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domingo, 28 de dezembro de 2025

10 frutas e vegetais que cientificamente reduzem a inflamação


Frutas e vegetais de cores vivas são poderosos alimentos anti-inflamatórios, ricos em antioxidantes que protegem células e imunidade

 

Ao analisar a alimentação sob a ótica da ciência, um ponto aparece com frequência em estudos recentes: frutas e vegetais com cores vivas tendem a ser fortes aliados no combate à inflamação crônica. Pesquisas em nutrição e medicina indicam que esses alimentos carregam uma combinação de compostos bioativos, vitaminas e minerais que atuam em diferentes etapas do processo inflamatório do organismo.

 

A inflamação, quando se torna persistente, é associada a diversas condições, como doenças cardiovasculares, resistência à insulina e problemas articulares. Nesse contexto, alimentos coloridos de origem vegetal ganham destaque por oferecerem antioxidantes e substâncias naturais capazes de modular respostas inflamatórias, sem a necessidade de intervenções medicamentosas em situações de rotina.

 

O que a ciência entende por inflamação e como a alimentação interfere?

Do ponto de vista científico, a inflamação é uma resposta de defesa do corpo diante de lesões, infecções ou agentes irritantes. Em situações agudas, é um mecanismo essencial. O problema surge quando esse estado inflamatório se mantém por longos períodos, mesmo sem um agressor claro. Estudos publicados até 2025 mostram que dietas ricas em ultraprocessados, açúcares simples e gorduras trans estão associadas ao aumento de marcadores inflamatórios no sangue.

 

Em paralelo, pesquisas com padrões alimentares baseados em frutas, verduras, legumes, grãos integrais e gorduras de boa qualidade indicam redução de substâncias como a proteína C-reativa e certas citocinas inflamatórias. Nesse cenário, os alimentos de cores intensas se destacam por apresentarem maior concentração de pigmentos naturais com ação antioxidante e anti-inflamatória.

 

Por que frutas e vegetais de cores vivas são considerados alimentos anti-inflamatórios?

A principal explicação apontada por pesquisas científicas é a presença de compostos chamados fitoquímicos. Eles são substâncias bioativas produzidas pelas plantas para se protegerem de radiações, pragas e outros estresses. Quando consumidos por humanos, esses compostos podem atuar como antioxidantes, reguladores de enzimas e moduladores de vias inflamatórias.

 

Entre os fitoquímicos mais estudados estão:

 

Carotenoides (como betacaroteno e licopeno), comuns em alimentos alaranjados e vermelhos;

Antocianinas, presentes em opções roxas, azuis e algumas vermelhas;

Flavonoides em geral, encontrados em frutas cítricas, folhas verdes e vegetais variados;

Vitamina C e vitamina E, com ação antioxidante relevante;

Polifenóis, associados à redução de radicais livres e modulação da inflamação.

 

Pesquisas demonstram que essas substâncias ajudam a neutralizar radicais livres, moléculas instáveis que podem danificar células e tecidos, favorecendo processos inflamatórios. Além disso, alguns pigmentos coloridos interferem diretamente em vias metabólicas ligadas à expressão de genes inflamatórios, reduzindo a produção de mediadores pró-inflamatórios.

 

 

 

Como as cores dos alimentos se relacionam com seus benefícios?

A cor de cada fruta ou vegetal geralmente indica a predominância de determinados compostos. Estudos em nutrição de precisão usam essa relação cor-nutriente como uma forma prática de orientar escolhas alimentares no dia a dia. Não se trata de regra absoluta, mas de um padrão útil para entender por que esses alimentos de tonalidades intensas são considerados potenciais anti-inflamatórios naturais.

 

Vermelhos: costumam ser ricos em licopeno e outros carotenoides, associados à proteção vascular.

Laranjas e amarelos: apresentam altos teores de betacaroteno e vitamina C, importantes para o sistema imune.

Roxos e azuis: concentram antocianinas, ligadas à proteção contra danos oxidativos.

Verdes escuros: oferecem clorofila, folato, magnésio e flavonoides diversos.

De forma geral, quanto maior a variedade de cores naturais no prato, maior a diversidade de compostos bioativos ingeridos, o que amplia o potencial de apoio ao controle da inflamação. Por isso, muitos protocolos dietéticos focados na redução de inflamação, como padrões inspirados na dieta mediterrânea, recomendam a presença diária de diferentes frutas e hortaliças intensamente coloridas.

 

De que maneira esses alimentos entram na rotina alimentar?

Estudos observacionais e ensaios clínicos destacam que o efeito anti-inflamatório não depende de um único alimento isolado, mas do conjunto da dieta. No entanto, a inclusão frequente de frutas e vegetais de cores marcantes é uma das estratégias mais citadas em pesquisas de prevenção de doenças crônicas relacionadas à inflamação.

 

Algumas formas comuns de incorporar esses alimentos ao dia a dia incluem:

 

Adicionar frutas coloridas em lanches intermediários;

Montar refeições principais com metade do prato composta por vegetais variados;

Alternar preparações cruas e cozidas para aproveitar diferentes nutrientes;

Utilizar hortaliças de cores distintas em saladas, refogados e sopas;

Preferir sucos com a fruta inteira batida, preservando fibras, em vez de versões coadas e adoçadas.

A literatura científica ressalta também o papel das fibras presentes nesses alimentos. Elas contribuem para o equilíbrio da microbiota intestinal, que, segundo estudos recentes, tem relação direta com a regulação da inflamação sistêmica.

 

Quais são alguns exemplos de frutas e vegetais de cores vivas com potencial anti-inflamatório?

Diversos trabalhos em revistas científicas listam alimentos específicos que se destacam pela combinação de cor intensa, alta densidade nutricional e teor elevado de compostos bioativos relacionados à modulação da inflamação.

 

A seguir, estão dez exemplos frequentemente citados em pesquisas como alimentos com potencial anti-inflamatório:

 

1. Frutas vermelhas (morango, amora, framboesa)

2. Mirtilo (blueberry)

3. Uva roxa

4. Tomate

5. Cenoura

6. Abóbora

7. Pimentão vermelho

8. Espinafre

9. Brócolis

10. Beterraba

 

Esses exemplos não esgotam as opções disponíveis, mas ilustram como a ciência vê nas cores intensas das plantas um indicativo de compostos que podem auxiliar no controle da inflamação quando integrados a um padrão alimentar equilibrado e variado.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/10-frutas-e-vegetais-que-cientificamente-reduzem-a-inflamacao,0499bdf76dafa2bc0670b48f00042cc7510zv0nv.html?utm_source=clipboard - Por: Carlos Vieira* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / MicEnin

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

Pesquisa revela quais são as frutas e os vegetais mais nutritivos e poderosos para sua saúde


Três vegetais folhosos lideraram lista e três frutas não atingiram a pontuação necessária

 

Um estudo recente buscou definir quais frutas e vegetais oferecem os maiores benefícios nutricionais para a saúde, com base na concentração de nutrientes essenciais. A pesquisa, conduzida por Jennifer Di Noia, da William Paterson University, estabeleceu um critério claro para classificar os chamados "alimentos poderosos" (PFV, na sigla em inglês) e identificou itens que se destacam pela alta densidade nutricional.

 

O critério para classificação dos alimentos poderosos

A análise levou em conta 17 nutrientes fundamentais para a saúde pública, incluindo potássio, fibra, cálcio, ferro e diversas vitaminas. Para ser classificado como um PFV, o alimento precisava fornecer, em média, 10% ou mais do valor diário recomendado desses nutrientes por 100 kcal. Entre os 47 alimentos avaliados, 41 atingiram esse padrão e foram considerados mais densos em nutrientes do que aqueles que não se enquadraram na classificação.

 

Os destaques do estudo

Os vegetais folhosos, como agrião, espinafre e couve, lideraram a lista dos alimentos mais nutritivos. Outros grupos também se destacaram, incluindo vegetais crucíferos (repolho chinês, brócolis), vegetais amarelo-alaranjados (cenoura, abóbora), cítricos (laranja, limão) e frutas vermelhas (morango). 

 

Por outro lado, frutas como framboesa, tangerina e mirtilo, assim como vegetais allium, como alho e cebola, não atingiram a pontuação mínima necessária.

 

Importância da densidade nutricional

A classificação proposta pelos pesquisadores pode ser uma ferramenta valiosa para educação nutricional e orientação alimentar. Ao enfatizar a densidade de nutrientes em relação ao valor energético dos alimentos, o estudo oferece um caminho para que consumidores tomem decisões mais informadas sobre sua alimentação.

 

Os resultados também reforçam a importância de uma dieta rica em frutas e vegetais variados, garantindo uma ingestão adequada de nutrientes essenciais para a prevenção de doenças crônicas. O próximo passo da pesquisa é aprofundar a relação entre o consumo de PFV e os impactos diretos na saúde a longo prazo.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/degusta/alimentacao-com-saude/pesquisa-revela-quais-sao-as-frutas-e-os-vegetais-mais-nutritivos-e-poderosos-para-sua-saude,7b4b0d3dbe1e1780ae2450b6804cf397r59mx4iv.html?utm_source=clipboard - Foto: Lu Schievano - Flickr / Flipar

segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Estes 6 alimentos são cheios de agrotóxicos: cuidado!


Na hora de comprar estes alimentos, prefira opções orgânicas.

 

Os agrotóxicos ajudam os grandes produtores a manterem suas plantações sem pragas, mas, existe um preço que se paga por isso.

 

A saúde pode ser prejudicada pelos agrotóxicos, inclusive, ao ter contato na hora de aplicar nas plantas. Consumir diariamente também é bastante prejudicial.

 

É por isso que se incentiva tanto o consumo de alimentos orgânicos que levam soluções naturais no lugar dos agrotóxicos químicos.

 

Então, é importante saber quais são alguns dos vegetais que mais levam agrotóxicos, não para deixar de consumi-los, mas sim, para dar preferência aos orgânicos. Confira!

 

1. Pêssego

Mariposas, besouros e outros insetos gostam de se alimentar dessa fruta. Por isso, os produtores de pêssego geralmente precisam pulverizar agrotóxicos nas plantações para obter um produto comestível.

 

2.  Uva

No século XIX, uma infestação de filoxeras — um inseto parecido com os pulgões — destruiu vinhedos na França, causando um enorme prejuízo para os produtores de vinho. A forma de evitar isso — além de produzir uva orgânica — é utilizar agrotóxicos que mantenham essas pragas longe dos parreirais.

 

3. Maçã

Os produtores precisam lidar com ataques de pulgões, larvas e muitas outras pragas nas maçãs. O cultivo de maçãs orgânicas até cresce em vários lugares do mundo, mas, a maioria das produções são feitas com o uso de pesticidas e outros agrotóxicos.

 

4. Couve

A couve é comumente atacada pela larva de vários tipos de insetos, além de fungos. Grandes produtores costumam recorrer a fungicidas e pesticidas para tentar controlar as pragas — embora, nesse caso, não é muito difícil encontrar couve de pequenos produtores, que conseguem fazer um controle de praga sem os defensivos agrícolas.

 

5. Espinafre

A maioria das folhas verdes que a gente encontra nos supermercados, costumam conter uma grande concentração de agrotóxicos. Isso acontece porque elas são um alvo comum de larvas de diferentes tipos de insetos. A menos que você consiga encontrar produtores de espinafre orgânico, a recomendação é lavar muito bem as folhas antes de consumi-las.

 

6. Morango

O morango é a fruta que mais costuma receber pesticidas. A razão disso é que existem várias espécies de insetos e patógenos que podem atacar essa fruta durante todos os estágios do seu crescimento.

Para combatê-los, a maioria dos produtores utiliza uma pulverização mais pesada de vários produtos químicos. A melhor solução para isso seria conseguir priorizar morangos orgânicos. Porém, como essa não é uma realidade para a maioria das pessoas, recomenda-se lavar bem a fruta antes de consumi-la.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/estes-6-alimentos-sao-cheios-de-agrotoxicos-cuidado/ - por Priscilla Riscarolli


Adora o SENHOR, teu Deus, e a sua bênção estará sobre a tua comida e água. Tirarei as doenças de entre vós. (Êxodo 23:25)


domingo, 13 de junho de 2021

Dieta à base de vegetais e peixes pode ajudar a reduzir gravidade de COVID-19, diz estudo


Entrevistados com dietas ricas nestes alimentos tiveram menor probabilidade de infecção moderada ou grave pelo coronavírus

 

Os resultados da pesquisa, publicada pela revista BMJ Nutrition Prevention & Health, indicam que as dietas à base de alimentos como vegetais e peixes foram associadas a menores probabilidades de sofrer sintomas graves de COVID-19 em comparação com quem seguia outras dietas.

 

Os pesquisadores basearam-se nas respostas de pesquisas de 2.884 profissionais da saúde de diversos países, como França, Alemanha, Itália, Espanha, Reino Unido e a Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg, nos EUA, usando a plataforma dedicada à pesquisas na área da saúde, Survey Healthcare Globus.

 

No entanto, os especialistas ressaltaram que se trata de um estudo observacional e que não estabelece necessariamente uma relação causal entre a dieta e os sintomas de COVID-19. Portanto, é preciso cautela ao interpretar os resultados.

 

A pesquisa foi realizada online entre julho e setembro de 2020 e foi projetada para obter informações e detalhes sobre os padrões alimentares dos entrevistados, baseando-se em um questionário com 47 itens sobre a frequência alimentar no ano anterior e o grau de qualquer infecção por coronavírus que eles tiveram.

 

Os pesquisadores também coletaram informações sobre antecedentes pessoais, histórico médico, uso de medicamentos, bem como condições médicas coexistentes.

 

Do total de entrevistados, 568 alegaram ter apresentado sintomas consistentes por COVID-19, sendo que desses casos, 138 tinham infecção de moderada a grave. Já os entrevistados que disseram ter um cardápio à base de vegetais ou de peixes tiveram, respectivamente, 73% e 59% menor probabilidade de infecção moderada ou grave pelo coronavírus

 

Já as pessoas que alegaram ter uma dieta com baixo teor de carboidratos e proteínas apresentaram quase quatro vezes mais chances de infecção.

 

Contudo, os pesquisadores observaram que a definição de certos padrões alimentares pode variar de país para país, além de que a pesquisa baseou-se na memória individual em vez de avaliações objetivas.

 

Importância da dieta saudável

De acordo com os pesquisadores, as dietas baseadas em vegetais são ricas em nutrientes, especialmente fitoquímicos, vitaminas e minerais, todos muito importantes para um sistema imunológico saudável.

 

Além disso, o peixe também é fonte fundamental de ômega 3, componente que auxilia na redução dos níveis de colesterol, ajudando a regular a fluidez do sangue. "Nossos resultados sugerem que uma dieta saudável, rica em alimentos ricos em nutrientes, pode ser considerada para proteção contra COVID-19 e sintomas graves", observaram os pesquisadores.

 

Manter uma alimentação saudável é essencial para a manutenção do organismo e para que o corpo funcione de forma equilibrada.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/alimentacao/noticias/37651-dieta-a-base-de-vegetais-e-peixes-pode-ajudar-a-reduzir-gravidade-de-covid-19-diz-estudo - Escrito por Redação Minha Vida

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Três porções de vegetais ao dia já diminuem o risco de morte

Investigação global aponta que essa quantidade seria suficiente para manter a saúde intacta por mais tempo e evitar várias doenças

Que as frutas, legumes e verduras são essenciais para o corpo, todo mundo está careca de saber. Tanto que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que cinco porções desses alimentos entrem no cardápio diário para preservar a saúde. O problema é que essa meta parece distante – de acordo com o IBGE, só 10% dos brasileiros conseguem atingi-la.

Pois um novo estudo mostra que comer três desses itens naturais ao dia já reduz a mortalidade e a incidência de doenças, como as cardiovasculares e o câncer. A pesquisa, coordenada pela Universidade McMaster, no Canadá, analisou a dieta de mais de 135 mil pessoas em 18 países de quatro continentes.

Essa multidão, que tinha entre 35 e 70 anos, foi acompanhada por mais ou menos sete anos, período em que 5 796 dos participantes faleceram. Os que incluíam entre 375 e 500 gramas de vegetais ao dia – o equivalente a três ou quatro porções – tinham menor risco de estar nessa estatística de fatalidades.

Acima dessa quantidade, o benefício se manteve o mesmo. Mas a ideia, segundo o grupo, não é diminuir a recomendação de cinco porções da OMS, e sim tranquilizar quem não consegue chegar lá. “Trata-se de um objetivo mais acessível, especialmente em países onde as pessoas têm renda média ou baixa e os custos de frutas e legumes são relativamente altos”, declarou Victoria Miller, autora principal do trabalho, em comunicado à imprensa.

As vantagens das frutas e também dos alimentos crus

Alguns dados curiosos saíram da investigação. Por exemplo: indivíduos que investiam pesado nas frutas estavam mais protegidos do que quem só incluía legumes e verduras na dieta.

O grupo também investigou a diferença no preparo desses ingredientes e viu que os crus estavam mais associados à proteção contra doenças cardiovasculares e outros transtornos.  De qualquer maneira, uma coisa é certa: quanto mais colorido, natural e variado for o prato, melhor.


Fonte: https://saude.abril.com.br/alimentacao/tres-porcoes-de-vegetais-ao-dia-ja-diminuem-o-risco-de-morte/ - Por Chloé Pinheiro - Fabio Castelo/SAÚDE é Vital    

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Confira os benefícios de 10 vegetais poderosos

Saiba quais são os vegetais que mais fornecem nutrientes e fazem bem à saúde!

Todo mundo está cansado de saber que uma boa alimentação, rica em verduras, legumes e frutas, garante a boa forma e a saúde física. Mas em meio a tantas opções, não é fácil decidir o que priorizar no dia a dia.

Pensando nisso, a Sport Life preparou uma lista com 10 vegetais nutritivos e poderosos que muitas vezes passam despercebidos na alimentação diária. A nutricionista Fabiana Honda explica quais são os benefícios de cada um.
Confira!

Mostarda Verde
Quem deseja perder peso pode colocar a mostarda no cardápio: rica em fibras e com poucas calorias, ela aumenta a sensação de saciedade e faz muito bem à saúde: "A mostarda tem vitamina K, ácido fólico, vitamina C, vitamina A e minerais como cálcio, ferro, magnésio e potássio. Esses nutrientes contribuem para manutenção de ossos fortes e ajudam a prevenir doenças como a osteoporose", esclarece a nutricionista.

Brócolis
Os benefícios do brócolis são vários! O alto teor de vitamina C, proteína, cálcio, ferro e fibras pode auxiliar na prevenção do câncer de mama, prótata, laringe, bexiga e esôfago. Mas a nutricionista aconselha: para melhor proveito dos nutrientes, o brócolis deve ser cozido, de preferência, no vapor.



Nabo
O vegetal tem raízes e folhas comestíveis e em cada parte nutrientes que podem fazer a diferença, principalmente para quem pratica esportes. Nas raízes está a vitamina C, importante para a síntese de colágeno e manutenção do sistema imune, que pode ficar pobre em atletas. Já as folhas contam com vitamina K e complexo B. "A vitamina K  é essencial para a e manutenção da saúde óssea. Já as vitaminas do complexo B são importantes para o metabolismo energético, ou seja, para as reações que liberam energia a partir de nutrientes como carboidratos, proteínas e gorduras", explica Fabiana.

Rúcula
Quem deseja melhorar o processo digestivo e diurético pode apostar na rúcula, já que ela é fonte de vitamina C, vitamina K, betacaroteno e minerais. "Suas folhas também são amplamente reconhecidas como um alimento anti-câncer, pois apresentam diversos fitoquímicos, que desempenham um papel antioxidante vital no corpo", afirma Fabiana.

Endívia
Fonte de fibras e potássio, a endívia pode ser uma grande aliada na prevenção do câncer e pode diminuir a frequência e a gravidade dos calores que muitas mulheres enfrentam durante a menopausa. A nutricionista ainda garante: "A endívia também pode prevenir doenças cardiovasculares e é uma boa fonte de betacaroteno, nutriente com propriedades antioxidantes."

Abóbora
Quem segue a dieta vegetariana pode investir na abóbora: o alimento é rico em ferro vegetal. Além disso, contem vitamina C, vitamina A e fibras.







Folhas de dente-de-leão
Vitamina C, vitaminas do complexo B, ferro e potássio estão presentes nas folhas da planta. Segundo a nutricionista, os nutrientes presentes nas folhas de dente-de-leão garantem a saúde do fígado e auxiliam na eliminação de toxinas.




Pimenta Vermelha
Com seu efeito antioxidante, a pimenta vermelha pode prevenir o envelhecimento precoce e doenças cardiovasculares, já que a vitamina A e a vitamina C, presentes no alimento, também contribuem para fortalecer o sistema imunológico. E tem mais: a pimenta também pode melhorar o humor e combater a depressão!


Couve
Rica em ferro e cálcio, a couve contribui no processo de oxigenação das células e melhora o metabolismo de energia. E tem mais: melhora a saúde da pele e do cabelo e fortalece o sistema imunológico, além de ser uma delícia, é claro!





Cebolinha Francesa
A planta de folhas escuras e com um leve gosto de cebola é rica em vitamina C, ácido fólico e batacaroneto, que evita a oxidação do colesterol e previne problemas cardiovasculares.






Fonte: http://www.sportlife.com.br/nutricao/confira-os-beneficios-de-10-vegetais-poderosos  - por Marina Machuca - Foto: Thinkstock/Getty Images