quarta-feira, 8 de junho de 2016

19 melhores dicas de mulheres que conseguiram emagrecer de vez

Quem já testou diversos tipos de dieta e procurou especialistas para perder peso com saúde certamente sabe que uma boa alimentação aliada à prática constante de exercícios físicos são os pilares para o sucesso. Mas se você quer conhecer o que realmente funciona para emagrecer, precisa conferir as melhores dicas de mulheres que conseguiram emagrecer de vez, reunidas pela reportagem do site “Health”:

1. Comece o processo de perda de peso de forma gradual e com metas realistas. Trace seus objetivos acompanhada de nutricionistas e instrutores físicos para conseguir manter o emagrecimento, sem desistir.

2. Evite o sedentarismo praticando exercícios regularmente, use escadas em vez do elevador, caminhe pelo bairro deixando o carro em casa e levante-se de sua mesa, caso trabalhe sentada por muito tempo.

3. Começar a correr e não se sentir bem, perder o fôlego e não conseguir acompanhar pode ser desmotivador. Portanto, comece caminhando e, quando garantir melhor condicionamento físico, acelere o passo.

5. Mantenha a rotina de exercícios físicos, mesmo leves, em vez de ir para a academia apenas uma vez por mês e pegar pesado nas atividades.

6. Use a tecnologia a seu favor e baixe aplicativos para smartphone que ajudam na hora de se exercitar e dão dicas de boa alimentação.

7. Encontre um mantra pessoal para se inspirar toda vez que sentir preguiça para se exercitar.
8. Em vez de ficar presa somente a atividades aeróbicas, saiba que combinar os exercícios com musculação e até mesmo pilates e yoga podem ajudar a turbinar o emagrecimento e mesmo manter o peso ideal.

9. Uma boa música estimulante talvez seja somente o que você precisa para sair do sofá e praticar exercícios com mais frequência e satisfação.

10. Procure fazer algum tipo de exercício que você goste de verdade. Em vez de seguir modas e ficar presa a academias se o ambiente não lhe é agradável, busque alternativas que realmente deem prazer, como natação, surfe, dança, entre outros.

11. Tente convencer amigos ou familiares a praticar esportes com você para garantir estímulo extra. Vale até realizar pequenas competições que inspiram sempre a ir além.

12. Falta de tempo ou dinheiro não podem ser motivos para sair do sedentarismo. Alongamentos em casa, exercícios que não exigem aparelhos ou mesmo uma caminhada de apenas 30 minutos, que não custa nada, fazem a diferença na hora de emagrecer.

13. Aprenda como fazer substituições inteligentes no seu cardápio, começando por pães, massas e arroz integrais, geleias naturais, iogurtes feitos em casa e temperos que, além de termogênicos, tiram o sal do seu prato.

14. Não ignore a importância de tomar um café da manhã reforçado e rico em nutrientes. Comer bem logo cedo garante pique e energia e ainda evita que você sinta fome e exagere nas demais refeições.

15. Coma em pratos pequenos, modere suas porções e mastigue lentamente e com atenção a cada garfada. Hábitos simples como estes fazem toda a diferença para quem quer emagrecer sem sofrimento.

16. Tenha em mente que, de tempos em tempos, você pode se satisfazer com algum prato que ama, mas não pode comer com frequência no dia a dia. Assim você evita o estresse e a ansiedade que atrapalham a dieta.

17. Abandone o açúcar refinado que tanto mal faz para a saúde e a dieta, trocando o alimento por versões mais naturais, como melaço, mel, açúcar mascavo ou até mesmo frutas, quando desejar adoçar seu iogurte, por exemplo.

18. Descanse e durma pelo menos 7 horas todas as noites. Diversos estudos comprovam que uma boa noite de sono ajuda a emagrecer por aliviar a ansiedade e garantir bom funcionamento do organismo.

19. Mantenha-se sempre bem hidratada, consumindo cerca de 2 litros de água ao longo do dia. O hábito ajuda a perder peso porque, muitas vezes, o corpo confunde sede com fome, fazendo com que você coma mesmo estando satisfeita.


Dormir deixa o coração mais saudável, diz ciência. Saiba o motivo

Fazer as pazes com o travesseiro é um bom caminho para evitar doenças do coração, que acometem cada vez mais mulheres. Veja como usar o sono a seu favor

Pesquisas mostraram que pessoas que dormem menos de seis a oito horas por noite têm duas vezes mais chance de sofrer com um derrame ou um ataque do coração. “Quando você não descansa o suficiente durante a noite, seus hábitos alimentares não costumam ser os melhores”, explica Nieca Goldberg, diretora médica do Center for Women’s Health at NYU Langone Medical Center, nos Estados Unidos. “E seu corpo ainda libera mais cortisol, hormônio que pode levar a um aumento da pressão sanguínea”, acrescenta a especialista.

Só consegue dormir tarde da noite? Não se estresse. Tirar um rápido cochilo durante o dia já ajuda muito. A sua pressão sanguínea tende a diminuir cerca de 5% depois da sesta, de acordo com um estudo com quase 400 homens e mulheres conduzido por pesquisadores gregos e apresentado no último Congresso Europeu de Cardiologia, realizado em Londres, na Inglaterra.


terça-feira, 7 de junho de 2016

Peso ideal: aprenda a calcular o IMC e conheça seus índices

Conheça os índices apresentados pelo cálculo de Índice de Massa Corpórea (IMC) e verifique se você está no seu peso ideal

A busca pelo peso ideal não é um assunto novo. Em épocas de dietas da moda e novas tendências de exercícios surgindo a cada dia, a insatisfação com o peso atual é problema recorrente de muitas mulheres. A influência da mídia, impondo padrões muitas vezes inatingíveis, piora ainda mais esta situação.

Por este motivo, é importante ressaltar que pesar pouco não é sinônimo de ter atingido o peso ideal ou mesmo de se estar saudável. Peso e saúde possuem uma relação ainda mais profunda do que isso.
De acordo com o Dr. Roberto Debski, médico e psicólogo, manter um peso saudável, compatível com a idade e o biotipo é fundamental para a saúde física e mental de qualquer pessoa. “Emagrecer saudavelmente significa ter uma alimentação saudável, fazer atividade física regularmente e ter um comportamento alimentar equilibrado”, revela.

Como saber qual o seu peso ideal
Cada pessoa possui um peso ideal, baseado na sua composição corporal, altura, sexo e tipo de constituição física. Este é calculado pela fórmula do Índice de Massa Corpórea (IMC), um indicador adotado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e utilizado para diagnosticar a obesidade e o sobrepeso, usando dois dados facilmente mensuráveis: o peso e a altura.
Para calculá-lo, o médico orienta dividir o peso – em quilos – da pessoa por sua altura – em metros – ao quadrado, na seguinte fórmula IMC = peso (quilos) ÷ altura² (metros). Segundo ele, quanto maior for o IMC, mais elevado será o risco de morte precoce, principalmente pelas doenças cardiovasculares como infarto do miocárdio, hipertensão arterial e derrames.

Os resultados obtidos pelo cálculo se dividem em níveis, classificando-se da seguinte forma:

Baixo peso muito grave quando o IMC for menor que 16 kg/m².
Baixo peso grave quando o IMC fica entre 16 e 16,99 kg/m².
Baixo peso quando o IMC se encontra entre 17 e 18,49 kg/m².
Peso normal quando o IMC for maior de 18,50 e até 24,99 kg/m².
Sobrepeso quando o IMC fica entre 25 e 29,99 kg/m².
Obesidade grau I quando o IMC estiver entre 30 até 34,99 kg/m².
Obesidade grau II quando o IMC estiver entre 35 até 39,99 kg/m².
Obesidade grau III (ou obesidade mórbida) quando o IMC for maior que 40 kg/m².

”Valores acima ou abaixo da faixa normal, entre 18,50 e 24,99 kg/m² estão associados a um maior risco de doenças”, orienta Dr. Roberto. O médico ainda esclarece que a tabela de IMC descrita acima é para uma população adulta entre 20 e 65 anos, havendo diferenças para o cálculo do IMC para crianças e idosos.
Outra circunstância que deve ser calculada de modo diferente, é em relação à atletas ou pessoas com o índice de massa muscular muito grande, necessitando do medidas complementares de circunferência abdominal ou ainda de uma avaliação de bioimpedância para obter resultados mais conclusivos.
”Por ter valores precisos, ser graficamente visível e também poder ser quantificado em tabelas, o IMC se torna muito útil para demonstrarmos aos pacientes onde eles se encaixam, se estão normais, acima ou abaixo do recomendado. Assim podermos abordar a questão do peso, das consequências e riscos para a saúde, trabalhando com metas e planejamentos visando o peso saudável e a melhora na qualidade de vida”, complementa o profissional.

Para além da balança
Atualmente convivemos com a imposição da mídia de um peso e aparência quase inalcançáveis. A visão que uma mulher forma dela mesma não é por vontade própria e sim advinda de um padrão social. A mesma cresce desejando ser como aquela artista alta e magérrima que passa na televisão, desgostando cada dia mais do que vê no espelho.
A insatisfação com o peso é um sentimento de convivência diária de grande maioria das mulheres, e a sua superação deve ser conquistada dia após dia. Não é tarefa fácil aceitar que o corpo dela é diferente da amiga ou que suas pernas grossas não serão finas como as da modelo na revista. Deve-se ter em mente que existem corpos com biotipos diferentes, mas não menos belos e passíveis de admiração.
Aprender a aceitar a imagem que você vê refletida no espelho sem desviar o olhar é um processo demorado, mas recompensador. Livre-se das amarras de padrões impostos por terceiros, aumente sua autoestima, se ame e sinta-se merecedora de ser amada, independentemente do seu peso ou aparência.
Afinal, ter uma vida saudável e conquistar a qualidade de vida desejada por muitos não significa pesar pouco, mas sim descobrir o seu peso ideal e buscar atingi-lo com a ajuda de uma alimentação equilibrada e exercícios regulares. Sinta-se bem com quem você é!


segunda-feira, 6 de junho de 2016

Seus hormônios estão normais? 11 sintomas que podem denunciar desequilíbrio

Um simples inchaço no corpo, passando por mau humor ou até mesmo problemas mais graves podem estar diretamente relacionados a um desequilíbrio hormonal. Por isso é grande a importância de realizar sempre exames de rotina para conhecer taxas de hormônio e verificar se algo está errado com sua saúde. Confira abaixo alguns sintomas que podem denunciar se seus hormônios não estão normais:

1. Ciclos menstruais irregulares podem indicar, além de excesso ou falta de alguns hormônios, podem ainda indicar outras doenças, como síndrome do ovário policístico, por exemplo.

2. Se você tem dificuldades para pegar no sono, pode estar sofrendo com falta de progesterona, um hormônio liberado pelos ovários que ajudam a ter uma boa noite de sono.

3. O excesso de hormônios ainda pode trazer complicações para a pele, deixando a cútis mais oleosa e, consequentemente, provocando o aparecimento de acne, mesmo na vida adulta.

4. Nunca se lembra onde deixou a chave ou está com dificuldade para se concentrar? Saiba que tais sintomas também podem indicar desequilíbrio hormonal que afeta seu cérebro.

5. Quando os hormônios estrogênio e progesterona estão em desequilíbrio, você pode experimentar enjoos, dores de estômago, diarreia ou inchaço.

6. Cansaço e fadiga excessivos podem indicar que seus hormônios estão desequilibrados e afetando o bom funcionamento da tireoide.

7. Tristeza, depressão ou mudanças constantes de humor podem ser sinais de que hormônios como dopamina e serotonina estão fora de equilíbrio no seu organismo.

8. Níveis muito elevados de estrogênio podem alterar seu apetite, fazer você comer mais e, consequentemente, resultar em ganho de peso e números extras na balança.

9. Dores de cabeças constantes que parecem surgir do nada também podem indicar baixos níveis de estrogênio no organismo.

10. Irritação, coceira e secura na vagina também podem ser resultados de um desequilíbrio hormonal, que causa pouca lubrificação na região íntima.

11. Baixas taxas de testosterona no organismo podem afetar sua libido, fazendo com que você perca o desejo sexual.


domingo, 5 de junho de 2016

Exercício físico intenso destrói células do sistema imunológico

Apoptose
Pesquisadores descobriram que o exercício físico intenso pode acelerar o processo de morte celular dos neutrófilos, células do sistema imunológico.
Importante para o equilíbrio do funcionamento do organismo, a morte celular programada, ou apoptose, é um mecanismo que deve ocorrer de forma ordenada - do contrário, há danos à saúde, como quando células tumorais, que deveriam morrer naturalmente, persistem.
"Várias células do nosso organismo estão morrendo [a cada instante] para que outras novas ocupem seu lugar. Assim ocorre com os neutrófilos, que têm um tempo desejado na corrente sanguínea porque novas células do tipo estão continuamente sendo produzidas na medula óssea, em um processo fisiológico equilibrado que é prejudicado se a apoptose é diminuída", explica a professora Tânia Cristina Curi, da Universidade Cruzeiro do Sul.

Neutrófilos
Mas parece que atividades físicas muito intensas podem disparar a apoptose antes da hora. E, mais importante, atingindo células do sistema imunológico.
Após cerca de quatro horas de prova e de percorrerem 21 quilômetros (km) a pé, 90 km de bicicleta e 2 km a nado, os atletas do triatlo tiveram seu sangue coletado pelos pesquisadores em laboratórios instalados sob tendas no local da competição. Antes de competirem, todos haviam passado por exames de laboratório e avaliações da composição corporal e da capacidade cardiorrespiratória.
Os dados revelaram a morte precoce das células do sistema imunológico conhecidas como neutrófilos.
Os neutrófilos são um subgrupo dos leucócitos, também chamados de glóbulos brancos, células encontradas no sangue cuja função é proteger o organismo contra agentes causadores de doenças, como bactérias. Quando há poucas dessas células o organismo fica mais sujeito a infecções. Este foi o caso de um grupo de 12 triatletas que participaram da pesquisa.
"A prática de exercício físico aeróbio acarreta um aumento da lipólise, processo de degradação de lipídeos em glicerol e ácidos graxos, que são utilizados em maior quantidade como fonte de energia. A presença em grande quantidade desses ácidos graxos, provocada pela exacerbação da lipólise, pode estar associada à apoptose precoce dos neutrófilos," indicou Tânia.

Glutamina
Os pesquisadores estão agora trabalhando em busca de alternativas terapêuticas à perda de neutrófilos por parte de atletas de competição.
"Não se pode simplesmente pedir a um atleta profissional que diminua suas atividades. Dessa forma, temos investigado estratégias de suplementação para minimizar a antecipação da apoptose, evitando que o atleta fique com seu sistema imunológico debilitado após exercícios intensos e mais vulnerável a infecções, entre outros riscos," explicou a pesquisadora.
Entre as suplementações estudadas está a de glutamina, aminoácido livre que atua como nutriente para as células imunológicas. "Nós investigamos o efeito molecular desse aminoácido, que é importante para a função de leucócitos, e constatamos que linfócitos e monócitos consomem altas taxas de glutamina. Os neutrófilos chegam a consumi-la mais do que a glicose, cuja taxa de consumo é de 460 nanomoles/hora/mg de proteína, enquanto que a de glutamina é de 770, quase o dobro", disse.
Ainda de acordo com a pesquisadora, a glutamina pode ser responsável por "manter a maquinaria da célula funcionando adequadamente e acabando por modular a função celular e, eventualmente, evitar a apoptose".