sábado, 8 de agosto de 2026

Pilates: benefícios para todas as idades e cuidados necessários


O pilates é uma atividade versátil e pode ser adaptado para diferentes fases da vida

 

O pilates é uma prática versátil que beneficia pessoas de todas as idades, desde crianças até idosos e gestantes. Com exercícios adaptáveis, ajuda na força, postura, equilíbrio e alívio de dores. Apesar de ser uma opção segura, exige acompanhamento profissional e avaliação médica em casos específicos. Ideal para quem busca qualidade de vida.

 

O pilates conquistou espaço entre quem busca mais qualidade de vida. A modalidade melhora a força, a flexibilidade, a postura e o equilíbrio. Mas será que ela é indicada para qualquer pessoa?

 

Na maioria dos casos, sim. O pilates é considerado um exercício de baixo impacto e pode ser adaptado conforme a idade, o condicionamento físico e as necessidades de cada aluno.

 

Crianças também podem fazer pilates?

Sim, desde que haja indicação e acompanhamento de um profissional qualificado.

O pilates pode ajudar no desenvolvimento da coordenação motora, da consciência corporal e da postura.

A prática costuma ser indicada principalmente para crianças com alterações posturais ou que praticam outros esportes.

 

Adultos encontram diversos benefícios

Entre os adultos, o pilates é uma das modalidades mais completas.

Os exercícios fortalecem a musculatura profunda, melhoram a mobilidade e ajudam a aliviar dores nas costas. Além disso, trabalham equilíbrio, flexibilidade e controle da respiração.

Quem passa muitas horas sentado ou sente desconfortos por causa da postura também pode se beneficiar.

 

Idosos podem praticar?

Sim. O pilates é uma excelente opção para a terceira idade.

Como os movimentos são controlados, a atividade ajuda a preservar a massa muscular, melhora o equilíbrio e reduz o risco de quedas. Outro benefício é o ganho de mobilidade, que facilita as tarefas do dia a dia.

O treino sempre deve respeitar os limites de cada pessoa.

 

Gestantes podem fazer pilates?

Em muitos casos, sim.

Com autorização médica, o pilates pode ser praticado durante a gestação. Os exercícios ajudam a fortalecer a musculatura do assoalho pélvico, aliviar dores lombares e melhorar a postura.

O programa de treino precisa ser adaptado para cada fase da gravidez.

 

Quem sente dores também pode praticar?

O pilates é frequentemente recomendado para pessoas com dores crônicas, especialmente na coluna.

Além disso, pode fazer parte da reabilitação de algumas lesões musculares e articulares.

Nesses casos, a prática deve ser orientada por um profissional capacitado e integrada ao tratamento indicado pelo médico ou fisioterapeuta.

 

Existe alguma contraindicação?

Apesar de ser uma atividade segura, existem situações que exigem mais cuidado.

Pessoas com lesões recentes, fraturas, inflamações agudas, doenças cardiovasculares descompensadas ou outras condições de saúde devem passar por avaliação médica antes de iniciar as aulas.

Em alguns casos, pode ser necessário adiar a prática até a recuperação.

 

Vale a pena investir no pilates?

Para a maioria das pessoas, sim.

O pilates oferece benefícios para diferentes idades e níveis de condicionamento físico. Como os exercícios são individualizados, a modalidade consegue atender desde iniciantes até atletas.

Com acompanhamento profissional e execução correta dos movimentos, o pilates pode contribuir para uma rotina mais ativa, melhorar a postura, fortalecer o corpo e promover mais qualidade de vida.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/pilates-beneficios-para-todas-as-idades-e-cuidados-necessarios,43dd159730811df04e2e9f6e28ead37b18r2e8n9.html?utm_source=clipboard - Por: Maria Eduarda Vieira / Licenciado de Sport Life - Foto: Shutterstock / Sport Life

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

7 hábitos comuns que podem danificar os dentes


Alguns comportamentos podem parecer inofensivos, mas geram danos cumulativos e comprometem a saúde bucal ao longo do tempo

 

Embora a escovação inadequada e o consumo excessivo de doces sejam conhecidos por prejudicar os dentes, eles não são os únicos fatores que podem causar problemas bucais. Atitudes simples e comuns do dia a dia também podem desgastar o esmalte, favorecer o surgimento de cáries, provocar sensibilidade e até aumentar o risco de fraturas.

 

Segundo o cirurgião-dentista Dr. Flávio Pinheiro, pequenas atitudes repetidas diariamente podem gerar danos cumulativos e comprometer a saúde bucal ao longo do tempo. "Grande parte dos problemas que encontramos no consultório poderia ser evitada com mudanças simples de comportamento. Muitas pessoas nem imaginam que determinados hábitos prejudicam os dentes", explica.

 

Abaixo, o especialista destaca alguns hábitos comuns que podem danificar os dentes sem que você perceba. Confira!

 

1. Escovar os dentes com muita força

Escovar os dentes com força não significa fazer uma higiene mais eficiente. Pelo contrário: o excesso de pressão pode desgastar o esmalte dental e provocar retração da gengiva, deixando a raiz exposta e aumentando a sensibilidade. "O ideal é utilizar uma escova de cerdas macias e realizar movimentos suaves, sem aplicar força excessiva", orienta o especialista.

 

2. Ranger ou apertar os dentes

O bruxismo, caracterizado pelo hábito de ranger ou apertar os dentes, muitas vezes acontece durante o sono ou em momentos de estresse. Com o tempo, esse comportamento pode desgastar os dentes, provocar dores na mandíbula, dores de cabeça e até fraturas dentárias. Caso existam sinais como desgaste dos dentes ou desconforto ao acordar, é importante procurar avaliação odontológica.

 

3. Roer unhas ou morder objetos

Roer unhas, mastigar tampas de caneta, gelo ou outros objetos rígidos parece inofensivo, mas pode causar pequenas trincas, fraturas e sobrecarga na estrutura dos dentes. Além disso, esses hábitos também favorecem a entrada de bactérias na boca.

 

4. Consumir bebidas ácidas ao longo do dia

Refrigerantes, energéticos, bebidas esportivas e até água com limão consumida com muita frequência podem favorecer a erosão do esmalte dentário. "O problema não é apenas a quantidade, mas a frequência. Quando os dentes permanecem expostos ao ácido várias vezes ao dia, o esmalte vai sendo desgastado gradativamente", alerta o Dr. Flávio Pinheiro.

 

5. Escovar os dentes logo após consumir alimentos ou bebidas ácidas

Depois da ingestão de alimentos ou bebidas ácidas, o esmalte fica temporariamente mais vulnerável. Escovar os dentes imediatamente nesse momento pode acelerar o desgaste. A recomendação é aguardar cerca de 30 minutos antes da escovação, permitindo que a saliva ajude a neutralizar a acidez.

 

6. Beliscar alimentos açucarados entre as refeições

Consumir pequenas porções de doces ao longo do dia mantém as bactérias da boca constantemente alimentadas, aumentando a produção de ácidos que favorecem o aparecimento de cáries. Sempre que possível, é melhor concentrar o consumo de doces durante as refeições e manter uma boa higiene bucal.

 

7. Ignorar pequenos sinais

Sensibilidade ao frio, sangramento na gengiva durante a escovação, pequenas trincas ou mudanças na aparência dos dentes não devem ser considerados normais. "Quanto mais cedo identificamos um problema, mais simples costuma ser o tratamento. Esperar a dor aparecer pode significar procedimentos mais complexos e maiores custos", alerta o Dr. Flávio Pinheiro.

 

Cuidar da saúde bucal é também cuidar da saúde geral. "Manter uma boa higiene bucal, utilizar uma escova de cerdas macias, adotar uma alimentação equilibrada e realizar consultas periódicas ao dentista são medidas fundamentais para prevenir problemas e preservar a saúde dos dentes ao longo da vida", conclui.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/7-habitos-comuns-que-podem-danificar-os-dentes,a4d875a103025f96ce7c1ae87f38b47egd0rx0vp.html?utm_source=clipboard - Por Adriana Quintairos - Foto: Pixel-Shot | Shutterstock / Portal EdiCase

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

10 coisas da sua casa que podem estar afetando sua saúde sem você perceber


Descubra quais objetos da casa que podem afetar a saúde e veja cuidados simples para reduzir riscos no dia a dia

 

Provavelmente você já sabe da importância da alimentação, do sono e da atividade física. Mas talvez não imagine que alguns objetos presentes dentro de casa também podem influenciar a saúde quando não recebem os cuidados adequados.

 

Na maioria das vezes, eles não representam um perigo imediato nem justificam preocupação excessiva. O problema costuma estar no uso inadequado, na falta de limpeza ou no desgaste provocado pelo tempo.

 

Em alguns casos, isso pode favorecer alergias, aumentar o risco de contaminação ou expor você a substâncias que ainda são estudadas pela ciência.

 

Neste Dia Nacional da Saúde, vale a pena observar alguns hábitos simples que podem fazer diferença no dia a dia.

 

1. Esponja da cozinha: um dos objetos da casa que podem afetar a saúde

Poucos utensílios da casa acumulam tantos microrganismos quanto a esponja usada para lavar a louça. Ela reúne umidade, restos de alimentos e temperatura ambiente, condições ideais para a multiplicação de bactérias.

O problema não é a esponja em si, mas o tempo de uso e a forma como ela é conservada. Quando permanece muito tempo na pia, pode facilitar a contaminação de utensílios, bancadas e alimentos.

Não por acaso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) orienta que utensílios utilizados na manipulação de alimentos sejam mantidos limpos e em bom estado de conservação.

Depois de usar, enxágue bem a esponja, retire o excesso de água e deixe-a secar. Também vale trocá-la quando estiver muito escura, com mau cheiro ou desgastada.

 

2. Umidificador exige limpeza para continuar sendo um aliado

Durante os períodos de baixa umidade do ar, o umidificador pode aliviar o desconforto respiratório. Mas esse benefício depende da manutenção correta.

Se a água permanecer parada por vários dias, o reservatório pode favorecer a proliferação de bactérias e fungos, que acabam sendo dispersos no ambiente quando o aparelho é ligado.

Crianças, idosos e pessoas com asma, doenças pulmonares ou imunidade comprometida tendem a ser mais sensíveis a esse problema.

Por isso, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) recomenda trocar a água diariamente e higienizar o reservatório seguindo as orientações do fabricante.

 

3. Aquecer alimentos no plástico pede alguns cuidados

Esquentar a comida no mesmo pote em que ela foi armazenada virou rotina em muitas casas. O cuidado está em saber se aquele recipiente foi fabricado para suportar altas temperaturas.

Quando plásticos inadequados, antigos ou muito riscados são aquecidos repetidamente, pequenas quantidades de algumas substâncias químicas podem migrar para os alimentos.

Segundo o National Institute of Environmental Health Sciences (NIEHS), ainda há pesquisas em andamento para compreender melhor os possíveis efeitos da exposição prolongada a alguns bisfenóis e ftalatos (substâncias químicas usadas na fabricação de alguns plásticos, embalagens e outros produtos do dia a dia) na saúde humana.

Por precaução, especialistas costumam orientar o uso de recipientes de vidro ou cerâmica para aquecer refeições. Já os plásticos identificados como próprios para micro-ondas devem ser utilizados conforme as recomendações do fabricante.

 

4. Aromatizadores perfumam o ambiente, mas não substituem a ventilação

Sprays, difusores elétricos e velas aromáticas deixam a casa mais agradável, mas mascarar odores nem sempre resolve o problema.

Alguns desses produtos podem liberar compostos orgânicos voláteis (VOCs) e fragrâncias que irritam as vias respiratórias de pessoas mais sensíveis, especialmente em ambientes fechados.

Por isso, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) considera a ventilação uma das medidas mais importantes para manter a qualidade do ar dentro de casa.

Sempre que possível, vale abrir portas e janelas para renovar o ar e investigar a origem de odores persistentes, em vez de apenas encobri-los.

 

5. Panelas antiaderentes são seguras quando usadas corretamente

As panelas antiaderentes modernas passaram por avaliações de segurança e podem ser usadas normalmente quando estão em boas condições e são utilizadas conforme as instruções do fabricante.

O cuidado maior aparece quando o revestimento está muito desgastado ou quando a panela é submetida a temperaturas muito acima das recomendadas. Nessas situações, o material pode se deteriorar e perder suas características de proteção.

A Anvisa e a Food and Drug Administration (FDA) informam que materiais aprovados para contato com alimentos são considerados seguros quando usados dentro das condições previstas.


Para conservar a panela antiaderente e evitar danos ao revestimento:

evite usar colheres ou espátulas de metal, que podem riscar a superfície;

prefira utensílios de madeira, silicone ou nylon;

não deixe a panela vazia no fogo por muito tempo;

troque a panela quando a camada antiaderente estiver soltando, com riscos profundos ou partes descascadas.

 

6. Travesseiros antigos podem piorar alergias

Mesmo protegidos por fronhas, os travesseiros acumulam suor, poeira, ácaros e resíduos de pele ao longo do tempo.

Para quem tem rinite, asma ou outras doenças alérgicas, esse acúmulo pode contribuir para espirros, congestão nasal e noites mal dormidas.

Além disso, o enchimento perde sustentação com o uso, deixando de oferecer o apoio adequado para a cabeça e o pescoço.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que a qualidade do ambiente interno e a redução da exposição a alérgenos ajudam a proteger a saúde respiratória, principalmente em pessoas mais sensíveis.

Trocar o travesseiro periodicamente, usar capas protetoras e seguir as orientações do fabricante sobre lavagem são medidas simples que ajudam a manter o ambiente mais saudável.

 

7. A escova de dentes também tem prazo de validade

Se as cerdas já estão abertas, provavelmente a escova de dentes está na hora de ser trocada.

Além de perder eficiência na remoção da placa bacteriana, uma escova muito desgastada dificulta a higiene bucal adequada.

A Associação Americana de Odontologia (ADA) recomenda substituí-la, em geral, a cada três ou quatro meses, ou antes, se as cerdas estiverem deformadas.

Outro cuidado importante é deixá-la secar naturalmente entre as escovações e evitar recipientes fechados, que favorecem a umidade.

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8. A tábua de cortar pode facilitar a contaminação cruzada

A tábua de cortar usada para preparar alimentos também merece atenção.

Com o tempo, os cortes provocados pela faca formam pequenas fissuras que dificultam a limpeza e podem reter resíduos de alimentos.

O maior risco é usar a mesma tábua para carnes cruas e alimentos que serão consumidos sem cozimento, como frutas, verduras e pães.

Por isso, a Anvisa, assim como a FDA e o CDC, recomenda utilizar tábuas diferentes para alimentos crus e prontos para consumo, além de higienizá-las cuidadosamente após cada uso.

Se a superfície apresentar rachaduras profundas ou estiver muito desgastada, vale considerar a substituição.

 

9. Garrafas reutilizáveis também precisam de limpeza

Levar a própria garrafa reutilizável para o trabalho, a academia ou os passeios é um hábito saudável e sustentável. Mas ela também precisa entrar na rotina de limpeza.

Quando a lavagem é feita apenas de vez em quando, podem se formar biofilmes — uma fina camada de microrganismos que se fixa às paredes internas do recipiente, principalmente se ele permanece úmido por longos períodos.

Por isso, o CDC recomenda manter recipientes reutilizáveis sempre limpos. O ideal é lavá-los diariamente com água e detergente, enxaguar bem e deixá-los secar completamente antes de fechar a tampa.

Se a garrafa tiver canudos, válvulas ou tampas com borrachas de vedação, essas peças também merecem atenção, pois podem acumular resíduos e umidade.

 

10. O filtro do ar-condicionado influencia a qualidade do ar

Quem usa ar-condicionado em casa costuma lembrar da temperatura, mas nem sempre do filtro.

Com o passar do tempo, ele acumula poeira, pólen, ácaros e outras partículas presentes no ambiente. Isso não provoca doenças por si só, mas pode piorar sintomas de rinite, asma e outras condições respiratórias em pessoas sensíveis.

A EPA destaca que a limpeza e a troca periódica dos filtros fazem parte das medidas recomendadas para melhorar a qualidade do ar em ambientes internos.

Seguir a manutenção indicada pelo fabricante também ajuda o aparelho a funcionar de forma mais eficiente.

 

Pequenos cuidados fazem diferença

Nenhum desses itens precisa ser motivo de preocupação exagerada. Na maioria das situações, os riscos estão relacionados ao uso inadequado, à falta de manutenção ou ao desgaste natural provocado pelo tempo.

Trocar uma esponja velha, higienizar corretamente o umidificador, usar recipientes apropriados para aquecer alimentos, substituir a escova de dentes no momento certo ou limpar o filtro do ar-condicionado são atitudes simples que podem contribuir para um ambiente mais saudável.

Neste Dia Nacional da Saúde, vale um lembrete: cuidar da saúde não depende apenas de consultas, exames ou medicamentos. Muitas vezes, começa com hábitos cotidianos que passam despercebidos dentro da própria casa.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/10-coisas-da-sua-casa-que-podem-estar-afetando-sua-saude-sem-voce-perceber,c9393feb25125e28e34780b0a652a9398g50fn1z.html?utm_source=clipboard - Foto: SaúdeLAB

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

O que comer para ganhar massa muscular? Nutricionista lista opções de alimentos


O que comer para ganhar massa muscular? Veja os alimentos que podem ajudar na hipertrofia e como montar uma alimentação mais estratégica.

 

Para ganhar massa muscular, não basta aumentar o consumo de proteínas ou repetir os mesmos alimentos todos os dias. O resultado depende da combinação entre treino de força, descanso e uma alimentação capaz de fornecer energia e nutrientes suficientes para a recuperação muscular.

 

Por isso, quem busca o que comer para ganhar massa muscular encontra uma resposta que vai além do tradicional frango com batata-doce.

 

Proteínas, carboidratos, gorduras saudáveis, vitaminas e minerais participam dessa estratégia e devem aparecer de forma equilibrada na rotina.

 

O que comer para ganhar massa muscular?

Segundo o nutricionista Matheus Medeiros, um erro comum é olhar apenas para a proteína e esquecer dos outros nutrientes envolvidos no processo.

 

"Para favorecer o ganho de massa muscular, também é preciso consumir energia suficiente e manter uma alimentação variada, com boas fontes de carboidratos, gorduras saudáveis, vitaminas e minerais", explica.

 

Proteínas: alimentos essenciais para a construção muscular

As proteínas fornecem aminoácidos utilizados pelo organismo na síntese de proteínas musculares, processo importante para a recuperação e adaptação após o treino de força.

Além da quantidade total consumida no dia, a qualidade das fontes proteicas também deve ser considerada.

 

O que comer para ganhar massa muscular: proteínas

 

Carboidratos: energia para melhorar o treino

Os carboidratos ainda são vistos por algumas pessoas como inimigos da hipertrofia, mas eles têm papel importante no fornecimento de energia para os exercícios.

Uma ingestão adequada ajuda a manter o desempenho durante os treinos e a reposição do glicogênio muscular, reserva de energia utilizada pelo corpo.


O que comer para ganhar massa muscular: carboidratos

 

Gorduras saudáveis também fazem parte da alimentação

As gorduras não devem ser eliminadas por quem deseja ganhar massa muscular. Elas participam da absorção de vitaminas, do fornecimento de energia e de diferentes funções do organismo.

O ideal é priorizar fontes com melhor qualidade nutricional.

 

Vitaminas e minerais também importam

Vitaminas e minerais não aumentam a massa muscular diretamente, mas participam de processos importantes para o funcionamento do organismo, metabolismo energético e recuperação após o exercício.

Por isso, uma alimentação voltada à hipertrofia também deve incluir variedade de vegetais e frutas, como:

 

Brócolis, couve e espinafre: fornecem fibras, vitaminas e minerais.

Cenoura e tomate: ajudam a ampliar a variedade de nutrientes da dieta.

Frutas cítricas: contribuem com vitamina C e outros compostos importantes.

Frutas vermelhas: oferecem fibras e compostos bioativos.

Outras frutas e verduras: ajudam a complementar a ingestão de micronutrientes.

Quanto mais variada for a alimentação, maior a chance de atingir diferentes necessidades nutricionais.

 

O que comer no café da manhã para ganhar massa muscular?

O café da manhã pode ser uma boa oportunidade para incluir proteínas e carboidratos de qualidade, principalmente para quem treina pela manhã ou tem dificuldade de distribuir esses nutrientes ao longo do dia.

Não existe uma combinação única que funcione para todas as pessoas. A escolha depende da rotina, do horário dos treinos e das necessidades nutricionais de cada um.

 

Algumas opções incluem:

 

Ovos mexidos com pão integral: combina proteínas e carboidratos em uma refeição simples.

Iogurte natural com aveia e frutas: reúne proteínas, fibras e energia.

Vitamina de leite com banana e aveia: alternativa prática para quem prefere uma refeição líquida.

Tapioca recheada com queijo branco e ovos: oferece carboidratos e proteínas.

Pão integral com ricota e uma fruta: opção rápida para variar as fontes de nutrientes.

 

É preciso comer de 3 em 3 horas para ganhar massa muscular?

Não. A ideia de que é obrigatório fazer uma refeição a cada três horas para ganhar massa muscular se tornou bastante popular, mas não é uma regra sustentada pela ciência atual.

O mais importante é atingir a quantidade adequada de proteínas e energia ao longo do dia.

Distribuir esses nutrientes em diferentes refeições pode ser uma estratégia interessante, mas o intervalo exato entre elas pode variar conforme a rotina de cada pessoa.

Para Matheus Medeiros, a alimentação precisa ser organizada de forma prática e sustentável.

"Mais importante do que comer exatamente de três em três horas é manter uma alimentação que forneça proteínas e energia suficientes ao longo do dia. A estratégia precisa funcionar dentro da rotina para ser mantida", orienta.

 

Quanto de proteína é necessário para ganhar massa muscular?

A quantidade de proteína necessária varia conforme peso corporal, idade, nível de treinamento, objetivo e ingestão total de energia.

Para pessoas que praticam exercícios de força e buscam hipertrofia, a International Society of Sports Nutrition (ISSN) indica uma ingestão diária em torno de 1,4 a 2,0 gramas de proteína por quilo de peso corporal para a maioria dos praticantes.

Esse valor não significa que consumir mais proteína sempre levará a mais músculos.

O ganho de massa muscular depende da combinação entre estímulo do treino, disponibilidade de energia, descanso e alimentação adequada.

Também é importante distribuir o consumo proteico ao longo do dia, em vez de concentrar grandes quantidades em apenas uma refeição.

 

Suplementos ajudam a ganhar massa muscular?

Os suplementos podem ser úteis em algumas situações, principalmente quando existe dificuldade para atingir as necessidades nutricionais apenas com os alimentos.

No entanto, eles não substituem uma alimentação equilibrada nem um treinamento adequado.

 

Whey protein

O whey protein é uma fonte concentrada de proteínas derivada do leite. Ele pode ser uma opção prática para complementar a ingestão proteica quando a rotina dificulta o consumo de alimentos ricos em proteínas.

Para quem consegue atingir as necessidades diárias pela alimentação, o suplemento pode não ser necessário.

 

Creatina

A creatina monoidratada é um dos suplementos mais estudados na nutrição esportiva.

Associada ao treinamento de força, ela pode contribuir para melhorar o desempenho em exercícios de alta intensidade e favorecer ganhos de força e massa muscular ao longo do tempo.

Seus efeitos dependem da combinação com treino regular e alimentação adequada.

 

Maltodextrina

A maltodextrina é um suplemento de carboidrato usado para aumentar a oferta de energia.

Ela pode ter utilidade em situações específicas, como para atletas ou pessoas com alto gasto energético.

Para grande parte das pessoas que treinam de forma recreativa, porém, os carboidratos dos alimentos costumam ser suficientes.

 

Quando procurar um nutricionista?

A alimentação para ganho de massa muscular pode variar bastante de uma pessoa para outra. Por isso, o acompanhamento profissional pode ajudar a montar uma estratégia mais adequada.

 

Vale procurar um nutricionista quando houver:

 

dificuldade para ganhar peso ou massa muscular;

dúvidas sobre quantidade de proteínas e calorias;

interesse em iniciar o uso de suplementos;

necessidade de organizar a alimentação em torno dos treinos;

objetivos específicos relacionados ao desempenho esportivo.

A avaliação individual permite ajustar a alimentação considerando rotina, preferências e metas.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/o-que-comer-para-ganhar-massa-muscular-nutricionista-lista-opcoes-de-alimentos,52f139622f6b740c17a002743412d10byya3h7w6.html?utm_source=clipboard - Foto: SaúdeLAB

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Hipertensão: sinais, riscos e dicas de prevenção


A hipertensão costuma ser silenciosa, mas pode provocar sintomas quando a pressão sobe muito

 

Resumo

A hipertensão, conhecida como doença silenciosa, muitas vezes não apresenta sintomas, mas pode causar problemas graves como infarto e AVC. Sintomas como dor de cabeça, tontura e dor no peito, quando a pressão sobe muito, exigem atenção médica imediata. Medir a pressão regularmente e adotar hábitos saudáveis é essencial para prevenção e controle.

A hipertensão é uma doença crônica que afeta milhões de brasileiros. Apesar de ser um dos principais fatores de risco para infarto, AVC e insuficiência renal, ela costuma evoluir sem causar sintomas. Por isso, muitas pessoas só descobrem que têm pressão alta durante uma consulta ou ao medir a pressão por rotina.

 

Quando a pressão arterial sobe de forma importante, alguns sinais podem aparecer. Nesses casos, é fundamental procurar avaliação médica para identificar a causa e iniciar o tratamento adequado.

 

Quais são os sintomas da pressão alta?

Na maior parte do tempo, a hipertensão é considerada uma doença silenciosa. No entanto, quando os níveis da pressão arterial aumentam muito, podem surgir sintomas como:

 

Dor de cabeça.

Tontura.

Visão embaçada.

Zumbido no ouvido.

Dor no peito.

Fraqueza.

Sangramento nasal.

Esses sintomas não confirmam, por si só, o diagnóstico de hipertensão. Eles podem estar relacionados a outras condições de saúde. A única forma de saber se a pressão está elevada é medi-la corretamente.

 

Quando a pressão alta é considerada hipertensão?

De acordo com o Ministério da Saúde, a hipertensão é caracterizada por níveis de pressão arterial iguais ou superiores a 140/90 mmHg, popularmente conhecidos como "14 por 9", confirmados em avaliações médicas.

 

Já uma pressão em torno de 120/80 mmHg ("12 por 8") é considerada dentro da faixa normal para adultos.

 

Quando procurar atendimento imediatamente?

Alguns sintomas associados à pressão elevada podem indicar uma situação de urgência e não devem ser ignorados.

 

Procure atendimento médico imediatamente ou acione o SAMU (192) se houver:

 

Dor intensa no peito.

Falta de ar.

Desmaio.

Perda de força em um lado do corpo.

Dificuldade para falar.

Alteração súbita da visão.

Dor de cabeça muito intensa e diferente do habitual.

 

Esses sinais podem estar relacionados a complicações graves, como infarto ou AVC, e exigem avaliação médica urgente.

 

Quem tem maior risco de desenvolver hipertensão?

Diversos fatores aumentam o risco de pressão alta. Entre os principais estão:

 

Histórico familiar de hipertensão.

Envelhecimento.

Obesidade.

Consumo excessivo de sal.

Sedentarismo.

Tabagismo.

Consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Colesterol elevado.

Diabetes.

Estresse.

A adoção de hábitos saudáveis ajuda a reduzir o risco e também faz parte do tratamento de quem já recebeu o diagnóstico.

 

Como prevenir complicações?

Como a hipertensão geralmente não causa sintomas, medir a pressão regularmente é uma das principais formas de identificar a doença precocemente.

 

Além do acompanhamento médico, algumas medidas ajudam a controlar a pressão arterial:

 

Reduzir o consumo de sal.

Praticar atividade física regularmente.

Manter um peso adequado.

Evitar fumar.

Limitar o consumo de bebidas alcoólicas.

Seguir corretamente o tratamento prescrito pelo médico, quando necessário.

O ideia é que adultos meçam a pressão periodicamente, mesmo na ausência de sintomas. O diagnóstico precoce reduz o risco de complicações cardiovasculares e renais.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/hipertensao-sinais-riscos-e-dicas-de-prevencao,c9d7145c8870e732d2db17de98a9724b8gsadu3g.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia