sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

4 truques para evitar o envelhecimento rápido da sua pele


A pele não vai se manter para sempre jovem, mas é possível retardar a chegada das rugas e da flacidez. Saiba como

 

O envelhecimento da pele é um processo natural e inevitável. No entanto, é possível evitar que ele chegue do esperado. Antes de tudo, é importante saber que cada região da pele passa por um estágio de envelhecimento e, por isso, os especialistas defendem que cada uma delas precisa de cuidados distintos para prevenir os danos comuns do passar da idade. 

 

Muitos fatores podem acelerar esse envelhecimento, como tomar sol sem protetor solar, estresse e características do estilo de vida. Da mesma forma, outros fatores podem retardar esse processo e torná-lo mais saudável, como uma rotina de skincare e de cuidados com o corpo.

 

Pensando nisso, Renata Taylor, fisioterapeuta e consultora comercial da HTM Eletrônica, indústria referência no desenvolvimento e fabricação de equipamentos eletromédicos e estéticos, indica alguns cuidados para prevenir o envelhecimento prematuro da pele:

 

1 - Use protetor solar todos os dias

Independentemente da época do ano, é fundamental usar protetor solar. "A radiação ultravioleta age em todas as estações e provoca danos que comprometem a estrutura de sustentação da pele, causando o aparecimento precoce de rugas e flacidez, além de manchas", explica Renata. 

A orientação é reaplicar o protetor de quatro em quatro horas em ambientes fechados e de duas em duas horas quando estamos em exposição direta ao sol, exceto nos momentos de sintetizar vitamina D, nutriente essencial para a saúde e beleza.

 

2 - Hidrate sempre a pele do colo e pescoço

As características do pescoço e do colo são diferentes das demais áreas do corpo. A pele nessa região é mais fina, tem poucas glândulas sebáceas e sofre mais com o ressecamento, aponta a profissional. 

Além disso, a flacidez também é maior, pois a quantidade de fibras de colágeno é baixa nessas áreas. Por isso, hidrate sempre essa região, para minimizar os efeitos visíveis do envelhecimento.

 

3 - Conheça o seu tipo de pele

Não dá para investir nos produtos de skincare certos sem antes saber qual o seu tipo de pele. Só assim é possível identificar qual o cosmético ideal para o seu tipo de pele. Com o tratamento certo, é possível potencializar resultados. "Quando a escolha do produto é errada, os ativos trabalharão de forma contrária ao que a pele necessita, promovendo respostas também inadequadas", adverte a especialista.

 

4 - Aposte em tratamentos estéticos

Renata aponta que tratamentos estéticos somados aos cuidados diários em casa potencializam o rejuvenescimento da pele de forma eficaz e segura. Equipamentos de luz intensa pulsada, por exemplo, oferecem tratamento específico para o rejuvenescimento. 

 

"Essa tecnologia favorece a síntese de colágeno e atua na despigmentação das manchas, em especial as manchas da idade. Além disso, trata aqueles vasinhos que costumam aparecer próximo do nariz e na bochecha", destaca a fisioterapeuta.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/4-truques-para-evitar-o-envelhecimento-rapido-da-sua-pele,5b3c93c87c920f7ae3b2a39ef9f59e1306ba4nnd.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

4 cuidados com a saúde íntima feminina durante o verão


Confira orientações de ginecologista para prevenir infecções durante dias quentes

 

O verão brasileiro traz consigo dias de praia, piscina e roupas leves, mas também aumenta os riscos de infecções vaginais. O calor intenso e a umidade característica da estação criam condições ideais para o desenvolvimento de candidíase, vaginose bacteriana e infecções urinárias. Esses problemas, embora tratáveis, podem causar grande desconforto e comprometer o bem-estar durante os meses mais quentes do ano.

 

Segundo a professora de Ginecologia da Afya Brasília, Tatiana Chaves, esse é o momento ideal para redobrar a atenção com a saúde íntima, principalmente porque muitos fatores comuns no verão criam um ambiente favorável para proliferação de fungos e bactérias. "A combinação de calor, umidade e permanência prolongada com roupas molhadas favorece alterações na microbiota vaginal. São situações típicas do verão que podem ser facilmente prevenidas com alguns cuidados simples", explica.

 

A ginecologista reforça que hábitos cotidianos fazem toda a diferença. "Pequenas mudanças na rotina, como garantir uma boa hidratação, escolher roupas adequadas e manter uma higiene íntima equilibrada, ajudam a proteger a região genital e evitar infecções que, embora comuns, causam bastante desconforto." Veja as principais orientações para aproveitar a estação com mais segurança e tranquilidade.

 

Para curtir o período com tranquilidade, saúde e conforto, a profissional lista 4 orientações fundamentais. Confira abaixo!

 

1. Evite ficar muito tempo com roupas úmidas

Depois de entrar na piscina ou no mar, troque o biquíni molhado assim que possível. A umidade prolongada aumenta a chance de infecções como candidíase. A mesma dica vale para peças de roupas íntimas do dia a dia e absorventes diários. A troca frequente durante o dia é mais do que necessária.

 

2. Prefira roupas leves e que permitam ventilação

O calor excessivo e tecidos sintéticos dificultam a transpiração, favorecendo irritações e mau odor. Dê preferência a peças de algodão.

 

3. Mantenha a higiene íntima de forma equilibrada

Lavar apenas a parte externa, com água e sabonete neutro, à base de glicerina ou até mesmo somente água sem sabão já é o suficiente. Evite duchas internas, que alteram a flora natural e aumentam o risco de infecções.

 

4. Redobre a atenção após usar piscina ou praia

A água de piscinas, por conter produtos químicos, e a permanência prolongada na areia podem causar irritações. Enxágue o corpo ao sair da água e mantenha a região sempre seca.

 

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/4-cuidados-com-a-saude-intima-feminina-durante-o-verao,0547b4e0c7ff663416c27570336a151e44rli6pg.html?utm_source=clipboard - Por Beatriz Felicio - Foto: ShotPrime Studio | Shutterstock / Portal EdiCase

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

O que você come pode causar pesadelos


Estudo realizado na Universidade de Montreal, no Canadá, sugere que pessoas com sintomas mais graves de intolerância à lactose tendem a relatar pesadelos mais frequentes. No estudo, os pesquisadores analisaram os hábitos alimentares e de sono de mais de 1.000 pessoas.

 

Os participantes responderam a um questionário detalhado como parte de uma aula de psicologia na faculdade. Aqueles que relataram ter sintomas digestivos graves devido ao consumo de laticínios também relataram mais pesadelos. Isso incluía pesadelos mais frequentes, maior sofrimento emocional causado pelos sonhos e efeitos mais duradouros que, às vezes, interferiam na vida diária.

 

Os alimentos mais frequentemente apontados como causadores dos pesadelos foram laticínios e doces. Especialistas afirmam que problemas estomacais podem perturbar o sono de maneiras que afetam os sonhos. Segundo eles, se alguém ingere um alimento que desencadeia sua intolerância à lactose, isso pode causar distúrbios do sono conhecidos como "microdespertares", e essas interrupções podem intensificar os pesadelos.

 

Ainda assim, especialistas alertam que o estudo não prova que laticínios causem pesadelos diretamente, e que outros fatores desconhecidos também podem estar envolvidos. Os pesquisadores também esperam testar outros grupos para obter ainda mais informações. Entretanto, quem suspeita que laticínios estejam afetando seu sono pode tentar reduzir o consumo.

 

Frontiers in Psychology. DOI: 10.3389/fpsyg.2025.1544475.

 

Fonte: https://www.boasaude.com.br/noticias/21866/o-que-voce-come-pode-causar-pesadelos.html?utm_source=terra_capa_vida-e-estilo&utm_medium=referral#google_vignette  

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Pilates no dia a dia: 4 exercícios fáceis para fortalecer o corpo


Veja como a prática pode ajudar a reduzir o estresse e melhorar a coluna

 

O pilates é uma prática que integra mente e corpo, melhorando a capacidade física e a concentração. Além disso, seus movimentos respiratórios ajudam a reduzir o estresse e a ansiedade, especialmente em rotinas agitadas. Para quem passa muito tempo sentado, a prática pode trazer ainda mais benefícios. De acordo com a professora Josi Araújo, da Pure Pilates, "o corpo precisa equilibrar as funções musculares para se manter ativo e alinhado, prevenindo possíveis dores e lesões por esforço repetitivo".

 

Mas como conciliar a prática de pilates com uma rotina agitada e pouco tempo livre? Josi Araújo ressalta que é importante cuidar da saúde em qualquer momento do dia, seja no caminho para casa, no horário do almoço ou antes de ir trabalhar.

 

"Como muitas profissões exigem que se trabalhe sentado, o corpo não recebe estímulos metabólicos, e logo o sedentarismo torna-se realidade", diz a professora. Para que se tenha bons resultados, a recomendação é que o pilates seja praticado de 2 a 3 vezes na semana.

 

A seguir, a professora ensina alguns exercícios simples para inserir na rotina que incluem a respiração diafragmática, o alongamento dos isquiotibiais, o exercício de gato e o rolamento da coluna na parede. Confira!

 

1. Respiração diafragmática


A respiração diafragmática é uma técnica profunda que ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade. É necessário que demos uma pausa para ter um momento para relaxar. Esse intervalo é comprovado cientificamente e torna-se eficiente para preservar, promover e restabelecer a saúde. Tudo começa pela respiração. É por meio dela que conectamos o corpo e a mente, por isso este exercício é extremamente necessário para dar seguimento aos demais.

Posição inicial: sentado com as costas retas e as mãos apoiadas na parte inferior das costelas.

Execução: inspire profundamente pelo nariz, enchendo o abdômen e expandindo as costelas. Depois, expire lentamente pela boca, contraindo suavemente o abdômen e as costelas, concentrando-se na respiração lenta e profunda.

Repetições: 8 a 10 vezes.

 

2. Alongamento dos isquiotibiais


Posição inicial: em decúbito dorsal, com uma perna estendida e a outra flexionada para manter a lombar apoiada no solo e de forma confortável.

Execução: coloque uma faixa elástica ou uma toalha laçando o pé, puxando na direção do seu rosto, respire profundamente e, ao expirar, estenda lentamente o joelho elevado em direção ao teto.

Repetições: 8 a 10 vezes, lembrando de respeitar sempre o limite do seu corpo.

 

3. Exercício do gato


Posição inicial: quatro apoios ou gato.

Execução: na posição correta, inspire. Na expiração, traga sua coluna em direção ao teto, fazendo um arco como um gato arrepiado. Nesse momento a cabeça precisa acompanhar o movimento e o seu olhar deve ser direcionado para o meio das pernas. Ao retornar, imagine levando os ísquios para longe (como se fosse empinar o bumbum) e leve o olhar para frente. Expire e retome o movimento.

Repetições: 8 a 10 vezes.

 

4. Rolamento da coluna na parede


O rolamento da coluna na parede melhora a flexibilidade e favorece o alinhamento da coluna vertebral

Posição inicial: de pé.

Execução: encoste sua cabeça e coluna na parede, perceba quais pontos estão apoiados e quais pontos da coluna estão sem apoio. Deixe os braços ao longo do corpo. Inspire. Na expiração, role sua cabeça e coluna em direção ao chão. Deixe os braços pesarem como pêndulos para baixo. Na próxima expiração procure ativar o abdômen e subir a coluna rolando vértebra por vértebra na parede, atente para a cabeça subir por último.

Repetições: 8 a 10 vezes.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/pilates-no-dia-a-dia-4-exercicios-faceis-para-fortalecer-o-corpo,88c918876758def186ba1aeafca2d52b525wodzs.html?utm_source=clipboard - Por Lais Fiocchi - Foto: Luis Molinero | Shutterstock / Portal EdiCase

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Entrar na água após comer faz mal? Médica conta mitos e verdades


Ideia popular atravessa gerações, mas especialistas explicam quando o risco existe e em quais situações o cuidado é realmente necessário

 

Com a chegada do verão, praias, piscinas e cachoeiras ficam lotadas, e uma dúvida antiga volta à tona: é perigoso entrar na água logo após uma refeição ou isso é apenas um mito popular? A resposta não é tão simples quanto parece.

 

Segundo a clínica geral Dra. Maria Concetta Riso, da Clínica Primacordis, disse ao Portal iG o risco existe, sim, mas depende de vários fatores, como o tipo de refeição, a temperatura da água e a intensidade do esforço físico feito após comer.

 

“Podemos dizer que existe um risco médico em entrar na água logo após uma refeição, mas isso depende do tipo de alimento ingerido, da temperatura da água e do tipo de esforço que a pessoa pretende fazer” , explica a médica.

 

O que pode acontecer ao nadar depois de comer?

Durante a digestão, o organismo direciona uma maior quantidade de sangue para o aparelho gastrointestinal. O problema ocorre quando, logo após comer, a pessoa entra na água e realiza esforço físico intenso, como nadar vigorosamente ou brincar de forma agitada.

 

“Nadar intensamente, fazer atividades físicas vigorosas ou entrar em águas muito frias após uma refeição faz com que o sangue seja redirecionado para os músculos, prejudicando a digestão” , afirma a Dra. Maria.

 

Esse redirecionamento pode provocar mal-estar, congestão intestinal, náuseas, vômitos e tontura. Em ambientes aquáticos, esses sintomas aumentam um risco importante: o afogamento.

 

“O maior perigo não é a digestão em si, mas o mal-estar súbito dentro da água, que pode levar à perda de força ou consciência”, alerta.

 

Entrar na água sem esforço é perigoso?

Aqui está um dos principais mitos. Ficar parado na água, caminhar levemente ou molhar os pés após comer não costuma representar risco, especialmente se a refeição foi leve e a água não estiver muito fria.

 

O problema surge quando há combinação de refeição pesada + esforço físico intenso + água fria.

 

Quanto tempo esperar após comer?

Não existe um tempo único válido para todas as situações. De acordo com a médica, o ideal é considerar o tipo de refeição:

 

Refeições leves (frutas, lanches simples):

Cerca de 30 minutos

 

Refeições completas ou volumosas:

Entre 1h30 e 2 horas

 

Atividades físicas muito intensas, como treinos ou natação vigorosa após refeições fartas:

Pode ser necessário esperar até 3 horas

 

"Quanto maior a refeição e mais intenso o esforço físico, maior deve ser o intervalo antes de entrar na água”, orienta a especialista.

 

Mito ou verdade?

Entrar na água após comer pode ser perigoso?

Verdade, em situações específicas, especialmente com esforço intenso.

 

Molhar os pés ou ficar parado na água causa ‘congestão’?

Mito, na maioria dos casos.

 

Refeições pesadas exigem mais tempo de espera?

Verdade.

 

O principal cuidado

A recomendação médica é simples: escutar o próprio corpo. Se houver sensação de estufamento, sonolência ou desconforto, o ideal é aguardar mais tempo antes de nadar ou praticar atividades físicas.

 

“Respeitar o intervalo adequado após as refeições é uma medida simples que pode evitar mal-estar e acidentes”, conclui a Dra. Maria Concetta Riso.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/2025-12-30/entrar-na-agua-apos-comer-faz-mal--medica-explica-mitos-e-verdades.html - Por Arthur Felipe Farias - FreePik