segunda-feira, 25 de maio de 2026

Tipos de dor de cabeça: como identificar e quando procurar ajuda médica


Descubra os principais tipos de dor de cabeça, suas causas e sintomas. Saiba quando é hora de procurar ajuda médica e como aliviar.

 

Nem toda dor de cabeça é igual. Às vezes, ela aparece como uma pressão na testa depois de um dia estressante.

 

Em outras situações, vem em forma de dor latejante, enjoo, sensibilidade à luz e vontade de ficar em silêncio.

 

Há ainda dores menos comuns, mas muito intensas, que exigem atenção médica.

 

Entender os principais tipos de dor de cabeça ajuda a reconhecer padrões, evitar o uso inadequado de remédios e saber quando o sintoma merece avaliação profissional.

 

Vale lembrar que nem sempre a dor se encaixa perfeitamente em uma única categoria.

 

Algumas pessoas podem ter mais de um tipo de dor de cabeça ao longo da vida. Por isso, quando as crises são frequentes, mudam de padrão ou atrapalham a rotina, a avaliação médica é o caminho mais seguro.

 

A seguir, veja os tipos mais comuns de dor de cabeça, como eles costumam se manifestar e quais sinais indicam que é hora de procurar ajuda.

 

Resumo rápido

Nem toda dor de cabeça é igual: algumas parecem uma pressão na testa ou na nuca; outras latejam, vêm com enjoo ou pioram com luz e barulho.

Os principais tipos incluem cefaleia tensional, enxaqueca, cefaleia em salvas e dor por uso excessivo de remédios.

O padrão da dor importa: onde dói, quanto tempo dura, como começa e quais sintomas aparecem junto ajudam a entender quando procurar ajuda.

Alguns sinais exigem atenção: dor súbita e muito intensa, alteração na visão, fraqueza, confusão mental, febre ou dor após pancada na cabeça não devem ser ignorados.

A ideia não é fazer autodiagnóstico, mas ajudar você a reconhecer quando a dor parece passageira e quando merece avaliação médica.

 

Cefaleia tensional: a dor que aperta

A cefaleia tensional é um dos tipos mais comuns de dor de cabeça.

Ela costuma ser leve ou moderada e, geralmente, é descrita como uma sensação de pressão ou aperto na testa, nas têmporas ou na nuca.

Muitas pessoas comparam essa dor à sensação de uma faixa apertando a cabeça. Diferente da enxaqueca, ela costuma ser mais constante e não necessariamente vem acompanhada de enjoo ou sensibilidade intensa à luz.

 

Entre as causas e fatores associados mais comuns estão:

estresse e ansiedade;

má postura, especialmente ao usar celular ou computador por muito tempo;

tensão muscular no pescoço e nos ombros;

sono ruim ou poucas horas de descanso;

jejum prolongado;

desidratação.

 

O que pode ajudar?

Na maioria dos casos, medidas simples podem aliviar o desconforto, especialmente quando a dor é ocasional:

descansar em um ambiente tranquilo;

beber água;

fazer pausas durante o trabalho;

alongar pescoço, ombros e costas;

melhorar a postura ao usar telas;

evitar longos períodos sem comer.

Analgésicos podem ser usados em algumas situações, mas o uso frequente sem orientação médica não é recomendado.

Quando a dor se repete muitas vezes, é importante investigar a causa em vez de apenas mascarar o sintoma.

 

Enxaqueca: a dor que lateja e pode incapacitar

A enxaqueca é um tipo de dor de cabeça mais intensa e, em muitos casos, incapacitante.

Ela costuma ser pulsátil, como se a dor "latejasse", e pode afetar apenas um lado da cabeça.

 

Além da dor, a enxaqueca pode vir acompanhada de:

náuseas;

vômitos;

sensibilidade à luz;

incômodo com barulhos;

intolerância a cheiros fortes;

piora com esforço físico ou movimento.

Para algumas pessoas, uma crise de enxaqueca pode durar horas. Em outros casos, pode se prolongar por mais tempo e prejudicar atividades simples do dia a dia, como trabalhar, estudar, cuidar da casa ou manter uma conversa.

 

Principais gatilhos da enxaqueca

Os gatilhos variam de pessoa para pessoa. Entre os mais relatados estão:

alterações no sono, como dormir pouco ou dormir demais;

estresse emocional;

jejum prolongado;

mudanças hormonais, especialmente em mulheres durante o ciclo menstrual;

luzes fortes;

cheiros intensos;

barulho excessivo;

bebidas alcoólicas;

alguns alimentos, como queijos envelhecidos, embutidos, chocolate ou excesso de cafeína.

Nem todo mundo terá os mesmos gatilhos. Por isso, observar quando a dor aparece pode ajudar muito na conversa com o médico.

 

Diferença entre enxaqueca e cefaleia tensional

A cefaleia tensional costuma causar uma dor em pressão, mais constante e geralmente menos incapacitante.

Já a enxaqueca tende a ser mais intensa, latejante e pode vir acompanhada de náuseas, sensibilidade à luz, ao som ou a cheiros.

Algumas pessoas também apresentam aura antes ou durante a crise.

A aura pode incluir alterações visuais, como pontos brilhantes, flashes de luz ou manchas no campo de visão. Em alguns casos, também pode haver formigamento ou dificuldade temporária para falar.

Esses sintomas devem ser avaliados por um profissional, principalmente quando aparecem pela primeira vez ou mudam de padrão.

 

Como é o tratamento?

O tratamento da enxaqueca depende da frequência, intensidade e características das crises.

Pode envolver medicamentos para aliviar a dor no momento da crise, remédios preventivos em casos recorrentes e mudanças de hábitos para reduzir gatilhos.

Entre as medidas que podem ajudar durante uma crise estão:

repousar em ambiente escuro e silencioso;

evitar estímulos fortes, como luz, barulho e cheiros;

manter hidratação;

fazer alimentação leve, se houver tolerância;

usar medicamentos apenas conforme orientação profissional.

Quando a enxaqueca é frequente ou limita a rotina, vale procurar um médico para avaliar um plano de tratamento mais adequado.

 

Cefaleia em salvas: dor intensa ao redor de um olho

A cefaleia em salvas é menos comum, mas costuma causar uma dor muito intensa.

Ela recebe esse nome porque aparece em períodos de crise, que podem durar semanas ou meses, seguidos por fases sem dor.

A dor geralmente fica concentrada em um lado da cabeça, principalmente ao redor de um olho. Muitas pessoas descrevem como uma dor profunda, forte e difícil de suportar.

Ela pode vir acompanhada de sintomas no mesmo lado da dor, como:

olho vermelho;

lacrimejamento;

nariz entupido;

coriza;

suor no rosto;

queda da pálpebra;

inquietação durante a crise.

 

Características comuns

A cefaleia em salvas costuma ter algumas características marcantes:

dor muito intensa;

duração de 15 minutos a 3 horas por episódio;

crises que podem acontecer mais de uma vez ao dia;

dor quase sempre de um lado só;

maior frequência em homens, embora também possa afetar mulheres.

Por ser uma dor muito intensa e com características específicas, precisa de avaliação médica.

 

O tratamento pode incluir oxigênio em alta concentração em alguns casos, medicamentos para interromper a crise e opções preventivas indicadas pelo médico.

Álcool e cigarro também podem atuar como desencadeadores em algumas pessoas, especialmente durante os períodos de crise.

 

Dor de cabeça por uso excessivo de remédios

A dor de cabeça por uso excessivo de medicamentos pode acontecer quando remédios usados para aliviar crises passam a ser tomados com frequência elevada.

Em vez de resolver o problema, o uso repetido pode manter a dor em um ciclo quase diário, principalmente em pessoas que já têm enxaqueca ou outro tipo de cefaleia recorrente.

Esse quadro também é conhecido popularmente como "efeito rebote", embora o mecanismo seja mais complexo do que simplesmente "o remédio parar de fazer efeito".

 

Como ela costuma aparecer?

Alguns sinais podem levantar suspeita:

dor de cabeça em muitos dias do mês;

necessidade frequente de tomar analgésicos;

alívio temporário após o remédio, com retorno da dor depois;

sensação de que a dor está ficando cada vez mais constante;

dificuldade de passar o dia sem medicação.

O ponto principal é: quando a pessoa precisa tomar remédio para dor de cabeça com muita frequência, isso não deve ser tratado como algo normal.

 

Como evitar esse ciclo?

A melhor forma de prevenir esse problema é evitar o uso repetido de analgésicos ou medicamentos para enxaqueca sem acompanhamento.

Se a dor aparece vários dias por semana, ou se o remédio se tornou parte da rotina, é importante procurar um médico.

Nesses casos, pode ser necessário investigar o tipo de dor, ajustar o tratamento e, em algumas situações, iniciar uma estratégia preventiva.

 

Quando dor de cabeça pode ser sinal de alerta?

A maioria das dores de cabeça não está ligada a algo grave. Mesmo assim, alguns sinais exigem atenção, principalmente quando a dor foge do padrão habitual.

Procure atendimento médico com urgência se houver:

dor repentina e muito intensa, como um "trovão" na cabeça;

dor acompanhada de febre, rigidez no pescoço ou confusão mental;

perda de visão, visão dupla ou alteração neurológica;

fraqueza em um lado do corpo;

dificuldade para falar;

desmaio;

dor após queda, pancada ou traumatismo na cabeça;

dor que piora progressivamente;

dor que acorda durante a noite;

dor nova e intensa em pessoas que nunca tiveram esse tipo de sintoma.

Também é importante procurar avaliação se a dor de cabeça se tornou frequente, se está atrapalhando atividades diárias ou se mudou de comportamento de forma clara.

 

Hábitos que ajudam a prevenir dores de cabeça

Nem toda dor de cabeça pode ser evitada, mas alguns hábitos ajudam a reduzir a frequência e a intensidade das crises em muitas pessoas.

Entre eles:

manter horários regulares de sono;

beber água ao longo do dia;

evitar longos períodos em jejum;

fazer pausas durante o uso de computador e celular;

cuidar da postura;

reduzir excesso de cafeína e álcool;

praticar atividade física de forma regular, quando possível;

observar possíveis gatilhos;

controlar o estresse com estratégias realistas para a rotina.

Um diário de dor também pode ajudar.

 

Anotar quando a dor aparece, quanto tempo dura, onde dói, o que foi consumido no dia e quais sintomas vieram junto pode facilitar o diagnóstico e orientar melhor o tratamento.

 

O padrão da dor importa

A dor de cabeça pode ser apenas um incômodo passageiro, mas também pode revelar um padrão que merece atenção.

Observar onde dói, como a dor começa, quanto tempo dura, o que piora e quais sintomas acompanham a crise faz diferença.

Conhecer os principais tipos de dor de cabeça ajuda o leitor a entender melhor o próprio corpo, mas não substitui a avaliação profissional.

Se a dor é frequente, intensa, diferente do habitual ou limita atividades simples do dia a dia, procurar um médico é a atitude mais segura.

Em muitos casos, identificar corretamente o tipo de dor de cabeça ajuda tanto no alívio das crises quanto na prevenção de novos episódios.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/tipos-de-dor-de-cabeca-como-identificar-e-quando-procurar-ajuda-medica,4adc7d59abe6ecd73a75dfcddd0f4180ekqynsyr.html?utm_source=clipboard - Por: Enf. Raquel Souza de Faria / SaúdeLAB - Foto: SaúdeLAB

domingo, 24 de maio de 2026

Gripou? Esses chás caseiros podem ajudar a aliviar o mal-estar


Receitas com limão, mel, gengibre e camomila podem ajudar a aliviar sintomas como dor de garganta, nariz entupido e tosse

 

Quando a gripe aparece, muita gente recorre aos famosos chás caseiros para aliviar o desconforto. Embora eles não substituam tratamento médico, algumas combinações naturais podem ajudar a amenizar sintomas como congestão nasal, irritação na garganta e sensação de cansaço.

 

Ingredientes como gengibre, limão, mel e camomila são conhecidos por suas propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e calmantes. Além disso, o líquido quente ajuda na hidratação e traz sensação de conforto durante os dias de mal-estar.

 

Chá de limão com mel ajuda na garganta

O chá de limão com mel é um dos mais populares quando o assunto é gripe e resfriado. A combinação pode ajudar a aliviar a irritação na garganta e melhorar a respiração.

 

Ingredientes

suco de 1/2 limão.

1 colher (chá) de mel.

1 xícara de água.

Como preparar

Ferva a água.

Desligue o fogo e adicione o limão.

Misture o mel.

Espere amornar antes de beber.

 

Camomila pode aliviar irritação e desconforto

Conhecida pelo efeito calmante, a camomila também pode ajudar em sintomas respiratórios leves e no relaxamento do corpo durante a gripe.

 

Ingredientes

1 colher (sopa) de flores de camomila.

1 xícara de água.

Como preparar

Coloque a água para ferver.

Desligue o fogo e adicione a camomila.

Tampe e deixe descansar por cerca de 5 minutos.

Coe antes de consumir.

 

Gengibre é aliado contra congestão

O gengibre é bastante usado em receitas caseiras por conta do potencial anti-inflamatório e da sensação de aquecimento que provoca no organismo.

 

Ingredientes

1 pedaço pequeno de gengibre.

1 xícara de água.

mel a gosto.

 

Como preparar

Ferva a água com o gengibre por alguns minutos.

Desligue o fogo.

Adicione mel, se desejar.

Consuma ainda morno.

 

O chá não substitui acompanhamento médico

Apesar do alívio temporário, os chás não curam a gripe. Em casos de febre persistente, falta de ar, dor intensa ou piora dos sintomas, a recomendação é procurar atendimento médico.

 

Também é importante manter hidratação, alimentação equilibrada e descanso durante o período de recuperação.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/gripou-esses-chas-caseiros-podem-ajudar-a-aliviar-o-mal-estar,4433d81085785fda18c5e731422f69ee67sx03fa.html?utm_source=clipboard - Foto: estar - Shutterstock / Saúde em Dia

sábado, 23 de maio de 2026

8 fatores do dia a dia que podem desencadear crises de asma (e como se proteger)


Crises de asma podem surgir por gatilhos comuns do dia a dia. Veja sinais de atenção e cuidados simples para se proteger melhor.

 

Se você convive com a asma, provavelmente já percebeu que algo aparentemente inofensivo, como um perfume marcante, um ambiente empoeirado ou até uma risada longa, pode se tornar um gatilho para crises respiratórias.

 

A falta de ar, a tosse insistente, o chiado no peito ou a sensação de aperto podem aparecer quando menos se espera, transformando situações simples do cotidiano em verdadeiros desafios.

 

Muita gente associa a asma apenas à genética ou a alergias mais óbvias, como pelos de animais.

 

Mas as crises também podem ser provocadas por fatores comuns do dia a dia: poeira, fumaça, mudança brusca de temperatura, infecções respiratórias, esforço físico, cheiros fortes, refluxo e até emoções intensas.

 

Identificar esses gatilhos é um passo importante para controlar melhor a doença e reduzir o risco de novas crises.

 

Veja 8 fatores comuns que podem desencadear crises de asma e o que fazer para se proteger.

 

1. Poeira doméstica: o esconderijo dos ácaros

Travesseiros, colchões, sofás, tapetes e cortinas podem acumular poeira e ácaros. Para quem tem asma alérgica, essa exposição pode irritar os brônquios e favorecer tosse, chiado no peito e falta de ar.

Como se proteger: lave roupas de cama com frequência, use capas antiácaros quando possível e evite tapetes, cortinas pesadas e objetos que acumulam poeira no quarto. Na limpeza, prefira pano úmido em vez de vassoura seca, para não espalhar partículas pelo ar.

 

2. Mudanças bruscas de temperatura

Sair de um ambiente quente e entrar em um local com ar-condicionado muito frio, ou o contrário, pode incomodar as vias aéreas.

O ar frio e seco tende a deixá-las mais sensíveis, favorecendo tosse, chiado e aperto no peito.

Como se proteger: em dias frios, usar um lenço ou cachecol leve sobre o nariz e a boca pode ajudar a aquecer o ar antes que ele chegue às vias respiratórias. Evite mudanças bruscas de temperatura e, se usar umidificador, mantenha o aparelho limpo e sem excesso de umidade, para não favorecer mofo e ácaros.

 

3. Fumaça: um inimigo nem sempre visível

A fumaça do cigarro é um gatilho conhecido, mas não é a única preocupação. Narguilé, churrasqueiras, lareiras, incensos, velas perfumadas e queimadas também liberam partículas irritantes que podem piorar a asma.

Como se proteger: evite ambientes fechados com fumaça. Em casa, reduza o uso de incensos, velas aromáticas e produtos com cheiro forte. Se houver fumaça no ambiente, procure se afastar e permanecer em locais bem ventilados.

 

4. Infecções respiratórias

Gripe, resfriados, sinusite e COVID-19 podem deixar as vias aéreas mais inflamadas e sensíveis.

Por isso, mesmo um quadro respiratório aparentemente simples pode aumentar o risco de tosse persistente, chiado, falta de ar e crises de asma.

Como se proteger: lave as mãos com frequência, evite contato próximo com pessoas doentes e mantenha a vacinação em dia, incluindo gripe, COVID-19 e, quando indicada pelo médico, a vacina pneumocócica. Se você já tem um plano de ação para asma, siga as orientações durante quadros respiratórios.

 

5. Emoções intensas

Estresse, ansiedade, crise de choro, susto ou até risadas prolongadas podem desencadear sintomas em algumas pessoas.

Isso não significa que a asma seja "emocional", mas que alterações no ritmo da respiração podem favorecer falta de ar ou broncoespasmo em quem é mais sensível.

Como se proteger: técnicas de respiração podem ajudar em momentos de ansiedade ou estresse. Mas, se houver chiado, falta de ar ou tosse persistente, siga o plano orientado pelo médico e use a medicação prescrita quando indicada.

 

6. Exercícios físicos

A atividade física não deve ser vista como inimiga de quem tem asma.

O problema é que, em algumas pessoas, o esforço intenso pode desencadear sintomas, principalmente quando a doença não está bem controlada ou quando o exercício é feito em ambiente frio, seco ou poluído.

Como se proteger: faça aquecimento gradual antes do exercício e respeite os limites do corpo. Em alguns casos, o médico pode orientar o uso de broncodilatador antes da atividade. Se os sintomas aparecem com frequência durante ou após o treino, vale reavaliar o controle da asma.

 

7. Alérgenos e cheiros fortes

Mofo, pólen e pelos de animais podem agir como alérgenos.

Já perfumes, produtos de limpeza com cheiro forte e sprays aerossóis funcionam mais como irritantes das vias aéreas.

Em ambos os casos, podem surgir tosse, chiado, irritação na garganta e falta de ar.

Como se proteger: mantenha a casa arejada, observe sinais de umidade e mofo e prefira produtos de limpeza com pouco ou nenhum perfume. Se notar piora sempre em determinados ambientes, anote os padrões para conversar com o médico.

 

8. Refluxo gastroesofágico

O refluxo gastroesofágico pode piorar sintomas respiratórios em algumas pessoas com asma, especialmente à noite.

Quando o conteúdo ácido do estômago retorna para o esôfago, pode irritar estruturas próximas às vias aéreas e favorecer tosse, pigarro ou desconforto ao deitar.

Como se proteger: evite refeições pesadas antes de dormir e procure não se deitar logo após comer. Reduzir alimentos gordurosos, muito condimentados, café e bebidas alcoólicas pode ajudar quando esses itens pioram o refluxo. Se houver azia frequente, tosse noturna ou piora respiratória ao deitar, procure avaliação médica.

 

Quando procurar ajuda médica?

Procure orientação se as crises de asma estiverem mais frequentes, mais intensas ou se os sintomas não melhorarem com os cuidados habituais.

Também é importante buscar atendimento diante de falta de ar importante, dificuldade para falar, lábios arroxeados, piora rápida dos sintomas ou necessidade frequente de medicação de alívio.

 

A asma é uma condição crônica, mas pode ser controlada.

Entender os próprios gatilhos ajuda a ajustar a rotina, conversar melhor com o médico e reduzir o risco de novas crises. Com acompanhamento adequado, a asma não precisa comandar o dia a dia.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/8-fatores-do-dia-a-dia-que-podem-desencadear-crises-de-asma-e-como-se-proteger,bd80253d760cc4215d46aca3c33fc8fepey2f4a2.html?utm_source=clipboard - Por: Enf. Raquel Souza de Faria / SaúdeLAB - Foto: SaúdeLAB

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Estatinas salvam vidas? Entenda como medicamentos para colesterol ajudam a prevenir infarto e AVC


Entre os medicamentos mais citados nas conversas sobre colesterol estão as estatinas, grupo de remédios que inclui substâncias como atorvastatina e rosuvastatina.

 

Em clínicas e hospitais de todo o país, o tema "colesterol" aparece com frequência nas consultas de rotina. Entre os medicamentos mais citados nessas conversas estão as estatinas, grupo de remédios que inclui substâncias como atorvastatina e rosuvastatina. Afinal, esses fármacos se tornaram parte importante da estratégia da cardiologia moderna para reduzir o colesterol LDL, o colesterol "ruim", e diminuir o risco de infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

 

O interesse por essas medicações aumentou conforme estudos internacionais mostraram que, ao controlar melhor o colesterol, é possível reduzir de forma significativa eventos cardiovasculares graves. Ainda assim, muitos pacientes têm dúvidas sobre como esses remédios funcionam. Ademais, quem realmente precisa usá-los e quais cuidados devem acompanhar o tratamento de longo prazo com estatinas.

 

Como o colesterol alto prejudica o coração e os vasos sanguíneos

O colesterol é uma gordura essencial ao organismo, envolvida na produção de hormônios e na formação das membranas das células. No entanto, o problema começa quando há excesso de colesterol LDL circulando no sangue. Em níveis elevados, essa partícula tende a se acumular na parede interna das artérias, favorecendo a formação das chamadas placas de gordura, processo conhecido como aterosclerose.

 

Essas placas estreitam os vasos, dificultando a passagem do sangue e, com o tempo, podem se romper. Quando isso ocorre, forma-se um coágulo sobre a placa rompida, interrompendo o fluxo sanguíneo. Se o vaso obstruído irriga o coração, o quadro é um infarto; se a artéria acometida fica no cérebro, ocorre um AVC isquêmico. Por essa razão, o controle rigoroso do colesterol LDL é considerado um dos pilares na prevenção de doenças cardiovasculares.

 

Estatinas: o que são e como reduzem o colesterol LDL?

As estatinas são medicamentos que atuam principalmente no fígado, órgão responsável por produzir boa parte do colesterol do corpo. Substâncias como atorvastatina e rosuvastatina inibem uma enzima chave dessa fabricação, levando o fígado a produzir menos colesterol. Com essa redução interna, o órgão passa a retirar mais LDL da corrente sanguínea, por meio de receptores específicos, o que diminui os níveis de colesterol "ruim" nos exames laboratoriais.

 

Além de reduzir o LDL, as estatinas podem aumentar discretamente o HDL, o chamado colesterol "bom", e contribuir para estabilizar placas já existentes nas artérias, deixando-as menos propensas a ruptura. Estudos clínicos realizados ao longo das últimas décadas apontam que o uso regular dessas medicações, em doses adequadas, está associado a menor incidência de infarto, AVC e necessidade de procedimentos como angioplastia e cirurgia de ponte de safena.

 

Quem costuma receber indicação de atorvastatina ou rosuvastatina?

A prescrição de estatinas é feita com base no risco cardiovascular global de cada pessoa, e não apenas em um único valor de colesterol. De maneira geral, esses remédios são indicados com maior frequência para:

 

Pessoas que já tiveram infarto, AVC ou angina;

Pacientes com obstruções significativas em artérias coronárias ou carótidas;

Indivíduos com diabetes tipo 1 ou tipo 2, principalmente acima de 40 anos;

Pessoas com colesterol LDL persistentemente elevado, mesmo após mudanças no estilo de vida;

Pacientes com histórico familiar importante de doença cardíaca precoce.

 

A escolha entre atorvastatina, rosuvastatina ou outras estatinas, assim como a dose, leva em conta fatores como idade, outras doenças associadas, uso de medicamentos concomitantes e metas de redução de LDL definidas pelo profissional de saúde. Em alguns casos, a indicação é de uso contínuo e prolongado, com acompanhamento periódico.

 

Quais efeitos colaterais e cuidados merecem atenção?

Embora sejam amplamente estudadas e utilizadas, as estatinas podem provocar efeitos indesejáveis em parte dos usuários. Entre os mais citados estão dores musculares, sensação de fraqueza e, ocasionalmente, alterações em exames de enzimas do fígado. Em situações mais raras, podem ocorrer quadros musculares mais graves, o que exige suspensão imediata do medicamento e avaliação médica.

 

Por isso, recomenda-se que o tratamento seja acompanhado por consultas regulares e, quando necessário, exames de sangue para monitorar fígado, rim e fração lipídica. Em caso de sintomas como dor muscular intensa, urina escurecida, cansaço fora do habitual ou amarelamento dos olhos, a orientação é buscar atendimento para reavaliar a dose ou considerar outra estratégia terapêutica. A automedicação com estatinas, sem prescrição, é desencorajada, especialmente em pessoas que já usam diversos remédios ao mesmo tempo.

 

 

Qual o papel da alimentação e dos exercícios no controle do colesterol?

Mesmo quando as estatinas são indicadas, a mudança de hábitos segue como parte fundamental do tratamento. Uma alimentação equilibrada, com menor consumo de gorduras saturadas e trans e maior ingestão de frutas, verduras, legumes, grãos integrais e fontes de gordura de melhor perfil, como peixes e azeite de oliva, auxilia na redução do colesterol LDL e contribui para o controle do peso corporal.

 

A prática regular de atividade física também exerce efeito importante sobre o metabolismo das gorduras. Caminhadas, corridas leves, ciclismo e outras modalidades aeróbicas, associadas a exercícios de fortalecimento muscular, tendem a aumentar o HDL e melhorar a circulação sanguínea. Em muitos casos, o conjunto de dieta adequada, movimento diário e abandono do tabagismo permite usar doses menores de estatinas para atingir as metas de colesterol.

 

Manter acompanhamento com profissional de saúde para definição de metas de LDL;

Seguir corretamente o horário e a dose prescrita de estatinas, sem interrupções por conta própria;

Adotar plano alimentar voltado ao controle do colesterol;

Incluir exercícios físicos regulares, respeitando limites individuais;

Relatar efeitos adversos e esclarecer dúvidas durante as consultas.

Dessa forma, o uso responsável de estatinas, aliado a um estilo de vida saudável e ao monitoramento médico periódico, compõe uma das principais estratégias disponíveis atualmente para reduzir o impacto das doenças cardiovasculares, ainda entre as maiores causas de morte no Brasil e no mundo em 2026.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/estatinas-salvam-vidas-entenda-como-medicamentos-para-colesterol-ajudam-a-prevenir-infarto-e-avc,bff6910288c092c7c86f0bfe361dd41dkdpv3j24.html?utm_source=clipboard - Por: Valdomiro Neto* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / Irrmago

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Saúde da mulher em foco: os exames indispensáveis para prevenir doenças e garantir qualidade de vida


Em diferentes fases da vida, o corpo feminino passa por ciclos hormonais e biológicos que modificam riscos e necessidades de saúde.

 

Em diferentes fases da vida, o corpo feminino passa por ciclos hormonais e biológicos que modificam riscos e necessidades de saúde. Por isso, o check-up integral da mulher precisa ir muito além do famoso Papanicolau. As mulheres devem incorporar exames laboratoriais, de imagem e rastreios clínicos específicos em cada etapa. Esse cuidado começa na juventude e segue até a pós-menopausa. Estudos recentes e diretrizes de sociedades médicas brasileiras e internacionais reforçam essa importância. Elas mostram que identificar alterações de forma precoce impacta diretamente a longevidade e a qualidade de vida.

 

Ao longo das décadas, mudanças no padrão reprodutivo, no estilo de vida e na expectativa de vida alteraram o perfil das doenças que mais afetam as mulheres. Hoje, condições como doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, cânceres ginecológicos, osteoporose e transtornos da tireoide dividem espaço com as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e questões de saúde mental. Diante desse cenário, a avaliação periódica ganha relevância e se torna uma ferramenta estratégica de prevenção. Além disso, esse acompanhamento contínuo permite ajustes rápidos nas condutas de tratamento e nos hábitos de vida.

 

Saúde da mulher em foco: os exames indispensáveis para prevenir doenças e garantir qualidade de vida

O chamado check-up feminino não representa um pacote fixo e igual para todas. Em vez disso, profissionais de saúde montam um conjunto de avaliações personalizadas conforme idade, histórico familiar, uso de medicamentos, hábitos e presença de sintomas. Diretrizes de entidades como a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e Organização Mundial da Saúde orientam essa personalização. Elas indicam que a prevenção deve combinar rastreios ginecológicos, exames cardiometabólicos, avaliação óssea e exames de imagem. Além disso, os médicos ajustam a frequência desses exames ao perfil de risco de cada mulher.

 

Nesse contexto, o Papanicolau segue como exame essencial para rastrear lesões precursoras de câncer do colo do útero. No entanto, as mulheres não devem entendê‑lo como sinônimo de check-up. A investigação de pressão arterial, colesterol, glicemia, hormônios e densidade óssea, entre outros, determina grande parte da prevenção. Esses exames reduzem o impacto de doenças crônicas que se manifestam de forma silenciosa, principalmente a partir dos 40 anos. Assim, o check-up integral fortalece a prevenção e melhora a detecção precoce.

 

 

Quais exames são prioritários na juventude e na fase reprodutiva?

Na adolescência e nos primeiros anos da fase adulta, o foco do check-up integral da mulher consiste em estabelecer um "marco zero" de saúde. Além disso, os profissionais orientam a prevenção de ISTs, gravidez não planejada e alterações metabólicas. A partir do início da vida sexual, diretrizes recomendam consulta ginecológica anual. Nessa consulta, o médico realiza avaliação clínica, oferece orientação contraceptiva e indica rastreios específicos. Esses rastreios consideram o comportamento sexual e a presença de fatores de risco.

 

Entre os principais exames indicados para mulheres jovens e na fase reprodutiva, destacam-se:

 

Papanicolau (citologia oncótica cervical): diretrizes geralmente recomendam o exame entre 25 e 64 anos. O intervalo depende do resultado anterior e das normas nacionais vigentes.

Pesquisa de ISTs (HIV, sífilis, hepatites virais e, quando indicado, clamídia e gonorreia), sobretudo em caso de múltiplos parceiros ou ausência de preservativo. Além disso, o médico pode orientar testes rápidos em serviços públicos.

Exames laboratoriais básicos: hemograma, glicemia de jejum, perfil lipídico (colesterol total e frações, triglicerídeos) e função tireoidiana. O profissional solicita a avaliação da tireoide conforme os sintomas ou o histórico familiar.

Exames de imagem ginecológicos: ultrassonografia pélvica ou transvaginal ajuda a investigar cólicas intensas e irregularidades menstruais. O médico também utiliza esses exames diante de suspeita de miomas, cistos ovarianos ou para acompanhar métodos contraceptivos específicos.

Avaliação vacinal, incluindo vacinação contra HPV, hepatite B e outras doenças imunopreveníveis previstas no calendário nacional. Em muitos casos, o profissional atualiza esquemas atrasados.

 

Nessa fase, os médicos costumam investigar anemia, síndrome dos ovários policísticos, distúrbios menstruais e alterações de peso. Sociedades médicas também alertam para a importância do rastreio de sinais precoces de transtornos de ansiedade, depressão e distúrbios alimentares. Dessa forma, o cuidado ginecológico se integra à saúde mental e fortalece o suporte global à jovem.

 

Check-up feminino após os 40: como proteger o coração, o metabolismo e as mamas?

A partir dos 40 anos, o check-up da saúde da mulher ganha novos componentes, especialmente na área cardiovascular e oncológica. Dados da SBC mostram que doenças do coração e dos vasos sanguíneos representam uma das principais causas de morte entre mulheres. Muitas vezes, esses problemas surgem com sintomas atípicos. Por isso, além de aferir pressão arterial em todas as consultas, os médicos costumam incluir exames periódicos como:

 

Perfil lipídico completo e glicemia de jejum, com frequência ajustada ao risco de diabetes e dislipidemia. Assim, o profissional consegue intervir antes do surgimento de complicações.

Hemoglobina glicada, quando existe suspeita ou diagnóstico de diabetes. Esse exame avalia o controle glicêmico nos últimos meses.

Função renal e hepática, sobretudo em mulheres que utilizam medicamentos contínuos ou apresentam hipertensão e diabetes. Esses exames ajudam a monitorar possíveis efeitos colaterais.

ECG (eletrocardiograma) e, em determinados casos, teste ergométrico ou outros exames de imagem cardíaca, conforme orientação cardiológica. Em mulheres com sintomas ou alto risco, o médico amplia essa investigação.

 

Entre os 40 e o início do climatério, os profissionais também intensificam a vigilância sobre:

 

Pressão arterial - o médico mede em todas as consultas e observa tendências de aumento.

Peso, circunferência abdominal e índice de massa corporal - esses parâmetros ajudam a monitorar obesidade e risco metabólico. Além disso, orientam mudanças de estilo de vida.

Função tireoidiana - alterações da tireoide ocorrem com maior frequência no sexo feminino, sobretudo após os 35-40 anos. A detecção precoce reduz impactos no metabolismo e no humor.

Rastreamento de câncer colorretal, geralmente a partir dos 45-50 anos, por colonoscopia ou exames alternativos, seguindo orientações atualizadas. Em famílias com histórico da doença, o início do rastreio costuma ocorrer mais cedo.

Climatério e pós-menopausa: quais exames não podem faltar para preservar a longevidade?

Com a chegada do climatério e da pós-menopausa, o corpo feminino passa por queda acentuada de estrogênio. Essa mudança influencia de forma direta a saúde óssea, cardiovascular, urogenital e metabólica. Nessa fase, o check-up integral da mulher tende a se tornar ainda mais abrangente. Os profissionais avaliam com atenção os efeitos do envelhecimento e das mudanças hormonais sobre o organismo.

 

Entre os exames amplamente recomendados por diretrizes atualizadas estão:

 

Densitometria óssea: esse exame rastreia osteopenia e osteoporose. Diretrizes geralmente indicam o início a partir dos 65 anos. Contudo, mulheres com fatores de risco, como baixa massa corporal, fraturas prévias, uso prolongado de corticoides ou história familiar, podem realizar antes.

Reavaliação cardiometabólica completa: colesterol, triglicerídeos, glicemia, hemoglobina glicada e, quando necessário, exames de imagem cardíaca. Assim, o médico ajusta tratamentos e reduz o risco de eventos cardiovasculares.

Estudo da função renal e pesquisa de microalbuminúria em diabéticas ou hipertensas, para detecção precoce de nefropatia. Esse cuidado protege a função dos rins e orienta a escolha de medicamentos.

Exames ginecológicos contínuos, incluindo Papanicolau dentro da faixa etária e de acordo com a periodicidade recomendada. Além disso, o médico investiga sangramentos irregulares, corrimentos e sintomas de atrofia vaginal, que se tornam mais frequentes.

Rastreamento de câncer colorretal, mantido com a periodicidade indicada após o primeiro exame. Essa continuidade garante proteção ao longo do envelhecimento.

Nesse período, também se torna frequente a discussão sobre reposição hormonal. Esse tema exige avaliação detalhada de riscos cardiovasculares, histórico de câncer de mama, trombose e outras condições. A decisão costuma se basear em diretrizes científicas e no balanço entre riscos e benefícios. Além disso, o acompanhamento regular inclui exames laboratoriais e de imagem específicos quando necessário. Dessa forma, o tratamento se mantém seguro e individualizado.

 

Como organizar o check-up integral da mulher em cada fase da vida?

Para que o check-up feminino cumpra o papel de prevenção, especialistas destacam alguns pontos práticos. O acompanhamento com ginecologista, clínico geral ou médico de família permite planejar quais exames cada mulher deve fazer a cada ano. Esse planejamento considera não apenas a idade, mas todo o contexto de saúde individual. Além disso, o profissional avalia fatores sociais, rotina de trabalho e possibilidades de adesão.

 

Na juventude e fase reprodutiva: o foco recai sobre saúde sexual e reprodutiva, Papanicolau na faixa recomendada e rastreio de ISTs. Nesse período, o médico inclui exames de sangue básicos e reforça a orientação vacinal.

Após os 40 anos: ocorre ampliação da avaliação cardiometabólica. Nessa fase, as mulheres iniciam ou intensificam o rastreio de câncer de mama e colorretal. Além disso, elas recebem monitorização mais frequente da tireoide, do peso e da pressão arterial.

No climatério e pós-menopausa: o médico inclui densitometria óssea e reforça a vigilância cardiovascular e metabólica. As mulheres mantêm o rastreio oncológico adequado e recebem manejo dos sintomas relacionados à queda hormonal.

Em todas as etapas, o registro organizado de resultados facilita o acompanhamento periódico. O diálogo transparente com profissionais de saúde transforma dados de exames em ações concretas de cuidado. Dessa forma, a saúde da mulher em foco deixa de representar apenas um slogan e se torna uma prática contínua. Essa prática combina prevenção, detecção precoce e tratamento adequado, o que contribui para uma vida mais longa e com melhor qualidade.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/saude-da-mulher-em-foco-os-exames-indispensaveis-para-prevenir-doencas-e-garantir-qualidade-de-vida,2131546c7dbc8d56e7d3296741a5d8a12ur0o6x9.html?utm_source=clipboard - Por: Jonasmoura* *com uso de inteligência artificial / Giro 10 - depositphotos.com / Shidlovski