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terça-feira, 2 de junho de 2026

Quem não deve correr? Conheça as principais contraindicações

 


A corrida é uma das atividades físicas mais populares do mundo, porém o esporte possui algumas restrições


Amanhã, dia 3 de junho, é celebrado o Dia Mundial da Corrida. A data especial incentiva a prática desse esporte que traz inúmeros benefícios para o corpo.

 

A data é celebrada todos os anos, sempre na primeira quarta-feira do mês de junho. O hábito de correr melhora a saúde cardiovascular e auxilia na perda de peso. 

 

A atividade também reduz o estresse diário de forma eficiente. Porém, a modalidade não é indicada para todas as pessoas.

 

Embora pareça um esporte simples, correr exige muito do organismo. O impacto repetitivo afeta as articulações dos membros inferiores.

 

O sistema cardíaco também é recrutado ao limite máximo durante o esforço.

 

Por isso, a avaliação médica inicial é obrigatória para qualquer iniciante. Algumas condições de saúde impedem a prática imediata da modalidade.

 

Problemas cardíacos e o risco da alta intensidade

O sistema cardiovascular é o motor do corredor. Indivíduos com cardiopatias graves não controladas devem passar longe das pistas.

A arritmia cardíaca severa é uma contraindicação absoluta. A insuficiência cardíaca crônica também entra nessa lista de restrições.

Pessoas com hipertensão arterial descontrolada correm sérios riscos durante o treino. O esforço físico eleva a pressão arterial rapidamente.

Isso pode funcionar como gatilho para um infarto agudo do miocárdio. O acidente vascular cerebral (AVC) também é um perigo real nesses casos.

Pacientes cardíacos precisam de liberação expressa do médico cardiologista. Geralmente, eles devem optar por caminhadas leves e supervisionadas.

 

Lesões ortopédicas e o impacto nas articulações

A corrida de rua gera um grande impacto esquelético. A cada passada, as articulações recebem uma carga de até três vezes o peso corporal. Por essa razão, pessoas com lesões ortopédicas ativas não devem correr.

Pacientes com artrose avançada nos joelhos ou quadris sofrem com o esporte. O impacto acelera o desgaste da cartilagem e gera dor intensa.

Quem possui hérnia de disco na coluna em fase aguda também deve evitar o treino. A compressão dos discos vertebrais pode agravar o quadro neurológico.

A presença de fascite plantar ou tendinite severa exige repouso absoluto. Retorne aos treinos apenas após a total reabilitação na fisioterapia.

 

Obesidade mórbida e outras condições clínicas

Indivíduos com obesidade mórbida precisam de cautela extrema antes de correr. O excesso de peso sobrecarrega os joelhos, tornozelos e ligamentos.

Nesses casos, o risco de fraturas por estresse é muito elevado. 

O ideal é iniciar o processo de emagrecimento com atividades de baixo impacto. A natação, o ciclismo e a hidroginástica são excelentes opções iniciais.

Gestantes que eram sedentárias antes da gravidez também não devem começar a correr. O período gestacional exige atividades mais controladas e seguras.

O diabetes descompensado é outro fator de atenção. A corrida intensa pode causar crises severas de hipoglicemia de forma repentina.

 

Celebre o Dia Mundial da Corrida cuidando, em primeiro lugar, da sua segurança. Agende uma consulta com um médico do esporte.

 

Faça um teste ergométrico completo para avaliar o seu condicionamento. Praticar exercícios com responsabilidade é o verdadeiro segredo para a longevidade e o bem-estar.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/quem-nao-deve-correr-conheca-as-principais-contraindicacoes,6cb71bc72323876dba1706063e74eb70f0gzftul.html?utm_source=clipboard - Por: Maria Eduarda Vieira / Sport Life - Foto: Shutterstock / Sport Life

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Dicas e contraindicações para lidar com o refluxo

Do uso de remédio à alimentação, saiba como conter a azia e a má digestão típica desse problema

Muitos dos que sofrem com a doença já se acostumaram a seus sintomas. Seguindo nossas dicas, você não precisa ser um deles!

Atualmente, cerca de 12% dos brasileiros sofre com o refluxo. Entre azia, má-digestão e incômodos na garganta, são cerca de 20 milhões de pessoas que passam pelos sintomas dessa doença no país. Muitos deles, inclusive, já se acostumaram com o fato de se sentirem assim.

SAÚDE separou algumas dicas e, acima de tudo, contraindicações para quem deve lidar com isso. Veja só:

O remédio e seus poréns
Refluxo não tem cura, mas há duas maneiras tradicionais de controlar os prejuízos: cirurgia para reparação da válvula do esôfago e, o mais comum, medicamentos antiácidos – os inibidores de bomba de prótons. Embora sejam parte de um tratamento seguro e eficaz para a maioria das pessoas, alguns estudos recentes sugerem que o uso prolongado elevaria o risco de anemia, osteoporose, insuficiência renal e outros males.
“Por isso, ressaltamos a importância de não ingerir remédios sem a orientação de um médico“, frisa Fernando Herbella, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Comer sem sofrimento
Cuidado com os pratos muito cheios. Coma menos e mais vezes.
Evite a ingestão excessiva de líquidos durante as refeições.
Depois de comer, espere até duas horas para se jogar na cama.
Durma com a cabeceira mais elevada – dois travesseiros funcionam bem.

Os alimentos inimigos do refluxo
Café, chá e chocolate – A cafeína irrita a mucosa estomacal já inflamada e contribui para o afrouxamento da válvula do esôfago.
Gordurosos – Embutidos, frituras e algumas carnes diminuem o esvaziamento gástrico, além de irritar e desequilibrar o pH do estômago.
Cítricos – Há controvérsias se causam ou não acidez. Mas não custa moderar em laranja, abacaxi, limão e afins.
Álcool – Leva à produção de ácidos e ao relaxamento do esfíncter esofágico – daí a comida volta.
Picantes – Provocam acidez e agridem a mucosa do estômago. Pimentas mais fracas podem ser consumidas vez ou outra.


Fonte: https://saude.abril.com.br/medicina/dicas-e-contraindicacoes-refluxo/ - Por Andressa Basilio -     Foto: Tomáz Arthuzzi/SAÚDE é Vital