terça-feira, 21 de abril de 2026

Hemorroidas, fissuras e fístulas: 5 pontos essenciais para entender as condições


Doenças anorretais são comuns e contam com abordagens de tratamento menos invasivas e mais eficazes

 

Hemorroidas, fissuras e fístulas são condições que afetam a região anal e podem causar desconforto, dor e outros sintomas. As hemorroidas são veias dilatadas no ânus ou no reto, que podem surgir devido ao esforço evacuatório, prisão de ventre ou gravidez, provocando dor, coceira e sangramento.

 

A fissura anal é uma pequena ferida ou corte na mucosa do ânus, geralmente causada pela passagem de fezes duras, sendo bastante dolorosa, especialmente durante a evacuação. Por sua vez, a fístula anal é uma espécie de canal anormal que se forma entre o interior do ânus e a pele ao redor, geralmente como consequência de infecções ou abscessos, podendo causar secreção, inflamação e dor persistente.

 

As hemorroidas estão entre as condições mais comuns que afetam a população brasileira, embora ainda sejam cercadas por tabu. Dados da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) apontam que cerca de 50% dos adultos podem apresentar sintomas ao longo da vida. Mesmo assim, o receio e a desinformação fazem com que muitos pacientes adiem a busca por ajuda médica, o que pode agravar o quadro.

 

Conforme o estudo "Doença hemorroidária: aspectos epidemiológicos e diagnósticos de 9.289 pacientes portadores de doença hemorroidária", publicado na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), as hemorroidas são, de fato, uma das afecções mais comuns na prática coloproctológica. Elas foram diagnosticadas como a queixa principal em 27,3% dos casos (9.289 pacientes em um total de 34.000).

 

Abaixo, confira alguns pontos fundamentais sobre as condições e os tratamentos delas.

 

1. Nem todos os casos precisam de cirurgia

Muitos pacientes associam automaticamente o diagnóstico de hemorroida à necessidade de cirurgia, o que nem sempre é verdade. Em fases iniciais, mudanças simples na rotina podem trazer alívio significativo dos sintomas e evitar a progressão da doença.

"Nem todos os pacientes precisam de intervenção cirúrgica. Em muitos casos, mudanças na alimentação, aumento da ingestão de fibras e hidratação adequada já trazem melhora significativa. A avaliação médica é essencial para definir a melhor abordagem para cada situação", orienta a coloproctologista Paula A. Conceição.

 

2. A dor pode indicar qual é o problema

Observar como e quando a dor aparece pode ajudar a diferenciar a hemorroida da fissura. Cada doença apresenta características específicas que auxiliam no diagnóstico, embora a confirmação deva ser sempre feita por avaliação médica.

"A fissura é uma lesão, como se fosse um corte na região anal. O principal sintoma é uma dor intensa ao evacuar, muitas vezes descrita como uma sensação de rasgo. Já a hemorroida costuma causar mais desconforto e sangramento. Essas diferenças ajudam a orientar o diagnóstico", explica o coloproctologista Dr. Íthalo Medeiros.

 

3. A recuperação hoje é mais rápida

O tempo de afastamento das atividades para o tratamento das condições diminuiu consideravelmente, o que contribui para que mais pessoas procurem tratamento sem medo de longos períodos de recuperação. "Com técnicas modernas, muitos pacientes conseguem retomar suas atividades em poucos dias. Isso representa um grande avanço, especialmente para quem tem rotina intensa e não pode se afastar por longos períodos", afirma Paula A. Conceição.

 

4. Hábitos de vida fazem toda a diferença

Mesmo com tratamentos eficazes, o estilo de vida continua sendo um fator determinante tanto para o surgimento quanto para a recorrência de hemorroidas, fissuras e fístulas. "A saúde intestinal está diretamente ligada a essas condições. Manter uma dieta rica em fibras, beber bastante água e evitar esforço ao evacuar são medidas simples que fazem grande diferença na prevenção e no controle dos sintomas", reforça o Dr. Íthalo Medeiros.

 

5. Diagnóstico precoce evita complicações

A vergonha ainda é um dos principais motivos que levam pacientes a adiar a ida ao médico. No entanto, quanto mais cedo o problema é identificado, maiores são as chances de um tratamento simples e eficaz. "Muitos pacientes chegam ao consultório em estágios mais avançados por medo ou desinformação. Quanto antes o diagnóstico é feito, mais simples tende a ser o tratamento e melhores são os resultados", conclui Paula A. Conceição.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/hemorroidas-fissuras-e-fistulas-5-pontos-essenciais-para-entender-as-condicoes,54eb528e7ec45b399a4b4c87cf589c6dfao5za4f.html?utm_source=clipboard - Por Sarah Monteiro - Foto: New África | Shutterstock / Portal EdiCase

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Ouvir música pode diminuir o risco de demência


Ouvir seus cantores favoritos pode fazer mais do que melhorar seu humor: também pode proteger seu cérebro. Um estudo realizado por pesquisadores australianos descobriu que adultos mais velhos que ouviam música regularmente apresentavam um risco 39% menor de desenvolver demência em comparação com aqueles que não incluíam música em seu cotidiano.

 

A pesquisa, realizada na Universidade Monash, na Austrália, acompanhou mais de 10.000 adultos com 70 anos ou mais durante cerca de uma década para explorar diferentes fatores de estilo de vida ligados ao envelhecimento saudável.

 

Dos 10.893 participantes, cerca de 7.000 afirmaram ouvir música quase todos os dias, e esses ouvintes frequentes apresentaram a maior redução no risco de demência. O estudo não especificou qual tipo de música era mais benéfico.

 

Os pesquisadores enfatizam que o estudo não pode provar que ouvir música previne diretamente a demência, mas os resultados foram suficientemente fortes para sugerir uma possível ligação. Além disso, a música tem demonstrado melhorar o humor e estimular diversas áreas do cérebro. O estudo também descobriu que tocar música proporcionava um benefício pequeno, mas ainda significativo, reduzindo o risco de demência em cerca de 35%.

 

Fonte: International Journal of Geriatric Psychiatry. DOI: 10.1002/gps.70163.

domingo, 19 de abril de 2026

Quer viver mais? Chocolate, queijo e iogurte podem te ajudar


Pesquisa aponta que compostos fermentados presentes nesses alimentos podem contribuir para a saúde e a longevidade

 

Uma nova pesquisa de grande escala indica que alimentos como iogurte, queijo e até chocolate podem estar ligados a uma maior longevidade. A análise aponta que determinados itens podem se associar a um menor risco de morte, segundo o estudo publicado na revista científica Frontiers in Nutrition.

 

No artigo, os pesquisadores descreveram que "um maior consumo de chocolate, queijo e leites fermentados (incluindo iogurte) foi associado a uma menor mortalidade por todas as causas e por doenças cardiovasculares".

 

Eles chegaram a esse resultado após reunirem dados de 50 estudos que, juntos, envolveram mais de 3 milhões de participantes. O objetivo foi investigar a relação entre o consumo de alimentos fermentados --produzidos com microrganismos benéficos, como bactérias e leveduras-- e o risco de morte em geral, além de óbitos por doenças cardíacas e câncer.

 

Os resultados mostraram que alguns alimentos fermentados estavam associados à redução do risco de mortalidade, enquanto outros não apresentaram associação significativa. Por exemplo, produtos lácteos fermentados, incluindo iogurte, apresentaram forte associação com a redução da mortalidade.

 

Uma ingestão mais elevada desses produtos foi relacionada a uma redução de cerca de 6% no risco de mortalidade por todas as causas. O consumo frequente também apareceu ligado à diminuição de mortes por doenças cardiovasculares e por câncer. Esses efeitos podem estar ligados a mecanismos como a modulação da microbiota intestinal, ação anti-inflamatória e melhora da saúde metabólica.

 

Quando analisado isoladamente, o iogurte foi associado à redução da mortalidade geral, embora não tenha apresentado relação estatisticamente significativa com mortes por doenças cardiovasculares ou câncer. Já o queijo mostrou uma redução discreta no risco de morte por todas as causas, sem associação relevante com doenças cardíacas ou câncer de forma geral, embora tenha sido observado um possível efeito protetor em casos de câncer de pulmão.

 

No caso do chocolate, derivado de grãos de cacau fermentados, os dados indicaram associação com menor mortalidade geral e cardiovascular. Esse efeito pode estar relacionado aos polifenóis presentes no cacau, substâncias que ajudam a melhorar a função vascular e reduzir o estresse oxidativo, ainda que não se possa descartar a influência de outros fatores.

 

Por outro lado, nem todos os alimentos fermentados apresentaram os mesmos resultados. Produtos como o missô, feito de soja fermentada, e pães de fermentação natural não demonstraram associações consistentes com redução da mortalidade. "A fermentação é um dos métodos de processamento de alimentos mais antigos e continua sendo fundamental para a alimentação humana em todo o mundo", ressaltaram os pesquisadores.

 

Além de prolongar a conservação dos alimentos, o processo de fermentação gera compostos que podem trazer benefícios à saúde, o que sugere uma possível proteção a longo prazo contra doenças e morte. Segundo os autores, este é o primeiro trabalho do tipo a avaliar de forma abrangente a relação entre alimentos fermentados e mortalidade.

 

Os pesquisadores destacam, no entanto, que os resultados se baseiam em dados observacionais, o que permite identificar associações, mas não comprovar relações de causa e efeito. Fatores como dieta geral, estilo de vida e hábitos de saúde também podem influenciar os achados, mesmo com tentativas de controle estatístico.

 

A análise também encontrou variações entre os estudos incluídos, possivelmente explicadas por diferenças entre populações, padrões alimentares e formas de preparo e consumo dos alimentos. Diante disso, os autores ressaltam a necessidade de pesquisas mais rigorosas, como ensaios clínicos, para esclarecer se esses alimentos contribuem diretamente para o aumento da longevidade.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/quer-viver-mais-chocolate-queijo-e-iogurte-podem-te-ajudar,8bcff11718f0ebfbed2457bad37908d3dew1n6w1.html?utm_source=clipboard - Por: Isabella Lima - Foto: Gemini

sábado, 18 de abril de 2026

5 formas simples de perder gordura abdominal


A gordura abdominal é mais perigosa que a acumulada em outras partes do corpo, segundo o médico cardiologista Shiv Kumar Choudhry. Confira algumas formas de reduzi-la.

 

Muitas pessoas vão à academia para perder gordura abdominal, mas algumas delas não prestam muita atenção.

 

A gordura abdominal é uma preocupação comum entre os jovens que cuidam do seu aspecto físico e da sua saúde. E, com a gordura acumulada na região central do corpo, eles já não podem usar roupas confortáveis e com bom caimento.

 

Este problema não se limita ao simples ato de vestir roupas que se adaptem aos nossos gostos pessoais.

 

Já se demonstrou que a gordura abdominal pode colocar a saúde em risco. Ela pode causar inúmeros problemas graves de saúde, como hipertensão arterial, altos níveis de açúcar no sangue e problemas relacionados ao colesterol.

 

Estas condições são consequência da gordura localizada na região abdominal, que também aumenta o risco de diabetes tipo 2 e doenças cardíacas.

 

Uma pesquisa publicada pela Universidade Harvard, nos Estados Unidos, revela que uma espécie de proteína, denominada citocina, é produzida em maior quantidade quando há acúmulo de gordura na região abdominal. Esta proteína causa inflamações no organismo.

 

A gordura abdominal também produz outra proteína chamada angiotensina, que pode provocar estreitamento dos vasos sanguíneos e hipertensão arterial. Com isso, aumenta o risco de demência, asma e certos tipos de câncer.

 

O cardiologista Shiv Kumar Choudhry, do Hospital Fortis Escorts de Nova Déli, na Índia, afirma que a gordura abdominal é mais perigosa que a gordura armazenada em outras partes do corpo.

 

"Quando as células de gordura abdominal se rompem, elas liberam inúmeras substâncias tóxicas", explica ele.

 

"Estas substâncias causam inflamação dos vasos sanguíneos do coração, o que aumenta o risco de doenças cardíacas. E também geram resistência à insulina, o que eleva o risco de diabetes."

 

Especialistas indicam que diversos fatores podem levar ao acúmulo de gordura abdominal, como a genética, alterações hormonais, idade, excesso de peso e a menopausa.

 

Manter estilo de vida desequilibrado e dieta inadequada também contribuem para este fenômeno.

 

Os especialistas em saúde afirmam que é possível reduzir a gordura abdominal adotando uma dieta equilibrada, fazendo atividade física diariamente e mantendo hábitos de vida saudáveis.

 

Para reduzir a gordura abdominal, é importante se concentrar em certos pontos importantes. Aqui estão cinco recomendações a respeito.

 

1. Evite jantar pouco antes da hora de dormir

Não é recomendável comer entre duas e três horas antes de dormir.

As calorias provenientes dos alimentos consumidos ao longo do dia se transformam em energia para as atividades diárias. Mas os alimentos consumidos à noite não funcionam da mesma forma.

Por isso, eles começam a se armazenar no corpo, levando ao aumento de peso.

 

2. Adote uma dieta equilibrada

Se você consumir alimentos ricos em fibras, não sentirá fome rapidamente após as refeições.

uando a dieta inclui fibras, o trânsito dos alimentos do estômago para o intestino se desacelera. Por isso, você sentirá saciedade por mais tempo.

Se você consumir alimentos ricos em fibras, não sentirá fome por mais tempo e irá comer menos, reduzindo o risco de obesidade

Incorpore proteínas à sua alimentação. Elas ajudam você a sentir saciedade por mais tempo e reduzem o desejo por alimentos.

Elas reduzem os níveis de grelina (o hormônio estimulante da fome), o que evita os desejos.

As proteínas também fortalecem os músculos, aceleram o metabolismo e aumentam a capacidade de queimar calorias.

Acrescente à sua alimentação diária alimentos ricos em proteínas, como ovos, lentilhas, leite, queijo, iogurte, peixe, aves e soja.

 

3. Evite os alimentos ricos em carboidratos altamente processados e refinados

Alimentos como o pão comum, batatas fritas e aperitivos salgados têm teor de fibras baixo ou muito baixo. Nosso organismo os digere rapidamente e eles podem causar aumento repentino dos níveis de açúcar no sangue.

Quando os níveis de açúcar variam de forma tão drástica, a fome aumenta e cresce o risco de aumento de peso e diabetes tipo 2.

Em vez desses alimentos processados, prefira opções saudáveis, como pão integral e aperitivos assados ou ligeiramente fritos, além de frutas frescas e secas.

Evite alimentos ricos em açúcar e calorias, reduza o consumo de álcool e pare de fumar.

 

4. Durma o suficiente

A falta de sono suficiente pode afetar os hormônios da fome e fazer com que você deseje comer mais.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles, nos Estados Unidos, indicam que a grelina (um hormônio produzido pelo estômago, que estimula a fome) aumenta quando a qualidade do sono é deficiente.

Costuma-se dizer que é preciso evitar e gerenciar o estresse. Quando estamos estressados, os níveis de cortisol (o hormônio do estresse) aumentam na corrente sanguínea.

E, quando estamos estressados, não prestamos atenção no que comemos. Nossa tendência é comer qualquer alimento que esteja à mão para nos distrairmos do estresse.

 

5. Faça exercício

Manter a atividade com exercícios físicos ou qualquer tipo de treino ajuda a queimar calorias. Isso promove a redução da gordura corporal, particularmente a acumulada em volta da região central do corpo.

Atividades diárias, como caminhadas rápidas, correr, andar de bicicleta, nadar ou praticar ioga não só ajudam a reduzir a gordura corporal, como também aceleram o metabolismo.

O exercício fortalece os músculos e preserva a saúde do coração. E, ao reduzir a gordura abdominal, também diminui o risco de diabetes, hipertensão arterial e doenças cardíacas.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/5-formas-simples-de-perder-gordura-abdominal,5c58b6b0bc49317b0f5ca4534ac6fa6bw46gw4ac.html?utm_source=clipboard - Por: Sumeeran Preet Kaur - BBC News - Foto: Getty Images / BBC News Brasil

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Quer desinflamar o corpo? 13 alimentos que fazem a diferença


Inchaço, cansaço e baixa imunidade podem estar ligados à inflamação, mas a alimentação pode ajudar a reequilibrar o organismo

 

Sintomas como inchaço, fadiga e insônia podem indicar inflamação no organismo. E muitas vezes a pessoa nem sabe como desinflamar.

 

Esse processo costuma estar ligado a hábitos como má alimentação, estresse e sedentarismo.

 

Quando a inflamação se torna constante, pode impactar a saúde de forma mais ampla.

 

Entre os riscos, estão:

 

Doenças cardiovasculares.

Diabetes tipo 2.

Obesidade.

Ansiedade e depressão.

Por isso, buscar formas de desinflamar o corpo é essencial para o equilíbrio geral.

 

Como desinflamar o corpo com a alimentação

A alimentação é uma das principais ferramentas para reduzir inflamação. Mais do que uma dieta específica, trata-se de um padrão alimentar equilibrado.

 

Esse modelo segue princípios semelhantes à dieta mediterrânea. Ou seja, prioriza alimentos naturais e ricos em nutrientes.

 

Para desinflamar o corpo, vale focar em:

 

Frutas, verduras e legumes.

Grãos integrais.

Gorduras boas, como azeite e abacate.

Peixes ricos em ômega-3.

Ervas e especiarias naturais.

Ao mesmo tempo, é importante reduzir:

 

Alimentos ultraprocessados.

Açúcar em excesso.

Farinha branca.

Embutidos.

Bebidas alcoólicas.

13 alimentos para desinflamar o corpo

 

Alguns alimentos anti-inflamatórios ajudam a reduzir inflamação de forma natural.

Veja quais incluir na rotina:

 

1. Uvas roxas

Ricas em resveratrol, ajudam a combater processos inflamatórios.

Também contribuem para a saúde do coração.

 

2. Frutas vermelhas

Morango, mirtilo e amora são fontes de antioxidantes.

Protegem as células e ajudam a desinflamar o corpo.

 

3. Brócolis

Contém sulforafano, composto com ação anti-inflamatória.

Também é rico em vitaminas e minerais.

 

4. Peixes ricos em ômega-3

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saúde

Saúde

Salmão, sardinha e atum são boas opções.

 

Auxiliam na redução da inflamação e na saúde cardiovascular.

 

5. Cúrcuma

Possui curcumina, substância com forte ação anti-inflamatória.

Pode ser usada no preparo de diversos alimentos.

 

6. Sementes de abóbora

Ricas em antioxidantes e minerais.

Ajudam a fortalecer o sistema imunológico.

 

7. Folhas verdes

Espinafre, couve e rúcula são aliados importantes.

Contribuem para reduzir inflamação e proteger o organismo.

 

8. Abacate

Fonte de gorduras boas.

Ajuda a controlar inflamações e melhorar o colesterol.

 

9. Chá verde

Rico em catequinas, compostos antioxidantes.

Auxilia na proteção celular e no equilíbrio do organismo.

 

10. Tomate

Contém licopeno, com ação antioxidante.

Ajuda a proteger o coração e reduzir inflamação.

 

11. Grãos integrais

Têm fibras e baixo índice glicêmico.

Ajudam a manter o organismo em equilíbrio.

 

12. Azeite de oliva extravirgem

Rico em compostos fenólicos.

Tem ação anti-inflamatória natural.

 

13. Chia

Fonte de fibras, proteínas e ômega-3.

Contribui para a saúde intestinal e para desinflamar o corpo.

 

Alimentação anti-inflamatória na prática

Para desinflamar o corpo de forma eficiente, o mais importante é a consistência. Não adianta focar em um único alimento.

 

O ideal é manter uma rotina equilibrada, com variedade e qualidade nutricional.

 

Algumas atitudes fazem diferença:

 

Montar pratos coloridos.

Priorizar alimentos naturais.

Reduzir industrializados.

Manter regularidade nas refeições.

Pequenas mudanças ajudam a desinflamar o corpo

Ajustes simples na rotina já trazem benefícios. Com o tempo, o organismo responde de forma positiva.

 

Reduzir a inflamação é um passo importante para melhorar energia, imunidade e bem-estar.

 

Fonte: https://www.saudeemdia.com.br/noticias/quer-desinflamar-o-corpo-13-alimentos-que-fazem-a-diferenca.phtml - Foto: Shutterstock