quarta-feira, 24 de junho de 2026

A dor de cabeça virou rotina? Veja o que pode estar por trás do problema


Dor de cabeça constante pode ter causas que passam despercebidas no dia a dia. Veja quando o sintoma merece mais atenção.

 

Você acorda com dor de cabeça, trabalha com dor de cabeça e vai dormir com a sensação de que ela nunca desaparece completamente?

 

Quando a dor de cabeça constante passa a fazer parte da rotina, é natural surgir a preocupação. Afinal, o que está causando esse sintoma?

 

Muitas vezes, a explicação está em situações que passam despercebidas no dia a dia. Noites mal dormidas, excesso de estresse, longos períodos sem se alimentar ou até o uso frequente de medicamentos podem contribuir para o problema.

 

Mas nem sempre é tão simples. Em alguns casos, a dor persistente pode indicar a necessidade de uma avaliação médica.

 

Entender os possíveis gatilhos é o primeiro passo para encontrar alívio e saber quando procurar ajuda.

 

Estresse e ansiedade estão entre as causas mais comuns

O estresse e a ansiedade figuram entre os fatores mais frequentemente associados às dores de cabeça recorrentes.

Quando estamos sob pressão, é comum ocorrer aumento da tensão muscular, especialmente na região do pescoço, ombros e couro cabeludo.

Esse quadro pode favorecer a chamada cefaleia tensional, caracterizada por uma sensação de aperto ou pressão ao redor da cabeça.

Além disso, a ansiedade pode prejudicar a qualidade do sono, aumentar o estado de alerta do organismo e influenciar a forma como o cérebro processa a dor.

 

O uso frequente de analgésicos pode piorar o problema

Pode parecer contraditório, mas remédios usados para aliviar a dor também podem contribuir para sua manutenção quando consumidos com muita frequência.

Esse quadro é conhecido como cefaleia por uso excessivo de medicação. Nesses casos, a pessoa passa a ter dores recorrentes e sente necessidade crescente de utilizar analgésicos para obter alívio.

Segundo diretrizes internacionais, o risco aumenta quando determinados medicamentos são utilizados repetidamente por vários meses.

Dependendo do remédio, o alerta pode ocorrer quando o uso acontece em 10 a 15 dias ou mais por mês.

Se você precisa tomar medicamentos para dor de cabeça com frequência, vale a pena conversar com um médico para investigar a causa do problema.

 

Outros hábitos e fatores que podem favorecer a dor de cabeça

Nem sempre a origem do desconforto está em uma doença. Muitas vezes, hábitos aparentemente simples ajudam a explicar por que a dor se torna frequente.

Ficar muitas horas sem comer, dormir mal, consumir álcool em excesso, exagerar na cafeína ou não beber água suficiente são fatores frequentemente associados ao surgimento de dores de cabeça.

 

A má postura também merece atenção.

Passar horas em frente ao computador ou olhando para o celular pode sobrecarregar a musculatura do pescoço e dos ombros, favorecendo dores tensionais.

Além disso, algumas pessoas são mais sensíveis a fatores ambientais, como cheiros fortes, mudanças bruscas de temperatura, ambientes muito iluminados ou longos períodos diante de telas.

Observar quando a dor aparece e o que aconteceu nas horas anteriores pode ajudar a identificar possíveis gatilhos.

 

Dor de cabeça constante pode ser enxaqueca?

Nem toda dor de cabeça frequente é enxaqueca.

A diferença é importante porque o tratamento costuma ser diferente.

Enquanto algumas cefaleias provocam apenas uma sensação de pressão ou aperto, a enxaqueca geralmente vem acompanhada de sintomas que interferem significativamente na rotina.

 

Os sinais mais comuns incluem:

 

sensação de latejamento ou batidas dentro da cabeça;

dor que costuma atingir mais um lado da cabeça do que o outro;

intensidade moderada a forte;

piora durante atividades físicas simples, como caminhar rapidamente ou subir escadas;

náuseas ou vômitos;

incômodo maior com luzes, sons e cheiros;

episódios que podem durar horas ou até alguns dias.

Algumas pessoas também apresentam alterações visuais temporárias, conhecidas como aura.

 

Se você suspeita de enxaqueca, manter um diário das crises pode ajudar a identificar padrões e facilitar a avaliação médica.

 

Quando a dor de cabeça pode ser sinal de alerta?

Na maioria dos casos, a dor de cabeça frequente está relacionada a condições benignas. Ainda assim, alguns sinais exigem avaliação médica imediata.

 

Procure atendimento médico o quanto antes se a dor:

 

surgir de forma repentina e muito intensa;

for muito diferente das dores de cabeça que você costuma ter;

estiver ficando mais frequente ou mais forte com o passar do tempo;

vier acompanhada de febre e rigidez no pescoço;

causar confusão mental;

provocar dificuldade para falar ou enxergar;

vier acompanhada de fraqueza, formigamento ou perda de sensibilidade em alguma parte do corpo;

aparecer após uma pancada na cabeça;

começar do nada depois dos 50 anos, especialmente em quem nunca teve histórico de dores de cabeça frequentes.

Embora essas situações sejam menos comuns, elas podem indicar problemas que exigem investigação urgente.

 

O que pode ajudar a aliviar a dor de cabeça?

Quando não há uma condição grave associada, algumas medidas podem ajudar a reduzir a frequência e a intensidade das crises:

 

manter horários regulares para dormir e acordar;

evitar longos períodos em jejum;

beber água ao longo do dia;

praticar atividades físicas regularmente;

realizar alongamentos para pescoço e ombros;

reduzir o excesso de cafeína e álcool;

utilizar técnicas de relaxamento, como meditação e exercícios respiratórios;

observar e evitar gatilhos individuais quando identificados.

Compressas frias ou mornas também podem proporcionar alívio em algumas pessoas, embora os resultados variem conforme o tipo de cefaleia.

 

Fontes consultadas: Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBCe) | Academia Brasileira de Neurologia (ABN) | International Headache Society (IHS) | NICE Guideline - Headaches in over 12s | American Migraine Foundation

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/a-dor-de-cabeca-virou-rotina-veja-o-que-pode-estar-por-tras-do-problema,855def7098f5049710296ea71b46506dh7buqn91.html?utm_source=clipboard - Por: Enf. Raquel Souza de Faria / SaúdeLAB - Foto: SaúdeLab / SaúdeLAB

terça-feira, 23 de junho de 2026

Como reduzir gordura visceral e cuidar da saúde, segundo especialista


Acúmulo de gordura na região abdominal vai além da estética e pode aumentar o risco de diversas doenças

 

Resumo

A gordura visceral, que se acumula entre órgãos abdominais, está ligada a sérios riscos à saúde, como diabetes e problemas cardíacos. Para reduzi-la, especialistas recomendam hábitos saudáveis, como consumir mais frutas e vegetais, praticar exercícios aeróbicos e musculação regularmente, e optar por carboidratos de qualidade.

Quando o assunto é gordura abdominal, nem toda ela é igual. Enquanto parte da gordura fica localizada logo abaixo da pele, existe outro tipo que merece ainda mais atenção: a gordura visceral.

Ela se acumula entre os órgãos da região abdominal e está associada a um maior risco de problemas como diabetes tipo 2, hipertensão, doenças cardiovasculares e alterações metabólicas. Por isso, reduzir esse tipo de gordura não é apenas uma questão estética, mas também de saúde.

Segundo o químico, educador físico e atleta IFBB Pro Renato Cariani, alguns hábitos podem ajudar a combater o acúmulo de gordura visceral e melhorar a composição corporal. Confira.

 

O que é gordura visceral?

A gordura visceral é aquela armazenada profundamente na cavidade abdominal, envolvendo órgãos como fígado, pâncreas e intestino.

 

Diferentemente da gordura subcutânea, que fica logo abaixo da pele, ela está mais relacionada ao desenvolvimento de doenças metabólicas e cardiovasculares.

 

Entre os fatores que favorecem seu acúmulo estão o sedentarismo, a alimentação inadequada, o excesso de calorias, o estresse e a falta de sono.

 

1. Aumente o consumo de frutas

As frutas costumam ser ricas em fibras, vitaminas e compostos antioxidantes que ajudam no funcionamento do organismo.

Segundo Cariani, algumas opções podem ser especialmente interessantes para quem busca reduzir a gordura visceral, como maçã, abacaxi e frutas vermelhas.

Além de contribuírem para a saciedade, elas ajudam no controle da glicemia e da qualidade da alimentação.

 

2. Inclua mais legumes e vegetais

Os vegetais são importantes fontes de fibras, que auxiliam o sistema digestivo e ajudam no controle do apetite.

Uma alimentação rica em legumes, verduras e hortaliças também favorece o déficit calórico necessário para a redução da gordura corporal.

Por isso, vale a pena garantir esses alimentos em diferentes refeições ao longo do dia.

 

3. Não elimine os carboidratos

Muitas pessoas acreditam que cortar completamente os carboidratos é o caminho mais rápido para perder barriga. No entanto, essa estratégia nem sempre é a mais adequada.

Segundo o especialista, o ideal é reduzir o consumo de açúcares e alimentos ultraprocessados, mas manter fontes de carboidratos de qualidade, como arroz, aveia e batata.

Esses alimentos fornecem energia para os treinos e ajudam a preservar a massa muscular.

 

4. Aposte nos exercícios aeróbicos

Atividades como caminhada, corrida, ciclismo e natação aumentam o gasto calórico e ajudam na utilização da gordura como fonte de energia.

Os exercícios aeróbicos são importantes aliados no processo de emagrecimento e na redução da gordura visceral.

A recomendação é encontrar uma modalidade que seja prazerosa e possa ser praticada regularmente.

 

5. Faça musculação regularmente

A musculação desempenha um papel importante no combate à gordura visceral porque ajuda a aumentar e preservar a massa muscular.

Quanto maior a quantidade de músculos, maior tende a ser o gasto energético do organismo ao longo do dia.

Por isso, combinar treinos de força com atividades aeróbicas costuma ser uma estratégia eficiente para quem deseja melhorar a composição corporal e reduzir a gordura abdominal.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/como-reduzir-gordura-visceral-e-cuidar-da-saude-segundo-especialista,c493094e9f7e3d80d121ac7c16f6fe67j1hxi9ky.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Saúde feminina: 5 atividades físicas que ajudam a prevenir doenças


Manter uma rotina ativa pode favorecer não apenas o funcionamento do organismo, mas também a qualidade de vida e o bem-estar

 

A prática regular de atividade física é uma das principais aliadas da saúde feminina. Além de contribuir para o condicionamento físico e a manutenção do peso corporal, o movimento desempenha um papel importante na prevenção de diversas doenças, como problemas cardiovasculares, osteoporose, diabetes e condições relacionadas ao sedentarismo.

 

Exercícios adaptados às necessidades e características de cada mulher podem ajudar a fortalecer músculos e articulações, melhorar a mobilidade e reduzir fatores de risco para diversas condições de saúde. Para Maria Lua Marques de Mendonça, doutora em Ciências da Saúde e professora do curso de Fisioterapia da Faculdade Anhanguera, pequenas mudanças na rotina já podem trazer impactos positivos.

 

"A atividade física contribui para o fortalecimento muscular, melhora da circulação sanguínea e linfática, do equilíbrio hormonal e do bem-estar emocional. O mais importante é encontrar uma prática prazerosa, compatível com a realidade e as necessidades de cada mulher", explica.

 

Embora a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomende entre 150 e 300 minutos semanais de atividade física moderada, a especialista destaca que começar com pequenas mudanças no dia a dia, como caminhadas e alongamentos, já pode trazer benefícios importantes para a saúde.

 

Confira cinco atividades físicas recomendadas pela fisioterapeuta:

 

1. Caminhada

Trata-se de uma atividade aeróbica simples, acessível e indicada para mulheres de diferentes idades. Pode ser realizada ao ar livre ou em esteiras, com ritmo moderado e duração média entre 30 e 40 minutos. A caminhada melhora o condicionamento cardiovascular, auxilia no controle do peso, reduz o estresse e contribui para a prevenção de hipertensão, diabetes e doenças cardíacas.

A prática ao ar livre ainda estimula a produção de serotonina, hormônio relacionado à sensação de bem-estar, favorecendo também o equilíbrio emocional, especialmente em mulheres que enfrentam rotinas intensas e sobrecarga diária. Quando realizada em percursos inclinados, a atividade se torna mais intensa, aumentando o gasto calórico e exigindo maior ativação muscular e cardiovascular.

 

2. Fortalecimento muscular

Atividades como musculação ou treino funcional ajudam no fortalecimento dos músculos e na estabilização das articulações. Para garantir segurança e melhores resultados, é importante que os exercícios sejam realizados com orientação profissional e progressão gradual de carga, respeitando o condicionamento físico individual.

Entre os benefícios, estão a prevenção da osteoporose, doença que atinge cerca de uma a cada três mulheres após a menopausa, melhora da postura, redução de dores corporais e aumento da resistência física para as atividades diárias, favorecendo também um envelhecimento mais saudável. Esse cuidado torna-se ainda mais importante a partir dos 30 anos, fase em que ocorre a redução gradual da massa muscular e óssea.

 

3. Alongamentos

Os alongamentos trabalham a flexibilidade corporal e ajudam a reduzir tensões musculares causadas pelo estresse ou por longos períodos na mesma posição, situação comum entre mulheres que conciliam trabalho, casa e cuidado com a família. Os movimentos devem ser feitos lentamente, respeitando os limites do corpo e mantendo cada posição por pelo menos 30 segundos.

A prática melhora a mobilidade, alivia dores musculares e articulares, e contribui para uma melhor consciência corporal. Além disso, o alongamento pode ser feito combinado a outras atividades, como a caminhada e a musculação.

 

4. Exercícios para o assoalho pélvico

Também conhecidos como exercícios de Kegel, esses movimentos consistem na contração e relaxamento dos músculos do assoalho pélvico. Podem ser realizados em diferentes posições, como sentada, em pé ou deitada, e ajudam no fortalecimento da musculatura responsável pela sustentação da bexiga, do útero e do intestino.

A prática auxilia na prevenção da incontinência urinária, auxilia na recuperação pós-parto e contribui para a saúde íntima feminina, com benefícios especialmente importantes durante a gestação e o climatério. Além disso, os exercícios podem melhorar a percepção corporal e favorecer o bem-estar sexual em diferentes fases da vida.

 

5. Yoga e exercícios de respiração

O yoga combina posturas corporais, alongamentos e técnicas de respiração que promovem equilíbrio físico e emocional. A prática pode ser adaptada para diferentes níveis de condicionamento físico e ajuda no controle da ansiedade, melhora da postura, flexibilidade e qualidade do sono. Além disso, favorece o relaxamento e reduz sintomas relacionados ao estresse e à tensão do cotidiano, incluindo desconfortos comuns no período pré-menstrual e nos sintomas do climatério.

 

Crie uma rotina de cuidado e movimento

Segundo a professora Maria Lua Marques de Mendonça, a constância é um dos principais fatores para que os benefícios da atividade física sejam percebidos ao longo do tempo. "O mais importante é manter uma rotina de cuidados e movimento. Na correria do dia a dia, muitas vezes a mulher acaba sendo a última a cuidar de si mesma. Mover o corpo, ouvir os sinais que ele dá e reservar um tempo para si são atitudes que representam prevenção, mas também autocuidado. A saúde não se constrói em um único dia, e sim nas pequenas escolhas feitas ao longo da vida", finaliza.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/saude-feminina-5-atividades-fisicas-que-ajudam-a-prevenir-doencas,d7e241a312994e534febb7822741ddf1h58xg8jg.html?utm_source=clipboard - Por Luana Figueiredo - Foto: PeopleImages | Shutterstock / Portal EdiCase

domingo, 21 de junho de 2026

Dicas para treinar com segurança no inverno e turbinar a saúde


Especialista lista mitos e verdades

 

Resumo

Além de destacar mitos e verdades sobre treinar no frio, o personal Anderson Téu, da Academia Gaviões 24h, dá dicas para manter a rotina de exercícios no inverno, como aquecimento, hidratação e horários adequados. A prática durante essa época beneficia o sistema imunológico, melhora o sono e combate o estresse.

 

Personal trainer da Academia Gaviões 24h dá dicas de segurança, hidratação e aquecimento para os dias mais frios do ano e explica o impacto do Transtorno Afetivo Sazonal no corpo.

 

Às vésperas do inverno, que tem início dia 21 de junho, mudanças no corpo, como o aumento da fome e do sono, começam a surgir, provocando alterações importantes no metabolismo. O desânimo típico dos dias frios tem base científica e está diretamente ligado ao Transtorno Afetivo Sazonal (TAS). A menor exposição solar reduz a produção de serotonina, hormônio do bem-estar, e eleva a de melatonina, hormônio do sono. Esse desequilíbrio desregula o ciclo circadiano, resultando em fadiga, tristeza e tendência ao isolamento.

 

Justamente nesse período, em que manter o corpo em movimento se torna ainda mais vital, a frequência nos treinos costuma cair. A prática regular de exercícios durante essa época do ano fortalece o sistema imunológico, melhora a qualidade do sono e combate o estresse e a ansiedade.

 

Para explicar as principais dúvidas sobre a atividade física no frio, o Prof. Anderson Téu, personal trainer da Academia Gaviões 24h, rede pioneira no funcionamento 24h no Brasil, destaca mitos e verdades. Confira:

 

"No inverno, o corpo gasta mais calorias durante os exercícios"

Verdade! "Em temperaturas mais baixas, o organismo trabalha mais para manter a temperatura corporal estável. Esse processo eleva o gasto energético basal, o que pode potencializar o consumo de calorias durante as atividades físicas", afirma.

 

"Treinar no frio é perigoso para a saúde"

Mito! "Desde que tomados os cuidados necessários, o treino no frio é totalmente seguro. É fundamental caprichar no aquecimento, principalmente nas extremidades, e manter a hidratação antes, durante e após o exercício", pontua o professor.

 

"O aquecimento se torna ainda mais importante nesta época do ano"

Verdade! "Com o frio, os músculos e as articulações tendem a ficar mais rígidos. Por isso, dedicar alguns minutos a um bom aquecimento prepara o corpo para o esforço, melhora a mobilidade e reduz significativamente o risco de lesões", destaca.

 

"No frio sentimos menos sede"

Mito! "Embora a sensação de sede diminua, o corpo continua perdendo líquidos pela transpiração e pela respiração durante a atividade física. A desidratação pode ocorrer mesmo em dias frios, comprometendo o desempenho e a recuperação muscular", afirma Anderson.

 

"Exercícios ajudam a fortalecer a imunidade"

Verdade! "A prática regular e equilibrada de exercícios está diretamente associada à melhora da resposta imunológica. Somada a hábitos saudáveis, ela ajuda a prevenir doenças comuns do inverno, como gripes e resfriados. Além disso, melhora a saúde cardiovascular, o fortalecimento muscular e o equilíbrio emocional", ressalta.

 

Para quem está acostumado ao clima caloroso, treinar no frio pode ser um desafio, exigindo pequenos ajustes na rotina para garantir a eficácia e a segurança dos treinos. Segundo o especialista, escolher os horários mais amenos do dia, ajustar a intensidade do exercício e fazer pausas longas são adaptações que garantem uma prática segura e eficiente.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/dicas-para-treinar-com-seguranca-no-inverno-e-turbinar-a-saude,73f0063ea71c417376c203659e11a1b7itttu9hm.html?utm_source=clipboard - Por: Ana Carvalho / Revista Malu - Foto: Revista Malu

sábado, 20 de junho de 2026

Banho quente ou frio: Qual é a melhor opção para você?


Descubra os benefícios de cada temperatura para o seu organismo e como escolher a melhor opção diária para proteger a sua saúde

 

Resumo

Banho quente relaxa, alivia a respiração e melhora o sono 😌. Já o banho frio desperta, melhora a circulação e dá brilho à pele e cabelos ️. E aí, qual escolher? A ciência explica que tudo depende do momento do dia e das suas necessidades. Descubra como acertar na escolha para ter mais saúde e bem-estar!

Você sempre fica na dúvida entre o banho quente ou banho frio todos os dias? Essa escolha divide opiniões, mas a ciência explica os efeitos de cada temperatura corporal.

 

Descubra qual é a melhor opção para proteger a sua saúde e garantir muito bem-estar.

 

Os benefícios da água gelada

Muitas pessoas fogem das baixas temperaturas na hora de entrar no chuveiro pela manhã. No entanto, a água gelada traz vantagens incríveis para o funcionamento do nosso organismo.

O choque térmico inicial desperta o cérebro e aumenta a nossa energia de forma imediata.

 

Melhora na circulação e nos músculos

A temperatura baixa faz os nossos vasos sanguíneos se contraírem rapidamente durante a lavagem. Esse processo estimula a circulação do sangue e melhora a oxigenação de todo o corpo.

Atletas adoram essa técnica para acelerar a recuperação muscular após treinos muito pesados e intensos.

 

Pele e cabelos mais saudáveis

O frio ajuda a fechar os poros dilatados e preserva os óleos naturais da pele. Isso evita o ressecamento excessivo e proporciona um brilho muito especial para os seus fios.

Essa escolha é perfeita para quem sofre com caspa ou irritações no couro cabeludo diariamente.

 

As vantagens do banho quente

A água quente é a grande favorita para relaxar após um longo dia de trabalho. O calor dilata os vasos sanguíneos e reduz a tensão acumulada nos nossos músculos cansados.

Essa opção funciona como um verdadeiro abraço reconfortante para o corpo e para a mente.

 

Alívio respiratório e sono profundo

O vapor do chuveiro atua como um descongestionante natural excelente para as nossas vias respiratórias. Isso ajuda a soltar o muco e facilita a respiração em dias de gripes fortes.

Além disso, o aquecimento corporal prepara o cérebro para uma noite de sono muito reparadora.

 

Qual é a melhor escolha final?

Não existe uma única resposta certa para decidir entre as duas opções de temperatura. O grande segredo é observar as necessidades do seu próprio corpo em cada momento específico.

Prefira as temperaturas mais baixas pela manhã para despertar com muita energia e total disposição. Deixe a água morna para o período noturno para garantir um relaxamento muscular bem profundo.

Evite temperaturas extremas que possam causar graves queimaduras ou perigosos choques térmicos no seu organismo.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/banho-quente-ou-frio-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce,48b798af6309658befecd253018c820bin4insjq.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia