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quinta-feira, 2 de julho de 2026

Melhor horário para passear com seu pet no frio e evitar riscos


Descubra os momentos ideais para levar seu animal à rua e evite riscos à saúde dele

 

Resumo

Cuidar do bem-estar dos pets durante o frio é essencial para evitar desconfortos e doenças. Prefira passeios entre 10h e 15h, aqueça seu cãozinho com roupas e evite horários de temperaturas extremas. Observe sinais de desconforto, proteja as patas e mantenha filhotes e cães idosos ainda mais aquecidos.

O clima gelado exige cuidados redobrados com a saúde dos nossos animais de estimação. Muitos tutores têm dúvidas sobre o melhor horário para passear com o pet no frio.

As baixas temperaturas podem causar grande desconforto e até doenças graves nos animais. Portanto, escolher o momento certo para a caminhada diária é uma medida de proteção essencial.

 

Perigo das primeiras horas da manhã

Passear muito cedo expõe o seu animal aos ventos mais gelados do dia. O orvalho acumulado no chão durante a madrugada gela as patas sensíveis dos cães.

Essa exposição repentina ao frio extremo pode causar quadros de hipotermia muito rápida. Além disso, o choque térmico prejudica o sistema imunológico do seu grande companheiro.

 

Como identificar o frio no animal

Fique atento aos sinais físicos que o seu pet demonstra durante todo o trajeto. Tremores constantes e patas encolhidas indicam que a temperatura está baixa demais para ele.

Se o cachorro choramingar ou recusar a caminhada, volte para casa imediatamente. Respeitar os limites do corpo do seu animal evita problemas respiratórios muito severos.

 

Momento ideal para a caminhada

O período entre as dez da manhã e as três da tarde é o mais seguro. Nesses momentos, o sol já aqueceu o asfalto e dissipou a neblina matinal.

Esse é o melhor horário para passear com o pet no frio com segurança total. Os raios solares também ajudam na produção de vitamina D pelo organismo do animal.

 

Risco dos passeios noturnos

Evite ao máximo as saídas durante o período da noite nos meses de inverno. A ausência de sol faz as temperaturas despencarem de forma muito abrupta nas ruas.

Caso a saída noturna seja inevitável, encurte bastante o tempo de permanência fora de casa. Use roupas adequadas para aquecer o peito e o dorso do seu cãozinho.

 

Cuidados extras para os dias gelados

Cães idosos ou filhotes sofrem muito mais com as quedas intensas de temperatura diárias. Eles possuem uma enorme dificuldade natural para regular o próprio calor corporal.

Para esses grupos mais vulneráveis, os passeios devem ser ainda mais curtos e pontuais. Invista sempre em caminhas quentes e cobertores bem limpos dentro da sua casa.

 

Proteção para as patas sensíveis

O asfalto muito gelado pode causar rachaduras dolorosas nos coxins dos animais. Existem hidratantes específicos para cães que ajudam a proteger essa região tão delicada.

Após retornar do passeio longo, limpe e seque bem as patas do seu companheiro peludo. Isso previne a proliferação indesejada de fungos causados pela umidade acumulada na rua.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/melhor-horario-para-passear-com-seu-pet-no-frio-e-evitar-riscos,af5a7d882a66e31a2d92cd2f77a0376fzyqngdp6.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Alto Astral

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Comida de rua e bebida no Carnaval: especialista dá dicas para evitar riscos


Carnaval chegou e, com ele, agitação, euforia e alegria. Mas, mesmo sendo um período intenso, alguns alertas devem ser lembrados, principalmente que envolvam comida de rua e bebida - que são itens encontrados em grande e larga escala ao redor de bloquinhos e festas.  Segundo o cirurgião do aparelho digestivo Dr. Rodrigo Barbosa a ingestão de alimentos preparados sem os devidos cuidados pode resultar em intoxicações alimentares, infecções gastrointestinais e outros problemas que podem acabar com a folia.

 

Manipulação inadequada e alimentos expostos são perigos no Carnaval

Os perigos não se restringem aos alimentos, é preciso ainda atenção as bebidas já que gelo de origem duvidosa pode causar viroses e diarreias severas. Para aproveitar o Carnaval sem contratempos, Dr. Rodrigo Barbosa recomenda dar sempre preferência a embalagens fechadas seja de bebidas ou de alimentos industrializados, já que oferecem menor risco de contaminação. "Com as altas temperaturas previstas para os próximos dias em todo o Brasil ainda é importante manter a hidratação, mas sempre com água mineral lacrada e de procedência confiável", diz. Além disso, a má conservação dos alimentos, a manipulação inadequada e os condimentos expostos ao calor podem levar à contaminação por bactérias como Salmonella e Escherichia coli, causando vômito, diarreia e febre. Além disso, carnes e ovos de espetinhos e lanches devem ser bem cozidos para evitar infecções intestinais graves.

 

Ressaca e dor de barriga: o que realmente funciona para evitar o mal-estar e o que é mito

Depois de horas de bloco, festas e poucas horas de sono, muita gente acorda no dia seguinte achando que a ressaca se resume à dor de cabeça. Mas o sistema digestivo também paga a conta — e às vezes com juros: enjoo, diarreia, dor abdominal, estufamento e queimação estão entre as queixas mais comuns no pós-Carnaval. Para o Dr. Rodrigo Barbosa, o mal-estar gastrointestinal é parte frequente da ressaca, mas também pode ser sinal de irritação importante do estômago e do intestino, ou até de infecção alimentar. "Não é só o cérebro que sofre com o excesso de álcool. O estômago produz mais ácido, o intestino pode acelerar demais e a mucosa digestiva fica irritada. Por isso, dor de barriga e diarreia são tão comuns depois da folia", explica.

 

Beber água entre as doses evita a ressaca?

VERDADE (parcial). Beber água ao longo da festa ajuda a reduzir a desidratação, que é um dos fatores da dor de cabeça, tontura e fraqueza. "Intercalar bebida alcoólica com água é uma das atitudes mais eficazes para diminuir o impacto geral da ressaca. Mas isso não impede a irritação do estômago nem os efeitos tóxicos do álcool no organismo", alerta o médico.

 

Comer antes de beber protege o estômago?

VERDADE (com ressalvas). Alimentar-se antes de consumir álcool ajuda a retardar a absorção da bebida, reduzindo a agressão imediata ao estômago. "O problema é que muita gente exagera na fritura achando que está 'forrando o estômago'. Comida muito gordurosa pode piorar náusea, refluxo e sensação de estufamento depois", explica.

 

Comer algo pesado no fim da festa "cura" a ressaca?

MITO. Aquela parada no fast food de madrugada pode até dar sensação momentânea de conforto, mas não resolve o problema. "Comida gordurosa demora mais para ser digerida. Se a pessoa já está com o estômago irritado pelo álcool, isso pode piorar a náusea, o refluxo e a dor abdominal", explica.

 

Quando a "ressaca" deixa de ser normal?

O especialista orienta procurar avaliação médica se houver:

 

Dor abdominal forte e localizada

Vômitos persistentes ou com sangue

Diarreia intensa ou com sangue

Febre

Sinais de desidratação (boca muito seca, tontura ao levantar, pouca urina)

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/comida-de-rua-e-bebida-no-carnaval-especialista-da-dicas-para-evitar-riscos,7607441983376211b2033622b9af85ecnboymio2.html?utm_source=clipboard - Por: Vivi Pettersen / Vibe Mundial - Foto: Vibe Mundial