromialgia: cuidados para aliviar dores intensas nessa época


A queda das temperaturas agrava a tensão muscular e a sensibilidade. Entenda por que isso ocorre e aprenda hábitos para proteger o corpo

 

A fibromialgia é uma síndrome crônica e dolorosa. Ela causa dores por todo o corpo e muita fadiga diária. A queda das temperaturas exige uma atenção redobrada dos pacientes.

 

Por que o frio piora a fibromialgia?

O corpo humano reage naturalmente às baixas temperaturas do ambiente. O organismo tenta reter calor para manter os órgãos em funcionamento. Esse processo afeta diretamente a nossa musculatura.

 

Pessoas sem a síndrome apenas sentem um leve desconforto físico. Já os pacientes com fibromialgia possuem uma percepção alterada da dor. O cérebro processa os estímulos de forma muito mais intensa.

 

Contração muscular e sensibilidade

O frio causa a contração involuntária e constante dos músculos. Essa tensão contínua gera muita rigidez nas articulações do paciente. O esforço para manter o corpo aquecido também provoca fadiga.

 

Os vasos sanguíneos ficam mais estreitos durante o tempo frio. A circulação de sangue nas extremidades do corpo diminui bastante. Isso reduz a oxigenação muscular e acaba agravando as dores.

 

Cuidados práticos para o dia a dia

Algumas mudanças na rotina ajudam muito a enfrentar os dias gelados. O objetivo principal é manter o corpo relaxado e bem quente. Hábitos simples fazem toda a diferença no conforto diário.

 

Evite a exposição prolongada aos ventos gelados sempre que possível. Mantenha os ambientes da casa bem fechados e confortáveis. O aquecimento do corpo deve ocorrer de fora para dentro.

 

Roupas adequadas e banhos quentes

Vestir-se em camadas é a melhor estratégia de proteção térmica. A técnica retém o calor corporal com muita eficiência. Proteja sempre as extremidades, usando luvas, meias grossas e toucas.

 

Os banhos mornos são grandes aliados nesse período do ano. A água quente ajuda a relaxar a tensão profunda dos músculos. O alívio da rigidez articular costuma ser quase imediato.

 

Exercícios e alongamentos suaves

Ficar totalmente parado na cama piora o quadro de rigidez. O movimento leve e constante ajuda a lubrificar as articulações. Caminhadas curtas já trazem ótimos benefícios para o corpo todo.

 

Faça alongamentos suaves ao acordar ou antes de dormir. O foco deve ser a mobilidade, sem nunca forçar os limites. A prática regular previne o enrijecimento severo da musculatura.

 

Importância do acompanhamento médico

O tratamento da fibromialgia exige um cuidado médico contínuo. As dicas caseiras apenas ajudam a aliviar os sintomas mais pontuais. Elas não substituem o uso de medicamentos já prescritos.

 

Reumatologistas e fisioterapeutas são essenciais no controle dessa doença crônica. O profissional pode ajustar as doses dos remédios durante o inverno. Nunca mude o seu tratamento sem uma orientação especializada.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/frio-e-fibromialgia-cuidados-para-aliviar-dores-intensas-nessa-epoca,e37128206ca4c34d485536e9258b2d464170q9ht.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

segunda-feira, 11 de agosto de 2025

Veja maneiras eficazes de aliviar os sintomas da fibromialgia


Algumas técnicas podem ajudar a reduzir as dores e melhorar a qualidade de vida do paciente

 

Com a recente sanção da Lei nº 15.176/2025, a fibromialgia passou a ser reconhecida como deficiência física em todo o território nacional. A medida representa um avanço no acolhimento de uma condição invisível aos olhos, mas presente de forma intensa na vida de cerca de 3% de brasileiros, conforme dados da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).

 

Contudo, a nova legislação tem gerado impacto tanto na área da saúde quanto em discussões sobre inclusão social. Isso porque ela permite que pessoas com a condição sejam enquadradas legalmente como Pessoas com Deficiência (PCD), garantindo acesso facilitado a políticas públicas, vagas de trabalho, concursos e benefícios sociais.

 

Uma dor difícil de comprovar

Um dos pontos mais debatidos após a aprovação da lei é o fato de que a fibromialgia não possui biomarcadores específicos. Ou seja, não existe um exame laboratorial que comprove, de forma objetiva, a presença da doença. O diagnóstico é clínico, baseado nos sintomas descritos pelo paciente, como dor musculoesquelética difusa, cansaço extremo, distúrbios do sono, alterações cognitivas e até depressão.

 

"A dor da fibromialgia não é uma dor comum, ela é crônica, difusa e contínua, afetando o corpo de forma generalizada e impactando funções básicas do dia a dia", explica o ortopedista e especialista em dor Dr. Luiz Felipe Carvalho.

 

Esse cenário leva à desconfiança de muitos, inclusive na comunidade médica, tornando a jornada do paciente ainda mais difícil. "O paciente com fibromialgia muitas vezes ouve que está exagerando, que é estresse ou frescura. Por isso, o reconhecimento legal é também um reconhecimento simbólico dessa dor e da luta dessas pessoas", destaca o médico.

 

Técnicas que ajudam a controlar os sintomas

Apesar de ainda não haver cura para a fibromialgia, o controle dos sintomas é possível com um plano de cuidados integrativos. Segundo o Dr. Luiz Felipe Carvalho, o mais importante é individualizar o tratamento, respeitando os limites e necessidades de cada paciente. 

 

"Tratar a fibromialgia não é simplesmente passar um remédio. É preciso cuidar do corpo e da mente, com foco na qualidade de vida. O paciente não deve ser tratado com descrença, mas com empatia e ciência", afirma. 

 

Alguns dos recursos mais eficazes para gestão da dor, são:

 

Exercícios físicos de baixo impacto, como caminhadas leves, alongamentos e hidroginástica;

Medicamentos específicos que modulam os neurotransmissores associados à dor crônica e ao sono;

Psicoterapia e acompanhamento emocional, fundamentais para lidar com o impacto psicológico da síndrome.

 

Yoga como aliado no alívio da dor

Entre as várias técnicas usadas no controle da doença, o yoga ajuda a equilibrar a mente e as emoções, diminuindo o estresse e a ansiedade, que podem piorar a percepção da dor.  "As técnicas de respiração consciente ajudam a ter mais equilíbrio e amenizar esses sintomas, especialmente em condições em que há uma forte ligação emocional, como a fibromialgia", explica o professor de yoga Francisco Kaiut.

 

Conforme o professor de yoga Ravi Kaiut, o grande diferencial está em como a prática atua no sistema nervoso, musculoesquelético e no equilíbrio hormonal, ajudando o organismo a responder melhor aos tratamentos médicos. "O yoga é um recurso que complementa tratamentos, agindo no alívio de dores, melhora da mobilidade e qualidade de vida de quem convive com diversas condições clínicas", conclui.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/veja-maneiras-eficazes-de-aliviar-os-sintomas-da-fibromialgia,2695e1ed92b65919adc06d5a0b830c2fcyvjgdqd.html?utm_source=clipboard - Por Tayanne Silva - Foto: fica | Shutterstock / Portal EdiCase

domingo, 12 de março de 2023

7 formas de aliviar a retenção de líquido


Algumas mudanças de hábito podem ajudar a diminuir o inchaço corporal

 

Você sente inchaço com frequência? Além desse sintoma, a retenção de líquido também pode provocar dor e rigidez. Isso acontece porque há um acúmulo na quantidade de líquidos presentes nos tecidos da pele, que pode ocorrer por diferentes motivos.

 

Entre eles, estão alergias, uso de medicamentos e, principalmente, problemas na circulação sanguínea. Alguns hábitos de vida, como o consumo de alimentos ricos em sódio e o sedentarismo também podem causar a retenção.

 

Quando o problema tem como origem situações do dia a dia, ou seja, não é provocado por doenças graves, é possível controlar o inchaço com algumas medidas simples. Confira!

 

Como aliviar a retenção de líquidos?

Marina Lopes, médica angiologista e cirurgiã vascular, e Fabiana Seidl, médica dermatologista, compartilharam algumas dicas de como melhorar a circulação sanguínea e reduzir os inchaços:

 

1- Atividade física: a prática regular de exercícios é uma das principais maneiras de aliviar a retenção de líquidos. Uma simples caminhada, por exemplo, ajuda a bombear o sangue de volta ao coração e a diminuir a sensação de peso e cansaço.

 

2 - Beber água: a ingestão de água com frequência ajuda a regular a temperatura corporal e a quantidade de líquido no corpo, o que evita episódios de inchaço.

 

3- Cuidado com a alimentação: o consumo de sal em excesso e bebidas ricas em sódio, como refrigerantes, aumenta o risco de retenção de líquidos. Por isso, é importante manter uma dieta balanceada.

 

4- Diminua vícios: é importante evitar o fumo e a ingestão de bebidas alcoólicas, já que o álcool contribui para o acúmulo de açúcar no sangue, o que leva à retenção de líquidos.

 

5- Drenagem linfática: a técnica de drenagem linfática ajuda a eliminar o excesso de líquidos nos tecidos corporais, diminuindo o inchaço.

 

6- Levantar as pernas: é recomendado deixar as pernas para cima, com a ajuda de uma almofada, por pelo menos 20 minutos por dia.

 

7- Uso de meias: em casos específicos e determinados pelo médico, como em suspeita de trombose, o uso de meias elásticas pode ajudar a aliviar o problema.

 

Identificado o problema

Entre as formas de entender se há retenção de líquido no corpo, está apertar a pele com o polegar por alguns segundos e notar se foi formada uma “covinha” na região, chamada de sinal do cacifo. Outra dica é observar se as roupas deixaram marcas fortes no corpo ao final do dia.

 

Também é importante entender que, durante o verão, o calor faz com que os vasos sanguíneos se dilatem para regular a temperatura corporal, fazendo com que uma quantidade alta de líquidos seja liberada para os tecidos da pele. Por isso, dias quentes podem levar a episódios de inchaço.

 

“O calor excessivo pode agravar ainda mais os quadros de varizes, por exemplo. Por isso, é comum pacientes reclamarem no verão. Isso acontece porque as altas temperaturas induzem o processo de vasodilatação, tornando as veias maiores e mais dilatadas - o que pode causar desconforto e inchaço”, explica Marina Lopes.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/materias/materia-22985?utm_source=news_mv&utm_medium=MS&utm_campaign=10452346&utm_smid=10452346-1-1 - Escrito por Paula Santos - gettyimages


Clama a mim, e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes, que não sabes.

Jeremias 33:3


segunda-feira, 27 de setembro de 2021

4 Métodos naturais para aliviar dor de cabeça de sinusite


Quando não puder evitar uma crise de sinusite, teste uma dessas opções de tratamento para aliviar as dores e a pressão no rosto

 

A sinusite é uma inflamação nas mucosas da região ao redor do nariz, incluindo as maçãs do rosto e o começo da testa. Em uma crise, o paciente pode ter sintomas de nariz entupido, tosse, dor nos dentes e no maxilar, inflamação na garganta, fadiga, irritabilidade, náuseas, dor de ouvido e dor de cabeça.

 

O tratamento da sinusite deve ser prescrito pelo médico otorrinolaringologista, e vai depender do caso de cada paciente. É bem importante manter o sistema imunológico fortalecido pra evitar as crises de inflamação. Mas, quando a crise acontece, existem alguns métodos naturais, além do tratamento médico, que podem ser feitos pra ajudar a aliviar as dores.

 

1. Solução de água morna com sal

A solução salina ajuda a aliviar a congestão nasal e, com isso, a pressão no rosto e na cabeça diminuem. Basta misturar 1 colher de sopa de sal em 1 copo de água morna. A forma correta de aplicação é com o auxílio de uma seringa, sem agulha. Assim, você consegue introduzir uns 5 a 10 mililitros por vez em cada narina e aguardar que faça efeito.

 

2. Nebulização caseira com óleo essencial de eucalipto

O óleo de eucalipto é outra boa opção pra desentupir o nariz. Você pode apenas cheirar esse óleo, não precisa fazer misturas sem aplicá-lo na pele. Aliás, nunca aplique um óleo essencial puro direto na pele, pois podem surgir reações adversas.

Se preferir, pode fazer uma inalação com vapor para ter um resultado mais rápido, como uma nebulização. Para isso, coloque em uma bacia 5 gotas de óleo de eucalipto, 1 colher de chá de sal e 1 litro de água bem quente.

Coloque a cabeça sobre a bacia para conseguir inalar o vapor, cuidando para não se queimar. Sobre a cabeça, coloque uma toalha grande, cobrindo também a bacia, para segurar o vapor por mais tempo. Respire o mais profundamente possível e tente ficar assim por pelo menos 10 minutos.

 

3. Chá de cebola

A cebola é um bactericida natural, então vai ajudar a matar os micro-organismos que estão causando a inflamação. Com isso, a dor de cabeça e outros sintomas vão reduzir.

Para fazer o chá, basta ferver algumas cascas de cebola em um litro de água. Coe, espere esfriar e beba logo. Inalar o chá ainda quente também funciona.

 

4. Xarope de alho e gengibre

Assim como a cebola, o alho é um antibiótico natural poderoso. O gengibre também atua como anti-inflamatório, então esse xarope ajuda a aliviar todos os sintomas da sinusite.

Em uma panelinha, esprema o suco de 2 limões. Depois, adicione 2 dentes de alho, 2 colheres de sopa de mel e 1 lasca de gengibre fresco sem casca.

Ao cozinhar, vai ficar com uma textura de xarope. Desligue e deixe esfriar. Tome duas colheres de sopa cheias antes de se deitar, à noite.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/4-metodos-naturais-para-aliviar-dor-de-cabeca-de-sinusite/ - por Priscilla Riscarolli

sábado, 20 de fevereiro de 2021

O que fazer numa crise de hemorroidas: 7 cuidados para aliviar os sintomas


Veja como lidar com o desconforto das hemorroidas e melhorar sua qualidade de vida

 

As hemorroidas são inflamações nas veias do ânus, que podem ser internas ou externas, e acontecerem por diversos motivos, como prisão de ventre, gravidez, obesidade, sedentarismo, idade avançada e tantos outros.

 

Quem tem hemorroidas deve adotar um estilo de vida saudável e com alguns cuidados especiais para evitar crises, como ter uma alimentação saudável e equilibrada, beber muita água, praticar atividade física para melhorar a circulação e abandonar vícios.

 

Essas crises são caracterizadas por sintomas como coceira e inchaço na região anal, sangramento, dor durante e depois de defecar, dificuldade para evacuar e produção de secreção esbranquiçada no ânus.

 

Cuidados a ter para aliviar as crises de hemorroidas

Ao perceber alguns desses sintomas de hemorroidas mencionados acima, cuidados podem ser tomados para aliviar o desconforto e voltar a viver sem esse sofrimento.

 

1. Fazer banho de assento

O banho de assento consiste em colocar água morna em uma bacia grande e limpa, depois se sentar (sem roupas) nessa água por uns 20 minutos, no máximo. O contato da água morna com a região anal traz alívio do inchaço e da dor. Se quiser, pode adicionar ervas medicinais com efeito calmante na água enquanto ela aquece, como camomila, lavanda, arnica ou hamamélis. O banho pode ser feito várias vezes ao dia.

 

2. Beber muita água

Essa dica não serve só para lidar com uma crise, mas sim, deve ser parte da rotina normal. Beber de 2 a 3 litros de água ao longo do dia é essencial para manter a hidratação do corpo, inclusive para evitar as fezes muito duras, que machucam a região inflamada, aumentando as lesões.

 

3. Comer mais fibras

Assim como beber muita água, comer mais fibras deve fazer parte da rotina de quem já teve hemorroidas e quer evitar que voltem. Aumentar a ingestão de fibras ajuda na formação de um bolo fecal mais mole e úmido, ou seja, mais fácil de evacuar. Mas, cuidado para não exagerar ou poderá piorar a crise de hemorroidas com uma diarreia.

 

4. Usar pomada para hemorroidas

Quem já usou pomada para hemorroidas, sabe que esse medicamento ajuda muito no tratamento da inflamação, então pode usar de novo se tiver uma nova crise. Quem nunca usou, é necessário consultar um médico para pegar uma receita. A pomada ajuda a diminuir o tamanho da hemorroida e alivia a dor rapidamente.

 

5. Evitar papel higiênico

Mesmo o papel higiênico mais macio deve ser evitado durante uma crise de hemorroidas, pois pode machucar e causar sangramentos. O ideal é sempre lavar o ânus com água e sabonete neutro depois de evacuar, ou então usar lenços umedecidos.

 

6. Não levantar peso

O ato de levantar ou carregar coisas pesadas pode romper veias da região anal com facilidade em uma pessoa com predisposição a ter hemorroidas. Então, não levante nem carregue peso se estiver com hemorroidas ou se já tratou, mas quer evitar que elas reapareçam.

 

7. Usar almofada em forma de aro

Enquanto estiver em casa, sempre que for se sentar no sofá ou em uma cadeira, pode usar uma almofada em forma de aro, que vai impedir a região anal de encostar no assento. Quando as hemorroidas são externas, elas podem ficar protuberantes e incomodar na hora de sentar.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/o-que-fazer-crise-de-hemorroidas/ - por Priscilla Riscarolli

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Chá para dor de cabeça: qual tomar e como fazer em casa


Descubra qual a melhor opção de chá para aliviar dor de cabeça

 

Segundo a Classificação Internacional de Cefaleias, existem mais de 150 tipos de dores de cabeça. Cada um deles contém critérios de diagnósticos específicos.

 

E justamente por fazer parte do dia a dia de tantas pessoas, a busca por métodos alternativos no alívio das dores de cabeça, principalmente caseiros e naturais, é sempre grande.

 

Por isso, conversamos com especialistas e listamos aqui os chás para dor de cabeça que podem ser feitos em casa.

 

Chá de gengibre

O chá de gengibre é, de longe, o mais recomendado para dores de cabeça. Isso porque o gengibre possui gingerol, um composto químico testado em estudos científicos que apontam sua eficácia no alívio da dor de cabeça, inclusive a enxaqueca.

"O gengibre pode ser também combinado com outros chás de efeito calmante, como o de camomila, ou com sucos, como o de maracujá, e até mesmo para saborizar a água", sugere a médica nutricionista Juliana da Mata.

No entanto, ela alerta sobre o uso contínuo e em grandes porções do chá de gengibre para pessoas hipertensas, e diz que quem possui problemas de estômago ou esôfago precisa se atentar para não se sentir mal com o uso da raiz.

Modo de preparo: Em uma chaleira, rale de 25 a 35 gramas de gengibre fresco, adicione 500 ml de água e leve ao forno por aproximadamente 15 minutos, até ferver. Depois é só coar o chá e beber, de preferência, sem açúcar ou adoçante.

 

Chá de camomila

Segundo a nutricionista Juliana, a camomila possui propriedades calmantes, efeito relaxante e componentes que atuam no alívio de tensões. Por isso, ela é indicada principalmente para de dores de cabeça de cunho emocional, como, por exemplo, o estresse e ansiedade.

Porém, o uso do chá de camomila não é recomendado para quem faz uso de remédios anticoagulantes e nem para pessoas com histórico de alergia a estes grupos específicos de flores.

Modo de preparo: Adicione 500 ml de água em uma chaleira e leve ao forno; antes de começar a ferver, desligue o fogo e adicione 2 colheres de sopa de camomila. Tampe o recipiente por aproximadamente 5 minutos. Depois, é só coar o chá e tomar.

 

Chá de boldo

Por possuir componentes que ajudam a melhorar a má digestão e no processo digestivo, o chá de boldo também pode ser indicado para dores de cabeça.

"Ele pode ajudar no alívio das dores de cabeça provenientes do excesso de comida ou bebida, que geram má digestão", esclarece a nutricionista Juliana.

Contudo, o chá de boldo deve ser evitado por mulheres gestantes, especialmente no primeiro trimestre da gravidez. Veja mais chás proibidos na gravidez.

Modo de preparo: Pique cerca de 2 colheres de sopa de folhas de boldo e adicione 540 ml de água fervente. Tampe o recipiente e espere de 3 a 5 minutos. Em seguida é só coar e consumir.

 

Chá de hortelã

Outra folha que pode ser boa aliada contra a dor de cabeça é a hortelã.

A nutricionista Juliana explica que o chá de hortelã, por possuir propriedade analgésica, pode auxiliar no alívio das dores de cabeça, principalmente as de fundo tensionais, como a cefaleia.

Modo de preparo: Adicione 300 ml de água e leve ao fogo. Antes da água começar a ferver, adicione 20 gramas de folha de hortelã. Em fogo baixo, tampe o recipiente e deixe a infusão acontecer por aproximadamente 10 minutos. Coe e sirva.

 

Chá de erva-cidreira

Já o chá de erva-cidreira, por conter componentes calmantes e benéficos para o processo digestório, também pode auxiliar no alívio de dores de cabeça de cunho emocional e de má digestão, por exemplo.

Modo de preparo: Pique cerca de 2 colheres de sopa de folha de erva-cidreira e adicione junto com 300 ml de água quente - não fervente. Tampe o recipiente e espere 10 minutos. Depois é só coar e tomar.

 

O que tomar para dor de cabeça?

Embora os chás caseiros - de gengibre, camomila, boldo, hortelã e erva-cidreira -, sejam recomendados no alívio de dores de cabeça, é importante sempre verificar e investigar com um médico especialista sobre a origem da dor de cabeça, a fim de se obter um diagnóstico preciso e um tratamento adequado.

 

O uso de remédios devidamente prescritos também não podem ser descartados.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/36719-cha-para-dor-de-cabeca-qual-tomar-e-como-fazer-em-casa?utm_source=news_mv&utm_medium=MS&utm_campaign=8696380 - Escrito por Thaynara Moreira

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

6 chás potentes para aliviar sintomas de gripe


Os chás agem como remédios caseiros para descongestionar as vias respiratórias e melhorar a imunidade

Espirros, garganta irritada e corrimento nasal são alguns dos sintomas que você pode sentir quando está resfriado ou com gripe. O frio pode contribuir para a piora desses sintomas e a transmissão do vírus.

A primeira coisa que a gente pensa é em fazer aquele cházinho para melhorar. E não é à toa, afinal, tomar chá quente proporciona uma sensação de alívio na garganta e na congestão nasal. Mas você sabe quais chás podem ser benéficos para melhorar e prevenir o resfriado e a gripe? Confira abaixo a lista dos melhores chás para gripe:

Chá de alho para a gripe
O chá de alho pode contribuir na melhora do quadro de gripe. Segundo a nutricionista Vanderli Marchiori, ele é um ingrediente antiviral, expectorante e febrífugo. Dessa forma, é capaz de inibir o ciclo viral, liberando o muco a fim de normalizar a temperatura corporal.
Como fazer o chá: Em uma panela de chá, coloque 3 dentes de alho amassados para 2 copos de água. Deixe ferver por 10 minutos. Depois é só coar e beber.

Chá de gengibre para a gripe
O chá de gengibre também é uma ótima opção antiviral para quem está resfriado. "O gengibre tem grande atividade mucolítica, o que favorece a saída do catarro dos brônquios e dos sinus", explica a nutricionista, que é presidente da Associação Paulista de Fitoterapia (APFIT).
Como fazer o chá: Coloque 2 colheres de sopa de gengibre ralado ou picado a cada 2 xícaras de água. Deixe ferver por 10 minutos.

Chá de mel e limão para a gripe
O chá de mel com limão também é muito potente para o alívio de gripes e resfriados, pois tem ação anti-inflamatória capaz de melhorar o sistema imunológico. Além disso, o limoneno - substância comum em frutas cítricas -, é antioxidante.
De acordo com a nutricionista Vanderli Marchiori, o mel não tem apenas o papel de adoçar o chá, pois também auxilia na saída de muco e lubrificação das cordas vocais e garganta.
Como fazer o chá: Ferver meio litro de água, acrescentar um limão galego (limão-cravo) grande cortado em quatro e manter a fervura por 10 minutos. Desligar e acrescentar uma colher de sopa de mel.

Chá de sabugueiro para a gripe
O sabugueiro é uma planta medicinal e o seu chá é muito conhecido justamente por tratar sintomas de gripe. "Ele é rico em salicilatos que tem ação antipirética, ou seja, auxilia no controle de temperatura corporal", ressalta a nutricionista.
Como fazer o chá: Ferva uma xícara de água, depois acrescente uma colher de sopa das folhas de sabugueiro e deixe descansar de 5 a 10 minutos na fervura. Depois é só coar e beber.

Chá de eucalipto para a gripe
O chá de eucalipto ajuda a eliminar as secreções por ter propriedade expectorante, aliviando as dores de garganta e desobstruindo as vias nasais.
Como fazer o chá: Em uma xícara coloque uma colher de sopa de folhas picadas de eucalipto e cubra com água recém fervida. Deixe descansar de 5 a 10 minutos. Depois é só coar e beber.

Chá de malva para a gripe
O chá de malva tem o poder de diminuir irritações na garganta, de forma a expelir melhor o muco. A planta tem ação anti-inflamatória expectorante para melhorar os sintomas do resfriado.
Como fazer o chá: Coloque uma colher de sopa de malva em uma xícara de água recém fervida. Deixe descansar por uns 10 minutos. Em seguida coe e beba.


sábado, 20 de junho de 2020

6 maneiras de aliviar a dor de cabeça sem medicamentos


O incômodo que atinge tantas pessoas pode ser resolvido de formas naturais; confira como

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBC), existem mais de 200 tipos de dores de cabeça que acometem as pessoas. As causas são variadas, apresentando diferença nos sintomas e na região em que a dor aparece com maior intensidade. Entre as razões mais populares, estão:

Sinusite
Enxaqueca
Cefaleia
Tensão por estresse

O diagnóstico preciso da causa da dor de cabeça deve ser feito por um especialista, para que, assim, o tratamento ideal para cada caso seja indicado. A automedicação, comumente feita pelas pessoas, nunca é recomendada e pode até mesmo agravar a situação.

Nesse sentido, a neuropsiquiatra Gesika Amorim indica alguns tratamentos caseiros que podem aliviar a dor de cabeça e são totalmente naturais, sem o uso de remédios ou componentes químicos. Confira as sugestões:

Compressas
Se a dor for tensional, não é pulsátil e aparece na parte da frente da cabeça, sua causa mais provável é a tensão muscular. Para este tipo de incômodo, deve-se colocar uma compressa morna na testa durante 10 minutos.
"Já a enxaqueca, cuja causa é vascular, é uma cefaleia pulsátil, temporal e unilateral, ou seja, acontece de um lado da cabeça. Nesse caso, a compressa de água gelada pode aliviar bastante", explica a médica.

Massagem
Os pontos da acupuntura também podem auxiliar na melhora da dor. De acordo com Gesika Amorim, massagear o ponto entre o dedo indicador e o polegar por alguns minutos, com movimentos circulares, pode aliviar a dor de cabeça de forma considerável. Em casos de enxaqueca, a massagem temporal na área da dor também é eficiente.

Chás
Conhecido por ser uma das alternativas naturais mais benéficas para a saúde, o chá também pode ser tomado para o alívio da dor de cabeça tensional. Entre os mais recomendados, estão:
Chá de melissa
Chá de hortelã
Chá de menta
Chá de erva cidreira
Chá de camomila

Óleos essenciais
Utilizar óleos essenciais - como o de lavanda, melaleuca e alecrim - diretamente no local da dor, antes da massagem, ou inalar o aroma através de um difusor são algumas das opções para diminuir a dor de cabeça.

Cafeína
De acordo com a neuropsiquiatra, consumir alimentos ricos em cafeína, como é o caso do chá preto e do café, pode ser uma forma eficaz de diminuir as dores de cabeça de forma natural.

Evite certos tipos de alimentos
Gesika Amorim explica que alguns alimentos, como queijos, vinhos e chocolates, são deflagradores da dor de cabeça, aumentando o incômodo. "Por isso, é importante que você tenha um diário da dor de cabeça, para que se possa entender quando e em que circunstâncias ela vem", finaliza a médica.

Quando a dor de cabeça se torna preocupante?
Apesar de ser uma dor comum e, normalmente, não apresentar nada grave, ainda é preciso se atentar aos sinais que a dor de cabeça pode trazer. A neuropsiquiatra Gesika Amorim conta que, caso o incômodo seja muito intenso e frequente, aparecendo por mais de 15 dias consecutivos, é necessário levar essa informação para o médico, a fim de descobrir a causa do sintoma.

Se você tem uma cefaleia que muda de padrão, ou seja, a dor era de um jeito e, de repente, se altera para outro, também é preciso se atentar. Além disso, o uso frequente de remédios para dor de cabeça pode causar a cefaleia por abuso de medicamentos. Portanto, a automedicação não deve ser realizada.


sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

9 formas naturais de aliviar os sintomas de alergias


Lavar o nariz, usar tecidos naturais e turbinar a dieta são dicas valiosas

Quem sofre com alergias sabe que o tempo frio ou as mudanças bruscas de temperatura são um prelúdio para sintomas como tosse seca, olhos e nariz irritados, dificuldade para respirar e espirros. Dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI) indicam que 30% dos brasileiros sofrem com algum tipo de reação alérgica, sendo que rinite, bronquite e asma são predominantes.

Por sorte, existem diversas medidas que podem ser tomadas para evitar ou mesmo aliviar esses sintomas. "Devemos lembrar que os tratamentos naturais não eliminam o uso de medicamentos, e que cada caso deve ser avaliado por um médico", diz o alergista Gustavo Falbo Wandalsen, diretor da ASBAI.

Ele também afirma que evitar o contato com os causadores da alergia, como poeira e animais, é o primeiro passo para evitar as crises, mas que alguns cuidados são mais do que bem-vindos. No Dia Nacional de Prevenção à Alergia e no Dia Mundial da Asma, comemorados no dia 7 de maio, confira os conselhos dos especialistas para evitar crises alérgicas:

1. Evite produtos com cheiro forte
De acordo com Gustavo Falbo Wandalsen, produtos com odores muito acentuados, como perfumes, cremes e produtos de limpeza, não são necessariamente as causas de uma alergia, mas podem provocar irritações e agravar os sintomas.
"Dessa forma, é importante que a pessoa evite ficar em constante contato com esse tipo de produto, principalmente nas épocas em que as crises são mais frequentes", explica. Portanto, prefira sabonetes neutros ou cosméticos que tenham odores mais suaves, dando uma folga para o seu nariz.

2. Turbine a dieta com quercetina
Presente principalmente na maçã, na cebola e no brócolis, a quercetina é um antioxidante capaz de diminuir a produção de histamina no corpo. "Essa substância, por sua vez, é a responsável por aumentar a dilatação dos nossos vasos sanguíneos e iniciar um processo alérgico", diz o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia.
Ele afirma que o consumo diário desse nutriente pode ajudar, inclusive, a diminuir as chances de uma crise. "É possível obter a quercetina na forma de cápsula, sob receita médica, conforme o andamento do quadro alérgico", acrescenta o especialista.

3. Não se esqueça da limpeza nasal
"Essa é uma das formas indicadas pelos médicos para evitar irritações causadas principalmente pela rinite alérgica", diz o alergista Gustavo. Para fazer a limpeza nasal, que deve ser feita duas vezes por dia, você coloca soro fisiológico em seringas ou conta gotas e pinga o líquido diretamente no nariz.
Existem também produtos comerciais em spray, por exemplo, que são específicos para essa função. "Tudo o que a gente respira fica grudado na mucosa do nariz, e quando você faz a limpeza, retira esses corpos estranhos e diminui também as crostas de secreção nasal que a rinite produz, facilitando inclusive a respiração", diz o especialista.

4. Aumente a umidade do ar
Quando a umidade do ar está entre 20% e 30%, surge o estado de atenção; entre 12% e 20%, estado de alerta; e abaixo de 12%, surge o estado de emergência. Esse cenário deixa as vias aéreas ressecadas, comprometendo a secreção líquida que funciona como proteção natural do nariz. "Com isso, as vias nasais ficam livres para a entrada de vírus, bactérias e agentes alergênicos", explica a pneumologista Valéria Martins, diretora da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia.
Além disso, o tempo seco dificulta a dispersão da poluição e da poeira, que ficam suspensas no ar e passíveis de inalação. "Dessa forma, umidificadores, bacias com água, toalhas e panos molhados e até mesmo algumas plantas cultivadas no ambiente podem ajudar a equilibrar os níveis de umidade durante as estações mais secas e ajudar nas crises alérgicas", complementa.

5. Lave os olhos com soro fisiológico
Um dos sintomas de alergia é a irritação nos olhos, que podem coçar e lacrimejar. Pessoas que sofrem desse problema com mais frequência podem roubar a dica do nariz e fazer uma lavagem diária dos olhos com soro fisiológico. "Essa limpeza é eficaz não só para prevenir os sintomas, mas também para aliviar uma irritação já instalada", afirma o alergista Gustavo.
De acordo com o médico, é importante ressaltar que, durante uma crise, é essencial evitar sabonetes e outros produtos com potencial irritante para lavar os olhos, pois só irá agravar o problema.

6. Fique de olho na vitamina D baixa
De acordo com a nutricionista Hellen Fernandes, consultora da farmácia de manipulação Galgani, a falta de vitamina D no organismo pode contribuir para o aumento da massa muscular nos brônquios, fazendo com que eles se contraiam mais, tornando a respiração mais difícil.
"Outro problema é a deficiência do nutriente em pessoas com asma, pois o uso de corticoides para o tratamento da doença pode diminuir os níveis de vitamina D, sendo necessária a suplementação", completa. Ela afirma ainda que a vitamina D só deve ser suplementada em asmáticos com deficiência confirmada por exame de laboratório e a dose ideal de reposição será receitada pelo médico.
Mas se você quer acrescentar mais doses de vitamina D ao organismo para melhorar a respiração, boas fontes do nutriente são gema de ovo, fígado, manteiga e alguns tipos de peixes, como cavala, salmão e arenque. "Além disso, tomar sol de 15 a 20 minutos por dia, em horários de baixa exposição, é a melhor maneira de sintetizar o nutriente", afirma a especialista.

7. Use tecidos naturais
Já notou como a poeira parece sempre ficar grudada na tela da TV? Isso se dá porque o aparelho acumula uma carga elétrica que atrai as pequenas partículas que flutuam pelo ar. Com as roupas de materiais sintéticos, a lógica não é muito diferente.
Quando esses materiais se atritam uns com os outros, constroem uma carga elétrica que atrai a poeira para si - transformando você em uma espécie de agente irritante. Isso é o que afirmam pesquisadores da Philadelphia's Jefferson Medical College Hospital, que analisaram a relação entre alergias a pólen e o uso de tecidos como nylon e poliéster.
Sendo assim, o melhor é optar por tecidos naturais, como algodão, principalmente quando o tempo está mais seco - e a poeira mais concentrada.

8. Mantenha-se hidratado
"A mucosa tanto do pulmão quanto da via aérea superior funciona melhor quando você está hidratado", afirma o alergista Gustavo. Ele ressalta, no entanto, que essa é uma recomendação mais genérica, mais de prevenção do de que tratamento para uma crise instalada.
"Perdemos água na respiração e na transpiração", explica a pneumologista Valéria Martins. "Por isso, precisamos beber água o dia inteiro, além de lavar as vias respiratórias com soro fisiológico", acrescenta.

Consuma ômega 3
"A ingestão de ômega 3 irá inibir a produção de prostaglandina, uma substância broncoconstritora associada a alergias respiratórias", diz a nutricionista Hellen. Por conta disso, esse nutriente combate as inflamações e melhora a função respiratória.

Boas fontes de ômega 3 são as oleaginosas, como nozes e castanhas, e peixes de água fria, como salmão, arenque, atum e sardinha.