domingo, 27 de setembro de 2026

O que causa o autismo? Especialistas explicam o papel da genética e outros fatores


Autismo é genético? Entenda o que a ciência já sabe sobre os genes, a família, a gravidez e outros fatores ligados à condição.

 

O autismo tem como base primária uma arquitetura genética complexa, envolvendo múltiplas combinações genéticas herdadas ou espontâneas, e não um gene único. Fatores gestacionais, como infecções ou uso de ácido valproico, podem elevar os riscos, mas em menor grau e sem agir isoladamente. A ciência descarta mitos como a influência de vacinas ou da criação familiar, reforçando que essa heterogeneidade genética e biológica faz com que cada indivíduo no espectro se desenvolva de maneira única.


Quando uma criança recebe o diagnóstico de autismo, é comum que a família tente entender por que isso aconteceu.

 

Pare de tentar adivinhar. Aprenda a entender o autismo, reconhecer os sinais e agir com segurança no dia a dia, mesmo que você ainda esteja perdido ou sem apoio profissional.

 

A dúvida pode levar a perguntas sobre a gravidez, o parto, doenças, medicamentos ou até mudanças percebidas nos primeiros anos de vida.

 

Uma revisão recente da National Autistic Society, baseada em dezenas de trabalhos científicos, reforçou uma informação importante sobre essa pergunta. A entidade passou a afirmar de forma explícita que o autismo é genético.

 

Mas o que isso significa na prática? Se os genes têm um papel tão importante, por que nem sempre existe outra pessoa autista na família? E por que irmãos, inclusive gêmeos, podem apresentar desenvolvimentos tão diferentes?

 

O que significa dizer que o autismo é genético

A resposta não está em um único ponto do DNA.

"Não há um único gene que possa prever ou explicar o autismo", afirma Fabricia Signorelli, psiquiatra especialista em TEA, TDAH e outros transtornos do neurodesenvolvimento.

Segundo a médica, o autismo envolve uma combinação de diferentes características genéticas. Algumas são comuns e podem atuar juntas. Outras são mais raras e podem ser herdadas da família ou surgir durante o desenvolvimento.

"O autismo tem uma arquitetura genética complexa", explica.

Em linguagem simples, isso significa que diferentes combinações de genes podem participar do desenvolvimento do autismo, e essa combinação não é igual em todas as pessoas.

É por isso que não existe um exame genético simples capaz de dizer se uma criança terá autismo.

Em algumas situações, porém, a investigação genética consegue identificar uma alteração específica. O resultado pode ajudar os médicos a compreender melhor aquele caso, acompanhar possíveis condições associadas e orientar a família.

A National Autistic Society ressalta que a ciência ainda não identificou todos os genes envolvidos no autismo. Portanto, afirmar que o autismo é genético não significa que já exista uma fórmula capaz de prever quem será autista.

 

E quando ninguém na família é autista

Se não há outro caso conhecido na família, ainda assim pode haver uma participação genética no autismo.

Algumas alterações genéticas surgem durante a formação do óvulo ou do espermatozoide ou nas primeiras etapas do desenvolvimento. São as chamadas alterações de novo, que não foram herdadas diretamente dos pais.

A National Autistic Society inclui essas alterações entre as possibilidades relacionadas ao autismo, embora sejam menos comuns.

Já ter um familiar autista aumenta a possibilidade de outro membro da família também estar no espectro. Isso não significa, porém, que o diagnóstico necessariamente se repetirá.

"Uma investigação genética bem indicada pode ajudar a refinar o aconselhamento sobre o risco de recorrência", afirma Fabricia.

A especialista cita uma estimativa média de recorrência entre irmãos de cerca de 10%. O risco pode ser maior quando já existem dois ou mais filhos autistas.

Isso significa que ter um filho autista aumenta a possibilidade de outro também estar no espectro, mas não permite prever o que acontecerá em uma próxima gestação.

 

Por que irmãos e gêmeos podem ser diferentes

Se a genética tem um papel tão importante no autismo, por que irmãos da mesma família podem ter desenvolvimentos tão diferentes?

Os gêmeos idênticos ajudam a entender essa questão. Eles compartilham praticamente todo o material genético, mas isso não significa que terão exatamente o mesmo desenvolvimento.

A National Autistic Society destaca que, mesmo entre eles, um pode ser autista e o outro não.

Mayra Gaiato, psicóloga e neurocientista especializada em autismo e desenvolvimento infantil, chama atenção para essa diferença. Segundo ela, mesmo quando a genética é praticamente a mesma, cada pessoa tem experiências e formas próprias de se desenvolver.

"Eles são pessoas diferentes, pensamentos diferentes, ações diferentes. E mesmo sendo criados pelos mesmos pais no mesmo lugar, o ambiente de cada um, a experiência de cada um, a forma como cada um recebe os estímulos também é diferente", afirma.

Em outras palavras, os genes têm um papel importante, mas não funcionam como um roteiro que determina sozinho como cada criança vai se desenvolver.

 

A gravidez também pode aumentar o risco?

A genética é a principal peça dessa história, mas alguns fatores relacionados à gestação também podem aumentar a probabilidade de autismo.

Isso não significa, porém, que esses fatores provoquem o autismo de forma isolada.

Entre os fatores com evidências mais fortes estão a rubéola durante o primeiro trimestre e a exposição ao ácido valproico durante a gravidez. A National Autistic Society destaca especificamente essas duas situações.

O ácido valproico, também chamado de valproato, é usado no tratamento de algumas condições, como epilepsia.

Segundo Fabrícia Signorelli, a associação entre a exposição ao medicamento durante a gestação e o aumento do risco de autismo é consistente nos estudos.

"A exposição ao valproato durante a gravidez está associada a cerca de três vezes mais risco de autismo", aponta.

Isso não significa que uma gestante deva interromper o medicamento por conta própria. Qualquer mudança no tratamento precisa ser discutida com o médico, considerando os riscos e benefícios para mãe e bebê.

Outros fatores também aparecem nas pesquisas, como prematuridade, baixo peso ao nascer, algumas infecções, idade parental mais avançada e determinadas complicações no nascimento.

Nesses casos, a relação é mais complexa. A presença de um desses fatores não permite afirmar que ele tenha causado o autismo.

A National Autistic Society ressalta que a contribuição desses fatores é muito menor do que a genética e que, na maioria das situações, eles não podem ser apontados isoladamente como responsáveis pelo autismo.

 

Vacina causa autismo?

Não há evidências científicas de que vacinas causem autismo.

A National Autistic Society inclui essa associação entre os mitos sobre as causas do autismo e destaca que a preocupação ganhou força nos anos 1990 a partir de uma pesquisa que posteriormente foi considerada fraudulenta.

 

Por que os sinais podem ficar mais claros por volta dos 2 anos?

Algumas crianças apresentam sinais desde os primeiros meses de vida. Em outras, as diferenças ficam mais perceptíveis conforme aumentam as expectativas sobre fala, interação social e desenvolvimento.

Também existem casos de regressão, quando a criança perde habilidades que já havia adquirido.

Quando isso acontece, os pais podem tentar encontrar uma explicação para a mudança.

"Muitas vezes, eles procuram um acontecimento para explicar aquilo que estão vendo naquele momento", afirma Mayra Gaiato.

É nesse contexto que entra a chamada poda sináptica. Durante o desenvolvimento, o cérebro fortalece algumas conexões entre as células nervosas e elimina outras. Esse processo faz parte da reorganização cerebral ao longo do crescimento.

Mayra relaciona esse período às mudanças que podem ficar mais evidentes por volta de 1 ano e meio a 2 anos. Na explicação da especialista, a poda não cria o autismo naquele momento, mas pode tornar mais visíveis dificuldades que já estavam presentes.

"Essa não é a causa, a poda só mostrou mais as dificuldades que já existiam", explica.

A regressão no autismo é reconhecida, mas os mecanismos envolvidos ainda são estudados. Por isso, essa explicação deve ser entendida dentro desse contexto.

Perceber os sinais com mais clareza nessa idade, portanto, não significa necessariamente que o autismo tenha começado naquele momento.

 

Os pais podem causar o autismo?

Não. A ideia de que a criação dos filhos provocaria autismo já foi abandonada pela ciência. Uma das teorias mais conhecidas do passado, a chamada "mãe-geladeira", chegou a atribuir a condição à falta de afeto materno.

Essa explicação não tem respaldo científico, mas a culpa familiar pode aparecer de outras formas até hoje.

Lucelmo Lacerda de Brito, doutor em Educação e pesquisador na área de autismo, chama atenção para esse problema.

"A ideia de que o autismo está relacionado diretamente à criação da família é um mito que historicamente produziu muita culpa", afirma.

Segundo o pesquisador, essa interpretação também pode aparecer no ambiente escolar, quando comportamentos de uma criança autista são atribuídos simplesmente à falta de limites ou de atenção dos pais.

"Muitas vezes, comportamentos considerados problemáticos acabam sendo atribuídos à família, especialmente quando a criança apresenta maiores necessidades de apoio", diz.

Para Lucelmo, essa interpretação pode dificultar a relação entre escola e família. Em vez de procurar o que está por trás de determinado comportamento e quais apoios podem ajudar, a discussão acaba concentrada na maneira como a criança é criada.

 

O que a genética explica sobre o autismo?

A ciência não aponta uma causa única para todos os casos.

O que a pesquisa recente reforça é o peso da genética. Não existe um único gene responsável, mas uma combinação complexa de características genéticas pode participar do desenvolvimento do autismo. Algumas são herdadas e outras podem surgir durante o desenvolvimento.

Alguns fatores relacionados à gestação também podem aumentar o risco, mas não devem ser confundidos com causas isoladas.

Essa complexidade ajuda a explicar por que pessoas autistas podem apresentar características e necessidades muito diferentes.

"O autismo é altamente heterogêneo", resume Lucelmo.

Em outras palavras, não existe uma única forma de ser autista. A genética ajuda a explicar como a condição se desenvolve, mas não permite prever exatamente como ela vai se manifestar em cada pessoa.

Por isso, entender a origem do autismo não deveria levar a família a procurar um culpado. O conhecimento sobre a genética é mais útil quando ajuda a compreender a condição e a identificar as necessidades específicas de cada criança.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/o-que-causa-o-autismo-especialistas-explicam-o-papel-da-genetica-e-outros-fatores,3cdd1c34c4a64b62f2d8dccd0d788ee9wjo2z2z3.html#google_vignette - Foto: SaúdeLab / SaúdeLAB

sábado, 26 de setembro de 2026

Primavera e saúde ocular: cuidados para evitar alergias e irritações


Com a chegada da estação das flores, o aumento do pólen e os dias mais ensolarados exigem atenção redobrada com a saúde ocular

 

A primavera eleva o risco de conjuntivite alérgica e ressecamento ocular devido ao pólen, poeira e variações climáticas, gerando coceira e vermelhidão. Especialistas alertam para não esfregar os olhos, hábito que pode causar lesões ou ceratocone, recomendando compressas frias para alívio. Medidas preventivas incluem usar óculos com proteção UV, manter ambientes limpos e evitar a automedicação com colírios. Havendo dor, secreção purulenta ou baixa visual, a consulta oftalmológica é indispensável.

 

A chegada da primavera traz temperaturas mais agradáveis, mas também aumenta a exposição a pólen, poeira e partículas presentes no ar. As variações de temperatura e umidade também podem favorecer irritações e ressecamento nos olhos. 

 

"Os olhos, por serem mucosas expostas, reagem rapidamente a esses estímulos", explica Larissa Bowens, médica oftalmologista do hospital Oftalmos. Entre as queixas mais comuns está a conjuntivite alérgica sazonal. A condição costuma provocar coceira intensa, vermelhidão, lacrimejamento, inchaço nas pálpebras e sensação de areia nos olhos.

 

Geralmente, os sintomas aparecem nos dois olhos. Já as conjuntivites infecciosas podem apresentar mais secreção e começar em apenas um deles. "Na dúvida, a avaliação com um oftalmologista é o caminho mais seguro para diferenciar os casos", orienta a médica.

 

Evite esfregar os olhos

Esfregar os olhos pode proporcionar alívio momentâneo, mas tende a piorar a inflamação. O hábito também pode provocar lesões na córnea e aumentar a predisposição ao desenvolvimento ou progressão do ceratocone. Por isso, uma alternativa para aliviar o desconforto são as compressas frias.

 

Atenção ao ressecamento

O clima mais seco e a presença de poeira podem aumentar a evaporação da lágrima e irritar a superfície ocular.

 

Ardência, sensação de corpo estranho, vermelhidão persistente, visão embaçada intermitente e sensibilidade à luz são sinais que merecem atenção. "Esses elementos favorecem a evaporação da lágrima natural e irritam a superfície ocular", explica Dra. Larissa.

 

Proteja os olhos do sol

Os dias mais longos também aumentam a exposição à radiação ultravioleta. Por isso, a oftalmologista recomenda o uso de óculos escuros com proteção UV adequada.

 

"A exposição solar cumulativa está ligada à catarata precoce, ao pterígio e a outras lesões na superfície ocular", alerta. Além de reduzir o desconforto provocado pela luminosidade, os óculos ajudam a diminuir o contato dos olhos com pólen e poeira.

 

Cuidado com colírios por conta própria

Colírios de venda livre nem sempre resolvem a causa do desconforto. Alguns podem apenas mascarar os sintomas e, quando utilizados por períodos prolongados, piorar a vermelhidão.

 

Por isso, o ideal é buscar orientação profissional antes de iniciar um tratamento. Colírios lubrificantes sem conservantes também devem ser usados conforme recomendação.

 

Quando procurar um oftalmologista?

Alguns sinais indicam que o quadro pode não ser apenas uma alergia sazonal. Dor, secreção purulenta, redução da visão ou sintomas em apenas um olho precisam de avaliação especializada.

 

"Quando os sintomas persistem mesmo com cuidados básicos, quando há dor, secreção purulenta, redução da visão ou manifestações em apenas um olho, é necessária avaliação especializada", finaliza Dra. Larissa.

 

Checklist para cuidar dos olhos na primavera

Lave as mãos antes de tocar o rosto ou os olhos;

Higienize o rosto e a região dos olhos ao chegar em casa;

Evite esfregar os olhos e prefira compressas frias;

Use óculos escuros com proteção UV;

Mantenha os ambientes limpos e ventilados;

Evite correntes de ar direcionadas ao rosto;

Higienize e troque as roupas de cama com frequência.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/primavera-e-saude-ocular-cuidados-para-evitar-alergias-e-irritacoes,88ffc08814ea249fc9c47ee1d75b21e30topbxnb.html?utm_source=clipboard - Foto: Magnific / Saúde em Dia

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Pilates: solo ou aparelhos? Saiba qual é o melhor para você


As duas modalidades trabalham força, controle e estabilidade, mas apresentam diferenças na execução e na possibilidade de ajustar a resistência

 

Tanto o Pilates no solo quanto o com aparelhos trabalham postura, força e flexibilidade, diferindo apenas pelos recursos: o solo foca no peso corporal e no equilíbrio, enquanto os aparelhos usam molas para dar suporte ou aumentar a resistência. Ambos atendem iniciantes e não há superioridade comprovada de um sobre o outro para definição ou composição corporal. A escolha ideal depende de objetivos e adaptação individual, aliada à consistência, boa alimentação e orientação profissional.

 

O Pilates ganhou espaço entre quem busca melhorar a força, a postura, a flexibilidade e o controle dos movimentos. Mas, para quem está começando, uma dúvida aparece com frequência: é melhor fazer Pilates no solo ou com aparelhos?

 

As duas modalidades seguem os princípios do método e podem trabalhar diferentes grupos musculares. A principal diferença está nos recursos utilizados para executar e adaptar os exercícios.

 

Pilates no solo

O Pilates no solo, também chamado de Mat Pilates, utiliza principalmente o peso do próprio corpo. Dependendo da aula, também podem ser usados acessórios como bolas, faixas elásticas e pequenos equipamentos.

 

Por não depender de máquinas, a modalidade pode ser mais simples de praticar em diferentes ambientes. Os exercícios exigem controle corporal, equilíbrio e ativação do chamado core, conjunto de músculos que ajuda a estabilizar o tronco.

 

Uma revisão sistemática encontrou benefícios do Pilates para a resistência muscular abdominal quando comparado à ausência de exercícios. Porém, os pesquisadores não encontraram evidências de que o método seja superior a outras modalidades de exercício para ganho de força.

 

Para quem está começando, o acompanhamento de um profissional é importante para aprender a execução correta e adaptar os movimentos ao nível de condicionamento.

 

Pilates com aparelhos

Já o Pilates com aparelhos utiliza equipamentos como Reformer, Cadillac, Chair e Barrel, que permitem modificar a resistência e o suporte durante os exercícios.

 

As molas e outros recursos dos aparelhos podem facilitar determinados movimentos ou aumentar o desafio conforme a capacidade da pessoa. Isso permite que o profissional faça ajustes mais específicos para diferentes níveis e objetivos.

 

Por isso, o Pilates com aparelhos também pode ser utilizado por iniciantes. A ideia de que o solo seria necessariamente mais fácil ou de que os aparelhos seriam indicados apenas para quem já pratica Pilates não é uma regra.

 

E qual define mais o corpo?

Aqui também é importante evitar a ideia de que um aparelho específico vai, sozinho, deixar o corpo mais definido.

 

A definição muscular está relacionada principalmente à combinação entre massa muscular e percentual de gordura corporal. O Pilates pode contribuir para o condicionamento e o desenvolvimento muscular, mas os estudos ainda não mostram que uma modalidade seja consistentemente superior à outra para alterar a composição corporal.

 

Uma revisão sobre Mat Pilates, por exemplo, não encontrou superioridade da modalidade em relação a exercícios tradicionais ou grupos de controle para medidas como percentual de gordura, massa magra, IMC e circunferência abdominal.

 

Outro estudo mais recente, comparando Pilates no solo e com aparelhos, também encontrou resultados positivos nas duas modalidades, sem diferença significativa entre elas na composição corporal.

 

Assim, para quem quer definir o corpo, mais importante do que escolher entre solo e aparelhos é manter uma rotina consistente de exercícios, alimentação adequada e recuperação.

 

No fim, as duas modalidades podem fazer parte de uma rotina de atividade física. A melhor escolha para cada pessoa depende do objetivo, da experiência e da adaptação aos exercícios — e não apenas do fato de o Pilates ser feito no solo ou em um aparelho.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/pilates-solo-ou-aparelhos-saiba-qual-e-o-melhor-para-voce,f4d02b08a4af25b022cc08ffec2260e7kqyi2pe5.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

O Blog Professor José Costa alcança a marca espetacular de 20 milhões de acessos


     É com imensa alegria e gratidão que compartilho com os leitores e parceiros que o Blog Professor José Costa está comemorando uma marca histórica, a de 20 milhões de acessos. Em 2009, o Blog Professor José Costa foi criado inicialmente com o objetivo de divulgar o meu trabalho nas quatro escolas que eu trabalhava na época, Colégio Estadual Murilo Braga, Colégio Graccho, Colégio O Salesiano e Colégio Dom Bosco. Aos poucos, fui introduzindo postagens de outros sites e o blog que começou com 3.000 visualizações mensais, atualmente, tem uma média aproximada de 10.000 acessos diários.

 

     Dos 20 milhões de acessos de mais de 100 países que já visualizaram o blog, o que predominou foram dos brasileiros com 12 milhões e 700 mil, seguidos por americanos com 2 milhões e 520 mil, alemães, russos, canadenses, singapurenses, honcongueses, portugueses, suecos e dinamarqueses. No Brasil, os paulistanos lideram o número de acessos; em Sergipe, são os Aracajuanos seguidos pelos itabaianenses. Dos 100% de acessos ao blog, 54,15% são feitos pelos homens e 45,85% pelas mulheres. Dos acessos ao blog, 54,0% são feitos pelo computador, 45,0% pelo celular e 1,0% por tablet. A postagem mais acessada no blog é https://professorjosecosta.blogspot.com/2014/05/voleibol-historia-regras-e-curiosidades.html com 105 mil visualizações.

 

     Ao longo de 17 anos, o blog vem sendo feito com trabalho, responsabilidade e compromisso. Já são 7.555 postagens publicadas, destas, mais de quinhentas foram escritas por mim, às demais foram extraídas de sites da internet e sempre com a citação da fonte. Com fé em Deus, um pouco de paciência e muita humildade, esperamos comemorar em breve, a marca de 21 milhões de acessos, que será alcançada graças ao seu acesso diário.

 

     Quero agradecer primeiramente a Deus, por me dar força, perseverança e determinação em construir um blog com qualidade de conteúdos para os leitores através de artigos sobre educação, esporte, saúde, cultura e cidadania. Sempre oferecendo o que há de melhor na internet sem apelar para postagens relacionadas a sexo, sensacionalismo, politicagem ou fofocas da vida alheia.

 

     Agradeço aos visitantes espalhados pelo Brasil e no exterior que passaram para ler um post através de pesquisa no google; aos amigos do facebook, whatsapp, instagram, twitter, youtube; aos leitores cativos; os que acessam de vez em quando e até aqueles que passaram por curiosidade e não mais voltaram; e aos que comentaram ou criticaram alguma postagem de maneira construtiva e contribuíram para o engrandecimento do blog.

 

     Um obrigado especial aos parceiros do blog por acreditar no meu trabalho: Big Estampa, Churrascaria Recanto da Serra – O Pirata, Credimóveis, Diana Ferreira Estúdio de Beleza, Drogaria Sergipana, Dr. Lucas Carvalho Costa, Duguay Signs, Galeria Jandrade, Galeria Maria de Gustavo, Ilognet, Jamsoft Informática, Joalheria O Garimpo, Lok Car Sergipe, Modinha Calçados, Modinha Fitness, Mundo dos Lubrificantes, Mundo dos Tecidos, O Boticário Itabaiana, Rosa do Deserto Itabaiana, Serrana Tintas, Sthefane Nail Designer, Studio Jacquiciene Góis Beleza e Estética, Studio Vânia Andrade Fisioterapia e Pilates, Prado & Tavares Advocacia e Consultoria Jurídica, Supermercado Nunes Peixoto e Tec Bordados. Todos vocês contribuem para a história e engrandecimento deste modesto blog. Nossa parceria é mesmo fundamental, sigamos adiante!

 

     Um agradecimento especial aos agregadores que permitem o aumento de acessos do blog através de nossas postagens em seus sites como: Geralinks e Ueba.

 

     Muito obrigado a todos os leitores, parceiros e agregadores por fazerem parte desta história de sucesso do blog, sem os quais não chegaríamos a incrível marca de 20 milhões de acessos, pois vocês acreditam e confiam no nosso trabalho.

 

     Continue nos visitando, salve em favoritos, compartilhe com os amigos nas redes sociais e recomende aos familiares, pois eles também merecem adquirir informações de boa qualidade!

 

      Acesse: https://professorjosecosta.blogspot.com  e volte sempre!

 

     Professor José Costa

A primavera pode afetar a saúde? Conheça 7 doenças mais comuns na estação


Mudanças na umidade, maior presença de pólen e exposição à poeira podem favorecer alergias e outros problemas de saúde nesta época do ano

 

A chegada da primavera exige cuidados com a saúde devido a alterações climáticas e ao aumento de pólen e poeira no ar. Essas condições intensificam problemas respiratórios e alérgicos, como rinite, asma, conjuntivite, rinossinusite e dermatite de contato. A estação também favorece o contágio por catapora e, com o aumento das chuvas, eleva o risco de dengue pelo acúmulo de água parada, demandando atenção aos sintomas, vacinação em dia e eliminação contínua dos focos do mosquito Aedes aegypti.

 

A chegada da primavera traz mudanças na temperatura e na umidade, além de aumentar o contato com plantas e ambientes ao ar livre. Para algumas pessoas, esse período pode favorecer o surgimento de sintomas alérgicos ou agravar problemas respiratórios. Segundo Ana Paula Zanon Bampi, coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera, a estação exige atenção a alguns cuidados que ajudam a preservar a saúde e o bem-estar.

 

"Na primavera, a maior exposição ao pólen e à poeira pode intensificar sintomas como espirros, coriza, coceira nos olhos e crises de asma. As chuvas também podem favorecer o acúmulo de água parada e aumentar o risco de dengue em locais onde o vírus circula. Por isso, vale observar os sintomas, manter os cuidados com alergias e eliminar possíveis criadouros do mosquito", alerta.

 

Abaixo, a especialista aponta sete condições que merecem atenção por serem mais frequentes: a ocorrência varia conforme a região, o clima e as características de cada pessoa. Confira!

 

1. Rinite alérgica

Espirros repetidos, coriza, coceira no nariz e congestão podem surgir após contato com pólen, poeira ou outros alérgenos. Identificar o que provoca as crises ajuda a orientar sobre os cuidados.

 

2. Asma

Em pessoas que já têm a doença, alérgenos e irritantes presentes no ar podem desencadear tosse, chiado, aperto no peito e falta de ar. O tratamento de controle deve seguir a orientação médica.

 

3. Conjuntivite alérgica

Coceira, vermelhidão e lacrimejamento, geralmente nos dois olhos, podem acompanhar a rinite. Como a conjuntivite também pode ter causas infecciosas, é importante avaliar sintomas persistentes ou secreção intensa antes de usar colírios.

 

4. Rinossinusite

A inflamação das vias nasais pode causar sintomas como nariz entupido, pressão ou dor no rosto e secreção nasal. Nem todos os casos são provocados por bactérias ou exigem o uso de antibióticos. Por isso, é importante buscar avaliação profissional quando os sintomas persistem, pioram ou se tornam mais intensos.

 

5. Dermatite de contato

O contato com determinadas plantas, cosméticos ou outras substâncias durante atividades ao ar livre pode causar vermelhidão, coceira e irritação na pele. Identificar os produtos, plantas ou materiais com os quais teve contato antes do surgimento dos sintomas pode ajudar a descobrir a possível causa da reação.

 

6. Catapora

Mais frequente em crianças, a doença pode causar febre e lesões na pele que evoluem para pequenas bolhas e crostas. É contagiosa, e a vacinação conforme o calendário recomendado é uma medida importante de prevenção.

 

7. Dengue

Onde há circulação do vírus e chuvas que favorecem água parada, é preciso reforçar o combate ao Aedes aegypti. Febre, dores no corpo, dor atrás dos olhos, náuseas e manchas na pele exigem avaliação. Dor abdominal intensa, vômitos persistentes ou sangramentos são sinais de alerta para atendimento imediato.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/a-primavera-pode-afetar-a-saude-conheca-7-doencas-mais-comuns-na-estacao,5ad14cb957126a41e257e9cbc7eb682b34sczoux.html?utm_source=clipboard - Por Deiwerson Damasceno - Foto: Photoroyalty | Shutterstock / Portal EdiCase