domingo, 8 de março de 2026

Fungos nas unhas dos pés: tratamentos caseiros que podem ajudar


Infecção fúngica nas unhas dos pés é um problema frequente na população adulta e vem ganhando mais atenção em consultórios e nas conversas do dia a dia. Veja tratamentos que podem ajudar.

 

Infecção fúngica nas unhas dos pés é um problema frequente na população adulta e vem ganhando mais atenção em consultórios e nas conversas do dia a dia. Com o nome de fungos nas unhas dos pés ou onicomicose, essa condição costuma se desenvolver lentamente. Muitas vezes, ela passa despercebida nos estágios iniciais. Porém, com o tempo pode comprometer tanto a aparência quanto a saúde das unhas, causando desconforto e limitações na rotina.

 

O interesse por soluções para onicomicose cresce à medida que mais pessoas buscam entender as causas, os sintomas e as opções de tratamento. Assim, entre remédios prescritos, orientações de especialistas e o uso de remédios caseiros, o tema envolve tanto cuidados médicos quanto hábitos de higiene diária. Afinal, a informação clara e acessível ajuda a identificar quando medidas simples podem ser úteis e quando é necessário procurar atendimento profissional.

 

O que causa fungos nas unhas dos pés e como reconhecer os sintomas?

A onicomicose é causada, na maior parte dos casos, por fungos que se alimentam de queratina, proteína presente nas unhas. Esses micro-organismos encontram ambiente favorável em locais quentes, úmidos e pouco ventilados. Entre eles, dentro de tênis fechados, meias sintéticas e vestiários coletivos. Pequenas lesões na pele ao redor da unha ou na própria lâmina ungueal facilitam a entrada dos fungos.

Os sintomas dos fungos nas unhas dos pés incluem alterações visíveis e mudanças na textura. Assim, as unhas podem ficar amareladas, esbranquiçadas ou acastanhadas, tornar-se espessas, quebradiças e com formato irregular. Em alguns casos, ocorre desprendimento parcial da unha do leito ungueal, acompanhado de odor desagradável. Embora muitas vezes não haja dor no início, quadros avançados podem causar sensibilidade ao calçar sapatos ou caminhar longas distâncias.

Além do aspecto estético, a onicomicose pode favorecer pequenas fissuras na pele ao redor, facilitando a entrada de bactérias. Em pessoas com imunidade comprometida, diabetes ou problemas circulatórios, essas alterações merecem atenção especial, já que podem aumentar o risco de infecções mais sérias.

 

Fungos nas unhas dos pés: como a onicomicose afeta saúde e estética?

Do ponto de vista estético, os fungos nas unhas dos pés costumam gerar incômodo por deixarem as unhas opacas, deformadas e com coloração alterada. Por isso, muitas pessoas passam a evitar sandálias abertas, praia ou piscina por causa da aparência. Assim, isso mostra o impacto social e emocional desse problema de saúde aparentemente simples. A alteração na forma e na espessura pode dificultar o corte adequado das unhas e até interferir na escolha de calçados.

Na esfera da saúde, a onicomicose pode comprometer a função de proteção que a unha exerce sobre a ponta do dedo. Unhas espessas e deformadas podem pressionar tecidos ao redor, causar microtraumas e favorecer o surgimento de calos e lesões. Ademais, em indivíduos com doenças crônicas, qualquer ferida na região dos pés exige cuidados rigorosos para evitar complicações, especialmente quando há má circulação sanguínea.

Por isso, profissionais de saúde reforçam que a onicomicose não deve ser tratada apenas como questão estética. Afinal, a presença de fungos nas unhas sinaliza um desequilíbrio local, muitas vezes algo que se associa à umidade constante, calçados inadequados ou falta de ventilação. Portanto, entender essas relações ajuda na escolha de estratégias de prevenção e no sucesso de qualquer tratamento, médico ou complementar.

 

Quais remédios caseiros são mais citados para tratar fungos nas unhas?

Na tentativa de combater fungos nas unhas dos pés, diversos remédios caseiros são mencionados em relatos populares. Entre os mais conhecidos estão vinagre, óleo de melaleuca, bicarbonato de sódio e alho. Embora muitos relatos indiquem melhora, especialistas lembram que esses métodos podem atuar principalmente como coadjuvantes, não substituindo o acompanhamento de um dermatologista ou podólogo em casos persistentes ou graves.

O vinagre, em especial o de maçã, é citado pela sua acidez, que pode criar um ambiente menos favorável ao crescimento de fungos. Em geral, é utilizado diluído em água morna, em proporções como uma parte de vinagre para uma parte de água, para escalda-pés de 15 a 20 minutos, uma vez ao dia. É importante secar bem os pés após o uso e evitar aplicação direta em pele irritada ou machucada.

O óleo de melaleuca (tea tree oil) é outro recurso popular. Esse óleo essencial é aplicado diluído em um óleo carreador (como óleo de coco ou de amêndoas) para reduzir risco de irritação. Costuma-se pingar algumas gotas da mistura sobre a unha limpa e seca, uma ou duas vezes ao dia. Pessoas com pele sensível devem testar uma pequena área antes de usar de forma mais ampla.

O bicarbonato de sódio aparece como alternativa para ajudar a reduzir a umidade e o odor nos pés. Pode ser usado em forma de pasta suave, misturado com pouca água e aplicado sobre a unha, ou polvilhado dentro de calçados para mantê-los mais secos. Já o alho, conhecido por compostos com ação antimicrobiana, costuma ser usado amassado e misturado a óleos ou cremes neutros, aplicado em curtos períodos para evitar irritação da pele ao redor.

Apesar da ampla circulação dessas práticas, não há garantia de que remédios caseiros consigam eliminar totalmente os fungos das unhas, especialmente quando a infecção é extensa ou antiga. Em muitos casos, quando há apenas alívio parcial, o fungo continua presente e pode voltar a se manifestar com mais intensidade.

 

Cuidados diários e quando procurar dermatologista ou podólogo?

Para reduzir o risco de fungos nas unhas dos pés e apoiar qualquer tratamento, os cuidados diários são essenciais. Manter os pés limpos, secos e com boa ventilação ajuda a dificultar o crescimento de fungos. Após o banho, é recomendável secar bem entre os dedos, usar toalhas pessoais e evitar permanecer longos períodos com meias úmidas ou calçados fechados.

 

Algumas medidas práticas incluem:

 

Preferir meias de algodão ou tecidos que absorvam melhor o suor.

Alternar os pares de sapatos ao longo da semana, permitindo que sequem completamente.

Evitar caminhar descalço em vestiários, saunas, piscinas e pisos úmidos compartilhados.

Não compartilhar cortadores, alicates ou lixas de unha.

Manter as unhas dos pés aparadas, mas sem cortar demais os cantos.

 

Quando já existe onicomicose, pode se adotar a combinação de higiene rigorosa e alguns remédios caseiros, desde que não provoque irritação ou ferimentos. No entanto, casos persistentes, dolorosos, extensos ou que envolvem várias unhas devem passar pela avaliação de um médico dermatologista ou podólogo. Esses profissionais podem indicar tratamentos tópicos, comprimidos antifúngicos, limpezas periódicas da unha e, em alguns casos, procedimentos específicos.

 

Essa avaliação é especialmente importante em pessoas com diabetes, problemas vasculares, uso de medicamentos que afetam o sistema imunológico ou histórico de infecções repetidas nos pés. Nesses grupos, a orientação profissional reduz o risco de complicações e aumenta as chances de recuperação da aparência e da saúde das unhas. O acompanhamento também permite ajustar o tratamento e esclarecer dúvidas sobre o uso de remédios caseiros como complemento, sempre priorizando a segurança e a eficácia.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/fungos-nas-unhas-dos-pes-tratamentos-caseiros-que-podem-ajudar,65985ce593b5d88a412effd197b68e22qm40n1qc.html?utm_source=clipboard - Por: Valdomiro Neto* *com uso de Inteligência Artificial / Giro 10 - depositphotos.com / Elnur

Homenagem às mulheres


Recentemente, minha netinha Laisa me pediu para contar histórias da minha infância, após ter contado algumas, ela me perguntou qual foi o maior sonho que tive quando era criança, pensei em dizer que era ficar rico, bonito quando crescesse ou ser famoso, mas eu respondi que era me casar, ter filhos e uma netinha, e este sonho foi realizado com o nascimento dela. Então ela me perguntou: sério, vô? E respondi que sim, pois tinha uma netinha que amava muito. Ela deu um sorriso lindo e eu enchi os olhos de lágrimas de sua atitude. Em nome de minha netinha Laisa faço uma homenagem às mulheres, em especial, a minha esposa Madileide, as minhas irmãs Cida, Dete e Lourdes, a minha mãe Dona Graça (in memoriam) e a Nossa Senhora, mãe de todas as mulheres.

 

Professor José Costa

sábado, 7 de março de 2026

6 alimentos que ajudam a conquistar uma barriga chapada


O consumo ajuda a reduzir o inchaço, melhorar a digestão e contribui para a perda de gordura abdominal

 

Muita gente associa barriga chapada apenas a exercícios abdominais. Porém, a alimentação tem papel fundamental quando o objetivo é reduzir o inchaço e a gordura abdominal.

 

Alguns alimentos ajudam a melhorar a digestão, equilibrar o intestino e reduzir a retenção de líquidos. Esses fatores fazem diferença tanto na saúde quanto na aparência da região abdominal.

 

Isso não significa que existe um alimento milagroso. Mas incluir opções estratégicas no cardápio pode contribuir para um abdômen mais definido.

 

Veja alguns exemplos.

 

1. Abacate

O abacate é rico em gorduras boas, especialmente as monoinsaturadas. Esse tipo de gordura ajuda a promover saciedade e pode contribuir para o equilíbrio metabólico.

Além disso, a fruta também contém fibras, que favorecem o funcionamento do intestino.

Um intestino regulado é um dos fatores que ajudam a evitar inchaço abdominal.

 

2. Aveia

A aveia é conhecida pelo alto teor de fibras solúveis, especialmente o betaglucano.

Essas fibras ajudam a melhorar o trânsito intestinal e aumentam a sensação de saciedade ao longo do dia.

Quando o sistema digestivo funciona bem, o desconforto abdominal tende a diminuir, o que favorece uma aparência de barriga menos inchada.

 

3. Iogurte natural

O iogurte natural contém probióticos, micro-organismos que contribuem para o equilíbrio da microbiota intestinal.

Quando a flora intestinal está equilibrada, a digestão costuma funcionar melhor. Isso ajuda a reduzir sintomas como gases, distensão abdominal e inchaço.

 

Por isso, alimentos com probióticos são frequentemente associados à saúde digestiva.

 

4. Pepino

O pepino é composto majoritariamente por água. Por isso, é considerado um alimento leve e hidratante.

Além de ajudar na hidratação, ele também pode contribuir para reduzir a retenção de líquidos.

Essas características fazem do pepino uma opção interessante para quem busca diminuir o inchaço abdominal.

 

5. Gengibre

O gengibre é bastante conhecido por suas propriedades digestivas.

Ele pode ajudar a estimular a digestão e reduzir desconfortos como gases e sensação de estômago pesado.

Esse efeito contribui para diminuir a distensão abdominal ao longo do dia.

 

6. Folhas verdes

Verduras como espinafre, rúcula e couve são ricas em fibras, vitaminas e minerais.

Além de serem pouco calóricas, essas folhas ajudam a aumentar o volume das refeições sem elevar muito o consumo energético.

Isso pode favorecer o controle do peso e contribuir para a redução de gordura corporal, incluindo a região da barriga.

 

Hábitos também fazem diferença

Mesmo com alimentos que ajudam na digestão e na saciedade, conquistar uma barriga chapada depende de um conjunto de hábitos.

 

Alguns fatores que fazem diferença incluem:

 

Alimentação equilibrada.

Prática regular de exercícios.

Boa hidratação.

Sono adequado.

Controle do estresse.

 

Quando esses pilares estão alinhados, o organismo tende a funcionar melhor. Como consequência, a redução de gordura e do inchaço abdominal se torna mais possível.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/6-alimentos-que-ajudam-a-conquistar-uma-barriga-chapada,3e592cfcf5c585f331208495b15c0b12sswyy7bk.html?utm_source=clipboard

sexta-feira, 6 de março de 2026

10 fatores que aumentam o risco de infarto em mulheres


Veja 10 fatores para os riscos elevados de infarto, sinais de alerta e como prevenir com hábitos saudáveis e acompanhamento médico.

 

O risco de infarto em mulheres merece atenção, especialmente após a menopausa.

 

Entender os fatores de risco ajuda a prevenir e buscar cuidado no tempo certo.

 

Segundo o Ministério da Saúde, ocorrem de 300 mil a 400 mil casos anuais no Brasil.

 

Por isso, prevenção e acompanhamento médico não são "luxo".

 

Dr. Louis Nakayama Ohe, cardiologista e chefe da Hemodinâmica do Instituto Dante Pazzanese, reforça o alerta. Hemodinâmica é a área que faz exames e procedimentos com cateter no coração.

 

Ele explica que o infarto pode afetar mulheres de forma particular.

 

Hormônios e estresse do dia a dia entram nessa conta.

 

Por que o infarto em mulheres exige olhar específico

Após a menopausa, a queda do estrogênio reduz uma proteção natural do sistema cardiovascular.

 

Com isso, alguns riscos aumentam e se somam entre si.

 

A boa notícia é que muita coisa é modificável.

 

Hábitos, exames e tratamento correto reduzem a chance de complicações.

 

O que muda na prevenção, na prática

Você não precisa agir só quando sente algo.

 

O foco é controlar fatores silenciosos, como pressão e colesterol.

 

Também vale mapear "gatilhos" do estilo de vida.

 

Sono ruim, estresse e sedentarismo pesam mais do que parecem.

 

10 fatores de risco de infarto em mulheres

A seguir, veja os 10 fatores e o que fazer em cada caso.

 

Use como guia e converse com seu médico.

 

1) Pressão alta (hipertensão)

A hipertensão força o coração a trabalhar mais.

Com o tempo, isso aumenta o risco cardiovascular.

Como prevenir e controlar

Meça a pressão com regularidade.

Siga o tratamento, se houver prescrição.

Reduza sal e ultraprocessados, quando possível.

 

2) Colesterol alto (dislipidemia)

O excesso de LDL favorece placas nas artérias.

Isso pode reduzir o fluxo de sangue para o coração.

No climatério e na menopausa, os níveis podem mudar.

Vale checar com exames e rotina de acompanhamento.

 

Como prevenir e controlar

Faça exames periódicos conforme orientação médica.

Ajuste alimentação e atividade física.

Use medicação, se indicada.

 

3) Diabetes

A glicose alta, por anos, danifica vasos sanguíneos.

Isso facilita inflamação e piora o risco de entupimento.

 

Como prevenir e controlar

Controle glicemia e hemoglobina glicada.

Priorize alimentação regular e sono adequado.

Mantenha seguimento com equipe de saúde.

Âncora para link interno: diabetes e saúde do coração.

 

4) Tabagismo

O cigarro inflama vasos e aumenta chance de coágulos.

Em mulheres, o risco pode crescer com outros fatores associados.

 

Como reduzir o risco

Busque apoio para parar, com plano e acompanhamento.

Evite "só alguns por dia": o dano ainda existe.

Peça orientação sobre reposição de nicotina, se necessário.

 

5) Uso de anticoncepcionais

Alguns anticoncepcionais podem elevar o risco de trombose.

O cuidado aumenta quando há hipertensão ou tabagismo.

 

Como agir com segurança

Informe seu histórico ao ginecologista e ao cardiologista.

Reavalie método se você fuma ou tem pressão alta.

Não interrompa por conta própria.

 

6) Menopausa

Com menos estrogênio, vasos tendem a perder flexibilidade.

 

Isso pode favorecer inflamação e alterações metabólicas.

 

Como se proteger

Faça check-up cardiometabólico no período.

Priorize exercício e alimentação consistente.

Discuta sintomas e riscos com seu médico.

 

7) Distúrbios do sono

Sono ruim, de forma crônica, desequilibra o corpo.

Apneia do sono pode se relacionar a pressão alta e arritmias.

 

Como reduzir o impacto

Observe ronco alto e sonolência diurna.

Procure avaliação se houver suspeita de apneia.

Crie rotina de sono com horário mais estável.

 

8) Sedentarismo

Ficar parada reduz condicionamento e piora marcadores metabólicos.

Isso facilita ganho de peso e descontrole de colesterol.

 

Como começar sem exageros

Inicie com caminhadas curtas e frequentes.

Aumente o tempo aos poucos, com constância.

Escolha algo sustentável, não perfeito.

 

9) Estresse crônico

Estresse constante incentiva hábitos ruins e piora o sono.

Também pode elevar pressão e aumentar sobrecarga do organismo.

 

Como proteger o coração

Identifique fontes de estresse repetidas.

Inclua pausas e atividade física como "remédio diário".

Busque apoio psicológico quando necessário.

 

10) Hereditariedade

Histórico familiar de doença cardíaca aumenta o risco.

 

Isso pede atenção mais cedo e monitoramento mais de perto.

 

Como agir

Informe casos na família e idades dos eventos.

Faça check-ups conforme orientação profissional.

Redobre controle dos fatores modificáveis.

 

Prevenção do infarto: um plano simples para o dia a dia

Prevenir é combinar rotina saudável e acompanhamento médico.

 

O objetivo é controlar o que é silencioso antes de virar urgência.

 

Checklist de prevenção para reduzir o risco

Controle pressão, colesterol e glicemia.

Mexa o corpo com regularidade.

Pare de fumar e evite recaídas.

Durma melhor e trate apneia, se houver.

Reduza estresse com estratégias práticas.

Faça exames de rotina no intervalo recomendado.

 

Dr. Louis Nakayama Ohe reforça a constância.

 

Exames e cuidado contínuo reduzem riscos ao longo da vida.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/10-fatores-que-aumentam-o-risco-de-infarto-em-mulheres,4cf33782b428cd00d44e36a7892d1b43455dqi71.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Shutterstock

quinta-feira, 5 de março de 2026

Atividade física na terceira idade: ganhos para corpo e mente


Exercícios regulares ajudam a preservar autonomia, prevenir doenças e fortalecer a saúde mental após os 60 anos

 

A atividade física na terceira idade é uma das principais aliadas da longevidade com qualidade. Manter o corpo em movimento após os 60 anos reduz o risco de doenças e melhora a autonomia no dia a dia.

 

Segundo especialistas em cardiologia, o ideal é acumular pelo menos 150 minutos semanais de exercícios moderados. A recomendação vale tanto para jovens quanto para idosos.

 

E nunca é tarde para começar.

 

Por que se movimentar faz tanta diferença?

Com o avanço da idade, ocorre perda natural de massa muscular e densidade óssea. O sedentarismo acelera esse processo e aumenta o risco de quedas e doenças crônicas.

 

A prática regular traz benefícios como:

 

Aumento do HDL (colesterol bom).

Redução dos triglicerídeos.

Controle da pressão arterial.

Diminuição da gordura corporal.

Ganho de massa muscular.

 

Melhora do equilíbrio e da autonomia.

 

Além disso, a atividade física ajuda a prevenir doenças cardíacas, diabetes, osteoporose e até quadros de depressão.

 

Corpo ativo, mente protegida

O exercício também estimula a liberação de endorfinas, hormônios ligados à sensação de bem-estar. Isso contribui para reduzir ansiedade e melhorar o humor.

 

A prática constante favorece a socialização, principalmente em aulas coletivas. O convívio é um fator importante para saúde mental na terceira idade.

 

Como organizar a rotina de treino?

O ideal é equilibrar exercícios aeróbicos e fortalecimento muscular ao longo da semana.

 

Uma divisão prática pode incluir:

 

Dois dias de atividades aeróbicas.

Dois ou três dias de fortalecimento muscular.

Alongamentos frequentes.

 

Sempre que possível, o acompanhamento profissional é recomendado. O controle da frequência cardíaca também ajuda a manter a intensidade adequada.

 

Exercícios recomendados

Algumas modalidades são especialmente indicadas para idosos.

 

Bicicleta

Fortalece articulações, melhora a circulação e ajuda no controle da pressão arterial.

 

Alongamentos

Aumentam flexibilidade, reduzem rigidez muscular e diminuem risco de lesões.

 

Hidroginástica

Exercita o corpo inteiro com baixo impacto. A água reduz a sobrecarga nas articulações.

 

Natação

Fortalece músculos e articulações, melhora o sistema respiratório e reduz dores causadas por artrite.

 

Yoga

Trabalha equilíbrio, postura e flexibilidade. Também auxilia no controle do estresse.

 

Começar do zero é possível

Mesmo quem nunca praticou exercícios pode iniciar na terceira idade. O importante é respeitar os limites do corpo e evoluir de forma progressiva.

 

Atividade física na terceira idade não é sobre desempenho. É sobre qualidade de vida, independência e bem-estar duradouro.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/atividade-fisica-na-terceira-idade-ganhos-para-corpo-e-mente,6940e00ed8356a041c81f77b9e20fbfesdbea8lj.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life