terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Dormir menos de sete horas pode estar ligado a vida mais curta


Dormir pouco pode ter consequências mais sérias do que cansaço no dia seguinte. Um estudo americano sugere que pessoas que dormem menos de sete horas por noite tendem a ter menor expectativa de vida.

 

Os pesquisadores analisaram dados nacionais de saúde e compararam hábitos de vida com a expectativa média de vida em diferentes regiões dos Estados Unidos. Entre vários fatores avaliados, o sono insuficiente apareceu como um dos mais fortemente associados a viver menos, ficando atrás apenas do tabagismo.

 

O padrão se manteve ao longo dos anos analisados e em grande parte do país. Segundo os especialistas, o sono é essencial para o bom funcionamento do coração, do sistema imunológico e do cérebro. Quando o descanso é cronicamente insuficiente, o risco de doenças aumenta, o que pode levar à morte precoce.

 

Embora o estudo não prove que dormir pouco cause diretamente a redução da expectativa de vida, os resultados reforçam a importância do sono como pilar da saúde. Assim como alimentação equilibrada e atividade física, dormir bem deve ser tratado como prioridade para quem deseja viver mais e melhor.

 

Fonte: SLEEP Advances. DOI: 10.1093/sleepadvances/zpaf090.

 

Fonte: https://www.boasaude.com.br/noticias/22064/dormir-menos-de-sete-horas-pode-estar-ligado-a-vida-mais-curta.html?utm_source=terra_capa_vida-e-estilo&utm_medium=referral


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Emagrecer sem academia: 5 exercícios para fazer em casa


Quer emagrecer sem ir à academia? Veja 5 exercícios simples para fazer em casa, gastar mais calorias e perder peso sem sofrer.

 

Quem quer emagrecer muitas vezes já começa desanimado. Só de pensar em sacrifício, dieta rígida e treinos pesados, a motivação cai.

 

Mas não precisa ser assim. É possível emagrecer com atividades simples, feitas em casa, sem equipamentos e sem sofrimento.

 

Como lembra o educador físico e pedagogo Leandro Twin, "é melhor fazer o segundo treino mais eficiente do mundo, durante o ano inteiro do que fazer o primeiro por apenas três meses".

 

Ou seja: constância vale mais do que perfeição.

 

Para ajudar nesse processo, a educadora física e personal trainer Lana Pessoa separou 5 exercícios práticos, que aumentam o gasto calórico diário e podem ser feitos em casa.

 

1. Agachamento com salto

O agachamento com salto é um excelente exercício para emagrecer e fortalecer pernas e glúteos.

 

Como fazer:

Fique em pé, com os pés afastados na largura do quadril.

Flexione joelhos e quadril, jogando os glúteos para trás, como se fosse sentar.

Mantenha o peito levemente erguido e o abdômen firme.

Ao subir, dê um salto para cima, estendendo bem o corpo.

Aterre com cuidado, voltando à posição de agachamento.

Segundo Lana Pessoa, "é um exercício poderoso para começarmos a sequência.

Nele, temos alto gasto calórico, pois movimentamos o corpo como um todo

 

(pernas, abdômen e braços para dar potência na hora da subida). Trabalhamos de maneira localizada, fortalecendo principalmente pernas e glúteos".

 

2. Corrida parada

A corrida parada é uma ótima saída para quem quer emagrecer sem sair de casa.

 

Como fazer:

Fique em pé, com postura ereta.

Simule uma corrida no lugar, elevando os joelhos o máximo que conseguir.

Use os braços para ajudar no movimento, como se estivesse correndo de verdade.

"As corridas têm alto gasto calórico e, quando se empurra o calcanhar para o chão para levantar o joelho, se potencializa a ação localizada nos glúteos", explica Lana.

É um movimento simples, mas que sobe o ritmo cardíaco e ajuda muito no gasto de energia.

 

3. Ajoelhar e levantar

Esse exercício trabalha força de pernas, glúteos e equilíbrio, e também ajuda a emagrecer por exigir bastante esforço muscular.

 

Como fazer:

Comece em pé.

Ajoelhe no chão, apoiando um joelho de cada vez.

Em seguida, volte à posição de pé usando apenas uma perna para subir.

A cada repetição, alterne a perna que inicia a subida.

De acordo com Lana Pessoa, ao levantar todo o peso do corpo com uma perna, o gasto calórico aumenta bastante. "Quando se empurra o pé em direção ao solo para subir novamente, focamos bastante nas pernas".

É um exercício que exige atenção e controle, então faça em um local seguro.

 

4. Polichinelo

Clássico de educação física, o polichinelo continua sendo um aliado para quem quer emagrecer em casa.

 

Como fazer:

 

Fique em pé, com braços ao lado do corpo e pés juntos.

Dê um pequeno salto, abrindo as pernas enquanto eleva os braços acima da cabeça.

No salto seguinte, feche as pernas e traga os braços de volta para os lados.

Repita em ritmo constante.

"Nesse movimento trabalhamos bastante a panturrilha, minimizando as varizes

e fortalecemos os ombros. E isso é muito importante para melhorar a proporção entre cintura e ombro,

na situação de triângulo.

O resultado será a aparência de uma cintura mais fina", explica a personal.

Além de queima calórica, o polichinelo ajuda na resistência do coração e pulmões.

 

5. Pular corda (sem corda)

Mesmo sem corda, é possível simular o movimento e acelerar o processo de emagrecer.

 

Como fazer:

Fique em pé, com pés afastados na largura do quadril.

Simule pequenos saltos, como se estivesse pulando corda.

Movimente as mãos como se estivesse girando a corda.

"Caso tenha coordenação motora, pode incluir socos, como se houvesse um saco de boxe à sua frente. Esse é um exercício que trabalha os membros inferiores, superiores e promove alto gasto calórico", revela Lana.

É uma opção ótima para quem quer um treino dinâmico e divertido.

 

Dica especial para emagrecer sem sofrer

Para transformar esses exercícios em um treino eficiente, Lana Pessoa sugere organizar tudo em formato de circuito:

 

Faça cada movimento por 30 segundos.

Descanse 10 segundos, caminhando de um lado para o outro.

Se sobrar energia, repita o circuito até completar 15, 20 ou 30 minutos.

Para fechar com chave de ouro, a personal dá um toque final:

"Para finalizar a sequência, você pode dançar duas músicas que você adora, assim você solta o corpo e continua gastando calorias, o que torna o treino ainda mais gostoso".

Dessa forma, o processo de emagrecer deixa de ser um peso e passa a ser parte de uma rotina leve, prazerosa e possível de manter.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/emagrecer-sem-academia-5-exercicios-para-fazer-em-casa,2c8be8f9d8ef7e3c3db2403e9d0ecd85hetr4c3l.html?utm_source=clipboard - Foto: Reprodução/Shutterstock

Professor José Costa e a equipe campeã de basquete do CEMB


Professor José Costa e a equipe campeã de basquete pela categoria B do Colégio Estadual Murilo Braga nos Jogos da Primavera – 1983. A equipe era formada por: Rita de Cássia, Marli, Luciene, Irlene, Josívânia, Marivalda, Rosângela, Gicelma, Cida e Gicélia. Essa foi a 2ª medalha que ganhamos, pois algumas alunas dessa equipe ganharam a 1ª medalha de ouro do basquete pela categoria A em 1981. Infelizmente eu não tenho a foto dessa conquista. Meninas de Ouro!

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Já pensou em dançar? Veja 5 benefícios para a saúde


Atividade melhora o condicionamento, reduz o estresse e fortalece o corpo de forma divertida

 

Os benefícios da dança vão muito além da diversão. O que antes era associado apenas a festas e musicais hoje faz parte da rotina de academias e estúdios.

 

E o melhor: é uma atividade acessível para diferentes idades e níveis de condicionamento.

 

Segundo a especialista Ludmilla Marzano, a dança é dinâmica, trabalha o corpo todo e ainda fortalece a autoestima.

 

1. Dançar ajuda a queimar calorias

A dança funciona como um "exercício disfarçado". A pessoa se diverte e, ao mesmo tempo, se movimenta intensamente.

Dependendo da intensidade aplicada nos movimentos, é possível ter alto gasto calórico. Em aulas como a zumba, por exemplo, esse número pode ser expressivo.

Como qualquer prática física, a frequência faz diferença. O ideal é manter pelo menos três aulas por semana.

Pouco treino ainda é treino. Mas constância é o que traz resultado.

 

2. Combate o estresse do dia a dia

O estresse tende a deixar o corpo rígido e tenso. Ao começar a dançar, o movimento ajuda a liberar essa tensão acumulada.

A atividade estimula a liberação de substâncias associadas à sensação de prazer e bem-estar. A música também influencia o humor.

Segundo Ludmilla, muitas pessoas já chegam à aula sorrindo ao ouvir os primeiros acordes.

Movimento e música formam uma combinação poderosa.

 

3. Tonifica os músculos

A dança trabalha diferentes grupos musculares ao mesmo tempo. Ritmos variados exigem deslocamentos, giros, agachamentos e movimentos de braços.

Aulas como a zumba combinam estilos como salsa, merengue, cumbia e reggaeton. Essa variação amplia o estímulo muscular.

O resultado é fortalecimento global, especialmente em pernas, abdômen e braços.

 

4. Ajuda a reduzir a ansiedade

Para acompanhar a coreografia, é preciso atenção no momento presente. Esse foco ajuda a diminuir pensamentos repetitivos e preocupações excessivas.

Durante a aula, o corpo se movimenta e a mente se concentra na sequência de passos.

Essa combinação favorece sensação de leveza mental.

 

5. Estimula a socialização

As aulas costumam ser realizadas em grupo. Isso cria ambiente de troca e incentivo coletivo.

Ver outras pessoas evoluindo motiva. Compartilhar desafios aproxima.

A dança também fortalece autoestima. Cada nova coreografia aprendida reforça sensação de conquista.

 

Dançar é para todos

A dança pode ser adaptada a diferentes níveis de preparo físico. Não exige experiência prévia nem padrão corporal específico.

Se o objetivo é se movimentar, melhorar o condicionamento e cuidar da saúde mental, a dança é uma opção eficiente e prazerosa.

Não existe exercício perfeito. Existe aquele que você consegue manter.

Se dançar faz você voltar na próxima aula, já é um ótimo começo.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/ja-pensou-em-dancar-veja-5-beneficios-para-a-saude,7de040581392c8a340149a8c370f53c8i5sepen6.html?utm_source=clipboard -  Foto: Shutterstock / Sport Life

sábado, 21 de fevereiro de 2026

7 problemas causados pela respiração que podem prejudicar o sono


Alterações nas vias aéreas interferem no descanso noturno e explicam noites mal dormidas e cansaço constante

 

Dormir bem não depende apenas da quantidade de horas na cama. Para que o sono seja realmente restaurador, o corpo precisa atingir fases profundas de relaxamento, o que só acontece quando a respiração flui de forma livre e contínua. Quando existe qualquer tipo de bloqueio ou esforço respiratório, o organismo entra em um estado de alerta involuntário. A pessoa até dorme, mas não descansa.

 

Problemas respiratórios durante o sono costumam ser subestimados porque nem sempre provocam dor ou sintomas evidentes durante o dia. Ainda assim, eles fragmentam o sono, reduzem a oxigenação adequada do organismo e impactam diretamente a disposição, a concentração, o humor e até a saúde a longo prazo.

 

De acordo com a médica Renata Mori, otorrinolaringologista especialista em doenças nasais, a qualidade da respiração é determinante para um sono reparador. "Durante o sono, o corpo precisa reduzir o ritmo, mas, quando há dificuldade para respirar, o cérebro entende que existe um risco e se mantém em estado de vigilância. Isso impede que a pessoa atinja as fases mais profundas do sono, mesmo sem perceber", explica.

 

A seguir, confira os principais problemas respiratórios que podem comprometer diretamente a qualidade do sono.

 

1. Desvio de septo nasal

O desvio de septo não causa apenas nariz entupido. Ele altera a dinâmica da respiração ao longo da noite, criando um fluxo de ar irregular que exige esforço constante do sistema respiratório. Com o corpo deitado, essa assimetria se intensifica, favorecendo congestão de um lado do nariz e sobrecarga do outro, impactando diretamente a estabilidade do sono.

"Quando o septo está desviado, o organismo precisa compensar essa dificuldade respiratória durante toda a noite. O resultado é um sono fragmentado, com microdespertares que impedem o descanso profundo, mesmo que a pessoa não acorde completamente", explica Renata Mori.

 

2. Rinite alérgica

Mais do que espirros e coriza, a rinite provoca um estado inflamatório contínuo dentro do nariz. Durante a noite, essa inflamação tende a aumentar por fatores hormonais e pela posição deitada, tornando a respiração mais difícil justamente no momento em que o corpo deveria relaxar.

"A rinite faz com que o nariz funcione mal à noite. O paciente passa a respirar com dificuldade, alterna a respiração entre as narinas e acorda várias vezes ao longo do sono, o que compromete a recuperação física e mental", afirma a médica.

 

3. Sinusite crônica

Na sinusite persistente, o problema não está apenas na obstrução nasal, mas na qualidade do ar que circula pelas vias respiratórias. A presença constante de secreção e inflamação interfere na ventilação adequada dos seios da face, gerando desconforto silencioso durante a noite.

"Mesmo sem dor intensa, a sinusite crônica impede uma respiração plena. O cérebro interpreta essa limitação como um fator de estresse, o que mantém o sono superficial e pouco restaurador", detalha Renata Mori.

 

4. Respiração pela boca

Dormir respirando pela boca altera completamente a fisiologia do sono. Além de reduzir a eficiência da oxigenação, essa condição favorece o ressecamento das vias aéreas, inflamações recorrentes e maior instabilidade respiratória durante a noite.

"A respiração bucal é sempre um sinal de alerta. Ela indica que o nariz não está cumprindo seu papel e isso faz com que o sono seja mais leve, agitado e menos eficiente do ponto de vista reparador", ressalta a médica.

 

5. Ronco frequente

O ronco não é apenas um som incômodo. Ele revela vibração excessiva dos tecidos da garganta causada pela passagem dificultada do ar. Essa resistência cria turbulência respiratória e impede que o fluxo de oxigênio seja constante ao longo da noite.

"O ronco frequente mostra que a respiração está sendo feita com esforço. Mesmo quando não há apneia, ele já indica prejuízo na qualidade do sono e aumento do risco de cansaço diurno", alerta Renata Mori.

 

6. Apneia obstrutiva do sono

Na apneia, a respiração é interrompida repetidamente durante a noite, levando a quedas na oxigenação do sangue. Cada pausa obriga o cérebro a sair do sono profundo para garantir a sobrevivência, quebrando o ciclo natural do descanso.

"O paciente com apneia pode passar a noite inteira dormindo e, ainda assim, acordar exausto. O corpo nunca entra em um estado contínuo de recuperação porque está sempre reagindo às pausas respiratórias", explica a especialista.

 

7. Aumento das adenoides e das amígdalas

Especialmente em crianças, o aumento dessas estruturas reduz o espaço para a passagem de ar, forçando uma respiração ruidosa e ineficiente durante o sono. Isso interfere diretamente no desenvolvimento físico e cognitivo.

"Quando a criança dorme mal por dificuldade respiratória, isso reflete no comportamento, na atenção e até no crescimento. O sono é fundamental nessa fase, e a respiração inadequada compromete todo esse processo", observa Renata Mori.

 

Sinais de alerta que não devem ser ignorados

Para a especialista, sintomas como ronco persistente, sono agitado, boca seca ao acordar e cansaço frequente não devem ser considerados normais. "Respirar bem é um dos pilares do sono saudável. Identificar e tratar alterações respiratórias é essencial para recuperar a qualidade do descanso e, consequentemente, de vida", conclui.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/7-problemas-causados-pela-respiracao-que-podem-prejudicar-o-sono,c91836ae3b7b57d0510c595d0c53dca3fc579ctu.html?utm_source=clipboard - Por Sarah Monteiro - Foto: AJR_photo | Shutterstock / Portal EdiCase