terça-feira, 30 de agosto de 2011
Será que utilizamos apenas 10 por cento da capacidade do nosso cérebro?
Conheça as funções cerebrais e espante de vez esse mito
Muitos de nós já fomos surpreendidos com a informação de que utilizamos apenas 10% de toda capacidade de nosso cérebro e os outros 90% permanecem adormecidos durante toda a vida. No entanto, a maioria dos cientistas nega a veracidade dessa história. Embora a tecnolgia atual ainda não permita mensurar de forma precisa a capacidade cerebral utilizada por uma pessoa, os testes realizados com os equipamentos existentes permitem afirmar que o cérebro é totalmente utilizado, independente do grau de inteligência do indivíduo.
A polêmica surgiu com o psicólogo americano William James (1842-1910), que escreveu: “Estamos fazendo uso de apenas uma pequena parte de nossos recursos físicos e mentais”. Mais tarde, Albert Einstein perpetuou o mito ao usar uma figura de linguagem parecida ao discutir sobre as distâncias intelectuais entre um gênio e uma pessoa comum, atribuindo apenas 1% de diferença no uso do cérebro. Mas o consenso científico atual é de que utilizamos todas as áreas do cérebro, de forma interconectada. Entretanto, algumas partes podem funcionar mais do que outras num dado momento, dependendo da atividade executada.
Segundo o Dr. Renato Sabbatini, se não explorássemos toda nossa capacidade cerebral, assim como tudo que não é utilizado em nosso corpo, a parte não usada se atrofiaria e eventualmente morreria. Como exemplo, o cientista cita as células da retina que, se não forem estimuladas na primeira infância, se atrofiam causando cegueira permanente e irreversível. Com o cérebro, a pressão evolutiva para reduzi-lo, em caso de falta de uso, seria ainda maior, uma vez que é o órgão que consome mais energia para funcionar.
“Afirmar que utilizamos apenas 10% de todo o cérebro é um grande erro. Antigamente as pessoas pensavam assim porque os métodos de aferição utilizados eram eletrofisiológicos e bem rudimentares, o que levou ao surgimento conclusões erradas”, esclarece Dr. Alexandre Meluzzi, neurocirurgião do Instituto de Neurocirurgia Minimamente Invasiva de São Paulo.
Fonte: Revista Medicando - Por Fernanda Brandão
sábado, 27 de agosto de 2011
Rádio Capital do Agreste: 24 anos de sucesso
Capital do Agreste - A Rádio do Povo
HISTÓRIA
A Rádio Capital do Agreste AM foi ao ar definitivamente em 28 de agosto de 1987, dia do centenário da cidade de Itabaiana, e prepara-se para festejar seus 22 anos. A emissora surgiu através do empreendimento dos sócios-proprietários José Teles de Mendonça, João Germano da Trindade e José Gilton Garcia, atendendo a um grande sonho do seu idealizador José Francisco de Mendonça (Chiquinho) filho mais novo do líder político itabaianense, Francisco Teles de Mendonça (chico de Miguel). Com uma programação diversificada, tendo Gilmar Carvalho à frente de sua direção artística e Sandra Helena dos Reis Mendonça à direção administrativa e financeira, sendo assim mais um instrumento de cidadania e desenvolvimento sócio-econômico, educacional e cultural que fora disponibilizado para a Região do Agreste Sergipano.
Durante toda sua trajetória, a emissora está atenta a tudo o que acontece na cidade, no estado, no Brasil e no mundo sem perder as raízes da sua região. Temos jornalismo, esportes, comunicadores, num estilo que faz do rádio o grande amigo de todos. Em busca de audiência, mas sem desprezar a ética.
FILOSOFIA
Concessões nem pensar: assim é a Capital do Agreste AM. Ética e respeito pelo ouvinte em primeiro lugar.
MISSÃO
A Rádio Capital do Agreste AM, cumpre a responsabilidade social, de informar, orientar e divertir o ouvinte, por meio de um estilo de rádio popular, respeitando o ouvinte e defendendo a cidadania. No papel de um veículo de comunicação amadurecido, A Capital do Agreste informa ao público e ajuda a formar opinião. Diverte, instrui, apresentando problemas e soluções.
NOSSA VISÃO
O rádio existe no Brasil há décadas. É um veículo de comunicação ágil, que continua exercendo importante papel na sociedade brasileira. Consciente do seu dever com o público que sua programação alcança, preocupando-se em apresentar, diariamente, notícias e diversão com credibilidade. A Capital do Agreste AM abre portas, aproxima pessoas, soluciona problemas e ganha cada vez o respeito dos ouvintes.
EQUIPE
A Capital do Agreste AM é composta de profissionais competentes, que fundamentalmente buscam inserir a notícia na vida das pessoas, mantendo-as informadas. Nossos comunicadores são campeões de audiência, pois desempenham seu trabalho com afinco. Equipe de Locução: Edmilson de Jesus, Pereira Santos, Aninha Mendonça, Fernando Pinto, Tony Santos. Também temos os apresentadores Roosevelt Santana e Eduardo Abril ambos no jornalismo; Equipe Técnica: Luiz Carlos, Cláudio Reis e Genilson Reis e Ricardo; Repórteres: Alex Henrique e Antonio Oliveira; e todos nós somos Auxiliados por Adriana. Coordenações: Jornalismo: Ronaldo Lima; Técnica: Danilo Reis; Assessoria: Carla Mendonça e Diretora geral: Sandra Mendonça.
Fonte: Radio Capital do Agreste
Parabéns a Rádio Capital do Agreste pelos seus 24 anos de sucesso.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
O que faz mal ao coração?
Todo mundo conhece as principais causas de doenças cardíacas: obesidade, vida sedentária, cigarro, estresse... Porém, não são só esses pré-requisitos que fazem mal para o seu coração. E alguns deles, pode acreditar, você jamais adivinharia que jogam contra a sua saúde cardíaca. São eles:
1. Dormir após a meia-noite.
Estudos da clínica de saúde de Misao, no Japão, indicaram que homens, mesmo obtendo oito horas de sono, desenvolveram artérias mais rígidas do que aqueles que foram dormir mais cedo.
2. Adultério.
Pode chamar de karma, mas pesquisadores da Universidade de Florença chegaram a resultados científicos de que pessoas que foram infiéis no casamento estavam mais suscetíveis a ataques cardíacos. Especula-se que esse resultado tenha relação com os níveis de estresse e depressão dos adúlteros.
3. Não beber água.
Estudiosos da Califórnia chegaram à conclusão de que homens e mulheres que bebem mais de 5 copos de água por dia correm menos risco de doenças do coração do que aqueles que bebem menos de 2 copos. A teoria é de que a desidratação faz com que o sangue fique mais grosso, entupindo artérias.
4. Ter os lóbulos das orelhas com marcas.
Parece estranho, mas pesquisadores da Suécia descobriram que mais de 80% das pessoas abaixo dos 40 anos que morreram de doenças cardiovasculares tinham vincos nas orelhas. Uma teoria é a de que essas marcas são fruto de uma malformação de veias sanguíneas, que seria estendida às artérias.
5. Viver sozinho.
Uma pesquisa dinamarquesa recente sugere que o risco de doenças cardíacas duplica quando se vive completamente só. Cientistas acreditam que isso acontece devido a maus hábitos associados a quem mora sem companhia - como fumar e beber em excesso, alimentar-se mal, dormir pouco...-, que causam doenças do coração.
Fonte: Revista Conhecer
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Por que a voz dos adolescentes muda?
É culpa dos hormônios, que perturbam o organismo da moçada nessa fase da vida. Na adolescência, tanto os garotos como as meninas começam a produzir os hormônios que realçam as diferenças sexuais. Nelas, aumenta a produção de estrógeno e progesterona. Neles, a testosterona explode, desencadeando uma série de transformações. Uma das mudanças é o crescimento da cartilagem da laringe, onde se localizam os músculos vocais que compõem a prega vocal. E é a vibração dessa prega durante a passagem do ar que sai dos pulmões que produz a nossa voz. Com o crescimento da laringe, os músculos vocais se esticam e aumentam de tamanho. "Com isso a estrutura vocal muda e a voz fica mais grave", diz o otorrinolaringologista (especialista em ouvido, nariz e garganta) Reginaldo Raimundo Fujita, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Como o crescimento da cartilagem da laringe é muito maior no corpo masculino, só os garotos ganham nessa fase o famoso pomo-de-adão, ou gogó. Antes da adolescência, as crianças de ambos os sexos têm o mesmo tamanho de laringe, o que torna as vozes parecidas, entre 250 e 270 hertz (Hz) - unidade que verifica a freqüência das ondas sonoras. Na "fase das mudanças", a freqüência da voz dos meninos e das meninas cai, tornando o som mais grave, ou seja, a voz mais grossa. Nas garotas, porém, como o estrógeno e a progesterona não fazem tanto efeito na laringe, a alteração na freqüência é menor (como dá para conferir no quadro abaixo). O engraçado é que na velhice a voz dos homens e das mulheres se aproxima novamente, pois há uma redução na produção de hormônios tanto masculinos como femininos. É por isso que às vezes não conseguimos distinguir no telefone se estamos falando com um homem ou uma mulher de mais idade.
Tá ficando grave
A freqüência sonora da fala cai bastante na adolescência
Voz de... - Crianças
Freqüência - 250 a 270 Hz
Voz de... - "Os" adolescentes
Freqüência - 90 a 120 Hz
Voz de... - "As" adolescentes
Freqüência - 180 a 220 Hz
Voz de... - Idosos
Freqüência - 120 a 180 Hz
Observação: quanto menor a frequencia sonora, mais grave (ou grossa) é a voz
Fonte: Revista Mundo Estranho
Pessoas religiosas são mais felizes em situações ruins
Pessoas religiosas são mais felizes e superam melhor as situações difíceis do que as pessoas não religiosas, afirmam pesquisadores norte-americanos. Realizado na Universidade de Illinois, o estudo analisou dados do Gallup World Poll 2005-2009 coletado em mais de 150 países.
Publicado no Journal of Personality and Social Psychology, a pesquisa mostra que 68% dos entrevistados afirmaram que a religião é parte importante de suas vidas. “Circunstâncias difíceis levam as pessoas a serem mais religiosas, o que as torna mais felizes do que aquelas que não se ligam a nenhuma religião”, diz Ed Diener, autor da pesquisa.
Fonte: Blog da Saúde
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