domingo, 26 de abril de 2026

Exercício físico: saiba reconhecer os sinais de infarto durante o treino


Praticar exercícios é vital, mas o corpo dá sinais quando algo vai mal. Aprenda a identificar sintomas de infarto durante o treino e saiba quando buscar ajuda.

 

A prática regular de atividades físicas é um dos pilares para uma vida longa e saudável. No entanto, é fundamental entender que o esforço intenso exige uma atenção redobrada com o coração.

 

Sentir um desconforto muscular após o treino é algo comum e esperado por quem se exercita. Mas, em alguns casos, o corpo emite alertas que podem indicar um princípio de infarto iminente.

 

Vamos detalhar como diferenciar o cansaço normal de um problema cardíaco grave e urgente. Aprenda a ouvir os sinais do seu organismo e saiba exatamente como agir em emergências.

 

Como diferenciar a dor muscular do risco cardíaco

A dor muscular costuma ser localizada e aparece especificamente durante o movimento ou após a sobrecarga. Geralmente, esse incômodo tende a diminuir de forma rápida assim que você interrompe a atividade física.

 

Já o sinal de alerta para o coração envolve sensações de pressão, aperto, queimação ou peso. Esses sintomas costumam se concentrar no centro do peito e podem ser acompanhados de outros sinais.

 

De acordo com o Dr. Daniel Petlik, cardiologista do Hospital Israelita Albert Einstein, a atenção deve ser total. O médico afirma que a dor merece avaliação imediata quando apresenta um padrão novo ou persistente.

 

Sintomas de infarto que exigem atenção imediata

Muitas vezes, o problema não se manifesta apenas como uma dor aguda e insuportável no peito. O corpo pode dar sinais mais sutis, mas que são igualmente perigosos durante o esforço físico.

 

A falta de ar torna-se preocupante quando é desproporcional à intensidade do exercício que você realiza. Se ela surge de forma súbita ou impede a fala, o risco de infarto aumenta consideravelmente.

 

"Não é a 'respiração ofegante normal' do exercício, mas uma dispneia fora do padrão", explica o Dr. Daniel Petlik em entrevista ao portal Drauzio Varella.

 

Fique atenta aos sinais de alerta do seu corpo

 

Sensação de peso ou queimação constante que irradia para os braços, mandíbula ou costas.

Suor frio excessivo que aparece de repente, mesmo que o treino não esteja tão intenso.

Náuseas, tonturas ou uma sensação súbita de desmaio durante ou logo após o esforço.

Falta de ar progressiva que não melhora mesmo após alguns minutos de repouso total.

 

O que fazer ao sentir desconforto durante o treino

Ao notar qualquer um dos sintomas mencionados, a primeira atitude deve ser interromper o exercício imediatamente. Não é recomendável "insistir para ver se melhora" ou tentar finalizar a série de movimentos.

 

Se o desconforto persistir por mais de alguns minutos, a situação exige o acionamento do socorro médico. O serviço de emergência deve ser chamado pelo número 192 para um atendimento profissional e rápido.

 

Segundo o cardiologista Daniel Petlik, a avaliação precoce é determinante para reduzir danos permanentes ao músculo cardíaco. Quanto mais rápido o atendimento, maior a chance de evitar complicações graves e salvar a vida.

 

Guia de ação rápida em caso de suspeita

 

Pare o que está fazendo na mesma hora e procure um lugar ventilado para sentar.

Afrouxe as roupas para facilitar a respiração e tente manter a calma enquanto observa os sintomas.

Peça ajuda para alguém que esteja por perto, informando exatamente o que está sentindo no momento.

Se os sintomas incluírem náusea e suor frio, ligue para a emergência sem qualquer hesitação.

Evite dirigir o próprio carro até o hospital; aguarde a ambulância ou peça um transporte.

 

Quem faz parte do grupo com risco aumentado?

Embora o infarto possa ocorrer com qualquer pessoa, alguns fatores aumentam as chances de eventos cardíacos. O histórico familiar e o estilo de vida atual são pontos determinantes para a saúde do coração.

 

Pessoas com pressão alta, colesterol elevado, diabetes ou obesidade devem ter um acompanhamento médico mais rigoroso. O tabagismo e o sedentarismo prolongado também colocam o sistema cardiovascular em uma posição de vulnerabilidade.

 

O problema costuma aparecer no exercício intenso e abrupto praticado por quem não possui preparo físico prévio. A atividade física bem orientada reduz o risco a longo prazo, mas exige cautela no início.

 

Dicas para um treino seguro e saudável

Antes de iniciar qualquer modalidade esportiva, realize uma avaliação médica completa para checar sua saúde cardíaca. Exames de rotina ajudam a identificar problemas silenciosos que poderiam causar um infarto durante o esforço.

 

Respeite sempre o seu ritmo e evite comparar o seu desempenho com o de outras pessoas. A progressão da carga e da intensidade deve ser gradual e, preferencialmente, acompanhada por um profissional especializado.

 

Mantenha-se bem hidratada e evite treinar em ambientes com temperaturas muito extremas, como calor ou frio excessivos. O descanso adequado entre as sessões de treino também é vital para a recuperação do seu coração.

 

A importância da prevenção e do check-up regular

Muitas doenças do coração não apresentam sintomas claros até que o esforço físico atinja um nível crítico. Por isso, as consultas regulares com um cardiologista são a melhor forma de prevenir sustos graves.

 

Mulheres que já tiveram histórico de arritmias ou insuficiência cardíaca precisam de protocolos de treino personalizados e seguros. A saúde é um equilíbrio entre movimento consciente e monitoramento constante dos sinais vitais básicos.

 

Como reforça a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o exercício é um aliado, desde que praticado com responsabilidade. Ouça o seu coração, respeite seus limites e garanta uma vida ativa livre de riscos desnecessários.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/exercicio-fisico-saiba-reconhecer-os-sinais-de-infarto-durante-o-treino,e089fe64d69318f99c9df758250ece29i0hnn98u.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Shutterstock

sábado, 25 de abril de 2026

Tempo de vida: genes explicam metade da variação na longevidade humana: estudo


Durante muito tempo, a ciência estimou que a influência do DNA na nossa expectativa de vida era pequena, algo entre 10% e 20%. Acreditava-se que o estilo de vida e o ambiente eram os verdadeiros protagonistas do envelhecimento. No entanto, uma pesquisa liderada por Ben Shenhar, doutorando em física no Instituto Weizmann de Ciência, sob supervisão do professor Uri Alon, propõe uma mudança radical nessa visão. Publicado no periódico Science o estudo indica que fatores genéticos explicam cerca de metade da variação na longevidade humana.

 

Para chegar a esse número, a equipe analisou bases de dados de gêmeos na Suécia e Dinamarca, incluindo irmãos que cresceram separados. O diferencial desse estudo foi o uso de modelos matemáticos para isolar a mortalidade extrínseca — mortes por acidentes ou infecções — da mortalidade intrínseca, que é o envelhecimento biológico real. Os pesquisadores perceberam que estudos anteriores falhavam ao misturar fatalidades externas com o desgaste natural do corpo. Ao “limpar” esses dados, a herança biológica saltou de coadjuvante para protagonista.

 

É como se a vida fosse uma maratona onde alguns correm com tênis de alta performance herdados, enquanto outros enfrentam obstáculos imprevisíveis descalços. Se focarmos apenas em quem tropeça em um buraco, nunca entenderemos a eficiência do calçado. Ao remover o ruído dos acidentes, a genética mostrou-se tão influente quanto é para outras características complexas, como a altura. Esse novo cenário dá fôlego extra para a busca de variantes genéticas que possam ser usadas em terapias futuras contra o envelhecimento.

 

O peso do DNA e a influência do acaso biológico

A pesquisa utilizou um framework inovador com “gêmeos virtuais” para simular como o ambiente impacta irmãos com o mesmo código genético. Percebeu-se que, ao longo do século XX, conforme a saúde pública reduziu as mortes por causas externas, a biologia interna tornou-se mais evidente. A biogerontologista Austin Argentieri, do Massachusetts General Hospital, reforça que, embora o tabagismo e a condição socioeconômica pesem muito, eles não anulam a base genética intrínseca de cada indivíduo.Ciência

 

Outro ponto curioso é que a longevidade não depende de um único “gene da imortalidade”, mas de um conjunto de pequenas variações em genes como o APOE e o CDKN2B. Estudos em populações de centenários revelam que essas pessoas costumam carregar um mosaico de variantes que protegem o organismo por mais tempo. No Brasil, por exemplo, o estudo de supercentenários com mais de 110 anos sugere que a miscigenação pode criar combinações genéticas únicas e protetoras.

 

Mesmo com 50% da variação vindo dos genes, a outra metade da moeda ainda pertence ao estilo de vida e ao que os cientistas chamam de estocasticidade biológica — o puro acaso. Isso significa que, embora o roteiro inicial esteja no DNA, a forma como a história se desenrola depende da interação constante com o ambiente. Entender que o envelhecimento biológico tem um ritmo próprio ajuda a desviar de determinismos simples: os genes não são um destino absoluto, mas um mapa de possibilidades.

 

Limites celulares e a evolução da velhice

A biologia celular oferece explicações para esse limite genético através de conceitos como o limite de Hayflick. Ele determina quantas vezes uma célula pode se dividir antes de parar, um processo conhecido como senescência. Esse esgotamento celular acumulado é o que acaba afetando a funcionalidade dos tecidos. Além disso, a teoria da pleiotropia antagonista sugere que alguns genes que nos ajudam a sobreviver e reproduzir quando jovens podem se tornar prejudiciais na velhice, contribuindo para o declínio natural do organismo.História

 

A descoberta de Shenhar e Alon incentiva a catalogação de variantes que estendem a vida, o que pode transformar a farmacogenômica. Se sabemos que metade da longevidade é herdável, a medicina personalizada pode focar em mecanismos moleculares específicos para cada perfil genético. No entanto, é fundamental lembrar que esses 50% referem-se a variações dentro de uma população, não a uma garantia individual. Alguem pode herdar ótimos genes, mas ainda assim sofrer os impactos de um ambiente insalubre ou de escolhas ruins.

 

Ao observar esses dados, fica claro que a busca por uma vida longa é uma parceria entre o que recebemos e o que construímos. A ciência está finalmente separando o que é “sorte” ambiental do que é engenharia biológica. Isso me traz um conforto lógico: não somos apenas vítimas das circunstâncias, nem apenas escravos do DNA. A longevidade saudável surge justamente no equilíbrio de mitigar riscos externos enquanto aprendemos a trabalhar com as ferramentas que nossas células já possuem.

 

Fonte: https://hypescience.com/tempo-de-vida-genes-explicam-metade-da-variacao-na-longevidade-humana-estudo/ - Por Marcelo Ribeiro

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Descubra qual o tempo ideal de atividade física para cada faixa etária


Especialista explica quanto se exercitar em cada idade para manter a saúde

 

A prática de atividade física é essencial para manter a saúde e prevenir doenças. Mas o tempo ideal de exercício varia conforme a idade e as condições de cada pessoa.

 

Saiba o tempo ideal de atividade física para cada faixa etária

Especialistas reforçam que não existe uma única regra para todos. A quantidade e a intensidade das atividades físicas devem respeitar a faixa etária e as limitações individuais.

 

Segundo a diretora técnica da Cia Athletica, Mônica Marques, é importante adaptar a rotina. “A atividade física vai depender das individualidades de cada pessoa”, explica.

 

Além disso, dados do Ministério da Saúde mostram um cenário preocupante. Cerca de 60% dos adultos estão acima do peso e 25% são obesos.

 

Tempo ideal de atividade física por idade

 

As recomendações variam conforme a fase da vida. Veja as orientações gerais para cada grupo.

 

5 a 17 anos

Crianças e adolescentes devem praticar cerca de 60 minutos de atividade física por dia. Os exercícios podem variar entre intensidade moderada e intensa.

Também é importante alternar as atividades ao longo da semana. O foco deve ser o movimento e o desenvolvimento saudável.

 

18 a 64 anos

Para adultos, o tempo varia conforme a intensidade do exercício. Atividades moderadas devem somar entre 150 e 300 minutos por semana.

Já atividades intensas podem variar entre 75 e 150 minutos semanais. A recomendação inclui musculação pelo menos duas vezes por semana.

 

Acima de 65 anos

Idosos devem seguir orientações semelhantes às dos adultos, respeitando seus limites. Exercícios moderados também podem variar entre 150 e 300 minutos semanais.

Além disso, é importante incluir atividades de fortalecimento muscular. Isso ajuda a manter a autonomia e prevenir quedas.

 

Exercício não é tudo

Apesar dos benefícios, a atividade física sozinha não garante emagrecimento. Outros fatores também influenciam diretamente a saúde.

 

“Para emagrecer, é necessário estar em déficit calórico”, explica a especialista. Isso significa consumir menos calorias do que o corpo gasta.

 

Uma alimentação equilibrada, boas noites de sono e hidratação adequada são fundamentais. Esses hábitos ajudam a potencializar os resultados dos exercícios.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/descubra-qual-o-tempo-ideal-de-atividade-fisica-para-cada-faixa-etaria/ - Foto: SHutterstock


quinta-feira, 23 de abril de 2026

Infarto em jovens: caso da Miss Paraná reacende alerta


Especialista aponta que sedentarismo, estresse, má alimentação e falta de acompanhamento médico antecipam riscos cardiovasculares

 

A morte repentina da candidata ao Miss Paraná Maiara Cristina de Lima Fiel, aos 31 anos, após um infarto, reacendeu um alerta importante: problemas cardíacos, tradicionalmente mais ligados ao envelhecimento, têm atingido cada vez mais jovens. Segundo dados do Ministério da Saúde, as doenças cardiovasculares continuam sendo a principal causa de morte no Brasil, com um óbito a cada dois minutos.

 

Nas últimas décadas, o número de infartos em pessoas com menos de 40 anos cresceu de forma expressiva. Estima-se aumento de até 180% entre 2000 e 2024 nessa faixa etária, além de alta nas internações de jovens por infarto. Entre mulheres de 15 a 49 anos, as mortes também cresceram, o que reforça que o problema não se limita a um único perfil.

 

Para a cardiologista Fernanda Weiler, do Sírio-Libanês e diretora do Colégio Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida, esse avanço está ligado ao acúmulo precoce de fatores de risco. Segundo ela, hoje é cada vez mais comum encontrar pacientes jovens com hipertensão, colesterol elevado, resistência à insulina e obesidade, condições que antes costumavam aparecer mais tarde.

 

A especialista aponta como fatores centrais desse cenário o sedentarismo, a alimentação rica em ultraprocessados, o estresse crônico, o tabagismo, inclusive com cigarro eletrônico, o consumo de álcool e outras substâncias, além do excesso de peso, hipertensão e diabetes em idades mais precoces. De acordo com a médica, a combinação entre rotina sedentária, sono inadequado, alimentação inflamatória e sobrecarga emocional favorece processos inflamatórios e acelera a formação de placas nas artérias.


Outro desafio é que o infarto em jovens pode ser mais silencioso. Como muitos não fazem acompanhamento médico regular e não se veem no grupo de risco, sintomas como dor no peito, falta de ar, cansaço extremo e palpitações acabam subestimados. “O jovem tende a interpretar os sintomas como algo passageiro: ansiedade, cansaço ou estresse”, afirma Fernanda no material.

 

A cardiologista ressalta que há sinais que exigem avaliação médica o quanto antes, como desmaios durante exercício ou emoção intensa, dor no peito ao esforço, palpitações acompanhadas de mal-estar, tontura ou quase desmaio, falta de ar desproporcional à atividade e histórico familiar de morte súbita antes dos 50 anos ou de doenças cardíacas hereditárias.

 

Apesar do avanço dos casos, a especialista destaca que a maior parte dos fatores de risco é modificável. Prática regular de atividade física, alimentação equilibrada, controle do estresse, redução do consumo de álcool, abandono do cigarro e check-ups periódicos estão entre as principais recomendações. Para ela, a prevenção cardiovascular não deve começar apenas depois dos 50 anos, mas ser construída ao longo da vida.

 

O aumento dos casos entre jovens, segundo a médica, mostra que as doenças cardiovasculares deixaram de ser um problema restrito à terceira idade e passaram a refletir também o estilo de vida contemporâneo. O recado, diz ela, é claro: cuidar do coração precisa começar cedo.

 

Fonte: https://www.correiodopovo.com.br/bellamais/saudefeminina/infarto-em-jovens-caso-da-miss-parana-reacende-alerta-1.1707105 - Foto: Reprodução @mundomissbrasil / CP

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Quer fortalecer o abdômen? 10 exercícios aeróbicos para fazer hoje


Atividades dinâmicas ajudam a queimar gordura, definir músculos e aumentar a resistência do corpo

 

Fortalecer o abdômen é essencial para a saúde e a funcionalidade do corpo. Os músculos abdominais desempenham um papel fundamental em diversas atividades do dia a dia, desde a manutenção da postura até a execução de movimentos mais complexos. Além disso, um core fortalecido oferece suporte e estabilidade à coluna vertebral, ajudando a prevenir dores nas costas.

 

Sabendo disso, a seguir, listamos alguns exercícios que trabalham corretamente o abdômen e ajudam a definir essa região. Confira:

 

1. Corrida

A corrida é um exercício aeróbico eficaz para fortalecer a barriga porque envolve uma ampla gama de músculos, incluindo os abdominais. Isso porque a constante contração deles para manter a postura e o equilíbrio resulta em um fortalecimento progressivo.

A pesquisa "Effects of a Cycling versus Running HIIT Program on Fat Mass Loss and Gut Microbiota Composition in Men with Overweight/Obesity", publicada na revista Medicine & Science in Sports & Exercise, mostra que o treino HIIT-RUN em homens apresenta um resultado melhor na perda de massa gorda abdominal do que o HIIT-BIKE, mas destaca que investigações adicionais são necessárias.

 

2. Ciclismo

O ciclismo fortalece a musculatura e ajuda a diminuir a flacidez de membros inferiores, fazendo as regiões como pernas, barriga e bumbum oxigenar mais. Uma dica é pedalar com o abdômen contraído para deixá-lo mais durinho.

 

3. Natação

A natação é um exercício completo que envolve todos os grupos musculares, incluindo o abdômen, bem como melhora a respiração e a postura, aumenta a resistência e ajuda a perder peso.

A pesquisa "The Acute Effects of Swimming on Appetite, Food Intake, and Energy Expenditure", publicada no Journal of Obesity, mostra que durante cerca de 42 minutos de natação o gasto energético médio foi de 459 kcal, demonstrando que a modalidade gera alto consumo energético, comparável a outros exercícios aeróbicos.

 

4. Pular corda

Pular corda é um exercício de alta intensidade que exige um esforço constante dos músculos abdominais para manter a estabilidade e coordenar os movimentos. Com a prática regular, isso leva a um notável fortalecimento do abdômen.

 

5. Boxe

O boxe é um esporte que envolve movimentos rápidos e coordenados dos braços, tronco e pernas. Os músculos do abdômen são constantemente ativados para fornecer suporte e estabilidade durante os movimentos, contribuindo para o fortalecimento.

 

6. Burpees

Os burpees são uma combinação de movimentos que envolvem agachamento, flexões e saltos. Essa atividade exige um esforço considerável dos músculos abdominais para manter a estabilidade e coordenar os movimentos, levando ao fortalecimento do abdômen.

 

7. Prancha

Embora seja um exercício estático, a prancha é altamente eficaz para fortalecer o abdômen. Ao manter a posição, os músculos abdominais são constantemente ativados para sustentar o corpo, resultando em um fortalecimento progressivo.

O artigo "Want a stronger core? Skip the sit-ups", publicado no Harvard Health Publishing, por exemplo, indica que a modalidade é mais eficaz do que o abdominal tradicional, apontando que essa última abordagem pode ser prejudicial à coluna.

 

8. Dança

Os movimentos fluidos da dança exigem controle do abdômen para estabilidade. A dança do ventre, por exemplo, é especialmente benéfica para quem deseja fortalecer o core, pois foca em movimentos de contração e relaxamento dos músculos abdominais, além de trabalhar a flexibilidade, o equilíbrio e a postura.

 

9. Patinação

A patinação é um exercício que envolve o corpo todo, logo, ela também ajuda a trabalhar os músculos do core. No entanto, para a prática gerar resultados é preciso realizar os movimentos com precisão, de preferência de forma suave e sempre contraindo o abdômen. A atividade também alivia dores nas costas, favorece a queima de calorias e aumenta a estabilidade.

 

10. Remo

O remo é um exercício que envolve diversos grupos musculares, como braços, pernas, costas, glúteos e, claro, o abdômen. Neste último, a atividade trabalha intensamente os oblíquos, o reto abdominal e o transverso do abdômen, ajudando a tonificar e fortalecer a região central do corpo. Com a execução correta, o remo também é excelente para quem busca melhorar a postura, a coordenação motora e a flexibilidade.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/quer-fortalecer-o-abdomen-10-exercicios-aerobicos-para-fazer-hoje,fa4d3e8d780692e54423bac2d30277cbl63q8i81.html?utm_source=clipboard - Foto: pics five | Shutterstock / Portal EdiCase