sábado, 6 de junho de 2026

Inimigos da pele: 5 erros comuns que estão piorando a sua celulite


Veja quais hábitos aparentemente inofensivos da sua rotina diária estimulam a retenção de líquidos e sabotam a firmeza do seu corpo

 

A busca por uma pele firme e livre de imperfeições faz parte da rotina de cuidados de muitas pessoas.

 

No entanto, a celulite continua sendo uma das principais queixas nos consultórios dermatológicos. 

 

Caracterizada pelo aspecto de "casca de laranja", ela surge devido ao acúmulo de gordura, água e toxinas nas células.

 

O que pouca gente sabe é que o surgimento ou o agravamento desse problema não depende apenas da genética.

 

Existem atitudes diárias que parecem inofensivas, mas que inflamam o organismo silenciosamente. Veja como mudar esses hábitos hoje mesmo.

 

1. O uso frequente de roupas excessivamente apertadas

A escolha do guarda-roupa influencia diretamente a textura da sua pele. Calças jeans muito justas, leggings apertadas e até lingeries compressivas são grandes vilãs.

Essas peças comprimem os vasos sanguíneos e os canais linfáticos das coxas e dos glúteos. Como consequência, ocorre uma interrupção na circulação sanguínea local.

O sangue não flui corretamente e as toxinas ficam acumuladas na região. Com o tempo, essa retenção hídrica severa favorece o desenho e o aumento dos furos da celulite.

 

2. Passar longos períodos na mesma posição

A rotina moderna de trabalho obriga muitas pessoas a passarem horas sentadas na frente do computador. Esse hábito é altamente prejudicial para a estética do corpo.

Permanecer na mesma posição por muito tempo diminui drasticamente o retorno venoso das pernas. O mesmo vale para quem trabalha em pé por períodos prolongados sem se movimentar.

Para combater esse erro, faça pequenas pausas a cada uma hora. Levante-se, caminhe pelo ambiente ou faça alongamentos simples para reativar o fluxo de sangue.

 

3. Consumo exagerado de açúcar e alimentos ultraprocessados

A alimentação inadequada é o combustível perfeito para a inflamação do tecido cutâneo. O consumo frequente de doces, refrigerantes, massas brancas e fast-food causa um processo chamado glicação.

Nesse mecanismo, o excesso de açúcar no sangue se liga às proteínas de colágeno e elastina. Essa união enrijece e destrói as fibras que dão sustentação à pele.

Além disso, os alimentos ultraprocessados contêm muito sódio oculto. O sal em excesso provoca o inchaço celular, deixando as irregularidades da pele muito mais visíveis.

 

4. Baixo consumo diário de água

Muitas pessoas investem valores altos em cremes caros, mas esquecem do passo mais simples: a hidratação interna. Beber pouca água ao longo do dia é um erro gravíssimo para quem deseja eliminar os furinhos.

Quando o corpo está desidratado, ele tende a reter o máximo de líquido possível como mecanismo de defesa.

Isso desacelera o metabolismo e dificulta a eliminação natural das toxinas corporais. Mantenha sempre uma garrafa de água por perto e consuma pelo menos dois litros diariamente.

 

5. Focar apenas em exercícios aeróbicos no treino

Realizar apenas caminhadas, corrida ou aulas de bike na academia não é a melhor estratégia isolada. Os exercícios aeróbicos são ótimos para queimar calorias e melhorar a saúde do coração.

No entanto, eles não constroem a massa muscular necessária para sustentar a pele de forma firme. O treino de musculação e os exercícios de força são indispensáveis nesse processo.

Eles fortalecem os músculos que ficam logo abaixo da camada de gordura. Essa tonificação preenche o espaço e deixa a superfície da pele visivelmente mais lisa e uniforme.

Modificar esses pequenos hábitos nocivos trará benefícios rápidos para o seu visual e para o seu bem-estar geral.

Invista em uma rotina equilibrada, movimente o seu corpo e conquiste a pele que você sempre desejou.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/inimigos-da-pele-5-erros-comuns-que-estao-piorando-a-sua-celulite,dbe9a408328e96fd7414370e0f29e605piad0py3.html?utm_source=clipboard - Por: Maria Eduarda Vieira / Sport Life - Foto: Shutterstock / Sport Life

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Médico aponta 6 hábitos saudáveis essenciais


A velha máxima de que prevenir é melhor do que remediar se aplica perfeitamente para atual geração de adultos. A faixa etária que será a terceira idade de um breve futuro está cada vez mais consciente de que os bons hábitos sociais, alimentares e esportivos são fundamentais para ter uma vida longeva e saudável.

 

O especialista em Geriatria e Clínica Geral, Dr. Paulo Camiz, afirma que um conjunto de fatores é essencial para garantir um envelhecimento saudável,

 

“Basicamente são cinco pilares, a dieta saudável, prática de atividade física regular, inserção social, boa saúde emocional e controle de doenças, pode ajudar o indivíduo a ter um envelhecimento de qualidade, porém diversos outros fatores se associam a essas práticas, por isso é sempre muito importante fazer o acompanhamento médico, sempre com foco na prevenção”.

 

Aliado a estes fatores, o Dr. Paulo listou os pontos abaixo como importantes no que diz respeito a ter hábitos saudáveis.

 

1) Dormir bem – Descansar é essencial para manter o corpo pronto pras atividades do dia seguinte. Além disso, dormir pouco pode afetar a imunidade e acarretar em doenças oportunistas.  O ideal é que, por noite, um adulto tenha de 6 a 8 horas de sono.

 

2) Evitar industrializados – O simples é sempre o melhor caminho. A chamada “Dieta da Feira”, em que a base da alimentação é feita de verduras, legumes e frutas são a melhor saída para comer mais saudável. Os produtos industrializados vêm carregados de corantes, conservantes e outras substâncias prejudiciais à saúde com o passar do tempo. 

 

3) Refeições balanceadas – Em cada refeição realizada é preciso se ter um equilíbrio dos alimentos que estão no prato, além de ter a quantidade essencial e adequada para cada pessoa. Para isto, é fundamental o acompanhamento e orientação de um nutricionista.

 

4) Reserve um tempo para seu lazer – Ninguém pode viver apenas de obrigações. Reservar um tempo da sua rotina para diversão ao lado de quem você ama ajuda, além de proporcionar boas memórias afetivas, ajuda a reduzir o estresse, grande causador de vários problemas de saúde.

 

5) Exposição ao sol – Quando realizada antes das 10h ou após as 16h, horários em que o sol está mais brando, se expor ao sol ajuda na absorção de vitamina D pelo organismo. Este aumento é importante, já que a falta dela no corpo pode prejudicar a saúde, como gerar um aumento da possibilidade de fraturas e sintomas depressivos.

 

6) Ingestão de água – O consumo de água é essencial para o funcionamento adequado de diversas partes do corpo. A ingestão adequada de água tem inúmeras vantagens, dentre elas uma melhor absorção de vitaminas, aumento da resistência física e facilitar a digestão.

 

Fonte: https://vidaplenaebemestar.com.br/saude/medico-aponta-6-habitos-saudaveis-essenciais

quinta-feira, 4 de junho de 2026

7 alimentos ricos em proteína além dos ovos e do frango


Quem busca aumentar a ingestão de proteínas pode variar o cardápio com opções que vão muito além dos alimentos mais tradicionais

 

Quando o assunto é proteína, frango e ovos costumam ser os primeiros alimentos que vêm à mente. Eles realmente são fontes importantes do nutriente, mas estão longe de ser as únicas opções para quem deseja montar refeições equilibradas.

 

Variar as fontes proteicas ajuda a tornar a alimentação mais interessante e ainda amplia a oferta de vitaminas, minerais e outros nutrientes importantes para o organismo.

 

Confira sete alimentos ricos em proteína que merecem espaço no cardápio.

 

1. Atum

O atum está entre os alimentos mais ricos em proteína e ainda oferece praticidade para o dia a dia.

Ele pode ser utilizado em saladas, sanduíches, tortas e diversas preparações rápidas, tornando-se uma alternativa interessante para variar as refeições.

 

2. Iogurte grego

Além de cremoso, o iogurte grego costuma apresentar maior concentração de proteínas em comparação com versões tradicionais.

Ele pode ser consumido puro, com frutas ou utilizado em receitas doces e salgadas.

 

3. Queijo cottage

Muito presente em cardápios voltados para atividade física, o cottage combina boa quantidade de proteína com baixo teor de gordura em muitas versões disponíveis no mercado.

Seu sabor suave permite combinações com frutas, torradas, saladas e sanduíches.

 

4. Carne bovina magra

Cortes magros de carne bovina também são excelentes fontes de proteína.

Além do nutriente, fornecem minerais importantes, como ferro e zinco, que participam de diversas funções do organismo.

 

5. Lentilha

Entre as fontes vegetais, a lentilha se destaca pela combinação de proteínas e fibras.

Ela pode ser utilizada em sopas, saladas, acompanhamentos e até hambúrgueres vegetais, oferecendo uma alternativa interessante para quem deseja diversificar o consumo de proteínas.

 

6. Grão-de-bico

Versátil e nutritivo, o grão-de-bico aparece em receitas como saladas, pastas, ensopados e pratos principais.

Além das proteínas, ele também fornece fibras que ajudam a aumentar a saciedade.

 

7. Tofu

Produzido a partir da soja, o tofu é uma das principais fontes de proteína para vegetarianos e veganos.

Seu sabor neutro facilita o uso em diferentes preparações, desde pratos salgados até sobremesas.

 

Por que a proteína é importante?

A proteína participa da formação e manutenção de músculos, ossos, pele e diversos tecidos do corpo.

Além disso, ela contribui para processos relacionados à recuperação muscular, produção de enzimas e funcionamento adequado do organismo.

Por esse motivo, incluir boas fontes proteicas ao longo do dia faz parte de uma alimentação equilibrada, especialmente para pessoas fisicamente ativas.

 

Variar também é uma estratégia nutricional

Muitas vezes, o foco excessivo em poucos alimentos acaba tornando a alimentação repetitiva. Explorar outras fontes de proteína pode ajudar a trazer novos sabores para o prato e ampliar a diversidade nutricional das refeições.

Seja por praticidade, preferência alimentar ou simplesmente para fugir da rotina, existem diversas opções além do tradicional frango com ovos.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/7-alimentos-ricos-em-proteina-alem-dos-ovos-e-do- frango,05ac8f5ce8ad3a8ae582454ef40c13a2xmdn5b5f.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Você toma remédio e bebe? Entenda os efeitos perigosos dessa combinação


Misturar álcool e medicamentos pode causar reações graves no corpo. Saiba por que essa prática coloca a sua saúde em sério risco

 

Muitas pessoas têm dúvidas sobre misturar remédio e álcool. Essa é uma prática extremamente comum na nossa sociedade. No entanto, essa combinação esconde perigos enormes para a saúde.

 

Veja como proteger o seu organismo de forma correta!

 

Como o fígado processa a mistura?

O fígado é o órgão responsável por filtrar as toxinas. Ele processa tanto as bebidas alcoólicas quanto as medicações. Quando você consome os dois juntos, o órgão fica sobrecarregado.

 

Ele precisa escolher qual substância ele deve eliminar primeiro. O álcool costuma ter prioridade nesse processo de filtragem hepática. Isso deixa o medicamento circulando pelo corpo por mais tempo.

 

Essa demora pode aumentar a toxicidade da droga no sangue. As consequências podem ser severas em alguns casos.

 

Principais consequências no organismo

Perda da eficácia do tratamento

A bebida alcoólica pode cortar o efeito de muitos tratamentos. Os antibióticos são o exemplo mais clássico desse problema. A interação reduz a absorção do princípio ativo no intestino.

 

Se a pílula não funciona, a infecção continua avançando rapidamente. O quadro clínico do paciente costuma piorar bastante. Isso exige tratamentos mais longos e com doses muito mais fortes.

 

Aumento dos efeitos colaterais

Em outros cenários, o álcool potencializa o efeito da medicação. Isso ocorre frequentemente com remédios para ansiedade e depressão. O paciente pode sofrer com sonolência extrema e muita tontura.

 

A perda de coordenação motora também é um risco real. Esses sintomas favorecem quedas e acidentes de trânsito muito graves. O sistema nervoso central fica completamente deprimido e lento.

 

Risco de lesões estomacais e hepáticas

Analgésicos e anti-inflamatórios irritam a parede do nosso estômago naturalmente. O álcool também é bastante agressivo para a mucosa gástrica. Juntar os dois aumenta drasticamente o risco de sangramentos internos.

 

O surgimento de úlceras dolorosas também é bastante frequente. Além disso, o fígado pode sofrer danos irreversíveis a longo prazo. Casos severos evoluem rapidamente para hepatite medicamentosa fulminante.

 

Existem limites seguros de consumo?

A resposta mais segura para essa pergunta é sempre não. Não existe nível cem por cento seguro para essa mistura. O metabolismo varia de forma drástica de uma pessoa para outra.

 

A idade e o peso influenciam diretamente nessas reações metabólicas. Sempre siga as orientações do seu médico de confiança.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/voce-toma-remedio-e-bebe-entenda-os-efeitos-perigosos-dessa-combinacao,6d01f392021c22bacd8754a4ac705ed4r3o6rxal.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

terça-feira, 2 de junho de 2026

Quem não deve correr? Conheça as principais contraindicações

 


A corrida é uma das atividades físicas mais populares do mundo, porém o esporte possui algumas restrições


Amanhã, dia 3 de junho, é celebrado o Dia Mundial da Corrida. A data especial incentiva a prática desse esporte que traz inúmeros benefícios para o corpo.

 

A data é celebrada todos os anos, sempre na primeira quarta-feira do mês de junho. O hábito de correr melhora a saúde cardiovascular e auxilia na perda de peso. 

 

A atividade também reduz o estresse diário de forma eficiente. Porém, a modalidade não é indicada para todas as pessoas.

 

Embora pareça um esporte simples, correr exige muito do organismo. O impacto repetitivo afeta as articulações dos membros inferiores.

 

O sistema cardíaco também é recrutado ao limite máximo durante o esforço.

 

Por isso, a avaliação médica inicial é obrigatória para qualquer iniciante. Algumas condições de saúde impedem a prática imediata da modalidade.

 

Problemas cardíacos e o risco da alta intensidade

O sistema cardiovascular é o motor do corredor. Indivíduos com cardiopatias graves não controladas devem passar longe das pistas.

A arritmia cardíaca severa é uma contraindicação absoluta. A insuficiência cardíaca crônica também entra nessa lista de restrições.

Pessoas com hipertensão arterial descontrolada correm sérios riscos durante o treino. O esforço físico eleva a pressão arterial rapidamente.

Isso pode funcionar como gatilho para um infarto agudo do miocárdio. O acidente vascular cerebral (AVC) também é um perigo real nesses casos.

Pacientes cardíacos precisam de liberação expressa do médico cardiologista. Geralmente, eles devem optar por caminhadas leves e supervisionadas.

 

Lesões ortopédicas e o impacto nas articulações

A corrida de rua gera um grande impacto esquelético. A cada passada, as articulações recebem uma carga de até três vezes o peso corporal. Por essa razão, pessoas com lesões ortopédicas ativas não devem correr.

Pacientes com artrose avançada nos joelhos ou quadris sofrem com o esporte. O impacto acelera o desgaste da cartilagem e gera dor intensa.

Quem possui hérnia de disco na coluna em fase aguda também deve evitar o treino. A compressão dos discos vertebrais pode agravar o quadro neurológico.

A presença de fascite plantar ou tendinite severa exige repouso absoluto. Retorne aos treinos apenas após a total reabilitação na fisioterapia.

 

Obesidade mórbida e outras condições clínicas

Indivíduos com obesidade mórbida precisam de cautela extrema antes de correr. O excesso de peso sobrecarrega os joelhos, tornozelos e ligamentos.

Nesses casos, o risco de fraturas por estresse é muito elevado. 

O ideal é iniciar o processo de emagrecimento com atividades de baixo impacto. A natação, o ciclismo e a hidroginástica são excelentes opções iniciais.

Gestantes que eram sedentárias antes da gravidez também não devem começar a correr. O período gestacional exige atividades mais controladas e seguras.

O diabetes descompensado é outro fator de atenção. A corrida intensa pode causar crises severas de hipoglicemia de forma repentina.

 

Celebre o Dia Mundial da Corrida cuidando, em primeiro lugar, da sua segurança. Agende uma consulta com um médico do esporte.

 

Faça um teste ergométrico completo para avaliar o seu condicionamento. Praticar exercícios com responsabilidade é o verdadeiro segredo para a longevidade e o bem-estar.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/quem-nao-deve-correr-conheca-as-principais-contraindicacoes,6cb71bc72323876dba1706063e74eb70f0gzftul.html?utm_source=clipboard - Por: Maria Eduarda Vieira / Sport Life - Foto: Shutterstock / Sport Life