quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

O que você come pode causar pesadelos


Estudo realizado na Universidade de Montreal, no Canadá, sugere que pessoas com sintomas mais graves de intolerância à lactose tendem a relatar pesadelos mais frequentes. No estudo, os pesquisadores analisaram os hábitos alimentares e de sono de mais de 1.000 pessoas.

 

Os participantes responderam a um questionário detalhado como parte de uma aula de psicologia na faculdade. Aqueles que relataram ter sintomas digestivos graves devido ao consumo de laticínios também relataram mais pesadelos. Isso incluía pesadelos mais frequentes, maior sofrimento emocional causado pelos sonhos e efeitos mais duradouros que, às vezes, interferiam na vida diária.

 

Os alimentos mais frequentemente apontados como causadores dos pesadelos foram laticínios e doces. Especialistas afirmam que problemas estomacais podem perturbar o sono de maneiras que afetam os sonhos. Segundo eles, se alguém ingere um alimento que desencadeia sua intolerância à lactose, isso pode causar distúrbios do sono conhecidos como "microdespertares", e essas interrupções podem intensificar os pesadelos.

 

Ainda assim, especialistas alertam que o estudo não prova que laticínios causem pesadelos diretamente, e que outros fatores desconhecidos também podem estar envolvidos. Os pesquisadores também esperam testar outros grupos para obter ainda mais informações. Entretanto, quem suspeita que laticínios estejam afetando seu sono pode tentar reduzir o consumo.

 

Frontiers in Psychology. DOI: 10.3389/fpsyg.2025.1544475.

 

Fonte: https://www.boasaude.com.br/noticias/21866/o-que-voce-come-pode-causar-pesadelos.html?utm_source=terra_capa_vida-e-estilo&utm_medium=referral#google_vignette  

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Pilates no dia a dia: 4 exercícios fáceis para fortalecer o corpo


Veja como a prática pode ajudar a reduzir o estresse e melhorar a coluna

 

O pilates é uma prática que integra mente e corpo, melhorando a capacidade física e a concentração. Além disso, seus movimentos respiratórios ajudam a reduzir o estresse e a ansiedade, especialmente em rotinas agitadas. Para quem passa muito tempo sentado, a prática pode trazer ainda mais benefícios. De acordo com a professora Josi Araújo, da Pure Pilates, "o corpo precisa equilibrar as funções musculares para se manter ativo e alinhado, prevenindo possíveis dores e lesões por esforço repetitivo".

 

Mas como conciliar a prática de pilates com uma rotina agitada e pouco tempo livre? Josi Araújo ressalta que é importante cuidar da saúde em qualquer momento do dia, seja no caminho para casa, no horário do almoço ou antes de ir trabalhar.

 

"Como muitas profissões exigem que se trabalhe sentado, o corpo não recebe estímulos metabólicos, e logo o sedentarismo torna-se realidade", diz a professora. Para que se tenha bons resultados, a recomendação é que o pilates seja praticado de 2 a 3 vezes na semana.

 

A seguir, a professora ensina alguns exercícios simples para inserir na rotina que incluem a respiração diafragmática, o alongamento dos isquiotibiais, o exercício de gato e o rolamento da coluna na parede. Confira!

 

1. Respiração diafragmática


A respiração diafragmática é uma técnica profunda que ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade. É necessário que demos uma pausa para ter um momento para relaxar. Esse intervalo é comprovado cientificamente e torna-se eficiente para preservar, promover e restabelecer a saúde. Tudo começa pela respiração. É por meio dela que conectamos o corpo e a mente, por isso este exercício é extremamente necessário para dar seguimento aos demais.

Posição inicial: sentado com as costas retas e as mãos apoiadas na parte inferior das costelas.

Execução: inspire profundamente pelo nariz, enchendo o abdômen e expandindo as costelas. Depois, expire lentamente pela boca, contraindo suavemente o abdômen e as costelas, concentrando-se na respiração lenta e profunda.

Repetições: 8 a 10 vezes.

 

2. Alongamento dos isquiotibiais


Posição inicial: em decúbito dorsal, com uma perna estendida e a outra flexionada para manter a lombar apoiada no solo e de forma confortável.

Execução: coloque uma faixa elástica ou uma toalha laçando o pé, puxando na direção do seu rosto, respire profundamente e, ao expirar, estenda lentamente o joelho elevado em direção ao teto.

Repetições: 8 a 10 vezes, lembrando de respeitar sempre o limite do seu corpo.

 

3. Exercício do gato


Posição inicial: quatro apoios ou gato.

Execução: na posição correta, inspire. Na expiração, traga sua coluna em direção ao teto, fazendo um arco como um gato arrepiado. Nesse momento a cabeça precisa acompanhar o movimento e o seu olhar deve ser direcionado para o meio das pernas. Ao retornar, imagine levando os ísquios para longe (como se fosse empinar o bumbum) e leve o olhar para frente. Expire e retome o movimento.

Repetições: 8 a 10 vezes.

 

4. Rolamento da coluna na parede


O rolamento da coluna na parede melhora a flexibilidade e favorece o alinhamento da coluna vertebral

Posição inicial: de pé.

Execução: encoste sua cabeça e coluna na parede, perceba quais pontos estão apoiados e quais pontos da coluna estão sem apoio. Deixe os braços ao longo do corpo. Inspire. Na expiração, role sua cabeça e coluna em direção ao chão. Deixe os braços pesarem como pêndulos para baixo. Na próxima expiração procure ativar o abdômen e subir a coluna rolando vértebra por vértebra na parede, atente para a cabeça subir por último.

Repetições: 8 a 10 vezes.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/pilates-no-dia-a-dia-4-exercicios-faceis-para-fortalecer-o-corpo,88c918876758def186ba1aeafca2d52b525wodzs.html?utm_source=clipboard - Por Lais Fiocchi - Foto: Luis Molinero | Shutterstock / Portal EdiCase

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Entrar na água após comer faz mal? Médica conta mitos e verdades


Ideia popular atravessa gerações, mas especialistas explicam quando o risco existe e em quais situações o cuidado é realmente necessário

 

Com a chegada do verão, praias, piscinas e cachoeiras ficam lotadas, e uma dúvida antiga volta à tona: é perigoso entrar na água logo após uma refeição ou isso é apenas um mito popular? A resposta não é tão simples quanto parece.

 

Segundo a clínica geral Dra. Maria Concetta Riso, da Clínica Primacordis, disse ao Portal iG o risco existe, sim, mas depende de vários fatores, como o tipo de refeição, a temperatura da água e a intensidade do esforço físico feito após comer.

 

“Podemos dizer que existe um risco médico em entrar na água logo após uma refeição, mas isso depende do tipo de alimento ingerido, da temperatura da água e do tipo de esforço que a pessoa pretende fazer” , explica a médica.

 

O que pode acontecer ao nadar depois de comer?

Durante a digestão, o organismo direciona uma maior quantidade de sangue para o aparelho gastrointestinal. O problema ocorre quando, logo após comer, a pessoa entra na água e realiza esforço físico intenso, como nadar vigorosamente ou brincar de forma agitada.

 

“Nadar intensamente, fazer atividades físicas vigorosas ou entrar em águas muito frias após uma refeição faz com que o sangue seja redirecionado para os músculos, prejudicando a digestão” , afirma a Dra. Maria.

 

Esse redirecionamento pode provocar mal-estar, congestão intestinal, náuseas, vômitos e tontura. Em ambientes aquáticos, esses sintomas aumentam um risco importante: o afogamento.

 

“O maior perigo não é a digestão em si, mas o mal-estar súbito dentro da água, que pode levar à perda de força ou consciência”, alerta.

 

Entrar na água sem esforço é perigoso?

Aqui está um dos principais mitos. Ficar parado na água, caminhar levemente ou molhar os pés após comer não costuma representar risco, especialmente se a refeição foi leve e a água não estiver muito fria.

 

O problema surge quando há combinação de refeição pesada + esforço físico intenso + água fria.

 

Quanto tempo esperar após comer?

Não existe um tempo único válido para todas as situações. De acordo com a médica, o ideal é considerar o tipo de refeição:

 

Refeições leves (frutas, lanches simples):

Cerca de 30 minutos

 

Refeições completas ou volumosas:

Entre 1h30 e 2 horas

 

Atividades físicas muito intensas, como treinos ou natação vigorosa após refeições fartas:

Pode ser necessário esperar até 3 horas

 

"Quanto maior a refeição e mais intenso o esforço físico, maior deve ser o intervalo antes de entrar na água”, orienta a especialista.

 

Mito ou verdade?

Entrar na água após comer pode ser perigoso?

Verdade, em situações específicas, especialmente com esforço intenso.

 

Molhar os pés ou ficar parado na água causa ‘congestão’?

Mito, na maioria dos casos.

 

Refeições pesadas exigem mais tempo de espera?

Verdade.

 

O principal cuidado

A recomendação médica é simples: escutar o próprio corpo. Se houver sensação de estufamento, sonolência ou desconforto, o ideal é aguardar mais tempo antes de nadar ou praticar atividades físicas.

 

“Respeitar o intervalo adequado após as refeições é uma medida simples que pode evitar mal-estar e acidentes”, conclui a Dra. Maria Concetta Riso.

 

Fonte: https://saude.ig.com.br/2025-12-30/entrar-na-agua-apos-comer-faz-mal--medica-explica-mitos-e-verdades.html - Por Arthur Felipe Farias - FreePik

domingo, 4 de janeiro de 2026

Saiba os benefícios das atividades físicas para pessoas com autismo


A prática de exercícios personalizados auxilia no desenvolvimento de pessoas com TEA

 

A prática regular de atividades físicas é um cuidado fundamental para a manutenção da saúde e do bem-estar a longo prazo. No caso de pessoas com autismo, adaptar os exercícios pode exercer um papel ainda mais importante, já que tais ajustes podem ser essenciais. Isso porque impactam no desenvolvimento integral, incentivando a autonomia e promovendo uma maior qualidade de vida. 

 

A adaptação é importante, pois, o TEA pode apresentar algumas caraterísticas particulares. É o caso de dificuldades para interagir socialmente, padrões comportamentais repetitivos, alterações motoras e sensoriais. Essa atitude também influencia na redução da ansiedade e do estresse, além de melhorar o humor. 

 

A dinâmica pode abarcar desde adaptações nos ambientes por meio do uso de equipamentos específicos, até uma modificação de regras. Nesse sentido, cada exercício busca desenvolver um aspecto: esportes coletivos promovem a interação social e a cooperação, ao passo que os individuais oferecem um ambiente calmo que favorece o aperfeiçoamento. Essa atitude também influencia na redução da ansiedade e do estresse, além de melhorar o humor. 

 

Benefícios da atividade física adaptada

 

Desenvolve habilidades motoras e sociais

Melhora a saúde mental e física

Regula a rotina

Protege a imunidade

Melhora a comunicação e a autoestima

Aprimora a percepção do entorno

Reduz comportamentos repetitivos e estereotipados

Melhora a postura corporal e a independência 

 

A atividade física adaptada para pessoas com autismo oferece uma série de benefícios que vão além do físico, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades motoras e sociais, além de aprimorar a percepção do entorno, a noção de espaço e tempo. Ela também melhora a saúde mental e física, fortalece a comunicação e eleva a autoestima, ao mesmo tempo que ajuda na regulação da rotina e na proteção da imunidade.

 

De acordo com a Tismoo, uma plataforma dedicada a melhorar a vida de pessoas autistas, outros ganhos incluem a redução de comportamentos repetitivos e estereotipados. Além disso, há uma melhora da postura corporal e o aumento da independência nas atividades do dia a dia, proporcionando uma qualidade de vida mais plena e equilibrada.

 

Como adaptar as atividades físicas 

A escolha da atividade física ideal deve ter como base uma avaliação individual. Dessa forma, é possível conciliar os interesses, habilidades e desafios de cada pessoa com TEA. Isso pode incluir cuidados como adaptação do ambiente, uso de equipamentos específicos e modificação de normas para tornar o exercício mais agradável e eficaz de acordo com as particularidades. 

 

Quais exercícios se recomendam

Esportes coletivos: como futebol, basquete, vôlei e handebol são excelentes opções, já que incentivam a socialização e a cooperação

Esportes individuais: como natação e equoterapia oferecem ambientes estruturados, podendo ainda sofrer ajustes de acordo com as necessidades e promovendo ganhos para o desenvolvimento emocional e físico.

O ideal é que as atividades sejam direcionadas por profissionais especializados como educadores físicos, terapeutas ocupacionais e psicólogos com experiência em TEA. Assim, eles podem auxiliar na escolha e adaptação de exercícios, além de orientar de modo seguro e respeitando as necessidades e objetivos individuais. 

 

A atividade física, que passa por adaptação e condução com uma abordagem correta, apresenta um impacto positivo na vida de pessoas com autismo. Dessa forma, se melhora a qualidade de vida do paciente e de sua família a partir da promoção do bem-estar e desenvolvimento integral.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/saiba-os-beneficios-das-atividades-fisicas-para-pessoas-com-autismo,ab9d1a1f308f81d626426d5090d9485fxhba4kaz.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock

sábado, 3 de janeiro de 2026

Nutricionista indica 5 especiarias para deixar a imunidade em dia


Essas especiarias são ótimas opções para deixar imunidade em dia, além de serem super nutritivas e darem aquele sabor a mais para a sua comida

 

De forma geral, o sistema imunológico é a rede complexa de células, tecidos e órgãos, que trabalham em conjunto para proteger o organismo diante dos invasores. Nesse sentido, a nutricionista Marina Guedes vai sugerir cinco especiarias para deixar imunidade em dia:

 

As 5 especiarias para deixar imunidade em dia

Canela

"Amplamente utilizada na medicina tradicional chinesa, indiana, persa e unani por um longo período. Estimula positivamente a resposta imunológica, diminui a inflamação, atua positivamente na defesa contra a resposta inflamatória e, principalmente, no intestino", disse Marina.

 

Gengibre

"É uma fonte rica em compostos bioativos, como grupos fenólicos, alcaloides e esteroides, que têm efeito medicinal. Eles são relatados por apresentarem atividades antieméticas, antipiréticas, analgésicas, antiartríticas e anti-inflamatórias. Vários estudos demonstraram que o gengibre e seus compostos bioativos mostraram atividade antiviral", pontuou.

 

Pimenta

"Possui compostos bioativos, como alcaloide que é conhecida por possuir muitas propriedades farmacológicas interessantes, como anti-inflamatória, antioxidante, analgésica, antimicrobiana, e entre outras", comentou.

 

Cúrcuma

"É o ingrediente mais eficaz extraído dos rizomas da planta. Vários experimentos mostraram que a curcumina possui diversos efeitos farmacológicos, como regulação da imunidade, antioxidante, inibição da inflamação, antitumoral, anti angiogênico, anticoagulante e eliminação de radicais livres", garantiu.

 

Alho

"O alho possui alto valor nutritivo, melhora o sabor dos alimentos e também ajuda na digestão. O alho possui uma ampla gama de efeitos farmacológicos, como anti-inflamatório, antioxidante, antifúngico, entre outros. A alicina, produzida pela enzima alliinase do alho a partir da alliin é conhecida por suas amplas atividades antifúngicas e antivirais", concluiu Marina Guedes.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/nutricionista-indica-5-especiarias-para-deixar-a-imunidade-em-dia,06689b2766c64b1d75287a4bacd01650dqnybrm1.html?utm_source=clipboard - Foto: Shutterstock / Sport Life