terça-feira, 7 de junho de 2011

Por que temos mais dificuldade de em aprender com a idade?


Com o passar dos anos, a capacidade de aprendizagem vai diminuindo, aponta estudo publicado no Journal of Neuroscience. Segundo a pesquisa, realizada pela Escola de Medicina Mount Sinai, nos Estados Unidos, entre as pessoas maduras os neurônios do córtex pré-frontal, parte do cérebro vinculada à aprendizagem, perdem a capacidade de formar novas conexões por causa do estresse acumulado.

John Morrison, autor da pesquisa, diz que já era esperada uma alteração na atividade neuronal, mas a perda de plasticidade no contexto da experiência vital tem envolvimentos profundos para o deterioro cognitivo relacionado com a idade. Os autores esclarecem que nem tudo se perde com a idade, a experiência permanece e a maioria das conexões são muito estáveis.

Fonte: Blog da Saúde

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Saúde bucal


Existem mais germes em uma boca do que pessoas no mundo

Em uma única boca humana pode haver um número de germes maior do que a quantidade de pessoas vivendo em todo o planeta. Pesquisas afirmam que a má saúde bucal está relacionada ao quadro geral de saúde de uma pessoa, podendo influenciar até mesmo condições crônicas, como a diabetes e doenças cardíacas.

Para a prevenção de problemas desse tipo e controle da sua saúde bucal, dentistas aconselham que a pessoa escove os dentes, use o fio dental e anti-séptico bucal duas vezes ao dia, além de fazer visitas regulares ao profissional.

Fonte: Blog da Saúde

domingo, 5 de junho de 2011

8 maneiras surpreendentes (e eficazes) de emagrecer


8 maneiras surpreendentes (e eficazes) de emagrecer

Balancear a alimentação e se exercitar são, sem sombra de dúvida, os dois hábitos que mais murcham pneus. Mas há outras estratégias capazes de dar aquele empurrãozinho que faltava rumo à cintura dos sonhos — ou de, pelo menos, ajudar a garantir uma regularidade na academia e um cardápio bem equilibrado.

1. Inclua alimentos cheios de água no cardápio
É impressionante como certas verduras e frutas comportam tanto líquido em sua composição. Igualmente incríveis são seus talentos para matar a fome. E um fato tem muito a ver com o outro. "Alimentos assim têm baixa densidade energética, ou seja, aumentam o volume da dieta sem acrescentar calorias", esclarece Beatriz Botéquio, nutricionista da Equilibrium Consultoria, em São Paulo. Um belo jeito de aproveitar ao máximo vegetais como os ilustrados ao lado é adicioná-los a receitas originalmente mais engordativas. Uma quiche de abobrinha, por exemplo, não faz as medidas aumentarem por si só. Já outra recheada com bacon...

2. Complemente a dieta com temperos picantes e alimentos roxos
O repolho roxo ajuda a diminuir a circunferência abdominal só pelo fato de conter poucas calorias. Entretanto, não subestime seu pigmento: de acordo com alguns achados científicos, ele aumentaria a queima de gorduras dentro dos adipócitos, células que as armazenam. Para deixar o menu mais magro, colorido e saboroso, aposte nas pimentas. "Elas possuem capsaicina, que estimula a produção de hormônios contribuintes ao controle do apetite", aponta Beatriz. A tal substância também induz a um aumento suave da temperatura corporal. Isso, por sua vez, eleva momentaneamente o gasto calórico.

3. Acerte a frequência dos exercícios físicos
Recomendam-se pelo menos 150 minutos de atividades aeróbicas por semana. Mas a dúvida sempre paira em como preencher esse tempo. E não estamos falando da modalidade esportiva a ser escolhida. Na realidade, dois aspectos a serem considerados para quem pretende vencer a briga contra a balança são a intensidade e a maneira como a ralação, seja ela qual for, é distribuída no calendário. Afinal, um desbalanço em um desses quesitos pode ser precursor de lesões. E essas, por sua vez, aumentam consideravelmente o número de sedentários. "As rotinas devem variar de acordo com a preparação de cada um", pontua Rodrigo Siqueira Reis, educador físico da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). "Quem está começando precisa evitar exageros nas sessões. Já os mais adaptados necessitam estimular o corpo com variações", exemplifica.

4. Leve o cachorro pra passear
O animal pode ser o maior aliado contra a preguiça. Em um trabalho da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, foi constatado que quase 60% dos donos de cães se exercitam o mínimo necessário. Só um terço dos que não possuíam pet ultrapassava esse limiar. Em média, os primeiros suavam até 30 minutos a mais a cada sete dias.

Quarteirão menor
Números preliminares de uma pesquisa da PUC-PR ainda não publicada mostram que morar em locais com quadras pequenas eleva a chance de se manter ativo. A pessoa enxerga a próxima esquina e se sente motivada a continuar caminhando.

5. Estabeleça um padrão de sono
"Hoje, muitos indivíduos dormem pouco por opção e, com isso, correm risco de engordar", lamenta a neurofisiologista Stella Tavares, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Para assegurar um mínimo de horas entregues ao travesseiro, acerte o despertador de manhã e também à noite. Quando um imprevisto que altere sua programação surgir, tente ao menos respeitar o momento de ir deitar ou o de acordar. Isso impede a aparição de um círculo vicioso nada bom ao sono — e, logo, à barriga.

6. Tome sol
A vitamina D, cuja principal fonte são os raios ultravioleta, vem conquistando mais e mais respeito do mundo científico (descubra tudo sobre ela na reportagem da página 24). E um dos motivos para isso está em seu efeito emagrecedor. O assunto ainda é polêmico, porém acredita-se que ela seja benéfica também nesse quesito por auxiliar o trabalho do cálcio, nutriente com potencial para esvaziar os adipócitos, células que armazenam a gordura do corpo. "A vitamina D participa do transporte do mineral pelo corpo", informa o endocrinologista Walmir Coutinho, da Abeso. Braços e pernas expostos ao sol por 15 minutos, entre as 10 e as 15 horas, geralmente dão conta do recado.

7. Respire devagar
Se há um problema na cabeça que repercute na pança, esse é chamado de estresse crônico. Primeiro porque tamanha inquietação às vezes culmina em compulsões alimentares. "Nesse estado, também sobem os níveis de cortisol, hormônio que ajuda a estocar gordura no organismo", salienta Alessandra Rascovski, endocrinologista da Sbem. Sorte que, segundo estudo feito em diversas universidades brasileiras, há um jeito bastante simples de driblar o aborrecimento sem fim: respirar profunda e lentamente. A concentração nessa tarefa por si só já diminui a irritação. E, se exercitada diariamente, ela serve até como método preventivo.

Usar e abusar do diafragma — abrindo completamente os pulmões — por 15 minutos traz o oxigênio e a calma necessários para superar as pedras que aparecem pelo caminho sem reflexos gordurosos na cintura.

8. Compre comida com dinheiro vivo!
O americano Brian Wansink, especialista em psicologia alimentar e autor do livro Por Que Comemos Tanto (Editora Campus), conduziu um experimento para analisar as compras de adultos em mercearias. Por incrível que pareça, os voluntários observados que acertaram as contas com notas ou moedas geralmente optavam por alimentos mais saudáveis quando comparados a sujeitos que sacavam mão do cartão. "O dinheiro torna a compra mais real. A gente gasta naquele momento, e não depois ou virtualmente. É como se pensássemos mais na decisão que estamos tomando", analisa Wansink. E, como o projeto Emagrece, Brasil quer destacar, não há nada mais eficiente contra a obesidade do que a reflexão.

A próxima geração

Diferentemente de tempos atrás, boa parcela dos jovens brasileiros entre 10 e 19 anos já padece com o excesso de gordura

85% Não praticam atividade física regularmente
46% Comem salgadinhos industrializados além da conta
69% Consomem poucas frutas
26% Excedem-se na ingestão de refrigerantes

Os pequenos
O sedentarismo e a alimentação inadequada vêm inflando a silhueta dos garotos de 5 a 9 anos ao longo das últimas décadas.

Os adultos
A população obesa brasileira vem crescendo de maneira firme. E, se nada for feito, alcançaremos as mesmas estatísticas de obesidade dos Estados Unidos em menos de dez anos.

Fonte: Revista Viva Saúde - por THEO RUPRECHT I

Cosméticos podem causar problemas de saúde


Equipe do Instituto Norueguês de Saúde Pública fez um registro de reações adversas do uso de produtos cosméticos e descobriu que o que mais provoca problemas graves são as tinturas permanentes para cabelo. A pesquisa envolveu maquiagem, perfumes, produtos aplicados aos dentes e mucosa bucal para evitar o odor para limpar, perfumar, proteger, preservar ou modificar a aparência dos dentes.

Segundo o registro, eczemas, vermelhidão, bolhas e coceira do couro cabeludo, face e garganta são os sintomas mais comuns de quem tem alergia a tinturas, além de edemas na testa e ao redor dos olhos. Esses sintomas geralmente aparecem entre ume dois dias após a aplicação, e podem persistir de uma semana a vários meses, dependendo do grau da alergia.

Os especialistas recomendam procurar um dermatologista logo nos primeiros indícios de alergia, além de suspender o uso do produto.

Fonte: Blog da Saúde

sábado, 4 de junho de 2011

Por que só os humanos falam?


A fala é uma característica única do ser humano. Nenhum outro animal possui a capacidade de conversar através do uso de palavras, ordenadas em frases, com diferentes entonações. A comunicação humana é a mais rica e complexa entre todas as outras formas de comunicação do Reino Animal, possuindo um número infinito de combinações entre sons e palavras. Se depender da diversidade da nossa linguagem falada, ficaremos cada vez mais tagarelas!

Os outros animais também se comunicam, mas de forma mais simplificada: emitem um número bem menor de combinações de diferentes sons e não possuem a capacidade de comunicação através de palavras, de frases etc. Eles se comunicam, isso é um fato, mas não através de uma linguagem tão complexa como a humana - na verdade, são duas coisas que nem podem ser comparadas.

Por que será que apenas nós, humanos, conseguimos falar? O que temos de tão diferente?

Os responsáveis pela fala

Ainda não se sabe quando foi que o homem começou a falar, mas algumas respostas sobre por que o homem fala já são conhecidas. Características da estrutura anatômica do corpo humano estão envolvidas na formação da fala, como, por exemplo:
- Postura ereta do corpo;
- Formação de um ângulo de 90o entre a faringe e a boca;
- Aumento do comprimento da faringe;
- Posicionamento posterior da língua.

Além dessas características anatômicas, o aumento do tamanho do cérebro, juntamente com o aumento da sua complexidade, também estão envolvidos no desenvolvimento da nossa linguagem falada.

A formação de frases complexas não é observada nem mesmo em animais que passaram por longos anos de treinamento com cientistas para aprender a falar.
Características exclusivas do homem estão relacionadas à produção de som pelas cordas vocais. Para entender melhor como elas interferem na capacidade de falar, é necessário entender, primeiramente, o que são as cordas vocais e como elas produzem os sons.

A produção do som

Todo som é produzido por vibrações sonoras. Portanto, a fala, que nada mais é do que um conjunto de ondas sonoras, também é produzida por vibrações. No interior da laringe, encontramos um tecido que forma duas pregas musculares, chamadas de cordas vocais. É a vibração desse tecido que produzirá as ondas sonoras, que, em conjunto, formarão as palavras e os outros sons que produzimos quando estamos falando.

Quando falamos, as duas cordas vocais se aproximam, e o ar expirado passa por esse espaço estreito entre as cordas, fazendo-as vibrar. Essa vibração gera um som que pode variar de intensidade e de duração, de acordo com a quantidade de ar que passa pelas cordas.

O que determina a produção de diferentes sons e, consequentemente, de palavras não é a quantidade de ar expirado, mas a passagem das ondas sonoras pela cavidade bucal e pela faringe. Essas estruturas formam uma espécie de tubo, onde as ondas sonoras serão modificadas e combinadas, gerando diferentes palavras.

Alguns animais, como gatos e cachorros, também possuem cordas vocais, mas não conseguem falar, pois não possuem nem a especialização cerebral, nem as características apropriadas na faringe e na boca.

Papagaio: um imitador barato

Devido a características anatômicas especiais e a uma memória muito boa, os papagaios conseguem reproduzir palavras.

A convivência em cativeiro com seres humanos faz com que essas aves aprendam e memorizem algumas palavras. Após esse "aprendizado", são capazes apenas de repetir as palavras, mas sem entender o que significam ou produzir frases originais a partir delas.

Fonte: UOL