sexta-feira, 22 de maio de 2026

Estatinas salvam vidas? Entenda como medicamentos para colesterol ajudam a prevenir infarto e AVC


Entre os medicamentos mais citados nas conversas sobre colesterol estão as estatinas, grupo de remédios que inclui substâncias como atorvastatina e rosuvastatina.

 

Em clínicas e hospitais de todo o país, o tema "colesterol" aparece com frequência nas consultas de rotina. Entre os medicamentos mais citados nessas conversas estão as estatinas, grupo de remédios que inclui substâncias como atorvastatina e rosuvastatina. Afinal, esses fármacos se tornaram parte importante da estratégia da cardiologia moderna para reduzir o colesterol LDL, o colesterol "ruim", e diminuir o risco de infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

 

O interesse por essas medicações aumentou conforme estudos internacionais mostraram que, ao controlar melhor o colesterol, é possível reduzir de forma significativa eventos cardiovasculares graves. Ainda assim, muitos pacientes têm dúvidas sobre como esses remédios funcionam. Ademais, quem realmente precisa usá-los e quais cuidados devem acompanhar o tratamento de longo prazo com estatinas.

 

Como o colesterol alto prejudica o coração e os vasos sanguíneos

O colesterol é uma gordura essencial ao organismo, envolvida na produção de hormônios e na formação das membranas das células. No entanto, o problema começa quando há excesso de colesterol LDL circulando no sangue. Em níveis elevados, essa partícula tende a se acumular na parede interna das artérias, favorecendo a formação das chamadas placas de gordura, processo conhecido como aterosclerose.

 

Essas placas estreitam os vasos, dificultando a passagem do sangue e, com o tempo, podem se romper. Quando isso ocorre, forma-se um coágulo sobre a placa rompida, interrompendo o fluxo sanguíneo. Se o vaso obstruído irriga o coração, o quadro é um infarto; se a artéria acometida fica no cérebro, ocorre um AVC isquêmico. Por essa razão, o controle rigoroso do colesterol LDL é considerado um dos pilares na prevenção de doenças cardiovasculares.

 

Estatinas: o que são e como reduzem o colesterol LDL?

As estatinas são medicamentos que atuam principalmente no fígado, órgão responsável por produzir boa parte do colesterol do corpo. Substâncias como atorvastatina e rosuvastatina inibem uma enzima chave dessa fabricação, levando o fígado a produzir menos colesterol. Com essa redução interna, o órgão passa a retirar mais LDL da corrente sanguínea, por meio de receptores específicos, o que diminui os níveis de colesterol "ruim" nos exames laboratoriais.

 

Além de reduzir o LDL, as estatinas podem aumentar discretamente o HDL, o chamado colesterol "bom", e contribuir para estabilizar placas já existentes nas artérias, deixando-as menos propensas a ruptura. Estudos clínicos realizados ao longo das últimas décadas apontam que o uso regular dessas medicações, em doses adequadas, está associado a menor incidência de infarto, AVC e necessidade de procedimentos como angioplastia e cirurgia de ponte de safena.

 

Quem costuma receber indicação de atorvastatina ou rosuvastatina?

A prescrição de estatinas é feita com base no risco cardiovascular global de cada pessoa, e não apenas em um único valor de colesterol. De maneira geral, esses remédios são indicados com maior frequência para:

 

Pessoas que já tiveram infarto, AVC ou angina;

Pacientes com obstruções significativas em artérias coronárias ou carótidas;

Indivíduos com diabetes tipo 1 ou tipo 2, principalmente acima de 40 anos;

Pessoas com colesterol LDL persistentemente elevado, mesmo após mudanças no estilo de vida;

Pacientes com histórico familiar importante de doença cardíaca precoce.

 

A escolha entre atorvastatina, rosuvastatina ou outras estatinas, assim como a dose, leva em conta fatores como idade, outras doenças associadas, uso de medicamentos concomitantes e metas de redução de LDL definidas pelo profissional de saúde. Em alguns casos, a indicação é de uso contínuo e prolongado, com acompanhamento periódico.

 

Quais efeitos colaterais e cuidados merecem atenção?

Embora sejam amplamente estudadas e utilizadas, as estatinas podem provocar efeitos indesejáveis em parte dos usuários. Entre os mais citados estão dores musculares, sensação de fraqueza e, ocasionalmente, alterações em exames de enzimas do fígado. Em situações mais raras, podem ocorrer quadros musculares mais graves, o que exige suspensão imediata do medicamento e avaliação médica.

 

Por isso, recomenda-se que o tratamento seja acompanhado por consultas regulares e, quando necessário, exames de sangue para monitorar fígado, rim e fração lipídica. Em caso de sintomas como dor muscular intensa, urina escurecida, cansaço fora do habitual ou amarelamento dos olhos, a orientação é buscar atendimento para reavaliar a dose ou considerar outra estratégia terapêutica. A automedicação com estatinas, sem prescrição, é desencorajada, especialmente em pessoas que já usam diversos remédios ao mesmo tempo.

 

 

Qual o papel da alimentação e dos exercícios no controle do colesterol?

Mesmo quando as estatinas são indicadas, a mudança de hábitos segue como parte fundamental do tratamento. Uma alimentação equilibrada, com menor consumo de gorduras saturadas e trans e maior ingestão de frutas, verduras, legumes, grãos integrais e fontes de gordura de melhor perfil, como peixes e azeite de oliva, auxilia na redução do colesterol LDL e contribui para o controle do peso corporal.

 

A prática regular de atividade física também exerce efeito importante sobre o metabolismo das gorduras. Caminhadas, corridas leves, ciclismo e outras modalidades aeróbicas, associadas a exercícios de fortalecimento muscular, tendem a aumentar o HDL e melhorar a circulação sanguínea. Em muitos casos, o conjunto de dieta adequada, movimento diário e abandono do tabagismo permite usar doses menores de estatinas para atingir as metas de colesterol.

 

Manter acompanhamento com profissional de saúde para definição de metas de LDL;

Seguir corretamente o horário e a dose prescrita de estatinas, sem interrupções por conta própria;

Adotar plano alimentar voltado ao controle do colesterol;

Incluir exercícios físicos regulares, respeitando limites individuais;

Relatar efeitos adversos e esclarecer dúvidas durante as consultas.

Dessa forma, o uso responsável de estatinas, aliado a um estilo de vida saudável e ao monitoramento médico periódico, compõe uma das principais estratégias disponíveis atualmente para reduzir o impacto das doenças cardiovasculares, ainda entre as maiores causas de morte no Brasil e no mundo em 2026.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/estatinas-salvam-vidas-entenda-como-medicamentos-para-colesterol-ajudam-a-prevenir-infarto-e-avc,bff6910288c092c7c86f0bfe361dd41dkdpv3j24.html?utm_source=clipboard - Por: Valdomiro Neto* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / Irrmago

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Saúde da mulher em foco: os exames indispensáveis para prevenir doenças e garantir qualidade de vida


Em diferentes fases da vida, o corpo feminino passa por ciclos hormonais e biológicos que modificam riscos e necessidades de saúde.

 

Em diferentes fases da vida, o corpo feminino passa por ciclos hormonais e biológicos que modificam riscos e necessidades de saúde. Por isso, o check-up integral da mulher precisa ir muito além do famoso Papanicolau. As mulheres devem incorporar exames laboratoriais, de imagem e rastreios clínicos específicos em cada etapa. Esse cuidado começa na juventude e segue até a pós-menopausa. Estudos recentes e diretrizes de sociedades médicas brasileiras e internacionais reforçam essa importância. Elas mostram que identificar alterações de forma precoce impacta diretamente a longevidade e a qualidade de vida.

 

Ao longo das décadas, mudanças no padrão reprodutivo, no estilo de vida e na expectativa de vida alteraram o perfil das doenças que mais afetam as mulheres. Hoje, condições como doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, cânceres ginecológicos, osteoporose e transtornos da tireoide dividem espaço com as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e questões de saúde mental. Diante desse cenário, a avaliação periódica ganha relevância e se torna uma ferramenta estratégica de prevenção. Além disso, esse acompanhamento contínuo permite ajustes rápidos nas condutas de tratamento e nos hábitos de vida.

 

Saúde da mulher em foco: os exames indispensáveis para prevenir doenças e garantir qualidade de vida

O chamado check-up feminino não representa um pacote fixo e igual para todas. Em vez disso, profissionais de saúde montam um conjunto de avaliações personalizadas conforme idade, histórico familiar, uso de medicamentos, hábitos e presença de sintomas. Diretrizes de entidades como a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e Organização Mundial da Saúde orientam essa personalização. Elas indicam que a prevenção deve combinar rastreios ginecológicos, exames cardiometabólicos, avaliação óssea e exames de imagem. Além disso, os médicos ajustam a frequência desses exames ao perfil de risco de cada mulher.

 

Nesse contexto, o Papanicolau segue como exame essencial para rastrear lesões precursoras de câncer do colo do útero. No entanto, as mulheres não devem entendê‑lo como sinônimo de check-up. A investigação de pressão arterial, colesterol, glicemia, hormônios e densidade óssea, entre outros, determina grande parte da prevenção. Esses exames reduzem o impacto de doenças crônicas que se manifestam de forma silenciosa, principalmente a partir dos 40 anos. Assim, o check-up integral fortalece a prevenção e melhora a detecção precoce.

 

 

Quais exames são prioritários na juventude e na fase reprodutiva?

Na adolescência e nos primeiros anos da fase adulta, o foco do check-up integral da mulher consiste em estabelecer um "marco zero" de saúde. Além disso, os profissionais orientam a prevenção de ISTs, gravidez não planejada e alterações metabólicas. A partir do início da vida sexual, diretrizes recomendam consulta ginecológica anual. Nessa consulta, o médico realiza avaliação clínica, oferece orientação contraceptiva e indica rastreios específicos. Esses rastreios consideram o comportamento sexual e a presença de fatores de risco.

 

Entre os principais exames indicados para mulheres jovens e na fase reprodutiva, destacam-se:

 

Papanicolau (citologia oncótica cervical): diretrizes geralmente recomendam o exame entre 25 e 64 anos. O intervalo depende do resultado anterior e das normas nacionais vigentes.

Pesquisa de ISTs (HIV, sífilis, hepatites virais e, quando indicado, clamídia e gonorreia), sobretudo em caso de múltiplos parceiros ou ausência de preservativo. Além disso, o médico pode orientar testes rápidos em serviços públicos.

Exames laboratoriais básicos: hemograma, glicemia de jejum, perfil lipídico (colesterol total e frações, triglicerídeos) e função tireoidiana. O profissional solicita a avaliação da tireoide conforme os sintomas ou o histórico familiar.

Exames de imagem ginecológicos: ultrassonografia pélvica ou transvaginal ajuda a investigar cólicas intensas e irregularidades menstruais. O médico também utiliza esses exames diante de suspeita de miomas, cistos ovarianos ou para acompanhar métodos contraceptivos específicos.

Avaliação vacinal, incluindo vacinação contra HPV, hepatite B e outras doenças imunopreveníveis previstas no calendário nacional. Em muitos casos, o profissional atualiza esquemas atrasados.

 

Nessa fase, os médicos costumam investigar anemia, síndrome dos ovários policísticos, distúrbios menstruais e alterações de peso. Sociedades médicas também alertam para a importância do rastreio de sinais precoces de transtornos de ansiedade, depressão e distúrbios alimentares. Dessa forma, o cuidado ginecológico se integra à saúde mental e fortalece o suporte global à jovem.

 

Check-up feminino após os 40: como proteger o coração, o metabolismo e as mamas?

A partir dos 40 anos, o check-up da saúde da mulher ganha novos componentes, especialmente na área cardiovascular e oncológica. Dados da SBC mostram que doenças do coração e dos vasos sanguíneos representam uma das principais causas de morte entre mulheres. Muitas vezes, esses problemas surgem com sintomas atípicos. Por isso, além de aferir pressão arterial em todas as consultas, os médicos costumam incluir exames periódicos como:

 

Perfil lipídico completo e glicemia de jejum, com frequência ajustada ao risco de diabetes e dislipidemia. Assim, o profissional consegue intervir antes do surgimento de complicações.

Hemoglobina glicada, quando existe suspeita ou diagnóstico de diabetes. Esse exame avalia o controle glicêmico nos últimos meses.

Função renal e hepática, sobretudo em mulheres que utilizam medicamentos contínuos ou apresentam hipertensão e diabetes. Esses exames ajudam a monitorar possíveis efeitos colaterais.

ECG (eletrocardiograma) e, em determinados casos, teste ergométrico ou outros exames de imagem cardíaca, conforme orientação cardiológica. Em mulheres com sintomas ou alto risco, o médico amplia essa investigação.

 

Entre os 40 e o início do climatério, os profissionais também intensificam a vigilância sobre:

 

Pressão arterial - o médico mede em todas as consultas e observa tendências de aumento.

Peso, circunferência abdominal e índice de massa corporal - esses parâmetros ajudam a monitorar obesidade e risco metabólico. Além disso, orientam mudanças de estilo de vida.

Função tireoidiana - alterações da tireoide ocorrem com maior frequência no sexo feminino, sobretudo após os 35-40 anos. A detecção precoce reduz impactos no metabolismo e no humor.

Rastreamento de câncer colorretal, geralmente a partir dos 45-50 anos, por colonoscopia ou exames alternativos, seguindo orientações atualizadas. Em famílias com histórico da doença, o início do rastreio costuma ocorrer mais cedo.

Climatério e pós-menopausa: quais exames não podem faltar para preservar a longevidade?

Com a chegada do climatério e da pós-menopausa, o corpo feminino passa por queda acentuada de estrogênio. Essa mudança influencia de forma direta a saúde óssea, cardiovascular, urogenital e metabólica. Nessa fase, o check-up integral da mulher tende a se tornar ainda mais abrangente. Os profissionais avaliam com atenção os efeitos do envelhecimento e das mudanças hormonais sobre o organismo.

 

Entre os exames amplamente recomendados por diretrizes atualizadas estão:

 

Densitometria óssea: esse exame rastreia osteopenia e osteoporose. Diretrizes geralmente indicam o início a partir dos 65 anos. Contudo, mulheres com fatores de risco, como baixa massa corporal, fraturas prévias, uso prolongado de corticoides ou história familiar, podem realizar antes.

Reavaliação cardiometabólica completa: colesterol, triglicerídeos, glicemia, hemoglobina glicada e, quando necessário, exames de imagem cardíaca. Assim, o médico ajusta tratamentos e reduz o risco de eventos cardiovasculares.

Estudo da função renal e pesquisa de microalbuminúria em diabéticas ou hipertensas, para detecção precoce de nefropatia. Esse cuidado protege a função dos rins e orienta a escolha de medicamentos.

Exames ginecológicos contínuos, incluindo Papanicolau dentro da faixa etária e de acordo com a periodicidade recomendada. Além disso, o médico investiga sangramentos irregulares, corrimentos e sintomas de atrofia vaginal, que se tornam mais frequentes.

Rastreamento de câncer colorretal, mantido com a periodicidade indicada após o primeiro exame. Essa continuidade garante proteção ao longo do envelhecimento.

Nesse período, também se torna frequente a discussão sobre reposição hormonal. Esse tema exige avaliação detalhada de riscos cardiovasculares, histórico de câncer de mama, trombose e outras condições. A decisão costuma se basear em diretrizes científicas e no balanço entre riscos e benefícios. Além disso, o acompanhamento regular inclui exames laboratoriais e de imagem específicos quando necessário. Dessa forma, o tratamento se mantém seguro e individualizado.

 

Como organizar o check-up integral da mulher em cada fase da vida?

Para que o check-up feminino cumpra o papel de prevenção, especialistas destacam alguns pontos práticos. O acompanhamento com ginecologista, clínico geral ou médico de família permite planejar quais exames cada mulher deve fazer a cada ano. Esse planejamento considera não apenas a idade, mas todo o contexto de saúde individual. Além disso, o profissional avalia fatores sociais, rotina de trabalho e possibilidades de adesão.

 

Na juventude e fase reprodutiva: o foco recai sobre saúde sexual e reprodutiva, Papanicolau na faixa recomendada e rastreio de ISTs. Nesse período, o médico inclui exames de sangue básicos e reforça a orientação vacinal.

Após os 40 anos: ocorre ampliação da avaliação cardiometabólica. Nessa fase, as mulheres iniciam ou intensificam o rastreio de câncer de mama e colorretal. Além disso, elas recebem monitorização mais frequente da tireoide, do peso e da pressão arterial.

No climatério e pós-menopausa: o médico inclui densitometria óssea e reforça a vigilância cardiovascular e metabólica. As mulheres mantêm o rastreio oncológico adequado e recebem manejo dos sintomas relacionados à queda hormonal.

Em todas as etapas, o registro organizado de resultados facilita o acompanhamento periódico. O diálogo transparente com profissionais de saúde transforma dados de exames em ações concretas de cuidado. Dessa forma, a saúde da mulher em foco deixa de representar apenas um slogan e se torna uma prática contínua. Essa prática combina prevenção, detecção precoce e tratamento adequado, o que contribui para uma vida mais longa e com melhor qualidade.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/saude-da-mulher-em-foco-os-exames-indispensaveis-para-prevenir-doencas-e-garantir-qualidade-de-vida,2131546c7dbc8d56e7d3296741a5d8a12ur0o6x9.html?utm_source=clipboard - Por: Jonasmoura* *com uso de inteligência artificial / Giro 10 - depositphotos.com / Shidlovski

quarta-feira, 20 de maio de 2026

Ansiedade e nervosismo? 5 calmantes naturais que podem ajudar a relaxar


Com uso consciente, algumas plantas medicinais podem ajudar a aliviar o estresse, promover relaxamento e até favorecer o sono

 

Tem dias em que a mente não desacelera. A ansiedade aparece, o nervosismo aumenta e até dormir parece mais difícil.

 

Nessas horas, algumas plantas medicinais com propriedades calmantes podem ajudar a promover sensação de relaxamento e bem-estar.

 

Mas atenção: apesar de serem naturais, elas também exigem cuidado no uso. Especialmente quando consumidas com frequência ou em grandes quantidades.

 

A seguir, veja 5 calmantes naturais conhecidos por ajudar em momentos de ansiedade, nervosismo e agitação.

 

1. Passiflora (flor do maracujá)

A Passiflora incarnata, conhecida como flor do maracujá, é uma das plantas mais lembradas quando o assunto é relaxamento.

Ela possui propriedades sedativas ligadas à presença de flavonoides, que atuam no sistema nervoso.

Por isso, costuma ser associada à sensação de calma e ao favorecimento do sono.

Ela pode ser consumida em forma de chá.

 

2. Valeriana

A valeriana é bastante conhecida por seu efeito calmante.

A raiz da planta tem ação relacionada ao relaxamento e ao estímulo do sono.Ela é frequentemente usada em casos de agitação, nervosismo, ansiedade e dificuldade para dormir.

Inclusive, costuma ser uma das opções mais citadas quando o objetivo é relaxar antes de dormir.

 

3. Camomila

Clássica e fácil de encontrar, a camomila vai além do famoso chá.

Ela possui ação calmante no sistema digestivo e nervoso, ajudando a promover sensação de conforto e tranquilidade. Por isso, pode ser uma aliada em momentos de estresse, tensão ou nervosismo.

Além disso, muita gente aposta na bebida como parte da rotina noturna.

 

4. Melissa (cidreira)

A melissa, também conhecida como cidreira, tem propriedades calmantes e costuma ser utilizada em situações de ansiedade, nervosismo e perturbações do sono.

Seu chá é bastante popular justamente pela sensação de relaxamento que pode proporcionar.

Em alguns casos, ela também aparece associada a rotinas voltadas ao descanso.

 

5. Alfazema

A alfazema é rica em óleos essenciais e cumarina, compostos ligados às propriedades relaxantes da planta.

Por isso, costuma ser associada ao alívio da tensão nervosa e ao relaxamento.

Além do chá, seu aroma também é bastante utilizado em ambientes voltados ao bem-estar.

 

Como fazer um chá calmante para ansiedade?

Uma forma comum de consumo dessas plantas é o chá.

 

A orientação geral é:

 

Usar 1 sachê ou cerca de 20 gramas da planta em uma xícara de água fervente.

Depois, basta deixar a infusão descansar por 5 a 10 minutos.

O consumo pode acontecer ao longo do dia ou em momentos de maior estresse.

No caso da valeriana, o chá costuma ser consumido de 15 a 30 minutos antes de dormir. Nesse período, vale evitar telas, como celular e televisão, pois podem atrapalhar o descanso.

 

Natural também exige cuidado

Mesmo sendo naturais, essas plantas não devem ser usadas sem atenção. Isso porque o consumo excessivo pode trazer riscos. Além disso, dependendo da situação, elas podem não ser indicadas.

Por isso, o ideal é buscar orientação de um médico, nutricionista ou fitoterapeuta. Principalmente em casos de ansiedade persistente, insônia frequente ou uso contínuo.

 

Afinal, cuidar da saúde mental também passa por entender a causa dos sintomas.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/ansiedade-e-nervosismo-5-calmantes-naturais-que-podem-ajudar-a-relaxar,e4e262802045aa260845d6054d211644c5gx4nxi.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

terça-feira, 19 de maio de 2026

Corrida e mal súbito: Tragédia com atleta na Bahia alerta para perigos


O falecimento de um corredor experiente de 38 anos em Camaçari reforça a importância dos exames preventivos no esporte

 

O debate sobre corrida e mal súbito ganhou relevância após um triste acontecimento no Nordeste do país. Um homem de 38 anos faleceu durante uma prova de rua realizada no estado da Bahia.

 

O fato acendeu um alerta importante entre os organizadores de eventos e os praticantes da modalidade.

 

O que aconteceu no evento em Camaçari?

A vítima foi identificada como Ewerton Santana Vieira, considerado um corredor experiente por seus amigos próximos.

 

O atleta sofreu um mal súbito na noite do úlitmo sábado (16). O caso ocorreu durante a realização da segunda edição da 2ª Corrida da Classe Trabalhadora.

 

O evento esportivo aconteceu na cidade de Camaçari, localizada na Região Metropolitana de Salvador. Ewerton foi atendido por uma equipe de saúde no local, mas não resistiu e faleceu na prova.

 

A 18ª Delegacia Territorial de Camaçari registrou o caso para apurar os fatos ocorridos. Laudos periciais oficiais da polícia civil irão determinar a causa exata da morte do corredor baiano.

 

Por conta da tragédia, o sindicato organizador suspendeu o show que aconteceria após o encerramento da corrida.

 

O episódio reforça a necessidade de discutir os limites do corpo humano em exercícios de alta intensidade.

 

O que causa o mal súbito em atletas?

O mal súbito durante atividades físicas intensas costuma estar associado a problemas cardíacos ocultos. Muitas vezes, o praticante não sabe que possui uma alteração congênita no coração.

 

Arritmias cardíacas silenciosas

O esforço extremo pode engatilhar batimentos cardíacos desordenados e muito perigosos na atividade. Essa falha elétrica impede o bombardeamento correto de sangue para os órgãos vitais.

 

Cardiomiopatia hipertrófica

Essa condição médica provoca o aumento da espessura das paredes do músculo do coração. O problema dificulta o funcionamento do órgão e é a principal causa de mortes em jovens atletas.

 

Importância da avaliação médica prévia

Associar corrida e mal súbito assusta, mas a prevenção reduz drasticamente os riscos de fatalidades. Nenhum corredor deve iniciar treinos intensos sem passar por uma consulta médica detalhada.

 

O exame de eletrocardiograma e o teste ergométrico de esteira identificam a maioria das anomalias cardíacas.

 

Os médicos recomendam realizar esses exames de segurança pelo menos uma vez por ano. Esse protocolo básico garante que o coração aguente a sobrecarga provocada pelas corridas longas.

 

Sinais de alerta que o corpo emite

O organismo costuma dar pequenos avisos quando algo não está funcionando bem durante o treino. Ignorar esses sintomas físicos no percurso pode transformar o exercício em um risco grave.

 

Sinta o seu corpo e pare a corrida se notar dores ou aperto forte no peito. Tonturas repentinas, falta de ar desproporcional e palpitações anormais também exigem a interrupção imediata do esforço.

 

Praticando a corrida de rua com segurança

Correr traz inúmeros benefícios para a saúde quando a prática ocorre de forma consciente e orientada. Respeite sempre o ritmo do seu corpo e não tente ultrapassar limites perigosos nas provas.

 

Mantenha uma hidratação adequada antes, durante e após o término dos seus treinos diários. Conte com o apoio de profissionais de educação física para montar suas planilhas de evolução.

 

A segurança deve ser sempre a principal meta de qualquer atleta amador ou profissional.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/corrida-e-mal-subito-tragedia-com-atleta-na-bahia-alerta-para-perigos,391a089ee87890c3e441880a028d719e4iw80619.html?utm_source=clipboard - Foto: Arquivo Sejuv/reprodução/@robson.fotos_oficial / Sport Life

Confira a programação do Trezenário e Festa de Santo Antônio em Itabaiana 2026

A Paróquia Santo Antônio e Almas celebra o Trezenário e Festa em homenagem a Santo Antônio, Excelso Padroeiro de Itabaiana, de 31 de maio até 13 de junho de 2026. Este ano, o tema será: Santo Antônio, na humildade e caridade, uma missão de amor aos pobres e o lema: As indeléveis virtudes de Santo Antônio. Confira a programação completa:







Por Professor José Costa - Com informações da Paróquia Santo Antônio e Almas