Mostrando postagens com marcador Má circulação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Má circulação. Mostrar todas as postagens

domingo, 12 de julho de 2026

Má circulação: sintomas que exigem atenção e quando buscar ajuda médica


Sinais de má circulação podem aparecer cedo e merecem atenção. Veja como identificar alterações na circulação e quando procurar ajuda.

 

A má circulação pode causar sintomas como pés frios, inchaço e formigamento, que não devem ser ignorados. Esses sinais podem indicar problemas vasculares, neurológicos ou metabólicos. Tabagismo, sedentarismo e doenças como diabetes aumentam os riscos. Procurar um especialista ao notar esses sintomas pode prevenir complicações e iniciar o tratamento adequado.

 

A má circulação costuma dar sinais discretos no início, mas esses desconfortos podem evoluir e afetar a rotina. Sensação de peso nas pernas, inchaço e pés frios, por exemplo, não devem ser ignorados quando aparecem com frequência.

 

Isso acontece porque a redução do fluxo sanguíneo compromete a chegada de oxigênio e nutrientes aos tecidos. Assim, o corpo começa a enviar alertas que podem indicar problemas vasculares, neurológicos ou até metabólicos.

 

Como a má circulação aparece

A má circulação surge quando o sangue encontra dificuldade para percorrer artérias, veias ou vasos linfáticos. Com isso, músculos e órgãos recebem menos suporte e passam a responder com dor, cansaço e alterações visíveis.

Segundo o cirurgião vascular Dr. Herik Oliveira, "a má circulação representa uma diminuição no fluxo sanguíneo nas veias, artérias e vasos linfáticos". Ele afirma que isso pode causar dores, câimbras, pés frios, formigamento, dormência e feridas que demoram a cicatrizar.

Além disso, o especialista destaca que mudanças na coloração da pele, fraqueza muscular e varizes também merecem atenção. Quando esses sinais se repetem, a circulação já pode estar comprometida de forma importante.

 

Sinais que exigem investigação

Alguns sintomas indicam que o problema pode ir além de um simples desconforto passageiro. Entre os principais alertas, estão inchaço persistente, veias dilatadas, sensibilidade alterada e pele pálida, arroxeada ou azulada.

Essas mudanças costumam aparecer aos poucos e, por isso, muita gente demora a procurar ajuda. Entretanto, observar o corpo com atenção facilita a identificação precoce e reduz riscos maiores.

 

A dor também pode indicar quadros diferentes, conforme a origem do problema. Dor em peso, cansaço e varizes sugerem doença venosa crônica, enquanto dor intensa e dificuldade para caminhar podem apontar trombose.

 

Circulação e doenças associadas

Nem todo sintoma circulatório tem a mesma causa, e o diagnóstico correto depende da avaliação médica. Dor ao caminhar, feridas difíceis de cicatrizar e pulsos arteriais reduzidos podem indicar doença arterial obstrutiva periférica.

Já o inchaço com sensibilidade ao toque e acúmulo anormal de gordura nas pernas pode estar ligado ao lipedema. Formigamento e dormência, por sua vez, também podem ter origem em doenças neurológicas periféricas.

Essa variedade de possibilidades mostra por que a circulação precisa ser analisada com cuidado. Um mesmo desconforto pode ter causas diferentes, e só a investigação profissional consegue definir o tratamento adequado.

 

Fatores que aumentam o risco

Alguns hábitos e condições de saúde favorecem problemas circulatórios e tornam os sinais mais prováveis. Entre os principais fatores de risco estão tabagismo, sedentarismo, obesidade, envelhecimento, diabetes e hipertensão.

Além disso, colesterol e triglicerídeos elevados também prejudicam o sistema vascular ao longo do tempo. Quanto mais fatores se acumulam, maior a chance de sintomas aparecerem e evoluírem rapidamente.

 

Quando procurar ajuda

Ao perceber qualquer sinal persistente, o ideal é procurar um angiologista ou cirurgião vascular. O diagnóstico precoce ajuda a identificar a causa correta, iniciar o tratamento certo e evitar complicações.

 

Veja uma lista de pontos de atenção.

 

Observe se o inchaço aparece com frequência.

 

Repare em pés e mãos sempre frios.

 

Note mudanças na cor da pele.

 

Preste atenção em formigamentos e dormências recorrentes.

 

Busque avaliação se houver feridas que não cicatrizam.

 

Cuidar da circulação desde os primeiros sintomas faz diferença na qualidade de vida e na prevenção de problemas mais graves. Quanto antes o corpo recebe atenção, maiores são as chances de recuperação segura e eficaz.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/ma-circulacao-sintomas-que-exigem-atencao-e-quando-buscar-ajuda-medica,5e624c3c720cfaa649cfc9981aeb3d6dexgcarm3.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Africa Images

segunda-feira, 18 de abril de 2022

10 sintomas da má circulação e dicas de como melhorar o quadro


A má circulação atinge muitas mulheres causando sintomas desconfortáveis que acometem, principalmente, os membros inferiores. O cardiologista Dr. Ausonius Sawczuk (CRM 185763 SP), do Hospital Albert Sabin de SP, explicou o que é, quais os sintomas e indicou o que fazer para melhorar os desconfortos e tratar o problema. Confira!

 

O que é a má circulação

Segundo o cardiologista, a má circulação é quando acontece um distúrbio, tanto na parte arterial quanto na parte venosa e, geralmente, ocorre mais nos membros inferiores. “A má circulação pode se manifestar em qualquer vaso do corpo, ou seja, em vaso arterial (artérias) ou em vaso venoso (veias). Mas, geralmente, quando se fala em má circulação está se falando dos membros inferiores.”

 

O especialista informou que “existem vários sintomas que podem ser associados à má circulação, seja na parte venosa ou arterial”. Entre os principais estão:

 

Dores nos membros inferiores;

Trauma de claudicação (alteração na marcha ao andar);

Diminuição da força;

Redução da movimentação;

Retenção de líquidos;

Edema;

Sensação de formigamento;

Inchaço nos pés e tornozelos;

Sensação de peso nas pernas;

Sensação de dormência nos membros inferiores.

 

Em relação aos sintomas relacionados ao coração, o médico esclareceu que “a insuficiência cardíaca pode trazer inchaço e edema corporal, mas, às vezes, nos membros inferiores causa “má circulação”. Porém, a causa não é por distúrbio intrínseco dos vasos, e sim devido ao problema próprio do coração”.

 

6 causas da má circulação citadas pelo cardiologista

Para o Dr. Ausonius, “basicamente, as causas da má circulação dependem intrinsecamente do motivo da doença”. O profissional destacou as causas mais frequentes:

 

Aterosclerose: o cardiologista apontou que “se for devido a uma doença arterial, a causa da má circulação pode estar relacionada à aterosclerose” – quando ocorre o acúmulo de placas de gordura e outras substâncias nas artérias.

Traumatismos ou cirurgias prévias: “traumatismos ou cirurgias prévias também podem alterar a circulação”, citou o médico.

Doenças crônicas: segundo o Dr. Ausoniu, as doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, principalmente quando não tratadas adequadamente, também podem causar o problema.

Estilo de vida: “o tabagismo, a obesidade e a falta de atividade física também podem causar a má circulação”, apontou.

Medicamentos: o cardiologista mencionou que o uso de medicações que provocam a retenção de líquidos também podem alterar a circulação.

Doenças infecciosas: de acordo com o especialista, “às vezes, as doenças infecciosas como a filariose podem alterar o sistema de capacitância venosa, ou seja, trazer má circulação venosa”.

 

Agora que você já sabe quais são as principais causas e os sintomas da má circulação, veja abaixo o que fazer para melhorá-la!

 

O que fazer para melhorar a má circulação

A seguir, o cardiologista citou o que fazer para melhorar os sintomas e tratar o quadro. Confira:

 

1. Consultar um médico

A primeira dica importante passada pelo profissional é “visitar regularmente um médico, seja ele um cardiologista, um cirurgião vascular ou angiologista”. Dessa forma, é possível avaliar as causas, realizar o tratamento adequado e combater os sintomas da má circulação.

 

2. Usar as medicações corretamente

O médico alertou sobre a importância de realizar o tratamento prescrito pelo médico tomando medicamentos orientados por ele. É importante “fazer o uso correto das medicações indicadas pelo médico, isto é, não usar a medicação prescrita para um conhecido só porque funcionou para ele”.

 

3. Elevar as pernas

Após avaliação do angiologista e cardiologista, para pacientes com edema de membro inferior recorrente, pode ser orientado a fazer algumas condutas como elevar as pernas, por exemplo. O médico explicou haver “três tipos básicos de circulação: a circulação arterial, venosa e linfática. A circulação linfática tira um líquido em terceiro espaço que faz o edema”.

”Então quando você põe as pernas para cima você melhora essa drenagem e melhora o retorno venoso, pois é uma conduta gravitacional. Portanto, com as pernas para cima, a água acumulada tende a descer ajudando no escoamento da circulação linfática”, completou.

 

4. Usar meias de compressão

Para amenizar os sintomas da má circulação nas pernas, o médico pode indicar o uso de meias de compressão. “Normalmente, pedimos para o paciente ficar com as pernas para cima de 10 a 15 minutos após acordar e colocar a meia de compressão quando a perna estiver sequinha”, explicou o especialista. Ele enfatiza ser geralmente indicado uma meia de compressão mediana para não causar danos à circulação. Porém, dependendo do caso e da avaliação médica, pode ser indicada uma compressão mais alta.

 

5. Massagem

Segundo o Dr. Ausonius, fazer massagens também pode ajudar a amenizar os sintomas da má circulação. “Como o objetivo é que a água retorne para o corpo, a massagem deve ser feita do pé em direção ao joelho para o quadril. Ou seja, empurrando a água do terceiro espaço de volta para o organismo”. O especialista alertou que para fazer a massagem, “é necessário saber a técnica correta, pois existe o sentido de massagem e uma rede de drenagem linfática que é o sistema linfático de absorção”.

 

6. Tratar doenças crônicas

Como informado pelo profissional, as doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, principalmente quando não tratadas adequadamente, podem levar a um quadro de má circulação. Contudo, ele orientou “a fazer o tratamento da diabetes e também tratar a hipertensão” para tratar o problema.

 

7. Hábitos saudáveis

O cardiologista informou ser importante ter uma alimentação saudável e praticar atividade física. “Visto que o exercício físico promove um melhor retorno venoso e distribuição do sangue”. Além disso, o médico orientou a reduzir a ingesta de sal, assim como alertou sobre o tabagismo e o uso de drogas ilícitas que não devem ser utilizadas.

 

É importante ressaltar a importância de consultar um médico, pois só esse profissional poderá avaliar cada paciente e orientar o tratamento adequado. Aproveite e conheça as principais causas das varizes, como prevenir e quais são os tratamentos indicados!

 

As informações contidas nesta página têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

 

Fonte: https://www.dicasdemulher.com.br/ma-circulacao/ - ENVATO


Por isso, vos digo que tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis e tê-lo-eis.

Marcos 11:24


quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Alimentos que melhoram a circulação: 14 remédios naturais


Laranja, mirtilo e alho são alguns dos alimentos que combatem a má-circulação

O funcionamento adequado da circulação sanguínea depende de vários fatores. A má-circulação se traduz em vários problemas como: celulite, varizes, colesterol alto, fadiga, dor nas pernas e inchaço, no caso dos diabéticos ou pessoas com resistência à insulina. Os sintomas são diversos, mas o problema é um só: a má-circulação.

Uma alimentação rica em vitaminas e minerais moduladores ajuda a manter a integridade dos vasos sanguíneos e, somada à uma hidratação eficaz, garante uma adequada circulação sanguínea. Se você apresenta algum problema referente à circulação ou algum desses sintomas citados, faça um cardápio com os seguintes alimentos:

1 - Frutas cítricas e silvestres
Alimentos que contêm vitamina C e flavonoides juntos (frutas cítricas e silvestres) fortalecem as paredes dos vasos sanguíneos impedindo os radicais livres de comprometer sua resistência. Além disso, os flavonoides reduzem a fragilidade e o extravasamento de sangue nos vasos. Alguns exemplos dessa frutas são:
Acerola
Laranja
Goiaba
Amora
Morango

2- Cebola roxa e mirtilo
Estudos apontam a quercetina, flavonoide encontrado na cebola roxa e mirtilo, como sendo muito eficiente na prevenção de vasinhos, tendo ação anti-inflamatória.

3 - Abacaxi
A bromelaína, uma enzima naturalmente presente no abacaxi, tem sido usada no tratamento de varizes, pois pessoas com varizes apresentam dificuldade em degradar a fibrina (proteína), sendo então depositada ao redor dos microvasinhos. A bromelaína consegue quebrar essa proteína, diminuindo este depósito.

4 - Salmão e Azeite de linhaça
Ricos em ômegas, especialmente do tipo 3, esses alimentos ajudam a evitar a formação de coágulos (trombose) e de depósitos de gordura (aterosclerose), aumentando a fluidez sanguínea e reduzindo a pressão arterial.

5 - Suco de uva integral
Os flavonoides, ácidos fenólicos e o resveratrol encontrados nas sementes e cascas das uvas, possuem atividades antioxidantes, que contribuem para o efeito cardioprotetor, incluindo a habilidade de inibir as atividades de agregação plaquetária e formação de trombose.
Além disso, o consumo diminui as chances de obstrução nos vasos sanguíneos e reduz potencialmente os lipídios plasmáticos (desentupimento das artérias). Não podemos exagerar na dose, pois o suco de uva integral apesar de todos os benefícios apresenta alto valor calórico. Deve ser consumido com moderação, recomendado de 1 a 2 copos de 200 mililitros por dia.

6 - Alimentos sem glúten
Alguns estudos demonstram que o glúten em excesso pode prejudicar a circulação, diminuindo o fluxo sanguíneo, especialmente para o cérebro. O glúten está presente nos alimentos à base de trigo, aveia, cevada, malte e centeio. Faça uso de farinha de arroz, fécula de batata, farinha de quinoa e farinha de banana verde no preparo de pães e bolachas.

7 - Amendoim
Rico em vitamina B3, o amendoim colabora para a vasodilatação sanguínea, melhorando a circulação. Apenas tome cuidado com a quantidade diária, pois é um alimento calórico que deve ser ingerido com moderação.

8 - Gérmen de trigo
Rico em tiamina (vitamina B1), o gérmen de trigo é um alimento que melhora a circulação.

9 - Pimenta Cayenna
A pimenta cayenna tem características positivos, atuando como agente excitante por estimular a circulação, podendo prevenir coágulos sanguíneos que causam ataque cardíaco e derrame cerebral.

10 - Alho
Um dos benefícios do alho é a sua capacidade de aumentar a fluidez sanguínea. Pra desfrutar desses pontos positivos, é possível ingerir ele na comida ou na forma própria forma de óleo de alho.

11 - Vinagre de Maçã
O vinagre de maça também é um alimento que melhora a fluidez sanguínea, por ser rico em vários nutrientes como potássio, fósforo, magnésio, enxofre, cálcio, flúor e silício.

12 - Ban-chá
Mais conhecido como chá verde torrado, o ban-chá é um chá depurativo, isto é, um chá que ajuda a purificar o sangue. Ele estimula a digestão e acentua a eliminação de toxinas por aumentar a diurese, melhorando a circulação e diminuindo o inchaço.

13 - Castanha da Índia
A castanha da índia ajuda a aumentar a resistência dos vasos sanguíneos. Dessa forma, ela acaba facilitando a circulação do sangue.

14 - Água
A água é essencial para o bom funcionamento do organismo, principalmente no que se refere à circulação, já que a substância evita que o corpo retenha sódio, responsável por inchaços.

Evite os industrializados
Evite ao máximo os industrializados e, se possível, exclua de vez do seu cardápio os chamados "alimentos instantâneos", pois são ricos em sódio. Por serem ricos em gorduras, carboidratos refinados e levar muito sal na composição, implicam em um valor calórico elevado ou baixo e são as chamadas "calorias vazias".

Alguns exemplos desses são:
Sopas industrializadas
Bolachas recheadas
Pães de preparo rápido ou bolos feitos com misturas comerciais
Cereais enriquecidos ou de cozimento rápido
Bolachas cream cracker
Pipoca salgada
Picles
Batatas chips
Embutidos (como peito de peru, linguiça, salsicha, paio, presunto cru, mortadela)
Sopas prontas
Temperos prontos
Macarrão instantâneo

O consumo exacerbado de alimentos industrializados toma o lugar de alimentos in natura, como frutas e verduras e de refeições completas, as quais são substituídas por lanches prontos, que são ricos em glutamato monossódico, que por sua vez é o "grande vilão".