terça-feira, 11 de outubro de 2011
Fumantes tendem a ter derrame dez anos antes de não fumantes
Segundo estudo, AVC acomete tabagistas por volta dos 58 anos
O tabagismo é considerado um dos principais fatores de risco para acidentes vasculares cerebrais. Agora, um novo estudo apresentado no Canadian Stroke Congress revelou que fumantes tendem a ter derrame uma década antes do que não fumantes. A análise foi liderada por cientistas da University of Ottawa, no Canadá.
O acidente cardiovascular cerebral ocorre quando o fluxo sanguíneo do cérebro é interrompido, devido a um coágulo ou a ruptura de vasos. A pesquisa examinou as diferenças entre 264 adeptos do cigarro e 718 não adeptos que sofreram um AVC entre janeiro de 2009 e março de 2011. Descobriu-se, então, que a diferença média de idade em que o problema acometeu os dois grupos foi de dez anos.
Os resultados mostraram que os fumantes haviam sofrido um derrame por volta dos 58 anos, enquanto que a média de idade entre os não fumantes foi de 67 anos. Além disso, os adeptos do tabagismo estavam mais propensos a ter complicações após o problema e até de serem vítimas de derrame novamente.
Risco de problemas cardíacos é 25% maior em mulheres fumantes
Outro estudo, publicado no periódico The Lancet, revelou que mulheres adeptas do tabagismo correm mais riscos de sofrer de doenças cardíacas do que homens, mesmo fumando menos cigarros. A análise foi liderada por pesquisadores da University of Minnesota e da University in Maryland, ambas nos Estados Unidos.
Para a pesquisa, foram analisados 86 estudos anteriores envolvendo mais de quatro milhões de pessoas. Divididas em 75 grupos, essas pessoas tiveram as suas fichas avaliadas para que fosse possível identificar a probabilidade de apresentarem problemas cardíacos.
Após ajustar todos os fatores de risco para fumantes de ambos os sexos, os resultados apontaram para o fato de que mulheres fumantes apresentam riscos 25% maiores de ter doenças coronárias do que homens fumantes. Além disso, foi constatado que essa probabilidade ligada ao sexo feminino aumenta em 2% a cada ano de consumo do cigarro.
O tabagismo é uma das principais causas das doenças coronárias e, segundo os autores da pesquisa, a expectativa é de que o número de usuários continue crescendo a cada ano.
Fonte: Revista Minha Vida - UOL
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Por que as mulheres vivem mais?
A ideia de que as mulheres são representantes do sexo frágil está cada vez mais ultrapassada. Considerando-se uma das provas essenciais de robustez, o poder para se manter vivo, as mulheres são mais resistentes do que os homens desde o nascimento até a idade mais avançada.
Em média, um homem pode correr mais rápido um percurso de 100 m do que uma mulher e levantar muito mais pesos. Entretanto, atualmente as mulheres vivem cinco a seis anos a mais do que os homens. Na idade de 85 anos existem aproximadamente seis mulheres para quatro homens. Na idade de 100 anos, a taxa é de duas mulheres para um homem.
Mas por que as mulheres vivem mais do que os homens? Uma primeira ideia seria que os homens sofrem mais estresse no trabalho. Porém, sabemos que a mulher está ocupando cada vez mais espaço no mercado de trabalho e isso significa mais responsabilidades com duplas ou triplas jornadas (casa - trabalho - filhos) e ambientes mais competitivos, com maior exposição ao estresse. Além disso, mulheres que exercem somente atividades domésticas podem ter uma carga de trabalho tão pesada quanto as que trabalham fora de casa. Mesmo assim, a expectativa de vida das mulheres não diminuiu.
As mulheres desenvolvem hábitos mais saudáveis do que os homens, preventivamente vão mais ao médico, fumam e bebem menos e seguem uma dieta com mais disciplina. Mas há um detalhe: o número de mulheres que fuma, toma uns drinques a mais e se alimenta de comidas não saudáveis está aumentando. Por isso, os pesquisadores têm afirmado que os hábitos de vida não são os únicos fatores envolvidos na longevidade feminina.
Os gerontologistas, especialistas em envelhecimento, têm observado que as fêmeas da maioria das espécies animais vivem mais do que os machos. Este fenômeno pode sugerir que a explicação está na nossa biologia.
Muitos cientistas acreditam que o processo de envelhecimento é causado pelo desenvolvimento gradual de um grande número de minúsculos defeitos individuais, como alguns danos no DNA, um desarranjo de proteínas, e assim vai.
Esse desenvolvimento degenerativo significa que a extensão das nossas vidas é regulada pelo balanço entre quão rápido novos danos atingem nossas células e quão eficientemente estas lesões são corrigidas.
Lembremos que os mecanismos para manter e reparar nossas células são maravilhosamente efetivos, mas não são perfeitos o tempo todo. Alguns danos passam despercebidos e se acumulam com os dias, meses e anos. Em outras palavras, nós envelhecemos porque nossos corpos perpetuam estes erros.
E por que nosso corpo não tenta sempre consertar os erros nas células que acontecem pelo caminho da vida, e assim poderíamos viver indefinidamente? Talvez uma das explicações seja o alto custo de energia gasta para "remendar" essas falhas. Como outras espécies, nós humanos também somos fruto da seleção natural e, ao menos na teoria, sobrevivem melhor os representantes da espécie que gastam mais energia com o crescimento e a reprodução do que com a longevidade.
Para muitos estudiosos, a mulher, devido a sua função primordial de engravidar e gerar uma nova vida, talvez tenha sido "equipada" com mecanismos mais robustos de reparação de danos das células e por uma necessidade de melhor estado de saúde. Consequentemente, isso reflete na maior longevidade da mulher quando comparada ao homem, que possui um papel menos direto na gravidez.
É possível que um dos hormônios que dificulte os processos de reparação das células seja a testosterona. Aparentemente, a testosterona que se encontra em quantidade cerca de 10 vezes menor na mulher, tenha influência negativa sobre a longevidade.
Alguns dados indicam que os eunucos (meninos castrados em muitas sociedades, no passado, para servir a imperadores sem o risco de engravidar as concubinas) apresentavam longevidade maior do que homens normais.
Em estudo realizado em uma instituição psiquiátrica no Kansas, Estados Unidos, onde homens com psicopatias eram castrados, descobriu-se que tais homens viviam em média mais 14 anos em relação aos homens não castrados. Obviamente, a castração não seria uma conduta adequada para aumentar a longevidade no homem.
Ainda estamos começando a entender e conhecer alguns elementos e fatores que podem aumentar ou diminuir a longevidade do ser humano. O fato é que as mulheres já partem na corrida da vida aparentemente mais bem preparadas fisicamente para combater os danos que nos são colocados pelo caminho. As pesquisas não param e, com certeza, em breve, vamos entender um pouco mais sobre o assunto.
No Brasil, registra-se um aumento significativo na expectativa de vida de ambos os sexos.
Estudos apontam os fatores que contribui para uma pessoa alcançar os 100 anos com bem-estar.
Fonte: Site bbel.UOL - Por Cibele Fabichak
domingo, 9 de outubro de 2011
Você está preparado para sua festa de 100 anos?
A longevidade é uma realidade incontestável
Você já deve ter lido algum artigo falando que, devido aos avanços tecnológicos e da medicina, a qualidade de vida das pessoas vem melhorando ano a ano. Uma consequência direta deste processo é o aumento da longevidade, ou seja, vamos viver mais e, esperamos, com boa saúde, disposição e curtindo a vida. Será muito comum uma pessoa fazer 100 anos de idade.
É claro que para uma pessoa chegar aos 100 anos de idade vai depender, além dos fatores genéticos, dos cuidados que tiver com a sua saúde e com o bem estar.
As escolhas que fizermos sobre a nossa forma de viver durante a juventude vão refletir diretamente na nossa idade madura e na nossa velhice. Por exemplo, fumar, beber, ter uma um dia a dia desregrado, sedentário e em constante estresse terá impacto negativo no nosso futuro e na nossa qualidade de vida.
A longevidade hoje é uma realidade incontestável e devemos nos preparar para ela da melhor forma possível.
E você? Já se perguntou até quantos anos pode viver e como quer viver esse tempo?
Para viver bem os seus 100 anos de idade, que se Deus quiser, teremos pela frente, precisamos nos planejar, inclusive sobre a nossa vida financeira. Como viveremos por um período mais longo, nossas reservas financeiras terão que ser mais perenes, para que possamos continuar independentes e com uma qualidade de vida digna.
Para ilustrar um pouco o tema Planejamento Financeiro, vamos começar falando das diferenças entre economizar, poupar e investir:
• Economizar é gastar menos em determinado(s) item (ns)
• Poupar é abrir mão de consumo presente em favor de consumo futuro
• Investir é buscar rentabilizar "fazer crescer" os recursos poupados
Para viver até os 100 anos, o mais importante de tudo é planejar a vida financeira - organizar o conjunto das ações relacionadas à vida financeira, de forma que possamos economizar, poupar e investir.
Lembre-se da sabedoria dos ditados populares: "De grão em grão a galinha enche o papo", "Dinheiro não aguenta desaforo"
Fonte: Site bbel.UOL - Por Moneyplan Consultoria
Aprender com os erros melhora a inteligência
A inteligência é permanente ou está em constante aprimoramento? Segundo pesquisadores da Universidade do Estado de Michigan, nos Estados Unidos, pessoas que acreditam que podem aprender com seus erros têm reações cerebrais diferentes daqueles que acreditam que a inteligência é fixa.
“Uma grande diferença entre as pessoas que pensam que a inteligência é maleável e aqueles que pensam que a inteligência é fixa está na forma como eles respondem aos próprios erros”, explica o Dr. Jason Moser, autor da pesquisa.
De acordo com o pesquisador, pessoas que acreditam no aprimoramento da inteligência reconhecem mais facilmente seus erros e se esforçam para aprender mais. Já os que acreditam que a inteligência é algo fixo perdem as oportunidades de aprender com os próprios erros.
Fonte: Blog de Boa Saúde – por Natália Rosana Barbosa
sábado, 8 de outubro de 2011
Ser chique sempre
Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.
A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.
O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é ser discreto, quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuaçõe inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta, é evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
É dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador, é lembrar-se do aniversário dos amigos, é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique é olhar nos olhos do seu interlocutor.
É "desligar o radar", "o telefone", quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.
Chique é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!
Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo...falsidade.
Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.
Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!
Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus! Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam humanos!
GLÓRIA KALLIL
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